alternativa - Universidad Central de Venezuela

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alternativa - Universidad Central de Venezuela
I
ASE
HIPÓTESIS
ALTERNATIVA
INTERNATIONAL ASSOCIATION
FOR STATISTICAL EDUCATION
http://www.stat.auckland.ac.nz/~iase/
Boletín de IASE para América Latina
Junio 2009. Vol 10 Nº 1 ISSN: 2244 – 8179
http://www.ucv.ve/hipotesis
Editorial
Instituto de Educação e Psicologia da Universidade
do Minho, Campus de Gualtar, Braga.
El 31 de agosto de 2009 es la fecha máxima para el
envío del resumen de su propuesta de trabajo
contribuido, si desea que sea arbitrado, para la
Octava Conferencia Internacional de Enseñanza de
la Estadística (ICOTS – 8). El ICOTS – 8 se
realizará en la ciudad de Ljubljana, Eslovenia, del
11 al 16 de julio de 2010 y su tema central es Datos
y contexto en la educación estadística: hacia una
sociedad basada en la evidencia. ¿Cómo usamos
el contexto al enseñar la variabilidad, la
probabilidad, la inferencia y los procesos de
modelación? ¿Cómo interpretamos los datos de las
encuestas? ¿Las conclusiones son válidas y
confiables? ¿Explicamos el riesgo de manera
apropiada? Son algunas de las preguntas que se
pretenden discutir durante el ICOTS – 8.
En Veracruz, Mexico, se realizará el segundo
Encuentro Iberoamericano de Biometría. Este
evento promovido por la International Biometric
Society se realizara de forma conjunta con la
Quinta Reunión Centroamericana y del Caribe. La
informacion necesaria para participar en el evento
se encuentra en este número. También encontrará
la informacion sobre el IV Seminario Internacional
de Pesquisa em Educação Matemática (SIPEM),
que se efecturá del 25 a 28 de octubre de 2009 en
Brasilia – Brasil. Finalmente, se encuentra una
reseña de la visita de la Dra Lisbeth K. Cordani a la
Universidad Central de Venezuela; asícomo una
breve descripción del más reciente número del
Statistics Education Research Journal.
El ICOTS es el evento internacional más importante
de la Educación Estadística, en esta edición los
latinoamericanos tenemos una nueva oportunidad
de presentar los avances logrados en nuestras
investigaciones.
Además de los trabajos
contribuidos arbitrados, también se puede participar
mediante trabajos contribuidos no arbitrado y
pósters o carteles.
Pueden conseguir más
información del ICOTS – 8 en la página oficial del
evento (http://icots8.org/) o en el número anterior de
Hipótesis Alternativa.
La invitación es a leer este nuevo número de
Hipótesis Alternativa, les agradecemos nos hagan
llegar sus comentarios y recomendaciones.
En este número el Dr. José António Fernandes nos
presenta uma reseña del II Encontro de
Probabilidades E Estatística Na Escola. Este
encuentro se realizó el pasado mes de febrero en el
.
Datos y contexto en la educación estadística: hacia
una sociedad basada en la evidencia
II Encontro de Probabilidades E Estatística Na Escola
O Encontro realizou-se no dia 21 de Fevereiro, de 2009, na Universidade do Minho, dirigiu-se a estudantes futuros
professores, professores em exercício e estudantes de pós-graduação com interesse pela problemática da Educação
Estatística e centrou-se nos seguintes objectivos: 1.Visibilizar a actualidade e importância do ensino da Estatística e
Probabilidades na Escola, 2.Divulgar resultados de estudos realizados no âmbito da Educação em Estatística e
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Hipótesis Alternativa Vol. 10 N° 1 – Junio 2009
Probabilidades, 3.Aprofundar a compreensão do ensino e da aprendizagem da Estatística e Probabilidades e
4.Contribuir para o desenvolvimento profissional de professores.
Ao todo, foram feitas 11 apresentações, em que intervieram 15 investigadores, distribuídas pelos temas de
Estatística, Probabilidades e Combinatória. Dessas apresentações, das quais três assumiram a forma de conferência
e oito a forma de comunicação, transcrevem-se, a seguir, os respectivos resumos.
