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ANEXOS
Anexos
A – Modelo de certificado de doação
B – Modelo de agradecimento por doação
C – Modelo de formulário para empréstimo de objetos
D – Modelo de termo de comodato
E – Modelo de ficha de catalogação
F – Níveis de umidade recomendados
G – Esquema auxiliar para o planejamento de exposições
H – Materiais utilizados na montagem de exposições e no
acondicionamento de acervos museológicos
I – Fornecedores de equipamentos e produtos
J – Relação do acervo existente
K – Alterações com o acervo
L – Memento para visitas e inspeções em espaços culturais
M – Extintores de incêndio e suas aplicações
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ANEXOS
Anexo A
Modelo de certificado de doação
Certificado de Doação
Eu, ....................................., ...................................., ..............................
(Nome do doador)
(Nacionalidade)
(Estado civil)
residente à ..............................................................................................,
proprietário dos bens abaixo descritos, e tendo autoridade legal para deles me
desfazer, expresso, por meio deste, o meu desejo de doá-los incondicionalmente ao
Exército Brasileiro.
Descrição dos bens doados:
...............................................................................................
...............................................................................................
...............................................................................................
Para levar a cabo este meu desejo, por este instrumento, dou, transfiro e
destino a dita propriedade, livre de qualquer ônus, ao Exército Brasileiro, renunciando a toda propriedade, direitos, títulos e posse, tudo de conformidade com o Código
Civil Brasileiro.
Declaro, também, que a doação das citadas propriedades não obriga o doado
a conceder ao doador e seus herdeiros qualquer privilégio e que a transferência de
propriedade dos bens aqui descritos é feita em benefício da criação, operação e manutenção de museus militares ou outras organizações culturais do Exército Brasileiro.
Declaro também que o sistema de catalogação utilizado pelo Exército requer que meu nome e endereço sejam mantidos nos arquivos da instituição e que
isto não significa uma invasão da minha privacidade.
Local ......................................., .......... de ...................... de ............
.............................................................
(Assinatura do doador)
Identidade: ....................................
Eu, ...................................................,
(Nome do Diretor do Museu)
......................,
(Posto)
................................
(Função)
aceito, em nome do Exército Brasileiro, a doação dos bens acima descritos.
Local ............................................, ........... de .......................... de ............
............................................................................................
Assinatura do Diretor do Museu ou seu representante
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ANEXOS
Anexo B
Modelo de agradecimento por doação
Local ......................................., ......... de ....................... de ...........
Ilmo(a) Sr(a) ............................................................................................
O ............................................., pela sua diretoria, expressa a V. Sa./
(Nome da entidade)
V. Exa os seus agradecimentos pela doação ..................................................
.............................................................................................................,
(Nome do(s) objeto(s) doado(s))
que vem/vêm completar a nossa coleção......................................................,
(Nome da coleção)
aumentando o patrimônio cultural desta instituição.
Atenciosamente,
...................................................................
Diretor do Museu
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ANEXOS
Anexo C
Modelo de formulário para
empréstimo de objetos
.........................................................................
(Espaço Cultural)
Formulário de empréstimo de objeto
Espaço cultural solicitante: ........................................................................
Endereço:.................................................. Telefone: ..............................
Descrição dos objetos cedidos e seu estado de conservação:
...................................................................................................................
...................................................................................................................
Finalidade do empréstimo: .........................................................................
...................................................................................................................
Período: .............................. Autorização da DAC: ....................................
Condições do empréstimo:.......................................................................
..................................................................................................................
Local .............................., ......... de .................... de .........
......................................................................
Assinatura do responsável (solicitante)
Autorização
Data de saída: ..........................
..............................................
Diretor do Museu
..............................................................
Assinatura do responsável (cedente)
Devolução
Data: ...................................................................................................
Estado: ...................................................................................................
...................................................................
Assinatura de quem recebeu
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ANEXOS
Anexo D
Modelo de termo de comodato
Pelo presente instrumento particular de COMODATO, de um lado
................................................ (nome, nacionalidade, estado civil, profissão, identidade, CPF e endereço, ou nome e função, quando se tratar de
uma entidade), de ora em diante denominado simplesmente COMODANTE,
e, de outro lado, ............................................. (nome, nacionalidade, estado civil, profissão, identidade, CPF e endereço, ou nome e função, quando
se tratar de uma entidade), de ora em diante denominado simplesmente
COMODATÁRIO, têm justo e contratado o seguinte:
1. O COMODANTE, na qualidade de proprietário (ou diretor da
instituição proprietária) de ...........................................................................
(descrever o bem), o empresta ao COMODATÁRIO, para uso exclusivo
.................................................. (descrever a finalidade do empréstimo)
pelo período de ..............(anos, meses, semanas etc), ao término do qual
deverá devolvê-lo nas mesmas condições e estado em que recebeu.
2. Para efeito deste termo, o(s) referido(s) objeto(s) tem/têm o valor
de R$ .................................. (também por extenso).
