Pa noram ma d a Ene ergia Nucl lear n no Mu E Nove undo Edição

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Transcrição

Pa noram ma d a Ene ergia Nucl lear n no Mu E Nove undo Edição
Panoram
ma da Ene
ergia Nucllear n
no Mu
undo
Ohi 3-4
4 – PWR 2.360 MW
M - Japão
E
Edição
o
Nove
embro
o
2013
3
Vogtle
e 3 – AP1.000 M
MW - USA (em c
construção)
Flamanville 3
3- EPR 1.600 MW –França
Surry 1
1-2 PWR 1.780 M
MW - USA
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Hanull 1-6 - PWR 6.1
157 MW - Coreia do Sul
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
1
C
Conteú
údo
I –
II III IV -
Introd
dução pagg. 3
Destaq
ques - paag. 4
Geraçã
ão Nuclea
ar Mundiial - pag. 11
Distribu
uição doss reatorres - pagg. 13
Situaçã
ão da ene
ergia nuc
clear em
m alguns países /regiões
 Amérricas -- p
pag. 15
 Europ
pa -- pag
g. 29
 Áfric
ca / Orien
nte Médio / Países Árabes Africanos-- pag.65
 Ásia -- pag. 73
7
 Austrrália – pag
g. 92
A
Comercia
ais e de Coopera
ação Nuc
clear - pag.93
V – Alguns Acordos
VI - Ambientte e sociedade - pag.105
Combustíível
VII – C

Urânio - ppag.109

Tó
ório - pag.113
VIII - Combust
C
ível Irra
adiado
 Comb
bustível Irrradiado – pag. 114
4
 Radiaação – pagg. 116
 Resídduos nucleares e Reejeitos raddioativos – pag. 120
IX - P
Prolifera
ação e Riscos parra a Seg
gurança - pag.123
3
X - A
Algumas Aplicaçõ
ões Nucle
eares - pag.126
XI – Descomis
D
ssionamento pag.1
131
XII – C
Conclusõe
ões - pag.133
XIII - P
Principais Fontess de Info
ormação - pag. 1
136
Notta: Comen
ntários serrão bem vvindos e podem ser encaminh
hados a:
Rutth Soares Alves - [email protected]
etronuclearr.gov.br
Tel. +55 21 2588 786
61
Perrmitida a rreproduçã
ão total ou
u parcial c
com a devvida indica
ação dos c
créditos.
GPL.G – Gerênc
cia de Plane
ejamento Estratégico
Panorrama da Energia Nucle
ear – Novem
mbro 2013
2
In
ntroduç
ção
É prováve
el que o accidente de Fukushima Daiiche em
m março de
e 2011 seja
a um marco
o para o fim
m do
isolamentto de Indússtria Nuclea
ar no mund
do que ago
ora mais q
que nunca precisa que
e seus líde
eres
mundiais se foquem nas lições aprendidas
a
com este te
errível episó
ódio.
As soluçõ
ões até ago
ora proposttas requere
erão a milhõ
ões de dólares em investimentoss em todoss os
países co
om tecnolog
gia nuclear,, mas como
o resultado a segurançça será mu
uito aumenta
ada e levarrá a
geração d
de mais em
mpregos também. Novvos projetoss serão ain
nda mais acurados de
evido às no
ovas
restriçõess para suportar eventoss extremos que foram a
adicionadoss às bases d
de projeto.
do com a A
Agência Intternacional de Energia
a (IEA) em
m seu relató
ório anual “World Ene
ergy
De acord
Outlook 2
2012, a ene
ergia nuclea
ar poderia ccrescer em
m 58% até 2
2035, mas a participaçção nuclearr no
total gera
ado cairia dos atuais 13% para 12
2%, princip
palmente de
evido as revvisões efetu
uadas em sseus
planejame
entos energ
géticos devvido ao acidente japo
onês de Fu
ukushima D
Daiichi. O ccrescimento
o da
capacidad
de projetada
a ainda con
ntinuará, sen
ndo liderado
o pela China
a, Coréia do
o Sul, Índia e Rússia.
O suporte
e da socied
dade à tecn
nologia nucclear é indisspensável p
para o seu sucesso e para que isto
ocorra é ffundamenta
al uma com
municação adequada,
a
p
precisa e op
portuna de fforma a cria
ar as basess da
confiança
a do público
o em geral e em espe
ecial dos qu
ue por ventura possam
m vir a ser afetados pe
elas
operaçõe
es das emp
presas nucle
eares. Não
o tem sido este o com
mportamento
o dos participantes de
este
mercado. Numa épo
oca em que
e a internett é disponível 24horass por dia e
em praticam
mente todoss os
países, a
as empresass precisam repensar ccomo comunicam o evvento de um
m acidente, dispondo-sse a
ouvir dúvvidas e a re
esponder to
odas as que
estões colocadas com abertura e transparên
ncia. É precciso
trabalhar muito e tre
einar seus ccomunicado
ores mais a
ainda porque os questiionamentoss serão sem
mpre
novos.
O descom
missioname
ento das centrais em fim de vid
da útil noss próximos anos requ
uererá gran
ndes
investime
entos e dissponibilidad
de de recu
ursos huma
anos especcializados h
hoje não d
disponíveis no
mercado. O mesmo pode ser dito quanto a implemen
ntação de um
ma solução
o definitiva p
para os reje
eitos
radioativo
os em geral e em especcial os de alta atividade
e.
Atualmen
nte em torno
o de 150.000 pessoass trabalham
m com nucle
ear e desta
as aproxima
adamente 38%
3
estão se preparando
o para a apo
osentadoria
a em até 5 a
anos. A rep
posição desta mão de o
obra altame
ente
o de cursoss em universsidades que
e só
especializzada requerr políticas próprias em cada país, com criação
atrairão a
alunos se houver persp
pectivas de
e empregos no futuro. Há ainda as
a áreas de
e pesquisa que
demanda
arão grande contingente
e.
nder a uma
a economia descarbon
nizada, com
mo propõe a ONU para
a lidar com
m as mudan
nças
Para aten
climáticass, a geração
o nuclear se
e coloca com
mo tecnolog
gia provada
a e disponívvel para con
ntribuir a cusstos
baixos de
e operação e por longo tempo po
or central para o mix q
que as matrizes energ
géticas impõ
õem
as por gove
hoje. Barrreiras criada
ernos por ra
azões políticcas precisam ser penssadas para o bem de sseus
próprios h
habitantes.
GPL.G – Gerênc
cia de Plane
ejamento Estratégico
Panorrama da Energia Nucle
ear – Novem
mbro 2013
3
PANO
ORAM
MA DA ENER
RGIA NUCL
LEAR N
NO MUNDO
O
I – De
estaque
es da edição
e
de Nov
vembro
o 2013
Em 2013,, até Novem
mbro
o 435 reatores nucle
eares de po
otência em operação
o
co
om capacidade instalad
da total de 370,536
3
GW
W( e)
o 71 reatores nuclea
ares em con
nstrução (ca
apacidade instalada tottal de 66,83
31 GW(e))
ento de longa duração
o
Fechame
o
Crysta
al River 3 (860 MW(e), PWR, USA) em 5 /02/2
2013
o
Kewau
unee (566 M
MW(e), PWR
R, USA em 7/05/2013
o
San O
Onofre 2 (10
070 MW(e), PWR, USA
A) em 7 /06/2
2013
o
San O
Onofre 2 (10
070 MW(e), PWR, USA
A) em 7 /06/2
2013
Novas co
onexões à rede
r
o
Hongyyanhe-1 (10
000 MW(e), PWR, CHIN
NA) em 18 //02/2013
Início de construção para 7 un
nidades:
o
Virgil C
C. Summer 2 (1117 MW
W(e), PWR,, USA) em 9 /03/2013
o
Virgil C
C. Summer 3 (1117 MW
W(e), PWR,, USA) on 4 /11/2013
o
Vogtle
e-3(1117 MW
W(e), PWR,, USA) em 1
12 /03/2013
3
o
Baraka
ah 2 (1340 MW(e), PW
WR, UAE) em
m 7/05/2013
3
o
Shin-H
Hanul-2(134
40 MW(e), P
PWR, Coreia
a do Sul) em
m 19 /06/20
013
o
Yangjiiang 5 (1000
0 MW(e), PWR, China)) on 19 /06//2013
o
Tianw
wan 4 (1050 MW(e), PW
WR, China) o
on 27 /09/20
013
Em 2012:
Início de construção:
o Baltiisk – 1 (1082 M
MW(e) PWR
R, Rússia) em
e 22/02/20
012
0 MW(e), PWR, KORE
EA REP.) em
m 10/07/201
12
o Shin-Ulcchin-1 (1340
o Barakah
h 1 (1340 MW(e),
M
PWR
R, UAE) em 18/07/2012
2
onexões à rede
r
Novas co
o Shin –W
Wolsong 1 (9
960 MW(e),, PWR, Coré
éia do Sul) em 27/01/2012
o Shin –K
Kori - 2 (960 MW(e), PW
WR, Coréia do Sul) em 28/01/2012
2
ento após llongo temp
po de fecha
amento
Religame
o Bruce -1 (772 MW((e), PHWR, CANADA) em 19 /09/2
2012
o Bruce -2
2 (772 MW((e), PHWR, CANADA) em 16 /10/2
2012
ento definittivo
Fechame
o Oldburry
y A1 (217 M
MW(e), GCR
R, Grã Breta
anha em 29
9/02/2012
o Wylfa (490 MW(e), GCR, Grã
ã Bretanha em
e 25/04/20
012
Em 2011:
o
o
435 rea
atores nucle
eares de po
otência em operação
o
co
om uma ca
apacidade in
nstalada líquida
total de 368.192 GW
W(e)
63 reato
ores nucleares de potência em con
nstrução
GPL.G – Gerênc
cia de Plane
ejamento Estratégico
Panorrama da Energia Nucle
ear – Novem
mbro 2013
4
Novas co
onexões à rede:
r
o Kaiga 4 (202 MW(e
e), PHWR, ÍÍndia) – em 19/01/2011
Chasnupp2
2 (300 MW(e
e), PWR, Pa
aquistão)– e
em 14/03/20
011
o Lingao 4 (1000 MW
W(e), PWR, China) – em
m 3/05/2011
1
o CEFR - (20 MW(e), FBR, Chin
na) – Reatorr rápido exp
perimental e
em 21/07/2
2011
o Bushehr 1 (915 MW
W(e), PWR--VVER, Irã) – em 3/09/2
2011
o Kalinin4
4 (950 MW(e
e), PWR-VV
VER, Rússia
a)– em 14/1
11/2011
o Qinshan
n 2-4 (610 M
MW(e), PWR
R, China) – em 25/11/2
2011
Início
o de constru
ução:
o Chasnu
upp 3 (315 M
MW(e), PWR
R, Paquistão) – em 28//05/11
o Rajasthan 7 (630 M
MW(e), PHW
WR, Índia) – em 18/07/11
Fecha
amento deffinitivo:
o Fukushiima-Daiichi 1,2,3,4 (43
39/760/760//760 MW(e), BWR, Ja
apão)- foram
m oficialme
ente
declarad
das como fe
echadas em
m 20/05/11
o Oldbury
y A2 (217 MW(e), GCR
R-Magnox, In
nglaterra) em 30 Junho
o – Término de vida útill
o Biblis A and B (116
67/1240 MW
W(e), PWR, Alemanha)) foram oficcialmente de
eclaradas co
omo
fechada
as em 6/08/11
o Brunsbu
uettel (771 MW(e), B
BWR, Alem
manha) fora
am oficia
almente decclaradas co
omo
fechada
as em 6/08/11
o Isar 1 (8
878 MW(e), BWR, Ale
emanha) forram oficialm
mente decla
aradas com
mo fechadass em
6/08/11
o Kruemm
mel (1346 M
MW(e), BWR
R, Alemanha
a) foram officialmente d
declaradas como fecha
adas
em 6/08
8/11
o Neckarw
westheim 1 (785 MW(e), PWR, A
Alemanha) foram
f
oficiialmente de
eclaradas co
omo
fechada
as em 6/08/2
2011
o Philipps
sburg 1 (89
90 MW(e), BWR, Ale
emanha) foram oficia
almente de
eclaradas co
omo
fechada
as em 6/08
8/11 Unterw
weser (1345
5 MW(e), P
PWR, Alema
anha) foram
m oficialme
ente
declarad
das como fe
echadas em
m 6/08/11.
435 Rea
atores em n op
peração por tip
po IAEA – Nov
vembro 2013
GPL.G – Gerênc
cia de Plane
ejamento Estratégico
Panorrama da Energia Nucle
ear – Novem
mbro 2013
5
435 Rea
atores em n op
peração por pa
aís IAEA – Nov
vembro 2013
• 15 País
ses, que re
epresentam a metade da populaçção mundia
al constroem
m 69 novoss reatores com
capacid
dade total líq
quida de 66
6.831 MW.
• 65 País
ses, que não
o possuem tecnologia n
nuclear exp
pressaram ju
unto à AIEA
A seu interessse nesta
questão
o, para a construção de
e reatores e/ou
e
desenvvolver uma indústria nesste sentido.
GPL.G – Gerênc
cia de Plane
ejamento Estratégico
Panorrama da Energia Nucle
ear – Novem
mbro 2013
6
Reatorees em Con
nstrução p
por País
ARGENTINA
BRAZIL
CHINA + TA
AIWAN
2
2
2
FINLAND
3 1 1
FRANCE
INDIA
10
3
32
2
JAPAN
SOUTH KOREA
5
PAKISTAN
2
7
1 1
RUSSIA
SLOVAKIA
UKRAINE
UNITED AR
RAB EMIRATESS
UNITED STTATES OF AMEERICA
71 Reato
ores em constrrução por país
s
Reato
ores em C
Construção
o por tipo
4
1
2
BWR - Boilin
ng Light-WaterCooled and Moderated
Reactor
FBR - Fast Breeder Reacto
or
5
HTGR - High
h-Temperaturee
Gas-Cooled Reactor
59
PHWR - Pressurized HeavvyWater-Moderated and Co
ooled
Reactor
PWR - Presssurized LightWater-Moderated and Co
ooled
Reactor
71 Reatores em
e construção
o por tipo do re
eator
GPL.G – Gerênc
cia de Plane
ejamento Estratégico
Panorrama da Energia Nucle
ear – Novem
mbro 2013
7
Reatores
R
s em op
peração
o ou
operaciionais desligad
d
dos
País
Núme ro de
Reato
ores
Ca
apacidade
e
elétrica
líq
quida [MW ]
ARGENT
TINA
2
93
35
ÁFRICA DO SUL
2
183
30
NHA
ALEMAN
9
1206
68
ARMÊNIA
1
37
75
A
BÉLGICA
7
592
27
BRASIL
2
199
90
RIA
BULGÁR
2
190
06
CANADÁ
Á
19
1350
00
CHINA+T
TAIWAN
24
1888
88
COREIA
A DO SUL
23
2073
39
ÁQUIA
ESLOVÁ
4
181 6
ESLOVÊ
ÊNIA
1
88
68
ESPANH
HA
8
756
67
100
9856
60
4
275
52
FRANÇA
A
58
6313
30
GRÃ BR
RETANHA
16
923
31
HOLAND
DA
1
48
82
HUNGRIA
A
4
188
89
21
530
08
1
91 5
50
4421 5
O
MÉXICO
2
40
164
PAQUISTÃO
3
72
25
HECA
REP. CH
6
380
04
ROMÊNIIA
2
130
00
RÚSSIA
A
33
2364
43
SUÉCIA
10
947
74
5
330
08
15
1310
07
435
37171 2
ESTADO
OS UNIDOS
S
FINLÂND
DIA
ÍNDIA
IRÃ
JAPÃO
SUÍÇA
A
UCRÂNIA
Total
GPL.G – Gerênc
cia de Plane
ejamento Estratégico
Panorrama da Energia Nucle
ear – Novem
mbro 2013
8
Resumo
o das Análises e dos Procedime
entos adota
ados pela m
maioria dos
s países ap
pós o
acidentte Fukushim
ma
Após o acidente de
e Fukushim
ma no Japão
o em maço de 2011, to
oda a indússtria nuclearr se mobilizou
para a avaliação d
do evento e das provvidências a serem tom
madas de fforma a ga
arantir que os
mesmoss fatos não se repetisssem em outras centraiis. As liçõess advindas do evento geraram um
ma
série de
e providênccias conform
me o resulttado das avvaliações que cada pa
aís fez. As questões, os
problem
mas e as soluções enco
ontrados não
o são comu
uns a todos os reatoress nem a todo
os os paíse
es.
Há caso
os em que sse concluiu que era ne
ecessário mudar a estru
utura regula
atória do pa
aís para torn
nar
as agên
ncias mais independen
ntes, mas a grande m
maioria fez as análisess voltadas à garantia de
resistên
ncia dos re
eatores a e
eventos exxtremos (terremotos, ttsunamis, e
enchentes, vendavais e
furacõess) e ao com
mportamentto dos siste
emas de se
egurança e desligamen
nto seguro das centra
ais.
Foram também a
avaliados os processo
os de resp
posta externa à emergências e os SAMG
G’s
(Proced
dimentos de
e Gestão de Acidentes S
Severos)
A seguir apresenta
amos um re
esumo dos p
principais ações por pa
aís. As ava
aliações rea
alizadas pelos
países e seus órrgãos reguladores gerram progra
amas e pro
ocedimentoss para san
nar eventua
ais
fragilida
ades e já forram ou estã
ão sendo de
esenvolvidoss.
País
Africa do Sul
Alemanha
Bélgica
Brasil
Bulgária
Canadá
China+ Taiwann
Coreia
Eslováquia
Eslovenia
Espanha
Estados Unidoos
Finlandia
França
Grã Bretanha
Hungria
India
Japão
República Cheeca
Romênia
Rússia
Suécia
Suiça
menta
Instrum
Refrigeração
Quantidade
Defesas para Instalaçção de Bombas de
ção da Recombinad
da Piscina de
Veents da
de Reatores Esttrutura Resistência
Enchentes / Dieseels de refrigeração dee
Piscina de ores de
Regulatória Sismica
Coontenção
combustível
em
Tsunamis emerggência emergência
combusstível Hidrogênio
usado
operação
usaddo
2
9
7
2
2
18
22
23
4
1
8
104
4
58
16
4
20
50
6
2
33
10
5
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
SAMGs
Analise de
acidentes em Resposta ás
emergêências
MultiUnidades
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
Conform
me tabela acima,
a
as p
principais açções foram concentrad
das nas áre
eas onde ha
avia potenccial
para me
elhorias :
1. Estrutura
E
Regulatória d
do País;
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
9
2. Avaliação
A
d
da Resistênccia Sísmica da Central;
3. Verificação
V
das defesa
as para Ench
hentes e Tssunamis;
4. Instalação
I
d
de Geradore
es Diesel de
e Emergênccia, se nece
essário;
5. Verificação
V
das Bomba
as de Refrig
geração Emergência;
6. Verificação
V
da Refrigerração da Pisscina dos E
Elementos C
Combustíveis Usados;
7. Verificação
V
Instrumenta
ação da pisscina dos ele
ementos co
ombustíveis usados;
8. Instalação
I
d
de recombin
nadores de Hidrogênio;
9. Instalação
I
vventilação e
especial na ccontenção
10. Criar
C
SAMG
G’s (Procediimentos parra gestão de
e acidentes severos)
11. Avaliação
A
d
de acidentess múltiplos ((para centra
ais de com m
mais de um reator);
A comp
paração da geração
g
de energia nu
uclear nos a
anos de 201
10 e 2011 m
mostra que a maioria dos
países a
aumentou e
energia gerrada por fon
nte nuclear de um ano
o para o seg
guinte. Ape
enas o Japã
ão,
que pre
ecisou desliigar grande
e parte de sua
s
frota para os testtes após o terremoto e tsunami de
março d
de 2011 e a Alemanha que desligo
ou alguns de
e seus reato
ores esponttaneamente
e tiveram um
ma
redução
o na sua gerração de en
nergia elétricca nuclear.
Gerração nuclear poor país e ano ( 2010/2011/2012)
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
10
II - G
Geração
o Nucle
ear Mundial
Com o ccrescimento
o global do cconsumo en
nergético, m
muitos esforrços têm sid
do feitos parra aumentarr a
oferta d
de energia,, com a energia nucclear se configurando como uma
a das tecn
nologias ma
ais
importantes para o futuro de
esta indústriia. A enerrgia nuclearr tem uma das melho
ores taxas de
geração
o de calor e
entre as fon
ntes térmica
as de geraçção e não emite
e
gases do efeito estufa.
e
É um
ma
produçã
ão de enerrgia em larrga escala, se configurando com
mo energia
a de base de sistema
as,
concenttrada em uma
u
peque
ena área co
om um com
mbustível p
potente e d
de preço e
extremamen
nte
competiitivo.
Para qu
ue as funções de uma sociedade moderna sejam desem
mpenhadas a contento
o (movimenttar
indústria
a, comércio
o, prover com
municação, saúde, serrviços públiccos, etc..) é indispensá
ável dispor da
energia, em especcial da elé
étrica de forma confiável e a prreço adequado. O sup
primento e a
seguran
nça energéttica é hoje uma questtão essencial para qualquer paíss, e estão n
na origem de
muitas d
das decisõe
es estratégiccas dos govvernos.
Os dado
os de totalizzação da ge
eração de energia
e
são disponibilizzados pelass empresas envolvidas,
sempre anualmente
e.
Em 201
12 os Estad
dos Unidoss foram o país
p
que m
mais gerou e
energia porr fonte nucclear, sendo
o
responssável por ce
erca de 32%
% da produção total desste tipo de e
energia no m
mundo.
Também
m se destaccaram: Fran
nça (17%), JJapão (6,3%
%), Alemanh
ha (4%), Rú
ússia (6,5%), Coréia do
o
Sul (6%
%), Canadá (3,5%), Ucrânia (3,4%
%) e China + Taiwan (4
4%). O Bra
asil foi respo
onsável porr
0,6% da
a geração de energia por
p fonte nucclear no mu
undo.
A França diminuiu
u sua prod
dução de energia
e
nuclear em 2012
2
que atingiu 407
7.438 GWh
h
principa
almente devvido às paradas mais lo
ongas no pe
eríodo.
No Japã
ão a produçção foi de ap
penas 17.23
30 GWh, co
om enorme queda em relação
r
a 20
011 quando
o
chegou a 156.182
2 GWh, aind
da como co
onsequência
a do aciden
nte de Fuku
ushima Daiicchi. Apenass
dois rea
atores estão
o em operaçção.
A Alemanha produ
uziu 94.098
8 GWh bruto
os com peq
quena redu
ução em relação ao an
no de 2011
1
quando atingiu 96.9
951 GWh líquidos.
De acorrdo com a A
Agência Intternacional de Energia
a (IEA) em sseu relatório
o anual “W
World Energyy
Outlookk 2012, a en
nergia nucle
ear poderia
a crescer em
m 58% até 2035, mas a participaçção nuclearr
no total gerado cairia dos atua
ais 13% parra 12%, prin
ncipalmente
e devido às revisões effetuadas em
m
planejam
mentos ene
ergéticos n
nacionais devido ao a
acidente japonês de Fukushima Daiichi. O
crescim
mento da cap
pacidade prrojetada aind
da continua
ará, sendo liiderado pela
a China, Co
oréia do Sul,
Índia e Rússia.
R
Atualme
ente 65 pa
aíses que n
não possue
em tecnolog
gia nuclearr expressarram junto à AIEA seu
u
interessse nesta qu
uestão, para
a a constru
ução de rea
atores e/ou desenvolve
er uma indú
ústria neste
e
sentido.. As potênciias em expa
ansão quere
em multipliccar o número de usinass em seu terrritório.
Mesmo após o accidente da central de Fukushima
a no Japão
o, muitos go
overnos co
onsideram a
ampliaçção internaccional da energia nuclear uma opçção à mudança climáticca e uma alternativa àss
oscilaçõ
ões do preçço dos prod
dutos energ
géticos, além
m de ser uma
u
proteçã
ão à incerte
eza sobre o
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
11
suprime
ento dos co
ombustíveis fósseis. A expansão d
da energia nuclear em
m todo o mu
undo requerr
que os governos
g
attuem com re
esponsabilidade e crité
érios de seg
gurança rígid
dos nessa e
empreitada..
Pa
articipação da geração nucle
ear de cada pa
aís no total nu
uclear gerado – 2012
As princcipais barreiras à opção nuclear dizem respeito à segura
ança das ussinas, à disp
posição doss
rejeitos radioativoss e à prolifferação de armas nucleares, alé
ém dos cu
ustos de co
onstrução e
manutenção. Deve
e ser também conside
erada a difficuldade de fornecime
ento para os grandess
compon
nentes nucle
eares.
Adiciona
almente a IIEA projeta a necessid
dade dos governos miitigarem os riscos financeiros dass
construçções e proje
etos nuclea
ares atravéss de política
as específica
as, como a incorporaçã
ão do preço
o
do carb
bono nos cu
ustos de geração, de fo
orma que o
os 375 GWe
e de fonte nuclear,
n
pre
evistos para
a
iniciar a
as operaçõe
es ente 202
20 e 2030, tanto
t
para substituir
s
ass plantas an
ntigas como
o em novoss
projetoss de geração
o elétrica po
ossam obte
er o adequad
do investimento.
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
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clear – Nove
embro 2013
12
III - D
Distribu
uição d
dos rea
atores
Dentre os maioress parques geradores,
g
destacam-sse os Estad
dos Unidos com 100 unidades,
u
a
França com 58 rea
atores e o Japão com 5
50. Em 2013, até setem
mbro, foram
m iniciadas a
as obras de
e
cinco no
ovas usinass, e duas no
ovas foram conectadass aos seus grids. Houvve ainda o fechamento
o
definitivo de quatro
o usinas am
mericanas (C
Cristal Riverr 3, Kenaune
ee, San Onofre 2 e 3) . De acordo
o
com a W
World Nucle
ear Associattion - WNA até setembro de 2013 a experiênccia acumula
ada em todo
o
o mund
do pelos rea
atores nucle
eares de potência (so
omatório dos anos de operação d
de todos oss
reatoress), foi de ma
ais de 14.50
00 anos, com
m a geração
o de cerca de
d 61.200 T
TWh de ene
ergia.
No quad
dro a seguirr apresentam
mos os maiiores forneccedores mun
ndiais de tecnologia nu
uclear:
Vendedo
ores
G
GE
Westinghou
W
use
A
Areva
A
AECL
M
Mitsubish
T
Toshiba
G
General
Ato
omics
E
Eskon
Tiipo do Rea
ator
AB
BWR /
ES
SBWR
AP
P1000
EP
PR
AC
CR 700
US
SA PWR
AB
BWR
GT
TMHR
PB
BMR
A escasssez de gra
andes forjad
dos é um p
problema a ser enfrenttado pelos construtore
es de novoss
reatoress nucleares pelo mund
do. Não exisstem muitoss fabricante
es de vasoss de pressão
o do reatorr,
geradorres de vapor ou grande
es turbinas.
O Nucle
ear Enginee
ering Institute - NEI ale
erta que as p
providências não podem tardar so
ob o risco de
e
impacta
ar os crono
ogramas de
e construçã
ão de nova
as usinas. Outras gra
andes fábriccas são ass
chinesa
a China Firstt Heavy Industries e Ch
hina Erzhon
ng, a russa OMZ Izhora
a, a coreana
a Doosan, a
francesa
a Le Creu
usot e a in
ndiana JSW
W. Todas estão aum
mentando ssuas capaccidades. Oss
movime
entos mais recentes sã
ão na Alem
manha que abriu uma nova fábriica em Völklingen e a
compan
nhia francessa Alstom q
que abriu u
uma nova fá
ábrica nos Estados Unidos para atender ass
necessidades de g
grandes turb
binas e turb
bogeradoress e outros e
equipamento
os para usin
nas à gás e
es no merccado norte-a
americano. Temos aind
da novas fá
ábricas prevvistas na In
nglaterra, na
a
nucleare
Índia e na
n China.
Os conssórcios “Are
eva/Mitsubisshi; Westinghouse-Tosshiba; e GE
E-Hitachi” sã
ão os vend
dedores que
e
possuem
m maior esscala e teccnologia parra causar impacto rea
al na indússtria nuclearr. Devemoss
ainda co
onsiderar o
os coreanoss e os russo
os. Como sã
ão poucos o
os concorre
entes, o me
ercado pode
e
passar por
p uma esccalada nos preços em geral.
Após o acidente de Fukush
hima Dai-ícche no Japão algum
mas conseq
quências pu
uderam serr
observa
adas tais co
omo os prob
blemas de suprimento
s
que são m
mais críticos. A Japan S
Steel Workss
(JSW), que fabrica
a várias pa
artes e com
mponentes para usina
as nucleare
es para clie
entes como
o
AREVA
A e TOSHIBA
A está a prrocura de ou
utros cliente
es para a sua capacida
ade de prod
dução cujass
encome
endas foram
m fortemente
e afetada p
pelo acidentte. Segundo
o seu presidente Mr. Ikuo Sato, a
GP
PL.G – Gerê
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clear – Nove
embro 2013
13
indústria
a deve se dedicar à produção
o de turbin
nas a gás e eólicas num futurro próximo.
Compon
nentes nucleares repre
esentavam ccerca de 20
0% do fatura
amento da e
empresa.
Até sete
embro de 2
2013, segu
undo a AIEA
A, 82,7% d
dos reatore
es (359) em
m operação
o no mundo
o
tinham mais
m
de 20 anos de atividade. De
estes 183 un
nidades tinh
ham entre 20
2 e 30 anoss e 176 tem
m
mais de
e 30 anos de
d atividade. Estas frota
as terão qu
ue ser substtituídas por novos reattores ou porr
outra fo
onte de gera
ação. Parte da solução
o é ampliar a vida útil d
das usinas e
existentes, ttransferindo
o
o proble
ema do sup
primento de
e energia p
para o futurro. Segundo
o a WNA a
até 2030, 143 reatoress
devem ser
s fechado
os por términ
no da vida ú
útil.
Mesmo após o a
acidente na
a central nuclear de
e Fukushim
ma, no Jap
pão, muitoss governoss
eram a expa
ansão da en
nergia nucle
ear uma opçção à mudança climáticca e uma alternativa àss
conside
oscilaçõ
ões nos pre
eços dos pro
odutos enerrgéticos, alé
ém de ser u
uma proteçã
ão contra ass incertezass
do abasstecimento de combusstível fóssil. A expansã
ão mundial da energia
a nuclear exxige que oss
governo
os ajam de forma resp
ponsável e aplicar crittérios rígido
os de segurança na operação
o
de
e
instalaçções nuclearres.
Total de reatore
es: 434
Númerro de reatores
Nú
me
ro
de
rea
to
Anoss
Idade dos reatores e
em operação
fonte
e: IAEA Setem
mbro 2013
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clear – Nove
embro 2013
14
IV
V - Situ
uação
o atua
al da e
energiia nuc
clear e
em
a
algun
ns país
ses / rregiõe
es
A - Amé
éricas
Localização
o aproximada d
das usinas nuc
cleares na Amé
érica do Norte
e
A
A1 – Am
mérica do Norrte
dá
Canad
País
usinas em
m
operação
o
capacida
ade
atual (M
MW)
Canadá
19
14.385
5
usinas
s em
capac
cidade em
constru
ução constru
ução (MW)
0
0
energia gera
ada
2012 (TWH
H)
% do ttotal gerado
e
em 2012
90,984
15,30
A capaccidade insta
alada nuclea
ar total do país até 20
012 foi de 14.385 MW. As demaiss fontes são
o
hidráulicca, térmica,, nuclear, a
além de outtras como eólica,
e
biom
massa, biog
gás e solar.. O Canadá
á
tem 19 usinas nuccleares em operação ((17 delas e
em Ontário)) que produ
uziram 90.9
984 TWh ou
u
15,30% da energia
a elétrica do
o país em 20
012. Todos os reatoress são do tip
po PHWR - Pressurized
d
heavy w
water reacto
or.
Em sete
embro de 20
012, seguin
ndo processso de reform
ma e recone
exão da Cen
ntral Bruce (4 unidadess
PHWR), foi religada a usina Bruce
B
2 (772
2MW) que e
estava fechada desde 1995. As unidades 3 e
4 (730 MW cada) foram relig
gadas em 2004
2
e 2003
3 respectiva
amente e a unidade 1 (772 MW))
retornou
u ainda em 2012. A ussina Point L
Lepreau tam
mbém estavva sendo re
eformada e em outubro
o
de 2012
2 foi reconecctada à rede.
O plano
o de energia
a de longa duração pu
ublicado em
m novembro
o de 2010 prevê
p
pelo menos
m
duass
novas nucleares
n
(ccapacidade total de 2.000 MW) n
na região de Ontário (em Darlington onde já
á
existem
m outras 4 ussinas) e a re
eforma de o
outras 10 até
é 2020.
Em junho de 201
13 a Ontarrio Power G
Generation (OPG) reccebeu as o
ofertas de construção
o
detalhad
das, cronog
gramas e esstimativas d
de custos pa
ara os dois potenciais reatores nu
ucleares em
m
GP
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embro 2013
15
Darlingtton. As pro
opostas forram da We
estinghouse
e Electric Canadá
C
(AP
P1000) e S
SNC-Lavalin
n
Nuclearr/ Candu En
nergia. As ssubmissõess concluídass serão analisadas por uma equipe
e do OPG e
os ministérios da Energia, F
Finanças e Infraestrutu
ura de Onttário. A Comissão de Segurança
a
Nuclearr do Canad
dá também
m concedeu
u uma licen
nça de pre
eparação do local, ma
as nenhum
m
trabalho
o foi feito no
o site.
Ainda e
em 2013 foi também re
enovada po
or mais 5 an
nos a licençça de opera
ação dos se
eis reatoress
das usinas Pickering A e B q
que pertenccem à Onta
ario Power Generation
n (OPG) até
é agosto de
e
2018.
Em 201
13 a empre
esa Alstom foi selecio
onada para
a a reforma
a dos 4 geradores de
e vapor dass
turbinass da centra
al de Darlin
ngton (4x90
00 MW) em
m Ontario que
q
pertencem à Onttario Powerr
Generattion’s (OPG
G). Estes se
erviços são
o de longa duração e o custo ap
proximado sserá de 265
5
milhõess de euros (340
(
milhõe
es de dólares). As ativvidades com
mpreenderã
ão reforma de
d turbinas,
geradorres, e equipamentos auxiliares associadoss. O crono
ograma pre
evê que oss trabalhoss
comece
em na parad
da de manutenção no outono
o
de 2016 e a con
nclusão dass atividades é esperada
a
para 2024. Este é u
um dos maiores projeto
os de infrae
estrutura do Canada e ffacilitará o a
aumento da
a
vida útil da central.
á se tornou
u o primeiro país a se rretirar do Protocolo de Kyoto para
a mudançass
Em 2011 o Canadá
as uma vezz que não sseria capaz de atingir a
as metas prropostas de
evido à exploração dass
climática
reservass de Xisto (região
(
de A
Alberta) parra a produçção de óleo que aumentaria as em
missões em
m
15%. Esta decisão
o faz parte das estraté
égias energ
géticas do país uma vvez que ele
e é o maior
forneced
dor de óleo
o e gás pa
ara o merccado americcano e prettende aume
entar ainda
a mais este
e
suprime
ento.
AECL d
desenvolve de reator C
Candu Avançado (geraçção III) cujo
o projeto utiliza urânio enriquecido
o
ou tório, mas para o qual ainda
a não há un
nidades con
nstruídas.
