Os teares de Cataguases - Instituto Francisca de Souza Peixoto

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Os teares de Cataguases - Instituto Francisca de Souza Peixoto
balanço social 2005
índice
01 mensagem do presidente
04 missão e visão
06 gestão de pessoas
14 meio ambiente
16 gestão da qualidade
18 o instituto
3 0 reconhecimentos
0
02
2 os teares de cataguases
a história e a influência da industria têxtil na cidade
3
32
2 balanço
bal anço 2005
relatório financeiro e social da cataguases e do instituto
balanço social 2005
mensagem do presidente
A Companhia Industrial Cataguases traz para toda sociedade um retrato
das ações realizadas e os resultados de 2005, por meio do Balanço Social.
O objetivo foi elaborar este material de forma que ele explicite as ações
da Companhia de maneira clara e transparente, dentro dos conceitos
adotados por grandes corporações nacionais e mundiais.
A Companhia Industrial Cataguases está comprometida com a construção
de uma sociedade mais justa e sustentável e acredita que essa missão só
será alcançada com a participação de seus diferentes públicos. Para isso,
mantém diálogo permanente com clientes e consumidores, colaboradores
e familiares, fornecedores e parceiros, comunidades do entorno, governo
e sociedade.
O Balanço Social da Cataguases, publicado desde 2003, testemunha a
experiência que adquirimos na gestão da responsabilidade social, de
governança corporativa e na expansão de nossas políticas rumo ao
desenvolvimento sustentável. Esta ação define a transparência como
parâmetro das decisões da Cataguases. O processo elaboração do
Código de Conduta, ocorrido em 2005, é o exemplo mais significativo
de nossa gestão participativa, baseada no diálogo. O documento, que
representa o pensamento global da Companhia, contou com a
contribuição de todos os setores.
A Cataguases sabe que seu maior patrimônio são os colaboradores e
seus familiares, com a força da diversidade regional, cultural e social. Da
experiência dos colaboradores da terceira idade, passando pela juventude
dos aprendizes, até a capacidade das pessoas com necessidades especiais,
esse grupo é quem realmente constrói o nosso sucesso. Eles formam a
base sólida da empresa ao desenvolverem maneiras de interagir com as
comunidades e os clientes.
O investimento social na comunidade já constitui uma tradição do Instituto
Francisca de Souza Peixoto, braço social da Cataguases, que, em seu
sexto ano de existência, já se consolidou como agente estratégico para o
crescimento da região. Dessa maneira, além de desenvolver ações que
beneficiam funcionários e famílias, a Companhia Industrial Cataguases
investe na cidade, acreditando que só uma sociedade justa e equilibrada
pode garantir o sucesso de um negócio.
Josué Inácio Peixoto
Presidente da Companhia Industrial Cataguases
balanço social 2005
01
Detalh e do painel “As
Fiandeiras ”, de Cândido
Portinari, localizado na
Praça José Inácio Peixoto,
em Cataguases
Os teares de
Cataguases
Em cada cant o de Catagu ases se O pas
passsad
adoo
encontram marcas da indústria têxtil.
Estimulados pela intensa atividade
Basta dar uma volta pela cidade para urbana e pela acumulação de capitais,
logo iden tif icar os trabalh adores alguns empreendedores organizaram a
uniformizados que vão e voltam durante Companh ia Fiaç ão e Tecelag em d e
todo dia, signos evidentes da construção Ca ta gu az es, u ti lizando m áqu inas
da história.
movidas a vapor, álcool e petróleo. Em
Outros sinais, a princípio menos agosto de 1905, iniciou-se a construção
óbvios, também são desdobramentos do edifício da fábrica e um ano após
desse fluxo industrial. Para encontrá-los, inau gu rav am- se as instalações. O
é só sair de casa: em quantas cidades imigrante português Manoel Ignácio
no interior do Brasil é possível, num adquire em 1911 a massa falida da
rápido passeio, contemplar um painel empresa inaugurada em 1905, que,
de Portinari, conhecer exemplares de em 1913, passa a se chamar M.
arqui tet u ra modern ist a de O scar Ignácio Peixoto & Filhos. Em 1917, com
Niemeyer e Fran ci sco Bolon ha ou o f aleciment o do pat riarca, I rmã os
apreciar um painel de Djanira ou de Peixoto e Cia . Em 1935 a empresa
Anísio Medeiros em praça pública? O altera a sua constituição para Indústrias
fato é que a atividade da indústria têxtil Irmãos Peixoto S/A.
desde cedo proporcionou o sustento do
Ocasionando transformações na
corpo e da alma da cidade.
economi a local com est ratégias
02
balanço social 2005
modernas de trabalho, nasce uma nova
visão empresarial. Em 17 de outubro de
1936 é organizada uma sociedade
anôn ima, C omp an hia I nd ust ria l
Cataguases. Constituída a partir da
confluência de vários interesses, sua
natureza transformadora faz da cidade
um centro dinâmico cujo progresso
econômico revigora e potencializa ações
sociais de impacto sobre o bem-estar
da comu ni dade. Em 196 6, a
Cat agu ases adqui riu o con tr ol e
acionário da empresa Indústrias Irmãos
Peixoto S/A.
A natureza t ransformadora da
fam íli a
ocasionou
m udanças
estratégicas procurando a excelência na
produção e comercialização com a
con qu ist a de espaços n acionai s e
internacionais, cada vez mais sólidos,
pela qualidade dos produtos.
O futuro
futur o
Hoje, a Compa nhia Ind ustria l
Cataguases é uma das mais modernas
indústrias de tecidos de algodão do
mu ndo, e xpor tando 40% de sua
produção para mais de 20 países. Para
isso, conta com uma equipe de mais de
1.200 funcionários que trabalham com
tecnologia de última geração.
Em 1999, a C ataguases
inaugurou seu braço sócio-cultural por
meio do Instituto Francisca de Souza
Peixoto, no prédio histórico da Irmãos
Peixoto S/A, onde tudo começou. Com
a visão e a vocação que sempre a
distinguiram no plano social, a empresa
exerce verdadeiramente uma atuação
comprovadamente consciente, madura
e eficaz in vestindo diret amen te na
sociedade parte do lucro da venda dos
resíduos de algodão da fábrica. São
ações desenv olv idas nas áreas de
Educação, Arte, Cultura, Esporte, Saúde
e Cidadania, através de 25 projetos
sociais, beneficiando seus funcionários,
de pen den tes e grande par te da
balanço social 2005
comunidade. Iniciativa que preserva
r ecur sos ambien t ai s, respei ta as
diversidades cultu rais e ameniza as
desigualdades sociais.
A ssim , em 2 005, an o de
com emor ação do cent en ário da
indústria têxtil na cidade, a Companhia
I nd us tria l C a ta gu as es con ti nu ou
investindo na cidade, gerando emprego
e part icipando do pr oce sso de
r econstru ção da trama social. É a
indústria têxtil renovando a tradição de
acreditar no povo de Cataguases.
03
missão e visão
Missão: Desenvolver produtos
e serviços com foco na qualidade e no crescimento sustentável; promover o bem-estar
das pessoas e dos colaboradores, agregando assim valores
percebidos, visando conquistar
a fidelidade dos usuários e assegurar o crescimento e a rentabilidade do negócio.
Missão: Realizar ações e
projetos de caráter social,
educacional e cultural dirigidos
a toda a população, que
possam constituir experiências
bem sucedidas, assegurando
direito à cidadania plena e à
v ida para as geraçõe s
presentes e futuras.
Visão: Ser reconhecida por
colaboradores, clientes,
parceiros, acionistas e pelo
segmento onde atua pela
qualidade de seus tecidos,
produtividade, eficácia dos
serviços, inovação tecnológica,
qualidade de atendimento e
eficiência administrativa, além
do respeito ao meio ambiente
Visão: Ser reconhecida por
todos como uma organização
que alinha e orienta, reafirma
e amplifica o compromisso
histórico, humanista e social
da Companhia Industrial
Cataguases, uma empresa que
busca resultados sociais claros
para a melhoria da qualidade
de vida.
balanço social 2005
balanço social 2005
gestão de pessoas
Inovamos a cada ano nos programas internos com o objetivo de valorizar
cada funcionário. Benefícios, educação, saúde e bem-estar são os objetivos
da gestão de pessoas.
De olho no clima
Os dados apresentados pela própria
empresa, que resultam da aplicação dos
Indicadores Ethos de Responsabilidade
Social, são decorrentes de uma autoavaliação do período referent e ao
TTema
Tema
ema
Balanço Social 2005
2005. O diagnóstico
n ão t em , port an to, caráter de
cert if icação, mas tem o objetivo de
proporcionar a reflexão, o aprendizado
e a melhoria das práticas da empresa.
