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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSE
PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO
CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO
BACHARELADO
CÂMPUS VIDEIRA
VIDEIRA – SANTA CATARINA
BRASIL
Versão
DEZEMBRO, 2013
FRANCISCO JOSÉ MONTÓRIO SOBRAL
REITOR
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSE
JOSETE MARA STAHELIN PEREIRA
PRÓ-REITORA DE ENSINO
ROSANGELA AGUIAR ADAM
DIRETORA GERAL DO IFC – CÂMPUS VIDEIRA
RAUL EDUARDO FERNANDEZ SALES
DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL
MARCELO MASSOCCO CENDRON
COORDENADOR DO CURSO
COMISSÃO DE ELABORAÇÃO:
ANGELITA RETTORE DE ARAÚJO ZANELLA
EMERSON ROGÉRIO DE OLIVEIRA JUNIOR
FABIO JOSÉ RODRIGUES PINHEIRO
IVO MACOS RIEGEL
MANASSÉS RIBEIRO
ROBERTA PASQUALI
VALTER LUIS ESTEVAM JUNIOR
VINICIUS BARRETO KLEIN
WILLIAN BOLZAN DOS SANTOS
COMISSÃO DE REVISÃO E ATUALIZAÇÃO:
ANGELITA RETTORE DE ARAUJO ZANELLA
FABIO JOSÉ RODRIGUES PINHEIRO
GEORGETE FERRONATO
JAQUIEL SALVI FERNANDES
LEILA LISIANE ROSSI
MANASSÉS RIBEIRO
MARCELO MASSOCCO CENDRON
ROSANGELA AGUIAR ADAM
TIAGO LOPES GONCALVES
VINICIUS BARRETO KLEIN
WANDERSON RIGO
LIZETE HUBLER
RAUL EDUARDO FERNANDEZ SALES
Versão
DEZEMBRO 2013
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PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO
FOLHA DE REVISÃO
Revisão Nº
Data
Responsável
Status
1
15/10/2013
RAUL FERNANDEZ (DDE)
LIZETE CAMARA H (CGE)
MARCELO CENDRON
(COORDENADOR DO CURSO)
2
19/12/2013
LIZETE CAMARA H.
CGE
PARECER
FAVORÁVEL
3
19/12/2013
RAUL FERNANDEZ
DDE
PARECER
FAVORÁVEL
4
20/12/2013
CONCAMPUS
IFC – VIDEIRA
APROVADO
5
27/02/2014
GABINETE DA DIREÇÃO GERAL
ENVIO PARA
PROEN
REVISÃO GERAL
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Sumário
1.IDENTIFICAÇÃO DO CURSO................................................................................................................................................4
2.APRESENTAÇÃO DO IFC......................................................................................................................................................5
2.1.Missão Institucional........................................................................................................................5
2.2.Visão Institucional..........................................................................................................................5
2.3.Gênese e Identidade do Instituto Federal Catarinense....................................................................5
2.4.Breve Histórico Institucional / IFC – Câmpus Videira...................................................................5
3.ORGANIZAÇÃO PEDAGÓGICO-ADMINISTRATIVA DO IFC – CÂMPUS VIDEIRA..................................................................5
3.1.CONSELHO DO CÂMPUS – CONCAMPUS........................................................................................................................5
3.2.ORGANIZAÇÃO INSTITUCIONAL......................................................................................................................................5
3.2.1.DIREÇÃO GERAL...........................................................................................................................................................5
3.2.2.DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL..........................................................................................6
3.2.3.DEPARTAMENTO ADMINISTRATIVO E DE PLANEJAMENTO.........................................................................................6
3.2.3.1.PROGRAMAS DE APOIO FINANCEIRO – BOLSAS......................................................................................................6
3.3.NÚCLEOS E COORDENAÇÕES DE APOIO.........................................................................................................................6
3.3.1.NÚCLEO PEDAGÓGICO – NuPe....................................................................................................................................6
3.3.1.1.ACOMPANHAMENTO PSICOPEDAGÓGICO...............................................................................................................6
3.3.2.NÚCLEO DE APOIO AOS PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS – NAPNE..........................................................6
3.3.2.1.ACOMPANHAMENTO A ESTUDANTES COM NECESSIDADES ESPECÍFICAS...............................................................6
3.3.3.NÚCLEO DE GESTÃO AMBIENTAL - NGA......................................................................................................................6
3.3.4.COORDENAÇÃO GERAL DE ENSINO – CGE...................................................................................................................6
3.3.5.COORDENAÇÃO GERAL DE ASSISTÊNCIA AO ESTUDANTE – CGAE..............................................................................6
3.3.6.COORDENAÇÃO DE REGISTROS ACADÊMICOS - CRA..................................................................................................6
3.3.6.1.ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS.........................................................................................................................6
3.4.ORGANIZAÇÃO OPERACIONAL DO CURSO.....................................................................................................................6
3.4.1.COORDENAÇÃO DO CURSO.........................................................................................................................................6
3.4.2.COLEGIADO DE CURSO................................................................................................................................................7
3.4.3.NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE............................................................................................................................7
4.PERFIL DO CURSO..............................................................................................................................................................8
4.1.Justificativa do Curso.....................................................................................................................8
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4.2.Arranjo Produtivo Local – Cidade de Videira e Região.................................................................8
4.3.Concepção do Curso.......................................................................................................................8
5.OBJETIVOS DO CURSO.......................................................................................................................................................8
5.1.Geral...............................................................................................................................................8
5.2.Específicos......................................................................................................................................9
6.PRINCÍPIOS FILOSÓFICOS E PEDAGÓGICOS DO CURSO...................................................................................................10
6.1.Missão do Curso...........................................................................................................................10
6.2.Visão do Curso.............................................................................................................................10
7.RELAÇÃO TEORIA E PRÁTICA............................................................................................................................................10
8.INTERDISCIPLINARIDADE.................................................................................................................................................10
9.PERFIL DO EGRESSO.........................................................................................................................................................10
9.1.Conjunto de competências técnicas..............................................................................................10
9.2.Habilidades gerais:.......................................................................................................................10
9.3.Atitudes e posturas:.......................................................................................................................11
10.CAMPO DE ATUAÇÃO.....................................................................................................................................................11
11.FORMA DE ACESSO AO CURSO......................................................................................................................................11
11.1.APROVEITAMENTO DE ESTUDOS PRÉVIOS.................................................................................................................11
11.2.APROVEITAMENTO DE ESTUDOS PRÉVIOS (EXTRAORDINÁRIO)................................................................................11
12.MATRIZ CURRICULAR.....................................................................................................................................................11
13.SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM.......................................................................11
14.SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO CURSO..............................................................................................................................12
15.TRABALHO DE CURSO (TC).............................................................................................................................................12
15.1.Orientações Gerais.....................................................................................................................................................12
15.2.Sistemas de Avaliação do Trabalho de Curso (TC)......................................................................................................12
16.ESTÁGIO CURRICULAR...................................................................................................................................................12
17.LINHAS DE PESQUISA.....................................................................................................................................................13
18.AÇÕES DE EXTENSÃO.....................................................................................................................................................13
19.ATIVIDADES DO CURSO..................................................................................................................................................13
19.1.Atividades Curriculares Complementares..................................................................................................................13
19.2.Atividades de Monitoria.............................................................................................................................................13
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19.3.Nivelamento...............................................................................................................................................................13
20.DESCRIÇÃO DO CORPO DOCENTE.................................................................................................................................13
21.DESCRIÇÃO DA EQUIPE DE TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS............................................................................................13
22.DESCRIÇÃO DA INFRAESTRUTURA DISPONÍVEL............................................................................................................13
23.DIPLOMAS E CERTIFICADOS...........................................................................................................................................13
24.CONSIDERAÇÕES FINAIS................................................................................................................................................15
25.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.....................................................................................................................................16
APÊNDICE I..........................................................................................................................................................................17
Representação Gráfica do Curso de Ciência da Computação.............................................................................................17
APÊNDICE II.........................................................................................................................................................................17
Matriz Curricular do Curso de Ciência da Computação......................................................................................................17
APÊNDICE III........................................................................................................................................................................19
Componentes Curriculares Optativas.................................................................................................................................19
APÊNDICE IV........................................................................................................................................................................21
Classificação da Matriz Curricular por Núcleos..................................................................................................................21
APÊNDICE V.........................................................................................................................................................................23
Ementas e Referências Bibliográficas.................................................................................................................................23
Componentes Curriculares Obrigatórios............................................................................................................................23
APÊNDICE VI........................................................................................................................................................................68
Ementas e Referências Bibliográficas.................................................................................................................................68
Componentes Curriculares Optativas.................................................................................................................................68
APÊNDICE VII.......................................................................................................................................................................81
Quadro de Professores do Curso de...................................................................................................................................81
Ciência da Computação......................................................................................................................................................81
APÊNDICE VIII......................................................................................................................................................................84
Quadro de Técnicos Administrativos..................................................................................................................................84
APÊNDICE IX........................................................................................................................................................................91
INFRAESTRUTURA...............................................................................................................................................................91
ANEXO I.............................................................................................................................................................................100
PORTARIA CPA...................................................................................................................................................................101
ANEXO II............................................................................................................................................................................102
DIRETRIZES PARA O TRABALHO DE CURSO (TC)...............................................................................................................102
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I -DA CARACTERIZAÇÃO....................................................................................................................................................103
II -A ORGANIZAÇÃO E OS REQUISITOS..............................................................................................................................103
III -DAS ATRIBUIÇÕES........................................................................................................................................................103
IV - DA PROPOSTA DE TRABALHO DE CURSO...................................................................................................................104
V -DO TRABALHO DE CURSO.............................................................................................................................................104
VI -DA APRESENTAÇÃO DO TRABALHO DE CURSO...........................................................................................................104
VII -DA AVALIAÇÃO DO TC.................................................................................................................................................104
VIII -DAS DISPOSIÇÕES COMPLENTARES...........................................................................................................................105
ANEXO III...........................................................................................................................................................................106
MANUAL DO ESTAGIO.......................................................................................................................................................106
ANEXO IV...........................................................................................................................................................................110
PORTARIA NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE)......................................................................................................110
ANEXO V............................................................................................................................................................................111
PORTARIA COLEGIADO DO CURSO...................................................................................................................................111
1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
Denominação
do Curso
Coordenador do
Curso:
Núcleo Docente
Estruturante
(NDE)
Bacharelado em Ciência da Computação
MARCELO MASSOCCO CENDRON
CPF: 003.769.669-63
Regime de Trabalho: Dedicação Exclusiva 40 horas
E-mail: [email protected]
Telefone: (049) 3533-4933.
Presidente:
Nome: Marcelo Massocco Cendron
CPF: 003.769.669-63
Regime de Trabalho: Dedicação exclusiva
Titulação: Mestrado em Ciência da Computação (UFSC) 2008
E-mail: [email protected]
Telefone: (49) 3533-4933
Nome: Angelita Rettore de Araújo Zanella
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CPF: 037.457.059-04
Regime de Trabalho: Dedicação exclusiva
Titulação: Especialização em Gestão de Segurança da Informação
(SENAI) 2010
E-mail: [email protected]
Telefone: (49) 3533-4933
Nome: Jaquiel Salvi Fernandes
CPF: 020.147.909-57
Regime de Trabalho: Dedicação exclusiva
Titulação: Pós-Doutorado em Engenharia Mecânica/ Física Nuclear
Aplicada (UFSC) 2011
E-mail: [email protected]
Telefone: (49) 3533-4933
Nome: Leila Lisiane Rossi
CPF: 892.177.569-20
Regime de Trabalho: Dedicação exclusiva
Titulação: Mestrado em Ciência da Computação (UFSC) 2001
E-mail: [email protected]
Telefone: (49) 3533-4933
Nome: Rosângela Aguiar Adam
CPF: 538.605.279-91
Regime de Trabalho: Dedicação exclusiva
Titulação: Mestrado em Ciência da Computação (UFSC) 2002
E-mail: [email protected]
Telefone: (49) 3533-4933
Nome: Tiago Lopes Gonçalves
CPF: 045.034.529-75
Regime de Trabalho: Dedicação exclusiva
Titulação: Mestre em Ciência da Computação (Universidade Estadual
de Maringá) 2009
E-mail: [email protected]
Telefone: (49) 3533-4933
Nome: Vinicius Barreto Klein
CPF: 006.087.969-64
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Regime de Trabalho: Dedicação exclusiva
Titulação: Especialização em Governança de TI (SENAC/São José) 2012
E-mail: [email protected]
Telefone: (49) 3533-4933
Técnico administrativo:
Nome: Georgete Ferronato
CPF: 022.112.059-92
E-mail: [email protected]
Telefone: (49) 3533-4900
Modalidade:
EDUCAÇÃO PRESENCIAL
Grau:
BACHARELADO
Titulação:
BACHAREL EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO






Legislação:









Plano de Desenvolvimento Institucional.
Projeto Político-Pedagógico Institucional.
Documento Base Educação Profissional Técnica Integrada ao Ensino
Médio (2007).
Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica.
Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio.
Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso da Área de Computação e
Informática – MEC – Secretaria de Educação Superior – Comissão de
Especialistas de Ensino de Computação e Informática – CEEInf;
Resolução Nº 28 de 8 de maio de 2012 – CONSUPER/IFC
Resolução Nº 3, de 2 de julho de 2007;
Resolução Nº 2, de 18 de junho de 2007;
Resolução Nº 43, de 18 de junho de 2013;
Resolução Nº 17, de 2 de julho de 2013;
Resolução Nº 54, de 17 de dezembro de 2010;
Resolução Nº 57, de 26 de novembro de2012;
Parecer CNE/CES Nº 8/2007;
Resolução Ad Referendum Nº 04 do Conselho Superior/IFC de
05/08/2009, que aprova a criação do Curso de Ciência da
Computação.
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Eixo
Tecnológico:
INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO



Local de Oferta:




CNPJ: 10.635.424/0007-71
Razão Social:
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
CATARINENSE - CÂMPUS VIDEIRA.
Esfera Administrativa: Federal
Endereço:
Rodovia SC 135, km 125, S/No, Bairro Campo Experimental, CEP:
89560-000 – Videira, SC, Brasil.
Telefone/Fax: (49) 3533-4900
E-mail de contato: câ[email protected]
Site da Unidade: http://www.videira.ifc.edu.br
Turno:
MATUTINO
Número de
Vagas:
40
Carga Horária
do Curso:
3075 Horas
Periodicidade:
ANUAL
Períodos:
Mínimo de 8 semestres com duração máxima de 16 semestres.
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2. APRESENTAÇÃO DO IFC
Os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, criados por meio da Lei
11.892/2008, constituem um novo modelo de instituição de educação profissional e tecnológica
que visa responder de forma eficaz, às demandas crescentes por formação profissional, por
difusão de conhecimentos científicos e tecnológicos e de suporte aos arranjos produtivos locais.
Presentes em todos os estados, os Institutos Federais contém a reorganização da Rede
Federal de Educação Profissional, oferecem formação inicial e continuada, ensino médio integrado,
cursos superiores de tecnologia, bacharelado em engenharias, licenciaturas e pós-graduação.
O Instituto Federal Catarinense resultou da integração das antigas Escolas Agrotécnicas
Federais de Concórdia, Rio do Sul e Sombrio juntamente com os Colégios Agrícolas de Araquari e
de Camboriú até então vinculados à Universidade Federal de Santa Catarina.
O Instituto Federal Catarinense oferecerá cursos em sintonia com a consolidação e o
fortalecimento dos arranjos produtivos locais, estimulando a pesquisa aplicada, a produção
cultural, o empreendedorismo e o cooperativismo e apoiando processos educativos que levem à
geração de trabalho e renda, especialmente a partir de processos de autogestão.
Para que os objetivos estabelecidos pela lei 11.892/2008 sejam alcançados, faz-se necessária
a elaboração de documentos que norteiem todas as funções e atividades no exercício da docência,
os quais devem ser construídos em sintonia e/ou articulação com o PDI (Plano de
Desenvolvimento Institucional) e o PPI (Projeto Político Institucional), com as Políticas Públicas de
Educação e com as Diretrizes Curriculares Nacionais.
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Nessa perspectiva, o presente documento apresenta o Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de
Ciência da Computação, com o intuito de expressar os principais parâmetros para a ação
educativa, fundamentando, juntamente com o Projeto Pedagógico Institucional (PPI), a gestão
acadêmica, pedagógica e administrativa de cada curso. Vale ressaltar que, devido à importância do
PPC, o mesmo deverá estar em permanente construção, sendo elaborado, implementado e
avaliado.
2.1. Missão Institucional
Ofertar uma educação de excelência, pública e gratuita, com ações de ensino, pesquisa e
extensão, a fim de contribuir para o desenvolvimento socioambiental, econômico e cultural do
indivíduo e da sociedade que ele constitui.
2.2. Visão Institucional
Ser referência em educação, ciência e tecnologia na formação de profissionais-cidadãos
comprometidos com o desenvolvimento de uma sociedade democrática, inclusiva, social e
ambientalmente equilibrada.
2.3. Gênese e Identidade do Instituto Federal Catarinense
O Instituto Federal Catarinense, com sede em Blumenau/SC, criado pela Lei n° 11.892/08
(BRASIL, 2008), possui atualmente onze Câmpus instalados no Estado de Santa Catarina, a saber:
Araquari, Blumenau, Camboriú, Concórdia, Fraiburgo, Ibirama, Luzerna, Rio do Sul, São Francisco
do Sul, Sombrio e Videira e mais dois Câmpus em fase de implantação: Brusque e São Bento do
Sul.
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De acordo com a Lei, o Instituto Federal é uma Autarquia Federal vinculada ao Ministério da
Educação gozando das seguintes prerrogativas: autonomia administrativa, patrimonial, financeira,
didático-científica e disciplinar. Essa Instituição abrange todo o território catarinense, o que
contribui para posicionar a nova estrutura do Instituto Federal Catarinense numa Instituição de
desenvolvimento estadual e, seus Câmpus em elos de desenvolvimento regional, garantindo-lhe a
manutenção da respeitabilidade, junto às comunidades onde se inserem suas antigas instituições,
cuja credibilidade foi construída ao longo de sua história.
No âmbito da gestão institucional, o Instituto Federal Catarinense busca mecanismos
participativos para a tomada de decisão, com representantes de todos os setores institucionais e
da sociedade.
Com a criação dos Institutos Federais, a Rede de Educação Profissional e Tecnológica
aumenta significativamente a inserção na área de pesquisa e extensão, estimulando o
desenvolvimento de soluções técnicas e tecnológicas e estendendo seus benefícios à comunidade.
2.4. Breve Histórico Institucional / IFC – Câmpus Videira
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Catarinense – IFC Câmpus Videira está
situado no município de Videira - SC, no Vale do Rio do Peixe, distante 450 km da capital
Florianópolis. Tem uma área de 377,85 km² e faz limite com os municípios de Caçador e Rio das
Antas, ao norte; Pinheiro Preto, ao sul; Fraiburgo e Tangará, a leste; e Arroio Trinta e Iomerê, a
oeste.
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O município encontra-se na zona agroecológica do Vale do Rio do Peixe, com clima
subtropical, segundo Classificação de Koppen1, apresentando temperatura moderada, chuva bem
distribuída e verão brando. Podem ocorrer geadas, tanto no inverno como no outono. As
temperaturas médias são inferiores a 20°C, exceto no verão. No inverno a média é inferior a 14°C,
com mínimas inferiores a 8°C.
O acesso terrestre pode ser feito pelas SC-453 e SC-135, e o aéreo através do Aeroporto
Municipal Prefeito Ângelo Ponzoni. Em 2010, segundo dados do IBGE, o município de Videira
apresentou população de 47.188 habitantes, sendo 42.856 residentes na área urbana e 4.332 na
área rural.
No setor primário, sobressai-se a fruticultura, com ênfase na cultura do pêssego, ameixa e
uvas; na pecuária, destacam-se a criação de suínos, aves e bovinos de leite; e no comércio e
indústria, as cantinas de vinho, indústrias em geral e agroindústria.
Destaca-se, ainda, a empresa Brasil Foods (antiga Perdigão S.A.), um dos maiores frigoríficos
da América Latina, absorvendo a maior parte da produção de aves e suínos do município e da
região, e gerando milhares de empregos.
Devido à sua topografia acidentada, característica peculiar da região, Videira possui muitos
atrativos naturais como rios, cascatas e áreas verdes. Em 1965 foi criada, por Lei municipal, a
reserva florestal Parque da Uva, em uma área de 70.000 m² com bosques e áreas de lazer,
composta por rica diversidade de plantas nativas.
1Classificação de Koppen: é o sistema de classificação climática global mais utilizada em geografia, climatologia e ecologia.
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O IFC Câmpus Videira iniciou suas atividades em março de 2006, como extensão da Escola
Agrotécnica Federal de Concórdia e funcionou, até o início de 2010, no prédio da Escola Criança do
Futuro – CAIC, espaço cedido pela Prefeitura Municipal de Videira. Neste local foram
disponibilizadas duas salas de aula, onde funcionavam a secretaria e diretoria escolar, e os
laboratórios de informática e de química. Neste mesmo período, teve início a primeira turma do
Curso de Educação Profissional Técnica de Nível Médio em Agropecuária, constituída por trinta e
cinco estudantes. Contava com um coordenador, uma secretária e uma equipe de cinco
professores. Em 2007 iniciou-se a segunda turma e ocorreu a contratação de novos professores.
Para estas duas primeiras turmas, as aulas eram ministradas nos períodos matutino e vespertino e,
em junho de 2008, realizou-se a formatura da primeira turma.
Ainda em 2008, emendas parlamentares possibilitaram a aquisição de equipamentos e o
início das obras do Câmpus, no local onde anteriormente estava instalado o Horto Municipal da
Prefeitura de Videira e, mediante realização de Audiência Pública na Câmara de Vereadores de
Videira, realizada em 04 de abril daquele mesmo ano, foi sugerido que o Câmpus ofertaria cursos
nas seguintes áreas de conhecimento: agropecuária, embalagens, indústria e licenciaturas.
Todos estes esforços conjuntos, que envolveram a comunidade e lideranças locais, foram
culminados com a Lei 11.892, de 29 de dezembro de 2008, que criou o Instituto Federal de
Educação, Ciência e Tecnologia Catarinense - IFC, do qual o Câmpus de Videira faz parte (BRASIL,
2008).
Em 2009 foi realizado concurso público para a contratação de professores e técnicos
administrativos. Também foi realizado o primeiro processo seletivo para a entrada de estudantes
nos Cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio em Agropecuária, Eletroeletrônica e
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Informática para o Câmpus Videira, e nos Cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio
de Automação Industrial, Mecânica e Segurança do Trabalho para o Câmpus Avançado de Luzerna.
Em 2010, o IFC Câmpus Videira e Campi Avançados contavam com uma estrutura física
composta por sete prédios, onde serão abrigados 22 salas de aula, a parte administrativa do
Câmpus, cinco laboratórios, biblioteca, cantina, auditório e ginásio de esportes. Atualmente,
possui uma equipe formada por professores, pedagogos, psicólogo e técnicos administrativos.
3. ORGANIZAÇÃO PEDAGÓGICO-ADMINISTRATIVA DO IFC – CÂMPUS VIDEIRA
3.1. CONSELHO DO CÂMPUS – CONCAMPUS
O Conselho de Câmpus – CONCAMPUS foi criado pela Resolução 002/2011 - Conselho
Superior/02/05/2011 como uma instância Institucional que presta apoio ao processo decisório, à
gestão administrativa, econômica, orçamentária e financeira, acadêmica e sobre relações
sociais, de trabalho e de vivência, sendo um Colegiado Consultivo no âmbito Institucional,
presente em cada câmpus.
É constituído, em cada câmpus, pelo: diretor geral, diretores de ensino e administração, dois
representantes dos docentes, dois representantes dos servidores técnico-administrativos, dois
representantes do corpo discente, um representante dos egressos e um representante dos pais
de alunos.
No Câmpus Videira foram realizadas eleições nos anos de 2011 e 2013 e o órgão encontrase instalado e em atividades.
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3.2. ORGANIZAÇÃO INSTITUCIONAL
3.2.1.
DIREÇÃO GERAL
São atribuições do Diretor Geral:
•
Acompanhar, supervisionar e avaliar a execução dos planos, programas e projetos do
câmpus, propondo, com base na avaliação de resultados, a adoção de providências
relativas à reformulação dos mesmos;
•
Apresentar à Reitoria, anualmente, proposta orçamentária com a discriminação da
receita e despesa prevista;
•
Apresentar anualmente à Reitoria relatório consubstanciado das atividades do
câmpus;
•
Controlar a expedição e o recebimento da correspondência oficial;
•
Coordenar a política de comunicação social e informação da Instituição;
•
Cumprir e fazer cumprir as disposições do Estatuto, deste Regimento Geral,
regulamentos internos e decisões dos colegiados superiores e dos órgãos da
administração superior do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia
Catarinense;
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•
Exercer a representação legal; fazer a gestão do Conselho Escolar, incluindo a posse
dos seus membros, convocação e presidência das sessões, com direito a voto de
qualidade;
•
Organizar a burocracia de legislação e normas, recursos humanos, serviços gerais,
material e patrimônio e contabilidade do câmpus; planejar, executar, coordenar e
supervisionar as políticas de ensino, pesquisa, extensão e administração, em
articulação com as Pró-Reitorias e Diretorias Sistêmicas;
•
Propor ao Reitor a nomeação e exoneração dos dirigentes do câmpus, para o
exercício de cargos de direção; designar e exonerar os dirigentes para o exercício das
funções gratificadas, no âmbito local;
•
Propor o calendário anual de referência para as atividades acadêmicas;
•
Articular a celebração de acordos, convênios, contratos e outros instrumentos
jurídicos com entidades públicas e privadas;
•
Submeter ao Reitor proposta de convênios, contratos, acordos e ajustes, cuja
abrangência envolva o Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia
Catarinense;
•
Zelar pelo cumprimento das leis e normas, das decisões legais superiores, bem como
pelo bom desempenho das atividades do câmpus;
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•
Desenvolver outras atividades inerentes ao cargo ou que lhe sejam atribuídas pelo
Reitor.
3.2.2.
DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL
Compete a esse departamento planejar, supervisionar, controlar e avaliar a execução das
atividades referentes ao ensino, produção, pesquisa e de assistência ao educando, zelar pela
articulação entre educação profissional e as diferentes formas e estratégias de educação e de
integração Escola-Comunidade e elaborar a proposta pedagógica e a organização didática da
Escola, observando-se a legislação vigente.
Este Departamento desenvolve ações que afetam diretamente a vida do estudante, como,
por exemplo, a elaboração do calendário acadêmico e a realização de atividades pedagógicas como
os Conselhos de Classe. Cabe ao DDE, ainda, promover as atividades de supervisão e orientação do
corpo docente e discente, auxiliando na resolução de problemas e possibilitando o pleno
desenvolvimento das potencialidades de ambos.
Ao DDE estão ligadas a Coordenação Geral de Ensino, o Núcleo Pedagógico (NuPe), o Núcleo
de Apoio aos Portadores de Necessidades Específicas (NAPNE), a biblioteca e a Coordenação de
Registros Acadêmicos.
3.2.3.
DEPARTAMENTO ADMINISTRATIVO E DE PLANEJAMENTO
Ao DAP compete acompanhar, supervisionar e avaliar a execução dos planos, programas e
projetos da instituição, propondo, com base na avaliação de resultados, a adoção de providências
relativas à reformulação dos mesmos; desenvolver outras atividades atribuídas pelo Diretor Geral;
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assinar, em conjunto com o coordenador de despesas, atos de execução orçamentária e financeira
na forma de legislação vigente.
3.2.3.1. PROGRAMAS DE APOIO FINANCEIRO – BOLSAS
O IFC – Câmpus Videira oferta três tipos de bolsas aos estudantes:
•
Bolsa PG (Pesquisa de Graduação);
•
Bolsa IC (Iniciação Científica);
•
Bolsa AE (Atividade de Extensão).
As atividades são, obrigatoriamente, voltadas a programas, projetos e ações de ensino,
pesquisa e extensão que visem ao desenvolvimento institucional, científico e tecnológico e são
desenvolvidas no âmbito do IFC – Câmpus Videira e/ou em cooperação com os órgãos e
instituições de apoio à pesquisa, ao ensino e à extensão.
Além disto, a instituição desenvolve alguns programas de apoio financeiro ao discente, a
saber:
a) Iniciação Científica: é a bolsa destinada ao estudante de graduação que, sob
orientação de um professor mestre ou doutor, desenvolve pesquisa científica ou
tecnológica. O estudante deve ter concluído as disciplinas relevantes para o
desenvolvimento do projeto e dedicar-se exclusivamente ao curso e à pesquisa. Deve
ainda apresentar relatório científico anual. Esses programas de Iniciação Científica
são oriundos de financiamento de órgãos externos como CNPq e FAPESC.
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b) PAE - Programa de Atendimento aos Estudantes em Vulnerabilidade Social:
regulamentado pelo Decreto nº 7.234, de 19 de julho de 2010, tem por objetivo criar
condições de acesso e aproveitamento pleno da formação acadêmica aos estudantes
em situação de vulnerabilidade socioeconômica a partir da concessão de auxílios
( Permanência I, II, III e Moradia).
3.3. NÚCLEOS E COORDENAÇÕES DE APOIO
3.3.1.
NÚCLEO PEDAGÓGICO – NuPe
O Núcleo Pedagógico (NuPe) é composto por uma equipe multidisciplinar de profissionais
que atuam em conjunto no desenvolvimento de atividades de apoio psicológico e pedagógico para
os discentes e docentes do IFC - Câmpus Videira. No ano de 2012, as principais ações em
desenvolvimento ligadas ao NuPe foram o projeto Chega Mais, a avaliação Institucional e
Pedagógica e o Programa Segundo Tempo.
3.3.1.1. ACOMPANHAMENTO PSICOPEDAGÓGICO
O acompanhamento psicopedagógico aos docentes e estudantes do Câmpus Videira se dá a
partir das demandas existentes que são direcionadas aos profissionais do Núcleo Pedagógico
(NuPe) e da Coordenação Geral de Assistência ao Educando (CGAE).
Em relação aos estudantes a demanda surge, em alguns casos, de forma espontânea
(procuram a equipe e relatam suas dificuldades), em outros momentos o professor ou
coordenador de curso contata a equipe que intervém de maneira necessária, orientando ou
buscando mais informações. De acordo com a dificuldade, o estudante é avaliado (a partir das
atividades feitas em sala ou orientadas pela equipe) em seguida é feita opção pelo
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encaminhamento adequado. O contato com a família, em alguns casos, é fundamental, em outros
são feitos encaminhamentos a profissionais especializados. Dependendo da dificuldade o
estudante continuará sendo acompanhado pelo técnico administrativo referência do curso que
atua com orientações, atividades paralelas, entre outros.
O acompanhamento psicopedagógico aos docentes surge de forma espontânea, por meio de
contato com a psicóloga escolar.
3.3.2.
NÚCLEO DE APOIO AOS PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS –
NAPNE
O Núcleo de Apoio às Pessoas com Necessidades Específicas (NAPNE) é uma proposição da
Secretaria de Educação Tecnológica e Profissional do Ministério da Educação (SETEC/MEC), através
do Programa Tecnologia, Educação, Cidadania e Profissionalização para Pessoas com Necessidades
Específicas (Programa TECNEP). O objetivo da iniciativa é consolidar uma política de educação
inclusiva nas Instituições Federais de Ensino, atendendo o propósito da inclusão escolar, atuando
diretamente no contexto escolar, disseminando conceitos, divulgando experiências e
sensibilizando as comunidades escolares para a questão das necessidades específicas.
O NAPNE tem a finalidade de desenvolver ações de implantação e implementação do
Programa TECNEP e de políticas de inclusão em cada instituição pertencente à rede federal de
ensino. Tendo como parâmetro o referencial da educação inclusiva e as orientações e suporte do
Programa TECNEP, entende-se que o IFC não pode ficar à margem de tal processo, devendo
promover na instituição a cultura da educação para a convivência, a aceitação da diversidade e a
quebra das barreiras atitudinais, educacionais e arquitetônicas.
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3.3.2.1. ACOMPANHAMENTO A ESTUDANTES COM NECESSIDADES ESPECÍFICAS
O atendimento é feito pelo Núcleo de Atendimento a Pessoas com Necessidades Especificas
(NAPNE), que desenvolve as seguintes atividades:
a) Reuniões pedagógicas: tanto nas reuniões de NDBs e/ou NDEs, bem como de estudo
ordinárias e extraordinárias;
b) Atendimento psicológico: presença de psicóloga que intervém no dia a dia,
auxiliando para que se concretize o processo de aprendizagem eficiente.
3.3.3.
