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06 de maio de 2014
MS Clipping
Moore Stephens
PRECISE. PROVEN. PERFORMANCE.
Edição Diária
ÍNDICE
LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA.................................................................................................................................................2
SISCOSERV – Obrigatoriedade x multa confiscatória (Moore Stephens Lima Lucchesi) ............................................ 2
Apesar de correção, defasagem da tabela do IR chega a 61,42% (Fenacon) ................................................................ 2
Congresso discute ingresso de serviços no Super Simples (DCI-SP) .......................................................................... 4
Liminar contra parcelamento não interrompe prescrição (Valor Econômico) ............................................................... 5
RECURSOS HUMANOS / TRABALHISTA ........................................................................................................................... 5
O poder está na influência (Valor Econômico) .................................................................................................................. 5
Como o RH está preparando-se para a chegada do eSocial? (rh.com.br) ..................................................................... 7
CONTABILIDADE / AUDITORIA ........................................................................................................................................... 9
Desconstruindo a imagem do Contador (Portal Contábil) ............................................................................................... 9
Contabilidade criativa: debate conclui que governo esconde realidade econômica (Agência Senado) .................... 9
OUTROS ASSUNTOS .......................................................................................................................................................... 10
Executivos pedem consenso e reformas ......................................................................................................................... 10
São Martinho assume controle da usina Santa Cruz (Exame.com) .............................................................................. 11
OCDE reduz projeção de crescimento para o Brasil para 1,8% (O Globo) ................................................................... 11
Merck vende unidade de bens de consumo e saúde para a Bayer por US$14 bi (Estadão) ...................................... 12
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(Este boletim traz, diariamente, informações advindas das fontes mencionadas, não cabendo à Moore Stephens Brasil responsabilidade pelo seu conteúdo)
MS Clipping
Moore Stephens
06/05/2014
LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA
Moore Stephens
SISCOSERV – Obrigatoriedade x multa confiscatória
Por Elaine Christina Mendes Gomes, diretora de Tributos
– Moore Stephens Auditores e Consultores
A obrigatoriedade de prestar informações relativas às
transações entre residentes ou domiciliados no Brasil e
residentes ou domiciliados no exterior referentes a
serviços, intangíveis e outras operações que produzam
variações no patrimônio das pessoas físicas, das pessoas
jurídicas ou dos entes despersonalizados mediante a
entrega do SISCOSERV, instituída pela IN RFB nº
1.277/12 com posteriores alterações tem causado um
grande desconforto quando o contribuinte toma
conhecimento do início de sua obrigatoriedade (de acordo
com os capítulos da NBS) e verifica que a sua não
observância sujeita a aplicação de multa pesada,
extremamente
onerosa.
Vale
ressaltar
que
a
obrigatoriedade do SISCOSERV recai sobre a prestação
de informações por transação realizada.
Neste contexto, indaga-se, qual seria a decisão mais
acertada e ou menos arriscada?
Entendemos que a decisão menos arriscada seria a de
prestar as informações relativas às transações realizadas
desde a sua obrigatoriedade, abrangendo assim as
transações em que o prazo já transcorreu. Isto porque
cessaria o prazo de contagem da imposição de multa e
também em razão do § 3º do art. 4º da IN 1.277/12 que
prevê que a multa será reduzida a metade, quando a
obrigação acessória for cumprida antes de qualquer
procedimento de ofício.
Ademais, há diversos meios que possibilita o
conhecimento desta obrigatoriedade do contribuinte pela
RFB. Além da troca de dados entre RFB e MDIC, também
é possível fornecer ou cruzar dados com outras entidades,
a exemplo do BACEN e também por meio das Prefeituras
Municipais.
Quanto ao lançamento de multa
excessiva e
desproporcional pela RFB, informamos que a doutrina e a
jurisprudência vêm se posicionando de forma favorável ao
contribuinte, inclusive o STF reconhece ser confiscatória
multa abusiva pelo descumprimento de obrigação
acessória, sendo a matéria objeto de repercussão geral,
nos autos do RE 640.452 que aguarda julgamento pelo
STF.
Vejamos:
Conforme o entendimento do então, Ministro Bilac Pinto,
proferido no julgamento do RE 80.093-SP: “Devemos
deixar claro, porém, que não apenas os tributos, mas
também as penalidades fiscais, quando excessivas ou
confiscatórias, estão sujeitas ao mesmo tipo de controle
jurisdicional”.
Jussandra Maria HickmannMS
Andraschko,
emde
seu
texto: “da
News - Abril
2012
possibilidade de redução das excessivas multas por
descumprimento de obrigações acessórias”, destaca que a
punição é aplicada pelo descumprimento de um dever
instrumental que não detém qualquer relação ao valor da
dívida tributária. Há casos em as operações não
informadas sequer geraram débito tributário, apenas
atraso
na
entrega,
simples
esquecimento
ou
desconhecimento da obrigatoriedade acessória, mesmo
assim o Fisco tem aplicado automaticamente a
penalidade, no momento da entrega extemporânea da
declaração.
E como a multa é cumulativa por mês de atraso, se um
profissional da área da saúde deixou de entregar a DMED
nos últimos 22 meses, por desconhecimento da
obrigatoriedade, por exemplo, será autuado a pagar R$
110.000,00 (cento e dez mil reais), mesmo que nada fosse
devido a título de imposto ou contribuições.
Observa-se no exemplo acima que o contribuinte é punido
de forma excessiva por um erro que não gerou qualquer
prejuízo financeiro ao Fisco, inexistindo correlação entre
multa tributária e a intensidade da conduta ilícita, razão
pela qual se mostra desarrazoada, desproporcional e de
caráter confiscatório (violação ao art. 150, IV da CF). Sem
falar na violação ao princípio da capacidade contributiva,
uma vez que estabelece o mesmo valor para todos os
contribuintes,
independentemente
da
capacidade
econômica do sujeito passivo da obrigação.
“Assim, inconstitucionais as normas que preveem multas
excessivas por descumprimento de obrigação acessória,
porquanto o Poder Público não pode agir imoderamente já
que a sua atividade deve ser pautada pelo princípio da
razoabilidade.”
A Moore Stephens se coloca à disposição para solucionar
eventuais dúvidas acerca desta obrigação visando o seu
regular cumprimento.
Fonte: Moore
(07/05/2014)
Stephens
Auditores
e
Consultores
Apesar de correção, defasagem da tabela do IR chega
a 61,42%
Sindifisco critica reajuste abaixo da inflação. Ministério da
Fazenda diz que governo abrirá mão de R$ 5,3 bilhões
Longe de corrigir distorções, o novo reajuste de 4,5% na
tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física, anunciado
pela presidente Dilma Roussef na quarta-feira, apenas
agrava uma defasagem que já chega a 61,42% ante a
inflação oficial do país desde 1996. A opinião é do
Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita
Federal (Sindifisco Nacional). O presidente da entidade,
Cláudio Damasceno, disse que, quando se corrige a
tabela do IR abaixo da inflação, todos os trabalhadores
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MS Clipping
Moore Stephens
06/05/2014
são prejudicados.
O índice anunciado é o mesmo aplicado
Moore Stephens
nos últimos quatro anos.