O país p
possui proje
eto próprio d
de reatores (CANDU) parcialmente
p
e suportado
o pelo goverrno que, em
m
2010, de
ecidiu se affastar do ne
egócio, apóss ter aportad
do quase 2 bilhões de dólares dessde 2006 na
a
empresa
a AECL, n
no desenvo
olvimento d
da nova geração CA
ANDU. Esssa decisão deve-se a
dimensã
ão da divissão de reattores da AE
ECL que nã
ão é grand
de o suficie
ente para co
oncorrer no
o
mercado
o com gigantes do porte
p
da A
AREVA ou
Toshiba
a e General Electric.
Especia
alistas garan
ntiam que sem
s
a particcipação do
governo
o canadense seria difíccil a sobrevvivência da
tecnolog
gia CANDU
U, mas em ju
unho de 2011 o SNCLavalin Group asssinou aco
ordo de compra da
participa
ação do go
overno na divisão
d
de re
eatores da
AECL. D
De vital imp
portância no
o Canadá e no mundo
é o National Rese
earch Unive
ersal Reacttor - NRU,
reator o
operado pela
a Atomic En
nergy of Ca
anada Ltd AECL, localizado em Cha
alk River, entre as
provínciias de Queb
bec e de On
ntário, e que produzia
a metad
de dos isóto
opos médico
os no mundo
o.
NRU
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
em
C
Chalk
River
–
Canadá
(foto
AECL))
Pan
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clear – Nove
embro 2013
16
Esse re
eator enfren
ntou problem
mas de manutenção, ttendo sido fechado em
m 14/05/200
09 devido a
falhas e
elétricas e vazamento de água p
pesada. Fo
oram necesssários 15 m
meses de ccorreções e
manutenção. Em 17 de Agostto de 2010, após os re
eparos, o órrgão regulad
dor autorizo
ou o retorno
o
ao serviiço deste re
eator e o reinicio da pro
odução de radioisótopo
r
os a nível mundial.
m
Em Outubro de
e
2011 esste reator q
que produz também materiais
m
de pesquisa n
nuclear usa
ando neutro
ons recebeu
u
autoriza
ação para continuar
c
su
ua produçã
ão de radioiisótopos até
é 2016. Esste é o mais antigo do
o
mundo e se enconttra em operração desde
e 1953.
adá é um do
os maiores p
produtores de
d urânio no
o mundo. A empresa C
CAMECO é proprietária
a
O Cana
de diverrsas minas cuja produçção é exporrtada para vários
v
paísess. Como exxemplo pode
emos citar o
acordo de coopera
ação firmado
o com a Índ
dia para ab
bastecimento das centrrais nuclearres indianass
que entrou em vigo
or em 2013.
Resídu
uos Nuclea
ares
O Cana
adá prevê depósito geo
ológico proffundo - Dee
ep Geologicc Repositoryy (DGR), pa
ara resíduoss
nucleare
es de baixa
a e media radioativida
r
ade. Os trab
balhos de p
preparação do sítio, co
onstrução e
operaçã
ão estão prropostos pa
ara a região
o de Tiverton próximo
o ao sítio d
da Central B
Bruce. Este
e
depósito
o deverá ate
ender a todas as usina
as das centrrais de Brucce, Pickering
g e Darlingto
on.
Em 200
07, após esstudar as op
pções, o go
overno canadense deccidiu que to
odo o seu combustíve
c
el
irradiado
o seria sela
ado em con
ntêineres se
eguros e guardado em depósitos ssubterrâneo
os rochososs
para uso no futuro. Essas instalações se
erão um me
egaprojeto com
c
previsã
ão de gasto
os da ordem
m
de 20 bilhões
b
de d
dólares num
ma área de
e 10 hectare
es na supe
erfície e galerias a 500
0 metros de
e
profundidade. Oitto comunid
dades exp
pressaram interesse sendo trrês nas rregiões de
e
Saskatcchewan (Pin
nehouse, Pa
atuanak e C
Creighton) e cinco em O
Ontário. Esssas comunid
dades estão
o
no perío
odo de aprrendizado ssobre resídu
uo nuclear, que poderrá ser um legado para
a as futurass
geraçõe
es com as novas tecn
nologias nu
ucleares pa
ara recupera
ar e recicla
ar combustível que se
e
espera d
desenvolve
er nos próxim
mos 100 anos.
O órgão
o regulador do Canadá
á - Canadian
n Nuclear S
Safety Comm
mission (CN
NSC) criou um
u plano de
e
ação pa
ara todos o
os operadorres de quaisquer insta
alações nuccleares do p
país para q
que revisem
m
suas po
osturas e critérios de se
egurança, à luz dos evventos de Fukushima, ccom ênfase
e em defesa
a
em pro
ofundidade e mecanissmos de prevenção e mitigação
o de conse
equências de eventoss
adverso
os e severo
os em gerral. No plano os risscos externos tais com
mo eventoss sísmicos,
enchenttes, incênd
dios, furacõ
ões, etc. devem ser considera
ados e pllanos de emergência
a
atualiza
ados.
Os plan
nos de revittalização da
as usinas da
d central B
Bruce (em O
Ontário) con
ntinuam com
m o mesmo
o
cronogrrama, sendo
o que a unid
dade 2 deve
e retornar a operação no final de 2011 e a número
n
1 no
o
início de 2012. O custo finall será de U
US$ 5 bilhõ
ões. Os tra
abalhos para as dema
ais 6 usinass
começa
arão em 201
15.
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nejamento Estratégico
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17
Estad
dos Unido
os
País
us
sinas em
op
peração
capacidade
a
atual (MW)
Estados Unidos
100
98.560
usinas em capacidade em energiia gerada
% do total
construção construção ((MW)
2012
2 (TWH) gerrado em 2012
2
3
3.500
769
9,331
18,97
Os Esta
ados Unidoss são o pro
oprietário do
o maior parrque nuclea
ar do mundo
o, com 100
0 usinas em
m
operaçã
ão (67 PWR
Rs e 33 B
BWRs),ate m
maio de 20
013, que co
orrespondia
am a uma capacidade
e
instalada de 107.71
14 MW e prroduziram, e
em 2012, ce
erca de 770
0 TWh(e). Este valor co
orrespondeu
u
a cerca de 19% da
a energia do país e ce
erca de 32,8
8% de toda
a a energia nuclear no
o mundo em
m
2012. E
Este valor é ainda cerca de 70% da
d energia elétrica
e
gera
ada sem a produção d
de gases de
e
efeito esstufa.
A capaccidade insta
alada bruta se
s reduziu em
e 2013 (ju
unho) para 9
98.560 MW
W devido ao fechamento
o
de 4 ce
entrais (Kew
waunee em
m Wisconsin
n; Crystal R
River-3 na Florida e San
S
Onofre
e-2 e -3 na
a
Southerrn Californiia) devido às condiçções econô
ômicas dass usinas (não
(
seria econômico
o
remodelá-las) e da
a região on
nde estão in
nstaladas (o
o consumo não cresce
eu como essperado). A
retomad
da da consttrução da usina
u
Wattss Bar-2 no T
Tennessee (PWR 1.16
60 MW) ho
oje emprega
a
3.300 trrabalhadore
es da TVA C
Co. (Tennesssee Valley Authority C
Company). O projeto exxperimentou
u
aumento
o de custo
os e atraso
os de cron
nograma, m
mas a entrrega do co
ombustível nuclear de
e
fornecim
mento Westtinghouse já
á foi autorizada pelo NRC e o iniccio de opera
ação está previsto para
a
2015.
Em 2013 teve início a construção dos primeiros mod
delos AP1000 nos Esta
ados Unidoss (o modelo
o
foi aprovado no pa
aís pelo NRC
C em fevere
eiro de 2012) com as usinas Vogttle 3 e 4, no
o estado da
a
Geórgia
a, as prime
eiras unidad
des americcanas nova
as em maiss de 33 an
nos, com p
previsão de
e
operaçã
ão em 2018 e 2019 respectivamen
nte.
Trabalhad
dor solda um c
componente d
do
gerador de
d Vapor em Watts
W
Bar 2
( foto TVA
A)
Loca
alização e idad
de aproximada das usinas nuc
cleares americanas em opera
ação
h
http://www.nrrc.gov/reactorrs/operating/llist-power-rea
actor-units.httml
Segue-sse neste co
ontexto de novas consstruções as duas unida
ades novass na Centra
al de Summ
mer
com 2 ((dois) reato
ores AP100
00 (operado
or SCE&G),, na Carolina do Sul. A primeira de
eve entrar em
e
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
18
operaçã
ão em 2017
7 e a segund
da em 2019
9. Assim chega-se a 5 novos reato
ores em construção co
om
capacid
dade instalad
da de bruta de 6218 MW.
M
Houve n
nos últimos anos um grande aume
ento de cap
pacidade insstalada nos EUA devido
o à ampliaçção
da capa
acidade dass usinas que chegou, em
e maio de
e 2013, a 6
6.862 MW a
ainda que nenhuma
n
no
ova
unidade
e tivesse sid
do construíd
da. Isto reprresenta mais de 4 vezzes a futura Angra 3 (1.405 MW) e
em
construçção no Bra
asil. Neste processo a
algumas ussinas chega
aram a aum
mentar sua potência em
e
varias o
ocasiões differentes, já
á tendo sido
o analisada
as 148 soliccitações. Ainda estão pendentes de
análise outras 14 solicitações
s
(1.000 MW
W) e outras 3 poderão a
acrescentarr 180 MW a
ao sistema a
até
2017.
Cita-se também o programa p
para a escollha de novo
os sítios parra a localiza
ação de usinas nuclearres
nos Estados Unido
os (“Nuclearr Power 201
10”). Neste ccontexto exxistem 30 ussinas novass em processso
de licen
nciamento ccom suas C
COL (Consttruction and
d Operation
n License) e
em avaliaçã
ão pelo órg
gão
licenciad
dor – o NRC
C.
Localizaçã
ão aproximada
a das futuras usinas nucleares
American
nas (http://ww
ww.nrc.gov/rea
actors/new-
reactors/ccol/new-reacto
or-map.html)
Central d
de Vogtle 3
http://www.sou
utherncompany.com/what-doing
g/energyinnovation/nucclearenergy/galleryy/images/_highR
Rez/RW5_3261_
_wText.jpg
Outro fa
ato relevantte a ser cita
ado é o aum
mento da viida útil das usinas que
e está sendo estendida
a
para 60
0 anos. Nestte caso já são
s 73 unid
dades com vida útil am
mpliada, equ
uivalente a 66.735 MW
W
funciona
ando por m
mais vinte an
nos, sem oss custos de capital parra a constru
ução. Existe
em ainda 18
8
usinas e
em processso de amplia
ação de vida no NRC – Nuclear R
Regulatory C
Commission
n, e outras 9
que já iniciaram
i
o processo, mas não a
ainda não cconcluíram o envio de toda a doccumentação
o
necessá
ária. Sob este ponto d
de vista, no
os últimos 1
10 anos oss americano
os acrescen
ntaram uma
a
capacid
dade equiva
alente a maiis de 30 no
ovos reatore
es grandes operando por
p 40 anoss. Em 18 de
e
agosto d
de 2011 a d
diretoria da TVA aprovvou a retoma
ada da construção da unidade 1 (1260
(
MW PWR) d
da Central Bellefonte no estado do Alabam
ma. A construção dos reatores Be
ellefonte fo
oi
suspenssa nos anoss de 1980 q
quando a u
unidade 1 estava
e
a 90%
% completo
o e unidade
e 2 em 58%
%
completto. Atualmen
nte não há um cronograma válido
o para coloccar as usina
as em opera
ação.
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
19
A consttrução havia
a sido interrrompida de
evido à qued
da na dema
anda por en
nergia e ao
os custos. A
estimativa atual de
e custo é de
d 4,9 bilhõ
ões de dóla
ares. O rea
ator é um P
PWR de fab
bricação do
o
enharia e construção
c
já foram contratados à AREVA. A
Babcock & Wilcox e os serviçços de enge
c
de 50
0% comple
etas deverá estar pronta entre 20
018 e 2020,
usina cujas obras estão em cerca
sendo que
q as atua
ais obras só
ó se iniciam
m quando o combustíve
el de Watts Bar-2 (atua
almente em
m
construçção) estiverr carregado
o, para não acumular cconstrução de 2 usinas simultane
eamente. Já
á
estão trrabalhando neste projjeto 300 empregados da AREVA
A, todos baseados
b
nos Estadoss
Unidos.
Outra p
preocupação
o americana
a é com o combustíve
el para o seu parque. Neste sentido o NRC
C
autorizo
ou a operaçção (junho 2010)
2
das n
novas casccatas na fáb
brica da Ure
enco no No
ovo México.
Este é o primeiro e
enriquecimento america
ano pelo pro
ocesso de ccentrifugaçã
ão a gás.
Em 201
12, cerca de
d 48 milhõ
ões de librra-peso ou 83% do u
urânio total comprado por usinass
nucleare
es dos EU
UA era de origem estrangeira, de acordo ccom dados da Administração de
e
Informação de Ene
ergia-EIA do
os EUA. Alé
ém disso, m
mais de um tterço (38%)) do Urânio enriquecido
o
necessá
ário para fabricar ccombustível para os reatores americano
os foi forn
necido porr
enriquece
edores estra
angeiros.
Arkansas Nu
uclear One Generating Statiion
(Courtesy: E
Entergy Nuclea
ar)
Ainda em 2012, 84%
% do urânio estrangeiro
o
fornecido veio do
o Canadá
á, Rússia,
Austrália, Cazaquistã
ão e Namíb
bia. O resto
o
veio do Uzbequistão
U
o, Níger, África do Sul,
Brasil, Ch
hina, Malaw
wi, e na Ucrânia, EIA
A
afirmou. T
Também de
e 2012, um total de 52
2
milhões de quilos de hexafluoretto de urânio
o
(UF6) e ffoi entregue
e aos enriq
quecedores
na China
a, França, Alemanha
a, Holanda,
Rússia, Reino
R
Unid
do e Estad
dos Unidos.
Enriquece
edores no
os Estado
os Unidoss
receberam
m 62% das remesssas, e oss
restantes,, 38%, foi para
p
enrique
ecedores de
e
outros p
países. O p
preço médio
o desembo
olsado na co
ompra de sserviços de
e enriquecim
mento peloss
propriettários e ope
eradores de reatores nu
ucleares comerciais do
os EUA por SWU1(sepa
arative workk
unit - unidade
u
de trabalho sseparativo) foi $ 141,36, totaliza
ando 16 milhões SWU
U conforme
e
informou o EIA . Isso repressenta um ccusto total para os prroprietários e operado
ores de US
S
reatoress nucleares comerciaiss de cerca de US $ 2,3 bilhões.
Está pre
evisto tamb
bém o uso d
de combusttível óxido m
misto de urânio e plutô
ônio retirado
o de ogivass
nucleare
es desativadas (existem cerca de 7 tonelada
as de plutônio disponíve
el para tal fim)
f
e testess
estão em andamen
nto na usina
a Browns F
Ferry da TVA
A que receb
beu subsídio do Deparrtamento de
e
Energia
a americano
o (DoE) para
a usar este material em
m suas usina
as de potência.
O governo america
ano prevê u
um aumentto da participação nuclear de 50G
GW até 202
20. O plano
o
prevê garantias
g
de
e empréstim
mos no valo
or de US$ 5
54 bilhões, que se seg
guem ao co
ompromisso
o
assumid
do pelo pre
esidente Ob
bama que pediu ao C
Congresso q
que aprove
e uma ampla lei sobre
e
geração
o de energia
a e mudançça climática (com as em
missões de gases
g
causadores do e
efeito estufa
a
caindo 2
28% até 202
20), com inccentivos para que a en
nergia limpa se torne lucrativa.
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
20
O governo dos EU
UA diz que usinas que queimam ccarvão, pettróleo e gáss são a maior fonte de
e
emissõe
es de gasess de efeito estufa nos EUA, que em conjunto represen
ntam cerca de 40% de
e
toda a poluição
p
dom
méstica. Se
egundo a Ca
asa Branca os EUA vã
ão fazer um progresso contínuo na
a
redução
o da poluiçção de usinas de en
nergia a co
ombustível fóssil, liderando o processo no
o
desenvo
olvimento d
de tecnologias energétticas limpass, como o gás
g
naturall, energias renováveis,
tecnolog
gia de carvã
ão limpo e nuclear.
n
O acide
ente em Fukkushima parece não te
er afetado m
muito os ânimos nos EU
UA indo ape
enas até ass
revisõess de segura
ança que ttodos os pa
aíses estão
o realizando
o. Pesquisa
as de opiniã
ão entre oss
residenttes próximo
os a centraiss continuam
m muito favo
oráveis (80%
% pro ativid
dades das centrais).
c
Na
a
populaçção em gera
al 68% dos americanoss dizem que
e a segurançça das usin
nas nucleare
es do país é
alta. Esses valoress devem ain
nda ficar ma
ais favoráveis quando d
da divulgaçã
ão do relató
ório do NRC
C
e do Sa
andia National Laborattories (em a
avaliação p
por auditore
es independ
dentes) com
m uma nova
a
abordag
gem matem
mática sobre
e a dissipa
ação de rad
diação nas usinas am
mericanas e
em caso de
e
derretim
mento do nú
úcleo do rea
ator. Os dad
dos demonsstram valore
es muito me
enores de ra
adiação (da
a
ordem d
de 30 para 1) para o meio
m
ambien
nte e para o público em
m geral devvendo se co
oncentrar na
a
área da usina.
De acorrdo com um
m estudo do
o Electric Po
ower Resea
arch Institutte, lançado em fevereirro de 27 de
e
2012 exxistem locais potenciaiss nos EUA para
p
515 gigawatts (GW
W) de grand
des usinas nucleares e
201 GW
W de pequen
nas plantas. No estudo
o, 25 estado
os poderiam
m cada um ssuportar, no mínimo, 10
0
GW de grandes insstalações de
e reatores ssem maioress problemass de implantação. Foi d
definido que
e
uma "grande" usin
na de energ
gia nuclearr teria uma capacidade nominal de 1.600 MW,
M
e uma
a
planta d
de 350 MW
de "pequena" como te
endo uma capacidade
c
W, o que re
epresenta um
u pequeno
o
reator modular
m
ou u
um "grupo de
d pequeno
os reatores"
Constru
ução e pré-cconstrução para novoss reatores e
estão em an
ndamento em
e 5 sítios, esperando-se que a capacida
ade instalad
da passe d
dos 101 GW
W em 2010
0 para 109
9 GW em 2020.
2
Outro
o
exemplo
o é o acord
do que The Babcock & Wilcox Company e TV
VA assinara
am no qual se definem
m
os plano
os para pro
ojeto, licençça junto ao NRC e con
nstrução de
e até 6 reato
ores modulares (SMR-Small M
Modular Rea
actor) no síttio de Clinch
h River- Roane Countyy até 2020. Segundo o presidente
e
da conssultoria Lacyy Consulting
g Group (Brruce Lacy) as ameaças principaiss à energia nuclear noss
EUA co
ontinuam sendo o temp
po de constrrução, os cu
ustos de financiamento
o e o preço competitivo
o
do gás.
Nuclear Ene
ergy Institu
ute- Marvin Fertel divu
ulgou estud
dos nos quais não há
á
O presiidente do N
perspecctiva de aum
mento maio
or de custoss para nova
as usinas nos
n Estadoss Unidos em razão de
e
Fukushiima uma ve
ez que con
ndicionantess derivadas do ataque terrorista d
de 11 de setembro de
e
2001 já
á haviam trrazido modiificações de
e segurançça para estta indústria, que teve de instalarr
barreira
as e modifica
ações física
as variadas.
os Nuclearres
Resíduo
ados Unidoss tem previsão de um repositório definitivo d
de grande porte
p
para a deposição
o
Os Esta
de rejeitos radioativos de alta
a atividade que
q
atende
eriam, além da guarda do combusstível usado
o
nas usiinas de ge
eração de energia elé
étrica, todo
o o combustível usad
do pelos re
eatores doss
submarinos, porta aviões, e de
d qualquer outra instalação civil o
ou militar co
om reatoress nucleares.
Esse re
epositório seria em Yu
ucca Mounttain, Nevad
da. Em 20
010, o NRC
C decidiu abandonar o
projeto (após gasto
os mais de 9 bilhões de
d dólares).. O NRC já
á definiu qu
ue tais resíd
duos podem
m
ser armazenados ccom segurança no próp
prio sitio dass centrais por
p pelo men
nos mais 60
0 anos apóss
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
21
o términ
no da vida ú
útil da usina
a. Em agosto
o de 2013 a Corte de A
Apelações d
do Distrito d
de Columbia
a
ordenou
u que o NRC
C retomassse a revisão
o do pedido de licença para constrruir e operar o depósito
o
de resíd
duos nucle
eares no síítio de Yuccca Mountain, conform
me solicitaçã
ão do DoE
E. Com isto
o
continua
a pendente a decisão de como e quando o país resolvverá a quesstão dos seus resíduoss
nucleare
es. A pollítica governamental americana
a pode esstar se en
ncaminhand
do para o
reprocessamento d
do material irradiado.
i
Resíduo
os de alta ativid
dade armazen
nados nas centtrais nucleares
s americanas por estado
1. Nota
a:
SWU -Trrabalho de separação
s
r
representa
o esforço necessário p
para separar o U235 e U238. Ele é
medido e
em quilogra
amas de trab
balho de se
eparação (kg
g SW).
co
Méxic
País
usinas em
m
operação
o
capacid
dade
atual ((MW)
usin
nas em
cons
strução
ca
apacidade em
m
co
onstrução (MW
W)
energia
a gerada
2012 (TWH)
(
%d
do total gerad
do
em 2012
México
2
164
40
0
0
8,4
412
4,7
m 2 usinas e
em operaçã
ão (Laguna Verde 1 e 2 BWR, 820
0
O Méxicco possui uma central nuclear com
MW, ca
ada) localiza
adas em Ve
era Cruz, cu
uja produção
o de eletriciidade, em 2
2012, foi de 8,412 TWh
h
ou 4,7%
% da energiia elétrica d
do país. O proprietário
o e operado
or da centra
al é a empresa estata
al
Comisio
on Federal de Electriccidad (CFE
E) que tem
m o domínio
o (cerca de
e 2/3) da capacidade
e
instalada no sistem
ma elétrico m
mexicano, in
nclusive a trransmissão e parte da d
distribuição
o.
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
22
Laguna Verde – Méxiico
(Imagem
m Comision F
Federal de Ele
ectricidad -CF
FE)
As longas parad
das para ampliação
a
de
potência
a em 20% e outras manutençõ
ões,
terminad
das em ag
gosto de 2010
2
as du
uas
usinas ((Laguna Ve
erde-1 e -2) fizeram ca
air o
percentual de participação
p
da enerrgia
nuclear no total da energia do país.
O país tem planos de constru
uir mais usin
nas
nos pró
óximos anos, sendo q
que a prime
eira
deverá estar na re
ede em 2021. As usin
nas
futuras (previsão d
de 10) devverão ter en
ntre
1.300 e 1.600 MW
W com teccnologia a ser
definida
a.
A Coréia do Sul tem planos de participarr deste dese
envolvimentto mexicano
o através de
e acordos e
joint ven
ntures, uma
a vez que o México prretende alca
ançar 35% de capacid
dade em en
nergia limpa
a
até 2024
4 (aí incluíd
das as novas nuclearess).
A matrizz elétrica é bem diverssificada com
m o gás sup
prindo aproxximadamente 49%, o ó
óleo 20%, o
carvão 12.5%, a hidroeletricid
dade 10.5% e a nuclea
ar 4,7% em 2007, confforme dados da WNA.
O consu
umo de ene
ergia per capita é cerca
a de 1.800 kkWh/ano. O país é o sé
étimo maiorr exportadorr
mundiall de petróleo
o, mas não possui mina
as de urânio
o em opera
ação. O paíss tem ainda reatores de
e
pesquissa e assin
nou acordo
os de coo
operação ccom o Canadá na área de p
pesquisa e
desenvo
olvimento.
Todo o combustíve
el nuclear n
no México é proprieda
ade do gove
erno, que ttambém é rresponsáve
el
ntral Laguna
a Verde ele
es estão gua
ardados no próprio sítio
o
pela gesstão dos ressíduos. No caso da cen
das usin
nas.
O Secre
etário Mexiccano de En
nergia - José
é Antonio M
Meade, o go
overnador d
do Estado d
de Veracruzz
Javier D
Duarte (onde
e se localizam Laguna
a Verde 1 e 2), e os rep
presentante
es da Comissión Federa
al
de Elecctricidad, ju
untos com os técniccos da Co
omisión Nacional de Seguridad Nuclear y
Salvagu
uardas (CNS
SNS) realizaram uma iinspeção ge
eral nas dua
as usinas m
mexicanas. E
Em relatório
o
garantirram que ass condições de operaçção da centtral não insspiram maio
ores cuidados e que a
energia nuclear no México tem futuro,, mesmo não
n
se pre
etendendo construir nova centra
al
amente.
imediata
Segundo o Secrettário a tecnologia nucclear funcio
ona muito bem no México,
M
messmo com o
histórico
o de terremo
otos do paíss que, ele a
argumenta, ttem soluçõe
es técnicas viáveis, lem
mbrando serr
mais diffícil lidar co
om as questões sob a perspectiva
a política do
o tema. O Ministro
M
de Energia do
o
país Jorrdy Herrera
a recomendo
ou a expanssão nuclearr como partte do plano estratégico
o 2026, mass
devido à
às grandes reservas de
e gás natural do país e aos seus baixos
b
preçços a expansão nuclearr
é agora menos atra
aente e devverá ser prottelada por m
mais de 3 an
nos.
a em níveis variados, d
dependendo
o do partido político.
O congrresso mexiccano apoia a tecnologia
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
23
A
A2 – Am
mérica do Sul
Localização apro
oximada das u
usinas nucleare
es na América
a do Sul
Argen
ntina
País
Argentina
usinas em
m
operação
o
2
capacida
ade
atual (M
MW)
935
usinas em
constru
ução
1
capac
cidade em
construção (MW)
6
692
energia gera
ada
2012 (TWH
H)
5,902
% do to
otal gerado
em
m 2012
4,7
A Argen
ntina possu
ui 2 usinas nucleares em operaçção (Atucha
a 1- PHWR
R, 335 MW e Embalse
e
PHWR, 600 MW), cuja produ
ução de ele
etricidade, em 2012, ffoi de 5,90
02 TWh ou 4,7 % da
a
energia elétrica do
o país. No m
mesmo sítio
o de Atucha
a 1, em Lim
ma, a cerca de 100 km de Buenoss
Aires, e
está em con
nstrução Attucha 2 - P
PHWR, 692 MW. O PH
HWR Emba
alse é de fo
ornecimento
o
canaden
nse (reatorr CANDU) e os Atuch
ha 1 e Atu
ucha 2 são
o de forneccimento da
a Alemanha
a
(KWU/S
Siemens e ssucessoras). A produçção de elettricidade de
e fonte nucllear na Arg
gentina vem
m
caindo nos últimoss anos em cconsequênccia do fraco
o desempen
nho da maiss antiga das usinas do
o
país, Attucha 1. As
A obras de
e Atucha 2 começaram
m em 1981
1, foram pa
aralisadas em 1987 e
retomad
das em 2006. A constru
ução termin
nou em sete
embro de 20
011 e a usin
na se encon
ntra em fase
e
de teste
es pré opera
acionais que
e devem terrminar no se
egundo trim
mestre de 20
013.
Em junh
ho de 2012 o país com
mpletou a prrodução da água pesad
da (600mt) necessária a operação
o
inicial de
d Atucha 2, na centtral de Neu
uquen (Neu
uquen Engineering Se
ervices Co)), conforme
e
informou o Ministro
o de Planeja
amento.
entina assin
nou em ago
osto de 2011, um contrrato com o Canadá (SNS-Lavalin-O goverrno da Arge
Candu E
Energy) parra as ativida
ades de am
mpliação de vida em ma
ais 30 anos da usina Embalse que
e
começo
ou a operação comercia
al em janeirro de 1984.. São 7 con
ntratos no va
alor de 444 milhões de
e
dólares (US$ 240
0 milhões financiado
os pela Co
orporação Andina de
e Fomento
o-CAF) que
e
endem tran
nsferência d
da tecnologiia canadensse e desenvvolvimento da indústria
a local para
a
compree
fabricaçção de com
mponentes n
nucleares. O custo tota
al do projeto é de US$
$1.366 milh
hões (sendo
o
que a diferença serrá gasta com
m contraçõe
es no merca
ado argentino. Pretend
de-se ainda aumentar a
capacid
dade de geração da usina.
u
Nesta linha, em
m agosto de 2010, foi contratado
o (empresa
a
canaden
nse L-3 Mapps) um sim
mulador de escopo tota
al para Emb
balse já obje
etivando o aumento
a
de
e
vida útil.
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
24
Além dissto, o país, antes de co
omeçar uma
a concorrên
ncia internaccional, está em converssações com
m
vários ffornecedore
es (Canadá
á, França, Rússia, China,
C
Japã
ão e USA) para a definição da
a
tecnolog
gia e/ou dos prazos de mais dois reatores de geração elétrrica, sendo
o um deless
provave
elmente no sítio de Atu
ucha. A Rú
ússia (Rosa
atom ) inform
mou em outtubro de 20
012, atravéss
de seu diretor ge
eral, , Kirill Komarov, que sem dúvida irá participar da concorrrência para
a
suprime
ento da nova
a usina Atuccha 3.
A políticca de diverssificação en
nergética em
mpreendida pelo país rreduziu forte
emente a dependência
a
de petrróleo que e
existia nos anos de 1
1970, caind
do de 93%
% para 42%
% em 1994 e estando
o
atualme
ente em cercca de 52%.
Nesste contexto
o na Provín
ncia de Buenos Aires,
na localidade
e de Lima
a, a Arge
entina está
á
con
nstruindo o CAREM - Central Argentina de
e
Elementos Mo
odulares, p
protótipo de
e reator de
e
dessign argenttino propossto pela empresa
e
de
e
tecn
nologia INV
VAP, que po
oderá ser u
usado como
o
gerrador de e
eletricidade (27MWe), reator de
e
pessquisa com
m até 100M
MWt ou desssalinizadorr
com
m potência a
até 8 MWe em cogeraçção.
Aparência
a do Reator CA
AREM desenvolvido pela INVA
AP
(Imagem: Invap)
http://www
w.invap.net/nuc
clear/carem/des
sc_tec.html
Há também a prevvisão de construção de
e submarino
o de propullsão nuclea
ar conforme informou a
ministra
a da Defesa
a Nilda Garrré em junho de 2010 usando estta mesma ttecnologia q
que poderia
a
operar já em 2015 (5 anos anttes do proje
eto brasileiro
o).
O interccambio ene
ergético, principalmentte com o B
Brasil, ocorrre conforme
e a disponibilidade de
e
cada pa
aís fornecer o insumo.
Os operradores de Atucha 1 re
ecebem treinamento no
o simuladorr da Eletronuclear em Mambucaba
M
a
- Angra
a dos Reis e os de E
Embalse são
o treinadoss no simula
ador da Hid
dro-Quebec na Central
Nuclearr de Gentille
e-2 no Cana
adá.
Em ma
aio de 2013
3 foi assina
ado o acorrdo entre Argentina
A
(INVAP) e Brasil (CNE
EN) para o
fornecim
mento de en
ngenharia b
básica para o RMB (re
eator multi p
propósito brrasileiro). O reator será
á
similar a
ao OPAL insstalado pelo
os argentino
os na Austrá
ália.
O acidente japon
nês e sua
as consequ
uências esstão sendo
o cuidadosa
amente an
nalisados e
compara
adas aos projetos de ccentrais na Argentina como
c
parte do processso de melho
ora contínua
a
das me
esmas confo
orme inform
ma a Autoridad Regula
atoria Nuclear Argentiina (ARN) que poderá
á
incorporrar alguma modificação
o que conssidere pertin
nente. Devid
do à sua loccalização as usinas do
o
país não
o estão suje
eitas aos evventos do Ja
apão segundo a ARN.
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
25
Brasill
País
usinas em
m
operação
o
capacida
ade
atual (M
MW)
usinas em
constrrução
capacidade em
cons
strução (MW)
energia ge
erada
2012 (TW
WH)
% do total
gerad
do em 2012
Brasill
2
1.990
0
1
1.405
16,086
6
3,2
O Brasiil é décimo consumido
or mundial de
d energia e a oitava economia em termos de produto
o
interno bruto, sendo o segundo não perte
encente à OECD, atrás apenas da China.
O Brasil tem duas u
usinas nucleares em operação (Angra 1- PW
WR, 640 MW
W e Angra 2 PWR, 1350
0
MW) cu
uja produção
o de eletriciidade, em 2012,
2
foi de
e 16,086 TW
Wh ou 3,2%
% da energia
a elétrica do
o
país e uma
u
usina e
em construçção (Angra 3 PWR, 1.4
405 MW) co
om obras iniciadas em 2010, apóss
ampla n
negociação com a prefe
eitura de An
ngra dos Re
eis com resp
peito à licen
nça de uso d
do solo e ass
compen
nsações am
mbientais e sociais cujo montante
e de investiimentos che
ega a 317 milhões de
e
reais. A conclusão esta previstta para 2018.
Angra 3 – status de co
onstrução do E
Edifício do Reattor
gosto 2013 - foto Eletronuclea
ar)
(Ag
Em 28 de setembro d
de 2013, co
ompletaram-nos desde que a usin
na Angra 2
se 13 an
atingiu 10
00% de sua
a potência nominal. A
produção de energia elétrica da usina neste
e
período ultrapassou 115 milhõe
es de MWh.
Toda estta energia seria suficciente para
a
abastecerr a cidade d
do Rio por nove anos;
São Paulo
o, por seis; e Brasília, p
por mais de
e
duas déca
adas.
O Brasil é eminente
emente aba
astecido porr
energia hiidrelétrica (6
66,91% de capacidade
e
instalada) cuja geração repressentou maiss
de 90% d
do total em
m 2012. Espera-se um
m
forte crescimento ecconômico atté 2030, da
a
mesma forma, grande aumento do
o
consumo de energia elétrica. Oss planos de
e
expansão
o da matrriz elétrica
a brasileira
a
(conforme
e dados da Empresa d
de Pesquisa
a
Energética
a - EPE)) preveem além da
a
construçção de usin
nas com outtras fontes de combusttível, a consstrução de 4 a 8 usina
as nuclearess
num horizonte até 2030, localiizadas no nordeste
n
en
no sudeste d
do país. De
efinições de sítios, tiposs
or e outras questões e
estão em esstudos no p
país atravéss da Eletrob
bras Eletron
nuclear e da
a
de reato
EPE.
Em term
mos de com
mbustível no
n Brasil ass estimativa
as das resservas de S
Santa Quité
éria (Ceará))
chegam
m a 142,5 mil
m tonelada
as de urâniio. O país tem ainda em produçção a mina de Caetité
é
(Bahia) que está ampliando a produção. Prospectar o território é o desafio
o que ainda precisa serr
vencido
o, mas as exxpectativas são promisssoras.