NÚCLEO DE GESTÃO AMBIENTAL - NGA
O Núcleo de Gestão Ambiental (NGA) foi criado a partir da publicação da Portaria Nº
160/2013, de 21 de janeiro de 2013 após essa necessidade ter sido detectada pelo Comitê de
Implantação do Núcleo de Gestão Ambiental (CINGA). Dentre as atribuições do Núcleo de Gestão
Ambiental, destacam-se a discussão, formulação e implementação da Política Ambiental do IFC. Tal
ação vincula o princípio da sustentabilidade socioambiental no Instituto Federal Catarinense,
tornando-o valor fundamental para a comunidade escolar, como também, busca o cumprimento
da legislação ambiental em todos os setores e câmpus.
Além disso, as ações do NGA estão voltadas para a aplicação de conhecimentos teóricos e
práticos aos problemas ambientais que concernem ao IFC. Estas podem ser desenvolvidas por
meio de projetos de pesquisa e extensão, como por meio de processos administrativos típicos
como: planejamento, controle, coordenação, motivação e outros.
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3.3.4.
COORDENAÇÃO GERAL DE ENSINO – CGE
A Coordenação Geral de Ensino tem como responsabilidade o planejamento do calendário
acadêmico, a elaboração dos horários de aula. Estas tarefas são realizadas conjuntamente com o
Departamento de Desenvolvimento Educacional e com as coordenações dos cursos oferecidos no
IFC – Câmpus Videira.
3.3.5.
COORDENAÇÃO GERAL DE ASSISTÊNCIA AO ESTUDANTE – CGAE
A Coordenação Geral de Assistência ao Estudante (CGAE) é o setor responsável pelas
questões disciplinares e de apoio ao estudante.
3.3.6.
COORDENAÇÃO DE REGISTROS ACADÊMICOS - CRA
A Coordenação de Registro Acadêmico (CRA) tem como funções dar suporte à Coordenação
de Ensino e Professores; salvaguardar documentos sigilosos; atender a clientela interna e externa;
fazer registro no sistema acadêmico de matrículas, turmas, classes, matrizes curriculares,
elementos disciplinares, calendários, registro de notas e regras acadêmicas, bem como
confeccionar diplomas e históricos escolares, entre outras.
3.3.6.1. ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS
Sendo um câmpus recente, o IFC- Videira ainda tem poucos egressos. Dessa forma, os
mecanismos de acompanhamento após a conclusão dos cursos ainda estão em estudo.
Posteriormente serão publicados e colocados em prática à medida que os cursos formem
profissionais em suas áreas específicas.
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3.4.
ORGANIZAÇÃO OPERACIONAL DO CURSO
3.4.1.
COORDENAÇÃO DO CURSO
De acordo com o documento “Organização Acadêmica dos Cursos Superiores” – Resolução
Nº 57/CONSUPER/2012, o coordenador de curso é o professor responsável junto com o NDE para
gerir o curso sob sua responsabilidade e deverá ser escolhido por seus pares por um período de 2
(dois) anos, podendo ser reeleito para mais um mandato consecutivo.
São responsabilidades do coordenador de curso:
I.
Cumprir e fazer cumprir as decisões e normas emanadas pelas instâncias
superiores e demais órgãos;
II.
Executar, junto ao NDE, as providências decorrentes das decisões tomadas;
III.
Realizar o acompanhamento e avaliação do curso junto ao NDE;
IV.
Orientar os acadêmicos quanto à matrícula e integralização do curso;
V.
Analisar e emitir parecer, junto ao NDE, sobre alterações curriculares,
encaminhando aos órgãos competentes;
VI.
Propor, semestralmente, em conjunto com o Coordenador Geral de Ensino,
observando o PPC e o calendário acadêmico, os horários de aula do curso,
submetendo-o à aprovação do Colegiado do Curso;
VII.
Analisar e emitir parecer conclusivo dos requerimentos recebidos dos acadêmicos,
ouvidas as partes interessadas;
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VIII.
Acompanhar a organização disciplinar, no âmbito do curso;
IX.
Tomar, nos casos urgentes, decisões ad referendum, encaminhando-as para
deliberação no Colegiado de Curso;
X.
Apoiar a realização de eventos acadêmicos relacionados ao curso;
XI.
Supervisionar a realização das atividades acadêmicas previstas no PPC;
XII.
Convocar e presidir reuniões do corpo docente;
XIII.
Analisar e aprovar, em conjunto com o NDE, os Planos de Ensino;
XIV.
Incentivar os docentes e discentes para atividades articuladoras entre ensino,
pesquisa e extensão;
3.4.2.
COLEGIADO DE CURSO
É previsto no que rege a “Organização Acadêmica dos Cursos Superiores” – Resolução Nº
57/CONSUPER/2012, o Colegiado de Curso, que se trata de um órgão deliberativo, técnicoconsultivo e de assessoramento no que diz respeito à matéria de ensino, pesquisa e extensão,
sendo composto:
I.
Coordenador de Curso, que presidirá o Colegiado;
II.
Um representante do Núcleo Docente Estruturante (NDE);
III.
No mínimo 30% do Corpo Docente do curso;
IV.
No mínimo, um Técnico Administrativo em Educação, da área pedagógica ou do
Núcleo Pedagógico (NUPE);
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V.
Representação Discente na proporção de até 1/3 do Colegiado, garantindo pelo menos
um representante discente;
São competências do Colegiado de Curso:
I.
Analisar e deliberar as matérias que dizem respeito as atividades acadêmicas de
ensino, pesquisa e extensão no âmbito do curso;
II.
Deliberar sobre as decisões tomadas ad referendum pelo Coordenador de Curso;
III.
Emitir parecer sobre assuntos de natureza técnica, administrativa, disciplinar e
funcional, no âmbito do curso;
IV.
Exercer outras atribuições previstas em lei e nesta resolução.
As reuniões do Colegiado de Cursos deverão contar com presença de 50% mais um de seus
membros e só poderão decidir pauta após votação pela maioria simples dos presentes. Serão
realizadas reuniões ordinárias do Colegiado de Curso, mensalmente, desde que haja assuntos em
pauta, a partir de calendário publicado. As reuniões extraordinárias serão convocadas pelo
presidente, ou por um terço de seus membros.
3.4.3.
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
Ainda, de acordo com o documento “Organização Acadêmica dos Cursos Superiores” (2012)
– Resolução Nº 57/CONSUPER/2012, o Núcleo Docente Estruturante (NDE) de um curso superior
de graduação constitui-se de um grupo de docentes, com atribuições acadêmicas de
acompanhamento, atuante no processo de concepção, consolidação e contínua atualização do
projeto pedagógico do curso. O NDE deve ser constituído por membros efetivos do corpo docente
do curso, que exerçam liderança acadêmica no âmbito do mesmo, percebida na produção de
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conhecimentos na área, no desenvolvimento do ensino, e em outras dimensões entendidas como
importantes pela instituição, e que atuem sobre o desenvolvimento do curso. Cada câmpus possui
seu NDE, composto pelos seguintes membros:
I.
Coordenador do Curso;
II.
Por um mínimo de 5 (cinco) professores pertencentes ao corpo docente do curso;
III.
Ter pelo menos 60% de seus membros com titulação acadêmica obtida em
programas de pós-graduação stricto sensu;
IV.
Ter todos seus membros em regime de trabalho de tempo parcial ou integral,
sendo pelo menos 20% em tempo integral.
O NDE poderá ser assessorado por um técnico administrativo em educação da área
pedagógica ou NUPE, que deverá ser indicado pelos NDE. Os câmpus terão autonomia para definir
as estratégias de escolha dos integrantes do NDE e garantir sua permanência por no mínimo 3
(três) anos, assegurando estratégias de renovação parcial dos integrantes.
As competências do órgão são:
I.
Elaborar, implantar, supervisionar e consolidar o Projeto Pedagógico do Curso
(PPC) em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN), o Plano de
Desenvolvimento Institucional (PDI) e Projeto Político-Pedagógico Institucional
(PPI) do IF Catarinense;
II.
Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;
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III.
Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino
constantes no currículo;
IV.
Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão,
oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado e/ou mundo do
trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do
curso;
V.
Acompanhar todo processo didático-pedagógico, analisando os resultados do
processo de ensino aprendizagem, observando o Projeto Pedagógico do Curso
(PPC);
VI.
Acompanhar, junto à Coordenação do Curso, o processo do Exame Nacional de
Desempenho de Estudantes (ENADE) e propor ações que garantam um nível de
avaliação adequado ao Ministério da Educação (MEC) e IF Catarinense;
VII.
Incentivar e acompanhar a produção de material científico ou didático para
publicação;
VIII.
Definir a presidência do núcleo.
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4. PERFIL DO CURSO
4.1. Justificativa do Curso
A Tecnologia da Informação (TI) se tornou uma plataforma vital de funcionamento de
processos das empresas, comunicação com funcionários, clientes, fornecedores e parceiros, etc. As
tecnologias que utilizam a Internet para o seu funcionamento se tornaram essenciais para a troca
interativa de informações, seja por e-mail, sistemas de chat, fóruns de discussão, etc.
As organizações estão se tornando empreendimentos informatizados e interconectados
fazendo da TI a principal infraestrutura no apoio às suas operações. A área de Tecnologia da
Informação, de uma forma geral, em todas as suas vertentes – desenvolvimento de sistemas,
administração de banco de dados, gerência de redes, dentre outras, pode-se afirmar que,
atualmente, encontra-se inserida em praticamente todos os setores da sociedade, seja através de
serviços ou através de produtos.
O ensino de disciplinas nas áreas de Computação e Informática tem sofrido várias mudanças
visando a formação de profissionais que sejam capazes de enfrentar os avanços tecnológicos que
ocorrem com velocidade cada vez maior.
O setor de desenvolvimento tecnológico, de acordo com o SINDPDSC (Sindicato dos
Empregados em Empresas de Processamento de Dados de Santa Catarina), o segmento de TI – que
representa 4,5% do PIB brasileiro, não se percebem os efeitos da desaceleração econômica,
apresentando um crescimento descolado do PIB, previsto para 2013 em torno de 12%, segundo a
mesma fonte.
O estado de Santa Catarina possui cerca de 2.300 empresas de tecnologia da informação e
comunicação (TIC). Juntas, registram taxa de crescimento de 20% a 30% ao ano. Os segmentos que
mais devem crescer são software e serviços.
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Segundo a Brasscom (Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e
Comunicação), o Brasil é hoje o 5º maior mercado mundial de Tecnologia da Informação e
Comunicação (TIC) e o 7º maior em Tecnologia da Informação (TI). A meta é chegar a terceira
posição em 2022. A projeção é que no setor de TIC movimente U$ 212,5 bilhões em 2012 - US$
100,5 bilhões em Comunicações e US$ 111,5 bilhões em TI. Nos próximos dez anos, a estimativa é
que a cifra dobre e alcance aproximadamente U$ 430 bilhões em todo o TIC. Mais que isso, o setor
emprega hoje 2,5 milhões de pessoas e que, nos próximos dez anos, vai demandar mais um
milhão. Segundo o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, apenas o mercado brasileiro de
software deve crescer 400% nos próximos dez anos.
4.2. Arranjo Produtivo Local – Cidade de Videira e Região
O município de Videira possui as seguintes características geográficas:
Figura 1. Videira e suas Fronteiras - Fonte: maps.google.com.br
Data de fundação: 1° de março de 1944.
Datas comemorativas: Aniversário do município: 01 de março e Dia da padroeira do
município: 08 de dezembro - Imaculada Conceição.
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Principais atividades econômicas: Cerca de 75% do movimento econômico do município
decorrem da criação e abate de aves e de suínos. A fruticultura, o fumo e o gado leiteiro também
são destaque, juntamente com os grãos.
Colonização: Italiana e alemã.
Distância das principais Cidades
Cidade
Km
Florianópolis
450
Curitiba
303
Porto Alegre
580
Fraiburgo
23
Treze Tílias
55
Caçador
40
Joaçaba
60
No contexto de uma cidade e região cuja base econômica é a indústria, este curso se justifica
pela necessidade de profissionais qualificados, da área de computação, que possam alavancar o
crescimento e a diversificação do mercado. No entanto, percebe-se que a formação de
profissionais na área de computação ainda não consegue atender a demanda presente.
A evolução tecnológica e as transformações sociais e econômicas exigem que as Escolas
reformulem o seu papel como Centro de Formação Profissional de forma a atender as demandas
deste tempo. Em contrapartida, também é crescente a visão de que a formação profissional não
pode acontecer de forma dissociada da formação integral do ser humano, enquanto sujeito social,
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político e individual, que exerce papel fundamental no desenvolvimento da sociedade da qual faz
parte.
A Ciência da Computação, seja em serviços ou produtos, tem sido uma das áreas do
conhecimento que tem dinamizado o funcionamento das empresas de todas as áreas produtivas,
ao mesmo tempo em que está cada vez mais presente no ritmo de vida contemporâneo das
pessoas em todos os âmbitos sociais. Nesta linha de pensamento, é difícil imaginar a subsistência
de empresas e indústrias em mercados globalizados e competitivos sem a utilização de recursos
informáticos e de comunicação, ou mesmo, a continuidade de condutas e hábitos, de algumas
décadas atrás, quanto ao acesso e uso de novas tecnologias.
Assim, o evidente crescimento da área de computação exige a qualificação das pessoas em
todos os níveis, reforçando a iniciativa da Escola em formar profissionais empreendedores, capazes
de atender às expectativas do setor no âmbito local e regional, buscando, acima de tudo, uma
formação completa e abrangente para atuar de forma ativa no desenvolvimento socioeconômico
da região. Pelo exposto, o curso de Ciência da Computação tem seus alicerces de implantação nos
seguintes pontos:
I.
Na demanda do mercado de trabalho local e regional;
II.
Na capacidade e potencialidade de instalação do curso Integrado em Informática
neste Câmpus, o qual dispõe de infraestrutura como laboratórios de aprendizagem
profissional e dependências de apoio;
III.
Na composição do quadro docente habilitado para a condução do referido curso;
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IV.
Na necessidade da formação de profissionais a fim de que estes constituam seus próprios
empreendimentos para que produzam ou acrescentem, ao município e região, novos
produtos e serviços da área de tecnologia.
4.3. Concepção do Curso
Conforme a Resolução Nº 57 do CONSUPER, de 26 de novembro de 2012, a Educação
Superior, no âmbito do IF Catarinense, poderá abranger os seguintes cursos e programas:
I.
Cursos de graduação:
a. Cursos superiores de educação profissional tecnológica, que visem formar
profissionais específicos para os diferentes setores da economia;
b. Cursos de licenciatura, bem como programas especiais de formação pedagógica,
com vistas na formação de professores para a educação básica, sobretudo nas
áreas de ciências e matemática, e para a educação profissional;
c. Cursos de bacharelado, visando à formação de profissionais para os diferentes
setores da economia e áreas do conhecimento;
II.
Cursos ou programas de pós-graduação lato sensu de aperfeiçoamento e
especialização, visando à formação de especialistas nas diferentes áreas do
conhecimento;
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III.
Cursos ou programas de pós-graduação stricto sensu de mestrado e doutorado, que
contribuam para promover o estabelecimento de bases sólidas em educação, ciência
e tecnologia, com vistas ao processo de geração e inovação tecnológica; e
IV.
Cursos ou programas de extensão.
O atual indicador socioeconômico brasileiro aponta emergente necessidade de profissionais
que fomentem o conjunto de demandas técnico-científico que abrange a área de computação. Tal
carência legitima a responsabilidade de instituições com a missão, como a do Instituto Federal
Catarinense, ofertar cursos que criem a oportunidade de formação profissional de qualidade,
articulada com as constantes mudanças da ciência e da tecnologia, possibilitando a inserção ativa e
autônoma dos indivíduos no mundo do trabalho.
Neste sentido, a concepção do curso de Ciência da Computação deste campus, vem
contemplar dois dos principais aspectos, definidos em nosso plano institucional: (1) a demanda de
profissionais de computação técnico e cientificamente especializados; e (2) o fomento a formação
continuada de egressos dos cursos técnicos de informática fornecidos pela instituição.
5. OBJETIVOS DO CURSO
5.1. Geral
O curso de Bacharelado em Ciências da Computação tem como objetivo geral formar
profissionais, com bases científicas e tecnológicas, para atuar na área de Informática como
atividade fim, contribuindo para o desenvolvimento científico e tecnológico da Computação.
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5.2. Específicos
•
Promover o desenvolvimento de novas aplicações e projetos de software que
vislumbrem trazer benefícios sociais, ambientais, e econômicos;
•
Propor e desenvolver soluções eficientes e eficazes ao tratamento de problemas
através de técnicas de engenharia computacional, promovendo, sempre que
necessário, a integração entre software e hardware.
•
Atuar em organizações comerciais, industriais, governamentais, e/ou sociais,
implantando, desenvolvendo, implementando e/ou gerenciando a infraestrutura da
Tecnologia de Informação nos mais diversos níveis;
•
Formar profissionais na área de Computação em nível superior, aptos à inserção no
mercado de trabalho e capaz de atuarem como agentes desenvolvedores da área de
Tecnologia da Informação no contexto regional.
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6. PRINCÍPIOS FILOSÓFICOS E PEDAGÓGICOS DO CURSO
O Brasil, em seu atual contexto político, conduzido pelo lema – Brasil, um país de todos –
busca, entre outros alicerces, promover a supremacia política, econômica, social e cultural, através
da educação, introduzindo estrategicamente ações que permitam a criação e modificação da
realidade de ensino e das formas de sistematizar o conhecimento.
Mais do que formar, o poder executivo, que fundamenta e opera as bases do conhecimento
e desenvolvimento pessoal brasileiro, promove a quebra de um paradigma da educação
institucionalizada neste país, assumindo para si, a responsabilidade e o desafio de transformar.
Neste sentido, surge uma nova gama de questões que devem ser suplementadas com insumos que
promovam a transgressão do desenvolvimento profissional pessoal. O ensino passa a ser
fundamentado pela pesquisa, que, por sua vez, passa a ser valorizada e reconhecida como base da
força fundamental, propulsora à desejada transformação social econômica e política.
Este contexto traz consigo, a urgência da transgressão de características profissionais
marcadas pela revolução industrial. A era da informação requer mais do que profissionais técnicos
capazes de compreender, e gerir a operação de sistemas computacionais; esta exige a formação
técnica científica criacionista, que atue no cerne da engenhosidade de modelos, e paradigmas
arquiteturais, comunicativos, e operacionais, os quais envolvam o desenvolvimento de soluções
infraestrutural, e computacional circundante a boa criação, suporte e gestão da informação.
Neste sentido, o curso de Ciência da Computação, além do favorecimento da formação
continuada a egressos de seus cursos técnicos em informática, torna-se necessário e fundamental,
para o desenvolvimento intelectual do atual modelo de educação proposto no Projeto Institucional
(PPI) deste Instituto. Além de formação técnica, consolidada em suas bases curriculares, o curso de
Ciência da Computação prevê em sua matriz, a execução de atividades extracurriculares,
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obrigatórias, que visam oportunizar experimentos que tangem a formação de indivíduos capazes
de investir na inovação do seu meio profissional.
Assim, este projeto, considera que discentes deste curso, durante seu processo de formação
envolvam-se com atividades que contemplam a participação (passiva e ou ativa) em semanas
acadêmicas, congressos, feiras tecnológicas, visitas técnicas, atividade de pesquisa e extensão e/ou
intercâmbio estudantil entre grupos de pesquisa, atuantes e reconhecidos no âmbito da Rede
Federal de Ensino Profissional e Tecnológica.
Quanto aos princípios didático-metodológicos, entende-se que a sistematização do processo
de ensino precisa favorecer ao discente a elaboração crítica dos conteúdos. Para promover tal
elaboração, a utilização e aplicação de métodos e técnicas que promovam o ensino através da
pesquisa valorizando as relações solidárias e democráticas, e promovendo aspectos
multiplicadores da transformação social, através da atividade de extensão.
Deste modo, egressos do curso de Ciência da Computação, durante seu processo de
formação serão estimulados, no decorrer de cada disciplina, a realização de, entre outras
atividades, pesquisas de campo, oficinas, trabalhos em grupo, debate e discussões, estudo dirigido,
estudo de texto, demonstração em laboratórios, entrevista, observação e análises das práticas
escolares, visitas, estágios, cursos extracurriculares, e palestras.
6.1. Missão do Curso
Contribuir para formação de profissionais capazes de atuar no desenvolvimento tecnológico
e científico na área da Computação, bem como, de se tornarem agentes transformadores do
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mercado de trabalho, através do suporte ao desenvolvimento tecnológico de áreas que tangem a
Tecnologia da Informação, bem como inovação por meio de proposição e criação de novas
tecnologias.
6.2. Visão do Curso
Ser reconhecido como um curso superior de referência regional pelo (a):
•
Desenvolvimento do Ensino, Pesquisa e Extensão;
•
Qualidade do ensino e comprometimento do corpo docente;
•
Consolidação
de
competências
institucionais
para
o
desenvolvimento
e
fortalecimento de linhas de pesquisa;
•
Qualidade e excelência da gestão acadêmica e administrativa;
•
Incentivo no desenvolvimento de pesquisa relacionada com as áreas de interesse da
comunidade regional.
7. RELAÇÃO TEORIA E PRÁTICA
A prática a ser realizada nas disciplinas deste curso ocorrerá nos Laboratórios de Informática.
Para a realização de algumas tarefas em determinadas disciplinas, laboratórios especializados
serão utilizados, como o Laboratório de Redes, o Laboratório de Hardware e o Laboratório de
eletrônica.
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A prática tem por objetivo aprimorar o conhecimento apresentado, servindo como forma de
consolidar as informações trabalhadas nas disciplinas; além disso, existem conteúdos
fundamentalmente práticos, nos quais a utilização de laboratórios é indispensável para uma
efetiva aprendizagem do aluno.
8. INTERDISCIPLINARIDADE
A matriz curricular estabelece as disciplinas em uma ordem que prevê o encadeamento de
conteúdos, bem como a possibilidade de trabalho interdisciplinar, através da socialização dos
planos pedagógicos de ensino, discutindo e trocando informações sobre os ementários e
conteúdos a serem desenvolvidos e de avaliação conjunta entre professores (avaliação de duas ou
mais disciplinas sobre um objeto comum), encadeamento interno de conteúdos das disciplinas (a
ordem dos conteúdos influencia nas disciplinas paralelas), por exemplo.
No início do semestre cada professor apresenta a forma como pretende administrar sua
ementa, o plano de ensino, a sequência de conteúdos e avaliações previstas, permitindo assim um
ajuste prévio e uma discussão sobre o conteúdo geral a ser trabalhado no semestre. Ao término do
semestre, os professores apresentam e trocam entre si os procedimentos metodológicos e as
avaliações praticadas, validando suas ementas, estratégias de ensino e avaliação, e aprimorando e
ajustando o sincronismo de seus conteúdos para a próxima prática.
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9. PERFIL DO EGRESSO
O perfil profissional do egresso capacita-o a atuar em diversos segmentos da computação,
dentre as áreas ou funções no mercado de trabalho podem ser elencadas as seguintes:
•
Empreendedorismo – descobrimento e empreendimento de novas oportunidades
para aplicações usando sistemas computacionais e avaliando a conveniência de se
•
investir no desenvolvimento da aplicação;
Consultoria - consultoria e assessoria a empresas de diversas áreas no que tange ao
•
uso adequado de sistemas computacionais;
Coordenação de Equipe – coordenação de equipes envolvidas em projetos na área de
computação e informática;
•
Membro de Equipe – participação de forma colaborativa e integrada de equipes que
•
desenvolvem projetos na área de informática;
Pesquisador – participação em projetos de pesquisa científica e tecnológica.
Do egresso de um curso de Bacharelado em Ciência da Computação é exigida uma
predisposição e aptidões para a área, além de um conjunto de competências, habilidades e
atitudes a serem adquiridas durante a realização do curso.
Os componentes desse perfil são destacados a seguir:
9.1. Conjunto de competências técnicas
•
•
Visão sistêmica e holística da área de computação;
Profunda abrangência e conhecimento das bases teóricas, científicos e tecnológicos
•
•
relacionados à área de computação;
Eficiência na operação de equipamentos computacionais e sistemas de software;
Capacidade de, com base nos conceitos adquiridos, iniciar, projetar, desenvolver,
•
implementar, validar e gerenciar qualquer projeto de software;
Capacidade para projetar e desenvolver sistemas que integrem hardware e software;
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•
•
Capacidade para avaliar prazos e custos em projetos de software;
Competência e compromisso com a utilização de princípios e ferramentas que
aperfeiçoem o processo de desenvolvimento e implementação de um projeto e lhe
•
confiram um alto grau de qualidade;
Competência para identificar, analisar e documentar oportunidades, problemas e
necessidades passíveis de solução via computação, e para empreender na
•
concretização desta solução;
Capacidade para pesquisar e viabilizar soluções de software para várias áreas de
•
conhecimento e aplicação;
Compreensão da importância de se valorizar o usuário no processo de interação com
sistemas computacionais e competência na utilização de técnicas de interação
•
homem-máquina neste processo;
Capacidade para desenvolvimento de pesquisa científica e tecnológica de forma
•
aplicada;
Aplicação eficiente dos princípios de gerenciamento, organização e busca de
•
informações;
Conhecimento de aspectos relacionados à evolução da área de computação, de
forma a poder compreender a situação presente e projetar a evolução futura.
9.2. Habilidades gerais:
•
•
Compreensão do mundo e da sociedade;
Comunicação oral e escrita, com destaque para o uso correto da língua portuguesa e
para um grau de fluência na língua inglesa suficiente para a leitura de documentos
•
•
técnicos na área;
Trabalho em grupo e com equipes multidisciplinares;
Desenvolvimento de soluções criativas e inovadoras para problemas e situações da
•
•
•
vida profissional;
Consideração de aspectos de negócios no processo de gerenciamento de um projeto;
Conciliação entre teoria e prática;
Adaptação à constante e rápida evolução da área.
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9.3. Atitudes e posturas:
•
Atuação profissional baseada em sólidos princípios éticos, sociais e legais, com
•
•
•
destaque ao conhecimento e respeito à legislação específica da área;
Posturas pró-ativa, colaborativa e criativa;
Valorização da qualidade em todas as atividades;
Compromisso e disposição para manter-se a par do estado-da-arte em sua área de
•
atuação;
Mentalidade transformadora, empreendedora e inovadora.
10.CAMPO DE ATUAÇÃO
As Diretrizes Curriculares dos Cursos da Área de Computação e Informática, foram estudadas
e definidas pela Comissão de Especialistas de Ensino de Computação e Informática – CEEInf, na
Coordenação das Comissões de Especialistas de Ensino, dentro do Departamento de Políticas do
Ensino Superior, no MEC – Secretaria de Educação Superior.
Toda a legislação referente aos Cursos Superiores, definida através de Resoluções, Diretrizes
e Pareceres, norteou a organização do Projeto de Criação e do Projeto Pedagógico do Curso de
Ciência da Computação.
Além de propiciar o contato com os fundamentos e as tecnologias da computação, fornece o
conhecimento sociocultural e organizacional necessário para uma prática ética e de visão
humanística das questões sociais e profissionais. Tomando como base a fundamentação das
Ciências da Educação, internamente relacionadas com os aspectos sócio-econômico-políticoculturais do aluno inserido na realidade em que vive, esse curso propõe assegurar maior
competência nos aspectos gerais, técnicos e ético-sociais que compõem o perfil profissional do
egresso de um curso de atividade fim da área de informática.
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11.FORMA DE ACESSO AO CURSO
A admissão é alunos no curso de Ciência da Computação é regulamentado pela Resolução Nº
57 de novembro de 2012, intitulada Organização acadêmica dos cursos superiores de graduação.
11.1. APROVEITAMENTO DE ESTUDOS PRÉVIOS
O discente que tenha realizado disciplinas em outras instituições, em cursos de mesmo nível
ou nível superior, poderá pedir aproveitamento de estudos prévios, a normativa para o pedido de
aproveitamento é apresentado no capítulo 9 da Resolução Nº 57 do CONSUPER de 2012.
Os pedidos de aproveitamento serão feitos no início do semestre letivo, em edital próprio
divulgado pela Instituição e a avaliação e aprovação dos pedidos serão feitos pelo Colegiado do
curso.
11.2. APROVEITAMENTO DE ESTUDOS PRÉVIOS (EXTRAORDINÁRIO)
Em disciplinas que o discente apresente domínio prévio do conteúdo, obtido de forma
autônoma ou através de cursos em outros níveis, poderá pedir a Avaliação de Extraordinário
aproveitamento de estudos, a forma de se dará o processo é previsto no capítulo 10 da Resolução
Nº 57 do CONSUPER de 2012.
Não poderá pedir Avaliação de Extraordinário Aproveitamento de Estudos o aluno que tenha
reprovado na disciplina pretendida ou que já tenha feito a Avaliação de Extraordinário
Aproveitamento de Estudos e tenham sido reprovados.
Situações não previstas nesse documento serão decididas pelo Colegiado do Curso.
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12.MATRIZ CURRICULAR
As ementas do curso foram baseadas no documento da SBC (2005) resultante do grupo de
trabalho que teve como objetivo: “Discutir questões relativas ao currículo de referência da SBC
para os cursos de Bacharelado em Ciência da Computação e Engenharia de Computação”. Estas
ementas estão apresentadas no APÊNDICE IV deste documento.
A matriz está organizada em seis núcleos. Dentro dos núcleos, cada matéria abrange um
campo específico de conhecimento. Os tópicos listados em cada matéria podem ser utilizados para
a criação de uma ou mais disciplinas; alternativamente, tópicos de mais de uma matéria podem
ser agrupados na forma de uma única disciplina. A representação gráfica do curso (APÊNDICE I),
ilustra a dinâmica do curso e a interação entre estes núcleos.
Os currículos dos cursos da área de computação e informática podem ser compostos por
quatro grandes áreas de formação: formação básica, formação tecnológica, formação
complementar e formação humanística.
A área de formação básica tem por objetivo introduzir as matérias necessárias ao
desenvolvimento tecnológico da computação. O principal ingrediente desta área é a ciência da
computação, que caracteriza o egresso como pertencente à área de computação.
Na área de formação tecnológica, com o conhecimento básico adquirido, pretende-se
mostrar a aplicação do mesmo no desenvolvimento tecnológico, criando instrumentos
(ferramentas) de interesse da sociedade ou reforçar tecnologicamente os sistemas de computação
para permitir a construção de ferramentas antes variáveis ou ineficientes.
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A área de formação complementar permite ampliação dos conhecimentos em áreas
complementares e correspondentes, considerando-se as facilidades introduzidas pela informática
na atividade humana.
A área de formação humanística envolve conhecimentos relacionados à história da ciência da
computação, ética, sociedade e filosofia. Desta forma o estudo da computação transcende as
questões meramente técnicas, exigindo também a compreensão do processo de construção do
conhecimento.
As matérias da área de Computação estão organizadas em dois núcleos:
•
Fundamentos da Computação (FC), que compreende o núcleo de matérias que
envolvem a parte científica e as técnicas fundamentais à formação sólida dos
•
egressos dos diversos cursos de computação;
Tecnologia da Computação (TC), que compreende o núcleo de matérias que
representam um conjunto de conhecimento agregado e consolidado que capacitam
o aluno para a elaboração de solução de problemas nas quais as disciplinas
Programação I, II e III, Programação Gráfica, Programação Paralela e Multi-Core,
entre outras, se relacionam com os diversos domínios de aplicação.
As matérias de outras áreas estão organizadas em quatro núcleos:
•
Matemática (M): propicia a capacidade de abstração, de modelagem e de raciocínio
•
lógico constituindo a base para várias matérias da área de Computação.
Ciências Básicas (CB): fornece conhecimento de ciências básicas como física e
•
desenvolvem no aluno a habilidade para aplicação do método científico.
Eletrônica (E): fornece conhecimentos básicos para o projeto de sistemas
eletrônicos embarcados;
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•
Contexto Social e Profissional (CSP): fornece o conhecimento sociocultural e
organizacional, propiciando uma visão humanística das questões sociais e
profissionais, em consonância com os princípios da ética em computação.
A grade curricular detalha no APÊNDICE II deste documento dados relativos às disciplinas
que compõem o Curso de Bacharelado em Ciência da Computação, apresentando a carga horária
de cada componente curricular, bem como, as cargas horárias parciais de cada uma das fases do
presente curso.
Por sua vez os APÊNDICES III e V detalham as informações relativas à grade curricular para
componentes optativos e as respectivas ementas curriculares.
13.SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM
A avaliação fornece subsídios ao professor para o próprio processo de ensino-aprendizagem,
buscando compreender as deficiências da aprendizagem. A avaliação tem como um dos objetivos
investigar os conhecimentos que o aluno traz para a sala de aula, as suas reais necessidades, como
o compromisso de sua ampliação, trabalhando o conhecimento científico e tecnológico, superando
o ensino comum.
A avaliação possibilita a identificação das diferentes formas de apropriação dos conceitos
científicos elaborados pelos alunos, seus avanços e dificuldades na aprendizagem, além de
possibilitar uma ação imediata e mais efetiva do professor, como mediador, recuperando os
conhecimentos necessários de maneira mais significativa. Além disso, deverá analisar a coerência
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do trabalho pedagógico com as finalidades educativas previstas no Projeto Pedagógico do Curso e
no Plano de Ensino de cada disciplina.