“A presidente disse claramente que estes 4,5% vão
‘significar um importante ganho salarial indireto e mais
dinheiro no bolso do trabalhador’. Como é que o
trabalhador ganha alguma coisa pagando por aquilo que
não deveria pagar?”, criticou.
Estudo do Sindifisco observa que a discrepância crescente
penaliza, sobretudo, os contribuintes de mais baixa renda.
Quem ganha até R$ 2.761 por mês deveria ser isento de
IR, mas acaba sendo tributado atualmente pelas alíquotas
de 7,5% e 15%. Pela nova tabela, ficam isentos do IR os
contribuintes que ganham por mês até R$ 1.868,22 (veja
infográfico).
A defasagem ainda se soma ao aumento do salário
mínimo, também superior à correção da tabela. Neste ano,
o mínimo foi elevado para R$ 724, uma alta de 6,78% ante
2013. O resultado é o aumento da tributação sobre o
assalariado. Em 1996, a isenção do imposto beneficiava
quem recebia até 6,55 salários mínimos, segundo
levantamento da consultoria EY, antiga Ernst & Young. Em
2014, essa relação despencou para 2,47.
Segundo o Ministério da Fazenda, a correção do IR em
4,5% vai custar aos cofres do governo R$ 5,3 bilhões.
O Sindifisco espera que na semana que vem o projeto de
lei 6.094/13 seja votado na Comissão de Constituição e
Justiça da Câmara. Pela proposta, a tabela do IR da
pessoa física seria reajustada entre 2015 e 2024 em 5%,
mais a variação do rendimento médio do trabalhador,
medido pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios
(Pnad). Depois de 2024, os 5% saem desse cálculo.
Supremo Tribunal
O reajuste do IR foi recebido pela Ordem dos Advogados
do Brasil (OAB) com cautela. Por um lado, o presidente da
OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, comemora a
decisão. “É sinal de que a luta por uma tributação mais
justa entrou na pauta presidencial”, diz.
Em contrapartida, ele lamenta a correção ser de 4,5%.
“Não basta estipular uma correção equivalente à meta de
inflação do governo”, diz. “É preciso que a tabela do IR
respeite a inflação que de fato tenha ocorrido no período.”
De acordo com o presidente da Ordem, se a inflação de
fato encerrar o ano acima do centro da meta, “a OAB
continuará exigindo o cumprimento da Constituição”.
A OAB tem dois processos sobre o tema correndo no
Supremo Tribunal Federal. Um pede que a tabela seja
corrigida pela inflação medida pelo IPCA e outro quer que,
assim como a saúde, os gastos com educação sejam
integralmente dedutíveis no IR.
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Atraso
MS News - Abril de 2012
A Receita Federal reabre hoje o sistema para envio de
declarações do Imposto de Renda 2014 para quem não
entregou o formulário no prazo, que terminou na última
quarta-feira. Um total de 26.883.633 contribuintes
enviaram a declaração este ano, abaixo da estimativa da
Receita que previa 27 milhões de formulários. O programa
gerador de declarações voltará a funcionar às 8 horas
desta sexta-feira no site www.receita.fazenda.gov.br.
Quem já havia baixado o aplicativo no computador não
terá de instalar novamente o programa, que já está
atualizado para cálculo da multa pelo atraso.
Entrevista
“Não é querer pagar menos imposto, é pagar o que é
justo”
Mário Elmir Berti, presidente da Federação Nacional das
Empresas de Serviços Contábeis (Fenacon)
Camille Bropp Cardoso
O que achou do reajuste de 4,5% no IR?
Não é nem a inflação do ano, então mais uma vez a tabela
ficará defasada. Aconteceu em anos anteriores, mas
sempre de forma equivocada. É um pequeno paliativo
para uma situação que deveria ser encarada de frente.
Afinal, é um aumento de tributação indireta na medida em
que a tabela não reflete a inflação há muito tempo. Seria
necessária uma adequação maior. Não é querer pagar
menos imposto, é pagar o que é justo.
Alguma faixa deve ser beneficiada?
O decreto deve sair amanhã [hoje]. Imagino que será uma
correção linear. Todas a faixas serão corrigidas da mesma
forma, então o benefício será igual.
Se a tabela de imposto retido na fonte segue defasada, o
senhor avalia que as normas para dedução tenham sido
atualizadas para compensar?
Elas continuam reprimidas. A despesa médica não tem
teto, mas tem limites no sentido de que remédios e vários
tratamentos não podem ser deduzidos. O maior absurdo é
a dedução por instrução, limitada a R$ 2,3 mil por ano –
muito pouco. O aluguel residencial era dedutível anos
atrás, hoje não é mais. O único avanço foi a possibilidade
de empregadores abaterem o INSS pago a empregados
domésticos, que ainda corre o risco de ser extinto.
Comparativo
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Moore Stephens
06/05/2014
Renúncia
fiscal
de R$ 5,3 bi daria para fazer 70 mil
Moore
Stephens
casas populares
Agência Estado
O tamanho da renúncia fiscal do governo com a correção
da tabela do IR no ano que vem daria para fazer 70 mil
casas do programa Minha Casa, Minha Vida ao custo de
R$ 76 mil cada. Pelas contas do Ministério da Fazenda, a
medida custará aos cofres públicos R$ 5,3 bilhões.
Esse
número
de
casas
poderia
formar
14
empreendimentos iguais ao maior condomínio do Minha
Casa, Minha Vida já construído. Com pouco mais de 5 mil
unidades, o Residencial Viver Melhor 2 de Manaus (AM)
foi inaugurado em fevereiro pela presidente Dilma
Rousseff.
Em outra comparação, o governo deixará de arrecadar em
2015 praticamente 10% de tudo o que pretende gastar no
Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) neste ano
(R$ 54,4 bilhões) ou 80% de todas as emendas
parlamentares que pretende liberar (R$ 6,4 bilhões). A
isenção prevista é maior que o orçamento de 2014 de 26
dos 39 ministérios. Supera, por exemplo, tudo o que os
Ministérios da Fazenda e da Previdência Social planejam
gastar juntos neste ano (R$ 5,1 bilhões).
Fonte: Fenacon (06/05/2014)
Congresso discute ingresso de serviços no Super
Simples
Na avaliação dele, prestadoras
de serviços
MS News - Abril
de 2012 sem
empregados pagam atualmente 16,33% pelo regime de
lucro, enquanto pela tabela da Receita essa alíquota sobe
para quase 17%.
"No caso das empresas com empregados, vale a pena
porque a contribuição previdenciária patronal fica incluída
no Supersimples", explicou, reconhecendo, porém, que há
vantagens para empresas de vigilância e limpeza, cujas
alíquotas atuais chegam a 44%.
A inclusão de todas as micro e pequenas empresas no
Super Simples pela faixa de faturamento anual de até R$
3,6 milhões é uma das principais propostas inseridas na
nova revisão da legislação de pequenos negócios. No
entanto, assinalou o diretor da Fenacon, a expectativa era
a inclusão do setor de serviços nas três tabelas
atualmente existentes para indústria e comércio, cujas
alíquotas variam entre 4% e 12%, ao passo que os novos
potenciais optantes do Supersimples vão comprometer
entre 16,93% e 22,45% de suas receitas. Ou seja, a
diferenças de alíquotas entre os futuros e atuais optantes
chega até a mais 300%.