O Brasil tem ainda
a quatro rea
atores de pe
esquisa, doiis em São Paulo,
P
um e
em Minas G
Gerais e um
m
o. O maior deles é ussado para produzir ra
adioisótoposs, que são usados na
a
no Rio de Janeiro
GP
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nejamento Estratégico
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E
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clear – Nove
embro 2013
26
indústria
a e na medicina. Dentrre as diverssas aplicaçõ
ões médicass desses elementos, destacam-se
e
os marccadores em exames dia
agnósticos e os para trratamento de tumores.
e necessita
a
O Brassil não é autossuficiiente em radiofármaccos, imporrtando partte do que
principa
almente o m
molibdênio--99. O fornecimento hoje
h
é ince
erto com ap
penas três produtoress
principa
ais: Canadá
á, a Holanda
a e a África
a do Sul. A Argentina também pode ser forrnecedor do
o
material para o Bra
asil, podend
do chegar a 30% do ne
ecessário. O Reator Multipropósito
o Brasileiro-RMB cu
ujo projeto sse encontra em fase de
e concepção
o e que ficará localizad
do em Iperó, ao lado do
o
al Aramar, conforme a CNEN, será uma solu
Centro Experiment
E
ução para este problem
ma.
Em sete
embro de 2010
2
a Agên
ncia Interna
acional de Energia
E
Atômica (AIEA
A) aprovou p
proposta da
a
Divisão de Radiofá
ármacos do
o Instituto d
de Engenha
aria Nuclea
ar (IEN), no
o Rio de Ja
aneiro, para
a
estudar a viabilidad
de de um m
método alte
ernativo e mais
m
econôm
mico de pro
odução do iodo-124.
i
O
radioisó
ótopo vem ssendo pesq
quisado em vários paísses para usso na tomo
ografia por emissão de
e
pósitron
ns (PET), co
onsiderado o exame de
e imagem mais
m
modern
no da atualid
dade.
Na área
a de formaçção de pesssoal especia
alizado a US
SP (Universsidade de S
São Paulo) vvai criar até
é
2012 (a
aulas se inicciando em 2013) um curso de engenharia nuclear
n
na área vizinh
ha ao RMB.
Este é o segundo curso de en
ngenharia n
nuclear em universidad
de pública no
n Brasil, o primeiro fo
oi
criado n
na UFRJ em 2010. Esstes cursoss abrangem
m a tecnolog
gia nuclear como um todo e não
o
somente
e a engenh
haria nuclea
ar. Na UFR
RJ existe ain
nda um currso pós-grad
duação em nuclear no
o
COPPE
E-UFRJ. Na
a Universidade Federa
al de Pern
nambuco há
á um curso
o de energ
gia no qua
al
também
m é tratada a parte nuclear da gera
ação de ene
ergia.
O Brasil e a Argenttina em 201
11 resolvera
am ampliar seu acordo
o de coopera
ação nuclea
ar, assinado
o
em 200
08, para a construçã
ão de doiss reatores de pesqu
uisa. Essess reatores serão tipo
o
multipro
opósito e sserão usados para a produção de radioissótopos, tesstes de irrradiação de
e
combusstíveis e materiais e pessquisas de nêutrons.
Em julho 2012 foi iiniciado o projeto
p
básicco de engen
nharia do Submarino
S
c
com
Propulssão Nuclear
Brasileirro – SN BR
R. Este pro
ojeto básico
o deve levar três anoss após a qu
ual se inicia
a a fase do
o
projeto detalhado, simultanea
amente com
m a construçção do submarino, em
m 2016, no e
estaleiro da
a
Marinha
a que está ssendo consstruído em Itaguaí
I
(RJ)). O contratto chega a 21 bilhões de reais. O
término da construção para a operação experimenta
e
al do reator nuclear e da
d respectivva planta de
e
ão (LABGE
ENE) está estimado pa
ara 2014. A conclusão da construçção do prim
meiro SNBR
R
propulsã
está pre
evisto para 2
2020.
O goverrno brasileirro aprovou em agosto de 2012 a criação da empresa esstatal Amazzônia Azul –
AMAZU
UL destinad
da a promo
over, desen
nvolver, ab
bsorver, tra
ansferir e manter
m
as tecnologiass
necessá
árias ao pro
ograma nucclear e as attividades re
elacionadas aos trabalh
hos da Marinha quanto
o
a propu
ulsão do submarino nu
uclear. A AM
MAZUL tam
mbém deverrá ajudar a criar novass empresass
para o setor
s
nuclea
ar oferecend
do assistênccia técnica sse necessária.
espeito às cconsequênccias do acid
dente nuclear em Fuku
ushima, apó
ós revisõess técnicas a
Com re
Eletronu
uclear, emp
presa que cconstrói e o
opera as ussinas nucle
eares brasile
eiras, inicio
ou as açõess
para reduzir possííveis riscoss que as ussinas puderem estar submetidas
s
s no caso d
de acidente
e
severo.
Com ba
ase nos conhecimentoss atuais, um
m evento sim
milar ao japo
onês não po
oderia ocorrrer no Brasil
porque o país está
á distante das
d bordas da placa te
ectônica que
e o abriga, as placas do
d Atlântico
o
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nejamento Estratégico
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embro 2013
27
Sul e da
a África se afastam en
nquanto as do Japão sse chocam e o tipo de sismo do A
Atlântico Sul
não provoca tsunam
mis.
Chile
O Chile importa 70
0% de sua e
energia sen
ndo a maior parte produ
uzida por hidrocarbone
etos. O paíss
não posssui reatore
es nucleare
es de potên
ncia, mas ttem dois re
eatores de pesquisa. O país tem
m
desenvo
olvido estud
dos para verificar a posssibilidade d
de construir uma usina de geração
o de energia
a
e está cooperando
c
o com a AIE
EA em progrramas de autoavaliaçã
ão para se preparar
p
para as novass
construçções.
Em feve
ereiro de 20
011 foi asssinado acord
do de coop
peração nucclear com a França co
om foco em
m
treiname
ento nuclea
ar dos cientistas e profissionais
p
s chilenos, incluindo projeto, co
onstrução e
operaçã
ão de centra
ais nucleare
es de potên
ncia. O acordo também
m inclui min
neração de urânio para
a
suprir oss reatores franceses.
f
O Minisstro de Min
nas e Energ
gia chileno, Laurence Golborne, atesta que
e o Chile d
dobrará sua
a
necessidade de en
nergia nos próximos 12 anos. O país vem te
entando equilibrar sua
as fontes de
e
energia que nos a
anos noven
nta era basseada em h
hidroeletricidade. Estas fontes prrecisam ser
diversificadas devid
do, principa
almente, às secas ocorrridas nos ú
últimos anoss (reservató
órios vazios))
que gerrou instabilid
dade de sup
primento de
e energia elétrica. A so
olução do gá
ás natural n
não atendeu
u
a esta n
necessidade
e e o país está se volta
ando para a energia nucclear.
Após o acidente de Março no
o Japão, o Chile não m
mudou de o
opinião sobre a energiia nuclear e
vem de
emonstrando através de seu prresidente - Sebastián
n Piñera que energia
a nuclear e
terremo
otos não são
o excludenttes. Esta po
osição do g
governo se deve a pre
eocupação forte com a
escasse
ez de energ
gia no paíss e a expe
eriência acu
umulada co
om a opera
ação de 2 reatores de
e
pesquissa (desde oss anos 70) que
q são usa
ados para e
estudos méd
dicos. Tais reatores ressistiram aoss
fortes tterremotos que já assolaram o país. Novos estudoss em energ
gia nuclearr estão em
m
andame
ento.
A maiorria da população chilen
na não apoia
a esta posiçção.
Venez
zuela
A Vene
ezuela não possui ce
entrais nuclleares, mass o campo
o nuclear não
n
é com
mpletamente
e
desconh
hecido pelo
o país. O Instituto Vene
ezolano de Investigaciiones Científicas, IVIC operou um
m
reator de pesquisa de 3MWt d
de 1964 até 1994 para a produção
o de radioisó
ótopos para
a a indústria,
medicina e agricultura. Em N
Novembro d
de 2010 a Assembleiia Nacionall do País rratificou um
m
ação com a Rússia para
p
trabalh
har um rea
ator de pessquisa e um
m reator de
e
acordo de coopera
potência
a. O acord
do prevê o desenvolvvimento de pessoal co
om treinam
mentos em segurança,
proteção
o ambiental, regulação
o, proteção radiológica e de salvag
guardas, mas por hora
a o país não
o
demonsstra outros in
nteresses n
na energia n
nuclear.
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embro 2013
28
B – Euro
opa
Localiização aproxim
mada das usin
nas nucleares n
na Europa
A enerrgia nuclearr representa
a 30% da eletricidade suprida
s
na União Euro
opeia como um todo. A
política nuclear differe de país para país e em alguns (ex. Áustria,
Á
Irla
anda, Estôn
nia) não há
á
nenhum
ma usina de
e geração em
e operaçã
ão. Em com
mparação a França te
em grande número de
e
usinas e
em 19 sítioss diferentes.
O Consselho Europeu (The E
European C
Council) ad
dotou norm
ma quanto à gestão de
d resíduoss
radioativvos de qua
alquer fonte
e e combu
ustível irrad
diado e sollicitou que os estados membross
informem quais sã
ão os respe
ectivos prog
gramas naccionais para
a lidar com o tema até 2015. Oss
o guardar o
ou reprocesssar seus ressíduos e co
omo o farão, quanto va
ai
países tterão que definir se vão
custar, e
etc., não po
odendo mais aplicar a política de “esperar pa
ara ver” (wa
aiting and se
ee) utilizada
a
até aqui. Países po
oderão se u
unir para um
ma solução, mas ela te
erá que serr verificada e aprovada
a
pela AIE
EA.
Não se
erá permitido exportar seus resíd
duos para países que
e não dispo
onham de repositórioss
adequad
dos nem para os p
países da África, do Pacifico, do Caribe
e e para a Antártica
a
(http://ec.europa.eu
u).
A Europa tem 196 reatoress nuclearess em opera
ação em 14
4
paíse
es e muitos deles estã
ão buscando a extensão de suass
vidas úteis. Apóss o acidente
e de Fukush
hima a Uniã
ão Europeia
a
(UE) através de diversas en
ntidades esttabeleceu u
um plano de
e
verificcação da se
egurança da
as centrais no bloco, m
mantendo a
segurrança energ
gética. Este
es testes co
omeçaram e
em junho e
são ccompostos d
de três fase
es: na prime
eira uma prré-avaliação
o
é feita
a pelo operador ao ressponder a u
um question
nário da UE,
na se
egunda parrte as resp
postas são avaliadas pelo órgão
o
regula
ador do país e na tercceira a ava
aliação é re
ealizada porr
um co
omitê de esspecialistas internacion
nais. Existem
m 19 novoss
reatorres em consstrução no ccontinente.
As quesstões dizem
m respeito a
a: capacidad
de de resisttir a desastrres naturaiss tais como terremotos,
tsunamiis, enchentes ou outra
as condiçõe
es naturaiss extremas; ser capazz de resistirr à eventoss
provoca
ados pelo h
homem, sejam elas po
or terrorismo ou descu
uido (explossões, queda de avião,
incêndio
os); e as me
edidas preventivas que
e são tomad
das para evitar e/ou mittigar esses e
eventos.
A Europ
pa não tem
m fontes sig
gnificativas de urânio e 80% do material qu
ue alimenta
a as usinass
europeia
as vem da R
Rússia, Cazzaquistão, C
Canadá, Austrália e Níg
ger.
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
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embro 2013
29
Em junh
ho de 2011 a Foratom
m- Associaçã
ão da Indússtria Nuclea
ar Europeia emitiu um relatório de
e
estudo para auxilia
ar a estabe
elecer a basse de uma matriz ene
ergética seg
gura, comp
petitiva e de
e
emissão de gases-estu
ufa no con
ntinente noss próximos 40 anos, no qual co
oncluiu que
e
baixa e
qualque
er seja o ce
enário para alcançar o objetivo de
e baixa emisssão neste prazo, todo
os precisam
m
incluir a energia nu
uclear. Em 4 de outubro de 2012 a Comissã
ão Europeia
a Pós-Fukusshima listou
u
as princcipais recom
mendações para a melhoria da se
egurança das usinas n
na Europa d
decorrentess
dos testtes de estre
esse realiza
ados. No seu relatório a
ao Conselho
o e ao Parla
amento Eurropeu foram
m
resumid
dos os resultados de 18 meses de
e avaliaçõe
es de segura
ança e risco
o abrangen
ntes em 145
5
unidade
es de energiia nuclear n
na UE, e traççando plano
os para açõ
ões subsequ
uentes.
Os operadores de usinas nuccleares terã
ão que invesstir um valo
or entre 10 e 25 bilhõe
es de euross
ente entre 13 e 32,5 bilhões de dólare
es) para fa
azer atualizzações de segurança
a
(atualme
recomendadas pello teste de
e estresse pós-Fukush
hima da UE
E e do pro
ocesso de revisão porr
especia
alistas. As re
ecomendaçõ
ões são as seguintes:
• A análise sísmicca do sitio n
nuclear deve
e ser basea
ada em terre
emotos com
m uma proba
abilidade de
e
meno
os de uma
a vez em 1
10.000 ano
os, levando em consid
deração o terremoto mais grave
e
duran
nte esse pe
eríodo.
• A me
esma abordagem de 10
0.000 anos deve ser ussada para graves inund
dações.
• A ressistência síssmica deve
e ser calculada usando
o um pico d
de aceleraçção mínima do solo de
e
0,1g,, e o projeto
o da planta deve ser ca
apaz de ressistir a um te
erremoto qu
ue produzir aceleração.
Esta é uma reco
omendação da AIEA.
• Os e
equipamento
o necessáriio para lidar com os acidentes
a
de
evem ser armazenados em locaiss
devid
damente pro
otegidos contra eventos externos.
• Deve
e ser instala
ada ou melh
horada a insstrumentaçã
ão sísmica d
do local.
• O pro
ojeto da pla
anta deve da
ar aos operradores pelo
o menos um
ma hora parra restaurarr as funçõess
de se
egurança ap
pós a falta d
de energia e / ou perda
a de refrigerração.
• Os procedimenttos operacio
onais de em
mergência de
evem cobrirr todos os estados da p
planta.
diretrizes de
e gestão de
e acidentess severos ta
ambém devve abrangerr todos os estados da
a
• As d
plantta.
• As m
medidas passivas, co
omo recom
mbinadores passivos de hidrogênio (H2) "ou outrass
altern
nativas rele
evantes" devvem estar disponíveis
d
ara evitar exxplosões de
e hidrogênio
o
no local pa
ou ou
utros gasess combustíve
eis em caso
o de acidenttes seveross.
• Os sistemas de ventilação devem
d
esta
ar disponíve
eis para filtra
ar adequada
amente a co
ontenção.
b
da sala de controle de emergência deve estar disponível no caso de
e a sala de
e
• Um backup
contrrole princip
pal se tornar inabitávvel devido à radiação
o, incêndio ou perigo
os externoss
extre
emas.
http://ec.europa.eu/en
nergy/nuclearr/safety/doc/sswd_2012_02
287_en.pdf
Alema
anha
País
Alemanh
ha
usinas e
em capacidad
de usinas e
em capacid
dade em
operaçã
ão atual (MW
W) construç
ção construç
ção (MW)
9
12.068
0
0
energia líquida
ge
erada 2002 (T
TWH)
% do
o total gerado
o
em 2012
94,098
16,10
A Alema
anha tem uma
u
capacid
dade elétricca instalada total de 16
61.570 WW, com uma capacidade
e
nuclear de 12.068 MW nas 9 usinas au
utorizadas a operar (e
existem 17 usinas, mas apenas 9
efetivam
mente geram
m energia, visto
v
que oito delas - K
Kruemmel, Brunsbuette
el, Biblis A e B, Isar 1,
Neckarw
westheim 1, Unterwese
er e Phillipssburg 1- se encontram desligadass por razõess políticas e
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
30
legais d
do país. Fora
am geradoss por fonte nuclear
n
94,0
098 TWh em
m 2012, o q
que represe
entou 16,1%
%
da enerrgia gerada no país.
O custo pa
ara substitu
uir a energ
gia elétrica
a
g
gerada pela
as usinas nucleares alemãs em
m
fu
uncionamen
nto por en
nergia reno
ovável seria
a
a
alto necessittando de su
ubsídios do governo da
a
m
maior econo
omia da Eu
uropa. A ma
atriz elétrica
a
d
do país é diversificcada com o carvão
o
re
epresentando aproxim
madamente 50%, o gáss
12%, o ventto 6%, e ou
utras fontes completam
m
o quadro, allém dos ma
ais de 25% de nuclearr.
A Alemanha
a exportava
a mais enerrgia do que
e
im
mportava, p
porém este quadro mu
udou após o
d
desligamentto dos 8 re
eatores. Alé
ém disso, o
p
país é um dos maio
ores imporrtadores de
e
e
energia prim
mária no mundo.
Também
m não está
á claro com
mo o país cumprirá se
eus compro
omissos de
e reduzir as emissõess
naciona
ais de CO2 se desativa
ar todos oss seus reato
ores. Os allemães sub
bsidiaram fo
ortemente a
energia solar e tam
mbém fizera
am uma grrande apostta na energ
gia eólica, e em ambo
os os casoss
do com o apoio, em ca
ausa de falta de sol ou vento, de
e eletricidad
de importada de fontess
contand
nucleare
es na Françça, Republicca Checa e Rússia. Attualmente planejam construir uma longa linha
a
de tran
nsmissão desde a Su
uécia para importar e
energia de base prod
duzida pelo
os reatoress
nucleare
es daquele país. Uma vez que o consumo in
nterno é de
e 6.300 kWh
h/ano per ca
apita (cerca
a
de 3 vezzes o brasileiro) e não diminuiu essta se torno
ou uma quesstão de difíccil solução. É injusto se
e
conside
erar livre de energia nuclear qu
uando, na prática, há
á uma tercceirização das usinass
nucleare
es.
Em 201
10, depois d
de demorad
das discusssões no con
ngresso, foii aprovada a proposta que previa
a
que os reatores pu
udessem op
perar por ma
ais 8 ou 12 anos depen
ndendo da idade da ussina em vezz
do térm
mino previsto para 20
022 das ussinas existe
entes. Com
m esta prop
posta algum
mas usinass
operaria
am por maiss de 50 anos.
Após o acidente d
de Fukushima, mais uma
u
vez o governo d
da Alemanh
ha mudou de opinião,
ndo a posiçção tomada
a em 2010 de extensã
ão da vida útil das usinas. Todass as usinass
reverten
foram d
desligadas p
por 3 mese
es para testtes de segu
urança. As 8 usinas m
mais antigass não foram
m
religada
as. As dem
mais serão ffechadas cconforme crronograma da planilha
a. Com isso 10% da
a
energia do país deiixou de ser gerada e bilhões de dó
ólares em in
nvestimento
os se perderram.
eradores que tiveram ssuas usinass fechadas tempestiva
amente pelo
o governo alemão em
m
Os ope
março d
de 2011 (po
otência de 8.336 MWe) protestam vveementem
mente quantto aos lucross cessantess
e a inca
apacidade que terão de
e atender ao
o seu merca
ado.
Segundo a E.ON (V
Vice-Chairm
man Ralf Gu
ueldner) o custo total de
esta decisã
ão chegará a 33 bilhõess
de euros, isso sem considerarr os custos d
de novas lin
nhas de tran
nsmissão qu
ue sistemass substitutoss
de geração necesssitarão e os custos dos possíveis rracionamentos de enerrgia que enffraquecerão
o
a indússtria do paíís. O conssequente aumento dass emissõess de carbon
no (estimad
do em pelo
o
menos 7
70 milhões de toneladas métricass) também ttrará conflito
os com os p
países vizin
nhos na UE.
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
31
Será inevitável a importação de energia de fonte fóssil e/ou
u mesmo n
nuclear, o q
que mina a
credibilidade de tal política.
A mesm
ma opinião d
da E.ON é compartilha
ada pelo Ministro da In
ndústria francês Eric B
Besson, que
e
declara que o paíss vizinho se
erá mais de
ependente d
de importaçções de ene
ergia e mais poluente,
lembran
ndo que a população alemã hoje já
á paga o do
obro do valo
or pago pela
a francesa pela
p
energia
a
elétrica,, será ainda
a mais penalizada.
Reatore
es Nucleare
es Alemães
s
Reator
Tipo
MWe (liq)
Agenda
provisória
p
Operador
010
20
de
esligamento
ac
cordado
desligamento
Março 2011
2008
2016
& possível
plano de
fechamento
s im
2009
2017
s im
fev/77 Vattenfall
2009
2018
s im
1240
jan/77 RWE
2011
2018
s im
878
mar/79 E.ON
2011
2019
s im
1345
s et/79 E.ON
2012
2020
s im
BWR
890
mar/80 EnBW
2012
2026
s im
BWR
1260
mar/84 Vattenfall
2016
2030
s im
2014
2028
2015
2016
2030
2017
2016
2030
2021
Biblis-A
PWR
1167
Neckarw
westheim-1
PWR
785
Brunsbütttel
BWR
771
Biblis-B
PWR
Isar-1
BWR
ser
Unterwes
PWR
Phillipsbu
urg-1
Kruemm
mel
Operação
Comercial
Fecham
mento Total (8)
fev/75 RWE
dez/76 EnBW
fe
echamento
2001
8336
jun/82 E.ON
Grafenrheinfeld
PWR
1275
Gundrem
mmingen-B
BWR
1284
Gundrem
mmingen-C
BWR
1288
Grohnde
PWR
1360
fev/85 E.ON
2017
2031
2021
Phillipsbu
urg-2
PWR
1392
abr/85 EnBW
2018
2032
2019
Brokdorff
PWR
1370
dez/86 E.ON
2019
2033
2021
Isar-2
PWR
1400
2020
2034
2022
Emsland
PWR
1329
jun/88 RWE
2021
2035
2022
Neckarw
westheim-2
PWR
1305
abr/89 EnBW
2022
2036
2022
Total em
e operação
o (9)
12,003
T
Total
(17)
We
20,339 MW
abr/84 RWE
jan/85 RWE
abr/88 E.ON
gentes das empresas pretendem
p
acionar jud
dicialmente o governo pelo classifficam como
o
Os dirig
confisco
o de seus rrendimentoss, visto que
e o regulador da ativid
dade declarrou que as usinas são
o
segurass e que a en
nergia dos reatores ora
a fechados já
á havia sido
o vendida.
das usinass antigas, já
O custo
o da energia
a elétrica na Alemanha
a, após o fechamento
f
á aumentou
u
12% e a
as emissõess de carbon
no mais de 10%. Segun
ndo estimattivas do pró
óprio Ministé
ério de Meio
o
Ambiente e Conse
ervação da Alemanha
a, mesmo que
q
a perce
entagem de
e energias renováveiss
dobrassse, seria ain
nda necessário investirr 122 bilhõe
es de euross no setor n
nos próximo
os 10 anos,
sem co
ontar os invvestimentoss em linha
as de transsmissão, ce
entrais a g
gás de “back up” dass
renovávveis, subsíd
dios variados para attração dos investidore
es, etc. Se
egundo o Instituto de
e
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
32
Pesquissas Econôm
micas da A
Alemanha os
o custos p
podem che
egar a 200 bilhões de
e Euros. É
esperad
da a perda de empreg
gos diretos (11.000 na E.On e ou
utros 8.000 na RWE) d
da indústria
a
nuclear alemã confforme inform
mam seus d
dirigentes e um corte fo
orte nos dividendos.
Us
sina Nuclear Isar-2
I
- Segunda maior prod
dutora mundia
al
de
e energia nucllear em 2010 – fechada em 2011
A
As decisõess políticas n
na Alemanh
ha, embora
a
im
mportantes, são movid
dos por forçças políticass
nacionais – O dano rea
al para as pessoas ou
u
para o ambiiente causa
ado pela fo
onte nuclearr
te
em sido exttremamente
e baixo, esp
pecialmente
e
se
e compara
ado com os registros de outrass
fo
ontes de energia atualmente em uso
o
generalizado
o.
A Voerde A
Aluminium, 3
3ª maior prrodutora de
e
alumínio
o da Alemanha, anunciou sua falê
ência em 8 d
de maio de 2012, em d
decorrência da redução
o
dos pre
eços do alum
mínio comb
binada com custos de produção ccrescentes. Este foi "um indicadorr
do processo gradua
al de desind
dustrializaçã
ão", disse U
Ulrich Grillo,, presidente
e da entidad
de comercia
al
da Alem
manha para
a a indústria metal, WirtschaftsV
W
ereinigung Metalle (W
WVM). "A Produção de
e
metais, especialmente alumínio, está e
em risco na
a Alemanha devido a elevados preços da
a
eletricidade que nã
ão são mais competitivo
os internacio
onalmente", disse Grillo.
Usuário
os alemães de mais de
e 20 GWh por ano pa
agam 11,95
5 centavos de euro po
or kWh, em
m
compara
ação com 6,9 centavos de dóla
ar na Françça, de acorrdo com da
ados do en
nergy.eu de
e
novemb
bro de 2011
1. Entre os 27 países da UE, ap
penas Chiprre, Itália, Malta
M
e Eslo
ováquia têm
m
preços mais
m
altos para
p
os consumidores pesados
p
de
e eletricidade.
O WVM
M pediu ao
o governo alemão pa
ara impleme
entar urgen
ntemente medidas
m
para protegerr
indústria
a intensiva de energia
a dos ele
evados de ccustos de eletricidade
e e para in
ncentivar ass
empresa
as de metall a reduzir a
as emissõess de dióxido
o de carbono
o de seus processos
p
de
e produção.
A indústria não devve ser pena
alizada, dissse Grillo, po
or causa do
o "preço da eletricidade
e crescente,
que resultam claramente do ssistema de apoio
a
do Esstado ás en
nergias reno
ováveis, esp
pecialmente
e
a energia fotovoltaiica."
e
empresas d
de energia e donos de
e imóveis a adicionar ccerca de 25
5
Os subssídios têm estimulado
GWe de
e capacidad
de solar, prrincipalmentte nos últim
mos cinco an
nos. Isso prroduziu 2,4%
% do poderr
de gera
ação da Ale
emanha noss 12 mesess até fevere
eiro, de aco
ordo com e
estatísticas da Agência
a
Internaccional de Energia (IE
EA), enqua
anto os 12
2 GWe re
estantes da
a capacida
ade nuclearr
representaram 15,3
3%. De lon
nge, a maior parte da energia
e
alemã vem de
e combustívveis fósseis,
cerca de 71%. Os dados da A
AIE mostra também qu
ue a exporta
ação de energia alemã
ã caiu 0,9%
%
até fevereirro de 2012, e a importa
ação subiu 7
7,7%.
no ano a
Logo após
a
o acid
dente de F
Fukushima, em março
o 2011, oss líderes alemães
a
orrdenaram o
fechame
ento dos oitto reatores do país que começara
am a operar até 1980. A indústria
a respondeu
u
chaman
ndo os comb
ósseis em substituição. "Como as fontes reno
ováveis de energia
e
não
o
bustíveis fó
fornecem energia contínua, d
devemos ussar gás e carvão
c
para
a o trabalho
o", disse Uttz Tillmann,
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
33
porta-vo
oz de um órrgão da indú
ústria intenssiva de enerrgia e direto
or-executivo
o do Conselho Europeu
u
da Indússtria Químicca.
Em jun
nho de 2012 uma pesquisa mostrou que
e 77 por ccento dos alemães estão maiss
preocup
pados com a manutenção de e
eletricidade acessível do que o abandono da energia
a
nuclear.. A pesquisa
a foi realiza
ada por vota
ação grupo TNS
T
Emnid
d em nome d
da ‘ Iniciativva para uma
a
Nova E
Economia de
e Mercado Social’, qu
ue é financiiado princip
palmente pe
elos empregadores na
a
indústria
a metal.
ontraditoriam
mente a essta política dita de ssegurança, a Alemanh
ha continua
a
Enquanto isso, co
do uma qua
antidade mu
uito significa
ativa de arm
mas nucleare
es em seu tterritório, op
peradas, em
m
mantend
sua maiior parte, pe
ela OTAN.
Resíduo
os Nuclearres
No que tange à pollítica de ressíduos nucle
eares, existe
em na Alem
manha 2 dep
pósitos defin
nitivos, para
a
resíduoss de baixa e média a
atividade. O de Morsle
eben, que fo
oi construíd
do ainda pe
elo governo
o
comunissta da antiga RDA e o de Konrad licenciado
l
e
em 2002 e liiberado definitivamente
e em 2007.
O governo federal alemão e 24
2 estados federais do
o país cheg
garam a accordo sobre a estrutura
a
para a elaboração
o de uma le
ei de seleçção do loca
al para resííduo nuclea
ar de alta atividade.
a
O
ministro
o alemão do
o Meio Ambiente Pete
er Altmaier informou e
em um com
municado 9 de abril de
e
2013 qu
ue o govern
no espera q
que a lei de escolha do
o local posssa ser aprovvada antes do recesso
o
do Parlamento ale
emão de verão,
v
em jjulho 2013. O governo federal e os estados também
m
concord
daram que os
o novos tra
ansportes de
e combustívvel nuclear usado pode
em ser envia
ados para a
mina de
d sal de Gorleben. O sítio d
de Gorlebe
en está se
endo usado
o como um
m local de
e
armazenamento temporário, mas
m que o uso sofre op
posição.
Armênia
País
s
usinas
s em
opera
ação
capac
cidade
atual (MW)
usin
nas em
cons
strução
c
capacidade
em
m
co
onstrução (MW
W)
Armên
nia
1
37
75
0
0
energia
a gerada
% do total
2012 (TWh)
gera
ado em 2012
2,1
123
26,62
Armênia
a é uma exx república soviética com cerca d
de 3,2 milhõ
ões de hab
bitantes. O país possui
uma ussina em ope
eração - Arrmênia 2 (P
PWR, 375M
MW), localizzada em Me
etsamor, em
m operação
o
desde 1
1980. Tem ttambém um
ma usina fechada perma
anentementte desde 19
989, após um
m terremoto
o
em 1988
8.
Em 201
12 a única usina em o
operação no
o país prod
duziu 2,123
3 TWh de e
energia eléttrica o que
e
representou 26,62%
% da energiia elétrica gerada no pa
aís, que foi de 7,978 TW
Wh.
O país é particula
armente dep
pendente da Rússia q
quanto ao sseu comérccio e à disttribuição de
e
energia cuja única empresa fo
oi comprada
a pela emprresa russa R
RAO-UES e
em 2005. O gás natura
al
é basica
amente imp
portado da R
Rússia, mass a construçção de um g
gasoduto pa
ara fornecerr gás natura
al
do Irã p
para a Armê
ênia foi conccluída em d
dezembro de
e 2008, e a
as entregas de gás se expandiram
m
com a cconclusão da Usina Térrmica Yerevvan em abril de 2010.
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
34
O país ffez os mesm
mos testes q
que as naçõ
ões da UE, mesmo não
o fazendo parte do Blocco.
Áustria
País
Áusttria
usinas
s
em capa
acidade
operaç
ção
atua
al (MW)
0
Energia
us
sinas em capacidade e
em
%
do
total
Nuclear g
gerada
co
onstrução co
onstrução (MW
W)
gerad
do em 2012
2012 (TW
WH)
700
0
0
0
0
A Áustrria tem uma usina pro
onta que n
nunca opero
ou devido à decisão apertada (5
50,47%) da
a
populaçção em pleb
biscito na qu
ual se definiu que o pa
aís não teria
a energia nu
uclear para a produção
o
de eletrricidade. Em
m decorrência, a Centtral de Zwe
entendorf (B
BWR-700 MW)
M
foi can
ncelada em
m
novemb
bro de 1978
8. As empre
esas de pro
ojeto e construção fora
am dissolviidas e os ccontratos de
e
fornecim
mento de ccombustível nuclear co
om as EXP
PORT (USS
SR) e US Departmentt of Energyy
(DOE) fforam cancelados assiim como o contrato de
e reprocesssamento do
o combustívvel irradiado
o
com a frrancesa CO
OGEMA.
Nuclear Power Station Z
Zwentendorf, Áu
ustria
da)
(desativad
Na Áustria cerca de 60% da
N
d
vem da
e
eletricidade
a produçã
ão
domestica d
de hidrelétricas. O país
ta
ambém tem
m petróleo e gás, mas a
im
mportação de energia
a elétrica de
d
fo
onte nuclea
ar dos países vizinho
os
varia num valor que en
ntre 5 e 10%
%
do total do consumo. Oficialmentte
não se fala sobre isso
o, mas o usso
de eletricidad
de nuclear ccomprada da
d
A
Alemanha
e da Republica Checa é
in
ndispensáve
el para e
equilíbrio do
d
sistema. O país com
mpra energia
nuclear bara
ata ou com ttarifa noturn
na
e a usa para
a bombear á
água para o
os
re
eservatórioss
das
hidrelétrica
as
situadas nass partes alttas e depo
ois
usa a energ
gia a energ
gia hidráulicca
us
da água bombeada nos seu
pico ou até exporta parra
horários de p
outros p
países. É a magica de
e transform
mar nuclear em “energia verde” conforme exxplica o Pro
of.
Helmuth
h Böck, pressidente da A
Austrian Nu
uclear Socie
ety. A forma
ação acadêm
mica na áre
ea nuclear na
n
Áustria é muito dessenvolvida, destacando
o-se as ativvidades de g
gestão do conheciment
c
to nuclear do
d
Atominsstitute (ATI) que desenvvolve progra
amas de pe
esquisa, treiinamento e educação n
no seu reato
or
Triga.
abriga tamb
bém a sede da Agência
a Internacion
nal de Enerrgia Atômica
a – AIEA e a
as unidadess
O país a
de treina
amento e educação no
os campos d
de ciência e tecnologia
a da mesma.
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
35
Bélgic
ca
País
Bélgica
usinas em capacidade
e
operação
atual (MW)
7
6212
usinas em capacidade
em Energia
E
N
Nuclear % do
o total gerad
do
construç
ção construção (MW)
g
gerada
2012 (TWH)
(
em 2
2012
0
0
38,46
51,00
A Bélgicca tem dua
as centrais nucleares,
n
Doel com 4 usinas (PW
WR, 2911 MW)
M
e Tiha
ange com 3
unidade
es (PWR, 31
158 MW). A
As usinas têm entre 28
8 e 39 anoss de operaçção e estão licenciadass
por 40 a
anos. Em julho de 20
012 o goverrno belga a
ampliou a vida
v
útil dass usinas ma
ais antigas Doel-1 (412-MW),
(
Doel-2(454--MW) e Tihange-1 (1.0
009-MW) po
or mais 10 a
anos, ou sejja, até 2025
5
(comple
etando 50 an
nos de operração).
Em 2012 foram ge
erados por fonte
f
nuclea
ar 38,46 T
TWh em 201
12, o que re
epresentou 51,00% da
a
energia gerada no país.
Atualme
ente a deccisão de desligamento
o de todoss os reatorres até 20
025 está se
endo muito
o
question
nada e está
á condicion
nada a exisstência no país de fon
ntes energé
éticas para atender ass
necessidades sem
m submeter a populaçção à racio
onamentos. Os custos serão eno
ormes, com
m
os à segurrança de ssuprimento, dependên
ncia de fon
ntes interna
acionais, a
aumento de
e
prejuízo
emissõe
es, que dim
minuiriam a competitividade do país, con
nforme assiinalado no relatório Belgium
m’s Energy Challengess Towards 2030,
2
no qual é fortem
mente reco
omendado, o retorno à
geração
o nuclear.
As operradoras GD
DF Suez e Electrabel jjunto com o
os consumidores eletrro intensivo
os (Indústria
a
química
a, gases, plá
ásticos, aço
os e metais especiais) se
s uniram p
para tentar m
manter a op
peração dass
centraiss pelo maio
or prazo po
ossível. Pre
etendem ain
nda investirr na construção de no
ova central,
seguind
do o modelo
o finlandês no qual os consumidores se unem
m para a co
onstrução d
de sua fonte
e
de enerrgia (modelo
o de Olkiluo
oto).