Cabe ao professor fazer todos os registros e anotações necessárias das conclusões das
avaliações, bem como de todo o processo ensino-aprendizagem, os quais servirão para orientá-lo
em relação a outros elementos envolvidos no processo para a continuidade do trabalho.
As práticas formais de avaliação serão realizadas de forma diversificadas buscando
contemplar os limites definidos nas normas internas do IFC, atividades como: preleções, pesquisas,
exercícios, arguições, trabalhos práticos, seminários, viagens técnicas e ou de estudos, estágios,
provas escritas e orais e de outros instrumentos que possam contribuir com o processo.
A sistemática de avaliação das disciplinas será apresentada pelo professor em seu plano de
ensino a cada início de semestre letivo às turmas, devendo conter os critérios, instrumentos e
periodicidade das avaliações, em caso de alterações necessárias, os alunos deverão ser informados
das mudanças ocorridas.
A aprovação nas disciplinas dar-se-á por média semestral e será considerado o
aproveitamento e a assiduidade. O aproveitamento será avaliado pelo docente com atribuição de
pelo menos duas notas parciais, expressas em grau numérico de 0 (zero) a 10 (dez), com um
decimal e será aprovado quem atingir média igual ou superior a 7,0 (sete inteiros), consideradas as
avaliações previstas no plano de ensino da disciplina.
O aluno que não atingir a média semestral (MS) 7,0 (sete inteiros) será submetido a exame
final (EF), tendo que atingir média final (MF) igual ou superior a 5,0 (cinco inteiros), sendo que se
média final será resultante da seguinte fórmula:
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MF=
MS−EF
≥5,0
2
Nas disciplinas de TC I e TC II, a aprovação é condicionada ao cumprimento e aprovação de
todas as etapas previstas no Regulamento de TC. A assiduidade considerada para aprovação nas
disciplinas de TC I e TC II será de 75% dos encontros presenciais com o coordenador de TC
definidas no calendário da disciplina.
Quanto à assiduidade, será considerado aprovado o aluno que tiver frequência igual ou
superior a 75% (setenta e cinco por cento) na disciplina.
É de responsabilidade do professor apresentar os resultados das avaliações parciais aos
alunos, de forma individual, num prazo máximo de até 15 dias após o término da avaliação.
Caso o aluno não possa comparecer à avaliação, o mesmo poderá requerer junto à
secretaria, no prazo de até 72 horas após a realização da avaliação, uma nova avaliação, anexando
justificativa. O resultado desta solicitação será obtido em até uma semana após a realização desta
solicitação.
O Núcleo Docente Estruturante resolverá outras questões ainda não regulamentadas neste
documento.
14.SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO CURSO
Segundo a Resolução nº 50 do Conselho Superior, de 17 de dezembro de 2010 (cap. 1, art.3º)
o Sistema de Avaliação Institucional do IFC orientar-se-á pelo dispositivo de Lei nº 10.861, de 14 de
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abril de 2004, que instituiu o SINAES (Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior),
integrando três modalidades de avaliação, a saber:
•
Avaliação das Instituições de Educação Superior, dividida em 2 etapas: auto-avaliação
(coordenada pela Comissão Própria de Avaliação – CPA) e avaliação externa (realizada
•
•
pelas comissões designadas pelo MEC/INEP);
Avaliação dos Cursos de Graduação (ACG): visitas in loco de comissões externas;
Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE): para iniciantes e concluintes,
em amostras, com definição anual das áreas participantes.
A avaliação do Curso acontecerá por meio de dois mecanismos constituídos pelas avaliações
externa e interna.
Avaliação externa: essa avaliação considerará o desempenho do Curso em relação ao
mercado de trabalho, ao grau de satisfação do egresso e aos critérios estabelecidos pelo Ministério
da Educação (resultados do ENADE e da Avaliação das Condições de Ensino). A avaliação externa
abrangerá, ainda:
•
Pesquisa junto à sociedade civil organizada, com os quais o Curso desenvolve suas
atividades, para verificar a adequação dessas atividades e o grau de satisfação dos
mesmos.
•
Pesquisa junto às empresas parceiras, que absorverá os egressos do Curso, para verificar
o grau de satisfação da comunidade externa em relação ao desempenho dos mesmos.
•
Pesquisa junto aos egressos, para verificar o grau de satisfação dos ex-alunos em relação
às condições que o Curso lhes ofereceu e vem lhes oferecer (formação continuada).
Avaliação interna: essa avaliação considera, basicamente, três conjuntos de elementos:
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•
Condições: corpo docente; corpo discente; corpo técnico-administrativo; infraestrutura;
perspectiva utilizada na definição e organização do currículo; perfil profissional e as
perspectivas do mercado de trabalho; estágios; efetiva participação de estudantes em
atividades de Iniciação Científica, extensão e monitoria; atratividade do curso e interação
com área científica, técnica e profissional e com a sociedade em geral;
•
Processos: interdisciplinaridade; formação interdisciplinar; institucionalização; qualidade
do corpo docente e sua adequação aos cursos de Graduação e Tecnológicos (domínio dos
conteúdos, planejamento, comunicação, compromisso com o ensino, pesquisa, extensão,
orientação/supervisão); avaliação da aprendizagem (critérios claros e definidos,
relevância dos conteúdos avaliados, variedade de instrumentos, prevenção da ansiedade
estudantil); estágio; interação IES/sociedade;
•
Resultados: capacitação global dos concluintes; preparo para exercer funções
profissionais
(executar
atividades-tarefa
típicas
da
profissão,
aperfeiçoar-se
continuamente); qualidade do curso (necessidades do mercado do trabalho, atualidade e
relevância técnico-científica dos conteúdos, desempenho em Pós-graduação/cursos
típicos da carreira, adequação do currículo às necessidades futuras); análise comparativa
(cursos da mesma área em outras instituições, outros cursos da mesma instituição).
Será realiza uma coleta de dados junto aos servidores e discente envolvidos no curso, ao
término de cada semestre, para obter informações relativas aos elementos acima citados. Alguns
exemplos de itens a serem avaliados são:
•
Desempenho do docente: em relação a clareza, fundamentação, perspectivas
divergentes, importância, inter-relação e domínio dos conteúdos, questionamento,
síntese soluções alternativas;
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•
Desempenho didático-pedagógico: em relação ao cumprimento de objetivos, à
integração de conteúdos, aos procedimentos e materiais didáticos e bibliografia; e
aspectos atitudinais e filosóficos (aspectos éticos, clima livre de tensão orientação,
atitudes e valores); pontualidade do professor e exigência de pontualidade dos alunos;
•
Desempenho discente: expressado pela participação em aula e atividades, informação
ética, realização de tarefas, interesse e presença integral;
A Resolução nº 50 do Conselho Superior de 17/12/2010 dispõe sobre as diretrizes para
criação da Comissão Própria de Avaliação (CPA) dos câmpus do Instituto Federal Catarinense. De
acordo com o documento, uma Comissão é instituída em cada câmpus com o objetivo de
coordenar e articular o processo interno de avaliação, bem como sistematizar e disponibilizar
informações e dados requeridos pela Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior –
CONAES. (Resolução n. 50 do Conselho Superior de 17/12/2010, Cap. II, seção I, Art. 4º).
A composição das CPA’s segue as orientações da Portaria nº 2.051, de 9 de julho de 2004, e
seus membros foram nomeados pela Portaria nº 192, de 26 de setembro de 2012, apresentada no
Anexo I.
A CPA integra o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES e atua com
autonomia, no âmbito de sua competência legal, em relação aos conselhos e demais órgãos
colegiados existentes na Instituição. Funciona com o apoio do Departamento de Desenvolvimento
Educacional do Câmpus (Resolução nº 50 do Conselho Superior de 17/12/2010, Cap. II, seção I, Art.
5º e 6º).
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15.TRABALHO DE CURSO (TC)
15.1. Orientações Gerais
O Trabalho de Curso – TC, consiste em consolidar os conhecimentos adquiridos no curso,
com o objetivo de desenvolver a capacitação e autoconfiança do aluno na concepção,
implementação e avaliação de uma situação real na área relativa ao curso.
A elaboração do TC é condição obrigatória para a obtenção do grau de Bacharel em Ciência
da Computação. O TC será desenvolvido durante o curso, nos dois últimos semestres, no total de
horas estipuladas pela estrutura curricular do curso.
As diretrizes para o desenvolvimento das atividades do TC baseiam-se na Resolução Nº 54 do
Conselho Superior 17/12/2010. A normatização das atividades inerentes ao TC, no que diz respeito
aos critérios, procedimentos, mecanismos de avaliação e as diretrizes técnicas relacionadas à sua
elaboração e apresentação é apresentada no Anexo 2.
Na matriz curricular estão previstas duas disciplinas que possuem a finalidade de
proporcionar espaço de trabalho ao aluno para que se dedique à construção e desenvolvimento de
seu TC. A disciplina: Trabalho de Conclusão de Curso I concentra-se na elaboração do projeto
lógico, abordando metodologia, revisão bibliográfica, concepção das ideias. Na disciplina Trabalho
de Conclusão de Curso I, o aluno poderá executar o seu projeto, realizar as implementações
necessárias e reunir as conclusões do trabalho. Em todas as etapas deverá ser realizada a escrita
do trabalho.
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15.2. Sistemas de Avaliação do Trabalho de Curso (TC)
O Trabalho de Curso será avaliado mediante notas de zero a dez, aplicada pela Banca de
avaliação. Serão avaliados o conteúdo e formato do trabalho e a apresentação deste trabalho ao
público. Será considerado aprovado o trabalho de conclusão de curso cuja nota for superior a sete.
Em caso de não aprovação o aluno deverá repetir a execução do trabalho, de sua redação ou sua
defesa, conforme sugestão da banca examinadora.
Após aprovado o aluno deverá realizar correções solicitadas pela banca examinadora, caso
existam. Após a correção final, o aluno deverá disponibilizar obrigatoriamente uma cópia final
impressa do trabalho e uma cópia em meio eletrônico (no formato PDF). A cópia final eletrônica do
Trabalho de Curso deverá ser enviada a Coordenação do Curso, enquanto a cópia final impressa do
TC será encaminhada à Biblioteca Central, para arquivamento.
Cabe salientar o suporte oferecido pelo curso para o desenvolvimento dos trabalhos de
conclusão: docentes orientadores qualificados na área de interesse, infraestrutura laboratorial
adequada; recursos de informática, necessários a análise dos resultados obtidos e elaboração do
relatório final e amplo referencial teórico presente na Biblioteca, para fornecer o embasamento
teórico necessário à execução de qualquer trabalho científico.
A normatização das atividades inerentes ao TC, no que diz respeito aos critérios,
procedimentos, mecanismos de avaliação e as diretrizes técnicas relacionadas à sua elaboração e
apresentação será elaborada pelo colegiado do curso.
16.ESTÁGIO CURRICULAR
Segundo a Lei 11.788 de 25 de setembro de 2008, o estágio visa ao aprendizado de
competências próprias da atividade profissional e à contextualização curricular, objetivando o
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desenvolvimento do educando para a vida cidadã e para o trabalho, além de aproximar o
acadêmico com a futura atividade profissional.
Este trabalho será realizado em organizações externas e/ou internas ao IFC e nas áreas de
projeto e desenvolvimento de sistemas computacionais de hardware e software como atividade
fim.
O acadêmico deverá exercer uma função condizente com a área, ou seja, não exercer papel
meramente operacional. Qualquer outra área ou função escolhida deve ser aprovada pelo NDE do
curso. Na conclusão do trabalho, o acadêmico deverá apresentar um relatório detalhado das
atividades que será avaliado pelo professor supervisor.
Quanto a modalidades de estágio, são previstos dois tipos:
•
•
Obrigatório
Não Obrigatório
O estágio supervisionado de Computação é coordenado pelo Coordenador de Estágio e pode
ser realizado ao longo do curso. Durante o estágio, os alunos deverão desenvolver atividades
práticas e entrar em contato com a realidade local, conhecendo suas dificuldades e necessidades
de aprimoramento.
Os estágios supervisionados serão acompanhados de um professor do curso de Ciência da
Computação, responsável pela evolução do aluno nas suas atividades práticas, suprindo-lhe com a
orientação e apoio necessários ao seu bom desempenho durante todo o estágio.
Estágio não obrigatório é aquele desenvolvido como atividade opcional, acrescida à carga
horária regular e obrigatória. O estágio não obrigatório não acarreta vínculo empregatício de
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qualquer natureza e deve ser realizado em empresa de direito público ou privado, ou junto à
profissional autônomo devidamente registrado.
O estágio não obrigatório pode ser realizado em qualquer semestre letivo, desde que o aluno
esteja matriculado. A carga horária, duração e jornada de estágio, a serem cumpridas pelo aluno,
devem sempre ser compatíveis com sua jornada escolar, de forma a não prejudicar suas atividades
escolares, observando que a carga horária do estagiário não poderá exceder 6 (seis) horas diárias e
30 (trinta) horas semanais.
A sistemática a ser desenvolvida para a realização do Estágio encontra-se detalhada no
Manual de Estágio (Anexo III deste documento), e regulamentada pela resolução Nº 17/2013.
17.LINHAS DE PESQUISA
O curso será conduzido de forma a oportunizar aos alunos atividades de pesquisa e extensão
nas mais diversas áreas do conhecimento. Estas atividades estarão ligadas de forma
interdisciplinar, contemplando diversas disciplinas de áreas afins.
A organização da área de pesquisa se dará segundo Estatuto e orientações do Setor de Pósgraduação de Pesquisa e Extensão do Instituto Catarinense. Internamente o processo se dará pela
organização de grupos de pesquisas, podendo dentro de suas características realizarem atividades
nas mais variadas linhas de pesquisa classificadas pelo CNPq.
Os trabalhos desenvolvidos poderão contar com incentivos de Órgãos Financiadores como
CNPq, CAPES e outros organismos ou empresas.
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As linhas de pesquisa são as direções nas quais atuam os pesquisadores envolvidos no curso
e são os guias para o desenvolvimento dos TC’s. A seguir temos uma lista das linhas de pesquisa
previstas para serem formadoras da base de pesquisa do curso:
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Banco de Dados;
Computação Gráfica e Processamento de Imagens;
Engenharia de Software;
Automação e Robótica;
Engenharia do Conhecimento;
Sistemas de Informação;
Inteligência Computacional;
Computação de Alto Desempenho;
Sistemas de Informação;
Otimização;
Informática na Educação;
Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos;
Segurança em Sistemas Computacionais;
Processamento Paralelo.
18.AÇÕES DE EXTENSÃO
A atividade de extensão tem por objetivo contribuir para formação e qualificação
profissionais, desenvolvendo habilidades práticas para a aplicação do conhecimento. No curso de
Informática do IFC – Câmpus Videira, o foco da atividade é o conhecimento aplicado em prol da
resolução de uma problemática local e/ou regional. Esta prática não versa a complexidade de
soluções, mas bem, a análise e contextualização do problema e suas soluções plurais, visando
dentre estas, escolher aquela mais adequada para a situação. Desta forma o aluno desenvolve o
censo crítico da formulação de uma solução que nem sempre é a ideal, contudo é a necessária
para sua superação.
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Dentre as ações de extensão previstas a serem realizadas pelos alunos e docentes deste
curso, podemos destacar:
•
Monitoria de disciplinas de Informática, praticando a inclusão digital e auxílio a alunos de
•
•
outros cursos;
Promoção e participação em eventos
Palestras e seminários promovidos por/nas empresas de Informática regionais.
19.ATIVIDADES DO CURSO
19.1. Atividades Curriculares Complementares
As atividades curriculares complementares visam flexibilizar o currículo do curso, aproximar
o estudante da realidade social e profissional e propiciar-lhe o aprofundamento temático e
interdisciplinar, promovendo a integração entre a instituição de ensino e a sociedade, por meio da
participação do estudante em atividades que visem a formação profissional e para a cidadania.
Essas atividades dar-se-ão em áreas específicas de interesse dos estudantes desenvolvidas
ao longo do curso, em atividades de representação estudantil, de ensino, pesquisa e extensão, que
poderão ser realizadas em eventos internos ao curso ou externos. Internamente o curso, através
do seu colegiado, promoverá atividades como semanas acadêmicas, simpósios cursos, minicursos,
palestra, dentre outras atividades com temas de acordo com as necessidades dos estudantes.
Estes poderão desenvolver também estágios não obrigatórios, monitorias, participar como bolsista
de atividades de pesquisa, etc. Poderão ser validadas ainda atividades desenvolvidas em outras
instituições, como cursos de aperfeiçoamento ministrados pelas redes de ensino, experiência
profissional na área da educação, dentre outras.
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As atividades complementares são regulamentadas pela resolução Nº 43 do Conselho
Superior do IFC de 02 de julho 2013.
19.2. Atividades de Monitoria
A monitoria é uma atividade de complementação e aprofundamento dos conteúdos e das
ações de formação dos alunos. A seguir, os objetivos esperados da prática da monitoria:
I.
Propiciar ao acadêmico a oportunidade de desenvolver e compartilhar suas
II.
habilidades e competências para a carreira docente, nas funções de ensino;
Assegurar a cooperação didática entre o corpo docente e discente nas funções
III.
universitárias;
Oportunizar ao acadêmico a preparação e o direcionamento profissional técnico e/ou
docente, nas várias áreas de interesse, visando seu treinamento em serviço,
IV.
exploração de aptidões intelectuais e ampliar as oportunidades profissionais;
Oferecer aos acadêmicos de cada curso oportunidades de complementação e
aprofundamentos de conteúdos nas diversas disciplinas.
A atividade de monitoria é exercida por acadêmico regularmente matriculado, durante o
período letivo e de acordo com as normas específicas de cada modalidade citada em regulamento
próprio. Cabe ao professor da disciplina solicitar o auxílio de monitor mediante projeto de
extensão. Em todas as modalidades, após o cumprimento do programa de monitoria, o monitor
receberá um certificado emitido pela Reitoria do Instituto Federal Catarinense, se aprovado na
avaliação.
Para candidatar-se a esta modalidade o acadêmico deve: comprovar a aprovação na
disciplina, quando já cursada, com nota mínima de 7,0 (sete) através do histórico escolar; ser
indicado, após selecionado em teste classificatório específico, a ser proposto e aplicado por
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comissão especialmente designada para este fim, segundo critérios e procedimentos estabelecidos
em Edital. Além disso, a nota do coeficiente geral do aluno deve ser no mínimo 6,5 e o período
máximo de atuação como monitor é de 18 meses, para uma determinada disciplina, sendo
necessária a produção de um relatório a cada seis meses, relatando as atividades desenvolvidas.
São atribuições do monitor: auxiliar o docente nas atividades: didático - científicas, inclusive
na preparação de aulas, atividades e trabalhos didáticos, atendimento e orientação de alunos, em
períodos por ele já cursados; auxiliar o corpo discente, sob a supervisão docente, na orientação de
trabalhos de laboratório, de pesquisas bibliográficas, de trabalhos de campo e de outros
compatíveis com seu grau de conhecimento e experiência; atender pequenos grupos em horários
que não coincidam com os seus horários de aula. É vedado ao Monitor elaborar, aplicar ou corrigir
provas, ministrar aulas como substituto ou outras funções exclusivamente docentes.
Em relação ao regime de trabalho o programa de monitoria não implica em nenhum tipo de
relação empregatícia entre o aluno e a Instituição. O Monitor exerce suas atividades sob
orientação de professor responsável que zelará pelo fiel cumprimento das atividades previstas. O
horário das atividades do Monitor não pode, em hipótese alguma, prejudicar as atividades
discentes e será fixada carga horária compatível com as funções e atividades a serem
desempenhadas. As atividades de monitoria terão no mínimo de 4 horas semanais e no máximo 10
horas semanais. As atividades do Monitor obedecem, em cada semestre, ao projeto elaborado
pelo professor.
19.3. Nivelamento
Durante o primeiro semestre, na primeira semana de aula ou no decorrer das aulas, os
professores poderão realizar atividades de nivelamento em horário alternado as disciplinas do
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curso, de forma a consolidar o conhecimento de conceitos básicos essenciais para o
aproveitamento das disciplinas.
Propõem-se aos docentes que o conteúdo do nivelamento seja dinâmico, permitindo que
diversas dificuldades possam ser identificadas e sanadas.
Depois do primeiro semestre, se ainda houverem disciplinas que necessitem do domínio de
conteúdos não previstos no projeto do curso, mas que os professores percebam que há
disparidade entre os alunos, poderão serem oferecidos períodos de acompanhamento individual,
cursos específicos ou a formação de grupos de estudos.
20.DESCRIÇÃO DO CORPO DOCENTE
A listagem do corpo docente e a formação acadêmica correspondente às especialidades de
cada professor são detalhadas no Apêndice VI deste documento.
21.DESCRIÇÃO DA EQUIPE DE TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS
A relação nominal da equipe de técnicos administrativos, suas funções, bem como a
respectiva formação acadêmica são descritos no Apêndice VII deste documento.
22.DESCRIÇÃO DA INFRAESTRUTURA DISPONÍVEL
A relação dos diversos espaços destinados às atividades do Curso de Bacharelado em Ciência
da Computação é descrita no Apêndice VIII deste documento. Nesta relação são apresentados
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igualmente os recursos e instalações disponíveis no IFC-Câmpus Videira para permitir o acesso a
pessoas com necessidades especiais.
23.DIPLOMAS E CERTIFICADOS
A diplomação é o ato de emissão do documento oficial do Instituto Federal Catarinense, que
certifica a conclusão de curso de graduação e confere grau ao graduado. Sua aplicação é efetivada
com aluno regular que tenha integralizado o currículo do respectivo curso.
Após a integralização das disciplinas previstas, das atividades complementares e após a
aprovação do relatório de Estágio Obrigatório e Trabalho de Curso, o aluno estará apto a receber o
título, com Diploma Bacharelado em Ciência da Computação, através de documento expedido pelo
Instituto Federal Catarinense, conforme legislação em vigor.
A emissão de certificados e diplomas ficará a cargo da Reitoria do Instituto Federal
Catarinense. Aos câmpus, caberá o controle da vida acadêmica do aluno, a oferta de extensão, sua
organização e controle.
Enquanto o diploma não for expedido definitivamente, o aluno concluinte poderá requerer
certificado de conclusão de curso.
Pontos fundamentais:
•
O diploma registrado confere ao seu titular todos os direitos e prerrogativas
•
reservados ao exercício profissional da carreira de nível superior;
Para solicitar emissão/registro de diploma, o aluno deverá ter sido previamente
identificado pela Coordenação de Registros Escolares/Acadêmico como provável
formando do período;
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•
A “Relação de Prováveis Formandos do Período” será afixada em mural da
•
Coordenação de Registros Escolares e no site da Instituição;
A Coordenação de Registros Escolares/Acadêmico fará a integralização curricular do
aluno considerando os registros que constam do “Histórico Escolar” e do “Histórico
do Período”, e confrontando-os com o currículo do curso e o período de
•
acompanhamento curricular;
O aluno que se julgar na condição de provável formando e não tiver sido identificado
pela
Coordenação
de
Registros
Escolares/Acadêmico
deverá
procurar
o
Departamento de Desenvolvimento Educacional para verificação das pertinências de
•
•
conclusão do curso;
A habilitação concluída será averbada no verso do Diploma.
O aluno DCS (Portador de Diploma de Curso Superior) que estiver concluindo nova
habilitação do mesmo curso e grau anteriormente obtido deverá solicitar apenas
•
•
Registro/Averbação de Habilitação.
A emissão de 2ª via do diploma dar-se-á com ônus para o solicitante.
A entrega do diploma será efetivada pela Direção-Geral do Câmpus, no período
•
estabelecido no “Calendário Aluno”.
Para a entrega do diploma, o aluno concluinte estará sujeito às seguintes condições:
não ter débito junto à Biblioteca Central, Coordenação-Geral de Assistência ao
Educando, Laboratórios e órgãos que emprestem materiais/equipamentos; não ter
débito de documentação junto à Coordenação de Registros; bem como ter
•
participado da solenidade de outorga de grau.
Os dados de Diplomação constarão do “Livro de Registro de Diplomas”, de
•
periodicidade semestral.
O aluno receberá o diploma junto à Coordenação de Registros Escolares/Acadêmico,
no período estabelecido no calendário da Instituição, após verificação da “Ata de
Outorga de Grau”.
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24.CONSIDERAÇÕES FINAIS
A construção deste documento ocorreu de forma colaborativa, com a participação dos
docentes envolvidos no curso de Ciência da Computação, além dos membros do NDE.
Utilizando-se de todas as referências atuais disponíveis, procurou-se criar uma matriz
curricular baseada numa visão de currículo tão moderna quanto a própria Informática, mas que
obedeça às diretrizes vigentes e que aproveite o conhecimento adquirido ao longo de várias
edições desde curso consagrado.
Consideramos de vital importância o reestudo e reorganização deste documento, a cada ciclo
que se completa com a conclusão e ingresso de uma nova turma, para que assim os egressos
possam levar consigo o resultado de todo um esforço coletivo progressivo que culmina na atuação
profissional séria e consciente.
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25.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
[1] ALARCÃO, I. Professor-investigador: Que sentido? Que formação? In: B. P. Campos (Ed).
Formação profissional de professores no ensino superior. Porto: Porto Editora, 2001.
(Vol.1, pp. 21-31).
[2] BRASIL: Lei nº. 9.394 de 20 de dezembro de 1996. Diretrizes e Bases da Educação
Nacional. Brasília, DF: D.O. U. de 23/12/96.
[3] BRASIL: Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966.
[4] BRASIL: Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008. Dispõe sobre Estágio de Estudante.
[5] BRASIL: Resolução nº 2, de 18 de junho de 2007. Dispõe sobre carga horária mínima e
procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação,
bacharelados, na modalidade presencial.
[6] BRASIL. Resolução CNE/CP nº. 1 de 15 de maio de 2006. Institui Diretrizes Curriculares
Nacionais em Pedagogia, Licenciatura. Brasília, 2006.
[7] BRASIL. Diretrizes curriculares nacionais para formação de professores da educação
básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. Brasília: Ministério
da Educação, 2001.
[8] BRASIL. Diretrizes Curriculares cursos Bacharelado e Licenciatura. Brasília: Ministério da
Educação, 2010.
[9] BRASIL. Educação Profissional: referenciais curriculares nacionais da educação
profissional de nível técnico. Ministério da Educação. Brasília: MEC, 2000.
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[10]
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica.
Educação profissional e tecnológica: legislação básica. 6.ed. Brasília: Secretaria de
Educação Profissional e Tecnológica, 2005.
[11]
BRASIL. Ministério da Educação. Contribuições para o processo de construção dos
cursos de Licenciatura dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia.
Brasília,
2008.
Disponível
em
http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/
licenciatura_05.pdf. Acesso em 13 jun./ 2009.
[12]
DÍAZ, R. M.; NEAL, C. J.; AMAYA-WILLIAMS, M. As origens da auto-regulação. In:
MOLL, L. C. Vygotsky e a educação: implicações pedagógicas da psicologia sóciohistórica. Porto Alegre: Artmed, 2002. p. 123-149.
[13]
EIGA, Ilma. P. A. Projeto Político Pedagógico da escola: uma construção coletiva. In:
______ (Org.). Projeto Político Pedagógico: uma construção possível. 3. ed. Campinas:
Papirus, 1997
[14]
INSTITUTO DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSE. Organização
acadêmica dos Cursos Superiores de Graduação. Blumenau: Instituto Federal
Catarinense,
novembro
2012.
Disponível
em:
<http://www.ifc.edu.br/site/index.php/doc-proen/doc_download/2298->
[15]
INSTITUTO DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSE. Plano de
desenvolvimento institucional- PDI. Blumenau: Instituto Federal Catarinense, maio
2009.
[16]
INSTITUTO DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSE. Projeto Político-
Pedagógico Institucional- PPI. Blumenau: Instituto Federal Catarinense, maio 2009.
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[17]
INSTITUTO DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSE. Regulamentação
Estágios. Blumenau: Instituto Federal Catarinense, julho 2013. Disponível em:
<http://www.ifc.edu.br/site/index.php/documentos-institucionais/doc_download/3261resolucao-017-2013-aprova-resolucao-ad-ref-014-2013-regulamentacao-estagios-proex>
[18]
INSTITUTO DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSE. Atividades
Curriculares Complementares. Blumenau: Instituto Federal Catarinense, julho 2013.
Disponível
em:
<http://www.ifc.edu.br/site/
index.php/documentos-
institucionais/doc_download/3578-resolucao-043-2013-aprova-alteracao-na-res-0482010>
[19]
KUENZER, Acácia Zeneida. Conhecimento e competências no trabalho e na escola.
Boletim Técnico do SENAC, Rio de Janeiro, v. 28, n. 2, p. 45-68, maio/ago.
2002.Disponível em: http://www.senac.br/informativo/BTS/303/boltec303g.htm. Acesso
em 10 mai. 2011.
[20]
MANFREDO, Elizabeth Cardoso Gerhardt. Reflexões na construção do ser professor:
a busca da Indissociabilidade Ensino, Pesquisa e Extensão em projeto integrado de
formação de professores. Revista Eletrônica de Ciências da Educação, 2004. Disponível
em: http://revistas.facecla.com.br/index.php/reped/article/view/538/420. Acessado em:
01/10/2011.
[21]
REGO, T. C. Vygotsky: uma perspectiva histórico-cultural da educação. 14. ed.
Petrópolis: Vozes, 2002.
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[22]
SBC: Sociedade Brasileira de Computação. Currículo de Referência da SBC para
Cursos de Graduação em Bacharelado em Ciência da Computação e Engenharia de
Computação. 2005.
[23]
SMOLKA, A. L. B. Esboço de uma perspectiva teórico-metodológica no estudo de
processos de construção de conhecimento. In: GÓES, M. C. R.; SMOLKA, A. L. B. A
significação nos espaços educacionais: interação social e subjetivação. Campinas:
Papirus, 1997, p. 29-45.
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APÊNDICE I
Representação Gráfica do Curso de Ciência da
Computação
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APÊNDICE II
Matriz Curricular do Curso de Ciência da Computação
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APÊNDICE III
Componentes Curriculares Optativas
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Codificação das Disciplinas
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APÊNDICE IV
Classificação da Matriz Curricular por Núcleos
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APÊNDICE V
Ementas e Referências Bibliográficas
Componentes Curriculares Obrigatórios
PRIMEIRO SEMESTRE
FUNDAMENTOS DE INFORMÁTICA – 60 HORAS
HS
EMENTAS:
Conceitos fundamentais da computação. Fundamentos das principais áreas da computação.
Aritmética de ponto flutuante. Sistemas numéricos. Aritmética binária: ponto fixo e flutuante.
Funções e Formas Booleanas, Álgebra Booleana, Minimização de Funções Booleanas.
BÁSICAS
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[1] Gersting, J. L. Fundamentos matemáticos para a ciência da computação: um tratamento moderno de
matemática discreta. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
[2] FOROUZAN, Behrouz A.; MOSHARRAF, Firouz. Fundamentos da ciência da computação. São Paulo, SP:
Cengage Learning, c2012. xiv, 560 p. ISBN 9788522110537.
[3] Norton, P. Introdução à Informática. São Paulo: Makron Bocks, 1996.
COMPLEMENTARES
[1] DALE, Nell; LEWIS, John. Ciência da computação. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, c2011. xx, 436 p. ISBN 9788521617419.
[2] SILBERSCHATZ, Abraham; GALVIN, Peter Baer; GAGNE, Greg. Fundamentos de sistemas operacionais:
princípios básicos. Rio de Janeiro: LTC, 2013. xvi, 432 p. ISBN 9788521622055.
[3] MONTEIRO, Mário A - Introdução a Organização de Computadores - 5 ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 2007
[4] CAPRON, H.L; JOHNSON, J.A. Introdução à Informática - 8 ed. São Paulo - SP - Pearson Prentice Hall, 2004
[5] FIDELI, Ricardo Daniel; POLLONI, Enrico Giulio Franco; PERES, Fernando Eduardo - Introdução à Ciência da
Computação - 2 ed. São Paulo - Cengage Learning, 2010.
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PRIMEIRO SEMESTRE
ALGORITMOS – 90 HORAS
HS
EMENTAS:
Metodologia de Desenvolvimento de Algoritmos. Tipos de Dados Básicos e Estruturados.
Comandos de uma Linguagem de Programação. Recursividade: Conceito e Implementação.
Modularidade e Abstração
BÁSICAS
[1] CORMEN, Thomas H; LEISERSON, Charles Eric; RIVEST, Ronald L.; STEIN, Clifford. Algoritmos: teoria
e prática. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, Campus, 2012. 926 p.
[2] SILVA, Osmar Quirino da. Estrutura de dados e algoritmos usando C: fundamentos e aplicações . Rio de
Janeiro, RJ: Ciência Moderna, 2007. 460 p.
