marketingexpress - O DGE - Universidade da Beira Interior

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marketingexpress - O DGE - Universidade da Beira Interior
7 ª EDIÇÃO
DIRECTOR: PAULO DUARTE
EDITORES: CATARINA VIEIRA | MARLISE MESQUITA
M A R K E T I N G
E X P R E S S
20 DE ABRIL 2009
EXPERIÊNCIA TV E AS INTERRUPÇÕES COMERCIAIS
NESTA EDIÇÃO:
PROBLEMAS DE
MARKETING
DIRECT MAIL
PUBLICIDADES
CENSURADAS
MONOPOLY
2
2
3
3
A HISTÓRIA
MARKETING
ENTRETENIMENTO
3
ENTRETENIMENTO
4
SEMANA DE
MARKETING—
UBI
TEMAS
• MARKETING
4
O Journal of Consumer Research publi-
independentemente
cou
da
natureza
da
da
interrupção (estudo 4). No entan-
Televisão - A experiência de visuali-
to, este efeito foi eliminado para
zação através das interrupções comer-
as pessoas que têm menos probabi-
ciais” no qual refere que os consumi-
lidades de se adaptar (estudo 5) e
dores preferem assistir a programas de
para
televisão, sem anúncios publicitários.
adaptação (estudo 6), confirmando
No entanto, a maioria dos consumido-
a interrupção da conta adaptada e
res, com uma vasta experiência televi-
identificando
siva,
ciais do efeito.
um
artigo
referem
sobre
que
o
as
“Reforço
interrupções
programas
que
as
não
levam
fronteiras
à
cru-
comerciais podem efectivamente melho-
Este artigo foi escrito por Leif
rar a experiência de visualização de
D. Nelson, Professor Assistente de
televisão.
Marketing na Rady School of Mana-
Embora os consumidores não o possam
gement da Universidade da Califór-
prever, a sua satisfação diminui ao
nia em San Diego, Tom Meyvis, Pro-
longo do tempo. As interrupções comer-
fessor
ciais podem prejudicar o processo de
Jeff
Galak
adaptação e restaurar a intensidade da
dato
Doutorado
satisfação dos consumidores.
Leonard
Seis estudos demonstram que, embora as
School of Business
pessoas prefiram evitar interrupções
na Universidade de
comerciais, estas interrupções actual-
New
York.
mente tornam os programas mais agradá-
três
autores
veis (estudo 1), independentemente da
tribuíram
equita-
qualidade
tivamente
para
mesmo
após
do
comercial
controlo
(estudo
para
a
2),
simples
presença dos anúncios (estudo 3), e
Associado
Marketing
e
Candi-
N.
concepção
de
no
Stern
Estes
con-
a
deste
artigo.
• CONSUMIDOR
• PUBLICIDADE
• WEB MARKETING
Online Marketing Expo Lisboa 2009
• CURIOSIDADES
• ENTRETENIMENTO
Conferências e exposição para Marketing digital
Lisbon Marriott Hotel: 24.06.2009
Temática 2009: Marketing em sites de busca, Analítica da Web, E-Mail Marketing, Marketing Celular, Marketing Afiliado, Beahvioural Targeting e Marketing Online.
MARKETING EXPRESS
Página 2
PROBLEMAS EM MARKETING
Como pode alguém promover um carro que em finlandês significa imbecil?!
Diversas empresas podem ter dificuldades em introduzir os seus produtos noutros
mercados. Quando o nome de um produto pode significar “panasca”, como acontece em Espanha com o Mitsubishi Pajero, as empresas têm um trabalho redobrado
para convencer os consumidores de que isto se trata apenas de uma mera coincidência.
O mesmo aconteceu em França com o Toyota MR2, que significa em Francês
“emmerdeur”, ou seja, “chatarrão”, pessoa muito chata, ou ainda com uma marca
de roupa feminina com o nome “femme de ménage”, mulher-a-dias pode não ser
propriamente o nome adequado para esta marca japonesa ser comercializada em
Paris...
São muitos os exemplos destas pequenas grandes coincidências. Nos EUA, uns
cereais para crianças foram lançados com o nome “Crapsy Fruit” ora se em Inglês
Sabia que...
“crap” significa porcaria, como convencer as crianças e os adultos a comerem algo
Na Finlândia, Fiat Uno significa
com um nome assim!?
Imbecil???
A tarefa de lançamento da Sega em Itália também não foi facilitada. Em italiano
Sega significa masturbação. O mesmo aconteceu com um creme da Estée Lauder, o
Country Mist, que na Alemanha, significa “bosta do campo”.
Em Portugal, isto também aconteceu com o Opel Ascona, ou com o desodorizante
Rexona. O Citröen AX também trouxe alguns problemas.
DIRECT MAIL
O Direct Mail é um media personalizado que nidos, podendo chegar, no limite, ao indiví‐
oferece um meio de comunicação privilegiado. duo, comunicar apenas com os segmentos alvo Uma vez que permite o contacto directo com o reduzindo custos nas campanhas, seduzir o seu cliente, detém diversas vantagens que permitem cliente através de uma comunicação personaliza‐
potenciar o negócio. As grandes vantagens na da, interagir com o seu (potencial) cliente, encora‐
utilização deste canal de comunicação são inú‐
jar a comunicação, quer através de pedidos de meras, podendo ser adequadas ao objectivo de informação, quer indicando contactos, saber com cada empresa: acções de fidelização, divulgação exactidão os resultados do seu investimento, cal‐
de novos produtos ou serviços, venda directa, cular taxas de respostas, fazer o tracking de clien‐
reposicionamento da marca, angariação de fun‐
tes, testar quais as mensagens que têm maior dos ou sócios, divulgações culturais ou desporti‐
impacto, aumentar o conhecimento quando res‐
vas, envio de newsletter, realização de inquéri‐
ponde (gostou do produto) ou não responde (não tos, envio de convites, oferta de brindes, envio gostou), medir resultados, controlar o conteúdo e de cartões de Boas Festas, entre outras. O Direct timing da mensagem, totalmente customizável ao Mail permite: atingir com precisão grupos defi‐
consumidor individual .