Nota
Nota da
da
Cataguases
Média do
do
grupo de
de
Benchmark
Benchmark
Integrante
Integrante
do grupo
do
dogrupo
grupo
de Benchmark
Média do
Média
do
BBanco
anco de
Dados
Dados Ethos
Ethos
Melhor
Empres a
Empresa
Performance Destaque
no
noT
no TTema
ema
no TTema
ema
Transparênci a
6,99
8 ,35
5,5 4
9,53
Público Interno
7,19
8 ,11
5,1 2
9,67
Meio Amb iente
5,30
8 ,28
4,7 2
9,25
Fornecedor es
2,23
7 ,26
3,9 1
8,75
Cli entes
6,25
8 ,94
6,3 9
10
Comuni dad e
8,04
8 ,92
5,5 8
10
6,95
7 ,54
4,5 4
10
Valores e
Consumidor es/
Governo e
Soc iedade
Satisfação Interna
A pesqu isa de clima organizacional
denominada Como vai você? tem o
obj eti vo de al in har a cu lt ur a
organizacional para o desenvolvimento
dos colaboradores e da comunicação,
buscando a flexibilidade das atividades
da empresa. Para cu idar do clim a
organizacional, a Cataguases também
pri vi legia as ações pós- pesqui sa,
di vu lgan do os r esul tados com
transparência e esclarecendo dúvidas.
balanço social 2005
Ética e transparência
O objetivo do Código de Conduta da
Compa nhia Industrial Cata guases é
oficializar os princípios éticos de todos
os fun cionários. Por isso, de forma
diferente de ou tras organizações, o
docu men to foi el aborado com a
part icipação dos colaboradores,
du rant e a realização do curso
Comunicação e Resultados. A iniciativa
in tegra a C ataguases com métodos
modernos de gestão.
De portas abertas
O Prog ra ma de Visit aç ã o é de
responsabili dade do se tor de
Trei name nt o. Os con vidados são
acom pan hados por pr ofi ssi onais
especializados qu e aprese nt am a
fábrica. A tranqüilidade é garantida pela
presença dos técnicos de segurança.
Visita de família
A data já é tradicional. Todo mês de
dezembro a empresa recebe esposas,
maridos, filhos, pais, mães e demais
parentes de colaboradores. O objetivo
é mostrar o local de trabalho aos
integrantes da família, apresentando
todo o processo de fabricação de tecido.
Para aposentados da fábrica é uma
oportunidade de perceber que ajudaram
a construir a história de sucesso da
Cataguases.
Saúde do trabalhador
Prevenir é o melhor remédio
A empresa mantém um ambulatório
médico com enfermeiras, médico do
trabalho, clín icos e pediatra. Os
prof issionais desenvolvem palestras
educativas e campanhas de prevenção
que já fazem parte do calendário da
Companhia Industrial Cataguases.
A part ir de 2005, a Campa nha de
Prevenção ao Câncer do Colo do Útero
e Mama e a Campanha para o Combate
e Prevençã o ao Câncer d a Prósta ta
passam a acont ecer t odo ano,
simultaneamente. Além disso, todos os
funcionários recebem a vacina contra a
gripe anualmente. A empresa também
oferece atendimento odontológico para
todos os colaboradores. Estas ações
contribuem na redução da taxa de
absenteísmo na empresa.
Postura Saudável
O projeto de ergonomia é realizado por
um Comitê, que envolve especialistas no
assu nt o. Médico, fisi oter apeu t a,
engen heiro, técn ico de segu rança,
profissionais de recursos humanos, da
produção e membros da Comissão
Interna para Prevenção de Acidentes,
CIPA, atuam juntos n a solução das
questões ergonômicas da empresa. O
desenvolvimento preventivo e corretivo é
feito por u m profission al dent ro da
fábrica.
balanço social 2005
07
08
Segurança para o futuro
Aconselhamento Profissional
Em 2005, os profissionais de Segurança
do Trabalho da Cataguases foram para
as escolas da comunidade conscientizar
os alu nos sobre os cuidados com a
segurança. A iniciativa, que de início
previa apen as a v isita de filhos de
funcionários à empresa, foi chamada de
Segurança para o Futuro. O setor de
Segurança tem o objetivo de garantir os
níveis de segurança na fábrica.
Além de cumprir as exigências legais, a
CIC realiza o Bom dia, Boa Tarde e Boa
noite Segurança, com a participação de
técnicos, ergonomistas, assistente social
e médicos. Os encontros acontecem no
início das jornadas, na produção. Este
trabalho aborda boas pr át icas de
segurança no ambiente de trabalho, em
casa e no trânsito.
A tônica do Serviço Social completa toda
a gest ão de pessoas n o f oco do
desen volvim en to do indiv íduo e da
empresa. Todos os programas do Serviço
Social incluem campanhas educativas,
sem an as in tern as, organ ização de
passeios ciclísticos e caminhadas.
As dimensões social e psicológica se
aprimoram através do monitoramento
pessoal e familiar. A situação de cada
colaborador é acompan hada com
pale stras, cu rsos e at en di men tos
i ndiv idu ai s na área f in an ceir a,
emocional, jurídica e social.
balanço social 2005
>> Independência Química
O Comit ê Indepen dên cia Qu ímica
di recion a as ações ref ere nt es à
prevenção, ao uso, abuso e dependência
de tabaco, álcool e outras drogas,
visando melhorar as condições de vida
dos seus colaboradores, dos familiares
e das pessoas próximas.
A parceri a da e mpresa com a
C omun idade Terapêut ica R enascer
of er ece ao depen de nt e quí mi co
t rat am ent o n a área clín ica, com
profissionais treinados na Federação
Brasileira de Comunidades Terapêuticas,
FEBRACT, psicólogos e psiquiatras.
E m 2005 a Comp a nhi a In du stria l
Cataguases participou do I Seminário de
Dependência Química em Cataguases,
com o tema O verdadeiro impacto do
álcool e outras drogas na saúde pública
e no desempenho das empresas.
>> Peso Ideal
Em 2005 a Cataguases l an çou o
programa para combate à obesidade e
à desnutrição, o Programa Peso Ideal,
PPI. Uma equipe composta por médico,
assi sten te soci al , nu tr icioni sta e
enfermeiras fez a medição e a pesagem
de t odos os colaboradores para o
cálculo do Índice de Massa Corporal,
IMC . Além da pre scr ição de
dietas personali zadas, o program a
con ta com palest ras educati vas e
acompanh amen tos de gru pos para
reeducação alimentar. O restaurante da
empresa também se adequou ao PPI,
iden tif ican do o val or calórico das
porções servidas.
>> Futuro Garantido
O Progr am a de Preparação par a
Aposentadoria, PPA, foi apresentado às
lideranças da CIC em 2005 e já colhe
resultados positivos no início de 2006.
A iniciativa é um grande passo para a
pr eparação dos aposen táve is e
elaboração de planos su ce ssórios
con sisten te s par a manu te nção da
tecn ologia e do con heci men to
desenvolvidos dentro da empresa.
>> Praticando a solidariedade
O time de funcionários que criou o
Tecendo Solidariedade demonstra a
vont ade cont ín ua de crescer,
aumentando o número de doadores
mensais. A 2ª Gin can a Solidári a,
realizada e m dezem br o de 2005,
arrecadou mais de uma tonelada de
al ime nt os, roupas e calçados,
di stri bu ídos para e nt idades da
comunidade e famílias em situação de
risco social.
Para concre ti zar esta at uação, a
Cataguases estabelece parcerias através
de doação de tecidos para igrejas,
creches e entidades filantrópicas como
a APA E, a Cr eche A na Nery e a
Comunidade Terapêutica Renascer.
balanço social 2005
09
Investindo no profissional
Aprendizado contínuo
Reunindo empresa e escola
A empresa investiu durante todo o ano
de 2005 no desenvolvimento gerencial,
com o Programa Lid er an ça e
Relacionamento, que, pelo segundo ano
con secut iv o, en vol veu t odas as
lideranças.
Ou tro program a de educação
con ti nu ada foi o Com uni ca ç ão e
Re sul ta dos, apl icado em 336
col aboradores. Em parce ria com
pr ofi ssionai s de r econh ecim en to
int er nacion al , os part icipant es
desenv olv eram habil idades para a
melhoria da comunicação organizacional.
A iniciativa gera maior competência no
alcance dos resultados.
>> Estagiários e Trainees
A Companhia In dustrial Ca taguases
oferece em média 20 vagas de estágio
por an o, buscando como fonte de
recrutamento as escolas da comunidade
local e região. A contratação de trainees
acontece no decorrer do ano. Os novos
pr ofissi onais são recru tados n as
melhores universidades do país.
Os e stagiários e t rain ees são
acompanhados e preparados por suas
lideranças e pela área de recursos
humanos.
Assistência à educação
Educação é também a palavra-chave
para o negócio da Cataguases, ganho
no aumento da qualidade da empresa
e do profissional. Com o objetivo de
desenv olv er o processo edu cativ o,
visando a melhoria de conhecimento, a
Companhia fornece suporte financeiro
para profissionalização, curso superior,
pós- gradu ação e MBA, através do
Programa de Assistência à Educação,
P.A.E.
10
balanço social 2005
>> Especialização e Técnicos
Com a meta de capacitar o quadro de
su pervisores em su a totalidade, a
Cataguases encaminha profissionais
anualmente para o curso Técnico Têxtil,
na conceituada escola do Senai-Cetiqt,
no Rio de Janeiro.
Conhecimento especializado
O investimento em treinamento é uma
constante na Cataguases. A empresa
conta com um quadro permanente de
instrutores qualificados nos processos
fabris, que realizam cursos internos e
externos, com foco na Qualidade Total.