3. O COMODATÁRIO se obriga a utilizar os bens com o máximo cuidado e zelo, não podendo cedê-los ou emprestá-los a terceiros, a qualquer título.
4. Em caso de extravio, roubo ou furto, fica o COMODATÁRIO obrigado a substituí-los por outros em iguais condições.
5. CLÁUSULA ESPECÍFICA (quando for o caso).
6. Fica eleito o foro da cidade de .......................................... para
dirimir qualquer dúvida referente ao presente termo.
E assim, por estarem de acordo com os termos acima, assinam o presente instrumento na presença de testemunhas e em duas vias de igual teor.
Local ......................................., ....... de ......................... de ...........
Comodante: ...........................................................................................
Comodatário: ............................................................................................
Testemunhas: ...........................................................................................
...............................................................................................................
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ANEXOS
Anexo E
Ficha de catalogação
(Frente)
No de registro
Nome do objeto
Propriedade
Forma de aquisição
Data da aquisição
Nome e endereço do doador
Localização
Material
Cor
Dimensões
Peso
País de Origem
Classificação
Artista ou
fabricante
Localização da
assinatura/marca
do fabricante
Período ou data
de fabricação
Descrição física
Condições Físicas
Valor Monetário
Foto Negativo No
Histórico e Significado
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ANEXOS
Continuação do Anexo E
Ficha de catalogação
(Verso)
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No de registro de itens
Emprestado a ou recebido
por empréstimo de
Observações
Datas de manutenção
ou inspeção
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ANEXOS
Continuação do Anexo E
Ficha de Catalogação
(Descrição dos campos)
No de registro: número dado pelo museu ao objeto, conforme previsto no Capítulo 8. Objetos em pares ou conjuntos, tais como cadeiras idênticas, aparelhos
de jantar etc., devem ser catalogados separadamente, recebendo cada peça um
número de registro. Entretanto, no verso da ficha, na casa “Observações”, devem
ser anotados os números de registro das peças relacionadas entre si. Partes
componentes de um item devem ser tratadas como um objeto separado, mas com
o mesmo no de registro. Quando o objeto for emprestado, manter o no original.
Nome ou tipo de objeto: escrever de forma concisa o nome do objeto e especificá-lo,
conforme o sistema de classificação adotado.
Forma de aquisição: doação, empréstimo, legado, coleta, etc.
Data de aquisição: data em que o item foi incluído no acervo.
Propriedade: coloque o nome da instituição proprietária ou de quem emprestou
o bem.
Nome e endereço do doador: colocar o endereço com CEP e até mesmo telefone.
Localização: registrar a lápis em que local o objeto se encontra.
Material: listar os principais materiais de que é feito o objeto.
Cor: descrever a cor predominante.
Dimensões: colocar as medidas exatas tais como comprimento, altura, largura,
profundidade e diâmetro, quando for o caso, sempre na mesma ordem.
Peso: registrar o peso exato.
País de origem: lançar o país de origem e, se possível, a localidade.
Classificação: de acordo com o tesauro elaborado pela DAC.
Período ou data de fabricação: registrar tanto o período (século .... ) como a
data. Quando não souber a data exata, coloque a mais aproximada. É importante
lembrar que o ano de fabricação nem sempre é o ano do modelo.
Artista ou fabricante: Colocar o nome completo do artista que fez o objeto, se
conhecido, ou o nome da firma fabricante.
Localização da assinatura ou da marca do fabricante: registrar em que local da
peça se encontra essa informação.
Descrição física: registre as características mais marcantes do objeto que não
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ANEXOS
tenham sido colocadas nos itens anteriores, tais como estilo, forma e detalhes de
estilo. É um retrato escrito do objeto. Lançar toda e qualquer alteração que possa
servir para facilitar a identificação.
Condições físicas: descrever sucintamente em que estado se encontra o objeto,
se tem partes quebradas, arranhadas ou faltando. Utilizar a casa “Observações”
no verso para complementar as informações. Os fragmentos do objeto devem ser
mantidos junto com ele, identificados com o mesmo número e, quando for o
caso, guardados em saco plástico. Os objetos devem ser classificados em Novo,
Excelente, Muito Bom, Bom, Regular e Mau, dependendo de vários fatores tais
como percentual de peças originais e acabamento, estado da numeração ou da
identificação do fabricante, restaurações efetuadas etc.
Valor monetário: sempre que possível, o valor estimado do bem deve ser colocado. Quando não se dispõe desse valor, lançar um aproximado, devendo ser atualizado periodicamente.
Foto negativo no: número do negativo da fotografia do objeto, quando existente.
No caso de fotos digitais, indicar nome do arquivo e onde se encontra.
Histórico e significado: um histórico do objeto deve ser registrado, com informações tais como a quem pertenceu ou usou e o que o tornou significativo para a
história e para o espaço cultural. Colocar as fontes usadas para essas informações.
Emprestado ou recebido por empréstimo de: registrar aqui a quem e quando
o objeto foi emprestado ou de quem e quando ele foi recebido por empréstimo.