[3] ASCENCIO, Ana Fernanda Gomes; CAMPOS, Edilene Aparecida Veneruchi de. Fundamentos da
programação de computadores: algoritmos, Pascal, C/C++ (padrão ansi) e Java. 3.ed. São Paulo: Pearson
Education do Brasil, 2012. 569 p.
COMPLEMENTARES
[1] GUIMARÃES, Angelo de Moura; LAGES, Newton Alberto de Castilho. Algorítmos e estruturas de
dados. 33. tir. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2008. xii, 216 p.
[2] FEOFILOFF, Paulo. Algoritmos em linguagem C.Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 208p.
[3] BORATTI, Isaias Camilo; OLIVEIRA, Alvaro Borges de. Introdução à programação: Algoritmos. 3. ed.
Florianópolis, SC: Visual Books, 2007. 158p.
[4] DEITEL, Harvey M.; DEITEL, Paul J. Java como programar. 8. ed. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall, 2010.
xl, 1110 p.
[5] FORBELLONE, André Luiz Villar; EBERSPÄCHER, Henri Frederico. Lógica de programação: a construção de
algoritmos e estruturas de dados. 3. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. 218 p
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PRIMEIRO SEMESTRE
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL – 60 HORAS
HS
EMENTAS:
Funções Reais de uma Variável, Limites e Continuidade de Funções, Derivadas de Funções,
Aplicações de Derivadas, Integrais Simples, Integral Indefinida, Métodos de Integração, Integral
Definida e Aplicações.
BÁSICAS
[1] FLEMMING, Diva Marília. Cálculo A: funções, limite, derivação e integração. 6. ed. rev. ampl. São
Paulo, SP: Pearson Prentice Hall, 2006. 449p.
[2] HUGHES-HALLETT, Deborah; MARKS, Elliot J (Coord). Cálculo de uma variável. 3. ed. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, c2004. xii, 509 p. ISBN 8521613903 (brochura).
[3] GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo : Vol. 1. 5. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos,
c2001. 4 v. ISBN 9788521612575
COMPLEMENTARES
[1] HUGHES-HALLETT, Deborah; GLEASON, Andrew M; LOCK, Patti Frazer; FLATH, Daniel E. Cálculo e
aplicações. São Paulo, SP: E. Blücher, c1999. xii, 329 p. ISBN 9788521201786.
[2] STEWART, James. Cálculo. 2. ed. São Paulo, SP: Cengage Learning, 2010. 2 v. ISBN 9788522106608.
[3] ANTON, Howard; BIVENS, Irl; DAVIS, Stephen. Cálculo. 8. ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. 680 p. ISBN
9788560031634 (v.1).
[4] IEZZI, Gelson; MURAKAMI, Carlos; MACHADO, Nilson Jose. Fundamentos de matemática elementar, 8:
limites, derivados, noções de integral . 6.ed. São Paulo, SP: Atual, 2005. 263 p. ISBN 9788535705478.
[5] LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo: Harbra, c1994. 2 v. ISBN 8529400941
(v.1).
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PRIMEIRO SEMESTRE
INGLÊS – 60 HORAS
HS
EMENTAS:
Noções de estratégias de leitura e interpretação de textos técnicos específicos da área de
computação objetivando a compreensão. Noções de estrutura dos textos. Aspectos gramaticais e
morfológicos pertinentes à compreensão. Estudo das estruturas de textos específicos da área de
computação visando a compreensão. Noções de linguagem, gramática e morfologia.
Desenvolvimento e ampliação das estratégias de leitura e interpretação de textos técnicos da
área da computação.
BÁSICAS
[1] Cruz, D. T. & Silva, A. V.& Rosas, M. Inglês.com.textos para informática. Barueri, SP: Disal S. A.,
2001. 189 p.
[2] Gallo, L.R. Inglês instrumental para informática: módulo I. São Paulo, SP: Ícone, 2008. 170 p.
[3] JACOBS, Michael A. Como não aprender inglês: edição definitiva : erros comuns e soluções práticas . Rio de
Janeiro: Campus, 2002. xii, 254 p.
COMPLEMENTARES
[1] Medrano, V. & Oliveira, M. Lazybonnes - Inglês para informática. São Paulo. Bookworm, 2000.
[2] Sawaya, M. R. Dicionário de Informática e internet. São Paulo: Nobel, 2009.
[3] DICIONÁRIO Oxford escolar: para estudantes brasileiros de inglês : português-inglês, inglês-português. 2.
ed. atual. New York: Oxford University Press, 2009. 757 p.
[4] MICHAELIS: dicionário escolar inglês : inglês-português, português-inglês . 2. ed. São Paulo, SP:
Melhoramentos, c2008. 843 p.
[5] LÍNGUA estrangeira e didática. Petrópolis, RJ: Vozes, 2010. 166p. (Como bem ensinar)
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PRIMEIRO SEMESTRE
METODOLOGIA CIENTÍFICA E DE PESQUISA – 30 HORAS
HS
EMENTAS:
Ciência e Método. Estilos de Pesquisa. Preparação de um Trabalho de Pesquisa. Análise Crítica de
Propostas de Trabalhos Científicos. Normas de formatação de trabalhos acadêmicos. Relatórios,
artigos e monografias. Plágio.
BÁSICAS
[1] Severino, A. J. Metodologia do trabalho científico. 22. ed. Rev. São Paulo: Cortez, 2002.
[2] Wazlawick, R. S. Metodologia de Pesquisa para Ciência da Computação. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
[3] ACEVEDO, Cláudia Rosa. Como fazer monografias : tcc, dissertações, teses. 4 ed. rev. e atual. São Paulo, SP:
Atlas, 2013. 254 p. ISBN 9788522476367.
COMPLEMENTARES
[1] AZEVEDO, Celicina Borges. Metodologia científica: ao alcance de todos . 2. ed. Barueri, SP:
Manole, 2009. 48 p.
[2] MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia científica. 5. ed. rev. e ampl. São Paulo:
Atlas, 2008. 312 p.
[3] CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino; SILVA, Roberto da. Metodologia cientifica. 6. ed. São Paulo,
SP: Pearson, 2007. 162 p.
[4] ALMEIDA, Mário de Souza. Elaboração de projeto, tcc, dissertação e tese: uma abordagem simples, prática
e objetiva . São Paulo: Atlas, 2011. 80 p.
[5] GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 184 p.
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SEGUNDO SEMESTRE
LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO I – 60 HORAS
HS
EMENTA S :
Programação orientada a objetos: classe, objeto e encapsulamento. Generalização, polimorfismo,
interfaces, composição e agregação. Interface gráfica com o usuário (GUI) e seu uso no
desenvolvimento de programas.
BÁSICAS
[1] Deitel, H. M.&Deitel, P. J. Java como programar. 8. ed. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall, 2010.
[2] Barnes, D. J.& Kölling, M. Programação orientada a objetos com Java: uma introdução prática usando o
Bluej. 4. ed. São Paulo, SP: Prentice Hall, 2009.
[3] Horstmann, C.S.& Cornell, G. Core Java. 8. ed. São Paulo, SP: Pearson Prentice
COMPLEMENTARES
[1] Santos, R. Introdução à programação orientada a objetos usando Java. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier:
Campus, 2003
[2] Horstmann, C. S. Conceitos de computação com Java. 5. ed. Porto Alegre: Bookman Companhia Editora,
2009
[3] ASCENCIO, Ana Fernanda Gomes; CAMPOS, Edilene Aparecida Veneruchi de. Fundamentos da
programação de computadores: algoritmos, Pascal, C/C++ (padrão ansi) e Java. 3.ed. São Paulo: Pearson
Education do Brasil, 2012. 569 p. ISBN 9788564574168.
[4] SIERRA, Kathy; BATES, Bert. Use a cabeça! Java . 2. ed. Rio de Janeiro: Alta Books, 2009. 484 p. ISBN
9788576081739.
[5] FREEMAN, Eric; FREEMAN, Elisabeth. Use a cabeça: padrões e projetos . 2. ed. rev. -. Rio de Janeiro: Alta
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Books, 2009. xxiv, 478 p.
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SEGUNDO SEMESTRE
ARQUITETURA DE COMPUTADORES – 60 HORAS
HS
EMENTA S :
Organização de computadores: memórias, unidades centrais de processamento, entrada e saída.
Linguagens de montagem. Modos de endereçamento, conjunto de instruções. Mecanismos de
interrupção e de exceção. Barramento, comunicações, interfaces e periféricos. Organização de
memória. Memória auxiliar. Arquiteturas RISC e CISC. Pipeline. Paralelismo de baixa
granularidade. Processadores superescalares e superpipeline.
BÁSICAS
[1] Stallings, W. Arquitetura e organização de computadores. 8. ed. São Paulo, SP: Pearson Prentice
Hall, 2010.
[2] Tanenbaum, A. S. Organização estruturada de computadores. 5. ed. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall,
2007.
[3] Monteiro, M. A. (Mario Antônio). Introdução a organização de computadores. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC,
c2007.
COMPLEMENTARES
[1] PARHAMI, B. Arquitetura de computadores: de microprocessadores a supercomputadores. São
Paulo, SP: McGraw do Brasil, 2007.
[2] Carter, N. Teoria e problemas de arquitetura de computadores. Porto Alegre: Bookman, 2003.
[3] Hennessy, J. L.& Patterson, D. A. Arquitetura de computadores: uma abordagem quantitativa. 4. ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2008.
[4] DELGADO, José; RIBEIRO. Carlos.Arquitetura de computadores:José Delgado, Carlos Ribeiro; tradução e
revisão técnica Elvira Maria Antunes Uchôa.2. ed. rev. atual. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos,
2009. 534 p.
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[5] PEREIRA, Fábio. Microcontroladores PIC: técnicas avançadas . 6. ed. São Paulo: Érica, 2008. 366 p.
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SEGUNDO SEMESTRE
PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA – 60 HORAS
HS
EMENTA S :
Eventos. Independência de Eventos. Experimentos Aleatórios. Análise Exploratória de Dados.
Descrição Estatística dos Dados. Espaços Amostrais. Probabilidades em Espaços Amostrais
Discretos. Distribuições de Probabilidades de Variáveis Aleatórias Unidimensionais e
Bidimensionais. Esperança Matemática. Variância e Coeficientes de Correlação. Aproximação
Normal. Teste de Hipóteses para Médias. Testes do Qui-Quadrado. Testes de Comparações de
Médias. Regressão e Correlação. Técnicas de Contagem. Variáveis Aleatórias Discretas e
Contínuas. Distribuições Discretas e Contínuas
BÁSICAS
[1] CRESPO, Antônio Arnot. Estatística fácil. 19. ed. atual. São Paulo: Saraiva, 2009. 218 p. ISBN
9788502081062
[2] LARSON, Ron; FARBER, Betsy. Estatística aplicada. 4. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. xiv, 637 p.
ISBN 9788576053729.
[3] FONSECA, Jairo Simon da; MARTINS, Gilberto de Andrade. Curso de estatística. 6. ed. São Paulo, SP: Atlas,
1996. 320 p. ISBN 9788522414710
COMPLEMENTARES
[1] MORETTIN, Pedro A.; BUSSAB, Wilton de Oliveira. Estatística básica. 6. ed., rev. e atual. São Paulo:
Saraiva, 2010. 540 p. ISBN 978-85-02-08177-2 (broch
[2] TRIOLA, Mario F. Introdução à estatistica. 10. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, c2008. xviii,
696p. ISBN 97885216158
[3] BARBETTA, Pedro Alberto. Estatística aplicada às ciências sociais. 7. ed. Florianópolis: UFSC, 2011. 315 p.
(Didática) ISBN 9788532803962.
[4] SMAILES, Joanne; MCGRANE, Angela. Estatística aplicada à administração com Excel. São Paulo; Atlas,
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2002. 321p. ISBN 9788522430505.
[5] MONTGOMERY, Douglas C.; RUNGER, George C; HUBELE, Norma Faris. Estatística aplicada à engenharia. 2.
ed. São Paulo, SP: Livros Técnicos e Científicos, c2004. 335 p. ISBN 8521613989.
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SEGUNDO SEMESTRE
FUNDAMENTOS MATEMÁTICOS DA COMPUTAÇÃO – 60 HORAS
HS
EMENTA S :
Lógica Proposicional e de Predicados. Linguagem Proposicional e de Primeira Ordem. Sistemas
Dedutivos. Tabelas Verdade e Estruturas de Primeira Ordem. Relações de Consequência.
Corretude. Completude. Compacidade. Lowemhein Skolen. Decidibilidade. Prova automática de
teoremas.
BÁSICAS
[1] SOUZA, João Nunes de. Lógica para ciência da computação: uma introdução concisa. 2. ed. rev. e
atual. Rio de Janeiro: Campus, Elsevier, 2008. 220 p.
[2] GERSTING, Judith L. Fundamentos matemáticos para a ciência da computação: um tratamento moderno
de matemática discreta . 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
[3] JONOFON, Sérates. Raciocínio lógico: lógico matemático, lógico quantitativo, lógico numérico, lógico
analítico, lógico crítico. 8.ed. Brasília: Editora JONOFON Ltda., 1998. vol. 1 e 2.
COMPLEMENTARES
[1] FOROUZAN, Behrouz A.; MOSHARRAF, Firouz. Fundamentos da ciência da computação. São Paulo,
SP: Cengage Learning, c2012. xiv, 560 p.
[2] SCHEINERMAN, Edward R. Matemática discreta: uma introdução . São Paulo, SP: Cengage Learning, c2011.
xxiii, 573 p.
[3] FEDELI, Ricardo Daniel; POLLONI, Enrico Giulio Franco; PERES, Fernando Eduardo. Introdução à ciência da
computação. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010. xvi, 250 p.
[4] MENEZES, Paulo Blauth. Matemática discreta para computação e informática. 4. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2013. 348 p.
[5] SOUZA, João Nunes de. Lógica para ciência da computação: uma introdução concisa. 2. ed. rev. e atual. Rio
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SEGUNDO SEMESTRE
FÍSICA – 30 HORAS
HS
EMENTA S :
Medidas Físicas. Eletrodinâmica. Magnetismo. Termodinâmica. Ótica. Cinemática. Eletrostática.
Eletromagnetismo. Temperatura. Calor.
BÁSICAS
[1] HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Fundamentos da Física, vol. 1. 8ª ed. Rio de Janeiro, LTC,
2009.
[2] HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Fundamentos da Física, vol. 2. 8ª ed. Rio de Janeiro, LTC, 2009.
[3] HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Fundamentos da Física, vol. 3. 8ª ed. Rio de Janeiro, LTC, 2009.
[4] HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Fundamentos da Física, vol. 4. 8ª ed. Rio de Janeiro, LTC, 2009.
COMPLEMENTARES
[1] NUSSENZVEIG, H. M. (Herch Moyses). Curso de física básica: 1: mecânica. 4. ed. São Paulo: E.
Blucher, 2002.
[2] NUSSENZVEIG, H. M. (Herch Moyses). Curso de física básica: 2: fluidos, oscilações e ondas, calor. 4.ed. rev.
São Paulo: E. Blucher, 2002.
[3] NUSSENZVEIG, H. M. (Herch Moyses. Curso de fisica basica: 3: eletromagnetismo. São Paulo, SP: E.
Blucher, 1997. 323 p.
[4] NUSSENZVEIG, H. M. (Herch Moyses). Curso de física básica: 4 - ótica, relatividade, física quântica. São
Paulo: E. Blücher, 1998. 437p.
[5] HEWITT, Paul G. Física conceitual. 11. ed. Porto Alegre, Bookman, 2011.
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SEGUNDO SEMESTRE
FILOSOFIA – 30 HORAS
HS
EMENTA S :
Introdução à filosofia da ciência. A ciência e outras formas de conhecimento. O estatuto da
Ciência e da Filosofia. Critérios de Cientificidade. A questão da objetividade científica. Ciência e
Tecnologia. A importância da lógica utilizada pelo pesquisador para a construção da ciência.
BÁSICAS
[1] Chalmers, A. F. O que é ciência, afinal?. São Paulo: Brasiliense, 1993.
[2] Chauí, M. Convite à Filosofia. 13.ed. São Paulo: Ática, 2003.
[3] Marcondes, D. Iniciação à História da Filosofia. Editora: Jorge Zahar, 2001.
COMPLEMENTARES
[1] MORIN, Edgar. A cabeça bem-feita: repensar a reforma, reformar o pensamento . 18. ed. Rio de
Janeiro: Bertrand Brasil, 2010. 128 p.
[2] ARENDT, Hannah. A condição humana. 11. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2010. 407 p.
[3] ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de filosofia. 6. ed. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2012. xiv, 1210 p.
[4] ARANHA, Maria Lucia de Arruda.; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: introdução à filosofia. 4. ed.
rev. São Paulo, SP: Moderna, 2009. 479 p.
[5] LUCKESI, Cipriano Carlos. Filosofia da educação. 3. ed. São Paulo, SP: Cortez, 2011. 222 p.
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TERCEIRO SEMESTRE
ESTRUTURA DE DADOS – 60 HORAS
HS
EMENTAS:
Listas lineares e suas generalizações: listas ordenadas, listas encadeadas, pilhas e filas. Aplicações
de listas. Árvores e suas generalizações: árvores binárias, árvores de busca, árvores balanceadas
(AVL), árvores B e B+. Aplicações de árvores. Algoritmos para pesquisa e ordenação em memória
principal e secundária. Tabelas de Hash
BÁSICAS
[1] CORMEN, Thomas H; LEISERSON, Charles Eric; RIVEST, Ronald L.; STEIN, Clifford. Algoritmos: teoria
e prática . 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, Campus, 2012. 926 p.
[2] SILVA, Osmar Quirino da. Estrutura de dados e algoritmos usando C: fundamentos e aplicações. Rio de
Janeiro, RJ: Ciência Moderna, 2007. 460 p.
[3] Pereira, S. L. Estrutura de dados fundamentais: conceitos e aplicações. 12. ed. rev. e atual. São Paulo:
Érica, 2009.
COMPLEMENTARES
[1] Forbellone, A. L. V.& Eberspächer, H. F. Lógica de programação: a construção de algoritmos e
estruturas de dados. 3. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005.
[2] FEOFILOFF, Paulo. Algoritmos em linguagem C. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009
[3] CASTRO, Joubert Peixoto de. Linguagem C na prática. Rio de Janeiro, RJ: Ciência Moderna, 2008
[4] ASCENCIO, Ana Fernanda Gomes; ARAUJO, Graziela Santos de. Estruturas de dados: algoritimos, análise da
complexidade e implementações em Java e C/C++. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. xii, 432 p.
[5] DEITEL, Harvey M.; DEITEL, Paul J. Java como programar. 8. ed. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall, 2010.
xl, 1110 p.
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TERCEIRO SEMESTRE
BANCO DE DADOS – 60 HORAS
HS
EMENTAS:
Gerenciamento de Banco de Dados. Modelagem de Dados: modelos conceituais e modelos
operacionais. Normalização. Abordagem relacional semântica, modelo externo, álgebra relacional
e cálculo relacional. Arquitetura de um sistema gerenciador de banco de dados. Projeto de banco
de dados. Linguagem SQL: DDL, DTD, DCL, DML, cláusulas, operadores lógicos e relacionais.
Funções de Agregração. Pesquisa avançada
BÁSICAS
[1] DATE, C. J. Introdução a Sistemas de Banco de Dados. Tradução de Daniel Vieira. - Rio de Janeiro :
Elsevier, 2003 - 14a reimpressão.
[2] XAVIER, F. S. V. PEREIRA, L. B. R. SQL dos Conceitos às Consultas Complexas. Rio de Janeiro: Editora Ciência
Moderna Ltda., 2009.
[3] HEUSER, Carlos Alberto. Projeto de Banco de Dados. - 6. ed. - Porto Alegre : Bookman, 2009.
COMPLEMENTARES
[1] MACHADO, F. N. R. Projeto e Implementação de Banco de Dados. - 2 ed. São Paulo : Érica, 2008.
[2] OLIVEIRA, C. H. P. SQL Curso Prático. São Paulo: Editora Novatec., 2002.
[3] COUGO, P. S. Modelagem Conceitual e Projeto de Banco de Dados. - 1a ed. Editora Campus1997.
[4] DATE, C. J. Introdução a Sistemas de Banco de Dados. Tradução de Daniel Vieira. - Rio de Janeiro : Elsevier,
2003 - 14a reimpressão.
[5] SILBERSCHATZ, Abraham; KORTH, Henry F.; SUDARSHAN, S. Sistema de banco de dados. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2006.
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TERCEIRO SEMESTRE
MÉTODOS NUMÉRICOS – 60 HORAS
HS
EMENTAS:
Aritmética de ponto flutuante. Zeros de funções reais. Sistemas lineares. Métodos de
Interpolação Numérica. Interpolação polinomial. Ajuste de Curvas. Diferenciação e Integração
numérica. Tratamento numérico de equações diferenciais ordinárias.
BÁSICAS
[1] SPERANDIO, Décio; MENDES, João Teixeira; SILVA, Luiz Henry Monken e. Cálculo numérico:
características matemáticas e computacionais dos métodos numéricos . São Paulo: Prentice Hall,
2003. 354 p. ISBN 8587918745 (broch.).
[2] BARROSO, Leônidas Conceição et al. Calculo numérico (com aplicações). 2. ed. São Paulo: Harbra, c1987.
367 p.
[3] PRESS, William H.; FLANNERY, Brian P.; VETTERLING, William T.; TEUKOLSKY, Saul A. Métodos numéricos
aplicados: rotinas em C ++. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2011. xii, 1261 p.
COMPLEMENTARES
[1] PUGA, Leila Zardo; TARCIA, José Henrique Mendes; PAZ, Álvaro Puga. Cálculo numérico. 2. ed. São
Paulo: LCTE, 2012. 176 p. ISBN 9788585908157.
[2] CUNHA, Maria Cristina Castro. Métodos numéricos. 2. ed. rev. ampl. Campinas, SP: Ed. da UNICAMP, 2000.
276 p. ISBN 9788526808775.
[3] CHAPRA, Steven C.; CANALE, Raymond P. Métodos numéricos para engenharia. 5.ed. São Paulo, SP: Mc
Graw Hill, 2008. xvii; 809 p. ISBN 9788586804878.
[4] GILAT, Amos; SUBRAMANIAM, Vish. Métodos numéricos para engenheiros e cientistas: uma introdução
com aplicações usando o MATLAB . Porto Alegre: Bookman, 2008. 479 p. ISBN 9788577802050.
[5] BORCHE, Alejandro. Métodos numéricos. Porto Alegre: Ed. da UFGRS, 2008. 203 p. (Série graduação Série
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graduação) ISBN 9788570259783.
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TERCEIRO SEMESTRE
MATEMÁTICA DISCRETA – 30 HORAS
HS
EMENTAS:
Iteração, Indução e Recursão. Conjuntos e Álgebra de Conjuntos como uma Teoria Axiomática.
Par Ordenado. Funções. Relações sobre Conjuntos, Relações de Equivalência e Ordem. Teoria dos
Códigos, Canal Binário, Canal Simétrico, Código de Blocos, Matrizes Geradoras e Verificadoras,
Códigos de Grupo, Códigos de Hamming.
BÁSICAS
[1] Gersting, J. L. Fundamentos matemáticos para a ciência da computação: um tratamento moderno
de matemática discreta. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
[2] Scheinerman, E. R. Matemática discreta: uma introdução. São Paulo: Cengage Learning, c2011.
[3] Lipschutz, S.& Marc, L. Matemática Discreta. Coleção Schaum. Bookman, 2004.
COMPLEMENTARES
[1] Menezes, Paulo Blauth. Matemática Discreta para Computação e Informática. 4ª Ed. Artmed. 2010
[2] HUNTER, David J. Fundamentos da matemática discreta. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2011. 235 p.
[3] POLYA, George; ARAUJO, Heitor Lisboa de (Trad). A arte de resolver problemas: um novo aspecto do
método matemático . Rio de Janeiro: Interciência, 2006. vii, 203 p.
[4] SAMPAIO, Fausto Arnaud. Matemágica: história, aplicações e jogos matemáticos : volume II . Campinas,
SP: Papirus, 2009.
[5] DANTE, Luiz Roberto. Matematica: contexto e aplicações : volume único : ensino médio. 3. ed. São Paulo,
SP: Ática, 2010. 736 p.
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TERCEIRO SEMESTRE
PARADIGMAS DA COMPUTAÇÃO – 60 HORAS
HS
EMENTAS:
Visão comparativa de paradigmas de programação. Problemas tratáveis pelos paradigmas.
Definição e caracterização dos principais paradigmas declarativos e imperativos.
BÁSICAS
[1] MELO, Ana Cristina Vieira de; SILVA, Flavio Soares Correa da. Principios de linguagens de
programaçao. 1. ed. Sao Paulo: E. Blucher, 2003. 13, 211 p.
[2] CORMEN, Thomas H; LEISERSON, Charles Eric; RIVEST, Ronald L.; STEIN, Clifford. Algoritmos: teoria e
pratica . 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, Campus, 2012. 926 p.
[3] BROOKSHEAR, J. Glenn. Ciencia da computaçao: uma visao abrangente. 11. ed. Porto Alegre: Bookman,
2013. 561 p.
COMPLEMENTARES
[1] Mosharraf, F. &Forouzan, B. A. Fundamentos da Ciência da Computação - Tradução da 2ª Edição
Internacional 1ª ed. 2011, 562 p.
[2] O.V. German D.V. Ofitserov. Problem Solving: Methods, Programming and Future Concepts Disponível
online em http://books.google.com.br/books?id=HPBNMN6F7KAC&lpg=PP1&hl=ptBR&pg=PP1#v=onepage&q&f=false
[3] METAKIDES, George, NERODE, Anil. Principles of Logic and Logic Programming. Disponível online em
http://books.google.com.br/books?id=qx1s_iy5j7sC&lpg=PP1&hl=ptBR&pg=PA18#v=onepage&q&f=false
[4] HORSTMANN, Cay S. Conceitos de computaçao com Java. 5. ed. Porto Alegre: Bookman Companhia
Editora, 2009. 720 p.
[5] FEDELI, Ricardo Daniel; POLLONI, Enrico Giulio Franco; PERES, Fernando Eduardo. Introduçao à ciencia da
computaçao. 2. ed. Sao Paulo: Cengage Learning, 2010. xvi, 250 p
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TERCEIRO SEMESTRE
SISTEMAS OPERACIONAIS – 60 HORAS
HS
EMENTAS:
Histórico de Sistemas Operacionais. Arquitetura de Sistemas Operacionais. Funcionalidades de
Sistemas Operacionais. Gerência de Processos e Threads: Controle e Escalonamento. Impasses:
Modelagem e Tratamento. Memória: Alocação, Gerência e Memória Virtual. Entrada e Saída:
princípios de hardware e software, dispositivos periféricos. Sistema de Arquivos: Arquivos,
Diretórios e Implementação. Proteção e Segurança.
BÁSICAS
[1] SILBERSCHATZ, Abraham; GALVIN, Peter Baer; GAGNE, Greg. Fundamentos de sistemas
operacionais : princípios básicos. Rio de Janeiro: LTC, 2013
[2] Machado, F. B.& Maia, L. P. Arquitetura de sistemas operacionais. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 2007
[3] Silberschatz, A. Sistemas operacionais com java. 7.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
COMPLEMENTARES
[1] Deitel, H. M.& Deitel, P. J.& Choffnes, D. R. Sistemas operacionais. 3. ed. São Paulo, SP: Pearson
Prentice Hall, 2008.
[2] Oliveira, R. S.& Carissimi, A. S.& Toscani, S. S. Sistemas operacionais. 4. ed. Porto Alegre, RS: Bookman,
2010.
[3] TANENBAUM, Andrew S.; WOODHULL, Albert S. Sistemas operacionais: projeto e implementação . 3. ed.
Porto Alegre: Bookman, 2008. 990p.
[4] Deitel, H. M. Deitel, P. J. Java Como Programar. 8. Ed. São Paulo, Sp: Pearson Prentice Hall, 2010.
[5] Silberschatz, A.& Galvin, P. B.& Gagne, G. Fundamentos de sistemas operacionais. 8. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2010
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QUARTO SEMESTRE
REDES DE COMPUTADORES I – 60 HORAS
HS
EMENTAS:
Conceitos de redes de computadores, protocolos e serviços de comunicação. Princípios da
transmissão de dados: capacidade do canal, transmissão de dados, codificação. Princípios dos
modelos das redes de computadores: OSI e TCP/IP. Meios de transmissão de dados. Camadas
baixa do modelo OSI: física, enlace, rede e transporte.
BÁSICAS
[1] TANENBAUM, Andrew S. Redes de Computadores. 4.ed. Editora Campus, 2003.
[2] Kurose, J. Ross, K. Redes De Computadores e a Internet: Uma abordagem Top-Down. 5 Ed. Editora
Addison-Wesley, 2010.
[3] Stallings, W. Redes e Sistemas de Comunicação de Dados: [teoria E Aplicações Corporativas]. 5a. Ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2005
COMPLEMENTARES
[1] Comer, D. E. Redes de Computadores e Internet: Abrange Transmissão de Dados, Ligações InterRedes, Web e Aplicações. 4. Ed. Porto Alegre: Bookman, 2007.
[2] Sousa, L. B. Projetos e Implementação de Redes: Fundamentos, Arquiteturas, Soluções E Planejamento.
2.Ed. São Paulo: Erica, 2009.
[3] Maia, L. P. Arquitetura de Redes de Computadores. Rio De Janeiro: Ltc, 2009.
[4] ALVES, Luiz. Comunicação de dados. 2. ed. rev. e ampl. São Paulo, SP: Makron Bocks, 1994. xviii, 323p.
[5] MATTOS, Érico Casella Tavares de. Programação java para wireless. São Paulo: Digerati Books, 2005. 125 p.
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QUARTO SEMESTRE
BANCO DE DADOS II – 60 HORAS
HS
EMENTAS:
Linguagem SQL Avançada. Procedimentos armazenados (Stored Procedures), Gatilhos (triggers).
Indexação e Hashing. Processamento de Consultas. Transações. Controle de Concorrência.
Sistema de Recuperação. Tecnologias e m Banco de Dados.
BÁSICAS
[1] HEUSER, Carlos Alberto. Projeto de Banco de Dados. - 6. ed. - Porto Alegre : Bookman, 2009.
[2] XAVIER, F. S. V. PEREIRA, L. B. R. SQL dos Conceitos às Consultas Complexas. Rio de Janeiro: Editora Ciência
Moderna Ltda., 2009.
[3] MACHADO, F. N. R. Projeto e Implementação de Banco de Dados. - 2 ed. São Paulo : Érica, 2008.
COMPLEMENTARES
[1] OLIVEIRA, C. H. P. SQL Curso Prático. São Paulo: Editora Novatec., 2002.
[2] COUGO, P. S. Modelagem Conceitual e Projeto de Banco de Dados. - 1a ed. Editora Campus1997.
[3] SILBERSCHATZ, Abraham; KORTH, Henry F.; SUDARSHAN, S. Sistema de banco de dados. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2006.
[4] DATE, C. J. Introdução a Sistemas de Banco de Dados. Tradução de Daniel Vieira. - Rio de Janeiro : Elsevier,
2003 - 14a reimpressão.
[5] MILANI, André. MySQL: guia do programador . São Paulo, SP: Novatec, 2006. 397 p.
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QUARTO SEMESTRE
LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO – 90 HORAS
HS
EMENTAS:
Introduçao ao modelo arquitetura WEB. Programaçao de paginas estaticas e dinamicas para WEB.
Desenvolvimento de aplicaçoes com acesso a banco de dados. Frameworks Web. Padroes de
Projeto
BÁSICAS
[1] GEARY, David; HORSTMANN, Cay S. Core JavaServer faces: o guia autorizado . Rio de Janeiro: Alta
Books, 2005. xi, 355 p.
[2] LUCKOW, Décio Heinzelmann; MELO, Alexandre Altair de. Programação Java para a Web. São
Paulo, SP: Novatec, 2010. 637 p.
[3] BASHAM, Bryan; SIERRA, Kathy; BATES, Bert. Use a cabeça: Servlets & JSP. 2. ed. Rio de Janeiro:
Alta Books, 2010. xxxii, 879 p. (Use a cabeça!)
COMPLEMENTARES
[1] DEITEL, H. M et al. C#: como programar . São Paulo: Pearson Makron Books, 2007. 1153 p. + 1
(hum) CD . ISBN 9788534614597 (broch.).
[2] DALL'OGLIO, Pablo. PHP: programando com orientação a objetos . 2. ed. São Paulo: Novatec, 2009. 574 p.
[3] WATRALL, Ethan; SIARTO, Jeff. Use a cabeça! web design . Rio de Janeiro: Alta Books, c2009. xxxii, 472 p.
[4] DEITEL, Harvey M.; DEITEL, Paul J. Java como programar. 6. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. xl,
1110 p. ISBN 8536301236.
[5] HOGAN, Brian P. HTML 5 and CSS3: desenvolva hoje com o padrão de amanhã . Rio de Janeiro: Editora
Ciência Moderna, 2012. xvi, 282 p.