Na área
a de pesquiisa o goverrno aprovou
u em março
o de 2010 u
uma resoluçção que auttoriza o uso
o
dos reccursos do fu
uturo reatorr de pesquiisa Myrrha (Multi-purpose Hybrid Research Reactor forr
High-Te
ech Applications) para desenvolvimento de soluções in
novativas em
e energia e medicina
a
nuclear.. O reator e acelerado
or foram concebidos po
or SCK-CE
EN, que con
ncedeu um contrato de
e
€24 milhões de eu
uros (32 milhões de d
dólares) para o projeto
o de engen
nharia a um
m consórcio
o
liderado
o pela multin
nacional Areva em outtubro de 2013. Os outrros participa
antes no co
onsórcio são
o
a italiana Ansaldo N
Nucleare e a espanhola
a Empresarrios Agrupad
dos.
Esse re
eator será usado, por
p
exemplo, para trratamento de resíduo
o nuclear através de
e
transmu
utação; para
a modificaçã
ão de caraccterísticas de
d semicond
dutores (do
oped silicon)) essenciaiss
para ap
plicações em
m compone
entes eletrônicos, etc.. Uma fábricca com gra
ande capaciidade ainda
a
está mu
uito distantte, porém um projeto
o piloto (ao
o custo de 1 bilhão de euros) deverá serr
comissio
onado até 2019 no Centro Belga
a de Pesqu
uisas Nuclea
ares-SCK, como parte
e do projeto
o
Myrrha. Os testes levarão 5 a
anos até o iinício da op
peração com
mercial, mass poderão llevar a uma
a
grande redução na
a quantidade e no tamanho dos d
depósitos pe
ermanentess para resíd
duos de alta
a
atividade.
O resulttado do stre
ess testes aplicados
a
fo
oram satisfa
atórios e o ó
órgão regula
ador declarrou em 8 de
e
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
36
novemb
bro de 2011 que as usin
nas belgas são seguras e podem continuar em operação
o.
gica afirmou
u que a decisão sobre a extensão de vida da
as usinas do
o
O minisstro de enerrgia da Bélg
país só será tomad
da após oss resultadoss dos testess de stress que estão sendo execcutados em
m
todas ass usinas nucleares da Europa.
Os belg
gas são favo
oráveis (75%) à manuttenção dos parques nu
ucleares pa
ara geração
o de energia
a
elétrica no país, co
onforme pessquisa realizzada em fevvereiro de 2
2012. Mais de 40% são
o a favor da
a
ão mais cita
ada pelos e
entrevistado
os foi a segurança de
e
construçção de novvas usinas. A condiçã
operaçã
ão e a gestã
ão dos resíd
duos.
Bulgá
ária
País
usinas em
m
operação
o
capacidad
de
atual (MW
W)
usinas em
constru
ução
capac
cidade em
constrrução (MW)
Bulgária
a
2
2000
0
0
Energia Nuclear
gerada 201
12
(TWH)
% do to
otal gerado
em
m 2012
14,86
3
31,65
A Bulgá
ária tem 2 usinas nuccleares (KO
OZLODUY 5 e 6 – V
VVER-PWR 1000 MW, cada) em
m
operaçã
ão comercia
al, que gera
aram 14,86
6 TWh, cercca de com
m 31,65% da
d geração elétrica em
m
2012. Foram suspe
ensas as ob
bras das duas usinas q
que se enco
ontravam em
m construçã
ão (Belene 1
e 2 VV
VER PWR 1000 MW
W) em 2012
2 e existem
m ainda 4 reatores que foram
m fechadoss
(KOZLO
ODUY 1 a 4 – VVER 440
4 MW) pa
ara atender acordo de ffazer parte da união europeia. Na
a
Bulgária
a, o govern
no já demo
onstrou inte
eresse em substituir a
as centrais nucleares antigas por
novas, m
mas tem pro
oblemas qu
uanto ao fina
anciamento das usinass.
Centtral nuclear de
e KOZLODUY
A NEK - Nation
nal Electric Company
onstruir a
da Bulgária pretendia co
ntral Nuclear de Belene
e (2x 1000
Cen
MW
W – VVER) e assinou
u contrato
com
m a russa A
Atomstroyexxport para
projeto,
construção
o
e
com
missionamen
nto das usinas da
centtral, mas o preço fornecido
pelo
os concorre
entes estavva acima
do que o pa
aís aceita pagar o
erno decidiu
u cancelar o projeto.
gove
Em março de
e 2012 o governo
decidiu usar oss equipame
entos que
já haviam sid
do fabricad
dos para
Belene em uma ou
utra usina na Central de
d KOZLOD
DUY (o reato
or número 7
7). Os resu
ultados do
Stress testes de segurança realizados por toda a Europa estão sendo analisad
dos e as
recomendações se
erão implem
mentadas on
nde couber.
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
37
O país possui um
m reator de pesquisa q
que é operrado pelo In
nstituto de Pesquisa e Energia
mia Búlgara de Ciência
as, em Sofia
a. O país mantém
m
seuss planos estratégicos
Nuclearr da Academ
de amp
pliar sua ge
eração de e
energia nucclear, fazer nova centrral e amplia
ar a vida da
as usinas
Kozlodu
uy para reduzir sua dependência da
d Rússia q
quanto à energia primária (gás e óleo).
ó
Resídu
uos Nucleares
O país contratou o projeto de
e um depóssito interme
ediário de b
baixa ao co
onsórcio form
mado pelass
empresa
as espanh
holas ENRESA, Wesstinghouse Electric Spain
S
(WES
S) e a a
alemã DBE
E
Technology. O dep
pósito será cconstruído no
n sítio da u
usina Kozlod
duy.
Eslová
áquia
País
Eslováqu
uia
usinas em capac
cidade
operação
atual (MW)
4
usiinas
em c
capacidade em
con
nstrução
c
construção (M
MW)
1.896
2
880
Energia Nuclear
gera
ada 2012
(T
TWH)
% do total
gerado
em
m
2012
1
14,41
53,8
A Eslovváquia tem
m 4 reatores nucleares em operração come
ercial, que em 2012 produziram
m
14,41TW
Wh de enerrgia elétrica
a, o que representou 5
53,80 % da
a energia p
produzida no país. Ass
duas un
nidades em construção
o são de Mochovce 3 e 4 (VVER
R 440MW ca
ada) e deve
eriam entrarr
em ope
eração em 2014 e 2015 respectivamente, m
mas há um
m atraso na
a conclusão
o. Há ainda
a
planos d
de construçção de outro
os 2 reatore
es entre os a
anos de 2020 e 2025. As emissõe
es de gasess
do efeito
o estufa do país são em
m 70% derivadas da ge
eração de energia
e
por combustíve
eis fósseis e
esta é uma
u
das razzões do país para amp
pliar a geraçção nuclearr que auxilia
aria na redu
ução destess
gases.
Pa
ara ter acessso à Com
munidade Européia em
m
2004 o país concordou
u em fechar os doiss
rea
atores mais velhos (Bo
ohunice V1 u
unidade 1 e
2) o que oco
orreu em 2006
2
e 200
08. Como o
con
nsumo de energia per capita é 4.550 KWh
h
por ano e mais de 50%
% da energ
gia vem de
e
fon
nte nuclear, a estabilid
dade e a se
egurança do
o
forrnecimento de combu
ustível são primordiaiss
para a qualida
ade de vida
a da populaçção. Todo o
com
mbustível nuclear é contratad
do junto à
em
mpresa russa
a TVEL.
Centtral Nuclear Mo
ochovce
(www.seas.sk/
/en)
De
esde 2008 o país defin
niu que irá reprocessar
os seus resíd
duos de allta atividade e estuda
a
loccalização pa
ara repositó
ório de baixxa e média
a
ativvidade.
A Eslovváquia faz parte
p
do TN
NP desde 1993 e assin
nou também
m o tratado adicional e
em 1999. O
país fazz, também, p
parte do NS
SG - Nuclea
ar Suppliers Group.
Os traba
alhos de co
onstrução de
e Mochovce
e 3 e 4 continuam. Com
mo em toda
a Europa, as
a usinas do
o
país passsarão pelo
os testes de stress defin
nidos pela UE.
U
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
38
Eslovê
ênia
usina
as em
operração
Paíís
Eslovên
nia
1
capa
acidade
atua
al (MW)
u
usinas em
co
onstrução
7
727
capacidade em
c
m
construção
(MW)
0
0
Energia
a Nuclear
gerada 20
012 (TWH)
5,24
44
% do total
gerado em
2012
35,95
A Eslovvênia tem 2 milhões de
d habitante
es e a sua vizinha Cro
oácia tem 4 milhões. Juntas elass
possuem
m 1 reator nuclear - K
KRSKO (PW
WR, 727 MW
W) em ope
eração desd
de 1981, qu
ue em 2012
2
produziu
u 5,244 TW
Wh de energia elétrica, o que rep
presentou 3
35,95 % da
a energia prroduzida na
a
Eslovên
nia. Esse rea
ator foi com
mpartilhado (50%)
(
com a Croácia d
desde a sua
a conexão ao
a grid.
Em rela
ação à Croácia a energia foi cerca 15% da do país.
O reato
or foi projeta
ado para 40
0 anos de operação,
o
m
mas sua vid
da deve serr ampliada e
em mais 20
0
anos.
uos Nucleares
Resídu
Em jane
eiro de 2010 o país, através de ssua agência
a para gestã
ão de resíduos nucleares - ARAO
O
(Agencijija za radioa
aktivne odpa
adke, em essloveno) se
elecionou um
m sítio (Vrbina), próxim
mo à central,
para a cconstrução do depósitto intermediiário de ressíduos de baixa e méd
dia atividade
e, conforme
e
autoriza
ado por deccreto goverrnamental d
de dezembrro de 2009. O repositório, comp
posto por 2
silos, te
erá capacida
ade para 9.400 metross cúbicos de
e material d
de baixa e média
m
ativid
dade, o que
e
correspo
onde à mettade de todo
o o resíduo produzido a
ao longo da
a operação e descomisssionamento
o
futuro d
da central. Será posssível ainda
a armazena
ar resíduoss nuclearess de outrass fontes. A
capacid
dade do siste
ema pode ser
s ampliada
a no caso d
de crescimento do prog
grama nucle
ear do país.
O país não preten
nde desistirr da energiia nuclear d
devido ao acidente de
e Fukushim
ma segundo
o
declarou
u o Ministro
o da Econom
mia Darja R
Radic em junho 2011. E
Em todos os
o cenários energéticoss
do paíss até 2030
0 a fonte n
nuclear está
á destacad
da. O gove
erno anunciou ainda, a prováve
el
e energia q
construçção do segundo reatorr em Krsko, incluído no
o programa nacional de
que aguarda
a
a aprova
ação final n
no parlamen
nto.
nha
Espan
País
usinas em
m
operação
o
capacida
ade
atual (MW
W)
usinas em
constru
ução
capac
cidade em
constrrução (MW)
Energia Nu
uclear
gerada 2012
2 (TWH)
% do total
gera
ado em 2012
Espanha
a
7
7.514
0
0
58,70
0
20,50
A Espan
nha tem 7 re
eatores nuccleares (6 P
PWR e 1 BW
WR) em ope
eração, com
m um total de
e 7.514 MW
W
de capa
acidade insttalada. Esta
a capacidade
e representta apenas 7,32 % do to
otal, mas de
evido ao alto
o
fator de capacidade
e representa 20,50% da energia g
gerada, que em 2012 fo
oi 58,70 TW
Wh.
Na Espa
anha os rea
atores não ttêm período
o limite de o
operação, rrecebendo licenças de operação a
cada 10
0 anos.
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
39
Ao final de 2012 exxistiam 3 rea
atores fecha
ados no paíís:
• Vand
dellos 1 em
m 1990 e com
m os trabalh
hos de desccomissionam
mento adian
ntados;
• Zoriita-Jose Ca
abrera, em 2006 com o descom
missionamen
nto contrata
ado junto à
Wesstinghouse e
• Em 28/12/2012
2
ária da Centtral de Garo
ona (466MW
W
a Nuclenorr operadora e proprietá
BWR
R), o mais a
antigo reator espanhol decidiu fech
há-lo uma vvez que as n
novas taxass
impo
ostas ao ope
erador torna
aram a usin
na inviável e
economicam
mente.
Em ma
aio de 2013
3 o consellho de seg
gurança nucclear espan
nhol aprovo
ou a possiibilidade de
e
extensã
ão da vida de
d Garona, através de solicitação a ser pree
enchida pelo
o operador e analisada
a
pelo órg
gão regulador, que dessta forma po
oderá retorn
nar e operarr até 2019.
Central de Vande
ellos 2 – Espan
nha
Po
oliticamente a Espanha pretend
de que ass
usinas nuclea
ares sejam fechadas ao término
o
de
e sua vida útil, se
em a rep
posição da
a
capacidade instalada
i
p
por outras nucleares,
po
orém em de
ezembro de 2009 uma nova lei fo
oi
ap
provada permitindo qu
ue as usin
nas operem
m
alé
ém de seus 40 anos de
e vida útil orriginais se o
Co
onselho de Segurança
a Nuclear d
do País ass
de
eclarar seg
guras. Exxemplo dissto foi a
concessão de
e ampliação
o de vida e
em mais 10
0
an
nos para as Centrais de
e Almaraz-T
Trillo e para
a
ad
de Vandello
os 2 em junh
ho de 2010.
os Nuclearres
Resíduo
O país p
possui um rrepositório intermediário de baixa atividade em
m operação
o desde os anos
a
1980 “El Cabril”, projetad
do pela Wesstinghouse Electric Spa
ain (WES).
2011 o gove
erno escolhe
eu o sítio em
m Villar de Canas
C
– pro
ovíncia de Cuenca
C
para
a
Em dezembro de 2
Reposittório de com
mbustível irradiado e resíduos d
de alta atividade termiinando o p
processo de
e
seleção
o que durou 2 anos. O repositório conhecido como ATC
C - Almacén
n temporal ccentralizado
o
de Espa
aña tem um
m custo esttimado de 7
700 milhõess de euros e criará ce
erca de 300
0 empregoss
diretos na
n região. O projeto é composto d
de prédio pa
ara vitrificaçção de comb
bustível irradiado, e um
m
gia de sup
centro de tecnolog
porte do síítio. A nece
essidade d
do repositórrio se justifica com o
enchime
ento das pisscinas de g
guarda de e
elementos combustíveiss usados. O ATC terá capacidade
e
para 67
700 mt (toneladas méttricas) de ccombustível irradiado e 2600 m3 de resíduos de média
a
intensidade e outro
os 12 m3 de
e resíduos d
de alta.
Em ago
osto de 2011 o regulad
dor nuclear do país (C
Consejo de Seguridad Nuclear-CS
SN) aprovou
u
unanime
emente a exxtensão de vida das 2 unidades nucleares de
e Ascó (até 2
2021).
Em outu
ubro de 201
12 o govern
no instituiu 2 novas taxxas para ene
ergia nuclea
ar, uma parra o resíduo
o
nuclear resultante da
d geração de energia
a (2190 euro
os por quilo de resíduo metálico prroduzido) e
outra pa
ara o armazzenamento d
de referido rejeito.
O Minisstro da Ind
dústria Espa
anhol, Migu
uel Sebastián, solicitou uma revvisão dos ssistemas de
e
seguran
nça de toda
as as centra
ais deste p
país, para a
aplicar as liçções trazida
as pelo aco
ontecimento
o
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
40
japonêss. Foi pedido também um
u estudo sísmico com
mplementarr, assim com
mo um estu
udo sobre o
risco de
e inundação
o.
O CSN in
nformou em
m 2011 que
e todas as
8 usinas nucleares foram apro
ovadas no
Stress-test
propo
osto
pela
a
União
Europeia e que as marg
gens de
segurançça delas permitem que
e resistam
a aciden
ntes além de suas bases
b
de
projeto. C
Com isso a presidente do FORO
NUCLEA
AR, María Teresa Do
ominguez,
declarou que a ene
ergia nuclea
ar precisa
e
continuarr como partte do mix energético
espanholl.
O novo g
governo ele
eito em novembro de
2011 já declarou que
q
a matriiz elétrica
espanholla será um mix que garanta
g
a
diminuiçã
ão de emisssões de CO2.
Central de A
Almaraz-Trillo
ndia
Finlân
País
s
Finlând
dia
usinas em
operaç
ção
4
capacid
dade usinas
s em
atual (MW) constrrução
2.78
80
1
capa
acidade em
consttrução (MW)
Energia Nuclear
N
gerada 201
12 (TWH)
1.720
22,06
66
% do total
g
gerado em
2012
32,59
A Finlân
ndia tem 5,42 milhõess de habitantes e possui quatro usinas em operação que,
q
juntas,
correspo
ondem à prrodução de 22,066 TW
Wh de energ
gia elétrica ou 32,59% da total produzida em
m
2012 no
o país e um
ma usina em
m construçã
ão (Olkiluotto 3 – EPR
R 1600 MW)). Devido ao excelente
e
desemp
penho das 4 usinas em
m operação, nos último
os anos a d
disponibilida
ade nuclear alcançou a
media d
de 94,65%.
Em julh
ho de 2010 o parlamento finlandê
ês aprovou o 6º reato
or do país. Em junho d
de 2011 fo
oi
ampliad
da a potência da usina Olkiluoto 2.
Em outu
ubro de 201
11 a empressa Fennovo
oima anunciou que esccolheu o sítio
o Pyhäjoki n
no nordeste
e
do país para o seu reator, o se
exto do paíss. A construção deve se
e iniciar em
m 2015.
Existe a
ainda um p
pequeno rea
ator de pessquisas loca
alizado em Otaniemi, Espoo,
E
mod
delo TRIGA
A
Mark II cconstruído p
para a Univversidade de
e Tecnologia de Helsinque em 196
62.
A decissão de con
nstrução do
o quinto re
eator foi baseada em
m aspectos ambientais (menoress
impacto
os ao meio ambiente), políticco-diplomáticos em a
atendimento
o aos compromissoss
internaccionais deco
orrentes do Protocolo de Kyoto e estratégico
os (diminuiçção da depe
endência de
e
outras ffontes energ
géticas exte
ernas, princcipalmente d
da Rússia, e a estabilidade a long
go prazo do
o
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
41
custo da
a energia n
nuclear). A o
opinião púb
blica altamente favorávvel foi outro aspecto im
mportante na
a
decisão
o tomada.
Usina Nuc
clear Olkiluoto
o 3 - Cortesia AREVA
A
A ussina Olkiluo
oto 3 (1.600
0 MW, EPR
R) está com
m
previssão de ser sincronizad
da em agossto de 2016
6.
Esta será a prim
meira usina com reatorr no modelo
o
EPR, produzido pela france
esa AREVA.
O pro
ojeto está ccom um atrraso de quase 7 anoss
em relação
r
ao cronogram
ma original (2009) e o
custo
o chega a 8,,5 bilhões de Euros.
Probllemas
divversos
(d
de
constrrução,
de
e
licencciamento,
de
subcontrataçã
ão,
etc.),
decorrrentes do fato de se
er o primeiiro de uma
a
série de
e novos rea
atores (first o
of a kind), d
da inexistên
ncia de mão
o de obra qualificada e experiente
e
em quantidade sufficiente tanto
o na Finlân
ndia como n
nos países envolvidos
e
no projeto e
estariam na
a
raiz doss atrasos occorridos até
é aqui. A prrevisão de perdas
p
da A
Areva até o término de
este projeto
o
chega a 2,7 bilhõess de euros.
Das três empre
esas que submetera
am os
estudoss de impaccto ambiental às autorridades
do país a escolhida
a foi a Teollisuuden Voima Oy
ais uma un
nidade no sítio de Olkiluoto.
para ma
(unidade
e 4 de Olkkiluoto - sem
m cronogra
ama ou
definiçã
ão de tecno
ologia, mass com os e
estudos
geológiccos em an
ndamento). Foram prrevistos
custos e
entre 4 e 6 b
bilhões de e
euros.
A Fortum (51% pertence ao goverrno da
Finlândiia) tem prevvisão para m
mais um reator no
sítio da
a Central de Loviisa
a aguarda ainda
possíve
eis autorizaçções.
Central de Loviisa - P
PWR 488 MW cada
(fo
oto Fortum)
erno finland
dês decidiu taxar os lucros das empresas que operam usinas n
nucleares e
O gove
hidrelétrricas para m
manter a com
mpetitividad
de das operrações no M
Mercado de carbono.
Em 7 de
e dezemb ro
o de 2011 a empresa TVO
T
(Teollissuuden Voim
ma Oyj) info
ormou que ccomeçou ass
atividades para a cconstrução d
do quarto re
eator no sítio de Olkiluo
oto. De acordo com a d
decisão, em
m
princípio
o ratificada
a pelo Parla
amento finla
andês, em julho de 20
010, a sele
eção de teccnologia e a
licença de construçção são agu
uardadas até
é 2015.
Em junho de 2011 foi amplia
ada a potê
ência da ussina Olkiluo
oto 2 e tam
mbém a Fennovoima
convido
ou a Areva e a Toshiba para ap
presentarem
m proposta de constru
ução do no
ovo reator
nuclear na Finlândia. Este é o primeiro anúncio
a
mundial de construção de
e novo reattor após o
acidente
e de Fukusshima. Os ttrabalhos de preparação do sítio em Pyhajo
oki, na pen
nínsula de
Hanhikivvi, nordeste
e da Finlând
dia podem ccomeçar no
o final de 20
012 e a con
nstrução em
m 2015. A
AREVA
A apresentou
u sua propo
osta em feve
ereiro de 20
012, mas ain
nda não há decisão..
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
42
Simu
ulação do s
sítio de Olkiluoto com
m 4 usinas ((AREVA)
As usin
nas passara
am pelo stress teste da EU e o resultado
o mostrou que
q
nenhum
ma maior
modifica
ação será n
necessária n
nas centraiss de Olkiluo
oto e Loviisa
a em decorrrência da exxperiência
de Fuku
ushima.
os Nuclearres
Resíduo
A Finlân
ndia foi o p
primeiro paíís a aprovar no seu pa
arlamento, e
em 2001, u
um projeto d
de depósito
o
subterrâ
âneo profun
ndo definitivvo para resíd
duos radioa
ativos nucle
eares proven
nientes de suas
s
usinass
atômica
as. Na Finlâ
ândia os rejeitos de ba
aixa e média atividade são depossitados em repositórioss
subterrâ
âneos, consstruídos, no
os sítios de Olkiluoto (desde 1992
2) e Loviisa
a (aprovado
o em 1992).
Desde 1997 de accordo com o Radiation
n Act, manttém depósitto central in
ntermediário
o localizado
o
nas dep
pendências da instalaçção para de
epósito final de Olkiluotto, cuja ampliação já fo
oi aprovada
a
pelo parrlamento fin
nlandês.
Para ass novas cen
ntrais os rep
positórios esstão em disscussão com
m a empressa Posiva, rresponsáve
el
por esssa atividade
e, levando e
em conta a melhor ge
estão de todos os novvos resíduo
os conforme
e
determinou o govverno, garantindo que as melho
ores soluções econôm
micas e de segurança
a
deverão
o ser compa
artilhadas entre as centrais. Como
o a Posiva pertence
p
àT
Teollisuuden Voima Oyy
(TVO) e à Fortum, ela está de
esenvolvend
do um repossitório para estas comp
panhias. A Fennovoima
F
a
(que pre
etende consstruir o 6º reator)
r
não possui aind
da um reato
or e também
m nenhum p
projeto para
a
repositó
ório de com
mbustível irrradiado e d
deverá nego
ociar com a
as demais empresas e
espaço noss
repositó
órios previsttos.
Franç
ça
País
França
usinas em
m
operação
o
58
capacidade usinas e
em
atual (MW
W) construç
ção
65.880
1
capacid
dade em
construç
ção (MW)
Energia Nu
uclear
gerada 2012 (TWH)
1.7
720
404,900
0
% do total
g
gerado em
2012
74,79
usinas nucleares em operação
o
(e
em 19 sítioss diferentess) e 11 deslligadas (porr
O país possui 58 u
duziram 404
4,9 TWh líq
quidos, o qu
ue represen
nta 74,79% do total de
e
término de vida útil) que prod
energia elétrica gerrada no país em 2012. A operadorra de toda esta
e
frota nu
uclear é a E
EdF.
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
43
Com 64
4 milhões de
e habitantess, tem mais de 1 GW de capacidad
de instalada
a nuclear po
or milhão de
e
habitanttes ou quasse uma usina por milhão de habitantes.
Dentre as
a usinas e
existentes na
a França, 34 são da cla
asse 900MW
W-PWR parra as quais o reguladorr
(ASN) declarou
d
sa
atisfatória a operação
o por até 4
40 anos de
e vida (as usinas fran
ncesas tem
m
previsão
o de operaçção por 30 a
anos), mas que cada uma
u
delas deverá
d
passsar por revissão para terr
esse dirreito. Tricasstin-1 (915-M
MW, PWR) foi o primeiiro reator re
evisado e au
utorizado pa
ara mais 10
0
anos.
Map
pa das instalaç
ções nucleares francesas. Fon
nte: WNA
O país é o maior exportador mundial de
e eletricidad
de e o lucro líquido da
a EDF com
mo geradora
a
ultrapasssou os 3 bilhões de eu
uros em 201
11.
As emisssões de g
gases CO2 na geração
o de energ
gia elétrica na França estão enttre 70 e 80
0
gramas por KWh enquanto que no resto d
da Europa esse
e
valor cchega a 350
0g de CO2 p/
p kWh.
A Françça produz a energia mais barata d
de toda a E
Europa, cercca da metad
de do valorr da energia
a
alemã. São
S 220.00
00 empregoss diretos na
a área nucle
ear, ou 6,1%
% dos empre
egos industrriais do paíss
espalha
ados por to
odo o territó
ório francêss. O país é ainda o líder mund
dial em recciclagem de
e
resíduoss nuclearess (25000 ton
neladas reciicladas).
A Françça tem ainda
a outros 22 reatores de
e pesquisa e cerca de 5
50.200 fonte
es radioativas para uso
o
médico,, além de ou
utras 30.600
0 para uso industrial.
i
A AREV
VA, forneced
dora francesa de bens e serviços nucleares, está construindo junto com a EDF
F
o reator Flamanvillle-3, tipo EPR
E
de 1720 MW, localizado ao
o norte da França, na
a região de
e
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
44
Manche
e. Os dema
ais fornece
edores de equipamen
ntos e servviços també
ém foram definidos e
contrata
ados e o iníccio da consttrução foi no
o final de 20
007.
De aco
ordo com o RTE – o operador d
do sistema francês, já
á em 2013
3 a França poderá terr
problem
mas de suprrimento noss momentoss de pico da carga se as usinas não tiverem
m a vida útil
prolonga
ada, uma vvez que o p
parque gera
ador do país está envvelhecido. Até 2022, 22 reatoress
francese
es atingirão
o o término de vida útil e o país
p
tem poucas
p
opçções para geração
g
de
e
eletricidade que nã
ão sejam a ampliação
o de vida destas
d
usina
as. A entrada do novo
o reator em
m
600 MW é tida como indispensá
ável para attender ao a
aumento de
e
Flamanvville-3 tipo EPR de 16
demand
da nos próxiimos anos, sem consid
derar reposição de velh
hos reatoress.
Flamanv
ville - 3 (foto c
cortesia Edf)
As manutenções para man
nter o parq
que em ordem
o
requ
uerem plan
nejamento e comprass
antecipa
adas. Por exemplo, p
para as tro
ocas previsstas dos geradores d
de vapor das centraiss
francesa
as já foram compradoss 44 unidad
des ao custo
o de 2 bilhõ
ões de dólares (32 à A
Areva e 12 à
Westing
ghouse). Ass entregas se prolongarrão até 2018
8.
Em novvembro de 2012, o Prrimeiro Ministro francê
ês Jean-Ma
arc Aryault assinou a licença que
e
confirma
a a segurança da insttalação do reator ITER
R - Internattional Term
monuclear E
Experimenta
al
Reactorr. É o primeiro reator de fusão cu
ujas caracte
erísticas de segurança
a são avalia
ados por um
m
órgão re
egulador. O
Os trabalhos do reator IT
TER em con
nstrução na
a região de Cadarache no Sudeste
e
Francess, tiveram sseus custoss inflados p
passando d
de 6 bilhõe
es para 15 bilhões de
e euros noss
últimos 3 anos. A ccrise financceira interna
acional tamb
bém afetou o projeto q
que está ago
ora previsto
o
019. Este é um projeto
o desenvolvvido por vá
ários paísess incluindo USA, Euro
opa, Rússia,
para 20
China, JJapão e Corréia do Sul que produzziria energia
a de fonte nu
uclear sem produzir rad
diação.
O gove
erno francê
ês declarou
u, em junh
ho de 200
08, que fará mais um reator EPR 1600,
provave
elmente no ssítio de Pen
nly (Seine-M
Maritime) no
o nordeste do
d país, ond
de já existem
m 2 reatoress
em ope
eração. Desste mesmo modelo de reator EPR
R, de fabriccação AREV
VA já existe
em outras 4
unidade
es em consttrução (Olkiluotto 3 na Finlândia, Flammanvile
F
e 3 na Fran
nça e Taisha
an-1 e -2 na
a
China).
As usinas nucleare
es na França não ope
eram na ba
ase como no resto do mundo, de
evido a sua
a
caracterrística de g
grande sup
pridoras sen
ndo obrigad
das a acom
mpanhar ca
arga o que dificulta a
manutenção de altto desempe
enho. Além disso, houvve problema
as com gre
eves de empregados e
ades nas paradas de reabastecim
mento, o qu
ue gerou prejuízos
p
de
e mais de 1 bilhão de
e
dificulda
euros pa
ara a EdF.
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
45
O governo do pressidente socialista Francois Hollan
nde, o novo governo frrancês eleito em 2012,
quer im
mplementar uma reduçção parcial na geraçã
ão nuclear que prevê cortar a p
participação
o
nuclear de 75% pa
ara 50% atté 2025 e repor
r
a cap
pacidade co
ortada por energia ren
novável. De
e
acordo com um esstudo do RT
TE – o ope
erador do sistema fran
ncês o país,, a França necessitará
á
investir 15 bilhõess de Euross (19.2 bilh
hões de dó
ólares ) parra reforço da rede de
e linhas de
e
transmisssão até 20
020 e o custto poderá a
atingir 50 bilhões de Eu
uros até 203
30 se o paíss mantiver a
política proposta de
e redução d
da energia n
nuclear.
Foi auttorizada em
m julho de 2011 a a
ampliação d
de vida po
or mais de
ez anos pa
ara a usina
a
FESSEN
NHEIM-1 qu
ue já opera desde 1978
8. Este é o mais antigo
o reator Fran
nces em op
peração. Em
m
abril de 2013 o messmo foi feito
o para a FE
ESSENHEIM
M- 2.
A Françça tem com
mo meta de
escomission
nar até 2016 a usina Chooz A (310MW, P
PWR), cuja
a
energia foi fornecida entre 19
967 e 1995
5 para a B
Bélgica e pa
ara o próprrio país. O desmonte,
limpeza
a e demoliçção dos ed
difícios nuclleares ocorrreu antes de 2008. Hoje
H
são 12
1 reatoress
experim
mentais e de
e potência ssendo desccomissionad
dos. O proccesso vem sendo dese
envolvido e
estudad
do pela EdF
F- CIDEN e deverá ser aplicado a todo o pa
arque nuclea
ar Frances quando do
o
termino da vida útil das usinass.
O governo francêss anunciou um plano d
de investime
ento de € 1 bilhão em
m pesquisa e
em energia
a
nuclear e no desen
nvolvimento e implantação de um reator de qu
uarta geraçção que será
á produzido
o
ancesa Arevva e pela ja
aponesa Mittsubishi e cconsidera não ter outra
a alternativa
a à energia
a
pela fra
nuclear e que "não faz sentido
o" abandoná
á-la.
Os teste
es realizado
os após o a
acidente de Fukushima
a demonstra
aram um bo
om nível de segurança
a
para ass centrais ffrancesas cconforme re
elatório entrregue ao ó
órgão regulador. As margens
m
de
e
seguran
nça para e
eventos exttremos com
mo terremo
otos, enche
entes, e pe
erdas simultâneas de
e
refrigera
ação e enerrgia foram vverificadas sem
s
aprese
entarem ma
aiores preoccupações, mas
m mesmo
o
assim a operadora EdF aprese
entou um pllano suplem
mentar de m
melhorias. E
Em fevereiro
o de 2013 o
governo
o francês prromulgou um
ma nova po
ortaria (texto
o normativo
o completo) que rege as principaiss
instalaçções nuclea
ares que co
onsidera ass lições do acidente de Fukushim
ma para ass atividadess
nucleare
es.
A AREV
VA emitiu uma declarração dizen
ndo que prretende imp
plantar "um
ma série de iniciativas""
destinad
das a redu
uzir os custtos operacio
onais com até 1 bilhã
ão de euro
os anuais a
até 2015. A
empresa
a (Mr Ourssel) está convencida de que as perspectivas
p
s para o de
esenvolvime
ento nuclearr
continua
am a ser fo
ortes nos pró
óximos ano
os, mesmo se
s a expanssão da base instalada mundial de
e
reatoress nucleares for adiada em compa
aração com as previsõe
es antes de
e Fukushima-Daiichi. A
energia nuclear con
ntinua send
do uma vanttagem estra
atégica do seu país.
Resídu
uos Nucleares
O país reprocessa
a todo o seu
u combustívvel usado e utiliza parrte do combustível ressultante em
m
ém de tamb
bém ter dois repositórios subterrâ
âneos e lab
boratórios de
d pesquisa
a
outros rreatores, alé
que estu
udam forma
as ainda ma
ais efetivas d
de armazen
nar rejeitos.
Dentre outros sítio
os, Auxon e Pars-lès-Chavangess no estado
o de Aube estão atua
almente em
m
estudoss para a insstalação de
e repositório
o de resídu
uos de baixxa atividade
e nuclear qu
ue poderão
o
estar em
m atividade em 2019 (ssubstituindo
o os que já deverão estar saturado
os). Estes ssítios fazem
m
parte da
as 40 comun
nidades que
e se oferece
eram para sediar
s
os repositórios.
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
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E
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clear – Nove
embro 2013
46
Holan
nda
País
usinas em
e
operaçã
ão
capac
cidade
atual (MW)
usinas em
con
nstrução
c
capacidade em
m
co
onstrução (MW
W)
Holanda
1
4
482
0
0
Energia Nuclear
%d
do total gerad
do
gerada
a 2012
em 2012
(TW
WH)
3,7
71
4,4
A Holan
nda possui apenas um
ma usina nu
uclear em operação
o
(B
Borssele PW
WR 482 MW
W) que, em
m
2012, produziu 3,71 TWh, aprroximadame
ente 4,4 % da energia do país. Essta usina te
eve sua vida
a
útil amp
pliada em m
mais 20 ano
os em 2006
6, e deverá continuar a operar até 2033. O país possui
também
m um reator de pesquissas na locallidade de Petten, o Hig
gh-Flux Rea
actor –HFR que produzz
60% dos radionucliideos médiccos necessá
ários na Eurropa (30% d
da demanda
a mundial).
O país importa mais de 20%
% de sua e
eletricidade (na maiorr parte da Alemanha).. A energia
a
consum
mida per cap
pita é 6.500 kWh/ ano.