No de registro de itens relacionados: registrar o número de outras partes componentes do item, quando essas partes se constituírem em objetos separados.
Observações: registre aqui tudo que de relevante houver sobre o objeto e não foi
incluído nos espaços anteriores.
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ANEXOS
Anexo F
Níveis de umidade recomendados
1 – Cerâmicas, terracota e pedra: 20 a 60%
2 – Couro: 45 a 60%
3 – Espécimes de ciência natural: 40 a 60%
4 – Fotografias e filmes: 30 a 45%
5 – Madeiras pintadas e envernizadas: 45 a 60%
6 – Metais: 0 a 35%
7 – Materiais plásticos: 30 a 50%
8 – Mobiliário: 40 a 60%
9 – Moedas: 20 a 40%
10 – Objetos taxidermizados: 40 a 60%
11 – Papel: 50 a 60%
12 – Pintura sobre madeira e escultura policromada: 45 a 60%
13 – Pintura sobre tela: 40 a 55%
14 – Vestuário, têxteis, tapetes e tapeçaria: 30 a 50%
15 – Vidro: 40 a 60%
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ANEXOS
Anexo G
Esquema auxiliar para o planejamento
de exposições
Título da exposição: Os índios norte-americanos
Objetivo: Contrapor-se às idéias estereotipadas a cerca do índio norte-americano; mostrar a diversidade de culturas e suas relações com o meio-ambiente.
RESUMO
1. NUNCA HOUVE UM ÍNDIO
NORTE- AMERICANO TÍPICO
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OBJETO
MEIO
Letras com 10 cm,
em 3 D
PAINEL
2. Por toda a América, os índios moravam em
diferentes tipos de casa e se vestiam de forma
variada. Eram caçadores, pescadores ou lavradores. A maneira como viviam era influenciada pelos locais que habitavam e pelas plantas e animais
que podiam dispor. Houve sete áreas culturais.
Mapa com fotos/desenhos
de casas relativas a cada
área cultural. Delinear as
áreas do mapa.
3. No Ártico, os esquimós utilizavam barcos
feitos com peles, para caçar baleias, morsas e
focas. Algumas vezes, suas casas foram construídas com madeira flutuante e outras com blocos de gelo. A palavra “iglu” significa “casa”;
assim, tanto pode ser de madeira como de gelo.
Objetos: equipamento de
pesca, ferramentas, brinquedos e roupas.
Fotos: caçadores em seus botes de pele, casas de madeira.
Desenhos: como construir
um iglu de gelo.
4. A abundância da vida marinha e o desenvolvimento de técnicas de preservação de alimentos
permitiram que as tribos da costa noroeste criassem aldeias permanentes e desenvolvessem uma
organização social altamente complexa.
Objetos: caixas de madeira, equipamentos de pesca,
ferramentas de madeira,
cobertores, máscaras, chocalhos, objetos de cobre.
PLATAFORMA
VITRINA para
os objetos de
uso diário
VITRINA para
os objetos de
cerimônias
.....................................................................
.....................................................................
.....................................................................
.......................................
.......................................
.......................................
.......................
.......................
.......................
.....................................................................
.....................................................................
.....................................................................
.......................................
.......................................
.......................................
.......................
.......................
.......................
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PAINEL
VITRINAS
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ANEXOS
Anexo H
Materiais utilizados na montagem de exposições e no
acondicionamento de acervos museológicos
1 – FITA FILMOPLAST P – TRANSPARENTE (52 FFP)
Fita de papel transparente, com pH neutro, livre de polpa de madeira ou
ácido, revestida com carbonato de cálcio e com adesivo solúvel em água.
Adequada para reparar “a seco” páginas rasgadas, prender e alçar fotografias e
gravuras leves e retocar as dobras de mapas ou outros papéis. Adere a filmes
de poliéster, podendo ser também usada como etiqueta, já que aceita inscrição à tinta. Encontra-se disponível em rolos de 2 cm x 50 m.
2 – FITA FILMOPLAST P90 – PAPEL
Fita de papel branca, com pH neutro, revestida com carbonato de cálcio e
livre de fibras de madeira. Sensível à pressão, com fibras longas e resistentes
a envelhecimento e rasgos. Recomendada para reparar junções, prender e
remendar bordas avariadas de documentos, páginas de livros etc.
3 – FITA FILMOPLAST SH – LINHO BRANCO
Fita adesiva fina de tecido branco para prender e reforçar livros a serem
recosturados, fazer alceamentos, pastas e envelopes. Possui alta flexibilidade e,
além de não manchar, é adequada para dobrar.
4 – FITA FLIMOPLAST T – RAYON
Feita com tecido rayon e adesivo acrílico, esta fita é ideal para recuperar livros
e lombadas.
5 – FACA OSBORNE No 925 (56 FOSFO01)
Esta faca é apropriada para desbastar couro, possuindo uma lâmina especial.
6 – LÂMINA OSBORNE No 925B (56 LOSL001)
É a lâmina própria para ser usada na Faca Osborne no 925.