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QUARTO SEMESTRE
ÁLGEBRA LINEAR – 60 HORAS
HS
EMENTAS:
Sistemas de Equações Lineares, Espaços Vetoriais. Subespaços. Bases. Somas Diretas.
Transformações Lineares e Matrizes. Autovalores e Autovetores. Diagonalização. Espaços com
Produto Interno. Bases Ortonormais. Projeções Ortogonais. Transformações em Espaços com
Produto Interno.
BÁSICAS
[1] BOLDRINI, José Luiz et al. Álgebra linear. 3. ed. ampl. e rev. São Paulo: Harbra, 1980. 411 p.
[2] STEINBRUCH, Alfredo; WINTERLE, Paulo. Algebra linear. 2. ed. São Paulo, SP: McGraw-Hill, Pearson Makron
Books, 1987. 583 p. ISBN 0074504126.
[3] POOLE, David; MONTEIRO, Martha Salerno. Algebra linear. São Paulo, SP: Cenage Learning, c2004. 690 p.
ISBN 8522103593.
COMPLEMENTARES
[1] ESPINOSA, Isabel Cristina de Oliveira Navarro; BISCOLLA, Laura Maria da Cunha Canto Oliva;
BARBIERI FILHO, Plinio. Álgebra linear para computação. Rio de Janeiro: LTC, c2007. 286 p.
(Fundamentos de informática) ISBN 9788521615521.
[2] LIPSCHUTZ, Seymour; LIPSON, Marc. Álgebra linear. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2011. 432 p. (Coleção
Schaum) ISBN 9788577808335 (broch.).
[3] LAY, David C. Álgebra linear e suas aplicações. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013. xvii, 445 p. ISBN
9788521622093
[4] DOMINGUES, Hygino H. (Hygino Hugueros); IEZZI, Gelson. Álgebra moderna. 4. ed. reform. São Paulo, SP:
Atual, 2008. 368p. ISBN 9788535704013
[5] KOLMAN, Bernard; HILL, David R (Autor). Álgebra linear com aplicações. 9. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC,
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2013. xvi, 607 p. ISBN 978-85-216-2208-6
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QUARTO SEMESTRE
LINGUAGENS FORMAIS E AUTÔMATOS – 60 HORAS
HS
EMENTAS:
Definiçoes basicas: simbolos, alfabetos, sentenças, linguagens. Operaçoes com Linguagens.
Propriedades das Linguagens. Gramaticas. Hierarquia de Chomsky: Linguagens Regulares, Livres
de Contexto e Sensiveis ao Contexto. Tipos de Reconhecedores: Automatos de Estados Finitos
Deterministico e nao Deterministico, Automatos com transiçoes vazias, Automatos de Pilha,
Maquina de Turing.
BÁSICAS
[1] MENEZES, Paulo Blauth. Linguagens formais e autômatos. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2011.
256 p.
[2] ROSA, Joao Luis Garcia. Linguagens formais e automatos. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2010. 146 p.
[3] DIVERIO, Tiarajú Asmuz; MENEZES, Paulo Blauth. Teoria da computação: máquinas universais e
computabilidade . 3. ed. Porto Alegre: Instituto de Informatica da UFRGS: Bookman, 2011. 288 p.
COMPLEMENTARES
[1] SEBESTA, Robert W. Conceitos de linguagens de programaçao. 9. ed. Porto Alegre: Bookman, 2011.
[2] FOROUZAN, Behrouz A.; MOSHARRAF, Firouz. Fundamentos da ciencia da computaçao. Sao Paulo, SP:
Cengage Learning, c2012. xiv, 560 p.
[3] LYONS, John. Linguagem e linguistica : uma introduçao. Rio de Janeiro: Livros Tecnicos e Cientficos, c1987.
322p
[4] AHO, Alfred V. et al. Compiladores: principios, tecnicas e ferramentas . 2. ed. Sao Paulo, SP: Pearson
Addison Wesley, 2008. x, 634 p.
[5] HOPCROFT, John E.; ULLMAN, Jeffrei D.; MOTWANI, Rajeev. Introdução à Teoria de Autômatos, Linguagens
e Computação. Editora Campus, 2002.
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QUINTO SEMESTRE
COMPUTAÇÃO GRÁFICA – 60 HORAS
HS
EMENTAS:
Transformações geométricas em duas e três dimensões; coordenadas homogêneas e matrizes de
transformação. Transformação entre sistemas de coordenadas 2D e recorte. Transformações de
projeção paralela e perspectiva; câmera virtual; transformação entre sistemas de coordenadas
3D. Definição de objetos e cenas tridimensionais: modelos poliedrais e malhas de polígonos. O
processo de Rendering: fontes de luz; remoção de linhas e superfícies ocultas; modelos de
tonalização (shading). Aplicação de texturas. O problema do serrilhado (aliasing) e técnicas de
anti-serrilhado (antialiasing).
BÁSICAS
[1] AMMERAAL, Leen Zhang, KANG. Computação gráfica para programadores java. Editora LTC, 2008.
[2] AZEVEDO, Eduardo. Computação Gráfica - Teoria e Prática. Editora Campus, 2003.
[3] AZEVEDO, Eduardo; CONCI, Aura; LETA, Fabiana. Computação Gráfica. Editora Campus, 2007, vol. 2.
COMPLEMENTARES
[1] WOODS, Richards; GONZALEZ, Rafael C. Processamento de Imagens. Editora Edgard Blucher, 2000.
[2] LACOURT, H. Helena. Noções e fundamentos de geometria descritiva: ponto, reta, planos, métodos
descritivos, figuras em planos . Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c1995. xiii, 340 p. ISBN 8527703408.
Reimpressão 2011.
[3] GERSTING, Judith L. Fundamentos matemáticos para a ciência da computação: um tratamento moderno
de matemática discreta . 5. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2004. 597 p. ISBN
9788521614227.
[4] Deitel, H. M. Deitel, P. J. Java Como Programar. 8. Ed. São Paulo, Sp: Pearson Prentice Hall, 2010.
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[5] MANZANO, José Augusto N. G. Estudo dirigido de linguagem C. 13. ed.rev. São Paulo: Érica, 2010. 212 p.
(Coleção P.D.) ISBN 9788571948877.
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QUINTO SEMESTRE
CIRCUITOS ELETRÔNICOS E DIGITAIS – 60 HORAS
HS
EMENTAS:
Eletrônica básica: circuitos elétricos e circuitos eletrônicos básicos. Implementação de portas
lógicas com transistores e diodos. Famílias lógicas. Flip-flops, registradores, contadores e
memórias. Osciladores e relógios. Circuitos combinacionais: análise e síntese. Dispositivos lógicos
programáveis. Circuitos seqüenciais: análise e síntese. Introdução aos sistemas digitais.
BÁSICAS
[1] BOYLESTAD, R. L. Introdução à Análise de Circuitos. 10.ed. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil.
[2] MALVINO, Albert Paul, Eletrônica. 4a. Ed. São Paulo: McGraw-Hill. vol.1. 2008
[3] NASHELSKY, L.; BOYLESTAD, R. Dispositivos Eletrônicos e teoria de circuitos. 8.ed. São Paulo: Pearsoned,
2004.
COMPLEMENTARES
[1] IRWIN, David J. Análise de Circuitos em Engenharia. São Paulo: Makron Books do Brasil.2000
[2] IDOETA, I. V.; CAPUANO, F. G. Elementos de Eletrônica Digital. 40a. Ed. São Paulo:Érica, 2008.
[3] TOCCI, R. J.; WIDMER, N. S. Sistemas Digitais: Princípios e Aplicações.11a. Ed. Rio de Janeiro: Pearson,
2003.
[4] TURNER, L.W. Circuitos e dispositivos eletrônicos: semicondutores, opto-eletrônica,
microeletrônica . Curitiba: Hemus, 2004. 101 p. (Biblioteca profissionalizante de eletrônica 2)
[5] BOYLESTAD, Robert L. Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos. 11. ed. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2013. 766 p. I
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QUINTO SEMESTRE
REDES DE COMPUTADORES II – 60 HORAS
HS
EMENTAS:
Camada de Aplicação: conceitos e protocolos. Segurança de redes de computadores . Sistemas
criptográficos. Problemas de Segurança . Tecnologias e soluções de proteção e segurança.
Políticas de segurança. Auditoria. Qualidade de Serviço.
BÁSICAS
[1] Stallings, W. Criptografia e Segurança De Redes: Princípios e Práticas . 4. Ed. São Paulo, Sp:
Prentice Hall, 2008.
[2] Nakamura, E. T.& Geus, P. L. Segurança de Redes: Em Ambientes Cooperativos . São Paulo, Sp: Novatec,
2007
[3] Tanenbaum, A. S. Redes de Computadores. Rio De Janeiro: Elsevier, 2003.
COMPLEMENTARES
[1] Stallings, W. Redes e Sistemas de Comunicação de Dados: [teoria e aplicações corporativas]. Rio
De Janeiro: Elsevier, 2005.
[2] Kurose, J., Ross, K. Redes de Computadores e a Internet. 3 Ed. Editora Addison-Wesley, 2010.
[3] Burgess, M. Princípios de Administração de Redes e Sistemas. 2. Ed. Rio De Janeiro: Ltc, 2006.
[4] Comer, D. E. Redes de Computadores e Internet: Abrange Transmissão de Dados, Ligações Inter-Redes,
Web e Aplicações. 4. Ed. Porto Alegre: Bookman, 2007.
[5] Sousa, L. B. Projetos e Implementação de Redes: Fundamentos, Arquiteturas, Soluções E Planejamento.
2.Ed. São Paulo: Erica, 2009.
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QUINTO SEMESTRE
ENGENHARIA DE SOFTWARE I – 60 HORAS
HS
EMENTAS:
Introdução a Engenharia de Software. Ciclo de Desenvolvimento de Software. Levantamento e
gerência de requisitos de Software: casos de uso e especificação. Análise e projeto de software
OO. Gerência e Teste de Software. Ferramentas Case. Projeto de sistema de software orientado a
objeto.
BÁSICAS
[1] PRESSMAN, Roger S. Engenharia de Software; tradução: José Carlos Barbosa dos Santos ; revisão
técnica José Carlos Maldonado, Paulo Cesar Masiero, Rosely Sanches. São Paulo : Pearson Makron
Books, 1995
[2] FILHO, W. P. P. Engenharia de Software: fundamentos, métodos e padrões. - 3.ed - Rio de Janeiro : LTC,
2011.
[3] PFLEEGER, Shari Lawrence. Engenharia de Software: teoria e prática; tradução Dnio Franklin; revisão
técnica Ana Regina Cavalcanti da Rocha. 2-ed. São Paulo: Prentice Hall, 2004.
COMPLEMENTARES
[1] SOMMERVILLE, Ian. Engenharia de Software; tradução: Selma Shin Shimizu Melnikoff, Reginaldo
Arakaki, Edílson de Andrade Barbosa; revisão técnica: Kechi Kirama. --8a ed. - São Paulo : Pearson
Addiso-Wesley, 2007.
[2] DELAMARO, M. E. MALDONADO, J. C. FILHO, M. Introdução ao Teste de Software. Rio de Janeiro : Elsevier,
2007 - 4a reimpressão. ISBN: 978-85-352-2634-8.
[3] FOWLER, M. UML Essencial. -3a ed. Editora Bookman - 2005.
[4] HÉLIO, E. J. Engenharia de Software na Prática. - São Paulo : Novatec Editora, 2010. ISBN: 978-85-7522217-1.
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[5] BEZERRA, Eduardo. Princípios de análise e projeto de sistemas com UML. -Rio de Janeiro : Elsevier, 2007 8a reimpressão.
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QUINTO SEMESTRE
COMPILADORES – 60 HORAS
HS
EMENTAS:
Interpretadores. Compiladores. Organização e estrutura de compiladores. Projeto de
especificação de linguagens de programação. Implementação das etapas que compreendem o
processo de compilação: Análise Léxica, Análise Sintática, Análise Semântica, Geração e
Otimização de Código. Recuperação de erros. Evolução e tendências da área de compiladores e
linguagens de programação.
BÁSICAS
[1] AHO, Alfred V. et al. Compiladores: principios, tecnicas e ferramentas . 2. ed. Sao Paulo, SP:
Pearson Addison Wesley, 2008. x, 634 p.
[2] MELO, Ana Cristina Vieira de; SILVA, Flavio Soares Correa da. Principios de linguagens de programaçao. 1.
ed. Sao Paulo: E. Blucher, 2003. 13, 211 p.
[3] ROSA, Joao Luis Garcia. Linguagens formais e automatos. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2010. 146 p.
COMPLEMENTARES
[1] DIVERIO, Tiarajú Asmuz; MENEZES, Paulo Blauth. Teoria da computação: máquinas universais e
computabilidade . 3. ed. Porto Alegre: Instituto de Informatica da UFRGS: Bookman, 2011. 288 p.
792 p.
[2] SEBESTA, Robert W. Conceitos de linguagens de programação. 9. ed. Porto Alegre: Bookman, 2011.
[3] FOROUZAN, Behrouz A.; MOSHARRAF, Firouz. Fundamentos da ciência da computação. São Paulo, SP:
Cengage Learning, c2012. xiv, 560 p. (já tem 10 em Videira)
[4] HOPCROFT, John E.; ULLMAN, Jeffrey D; MOTWANI, Rajeev. Introdução à teoria de autômatos, linguagens
e computação. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. 560p.
[5] MENEZES, Paulo Blauth. Linguagens formais e autômatos. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2011. 256p.
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SEXTO SEMESTRE
TECNOLOGIA E SOCIEDADE – 30 HORAS
HS
EMENTAS:
Racionalização, ciência e tecnologia na sociedade moderna. Inovação tecnológica e
desenvolvimento econômico. Tecnologia, trabalho e organização produtiva. Tecnologia como
controle social. Compressão do tempo e do espaço. Os efeitos da tecnologia sobre a
sociabilidade, as condições de trabalho e os arranjos institucionais. Tecnologia, individualização e
competência. Mundialização e tecnologia. Relações Etnico-Raciais . Lixo eletrônico.
BÁSICAS
[1] IANNI, Octavio. A era do globalismo. 8. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2004
[2] IANNI, Octavio. A sociedade global. 15.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2013.
[3] GATTI, Daniel Couto. Sociedade informacional e an/alfabetismo digital: relações entre comunicação,
computação e internet. Bauru, SP: EDUSC, 2005. 163 p.
COMPLEMENTARES
[1] DRUCKER, Peter F. Tecnologia, administração e sociedade. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012. 191p.
[2] ENCRUZILHADAS da cultura: desenvolvimento, tecnologias e sociedade. Taubaté, SP: Cabral, 2013. 272 p.
[3] NEVES, Ricardo. O Novo mundo digital: voce já está nele : oportunidades, ameaças e as mudanças que
estamos vivendo. Rio de Janeiro (RJ): Relume Dumará, 2007. 222 p.
[4] FERRETTI, Celso João (Org). Novas tecnologias, trabalho e educação: um debate multidisciplinar . 12. ed.
Petrópolis: Vozes, 2010. 220 p.
[5] KAISER, Jakzam; KAISER, Jakzam; FERREIRA, Carlito. Santa Catarina Brasil: oportunidades & negócios :
panorama da sociedade catarinense atual . 7. ed. Florianópolis, SC: Letras Brasileiras, 2007. 90 p.
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SEXTO SEMESTRE
SISTEMAS DIGITAIS – 60 HORAS
HS
EMENTAS:
Microcontroladores e microprocessadores. Microcontroladores e sistemas embarcados.
Desenvolvimento de softwares de controle e monitoramento de sistemas. Microcontroladores
para aplicações de automação e controle. Rotinas e métodos de transferência de dados.
Aplicações de tempo real. Temporizadores, contadores e relógios. Interfaces. Comunicação entre
sistemas. Concorrência e paralelismo em sistemas digitais. Co-projeto de hardware e software:
formalismos, metodologias, ferramentas. Uso de ferramentas de software, sistemas de
desenvolvimento, prototipação rápida.
BÁSICAS
[1] SOUZA, D. J. Desbravando o PIC. São Paulo: Editora Érica: 5a Ed, 2000.
[2] ZEXSEL, Roberto A. Sistemas digitais e microprocessadores. Curitiba: UFPR, 2012.
[3] SOUSA, Daniel Rodrigues de; SOUZA, David José de. Desbravando o PIC24: conheça os microcontroladores
de 16 bits . São Paulo, SP: Érica, 2008.
COMPLEMENTARES
[1] MCROBERTS, Michael. Arduino básico. São Paulo: Novatec, 2011. 4 cópias
[2] PEREIRA, Fábio. Microcontroladores PIC: técnicas avançadas . 6. ed. São Paulo: Érica, 2008. 3 cópias.
[3] ZANCO, Wagner da Silva. Microcontroladores PIC16F628A/648A: uma abordagem prática e objetiva . 2. ed.
São Paulo: Erica, 2005. 3 cópias
[4] PEREIRA, Fábio. Microcontroladores PIC: programação em C . 7. ed. São Paulo, SP: Érica, c2003. 358p.
[5] NICOLOSI, Denys Emílio Campion; SANTOS, Robson Clayson Battellocchi dos. Micontrolador PSoC: uma
nova tecnologia, uma nova tendência . São Paulo, SP: Érica, 2006. 414 p.
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SEXTO SEMESTRE
PROGRAMAÇÃO LÓGICA E FUNCIONAL – 60 HORAS
HS
EMENTAS:
Paradigma lógico. Lógica proposicional. Cálculo de predicados. Linguagem de programação lógica.
Cálculo lambda. Paradigma funcional. Linguagem de programação funcional
BÁSICAS
[1] MELO, Ana Cristina Vieira de; SILVA, Flávio Soares Corrêa da. Princípios de linguagens de
programação. 1. ed. São Paulo: E. Blücher, 2003. 13, 211 p.
[2] BROOKSHEAR, J. Glenn. Ciência da computação: uma visão abrangente. 11. ed. Porto Alegre: Bookman,
2013. 561 p.
[3] SEBESTA, Robert W. Conceitos de linguagens de programação. 9. ed. Porto Alegre: Bookman, 2011. 792 p.
COMPLEMENTARES
[1] FORBELLONE, André Luiz Villar e EBERSPÄCHER, Henri Frederico. Lógica de Programação - A
Construção de Algoritmos e Estrutura de Dados. 3a. Ed. Makron Books, 2005.
[2] T.H. CORMEN; C.E. LEISERSON; R.L. RIVEST; C. STEIN. Algoritmos - Teoria e Prática. Campus, 2012.
[3] DALE, Nell; LEWIS, John. Ciência da computação. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, c2011.
xx, 436 p.
[4] BLACKBURN, Patrick; BOS, Johan; STRIEGNITZ, Kristina. Learn Prolog now! College Publications, Texts in
Computing. v7. 2006 Disponível online em:<http://www.learnprolognow.org/lpnpage.php?pageid=online>
Acesso em: 18.12.2013.
[5] NILSSON, Ulf; MALUSZYNSKI, Jan. Logic, Programming and Prolog. 2a. Ed. Disponível online
em:<http://www.ida.liu.se/~ulfni/lpp/bok/bok.pdf> Acesso em: 18.12.2013.
[6] STEELE, Guy Lewis Jr. Common Lisp the Language. 2a Ed. Digital Press. Disponível online
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em:<http://www.cs.cmu.edu/Groups/AI/html/cltl/clm/clm.html> Acesso em: 18.12.2013.
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SEXTO SEMESTRE
ENGENHARIA DE SOFTWARE II – 60 HORAS
HS
EMENTAS:
Metodologias de desenvolvimento de software. Projeto de arquitetura. Mapeamento objetorelacional. Reuso de software. Gerência de Configuração. Conceitos de qualidade e modelos de
referência. Documentação de software.
BÁSICAS
[1] Sommerville, I. Engenharia De Software; Tradução: Selma Shin Shimizu Melnikoff, Reginaldo
Arakaki, Edílson De Andrade Barbosa; Revisão Técnica: Kechi Kirama. --8a Ed. - São Paulo : Pearson
Addiso-Wesley, 2007.
[2] Pfleeger, Shari Lawrence. Engenharia De Software: Teoria e Prática; Tradução Dnio Franklin; Revisão
Técnica Ana Regina Cavalcanti Da Rocha. 2-Ed. São Paulo: Prentice Hall, 2004.
[3] Wazlawick, R. S. Análise e Projeto de Sistemas de Informação Orientados a Objetos - 2 Ed. - Rio De
Janeiro : Elsevier, 2011.
COMPLEMENTARES
[1] Blaha, M. Rumbaugh, J. Modelagem e Projetos Baseados em Objetos Co Uml 2 : Michael Blaha,
James Rumbaugh; Tradução Daniel Vieira, Revisão Técnica Flávio Miguel Varejão, Ricardo De
Almeida Falbo, Vítor Estevão Silva Souza.. 2.Ed. Rev. Atual. Rio De Janeiro, Rj: Elsevier, 2006.
[2] PRESSMAN, Roger S. Engenharia de Software; tradução: José Carlos Barbosa dos Santos ; revisão técnica
José Carlos Maldonado, Paulo Cesar Masiero, Rosely Sanches. São Paulo : Pearson Makron Books, 1995
[3] BARTIÉ, A. Garantia da Qualidade de Software: adquirindo maturidade organizacional. - Rio de Janeiro :
Elsevier, 2002 -9a reimpressão.
[4] KOSCIANSKI, A. Qualidade de Software : aprenda as metodologias e técnicas mais modernas para o
desenvolmento de software. -2 ed. São Paulo : Novatec editora, 2007.
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[5] MOLINARI, L. Gerência de Configuração. Técnicas e práticas no desenvolvimento de Software.
Florianópolis, SC : Visual Books, 2007.
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SEXTO SEMESTRE
TEORIA DA COMPUTAÇÃO – 60 HORAS
HS
EMENTAS:
Programas, Maquinas e Computaçoes. Maquinas de Turing. Funçoes Recursivas. Computabilidade.
Decidibilidade. Analise e Complexidade de Algoritmos. Classes e complexidade de problemas
computacionais.
BÁSICAS
[1] DIVERIO, Tiarajú Asmuz; MENEZES, Paulo Blauth. Teoria da computaçao: maquinas universais e
computabilidade . 3. ed. Porto Alegre: Instituto de Informatica da UFRGS: Bookman, 2011. 288 p.
(ja tem 10 em Videira)
[2] HOPCROFT, John E.; ULLMAN, Jeffrey D; MOTWANI, Rajeev. Introduçao à teoria de automatos, linguagens
e computaçao. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. 560p. (ja tem 2 em Videira, faltam 6)
[3] MENEZES, Paulo Blauth. Linguagens formais e automatos. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2011. 256 p.
COMPLEMENTARES
[1] SEBESTA, Robert W. Conceitos de linguagens de programaçao. 9. ed. Porto Alegre: Bookman, 2011.
[2] GERSTING, Judith L. Fundamentos matematicos para a ciencia da computaçao: um tratamento moderno de
matematica discreta. 5. ed. Rio de Janeiro: Livros Tecnicos e Cientficos, 2004. 597 p.
[3] MENEZES, Paulo Blauth. Matematica discreta para computaçao e informatica. 4. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2013. 348 p.
[4] ROSA, Joao Luis Garcia. Linguagens formais e automatos. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2010. 146 p.
[5] FOROUZAN, Behrouz A.; MOSHARRAF, Firouz. Fundamentos da ciencia da computaçao. Sao Paulo, SP:
Cengage Learning, c2012. xiv, 560 p.
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SEXTO SEMESTRE
OPTATIVA I - 60 HORAS
HS
EMENTAS:
BÁSICAS
COMPLEMENTARES
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SÉTIMO SEMESTRE
EMPREENDEDORISMO – 30 HORAS
HS
EMENTAS:
Empreendedorismo. Empreendimento e empresa. Oportunidade de negócios. Criatividade e visão
empreendedora. Planejamento. Políticas e estratégias competitivas para os empreendimentos
emergentes. Elaboração de planos de negócios. Marketing.
BÁSICAS
[1] DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. Rio de
Janeiro: Campus, 2008.
[2] DRUCKER, Peter F. Inovação e espírito empreendedor: prática e princípios. São Paulo: Editora Pioneira,
2001.
[3] HISRICH, Robert D.; PETERS, Michael P; SHEPERD, Dean A (Autor). Empreendedorismo. 7. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2009. 662 p.
COMPLEMENTARES
[1] FELIPINI, Dailton. Empreendedorismo na internet: como encontrar e avaliar um lucrativo nicho de
mercado . Rio de Janeiro: Brasport, 2010. xv, 197 p. (Coleção e-commerce melhores práticas)
[2] DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo na prática: mitos e verdades do empreendedor de
sucesso . Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. 148 p.
[3] DOLABELA, Fernando. O segredo de Luísa: uma idéia, uma paixão e um plano de negócios : como nasce o
empreendedor e se cria uma empresa. Rio de Janeiro: Sextante, 2008. 299 p.
[4] EMPREENDEDORISMO: as regras do jogo: como os empreendedores mais dinâmicos do mundo
alcançaram o topo . São Paulo: Nobel, 2009. 175 p. (BusinessWeek)
[5] BERNARDI, Luiz Antonio. Manual de empreendedorismo e gestão: fundamentos, estratégias e dinâmica. 2.
ed. São Paulo: Atlas, 2012. 330 p.
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SÉTIMO SEMESTRE
INTERFACE HOMEM-MÁQUINA – 60 HORAS
EMENTAS:
Introdução a Interfaces Homem-Computador (IHC). Ergonomia aplicada à informática.
Usabilidade e os Critérios Ergonômicos de Usabilidade. Recomendações de Acessibilidade.
Navegabilidade. Projeto de Interfaces Homem-Computador, Avaliação de Interfaces HomemComputador.
BÁSICAS
[1] Krug, S. Não me Faça Pensar: Uma Abordagem de Bom Senso À Usabilidade Na Web. 2. Ed. Rev.
Rio de Janeiro: Alta Books, 2008.
[2] Preece, Jennifer; Rogers, Yvonne; Sharp, Helen. Design de Interação: Além Da Interação HomemComputador. Porto Alegre, Rs: Bookman, 2005. 548 P.
[3] Netto, A. A. De O Ihc: Modelagem e Gerência de Interfaces com o Usuário. Visual Books - Florianópolis /
2004.
COMPLEMENTARES
[1] Oliveira Netto, Alvim Antônio De. IHC E A Engenharia Pedagógica. Florianópolis, Sc: Visual Books,
2010.
[2] Dias, C. Usabilidade na Web: Criando Portais Mais Acessíveis. 2. Ed. Rio De Janeiro: Alta Books, 2006
[3] PREECE, Jennifer; ROGERS, Yvonne; SHARP, Helen. Design de interação: além da interação homemcomputador. Porto Alegre, RS: Bookman, 2005. 548 p. ISBN 8536304944.
[4] CYBIS, Walter; BETIOL, Adriana Holtz; FAUST, Richard. Ergonomia e usabilidade: conhecimentos, métodos
e aplicações . 2. ed. rev. e ampl. São Paulo: Novatec, 2010. 422 p.
[5] INTERAÇÃO humano-computador. 2. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2011. xx, 442 p.
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SÉTIMO SEMESTRE
SISTEMAS DISTRIBUÍDOS – 60 HORAS
EMENTAS:
Problemas Básicos em Computação Distribuída: coordenação e sincronização de processo,
Exclusão Mútua, Difusão de Mensagens. Compartilhamento de Informação: Transações
Distribuídas. Comunicação entre processos. Tolerância a Faltas. Sistemas Operacionais
Distribuídos: Sistemas de Arquivos, Servidores de Nomes, Memória Compartilhada. Arquitetura
orientada a serviços. Computação em nuvem.
BÁSICAS
[1] COULOURIS, George; KINDBERG, Tim; DOLLIMORE, Jean. Sistemas Distribuídos: Conceitos e
Projeto. 4.ed. Editora Bookman, 2007.
[2] TANENBAUM, Andrew; VAN STEEN, Maarten. Sistemas Distribuídos - Princípios e Paradigmas. Editora
Prentice Hall (pearson), 2008.
[3] STALLINGS, William. Redes e sistemas de comunicação de dados: [teoria e aplicações corporativas] . 5. ed.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. xvi, 449 p. ISBN 9788535217315
COMPLEMENTARES
[1] Kurose, J. Ross, K. Redes De Computadores e a Internet: Uma abordagem Top-Down. 5 Ed. Editora
Addison-Wesley, 2010.
[2] Stallings, W. Redes e Sistemas de Comunicação de Dados: [teoria E Aplicações Corporativas]. 5a. Ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2005
[3] Tanenbaum, A. S. Redes de Computadores. 4a. Ed. Rio De Janeiro: Elsevier, 2003
[4] KUSNETZKY, Dan. Virtualization: a manager`s guide. Sebastopol, Calif.: O`Reilly, 2011. ix, 58 p.
[5] SOSINSKY, Barrie. Cloud Computing Bible. Indianapolis, IN: Wiley Publishing, 2011. xxviii, 497 p.
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SÉTIMO SEMESTRE
PROGRAMAÇÃO PARALELA E MULTI-CORE – 60 HORAS
EMENTAS:
Métodos e técnicas para o projeto, implementação e uso de sistemas de programação para o
desenvolvimento de programas paralelos e para multi-processamento. Teoria do paralelismo.
Arquiteturas paralelas. Primitivas básicas de programação paralela: controle de tarefas,
comunicação e sincronização. Conceitos básicos de avaliação de desempenho e complexidade de
programas paralelos. Paralelização automática. Vetorização. Algoritmos clássicos de programação
paralela.
BÁSICAS
[1] GOETZ, Brian; GUIMARÃES, Petula. Java: concorrente na prática . Rio de Janeiro, RJ: Alta Books,
c2008. xx, 278 p. ISBN 9788576082071
[2] Deitel, H. M. Deitel, P. J. Java Como Programar. 8. Ed. São Paulo, Sp: Pearson Prentice Hall, 2010.
[3] Horstmann, C.S.& Cornell, G. Core Java. 8. ed. São Paulo, SP: Pearson Prentice.
COMPLEMENTARES
[1] OLIVEIRA, Rômulo Silva de; CARISSIMI, Alexandre da Silva; TOSCANI, Simão Sirineo. Sistemas
operacionais. 3.ed. -. Porto Alegre: Instituto de Informática da UFRGS, 2008. 259p. (Livros
didáticos ; n.11) ISBN 9788577803378.
[2] HERLIHY, Maurice; SHAVIT, Nir. The art of multiprocessor programming. Waltham, MA: Morgan Kaufmann,
Oxford: Elsevier, c2012. xxiv, 508 p.
[3] PACHECO, Peter S. An introduction to parallel programming. Amsterdam: Boston: Morgan Kaufmann,
c2011. xix, 370 p.
[4] SANDERS, Jason; KANDROT, Edward. CUDA by example: an introduction to general-purpose GPU
programming . Upper Saddle River, NJ: Addison-Wesley, c2011. xix, 290 p.
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[5] CAROLI, Alésio de; CALLIOLI, Carlos A; FEITOSA, Miguel Oliva. Matrizes, vetores, geometria analítica: teoria
e exercícios . São Paulo: Nobel, 1984. 167 p.
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SÉTIMO SEMESTRE
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I – 120 HORAS
EMENTAS:
Conceituação da pesquisa em cursos de graduação em ciência da computação. Conceitos e
técnicas para preparação de projetos de pesquisa: introdução, objetivos, hipóteses, metodologia,
justificativa, resultados esperados, estado da arte, desenvolvimento, experimentos, conclusões.
Conceitos e técnicas para proceder à revisão bibliográfica e a escrita de artigos científicos.
Orientação para o desenvolvimento do projeto em Ciência da Computação.
BÁSICAS
[1] Severino, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. 23. Ed. Rev. São Paulo: Cortez, 2007.
[2] Wazlawick, Raul Sidnei. Metodologia De Pesquisa Para Ciência da Computação. Rio De Janeiro: Elsevier,
2008.
[3] ACEVEDO, Cláudia Rosa. Como fazer monografias : tcc, dissertações, teses. 4 ed. rev. e atual. São Paulo, SP:
Atlas, 2013. 254 p.
COMPLEMENTARES
[1] Curso de metodologia na elaboração de trabalhos acadêmicos / 2009 Fonseca, Maria Hemília
[2] Demo, P. Educar Pela Pesquisa. Campinas: Autores Associados, 1998.
[3] ALMEIDA, Mário de Souza. Elaboração de projeto, tcc, dissertação e tese: uma abordagem simples, prática
e objetiva . São Paulo: Atlas, 2011. 80 p.
[4] GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 184 p.
[5] MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 11 ed. São Paulo,
SP: Atlas, 2009. 321 p.
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OPTATIVA II – 60 HORAS
EMENTAS:
BÁSICAS
COMPLEMENTARES
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OITAVO SEMESTRE
DIREITO E ÉTICA NA COMPUTAÇÃO – 60 HORAS
EMENTAS:
Divisão geral do direito. Noções e âmbito do Direito de informática. Regulamentação Jurídica da
informática no Brasil. Proteção jurídica em Informática e software. Direito Autoral. Crimes de
Computador. A regulamentação da profissão. Ética na profissão. Propriedade industrial, patentes
e direitos.