Em junh
ho de 2009 a Delta sub
bmeteu aoss órgãos govvernamenta
ais a solicita
ação para a construção
o
da nova
a central de até 2.500M
MW. O gove
erno holandê
ês informou
u que estava
a iniciando o processo
o
de licen
nciamento d
da sua segu
unda usina nuclear no mesmo sítio de Borsssele. Não fo
oi definido o
projeto nem o forn
necedor, ma
as a unidad
de deverá ter entre 1000 e 1600
0 MW e co
om prováve
el
entrada em operaçção em 2020, ainda em
m tempo parra atingir ass metas de redução da
as emissõess
de gase
es do efeito estufa. O combustível
c
l previsto é MOX e o custo
c
estima
ado do proje
eto é de 5 a
7 bilhõe
es de dóla
ares conform
me informo
ou a empre
esa Energyy Resourcess Holding (holding do
o
projeto) em setem
mbro de 201
10. A emp
presa holan
ndesa Delta
a (proprietária de 50%
% da centra
al
existentte) e a EdF
F assinaram
m, em novembro de 20
010, acordo
o de colabo
oração para
a a eventua
al
construçção de uma
a nova centrral na Holan
nda no sítio de Zeeland
d Coast.
A única usina holandesa passsou pelo tesste de stress da UE. Em Junho de
e 2011 foi a
autorizado o
uso do combustíve
el MOX e o governo da
d Holanda garantiu qu
ue continua
aria com seu programa
a
ova Central.
nuclear para constrrução da no
Em jane
eiro de 2012, devido à crise financeira na Eu
uropa e tam
mbém à ince
ertezas no mercado
m
de
e
carbono
o a central fo
oi postergad
da.
A empre
esa ERH - Energy Re
esources Ho
olding, perte
encente à a
alemã RWE
E, proprietárria da outra
a
mettade de Borssele, também
m solicitou
u
auto
orização pa
ara a construção de outra
o
centra
al
na Holanda.
H
Exisste ainda u
um acordo entre a Holanda e a
França que p
prevê a recciclagem de parte do
o
com
mbustível irrradiado hola
andês na Frrança. Apóss
o reprocessam
r
mento o material
m
é rretornado à
Holanda (COV
VRA Storag
ge Facility próxima a
Borrssele) se
eguindo e
estritos pa
adrões de
e
seg
gurança dita
ados pela AIIEA.
Centtral de Borssele - Holanda (IImagem: EPZ))
Em Jan
neiro de 2
2012 o go
overno hola
andês inforrmou que um novo reator de pesquisass
(denominado Pallas) será construído na rregião de Petten para rrepor o reattor existente
e (High-Fluxx
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
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Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
47
Reactorr -HFR) que
e opera dessde 1961 e está atingiindo o térm
mino de sua vida econo
omicamente
e
útil. Prevê-se a entrada em op
peração do n
novo reator em 2022.
Hungria
País
Hungrria
usinas e
em
operaçã
ão
4
capacida
ade usinas em
capac
cidade em
atual (M
MW) constru
ução constru
ução (MW)
2000
0
0
Energia Nu
uclear
gerada 2012 (TWH)
14,763
3
% do total
gerado em 2012
45,90
A Hungria tem 4 usinas nucle
eares (Paks 1 a 4 – VV
VER-PWR 500
5 MW) cu
uja operaçã
ão comercia
al
começo
ou ente 198
82 e 1887 e que gerarram 14,763 TWh, ou sseja cerca d
de 45,90% da geração
o
elétrica do país em
m 2012. Esta
a é a energ
gia elétrica m
mais barata gerada no país e, segundo fontess
governa
amentais, o índice de aprovação
a
à energia nu
uclear pela p
população é de 73%.
Em 200
04 as usinass receberam
m a autoriza
ação para op
perar por mais
m
20 anoss (a licença original era
a
para 30
0 anos) e os trabalhoss preparatórrios para a ampliação de vida esstão em and
damento de
e
acordo com as auttorizações d
do Parlamento. Os ressultados doss testes na central hún
ngara foram
m
satisfató
órios segun
ndo o órgã
ão regulado
or governamental não
o requerend
do nenhum
ma provisão
o
adiciona
al quanto à sua segurança.
Em dezzembro de 2
2012 o reato
or 1 de Pakks (VVER 50
00MW) tevve sua vida útil ampliad
da em maiss
20 anoss, podendo o
operar agorra até dezem
mbro de 203
32 (50 anoss úteis).
Central Nu
uclear Paks – H
Hungria
Em 2009 o parlamento
o do paíss
overno a começar o
autorizou o go
eto para ampliar
a
a capacidade
e
proje
nucle
ear no sítio
o existente, através da
a
consstrução de mais uma
a ou duass
unida
ades nucle
eares no mesmo
m
loca
al
da C
Central Pakks. Os estu
udos para a
defin
nição do tipo e tamanh
ho do reatorr
ainda
a estão em
m andamento. O custo
o
está estimado em 10 bilhões de
e
dólarres.
Em jjunho de 20
011 a emprresa estata
al
pretendia
MVM
M
anunciou
que
a
expa
andir a capa
acidade de geração da
a
sua Central Paks e aumentar sua influê
ência nos m
mercados de energia d
da sua vizin
nhança noss
Bálcãs (Croácia, S
Servia e Bóssnia e na R
Romênia). P
Pal Kovacs - Ministro d
do Desenvo
olvimento do
o
húngaro
o declarou que
q em tod
dos os cená
ários de planejamento energético estudados pelo país o
suprime
ento nuclear é indispen
nsável. O p
plano energ
gético 2030-- 2050 reco
omenda a e
extensão de
e
vida em
m outros 20 anos, além da primeira
a extensão, das 4 unid
dades da su
ua única cen
ntral (Paks),
cujas vid
das úteis se
e encerraria
am entre 203
32 e 2037.
Em 16/1
12/2011 o P
Primeiro Min
nistro Viktorr Orban dissse que a me
eta é ter a p
participação
o nuclear na
a
matriz e
elétrica em 6
60% em com
mparação ccom os atua
ais 40%. O g
governo che
eco planeja dobrar esta
a
participa
ação nos prróximos 50 anos.
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
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Nuc
clear – Nove
embro 2013
48
A Hungria planeja a
abrir concorrência para
a mais dois reatores no
o sítio de Pa
aks entre 20
013 e 2014,
conform
me informou
u o Ministro Pal Kovacss. As datass de inicio d
de operação
o previstas são 2022 e
2025 para
p
os rea
atores 5 e 6 respecttivamente. O ministro disse ainda
a
que o
os projetoss
conside
erados são
o o EPR Areva, o ATMEA da Areva--Mitsubishi, o VVER
R 1200 da
a
Atomstrroyexport , o APR 1400
0 da Coreia do Sul e o A
AP1000 da Westinghouse.
Inglaterra e IIrlanda d
do Norte
e (UK)
País
Usinas em
operaç
ção
Capacidade
atual (MW)
Inglaterrra
16
99
930
Energia
Usinas em Ca
apacidade em
% do ttotal gerado
Nuclear ge
erada
construção con
nstrução (MW
W)
em
m 2012
2012 (TW
WH)
0
0
63,96
6
18,10
O Reino
o Unido tem
m 16 usinass em operaçção (9930 M
MW de cap
pacidade insstalada) e 29
2 fechadass
por térm
mino de vida
a útil ou ob
bsolescência
a. É o parque mais an
ntigo, com usinas
u
já fecchadas que
e
começa
aram a operrar na décad
da de 1950 e 1960. Em
m 2012 o pa
aís produziu 63,96 TWh
h de energia
a
de fonte
e nuclear (18,1% do tottal).
O Reino
o Unido tem
m 75% da ssua energia
a elétrica prroduzida po
or óleo e ca
arvão e com
mo forma de
e
reduzir suas emisssões de ga
ases do effeito estufa
a lançou, em julho de
e 2009, seu
u Plano de
e
Transiçã
ão para um
ma Economia de Baixo
o Carbono. O Plano co
oncentra açções em tra
ansformar o
setor de energia, expandind
do o uso d
de fontes rrenováveis, além de aumentar a eficiência
a
dios, casas e do setor de transporrtes do país.
energéttica dos préd
Fonte: WN
NA
Com issso o país de
everá alcan
nçar as meta
as domésticcas de corte
e de 34% n
nas emissõe
es de gasess
do efeito
o estufa até
é 2020, qua
ando 40% da eletricidad
de consumida no Reino Unido devverão vir de
e
fontes d
de baixo carrbono, com as tecnolog
gias de energia renová
ável, nuclearr e captura e sequestro
o
de carbo
ono.
A consttrução de uma nova frota de u
usinas nucle
eares faz parte
p
da p
política de rredução de
e
emissõe
es de carbo
ono vigente no país e elas
e
devem
m começar a operar até
é 2017, sub
bstituindo ass
usinas nucleares a
antigas (a ú
última a en
ntrar em op
peração datta de 1989
9) e as já ffechadas. A
empresa
a Horizon Nuclear Po
ower respon
nsável pela
as solicitaçõ
ões de lice
ença para o
os sítios de
e
Wylfa Península
P
e de Oldburyy, e que erra uma joint venture fo
ormada pela
as alemãs E.ON UK e
RWE
E Nuclearr
Powe
er Plans fo
oi
Reaatores de potência plaanejados e propostos
vend
dida
em
m
Capacidade (MWe iníccio de outub
bro
de
e
P
Proponente
Sittio
Localidade
T
Tipo
b
brutos)
opeeração 2012
2
(devido
o
Hinkley Point
P C-1
Som
merset
E
EPR
1670
2
2018
aos
problemas
s
E Energy
EDF
Hinkley Point
P C-2
E
EPR
1670
2
2019
políticoss
Suuffolk
Sizewell C-1
E
EPR
1670
2
2020
nos
na
a
intern
E Energy
EDF
E
EPR
1670
2
2022
Sizewell C-2
Alem
manha) e o
Glouceestershire ABWR
R x 2 or 3
27660-4140
by 2025
Horizon
Oldbuury B
novo
o
Wylfa B
W
Wales
ABWR
R x 2 or 3
27660-4140
by 2025
Horizon
proprietário é a
Hitacchi.
NuGenerationn (Iberdrola + GDFF Suez)
Moorrside
Cuumbria
AP10000? x3
Up to 3600
2
2023
Para
a o sítio de
e
Total plannejado ou propossto
até aprox. 188.600 MWe
Hinkley Point,
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
49
onde já existem 2 usinas antig
gas, a EDF está inician
ndo a impla
antação de u
um EPR 16
600 (Hinkleyy
Point C)), na região de West So
omerset e fez
f as encom
mendas doss componen
ntes pesado
os para esta
a
central à AREVA. As 3 principais licença
as já foram solicitadass aos regula
adores e já
á receberam
m
sinal po
ositivo, conforme inforrmou a EDF. Em 26
6 de novem
mbro de 2012, o órgão
o reguladorr
nuclear britânico liiberou a liccença para o sítio de Hinkley Po
oint e em dezembro
d
d
de 2012 oss
regula
adores ing
gleses aprrovaram o
projeto
o EPR.
A decisão
o final de
e
investimento desste projeto foi tomada
a
em ou
utubro de 2013. Além
m da EDF,
integra
am o consó
órcio a Chiina Genera
al
Nuclea
ar Corporattion (CGN) e a China
a
Nation
nal Nuclearr Corporatio
on (CNNC),
terão uma fatia combinada de 30% a
40% n
no negócio consórcio;; e o grupo
o
nuclea
ar estatal francês A
Areva, com
m
10%. Estes 2 EPRs reprresentam o
maior investime
ento em projeto de
e
infraesstrutura na
a Inglaterra
a desde o
anos 1
1950.
A expecttativa é o fo
ornecimento
o de energia
a
correspo
onda a 6% do total na Inglaterra (ssuficiente para atenderr 5 milhões de residênccias).
Hinkley P
Point C (Prová
ável aspecto da usina – WNA)
Um grupo formado
o pela espa
anhola Iberd
dola (37,5%
%), a britânicca Scottish & Southern
n (25%) e a
francesa
a GDF Suezz (37,5%), fformou um consórcio- NuGeneratiion Ltd (NuG
Gen), que ccomprou em
m
2009 um
m terreno e
em Sellafielld (Oeste d
da Inglaterra
a) como po
ossível loca
al para novo
os reatores.
Neste ccaso o proje
eto consiste
e na constru
ução de um
ma central n
nuclear com
m potência instalada de
e
3600 M
MW, que ajudará no o
objetivo alte
erar o perffil de geraçção de ene
ergia no Re
eino Unido,
fortemente baseada em carvão.
o do plutônio
o derivado d
das instalaçções nuclea
ares civis é ccondição fundamental no plano de
e
O reuso
descarb
bonização do
d país que precisa gerrenciar 112 toneladas d
do material em estoque (próprio e
de clien
ntes externo
os da usina
a de reproccessamento em Sellafie
eld). Apesa
ar do reuso através da
a
produçã
ão de combustível MOX
X não ser ainda comerccialmente tã
ão bem succedido na Grã Bretanha
a
quanto na França (AREVA), o material p
produzido poderia alimentar 2 rea
atores por a
até 60 anos.
5/07/2011 - Segund
do o Ministrro de Energ
gia e Mudan
nças Climátticas britânicco, Charles Hendry, “O
O
governo
o da Grã Bre
etanha perm
manece abssolutamente
e comprome
etido com novas usinass nucleares,
sem as quais a naçção ficaria no
n escuro e menos pró
óspera”. “Nó
ós precisam
mos manter a confiança
a
pública baseada e
em fatos e evidências científica
as e na exxistência de
e um órgão
o reguladorr
indepen
ndente”. Ele
e acredita qu
ue a energia nuclear hoje
h
é vital p
para o setorr energético
o britânico e
assim p
permanecerá
á por muito
os anos. O país
p
deverá
á construir n
não uma ussina, mas uma frota de
e
novas n
nucleares, e
estando gara
antido isso aos
a investid
dores.
Todo o processo faz parte da política
a de baixo carbono d
do país, in
ncorporando
o quaisquerr
aprendizzados advindos do a
acidente de Fukushima
a. Em 22 de julho de 2011 o Parlamento
o
britânico
o aprovou a política en
nergética na
acional e lisstou os oito
o (8) sítios p
para as novvas centraiss
nucleare
es, introduzzindo ainda um planejamento para
a acelerar esstas constru
uções.
Em 17//10/2011 o Secretário
o de Energ
gia declaro
ou que os riscos da energia n
nuclear são
o
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
50
conheciidos e muito
o menores que a acelleração nass mudançass climáticass. O suporte
e dado pela
a
populaçção da Ingla
aterra é alto
o com a ma
aioria conco
ordando com
m a constru
ução de novvas centraiss
principa
almente para
a prevenir a
as mudança
as climáticass.
Em outtubro de 2
2012 foi lib
berada uma
a pesquisa na qual 6
63% dos rresidentes aprovam a
manutenção e/ou cconstrução d
de novas ce
entrais nucle
eares. Este suporte era
a de 61% em
m 2010.
A EDF assinou a
acordos Frranco-Britân
nicos para facilitar oss expressivvos investim
mentos em
m
infraestrrutura e em
m toda cad
deia de sup
primentos q
que serão realizados na Inglaterra com oss
projetoss de Hinkle
ey Point. Tais
T
acordo
os (500 milhões de libras) comp
preendem sserviços de
e
prepara
ação de síttio (100 milhões de liibras), fornecimento d
de equipam
mentos e fo
ormação de
e
pessoall especializa
ado. Eles re
epresentam
m a criação d
de 1500 em
mpregos.
Uma re
ecente pesq
quisa entre os morado
ores consta
atou que o acidente n
nuclear de Fukushima-Daiichi n
não teve prraticamente nenhum im
mpacto sobrre as atitude
es públicas para a energia nuclearr
no Reino Unido.
Em junh
ho de 2013 o governo do
d Reino Unido anunciiou um esfo
orço para inccentivar o in
nvestimento
o
em ene
ergia nuclea
ar oferecen
ndo 10 bilhõ
ões de librras (GBP) (15.200 milhões dólarres ou 11,6
6
milhõess de euros) d
de garantiass a investido
ores para a nova usina
a nuclear de
e Hinkley Po
oint.
Resídu
uo nuclearr
O país reprocessa
a o seu ressíduo nuclea
ar em suass usinas de
e reprocesssamento em
m Sellafield.
Atualme
ente o volum
me acumula
ado de Pluttônio na Ing
glaterra chega a 82 ton
neladas e é crescente.
Existem
m conversaçções entre o governo b
britânico e a GE-Hitach
hi para a uttilização da
a tecnologia
a
do reato
or Fast Bre
eeder Prism
m para a red
dução deste
es montantes de Plutô
ônio utilizan
ndo-o como
o
combusstível MOx a partir de 2025.
Itália
País
s
Itália
a
usinas e
em capacida
ade usinas e
em capacid
dade em
operaçã
ão atual (MW) construç
ção construç
ção (MW)
0
0
0
E
Energia
Nucle
ear
ge
erada 2012 (T
TWH)
% do ttotal gerado
em 2012
0
0
0
Na Itália
a em 2010, 64,8% da
a energia elétrica foi p
proveniente de combustível fóssill; 22,2% de
e
renovávveis e 13% foi
f importad
da.
A Itália não possuii usinas nuccleares em operação. Suas 4 usin
nas - Caorsso; Enrico Fermi
F
(Trino
o
Vercelle
ese); Garigliiano e Latin
na- foram fechadas até julho de 19
990 (2 por d
decisão da p
população e
2 por té
érmino de viida útil). A Ittália é o único país do G8 – grupo
o dos paíse
es mais ricoss do mundo
o
mais a Rússia – q
que não op
pera usinass nuclearess. Mesmo a
assim, cercca de 10% da energia
a
elétrica consumida
a no país sã
ão de orige
em nuclear, importadoss principalm
mente da Frrança, onde
e
75% da energia são gerados p
por centrais nucleares.
Enrico Fermi
F
(Trino
o Vercellese
e) está em d
descomissio
onamento.
Em 200
08 o país de
ecidiu retomar seu prog
grama nucle
ear paralisad
do na décad
da de 1980, libertando-se da dependênci
d
ia do petró
óleo atravéss de um rá
ápido dese
envolvimento
o da energ
gia nuclearr.
Segundo o Ministro
o da Econom
mia e Dese
envolvimento
o, Claudio S
Scajola, o ccusto da parralisação do
o
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
51
progrrama nuclear italiano para a ecconomia do
o
país foi de 50 bilhões
b
de dólares e que todo o
bouço legal para a reto
omada da fo
onte nuclearr
arcab
estavva sendo ad
dotado no n
novo plano nacional de
e
energ
gia.
enado italia
e 2009 o Se
ano aprovou
u
Em 9 de julho de
um pa
acote legislativo que de
eu luz verde
e ao retorno
o
do usso da energia nuclear n
no país e qu
ue em até 6
(seis)) meses seriam selecionad
dos sítioss
poten
nciais para a instalação
o de novas u
usinas.
O mo
odelo de rea
ator a ser adotado
a
devveria ser um
m
que já
á fosse licenciado na Europa
E
o qu
ue permitiria
a
ganha
ar tempo d
de licenciam
mento, uma vez que o
plano
o era constrruir de 8 a 10 reatore
es até 2030
0
atingind
do 25 % da geração elétrica italian
na. Atualme
ente o custo
o da energiia elétrica n
na Itália (um
m
mix de 60% em gás importad
do) é 30% mais alto q
que a média européia
a e 60 % m
maior que o
francês..
Em Junho de 2011
1, a maioria dos italiano
os, através de plebiscito, decidiu q
que não pre
etendem ter
energia nuclear no
o país. Os votos negativos à nucle
ear foram 94
4% da popu
ulação que votou (57%
%
da popu
ulação que podia votarr) o que corrresponde a 53,58 %. A forma co
omo foi enca
aminhada a
votação
o não foi esspecífica contra a enerrgia nuclearr, mas uma desaprova
ação global ao governo
o
de entã
ão (Silvio Be
erlusconi) e seus planos de ação
o. A Itália é um país ssujeito a terrremotos de
e
grande magnitude e isso contrribuiu muito
o para o med
do da população, forte
emente explorado peloss
ambienttalistas. Com
m isso o país continuarrá a gerar e
energia nuclear, atravéss da empressa ENEL na
a
Eslováq
quia e a com
mprar eletriccidade nucle
ear da franccesa EDF.
A Itália, através d
da sua em
mpresa de energia EN
NEL que p
possui 66%
% da SE-SL
LOVENSKE
E
ELEKTR
RARNE da Eslováquia
a, constrói, desde novembro de 2
2008, as ussinas Moch
hovce 3 e 4
(VVER-440 MW cada) que
e devem estar em operação comercial em 2012 e 2013
3
respectiivamente. O investime
ento previsto
o é de 2,77
7 bilhões de
e euros. Qu
uando em o
operação, a
produçã
ão destas ussinas repressentará 22%
% do total de
e energia elétrica conssumido na Eslováquia.
E
Outro negócio nucllear italiano
o foi a aquissição, atravé
és da mesm
ma ENEL, d
de 12,5% da
as ações da
a
usina fra
ancesa Flam
manville-3 ((pertencente
e à EdF) qu
ue se encon
ntra em construção na Normandia.
Estas ações
a
visam
m não só o investimento, mas tam
mbém a forrmação de pessoal especializado,
visto que há mais de
d 20 anos a Itália fech
hou seu parq
que industriial nuclear.
Além diisso, a ARE
EVA e ANS
SALDO NUC
CLEARE ha
aviam assin
nado acordo
o no qual a ANSALDO
O
iria participar do prrocesso de licenciamen
nto e da con
nstrução do
o novo reato
or da AREV
VA (EPR) na
a
mas com o cancelamento italian
no de usina
as nucleare
es o acord
do ficou va
alendo para
a
Itália, m
qualque
er lugar do m
mundo confforme a Join
nt venture ccriada em 11/10/2011. A ANSALD
DO também
m
pretende fabricar super módulos para o
os AP1000
0 da Westin
nghouse de
estinados ao
a mercado
o
inglês.
Norue
ega
A Norue
ega é o sexxto maior prrodutor mun
ndial de ene
ergia hídrica
a. Apesar d
da Noruega não ter um
m
program
ma de geração nuclea
ar, o comitê
ê criado pelo governo norueguêss para estudar energia
a
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
52
sustentá
ável recome
endou em sseu relatório
o o reconhe
ecimento da
a contribuiçção da enerrgia nuclearr
para um
m futuro ene
ergético susstentável. O país també
ém faz pesq
quisas nucle
eares em se
eus Centross
de Tecn
nologia da E
Energia ond
de foi testad
do o combu
ustível nucle
ear que serrá usado no
o submarino
o
nuclear brasileiro (um ensaio científico
o sofisticad
do que exiigiu alta qualificação da equipe
e
envolvid
da e que tevve a particip
pação de um
m grupo de cientistas d
da Marinha Brasileira do Centro de
e
Aramar)).
Polôn
nia
O país tem 3
38 milhões de habitanttes e a sua
a
ma
atriz elétrica
a é hoje calccada em ca
arvão (94%).
Pa
ara reduzir ssuas emisssões de CO
O2 a Polônia
a
já acena com
m a possibilidade de co
onstruir sua
a
priimeira centrral até 2024
4, tentando d
desta forma
a
iniciar a alterração de ssua matriz. O governo
o
olonês designou a su
ua maior e
empresa de
e
po
ele
etricidade
(PGE
Polskka
Grupa
a
En
nergetyczna
a SA) para conduzir os projetoss
da
as duas prim
meiras centtrais nuclea
ares do paíss
qu
ue deverão ter 3000MW
W cada um
ma com doiss
ou
u três reatores em cada
a sítio. Espe
era-se que a
priimeira usina
a opere em 2024.
O sítio de Zarnowiec poderá ser ap
proveitado
de
evido à infraestrutura qu
ue já é disponível.
Sítio em Zarnow
wiec – Polôniia (provável localização
l
do
o
rea
ator em estudo
os)
Em 198
86 a Rússia estava con
nstruindo 4 reatores W
WWER, 440M
MW para a Polônia em
m Zarnowiecc
ao norte
e de Gdan
nsk, mas o projeto foi abandonad
do em 198
89, após um
m referendu
um popularr,
fortemente influencciado pelo a
acidente de Chernobyl. Os reatores que já esttavam entre
egues foram
m
vendido
os para a Finlândia (Lo
oviisa) e pa
ara a Hungrria (Paks). O sítio existente hoje (foto)
(
talvezz
seja usa
ado pela futtura central aproveitand
do a infraesstrutura e oss estudos já realizados..
Em abril de 2010 fo
oi assinado um memora
ando de coo
operação entre a Westtinghouse e a polonesa
a
Polska Grupa Ene
ergetyczna ((PGE) para
a estudar a viabilidade
e de constrrução de um
m reator de
e
terceira geração (G
Generation III+) na Polô
ônia (AP100
00).
A PGE decidiu em
m 9/12/11 não participa
ar do projetto e construção de Ce
entral de V
Visaginas na
a
a e também não compra
ar energia da
d central ru
ussa Baltic em
e construçção em Kaliningrado.
Lituania
O Parla
amento polo
onês aprovvou em julh
ho de 2011 a última le
ei necessária para o começo de
e
construçção da prim
meira Centrral Nuclear do país. A tecnologia
a escolhida deverá esttar entre oss
forneced
dores AREV
VA, GE Hita
achi e Westinghouse.
O proje
eto final e as licençass são espe
erados para
a estar pron
ntas em 20
018, permittindo que a
construçção comece em 2019
9. A primeirra unidade está previssta para en
ntrar em op
peração em
m
2024, a segunda e
em 2029. Segundo
S
o Primeiro Miinistro, Tusk, o govern
no está con
nvicto que a
energia nuclear co
onstitui uma
a boa altern
nativa as n
necessidade
es energéticcas da Polônia, assim
m
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
53
como uma grande oportunida
ade de negó
ócios, com a possibilid
dade de ven
nda de ene
ergia para a
Alemanha.
Em sete
embro de 2
2012 as em
mpresas Tau
uron, Enea e a minera
adora de co
obre KGHM
M assinaram
m
acordo com a PG
GE, a maio
or distribuidora no paíís, para pa
articipar do projeto de
e 6 GW de
e
capacid
dade nuclea
ar que a PG
GE pretende implemen
ntar até 203
30 e em se
etembro de 2013 PGE
E
disse qu
ue vai mantter a equida
ade de 70%
% na PGE EJJ, com 10%
% cada detid
do por ENEA
A, Tauron e
KGHM, e todas as quatro partes rubricara
am um acorrdo nesse se
entido.
O gove
erno polonê
ês solicitou à PGE que lidere um
m consorcio
o para a co
onstrução de
d 2 usinass
nucleare
es em sítios separado
os mas há duvidas qu
uanto ao fin
nanciamento
o necessárrio. Nenhum
m
contrato
o está assinado.
República Checa
País
Rep. Checa
usinas
s em capac
cidade
operação
atual (MW)
6
3760
Energia N
Nuclear
usin
nas em cap
pacidade em
m
% do total
gerada
2012
con
nstrução con
nstrução (MW
W)
gera
ado em 2012
(TWH)
0
0
28,60
02
35,30
A República Checa
a é rica em
m depósitos de carvão mineral e é a terceira
a maior exportadora de
e
eletricidade da Eurropa. O paíss tem 6 usinas (Dukovvany 1 a 4 e Temelin 1 e 2, todoss VVER) em
m
operada
as pela emp
presa CEZ q
que produziiram 28,602
2 TWh em 2
2012, o que represento
ou 35,3% da
a
energia elétrica do
o país. Foi aberta um
ma concorrê
ência interna
acional parra fornecer dois novoss
n, onde po
or razões políticas
p
so
omente doiss dos quattro reatoress
reatoress no sítio de Temelin
originalmente
previstoss
foram
m
constrruídos. Oss forneced
dores que
e
apresentaram o
ofertas fora
am AREVA
A
(franccesa),
We
estinghouse
e
(amerricanos/japo
onês)
e
Rosatom
m
(russa
a).
O resultado final deveria ser anunciado
o
em 2013, mas a A
AREVA fo
oi
desqu
ualificada pe
ela comissã
ão julgadora
a
da co
oncorrência e decidiu recorrer da
a
decisã
ão.
Temelín nuclear pow
wer plant (foto
o ČEZ)
Desta
a forma o prrocesso de escolha do
o
concorrên
vence
edor
da
ncia
será
á
atrasado
o por algun
ns meses. Os
O concorrentes dissera
am que até
é 70% do tra
abalho pode
erá ser feito
o
pelas e
empresas cchecas loca
ais e que isto poderia
a criar até
é 10.000 em
mpregos no
o país. Fo
oi
solicitad
da também a extensão de vida útill dos 4 reato
ores da cen
ntral Dukova
any que já ttem mais de
e
20 anoss de operaçção de form
ma a que p
possam gera
ar até 2025
5 – 2028. Estão
E
previsstos grande
e
quantida
ade de trabalho e muito
o investimento para pe
ermitir a amp
pliação de vvida útil.
As ativid
dades deve
em começarr em 2015 e contempla
arão també
ém o aumen
nto de potên
ncia em até
é
500 MW
W(e).O gove
erno checo declarou qu
ue continuará com seus planos pa
ara construçção de maiss
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
54
reatores n
nucleares e que sua matriz para
a
geração de
e energia elétrica
e
será
á 50% desta
a
fonte até 2040
2
(hoje ccorresponde
e a cerca de
e
1/3 do tota
al), conforme demonstrrado na sua
a
política en
nergética em
m 8 de no
ovembro de
e
2012.
Os reatorres da C
Central de Dukovanyy
poderão a
ainda suprirr aquecime
ento para a
sua vizinha
ança, a cid
dade de Brn
no a 40 km
m
de distânccia, segund
do estudo de impacto
o
ambiental submetido às autoridades locaiss
pelo opera
ador.
Central
Nuc
clear
Dukova
any
(Imagem: Petrr Adamek)
–
Repú
ública
Checa
a
A populaçã
ão seria beneficiada pe
ela redução
o
de emisssões e pe
ela estabilizzação do cu
usto do aquecimento. Por solicita
ação do go
overno esta
a
central passou, em
m junho de
e 2011, porr inspeção de seguran
nça da AIE
EA (Operational Safetyy
Review Team - OS
SART) no q
qual se concluiu que a central é ssegura, mass que precisa algumass
melhoria
as em sua
as práticas de segura
ança as qu
uais foram recomenda
adas pelo rrelatório da
a
inspeçã
ão.
Romê
ênia
País
usinas em
m
operação
Romênia
2
capacida
ade usinas e
em
atual (MW) construç
ção
1414
2
capaciidade em
constru
ução (MW)
Energia Nuc
clear
gerada 2012 (TWH)
% do total
gera
ado em 2012
1440
10,563
19,4
A Romê
ênia tem 2 usinas nuclleares (Cern
navoda 1 e 2- PHWR 650 MW) e
em operaçã
ão comercia
al
com 19
9,4% da geração elétriica suprida por reatore
es nucleare
es em 2012
2. As duas usinas são
o
operada
as pela SN
NN - Societtatea Nation
nala Nuclea
arelectrica. As unidades 3 e 4 (720 MWe
e
Candu, cada uma)) enfrentam
m problemass de financiiamento e têm
t
início d
da operação comercia
al
previsto
o para 2016.
Um aco
ordo entre seis comp
panhias invvestidoras - ENEL (9.15%), CEZ
Z (9.15%), GDF Suezz
(9.15%)), RWE Pow
wer (9.15%
%), Iberdrola
a (6.2%), a
and ArcelorMittal Galatti (6.2%) - e a SNN-Societattea Nationa
ala Nucleare
electrica (5
51%) da Ro
omênia foi a
assinado em
m 20 de no
ovembro de
e
2008 pa
ara a concllusão dos rreatores de Cernavoda
a-3 e -4 (PHWR Cand
du -750 MW
W cada), no
o
mesmo sítio das ussinas 1 e 2 em operaçção. Em 20
011 as emp
presas européias Iberdrola (6.2%),
RWE Power
P
(9.15
5%), GDF Suez
S
(9.15
5%), CEZ (9.15%), de
esistiram de
e participar do projeto
o
devidoss às incertezzas econôm
micas e de m
mercado e a SNN- Soccietatea Nattionala Nuclearelectrica
a
passou a deter 84,6
65% do inve
estimento.
A emprresa SNN d
disse que a China atra
avés da Ch
hina Nuclear Power En
ngineering C
Co.-CNPEC
C
estaria interessada
a no projetto das dua
as novas C
Cernavoda, e também
m a Coreia do Sul. A
concorrê
ência intern
nacional abe
erta em novvembro de 2
2011 aparen
ntemente nã
ão recebeu ofertas.
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
55
Em outu
ubro de 201
12 o governo
o romeno solicitou que
e as empressas que dessistiram de participar
p
do
o
projeto reconsidera
assem sua decisão e retomasse
em as discu
ussões. Devvido a dificculdades de
e
amento o go
overno rome
eno não forrneceu os fu
undos prom
metidos e a SNN não foi
f capaz de
e
financia
arcar co
om os custo
os do projetto. O gran
nde problem
ma enfrentad
do pelo paíís é a falta d
de recursoss
para terrminar suas construçõe
es.
C
Central
Nucle
ear de Cernavoda – Romê
ênia – As unidades 1 e 2,, à direita, es
stão em operração
O país p
produz seu próprio com
mbustível de
esde os ano
os 80 na Nu
uclear Fuel P
Plant (FCN)) em Pitesti..
Seus re
eatores são
o tipo CANDU e o pro
ojeto prevê
ê resistência
a a grande
es terremoto
os, estando
o
localizad
do acima da
a área teoricamente atingida pela maior ench
hente do Rio
o Danúbio (num estudo
o
de prevvisão para 10.000 ano
os), e tamb
bém muito a
acima do n
nível do ma
ar Negro, entre
e
outross
question
namentos quanto
q
a su
ua segurança. Segund
do as autorridades do país seria muito difícil
algo sim
milar a Fukushima acon
ntecer.
Rússia
País
usinas em
m
operação
o
capacida
ade
atual (MW
W)
usinas e
em
construç
ção
capacidade em
constru
ução (MW)
Energia Nuc
clear
gerada 2012 (TWh)
% do total
gera
ado em 2012
Rússia
a
33
25242
11
9.285
165,594
4
17,80
A Rússsia tem 33 usinas (24
4.429 MW) em operaçção (sendo 15 delas com reatorr RBMK ou
u
LWGR–
– o mesmo modelo da usina ucraniana Cherrnobyl), 11 usinas
u
em cconstrução (1RBMK, 1
FBR e 9 V
VVER) com
m capacidad
de de 9.285
5
MW líquid
dos e 20 pllanejadas (21.400 MW
W
líquidos), já com local escolhido
o e data de
e
início de operação p
prevista. Existem ainda
a
mais 24 unidades (24.180MW
W) previstass
para futu
uro, porém
m com da
atas ainda
a
incertas.
As usinas em operração prod
duziram em
m
2012 mais de 165 TWh de energia ou
u
17,80% da
a energia do país.
Central N
Nuclear Kursk c
composta de 5 reatores - tip
po LWGR (1 em
m construção)) foto: Atomen
nergoproekt
As usina
as russas são licenciad
das para um
ma vida útil de
d 30 anos.. Atualmente
e estão em andamento
o
processsos de exten
nsão de vid
da para 12 u
usinas de re
eatores de primeira ge
eração (Leningrad 1&2,
Kursk 1&2, Kola 1&
&2, Bilibino 1-4, Novovo
oronezh 3&
&4) totalizando 5.7 GWe
e a serem rrevitalizadoss
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
56
por 15 a 25 anos, após investimenttos para
reformá
á-los. Trêss reatores RBMK re
eceberam
licença para opera
ar por mais 15 anos (L
Leningrad
1, 2 and
d 3) após melhorias no projeto orig
ginal.