Cuidados com o funcionário
Alimentação
Festa animada
A empresa mantém um restaurante nas
duas unidades, onde dispõe de uma
nutricionista responsável pelo cardápio
balanceado. A Comp anhia Industrial
Cataguases subsidia 80% do valor da
refeição. Além disso, todo funcionário
tem direito a uma cesta-básica mensal.
Em 2005, a Cataguases con tinuou
presenteando os filhos dos funcionários
com livros no Dia das Crianças. Na data,
a empresa oferece uma festa no salão
do Instituto Francisca de Souza Peixoto.
A t radicional comem oração do
aniversário da empresa acontece um dia
antes, no mesmo espaço. A festa reúne
colaboradores e familiares em u m
grande baile.
Apostando no Futuro
A C ompanh ia ofe rece aju da aos
funcionários na compra do material
escolar dos filhos, custeando 40% do
valor. O Sindicato oferece mais 30% e o
fu ncion ár io f ica r espon sável pelo
pagamento dos 30% restantes, que
podem ser divididos em até três vezes.
Tranquilidade e segurança
A Cataguases disponibiliza 10 leitos
para filhos de funcionárias com mais
de um ano e meio de idade.
Trabalho reconhecido
A Cataguases reconhece o esforço dos
qu e trabal haram com dedicação,
pr emi an do os f un ci onári os qu e
completam 25 anos de serviços.
Lazer e diversão
A Associação R ecreati va dos
Funcionários da Companhia Industrial
Cat ag ua ses, A RTCI C, manté m u m
espaço destinado ao esporte e ao lazer
de funcionários e familiares.
Apoiando a união
Desde 1983 os colaboradores contam
com a COOPECIC, Cooperativa de
Econom ia e Cr édito Mú tu o dos
empre gados da Cat agu ase s. Os
associados têm direito a empréstimos
para compra de imóveis, veículos e
ou t ros, e têm de scon tos n a áre a
educacional, de alimentação e de lazer.
balanço social 2005
Indicadores da Gestão de Pessoas
Pessoas
Perfil dos funcionários
TEMPO DE
D E CA
CASA
SA
Até 1 ano
01 a 05 anos
06 a 10 anos
11 a 15 anos
16 a 20 anos
21 a 25 anos
26 a 30 anos
Acima de 30 anos
ESCOLA
ES
COLA RIDA
RID A DE
DE
Analfabeto
Até 4ª série
1º grau incompleto
1º grau completo
2º grau incompleto
2º grau completo
Superior incompleto
Superior completo
Pós-Graduação
2003
2
63
169
288
161
422
34
37
12
200 4
2004
1
52
140
305
167
461
36
46
13
2005
0
44
124
294
167
482
40
44
17
Treinamento
12
balanço social 2005
2003
54
487
293
161
144
31
14
4
2004
2
200
004
4
45
460
309
190
163
27
22
5
2005
39
442
274
224
153
48
27
5
Segurança
Programa de Visitação
Serviço Social
Cuidados com o trabalhador
Tecendo Solidariedade
A SS IST
ISTÊNCIA
ÊNCIA MÉDICA
Consultas clínicas
Consultas pediátricas
Serviços de Enfermagem
Atendimento odontológico
Atendimento Fisioterapia
Campanha de Vacinação
Campanha Câncer feminino
Campanha Câncer masculino
balanço social 2005
20 03
2003
7.010
1.667
21.108
1.966
1.764
900
63
2004
8.300
1.812
21.536
1.788
1.491
1.150
161
-
200 5
2005
6.445
1.302
16.107
1.864
1.404
1.115
151
261
13
meio ambiente
A Companhia Industrial Cataguases mantém uma política de tratamento e
reutilização de resíduos industriais líquidos, sólidos e atmosféricos, com o
objetivo de evitar que seus processos industriais causem danos à natureza.
Resíduos Líquidos
Resíduos Sólidos
A água utilizada para o consumo e para
a produção na Cataguases é retirada
do Rio Pomba e passa pela Estação de
Tratamento de Água, ETA, antes de ser
utilizada. Os resíduos industriais líquidos
e o esgoto produzidos não podem ser
enviados de volta ao rio sem antes passar
pela Estação de Tratamento de Efluentes,
ETE, devido a alta porcentagem de
material orgânico presente.
São tratados 70 mil litros de efluentes
por hora, o que permite à Cataguases
preparar t odo o resídu o par a ser
devolvido de forma segura à natureza.
E m 2004 a empresa f inali zou u m
projeto para tornar possível o tratamento
do resíduo orgânico para usá-lo como
adubo, o que completa o ciclo de
preservação e diminuição de danos à
natureza.
A energia da queima de óleo para o
aquecimento da água usada no setor de
A cabamen to produz u ma grande
qu antidade de fuligem e vapores de
nitrogênio, carbono e enxofre. Através
de um sistema de lavagem de gases, é
r eduzida a con cen tração dest as
su stân ci as a valore s ace it áv eis,
minimizando danos ao meio ambiente.
R econ hecendo a recicl agem como
alternativa para preservação da natureza
e geração de renda, a C ataguases
r ecolhe os resí du os de algodão
utilizando um sistema de sucção. O
material é dev idament e prensado e
comercializado no mercado nacional e
internacional. Parte da receita da venda
dest es r esídu os é de stin ada à
manutenção dos projetos do Instituto
Francisca de Souza Peixoto.
balanço social 2005
balanço social 2005
gestão da qualidade
Em 2005, a Companhia Industrial Cataguases deu passos importantes na
busca da excelência na qualidade dos produtos e da liderança nas vendas
de tecidos de algodão.
A implantação da Política da Qualidade evidencia o compromisso da
empresa e mostra a preocupação em conquistar o mercado em que
atuamos.
Reduzindo o desperdício
A Cataguases começou a utilizar uma
nova f erramenta para a solu ção de
problemas. O MASP (Método de Análise
e Solução de Problemas) usa princípios
japoneses na busca de reduções de
desperdícios e melhorias na qualidade.
No ano de 2005, os fun ci on ári os
passaram por um treinamento teórico e
prático envolvendo os setores produtivos.
Ár eeaass
Fiação
Prepa ração Tecelagem
Tecelagem
Acabamento
Tota l
G
Grrruup
p os
os
4
2
4
8
18
balanço social 2005
Esta primeira etapa do MASP teve como
objet ivo treinar os participantes na
utilização desta metodologia que busca
melhoria contínua. Além de atingirmos
o objetivo de praticar o método científico,
todos os grupos obtiveram resultados
palpáveis com os trabalhos desenvolvidos
ao longo do período proposto pelo setor
de Qualidade.
M u lti
lt ip
pllic
p
ic a do
d orrrees
ess
4
3
4
10
21
P a rrttic
iciip
paannte
ntteess
27
16
31
57
131
balanço social 2005
o instituto
Em 2005, o Instituto continuou cumprindo a função de atender
aos colaboradores da Companhia Industrial Cataguases e seus
dependentes, consolidando iniciativas do Projeto Integração e
levando o trabalho realizado para dentro da fábrica. Os caminhos
trilhados pelo Instituto também apontaram para o que vem a ser
a tônica da gestão dos projetos em 2006: a autonomia e a geração
de renda para os participantes. Se há um ano atrás a instituição
começava a abrir as portas para parceiros, hoje o sucesso dos
trabalhos realizados conjuntamente apontam para a busca de
novas parcerias com o objetivo de expandir e profissionalizar o
trabalho.
Em parceria com o Instituto Cidade de Cataguases, o Instituto
Francisca de Souza Peixoto recebeu 50 jovens selecionados pelo
Programa Cultura Viva, do Ministério da Cultura, com o objetivo
d e c ri ar as o po rtun id ades d e p ri mei ro em pr ego e de
pr ofissi onali zação através do s proj etos desenvolvid os pel a
instituição. Outra novidade foi a aprovação do T.E.A.R. de Cultura
e Cidadania como Ponto de Cultura. O objetivo é cumprir as
diretrizes de um programa de Trabalho, Educação, Arte e Renda a
partir de ações de formação e capacitação, fomentando a criação
de uma cooperativa de trabalho com a realização de arte reciclada.
O Projeto Instituto nas Escolas levou apresentações de teatro,
oficinas e exposições para a comunidade escolar dos distritos e
da zona rural de Cataguases.
Desta forma, o Instituto buscou alcançar novos públicos sem deixar
de lado o papel essencial das origens. Sendo assim, nada mais
pertinente que apresentar o próprio Balanço Social, no modelo
para instituições sugerido pelo Ibase. O objetivo desta ação é
reforçar a transparência e a seriedade do trabalho realizado,
trilhando o caminho da profissionalização e da consolidação do
Instituto Francisca de Souza Peixoto como agente essencial para o
desenvolvimento social da região.
Marcelo Inácio Peixoto
Presidente do Instituto Francisca de Souza Peixoto
balanço social 2005
balanço social 2005
Educação
Biblioteca Digital além-mar
Resgatando a história
Em 2005, uma das principais ações da
Biblioteca Digital Josué Inácio Peixoto,
BDJIP, foi promover a integração entre
estudantes e escritores, pela internet.
Mas a parceria para a produção de
hist órias colet iv as u lt rapassou as
barreiras geográficas para chegar ao
limite da língua. Os alunos também
escreveram histórias em parceria com
estudantes de Portugal.
