Roberto Lent – Universidade Federal do Rio de Janeiro e Rede

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Roberto Lent – Universidade Federal do Rio de Janeiro e Rede
ROBERTO LENT
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
UMA JANELA DE OPORTUNIDADE
PARA O BRASIL
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
PESQUISA TRANSLACIONAL: CONCEPÇÕES 1D
FILOSOFIA
NATURAL
INVENÇÃO
PESQUISA
BÁSICA
PESQUISA
APLICADA
PESQUISA
BÁSICA
PESQUISA
APLICADA
PESQUISA
BÁSICA
PESQUISA
APLICADA
DESENVOLVIMENTO
DESENVOLVIMENTO
PRODUÇÃO
PRODUÇÃO
Mod. Vannevar Bush, 1990
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
PESQUISA TRANSLACIONAL: CONCEPÇÃO 2D
UTILIDADE PRÁTICA?
Não
Sim
Sim
PESQUISA
BÁSICA
PURA
(Niels Bohr)
PESQUISA
INSPIRADA
PELO USO
(Louis Pasteur)
PESQUISA
BÁSICA
APLICADA
(Carl Linnaeus)
PESQUISA
APLICADA
PURA
(Thomas Edison)
CONCEITOS
FUNDAMENTAIS?
Não
Mod. Donald Stokes, 1997
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
PESQUISA TRANSLACIONAL EM SAÚDE
(NO QUADRANTE DE PASTEUR)
...À BEIRA DO LEITO
DA BANCADA...
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
PESQUISA TRANSLACIONAL EM SAÚDE
(NO QUADRANTE DE PASTEUR)
SISTEMAS DE SAÚDE
HOSPITAIS
CLÍNICAS
PROFISSIONAIS DE SAÚDE
GESTORES DE SAÚDE
...À BEIRA DO LEITO
DA BANCADA...
UNIVERSIDADES
PESQUISADORES / PROFESSORES
ALUNOS DE PÓS-GRADUAÇÃO
ALUNOS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA
GRANDES EMPRESAS
“BIG PHARMA”
EMPREENDEDORES / CEOs
PESQUISADORES / PROFESSORES
TÉCNICOS
EMPRESAS SPIN-OFFS e START-UPS
PESQUISADORES / PROFESSORES
TÉCNICOS
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
PESQUISA TRANSLACIONAL EM SAÚDE
(NO QUADRANTE DE PASTEUR)
EXPERIÊNCIA NACIONAL
Daniela Baumann Cormelio e
Caroline Brunetto de Farias
Laboratório Rafael Roesler
Incubadora de empresas
Start-up
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
PESQUISA TRANSLACIONAL
(CONCEITO APLICADO À EDUCAÇÃO)
...À SALA DE AULA
DA BANCADA...
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
PESQUISA TRANSLACIONAL
(CONCEITO APLICADO À EDUCAÇÃO)
SISTEMAS EDUCACIONAIS
MEC E SECRETARIAS
ESCOLAS
PROFESSORES
GESTORES
FAMÍLIAS
...À SALA DE AULA
DA BANCADA...
UNIVERSIDADES
PESQUISADORES / PROFESSORES
ALUNOS DE PÓS-GRADUAÇÃO
ALUNOS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA
GRANDES EMPRESAS,
GOVERNOS
EMPREENDEDORES / CEOs
PESQUISADORES / PROFESSORES
TÉCNICOS
EMPRESAS SPIN-OFFS E START-UPS
PESQUISADORES / PROFESSORES
TÉCNICOS
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
EXEMPLO 1: ACELERAÇÃO DA LEITURA
REDE NEURAL DA LEITURA
Dehaene et al (2010) Science 330:1359-1364
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
EXEMPLO 1: ACELERAÇÃO DA LEITURA
ATIVIDADE
FUNCIONAL
CONTROLES
DISLÉXICOS
CONTROLES - DISLÉXICOS
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
EXEMPLO 1: ACELERAÇÃO DA LEITURA
CONECTIVIDADE
FUNCIONAL
CONTROLES
DISLÉXICOS
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
EXEMPLO 1: ACELERAÇÃO DA LEITURA
Breznitz e Bloch (2010) Reading Acceleration Program (RAP)
The Edmond J. Safra Brain
Research Center for the Study
of Learning Disabilities
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
EXEMPLO 1: ACELERAÇÃO DA LEITURA
Grãos integrais fazem parte
de uma dieta balanceada. Eles
devem ser consumidos todo dia.
muitos de nossos cereais
favoritos contêm grãos.