Segundo Pietrobon, o dia de hoje na Câmara deve ser
marcado por movimentação de secretários estaduais de
Fazenda contrários à lista incluída no projeto que limita o
uso da substituição tributária, mecanismo que impõe
alíquotas maiores do ICMS às empresas de menor porte.
"Ouvi falar que essa proposta será retirada do texto do
relator e vai ser votada como emenda em plenário",
assinalou o diretor da Fenacon.
Redução das multas
Abnor Gondim
O ingresso do setor de serviços no Super Simples, a partir
de 2015, conforme proposta que deverá ser votada hoje
na Câmara dos Deputados, só representará menor carga
tributária para as micro e pequenas empresas que
mantêm empregados. Essa é avaliação de Valdir
Pietrobon, diretor parlamentar da Fenacon, a federação
que reúne as empresas de contabilidade, sobre a inclusão
de uma nova tabela de alíquotas para o setor de serviços
proposta pela Receita Federal.
"O regime do lucro presumido é melhor do que essa tabela
da Receita", comparou, referindo-se ao regime atual que
incide sobre quase todas as empresas de serviços. "É dar
com uma mão e tirar com a outra", acrescentou.
Por isso, o diretor avalia que deve diminuir bastante o
potencial de quase 500 mil empresas que podem
ingressar no Supersimples, de acordo com estudo
encomendado pela Secretaria da Micro e Pequena
Empresa (SMPE) da Presidência da República.
Novos avanços a favor dos pequenos negócios poderão
ainda ser incorporados ao projeto da nova revisão da Lei
Geral das Micro e Pequenas Empresas, apontou ontem ao
DCI o relator da matéria, deputado Cláudio Puty, a
exemplo da redução de alíquotas da nova tabela para
inclusão do setor de serviços.
Puty pediu um levantamento da Federação Nacional dos
Corretores de Seguros sobre o impacto da tabela da
Receita para o setor de serviços A entidade diz que a
categoria vai pagar mais tributos. "Ainda tem muito jogo
para ser jogado", afirmou Puty, mostrando-se inclinado a
receber novas colaborações para aperfeiçoar o texto. Isso
porque a matéria ainda será votada no Senado e deve
voltar à Câmara porque deverá sofrer alterações.
"Não podemos perder a paciência. Quem morre de
véspera é peru, tem negociações a serem feitas. Mas o
mais importante agora é botarmos o projeto para votar.
Porque não adianta colocar um projeto perfeito para não
ser votado", afirmou.
Disse que pediu levantamento dos corretores e de outras
entidades que se sentirem prejudicadas para mostrar à
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MS Clipping
Moore Stephens
06/05/2014
Receita
que Stephens
a tabela pode ser desfavorável para
Moore
determinados segmentos.
Na opinião do parlamentar, a nova Lei Geral para Micro e
Pequenas Empresas traz entre outras novidades o
tratamento diferenciado para multas contra pequenos, com
redução de até 90%, e tratamento diferenciado em matéria
de depósito prévio para recurso à Justiça do Trabalho.
A proposta também fortalece o princípio da dupla visita ou
da fiscalização orientadora. E amplia o princípio a
questões de uso e ocupação do solo, prevendo nulidade
dos autos de infração que descumpram a dupla visita,
conforme jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça
(STJ).
Questionado se a redução de benefício ao setor de
serviços para ingresso no Super Simples causaria
frustração aos empreendedores, o deputado Puty
apresentou a seguinte resposta: "Depende muito de como
você encara a aprovação. Em primeiro lugar, nós estamos
no meio do processo. O processo não encerrou. A minha
experiência demonstra que para projetos que tratem de
questões tributárias, brigar com o governo é a pior tática".
Fonte: DCI – SP (06/05/2014)
Liminar
contra
prescrição
parcelamento
não
interrompe
Por Bárbara Mengardo | De Brasília
Advogado tributarista Maucir Fregonesi Júnior: Distrito
Federal poderia ter lançado o débito de ISS
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que a
existência de liminar suspendendo lei que instituiu
programa de parcelamento de tributos não suspende a
exigibilidade do crédito fiscal. Dessa forma, o prazo para a
cobrança continua e pode, portanto, ocorrer a prescrição.
O entendimento foi proferido após a análise de um caso
envolvendo a empresa Stronger Contabilidade, do Distrito
Federal. De acordo com o seu advogado, Elvis Del Barco
Camargo, do Del Barco Advogados, a companhia pediu,
em 2000, que fossem inscritos em um programa de
parcelamento débitos de Imposto Sobre Serviços (ISS)
contraídos entre 1998 e 1999. Na época, o valor devido
seria de aproximadamente R$ 300 mil.
O pedido, segundo Del Barco, nunca foi respondido pelo
Fisco, e nos cinco anos seguintes o Distrito Federal não
cobrou a dívida. Isso porque na época foi ajuizada uma
ação direta de inconstitucionalidade (Adin) questionando a
lei que instituiu o parcelamento. Uma liminar concedida
pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJ-DF)
chegou a suspender a norma até a análise do mérito da
questão.
A Adin transitou em julgado em 2007, com a declaração
de inconstitucionalidade de diversos pontos da lei que
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instituiu o parcelamento. MS
Só News
então- Abril
o Fisco
cobrou da
de 2012
empresa os débitos que ela pretendia inscrever no
programa.
A companhia, entretanto, recorreu ao Judiciário, alegando
que a dívida já estava prescrita. Para Del Barco não
ocorreu, no caso, nenhuma das situações que permitem a
suspensão da exigibilidade do crédito tributário. "Apenas
as hipóteses previstas pelo artigo 151 do Código Tributário
Nacional (CTN) interrompem a prescrição, e nenhuma
delas aconteceu", afirma.
A argumentação foi acolhida por unanimidade pelo STJ no
dia 11 de abril. A ação foi analisada pela 1ª Seção,
responsável por unificar a jurisprudência das turmas do
tribunal.
Para o advogado Maucir Fregonesi Júnior, do escritório
Siqueira Castro Advogados, o Fisco poderia ter lançado o
débito ou encontrado outras formas para cobrar a dívida.
"O que não pode é [o Distrito Federal] entender que teria
prazo para cobrar a dívida cinco anos depois de transitar
em julgado a Adin", diz.
Por meio de sua assessoria de imprensa, a ProcuradoriaGeral do Distrito Federal informou que espera a
publicação da decisão para decidir se irá recorrer.
Fonte: Valor Econômico (06/05/2014)
RECURSOS HUMANOS / TRABALHISTA
O poder está na influência
Por Stela Campos | Valor
SÃO PAULO - Um CEO influente hoje é aquele que
consegue entrar para o jogo dos negócios com um time
altamente motivado e disposto a suar a camisa para
dominar o placar. Com um plano de ação conjunto, ele
forma um grupo que segue uma estratégia de sucesso
baseada em valores que dão sentido a cada partida.
Reunir uma equipe com tais características, no entanto, é
o grande desafio. Em uma época em que as informações
estão cada vez mais ao alcance de todos e o nível de
exigência dos seguidores em relação ao líder é muito
maior, cabe a esse gestor saber exercer sua influência
sobre essas pessoas. Um poder que não está
simplesmente atrelado ao cargo, mas à sua competência
para desenvolver relações em prol de uma causa – dentro
e fora da empresa.
