Mundo Lusíada Online março 2010

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Terça - feira | 09 MAR 10 - Atualizada em 25.MAR.10
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"Nossa Língua, Nossa Música" reúne----ÍNDICE GERAL---cantores de países lusófonos
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Acordo ortográfico da língua portuguesa inspira encontros
musicais inéditos em Brasília.
Da Redação
Mundo Lusíada
De 25 de março a 11 de abril,
Brasília é palco de um
intercâmbio cultural entre Brasil,
Ilha da Madeira, Guiné-Bissau,
Timor-Leste, Angola,
Moçambique, São Tomé e
Príncipe, Cabo Verde e
Portugal. "Nossa Língua, Nossa
Música" é o nome do projeto
que traz oito encontros de
diferentes artistas destes países
lusófonos.
Foto Rita Carmo
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Promovido pelo Centro Cultural
Banco do Brasil - Brasília, o
intercâmbio reúne vozes de
importantes artistas que
traduzem em sua música a
riqueza de suas nações, em oito
encontros musicais inéditos que
apresentarão uma oportunidade
de conhecer culturas distintas, porém, no mesmo idioma
português.
“Apesar das diferenças de sotaques, os países que falam
português são unificados pela cultura. Baseado nisto o projeto
Nossa Língua, Nossa Música pretende divulgar a integração por
meio da música desses países, enfatizando a importância desse
intercâmbio cultural” diz Jocelyne Aymon, curadora do projeto.
“O idioma não é o único elo entre os países onde se fala o
português. A criatividade musical também nos une. Desse
universo que dá samba, fado, música caipira, regional, nasceu o
Nossa Língua, Nossa Música” conclui a produtora executiva
Marinéa Mochizuki, da Brasil Festeiro Produções.
A língua portuguesa está entre as mais faladas no mundo. São
cerca de 240 milhões de nativos espalhados por mais de 17
outros países na África e em comunidades na Ásia e Américas.
Destes, 190 milhões são brasileiros e 10,5 milhões portugueses, e
mais, aproximadamente, 20 milhões a tem como segunda língua,
o que faz do português o 6º idioma mais falado no mundo.
O projeto Nossa Língua, Nossa Música, chega a Brasília sob a
chancela do Ministério das Relações Exteriores e Itamaraty.
Apesar de ser divulgado primeiramente assim, o evento não
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consta na programação oficial da 8ª edição da Conferência de
Chefes de Estado e de Governos de Países de Língua
Portuguesa, realizada neste ano em Brasília.
Os eventos acontecem no Teatro I do CCBB Brasília - SCES
Trecho 2, lote 22, de quinta a domingo, sempre às 21h, com
custos que variam de R$ 15,00 e R$ 7,50 (meia-entrada para
estudantes, professores, pessoas com mais de 60 anos e clientes
BB). Mais informações (61) 3310-7087. Saiba mais sobre a
programação e artistas abaixo:
- 25/03, às 21h.
Maria Dapaz (Pernambuco – Brasil), e Joana Amendoeira
(Portugal).
De Pernambuco para o mundo, Maria Dapaz traz na sua origem
poema, estrada e melodia. Ela tem sua marca própria e um
bom-gosto inquestionável, seja como autora, compositora ou
intérprete. Tem 14 discos gravados, grande experiência em
palcos internacionais. Durante 6 anos percorreu os palcos da
Europa onde morou (Suíça, Alemanha, França). Indicada ao
Grammy Latino 2004 com o CD Vida de Viajante.
A portuguesa Joana Amendoeira, de Santarém, desde cedo se
impôs no exigente meio fadista de Lisboa, onde iniciou a sua
carreira ainda jovem. Considerada uma das fadistas mais
representativas da sua geração (prêmio revelação Casa da
Imprensa/ Grande Noite do Fado 2004), já gravou cinco álbuns,
dos quais “Joana Amendoeira & Mar Ensemble” foi considerado o
melhor disco de fado 2008 (Prêmio Amália Rodrigues). Com uma
carreira profissional de veterana, não passou despercebida no
estrangeiro onde é presença assídua nos circuitos e salas mais
prestigiadas da Europa. Prepara o seu próximo álbum, com
apresentação pública no Grande Auditório do Centro Cultural de
Belém (CCB) em Lisboa.
- 26/03, às 21h.
Maria Dapaz e Nancy Vieira (Cabo Verde).
Dizer que Nancy Vieira é cabo-verdiana não justifica por si só a
sua inata musicalidade. Cabo Verde é inspiração. É causa e efeito
no seu canto. O mundo é o auditório e parte integrante de uma
miscelânea cultural que a influencia. Nancy Vieira cria elos de
ligação entre a tradição musical de Cabo Verde e sonoridades de
outros pontos do mundo, em particular da América do Sul. Em
palco apoia a sua voz essencialmente em instrumentos acústicos,
destacando-se a simplicidade e o bom gosto dos arranjos
musicais.
- 27/03, às 21h.
Consuelo de Paula (Minas Gerais – Brasil), e José Amaral
(Timor-Leste).
Consuelo de Paula é compositora e intérprete, lançou três CD’s.