Breznitz e Bloch (2010) Reading Acceleration Program (RAP)
The Edmond J. Safra Brain
Research Center for the Study
of Learning Disabilities
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
EXEMPLO 1: ACELERAÇÃO DA LEITURA
Grãos integrais fazem parte
de uma dieta balanceada. Eles
devem ser consumidos todo dia.
muitos de nossos cereais
favoritos contêm grãos.
Breznitz e Bloch (2010) Reading Acceleration Program (RAP)
The Edmond J. Safra Brain
Research Center for the Study
of Learning Disabilities
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
EXEMPLO 1: ACELERAÇÃO DA LEITURA
Quando devemos comer grãos?
a) Diariamente
b) Semanalmente
c) De hora em hora
d) Não consegui ler até o fim
Breznitz e Bloch (2010) Reading Acceleration Program (RAP)
The Edmond J. Safra Brain
Research Center for the Study
of Learning Disabilities
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
EXEMPLO 1: ACELERAÇÃO DA LEITURA
ANTES DO RAP
DEPOIS DO RAP
DISLÉXICOS
CONTROLES
Horowitz-Kraus et al (2013) Brain and Language
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
EXEMPLO 1: ACELERAÇÃO DA LEITURA
Retention
6 months
Breznitz et al (2013) Nature Comm 4:1-6
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
EXEMPLO 1: ACELERAÇÃO DA LEITURA
CONCLUSÕES GERAIS:
As redes cerebrais da leitura tornaram-se conhecidas
Sua ativação é menor em disléxicos
É possível controlar a velocidade da leitura
CpE
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
EXEMPLO 1: ACELERAÇÃO DA LEITURA
SUGESTÕES PARA GESTORES E EDUCADORES:
Estimular a produção de ferramentas aceleradoras da leitura
Avaliar a sua aplicação em sala de aula
Estimular pesquisas multicêntricas e randomizadas
CpE
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
EXEMPLO 2: VIDEOJOGOS
FAZEM BEM, SÃO
INÓCUOS, OU FAZEM
MAL?
COMO DEVEM LIDAR
COM ELES OS
EDUCADORES
E AS FAMÍLIAS?
PARA O BEM OU
PARA O MAL, QUEM
É MAIS SUSCETÍVEL
AOS SEUS EFEITOS?
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
EXEMPLO: VIDEOJOGOS
FAZEM BEM, SÃO
INÓCUOS, OU FAZEM
MAL?
COMO DEVEM LIDAR
COM ELES OS
EDUCADORES
E AS FAMÍLIAS?
A CIÊNCIA PODE MOSTRAR
OS DOIS LADOS DESTA MOEDA
PARA O BEM OU
PARA O MAL, QUEM
É MAIS SUSCETÍVEL
AOS SEUS EFEITOS?
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
EXEMPLO 2: VIDEOJOGOS
Bejjanki et al (2014) PNAS USA 111:16961-16966
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
EXEMPLO 2: VIDEOJOGOS
Bejjanki et al (2014) PNAS USA 111:16961-16966
+
PADRÕES DE GABOR
DE DIFERENTES CONTRASTES
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
EXEMPLO 2: VIDEOJOGOS
Bejjanki et al (2014) PNAS USA 111:16961-16966
+
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
EXEMPLO 2: VIDEOJOGOS
Bejjanki et al (2014) PNAS USA 111:16961-16966
+
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
EXEMPLO 2: VIDEOJOGOS
Bejjanki et al (2014) PNAS USA 111:16961-16966
+
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
EXEMPLO 2: VIDEOJOGOS
Bejjanki et al (2014) PNAS USA 111:16961-16966
+
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
EXEMPLO 2: VIDEOJOGOS
Bejjanki et al (2014) PNAS USA 111:16961-16966
LIMIAR?