BÁSICAS
[1] SCHILLING, Flávia (Org); KOERNER, Andrei (Et al). Direitos humanos e educação: outras palavras,
outras práticas . São Paulo: Cortez, 2011. 271 p.
[2] MONDAINI, Marco. Direitos humanos. São Paulo: Contexto, 2008. 189p.
[3] BARGER, Robert N. Ética na computação: uma abordagem baseada em casos. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 2011. xiv, 226 p.
COMPLEMENTARES
[1] MARQUES, Jader; SILVA, Maurício Faria da; MOREIRA, Fábio Lucas. O Direito na era digital. Porto
Alegre, RS: Liv. do Advogado, 2012. 198 p.
[2] CRESPO, Marcelo Xavier de Freitas. Crimes digitais. São Paulo, SP: Saraiva, 2011. 242 p.
[3] HABERMAS, Jürgen. Direito e democracia: entre facticidade e validade, volume 2 . 2. ed. Rio de Janeiro, RJ:
Tempo Brasileiro, 2011. 352 p.
[4] SALIBA, Tuffi Messias.; CORREA, Marcia Angelim Chaves. Insalubridade e periculosidade: aspectos técnicos
e práticos. 11. ed. São Paulo: LTR, 2012. 256 p.
[5] PASSOS, Elizete Silva. Ética nas organizações. São Paulo: Atlas, 2010. 184 p.
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OITAVO SEMESTRE
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL – 60 HORAS
EMENTAS:
Representação do conhecimento. Regras de produção. Redes semânticas. Lógica fuzzy. Redes
neurais. Sistemas especialistas e bases de conhecimento. Agentes. Sistemas Multiagentes.
Computação evolucionária. Algoritmos Genéticos.
BÁSICAS
[1] FACELI, Katti. Inteligência artificial: uma abordagem de aprendizado de máquina . Rio de Janeiro:
LTC, 2011. xvi, 378 p. ISBN 9788521618805.
[2] COPPIN, Ben. Inteligência artificial. Rio de Janeiro, RJ: Livros Técnicos e Científicos, 2010. xxv, 636 p. ISBN
9788521617297.
[3] ROSA, João Luis Garcia. Fundamentos da Inteligência Artificial. São Paulo: LTC, 2011.
COMPLEMENTARES
[1] FREITAS FILHO, Paulo Jose de. Introdução à modelagem e simulação de sistemas: com aplicações
em Arena . 2. ed. rev. e atual. Florianópolis, SC: Visual Books, 2008
[2] ADAMS, Lee. Visualização e realidade virtual. Rio de Janeiro: Makron Bocks, 1994. 652p.
[3] CASTRO, Joubert Peixoto de. Linguagem C na prática. Rio de Janeiro, RJ: Ciência Moderna, 2008
[4] Deitel, H. M.& Deitel, P. J.& Choffnes, D. R. Sistemas operacionais. 3. ed. São Paulo, SP: Pearson Prentice
Hall, 2008.
[5] SILVA, Osmar Quirino da. Estrutura de dados e algoritmos usando C: fundamentos e aplicações. Rio de
Janeiro, RJ: Ciência Moderna, 2007.
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OITAVO SEMESTRE
GESTÃO DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO – 60 HORAS
EMENTAS:
Aspectos gerais da governança de tecnologia da informação. Gerência de software: aquisição
(avaliação de fornecedores e terceirização), implementação de software, testes. Gerenciamento
de serviços: suporte aos serviços, entrega de serviços, gerenciamento do nível de serviço,
auditoria e acompanhamento de serviços. Gerência de hardware: plano de aquisição e
manutenção de hardware. Gerência de recursos humanos: estrutura da equipe, gerenciamento
de desempenho e capacidade.
BÁSICAS
[1] MATTOS, Antonio Carlos Marques. Sistemas de informação: uma visão executiva . 2. ed. São
Paulo: Saraiva, 2010. 223 p. (4 exemplares)
[2] CASSARRO, Antonio Carlos. Sistemas de informações para tomada de decisões. 4. ed., rev. e ampl. São
Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2011. xvi, 120 p.
[3] FERNANDES, Aguinaldo Aragon; ABREU, Vladimir Ferraz de. Implantando a governança de TI: da estratégia
à gestão de processos e serviços. 3. ed. Rio de Janeiro: Brasport, 2012. 615 p.
COMPLEMENTARES
[1] WEILL, Peter; ROSS, Jeanne W. Conhecimento em TI: o que os executivos precisam saber para
conduzirem com sucesso TI em suas empresas. São Paulo: M. Books, 2010. 162 p.
[2] TURBAN, Efraim; VOLONINO, Linda. Tecnologia da informação para gestão: em busca do melhor
desempenho estratégico e operacional. 8. ed. Porto Alegre: Bookman, 2013. 468 p.
[3] WEILL, Peter; ROSS, Jeanne W. Conhecimento em TI: o que os executivos precisam saber para conduzirem
com sucesso TI em suas empresas. São Paulo: M. Books, 2010. 162 p.
[4] DRUCKER, Peter F. Tecnologia, administração e sociedade. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012. 191p.
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[5] OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Sistemas de informações gerenciais: estratégicas, táticas,
operacionais . 14. ed. São Paulo, SP: Atlas, 2011. 299 p.
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OITAVO SEMESTRE
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II – 180 HORAS
EMENTAS:
Desenvolvimento de Projeto na área de informática. Obedece ao Regulamento de Trabalho de
Conclusão de Curso.
BÁSICAS
[1] Severino, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. 23. Ed. Rev. São Paulo: Cortez, 2007.
[2] Wazlawick, Raul Sidnei. Metodologia De Pesquisa Para Ciência da Computação. Rio De Janeiro: Elsevier,
2008.
[3] ACEVEDO, Cláudia Rosa. Como fazer monografias: tcc, dissertações, teses. 4 ed. rev. e atual. São Paulo, SP:
Atlas, 2013. 254 p.
COMPLEMENTARES
[1] Curso de metodologia na elaboração de trabalhos acadêmicos / 2009 Fonseca, Maria Hemília
[2] Demo, P. Educar Pela Pesquisa. Campinas: Autores Associados, 1998.
[3] ALMEIDA, Mário de Souza. Elaboração de projeto, tcc, dissertação e tese: uma abordagem simples, prática
e objetiva. São Paulo: Atlas, 2011. 80 p.
[4] GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 184 p.
[5] MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 11 ed. São Paulo,
SP: Atlas, 2009. 321 p.
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OITAVO SEMESTRE
ESTÁGIO SUPERVISIONADO – 200 HORAS
EMENTAS:
BÁSICAS
COMPLEMENTARES
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OITAVO SEMESTRE
OPTATIVA III – 60 HORAS
EMENTAS:
BÁSICAS
COMPLEMENTARES
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APÊNDICE VI
Ementas e Referências Bibliográficas
Componentes Curriculares Optativas
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COMPONENTES CURRICULARES OPTATIVAS
APRENDIZAGEM DE MÁQUINA – 60 HORAS
EMENTAS:
Introdução. Aprendizado. Características do Aprendizado Humano. Aprendizado de Máquina.
Paradigmas de Aprendizado de Máquina. Classificação das Estratégias de Aprendizado de
Máquina (Aprendizado Supervisionado e não Supervisionado). Dedução e Indução. Aprendizado
por Analogia. Aprendizado por Indução. Aprendizado Indutivo por Exemplos. Aprendizado de
Árvores de Decisão. Aprendizado de Máquina na Web.
BÁSICAS
[1] COPPIN, Ben. Inteligência artificial. Rio de Janeiro, RJ: Livros Técnicos e Científicos, 2010. xxv, 636
p
[2] FACELI, Katti. Inteligência artificial: uma abordagem de aprendizado de máquina . Rio de Janeiro:
LTC, 2011. xvi, 378 p.
[3] NORVIG, Peter; RUSSELL, Stuart. Inteligência Artificial. Editora: Campus, 2004.
COMPLEMENTARES
[1] ROSA, João Luís Garcia. Fundamentos da inteligência artificial. Rio de Janeiro: LTC, 2011. xv, 212 p.
[2] DEMO, Pedro. Complexidade e aprendizagem: a dinâmica não linear do conhecimento. 1. ed. São
Paulo: Atlas, 2011. 195 p.
[3] DÍAZ BORDENAVE, Juan E.; PEREIRA, Adair Martins (Autor). Estratégias de ensino-aprendizagem.
31. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2011. 357 p.
[4] PALANGANA, Isilda Campaner. Desenvolvimento & aprendizagem em Piaget e Vygotsky: a
relevância do social. 5. ed. São Paulo: Summus Editorial, 2001.
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[5] BASSANEZI, Rodney Carlos; D'AMBROSIO, Ubiratan. Ensino-aprendizagem com modelagem
matemática: uma nova estratégia. 3. ed. São Paulo: Contexto, 2009. 389p.
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AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – 60 HORAS
EMENTAS:
Análise de Algoritmos. Medidas de Complexidade. Problemas NP-completos. Análise Assintótica
de Limites de Complexidade, Técnicas de Prova de Cotas Inferiores. Notação “Big O”, “Little o”,
“Omega” e “Theta”. Medidas Empíricas de Performance. O Uso de Relações de Recorrência para
Análise de Algoritmos Recursivos. Análise de Algoritmos Iterativos e Recursivos. Processos
Estocásticos. Técnicas de Aferição: “Benchmarking”, Prototipação e Monitoramento. Técnicas de
Modelagem Analítica: Cadeias de Markov e Teoria de Filas. Técnicas de Modelagem por
Simulação. Ferramentas.
BÁSICAS
[1] CORMEN, Thomas H; LEISERSON, Charles Eric; RIVEST, Ronald L.; STEIN, Clifford. Algoritmos: teoria
e prática. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, Campus, 2012. 926 p.
[2] ASCENCIO, Ana Fernanda Gomes; CAMPOS, Edilene Aparecida Veneruchi de. Fundamentos da
programação de computadores: algoritmos, Pascal, C/C++ (padrão ansi) e Java. 3.ed. São Paulo:
Pearson Education do Brasil, 2012. 569 p.
[3] FREITAS FILHO, Paulo Jose de. Introdução à modelagem e simulação de sistemas: com aplicações
em Arena. 2. ed. rev. e atual. Florianópolis, SC: Visual Books, 2008. 372 p.
COMPLEMENTARES
[1] MENEZES, Paulo Blauth. Matemática discreta para computação e informática. 4. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2013. 348 p
[2] FORBELLONE, André Luiz Villar; EBERSPÄCHER, Henri Frederico. Lógica de programação: a
construção de algoritmos e estruturas de dados. 3. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. 218
p.
[3] DIVERIO, Tiarajú Asmuz; MENEZES, Paulo Blauth. Teoria da computação: máquinas universais e
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computabilidade. 3. ed. Porto Alegre: Instituto de Informatica da UFRGS: Bookman, 2011. 288 p.
[4] GERSTING, Judith L. Fundamentos matemáticos para a ciência da computação: um tratamento
moderno de matemática discreta. 5. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2004. 597 p.
[5] SCHEINERMAN, Edward R. Matemática discreta: uma introdução. São Paulo, SP: Cengage
Learning, c2011. xxiii, 573 p.
[6] STALLINGS, William. Arquitetura e organização de computadores. 8. ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2010. 624 p.
[7] MENASCÉ, Daniel A.; ALMEIDA, Virgílio A. F.; DOWDY, Larry W. Performance by Design: Computer
Capacity Planning by Example. Prentice Hall, 2004. Disponível online em:
http://cs.gmu.edu/~menasce/perfbyd.
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GERÊNCIA DE REDES – 60 HORAS
EMENTAS:
Definição de gerenciamento de redes. Histórico das estruturas de gerência existentes. Formas de
gerenciamento (Centralizada – Hierárquica – Distribuída). Monitoramento de redes por meio local
e remoto. Controle de desempenho de rede. Gerenciamento de acesso. Restrições de acesso.
Proxy, Firewall. SNMP. Segurança. Controle de permissões. Monitoramento de invasões. Técnicas
administrativas de gerência de redes de computadores.
BÁSICAS
[1] COMER, Douglas. Interligação de redes com TCP/IP: volume 1: princípios, protocolos e arquitetura.
5. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. xxvi, 435 p.
[2] COMER, Douglas E. Redes de computadores e internet: abrange transmissão de dados, ligações
inter-redes, web e aplicações. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. 632 p.
[3] BURGESS, Mark. Princípios de administração de redes e sistemas. 2. ed. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 2006. xii, 455 p.
COMPLEMENTARES
[1] TANENBAUM, Andrew S.; WETHERALL, David. Redes de computadores. 5 ed. São Paulo, SP:
Pearson Prentice Hall, 2011. xvi 582 p.
[2] SOUSA, Lindeberg Barros de. Projetos e implementação de redes: fundamentos, arquiteturas,
soluções e planejamento. 2.ed. São Paulo, SP: Erica, 2009. 320 p.
[3] KUROSE, James F.; ROSS, Keith W. Redes de computadores e a Internet: uma abordagem topdown. 5. ed. São Paulo, SP: Pearson Addison Wesley, 2010. 614 p.
[4] CARISSIMI, Alexandre da Silva; ROCHOL, Juergen; GRANVILLE, Lisandro Zambenedetti. Redes de
computadores. Porto Alegre: Bookman, 2009. xii, 391 p.
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[5] COSTA, Felipe. Ambiente de redes monitorado com Nagios e Cacti. Rio de Janeiro: Ciência
Moderna, 2008. 189 p.
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GESTÃO DE PROJETOS – 60 HORAS
EMENTAS:
Introdução ao Gerenciamento de Projetos: conceitos básicos, identificação/estabelecimento das
necessidades e formulação de propostas, ciclo de vida e organização de projetos, processos de
gestão de projetos. Áreas de Conhecimento em Gestão de Projetos: Gestão de Integração,
escopo, tempo, custo, qualidade, recursos humanos. Comunicações, riscos, aquisições.
Ferramentas e Metodologias para Gerência de Projetos.
BÁSICAS
[1] HELDMAN, Kim. Gerência de projetos: guia para o exame oficial do PMI . 5. ed., atual. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2009. 632 p.
[2] MARTINS, José Carlos Cordeiro; RAMIREZ, Fabricio (Colab.). Gerenciando Projetos de
desenvolvimento de software com PMI, RUP e UML. 5 ed. Rio de Janeiro: Brasport, 2010. 290 p.
ISBN 9788574524511.(3 exemplares)
[3] SOMMERVILLE, Ian. Engenharia de Software; tradução: Selma Shin Shimizu Melnikoff, Reginaldo
Arakaki, Edílson de Andrade Barbosa; revisão técnica: Kechi Kirama. --8a ed. - São Paulo : Pearson
Addiso-Wesley, 2007. (10 exemplares).
COMPLEMENTARES
[1] WOILER, Samsão; MATHIAS, Washington Franco. Projetos: planejamento, elaboração, análise. 2.
ed. São Paulo, SP: Atlas, c1983. 288 p. ISBN 9788522450336.
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COMPONENTES CURRICULARES OPTATIVAS
MINERAÇÃO DE DADOS – 60 HORAS
EMENTAS:
Sistemas de aprendizado. Descoberta de Conhecimento. Aprendizado de Máquina e a Mineração
de Dados. Fases da Mineração de Dados. Aplicações de Aprendizado de Máquina na Mineração
de Dados.
BÁSICAS
[1] BRAGA, Luis Paulo Vieira Braga., Introdução à Mineração de Dados. 2.ed. E-papers, 2005.
[2] PINHEIRO, Carlos Andre Reis., Inteligência Analítica: Mineração de Dados e Descoberta de
Conhecimento, Ciência Moderna, 2008.
[3] KAUFMANN, Morgan. Data Mining: Concepts and Techniques. J. Han & M. Kamber, 2nd Edition,
2004.
COMPLEMENTARES
[1] HAN, Jiawei., KAMBER, Micheline. Data Mining Concept and Techniques. 2nd Edition, Elsevier,
2006.
[2] LEDOLTER, Johannes. Data Mining and Business Analytics with R. Wiley, 2013.
[3] MITCHELL, Tom M. Machine Learning. MacGraw-Hill, 1997.
[4] RUSSEL, Matthew A. Mining Social Web - Analyzing Data from Facebook, Twitter, LinkedIn, and
Other Social Media Sites - O’Reilly Media, 2011.
[5] WITTEN, I. H., FRANK, E.. Data Mining. 2nd Edition, Morgan-Kaufmann, 2005.
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MULTIMÍDIA E HIPERMÍDIA – 60 HORAS
EMENTAS:
Comunicação homem-máquina. Autoria: plataformas para multimídia; ferramentas de
desenvolvimento. Processamento de Imagens. Áudio: propriedades físicas do som; representação
digital. Processamento e síntese do som. Imagens: representação digital, dispositivos gráficos,
processamento. Desenhos: representação de figuras. Vídeo: interfaces, processamento.
Animação.
BÁSICAS
[1] BUGAY, Edson; ULBRITCH, Vânia. Hipermídia. Visual Books, 2001.
[2] COLLARO, Antonio Celso. Produção Gráfica - Arte e Técnica da Mídia Impressa. Editora: Prentice
Hall (pearson) , 2007.
[3] PAULA FILHO, Wilson de Pádua. Multimídia Conceitos e Aplicações. LTC, 2000.
COMPLEMENTARES
[1] PEREIRA, Valéria Arriero. Multimídia Computacional: Produção, Planejamento & Distribuição.
Visual Books, 2001.
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COMPONENTES CURRICULARES OPTATIVAS
PROGRAMAÇÃO DE JOGOS DIGITAIS – 60 HORAS
EMENTAS:
Princípios do desenvolvimento de jogos. Roteiro. Personagens. Animação. Detecção de colisão.
Som e Música. Movimentos. Inteligência artificial/métodos de busca. Multiplayer.
BÁSICAS
[1] FERNANDES, Maicris. Programação de Jogos com Visual Basic 6 usando DirectX. Editora Relativa.
[2] SANTEE, André. Programação de Jogos com C++ e Direct. Editora Novatec, 2005.
[3] STELKO, Michelle, AZEVEDO, Eduardo, MEYER, Homero & Et al. Desenvolvimento de Jogos 3D e
Aplicações em Realidade Virtual. Editora Campus, 2007.
COMPLEMENTARES
[1] DALE, Nell; LEWIS, John. Ciência da computação. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, c2011. xx, 436 p.
[2] BROOKSHEAR, J. Glenn. Ciência da computação: uma visão abrangente . 11. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2013. 561 p.
[3] SILVA, João Carlos da; AGUIAR, Fabio Calciolari. Modelagem de personagem para jogos 3ds max 8.
São Paulo, SP: Érica, 2005. 206 p.
[4] LECHETA, Ricardo R. Google Android: aprenda a criar aplicacoes para dispositivos móveis com o
Android SDK. 2. ed. São Paulo: Novatec, 2010. 608 p.
[5] NEIL, Theresa. Padrões de design para aplicativos móveis. São Paulo: Novatec, 2012. 208 p.
[6] Sweigart, Albert. Making Games with Python & Pygame. Disponível online em
<http://inventwithpython.com/makinggames.pdf> Acesso em: 18.12.2013.
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COMPONENTES CURRICULARES OPTATIVAS
SEGURANÇA DE SISTIMAS – 60 HORAS
EMENTAS:
Atacantes e ataques. Vulnerabilidades em softwares, serviços e protocolos. Ferramentas e
técnicas de sondagem. Ataques de negação de serviço. Ataques à privacidade: roubo de
informação, sniffing, connection hijacking. Invasão de sistemas. Vírus e worms. Ferramentas de
monitoração e auditoria. Sistemas de detecção de intrusa. Análise de logs. Problemas de
Segurança em redes, sistemas e banco de dados. Recuperação e segurança de arquivos.
Algoritmos de criptografia.
BÁSICAS
[1] STALLINGS, William. Criptografia e segurança de redes: princípios e práticas . 4. ed. São Paulo, SP:
Prentice Hall, 2008. xvii, 492 p. (18 exemplares)
[2] NAKAMURA, Emilio Tissato; GEUS, Paulo Lício de. Segurança de redes: em ambientes cooperativos
. São Paulo: Novatec, 2007. - 482 p. (5 exemplares)
[3] MATTOS, Antonio Carlos Marques. Sistemas de informação: uma visão executiva . 2. ed.
COMPLEMENTARES
[1] STATO FILHO, André. Linux: controle de redes . Florianópolis, SC: Visual Books, 2009. 352 p.
[2] FERREIRA, Fernando Nicolau Freitas; ARAÚJO, Márcio Tadeu de. Política de segurança da
informação: guia prático para elaboração e implementação . 2. ed., rev. e ampl. Rio de Janeiro:
Ciência Moderna, 2008. xxxiv, 259 p.
[3] CARUSO, Carlos A. A; STEFFEN, Flávio Deny. Segurança em informática e de informações. 2.ed. São
Paulo: SENAC/SP, 1999. 367 p.
[4] CRESPO, Marcelo Xavier de Freitas. Crimes digitais. São Paulo, SP: Saraiva, 2011. 242 p.
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[5] BASHAM, Bryan; SIERRA, Kathy; BATES, Bert. Use a cabeça: Servlets & JSP. 2. ed. Rio de Janeiro:
Alta Books, 2010. xxxii, 879 p. (Use a cabeça!).
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COMPONENTES CURRICULARES OPTATIVAS
TEORIA DE GRAFOS – 60 HORAS
EMENTAS:
Teoria dos Grafos. Análise de nós e laços em grafos. Análise de nós de redes lineares invariantes.
Árvores. Densidade de Grafos. Grafo de navegação. Grafo de dependência. Implementação de
Grafos. Algoritmo de busca: Dijkstra, Algoritmo A*, (Multi)grafos Eulerianos, Isomorfismo,
Planaridade.
BÁSICAS
[1] GERSTING, J. L. Fundamentos Matemáticos para a Ciência da Computação. LTC, 2004.
[2] CORMEN, Thomas H; LEISERSON, Charles Eric; RIVEST, Ronald L.; STEIN, Clifford. Algoritmos: teoria
e prática . 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, Campus, 2012. 926 p.
[3] ASCENCIO, Ana Fernanda Gomes; ARAUJO, Graziela Santos de. Estruturas de dados: algoritimos,
análise da complexidade e implementações em Java e C/C++. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2010. xii, 432 p.
COMPLEMENTARES
[1] SILVA, Osmar Quirino da. Estrutura de dados e algoritmos usando C: fundamentos e aplicações.
Rio de Janeiro, RJ: Ciência Moderna, 2007. 460 p.
[2] TENENBAUM, Aaron M; LANGSAM, Yedidyah; AUGENSTEIN, Moshe. Estruturas de dados usando
C. São Paulo: Pearson Makron Books, 1995.
[3] SILVA, Osmar Quirino da. Estrutura de dados e algoritmos usando C: fundamentos e aplicações.
Rio de Janeiro, RJ: Ciência Moderna, 2007. 460 p.
[4] SCHILDT, Herbert. C: completo e total . 3. ed. rev. atual. São Paulo, SP: Pearson Makron Books,
c1997. 827 p.
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[5] HORSTMANN, Cay S. Conceitos de computação com Java. 5. ed. Porto Alegre: Bookman
Companhia Editora, 2009. 720 p.
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PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO
COMPONENTES CURRICULARES OPTATIVAS
TÓPICOS ESPECIAIS DE INFORMÁTICA I – 30 HORAS (*)
EMENTAS:
VARIÁVEL
BÁSICAS
VARIÁVEL
COMPLEMENTARES
VARIÁVEL
OBSERVAÇÃO: MESMAS INFORMAÇÕES PARA TÓPICOS ESPECIAIS DE INFORMÁTICA II, III.
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PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO
COMPONENTES CURRICULARES OPTATIVAS
TÓPICOS ESPECIAIS DE INFORMÁTICA IV – 60 HORAS (*)
EMENTAS:
VARIÁVEL
BÁSICAS
VARIÁVEL
COMPLEMENTARES
VARIÁVEL
OBSERVAÇÃO: MESMAS INFORMAÇÕES PARA TÓPICOS ESPECIAIS DE INFORMÁTICA V.
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COMPONENTES CURRICULARES OPTATIVAS
LIBRAS – 30 HORAS
EMENTAS:
Língua Brasileira de Sinais. A cultura surda. A surdez. O papel social das LIBRAS. Legislação e
surdez. As Libras e a educação bilíngue. (prática como componente curricular).
BÁSICAS
[1] FERDANDES, E. Linguagem e Surdez. Artmed, 2003.
[2] LACERDA, C. B. F; GÓES, M. C. R. Surdez: Processos Educativos e Subjetividade. Lovise, 2000.
[3] LOPES, M C. Surdez e educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.
COMPLEMENTARES
[1] FELIPE, T. A.; MONTEIRO, M. S. Libras em Contexto: curso básico, livro do professor instrutor –
Brasília: Programa Nacional de Apoio à Educação dos Surdos, MEC: SEESP, 2001.
[2] LODI, A. C. B, Uma leitura enunciativa da Língua Brasileira de Sinais: O gênero contos de fadas. [7]
D.E.L.T.A., São Paulo, v.20, n.2, p. 281-310, 2004.
[3] MACHADO, P. A Política Educacional de Integração/Inclusão: Um Olhar do Egresso Surdo.
Florianópolis: UFSC, 2008.
[4] MOURA, M C. O Surdo: Caminhos Para uma Nova Identidade. Revinter e FAPESP, 2000.
[5] PERLIN, G. Identidades Surdas, em: SKLIAR, C (org): A surdez, um olhar sobre as diferenças. Porto
Alegre: Mediação.
[6] QUADROS, R. M. de & KARNOPP L. B. Língua de Sinais Brasileira: Estudos linguísticos. Porto Alegre:
Artes Médicas. 2004.
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APÊNDICE VII
Quadro de Professores do Curso de
Ciência da Computação
Nome: Angelita R. de Araújo Z.
Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva
CPF: 037.457.059-04
Telefone: (49) 3533-4900
E-mail: [email protected]
Formação superior
Bacharel em Ciência da Computação (Unoesc/Videira)
Pós-graduação
Especialização em Gestão de Segurança da Informação (SENAI) 2010
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Nome: Cleomar Pereira da Silva
Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva
CPF: 007.803.730-14
Telefone: (49) 3533-4900
E-mail: [email protected]
Formação superior
Graduação em Engenharia Elétrica (UFSM) 2008
Pós-graduação
Mestrado em Engenharia Elétrica (PUC/RJ) 2009
Nome: Edson Italo Mainardi Jr.
Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva
CPF: 326.673.448-39
Telefone: (49) 3533-4900
E-mail: [email protected]
Formação superior
Graduação em Engenharia Elétrica (UNESP – Universidade Estadual Paulista) Ilha Solteira/SP 2009
Pós-graduação
Doutor em Controle e Automação (UNESP – Universidade Estadual Paulista) 2013
Nome: Emerson Luís Monsani
Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva
CPF: 646.984.839-72
Telefone: (49) 3533-4900
E-mail: [email protected]
Formação superior
Graduação em Licenciatura Filosofia 1993
Pós-graduação
Mestrado em Filosofia (PUC) 1998
Nome: Fábio José R. Pinheiro.
CPF: 025.759.054-43
E-mail: [email protected]
Formação superior
Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva
Telefone: (49) 3533-4900
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Graduado em Ciência da Computação
Pós-graduação
Mestre em Engenharia Elétrica
Nome: Gabriel Schmitt
CPF: 023.495.249-06
E-mail: [email protected]
Formação superior
Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva
Telefone: (49) 3533-4900
Técnico em Eletricista
Graduação em Ciências Sociais (UFSC) 2001
Pós-graduação
Mestrado em Sociologia Política (UFSC) 2008
Nome: Gilson Ribeiro Nachtigall
CPF: 429.796.170-91
E-mail: [email protected]
Formação superior
Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva
Telefone: (49) 3533-4900
Graduado em Agronomia
Pós-graduação
Mestre em Agronomia na Área de Fruticultura de Clima Temperado
Doutor em Ciências Agrárias pela Universidade Federal de Pelotas
Nome: Jaquiel Salvi Fernandes
Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva
CPF: 020.147.909-57
Telefone: (49) 3533-4900
E-mail: [email protected]
Formação superior
Graduação em Física – Licenciatura Plena (Faculdades Integradas Católicas de Palmas)
2001
Pós-graduação
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Especialização em Física Geral (Faculdades Integradas Católicas de Palmas) 2002
Mestrado em Física (Universidade Estadual de Londrina, UEL) 2005
Doutorado em Física Nuclear Aplicada (Universidade Estadual de Londrina, UEL) 2009
Pós-Doutorado em Engenharia Mecânica/ Física Nuclear Aplicada (UFSC) 2011
Nome: Jonatan R. Rakoski Z.i
CPF: 002.109.150-13
E-mail: [email protected]
Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva
Telefone: (49) 3533-4900
Formação superior
Graduado em Engenharia Elétrica
Pós-graduação
Mestre em Engenharia Elétrica
Nome: José Reinaldo N. Hilario
CPF: 017.654.249-33
E-mail: [email protected]
Formação superior
Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva
Telefone: (49) 3533-4900
Graduação em Letras: Português/Inglês (Universidade do Extremo Sul Catarinense,
UNESC) 2000
Pós-graduação
Mestrado em Literatura Brasileira (Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC) 2004
Doutorando em Teoria Literária (UFSC)
Nome: Josy Alvarenga C. Gardin
Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva
CPF: 052.219.616-01
Telefone: (49) 3533-4900
E-mail: [email protected]
Formação superior
Graduação em Administração (Universidade Federal de Lavras) 2005
Pós-graduação
Mestre em Administração na área de concentração Gestão da Tecnologia e da Produção
(UFRGS) 2010
Nome: Leila Lisiane Rossi
Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva
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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSE
PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO
CPF: 892.177.569-20
Telefone: (49) 3533-4900
E-mail: [email protected]
Formação superior
Graduação em Ciência da Computação (Unoesc – Videira) 1998
Pós-graduação
Mestrado em Ciência da Computação (UFSC) 2001
Nome: Leonardo Rodrigues T. Bridi Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva
CPF: 008.414.919-17
Telefone: (49) 3533-4900
E-mail: [email protected]
Formação superior
Graduação em Engenharia Civil (UFSC)
Pós-graduação
Especialista em Engenharia de Segurança do Trabalho (UnC)
Nome: Lucilene Dal Medico Baerle
CPF: 890.777.680-68
E-mail: [email protected]
Formação superior
Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva
Telefone: (49) 3533-4900
Licenciatura Plena em Matemática (Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio
Grande do Sul, UNIJUI) 2000
Pós-graduação
Pós-graduação em Educação Matemática (UNIJUI) 2004
Mestrado em Ensino de Matemática (Centro Universitário Franciscano) 2008
Nome: Manassés Ribeiro
Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva
CPF: 944.325.039-04
Telefone: (49) 3533-4900
E-mail: [email protected]
Formação superior
Graduado em Sistemas de Informação
Pós-graduação
Mestre em Ciência da Computação (UFSC)
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PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO
Nome: Marcelo Massocco Cendron Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva
CPF: 003.769.669-63
Telefone: (49) 3533-4900
E-mail: [email protected]
Formação superior
Bacharelado em Ciência da Computação (Unoesc) 2004
Pós-graduação
Mestrado em Ciência da Computação (UFSC) 2008
Nome: Mário Ferreira Resende
Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva
CPF: 022.682.759-30
Telefone: (49) 3533-4900
E-mail: [email protected]
Formação superior
Graduação em Psicologia (UFSC) 2000
Pós-graduação
Mestrado em Psicologia (UFSC) 2002
Doutorado em Psicologia (UFSC) 2009
Nome: Marizete Bortolanza S.
Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva
CPF: 739.225.019-15
Telefone: (49) 3533-4900
E-mail: [email protected]
Formação superior
Graduação em Pedagogia
Pós-graduação
Mestre em Linguística (UFSC) 2001
Doutorado em Educação (UFSC) 2011
Nome: Nadir Paula da Rosa
Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva
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PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO
CPF: 724.987.810-72
E-mail: [email protected]
Formação superior
Telefone: (49) 3533-4900
Bacharel em Administração/
Habilitação em Comércio Exterior
Pós-graduação
Mestrado em Agronegócios
Nome: Nélio Henrique Nicoleti
Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva
CPF: 275.196.348-09
Telefone: (49) 3533-4900
E-mail: [email protected]
Formação superior
Graduação em Licenciatura Plena em Física (Universidade Estadual Paulista - "Júlio de
Mesquita Filho" – Bauru/SP) 2005
Pós-graduação
Mestrado em ciência e tecnologia de materiais (Universidade Estadual Paulista - "Júlio de
Mesquita Filho" – Bauru/SP) 2007
Doutorado em ciência e tecnologia de materiais (Universidade Estadual Paulista - "Júlio de
Mesquita Filho" – Bauru/SP) 2011
Nome: Pablo Andrés Reyes Meyer Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva
CPF: 007.480.279-80
Telefone: (49) 3533-4900
E-mail: [email protected]
Formação superior
Graduação em Engenharia de Controle e Automação – Mecatrônica (UnC - Curitibanos)
2006
Pós-graduação
Pós-Graduação em Mecatrônica Industrial (PUC/PR) 2009
Nome: Raimundo José de Sousa
Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva
Castro
CPF: 421.059.193-91
Telefone: (49) 3533-4900
E-mail: [email protected]
Formação superior
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Licenciatura Plena Em Matemática (UNIVERSIDADE Federal Do Piauí) 1998
Pós-graduação
Especialização Em Matemática Para O Ensino Médio (UNIVERSIDADE Federal Do Piauí) 2001
Mestrado Em Ciência E Engenharia De Materiais (UNIVERSIDADE Federal Do Rio Grande Do Norte) 2008
Doutorado Em Ciência E Engenharia De Materiais (UNIVERSIDADE Federal Do Rio Grande Do
Norte) 2010.