“As relações atualmente se aprofundam e se sustentam
apenas quando existe a capacidade de influenciar”, diz a
consultora Vicky Bloch, professora do MBA de recursos
humanos da Fundação Instituto de Administração (FIA) e
fundadora da Vicky Bloch Associados. Isso significa saber
vender uma ideia, expor um argumento e fazer com que o
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06/05/2014
outro pare
para
pensar e queira desenvolver uma aliança
Moore
Stephens
a partir de um objetivo comum. “Este princípio é válido
tanto na sociedade como no trabalho”, afirma.
dados e usa isso de forma
MSconsistente,
News - Abriloudeaqueles
2012 que
estão perto não compram a ideia, uma vez que possuem
informações e têm condições de refutar seus argumentos.”
Para o headhunter Luiz Carlos Cabrera, da Amrop Panelli
Motta Cabrera, o conceito atual de liderança envolve a
mobilização, o direcionamento e o desenvolvimento de
pessoas. “Um executivo de sucesso faz alianças
construtivas o tempo todo. Ele cria parcerias que colocam
o grupo remando na mesma direção, dentro do mesmo
barco”, diz João Carlos Brega, CEO da Whirlpool para a
América Latina. Para tanto, é preciso gastar tempo. Ele
revela, por exemplo, que passa quase metade do seu
expediente conversando com colaboradores, parceiros,
fornecedores e conselheiros, entre outros públicos ligados
à organização.
O CEO atual está sob os holofotes e seus atos são
observados a partir do que ele cobra e propõe para a
organização. “Tudo acontece em ‘on’ o tempo inteiro”, diz
a consultora Betania Tanure, da BTA Consultores e
professora da PUC Minas. O avanço das mídias sociais
aumentou muito a exposição do presidente. “O jogo é
muito mais pesado. O executivo precisa calibrar melhor o
que fala e como coloca o discurso em prática”. Ela ressalta
que, mesmo em tempos de exposição virtual, o
comandante não pode perder a oportunidade de
influenciar as pessoas face a face. “É ideal que haja um
equilíbrio nesse sentido”, diz.
Na opinião de José Galló, diretor-presidente das Lojas
Renner, é essencial que o CEO conquiste seus pares e
colaboradores por algum motivo, seja a favor de uma
mudança empresarial ou de uma meta de crescimento.
Para ele, os problemas em uma organização começam a
surgir “quando um grupo de pessoas passa a não ver mais
desafios, nem uma causa para buscar”. Para o presidente
da CVC, Luiz Eduardo Falco, o que mais se vê nas
companhias é “cada um chutando para um lado”. “É muita
entropia, não dá certo”, diz.
A coerência é fundamental. Para o presidente da
Alpargatas, Márcio Utsch, se o executivo não sustenta
com convicção aquilo que propõe, conseguirá influenciar
uma única vez seus colaboradores. “Ele precisa mostrar
que existe uma lealdade às pessoas e às ideias”, diz. Na
opinião do diretor-geral da Klabin, Fabio Schvartzman, a
credibilidade é construída “tijolo por tijolo”, ao longo da
carreira profissional.
Tão importante quanto definir uma causa para convencer
os diferentes “stakeholders” da companhia é como o CEO
vai comunicar isso. “Sua visão deve ser transmitida de
forma clara e a mensagem não pode ser complexa. O time
precisa compreender totalmente para poder aderir”, diz
Aaron Etingen, presidente e fundador da London School of
Business & Finance. “É fundamental dizer para onde você
quer caminhar e investir no debate, na troca de ideias e na
consulta”, afirma Frederico Pinheiro Fleury Curado, diretorpresidente da Embraer.
O presidente do Itaú Unibanco, Roberto Setubal, defende
o diálogo e os argumentos como molas propulsoras da
estratégia. “As pessoas gostam de ser ouvidas. O
presidente precisa saber escutar e também perguntar”,
diz. Após anos de estrada, segundo ele, existe sempre o
risco de quem está no poder adquirir certezas, o que é
bastante perigoso. “Dessa forma, paramos de ouvir e
aprender”, afirma.
Ter a expertise e o conhecimento técnico do setor – e ser
reconhecido por isso – ajuda o comandante a dar
legitimidade à sua influência diante dos diversos públicos
com os quais ele interage. “É uma forma de construir esse
poder informal”, diz Marco Tulio Zanini, professor da
Fundação Getulio Vargas (FGV) e consultor da
Symballein. A boa reputação como especialista no
mercado amplia o grau de convencimento do executivo.
“Os tempos atuais exigem uma capacidade de
argumentação mais sofisticada pela farta disponibilidade
de dados”, diz Claudio Luiz Lottenberg, presidente do
Hospital Albert Einstein. “Nos dias de hoje, ou você tem
O diretor-presidente da Vale, Murilo Ferreira, enfatiza que
ser transparente é um fator determinante para que o CEO
possa exercer sua influência. “As pessoas que trabalham
com você não podem ter surpresas”, diz. Para ele, o
convencimento se dá por meio da transparência. O
interesse da companhia precisa estar presente em
qualquer ação. “O acionista não quer que o executivo
proponha nada que não tenha como meta maximizar o
resultado da empresa”, diz Vasco Dias, CEO da Raízen.
A influência “do bem” é aquela em que o dirigente coloca
sempre o objetivo coletivo em primeiro lugar, seja ele
direcionado à empresa ou à sociedade. Esse tipo de poder
ajuda a desenvolver a inovação e a criatividade e cria um
vínculo maior entre as pessoas. Já a influência que
poderia ser considerada “do mal” é aquela em que o
propósito da ação visa ao benefício próprio e individual. “É
a politicagem”, afirma Vicky Bloch. Segundo ela, esse tipo
de atitude diz respeito a uma leva de executivos que, no
passado, brilhava para poder mudar de uma empresa para
outra ganhando mais, olhando apenas o curto prazo. “Eles
não se importavam em deixar para trás um rastro de
problemas.”
Atualmente, as decisões nas companhias envolvem muito
mais pessoas, e isso pode ser um fator positivo ou um
complicador no dia a dia do CEO. “Na década de 1980, a
decisão de instalar uma fábrica envolvia apenas o diretor
industrial. Hoje, entram no processo áreas diversas como
a de recursos humanos e a que cuida de assuntos
relacionados ao meio ambiente, entre outras. Isso requer a
habilidade de influenciar, ponderar e conjugar muito mais
variáveis”, diz Carlos Fadigas, presidente-executivo da
Braskem.
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MS Clipping
Moore Stephens
06/05/2014
Para o
presidente
da Porto Seguro, Fabio Lucchetti,
Moore
Stephens
quanto mais o executivo cresce na carreira, mais ele
depende dos outros. “Costumo brincar dizendo que não
consigo ver meu trabalho materializado, pois ele passa por
22
diretores,
quase
200
gerentes
e
mil
coordenadores.” Estar constantemente em reuniões
resolvendo problemas, e não diretamente envolvido na
criação de produtos e no atendimento de clientes, já o fez
sentir-se como se fosse apenas “uma energia no sistema”.