PADRÕES DE GABOR
DE DIFERENTES CONTRASTES
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
EXEMPLO 2: VIDEOJOGOS
Bejjanki et al (2014) PNAS USA 111:16961-16966
TvC = Limiar versus Contraste
NVGP = não usuários de videojogos
AVGP = usuários de videojogos de ação
PTM = modelo computacional do limiar perceptual
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
EXEMPLO 2: VIDEOJOGOS
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
EXEMPLO 2: VIDEOJOGOS
3034 crianças e adolescentes
de Singapura (8-17 anos,
73% masculinos)
Estudo longitudinal em 3 anos
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
EXEMPLO 2: VIDEOJOGOS
Tempo 1
Uso de
jogos
violentos
Tempo 2
Cognição
agressiva
Tempo 3
Comportamento
agressivo
Uso de jogos violentos no Tempo 1 prediz cognição agressiva no Tempo 2,
que por sua vez prediz comportamento agressivo no Tempo 3.
a
Valores sobre as setas indicam coeficientes de regressão. P < 0.001
3034 crianças e adolescentes
de Singapura (8-17 anos,
73% masculinos)
Estudo longitudinal em 3 anos
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
EXEMPLO 2: VIDEOJOGOS
CONCLUSÕES GERAIS:
Videojogos de ação têm efeitos positivos sobre a atenção e a aprendizagem
porém...
Seu conteúdo frequentemente violento provoca malefícios:
redução da empatia, cognição agressiva, comportamento agressivo
CpE
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
EXEMPLO 2: VIDEOJOGOS
SUGESTÕES PARA EDUCADORES E GESTORES:
Regular a comercialização de videojogos violentos
Estimular a produção de videojogos de ação não-violentos
Monitorar / evitar o uso intensivo por crianças
CpE
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
OUTROS EXEMPLOS
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
PESQUISA TRANSLACIONAL
UTILIDADE PRÁTICA?
Quadrante de
Bohr
Sim
CONCEITOS
FUNDAMENTAIS?
Não
Não
Quadrante de
Pasteur
Mecanismos
da memória
Mecanismos
da aprendizagem
Neuroplasticidade
sináptica
Psicofármacos
agonistas
glutamatérgicos
Natureza biológica
dos sonhos
Consolidação da memória
durante o sono REM
Etologia de
comportamentos
Sofwares
pro-aprendizagem
Eletrofisiologia
de canais iônicos
Estudos clínicos
de psicofármacos
Zoologia comparada
do sono
Quadrante
de Linnaeus
Sim
Sugestões de grade
horária com soneca
nas escolas
Quadrante
de Edison
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
POR QUÊ É NECESSÁRIA?
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
POR QUÊ É NECESSÁRIA?
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
POR QUÊ É NECESSÁRIA?
Variação
2003-2012
+1,7%
+3,8%
+9,8%
Variação
2009-2012
-0,5%
0%
+1,3%
600
550
10 PAÍSES LÍDERES
500
MÉDIA OCDE
450
400
350
BRASIL
2000
2003
2006
2009
2012
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
POR QUÊ É NECESSÁRIA?
600
550
10 PAÍSES LÍDERES
500
MÉDIA OCDE
450
400
350
BRASIL
2000
2003
2006
2009
2012
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
POR QUÊ É NECESSÁRIA?
A HIPÓTESE DE INFLEXÃO DA CURVA
600
550
10 PAÍSES LÍDERES
500
MÉDIA OCDE
2060?
450
POLÍTICA
EDUCACIONAL
CONSERVADORA
400
350
BRASIL
2000
2003
2006
2009
2012
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
POR QUÊ É NECESSÁRIA?
A HIPÓTESE DE INFLEXÃO DA CURVA
600
550
10 PAÍSES LÍDERES
500
MÉDIA OCDE
2036
450
400
350
BRASIL
2000
2003
2006
2009
2012
POLÍTICA
EDUCACIONAL
ACUMULADORA
(VONTADE POLÍTICA
+ RECURSOS)
2060?
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
POR QUÊ É NECESSÁRIA?
A HIPÓTESE DE INFLEXÃO DA CURVA
600
550
10 PAÍSES LÍDERES
500
MÉDIA OCDE
2025
450
ACELERAÇÃO
EDUCACIONAL
MULTIPLICADORA
(VONTADE POLÍTICA
400
350
BRASIL
2000
2003
2006
2009
2012
+ RECURSOS +
CpE)
2036
2060?