CONFERÊNCIAS
Retos para la Formación Estadística de los Profesores
Carmen Batanero
Dpto. Didáctica de la Matemática, Universidad de Granada
[email protected]
Resumen. Aunque hoy en día la estadística forma es parte de los planes de estudios de las clases matemática en la
enseñanza primaria y secundaria en muchos países, la formación específica para enseñar la estadística está lejos
de ser un componente universal de pre-servicio o de cursos de desarrollo profesional para docentes. En esta
presentación se analiza el estado de la investigación en torno a esta problemática.
Reflexões em Torno do Ensino e da Aprendizagem da Estatística: o exemplo dos gráficos
Carolina Carvalho
Universidade de Lisboa
Departamento de Educação da Faculdade de Ciências
Centro de Investigação em Educação
[email protected]
Resumo: As sociedades modernas precisam de consumir e apresentar dados. E uma das formas mais frequente de
o fazer é recorrer a gráficos. Um jornal diário, um folheto publicitário, um artigo científico recorrem a diferentes tipos
de gráficos, consequentemente, todos os cidadãos para tomarem diferentes tipos de decisões precisam de saber
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Hipótesis Alternativa Vol. 10 N° 1 – Junio 2009
lidar com diferentes tipos de gráficos. Na escola desenvolvem-se competências para saber lidar com gráficos, e não
é só nas aulas de matemática. Neste trabalho procura-se rever a literatura sobre gráficos e estatística. Começa-se
por descrever como o conhecimento sobre gráficos é construído. Depois apresentam-se algumas das dificuldades
que os alunos têm com esta forma de representação e, por fim, retiram-se implicações para a sala de aula.
Sesgos en Probabilidad Condicional e Implicaciones para la Enseñanza
Carmen Díaz
Dpto. Psicología Clínica, Experimental y Social, Universidad de Huelva
[email protected]
Resumen. En este trabajo realizamos una revisión de las principales investigaciones en Psicología y Educación
sobre razonamiento y comprensión de la probabilidad condicional. También mostramos algunos resultados
obtenidos en nuestro propio estudio de evaluación con estudiantes de Psicología. Finalizamos con algunas
implicaciones para la enseñanza de la estadística.
COMUNICAÇÕES
Comparación de Distribuciones: ¿Una actividad sencilla para los futuros profesores?
Blanca Ruiz
Instituto Tecnológico y de Estudios Superiores, México
Pedro Arteaga y Carmen Batanero
Universidad de Granada, España
[email protected]
Resumen. En este trabajo analizamos los informes realizados por una muestra de 101 futuros profesores de
educación primaria en un proyecto de análisis de datos. Estudiamos los gráficos producidos, estadísticos calculados
y su interpretación en la obtención de conclusiones sobre el proyecto. Concluimos que el concepto de distribución no
es comprendido en profundidad por una parte importante de los futuros profesores.
Ensino e Avaliação das Aprendizagens em Estatística
José António Fernandes & Maria Palmira Alves, Universidade do Minho
[email protected] & [email protected]
Eusébio André Machado, Escola Secundária de Tomaz Pelayo
[email protected]
Paulo Ferreira Correia, Escola Secundária/3 de Barcelos
[email protected]
Marília André do Rosário, Escola Secundária de Tomaz Pelayo
[email protected]
Resumo. O presente estudo tem por principal propósito identificar diferenças entre as práticas de ensino e de
avaliação em Matemática e Estatística.
Trata-se de um estudo exploratório, em que se adopta uma metodologia de estudo de caso. Participaram no estudo
quatro professoras, duas com mais experiência de ensino no 3.º ciclo do ensino básico e duas com mais experiência
de ensino no ensino secundário, tendo-se recorrido ao método de entrevista para a recolha de dados.