Ao lidar com tantos executivos, ele admite perceber
defeitos em alguns, mas que são relevados, pois o
importante é a eficiência na entrega de resultado. “Não
estou no cargo para gostar ou desgostar das pessoas. Por
meio da influência, é possível buscar o equilíbrio nesse
sistema de relações.”
outro. Pesquisa realizadaMS
pela
consultora
com
mais de
News
- Abril de
2012
500 executivos no país mostra que apenas 7% dos
dirigentes que, por conceito, reúnem as características do
gestor e do líder exercem sua influência máxima no Brasil.
Mais do que saber influenciar para obter performances
melhores, o dirigente precisa disseminar a cultura da
empresa e fazer com que as pessoas tomem as melhores
decisões. “Ele não deve se ver como quem vai mandar ou
executar, mas como alguém que vai educar o outro para
fazer”, diz Marcelo Odebrecht, diretor-presidente da
Odebrecht. “Isso vai exigir parte de seu tempo”. Para
quem deseja exercer a liderança em sua plenitude, abrir
esse espaço na agenda é fundamental.
Fonte: Valor Econômico (06/05/2014)
O professor Yuval Millo, da escola de negócios da
Universidade de Leicester, coautor de um estudo sobre
como os especialistas ganham influência (“How Experts
Gain Influence”), publicado recentemente na Harvard
Business Review, diz que, para os CEOs, a lógica é a
mesma dos experts. Millo acha que os presidentes devem
agir
como
“tool
makers”
(desenvolvedores
de
ferramentas), uma das características dos influenciadores
identificadas em sua pesquisa. “Se você é o número um,
precisa criar instrumentos que reproduzam o seu modo de
pensar, aquilo em que você acredita”, diz. Dessa forma, o
principal executivo consegue estar em muitos lugares ao
mesmo tempo.
No geral, a influência acontece quando, na percepção
geral, o CEO realiza o que prega. “Ele traz resultados e
mostra que seu discurso é igual à sua prática”, diz Harry
Schmelzer, diretor-presidente da WEG. “As pessoas não o
seguirão apenas porque acreditam em suas ideias”,
afirma. Elas também não se sentirão motivadas apenas
porque o executivo ocupa o principal posto da companhia.
Se antes o modelo autoritário garantia seguidores, hoje
não há mais espaço para este tipo de gestão. “O poder
informal vale mais do que aquele sacramentado
hierarquicamente”, diz o headhunter Luiz Carlos Cabrera.
Rodrigo Galindo, presidente da Kroton, concorda e diz que
influenciar é muito diferente de mandar. “O líder precisa
ser inspirador.” É importante ressaltar, contudo, que não
se trata de carisma pessoal. “Este conceito diz respeito
muito mais à forma como o executivo defende, simboliza e
encanta a organização em prol de uma causa comum”,
afirma a consultora Betania Tanure. Segundo ela, o CEO
será mais apreciado se o propósito com o qual se
comprometeu gerar valor para a carreira das pessoas que
estão ao seu redor.
Betania enfatiza que existem diferenças importantes entre
o gestor e o líder. Nos gestores, o que garante o poder de
influência é a eficiência técnica no comando e a forma
como ele conduz a organização. Entre os líderes,
sobressaem-se aspectos associados às chamadas “soft
skills” – habilidades mais relacionadas à inteligência
emocional, como a capacidade de inspirar e mobilizar o
7
Como o RH está preparando-se para a chegada do
eSocial?
Por Patrícia Bispo
Outubro de 2014. Essa é a data final para que as grandes
empresas, com receita anual superior a 78 milhões de
reais possam se adaptar ao eSocial (Sistema de
Escrituração Fiscal Digital das Obrigações Fiscais,
Previdenciárias e Trabalhistas). Já para as médias e as
pequenas empresas, esse período foi estendido para
janeiro de 2015.
Apesar de parecer que há tempo suficiente para as novas
adaptações, o profissional de Recursos Humanos precisa
realizar muitos ajustes para conviver com a nova realidade
que promete mexer com seu dia a dia. Afinal, o eSocial
pretende integrar todas as informações fiscais, trabalhistas
e previdenciárias em uma única base de dados, o que
permitirá ganhos tanto para quem envia as informações,
no caso as organizações, quando para o Fisco, que terá a
oportunidade de cruzar dados e encontrar possíveis
irregularidades. Quem não estiver pronto para o eSocial,
cedo ou tarde, terá que se entender com o Governo
Federal e as implicações legais podem render muita dor
de cabeça.
Mas como as organizações e especificamente as áreas de
Recursos Humanos estão trabalhando para lidar com essa
nova realidade que se aproxima? Na Certel e na Certel
Energia, organizações situadas no Rio Grande do Sul, por
exemplo, a alternativa encontrada foi literalmente usar a
criatividade, arregaçar as mangas e se antecipar à data
estabelecida para a incorporação do eSocial. As duas
empresas contemplam entre suas atividades: distribuição
e geração de energia elétrica; fabricação de artefatos de
cimento, serviço de provedor de internet, incorporadora
imobiliária e rede de lojas de móveis, de eletrodomésticos
e material de construção.
A diversidade dos negócios desenvolvidos e a rede de 70
lojas representou o maior desafio para a incorporação do
(Este boletim traz, diariamente, informações advindas das fontes mencionadas, não cabendo à Moore Stephens Brasil responsabilidade pelo seu conteúdo)
MS Clipping
Moore Stephens
06/05/2014
eSocial,
pois Stephens
diferentemente de uma indústria onde os
Moore
colaboradores estão fisicamente em um mesmo local, no
varejo os profissionais encontram-se em várias unidades,
o que dificulta a comunicação e o fluxo de documentos.
De acordo com Alexandre Marcelo Schneider, gerente de
Recursos Humanos da Certel, o desafio mais expressivo
para o e-Social foi, sem dúvida alguma, a descentralização
de unidades. Com lojas e pontos de atendimento situados
em dezenas de cidades no Estado do Rio Grande do Sul,
as operações aparentemente simples, como a contratação
de um colaborador, requeriam um enorme tráfego de
documentos. Para a maioria das empresas do Brasil que
contam com unidades descentralizadas, sem suporte
administrativo no local, documentos de profissionais
recém-contratados necessitam de envio para a matriz,
para impressão dos contratos e outros formulários que são
devolvidos à unidade de origem, onde são coletadas as
assinaturas do novo colaborador.
Nesse percurso, além da demora, o extravio de
documentos é um risco constante. Dependendo da
localização, algumas empresas enfrentam prazos que
podem superar uma semana, apenas para o envio e o
retorno dos documentos de um novo colaborador, mesmo
que a legislação preveja, por exemplo, que a Carteira de
Trabalho não pode ser retida por mais de 48 horas.
Na Certel, esse fluxo de documentos foi uma das
dificuldades elencadas por um grupo multi-disciplinar e
multi-setorial formado exclusivamente para preparar a
empresa para o e-Social. "Apesar das mudanças afetarem
em menor ou maior grau vários setores da empresa, o
grupo foi formado por colegas dos setores que são
diretamente responsáveis pelos principais processos
abarcados pelo e-Social. Além da equipe de RH,
participam representantes da área contábil de cada uma
das empresas do grupo, colegas da área de Segurança e
Medicina do Trabalho e da área de logística e patrimonial,
que estabelecem a maior parte dos contratos com
prestadores de serviço terceirizados", explica o gerente de
RH.