A Biblioteca Digital abre as portas da
cidadania através da informática para
fu ncion ários e depen dent es de
colaboradores da Cataguases, para a
terceira idade, para alunos da rede
pública de ensino da cidade e para
pessoas com necessidades especiais.
Desde ju lh o de 2001, o Centro de
Documentação Histórica (CDH) abriga
um acervo do judiciário composto por
processos cíveis e criminais dos Cartórios
do 1º, 2º e do 3º Ofícios do Fórum da
Comarca de Cataguases, abrangendo
o período de 1852 a 1970. Em 2003,
o C entro recebeu documen tos que
retratam parte da vida pública dos exdeputados Astolpho Du tra Nicácio
(1864-1920), Pedro Dutra Nicácio
Neto (1863-1965) e Astolpho Dutra
Nicácio Neto.
Além de informações sobre o Judiciário,
os documentos oferecem pistas sobre
aspectos da vida social da época e é uma
importante fonte de informações sobre
a história política de Cataguases e de
Minas Gerais. O acervo documental
organ izado n os moldes da técnica
arquivística encontra-se disponibilizado
para consulta pública.
Alunos especiais
O Telechica foi desenvolvido dentro da
Companhia Industrial Cataguases para
oferecer aos funcionários condições de
concluírem o Ensino Fundamental e o
Ensino Médio, utilizando a metodologia
do Telecurso 2000. Mas os objetivos
extrapolaram as expectativas e hoje o
Telechica também recebe alunos da
comunidade e de outras empresas.
A partir de 2005, o Telechica lançou o
Cir an da da In clu são, projet o de
capacitação de edu cadores para o
trabalho com pessoas com necessidades
especiais nas escolas do mu nicípio,
tornando- os pront os para garan tir
eficácia no aprendizado.
balanço social 2005
Porta para o conhecimento
Desde março de 2003, a Biblioteca
Pública Ascânio Lopes está instalada no
prédio do Instituto, onde mantém uma
estrutura que disponibiliza, em um salão
climatizado, mais de 30 mil obras para
pesquisa destinadas à comunidade. A
parceria com a Prefeitura de Cataguases
garant e à comun idade o acesso a
inf orm ações básicas e re nov a
compromisso do Instituto com a cultura
e com a educação.
Saúde
Ajuda da natureza
O Projeto Passo a Passo foi criado para
atender crianças e adolescentes com
necessidades especiais at rav és da
equoterapia, que utiliza o cavalo como
principal instrumento de reabilitação. Os
resultados se refletem principalmente na
con quist a da aut oconf iança e n a
elevação da estima dos participantes. O
projeto também conta com palestras
periódicas.
Aprendendo a sorrir
O Projeto Sorriso Feliz oferece aos
participantes informações sobre saúde
bu cal . Em 2005, 2 5 crianças e
adolescentes f oram tratados por 16
dentistas voluntários e passaram por um
processo de reeducação. Além disso, são
realizadas palestras em escolas e no
próprio Instituto. Para os participantes é
uma oportunidade de aprender a cuidar
dos dentes e, para os profissionais, é o
momento de praticar a cidadania.
Em sintonia com a saúde
Dizem por aí que rir é o melhor remédio.
Talvez não exista melhor representação
do dit o popu lar que o trabalho
desenvolvido pelos Doutores Cura-Cura.
Há seis anos visitando asilos e hospitais,
eles acumulam a experiência na prática
do improviso. Desenvolvendo o trabalho
inspirado no médico americano Patch
Adams, os Doutores Cura-Cura, ao
mesm o te mpo que div ert em,
represe nt am u m ef icaz apoio no
tratamento de pessoas internadas em
hospitais.
balanço social 2005
21
Arte e cultura
Afinando o futuro
Arte que revela talentos
Em agosto de 2005, a Banda e Escola
de Músi ca Rogér io Teixei ra se
apresen tou pela primei ra vez, nas
comemorações dos 6 anos do Instituto.
A Banda, que é também uma escola de
música, nasceu como resgate de uma
t radi ção e t am bém com o u ma
homenagem ao maestro que regeu a
Banda da Indústria Irmãos Peixoto S/A
durante 31 anos.
O projeto oferece aos colaboradores da
Companhia Industrial Cataguases e à
comu ni dade aul as sem anais de
instrumentos. A recuperação do acervo
musical de Rogério Teixeira também faz
parte da iniciativa.
A Oficina de Artes e Ofícios Carlos
Bracher abriga u m e spaço qu e
congrega ateliê para pintura e estúdio
de desenho e colagem. O trabalho é
f eit o com o reaprov eit am en to de
mat eriais. Em 2005, os trabal hos
consistiram na orien tação sobre os
princípios básicos de linguagem visual e
da história da arte, na criação da capa
e da contra-capa da revista Chica e na
iniciação à técnica milenar do papel
Marchê . O Pr oj et o rev elou à
comunidade alunos t alentosos, qu e
puderam descobrir suas potencialidades
com as f er ramen tas ar tíst icas
aprendidas.
Vira-a-lata na estrada
A preservação da natureza e o cuidado
com o meio-ambiente são os princípios
básicos da Recicloteca Vira-a-Lata. O
projeto tem como meta a inclusão social
através da arte reciclada, transformando
bobinas de filmes fotográficos pósconsumo em peças de decoração e
re aprov eit ando gar rafas pet na
confecção de embalagens e acessórios
decorativos.
Em 2005, o projeto ganhou o mundo,
com a re al ização de of icin as da
Recicloteca em Praga, na República
Tcheca, por meio de um convênio com
a Fundação Linhart. Além de parentes
de colaboradore s da C om pa nh ia
Industria l Cata guases, a Recicloteca
recebe também alunos da comunidade
e re al iza u m t rabalh o de t erapia
ocupacional.
balanço social 2005
Brincando de reciclar
Recuperando cores perdidas
Os bonecos-músicos da Banda GPTo
agitaram o palco do Rosário Fusco e as
escolas por onde passaram no ano de
2005, cantando a importância da boa
ali men tação. A mon tagem do
espet ácu lo O m en in o m ut ant e
modernizou a técnica milenar do teatro
de sombras e também foi sucesso de
público.
Além de oferecer cursos, espetáculos e
produtos, o projeto forma jovens artistas
na cidade. A preparação inclui técnicas
e práticas do teatro de bonecos e noções
de pantomima, improvisação, técnicas
circenses, desenho técnico, música,
produção e cidadania.
O Instituto Francisca de Souza Peixoto
mantém os acervos do Museu de Belas
Artes de Cataguases e do Museu de Arte
Modern a Fr an ci sco I nácio Peixoto
gu ardados e m um espaço com
condições técnicas adequ adas para
preservação. O resultado é a garantia
da preservação da memória cultural da
nossa gente. Ganham os artistas, que
encontram no Instituto refúgio para sua
produção, e ganha a comunidade, que
é presenteada com exposições de artistas
respeitados.
Palco da diversidade
Um espaço com 350 lu gares está
disponível, durante todo o ano, para
apresentações de danças, palestras,
encontros e outras manifestações da
com uni dade. Al ém disso, o Teatro
Rosário Fusco é palco dos espetáculos
realizados pelos integrantes dos projetos
do Instituto e de reuniões e encontros
realizados pela Companhia Industrial
Cataguases.
Redescobrindo Minas Gerais
O site www.asminasgerais.com.br é uma
enciclopédia com informações detalhadas
sobre a Zona da Mata, o Quadrilátero
Ferrívero, a cidade de Diamantina e o
Vale do Rio Doce. Além disso, destacase t am bém o con teú do sobre os
elem en tos de modern idade em
Cataguases.
O t rabal ho apoiado pel o Insti tuto
Fran cisc a d e Souza Pe ixoto e pel a
Companhia Industrial Cataguases é de
extrema relevância para professores,
estudantes e pesquisadores.
balanço social 2005
23
24
História e Cidadania
Portas abertas para a arte
Em 2005, ano que marcou o centenário
da indústria têxtil em Cataguases, os
teare s v olt ar am a prom over o
crescimento social através do Velha a
Fi ar, proje to de incl usão sóci oeducacional do Instituto Francisca de
Souza Peixoto.
Atr av és da organi zação de u m
programa de tecelagem artesanal, ação
embrionária do futuro Museu Nacional
da Indústria Têxtil, o projeto começou a
desenvolver uma linha de referência na
confecção de peças em teares manuais
recuperados, utilizando como matériaprima fios e ou relas de t ecidos da
Companhia Industrial Cataguases.
O objetivo final da iniciativa é cumprir
as diretrizes do Programa T.E.A.R.Trabalh o, Educação, Arte e Ren da,
definidas em 2004, na perspectiva de
geração de oportunidades, trabalho e
renda para famílias em situação de
vulnerabilidade social.