Lançou no Japão o cd Patchwork. Sua obra e carreira têm sido
muito elogiadas pela crítica especializada, abrindo para a artista
espaços importantes, como o Teatro Municipal de São Paulo e o
Teatro Gran Rex, de Buenos Aires. Maria Bethânia gravou
Consuelo de Paula em seu mais recente CD Encanteria!
Consuelo traça uma trajetória singular, com canções que revelam
poética, melódica e harmonicamente, as possibilidades de novos
caminhos.
José Amaral deixou o Timor-Leste em 1975 com 11 anos de
idade em direção à Lisboa. Logo começou a interessar-se pelas
danças e cantares tradicionais. Integrou vários grupos culturais
timorenses em Portugal como bailarino, intérprete e mais tarde
responsável artístico. Cantor autodidata, ator, declamador de
poesia e contador de histórias timorenses. José Amaral é
atualmente Responsável Cultural e Consular da Embaixada de
Timor-Leste em Lisboa.
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- 28/03, às 21h.
Consuelo de Paula e Rosa Madeira (Ilha da Madeira).
Rosa Madeira nasceu na Ilha da Madeira onde em 1994 ganha o
título de Melhor Artista. O nome que Rose dá aos seus discos
revela a personalidade e a sensibilidade dessa fadista talentosa:
Minha Ilha meu Fado Destino – Aplauso para uma Voz – Guitarras
do meu País – Entre a Bruma e a Saudade. Rosa já se
apresentou na Venezuela, Irlanda, Inglaterra e no Canadá.
- 8/04, às 21h.
Índio Cachoeira e Ricardo Vignini (São Paulo – Brasil), e
Tonecas (São Tomé e Príncipe).
Índio Cachoeira é um exímio violeiro com vários CDs solos já
lançados. Além de compor, tocar e cantar, ele é luthier. Faz violas
de dez e quinze cordas, rabeca, violão e até harpa. Neste projeto,
se apresenta com o violeiro e seu produtor Ricardo Vignini que,
além de fazer parte do grupo Matuto Moderno, já tocou com os
músicos americanos Bob Brozman e Woody Mann em suas
turnês brasileiras.
Tonecas, o Trovador da Ilha do Príncipe, é cantor, compositor e
guitarrista de voz quente e melodiosa, as sua composições se
inspiram na música tradicional de São Tomé e Príncipe. Tonecas
interpreta também grandes clássicos do acervo são–tomense
onde vários estilos: a dexa, a ússua, a rumba e o socopé,
renascem com uma outra abordagem da música contemporânea.
- 9/04, às 21h.
Índio Cachoeira, Ricardo Vignini e Cheny Wa Gune
(Moçambique).
Nascido em Maputo, Cheny Wa Gune é membro fundador da
Orquestra-Banda Timbila Muziba desde 1996 e participou de
vários festivais internacionais divulgando a música moçambicana,
em particular a Timbila, em diversos paises passando pela
Europa, África Austral, Ásia e América do Sul. Cheny cria
composições contemporâneas, explorando instrumentos
tradicionais (Xitende, M''bira, Timbila) e instrumentos modernos
(baixo, saxofone, bateria, percussão).
- 10/04, às 21h.
Fabiana Cozza (São Paulo – Brasil), e Eneida Marta
(Guiné-Bissau).
Fabiana Cozza, paulistana, tem se destacado no cenário nacional
e internacional como uma intérprete de prestígio segundo a crítica
especializada e artistas renomados do Brasil e exterior. Com dois
CDs lançados e um DVD, a artista foi indicada ao Prêmio TIM
2005 e 2008 nas categorias "Melhor Cantora de Samba" e “Melhor
Cantora pelo Júri Popular”. Nos últimos anos tem sido convidada
por ícones da música para turnês e gravações como: Sadao
Watanabe (Japão), Orquestra Jazz Sinfônica (SP), João Bosco,
Zimbo Trio, Maria Rita, Dona Ivone Lara, Banda Mantiqueira, Nei
Lopes, Chico César, Rappin Hood entre outros.
Eneida Marta nasceu na Guiné-Bissau. É dona de uma voz de raiz
africana espetacular, herança do seu pai, também artista nascido
em Cabo Verde. Se destacou em 2001 com o primeiro disco “Nô
Stória” (Nossa História) e logo conquistou Cabo Verde, França,
Holanda, Alemanha, Guiné- Bissau, Portugal. Hoje é considerada
a nova promessa do atual cenário musical africano.
- 11/04, às 21h.
Fabiana Cozza e Yami (Angola).
Yami, nascido em Angola, mas há muitos anos radicado em
Portugal, é um dos mais recentes e melhores exemplos do
caldeirão de culturas - mestiças, híbridas, cruzadas - em que
Lisboa se tornou nos últimos anos. Misturando na sua música o
semba angolano, o zouk das Antilhas, influências do chorinho e
do samba brasileiros, da música moçambicana e cabo-verdiana,
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do jazz e da pop, Yami - que canta em português e em Kimbundo,
uma das línguas mais faladas em Angola -, celebra com a sua
música, e de uma forma cosmopolita e moderna, o espaço da
lusofonia e as suas muitas músicas. Cantor, compositor,
guitarrista e baixista, Yami acompanhou grandes nomes da
música portuguesa como Carlos do Carmo, Dulce Pontes ou a
luso-cabo-verdiana Sara Tavares e editou, a solo, o álbum
Aloelela.
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