A solução da operação da área RH encontrava-se, ainda
em um processo inusitado: o fluxo dos processos de
aprovação de crédito dos clientes da empresa (crediário
das lojas). Baseado no modelo de fluxo de documentos da
área de crediário, um fornecedor parceiro concordou em
desenvolver uma parceria para adaptar seu sistema à
necessidade do departamento de Recursos Humanos.
O fornecedor, até aquele momento, realizava suporte
somente à área de crediário: através de sua estrutura na
internet, os dados dos clientes eram digitalizados
(scanner) e armazenados digitalmente, permitindo
facilidade na localização, evitando o fluxo de papel com
reprografia (cópias em papel) e permitindo que Central de
Cobrança - na matriz - realizasse a análise de crediário em
tempo real, para os clientes em atendimento nas lojas. A
sugestão, então, foi aproveitar esse sistema para realizar
de forma similar a gestão
documentos
MS Newsde- Abril
de 2012
colaboradores contratados nas lojas.
dos
Resultados - Para se ter uma ideia de como a proposta
deu resultado, hoje o colaborador da Certel de qualquer
cidade, digitaliza seus documentos (certificados, fotos etc,)
na própria loja em que atua, o Departamento de Pessoal
cadastra seus dados e imediatamente retorna, também
por meio digital e workflow pré-estabelecido, os contratos
preenchidos para coleta de assinaturas. Entre os
documentos retornados à loja, consta inclusive um modelo
personalizado para orientação no preenchimento da
Carteira de Trabalho.
Comunicação interna - Para que um processo complexo
que envolve o eSocial conseguisse fluir, a Certel recorreu
à comunicação interna. Alexandre Marcelo Scheider
menciona que a companhia realiza, a cada mês, uma
reunião geral com todos os colaboradores. Nesse
encontro o assunto foi abordado, mencionando como a
mudança poderia impactar no dia-a-dia de cada
colaborador. As mesmas informações foram, também,
destacadas no jornal interno e na intranet da empresa.
De maneira mais aprofundada, salientando os processos
que diretamente têm impactos e com a mudança foram
realizadas reuniões presenciais e à distância com todos os
gestores, tanto da matriz, quanto das unidades externas.
Um newsletter virtual, destinado especificamente a este
público, informa periodicamente os ajustes que vem
acontecendo nos processos, explicando a motivação e a
importância de cada um deles.
Ajustes - Os processos relacionados ao e-Social estão
necessitando de ajustes e vêm sendo gradativamente
comunicados aos colaboradores da Certel. Vale salientar
que sempre é realizada uma comunicação antes da
implantação, explicando o que mudará e o motivo, e
imediatamente depois da implantação, relembrando o que
modificou no processo. De maneira adicional, foi
implementado um "F.A.Q." (Perguntas mais frequentes) na
intranet onde são abordados os questionamentos mais
comuns registrados no sistema de chamados da área de
atendimento do RH.
Especificamente com relação à nova sistemática de
contratação utilizando o envio virtual e digitalizado, tratase de um sistema aberto. O processo inicial já sofreu
modificações e pode ser alterado a qualquer momento em
função de novas necessidades. No momento atual, a
principal alteração vem acontecendo com o foco de
implantar o uso do mesmo sistema para um leque maior
de processos como, por exemplo, rescisões e registro de
atestados médicos.
Por fim, o gerente de RH da empresa afirma que o eSocial, com mínimas exceções, não traz nenhum
regramento novo, ou seja, ele não criou nenhuma lei. Os
registros e os documentos que o eSocial exige já estavam
previstos há muito tempo na legislação. Sua única
(Este boletim traz, diariamente, informações advindas das fontes mencionadas, não cabendo à Moore Stephens Brasil responsabilidade pelo seu conteúdo)
8
MS Clipping
Moore Stephens
06/05/2014
novidade
estáStephens
na forma e periodicidade desses registros.
Moore
A Justiça do Trabalho, o Governo Federal e outras
entidades já utilizam e preferem uma gestão mais digital
dos seus processos, não se justifica que a empresa deixe
de utilizar isso a seu favor. Portanto, de alguma maneira, o
e-Social vai acabar equilibrando o trâmite funcional entre
as diversas empresas. Aquelas empresas que usavam do
artifício de "não-fazer" ou "fazer errado", terão maior
dificuldade ou risco se desejarem continuar com o mesmo
método.
"Mesmo que o e-Social não fosse uma exigência, mais
cedo ou mais tarde, o RH teria se adaptar. Processos
funcionais com falhas ou administrados de maneira
informal, acabam desfocando e atrasando as estratégias
de Recursos Humanos. Não há mais espaço para ficar
apagando incêndios todo o dia, ao menos não aqueles
que podem ser controlados. Os processos de gestão
funcional sempre serão a base do RH, onde tudo inicia.
Porém, quanto mais a Gestão de Pessoas otimizar estes
processos, mais conseguirá tempo para focar as grandes
estratégias de desenvolvimento da empresa. O e-Social
pode ser a oportunidade para repensar os modelos
operacionais na área de RH, agregando tanto em
produtividade quanto na percepção de confiabilidade por
parte dos seus clientes principais: direção, governo e,
principalmente, o colaborador", conclui.
Fonte: Rh.com.br (artigo consultado em 06/05/2014)
CONTABILIDADE / AUDITORIA
Desconstruindo a imagem do Contador
É necessário sim desconstruir a imagem do profissional
contábil para que se possa criar uma nova identidade
perante a classe empresarial.
"Desconstrução de imagem" essa foi a expressão
utilizada por um cliente que atendo realizando o marketing
do seu escritório de contábil.
A palavra chamou minha atenção, pois o que tento fazer é
justamente construir a imagem do profissional contábil e
de suas empresas.
Mas ao parar analisar, realmente minha cliente tinha
razão.
É necessário sim desconstruir a imagem do profissional
contábil para que se possa criar uma nova identidade
perante a classe empresarial.
Explico melhor: os empresários tem enraízados em sua
mente e em seus conceitos que o profissional contábil é
aquele sujeito introspectivo sentado atrás de uma mesa e
com uma pilha de papeis e que todo mês faz 3 coisas
básicas par o cliente: cobra o honorário, recolhe
documentação e entrega guias para pagamento de
impostos.
Essa imagem foi construída por muitos colegas
infelizmente, ao longo dos anos.
9
Muitos colegas que procuram
meu trabalho
passam
MS News
- Abril de
2012 pelas
mesmas dificuldades: pouco valorizados pelos clientes,
perdem clientes para escritórios que aviltam honorários e
não conseguem captar novos.
Também tem imensas dificuldades de superar velhos
conceitos e fazem grande parte do trabalho braçal do
escritório, isso é errado.
Além disso existe um grande de informações que deixam
a classe em dúvida sobre o próprio futuro.
De um lado os CRCs/CFC criam campanhas de
valorização da classe, inclusive trazendo números de
outros países indicando que a profissão cresce em todo o
mundo.
Do outro lado a nossa realidade onde a Receita Federal já
chegou a dizer que prevê redução de 40% dos escritórios
de contabilidade, onde muitos donos de escritório estão
buscando um novo rumo. Onde clientes não percebem a
diferença nos serviços dos escritórios contábeis optando
sempre pelo mais barato.
Um problema que detecto é que os escritórios se
burocratizaram muito durante estes anos, muitas vezes
engessando sua estrutura e não acompanhando o
mercado em termos de gestão de negócios.