Em julh
ho de 2012 o diretor g
geral da Ro
osatom –
empresa
a estatal n
nuclear russsa, declaro
ou que o
governo
o
rrusso
prevê
a
cconstrução de novas ca
apacidadess
nucleare
es de cerca
a de 30 GW até 2020, o que
correspo
onderá a 25
5% ou 30% da energia do país
nesta da
ata. O conssumo per ca
apita do paíss é
quase 3 vezes maior que o bra
asileiro, parra uma
populaçção de cerca
a de 142 miilhões de ha
abitantes.
Volgo
odonsky NPP (tipo PWR) na Rússia
Fo
oto: Energoato
om
O foco na geração
o nuclear pe
ela política energética russa visa permitir a e
exportação de seu gáss
natural para a Euro
opa – mais lucrativa do
o que seu u
uso para a g
geração dom
méstica de eletricidade
e
– e a su
ubstituição de seu parrque gerado
or, já no fim
m de sua vid
da útil. Os RBMK
R
deve
em terminarr
sua vida
a útil até 2024.
A Rússia vem
m firmando uma série de acordoss
co
omerciais e de cooperação com
m diversoss
pa
aíses para construção
o de novo
os reatores,
de
esenvolvime
ento e explo
oração de co
ombustíveiss
nu
ucleares e pesquisa em gera
al na área
a
nu
uclear.
Esstas atividad
des formara
am uma gra
ande rede
de
e influência
a mundo a
afora, que segundo
se
eus dirigen
ntes perm
mitirá ao país ser
forrnecedor de
e 30% doss novos neg
gócios na
árrea nuclearr, podendo chegar a 38% do
me
ercado de reatores e serviços nucleares
em
m 2030.
Sala de co
ontrole de um dos reatores da
Central de
e Leningrad - (RBMK ou LGW
WR)
A crise e
econômico--financeira d
do final de 2008
2
atingiu
u fortemente
e a economia russa com
ma
produçã
ão industriall caindo mais de 7% e, consequen
ntemente, diminuindo o consumo d
de energia.
Apesar disso, seuss dirigentess afirmam q
que os plan
nos nuclearres serão a
apenas “alo
ongados” no
o
tempo, permitindo q
que as nova
as usinas se
ejam conecctadas mais tarde, em 2
2020.
A repossição de rea
atores antigo
os por outro
os novos co
ontinua com
mo parte doss planos de redução de
e
emissõe
es de carbo
ono em 25 % até 2020.
A Rosa
atom, estata
al nuclear ru
ussa, inicio
ou em feverreiro de 2012 a constrrução da ce
entral Balticc
Nuclearr Power Pla
ant em Kalin
ningrad (2x VVER 1200
0MW), com
m dois reatorres, na fron
nteira com a
Lituânia
a (apenas 10 Km de distância) qu
ue é vista como concorrente a central de Vissaginas que
e
iria repo
or a energia
a de Ignalina
a (reator RB
BMK lituano
o fechado em
m 2009). Em
m novembro
o de 2011 o
órgão re
egulador russso – Rosettekhnadzor forneceu a licença parra a central.
Outra novidade
n
russsa é a usiina nuclearr flutuante q
que a população de Pevek, localiidade russa
a
situada na região ártica de Chukotka
C
ap
provou, apó
ós descarta
ar que esta ameace o entorno da
a
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
57
região. A proposta foi aceita e
em debate popular
p
convoca
ado pelas autoridades
a
s do municcípio de
Chaunsski, onde ficca Pevek, ccom a particcipação
de funcionários, de
eputados e ativistas, se
egundo
informou a agênccia oficial ""RIA Novossti". As
autorida
ades locaiss tinham organizado
o uma
exposiçção na bib
blioteca municipal so
obre o
projeto para inform
mar aos hab
bitantes da região
sobre o impaccto ecológ
gico da central
Baltic pla
ant could look
k on completio
on (Image: Ros
satom)
As unid
dades estão
o previstas para operar em 2016 e 2018 resspectivamen
nte. O proje
eto também
m
inclui a linha de tra
ansmissão que distribuirá e enerrgia pelos vvizinhos (BR
RELL - Bela
arus Rússia
a
Estônia Latvia e Littuânia). A E
Empresa Ro
osatom dissse que está construindo
o ou tem co
ontrato para
a
ue nos próxximos 20 anos planeja ccomprar equipamentoss
construçção de 28 reatores no mundo e qu
e serviçços no valorr de mais de
e 300 bilhõe
es de dólare
es (238 bilhõ
ões de Euro
os).
Com rela
ação aos eventos de
e
Fukushim
ma, o paíís fará oss
mesmos testes que as naçõess
da UE, mesmo nã
ão fazendo
o
parte do Bloco. Um
m programa
a
de
insspeções
está
em
m
andamen
nto nas centrais russass
com relação aos possíveiss
riscos qu
uando o operador
o
se
e
depara ccom falta d
de água e
energia d
de emergên
ncia para oss
sistemas de refrigera
ação.
Novovorone
ezh na Rússiia 3 unidades
s
em operaç
ção, 2 em construção,
c
2
planejadas e 2 fechadas
Em seq
quencia em
m meados d
de junho de
d 2011 foi anunciado
o um progrrama de m
melhorias de
e
seguran
nça no valorr de 15 bilhões de rublos (530 milhões de dó
ólares) destinado a ene
ergia e agua
a
de emergência com
mposto de 6
66 novos motores Diessel e 35 esta
ações de bombeamento móveis e
outras 8
80 bombas ffixas, além da instrume
entação e co
ontrole desttes equipam
mentos.
Desde o evento de
d Fukushim
ma, a Rússsia mantevve a constrrução da usina de Le
eningrado 2
(segund
da fase), Co
ontinua também constrruindo mais 2 usinas na
a China e 2 na Índia e já assinou
u
contrato
os para consstrução de mais 12 usiinas (4 na T
Turquia, 2 na Belarus, 2 em Bangladesh, 2 no
o
Vietnam
m e mais 2 n
na Índia), qu
ue deverão ser iniciada
as de 2013 a 2015).
Resídu
uos Nuclea
ares
A Rússiia reprocesssa o combu
ustível nucle
ear irradiado
o, tendo um
ma central de
e reprocesssamento em
m
Mayak n
nos Montess Urais.
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
58
Na área
a de descom
missioname
ento a Rússia (Rosatom
m e Tvel) terrminou o primeiro
descom
missionamen
nto de uma instalação ccivil e a exp
periência adquirida será
á usada no ffuturo na
indústria
a nuclear. O trabalho fo
oi realizado em uma fábrica de pellets de urân
nio enriqueccido que
foi retorrnada ao estado sem attividade nucclear (green
nfield status). O custo d
do projeto fo
oi
equivale
ente a 21 m
milhões de dólares e devvido à comp
plexidade do trabalho ((desmonte d
de
equipam
mento, demo
olição de esstruturas, re
emoção de ssolo contam
minado, etc.) levou quasse 4
anos.
Suécia
usinas em
m
operação
o
País
Suécia
10
capacid
dade
atual (M
MW)
usinas em
cons
strução
9.281
0
ca
apacidade em
m
con
nstrução (MW
W)
0
Energia Nuclear
gerada 2
2012 (TWH)
61,4
473
% do total
gerado em 2012
38,11
A Suéciia possui 10
0 reatores n
nucleares em
m operação
o que produ
uziram 61,47
73 TWh de energia em
m
2012, o que repressentou um aumento
a
de
e 5,9% em rrelação a 20
011. Existem
m 3 reatore
es fechados,
no de vida útil (Agesta
a) e 2 (Barrsebäck) po
or decisão política.
p
O a
aumento de
e
sendo 1 por términ
capacid
dade dos rea
atores existtentes no pa
aís atingiu ccerca de 1150 MW e conseguiu
c
praticamente
e
equivale
er à capaccidade dos 2 reatore
es Barsebäck-1 (BWR
R-600MW) e 2 (BWR
R-615 MW),
fechado
os prematurramente em 2004 e 200
05.
Com um
ma populaçção de cercca de 9 milh
hões de ha
abitantes tem
m 1 reator nuclear por milhão de
e
residenttes.
Ce
entral Nuclea
ar de Oskarsh
hamn 3 unidades (2.308M
MW) Suécia
A produ
ução de ene
ergia elétrica
a na Suécia
a é dominad
da por duass formas de geração- a hidrelétrica
a
com cerca de 50%
% da capaccidade e a nuclear co
om 45%. A expansão destas pro
oduções era
a
limitada
a por legislaçções que prrotegiam oss rios e proib
biam a consstrução de n
novos reatores.
Em junh
ho de 2010, a legislaçã
ão que bania
a a construçção de novo
os reatores foi oficialme
ente abolida
a
pelas au
utoridades d
do país e desde janeirro de 2011 n
novos reato
ores poderã
ão ser consttruídos para
a
substituir os mais antigos quando do té
érmino de vida
v
útil ou para aume
entar a cap
pacidade de
e
geração
o e garantir a segurançça energéticca do país.
Em 201
13 a empresa sueca V
Vattenfall infformou que
e está procu
urando área
as de terra ao lado da
a
Central Ringhals p
para aquisiçção objetivando a consstrução de um
u novo rea
ator (o núm
mero 4), que
e
pela lei vigente no país só po
ode ser insta
alado ao lad
do dos reattores existentes e em ssubstituição
o
aos anttigos. Até 2025 pelo m
menos 4 rea
atores atingirão o térm
mino da vida
a útil e serã
ão fechadoss
ocasion
nando a perd
da de mais de 22 TWh de energia
a firme no pa
aís.
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
59
O goverrno Sueco, através de seu Primeirro Ministro, declarou qu
ue manterá a decisão d
de repor oss
reatoress nucleares ao final de sua vida úttil por novass nucleares..
Rea
atores Nucleare
N
s na Sué
écia
Reator
Oper
rador
Tipo
MWe liq.
ope raçã
ão
Com e rciial
m e nto
fe cham
(apr
rox.)
Oskars
shamn 1
OK
KG
BWR
473
197
72
2022?
Oskars
shamn 2
OK
KG
BWR
638
197
74
2034
Oskars
shamn 3
OK
KG
BWR
1400
198
85
2035
Ringhals 1
Vatt enfall
BWR
859
197
76
2026
Ringhals 2
Vatte
enfall
PWR
866
197
75
2025
Ringhals 3
Vatt enfall
PWR
1045
198
81
2041
Ringhals 4
Vatte
enfall
PWR
950
198
83
2043
Forsm
mark 1
Vatt enfall
BWR
987
198
80
2040
Forsm
mark 2
Vatte
enfall
BWR
1000
198
81
2041
Forsm
mark 3
Vatt enfall
BWR
1170
198
85
2045
Total (10)
(
9388
Resídu
uos Nuclea
ares
Östhamma
ar – Suécia - Local selecionado para con
nstrução de de
epósito definittivo de rejeitos
s nucleares
Com um
m parque ge
erador nucle
ear em que todos os re
eatores têm
m entre vinte
e e trinta e oito
o anos de
e
operaçã
ão a segura
ança de ope
eração e oss
processsos de gua
arda de re
esíduos são
o
uma
preocupação
o
constan
Companhia
nte.
A
de
e
Gerencciamento de Comb
bustível e
Rejeitoss
SK
KB,
uma
empresa
a
indepen
ndente de
e propriedade doss
operado
ores de usinas nuccleares da
a
Suécia,, escolheu, em junho d
de 2009, um
m
sítio (Ö
Östhammar)) localizado
o próximo à
Central Forsmark para sediarr o depósito
o
final de
e combustíve
el irradiado do país.
Anualmente mais d
de 10.000 pessoas vissitam a áre
ea de caverrnas de teste do laborratório Aspo
o
Hard Ro
och, um mo
odelo onde o combustívvel usado de
e centrais n
nucleares po
oderá ser armazenado.
A popullação é inccentivada a conhecer a
as soluçõess propostass como políttica de escclarecimento
o
geral. A aceitação
o da populaçção quanto ao depósito
o é de maiss de 80% e havia comp
petição com
m
outras ccomunidade
es interessa
adas em hosspedar a insstalação.
A opera
ação do dep
pósito final p
pode ser po
ossível em 2023
2
se for cumprido o cronogram
ma proposto.
Segundo a porta vvoz da emp
presa de Co
ombustível Nuclear e G
Gestão de Resíduos (S
SKB), Ingerr
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
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norama da Energia
E
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clear – Nove
embro 2013
60
Nordhollm, a políttica que le
evou a esta posição foi a de completa ttransparênccia com ass
comunid
dades, inforrmando o qu
ue se queria
a fazer, o porquê e o ccomo se enccontraria um
m lugar para
a
isto.
Suíça
País
usinas e
em
operaçã
ão
capacidade
atual (MW)
Suíça
a
5
3.352
usin
nas em
cap
pacidade em
cons
strução cons
strução (MW))
0
0
Energia Nu
uclear
gerada 2
2012
(TWH)
24,445
5
% do total
gerad
do em 2012
35.9
A Suíça
a possui 5 re
eatores nuccleares em o
operação (3
3.352 MW de capacidad
de instalada
a distribuída
a
em reatores tipo PWR e BW
WR) que produziram
p
Wh de ene
ergia em 20
012, o que
e
24,445 TW
representa 35,9% da energia
a elétrica prroduzida no
o país. Com
m 7,6 milhõ
ões de habitantes, isso
o
representa cerca de um reatorr para cada milhão e m
meio de habitantes.
Essas u
usinas foram
m projetada
as para ope
erar por 50 anos, e atu
ualmente tê
êm licença para operarr
por tempo que varia de 2019 a 2034 quan
ndo do térm
mino de vida
a útil dos rea
atores. A Su
uíça procura
a
há tempos um loccal adequa
ado para construir um
m depósito final dos rejeitos atô
ômicos. Porr
enquantto, ele é tra
para depósitos interme
ansportado p
ediários em Sellafield (Inglaterra)
(
e La Hague
e
(França
a), mas deve
erá retornarr ao país qu
uando houvver esta deffinição. A previsão da entrada em
m
operaçã
ão dos depósitos para
Reatorres Suiços de
d Potencia
a em Opera
ação
rejeitos é até 2024..
inicio
fecham ento
o
R
Reatores
O
Operador
Tipo
MWe
e liq.
Os cincco reatores suíços prod
duzem
ão
(aprox.)
operaçã
eladas
anualme
ente cerca de 75 tone
NOK
PWR
365
1969
2019
9
Be znau 1
de com
mbustível irrradiado qu
ue ao
NOK
PWR
365
1971
2021
1
final da vida útil tottalizarão de
e 3.000 Be znau 2
a 4.30
00 tonelad
das (cercca de
PWR
985
1979
K
KKG/Alpiq
2029
9
Gö
ösgen
das
7.300m3),
dependendo
condiçõ
ões operaccionais de cada Müühleberg
BWR
372
1971
2022
2
BKW
planta.
A em
mpresa responsável pelo Leiibstadt
BWR
1165
1984
N
NOK/Alpiq
2034
4
gerencia
amento
dos
resíduos
nucleare
es em gera
al calcula ta
ambém que
e os de baixxa e média
a atividade e os provenientes dass
áreas médicas
m
farã
ão um totall de 93.000
0 m3. Os cu
ustos gerados pelo desscomissiona
amento dass
usinas, pela guarda e transpo
orte, reposittório interme
ediário e de
epósito geológico profu
undo destess
materiais, além da
a necessária
a pesquisa e desenvolvimento, já
á é pago pe
elos consum
midores nass
suas co
ontas de ene
ergia. Os prrodutores de
e resíduos m
médicos pag
gam uma ta
axa ao gove
erno que é o
responssável por tod
do este servviço.
No tang
ge ao eventto de Fukusshima o paíís fez os me
esmos teste
es que as n
nações da UE,
U mesmo
o
não faze
endo parte do Bloco. A
As conclusõ
ões dos teste
es são de q
que as centrrais têm alto
os níveis de
e
seguran
nça.
As auto
oridades fe
ederais suííças analisa
avam três pedidos de
d construçção de no
ovas usinass
nucleare
es quando o
ocorreu o acidente e co
omo conseq
quência este
es processo
os foram suspensos.
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
61
As leis p
propostas d
de abandono da energiia nuclear n
não são rígidas e inclue
em avaliaçã
ão periódica
a
da situa
ação energé
ética do pa
aís e do desenvolvime
ento tecnoló
ógico mundiial de forma
a a permitirr
mudançças políticass quanto à energia.
e
Ucrân
nia
País
usina
as
em
operaç
ção
Ucrânia
a
15
capac
cidade
atual (MW)
usinas em
con
nstrução
13.8
880
c
capacidade em
m
co
onstrução (MW
W)
2
2.000
En
nergia
Nucle
ear gerada
2012
2 (TWH)
84,885
% do total
gerado
em 2012
46,2
A Ucrânia tem 15 reatore
es em operração com capacidade
e
insta
alada de 13
3.880 MW (1
13 VVER 10
000MW e 2 VVER 400
0
MW)) e 4 unida
ades fechad
das (a central de Che
ernobyl – 3
RBM
MK 925 MW
W e 1 RBMK 725 MW)). A central nuclear de
e
Zapo
orozhe, no leste da Uccrânia, é a m
maior da Eu
uropa com 6
reato
ores tipo VV
VER de 950
0 MW cada u
um.
Em 2
2012 as usiinas nucleares ucranianas produziram 84,885
5
TWh
h que representaram 4
46,2% da en
nergia elétrica do país.
Com
m cerca de 45 milhões de habitan
ntes (censo 2010) e ass
dime
ensões do E
Estado de Minas
M
Geraiss, no Brasil,, o país
Centrral de Khmelniitski
tem um reato
or para cada 3 milhões de ha
abitantes e
consom
me quase o d
dobro da en
nergia per ccapita dos brasileiros.
b
A fontes principais de
As
e energia da
a
Ucrânia
a são o carvvão, o gás e o urânio, mas o gás não é expllorado e jun
nto com o p
petróleo são
o
importad
dos da Rússsia, que tam
mbém forne
ece o combu
ustível nucle
ear. Essa dependência
a energética
a
tem cria
ado problemas políticcos para o país que gostaria d
de encontra
ar substituto
os para oss
fornecim
mentos enerrgéticos.
Em 200
04 a Ucrânia completo
ou, comissio
onou e colo
ocou em op
peração com
mercial a un
nidade 2 da
a
central Khmelnitski (1000MW – VVER), e também a unidade 4 (1000MW
W – VVER)) da centra
al
Rovno ffoi comissio
onada e enttrou em ope
eração. A empresa russsa Atomstrroyexport irá
á terminar a
construçção das un
nidades 3 e 4 da cen
ntral Khme
elnitski (100
00MW – VV
VER, cada)), conforme
e
aprovad
do em outub
bro de 2008
8. A constru
ução havia sido suspen
nsa em 199
90. A usina 3 está com
m
75% dos trabalhos concluídos e a usina 4 com 28%.
Conform
me dados da
d World N
Nuclear Asssociation – WNA exisstem 22 re
eatores planejados na
a
Ucrânia
a, sendo que 9 se desttinam a rep
posição doss antigos qu
ue sairão de
e operação até 2035 e
treze sã
ão novos pa
ara atender as necessid
dades futura
as de consu
umo do paíss.
Em Outtubro de 20
012 a Agência Interna
acional de Energia lib
berou uma revisão da política de
e
energia da Ucrânia
a onde inform
mam que o país irá neccessitar enttre 3 e 5 GW
W novos de capacidade
e
de gera
ação nuclear e que exisste uma listta de possívveis sítios p
para estas cconstruçõess. A decisão
o
sobre n
novas centra
ais é esperrada entre 2015 e 2018 com invvestimentos atingindo de 12 a 15
5
bilhões de dólares.. O relatório
o considera a energia nuclear
n
com
mo um pilar principal da
a estratégia
a
energéttica do país até 2030.
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
62
O país fez os messmos testess de stresss que as na
ações da U
UE, mesmo não fazend
do parte do
o
Bloco.
Resídu
uos Nucleares
A Ucrân
nia não reprrocessa seu
us resíduos e eles são mantidos nas própriass usinas. Oss 4 reatoress
Chernob
byl estão se
endo desco
omissionado
os. A unidad
de 4 que fo
oi destruída em 1986 p
por acidente
e
nuclear,, com explo
osão e liberração de ra
adiatividade,, está enca
apsulada em
m um sarcófago e uma
a
nova esstrutura de proteção
p
esttá sendo co
onstruída so
obre ele.
Após a queda da União Soviiética a Ucrrânia negocciou a repatriação dass ogivas nuccleares que
e
estavam
m no país e a sua transsformação e
em combustível nuclea
ar, livrando-sse também do risco de
e
qualque
er acidente ccom armas atômicas e podendo, então, assin
nar o Tratad
do de Não Proliferação
P
o
de Arma
as Nucleare
es - TNP.
Outros
s países europeus
Paííses Báltic
cos (Lituânia, Estôn
nia, Bielorú
ússia e La
atvia)
Por serrem muito pequenos
p
p
para assum
mir os custo
os da consstrução de uma usina nuclear oss
países bálticos querem se co
onsorciar pa
ara a construção de u
uma usina. Em conjun
nto também
m
o a que têm
m direito jun
nto ao Nord
dic Investme
ent Bank. O
podem se beneficiar de linhass de crédito
a desistiu de
e participar no final de 2011.
projeto poderia inclluir a Polôniia, mas esta
Bielorrrússia
A Bielorrússsia assinou
u em março
o de 2009, a
acordo com
m
a Rússia, através da
d sua Ato
omstroyexpo
ort, para a
construção
o da primeirra usina nucclear do pa
aís. Foi feita
a
uma conco
orrência inte
ernacional para
p
o forne
ecimento de
e
tecnologia e construção e em 11
1/10/2011 ffoi assinado
o
com a russsa AtomSttroyExport (ASE) o contrato
c
de
e
construção
o para a dua
as usinas na Bielorússia. Será um
m
projeto “Tu
urn Key” que
e tem o cussto estimad
do em cerca
a
de 9 bilhõe
es de dólarres e a prim
meira usina poderá serr
comissiona
ada em 2018.
Simulaçã
ão das duas u
unidades AES
S-2006 (Image
e: AtomEnerg
goProekt)
O sítio d
de Ostrovetsk, na regiã
ão de Grodn
no foi selecionado para
a a Central ( 2 x VVER -1200 MWe
e
AES-20
006). Em julho de 2
2012, a Biielorrússia assinou o contrato d
de construçção com a
Atomstrroyexport da
a Rússia p
para 2(dois) reatores a
assim como
o o suprime
ento de com
mbustível, o
armazenamento do
o combustívvel usado, o treinamentto e outros sserviços.
O projetto da centra
al na Bielorrrússia passa
ará pelos mesmos
m
testtes que os aplicados
a
ass nações da
a
UE, messmo não fazzendo parte
e do Bloco.
Os reato
ores serão manufatura
ados pela AEM-Techno
A
ologies de S
São Petersb
burgo, uma
a subsidiaria
a
da Atom
mmash de engenharia de fabricação de grandes co
omponentess (vasos d
de pressão,
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
63
geradorres de vapor, partes intternas de re
eatores,etc.)) situada em
m Volgodon
nsk. Todas ffazem parte
e
da grande holding nuclear russsa Rosatom
m.
Lituân
nia
Em dezzembro de 2
2009 foi fecchado o últim
mo reator (RBMK) da Lituânia qu
ue estava em
m operação
o
no paíss conforme o termo de
e adesão d
do país à U
União Euro
opeia. A Lituânia vinh
ha tentando
o
manter em funcion
namento até
é 2012 a ussina nuclear Ignalia 2 (1.300-MW RBMK) em
m operação,
mas não
o conseguiu
u reverter o parecer das autoridades europeia
as.
Será co
onstruído um
m repositórrio intermed
diário no prróprio sítio da usina (ccontrato AR
REVA a ser
pago pe
ela União E
Europeia) para guardar os rejeitoss de média
a e baixa attividade ressultantes do
o
descom
missionamen
nto da usina
a. Em marçço de 2010 foi assinad
do um acorrdo com a S
Suécia para
a
construçção de uma
a linha de transmissão
t
o para forne
ecer eletricidade ao pa
aís, enquan
nto não são
o
disponívveis outras nucleares.
Como cconsequênccia do fecha
amento do rreator o preço da energ
gia elétrica no país sub
biu 31% em
m
2010. Já
á existe a p
proposta parra um reato
or (Visaginas) na Lituân
nia, em consórcio com a Estônia e
a Latvia
a, que os g
governos classificam ccomo de im
mplantação imediata pa
ara garantirr segurança
a
energéttica e aliviarr a dependê
ência do gá
ás importado
o da Rússia
a, além de a
ajudar no cumprimento
o
de meta
as europeias de reduçã
ão de emisssões de gasses do efeito
o estufa. A Lituânia de
ecidiu em 14
4
de julho
o de 2011 q
que o forneccedor para o novo reattor Visagina
as será a Hitachi-GE com o reatorr
tipo ABW
WR 1.340 M
MW que devverá estar e
em operaçã
ão em 2020
0. Em 23 de
e dezembro de 2011 fo
oi
assinad
do o contratto de fornecimento de
e serviços ccomo o cussto estimado
o em até 5 bilhões de
e
euros. É prevista a decisão sobre
s
a partticipação da
a Latvia e Estônia
E
no p
projeto em meados de
e
2013. A Lituânia teria 38% da energia. A Polônia info
ormou que n
não participa
ará.
Outra so
olução para
a a falta de energia dessta região é a proposta
a russa de cconstrução de 2 VVER
R
com cap
pacidade de
e 1200 MW
W cada em K
Kaliningrad que
q é vizinh
ha (10 Km) à Lituânia e à Polônia,
cuja co
onstrução se
e iniciou em 2011 co
om operaçã
ão prevista para 2016
6 e 2018.O
O projeto fo
oi
apresen
ntado aos in
nvestidores como negócio com clie
entes garantidos.
Em outu
ubro de 201
12 os lituano
os votaram contra a co
onstrução de uma nova
a usina no m
mesmo sitio
o
onde an
nteriormente
e existia a central
c
nuclear de Igna
alina. Ainda
a pode have
er, daqui a 2 anos, um
m
segundo
o referendo
o. Uma deccisão final ssobre o inve
estimento d
deverá ser tomada até
é 2015, que
e
segundo
o a empresa
a Hitachi, permitiria a n
nova usina o
operar em 2022.
2
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
64
C-Á
África / Orientte Médiio / Paííses Árrabes A
Africanos
Co
onstrução de B
Barakah 1 nos
s Emirados Ára
abes - UEA (Fo
oto cortesia da
a ENEC)
O contin
nente africa
ano tem eno
ormes reserrvas fósseiss e fontes h
hidráulicas q
que podem ser usadass
para ge
erar energia, contudo a eletrificaçã
ão e o consumo são em
m níveis mu
uito baixos e
em especia
al
nas áreas rurais um
ma vez que os países ssão incapazzes de utilizzar suas resservas devid
do às secass
as, ao alto p
preço do pettróleo, aos conflitos
c
e à falta generalizada de recursos.
extrema
Os siste
emas de tra
ansmissão de
d energia existentes são precáriios para dar o necessá
ário suporte
e
para a d
distribuição interna noss países alé
ém de apressentarem altas perdas. Existe a n
necessidade
e
urgente de oferece
er à populaçção do continente eletriccidade de q
qualidade e com confiabilidade.
a Nuclear esstá em conssideração p
por mais de 20 países a
africanos qu
ue não a po
ossuem. No
o
Energia
Oriente Médio e n
norte da Áfrrica estão n
nesta condiição os paííses do Golfo Pérsico incluindo a
União dos
d
Emirados Árabes, Arábia Sa
audita, Qattar e Kuwait, Yemen, Israel, Síria, Jordânia,
Egito, Turquia,
T
Tun
nísia, Líbia, Algeria, Ma
arrocos, Su
udão. No O
Oeste e Sul do continen
nte: Nigéria,
Gana, S
Senegal, Qu
uênia, Ugan
nda e Namíb
bia.
África
a do Sul
País
África do
o Sul
usina
as em capa
acidade usinas em
opera
ação
atua
al (MW) con
nstrução
2
1
1800
0
capacidade em
m
co
onstrução (MW
W)
Energia
Nuclearr gerada
2012 ((TWH)
% do total
gerrado em 2012
2
0
12,3
397
5,10
A África
a do Sul posssui dois rea
atores em o
operação (K
Koeberg 1 e 2 - PWR 9
900 MW cad
da), que em
m
2012 prroduziram 12,397 TWH
H, cerca de 5
5,10% da en
nergia elétriica do país.
A África
a do Sul tem
m um projeto
o próprio de
e reator, mas por proble
emas de financiamento
o a empresa
a
responssável, PBMR
R (Pty) Ltd está em fasse de extinçção, com a retirada do apoio do go
overno, que
e
já havia
a investido, nos 11 ano
os de sua existência,
e
ccerca de 1,2
23 bilhões d
de dólares na
n empresa
a
que oficcialmente pertence
p
à Eskon (Ind
dustrial Devvelopment Corp) e a Westinghou
use . A Exx
Ministro
o de Energia
a - Dipuo Peters reitero
ou, em 2012, o compro
omisso do g
governo com
m a energia
a
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
65
nuclear e com fonttes renovávveis, para a redução do
os gases de
e efeito esttufa e diverssificação da
a
matriz e
elétrica.
Central N
Nuclear Koebe
erg (Photo by: Ruvan Boshofff)
Segund
do ela, o a
acidente jap
ponês trará lições que
e
serão aproveitadas
a
s nos projettos que estã
ão previstoss
para operar
o
em 2023 já qu
ue nesta indústria ass
experiê
ências são
o trocadass entre o
os países,
beneficciando a tod
dos.
O paíss pretende
e construir 9.600 MW
W de nova
a
capacid
dade nuclea
ar nas próxximas 2 déccadas como
o
parte d
do plano de
e dobrar o suprimento
o energético
o
da Áfricca do Sul, de
d 25.000 MW
M para 50
0.000 MW, a
um cussto total esstimado de 89 bilhõess de euros.
Neste p
plano estão
o também en
nergias eóliicas, carvão
o
e solar. Neste co
ontexto foi a
assinado, e
em outubro de 2013, um
u memora
ando de en
ntendimento
o
entre a empresa sul-africana SEBATA
A (empresa
a de engen
nharia, sup
primento e gestão de
e
construçção) e a Westinghou
W
use para a preparaçã
ão para a construção
o potencial de usinass
nucleare
es AP1000 no país.
Arábia
a Saudita
a
Em 200
08 o país asssinou acord
do de coope
eração com os Estadoss Unidos pa
ara desenvo
olvimento de
e
program
ma civil de geração nu
uclear. Em fevereiro de 2011, accordo simila
ar foi assina
ado com oss
francese
es e outro ccom a Core
eia do Sul, República C
Checa, Rein
no Unido e Rússia. Em
m janeiro de
e
2012 a Arábia Saudita adicio
onou a China à sua lista de paííses com o
os quais ela
a a assinou
u
acordoss de coopera
ação.
Em junh
ho de 2011,, a Arábia S
Saudita conffirmou seus planos de cconstruir 16
6 reatores nucleares de
e
potência
a nas próxim
mas duas décadas a um
m custo esttimado de 80 bilhões de
e dólares.
Estes re
eatores serã
ão usados em geração
o de energia e dessalinização de água e os 2 primeiross
deverão
o começar a operar a p
partir de 20
022, seguind
do-se todoss os demaiss até 2030. O governo
o
espera que a ene
ergia nuclea
ar chegue a 20% do consumo in
nterno nos próximos 20 anos. A
concorrê
ência intern
nacional parra os 4 prim
meiros reato
ores deve sser lançada em 2013 e mais 4 em
m
2014.
Egito
O Egito
o não dispõe de grande quantidad
de de comb
bustíveis e a previsão é que as reservas
r
de
e
óleo e gás durem apenas m
mais 3 déca
adas. Por estas
e
e outtras razões o Egito de
eve assinarr
o com uma das 6 conssultoras estrrangeiras qu
ue submete
eram ofertass na concorrrência para
a
contrato
desenvo
olver as ativvidades que
e ajudarão o país nos trrabalhos pre
eparatórios para a prim
meira centra
al
egípcia..
Espera--se que até 2012 já se tenha definido o tipo e o fornecedor do futuro
o reator, uma vez que o
país pre
etende consstruir 4 usin
nas nucleare
es até 2025
5, com a prrimeira entra
ando em op
peração em
m
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
66
2019. O sítio definido é El-D
Dabaa na co
osta do Me
editerrâneo. As atividad
des licitadass incluem o
treiname
ento das eq
quipes, em especial em
m atividade
es de segura
ança nuclea
ar e monito
oramento de
e
usinas, sistemas d
de qualidade
e e de regu
ulação que possibilitem
m ao país n
nivelar-se a
aos padrõess
internaccionais ante
es da consstrução dass usinas p
propriamente ditas. Allém destass atividadess
existem
m acordos de cooperaçção com a R
Rússia para
a futuros tra
abalhos em prospecçã
ão e minério
o
de urân
nio, treinamento de mã
ão de obra especializa
ada em que
estões regu
ulatórias, co
onstrução e
operaçã
ão nuclear.
O Egito
o tem 2 reattores de pe
esquisa usa
ados em pe
esquisa de nêutrons e radiografia e física de
e
nêutrons e produçã
ão de radioisótopos.
Gana
Gana te
em 24 milhõ
ões de habittantes e a to
otalidade de
e sua energia vem da Central
C
de A
Akosombo
de 1020
0 MW (no rrio Volta) que também
m atende oss vizinhos d
do Oeste affricano.A maior parte
dessa e
energia (80%
%) vai para a companhia american
na VALCO ((Volta Aluminium Comp
pany)
A emprresa russa Rosatom a
assinou um memorand
do de cooperação com
m Gana para criar a
infraestrrutura nece
essária para
a suportar o desenvolvvimento de
e energia nu
uclear no p
país. Uma
central nuclear po
ode suprir 10% da en
nergia do país
p
até 20
020. Um grrupo de tra
abalho foi
constituído para esste fim.
opera um re
eator de pessquisa de origem chine
esa (GHARR
R-1) desde 1994
O país o
Israel
O país não faz pa
arte da AIE
EA e não é signatário dos acordo
os de não proliferação
o de armass
nucleare
es (TNP), m
mas tem-se
e notícia de
e que desen
nvolve um completo p
programa ne
este campo
o
podendo
o ter forte
e capacidad
de nuclear militar. To
oda inform
mação neste
e contexto de armass
nucleare
es é de difíccil avaliação
o sem o ace
esso a dado
os concretos de inteligê
ência dos países o que
e
não é o foco deste trabalho.
Uma ussina nuclear para gera
ação elétrica
a não teria espaço no
o país uma vez que o seu grid é
pequeno
o (10.000 MW), mass mesmo assim,
a
em março de
e 2010, o governo (ministro da
a
Infraestrutura) anunciou que o país passsará a dese
envolver um
m programa
a civil e que
e a primeira
a
everá opera
ar nos próxim
mos 15 ano
os. O país se dedica ao
o setor de energias renováveis.
usina de
Israel p
possui o Centro de P
Pesquisas N
Nucleares de
d Negev a 13 km d
da cidade de Dimona
a
(KAMAG
G) e o Sore
eq Nuclear R
Research C
Center (MAM
MAG) a cercca de 55 km
m de Tel Avviv, em cada
a
um dos nos quais ssão operado
os os dois re
eatores de pesquisa do
o país.