Em termos de resultados, as maiores diferenças entre as práticas de ensino em Matemática e Estatística centram-se
num ensino mais baseado em situações contextualizadas e de carácter realista, exploradas em grupo e recorrendo a
tecnologia. Consequentemente, a realização de trabalhos de grupo acarreta mudanças ao nível da avaliação,
valorizando-se mais estes trabalhos do que os testes escritos na avaliação sumativa e sem grandes preocupações
pela avaliação formativa visto tratar-se de um tema fácil.
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Hipótesis Alternativa Vol. 10 N° 1 – Junio 2009
Os Projectos e o Processo de Ensino-Aprendizagem da Estatística
Rui Pimenta
ESTSP, Instituto Politécnico do Porto
[email protected]
Resumo. As diferenças entre o processo de ensino-aprendizagem tradicional e a metodologia de projectos
centrados em problemas têm suscitado na literatura múltiplas interrogações. Até que ponto esta nova forma de
trabalho colide com marcos determinados pelo sistema educativo? Que implicações tem ao nível dos papéis
professor/aluno, ao nível do trabalho de grupo e da aquisição de novos saberes?
Independentemente da metodologia utilizada, é hoje em dia consensual que a capacidade estatística é na sociedade
actual uma competência absolutamente necessária a um exercício pleno da cidadania. Emerge, assim, uma
mudança de rumo, da transmissão mais ou menos passiva de conhecimentos para uma construção activa de uma
cultura estatística de que a Escola não se poderá alhear.
Nesta comunicação pretendemos sintetizar o contributo da metodologia de projectos para o desenvolvimento da
literacia e raciocínio estatísticos, apresentar as conclusões gerais de um estudo de avaliação de projectos (Pimenta,
2006) e divulgar um portal de apoio à interacção entre professores e estudantes no âmbito do desenvolvimento de
projectos.
Literacia Estatística na Escola, Cidadania na Vida
Maria Manuel da Silva Nascimento
Dept. de Matemática da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e CM – UTAD1
[email protected]
Resumo. Tal como referem Branco e Martins (2002, p. 9) em relação à literacia “o seu significado é
fundamentalmente o seguinte: capacidade do indivíduo para ler, escrever e falar na sua língua materna, efectuar
cálculos e resolver problemas do dia-a-dia, de forma a cumprir as tarefas que lhe são exigidas tanto no emprego
como na sociedade.” Assim sendo, de modo muito geral, a literacia estatística na escola será mais um elemento
promotor de uma vida de cidadania interventiva. Neste trabalho pretende-se dar a conhecer, bem como incentivar o
uso de vários materiais disponibilizados para o ensino da estatística na página do International Statistical Literacy
Project (ISLP). Na prática lectiva, o uso de várias das informações com que somos confrontados na corrente
informação do dia-a-dia – jornais revistas, anúncios, entre outros – pode revelar-se um ponto de partida estimulante
para a literacia estatística na escola.
Probabilidades e Problemas de Contagem: arranjos ou combinações?
Fernando Coelho
Instituto Politécnico de Coimbra
[email protected]
José António Fernandes
Universidade do Minho
[email protected]
Resumo. O presente trabalho tem por objecto de estudo o ensino e a aprendizagem do tema Análise Combinatória:
Aplicação ao cálculo de probabilidades, que se insere no programa da disciplina de Matemática A do 12.º ano
(Ministério da Educação [ME], 2002b).
Na sua elaboração seguimos de perto os estudos de Díaz e Fuente (2004) e Estrada, Díaz e Fuente (2006).
Inspirámo-nos ainda nos trabalhos de Lima, Carvalho, Wagner e Morgado (2000), Ancker (2006) e Picado (2001).
1
Membro do Centro de Matemática da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.
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Hipótesis Alternativa Vol. 10 N° 1 – Junio 2009
Mais especificamente, pretende-se destacar o ensino da probabilidade condicionada através do princípio
fundamental de contagem e da regra multiplicativa de probabilidades, de modo a evitar o uso excessivo de fórmulas
– arranjos ou combinações –, que muitas vezes os alunos confundem (Lima et al. 2000).