Nome: Rosângela Aguiar Adam
Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva
CPF: 538.605.279-91
Telefone: (49) 3533-4900
E-mail: [email protected]
Formação superior
Graduação em Ciência da Computação (UFSC) 1985
Pós-graduação
Especialização em Computação (UFSC) 1995
Mestrado em Ciência da Computação (UFSC) 2002
Nome: Tiago Lopes Gonçalves
Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva
CPF: 045.034.529-75
Telefone: (49) 3533-4900
E-mail: [email protected]
Formação superior
Graduação em Sistemas de Informação (Universidade Paranaense) 2006
Pós-graduação
Mestre em Ciência da Computação (Universidade Estadual de Maringá) 2009
Nome: Valter Luis Estevam Junior
CPF: 066.311.279-63
E-mail: [email protected]
Formação superior
Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva
Telefone: (49) 3533-4900
Licenciatura em Física
Tecnólogo em Sistemas de Informação
Pós-graduação
Especialização em Desenvolvimento Web (IFC/Câmpus Videira)
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Nome: Vinicius Barreto Klein
CPF: 006.087.969-64
E-mail: [email protected]
Formação superior
Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva
Telefone: (49) 3533-4900
Graduação em Sistemas de Informação
Pós-graduação
Especialização em Governança de TI (SENAC/São José) 2012
Nome: Wanderson Rigo
Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva
CPF: 960.138.850-87
Telefone: (49) 3533-4900
E-mail: [email protected]
Formação superior
Graduação em Ciências da Computação
Pós-graduação
Mestrado em Ciência da Computação (UFSC) 2011
Nome: Willian Bolzan dos Santos
CPF: 255.999.568-90
E-mail: [email protected]
Formação superior
Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva
Telefone: (49) 3533-4900
Bacharel em Informática
Pós-graduação
Mestrado em Ciência da Computação.
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APÊNDICE VIII
Quadro de Técnicos Administrativos
CPF
REGIME DE
TRABALHO
Angela Lidvina
Schneider
019.465.269-67
40 horas
Angela Maria Crotti
da Rosa
008.584.909-00
40 horas
Carla Genoveva
Santin Fernandes
007.155.939-60
40 horas
NOME
FORMAÇÃO
RAMAL
Licenciatura em Pedagogia
Pós-Graduanda em Educação (IFC Câmpus Videira)
Graduação em Administração (Unoesc/Videira)
2007
Graduada em Licenciatura em Matemática (UFPEL)
2012
Pós-Graduada em Controle de Gestão Pública
(UFSC) 2011
Graduação em Letras (Licenciatura)
Pós-Graduação em Língua Portuguesa (Universidade
Estadual de Londrina) 2008
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4915
4926
4938
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PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO
40 horas
Caroline Vian
Spricigo
048.180.749-77
Ensino Médio Completo
Cassiana Schmidt
047.022.029-52
40 horas
Daniel Manenti
758.003.579-00
40 horas
Daniel Mazon da Silva 987.501.510-53
40 horas
Danieli Vieceli
040.961.839-03
40 horas
Denise Danielli Pagno 005.627.129-84
40 horas
Diego Alan Pereira
983.506.339-72
40 horas
Felipe Ribas
041.722.579-25
40 horas
Gabriela Frizzo Patrí046.977.539-41
cio
40 horas
Georgete Ferronato
(cedida para o Câm- 022.112.059-92
pus Videira)
40 horas
Giorge Vanz
054.818.749-54
40 horas
Giovana Von Mecheln
694.468.229-04
Lorenz
40 horas
4907
Graduada em Engenharia Ambiental
Pós-graduada em Gestão e Direito Público
(Unoesc/Joaçaba) 2012
Técnico em Eletrotécnica
Técnico em Agropecuária
Tecnólogo em Desenvolvimento de Recursos Humanos Unoesc/Videira) 2010
Pós-Graduado em MBA em Planejamento e Gestão
Estratégica (Fainter) 2011
Bacharel em Comunicação Social com habilitação
em Publicidade e Propaganda (Universidade de Passo Fundo/RS) 2006
Licenciatura e Bacharelado em Psicologia
(Unoesc/Videira) 2006
Pós-graduação em Gestão Estratégica de Pessoas
(PUC) 2008
Mestranda em Educação (Unoesc/Joaçaba)
Licenciatura em Ciências Biológicas
Especialização em Microbiologia
Mestranda em Educação (Unoesc/Joaçaba)
Tecnólogo em Processamento de Dados
Pós-Graduado em Governança de TI (SENAC/São
José) 2012
Licenciatura em Filosofia (Unicentro) 2005
Licenciatura em Geografia
Especialização em Ensino de História e Geografia
Mestranda em Educação (Unoesc/Joaçaba)
Licenciatura em Matemática e Física
Pós-Graduação em Matemática
Mestranda em Educação (Unoesc/Joaçaba)
Graduado em Ciências da Computação (Unoesc/Videira)
Pós-graduado em Redes e Segurança de Sistemas
(PUC/PR) 2011
Graduada em Tecnologia em Marketing (Unoesc/Joaçaba) 2012
Página 186 / 238
4938
4908
4935
4927
4916
4924
4905
4927
4939
4934
4938
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PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO
40 horas
Gislaine Julianotti
Carlesso
Bacharel em Administração
Pós-graduada em Gestão Pública (UFSC) 2011
4920
40 horas
Técnico em Processamento de dados
4909
40 horas
Bacharel em Administração
Especialista em MBA em Gestão de Recursos Humanos
4914
010.085.209-26
Guillermo Gôngora
255.418.458-58
Figoli
Horaldo Antonio
Brandalise
636.857.959-53
(cedido do Câmpus
Concórdia)
Joice Aparecida do
Nascimento Deon
919.296.449-49
40 horas
Jorge Luiz Taborda
Celestino
215.903.700-15
40 horas
Josiane Bonetti
043.821.679-22
40 horas
Juliana Carla
Bauerle Motta
052.609.119-38
25 horas (40
horas com
FG)
Karin Regina Lisbôa
005.454.109-32
Chapiewski
Lidiane Silva Braga
(cedida para a Reito- 001.357.430-28
ria)
40 horas
40 horas
Liliane Josefa Orso
041.456.809-52
40 horas
Lizete Camara Hubler
024.211.809-70
40 horas
Loriane Vicelli
020.861.249-10
40 horas
Curso técnico em Agropecuária
Graduada em Pedagogia (Uniasselvi) 2011
Pós-graduada em Educação – Práticas Pedagógicas
(Educar) Presencial 2012
Bacharel em Administração
Pós-Graduação em Administração Pública
Pós-Graduação em Administração Hospitalar
Graduação em Ciências Contábeis (Unoesc/Videira)
Pós-Graduada em MBA em Gestão Pública (Universidade Anhanguera – à distância) encerrou em
24/06/2013
Bacharelado em Comunicação Social – Habilitação
em Jornalismo.
Pós-graduada - Especialização em Comunicação Política e Imagem (Universidade Federal do Paraná)
Bacharel em Biblioteconomia (UFSC)
4917
4941
4912
4935
4917
Licenciatura e Bacharelado em História
(47) 3331
Pós-graduada em Gestão do Trabalho Pedagógico:
7805
Habilitação em Orientação Escolar
Bacharel em Contabilidade (Unoesc/Videira)
Especialista em Direito Empresarial e Planejamento
4921
Tributário (Unoesc/Videira)
Graduação em Geografia
Pós-Graduação em Metodologia do Ensino de História e Geografia
4936
Graduada em História (UEPG – Universidade Estadual do Paraná)
Mestranda em Educação (Unoesc/Joaçaba)
Licenciatura em Pedagogia com habilitação em Séri- 4940
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PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO
Luana de Araújo
Huff
076.152.169-07
40 horas
Marcelo Diel
603.168.530-20
40 horas
Marion Schmidt
047.022.019-80
40 horas
Patrícia Frizzo
058.836.759-13
40 horas
Rafaela Agostini
010.357.559-63
40 horas
Ricardo Kohler
058.762.859-60
40 horas
Rodrigo Zuffo
072.079.269-01
40 horas
Rosane Goularte
Samantha Vanin
Felchilcher
Sheila Carletto
es Iniciais (Unoesc Câmpus Videira) 1999
Pós-Graduação em Séries Iniciais do Ensino Fundamental (Unoesc Câmpus Videira) 2006
Ensino Médio Completo
Graduanda em Licenciatura em Letras/Habilitação
em Português, Inglês e respectivas literaturas (Unoesc/Videira)
Técnico em Agropecuária
Graduação em Engenharia Agrícola
Especialização (Pós-graduação) em Educação Profissional técnica de nível médio integrada ao ensino
médio na modalidade Educação de Jovens e Adultos
Mestre em Ciências (Universidade Federal de Pelotas) 2005
Bacharel em Biotecnologia Industrial (UNOESC – Videira) 2008
Pós-graduada em Gestão e Direito Público
(Unoesc/Joaçaba) 2012
Bacharel em Ciências Contábeis
Pós-Graduada em MBA em Administração Estratégica e Financeira (Unoesc/Videira) 2012
Graduada em Nutrição (Unoesc/Videira) 2012
Técnico em Informática (IFC – Câmpus Videira) 2012
Graduando em Ciência da Computação (IFC – Câmpus Videira)
Graduado em Sistemas de Informação (Unoesc/Videira) 2011
Pós-graduando em Desenvolvimento Web (IFC –
Câmpus Videira)
4927
4930
4905
4927
4917
4909
4922
557.845.429-15
40 horas
Licenciatura em Geografia
Pós-graduada em Geopolítica e Educação Ambiental
Mestranda em Ciências da Educação (Universidad
del Mar – UDELMAR – Santiago do Chile- Chile)
062.893.579-05
40 horas
Graduada em Psicologia (Uniarp/Caçador) 2011
4917
006.692.289-58
40 horas
Bacharel em Direito (Unoesc/Videira)
4906
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4937
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Silvia Marina Rigo
057.478.289-32
40 horas
Thales Fellipe Guill
064.399.629-06
40 horas
Tiago Heineck
047.292.249-14
40 horas
Tiago Possato
061.017.649-82
40 horas
Vanessa Bettoni
892.164.239-00
40 horas
Vera Regina Mazureck 370.147.300-53
40 horas
Verônica de Andrade
892.739.159-49
40 horas
Viviane Gonçalves
Lapa Raulino
041.080.769-90
40 horas
Especialista em Direito Material e Processual Civil
(Unoesc/Videira)
Bacharel em Administração (Unoesc/Videira)
Pós-Graduanda em MBA em Gestão Pública (Universidade Anhanguera – à distância)
Graduado em Tecnologia de Redes de Computadores
Pós-Graduado em Governança de TI (SENAC/São
José) 2012
Técnico em Desenvolvimento de Sistemas
Bacharelado em Administração (Univali) 2011
Pós-Graduado em Engenharia de Sistemas (ESAB)
2013
Técnico em Eletrotécnica (SENAI)
Cursando Técnico em Eletroeletrônica (IFC – Câmpus Videira)
Graduando em Ciência da Computação (IFC – Câmpus Videira)
Graduada em Farmácia/Bioquímica
Pós-graduada em Farmacologia Clínica
Pós-graduada em Microbiologia Clínica
Especialização em Metodologia do Ensino da Língua
Inglesa
Graduada em Pedagogia – Supervisão Escolar
Graduada em Ciências da Religião
Especialista em Gestão Escolar
Especialista em Assessoria Bíblica
Especialista em Metodologia da Alfabetização
Mestre em Educação (Uniplac) 2013
Graduação em Artes Visuais
Pós-graduada em Educação Infantil e Séries Iniciais
Bacharelado e Licenciatura em Pedagogia (UFSC)
2006
Especialista em Psicopedagogia Institucional (Faculdade Decisão em parceria com o Instituto Catarinense de Pós-Graduação – ICPG) Florianópolis/SC
2009
Mestranda em Educação (UDESC)
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4915
4923
4929
4904
4940
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APÊNDICE IX
INFRAESTRUTURA
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1. Infraestrutura Geral e de Segurança do IFC – Câmpus Videira
A infraestrutura geral do câmpus compreende uma área total de 235.989,5 m² (23,5
hectares) e 8.936,67 m² de área construída, composta pelos seguintes espaços:
a. Bloco administrativo: com 514,37 m², nele ficam localizadas as salas de administração do
câmpus, como recepção, gabinete da direção geral, telefonista, chefia de gabinete,
auditoria, setor financeiro, coordenação de gestão de pessoas, licitações, setor de
tecnologias da informação, departamento de infraestrutura e serviços, sala de reuniões,
dois banheiros;
b. Bloco pedagógico: com 666,38 m² no primeiro piso, onde estão localizadas as salas da
Direção de Desenvolvimento do Ensino – DDE, sala de professores, coordenadores de
curso, almoxarifado e do Núcleo Docente Estruturante. No segundo piso, com área de
630 m², fica localizada a biblioteca.
c. Bloco de salas de aula: com 22 salas e serviços diversos, tais como Coordenação Geral de
Assistência Estudantil - CGAE, copa, Coordenação de Registros Acadêmicos, reprografia,
Serviço de Apoio Psicopedagógico e Educacional – NAPSE, setor de estágio e de
extensão. cinco laboratórios de informática e sala do Núcleo de Apoio aos Portadores de
Necessidades Específicas (Napne).
d. Ginásio de esportes: com dimensões de 1592.50 m2, possibilita a prática de várias
modalidades desportivas de quadra, como basquetebol, voleibol, handebol e futsal.
Além disso tem 4 salas anexas, sendo duas de 70 m2, uma de 140 m2 e uma de 32 m2.
e. Bloco de laboratórios: constituído de dois espaços, sendo que no primeiro estão
alocados os laboratórios destinados inicialmente aos segmentos do Ensino Médio e ao
Curso Técnico de Agropecuária, mas que poderão ser usados pelo curso de Ciência da
Computação nos diversos componentes curriculares.
São eles:
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•
Laboratório Multidisciplinar de Ensino – é um espaço destinado a aulas práticas das
disciplinas de química e biologia e agropecuária, dimensionado para atender turmas
•
com 20 alunos ou mais;
Laboratório de microscopia – destinado a atender as disciplinas de biologia do ensino
Médio e as do Curso Técnico em Agropecuária, possui atualmente 15 microscópios
binoculares e está dimensionado para atender turmas com 20 alunos ou mais,
•
oferecendo treinamento na utilização dos microscópios e apoio teórico e prático;
Laboratório de Pesquisa Multi-Pessoal – será destinado aos professores que
desenvolvam pesquisas e experimentos em suas áreas de ensino e está em
•
implantação;
Laboratório de Ensino de Água e Solo – tem por objetivo dispor aos professores e
alunos, estudos e práticas que lhes possibilitem conhecer as características dos solos,
matéria orgânica, química e fertilidade do solo, microbiologia, formação e
classificação, bacias hidrográficas e o movimento da água no solo, auxiliando – os na
definição de sistemas mais eficientes de manejo e conservação.
Na segunda parte estão alocados os laboratórios destinados ao curso de Eletroeletrônica
com os seguintes espaços:
•
•
Laboratórios de Física – em implantação;
Laboratórios de Instalações Elétricas, destinado a aulas práticas de instalações
elétricas, residenciais e prediais, conta com todo material e ferramentas para as
•
aulas.
Laboratório de Eletricidade e Eletrônica, destinado a aulas de eletrônica, tanto
analógica, digital e de potência, inclusive Microcontroladores, tem equipamentos
•
como osciloscópios, fontes de tensão, geradores de função, etc.
Laboratório de Automação Industrial: usados nas aulas de automação industrial, com
equipamentos e componentes elétricos industriais e também motores elétricos.
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•
Laboratório de Máquinas e Acionamentos Elétricos: equipado com motores,
componentes para acionamentos industriais e também dispositivos para para ensaios
em geral de máquinas elétricas, girantes e estáticas. Neste laboratório também estão
localizadas as bancadas para aulas práticas de pneumática e eletropneumática.
f. Auditório: com 520 m², com capacidade para 320 pessoas.
g. Cantina: com 298,84 m², cujos serviços são terceirizados.
Em relação à infraestrutura de segurança, o câmpus possui um sistema de CFTV - circuito
fechado de TV nas áreas externas, estacionamento, acessos e pontos estratégicos. Nas áreas
internas, existem câmeras em todos os laboratórios, biblioteca, salas da administração, corredores
das salas de aula e outros pontos estratégicos. Possui também sistema de alarmes em todos os
blocos e salas.
1.1. Sala de professores
O Câmpus Videira dispõe, para os docentes do curso de Ciência da Computação, de uma sala
coletiva com uma área de 40,27 m², mobiliada com 8 mesas em delta, 8 gaveteiros com 4 gavetas e
8 cadeiras giratórias, que fica localizada no bloco pedagógico e oferece acesso à internet via wi-fi.
1.2. Sala de reuniões
A sala de reuniões localiza-se no bloco administrativo, tem dimensões de 55,68 m²,
mobiliada com 2 mesas de reuniões, 12 cadeiras giratórias, sistema de videoconferência e projetor
multimídias.
1.3. Espaço de Trabalho Individual para Professores
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O Câmpus Videira não dispõe de gabinetes individuais porque a opção foi pela sala coletiva
dos professores por curso.
1.4. Espaço de trabalho para o coordenador de curso
A sala de coordenação do curso tem dimensões de 8,30 m², mobiliada com mesa em delta
com quatro gavetas, cadeira giratória, gaveteiro e duas cadeiras para atendimento a professores e
alunos. É disponibilizado computador para uso da coordenação, com acesso à internet wi-fi.
1.5. Espaço da Coordenação de Registros Acadêmicos
A secretaria acadêmica está alocada ao lado das salas de aula, tem um espaço de 67 m²,
dispondo dos seguintes mobiliários: armário de madeira 2 portas, armário de aço 2 portas, 4
mesas formato em L 1,50 x 1,5 para atendimento ao público, mesa delta para coordenação, 3
mesas para materiais, 9 arquivos de aço para pastas suspensas, 2 gaveteiros, 12 cadeiras para
espera e 10 para atendimento.
Quanto ao quadro de pessoal, além da coordenadora trabalham na secretaria dois técnicoadministrativos que trabalham durante 40 horas semanais.
1.6. Salas de aula
O Câmpus de Videira dispõe de 16 salas de aula, com 77 m², equipadas com 40 conjuntos de
carteiras e cadeiras, mesa de professor com 3 gavetas, quadro branco de 3,00 x 1,20m e projetores
multimídia.
1.7. Laboratórios
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O IFC - Câmpus Videira possui atualmente 7 laboratórios de Informática, todos equipados
com terminais ligados em rede e com acesso à internet, descritos no quadro abaixo.
Quadro 10 – Laboratórios
Nº
NOME
CONFIGURAÇÃO
QDADE
LabEstágio
AMD com arquitetura de 64 bits, 4GB de memória RAM E
500GB de espaço em disco rígido, DRIVE de DVD-ROM. HP
COMPAQ LE1711 LCD Monitor A/P
12
02
Lab.Redes e sis- AMD com arquitetura de 64 bits, 4GB de memória RAM E
temas operacio- 500GB de espaço em disco rígido, DRIVE de DVD-ROM. HP
nais
COMPAQ LE1711 LCD Monitor A/P
20
03
AMD com arquitetura de 64 bits, 4GB de memória RAM E
LabWeb-Design 500GB de espaço em disco rígido, DRIVE de DVD-ROM. HP
COMPAQ LE1711 LCD Monitor A/P
20
01
04
EletroLab
05
LabSoft
AMD com arquitetura de 64 bits, 4GB de memória RAM E
500GB de espaço em disco rígido, DRIVE de DVD-ROM. HP
COMPAQ LE1711 LCD Monitor A/P
AMD com arquitetura de 64 bits, 4GB de memória RAM E
500GB de espaço em disco rígido, DRIVE de DVD-ROM. HP
40
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COMPAQ LE1711 LCD Monitor A/P
06
LabSoft
AMD com arquitetura de 64 bits, 4GB de memória RAM E
500GB de espaço em disco rígido, DRIVE de DVD-ROM. HP
COMPAQ LE1711 LCD Monitor A/P
07
HardLab
Hardware e Redes de Computadores - Computadores com diversas configurações de hardware para práticas de montagem
e desmontagem.
20
40
O laboratório 01 é destinado a qualquer estudante em atividade de estágio, os laboratórios
02, 03, 05, 06 e 07 são destinados aos cursos da área de informática.
1.8. Auditório
O IFC-Câmpus Videira possui um auditório com 520 m² com capacidade para 336 pessoas,
acarpetado, que atende às necessidades diárias dos cursos, para palestras e exibições de vídeos e
trabalhos planejados pelos professores.
Possui uma sala de recepção, camarim, duas salas de 16 m² cada, 14 banheiros, sendo dois
adaptados para pessoas com dificuldades de mobilidade, sistema de sonorização, isolamento
acústico, seis aparelhos de ar condicionado, palco e mesa para 10 lugares.
1.9. Biblioteca
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A biblioteca do câmpus Videira do Instituto Federal Catarinense tem uma área construída de
630 m², com sala de processamento técnico, setor de acervo, área de estudo em grupo e individual
com 70 lugares, espaço com 10 computadores para consulta aos livros cadastrados no sistema
Pergamum, pesquisa na internet e digitação de trabalhos, rede wireless para facilitar o uso de
computadores pessoais, mini-auditório com capacidade para 150 pessoas, equipado com vídeo,
DVD, projetor multimídia, televisor, tela de projeção e quadro branco e banheiros.
A biblioteca abriga um acervo composto de livros, periódicos, folhetos, teses, dissertações,
DVDs e CD-ROMs, totalizando aproximadamente 5000 exemplares, que estão organizados segundo
a Classificação decimal de Dewey - CDD.
O gerenciamento de todos os serviços na biblioteca é automatizado utilizando-se o sistema
Pergamum. Sendo assim, procedimentos básicos realizados pelos usuários tais como consulta ao
acervo, reservas e renovações podem também ser feitos on-line, através do site.
Visando atender os usuários de forma plena, a biblioteca mantém os serviços de empréstimo
entre bibliotecas e o COMUT (Programa de Comutação Bibliográfica) a fim de suprir as
necessidades informacionais não acessíveis localmente.
O apoio à iniciação científica é um serviço de mediação educativa oferecido nas áreas da
busca, seleção e uso de informações em produções acadêmicas. São oferecidos treinamentos
específicos abrangendo orientações de uso dos recursos da biblioteca, visitas orientadas, uso de
bases de dados, pesquisas na internet, normalização bibliográfica e elaboração de projetos de
pesquisa.
Outro importante serviço oferecido é o repositório e Ambiente Virtual de Aprendizagem
Colaborativa denominada CRIACAC (http://www.bscac.ufsc.br/criacac/tiki-index.php). Idealizado e
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gerenciado pela biblioteca, esse instrumento é um importante veículo de informação,
comunicação e geração de novos conhecimentos. Permite a comunidade do câmpus, disponibilizar
arquivos, trocar ideias e produzir conteúdos textuais de forma colaborativa (wiki), integrando os
saberes de alunos, professores orientadores e do bibliotecário.
No ambiente, o usuário pode deixar de ser um consumidor passivo de informações e se
transformar em produtor. Os produtos gerados ficam automaticamente publicados e se
transformam em sementes para novas produções.
1.9.1.
Acervo da biblioteca
A biblioteca abriga um acervo composto de livros, periódicos, folhetos, teses, dissertações,
DVDs e CD-ROMs, totalizando aproximadamente 5000 exemplares, que estão organizados segundo
a Classificação decimal de Dewey - CDD.
Até a presente data, a biblioteca conta com 360 títulos e aproximadamente 1800 exemplares
de livros correlacionados com a área de Computação, distribuídos em áreas de conhecimentos
listadas na tabela a seguir:
Chamada
Área do conhecimento
Títulos
Exemplares
001.42
MÉTODOS DE PESQUISA
62
102
001.61
ANÁLISE DE SISTEMAS
1
1
001.64
INFORMÁTICA
1
7
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INFORMÁTICA
001.64404
1
4
006.76
PROGRAMAÇÃO DE INTERNET
1
4
006.78
SITES DA WEB - PROGRAMAS AUTORIZADOS
1
2
SISTEMAS, PESQUISA OPERACIONAL, CIBERNÉTICA, TEORIA DA INFORMAÇÃO
2
7
CIBERNÉTICA
1
1
PROCESSAMENTO DE DADOS
10
66
004.0151
COMPUTAÇÃO - MATEMÁTICA
1
25
004.019
INTERAÇÃO HOMEM-MÁQUINA
3
28
004.068
INFORMÁTICA - ADMINISTRAÇÃO
1
1
004.071
INFORMÁTICA - ESTUDO E ENSINO
1
2
004.0711
INFORMÁTICA - ESTUDO E ENSINO (SUPERIOR)
1
1
MICROCOMPUTADORES
5
25
003
003.5
004
004.16
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MICROCOMPUTADORES DIGITAIS ESPECÍFICOS
004.165
2
6
004.21
ANÁLISE DE SISTEMAS
2
7
004.22
ARQUITETURA DE COMPUTADOR
7
57
004.32
MULTIPROGRAMAÇÃO
1
2
004.36
PROCESSAMENTO DISTRIBUÍDO
2
7
004.6
COMUNICAÇÃO DE DADOS
13
63
004.62
REDES DE COMPUTAÇÃO - PROTOCOLOS
1
7
004.65
ARQUITETURA DE REDES DE COMPUTADOR
7
29
004.678
INTERNET (REDES DE COMPUTAÇÃO)
1
10
004.69
INTERNET (REDES DE COMPUTAÇÃO)
1
1
004.7
PERIFÉRICOS
1
9
PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADOR, PROGRAMAS, DADOS
1
1
005
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PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO
PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES, ENGENHARIA DO SOFTWARE
005.1
24
176
005.1068
ENGENHARIA DE SOFTWARE - ADMINISTRAÇÃO
2
5
005.10681
ENGENHARIA DE SOFTWARE
3
19
005.10685
SOFTWARE - CONTROLE DE QUALIDADE
1
8
005.113
PROGRAMAÇÃO ESTRUTURADA
1
8
005.115
PROGRAMAÇÃO LÓGICA
1
8
005.117
PROGRAMAÇÃO ORIENTADA À OBJETOS
9
55
005.13
LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO
5
35
005.133
LINGUAGENS ESPECÍFICAS DE PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES
40
208
005.14
VERIFICAÇÃO, TESTES, DEPURAÇÃO DE SOFTWARE
1
5
005.16
SOFTWARE - MANUTENÇÃO
2
10
005.26
PROGRAMAÇÃO (COMPUTADORES)
1
3
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PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO
PROGRAMAÇÃO PARALELA
005.275
2
4
COLEÇÕES DE PROGRAMAS DE COMPUTADOR
7
13
005.369
PROGRAMAS DE COMPUTADORES
8
16
005.43
SISTEMAS OPERACIONAIS DE COMPUTADORES
17
102
005.4476
SISTEMAS OPERACIONAIS DISTRIBUÍDOS
1
18
005.453
COMPILADORES (COMPUTADORES)
1
12
005.7
SISTEMAS DE COMPUTADOR
3
13
005.73
ESTRUTURAS DE DADOS (COMPUTAÇÃO)
3
35
005.74
GERÊNCIA DE BANCO DE DADOS
11
41
005.75
BANCOS DE DADOS ESPECÍFICOS
2
2
005.756
BANCO DE DADOS RELACIONAIS
4
23
005.7565
PROGRAMAS PARA BANCOS DE DADOS
4
11
005.3
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CRIPTOGRAFIA
005.82
1
18
MÉTODOS ESPECIAIS DE COMPUTADOR
1
1
006.3
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
3
22
006.5
PROCESSAMENTO DE SOM POR COMPUTADOR
1
1
006.6
COMPUTAÇÃO GRÁFICA
8
37
006.68
PROGRAMAS - GRÁFICOS
3
44
006.696
ANIMAÇÃO POR COMPUTADOR
1
1
SISTEMAS MULTIMIDIA
3
15
006.786
SITES DA WEB - PROJETOS - PROGRAMAS DE COMPUTADOR
2
7
340.0285
DIREITO - PROCESSAMENTO DE DADOS
1
2
510.285
MATEMÁTICA - PROCESSAMENTO DE DADOS
2
11
LÓGICA SIMBÓLICA E MATEMÁTICA
3
8
006
006.7
511.3
Página 203 / 238
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ÁLGEBRA LINEAR
512.5
12
87
515.15
CÁLCULO E GEOMETRIA ANALÍTICA
1
17
515.43
CÁLCULO INTEGRAL
1
2
CÁLCULO
1
9
ANÁLISE NÚMERICA
2
10
1
10
517
519.4
519.40285513 ANÁLISE NUMÉRICA - PROGRAMAS DE COMPUTADOR
519.5
ESTATÍSTICA MATEMÁTICA
11
95
519.7
PROGRAMAÇÃO (MATEMÁTICA)
1
1
FÍSICA
11
69
SUPERCONDUTIVIDADE
1
4
620.0015195 ENGENHARIA - MÉTODOS ESTATÍSTICOS
1
6
620.00420285 PROJETOS DE ENGENHARIA AUXILIADO POR COMPUTADOR
4
34
530
537.623
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TOTAL
360
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1.9.2.
Serviços da biblioteca
•
•
•
•
•
1.9.3.
Empréstimo, renovação e reserva;
Levantamento bibliográfico;
Orientação e auxilio no uso da base de dados;
Orientação na normatização de trabalhos acadêmicos;
Empréstimos de livros do PNLEM/MEC.
Horário de atendimento
De segundas-feiras às sextas-feiras, das 7h30min às 22h30min e aos sábados das 8h às 12h.
1.9.4.
Serviço de acesso ao acervo da biblioteca
A biblioteca tem como missão “promover o acesso, recuperação e transferência de
informações que respaldem as atividades de ensino, pesquisa, extensão e administração do IFC,
contribuindo para a formação de profissionais-cidadãos comprometidos com o desenvolvimento
de uma sociedade democrática, inclusiva, social e ambientalmente equilibrada”.
Para tanto o acesso à biblioteca é público, qualquer pessoa pode utilizar suas dependências e
pesquisar o acervo, porém, destina-se prioritariamente à comunidade do câmpus.
1.9.5.
Pessoal técnico-administrativo
A equipe de funcionários conta com uma profissional formada em Biblioteconomia 2 e quatro
auxiliares com formação nas áreas de Pedagogia, Psicologia, Nutrição e Educação Artística, todas
com contratação em regime integral.
2. ATENDIMENTO A PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E/OU MOBILIDADE REDUZIDA
2Karin Regina Lisboa Chapoewski. Registro CRB 14789.
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O Instituto Federal Catarinense Câmpus Videira, a exemplo de muitas instituições de ensino
no país, não foi construído visando a acessibilidade de Pessoas com deficiência. Pode-se afirmar
que as barreiras existentes eram tanto físicas quanto atitudinais, visto que não se considerava que
este grupo pudesse fazer parte destas instituições, pelos mais diversos motivos.
Nesse sentido, para que se viabilizasse o acesso e permanência de pessoas com deficiência
ou mobilidade reduzida na instituição, fez-se necessária uma série de medidas, ligadas ao sistema
de ensino ou não. Algumas dessas medidas foram baseadas na Lei 10.098/2000 que estabeleceu
normas e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência e/ou
com mobilidade reduzida. Entre essas, mediante a supressão de barreiras e de obstáculos nas vias
e espaços públicos, no mobiliário urbano, na construção e reforma de edifícios e nos meios de
transporte e de comunicação.
Outra norteadora das mudanças foi a Lei 10172/2001, referente ao Plano Nacional de
Educação, que estabelece os objetivos e as metas para a educação de pessoas com deficiência, e,
entre outros, faz referência aos padrões mínimos de infraestrutura das escolas para atendimento
de alunos com necessidades educacionais especiais, como também faz articulação das ações de
educação especial com a política de educação para o trabalho.
As Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, constantes na
Resolução CNE/CEB 02/2001, manifesta o compromisso do país com o desafio de construir
coletivamente as condições para atender bem à diversidade de seus alunos. Considera-se que tais
diretrizes tenham significado um avanço na perspectiva da universalização do ensino e um marco
no que se refere à atenção à diversidade, na educação brasileira. Como diz Carneiro, um dos
seguimentos que tem um papel de destaque na inclusão de pessoas com deficiência são as
instituições federais de ensino:
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Em um país de tantas e tão grandes desigualdades sociais, a inclusão no campo da
educação profissional do aluno com deficiência supõe a priorização de vagas nos Centros de
Educação Profissional das redes públicas... Estas instituições terão, certamente, um papel
estratégico fundamental, como centros de referência em cada estado, no campo de uma
educação profissional onde caibam todos (CARNEIRO, apud Brasil, 2003, p. 07).
Pode-se afirmar que, mediante tais manifestações legais e o impacto destas na sociedade,
iniciou-se um processo de conscientização de que não seria mais o aluno que deveria adaptar-se à
escola, mas a escola que, consciente de sua função, possibilitaria a efetivação do processo de
inclusão escolar, garantindo o seu acesso e permanência.
Visando a eliminação de possíveis discriminações às pessoas com deficiência, através do
Decreto Lei nº. 3956/01, o Congresso Nacional aprovou o texto da Convenção Interamericana para
a Eliminação de todas as Formas de Discriminação Contra PNEs 3, esclarecendo em seu Artigo 1º
que o termo discriminação seria definido como:
[...] toda diferenciação, exclusão ou restrição baseada em deficiência, antecedente de deficiência,
consequência da deficiência anterior ou percepção de deficiência presente ou passada, que tenha o
efeito ou propósito de impedir ou anular o reconhecimento, gozo ou exercício por parte das pessoas
portadoras de deficiência de seus direitos humanos e suas liberdades fundamentais (BRASIL, 2001).
Nesse sentido, considera-se que todos tenham direito à educação, sem discriminação, tendo
suas necessidades especiais atendidas de maneira adequada pelas instituições de ensino em todo
o país. A Constituição Federal é bem clara ao garantir a todos o direito à educação e o acesso (e
3Mantemos, aqui, a sigla referente a Pessoas com Necessidades Especiais, por ser a forma como
está registrada na Convenção citada.
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permanência) à escola, fazendo com que toda instituição de ensino prime pelo princípio da
inclusão.
O Instituto Federal Catarinense Câmpus Videira tem procurado atender de maneira efetiva às
indicações da legislação brasileira nos projetos de construção, (edificação, mobiliário,
comunicação, urbanística, etc.) buscando facilitar a acessibilidade e inclusão.
A Instituição tem mobilizado seus setores no sentido de encontrar soluções e implementar
projetos de caráter inclusivo. A Criação do NAPNE – Núcleo de Atendimento às Pessoas com
Necessidades Educacionais Especiais, por exemplo, já é uma realidade.
A seguir, são citados alguns projetos/metas institucionais que possibilitarão melhor acesso e
permanência das pessoas com deficiência:
a. Eliminação das barreiras físicas por meio de um melhor controle dos projetos
arquitetônicos (novas construções) e reforma/adaptação da parte antiga;
b. Quebra de barreiras atitudinais via participação da comunidade interna em cursos,
seminários, palestras, projetos, etc. que tenham por objetivo fortalecer o espírito
inclusivo;
c. Criação de uma Sala Multifuncional para atendimento, equipada com recursos
didático-pedagógicos e condições de criação de material específico, de acordo com as
necessidades educacionais dos alunos matriculados;
d. Implementação de política de acesso por meio da divulgação dos cursos em espaço
específicos de frequência de pessoas com deficiência, como as associações e escolas da
região.
e. Adaptação do Processo Seletivo aos candidatos com deficiência ou mobilidade
reduzida;
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f.
Regulamentação das funções do NAPNE na Instituição e, em caráter emergencial, a
complementação deste com a agregação de outros servidores, pais, alunos, etc.,
atendendo às indicações do projeto TECNEP do SETEC/MEC, que orienta a criação de
Núcleos com uma média de cinco membros;
g. Levantamento e acompanhamento periódico de pessoas com deficiência pelo NAPNE,
inclusive no que se refere a possíveis sugestões de adaptações do currículo e avaliação;
h. Valorização da cultura e singularidade Surda, buscando propiciar o serviço de
interprete/tradutor de LIBRAS, bem como a adoção de estratégias didáticoi.
metodológicas que considere o conteúdo semântico da escrita do surdo.
Sinalização da instituição com a colocação de placas indicativas, inclusive com escrita
j.
em Braille onde for possível;
Indicação de espaços específicos de estacionamento para pessoas com deficiência ou
mobilidade reduzida;
k. Solicitação e instalação de TDD, telefone com teclado para surdos.
A meta da instituição, ao longo dos próximos anos, com os incentivos provenientes do
Governo Federal para o estabelecimento efetivo das novas diretrizes para a Educação Profissional
no Brasil, será a de fazer com que o IFC – câmpus Videira se apresente como um modelo de
acessibilidade e inclusão.
No câmpus de Videira as construções possuem em todos os blocos banheiros próprios para
cadeirantes, foi instalado um elevador para uso exclusivo das pessoas com necessidades especiais.
Toda a pavimentação contempla rampas de acessibilidade e guia tátil e alerta para deficientes
visuais que interligam os blocos, desde o abrigo de ônibus em frente ao IFC câmpus até os blocos.
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ANEXO I
PORTARIA CPA
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ANEXO II
DIRETRIZES PARA O TRABALHO DE CURSO (TC)
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REGULAMENTO DO TRABALHO DE CURSO
CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO
O presente regulamenta e normatiza o Trabalho de Curso (TC) do curso de Ciência da Computação do IF Catarinense.
I - DA CARACTERIZAÇÃO
Art. 1º - O TC evidencia-se como uma síntese da graduação, em que se pode observar a efetivação de todo o processo de formação acadêmica, compreendendo o ensino, a pesquisa e
a extensão.
Art. 2º - O TC é a oportunidade do acadêmico encontrar-se em um dado tema de seu interesse,
com a orientação obrigatória de um docente, cujo resultado posteriormente integrará o
acervo científico do campus.
Art. 3º - O TC é componente obrigatório da matriz curricular dos cursos, desde que previsto no
Projeto Pedagógico do Curso (PPC).
Art. 4º - Caso o PPC preveja duas disciplinas para o TC, no decorrer das disciplinas TCI e TCII o
aluno deverá elaborar e qualificar a PTC e defender o TC.
§1 - O período de tempo entre a primeira qualificação do PTC e defesa do TC deverá ser
de no mínimo 6 meses .
§2: O TC será desenvolvido individualmente
§3: Nas disciplinas de TC I e TC II, a aprovação é condicionada ao cumprimento e aprovação do Projeto de Trabalho de Curso e do Trabalho de curso. A assiduidade considerada
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para aprovação nas disciplinas de TC I e TC II será de 75% dos encontros presenciais com
o coordenador de TC definidas no calendário da disciplina.
Art. 5º - O orientador deve possuir titulação mínima de pós-graduação.
II - A ORGANIZAÇÃO E OS REQUISITOS
Art. 6º - O TC será desenvolvido durante o curso e deverá ser apresentado no decorrer do último
semestre do curso.
Art. 7º - Para que o acadêmico possa matricular-se nas disciplinas de TC, o mesmo deverá ter
concluído o mínimo de 60% dos créditos da carga horária do curso.
§1 - Os procedimentos, elaboração e prazos que não estão previstos no Projeto Pedagógico do Curso (PPC) será definido pelo Coordenador de TC, aprovados pelo Colegiado e
comunicados com antecedência aos alunos.
Art. 8º -
No TC deverá ser produzida uma Monografia.
Art. 9º -
É obrigatória a defesa do TC perante uma banca
Art. 10º -
O TC deverá estar articulado com as áreas de conhecimento do curso
Art. 11º - Para o desenvolvimento do TC será obrigatória a orientação de um professor do quadro
do Câmpus
§1 Poderá o orientador indicar, de comum acordo com seu orientando, indicar um co
orientador, que terá por função auxiliar no desenvolvimento do trabalho, podendo ser
qualquer profissional com conhecimento aprofundado e reconhecido no assunto em
questão.
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§2 Será permitida substituição de orientador, que deverá ser solicitada por escrito com
justificativa(s) e entregue ao coordenador de TC, até 60 (sessenta) dias antes da data
prevista para a defesa junto a Banca Examinadora.
§3. Caberá ao Coordenador de Curso e Coordenador de TC analisar a justificativa e decidir sobre a substituição do docente orientador.
Art. 12º - As orientações são de responsabilidade do orientador, que deverá dispender a quantidade de horas prevista em resolução vigente. Os encontros deverão ser agendados diretamente com os orientandos e registrados na ficha de acompanhamento fornecidas
pelo coordenador de TC.
III - DAS ATRIBUIÇÕES
Art. 13º - Compete ao coordenador do curso
I.
Indicar o professor da disciplina de TC, o professor indicado será também o coordenador de TC.
II.
Providenciar, em conjunto com o coordenador do TC, a relação dos orientadores, suas linhas de
pesquisa e as temáticas que orientam.
III.
Estabelecer, em conjunto com o coordenador do TC, as normas e instruções complementares,
submetendo-as à apreciação do Colegiado de Curso.
Art. 14º - Compete ao coordenador de TC:
I.
Apoiar no desenvolvimento das atividades relativas aos TCs;
II.
Organizar e operacionalizar as diversas atividades de desenvolvimento e avaliação dos TCs que se
constituem na apresentação do projeto de pesquisa, qualificação, quando houver e defesa final;
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III.
Estabelecer e divulgar o calendário de TC, prevendo as etapas envolvidas e em conformidade com
o calendário acadêmico.
IV.
Divulgar a relação de docentes disponíveis à orientação, suas linhas de pesquisa e temáticas que
orientam.
V.
Efetuar a divulgação e o lançamento das avaliações referentes aos TCs;
VI.
Definir cronograma das atividades do TC;
VII.
Orientar os estudantes sobre as normas para elaboração dos trabalhos e dos encaminhamentos ao
Comitê de Ética, bem como a organização das atividades de planejamento, desenvolvimento e
avaliação do TC.
VIII.
Promover a integração com outros níveis de ensino da Instituição, empresas organizações, de forma a levantar possíveis temas de trabalhos e fontes de financiamento;
IX.
Constituir, juntamente com o orientador as bancas de avaliação dos TCs.
X.
Propor, em conjunto com a coordenação de curso, as normas complementares a este regula mento, submetendo-as à apreciação do Colegiado de Curso.
XI.
Proceder ao registro das avaliações no Diário de Classe e encaminhá-lo à Secretaria Acadêmica.
XII.
Receber a versão final das monografias e encaminhá-las à biblioteca do campus.
Art. 15º -
I.
Compete ao professor Orientador:
Orientar o acadêmico na elaboração do TC em todas as suas fases, do projeto de pesquisa até a
defesa e entrega da versão final do documento;
II.
Realizar reuniões periódicas de orientação com o acadêmico e emitir relatório de acompanhamento e avaliação à coordenação de TC;
III.
Participar das reuniões com o coordenador de TC;
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IV.
Participar da banca de avaliação de qualificação e de apresentação do TC;
V.
Orientar o acadêmico na aplicação de conteúdos e normas técnicas para a elaboração do TC, conforme metodologia da pesquisa científica;
VI.
Efetuar a revisão dos documentos e componentes do TC, e autorizar o acadêmico a fazer a apresentação prevista e a entrega de toda a documentação solicitada;
VII.
Acompanhar as atividades de TC desenvolvidas nas empresas ou em organizações;
VIII.
Indicar se necessário, ao coordenador do TC à nomeação de co-orientador.
Art. 16º I.
Compete ao discente:
Ter pleno conhecimento do Regulamento do Trabalho Curso e acatar as disposições nele estabele cidas;
II.
Elaborar em conjunto com o orientador um Plano de Trabalho de Curso;
III.
O aluno deverá entrar em contato com os professores do quadro de Câmpus para definir seu orientador, conforme área do tema escolhido e disponibilidade do professor.
IV.
Caso necessário, apresentar documentação exigida, nos prazos previstos pela Coordenação do
curso e pela coordenação de TC;
V.
Comparecer às orientações com o orientador, pontualmente nos dias e horas estipulados pelo orientador;
VI.
Aceitar e respeitar as normas para as orientações;
VII.
Apresentar seu TC em bancas de qualificação e avaliação final nos prazos previsto pela Coordenação de TC
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VIII.
Manter em todas as atividades desenvolvidas, durante o TC, uma atitude ética conveniente aos valores da sociedade brasileira.
IX.
Respeitar os direitos autorais sobre artigos técnicos e científicos, textos de livros, sítios da Internet, entre outros, evitando todas as formas e tipos de plágio acadêmico.
IV - DA PROPOSTA DE TRABALHO DE CURSO
Art. 17º - Durante a disciplina de TC 1, o aluno deverá elaborar e defender oralmente sua Proposta de Trabalho de Curso (PTC) perante banca de qualificação
Art. 18º - A banca de qualificação será composta por pelo menos 3 (três) professores, incluindo o
orientador, o coordenador dos TCs e professores convidados.
Art. 19º - A função da banca é analisar o projeto de pesquisa do estudante com base nos seguintes critérios:
I.
Relevância e atualidade do tema
II.
Articulação entre tema, problema e questões de pesquisa
III.
Profundidade e atualidade do referencial teórico
IV.
Clareza e adequação da metodologia em relação ao problema de pesquisa
V.
Exequibilidade e cronograma de execução.
Art. 20º - O estudante deverá entregar três cópias (impressas ou digitais, a critério dos membros
da banca) do PTC em até 15 dias antes da data da qualificação com a devida ciência do
orientador.
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Art. 21º - Caso o PTC não atenda as métrica de qualificação, o projeto deverá ser alterado de acordo com as recomendações da banca e do professor orientador.
Parágrafo Único - Cabe ao orientador convocar nova banca para reavaliar o PTC, no prazo máximo
de 30 após a qualificação.
V - DO TRABALHO DE CURSO
Art. 22º - O Trabalho de Curso deverá
I.
Apresentar o problema de pesquisa, a justificativa para a realização do estudo proposto, os objetivos gerais e específicos, o referencial teórico, os trabalhos relacionados, a metodologia, a coleta e
a análise de dados de pesquisa, bem como as conclusões decorrentes do estudo resultante.
II. Conter reflexão própria e competência intelectual na análise do tema e do problema central do
trabalho, bem como uso de linguagem culta.
III. Seguir os padrões nacionais adotados pela ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas ou
critérios definidos pelo Coordenador do TC para elaboração.
VI - DA APRESENTAÇÃO DO TRABALHO DE CURSO
Art. 23º - A Banca Examinadora será composta pelo orientador e dois professores do Câmpus com
conhecimento em áreas correlatas ao tema do TC, podendo um dos membros ser de outra Instituição.
Parágrafo Único: o Co-orientador, poderá fazer parte da composição da banca adicionalmente a composição mínima necessária.
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Art. 24º - O Orientador será encarregado de convidar os professores para comporem a Banca examinadora com no mínimo 15 dias de antecedência.
Art. 25º - O estudante deverá entregar três cópias (impressas ou digitais, a critério dos membros
da banca) do TC em até 15 dias antes da data da apresentação com a devida ciência do
orientador.
Art. 26º - Os avaliadores, após a apresentação, procederão a arguição sobre o TC.
VII - DA AVALIAÇÃO DO TC
Art. 27º - Os critérios de avaliação serão definidos pelo Colegiado do curso e pelo Coordenador de
TC no início de cada semestre letivo em que tiver previsto o início de alguma disciplina
de TC.
Art. 28º - Os critérios de avaliação deverão ser divulgados pelo Coordenador de TC ao discentes
no início da disciplina de TC
Art. 29º - A pontuação, para fins de avaliação do trabalho de monografia, é calculada pela média
aritmética simples das notas atribuídas pelos membros da Banca Examinadora
Art. 30º - A nota mínima para a aprovação do aluno em banca examinadora é 7,0 numa escala de
0 a 10, com uma casa decimal. Se a banca examinadora exigir que o estudante apre sente correções de sua monografia, a nota da banca ficará pendente até a conclusão da
tarefa com as correções solicitadas que não poderá ser superior a 15 dias a contar da
data da defesa.
Art. 31º - Cabe ao orientador reavaliar se as considerações apresentadas pela banca foram alteradas no TC entregue pelo aluno.
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Art. 32º - São situações que ensejam reprovação do estudante:
I.
A não entrega de quaisquer documentos referentes ao TC no prazo estabelecido pela coordenação;
II. O não comparecimento na data e horário agendado para qualificação ou defesa do trabalho.
III. A comprovação de plágio de qualquer espécie no trabalho (desrespeito aos direitos autorais, com
apropriação indevida de autores não citados no texto, independente da quantidade de texto, ou
apresentação de trabalho de autoria de outrem).
IV.
O parecer desfavorável quanto à qualidade da monografia avaliada pela banca examinadora.
Parágrafo único - A reprovação do TC do estudante pela banca examinadora implicará
na reformulação do trabalho e nova defesa.
VIII - DAS DISPOSIÇÕES COMPLENTARES
Art. 33º - O IFC – Câmpus de Videira reserva-se o direito de disponibilizar as monografias em cópia
material, ou por intermédio de mídias diversas, nas bibliotecas e na Internet.
Parágrafo único - Quando houver necessidade de sigilo em determinados dados ou resultados do trabalho, o aluno deverá entregar por escrito, pedido de não publicação de
seu TC.
Art. 34º - Os casos omissos serão dirimidos pelo Colegiado do Curso.
Art. 35º - Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação.
Videira, 26 de fevereiro de 2014.
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ANEXO III
MANUAL DO ESTAGIO
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REGULAMENTO DE ESTÁGIO
CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO
I – DA CARACTERIZAÇÃO
Art. 1º - O presente regulamento define os procedimentos, os pré-requisitos, regras, as atribuições
e responsabilidades das partes envolvidas, bem como as condições para a realização do estágio
curricular do curso.
Art. 2º - Toma-se como base deste regulamento a Lei nº 11.788 de 25 de dezembro de 2008 e a resolução Nº 017 do CONSUPER de julho de 2013. Todas as situações omissas neste regulamento
que não forem abordadas explicitamente por esta lei e também que não estiverem contempladas
no projeto pedagógico do curso (PPC) deverão ser encaminhadas para apreciação do Colegiado do
Curso.
Art. 3º - As características das atividades do estágio deverão estar coerentes com os aspectos do
perfil profissional do egresso definidos no PPC.
Art. 4º - O estágio definido por este regulamento corresponde à sua modalidade de estágio obrigatório e/ou não obrigatório, conforme estabelecido no PPC.
Art. 5º - Este regulamento aplica-se ao curso de graduação em Ciência da Computação.
II – DOS OBJETIVOS
Art. 6º - O Estágio Supervisionado têm por objetivo:
I.
Possibilitar aos alunos vivenciar situações e experiências da
realidade empresarial;
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II.
Proporcionar experiências práticas por meio do desenvolvi-
mento de atividades em empreendimentos e/ou organizações públicas ou privadas;
III.
Complementar a formação profissional do aluno;
IV.
Contribuir para a escolha da especialização profissional futura
do aluno;
V.
Proporcionar oportunidades de desenvolvimento de projetos
de pesquisa e de empreendimentos empresariais e acadêmicas;
VI.
Oportunizar o aprendizado sobre a estrutura e o funcionamento das organizações;
VII.
Possibilitar o desenvolvimento do aluno em âmbito social,
profissional e cultural nas áreas de abrangência do Curso;
VIII.
Aplicar e consolidar os conhecimentos teóricos adquiridos durante o curso.
III – DA ORGANIZAÇÃO
Art. 7º - O coordenador de estágio do curso será o professor responsável pelo componente curricular Estágio Supervisionado.
Parágrafo único: na ausência do professor coordenador de estágio no curso, a coordenação das
atividades de estágio fica diretamente vinculada ao respectivo setor desta instituição;
Art. 8º - O estágio deverá ter um professor orientador para acompanhar, orientar e avaliar o estágio realizado.
Art. 9º - Cada Estagiário contará ainda com um “Supervisor de Estágio”, com experiência profissional na área de aplicação do estágio, indicado pela organização concedente.
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Art. 10º - O estágio poderá ser realizado em organizações públicas ou privadas, devidamente conveniadas com o Instituto Federal Catarinense - Câmpus Videira, desde que apresentem condições
de proporcionar atividades que estejam correlacionadas com o perfil do egresso do curso.
Parágrafo único: as atividades de estágio oferecidas e realizadas pelo estagiário na organização devem estar compatíveis com o perfil do egresso estabelecido no PPC do curso.
Art. 11 - A atividade de estágio exige um supervisor com vínculo empregatício com a empresa concedente, que possua cargo hierarquicamente superior ao do aluno na mesma.
Art. 12 - O aluno poderá realizar estágio em organização na qual mantém vínculo empregatício
desde que em área distinta de sua atuação habitual/funcional e que esteja relacionada com o per fil do egresso estabelecido no PPC do curso.
IV - DOS DOCUMENTOS DO ESTÁGIO
Art. 13 - Os documentos a serem utilizados pelo estagiário, concedente de estágio, professor orientador, supervisor, coordenador de estágio e respectivo setor, não necessariamente utilizados
nesta ordem, são:
I.
Termo de aceite de banca de avaliação: documento utilizado pelo professor coordenador de está-
II.
gio a fim de definir os professores que participarão da banca de avaliação do estágio;
Termo de aceite de orientação: documento assinado pelo professor dando ciência que orientará a
III.
realização do relatório de estágio curricular do aluno;
Plano de Estágio: documento no qual constarão dados do aluno, instituição e concedente de está-
IV.
gio, bem como a descrição geral das atividades que o aluno realizará no estágio;
Ficha de Avaliação do Estagiário pela concedente de estágio: documento preenchido pela empresa
V.
concedente do estágio no qual avaliará o estagiário segundo critérios estabelecidos;
Ficha de Avaliação de Estagiário pelo Professor Orientador: documento preenchido pelo professor
orientador de estágio no qual avaliará o estagiário segundo os critérios estabelecidos;
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VI.
Ficha de Auto-avaliação do Estagiário: documento preenchido pelo próprio estagiário no qual o
VII.
auto-avaliará segundo os critérios estabelecidos;
Ata da Banca de Avaliação do relatório de estágio: documento preenchido e assinado pelos três
professores que avaliam o relatório de estágio apresentado. Nesta ata a banca decide que o estagiário está “aprovado”, “aprovado com ressalva” considerando que o mesmo deve fazer algumas
VIII.
alterações no relatório conforme solicitação da mesma banca ou reprovado;
Termo de Compromisso de Estágio Curricular - Não remunerado e remunerado: documento que
oficializa legalmente a atividade de estágio do aluno. Este termo deve ser preenchido com orienta-
IX.
ções do coordenador de estágio e entregue ao respectivo departamento;
Solicitação de Substituição de Professor orientador: documento que oficializa a solicitação para
que haja a substituição do professor orientador, segundo os motivos apresentados pela coordena-
X.
ção de estágio e/ou pelo próprio professor;
Termo Aditivo: documento utilizado, assinado pela empresa, pelo estagiário e pela instituição de
XI.
ensino, quando da substituição de estágio e necessidade de um novo termo de compromisso;
Solicitação de Validação de Horas de Estágio: documento no qual oficializa que o aluno deseja reaproveitar horas realizadas em projeto de pesquisa e/ou projeto de extensão como horas de estágio.
V - DA REALIZAÇÃO E ORGANIZAÇÃO
Art. 14 - A jornada de atividade de estágio deve seguir as orientações do ART. 10 da referida lei supracitada;
Art. 15 - A carga horária mínima de estágio a ser cumprida pelo estagiário é definida conforme
projeto pedagógico do curso;
Art. 16 - O procedimento para a realização de estágio:
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I. O aluno deverá procurar o coordenador de estágio e preencher a solicitação para a realização de estágio;
II. O coordenador de estágio identifica um professor orientador
e entrega a ficha de solicitação para o aluno;
III. O aluno providencia a documentação junto ao setor de estágio. Estes documentos são definidos e entregues pelo setor do estágio do instituto;
IV. O aluno realiza o estágio e entrega a ficha de acompanhamen-
to para o setor de estágio conforme regras do setor;
V. O estagiário deverá elaborar com orientações de seu professor orientador do estágio o relatório final, devendo ser entregue no setor responsável;
VI. O coordenador de estágio convoca uma banca composta de
três professores do curso para a avaliação do estágio;
VII. A banca avalia o relatório final do estágio e entrega a avaliação final ao coordenador de estágio;
VIII. O coordenador de estágio toma como base a avaliação da
banca de estágio, a avaliação do supervisor e a auto-avaliação do aluno para compor a média final que será registrada na ata final de avaliação;
IX. O coordenador de estágio publica diretamente a nota para o
conhecimento da secretaria acadêmica e também do respectivo aluno estagiário.
Parágrafo único: O aluno só poderá iniciar a execução das atividades de estágio após a entrega de
toda a documentação do respectivo setor. O não cumprimento desta regra implica na invalidação
das horas decorrentes já realizadas antes da conclusão e entrega dos documentos.
Art. 17 - Os horários de realização do Estágio Supervisionado não podem coincidir com os horários
das demais atividades acadêmicas;
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Art. 18 - Toda interrupção do Estágio, por qualquer motivo, deve ser comunicada com antecedência ao coordenador de estágio e seguir os trâmites legais.
Parágrafo único: A complementação do estágio interrompido, somente poderá ocorrer com a permissão do coordenador de estágio e também com a aprovação do novo Plano de Estágio e assina tura do novo Termo de Compromisso.
Art. 19 - O aluno que deixar de cumprir as atividades de estágio nas datas previstas pelo plano, e
que não tenha tomado as providências necessárias para sua complementação em tempo oportuno, perderá o direito de conclusão do estágio naquele semestre/ano letivo.
Art. 20 - O aluno poderá solicitar ao respectivo setor de estágio a validação das horas realizadas
em seu projeto de pesquisa e/ou extensão, como horas de estágio.
Art. 21 - A anuência da utilização das horas do projeto de pesquisa e/ou extensão, em sua totalidade ou parcial, é dada pelo professor coordenador de estágio e/ou coordenador do curso juntamente com o respectivo Colegiado do Curso.
Parágrafo único: o aluno deve solicitar a validação das horas juntamente com a coordenação de
estágio mediante preenchimento do documento solicitação de validação conforme orientações da
mesma coordenação.
VI – DO ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO
Art. 22 - O acompanhamento do estágio será realizado pelo Professor Coordenador de Estágio por
meio de:
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I.
Informações solicitadas pelo professor Coordenador de Estágio à organização concedente
do estágio;
II. Ficha de acompanhamento mensal de atividades;
Art. 23 - Para a conclusão do estágio curricular, o aluno deverá entregar o relatório de estágio 3
(três) cópias impressas e uma cópia em formato digital para o professor orientador de estágio.
Art. 24 - Após a entrega será realizada a banca de avaliação do trabalho do aluno, composta por
três professores do Curso (o professor orientador e dois outros professores convidados, levando
em conta o Plano de Estágio e Relatório de Estágio).
Art. 25 - A avaliação é composta pelo acompanhamento, avaliação do relatório e auto-avaliação;
Parágrafo único – A nota no estágio do aluno será composta por três itens:
I.
3.0 pontos - Acompanhamento (avaliação da
parte concedente, realizado pelo supervisor, avaliação do professor orientador);
II. 5.0 pontos - Avaliação da banca do relatório de
estágio;
III.
2.0 pontos - Auto-Avaliação do estagiário;
VII – ATRIBUIÇÕES DAS PARTES
Art. 26 - São atribuições do Coordenador de Estágio:
I.
II.
III.
IV.
Identificar oportunidades de estágios junto às empresas;
Proceder ao encaminhamento dos candidatos a estágio;
Acompanhar a elaboração do Plano de Estágio;
Fornecer carta de apresentação para os alunos, quando solici-
tada;
V. Atuar, por meio do agente de intermediação, no ato de celebração do Termo de Compromisso entre a organização do estágio e o estagiário;
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VI. Fornecer ao estagiário informações sobre os aspectos legais e
administrativos a respeito das atividades de estágio.
VII. Aprovar o Plano de Estágio do aluno;
VIII. Efetuar o lançamento das notas finais do estágio e encaminhá-las à secretaria.
Art. 27 – São atribuições da organização/empresa concedente do estágio:
I.
Firmar o Termo de Compromisso com a Faculdade;
II. Atribuir ao estagiário, tarefas compatíveis com as atividades previstas
no plano de estágio;
III. Oferecer condições físicas e materiais indispensáveis ao desempenho
IV.
do estagiário.
Aplica ao estagiário a legislação relacionada à saúde e segurança no trabalho,
V. Aceitar em sua dependência o Professor Coordenador de Estágio designado pelo Instituto Federal Catarinense, para trabalhos de acompanhamento
do estagiário.
VI. Comunicar por escrito ao Coordenador de Estágio qualquer ocorrência referente à atuação do Estagiário ou à continuidade da realização do Estágio.
Art. 28 – São atribuições do Supervisor de Estágio:
I. Acompanhar e supervisionar diretamente as atividades do estagiário na organização concedente de estágio, orientando-o sempre que necessário, no âmbito da área da aplicação sendo desenvolvida.
II. Acompanhar a execução do plano de estágio conforme o planejado;
III. Oferecer condições físicas e materiais indispensáveis ao desempenho do estagiário.
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IV. Comunicar sempre que possível qualquer irregularidade na realização do estágio.
Art. 29 – São atribuições do Professor Orientador de Estágio:
I. Acompanhar as atividades de estágio do aluno, inclusive com
visita no local de estágio, procurando orientá-lo sempre que necessário em suas
dúvidas direcionando-o nas dificuldades do entendimento de conceitos e aplicações inerentes a sua área de estágio;
II. Orientá-lo na escrita do relatório de estágio com encontros
presenciais ou usando recursos virtuais;
III. Conduzir a realização da banca de avaliação do trabalho do
aluno, bem como registrar na ata as informações resultantes da banca;
IV. Corroborar junto ao aluno para a realização do estágio e a
produção de um relatório de qualidade;
V. Comunicar sempre que possível qualquer irregularidade na realização do estágio.
VI. Entregar ao coordenador de estágio os documentos resultantes da banca de avaliação de estágio;
VIII – DAS RESPONSABILIDADES DO ESTAGIÁRIO
Art. 30 – Compete ao aluno que realiza estágio curricular:
I.
II.
III.
IV.
Respeitar as Normas e Disposições constantes deste regulamento;
Comparecer às reuniões convocadas pelo Coordenador de Estágio;
Cumprir o estágio de acordo com o Plano de Estágio estabelecido;
Cumprir o programa de estágio, comunicando à instituição conceden-
te, em tempo hábil, eventual impossibilidade de desenvolvê-lo.
V. Apresentar, na forma e segundo os padrões estabelecidos, o relatório
de atividades sempre que solicitado;
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VI. Assinar o Termo de Compromisso.
VII. Organizar sua disponibilidade de tempo para o desenvolvimento das
atividades teórico-práticas do estágio;
VIII. Observar as normas e regulamentos da organização em que estagia;
IX. Não divulgar para terceiros, dados observados ou informações fornecidas pela instituição concedente do estágio;
X. Apresentar o Relatório de Estágio no prazo definido pela Coordenação de Estágio.
IX – SOBRE O ESTÁGIO NÃO OBRIGATÓRIO
Art. 31- O estágio não obrigatório é aquele de caráter opcional, acrescido à carga horária regular e
obrigatória do curso.
Art. 32 - Os estágios deverão estar apoiados em convênio, acordo e/ou parcerias, celebrados entre
o Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia Catarinense e a instituição concedente do estágio curricular.
Art. 33 - A realização do estágio por parte do estudante não cria vínculo empregatício de qualquer
natureza, mesmo que receba bolsa ou outra forma de contraprestação paga pela instituição concedente do estágio.
Art. 34 - O convênio, acordo e/ou parcerias para a realização do estágio deve ser celebrado direta mente entre o Instituto Federal Catarinense e a concedente do estágio ou através de empresas integradoras, sem ônus para o estudante.
Art. 35 - Para a realização do estágio não obrigatório considera-se indispensável o cumprimento
do disposto no capítulo IV desse regulamento.
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Art. 36 - O estágio não obrigatório poderá ser registrado, para integralização curricular, como atividade curricular complementar, segundo a regulamentação geral das atividades curriculares complementares do Instituto Federal Catarinense.
Art. 37 - O estágio não obrigatório poderá ser realizado a partir do ingresso do estudante no curso.
X - DAS DISPOSIÇÕS FINAIS
Art. 38 - Situações adversas serão apreciadas pela Coordenação de Estágio, com apoio do Regulamento Geral de Estágio Curricular da Instituição;
Art. 39 - Os casos omissos serão analisados e resolvidos pelo Colegiado do curso, ouvidas as partes
envolvidas.
Art. 40 - Este Regulamento entrará em vigor na data de sua publicação.
Videira (SC), 26 de fevereiro de 2014.
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ANEXO IV
PORTARIA NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE)
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ANEXO V
PORTARIA COLEGIADO DO CURSO
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