O E spaço Tratos C u ltu rais abriga
exposições de artistas consagrados e
abre caminho para novos talentos. As
Salas Chico Peixoto e Marques Rebelo
recebem visitantes de Cataguases e
região. As apresentações de músicos e
os lançam ent os de li vros t ambém
aconteceram durante 2005. O Espaço
ain da recebeu o 7º C oncu rso de
Presépios e as apresentações de corais
no final de ano.
balanço social 2005
No compasso da inclusão
Os sons fazem parte da vida do homem
desde que ele nasce. Nos projetos Couro
de Gat o e Musi qualidade, os
participan tes desenvolvem a técnica
instrumental para bateria e percussão e
para violão e guitarra. Mais do que
aprender música, os colaboradores e
depen dent es de fu ncion ários da
C ataguases t êm a oportu nidade de
superar seus próprios limites.
Investindo na cultura local
O objetiv o da Edi tora é apoiar as
produ ções art íst icas e literárias de
escritores locais e de pesquisadores que
resgatem a história e a cultura da região.
O nome é uma homenagem ao escritor
Fran ci sco I nácio Pe ixoto, u m dos
fundadores da Revista Verde, periódico
de papel decisivo na consolidação de
Cataguases como um oásis modernista.
Em 2005, como parte de um grande
pr oj et o de resgate da obra dos
fundadores da Revista Verde, a Editora
lançou o livro “Ascânio Lopes – todos os
possíveis caminhos”, de Luiz Ruffato.
For am lan çados ain da a rev ist a
“Redescobrindo Cataguases” , gui a
turístico e histórico da cidade, e o livro
“Dialeto do Corpo”, de Lina Tâmega
Peixoto.
Integrando realidades
O Integração foi criado para apresentar
o trabalho do Instituto aos colaboradores
da Cat agu ases, com o objet ivo de
aproximar os fu ncionários. Além de
divulgar o trabalho realizado, o Projeto
tem oficinas próprias, exclusivas para
colaboradores e dependentes.
O Coral Tece Voz e o grupo de teatro
Tecelões da C hica rev el am t alent os
em apresent ações nos even tos da
fábrica e do Instituto. Nas oficinas de
arte, quem quer aprender artesanato
dev e pr ocu rar o At eliê de Tecido
Ponto sem Nó. Quem gosta de artes
plásticas, vai para as aulas de desenho
e pintu ra ou aprende a técnica do
papel marchê. A novidade em 2005
foi a consolidação do Teatrando, grupo
cri ado par a recebe r os f ilh os dos
funcionários da fábrica.
Um dos papéis fundamentais do Projeto
é aliar as estratégias da empresa ao
bem-estar do colaborador, buscando
um caminho que junte produtividade à
qualidade de vida. O Integração diz
respeito a tudo que seja desenvolvimento
do ser hu mano den tr o de u m a
organização, por isso participa também
de ações desenvolvidas pelo setor de
Recursos Humanos da Cataguases.
balanço social 2005
25
Cidadania
Começando a viver
A maturidade tem gosto de saudade e
de liberdade. Para as meninas do Projeto
Don a Chiquinh a Sempre Jovem , a
afirmativa soa como um incentivo diário.
A meta do projeto é abrir as portas da
cidadania para a terceira idade. As
participan tes f reqüen tam aul as de
ginástica, yoga, canto, hidroginástica,
capoeira, teatro, informática, dança
folclórica, artesanato e desenho. O
Dona C hiqu inh a é abert o à
com un idade, aos f u ncionári os da
Companhia Industrial Cataguases e a
seus dependentes.
Qualidade de vida
O Projeto Esperança é uma parceria da
Companhia Industrial Cataguases com
a Comunidade Terapêutica Renascer e
desenvolve ações que buscam recuperar
dependentes químicos na comunidade.
O trabalho é realizado em regime de
internação com profissionais treinados
na Federação Brasileira de Comunidades
Te rapê ut icas (FE BR AC T). O f oco
principal do projeto na fábrica é a
prevenção ao uso e abuso de álcool,
26
balanço social 2005
t abaco e ou tras drogas, através de
palestras educativas.
Garantindo a cidadania
No Instituto Francisca de Souza Peixoto,
o objetivo é o resgate dos direitos e
deveres dos cidadãos. Mas além de
i nv est ir em proje tos pr ópr ios, a
organização também abre espaço para
iniciativas da comunidade.
O Bolsa Família funciona desde maio de
2004 no Instituto, onde são realizadas
atividades com os alunos bolsistas do
programa. Desde 2002, uma parceria
com o Instituto fortaleceu o Conselho
Tutelar passou a ter uma sede no prédio
do Instituto e um veículo exclusivo para
atender às necessidades dos conselheiros
junto à população.
O Instituto também cede espaço para
as reuniões de um grupo de Narcóticos
A nônimos (NA) e de u m grupo de
Narcóticos e Alcoólicos Anônimos (NARA NON). A me di da possi bilit a a
realização de reuniões semanais, onde
é desenvolvido um programa de ajuda
aos familiares de dependentes químicos
em recuperação.
Esporte
Esforço e determinação
É através do esport e que o h omem
descobre seus lim ites e é onde as
diferenças sociais são suspensas. O
Projeto Tibum nasceu com a finalidade
de promover a inclusão social através
da n at ação. Mas os objet ivos
ultrapassaram as expectativas e hoje o
Pr ojet o apr esen ta re sul tados qu e
col ocam a equi pe em posição
privilegiada no ranking estadual.
Em novembro, os atletas do Tibum
ganharam pela segunda vez consecutiva
o título de campeões do Circuito Mineiro
de Natação, competição reconhecida
pela Federação Aquática Mineira (FAM),
prova de que oferecer oportunidades,
além de ser uma ação de cidadania, é
investimento.
Driblando a exclusão
No Projeto Bola Cheia, o sonho de se
tornar jogador é apenas uma parte do
trabalho realizado. Os talentos surgem
de um a i nici at iv a qu e valor iza a
disciplina, a motivação e a dedicação
dos atletas. Com as parcerias firmadas
em 2005, o Projeto ganha fôlego para
inv est ir na e str ut ura nece ssári a e
continuar levando participantes para
grandes equipes esportivas do país.
balanço social 2005
27
Instituto Cidade de Cataguases
Em 2005, o I nst it ut o C idade de
Cataguases inaugurou as primeiras
instalações da Fábrica do Futuro como
Ponto de Cultura do Programa Cultura
Viva do Ministério da Cultura, numa
área 300 m2, com núcleo de gestão,
salas, telecentro, estúdios de gravação,
edição e desenvolvimento de projetos.
O ano marcou também a continuidade
e o avanço do Programa Arquitetura
Pública, em parceria com a Escola de
Arquitetura da Universidade Federal de
Minas Gerais, a Prefeitura Municipal de
Cataguases, o Programa Monumenta
do Ministério da Cultura e Unesco. A
perspectiva é a realização de programas
de formação e a elaboração do Plano
Diret or para Cataguases e outr as
cidades de nossa região.
28
balanço social 2005
Ao longo do ano o ICC part icipou,
ai nda, de eve nt os, semi nários,
laboratórios, oficinas e fóruns, atuando
na mobilização para as conferências
m unicipais, estadu al e nacional de
cultura.
É fu ndamen tal destacar t ambém a
produção do II Fórum da Fábrica do
Fu tu ro, com o program a de TV
experimental Geração Digitaligada, que
acon teceu jun to com o I Cineport Festival de Cinema de Paises de Língua
Portuguesa, realizado pela Fundação
Cultural Ormeo Junqueira Botelho.
Destacam-se também o convênio com
a Secretaria Estadual de Ciências e
Te cn ologia para im pl ant ação do
Pr ogr am a C en tro de Vocações
Tecnológicas (CVT), a parceria com a
Prefeitura Municipal de Cataguases para
implantação de mais cinco telecentros
comunitários em bairros pólos da cidade
e a participação no Programa Filme em
Minas, da Secretaria de E stado da
C ultura, para a produção da revista
multimídia Zinema.
E m novembro, o ICC selecionou e
recebeu 65 jovens para o Programa
Agente Cultura Viva, uma parceria com
o Ministério do Trabalho. A partir de
2006, o programa será ampliado e a
experiência multiplicada para várias
cidades de nossa região.
Por fim, iniciamos uma parceria com
Museu da Pessoa, de São Paulo, para a
e labor ação do proj eto do Muse u
Nacional da In dú stria T êxtil a ser
instalado em Cataguases.
Todas essas ações tiveram o apoio
essencial do Instituto Francisca de Souza
Peixoto e da Cia. Industrial Cataguases.