Posso dizer isto com segurança, pois trabalhei firme
durante 15 anos no setor e após passei para o Marketing,
e hoje ajudo escritórios decontabilidade a desenvolverem
ao máximo seu potencial.
Mas para isto é sim necessário a desconstrução de
imagem, mostrando que o escritório é ativo, que pode sim
fazer uma diferença imensa na gestão das empresas.
Fazer valer que o escritório contábil é um agente ativo no
desenvolvimento empresarial e age como um fator
decisivo na tomada de decisão.
O Contador mais doque nunca precisa tomar a postura de
empresário, ir em busca de clientes, agir.
Quantos escritórios oferecem a análise de custos para
seus clientes? Quantos escritórios conseguem educar o
seu cliente para empreender melhor?
Falta um pouco de ousadia sim. Falta o Contador olhar um
pouco para si e ver com lucidez todo o seu potencial....
E para isso é necessário surpreender o cliente com uma
postura totalmente diferente da maioria fazendo com que
ele encontre no escritório todo o apoio que necessita, e
para isso não é necessário investir um caminhão de
dinheiro, mas sim é fundamental adotar outra postura, um
outro pensamento.
Os escritórios contábeis são uma usina de informações
empreariais e estratégicas, o empresário contábil que
perceber isso e tomar uma atitude, com certeza, a médio
prazo terá destaque em relação a concorrência e será
considerado um agente fundamental ao desenvolvimento
das empresas.
Fonte: Portal Contábil (05/05/2014)
Contabilidade criativa: debate conclui que governo
esconde realidade econômica
(Este boletim traz, diariamente, informações advindas das fontes mencionadas, não cabendo à Moore Stephens Brasil responsabilidade pelo seu conteúdo)
MS Clipping
Moore Stephens
06/05/2014
O governo
federal
usa manobras contábeis – que vem se
Moore
Stephens
convencionando chamar de “contabilidade criativa” – para
esconder a expansão da despesa pública, do déficit e da
dívida governamental. A conclusão é do senador
Cristovam Buarque (PDT-DF) após ouvir especialistas em
finanças e transparência pública em audiência pública
promovida pela Comissão de Direitos Humanos (CDH) na
manhã desta segunda-feira (5).
O crescimento dos restos a pagar (despesas
empenhadas, mas não pagas dentro do exercício
financeiro), a postergação de transferências de receitas
para estados e municípios e a prorrogação de repasses do
Sistema Único de Saúde (SUS) foram alguns dos pontos
criticados durante o debate.
– A audiência mostrou com clareza que o governo está
usando artifícios para esconder a realidade da economia.
O povo vai votar nestas eleições sem saber a realidade da
economia.
Essa contabilidade criativa se esgota. Eu temo que
quando isso estourar a insatisfação popular irá às ruas
com uma força nunca vista antes – disse o senador.
Conforme dados apresentados pela Associação Contas
Abertas, os restos a pagar (RAP) incluídos no Orçamento
de 2014 da União somam R$ 218,4 bilhões, montante
23,6% maior que o do ano passado. Em 2013, esse
montante foi de R$ 176,7 bilhões. Apesar de os restos a
pagar superarem os R$ 200 bilhões, o governo só tem à
disposição R$ 33,6 bilhões de anos anteriores para gastar
imediatamente. O valor refere-se aos valores já
processados. Ou seja: verbas que passaram pela fase de
liquidação e podem ser executadas a qualquer momento.
Superávit inflado
De acordo com a jornalista Dyelle Menezes, da
Associação Contas Abertas, a prática do governo de
prorrogar pagamentos previstos de um ano para o outro
colaborou para elevar o resultado do superávit primário de
2013. O resultado primário é a diferença entre receitas e
despesas do governo, excluindo-se da conta as receitas e
despesas com juros.
– O resultado primário foi inflado por manobras
orçamentárias. Essa passagem do Orçamento de um ano
para o ano seguinte fere o princípio da anualidade do
Orçamento e forma um Orçamento paralelo. Um exemplo
disso é que dos R$ 42 bilhões investidos no ano passado
apenas 16 bilhões eram do Orçamento do ano. O restante
era proveniente dos restos a pagar. Isso é uma bola de
neve! – advertiu Dyelle.
Segundo a organização não governamental, as contas do
governo carecem de transparência. Mesma opinião
manifestou Mansueto Almeida, especialista em finanças
públicas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada
(Ipea). Segundo ele, os restos a pagar vm sendo utilizados
para inflar artificialmente o resultado primário.
– O governo não paga, ele espera a virada do ano para
pagar. É muito claro que foi isso que ocorreu este ano. A
despesa do setor público em janeiro é menor do que a de
dezembro. Neste ano, foi o contrário porque o governo
represou várias das despesas
de 2013
janeiro de
MS News
- Abrilpara
de 2012
2014. Resto a pagar é um problema porque o governo
pode empenhar tudo que é obrigatório na área de
educação e saúde e ele pode atrasar bastante o
pagamento – apontou.
Caixa Econômica Federal
Já o diretor-executivo da Caixa Econômica Federal (CEF),
Paulo Henrique Bezerra, se limitou a negar que o banco
tenha encerrado ilegalmente contas inativas e confiscado
R$ 719 milhões de recursos de depositantes da caderneta
de poupança no ano passado, quando cerca de 500 mil
contas foram encerradas.
Os recursos dessas contas foram registrados como
receitas operacionais, o que elevou o lucro líquido da
Caixa em R$ 420 milhões no balanço de 2012 (depois do
pagamento de tributos).
Bezerra enfatizou que o encerramento ocorreu conforme
as regras determinadas pelo Banco Central (BC) e pelo
Conselho Monetário Nacional (CMN), sem nenhuma
ilegalidade.
Ele sustentou também que nenhum cliente teve prejuízo e
que o correntista pode reaver os recursos, com correção,
assim que regularizar a situação cadastral. Entre 13 de
janeiro e 30 de abril, foram pagos R$ 5 milhões a 3.391
clientes que procuraram o banco. O valor corresponde a
aproximadamente 0,7% do saldo e da quantidade de
contas encerrada.
– Somente 0,7% procuraram a Caixa. Acreditamos que
isso reforça a afirmação que nós fizemos aqui quanto aos
esforços adotados ao longo de dez anos para
regularização dessas contas. Os direitos dos clientes
foram preservados ao longo de todo esse processo e
continuam preservados – disse o diretor da Caixa.
Fonte: Agência Senado (05/05/2014)
OUTROS ASSUNTOS
Executivos pedem consenso e reformas
O presidente a ser eleito em outubro terá de enfrentar, de
uma vez por todas, os impasses estruturais do país, fazer
as reformas política e tributária, dar prioridade ao
investimento em infraestrutura e educação, promover a
retomada do crescimento da indústria, incentivar a
inovação, controlar a inflação e, para tudo isso, buscar um
consenso político. Em resumo, essa é a receita que os
melhores executivos do país prescrevem para o próximo
mandato presidencial, qualquer que seja o eleito.