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
POR QUÊ É NECESSÁRIA?
A HIPÓTESE DE INFLEXÃO DA CURVA
600
550
2030
10 PAÍSES LÍDERES
500
MÉDIA OCDE
2025
450
ACELERAÇÃO
EDUCACIONAL
MULTIPLICADORA
(VONTADE POLÍTICA
400
350
BRASIL
2000
2003
2006
2009
2012
+ RECURSOS +
CpE)
2036
2060?
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO:
POR QUÊ É NECESSÁRIA?
A HIPÓTESE DE INFLEXÃO DA CURVA
2050
600
550
10 PAÍSES LÍDERES
500
MÉDIA OCDE
2030
450
ACELERAÇÃO
EDUCACIONAL
MULTIPLICADORA
(VONTADE POLÍTICA
400
350
BRASIL
2000
2003
2006
2009
2012
+ RECURSOS +
CpE)
2060?
A REDE NACIONAL DE CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO
FUNDADA EM NOVEMBRO 2014
A REDE NACIONAL DE CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO
OBJETIVOS E AÇÕES
A REDE NACIONAL DE CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO
OBJETIVOS E AÇÕES
http://ibro2015.org/?page_id=948
A REDE NACIONAL DE CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO
OBJETIVOS E AÇÕES
http://ibro2015.org
A REDE NACIONAL DE CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO
OBJETIVOS E AÇÕES
Brasil
Chile
HongKong Unesco
Brasil
Estados Unidos
Suiça
NSF
http://ibro2015.org
20 palestrantes
8 países + UNESCO
A REDE NACIONAL DE CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO
OBJETIVOS E AÇÕES
A REDE NACIONAL DE CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO
que
O CENSO NACIONAL DE CpE
fazemos?
onde
estamos?
quem
somos?
como colaboramos?
A REDE NACIONAL DE CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO
O CENSO NACIONAL DE CpE
DANIELE BOTARO
Bolsista Posdoc IAS
JESUS MENA-CHALCO
Universidade Federal do ABC
A REDE NACIONAL DE CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO
que
O CENSO NACIONAL DE CpE
fazemos?
onde
estamos?
quem
somos?
como colaboramos?
A REDE NACIONAL DE CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO
O CENSO NACIONAL DE CpE
337 DESCRITORES
Educacionais
Científicos
NEUROFISIOLOGIA
EDUCAÇÃO
FÍSICA
NEUROLINGUÍSTICA
DISLEXIA
SOCIOEMOCIONAIS
DISTURBIOS
DO SONO
COGNIÇÃO
COGNIÇÃO
AFETIVA
AVALIAÇÃO
NEUROPLASTICIDADE
GRAFOS
DISCALCULIA
COMPUTAÇÃO
NEUROEDUCAÇÃO
TECNOLOGIAS
EDUCACIONAIS
A REDE NACIONAL DE CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO
O CENSO NACIONAL DE CpE
337 DESCRITORES
educação
neurociência
606 mil teses/dissertações
no BTD
tecnologia
117 mil teses/dissertações
25.718 orientadores
A REDE NACIONAL DE CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO
O CENSO NACIONAL DE CpE
25.718 orientadores
Alunos
neuro
ciência
educação
tecno
logia
7.301
com 5+ alunos
orientados
Porcentagem
> 70 alunos
14
0,03%
> 60 alunos
22
0,09%
> 50 alunos
36
0,18%
> 40 alunos
86
0,39%
> 30 alunos
251
1,01%
> 20 alunos
799
3,00%
> 10 alunos
3152
10,81%
> 5 alunos
6365
26,59%
> 2 alunos
14444
62,41%
> 1 alunos
15160
100,00%
A REDE NACIONAL DE CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO
O CENSO NACIONAL DE CpE
7.301 orientadores
neuro
ciência


Plataforma LATTES
educação
tecno
logia
 4 milhões de currículos
Script
Lattes
 15 mil bolsistas
 220 mil doutores