Recorrendo à investigação, são descritos alguns dos principais erros e dificuldades comummente sentidas pelos
estudantes no âmbito da probabilidade condicionada, designadamente: supor que o sucesso condicionante na
probabilidade condicional tem de preceder temporalmente o acontecimento condicionado (Falk, 1986); crer que é
mais provável a intersecção de dois acontecimentos do que a probabilidade de qualquer dos acontecimentos
constituintes (Tversky & Kahneman, 1983); não discriminar adequadamente as probabilidades P ( A / B ) e
P ( B / A) (Falk, 1986); e ter em conta o facto de a experiência aleatória ser ou não composta por uma série de
experiências sucessivas mais simples (Díaz & Fuente 2004).
Finalmente, são também analisados os programas de Matemática do ensino secundário, no que a este tema diz
respeito, e é discutido um problema proposto no Exame Nacional de Matemática A, de 2005, quanto aos diferentes
métodos de resolução sugeridos. Neste caso, um método mais simples, intuitivo e lógico, em que não é necessário
recorrer a qualquer tipo de fórmulas, é totalmente ignorado. Este método consiste em utilizar uma das mais
poderosas “regras” das probabilidades condicionadas, a regra multiplicativa, que pode ser comparada ao princípio
fundamental de contagem em Combinatória.
Ensino e Aprendizagem das Operações Combinatórias no 12º Ano de Escolaridade
Paulo Ferreira Correia
Escola Secundária/3 de Barcelos
[email protected]
José António Fernandes
Universidade do Minho
[email protected]
Fernando Almeida
Escola Secundária/3 de Oliveira do Douro
[email protected]
Resumo. Neste artigo apresentam-se alguns dos principais resultados de um trabalho de investigação sobre o
ensino e aprendizagem das operações combinatórias dos alunos de uma turma do 12.º ano de escolaridade no ano
lectivo 2008-2009. Para tal, e depois de uma intervenção de ensino, foram aplicados um questionário e um teste: o
questionário destinado à recolha da opinião dos alunos sobre a intervenção de ensino e o teste, constituído por sete
problemas, concebido para a avaliar as aquisições cognitivas dos alunos nas operações combinatórias.
Em geral, os resultados revelam que os alunos manifestaram uma atitude positiva em relação à intervenção de
ensino da Combinatória e que a intervenção de ensino se revelou eficaz no desenvolvimento das capacidades de
raciocínio combinatório.
Palpites Efectuados por Alunos do 9º Ano de Escolaridade em Combinatória
Paulo Ferreira Correia
Escola Secundária/3 de Barcelos
[email protected]
Resumo. Neste artigo apresentam-se os principais resultados de um trabalho de investigação sobre os palpites
efectuados por alunos do 9.º ano em Combinatória.
Para tal foram efectuadas entrevistas individuais, durante as quais foi aplicado um questionário que contemplava
questões sobre permutações simples, arranjos com e sem repetição e combinações simples. Em cada questão os
alunos faziam um palpite para o número total de possibilidades, seguindo-se a sua resolução.
Em geral, os resultados apontam para o facto de os palpites não se reduzirem a meras estimativas efectuadas ao
acaso e que a realização de um palpite, como a antecipação do número de casos possíveis, poderá representar um
desafio para os alunos.
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Hipótesis Alternativa Vol. 10 N° 1 – Junio 2009
O Trabalho Colaborativo de Duas Professoras de Matemática no Ensino dos Arranjos Completos
Bárbara do Alvar de Carvalho
Escola Secundária/3 Camilo Castelo Branco
[email protected]
Resumo. Partindo das potencialidades das estratégias espontâneas dos alunos sobre a operação combinatória
“arranjos completos”, pretendemos evidenciar o impacto do trabalho colaborativo sobre o ensino ministrado por duas
professoras que leccionaram em realidades díspares e com intenções e concepções sobre o ensino também
diferentes.
Subjaz a este estudo o propósito de mostrar que, num assunto curricular onde tradicionalmente os alunos adquirem
o conceito através da realização de exercícios repetitivos, há outra possibilidade de abordagem, usando tarefas
abertas e a aprendizagem por descoberta.