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ANEXOS
7 – CANETA PRETA “PIGMA PEN” (56 PPENP)
Caneta com tinta preta, acid free no 005. Usada em documentos que precisam
ser conservados.
8 – ESPÁTULA TÉRMICA (56 ESP)
Sealector II Tacking Iron – 115V.
9 – THERMOPAPER (56 THER)
Pode ser encontrado em envelopes com 50 unidades (150 vF a 65,6º C).
10 – FILIFOLD DOCUMENTA (51 FFD)
Papel alcalino, imune à proliferação de fungos e bactérias, especialmente desenvolvido para acondicionar e preservar documentos, cópias fotográficas e
papéis em geral. Apresenta longevidade superior a 300 anos, sendo fabricado
na cor palha.
11 – FILIFOLD DOCUMENTA LAMINADO (51 FFDL)
Cartão composto por duas camadas de Filifold Documenta unidas com cola
neutra, não alterando a propriedade alcalina nem a longevidade do papel. É apropriado para confecção de embalagens e suporte de obras em molduras. Encontrase disponível na cor palha, com 600 g/m2 de gramatura e formato 74X112cm.
12 – FILIFOLD DOCUMENTA LAMINADO PLASTIFICADO (51 FLPFDL)
Trata-se, na verdade, do papel Filifold Documenta Laminado plastificado
externamente com polietileno. Encontra-se disponível com 600 g/m2 de
gramatura e formato 74X112 cm.
13 – FILIFOLD DOCUMENTA PLASTIFICADO (51 FPFD3)
É o Papel Filifold Documenta plastificado externamente em polietileno. Encontra-se disponível com 300 g/m2 de gramatura no formato 76X114 cm.
Obs: A relação completa dos equipamentos e materiais usados na corsevação
e no restauro pode ser obtida no site www.casadorestaurador.com.br.
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ANEXOS
Anexo I
Fornecedores de equipamentos
e produtos
1. EQUIPAMENTOS
a. Desumidificadores de ar ambiente
1) Desumidificador DEUMID-AIR 28OS ou 38OS com umidostato
Fabricação e venda: FARGON Engenharia e Indústria Ltda.
Rua Guaratiba, 167 – Santo Amaro – São Paulo – SP
Tel: PABX (11) 523-7211
2) Desumidificador MACLAM com umidostato
Fabricação e venda: MACLAM Indústria e Comércio
de Refrigeração Ltda.
Rua Mem de Sá, 102 – Loja – Centro – Rio de Janeiro – RJ
Tel: (21) 2242-6871 / 2221-2659 / 2222-7911
b. Esterilizadores de ar
1) Esterilizador de ar CLOVER
Fabricação e venda: CLOVER Eletrônica Ltda.
Rua Mosela 1239 – Petrópolis – RJ – Tel: (22) 243-4026
Distribuição: DISCLOVER
Av. Rio Branco, 45 sala 711 – Centro – Rio de Janeiro – RJ
Tel: (21) 2263-3677; 2263-2748
c. Equipamentos de monitoração ambiental
1) Higrômetro de ambiente HAENNI 300 R
2) Termômetro de ambiente HAENNI 96 R
3) Termo-higrógrafo, fabricação Renê Graf mod. Termograf 508
Fornecedor: RENÉ Graf Comercial e Técnica S.A.
Av. Francisco Matarazzo, 1055 – São Paulo – SP
Tel: (11) 872-0055 – Telex: (11) 21668;
Av. Suburbana, 2540 – Higienópolis – Rio de Janeiro – RJ
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ANEXOS
Tel: (21) 2280-8232 – Telex: (21) 22518;
Av. Cairu, 601 – Porto Alegre – RS
Tel: (0512) 243-1511 – Telex: (51) 2631
4) Psicrômetro giratório INCOTERM ref. PSI 5204
Fabricação e venda: INCOTERM Indústria de Termômetros Ltda.
Estrada Eduardo Prado, 1670 – Ipanema – Porto Alegre – RS
Tel: (512) 481366, 48-1470 – Telex: (51) 2394
Representantes: LUMAP – Representações
Av. Marechal Rondon, 1155 Bl. 6 Apto 203 – Rocha
Rio de Janeiro – RJ – Tel: (21) 2201-2207
5) Termo-higrógrafo Hidrologia S.A. mod. THG 1
Fabricação e venda: HIDROLOGIA S.A. Engenharia,
Indústria e Comércio
Rua Maia Lacerda, 663 – Estácio – Rio de Janeiro – RJ
Tel: (21) 2273-8212, 2273-9697 – Telex: (21) 22186
2. PRODUTOS PARA CONSERVAÇÃO
a. Filme de poliéster para envelopamento de originais fotográficos
1) Filme de poliéster THERPHANE/RHODIA (espess 0,05mm)
Fabricante: RHODIA S.A.
Av. Maria Coelho Aguiar, 215 Bloco B – São Paulo – SP
Tel: (11) 545-1122
Fornecedores: MICA ROLL Indústria e Comércio Ltda.