Público atendido pelo Instituto em 2005
PÚBLICO POR PROJETO
PROJET
PROJETO
O
Passo a Passo
Sorriso Feliz
Doutores Cura-Cura
Banda Rogério Teixeira
Vira-a-Lata
GPTo
Teatro Rosário Fusco
Espaço Tratos Culturais
Couro de Gato
Musiqualidade
Dona Chiquinha
Tibum
Bola Cheia
BIBLIOTTTECA
BIBLIO
BIBLIO
ECA DIGITAL
D IGITAALL
DIGIT
Rede pública
Professores
Telechica
Projetos Bola Cheia e Tibum
Funcionários e dependentes
Terceira idade
Alunos especiais
Projeto Navegar é Preciso
Total
PROJET
PROJ
ETO INT EGRAÇÃ
EGRA ÇÃ O
PROJETO
Tecelões da Chica
Coral Tece Voz
Oficina de Arte
Teatrando
Total
200 3
2003
46
16
5.500
25.900
11.000
16.200
20
22
168
100
100
2004
49
16
8.930
998
9.655
15.775
13.883
27
35
185
150
90
200 3
2003
900
20
70
35
180
16
36
1.257
2003
20
28
82
130
20
2004
04
860
25
26
16
160
26
36
54
1.203
22004
200
004
4
14
16
137
167
20 05
2005
41
25
12.960
6
1.934
5.078
25.570
14.532
25
54
180
230
100
2005
900
30
50
20
100
25
20
80
1.225
PÚBLICO
PÚ
BLICO TO
TOTTA
TAL
AL
2005
15
18
122
11
161
T ELECHICA
TELECH
ICA
balanço social 2005
29
balanço social
1. Base de Cálculo
Receita líquida (RL)
Resultado operacional (RO)
Folha de pagamento bruta (FPB)
2005 Valor (Mil reais)
143.998
11.045
22.141
2. Indicadores Sociais Internos
Alimentação
Encargos sociais compulsórios
Previdência privada
Saúde
Segurança e saúde no trabalho
Educação
Cultura
Capacitação e desenvolvimento profissional
Creches ou auxílio-creche
Participação nos lucros ou resultados
Outros
To tal -- In dic ad
adoores
res so
socciai
iaiss in
i nterno
ternoss
terno
Valor ( mil)
1.547
8.004
1.845
698
83
92
128
4
306
1 2. 7 07
07
% sobre FPB
6,99%
36,15%
8,33%
3,15%
0,37%
0,42%
0,58%
0,02%
1,38%
57,3
399%
%
%sobre RL
1,07%
5,56%
1,28%
0,48%
0,06%
0,06%
0,09%
0,00%
0,21%
8,82
2%
%
Valor (mil)
1.527
7.153
346
265
62
278
3
190
9
9..8
824
%sobre FPB
5,52%
25,88%
1,25%
0,96%
0,22%
1,01%
0,01%
0,69%
35
5,,5
54%
% sobre RL
1,02%
4,78%
0,23%
0,18%
0,04%
0,19%
0,00%
0,13%
6
6,,5
56%
3. Indic adores Sociais Externos
Educação
Cultura
Saúde e saneamento
Esporte
Combate a fome e segurança alimentar
Outros
To tal d as c on tri
tribu
trib
buiç
uiç
içõ
õ
ões
es p
es
para
ara a ssoocciiedad
iedade
ed adee
Tributos (excluídos enc argos sociais)
To tal -- In dic ad
adoores
res soc iais ex tern os
Valor ( mil)
622
243
124
8
74
1.0
0771
1
20.755
2 1. 8 26
26
% sobre RO
5,63%
2,20%
1,12%
0,07%
0,67%
99
9,,,7
70%
187,91%
19
977,, 6 1
1%
%
% sobre RL
0,43%
0,17%
0,09%
0,01%
0,05%
0 , 7 4%
4%
14,41%
1
155,, 1 6 %
Valor (mil)
371
401
61
35
58
992
26
19.068
119
9 . 99 4
%sobre RO
3,10%
3,35%
0,51%
0,29%
0,48%
7,74
4%
%
159,44%
116
6 7 ,,119
9%
% sobre RL
0,25%
0,27%
0,04%
0,02%
0,04%
0 ,6
0,
62%
12,73%
13,3
355%
%
4. Indicadores Ambientais
Investimentos relacionados com a produção/operação da empresa
Investimentos em programas e/ou projetos externos
To tal ddos
os in ves
vesti
ti
timen
mento
to s em
em m
meio
eio am
ambbien
iente
te
te
Quanto ao estabelecimento de “ metas anuais” para minimizar
resíduos, o consumo em geral na produção/operação e
Valor ( mil)
1.166
4
1.1
1770
0
% sobre RO
10,56%
0,04%
10,5
599%
%
% sobre RL
0,81%
0,00%
0,81
1%
%
Valor (mil)
843
4
884
47
% sobre RO
7,05%
0,03%
7,08
8%
%
%sobre RL
0,56%
0,00%
0 ,5
0,
56%
( ) nã o possui meta s
( ) cumpre de 51 75%
( ) cumpre de 0 a 50%
5. Indicadores do Corpo Funcional
N° de empregados (as) ao final do período
N° de admissões durante o período
N° de empregados (as) terc eiriz ados (as)
N° de estagiários ( as)
N° de empregados (as) acima de 45 anos
N° de mulheres que trabalham na empresa
% de cargos de chef ia ocupados por mulheres
N° de negros (as) que trabalham na empresa
% de c argos de chefia ocupados por negros (as)
N° de portadores (as) de def iciência ou necessidades espec iais
30
2004 Valor (Mil reais)
149.763
11.959
27.642
balanço social 2005
(X ) cumpre de 76 a 100%
2005
1.212
83
119
13
140
318
22,00%
294
10,00%
22
( ) não possui me tas
( ) cumpre de 51 a 75%
( ) c um pre de 0 a 50%
( X) cumpre de 76 a 100%
2004
1.221
109
119
10
116
319
18,00%
298
10,00%
19
6. Informações relevantes quanto ao exercício da cidadania
empresarial
Relação entre a maior e a menor remuneração na empresa
Número total de ac identes de trabalho
Os objetivos sociais e ambientais desenvolvidos pela empresa
foram definidos por:
Os padrões de segurança e salubridade no ambiente de trabalho
foram definidos por:
Quanto à liberdade sindical, ao direito de negociação coletiva e
àrepresentação interna dos (as) trabalhadores (as), a empresa:
Aprevidência privada contempla:
Aparticipação dos luc ros ou resultados contempla:
Na seleç ão dos fornec edores, os mesmos padrões éticos e de
responsabilidade social e ambiental adotados pela empresa:
Quanto à participaç ão de mepregados (as) em programas de
trabalho voluntário, a empresa:
Número total de reclamações e críticas de consumidores (as):
% de reclamações e críticas atendidas ou solucionadas:
Valor adicionado total a distribuir (em mil R$):
Distribuição do Valor Adicionado (DVA):
2005
Metas 2006
27,21
25
25
0
(X) d ireção
( ) d ireção e
( ) tod os (as)
(X) di reção
( ) di reção e
( ) todos (as)
gerências
emp reg ado s (as)
g erên cias
empregad os (as)
(X) di reção e
( ) to dos (as )
( ) tod os (as ) + (X) d ireção e
( ) tod os (as)
( ) to dos (as) +
gerên ci as
em pregad os (as )
CIPA
gerências
emp regado s (as)
CIPA
( ) não se
(X) seg ue as
( ) incenti va e
( ) não s e
(X) seg uirá as ( ) in cen tivará e
envo lve
no rmas da OIT
segu e a OIT
en volve
n ormas da OIT s eg uirá a O IT
(X) d ireção
( ) d ireção e
( ) tod os (as)
(X) di reção
( ) di reção e
( ) todos (as)
gerências
emp reg ado s (as)
g erên cias
empregad os (as)
(X) d ireção
( ) d ireção e
( ) tod os (as)
(X) di reção
( ) di reção e
( ) todos (as)
gerências
emp reg ado s (as)
g erên cias
empregad os (as)
( )n ão são
(X) s ão
( ) são exi gid os
( ) não s erão
(X) serão
( ) serão exi gid os
con sid erado s
sugeri dos
co ns iderad os
s ugerid os
( ) não se
( ) apói a
(X) o rgani za e
( ) não s e
( ) apoi ará
(X) o rgani zará e
envo lve
in centi va
envolverá
in cent ivará
na emp resa
no Proco n
na Just iça
na empres a
no Procon
n a Ju stiça
100%
1 00%
na emp resa
no Proco n
na Just iça
na empres a
no Procon
n a Ju stiça
100%
1 00%
-
Em 2005: 65.948
32, 33% governo
Em 2004: 66.934
33, 57% cola bora dores
8,62% ac ionistas18,57% te rce iros 6, 91% retido
28,48% gove rno
41,30% cola bora dore s
2, 97% a cionista s19, 58% tercei ros 7,67% re tido
7. Outras Inf ormações
Os indicadores do item 3 são desenvolvidos pelo Instituto Francisca de Souza Peixoto, que realiza as ações sociais desenvolvidas pela Companhia Industrial
Cataguases (www.chica.org.br)
M arc
arcelo
elo In áci
ác io
ácio
o Peix
Pei xoto
oto
Diretor de Relações Públicas e Institucionais da Companhia Industrial Cataguases e Presidente do Instituto Francisca de Souza Peixoto
Anto nio Pin to de Al
Almeid
meid a
Contador CRC 29.328 T/MG
e-mail: [email protected] - Tel: 55 32 3422.2211 - ramal 261
Es ta emp res a n
Esta
não
ão uutiliz
tiliz a m ão-d
ão-de-o
e-o bra in
iinf
nff antil ou trabal
trabalhho
o escrav
esc ravo
rav o
balanço social 2005
31
1. Identificação
Nome da Instituição: INSTITUTO FRANCISCA DE SOUZA PEIXOTO
Tipo/categoria: ORGANIZAÇÃO DO 3º SETOR
Natureza jurídic a: (X) assoc iação ( ) f undação ( ) soc iedade
Sem fins lucrativos? (X) sim ( ) não Isenta da cota patronal do INSS? ( ) sim (X) não
Possui Certific ado de Entidade Benef icente de Assistência Social (CEAS)? ( ) sim (X ) não Possui registro no: ( ) CNAS ( ) CEAS ( ) CM AS
De utilidade pública? ( ) não Se sim, ( ) federal (X) estadual (X) municipal
Classificada pela OSCIP (lei 9790/99)? ( )sim (X) não