O trabalho e a reflexão em grupo, bem como a assistência às aulas pelas docentes, numa perspectiva colaborativa,
constituiu por si só um processo de mudança profissional docente. Além disso, a observação e a reflexão realizadas
revelaram a valorização pelas professoras de tarefas exploratórias, estratégias espontâneas dos alunos e ideias
erradas. A par disto, verificou-se o desenvolvimento de uma consciência crescente de que a mudança de estratégias
na prática lectiva é possível a partir do envolvimento e do esforço pessoais.
O Encontro foi avaliado muito positivamente pelos participantes e a sua realização contou com o apoio, de entre
outras entidades, da Fundação para a Ciência e a Tecnologia – Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior,
do Centro de Investigação em Educação da Universidade do Minho (CIEd), da Porto Editora e da Confeitaria e
Pastelaria Bom Gosto, a quem expressamos os nossos agradecimentos.
José António Fernandes
Coordenador da Comissão Organizadora
Segundo Encuentro Iberoamericano de Biometría
El Segundo Encuentro Iberoamericano de Biometría,
simultáneo a la Quinta Reunión Centroamericana y
del Caribe (www.uv.mx/eib), eventos promovidos por
la International Biometric Society, se llevarán a cabo
del 27 al 31 de julio del 2009 en Boca del Rio,
Veracruz. La Universidad Veracruzana es la
institución sede; el comité organizador lo encabeza el
Dr. Claudio Rafael Castro López y participan, tanto en
este comité como en el comité científico, más de 30
académicos de diversas instituciones convocantes,
tanto del país como del extranjero.
La organización del evento significa un reto porque
durante esos días se tratará tanto de reportar y
analizar los avances de investigación en las muy
diversas áreas de la biometría, así como de vincular a
profesores de enseñanza media superior y
universitarios, en los aspectos de la biometría y
específicamente en lo relativo a la didáctica de la
estadística, a través de talleres diseñados y dirigidos
especialmente para ellos.
6
Los talleres para profesores, se llevarán a cabo en
las Unidades de Servicios Bibliotecarios y de
Información (USBI´s) de las cinco regiones de la
Universidad Veracruzana durante los primeros días
del Congreso, con el objetivo de desarrollar las bases
del pensamiento estadístico y biométrico, que es
fundamental en la era del conocimiento y la
información.
Para impartir esos talleres se contará con
especialistas como son Carmen Batanero de la
Universidad de Granada, Pere Grima de la
Universidad Politécnica de Cataluña, Jorge Luis
Romeu, de Syracuse University de Estados Unidos, y
Roberto Behar de la Universidad del Valle de
Colombia.
Así mismo, los organizadores del evento están
haciendo las gestiones para que el día 29 de julio sea
declarado “El Día de la Estadística en Veracruz”, con
el objetivo de que se le reconozca como lo que es,
una disciplina que participa en distintas áreas de la
ciencia y del desarrollo tecnológico y económico,
Hipótesis Alternativa Vol. 10 N° 1 – Junio 2009
haciendo énfasis en el pensamiento científico y la
toma de decisiones basada en información. En este
sentido se reconoce y acentúa la aplicación a las
ciencias de la vida (la biología, las ciencias de la
salud, la psicometría, la climatología, las ciencias de
la tierra, la agronomía, etc.) con los métodos
biométricos.
Colima, Universidad de Colima y la Universidad
Autónoma Juárez de Tabasco, entre otras
instituciones.
Para mayor información sobre las formas de
participación, así como inscripciones al evento, favor
de visitar el sitio de Internet, cuya dirección aparece al
inicio de la nota
Ese día marcará también el inicio de los trabajos del
Encuentro y la Quinta Reunión en el Wold Trade
Center de Veracruz, con la realización de
conferencias, talleres y mesas redondas por
connotados académicos de nivel nacional e
internacional. De manera particular se le ha pedido al
presidente de la International Biometric Society,
Andrew Mead, que, en este marco, de un mensaje a
la comunidad que concurra al evento, sobre los retos
de la biometría en el siglo XXI.
Durante el Congreso, se llevará a cabo un taller que
se ha denominado Olimpiada de la Estadística, en
donde se incorporarán formas novedosas vinculadas
al cómputo para mejorar las didácticas estadísticas.