Rua Prudente Soares – SP – Caixa Postal: 42687
Tel: (11) 274-8835, 274-8624, 274-8729
Representante no Rio de Janeiro: Sr. Jorge Corrêa
Av. Camões, 527 – Penha Circular – Tel: (21) 2270-2113
b. Papéis para envelopes e entrefolhamento de originais fotográficos
1) Papel SALTO NEUTRO (60 g/m2 e 80 g/m2 )
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ANEXOS
Fornecedor: ARJOMARI DO BRASIL Comércio e Indústria Ltda.
Rua Cristiano Viana, 91 – São Paulo – SP
Tel: (11) 282-2366 – Telex: (11) 30358
2) Papéis para suporte, confecção de caixas e montagem de
originais fotográficos
a) Papel VELIN SALTO (185 g/m2 e 300 g/m2)
Fornecedor: ARJOMARI DO BRASIL Comércio e Indústria Ltda.
Observação: este papel pode ser encontrado a varejo em papelarias
especializadas como CASA CRUZ.
Rua Ramalho Ortigão, 26/28 – Largo de São
Francisco – Rio de Janeiro – RJ
Tel: (21)2221-0549
b) Papel filtrante FITEC (250 g/m2)
Fabricação e venda: FITEC Indústria e Comércio de Filtros Ltda.
Rua Martin Hein, 480 – Jardim Alvorada – Jandira – São Paulo
Tel: (11) 427-3266
Representantes no Rio de Janeiro: Sr. Maus Gastam Pinto Koeppe
Av Rio Branco 311 – Sala 501
Tel: (21) 2220-8898
c) Cartão Reforço (450 g/m2 , 300 g/m2 e 150 g/m2)
Fabricação e venda: Cia. De Zorzi de Papéis
Fazenda Coruputuba – Caixa Postal 01 – Pindamonhangaba – SP
Tel: (0122) 42-2122 – Telex: 0122-353
d) Jaquetas, protetores e porta-folhas de poliéster para
acondicionamento de microformas
Fabricante: ARRUDA Ultrason Ltda. São Paulo – SP
Distribuidor: XIDEX do Brasil Ltda.
Av. Rio Branco, 45 Grupo 1414 – Rio de Janeiro – RJ
Tel.: (21) 2253-0644
XIDEX do Brasil Ltda.
Rua Montalverne, 1083 – Jardim Piratininga – Osasco – São Paulo
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ANEXOS
Tel. (11) 801-1865
MARJORI Comércio Importação e Representação Ltda.
Praia do FIamengo, 278 Conj 62 – Rio de Janeiro – RJ
Tel: (21) 2552-4299 / 2552-5048
c. Pastas suspensas com hastes plásticas
Fabricação e venda: TELOS S.A. Equipamentos e Sistemas
Rua Sumidouro, 169/175 – São Pauto – SP
Tel: (11) 815-3866
Rua Sen Dantas, 75, 22o and. Conj 2204 – Rio de Janeiro – RJ
Tel: (21) 2220-8180
d. Adesivos
1) Carboximetilcelulose (CMC)
Fornecedor: B. HERZOG Comércio e Indústria S.A.
Rua Miguel Couto, 131 – Centro – Rio de Janeiro – RJ
Tel: 2233-7948, 2233-9845
2) Cola Metylan
Fabricação e venda: HENKEL S.A. Indústrias Químicas
Rua Barão do Flamengo, 22 grupo 401 – Flamengo
Rio de Janeiro – RJ
Tel: (21) 2265-9499
Fornecedor: SAINT HONORÉ Com. Imp. e Exp. Ltda.
Rua São Francisco Xavier, 318 Loja A – Rio de Janeiro – RJ
Tel: (21)2284-9590, 2264-3347
3. LUVAS PARA MANUSEIO DE MATERIAIS FOTOGRÁFICOS
a. Luvas de suedine e helanca
Fabricação e venda:
Fábrica de Luvas EVA
Rua dos Italianos, 999 – Bom Retiro – São Paulo
Tel: (11) 221-6291 / 221-2707 / 221-6711
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ANEXOS
b. Luvas de algodão
Fornecedor: RAVAGLIO & Cia Ltda.