2. Origem dos recursos
Receitas Totais
a. Recursos governamentais (subvenções)
b. Doações de pessoas jurídicas
c. Doações de pessoas físicas
d. Contribuições
e. Patrocínios
f. Cooperação internacional
g. Prestação de serviços e/ou v enda de produtos
h. Outras receitas
3. Aplicações dos recursos
Despesas Totais
a. Projetos, programas e ações sociais (excluindo pessoal)
b. Pessoal (salários + benefícios + encargos)
c. Despesas diversas (somatório das despesas abaixo)
Operacionais
Impostos e taxas
Financeiras
Capital (máquinas +instalações + equipamentos)
4. Indicadores sociais internos
2005
Valo r (mil reais)
1.448.862,40
754.098,24
71.945,60
622.819,16
554.875,02
573,74
10.205,60
57.164,80
2005
Valo r (mil reais)
a. Alimentação
b. Educação
c. Capacitação e desenvolvimento profissional
d. Creche ou auxílio-creche
e. Saúde
f. Segurança e medicina no trabalho
g. Transporte
h. Bolsas/estágios
i. Outros
Total - Indicadores sociais internos
5. Projetos, aç ões e contribuições para a sociedade
a. Assistência Jurídica
b. Diversidade, etnia e questão racial
c. Educação popular / alfabetização de jovens e adultos (as)
d. Empreendedorismo/apoio e capacitação
e. Segurança alimentar / combate à fome
6. Outros indicadores
N° total de alunos (as)
N° de alunos (as) com bolsas (integral)
Valor total das bolsas (integral)
N° de alunos (as) c om bolsas (parciais)
Valor total das bolsas parciais
N° de alunos (as) com bolsas de Iniciaç ão
Científ ica e de Pesquisa
Valor total das bolsas de Iniciaç ão Científica e de Pesquisa
32
2005
Valo r (mil reais)
1.437.750,74
49.373,92
1.362.514,28
16.977,70
8.884,84
40.408,72
16.468,57
47,00
16.149.26
73.073,55
2005
Valo r (mil reais)
R$ N° p es so as benefi ci adas N° en tidad es b eneficiad as R$ N° p es so as benefi ci adas N° en tidad es b eneficiad as R$ 120.689,55
N° p es so as benefi ci adas N° en tidad es b eneficiad as R$ 288.476,50
N° p es so as benefi ci adas N° en tidad es b eneficiad as R$ N° p es so as benefi ci adas N° en tidad es b eneficiad as -
100%
3%
95%
1,5%
0,5%
2004
Valor (mil reais)
1.193.436,59
18.747,00
1.162.290,81
2.664-00
9.734,78
100%
2%
97%
1%
100%
52%
5%
43%
-
2004
Valor (mil reais)
960.150.24
685.199,26
23.751,44
251.199,54
186.162,90
750,14
5.262,97
59.023,53
100%
71%
2%
27%
-
%
sobre
receita
3%
1%
1%
5%
%
sobre
receita
8%
20%
-
2004
Valor (mil reais)
19.694,35
854,20
7.842,68
28.391,23
2004
Valor (mil reais)
R$ N° pes soas b eneficiad as N° enti dad es b en eficiadas R$ N° pes soas b eneficiad as N° enti dad es b en eficiadas R$ 138.912,42
N° pes soas b eneficiad as N° enti dad es b en eficiadas R$ 260.400,00
N° pes soas b eneficiad as N° enti dad es b en eficiadas R$ N° pes soas b eneficiad as N° enti dad es b en eficiadas -
2005
2004
NA
NA
NA
NA
NA
NA
NA
NA
NA
NA
NA
NA
NA
NA
balanço social 2005
%
sobre
receita
2%
1%
3%
%
sobre
receita
12%
22%
-
metas 2006
metas 2006
-
7. Indocadores sobre o corpo funcional
N° total de empregados (as) ao final do período
N° de admissões durante o período
N° de prestadores de serviços
% de empregados (as) acima de 45 anos
N° de mulheres que trabalham na instituição
% de cargos de chefia oc upados por mulheres
Idade média das mulheres em cargos de chefia
Salário médio das mulheres
Idade média dos homens
Salário médio dos homens
N° de negros (as) que trabalham na instituição
% de cargos de chefia oc upados por negros
Idade média dos (as) negros (as) em cargos de chef ia
Salário médio dos ( as) negros (as)
N° de brancos (as) que trabalham na instituição
Salário médio dos (as) brancos (as)
N° de estagiários (as)
N° de voluntários (as)
N° portadores (as) necessidades espec iais
Salário médio portadores (as) necessidades especiais
8. Qualificação do corpo funcional
N° total de docentes
N° de doutores (as)
N° de mestres (as)
N° de especializados (as)
N° de graduados (as)
N° total de funcionários (as) no corpo técnico e administrativo
N° de pós-graduados (especialistas, mestres e doutores)
N° de graduados (as)
N° de graduandos ( as)
N° de pessoas com ensino médio
N° de pessoas com ensino fundamental
N° de pessoas com ensino fundamental incompleto
N° de pessoas não-alfabetizadas
9. Informações relevantes quanto à ética,
transparência e responsabilidade social
Relação entre a maior e a menor remuneração
Processo de admissão de empregados (as) é:
A instituição desenvolve alguma política ou ação de
valorização da diversidade em seu quadro funcional?
Se “sim” na questão anterior, qual?
A organização desenvolve alguma política ou ação de
valorização da diversidade entre alunos (as) e/ou
beneficiários (as)?
Se “sim” na questão anterior, qual?
2005
2004
7
2
69
60%
33
41%
36
784,55
46
620,97
13
0%
284,62
56
725,64
-
5
1
55
20%
31
24%
39
710,25
48
717,60
6
0%
316,67
49
590,15
-
2005
2004
NA
NA
NA
NA
NA
NA
NA
NA
NA
NA
NA
NA
NA
NA
NA
NA
NA
NA
NA
NA
NA
NA
NA
NA
NA
NA
2005
metas 2006
5
69
60%
27
41%
38
784,55
46
620,97
13
1%
27
575,00
56
725,64
75%
metas 2006
metas 2006
17
15
80 % por in dicação
20 % po r sel eção/concurs o
80 % por in dicação
20 % po r sel eção/concurs o
( ) s im, i nsti tucion ali zad a
(x) si m, não i nsti tucion alizad a ( ) não
(x) negros (as) ( ) gên ro (x) op ção sexual
(x) p ortad ores (as) de necessi dades es peciais
( ) ___________________________________
(x) sim, ins titucio nali zada
( ) s im, não ins titu ci onal izada ( ) n ão
( ) s im, i nsti tucion alizad a
(x) si m, n ão i nsti tucion alizada ( ) não
(x) negros (as) ( ) gên ro (x) op ção sexual
(x) p ortad ores (as) de necessi dades es peciais
( ) ___________________________________
(x) sim, ins titucio nali zada
( ) s im, não ins titu ci onal izada ( ) n ão
(x) negros (as) ( ) gên ro (x) op ção sexual
(x) p ortad ores (as) de necessi dades es peciais
( ) ___________________________________
Na seleção de parceiros e prestadores de serviços,
( ) não são co nsi derado s
critérios éticos e de responsabilidade social e ambiental:
(x) s ão su gerido s ( ) são exig ido s
A participação de empregados (as) no planejamento
( ) não o co rre ( ) o co rre em nível de chefi a
da instituição:
(x) ocorre em tod os o s n íveis
Os processos eleitorais democráticos para escolha dos
(x) n ão o co rrem ( ) o co rrem regu larmente
coordenadores (as) e diretores (as) da organiz ação:
( ) ocorrem s oment e p/ carg os in termediári os
A instituição possui Comissão/Conselho de Ética
(x) to das ações/ativid ades ( ) ens ino e p es qu isa
para acompanhamento de:
( ) exp erimentação ani mal/vi vi ssecção ( ) não tem
(x) negros (as) ( ) gên ro (x) op ção sexual
(x) p ortad ores (as) de necessi dades es peciais
( ) ___________________________________
( ) não são co nsi derado s
(x) s ão su gerido s ( ) são exig ido s
( ) não o co rre ( ) o co rre em n ível de chefi a
(x) ocorre em tod os o s n íveis
(x) n ão o co rrem ( ) o co rrem regu larmente
( ) o co rrem s omente p/ carg os in termediári os
(x) to das açõ es/ativid ades ( ) ensi no e pes qui sa
( ) exp erimentação animal /vivis secção ( ) n ão tem
10. Outras informações
M arcelo
arc el o I nác io Peixo to
to
Presidente do Instituto Francisca de Souza Peixoto
CCarlo
arloss Aug us
arlo
usto
to Ram
Ramooss d os R
Rei
eiss
Contador CRC 55541/0-2
EEsta
sta em
emppresa
resa nnão
ão utili
util
utiliz
iza
zaa mão
mão-d
-d
-de-ob
e-ob
e-obra
ra
ra in
inffan
an til
ti l o u trab
trab alho esc rav
ravoo
33social 2005
balanço
33
balanço financeiro
C om pan hia In du
dusstrial
trial CCatag
atagu
atag uases
ases
C NPJ
CN
PJ 1
199..552
526
266.7
.7 48 /0 00
0011-5
1-50
-500
EM REAIS
REAI S M IL
ATIV O
Circulante
Realizável a Longo Prazo
Permanente
TOTAL DO ATIV
ATI
ATIVVO
O
20 0 5
107.201
2.368
54.663
16 4 ..223
32
220
0 04
04
90.193
8.863
64.176
116
6 2.