Este magno evento es posible gracias al patrocinio y
colaboración de: Gobierno de Veracruz, Secretaría
de Educación de Veracruz, Instituto de Ecología A.C,
Asociación Mexicana de Estadística, Gobierno de
.
Seminario Internacional de Pesquisa em Educação Matemática
IV SIPEM - Seminario Internacional de Pesquisa em Educação Matemática, ocorrerá de 25 a 28 de outubro de 2009,
na cidade de Brasília, Brasil. A inscrição de trabalhos foi prorrogada até dia 26 de maio de 2009. A SBEM reúne os
seguintes grupos de pesquisa: G1- Educação Matemática nas séries iniciais, G2-3 Educação Matemática nas séries
finais do ensino fundamental e no ensino médio, G4- Educação Matemática no ensino superior, G5- História da
Matemática e Cultura, G6 - Educação Matemática: novas tecnologias e educação à distância, G7 - Formação de
professores que ensinam Matemática, G8- Avaliação em Educação Matemática, G9 - Processos cognitivos e
lingüísticos em Educação Matemática, G10 - Modelagem Matemática, G11- Filosofia da Educação Matemática, G12
- Ensino de probabilidade e estatística.
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Hipótesis Alternativa Vol. 10 N° 1 – Junio 2009
O objetivo do G12 é ter um local onde interessados na melhoria do Ensino de Estatística e de Probabilidade, em
todos os níveis, possam transitar e encontrar: eventos, idéias, organizações, publicações e pesquisadores do
assunto. O coordenador do grupo é profa. Clayde Regina Mendes. Será um momento importante para o encontro
presencial dos pesquisadores na área. Mais informações sobre o endereço http://www.sbem.com.br/sipem/
Los extensos de todos los trabajos de este grupo pueden descargarse desde la dirección electrónica
http://tsg.icme11.org/tsg/show/15
Statistics Education Research Journal
Ya está en la red el nuevo número del Statistics
Education Research Journal, es el número 1 del año
2009. Los artículos que conforman este número son:
o
Andrew S. Zieffler and Joan B. Garfield. Modeling
the Growth of Students' Covariational Reasoning
During an Introductory Statistics Course
o
Jane M. Watson. The Influence of Variation and
Expectation on the Developing Awareness of
Distribution
o
Colin Carmichael, Rosemary Callingham, Jane
Watson, and Ian Hay. Factors Influencing the
Development of Middle School Students' Interest
in Statistical Literacy
o
Katie Makar and Andee Rubin. A Framework for
Thinking about Informal Statistical Inference
o
Brandon K. Vaughn. An Empirical Consideration
of a Balanced Amalgamation of Learning
Strategies in Graduate Introductory Statistics
Classes
La revista puede ser consultada en la dirección URL
http://www.stat.auckland.ac.nz/~iase/serj/SERJ8(1).pdf.
Allí también encontrará información necesaria para
los interesados en publicar en el SERJ. Los
manuscritos pueden ser enviados en ingles, francés y
español.
Conversaciones con Lisbeth K. Cordani
Durante una breve visita a la ciudad de
Caracas, la Dra Lisbeth K. Cordani
realizó encuentros con estudiantes y
profesores de la Escuela de Educación
de la Universidad Central de
Venezuela.
Estos encuentros se
denominaron Conversaciones con
Lisbeth K. Cordani.
En primera instancia se reunió con
estudiantes, futuros maestros y
profesores de la educación básica y
media venezolana, con quienes
compartió algunas de sus experiencias
en la enseñanza de la estadística en la
escuela fundamental y media brasileña.
Se realizaron algunas actividades de
enseñanza y se discutió sobre la
importancia de trabajar con las grandes
ideas de la estadística: distribución, posición y variabilidad. Asimismo destacó la importancia del proyecto Census
at School.
Ecos del ICME, fue el tema que presentó a profesores de estadística a nivel universitario y de matemática en la
educación media; allí presentó una síntesis de los puntos que se discutieron durante en ICME de México respecto a
8
Hipótesis Alternativa Vol. 9 N° 1 – Julio 2008
la Educación Estadística, asícomo sus posibles implicaciones a nivel curricular y su relación con conceptos como
alfabetización, razonamiento y pensamiento estadístico.