Rua João Ziebarth, 9 – Vila Nova – Blumenau
Santa Catarina
Tel: (47) 323-1320
4. PAPÉIS PARA IMPRESSÃO DE FOTOS E TEXTOS
a. Alto brilho (tamanhos A3 e A4)
– Glossy paper – 150 g/m2
– Glossy adesivo – 85 g/m2
– Glossy card – 180 g/m2
b. Semi brilho tamanhos A3 e A4)
– Full color paper – 95 g/m2
– Full color paper dupla face – 95 g/m2
– Full color card – 180 g/m2
– Full color card dupla face – 180g/m2
c. Aplicações diversas
– Glossy pérola adesivo – 60 micra frontal (A3 e A4)
– Transparência adesiva – 100 micra frontal.(A3 e A4)
– Inkjet film transparência – 100 micra (A4)
– Magnetic paper – glossy adesivo + manta magnética (A4)
Fornecedor: Carimsistem – Sistemas de Impressão Ltda
Rua do Propósito, 9-A – Gamboa – Rio
Tel: (21) 2516-2529 – Fax: (21) 2263-1310
5. PRODUTOS E EQUIPAMENTOS USADOS NA
CONSERVAÇÃO E RESTAURAÇÃO
Casa do Restaurador
Rua Nhu-Guaçu, 105
Campo Belo – São Paulo – SP
Tel: (11) 5561-3128 – Fax: (11) 530-8119
Site: www.casadorestaurador.com.br
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(2)
(1)
(3)
Identificação / Descrição
do Objeto
(4)
Autor /
Fabricante
(5)
Origem
(6)
Data ou
Século
(7)
Situação
(1) Usar numeração seqüencial, a partir de 1.
(2) Registrar a quantidade de exemplares idênticos do objeto em questão;
(3) Identificar o objeto pelo nome técnico-científico/nomenclatura ou descrevê-lo sucintamente.
(4) Colocar o nome do autor/signatário para pinturas, esculturas, desenhos, livros, documentos e similares. Colocar o nome do fabricante para
armamentos, equipamentos, fardamentos/indumentárias, utensílios, viaturas, porcelanas, prataria, móveis, ferramentas e demais objetos afins.
(5) Se nacional, colocar os nomes da cidade e do estado. Se estrangeiro, o do país.
(6) Registrar a data ou o século de fabricação.
(7) Preencher com a letra E, se estiver em exposição, R se estiver na reserva técnica e C se estiver emprestado.
INSTRUÇÕES PARA O PREENCHIMENTO DOS CAMPOS:
Quantidade
Existente
No de
Ordem
Organização Militar: .................................................................................................................................................
Espaço Cultural: ................................................... Cidade: ............................... UF: ............. Data: ........................
Relação do acervo existente
Anexo J
ANEXOS
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(2)
(1)
(3)
Identificação / Descrição
do Objeto
(4)
Autor /
Fabricante
(5)
Origem
(6)
Data ou
Século
(7)
Situação
(1) Usar numeração seqüencial, a partir de 1.
(2) Registrar a quantidade de exemplares idênticos do objeto em questão.
(3) Identificar o objeto pelo nome técnico-científico/nomenclatura ou descrevê-lo sucintamente.
(4) Colocar o nome do autor/signatário para pinturas, esculturas, desenhos, livros, documentos e similares. Colocar o nome do fabricante para
armamentos, equipamentos, fardamentos/indumentárias, utensílios, viaturas, porcelanas, prataria, móveis, ferramentas e demais objetos afins.
(5) Se nacional, colocar os nomes da cidade e do estado. Se estrangeiro, o do país.
(6) Registrar a data ou o século de fabricação.
(7) Informar, para cada objeto, se é uma entrada ou saída. Neste último caso, informar o expediente da DAC que autorizou.
INSTRUÇÕES PARA O PREENCHIMENTO DOS CAMPOS:
Quantidade
Existente
No de
Ordem
Organização Militar: .................................................................................................................................................
Espaço Cultural: ........................................................................................... Data: ...............................................
Anexo K
Alterações com o acervo
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ANEXOS
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ANEXOS
Anexo L
Memento para visitas e inspeções
em espaços culturais
1. RESERVA TÉCNICA
a. Destinação
Sim Não
1) A área da reserva técnica é usada unicamente para a guarda
de objetos.
2) Líquidos e materiais inflamáveis são guardados fora da
reserva técnica.
Deficiências:
Ação corretiva:
b. Espaço físico
1) As dependências estão fora de áreas inundáveis.
2) As dependências estão numa área que não será inundada por força do rompimento ou vazamento de tubulações
de água e esgoto.
3) O espaço é adequadamente preparado para manter as
condições ambientais recomendadas.
4) Se a dependência tem janelas, elas estão isoladas e trancadas.
5) As dependências têm o menor número possível de portas, de maneira a aumentar a segurança e o controle ambiental.
6) A área da reserva técnica está, tanto quanto possível, livre
de tubulações de água, vapor e esgoto.
7) A área está livre de válvulas ou medidores de água, luz e gás
que requeiram monitoramento ou reparos por pessoal externo.
8) A área disponível é suficiente para a movimentação da
equipe e dos objetos, sem obstáculos (Ex: portas estreitas,
escadas apertadas e tetos baixos).
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ANEXOS
9) O espaço existente é suficientemente amplo para a guarda
dos objetos e dos que poderão chegar no futuro.
10) A área está convenientemente organizada de forma a
permitir fácil acesso aos objetos e aos equipamentos.
11) Os armários para guarda dos objetos estão em bom
estado, livres de ferrugem e com boa vedação.
12) As prateleiras abertas estão em bom estado, sem saliências
que possam danificar os objetos.