2 .8
83
322
PAS
ASSIV
SIV O E PPA
A
ATRIM ÔN
ÔNIIO
O LLÍQ
ÍQU
UIDO
IDO
Circulante
Exigível a Longo Prazo
Patrimônio Líquido
TOTAL
TOT
AL DO
DO PPAS
ASSIV
AS
SIV O E P.
SIVO
P.. L ÍQUI
ÍQUIDO
DO
46.053
31.777
86.402
16 4 ..223
32
42.185
36.443
84.204
116
6 2.
2 .8
83
322
DEM
D
DEMO
EMO
O NSTRAÇ ÃO DO RESUL
RESULTT ADO DO EX ERC ÍC IO
Receita Bruta de Vendas
Impostos e Devoluções
REC EITA LLÍÍQ
QU
UIDA
IDA DE VEN
V ENDAS
DAS
ÍQU
VE
NDAS
Custo dos Produtos Vendidos
L UCR
LU
CRO
CR
O BBRUTO
RUTO
20 0 5
162.767
(19.042)
14 3 ..772
25
(101.775)
411.. 9 50
4
220
0 04
04
168.909
(19.379)
114
4 9.
9 .5
53
300
(104.376)
45 . 1
1554
4
Receitas (Despesas) Operacionais
Resultado F inanceiro Líquido
Equivalência Patrimonial
(30.794)
2.965
(86)
(33.109)
(2.497)
(63)
Receitas (Despesas) Não Operacionais
RES ULLTAD
RESU
A DO
ADO
O O
OPE
PERAC
RAC IO
ION
NAL
AL
Imposto de Renda
75
1 4.. 1 10
14
(2.480)
(113)
9 ..337
72
(1.635)
Contribuição Social sobre o Lucro
Participação Estatutaria
RESU LTTADO L ÍQU
RESUL
ÍQ UIDO
IDO DO EX ERC ÍC IO
(885)
(506)
1
100.. 2 39
(415)
(666)
6 ..665
56
(Esta empresa não utiliz a mão de obra inf antil ou trabalho esc ravo)
Cataguases, 24 de març o de 2006.
José Inácio Peixoto Neto
Diretor Administrativo/Financeiro e
de Relações com Investidores
34
balanço social 2005
Antonio Pinto de Almeida
Contador CRCRJ 029328-T-MG
tu to Fran
F ran cis
ci sca
ca de Sou za Peixo
Peix oto
to
Ins ti
tituto
CN
C
NPJ
PJ 0 3.
3.220
206
066..4485
85 /0 00 1-62
1-6 2
EM RE
REA
R EAIS
AIS
IS
ATIV O
Circulante
Permanente
ATI VO
O
TOTAL DO ATIV
A
ATRIM ÔNI
O LLÍQ
ÍQU
IDO
PAS
ASSIV
SIV O E PPA
ATRIM
Ô
ÔN
NIO
IO
UIDO
Circulante
Patrimônio Social:
Superávit de anos anteriores e
Superávit do exercício
TOTAL
TOT
AL DO
DO PAS
P AS
ASSIV
AS
SIV
SI
SIVO
VO
O E PP.
P.. L ÍQUID
ÍQU
ÍQUIIDO
DO
O
220
005
130.045,75
538.948,59
666
6 8.
9 9 4, 3 4
8 .9
220
0 04
04
209.491,09
481.783,79
27
888
669
9 1.
1 .2
744,, 8
18.337,11
29.505,99
661.768,89
(11.111,66)
666
68
8..9
9 9 4, 3 4
428.482,54
233.286,35
669
9 1.
1 .2
27
744,, 8
888
D
DEMO
EMO NSTRAÇ ÃO D
DO
O SU
SUPERAV
PERAV IT O U DEF IC IT DO EX ERC ÍC
ÍCIIO
O
REC UR
URSSOS
OS RREC
ECEB
ECEEBIDO
BIDO
IDO S:
Contribuições da Mantenedoura
REC UR
URSO
SOSS APLI
APLICCADO
ADO S:
ADMINISTRAÇÃO
EDUCAÇÃO
ARTE & CULTURA
ESPORTE
SAÚDE
CIDADANIA
220
005
1.362.514,28
220
005
805.638,16
153.698,64
355.299,53
30.179,35
37.879,36
76.272,76
EM RE
REA
R EAIS
AIS
IS
EM RE
REA
R EAIS
AIS
IS
220
00
044
1.162.290,81
04
220
0 04
410.044,66
108.581,04
278.923,41
22.717,64
40.037,56
65.540,72
Despesas não ligadas a Projetos:
Despesas Financeiras
Despesas Tributárias
324,23
8.056,95
44,86
4.891,40
Receitas ligadas a Projetos:
Aplicação Financeira
Contribuição de Terceiros
Outras Receitas
28.809,70
10.797,88
53.650,27
-
465,19
1.776,83
(11.111,66)
233.286,35
Receitas não ligadas a Projetos:
Receitas Eventuais
Superávit do Exercício:
(Esta empresa não utiliz a mão de obra inf antil ou trabalho esc ravo)
Cataguases, 24 de març o de 2006.
Marcelo Inácio Peixoto
Presidente
Carlos Augusto Ramos dos Reis
Contador CRCMG 55541/0-2
balanço social 2005
35
reconhecimentos
conselh
con
selho
o de administração
admin istração
ccon
onselh
selho
selh
o de administração
admin istração
Presidente: Josué Inácio Peixoto
Presidente: Josué Inácio Peixoto
Vice-presidente: Maria Magdala Duarte
Peixoto
Conselheiros:
Célia Peixoto de Barros Lemos
Dirce Rodrigues Peixoto
Gabriel Inácio Peixoto
Maria de Magdala Duarte Peixoto
Josélia Peixoto Pacheco de Medeiros
Nélia de Souza Peixoto
Sérgio Rittmeyer Silva
Conselheiros:
Célia Peixoto de Barros Lemos
Flávia Peixoto Fernandes
Maurício Perez Botelho
Josélia Peixoto Pacheco de MEdeiros
Maria Lúcia Peixoto F. L. R. de Lima
Nélia de Souza Peixoto
Utilidade Pública Estadual
Lei 14.340 de 15/07/2002
diretoria executiva
execu tiva
Presidente: Marcelo Inácio Peixoto
Diretor Administrativo-Financeiro e de
Relação com Investidores:
José Inácio Peixoto Neto
Diretor Finaceiro: José Inácio Peixoto Neto
Diretor Técnico-Industrial:
Sérgio Luiz Rittmeyer Silva
Utilidade Pública Municipal
Lei 2.911 de 29/02/2000
diretoria execu
executiva
exec utiva
tiva
Diretor Secretário: Hênio Murilo B. L. Filho
conselho de ética
Diretor Comercial:
Hênio Murilo de Barros Lemos Filho
Presidente: Marcelo Inácio Peixoto
Diretor de Relações Públicas e
Institucionais:
Marcelo Inácio Peixoto
Conselheiros:
Gabriel Inácio PEixoto
Hênio Murilo de Barros Lemos Filho
José Inácio Peixoto NEto
Sérgio Rittmeyer Silva
balanço social 2005
balanço social 2005
CCH
H IC A
revista bimestra l editada pelo Instituto
Francisca de Souza Peixoto
revisã
rev
is ã o
isã
Carlos Sérgio Bittencourt
Praça Manoel Inácio Peixoto, 96 - Cataguases
MG - Cep: 36770-073
Tel.: (32) 3421-4910
site: http://www.chica.org.br
e-mail: [email protected]
editoração
editora çã
ção
projeto gráfico ee editora
o eletrônica
Evandro Medeiros
Polyana Polito
tirag
tira gem
em
3.500 exemplares
ano VII. número 9. maio-junho 2006
co
conselho
nselho ed
edito
editorial
itoria
ria l
Marcelo Inácio Peixoto, Elisa Vitoretti, Sandra
Maciel de Carvalho, Afonso Vieira, João Bosco
Coelho, César Piva
editor
editor de con
conteúdo
conteúdo
teúdo
Evandro Medeiros
(Reg. Prof.10615 MTb)
s ite
si
te
Renan Marques dos Santos
foto gra fia s
fotogra
fotografias
Evandro Medeiros, Flávia Alcântara de Souza,
Júlio Azevedo, Letícia Souza, Polyana Polito
gráfica
JuizForana
rea lizaçã
realiza
o
lizaçção
ão
Editora Instituto Francisca de Souza Peixoto
patrocínio
pa
tro
cín io
trocínio
Companhia Industrial Cataguases
balanço social 2005
papel
reciclado
balanço social 2005