Jordâ
ânia
A Jordâ
ânia tem um programa civil de energia nuclear e após asssinar memo
orandos de
e
entendim
mento com fornecedorres de reato
ores do Ca
anadá (AEC
CL), do Japã
ão e da Co
oréia do Sul
(empressa Kepco), para
p
a seleçção do sítio
o para a con
nstrução de sua centrall nuclear, esscolheu, em
m
15/09/09
9, a Tractebel Enginee
ering (GDF Suez Company) como
o parceira n
no desenvolvimento de
e
tecnolog
gia nuclear e estudos objetivando
o o uso de
esta energia
a na produçção de água potável a
partir da
a água do m
mar.
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
67
Por não
o ser é produtora de pe
etróleo ou gá
ás (importa 97% dos seus combusstíveis), e d
depender de
e
forneced
dores politiicamente in
nstáveis nu
uma região sujeita a constantess conflitos, a Jordânia
a
pretende ter 30% d
de sua energ
gia fornecid
da por fonte nuclear até
é 2030.
Muito disto
d
em de
ecorrência da
d descobe
erta de depósitos de urânio
u
em sseu território (reservass
estimad
das em 65.000 toneladas) que o país prete
ende explo
orar apesar da forte o
objeção doss
Estadoss Unidos. A política americana se
e recusa a permitir que
e a Jordânia
a minere e enriqueça o
p
próprio
urâ
ânio, condiicionando qualquer cooperação
o
n
nesta
área à compra de
e combustívvel nuclear no mercado
o
in
nternaciona
al, com o o
objetivo de evitar, seg
gundo eles,
p
problemas
de prolife
eração de armas e
e/ou outrass
in
ntenções m
militares.
Im
magem do prrimeiro reatorr da Jordânia (KAERI)
O país esp
pera iniciarr a constru
ução da su
ua primeira
a
c
central
em 2014 para chegar a operação do primeiro
o
r
reator
em 2
2020 e do segundo em
m 2025. O fornecedorr
s
será
a Rússsia, vencedora da concorrência in
nternaciona
al
c
com
o mode
elo AES92 (VVER
(
1000
0).
Além disso,, a Jordânia
A
a assinou ccontrato de
e mineração
o
d seu urânio com a Arreva com du
do
uração de 25
2 anos.
Um con
ntrato para a construção de um reator de pessquisa de 5 MWt foi assinado com
m a Coréia
do Sul em
e dezemb
bro de 2009
9 que servirrá tanto parra produção
o de radioissótopo como
o também
para tre
einamento d
do corpo fu
uncional no país. Estte reator tem sua conclusão prevvista para
2016.
O acide
ente de Fukkushima não trouxe modificaçõess na política
a nuclear do
o país, que
e continua
planejan
ndo 2 reatores de potê
ência nos prróximos 10 a
anos. Contu
udo em maiio de 2012 a Câmara
Baixa do Parlamen
nto votou a favor de um
ma moção para a susp
pensão do programa n
nuclear no
ncluindo a exploração
o de urânio conforme
e havia sid
endado pelo
o Comitê
país, in
do recome
Parlame
entar de Energia e Reccursos Mine
erais. A JAE
EC - Jordan Atomic Energy Comm
mission diz
que isto
o representa
a apenas a cautela
c
de ttodo o proce
esso.
A centra
al deverá se
e localizar em
e Majdal, a 40 km ao
o norte de A
Amman, co
om refrigera
ação a partirr
de uma estação de
e tratamento
o de esgoto.
Namíb
bia
A Namííbia não po
ossui usinass de geraçã
ão elétrica nuclear, m
mas é o 1º produtor affricano de
urânio e o 4º maiior produtor no mundo. De acorrdo com o governo, o país vai usar este
potencia
al para desenvolver su
ua indústria nuclear e na geração
o de energia
a através de
e centrais
nucleare
es destinad
das a complementar o mix
m energéttico do paíss. A política para o urân
nio e para
energia nuclear devverá contem
mplar todo o ciclo do co
ombustível.
eçou a consstrução da Swakop Uranium’s Husab Projecct após a
Em novvembro de 2012 come
assinatu
ura do contrrato de eng
genharia, pro
ocura e con
nstrução (EP
PC). A Swa
akop Uraniu
um é uma
entidade
e cujo proprietário é a China Gua
angdong Nuclear Powe
er Companyy Uranium R
Resources
Compan
ny Limited e o fundo Ch
hina-Africa Developme
ent Fund.
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
68
Nigériia
A Nigérria não posssui reatores de potência em ope
eração, mass possui um
m reator de
e pesquisass
operand
do desde 2004
2
no Ce
entre for En
nergy Resea
arch and Training
T
na Universidad
de Ahmadu
u
Bello em
m Zaria.
Segundo a Comisssão de Ene
ergia Atômiica da Nigé
éria (NAEC) a Nigéria deverá co
onstruir uma
a
central nuclear
n
noss próximos ttrês anos pa
ara a produ
ução de elettricidade, e para isso será lançado
o
no país um programa de recru
utamento e qualificaçã
ão de mão de
d obra esp
pecializada e
em nuclearr.
O país se comprom
meteu a seguir todas as
a normas de seguran
nça estabele
ecidas por organismoss
internaccionais de re
egulação.
Em ago
osto de 2011 a empressa russa Ro
osatom e o governo
g
da Nigéria fina
alizaram um
ma proposta
a
de coop
peração inte
ergovernam
mental em p
projeto, consstrução, ope
eração e de
escomission
namento da
a
1ª usina
a nuclear do
o país que deverá ter 1.000 MW de potência
a e iniciar a operação em 2020. A
central em questão
o irá acresccentar mais capacidade chegando
o a 4.000MW até 2030
0. A licença
a
e ser Kogi a
and Akwa Ib
bom) é esp
perada aind
da para 2013 segundo informou o
do sítio (que pode
o.
governo
Quênia
No iníccio de 2011 o Kenya
a's Nationa
al Economiic and Soccial Council (NESC), entidade
governa
amental desstinada a a
acelerar o ccrescimento
o econômico
o do país, recomendo
ou que se
começa
asse um prrograma nu
uclear como
o forma de
e atender a
as crescentes necessidades de
energia e que toma
asse as provvidências pa
ara que uma usina estiivesse dispo
onível em 2
2020.
ênia, Kiraitu
u Murungi, fformou um comitê de 1
13 especialistas para
O Minisstro de Enerrgia do Quê
prepara
ar um plano detalhado, com cronograma e esstá procuran
ndo sítios ao
o longo de sua costa
para a cconstrução de uma usina nuclear, que deverrá atender a
aos requisitos que a AIEA
A
exige
para estta atividade
e.
A emprresa KenGe
en, maior p
produtora de
d eletricida
ade está procurando
p
parceiros p
para uma
Central nuclear de até 4.200 MW, tentan
ndo desta fo
orma reduziir os proble
emas causados pelas
secas q
que reduzem
m os reservatórios de á
água usado
os na geraçã
ão hidrelétrrica (65% da
a geração
interna) .
esso de gestão do pro
ojeto nuclea
ar do país começou ccom o recru
utamento de
e pessoal
O proce
especia
alizado inicia
almente com
mposto de um líder de
e equipe do
o projeto de
e viabilidade, auditor
interno, contador financeiro,
f
g
gestor de ccontratos, asssistente ju
urídico e asssistente de
e auditoria
relacion
nada com planos de construir um projeto
p
de e
energia nuclear.
O órgão
o regulador ERC estim
ma que o picco de dema
anda de energia do pa
aís está em cerca de
1.200MW
W contra u
uma capaciidade insta
alada de 1.5
da para o país uma
500 MW e é projetad
necessidade mínim
ma de 1.800MW até 2016.
Na regiião subsaariana da África,
Á
além da África do Sul, ap
penas o Qu
uênia tem p
planos de
construçção de central nuclearr como form
ma de atend
der suas ne
ecessidadess energética
as a curto
prazo (2
2015).
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
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norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
69
Turqu
uia
Atualme
ente a Turq
quia é 17ª e
economia d
do mundo e importa a maior partte da sua energia.
e
Em
m
2011 prroduziu 228
8 TWh de en
nergia elétrrica (com ca
apacidade instalada em
m 64% térm
micos e 36%
%
renovávveis), para a
atender a um
ma população de 72 milhões de ha
abitantes.
A introdução da energia nuclear na Turqu
uia remonta ao início do
os anos 70.
Neste contexto
c
a Turquia
T
abriu
u, em março de 2008, concorrênccia internacio
onal para a construção
o
de até 4
4.000 MW de
d capacida
ade Nuclearr até 2015, com a posssível reativa
ação do projjeto Akkuyo
o
que havvia sido susspenso em 2000. Em ssetembro de
e 2009 o em
mbaixador tturco na AIEA - Ahmet
Ertay, in
nformou que
e seriam co
onstruídos p
pela Rússia 5 reatores tipo VVER no sítio de Akkuyo, na
a
costa mediterrânea
m
a, com cap
pacidade de
e 5.000 MW
W e que esstavam em estudos um
u segundo
o
projeto com capaccidade de a
até 5.000MW
W em um sítio separa
ado ainda não
n
licencia
ado no Marr
Negro (S
Sinop).
No fina
al de 2010 os acordoss assinadoss entre a Turquia
T
e a Rússia fo
oram ratificcados peloss
respectiivos parlam
mentos e definidos os critérios
c
parra a venda da energia nuclear gerada para a
empresa
a turca TET
TAS, que co
omprará 70% do total p
produzido pelas
p
duas primeiras usinas (1200
0
MW cad
da) em Akku
uyo.
ores planejjados e Pro
opostos na
a Turquia
Reato
R
Reator/Us
sina
Ak
kkuyu 1
Ak
kkuyu 2
Ak
kkuyu 3
Ak
kkuyu 4
Sinop 1
Sinop 2
Sinop 3
Sinop 4
Tipo
MWe
iníc
cio
construção
início
o
operaç
ção
Janeiro
o 2016
2021
VV
VER-1200
1200
VV
VER-1200
1200
2021
VV
VER-1200
1200
2022
2
VV
VER-1200
1200
2023
3
A
Atmea1
1150
A
Atmea1
1150
2024
4
A
Atmea1
1150
?
A
Atmea1
1150
?
2017
2023
3
Fon
nte : WNA
De acordo com oss termos do contrato de 2010, Atomenergo
A
oproekt JSC
C, uma sub
bsidiária da
a
Rosatom
m Corporattion irá con
nstruir e operar totalmente quatro
o unidades PWR (VVER/491) de
e
1.200 MWe (capa
acidade tota
al 4.800 MW
We) em Günlar-Akkuyu (Buyukeceli, Mersin prrovíncia), na
a
costa m
a.
mediterrânea
a do sudeste
e da Turquia
Em 2012 o contratto de 20 billhões de dó
ólares para a primeira central nucclear turca, Akkuyu, fo
oi
assinad
xport. A prim
do com a Ro
osatom e a Atomstroye
A
meira usina
a é prevista para 2019.
Em 2013 os responsáveis pelo proje
eto Sinop, localizado na costa do Mar N
Negro, cuja
a
concorrê
ência intern
nacional se encontra e
em andamento informo
ou que a em
mpresa core
eana Kepco
o
havia ssido desclasssificada na
a concorrência que a
agora tem como princcipais particcipantes ass
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
70
empresa
as MHI e A
Areva. O p
país escolh
heu em 201
13 o consorcio franco – japonês Mitsubishi
Heavy Industries-G
GDF Suez para o Prrojeto SINO
OP. O projeto Sinop preve 4 re
eatores e a
er iniciada e
em 2017 com
m a primeira
a unidade e
estando pronta em 2023. O projeto
o
construçção deve se
está orççado em 22 bilhões de dólares.
O acide
ente de Fukkushima nã
ão trouxe m
mudanças na
a política nuclear
n
do p
país, mas o
os cidadãoss
turcos levantam p
preocupaçõe
es sobre a
as condiçõe
es de segurança do projeto Akkkuyu e ass
consequ
uências am
mbientais. Os
O projetos nucleares no país se
e submeterã
ão aos messmos testess
que as centrais da
as nações d
da EU na q
questão da segurança das usinass, mesmo n
não fazendo
o
parte do
o Bloco.
União
o dos Em
mirados Á
Árabes
País
s
União dos
Emira
ados
Árab
bes
usin
nas em
ope
eração
0
ca
apacidade
attual (MW)
0
usinas em
c
construção
2
capacidade
e em
construçã
ão
(MW)
2.690
Enerrgia Nuclear
ge
erada 2012
(TWH)
0
% do total
gerado em
2012
0
Em 200
08, após um
m grande e
estudo, o g
governo ressolveu que para atend
der ao cresscimento do
o
consum
mo de energia na região
o, o país pre
ecisa dobrarr a capacida
ade de gera
ação disponível e que a
melhor ffonte para a
atender esta
a necessida
ade seria a energia
e
nucclear.
Acordoss de cooperração foram
m assinadoss com várioss países para suporte a um progra
ama civil de
e
energia nuclear que
e pretende ter em operração até 2020 três usinas nuclea
ares de 1.50
00 MW cada
a
uma.
A Coréia do Sul vvenceu a cconcorrência internacio
onal para a construçã
ão da primeira central
nuclear dos Emirad
dos Árabes (4 reatores, APR-1400
0). Os dema
ais concorre
entes foram a AREVA e
GE Hita
achi. O contrato assinado em 2
27 de deze
embro de 2
2010 pela Korea Electric Power
Corp
poration ((Kepco) e
Emirrates Nucle
ear Energyy
Corp
poration (EN
NEC) chega
a
a 40
0 bilhões de
e dólares e
prevê a constrrução de 4
ades nucleares até
é
unida
2020
0, que suprirão 25% da
a
eletrricidade do país.
p
Sítio
o de Baraka
ah – obras
s
adas em J
Julho 2012
2
inicia
para a unidade 1
O ssítio selecio
onado para
a
esta primeira central é
Bara
akah
(também
m
conh
hecido com
mo Braka),
próximo a Doha
a (capital do
o
Qata
ar) e a 240 km de Abu
u
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
71
Dhabi e pode conte
er até 4 rea
atores. A construção co
omeçou da p
primeira usina em julho
o de 2012 e
se prevvê o início d
da operaçã
ão comercia
al da primeira unidade
e para 2017
7. A empre
esa coreana
a
Doosan
n Heavy Ind
dustries vai suprir os componente
c
es pesadoss. A constru
ução da un
nidade 2 de
e
Barakah
h iniciou em
m maio de 20
013.
Além d
disso, foram
m contratad
das 6 empresas parra o suprimento dass diversas etapas do
o
combusstível nuclea
ar para a futtura usina p
pelos próxim
mos 15 anoss. Em agostto de 2012 foi
f assinado
o
um acorrdo de coop
peração com
m a Austráliia que perm
mite que empresas austtralianas pro
odutoras de
e
urânio e
exportem o material para os Emira
ados.
O país confirmou, através de
e seu emba
aixador permanente na
a AIEA Ham
mad Al Ka''abi, na 55ºº
Conferê
ência Geral em Viena e
em setembro
o de 2011, mais uma vvez seu com
mpromisso ccom os maiss
altos pa
adrões de segurança na implan
ntação de sseu progra
ama civil de
e energia nuclear em
m
coopera
ação com a agência.
Os Em
mirados Ára
abes Unido
os (EAU) e
emitiram um
ma lei que
e
estabele
ece a resp
ponsabilidad
de pelo dan
no nuclear em 450 m
milhões de Direitos Esspeciais de
e
Saque, o equivalen
nte a cerca de
d 2,5 bilhõ
ões de dirha
ams (680 miilhões de dó
ólares, € 523.000.000)..
de 2013 a Emirates N
Nuclear Ene
ergy Corporation, ENE
EC, junto a Autoridade
e
Em 01 de março d
Federal dos Emira
ados Árabe
es Unidos para
p
o Reg
gulamento Nuclear, FA
ANR e Korea Electricc
Power Corp
C
em fize
eram a soliccitação de liicença de construção para
p
Baraka
ah-3 e -4.
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
72
D - Ásia
Á
Loca
alização aprox
ximada das us
sinas nucleares
s na Ásia
A região
o da Ásia-P
Pacífico é fo
ortemente d
dependente de fontes térmicas
t
pa
ara geração
o de energia
a
com cerca de 60%
% da energia de China
a, Japão, Coréia do Su
ul e Índia vvindo destass fontes. A
mudançça do mix d
de geração é esperad
da para região com a energia nu
uclear ganhando maiorr
destaqu
ue com o rá
ápido crescimento apre
esentado na
a China é prrovável que
e o número de reatoress
na regiã
ão dobre até 2020. Ho
oje são 7 oss países dettentores de
e energia nu
uclear e se espera que
e
sejam 2
21 em 2020..
Cazaq
quistão
Paíís
usinas em
operação
cap
pacidade
atu
ual (MW)
us
sinas em
co
onstrução
capacidade e
c
em
co
onstrução (M
MW)
Cazaqu
uistão
0
0
0
0
Energia Nuclear
% do total
gerada
a 2012
gera
ado em 2012
(TW
WH)
0
0
O Caza
aquistão não
o possui ne
enhuma usiina nuclear em operaçção, mas já
á teve uma usina em
Aktau no
n Mar Cásspio com um
u reator rrápido (BN3
350) de fab
bricação e operação russa em
atividade de 1972 a
até 1999.
de capacida
ade de produção de urâ
ânio (é o ma
aior produto
or mundial de
d minério
Devido à sua grand
de urânio) Cazaquistão tem um grande p
peso na indú
ústria nucle
ear. O país é capaz de converter
urânio a
altamente e
enriquecido (HEU) em urânio de b
baixo enriqu
uecimento ((LEU) na su
ua fábrica
em Ust-Kamenogorsk), como fez em agosto
Ulba (Ulba planta metalúrgica
m
o de 2011, q
quando 33
ente enrique
ecido foram
m convertido
os em LEU, conforme re
elatado pela
a National
kg de urrânio altame
Nuclearr Security Administratio
A
on dos EUA
A - NNSA), que está ccooperando
o com o Ca
azaquistão
para mo
odificar o reator de pesquisa e torn
ná-lo capaz de usar LE
EU combustível.
Em seu novo plano
o de energia
a 2030 o pa
aís pretende
e ter seu su
uprimento attendido em 4,5% por
do o fato de
e ser o maio
or produtor mundial
m
de urânio.
u
centraiss nucleares aproveitand
Ministro
o da Iindústrria e Novass Tecnologia
as Isekeshe
ev confirmo
ou que, emb
bora a consstrução de
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
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clear – Nove
embro 2013
73
uma usina nuclearr ainda não esteja muitto na agend
da, o proce
esso é visto como um objetivo a
longo prazo
p
e que
e nenhuma decisão fo
oi tomada a
ainda sobre
e o tipo de reator, o lo
ocal ou o
momentto do projeto.
Um pro
ojeto para a construçã
ão de pequ
uenos reato
ores nuclea
ares russos em Aktau está em
conside
eração há vários ano
os, e estud
dos de via
abilidade e estudos a
ambientais já foram
realizad
dos. Planoss para usina
as nucleare
es, incluind
do reatores de água leve grande
es para a
região d
do sul, unid
dades meno
ores em pa
artes do oesste e unidades de cog
geração me
enores em
cidadess regionais também já foram
f
discuttidos em vá
árias ocasiõ
ões.
China
a
País
Usinas em
m
operação
China
18
Capacida
ade
atual (MW
W)
14.742
Usinas em
constru
ução
Cap
pacidade em
cons
strução (MW)
Energ
gia
Nuclear gerada
g
2012 (TWH)
% ttotal gerado
em 2012
28
30.610
98,20
00
2,00
A China
a é hoje o maior
m
consum
midor de en
nergia do mu
undo (4.940
0 TWh em 2
2012), de accordo com a
Agência
a Internacional de Enerrgia Atômica
a. A demanda chinesa por bens e produtos é tão grande
e
que tem
m enorme im
mpacto no m
mercado global. O país tem pouca disponibilid
dade de petróleo e gás,
mas é rrico em carvvão e o seu
u consumo leva a gran
nde pressão
o ambiental quanto à emissão de
e
gases. Além
A
dos problemas co
om emissõe
es de polue
entes para o meio amb
biente, o aba
astecimento
o
de água
a é precário e as disparridades regiionais levam
m a tensõess internas.
Atualme
ente 83% da
a geração d
de eletricida
ade chinesa
a vêm da qu
ueima do ca
arvão enqua
anto que no
o
mundo este valor é de 36%. A intenção
o do govern
no é baixarr esta depe
endência pa
ara 15% da
a
o de energia
a, sem, porttanto, as em
missões prod
duzidas pelos combusttíveis fósseiis.
geração
No que tange a en
nergia nucle
ear o país tem,
t
até ma
aio de 2013
3, 18 usinass em operaçção (14.742
2
MW) e o governo chinês pre
evê a consttrução de 5
54 novas ussinas nucle
eares nos p
próximos 30
0
anos. D
De acordo ccom IAEA existem
e
28 u
usinas em cconstrução (com capa
acidade tota
al de 30.610
0
MW) e 16 novos re
eatores enccontram-se aprovados para início de construçção. Todos os grandess
forneced
dores já fizzeram suas ofertas ao
o governo cchinês uma vez que este é o ma
aior negócio
o
mundiall em geraçã
ão nuclear da atualida
ade. Só para
a a AREVA
A a China irrá pagar 12
2 bilhões de
e
dólares por 2 EPR já contratad
dos.
Qinshan
n 4 Fase II em
e operação
o comercial desde 2012
2
A opção chinesa pela energ
gia nuclear está asso
ociada à grrande dema
anda por e
energia e à
gia do gove
erno de dive
ersificar ao máximo su
ua matriz en
nergética p
para evitar ccolapsos no
o
estratég
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
74
fornecim
mento. O co
onsumo per capita do p
país é cerca
a de metade
e do brasileiro, mas a p
população é
quase 7 vezes maior.
Para ate
ender essass necessida
ades a Chin
na em 2012
2 produziu 9
98,200 TWh
h de energia
a elétrica de
e
fonte nu
uclear o que
e significa cerca
c
de 2,0
00% da ene
ergia elétrica do país. O país prete
ende atingirr
35 GW de capacidade instalad
da nuclear em 2015, 5
58 GW em 2
2020 e 70 G
GW em 202
25. Com ta
al
dade a China
a deverá ch
hegar a 5% de geração
o por fonte n
nuclear em 2030.
2
capacid
A emprresa chinessa CNNC- China National Nuclear Corporration realizza ampla cooperação
o
internaccional em energia nuclear, combu
ustíveis nuccleares e ap
plicações da
a tecnologia
a nuclear e,
além dissso, estabe
eleceu interccambio de ciência
c
e teccnologia e rrelações econômicas e comerciaiss
com ma
ais de 40 pa
aíses e regiões, incluin
ndo a Rússia, França, Alemanha, Reino Unid
do, Estadoss
Unidos, Canadá , Japão, Co
oreia do Su
ul, Paquistã
ão, Mongóliia, Cazaquiistão, Jordâ
ânia, Níger,
Argélia, Namíbia, A
Austrália e e
etc.
A Atom
mstroyexporrt confirmou
u que fech
hou acordo
o com a chinesa
c
Jia
angsu Nucclear Powerr
Corpora
ation (JNPC
C) para a con
nstrução do
os reatores 3 e 4 na Ce
entral de Tia
anwan..
Em abriil de 2009, em Zhejian
ng, iniciaram
m-se
as obra
as do prime
eiro AP1000
0 no mundo
o, a
usina Sanmen 1 (P
PWR 1000 MW) cujo vvaso
do reato
or foi instala
ado em sete
embro de 2
2011
(manufa
atura da coreana D
Doosan He
eavy
Industrie
es & Construction). O projeto prrevê
vida útiil de 60 an
nos para esta
e
usina cuja
operaçã
ão comerccial está prevista p
para
dezemb
bro de 201
14. Esta Central
C
qua
ando
completta terá 6 usiinas AP100
00, sendo qu
ue a
segunda
a deverá entrar em operação em
setembrro de 2015.
Haiyang 2 (AP-1000) – maio
m
2012
(Foto CNECC))
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
AP1
1000
Todo e
esse ambiccioso proccesso está
á
aquecen
ndo enorm
memente a indústria
a
nuclear cchinesa com
m rápida divversificação
o
das emp
presas em atendimento
a
o à intenção
o
do governo de se to
ornar autosssuficiente o
mais rá
ápido posssível. O Instituto de
e
Energia Nuclear C
Chinês (Nucclear Powerr
Institute of China - NPIC) tem hoje 6.000
0
profissio
onais traba
alhando e há muitoss
mais em
m outros insstitutos de pesquisa
p
no
o
país. Muitas
M
emp
presas de suprimento
o
mecânicco estão m
mudando se
eu foco de
e
negócioss para atender as novass
necessid
dades do pa
aís.
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
75
Neste contexto
c
esp
pera-se que
e a China co
onsuma anu
ualmente ce
erca de 25.0
000 tonelad
das métricass
de urân
nio já em 20
020, segund
do o diretor de desenvvolvimento da
d CNNC -C
China Natio
onal Nuclearr
Corp, Cao
C Shudong
g.
Yangjiang NPP
NPP Taishan
n 1- EPR 1600
0 em construç
ção
Outra proposta ch
hinesa (da gigante Companhia CO
OSCO de N
Navegação)) é mover o
os navios de
e
contêin
ner fazendo
o uso de rea
atores nucle
eares com re
edução de e
emissões mundiais
m
em
m 4%.
Resídu
uos Nuclearres
A políticca de rejeito
os nucleares da China contempla o reprocessamento do
o combustívvel irradiado
o
e uma planta
p
piloto
o, com capa
acidade para
a 50 tonelad
das métricas por ano, e
em Gansu Province,
P
fo
oi
testada em 2006. O combustíível irradiado da Centra
al Daya Bayy foi transpo
ortado para
a essa usina
a
piloto em 2004, mas não se tem notícia
a de que essse materia
al tenha sido
o reprocesssado com a
separaçção do plutô
ônio nele co
ontido. A em
mpresa China Nationall Nuclear CorpC
CNNC
C planeja terr
uma unidade de reprocessame
ento em ope
eração com
mercial até 2
2025.
Em jane
eiro de 2011 a China a
anunciou te
er desenvolvvido uma te
ecnologia de reprocesssamento de
e
combusstível nuclea
ar que reaproveitará integramente o urânio
o irradiado e o plutôn
nio de suass
usinas, tornando o país autossuficciente em
m combusttível nucle
ear. Tecno
ologias de
e
não costuma
am ser com
mpartilhadass entre os pa
aíses.
reprocessamento n
A usina
a Qinsham 3
3, que é tipo Candu (P
PHWR) e ussa normalm
mente urânio
o natural, está usando,
desde m
março de 20
010, combustível reprocessado. Este teste ind
dica que a China
C
está começando
o
a encon
ntrar uso pa
ara seu esto
oque de urânio reprocessado (Rep
pU) e que te
em preocupação com o
suprime
ento de urân
nio para sua
as usinas.
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
76
Neste conte
exto foi conectado à re
ede em julho
o
de 2011 o reator e
experimenta
al Chinês CEFR, (20 MWe, fast-neutro
on reactor))
Próximo à Pequim. Re
eatores FBR
R produzem
m
muito meno
os radiação
o como sub
bproduto. O
reator foi construído
c
p
pela
China Institute off
Atomic Energy com o auxílio do
d governo
o
russo, durrante uma década. A
Agora eless
podem partir para u
um modelo
o comercia
al
planejado para
p
operar em 2017.
R
Reator Experim
imental Chine
es - CEFR
(foto : China Ins
stitute of Atom
mic Energy)
A China
a ordenou um amplo prrograma de inspeção de segurançça em suas usinas apóss o acidente
e
de Fuku
ushima. A a
aprovação de
d novos re
eatores ficou
u condicionada aos ressultados de
estes testes.
Locais mais
m
sujeito
os a ativida
ades geológ
gicas gravess estão sen
ndo descarttados como
o sítios para
a
novas u
usinas, assim
m como áre
eas densam
mente povoa
adas, condições estas que não prreocupavam
m
os chine
eses antes.
Localização da
as usinas n
nucleares c
chinesas
Os testes realizad
dos nas cen
ntrais em o
operação nã
ão encontra
aram proble
emas de segurança e
estão ag
gora sendo aplicados n
nas usinas em construção, que irã
ão até outub
bro. Todo o sistema de
e
seguran
nça está sen
ndo reavalia
ado, e só en
ntão novas licenças se
erão liberadas, informou o Ministro
o
de Meio
o ambiente, Li Ganjie.
É prová
ável que a ambição chin
nesa de exp
portar o mod
delo de reattor CPR100
00 de segun
nda geração
o
tenha siido abandon
nada, visto que, mesm
mo sendo ma
ais barato, e
enfrentaria problemas d
de mercado
o
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
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norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
77
por não
o atender ass condições de seguran
nça mais attuais. Alguns projetos p
poderão soffrer atrasos,
mas a C
China continua compro
ometida com os 58 GW nucleare
es previstoss para 2020
0 de acordo
o
com Xu Yuming, Se
ecretário Ge
eral da Asso
ociação de Energia Nu
uclear da Ch
hina (maio 2011).
2
Coréia
a do Sul
Paíís
usinas em
operação
cap
pacidade
atu
ual (MW)
us
sinas em
co
onstrução
c
capacidade
e
em
co
onstrução (M
MW)
Coréia do
d Sul
23
2
20.700
5
6.320
Energia Nuclear
% do total
gerada
a 2012
gera
ado em 2012
(TW
WH)
143,,549
30,04
A Coréia do Sul é a quarta maior econom
mia da Ásia
a, mas não possui fonte
es energéticas em seu
u
território
o, importand
do cerca de
e 97% de su
uas necessidades, inclusive todo o petróleo e urânio que
e
utiliza. O país está
á fazendo e
esforços pa
ara, além de reduzir ssua dependência de co
ombustíveiss
fósseis, diversificarr as fontes de geraçã
ão de energ
gia elétrica. Atualmente
e, o carvão
o é a maiorr
fonte ge
eradora do país, suprindo 42% d
da eletricida
ade coreana
a. O consum
mo de eletrricidade perr
capita é cerca de 3 vezes maio
or que o bra
asileiro.
Sh
hin-Kori 1 e 2
Fotto: KHNP (Kore
ea Hidro and Nu
uclear Power)
A Coréia do Sul tem 23 reatores em
m operação
o
(2
20.700 MW
W de capaccidade insttalada). Em
m
2012 essass usinas nucleares produziram
m
14
43,548 TW
Wh, o que representa
a cerca de
e
34
4,64% da e
energia consumida no país. São 5
ass usinas em
m construçã
ão, com a p
previsão de
e
ch
hegar a 27
7 GW até 2015,
2
sendo
o que cerca
a
de
e 6.320 MW
W se encon
ntram em co
onstrução e
m
mais 3.000 MW
M têm seu
us contratoss assinadoss
pa
ara o início
o da constrrução. A mais
m
recente
e
ussina a enttrar em op
peração co
omercial fo
oi
S
Shin-Wolson
ng (PWR - 9
960 MW) em
m janeiro de
e
2012 cujo de
esign é core
eano (Impro
oved Korean
n
S
Standard Nu
uclear Plan
nt - OPR 1000). Até
é
2024, segun
ndo o gove
erno corean
no, deverão
o
se
er construíídas mais 8 centraiss além dass
attualmente e
em construçção.
A políticca energética do paíss privilegia as iniciativvas nuclearres, levand
do em conssideração a
seguran
nça e a conffiabilidade d
de suprimen
nto de energ
gia, uma ve
ez que a Co
oréia do Sul não dispõe
e
de fonte
es energéticcas em seu
u território. A
As atividade
es de pesqu
uisa na Corréia são desenvolvidass
com participação em
e trabalho
os em diverrsos modelo
os de reatorres avançados (modulares, ITER,
rápidos,, alta tempe
eratura).
Atua ta
ambém na produção própria de
e combustíível nuclear, apesar de não po
ossuir nem
m
enriqueccer urânio em seu tterritório, e ainda em
m trabalhos de gerencciamento d
de resíduoss
nucleare
es com tecn
nologia dese
envolvida no país.
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embro 2013
78
O
paíss
tem
ainda
concorrido
o
internacionalmente p
para venda de serviçoss
e estudo
os nucleares e ga
anhou em
m
dezembro
o de 2009, a concorrrência para
a
fornecimento de 4 reatores de
e 1400MW
W
cada para
a os Emirad
dos Árabes. Este é um
m
negócio de 40 bilhõess de dólaress.
Após obte
er sua prim
meira enco
omenda de
e
usina nucclear fora do
o país a percepção da
a
energia nu
uclear para
a seus habittantes ficou
u
ainda melhor conform
me atestam as últimass
pesquisass de opinião
o (88,4 % a favor do
o
desenvolvvimento da indústria nuclear).
Usina Shin-Wolsong 1 e 2 ilustração AIEA
O governo declaro
ou que tem a intenção de atingir 2
20% do me
ercado de ssuprimento mundial de
e
reatoress até 2030. Foi também
m anunciado
o o plano de treinar 2.8
800 novos e
engenheiross nuclearess
de forma a garantirr a autossufficiência teccnológica e o atendimen
nto de mão de obra esspecializada
a
para a indústria.
Ainda n
não existe decisão so
obre o que
e fazer com o comb
bustível irra
adiado do país e um
m
reprocessamento é possível desde que negociado co
om os Estad
dos Unidos que, conforme acordo
o
de coop
peração entrre os paísess, precisa ser consultad
do sobre esste assunto..
O dese
envolvimentto de uma nova tecn
nologia den
nominada ““pyroprocesssing”, que
e não gera
a
plutônio
o no reproccessamento
o, está em estudos e poderá ser a solução
o para reuttilização do
o
combusstível nuclea
ar. A decisão deve ser tomada logo porque oss depósitos de combusstível usado
o
estarão completos até 2016.
A Coréia
a do Sul tem
m sua dema
anda por ele
etricidade crescendo a 4% ao ano
o a uma déccada e tinha
a
um plan
no de expo
ortação de tecnologia
a que prete
endia vender no merccado intern
nacional 80
0
reatoress até 2030. Inicialmente
e esse plano se mostro
ou satisfatórrio, com a vvenda de reatores para
a
os Emirrados Árabe
es. Apesar da queda n
na satisfaçã
ão do publicco interno ccom a enerrgia nuclearr
devido a
ao acidente
e de Fukush
hima, as previsões de novos reattores passo
ou a 9 unida
ades contra
a
as maiss de 20 ante
eriormente previstas.
p
O país preten
nde continu
uar com a su
ua expansã
ão nuclear e
mesmo plantas anttigas como Kori 1 (de 1
1978) contin
nuam a gera
ar energia.
Em julh
ho de 2011 uma comisssão internacional de especialista
as nucleare
es da AIEA
A esteve na
a
Coréia para verificcar e assegurar as boa
as práticas desenvolvid
das no paíss. Recomen
ndações de
e
melhoria
as foram fe
eitas à luz d
do evento d
de Fukushim
ma, sem re
essalvas qu
ue comprom
metessem o
bom fun
ncionamento
o das usina
as.
Em ago
osto de 201
11 o vaso de pressão
o da usina 4 da centra
al Shin-Korri foi instala
ado na sua
a
posição
o definitiva. Este é o se
egundo APR
R-1400 (mo
odelo coreano de reato
or da Kepco
o, fornecido
o
pela Do
oosan Heavvy Industrie
es) em construção e ssuas ativida
ades segue
em o crono
ograma que
e
prevê operação em
m setembro de 2014.