Escolhidos por headhunters e pelo Valor, 23 presidentes
de empresas dos vários setores econômicos foram
premiados ontem na 14ª edição do "Executivos de Valor",
durante evento em São Paulo. Frederico Curado,
presidente da Embraer, disse que o atual sistema político
torna "muito difícil o relacionamento entre os Poderes e
uma governança mais transparente, ágil e focada nas
(Este boletim traz, diariamente, informações advindas das fontes mencionadas, não cabendo à Moore Stephens Brasil responsabilidade pelo seu conteúdo)
10
MS Clipping
Moore Stephens
06/05/2014
necessidades
da sociedade brasileira". Marcelino Rafart
Moore Stephens
de Seras, presidente da EcoRodovias, disse que tanto
oposição como situação podem implementar a agenda de
reformas exigida pelo país. "Elas terão de ser feitas no
início do mandato, sob pena de perder a oportunidade de
fazê-las", observou Marcelo Odebrecht, presidente da
Odebrecht.
Fabio Luchetti, presidente da Porto Seguro, sugeriu que o
Brasil precisa trabalhar em projetos consistentes, de longo
prazo e sintonizados com todos os partidos. "Isso exigirá
uma liderança forte e bem articulada. O Brasil deveria ter
um propósito, assim como as empresas possuem visão de
futuro, com alvos, metas e sonhos". Harry Schmelzer Jr.,
presidente da WEG, também disse que tanto oposição
quanto situação têm condições de implementar as
medidas, "mas precisam tomar a decisão de fazer a coisa
certa e buscar o consenso na comunidade política". Murilo
Ferreira, presidente da Vale, acredita que, para isso, será
necessário mudar totalmente a forma de fazer política.
"Nunca poderíamos ter um regime com mais de três
partidos: um de situação, um de oposição e um que se
ajusta aos temas".
Para Hélio Rotenberg, presidente da Positivo Informática,
no curto, médio e longo prazos, será necessário "investir
na educação formal, técnica, moral e ética". Rodrigo
Galindo, presidente da Kroton, lembrou que a cada cem
alunos que entram no ensino fundamental, apenas sete
concluem o ensino superior. "É uma das taxas mais baixas
no mundo".
João Carlos Brega, presidente da Whirlpool, disse que o
país precisa de um bom gestor, mas fez a ressalva de que
"escolher o Legislativo é tão ou mais importante que
escolher o Executivo".
Fonte: Valor Econômico (06/05/2014)
São Martinho assume controle da usina Santa Cruz
Com negócio, companhia passou a deter 92,14% das
ações da Santa Cruz
ão Paulo - No fim do ano passado, a São Martinho, uma
das maiores produtoras de açúcar do Brasil, chegou a
afirmar que estava pronta para novas aquisições no país.
Ontem, a companhia anunciou a compra do controle
da usina Santa Cruz.
Por meio de fato relevante, a empresa afirmou que com a
operação passou dos atuais 36,09% que detinha na
companhia para 92,14% de participação.
A Santa Cruz possui capacidade
moagem
MS News -de
Abril
de 2012de 4,5
milhões de toneladas de cana-de-açúcar, com flexibilidade
de até 60% na produção de açúcar e etanol.
Paralelo à aquisição do controle da Santa Cruz, a São
Martinho vendeu 34,29% do capital social da a para a Luiz
Ometto Participações e fechou contrato de arrendamento
de cana de açúcar entre a Santa Cruz e a Agro Pecuária
Boa Vista por 20 anos.
Fonte: Exame.com (06/05/2014)
OCDE reduz projeção de crescimento para o Brasil
para 1,8%
PARIS
A
Organização
de
Cooperação
e
Desenvolvimento Econômico (OCDE) reduziu a projeção
de crescimento da economia brasileira neste ano para
1,8%, segundo relatório divulgado nesta terça-feira, ante
estimativa de 2,2% em novembro. Com isso, o número se
aproxima das projeções domésticas para a expansão
econômica brasileira este ano.
A organização também revisou para baixo a expectativa
para o crescimento mundial, de 3,6% para 3,4%. Para a
OCDE, o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil crescerá
2,2% em 2015, também abaixo da previsão em novembro,
que era de 2,5%.
— Ainda não estamos fora da crise. Estamos vendo
números melhores, mas os riscos ainda existem — disse o
secretário-geral da OCDE, Angel Gurria — O crescimento
baixo ainda existe, números muito altos de desemprego
ainda existem — ressaltou o secretário-geral.
O relatório aponta que o cenário continua sendo de
fortalecimento do crescimento econômico nas grandes
economias, mas que o elevado desemprego em muitos
países e a velocidade mais baixa de expansão em nações
emergentes do que se viu no passado tendem a limitar o
atual momento de recuperação.
Recomendações ao Banco Central Europeu
A OCDE pediu ao Banco Central Europeu (BCE) que
adote medidas agora para conter a ameaça de deflação, o
que afeta a confiança do consumidor e das empresas.
A organização pediu que o BCE corte sua principal taxa de
juros para zero pelo menos até o fim de 2015 e
recomendou que também leve sua taxa de depósito para
território negativo.
E com a recuperação dos Estados Unidos mais forte, a
OCDE recomendou que o Federal Reserve, banco central
norte-americano, encerre suas compras de ativos neste
ano e comece a elevar os juros no próximo.
Fonte: O globo (06/05/2014)
O valor desembolsado pela São Martinho no negócio foi
de 119,9 milhões de reais.
11
(Este boletim traz, diariamente, informações advindas das fontes mencionadas, não cabendo à Moore Stephens Brasil responsabilidade pelo seu conteúdo)
MS Clipping
Moore Stephens
06/05/2014
MerckMoore
vendeStephens
unidade de bens de consumo e saúde
para a Bayer por US$14 bi
MS News - Abril de 2012
O Merck & Co fechou a venda de sua unidade de bens de
consumo e saúde para a alemã Bayer por 14,2 bilhões de
dólares, disseram as empresas nesta terça-feira, em meio
a uma série de transações no setor de saúde.
"Esta aquisição é um marco importante no nosso caminho
para a liderança global no atrativo negócio de venda de
medicamentos que não exigem prescrição", disse o
presidente-executivo da Bayer, Marijn Dekkers, em um
comunicado.
A Merck disse que espera recursos após impostos de 8
bilhões a 9 bilhões de dólares com a venda, que deve ser
concluída no segundo semestre de 2014.
A transação, a maior na indústria farmacêutica alemã
desde que a Bayer comprou a rival Schering em 2006, irá
tornar a Bayer a segunda maior fabricante de remédios
que não precisam de receita, atrás da Johnson & Johnson.
A Bayer tem dito repetidamente que quer tomar o lugar da
J&J no ranking.
A J&J possui cerca de 4 por cento do mercado de bens de
consumo e saúde, seguida pela Bayer e pela
GlaxoSmithKline (GSK).
A Merck tem cerca de 1 por cento, com marcas que
incluem o protetor solar Coppertone e o medicamento para
alergia Claritin.
A fragmentada indústria está se consolidando
rapidamente. A Novartis e a GSK irão formar uma joint
venture para o mercado de bens de consumo e saúde
como parte de um acordo no mês passado para
negociação de cerca de 20 bilhões de dólares em ativos.
(Por Ludwig Burger em Frankfurt e Esha Dey em
Bangalore)
Fonte: Estadão (06/05/2014)
*************************************
(Este boletim traz, diariamente, informações advindas das fontes mencionadas, não cabendo à Moore Stephens Brasil responsabilidade pelo seu conteúdo)
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