de produtividade
Extração de todos os CVs Lattes (7.301) + homônimos
Métricas de produção científica desses grupos (2005-2015)

 Localização geográfica
 Redes de colaboração
(baseadas em coautoria de publicações)
A REDE NACIONAL DE CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO
O CENSO NACIONAL DE CpE
7.301 orientadores
neuro
ciência
educação
tecno
logia
Script
Lattes


Extração de todos os CVs Lattes (7.301) + homônimos
Métricas de produção científica desses grupos (2005-2015)
 Localização geográfica

 Redes de colaboração
(baseadas em coautoria de publicações)
A REDE NACIONAL DE CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO
O CENSO NACIONAL DE CpE
7.301 orientadores
neuro
ciência
educação
tecno
logia
Script
Lattes


Extração de todos os CVs Lattes (7.301) + homônimos
Métricas de produção científica desses grupos (2005-2015)

Localização geográfica
 Redes de colaboração

(baseadas em coautoria de publicações)
A REDE NACIONAL DE CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO
O CENSO NACIONAL DE CpE
COLABORAÇÕES ENTRE DESCRITORES
A REDE NACIONAL DE CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO
O CENSO NACIONAL DE CpE
A REDE NACIONAL DE CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO
O CENSO NACIONAL DE CpE
Neuro
Educ
COLABORAÇÕES ENTRE PESQUISADORES
E DESCRITORES
A REDE NACIONAL DE CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO
O CENSO NACIONAL DE CpE
CRIAÇÃO DE UM SOFTWARE PARA IDENTIFICAR
LÍDERES E GRUPOS DE PESQUISA EM CpE
RESEARCH TOPIC
RESEARCHER
AREA
Seniority
PLACE
+
NAME
Inactivity
Publications
Supervisions
Publications
Full papers in journals
Books
Book chapters
Keywords
Gender
A REDE NACIONAL DE CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO
O CENTRO NACIONAL DE CpE
COMO SE PODERIA ESTIMULAR UM FORTE IMPULSO
INICIAL À CpE NO BRASIL?
EM
NEGOCIAÇÃO
A REDE NACIONAL DE CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO
O CENTRO NACIONAL DE CpE
CONCEPÇÃO: LABORATÓRIOS MULTIUSUÁRIOS E MULTIPROPÓSITO
PARA PESQUISA EM CpE
EM
NEGOCIAÇÃO
NUTES
A REDE NACIONAL DE CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO
O CENTRO NACIONAL DE CpE
1. LABORATÓRIO DE NEUROIMAGEM POR RESSONÂNCIA MAGNÉTICA
EM
NEGOCIAÇÃO
NUTES
A REDE NACIONAL DE CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO
O CENTRO NACIONAL DE CpE
1. LABORATÓRIO DE NEUROIMAGEM POR RESSONÂNCIA MAGNÉTICA
2. LABORATÓRIO DE MULTIRREGISTRO FISIOLÓGICO
EM
NEGOCIAÇÃO
NUTES
A REDE NACIONAL DE CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO
O CENTRO NACIONAL DE CpE
1. LABORATÓRIO DE NEUROIMAGEM POR RESSONÂNCIA MAGNÉTICA
2. LABORATÓRIO DE MULTIRREGISTRO FISIOLÓGICO
3.LABORATÓRIO DE MODELOS MATEMÁTICOS E TECNOLOGIAS DIGITAIS
EM
NEGOCIAÇÃO
NUTES
A REDE NACIONAL DE CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO
NOSSA ESTRUTURA
CONSELHO DELIBERATIVO
Antonio Roque, USP-RP
Augusto Buchweitz, PUC-RS
Cecilia Hedin-Pereira, FIOCRUZ
Roberto Lent, UFRJ
Sidarta Ribeiro, UFRN
Patricia Behar, UFRGS
CONSELHO DE GOVERNANÇA
ICB-UFRJ
UFRJ
IAS
IDOR
EMBRAPII
COMISSÃO EXECUTIVA
Roberto Lent, Coord.