Los estudiantes y docentes venezolanos, intensados en la educación estadística, quedaron muy complacidos con
estas Conversaciones con Lisbeth K. Cordani. Recomendamos la lectura del material Oficina “Estadística para
Todos”, elaborado por la Dra. Cordani, que se encuentra en la dirección electrónica
http://www.redeabe.org.br/OFICINA%20site_educacao.pdf
Afiliación a IASE
La Asociación Internacional de Educación Estadística ofrece a sus miembros la oportunidad de formar parte de
la única comunidad internacional interesada en el mejoramiento de la educación estadística a todos los niveles. Sus
miembros pueden tanto contribuir a la innovación y progreso en la educación estadística, como aprender de sus
compañeros. Los miembros reciben varias publicaciones gratis o a precios reducidos. Si todavía no eres miembro,
te recomendamos que lo pienses seriamente.
La afiliación la a IASE puede hacerse directamente por Internet, conectándose a la página web
http://www.cbs.nl/isi/iase.htm. En el caso de los países Latinoamericanos se aplica la cuota de Miembros de países
en desarrollo. Las publicaciones, conferencias y contactos te serán muy útiles para tu labor de enseñanza de la
estadística. Una copia del formulario de inscripción se adjunta a final del boletín y también puede obtenerse de la
página Web.
Agenda de Actividades
Segundo Encuentro Iberoamericano de Biometría – Quinta Reunión Centroamericana y del Caribe
27 al 31 de julio del 2009 en Boca del Río, Veracruz – México. http://www.uv.mx/eib/
VI Encuentro Colombia Venezuela de Estadística
Universidad de Carabobo Valencia, Venezuela. http://www.ing.uc.edu.ve/ebcv2009/
Sixth International Research Forum on Statistical Reasoning, Thinking, and Literacy (SRTL-6)
The University of Queensland, Brisbane – Australia, 10 – 16 Julio 2009. http://srtl.stat.auckland.ac.nz/
2009 IASE Satellite Conference – Next Steps in Statistics Education
Durban, South Africa. 14 – 15 Agosto 2009. http://www.sastat.org.za/iase/
ISI 2009: 57th Session of the International Statistical Institute
Durban, South Africa. 16 – 22 Agosto 2009. http://www.statssa.gov.za/isi2009/
ICOTS – 8. Data and Context in Statistics Education: Towards an Evidence-Based Society
Ljubljana, Slovenia, 11 – 16 Julio 2010. http://icots8.org/
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Hipótesis Alternativa Vol. 10 N° 1 – Junio 2009
Contactos
Créditos
Para hacernos llegar sus recomendaciones,
sugerencias y contribuciones usted puede
contactar al:
Profesor Audy Salcedo
[email protected]
[email protected]
En este número colaboran:
Carmen Batanero
Universidad de Granada
[email protected]
Ernesto Sánchez
CINVESTAV
[email protected]
Audy Salcedo
Universidad Central de Venezuela
[email protected]
Doctor Ernesto Sánchez
[email protected]
10
INTERNATIONAL ASSOCIATION FOR STATISTICAL EDUCATION
http://www.stat.ncsu.edu/info/iase/
Formulario de inscripción
Para ingresar como miembro de IASE, rellene este impreso y envíelo a:
ISI Permanent Office,
428 Prinses Beatrixlaan,
PO Box 950, 2270 AZ Voorburg,
The Netherlands.
Tel.: +31-70-3375737, Fax: +31-70-3860025, E-mail: [email protected]
Nombre: ______________________________
Apellido: _________________________ Hombre / Mujer: ____
Dirección Postal: ________________________________________________________________________________
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Tel.: __________________________
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Profesión: _________________________________
E-mail: _________________
Nacionalidad: __________________________________
Dirección profesional (si es diferente de la anterior): ___________________________________________________
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Áreas de Interés en educación estadística: ___________________________________________________________
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