13) Os objetos colocados nas prateleiras não estão uns sobre
os outros.
14) Os armários e as prateleiras estão colocados em cima de
suportes com altura de 5 a 10 cm acima do solo, como
precaução contra inundações e para facilitar a limpeza do
chão e a inspeção contra pragas.
15) Os objetos delicados estão acondicionados em caixas
fechadas com o interior em isopor.
16) Os objetos no interior dos armários e gavetas estão convenientemente colocados de forma a evitar danos por ocasião de aberturas e fechamentos.
Deficiências:
Ação corretiva:
2. O MEIO AMBIENTE INTERNO
a. Temperatura e umidade relativa do ar
1) Os níveis, nos salões de exposição e na reserva técnica, são
monitorados diariamente.
2) As observações diárias são registradas, com anotações sobre as variações nas condições climáticas e de visitação que justifiquem as alterações nas leituras de temperatura e umidade.
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ANEXOS
3) Os registros das leituras de temperatura e umidade do ar e das
observações diárias são revistos e analisados mensalmente, para
determinar a freqüência, a extensão e as causas das flutuações.
4) Os níveis de temperatura e umidade em cada ambiente, de
acordo com a natureza do material exposto ou guardado, estão de acordo com o preconizado nas Normas.
Deficiências:
Ação Corretiva:
b. Luz
1) O nível de luminosidade e duração do espectro de luz visível é
monitorado e preenche os padrões estabelecidos nas Normas.
2) Os níveis de iluminação natural são registrados semestralmente.
3) Os níveis de luz natural registrados estão dentro de valores
aceitáveis.
4) A radiação UV é controlada por meio de materiais de filtragem.
Deficiências:
Ação corretiva:
c. Pragas
1) Inspeções periódicas para a constatação da presença de
insetos, mofo e outras infestações são conduzidas continuamente, especialmente em relação ao acervo.
Deficiências:
Ação corretiva:
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ANEXOS
d. Poeira
1) Os objetos expostos em áreas não protegidas da poeira
ficam sempre cobertos.
2) A poeira, na reserva técnica e nos salões de exposição, é
controlada e faz parte do plano de conservação.
Deficiências:
Ação corretiva:
3. SEGURANÇA
a. Controle de chaves
1) Chaves da reserva técnica e das vitrinas são fornecidas
somente ao pessoal diretamente responsável pelas coleções.
2) A entrega de chaves é estritamente controlada por meio
de recibos.
Deficiências:
Ação corretiva:
b. Controle do acesso
1) Existem normas escritas para o controle do acesso às coleções por parte do pessoal de fora, pesquisadores e visitantes.
2) Todos os visitantes, pesquisadores e pessoas de fora que
entram na reserva técnica são acompanhados durante todo
o tempo de permanência.
3) O acesso de visitantes e pesquisadores é controlado por
meio de registro escrito, indicando o nome, endereço, data,
hora de entrada e de saída e a razão da visita.
4) As regras para abertura e fechamento das áreas estão escritas,
aprovadas e são praticadas.
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ANEXOS
5) Os objetos expostos têm proteção adicional em ocasiões
de alto risco.
6) As entradas nas áreas de exposição e na reserva técnica são
controladas e equipadas com portas de metal ou de madeira
maciça, com fechaduras de segurança.
7) Existem, nos salões de exposição e na reserva técnica, sistemas de alarme adequados ao provável risco, em virtude
da natureza dos objetos expostos e guardados.
8) Os sistemas de alarme são inspecionados, e realizadas manutenções periódicas.
9) Os objetos pequenos, altamente sensíveis e de grande valor
são guardados em armários ou vitrinas fechadas e trancadas.
10) Os objetos insubstituíveis, particularmente sensíveis
ou valiosos, usados nas exposições, estão protegidos em
vitrinas e outros meios que proporcionam proteção contra furtos ou vandalismo.
Deficiências:
Ação corretiva:
4. PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO
1) Os sistemas de detecção e combate instalados são adequados ao risco envolvido, à natureza das coleções existentes e à estrutura que as abriga.
2) Os sistemas de detecção e combate são inspecionados e
sofrem manutenção regularmente.
3) Existem extintores em número e tipo adequados à natureza das coleções, ao tamanho da área a ser protegida e capazes de conter vários tipos de incêndio.
4) Os extintores são recarregados anualmente.
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ANEXOS
5) O pessoal que trabalha está treinado para o uso adequado
dos extintores.
6) Os objetos colocados no alto das prateleiras ou em vitrinas não obstruem as cabeças de descarga dos sistemas automáticos de combate.
7) As estruturas e os locais que abrigam as coleções (paredes,
tetos, pisos, portas, janelas etc.) são feitos de materiais os
mais resistentes possíveis ao fogo.
8) Todos os registros feitos em papel estão guardados em
armários em condições de resistir a temperaturas elevadas
durante uma hora.
9) A mídia magnética (disquetes, fitas etc.) está acondicionada
em caixas que mantêm a temperatura em níveis suportáveis.