Marilia Guimarães, Vice
Debora Foguel
(outros, a convidar)
MEMBROS EFETIVOS
Grupos de Pesquisa
(70, até o momento)
COMUNICAÇÃO
Sofia Moutinho
A REDE NACIONAL DE CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO
NOSSA ESTRUTURA
MEMBROS EFETIVOS
Grupos de Pesquisa
(75, até o momento)
Nome
Instituição
Alfred Sholl Franco
IBCCF-UFRJ
André Ponce de Leon Carvalho
ICMC-USP
Angela Kleiman
Unicamp
Aniela Improta França
FL-UFRJ
Anna Maria Pessoa de Carvalho
FE-USP
Antonio Pereira Junior
IC-UFRN
Antonio Roque
FFCLRP-USP
Augusto Buchweitz
PUCRS
Carla Bonan
PUCRS
Carlos Alberto Gonçalves
UFRGS
Carlos Alexandre Netto
UFRGS
Carlos Tomaz
UnB
Cecilia Hedin Pereira
FIOCRUZ
Cesar Piccinini
IP-UFRGS
Charbel Niño El-Hani
UFBA
Clara Brandão de Avila
UNIFESP
Claudio da Cunha
UFPR
Claudio Serfaty
IB-UFF
Daniel Domingues dos Santos
FEA-USP
Daniela Martí Barros
FURG
Área de atuação
Neurociência
C. da Computação
Linguistica
Linguística
Educação
Neurociência
Neurociência
Neurociência
Bioquímica
Bioquímica
Neurociência
Neurociência
Neurociência
Psicologia
Educação
Fonoaudiologia
Neurociência
Neurociência
Economia
Farmacologia
A REDE NACIONAL DE CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO
NOSSA ESTRUTURA
MEMBROS EFETIVOS
Grupos de Pesquisa
(75, até o momento)
Nome
Debora Befi-Lopes
Denise Fleith
Debora Foguel
Edson Amaro
Eliane Volchan
Eniceia Mendes
Evely Boruchovitch
Fernanda Tovar Moll
Fernando Capovilla
Fernando Louzada
Ivan Izquierdo
Jaderson da Costa
Jerusa Salles
Jesus Landeira Fernandez
John Fontenele Araujo
Jorge Moll Neto
José Armando Valente
Leilah Santiago Bufrem
Lilian Hubner
Liliana Passerino
Instituição
USP
UnB
IBqM-UFRJ
FM-USP
IBCCF-UFRJ
UFScar
FE-Unicamp
IDOR/UFRJ
IP-USP
UFPR
IC-PUCRS
IC-PUCRS
IP-USP
DP-PUC
UFRN
IDOR
Unicamp
UFPE
PUC-RS
UFRGS
Área de atuação
Fonoaudiologia
Psicologia
Bioquímica
Neurociência
Neurociência
Educação
Psicologia
Neurociência
Psicologia
Neurociência
Neurociência
Neuropsiquiatria
Psicologia
Psicologia
Neurociência
Neurociência
Educação
C. da Informação
Linguística
C. da Computação
A REDE NACIONAL DE CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO
NOSSA ESTRUTURA
MEMBROS EFETIVOS
Grupos de Pesquisa
(75, até o momento)
Nome
Luiz Roberto Britto
Marcus Maia
Marcus Vinicius Baldo
Maria Regina Maluf
Marina Puglisi
Martin Cammarota
Miriam Struchiner
Patricia Behar
Ricardo Paes de Barros
Ricardo Primi
Roberto Giugliani
Roberto Lent
Rochele Fonseca
Rogerio Panizzutti
Sergio de Mello Arruda
Sergio Tufik
Sidarta Ribeiro
Silvia Koller
Simone Capellini
Tania Araujo Jorge
Vera Menezes
Vitor Geraldi Haase
Instituição
ICB-USP
FL-UFRJ
ICB-USP
PUC-SP
UNIFESP
IC-UFRN
NUTES-UFRJ
UFRGS
INSPER
USF
IB-UFRGS
ICB-UFRJ
PUCRS
ICB-UFRJ
UEL
UNIFESP
IC-UFRN
UFRGS
UNESP
Fiocruz
FL-UFMG
UFMG
Área de atuação
Neurociência
Linguística
Neurociência
Psicologia
Fonoaudiologia
Neurociência
Tecnologias digitais