DIRECTOR: PAULO DUARTE
EDITORES: CATARINA VIEIRA | MARLISE MESQUITA
Página 3
PUBLICIDADES CENSURADAS
Por diversos
motivos estas
publicidades
foram
censuradas.
Algumas nem
chegaram a
ser exibidas.
MONOPOLY—A HISTÓRIA
Hoje em dia já não é tão vulgar
jogar-se jogos de tabuleiro. Pois é,
mas no entanto o Monopoly ainda
é um jogo de sucesso que exige
estratégia e visão negocial, não
abdicando no entanto da chamada
“sorte” associada a todos os jogos
de dados.
Contudo o que pouca gente sabe é
qual a origem e a história do
Monopoly, de onde veio e como foi
criado.
O Monopoly foi criado por um exvendedor de sistemas de aquecimento, desempregado devido à
crise da bolsa de 1929 que levou à falência de inúmeras empresas nos EUA. Charles B. Darrow é o nome do homem que um
dia teve a brilhante ideia de inventar um
jogo de tabuleiro que dizia ser “um jogo
que daria a todos o benefício de saborear
as grandezas da vida”. Mas não bastava
criar um jogo, este jogo teria de ser comercializado para se dar a conhecer, foi ai que
Charles B. Darrow foi à empresa Parker
Brothers tentar vender a sua ideia, mas
esta não aceitou a sua proposta, alegando
não estar em conformidade com os seus
padrões. Esta decisão por parte da empresa não fez parar este desempregado que
decidiu prosseguir sozinho, mandou fazer
5000 réplicas do seu jogo e foi
vendê-las para um Centro Comercial em Philadelphia, obtendo um
grande sucesso que fez com que
a empresa Parker Brothers voltasse atrás com a sua decisão e
entrasse em acordo com Charles
B. Darrow.
Os produtores do Monopoly
(Parker Brothers) foram criando
diferentes versões para os diferentes países, sendo esta uma
das causas de sucesso deste
jogo. Actualmente já está disponível uma versão virtual do mesmo.
MARKETING DE ENTRETENIMENTO
O marketing
de
entretenimento,
também
cas e produtos na TV. Todavia, o marketing de entretenimento para funcionar, inde-
vulgarmente conhecido por «Product Place-
pendentemente dos «media» utilizados, não pode ser exagerado. A mensagem tem de
ment» e «Soft Sponsoring», revela-se uma
passar para o consumidor, sem que ele se sinta incomodado. Neste sentido, o
fonte eficaz de financiamento
«Advertainment» ou «Branded Entertainment» surge como um conteúdo
dos produtos de entretenimen-
de entretenimento que imita formas de media tradicional, mas que é cria-
to como séries e telenovelas e,
do somente como um veículo para promover anunciantes específicos,
ao mesmo tempo, uma nova
como filmes de curta-metragem, «advergames» e simulacra ambiental.
forma de as empresas anun-
Entramos numa nova era e as empresas anunciantes deverão procurar o
ciantes aumentarem a eficácia
equilíbrio certo das políticas de «Marketing Mix» a definir e o marketing de
da comunicação das suas mar-
entretenimento deverá fazer parte desse «Mix».
VII FESTUBI
No dia 18 de Abril realizou-se o VII Festubi com organização da Desertuna – Tuna Académica da Universidade
da Beira Interior. As tunas a concurso debateram com grande qualidade e proporcionaram muito divertimento.
Contou com a presença da anTunia - Tuna de Ciências e tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, a TAISEP—
Tuna Académica do Instituto Superior de Engenharia do Porto, a Tuna Académica da Universidade Lusíada de
Famalicão e com a TUSA - Tuna Universitas Scientiarium Agrarium dos Açores. O espectáculo contou ainda com
a actuação da Tunamos – Tuna Médica da UBI e terminou com a entrega de prémios e uma actuação de excelência da Desertuna em conjunto com a orquestra de cordas e oboé da EPABI.
5
6
7
1. Representação simbólica de uma entidade
-
2. Primeiro nome do Director da Newsletter
3. Um dos 4 P’s do Marketing-Mix
8
9
2
1
3
5. Actividade de compra e venda utilizando-se
meios electrónicos
4
M A R K E T I
4. Professor universitário, conhecido como o autor
da “Bíblia do Marketing”
N G
6. Recursos que são colocados para atingir determinados objectivos.
7. Informar, transmitir, dar a conhecer.
8. Sinonimo de propaganda
9. Área da gestão responsável por prover recursos,
equipamentos e informações para a execução
de todas as actividades de uma empresa
1. Marca
2. Paulo
3. Promoção
4. Kotler
5. E-commerce
6. Estratégia
7. Comunicação
8. Anúncio
9. Logística
SEMANA DE MARKETING