Deficiências:
Ação corretiva:
5. LIMPEZA E MANUTENÇÃO
1) Existe um plano de limpeza escrito para a reserva técnica
e para os salões de exposição.
2) A limpeza é realizada de acordo com o plano.
3) O plano de limpeza é revisto e atualizado anualmente.
4) Fumar, beber e comer é proibido por escrito.
Deficiências:
Ação corretiva:
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ANEXOS
Anexo M
Extintores de incêndio
e suas aplicações
Cada classe de incêndio exige ação adequada. Extintor inadequado pode causar
outros danos. Para maior proteção, conheça os tipos básicos de extintores e
como usá-los.
1) GÁS CARBÔNICO (CO2)
O CO2 (dióxido de carbono) é um agente extintor
não tóxico, não condutor de eletricidade, de baixíssima
temperatura, que recobre o fogo em forma de uma camada gasosa, isolando o oxigênio indispensável à combustão, extinguindo o fogo por abafamento. Devido a sua
baixa temperatura, o CO2 proporciona ao operador uma
cortina de proteção contra o calor irradiante. É indicado
para incêndios da CLASSE “B” (líquidos inflamáveis e corpos gordurosos) e da CLASSE “C” (equipamentos elétricos).
Não tem contra indicação. Age como coadjuvante em incêndios da
CLASSE “A” (Combustíveis secos como: madeira, papel, tecido, entulhos etc.).
2) PÓ QUÍMICO SECO
O pó químico seco é um agente extintor de grande
e comprovada eficiência. Ao entrar em contato com as chamas, o pó se decompõe, isolando rapidamente o oxigênio
indispensável à combustão e extinguindo o fogo por abafamento. É expelido do extintor em forma de uma nuvem,
que também protege o operador contra o calor irradiante.
É indicado contra incêndios CLASSE “B” (líquidos inflamáveis e corpos gordurosos) a CLASSE “C” (equipamentos elétricos). Não tem contra indicação, devendo também ser usado na ação
contra incêndios em gases inflamáveis, inclusive os liquefeitos de petróleo (GLP).
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ANEXOS
3) ESPUMA QUÍMICA
A espuma é um agente extintor de fogo em forma
de um líquido espesso, obtido por reação química de duas
soluções específicas. Sua ação é a de extinguir o fogo por
abafamento e, como efeito secundário, por umídificação.
É de grande eficiência no combate a incêndios da CLASSE
“B” (líquidos inflamáveis e corpos gordurosos), podendo
ser empregados nos da CLASSE “A” (combustíveis secos)
devido a sua ação umidificante.
Contra-indicação: Não deve ser usado contra incêndios da CLASSE “C” (equipamentos elétricos energizados).
4) ÁGUA GÁS
Age como coadjuvante em incêndios da CLASSE
“A” (combustíveis secos como: madeira, papel, tecido, entulhos etc.). A ação da água é a de resfriamento, tornando
a temperatura inferior ao ponto de ignição. Esse tipo de
incêndio predomina em armazéns, depósitos, carpintarias,
fábricas de papel, fábricas de tecidos etc.
Contra-indicado para incêndios da CLASSE “B”
(líquidos inflamáveis e corpos gordurosas) ou da CLASSE “C” (equipamentos elétricos quando em carga).
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ANEXOS
Quadro indicativo de uso – Tipos de extintores
CLASSES DE
INCÊNDIO
Gás
Carbônico
Água
Gás
Espuma
Química
Pó seco
Químico
A
De superfície e
profundidade:
panos, lixos,
fibras, madeira,
papéis
Sim
(sem grande
eficiência)
Sim
(com ótimo
resultado)
Sim
(com bom
resultado)
Sim
(sem grande
eficiência)
B
De superfície:
querosene.
gasolina, óleos,
tintas, graxas,
gases etc.
Sim
(com bom
resultado)
Não
(contraindicado)
Sim
(com ótimo
resultado)
Sim
(com ótimo
resultado)
C
Equipamentos
elétricos
Sim
(com ótimo
resultado)
Não
Não
(perigoso,
conduz
eletricidade)
(perigoso,
conduz
eletricidade)
Sim
(pode causar
dano ao
equipamento)
Como
operá-los
Efeito
Recarga
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1. retire o
1. abra a
1. vire o
grampo;
1. abra a
aparelho com válvula do gás;
2. aperte
2. aperte o
válvula do gás; a tampa para
o gatilho;
2. dirija o
baixo;
gatilho;
3. dirija o
jato para a
2. dirija o
3. dirija o
jato para a
base do fogo.
jato para a
jato para a
base do fogo.
base do fogo. base do fogo.
Abafamento e
Abafamento e
Resfriamento
resfriamento
resfriamento
Abafamento
Revisar
Revisar
semestralmente semestralmente
e quando o
e quando o
peso cair mais peso cair mais
de 10%.
de 10%.
Revisar e
recarregar
quando o
manômetro
indicar fora
de operação.
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Revisar e
recarregá-lo
anualmente.
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