Educação
Economia
Neurociência
Genética
Neurociência
Psicologia
Neurociência
Educação
Neurociência
Neurociência
Psicologia
Fonoaudiologia
Biologia
Letras
Neuropsicologia
A REDE NACIONAL DE CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO
NOSSOS OBJETIVOS PARA 2016
1. FINALIZAR O CENSO E SUA FERRAMENTA DE MINERAÇÃO DE
DADOS, TORNANDO-A DISPONÍVEL NO SITE DA REDE CpE
A REDE NACIONAL DE CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO
NOSSOS OBJETIVOS PARA 2016
1. FINALIZAR O CENSO E SUA FERRAMENTA DE MINERAÇÃO DE
DADOS, TORNANDO-A DISPONÍVEL NO SITE DA REDE CpE
2. ATRAIR 100 GRUPOS DE PESQUISA BRASILEIROS PARA FAZER
PARTE DA REDE CpE
A REDE NACIONAL DE CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO
NOSSOS OBJETIVOS PARA 2016
1. FINALIZAR O CENSO E SUA FERRAMENTA DE MINERAÇÃO DE
DADOS, TORNANDO-A DISPONÍVEL NO SITE DA REDE CpE
2. ATRAIR 100 GRUPOS DE PESQUISA BRASILEIROS PARA FAZER
PARTE DA REDE CpE
3. DEFINIR PRIORIDADES TEMÁTICAS PARA DISCUSSÃO EM
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO
A REDE NACIONAL DE CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO
NOSSOS OBJETIVOS PARA 2016
1. FINALIZAR O CENSO E SUA FERRAMENTA DE MINERAÇÃO DE
DADOS, TORNANDO-A DISPONÍVEL NO SITE DA REDE CpE
2. ATRAIR 100 GRUPOS DE PESQUISA BRASILEIROS PARA FAZER
PARTE DA REDE CpE
3. DEFINIR AS PRIORIDADES TEMÁTICAS EM CIÊNCIA PARA
EDUCAÇÃO
4. CONSTITUIR GRUPOS DE TRABALHO PARA ESTUDAR ESSES
TEMAS PRIORITÁRIOS E PRODUZIR DOCUMENTOS ANALÍTICOS
COM SUGESTÕES PRÁTICAS
A REDE NACIONAL DE CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO
NOSSOS OBJETIVOS PARA 2016
1. FINALIZAR O CENSO E SUA FERRAMENTA DE MINERAÇÃO DE
DADOS, TORNANDO-A DISPONÍVEL NO SITE DA REDE CpE
2. ATRAIR 100 GRUPOS DE PESQUISA BRASILEIROS PARA FAZER
PARTE DA REDE CpE
3. DEFINIR AS PRIORIDADES TEMÁTICAS EM CIÊNCIA PARA
EDUCAÇÃO
4. CONSTITUIR GRUPOS DE TRABALHO PARA ESTUDAR ESSES
TEMAS PRIORITÁRIOS E PRODUZIR DOCUMENTOS ANALÍTICOS
COM SUGESTÕES PRÁTICAS
5. ORGANIZAR O I ENCONTRO BRASILEIRO DE CIENTISTAS E
EDUCADORES
A REDE NACIONAL DE CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO
NOSSOS OBJETIVOS PARA 2016
1. FINALIZAR O CENSO E SUA FERRAMENTA DE MINERAÇÃO DE
DADOS, TORNANDO-A DISPONÍVEL NO SITE DA REDE CpE
2. ATRAIR 100 GRUPOS DE PESQUISA BRASILEIROS PARA FAZER
PARTE DA REDE CpE
3. DEFINIR AS PRIORIDADES TEMÁTICAS EM CIÊNCIA PARA
EDUCAÇÃO
4. CONSTITUIR GRUPOS DE TRABALHO PARA ESTUDAR ESSES
TEMAS PRIORITÁRIOS E PRODUZIR DOCUMENTOS ANALÍTICOS
COM SUGESTÕES PRÁTICAS
5. ORGANIZAR O I FORUM BRASILEIRO DE CIENTISTAS E
EDUCADORES
6. COMPLETAR UMA ARQUITETURA DE FINANCIAMENTO PARA O
CENTRO NACIONAL DE CpE
CIÊNCIA PARA EDUCAÇÃO
CIÊNCIA
EDUCAÇÃO
cienciaparaeducacao.org
Debora
Foguel
Marilia
Guimarães
Roberto
Lent
Comissão
Executiva
Sofia
Moutinho
Comunicação

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