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ência de Plan
nejamento Estratégico
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embro 2013
79
Índia
País
Índia
a
usinas
s em
opera
ação
20
capac
cidade
atual (MW)
us
sinas em
con
nstrução
4.3
391
7
ca
apacidade em
co
onstrução (MW))
4.824
Energia Nuclear
gerada 20
012 (TWH)
29,66
64
% do total
g
gerado em 2012
3,60
A Índia enfrenta e
extraordinárrio desafio de concilia
ar uma eno
orme e cresscente popu
ulação, um
m
rápido desenvolvimento da
a economia e uma
a infraestru
utura ultra
apassada. Uma dass
consequ
uências foi a enorme ffalha do sistema elétricco do país entre
e
julho e agosto de
e 2012 que
e
deixou ssem energia
a mais de 600 milhões de pessoass.
Na Índia cerca de 40% da p
população (450 milhõe
es de pesso
oas) não te
em qualque
er acesso à
eletricidade. O paíss atende a maioria de suas nece
essidades de eletricidad
de com carrvão (68%),
hidroelé
étricas (15%
%) e gás (8%
%), mas parra fazer fren
nte às gigantescas neccessidades de energia
a
de um país
p
com ma
ais de 1,15 bilhões de habitantes e cujo conssumo é apen
nas 4% da energia perr
capita d
dos Estadoss Unidos ou
u 25% do co
onsumo perr
capita d
do Brasil é p
preciso muitto mais.
O merccado de forn
necedores nucleares espera
e
que
e
até 202
20 sejam en
ncomendad
dos 25 novo
os reatoress
(cerca de 20 GW
W). A Índia
a possui co
onsiderávell
quantida
ade de tório
o (290.000 toneladas)), e tem 20
0
reatoress nuclearess em opera
ação (4.391
1 MW) que
e
produzirram em 2012 cerca de
e 3,6% da energia do
o
país qu
ue correspo
ondeu a 29
9,664 TWh . Existem
m
atualme
ente 7 usina
as em consstrução (4.8
824 MW) e
mais 10
0 PHWR de 700 MW e 10 LWR de
e 1.000 MW
W
estão planejados
p
oficialmentte e devem
m iniciar a
construçção até 2013. A capacidad
de nuclearr
instalada do país d
deve atingirr 10.080 MW
W em 2017
7
quando todas esta
as usinas em
m construçã
ão deverão
o
estar prrontas e pla
aneja aumentar em 10
0 vezes sua
a
capacid
dade nuclea
ar nas próximas duas d
décadas atin
ngindo em 2
2032 cerca de 60.000 M
MW .
As nece
essidades e
em infraestrutura, geraçção, transm
missão e distribuição de
evem levar a um gasto
o
de 150 bilhões de d
dólares de a
acordo com
m a consultorria KPMG.
A Índia desenvolve
e um programa próprio de geração
o nuclear co
om ênfase e
em reatores PHWR (18
8
unidade
es), a maiorria com 220MW de cap
pacidade. Co
ontudo também possui 2 reatoress BWR (150
0
MW cad
da).
A Índia não é sign
natária do TNP – Tra
atado de Nã
ão Prolifera
ação de Arm
mas Nuclea
ares, e porr
possuir um progrrama de armas
a
nucle
eares, e p
por isso vinha enfren
ntando problemas de
e
fornecim
mento de co
ombustível nuclear parra as suas usinas. De
entre os rea
atores em o
operação e
em consstrução, som
mente 6 esttão abertos a inspeçõe
es pela AIEA
A. Desde 2008 o forne
ecimento de
e
material sensível à Índia está liberado. C
Com isso ass empresass americana
as estão autorizadas a
fornecer material, equipament
e
o e tecnolog
gia nuclear ao país. O isolamento internacion
nal devido à
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
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norama da Energia
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Nuc
clear – Nove
embro 2013
80
não parrticipação no
o TNP levou a Índia a desenvolve
er tecnologia
a própria e a formar intternamente
e
seus esspecialistas.
Hoje o país está apto a forn
necer mão de obra p
para várias companhia
as pelo mu
undo e sua
a
indústria
a está se e
expandindo
o e entrando em joint ventures para forneccimentos m
mundiais de
e
compon
nentes nucle
eares e servviços, além dos reatore
es de tecnollogia própria
a.
Em sete
embro de 20
009 o país a
anunciou su
uas intenções de se tornar um exp
portador de reatores de
e
potência
a de tecnolo
ogia própria
a (Advanced
d Heavy Wa
ater Reacto
or -AHWR), que usaria
a urânio com
m
baixo enriquecimen
nto como ccombustível, vindo a co
oncorrer co
om outros fo
ornecedores. A Índia é
um eno
orme mercado que não
o pode ser negligencia
ado e esperra-se també
ém que o pa
aís se torne
e
grande comprador de tecnolog
gia e combu
ustível.
O conssumo de u
urânio tende a ser grande
g
uma
a vez que o país im
mporta 70%
% das suass
necessidades em e
energia, o q
que equivale
e a importar 90% da de
emanda na
acional por ccombustívell.
Confirm
mando esta posição em
m agosto de 2010 a N
NPCIL - Nu
uclear Powe
er Corporattion of India
a
Limited,, assinou ccontratos para importa
ar urânio das
d
seguinttes empressas: Areva (300MT de
e
concenttrado de urrânio); Tvel Corporatio
on da Rússsia (58 MT de dióxido de urânio enriquecido
o
(pellets)) e 2.000 M
MT de oxido
o de urânio natural (pe
ellets); e NA
AC Kazatom
mprom do C
Cazaquistão
o
(2100 M
MT de minerral natural de
d urânio.
O gove
erno també
ém desenvo
olve um prrojeto de submarino
s
de propulssão nuclearr, de 7.000
0
tonelada
as, construído na Índia
a e baseado no modello russo Akkula I (deverão ser 5 unidades).
u
A
Rússia, que fornecce 70% do e
equipamentto bélico ao
o país, entre
egou o prim
meiro subma
arino à Índia
a
em deze
embro de 2011.
No siste
ema de gesstão de resííduos o trata
amento é fe
eito no próp
prio sítio das usinas e um sistema
a
para re
eprocessam
mento dos rejeitos nucleares esttá adiantad
do e ajuda
ará muito a mitigar o
problem
ma de escasssez de energia do paíss.
Kudankullam - Dois reattores (950 MW
W -VVER) em c
construção na Índia.
Reator 1 c
conectado à re
ede em outubro de 2013 (F
Foto: Atomstro
oyexport)
O combustívvel das usinas PHWR são
o
rep
processadoss em Bhab
bha Atomicc Research
h
Ce
entre (BAR
RC) em T
Trombay, Tarapur e
Ka
alpakkam pa
ara extrair o plutônio q
que é usado
o
em
m reatores “FAST
“
BRE
EEDER”. O país estoca
a
o p
produto do reprocessa
amento de combustíve
c
el
das demais usinas.
u
Em agosto d
de 2011 fo
oi
asssinado aco
ordo civil de cooperaçção nuclearr
com
m a Coréiia do Sul que permite que ass
em
mpresas co
oreanas pa
articipem do
os projetoss
nucleares ind
dianos. Estte é o no
ono acordo
o
asssinado pela
a Índia com
m outros paííses após a
flexxibilização dos acordo
os do NSG
G - Nuclearr
Suppliers’ Group. Os demaiss acordos fo
oram assina
ados com a França, U.S.A., Rússsia, Canadá,
Mongóliia, Cazaquisstão, Argen
ntina e Namíbia.
A Índia tem um programa só
ólido de construção de
e usinas e busca forta
alecer seu sistema de
e
geração
o nuclear ccom o acré
éscimo de mais
m
470 G
GW até 20
050 (planeja
adas mais 39 usinas).
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
81
Constru
uir mais cap
pacidade nu
uclear é a p
proposta do
o governo p
para fazer frente ao ra
acionamento
o
constan
nte e severo
o que o paíss vive. Segu
undo as auttoridades é inevitável o uso do ca
arvão para a
geração
o de energia
a elétrica no
n país, cujo
o consumo sobe 6% ao
a ano, e mesmo
m
assim 40% dass
residênccias não têm
m acesso a este conforrto.
O acide
ente no Japã
ão trouxe dúvidas
d
aos habitantes e provocarram protesto
os nos sítio
os nuclearess
que esttariam maiss sujeitos a terremotoss e enchentes. As auttoridades prrometeram reexaminar
estes projetos no q
que diz resspeito à seg
gurança e mecanismos
m
s de reação
o a acidentes severos,
aplicand
do os melho
ores e mais modernos ccritérios inte
ernacionais.
erno se reservava o direito
d
de m
manter a op
pção nuclea
ar, garantindo que a cconsidera a
O gove
melhor fonte energ
gética, princcipalmente ccom relação
o à redução
o de emissõ
ões de gase
es do efeito
o
estufa - GEE. O Primeiro Min
nistro Manm
mohan Singh
h reafirmou em agosto
o/11 o comp
promisso de
e
sua adm
ministração
o com a exxpansão da
a geração nuclear como forma de atingir o desejado
o
crescim
mento e dese
envolvimentto do país ssem a produ
ução de GEE.
Irã
País
usinas e
em
operaçã
ão
capacid
dade
atual (M
MW)
usina
as em
consttrução
Irã
1
1.000
0
0
cap
pacidade em
Energia Nuclear
N
cons
strução (MW)) gerada 201
12 (TWH)
0
1,33
3
% do total
ge
erado em
2012
0,6
O início
o do program
ma nuclearr iraniano da
ata do final dos anos 1950 e iníccio de 1960
0 quando oss
america
anos fornecceram um p
pequeno re
eator de pesquisas, e assinou um
m acordo e
em 1957 se
e
comprometendo a fornecer ao
o Irã dispositivos nucleares, equip
pamentos e a treinar esspecialistas.
Antes d
da revoluçã
ão islâmica
a eram previstos até 23 reatore
es de potên
ncia para geração
g
de
e
eletricidade.
O Irã tem uma usin
na em opera
ação (Bushehr, PWR 1
1000 MW) cconectada à rede em ssetembro de
e
2011, e produziu e
em 2012 um
m total de 1
1,33 TWh, ccerca de 0,6
6% da energia do paíss. Cerca de
e
70% da
a eletricidad
de foi produzida com gás
g e 25.5%
% a partir de
e petróleo, ambos abu
undantes no
o
país. O consumo p
por habitante
e é cerca de
e 2.000 kwh
h.
Usina N
Nuclear Bush
hehr, no Irã (fo
oto : Atomene
ergoproekt)
As obra
as da única ccentral foram iniciadas em 1975 p
por um consórcio alemã
ão (Siemenss/KWU) e
paralisa
adas em 19
980, após a revolução islâmica (1
1979) quando os alem
mães acomp
panharam o
embargo american
no e quebra
aram os con
ntratos existtentes na é
época. A co
onstrução fo
oi retomada,
após an
nos de para
alisação, co
om o auxílio da Rússia e a apro
ovação da A
AIEA, sendo
o concluída
a
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
82
após diversos atrrasos provo
ocados pelas mais d
diversas ra
azões. A o
operação da usina, o
suprime
ento de com
mbustível e a guarda dos rejeitos estarão a cargo
c
da Rú
ússia pelos próximos 3
anos.
Sítios co
om atividade N
Nuclear no Irã
Atualme
ente o país planeja co
onstruir outrros 5 reatorres nucleare
es, para atingir cerca de 10% da
a
energia do país, co
onforme info
orma o govverno, fazen
ndo assim frente
f
aos ra
acionamenttos que têm
m
ocorrido
o na região
o. Os 2 prrimeiros rea
atores seria
am um rea
ator água le
eve de 360
0 MWe em
m
Darkho
ovin/ Darkho
oveyn, no rio Karun na
a região da
a província de
d Khuzesttan e o outtro seria um
m
VVER -1000 (russo
o) no mesmo sítio de B
Bushehr.
Em 3 de
e Julho de 2
2013, o pressidente do Irã
I disse já ter terminad
do as conve
ersas prelim
minares com
m
a Rússia para a co
onstrução da
d nova cen
ntral nuclearr iraniana, ffaltando ape
enas a apro
ovação pelo
o
presiden
nte russo Vladmir Putin
n para dar a
andamento a
ao projeto.
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
83
O Irã te
em um programa nucle
ear que contempla beneficiamento
o e enriqueccimento de urânio que,
conform
me a AIEA, é inferior a 5%, mas qu
ue tem trazzido grandess problemass ao país em
m relação à
comunid
dade interna
acional que
e o acusa de
d ter intençções bélicass no processso e de já ter materia
al
suficiente para a co
onstrução de uma bom
mba nuclear. O país neg
ga estas inte
enções, uma vez que o
enriqueccimento para a fabrica
ação de arm
ma nuclear d
deve ser em
m torno de 90%,
9
e que
e todo o seu
u
urânio sse destina à geração futura de e
energia elétrica. De tod
da forma, segundo
s
o W
WNA-World
d
Nuclearr Association
n, os recurssos mineraiss em urânio
o conhecidos não são e
expressivos.
A Agên
ncia Internaccional de E
Energia Atô
ômica está propondo u
um acordo no qual o Irã enviaria
a
cerca de
e 75 % de sseu estoque
e de cerca d
de 1,5 tonela
ada de urân
nio de baixo
o enriquecim
mento (LEU))
para conversão no
o exterior (provavelmen
nte na Rússsia), onde se
eria transformado em combustíve
c
el
para alim
mentar um reator de pe
esquisas em
m Teerã.
Segundo o último relatório da
a AIEA, apresentado e
em fevereirro 2013, o Irã produz atualmente
e
urânio e
enriquecido a 3,5% ou a 20% em d
dois comple
exos, Natanzz e Fordo.
Japão
o
País
usinas em
e
operação
Japão
50
capaciidade
atual (MW)
usinas
s em
constru
ução
cap
pacidade em
cons
strução (MW)
Energia N
Nuclear
gerada 2012
(TWH
H)
2
2.600
17,35
50
44.11
14
% do
d total gerado
em 2012
2,1
O país ccomo um to
odo depende
e de fontes externas de
e energia prrimária em 96%.
9
O Japão
o tem 50 reatores (44.1
114 MW) em
m condição operaciona
al. Destes apenas dois produziram
m
energia em 2012, totalizando 17,350 TW
Wh, o que representou
r
u 2,1 % da energia do país. Há 2
usinas e
em construçção (Shimane 3 e Ohm
ma 1– ABWR 1300 MW
W, cada) e n
nove reatore
es fechadoss
permanentemente. Existem ainda planoss para ampliações de vvida útil e p
potência. Em
E maio de
e
2012 to
odas as 50
0 usinas nu
ucleares jap
ponesas esstavam desligadas. Em
m Setembro
o apenas 2
(reatore
es Ohi 3 e 4
4) haviam rretornado à operação e estavam gerando en
nergia para a rede. Oss
demais reatores só
ó serão relig
gados apóss o término e aprovaçã
ão dos Stresss testes. É necessário
o
ainda ap
provação da
as prefeitura
as locais pa
ara o retorno
o à operaçã
ão dos reato
ores hora pa
arados.
O deslig
gamento do
os reatores nucleares n
no Japão le
evou a um forte
f
aumen
nto das impo
ortações de
e
petróleo
o para alime
entar suas u
usinas a óle
eo combustível, necesssárias para preencher a lacuna de
e
menor e
energia forn
necida pela energia nucclear. Isso ta
ambém pod
de ajudar a explicar porr que o paíss
vive ho
oje, pela prrimeira vezz nos últim
mos cinco a
anos, um déficit
d
com
mercial. Esssa condição
o
energéttica só piora
a o alto níve
el de endivid
damento, m
muito provavvelmente va
ai levar a um
m reinício de
e
operaçã
ão dos reato
ores nucleares. Na verrdade, o novvo primeiro--ministro Sh
hinzo Abe já
á tem falado
o
muito so
obre este asssunto.
O acid
dente de Fu
ukushima--Daiichi
Às 14h4
46min do dia 11 de ma
arço de 201
11, hora loccal, o Norde
este do Jap
pão foi ating
gido por um
m
terremo
oto de 9,0 g
graus na esscala Richtter. O epice
entro foi be
em próximo
o ao litoral e a poucoss
quilôme
etros abaixo
o da crosta
a terrestre. Foi o maio
or terremoto
o que se te
em registro histórico a
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
84
ating
gir
uma
área
d
densamente
e
povo
oada e com
m alto desen
nvolvimento
o
indu
ustrial. Mesmo para u
um país de
e
alto risco sísm
mico e cuja
a cultura e
tecnologia se a
adaptaram para tornarr
este
e risco aceittável, tal evvento, numa
a
esca
ala de proba
abilidade de
e 1 em cada
a
1.00
00 anos, sup
perou toda capacidade
e
de re
esposta dessenvolvida a
ao longo de
e
sécu
ulos pelo Ja
apão.
A m
maior parte
e das con
nstruções e
toda
as as installações indu
ustriais com
m
risco
os de explosões e lib
beração de
e
prod
dutos tóxico
os ao meio
o ambiente,
tais como refinarias de óleo,
depó
ósitos de combustíve
eis, usinass
Central Fu
ukushima-Daiichi após a priimeira onda ts
sunami
termeléttricas e ind
dústrias quíímicas, loca
alizadas na região atin
ngida colap
psaram imediatamente,
causand
do milharess de mortes e dano ambiental aind
da não totalm
mente quan
ntificado. Ass estradas e
as linha
as de transm
missão de en
nergia elétrica também
m foram danificadas em diversas esscalas.
As 14 usinas
u
nuclleares das três centra
ais nucleare
es da regiã
ão afetada resistiram às titânicass
forças liberadas pe
ela naturezza. Todas d
desligaram automaticamente e se
e colocaram
m em modo
o
seguro de resfriam
mento com d
diesel-gerad
dores, apóss ter sido pe
erdida toda a alimentação elétrica
a
externa.
A onda
a gigante (T
Tsunami) q
que se seg
guiu ao evvento inviab
bilizou todo
o o sistema
a diesel de
e
emergência destina
ado a refrig
geração de 4 reatores de da Central Fukush
hima-Daiichii e os levou
u
ao statu
us de grav
ve acidente
e nuclear, com perda total dos 4 reatores envolvidos, devido ao
o
derretim
mento do nú
úcleo dos re
eatores e co
om liberação
o de radiativvidade para o meio ambiente apóss
explosõ
ões de hidro
ogênio, porém sem víttimas devid
do ao acide
ente nuclearr. Houve 4 mortes porr
outras rrazões que n
não o acide
ente ou a rad
diação nuclear.
A necesssidade de remoção d
das populaçções próxim
mas à área da central se tornou imperiosa
i
e
todo o plano de emergência
a nuclear fo
oi mobilização num momento
m
e
em que o p
país estava
a
devasta
ado e mais de 18.000 pessoas ha
aviam morriido em consequência do terremotto, tsunami,
incêndio
os e explossões industrriais, além das mais d
de 5.000 pe
essoas desa
aparecidas.. Não havia
a
infraestrrutura dispo
onível para atuação da
as equipes e mesmo asssim graçass ao preparro de toda a
populaçção, as auto
oridades fora
am, aos pou
ucos, domin
nando a situ
uação.
Além da
as perdas d
de vidas hu
umanas o JJapão enfre
entou as pe
erdas econô
ômicas deccorrentes da
a
inoperância da indú
ústria por qu
uebra, por indisponibilidade de inffraestrutura ou por falta
a de energia
a
elétrica que o desa
astre acarrettou.
Fukushiima foi um acidente extremamen
e
nte sério, m
mas não prroduziu uma
a única fata
alidade. De
e
acordo ccom os esp
pecialistas em
e radiação
o, as emissõ
ões decorren
ntes dele nã
ão atingiram
m níveis que
e
possam
m causar danos irrepará
áveis ao me
eio ambientte ou a saú
úde das pesssoas (messmo para oss
trabalha
adores envo
olvidos noss processoss de emerg
gência). A empresa operadora d
da central –
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
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norama da Energia
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Nuc
clear – Nove
embro 2013
85
Tepco e
examinou 3
3700 trabalh
hadores e destes 127
7 receberam
m alguma d
dose de rad
diação, mass
nenhum
ma deles esttá em risco de uma doença imedia
ata por contta da radiaçção. Em 20 ou 30 anoss
existe a possibilida
ade (até 5%
%) de dese
envolverem
m alguma enfermidade se continu
uarem a se
e
expor à radiação de
evido a dosses acumula
adas.
Em 20 d
de junho de
e 2011 o go
overno japon
nês através do Ministro
o da Indústrria, Kaieda, determinou
u
que todas as usina
as, exceto as
a 6 unidad
des de Fuku
ushina e 2 n
na central d
de Hamaoca
a, estão em
m
estado de
d segurança para con
ntinuar em o
operação no
o país. Med
didas de seg
gurança parra acidentess
seveross estão send
do impleme
entadas em todo o paíís, que não pode, nestte momento
o, prescindirr
desta en
nergia.
As decisões que sserão tomad
das pelo Ja
apão sobre a continuaçção do uso da energia
a nuclear no
o
país terrão que levar em conssideração a falta de op
pções energ
géticas disp
poníveis e o custo dass
decisõe
es para uma
a população
o já extrema
amente abalada. O Ministério da Economia, Comércio e
Indústria
a estimou que a substituição da
a energia n
nuclear porr outra fontte térmica custaria ao
o
governo
o 3 trilhões de ienes ou
u 37 bilhõess de dólaress por ano (ccerca de 0,7
7% do PIB jjaponês). O
melhor Mix energé
ético para o país contin
nua em disccussão e ne
enhuma deccisão foi ain
nda tomada,
m
mas de qu
ualquer forrma o paíss
ccontinua ccom sua política de
e
e
exportação da tecnolog
gia nuclearr,
m
mantendo todos oss acordoss
a
assinados, mesmo se ela não for
m
mais usada domesticam
mente.
O governo japonês esstá tentando
o
d
desenvolverr um pro
ograma de
e
e
energia de longo
l
termo
o. A decisão
o
ssobre o mixx de energ
gia para até
é
2
2030 deverá ser tomada entre oss
ttrês cenário
os disponívveis onde a
e
energia nucclear varia d
de zero a 20
0
o
ou 25%.
N
NPP Fukushim
ma-Daiichi Se
et. 2013 (foto:
K
Kyodo News)
Existem
m cálculos n
nos quais o plano de g
gerar 20% d
da energia do Japão e
em renovávveis através,
por exemplo, de ce
entrais eóliccas em terra
a, exigiria u
uma área co
omparável a
ao total da ilha Kyushu
u
(uma da
as 4 ilhas p
principais q
que compõe
em o país, com área de
d 42.191 km quadrad
dos). A alta
a
densida
ade populaccional pode levar a uma
a reação da
a população
o conhecida como NIMB
B- not in myy
backyarrd - não no m
meu quintall- que pode fazer o púb
blico ser con
ntra qualque
er projeto energético.
Para fazzer frente a esta indisponibilidade
e de energia gerada por
p nucleare
es, o Japão
o foi forçado
o
em 2012 a importa
ar combustívveis como ó
óleo, gás e carvão
c
para
a geração elétrica
e
térm
mica com um
m
custo ad
dicional de cerca de 4,3
4 trilhões de
d yens (55
5 bilhões de
e dólares ou 42 bilhõe
es de euros))
por ano
o e com isso as de
escargas de
e gases do
o efeito esstufa aume
entaram ce
erca de 1,2
2
gigatone
es/ano com
mo resultado
o direto do desligamen
nto das nuccleares. Outra consequ
uência foi a
solicitaçção de red
dução do cconsumo de
e energia feita em maio
m
de 20
013 pelo go
overno aoss
habitanttes em gera
al num mon
ntante de 15
5% do totall na área attendida pela
a empresa Kepco, que
e
opera O
Ohi (4 reatorres), Miham
ma (3) e Takkahama (4) e de 5 a 10
0% no resta
ante do paíss para evitar
racionam
mento comp
pulsório.
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PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
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norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
86
O gove
erno está de
esenvolvendo trabalho
o de esclarrecimento ju
unto a este
e público envolvido de
e
forma a reduzir a in
nsegurança e o medo decorrente
d
d
da desinform
mação reina
ante neste p
processo.
A ajuda
a internacion
nal através de rede de
e países co
oordenadoss pela AIEA
A tem dado assistência
a
especia
alizada para os eventoss de liberaçã
ão de radiaçção.
A Electrric Power D
Development (conhecida
a como J-P
Power) vai re
etomar as o
obras de construção de
e
uma central de ene
ergia atômicca na provín
ncia de Aom
mori, no norrte do Japão
o. Esta será
á a primeira
a
usina a ser constru
uída no paíís após o a
acidente nucclear de Fu
ukushima. O status da construção
o
estava em cerca d
de 40% qua
ando foi su
uspensa devvido ao acidente de Fukushima.
F
Atualmente
e
uma em
mpresa de engenharia
a realiza tra
abalhos de escavação
o para consstrução doss canais da
a
usina e a Hitachi-G
GE Nuclear Energy Ltd
d está insta
alando pequ
uenos equip
pamentos na central. A
força de
e trabalho envolvida chega a 1.000
0 pessoas.
Os relig
gamento de usinas são
o aguardado
os pelos op
peradores. Kyushu
K
EPC
C esperava reiniciar ass
duas un
nidades Se
endai em Julho, o que
e não ocorre
eu e também as duass Genkai até
é janeiro de
e
2014. K
Kansai EPC
C quis sem sucesso re
eligar Takahama-3 e --4 em outu
ubro de 201
13. Com oss
novos ccenários de
e referência
a seis reato
ores talvez se reiniciem
m até o final de 2013
3, 16 outross
reatoress são previsstos de voltar a opera
ação até o final de 2014, com um
ma média 7 meses de
e
operaçã
ão e podend
do gerar 73 TWh de ele
etricidade.
As nove
e empresass de energia
a nuclear ja
aponesas re
elataram pe
erdas financceiras de 16
6 bilhões de
e
dólares (1,59 trilhõe
es de Yens) no ano de
e 2012 termiinado em 31
1 de março de 2013.
Resídu
uo nuclearr
O país reprocessa o seu resíd
duo nuclearr em usinass de reproce
essamento na França (Central de
e
Reproce
essamento La Hague) e na Ing
glaterra, ma
as está con
nstruindo ssua própria central de
e
reprocessamento comercial
c
em
m Rokkasho-mura, na ilha de Honshu. A ope
eração em teste dessa
a
usina fo
oi iniciada e
em 31.03.06
6 e a sua operação
o
co
omercial de
everia se iniciar em 20
009, mas fo
oi
adiada. Com o re
eprocessam
mento de 80
00 tonelada
as de urân
nio irradiado
o e a prod
dução de 4
tonelada
as de plutônio que jun
nto com mais urânio se
erá convertiido em com
mbustível MOX para ass
usinas nucleares do país. E
Este combu
ustível já ffoi testado e aprovad
do para vá
árias usinass
japonessas.
Em maio de 2009
9 o primeiro
o carregamento de MO
OX proveniente da fá
ábrica de co
ombustíveiss
Melox, na
n França, chegou ao Japão para
a alimentar a Usina Ge
enkai-3. Em novembro de 2009 se
e
iniciou a operação da usina qu
ue é a prime
eira a usar MOX come
ercialmente. Até janeiro
o de 2011 já
á
eram 4 usinas com
m este combustível.
Cerca d
de 5% do co
onteúdo do combustíve
el MOX é pllutônio reco
olhido de co
ombustível já
á queimado
o
em uma
a central de
e geração n
nuclear. Reciclar este material é o método d
de aumenta
ar a energia
a
que ele pode produ
uzir em 12%
% enquanto
o o urânio não
n fissionad
do é també
ém recolhido
o e reusado
o
aumenta
ando a ene
ergia disponível em 22%.
2
Este p
processo ta
ambém perrmite a sep
paração doss
produtos mais radiioativos da fissão nuclear reduzin
ndo os volum
mes de reje
eitos perigo
osos em até
é
60%.
O Japão importa m
mais de 90% de suas necessidades energé
éticas. Não possui urânio em seu
u
território
o. Hoje sua maior fonte
e de energia
a é o plutôn
nio resultantte do reproccessamento
o do resíduo
o
nuclear das usinass existentes, que o país vem estocando desd
de 1999.Estte tipo de re
eciclagem é
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
87
constitui a base do
o ciclo de co
ombustível n
nuclear no Japão
J
que desta forma
a valoriza ao máximo o
urânio q
que importa.
As emp
presas japon
nesas Tokyyo Electric P
Power, Chu
ubu Electricc Power, Ka
ansai Electrric Power,
Toshiba
a, Mitsubish
hi Heavy In
ndustries, e Hitachi in
nformaram, em julho 2010, que estavam
tentando
o montar um
ma nova em
mpresa (Inte
ernational N
Nuclear Enerrgy Develop
pment of Ja
apan) para
oferecer projetos n
nuclear parra os paíse
es emergen
ntes, mas o acidente de Fukush
hima deve
mudar este
e
panora
ama.
Paquiistão
Usinas em Capaciidade
operação
atual ((MW)
País
Paquis
stão
3
725
5
Usinas
s em
construção
Capac
cidade
em
constrrução (MW)
Energia
Nuclear
gerada 2012 (TWH)
2
630
5,271
1
% do total
ge
erado em 2012
5,34
A eletriccidade no P
Paquistão é 62% deriva
ada de comb
bustíveis fóssseis e 33%
% de hidrelé
étricas. Para
a
o restan
nte o Paquistão tem trê
ês usinas n
nucleares em operação
o (Chasnup
pp 1e 2, PW
WR 300 MW
W
Central de
e Chasnupp (ffoto Rosatom))
cada
a e Kanupp,, PHWR - 1
125 MW) na região do
o
Punja
abe. Existe
em dois rea
atores em construção
o
(Cha
asnupp 3 e 4
4, PWR, 31
15 MW cada
a uma). Em
m
2012
2 foram gerrados 5,271
1 TWh de eletricidade
e
de fo
onte nuclearr, cerca de 5,34
5
% do ttotal do paíss
no a
ano. O paíss informou que assino
ou contrato
o
com a China (China Nation
nal Nuclear Corporation
n
-CNN
NC) para a construção de quinta u
unidade em
m
Chassnupp, cujass obras aind
da não se in
niciaram.
Em a
agosto de 2
2013 foi asssinado o co
ontrato para
a
duass novas ussinas - Karrachi Coasstal Nuclearr
Powe
er Project que comp
preenderão 2 reatoress
ACP1000. Este é o p
primeiro contrato de
e
fornecim
mento de tecnologia ch
hinesa fora da China. O custo pre
evisto é 9,5 bilhões de dólares e a
construçção poderia
a começar e
em 2015.
R eatores Nuclear
res em Construç
C
ção, Plan
nejados e propos
stos
Reato
or
Tipo
Chas
shma 3
Chas
shma 4
Chas
shma 5
Karac
chi
coastal 1&2
Totall (5)
CNP-3
300
CNP-3
300
PWR
MW
We bruto
ACP10
000
34
40
34
40
1000
0?
1100x
x2
Operaç
ção
Comer
rcial
Planeja
ada
1
mai/11
dez/16
dez/11
1
out/17
Início da
Construção
Fi nal 2014
4
O país não é signa
atário do TN
NP e possu
ui um progra
ama de arm
mamento nu
uclear indep
pendente do
o
program
ma civil de g
geração de e
energia eléttrica, o qual usa as fonttes de urânio natural do país.
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
88
O litígio
o existente com
c
a Índia
a, também detentora de
d armamen
nto atômico
o, coloca toda a região
o
em perm
manente ten
nsão com o alto risco d
de conflito n
nuclear, seg
gundo os analistas inte
ernacionais.
Em julho
o de 2011 n
noticiou-se que
q o país pretende
p
au
umentar seu
u arsenal de
e armas nuccleares com
m
a adiçã
ão de maiss mísseis ar-ar e terra-ar em atendimentto ao seu plano estrratégico de
e
manutenção de parridade com outros paísses igualme
ente armado
os na região
o.
As centtrais de gerração elétricca do país ttêm uma ca
apacidade ttotal de cerrca de 20.00
00 MW que
e
seriam suficientes para satissfazer as necessidade
n
es paquista
anesas. Co
ontudo as ccompanhiass
gestorass das usina
as não são capazes de
e produzir e
energia a plena capacidade devid
do ao déficit
financeiiro causado
o pelo seto
or público que
q
não pa
aga suas ccontas de energia há
á anos. Um
m
gasodutto do Irã atté o Paquisstão, com potencial
p
de
e resolver a falta de fo
ornecimento
o de gás do
o
país, foii construído
o apenas no
o lado irania
ano, faltando ainda a p
parte paquisstanesa que
e melhoraria
a
o atendimento nestte combustíível.
Em junh
ho de 2010 foi anuncia
ado acordo com a Chin
na que perm
mitirá a con
nstrução de dois novoss
reatoress de 340 MW
W cada um
m. O custo e
estimado é d
de 2,4 bilhõ
ões de dólarres e estrattegicamente
e
ajudará o Paquisttão a reduzzir sua crô
ônica escasssez de en
nergia (cheg
gam a 10 horas sem
m
fornecim
mento de en
nergia por dia)
Os reje
eitos são tra
atados e gu
uardados n
nas própriass usinas. Existe
E
propo
osta de con
nstrução de
e
repositó
ório de longa
a duração.
Taiwa
an
País
usinas e
em
operação
capacidad
de
atual (MW
W)
usinas em
construç
ção
capacid
dade
em
constru
ução (MW)
E
Energia
N
Nuclear
g
gerada 2012 ((TWH)
% do
o total gerado
em 2
2012
Taiwan
6
4.980
2
2.600
3
38,887
18,3
37
Taiwan tem 6 usina
as em opera
ação (2 PW
WR e 4 BWR
R) que, segu
undo a AIEA
A produziram
m em 2012,
38,887 T
TWh de ene
ergia, ou ce
erca de 18,3
37% da ene
ergia do paíss. Os 2 reattores Lungm
men (PHWR
R
1350 MW
W) estão em
m construçã
ão (em torno
o de 90% pronto) em N
New Taipei City.
C
Localizaç
ção das Centrais nucleare
es em Taiwan
As usin
nas Chinshan 1 e 2 (BWR 636
6 MW cada
a) iniciaram
m a operaçção em 19
978 e 1979
9
respectiivamente. A central K
Kuosheng tem 2 reatores BWR
R de 985 MW cada. As usinass
Maanshan são PWR com
c
951 MW
W cada.
O governo
o de Taiwan
n convocou comitê para
a
estabelece
er um meca
anismo multidisciplinar
de verifica
ação de segurança nu
uclear e de
e
preparação
o para resp
postas á emergências
e
s
em centra
ais. À lu
uz dos eventos
e
de
e
Fukushima
a o govern
no se pre
eocupa em
m
especial co
om as usin
nas na costta da China
a
que são m
muito próxim
mas do país e sobre ass
quais não pode atuar.. O mesmo pensam oss
chineses q
que não con
nfiam na se
egurança de
e
operação e guarda de
e resíduos e
em Taiwan.
Foi feita
a a proposta
a e o convite
e para que os
o dois paísses trabalhe
em juntos n
nesta questão.
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ência de Plan
nejamento Estratégico
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norama da Energia
E
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clear – Nove
embro 2013
89
Vietna
am
Em maiio de 2010 o primeiro--ministro vie
etnamita declarou a inttenção de construir
c
8 reatores.
r
A
central 1 (inicialme
ente com co
om dois reatores: Ninh Thuan Nucclear Powerr Plant 1,) sse localizará
á
em Phu
uoc Dinh Co
ommune, no
o distrito de Ninh Phuocc e a centra
al 2 (Ninh Th
huan Plant 2, com doiss
reatoress) se localizzará em Vinh Hai Com
mmune, disstrito Ninh Hai. Em am
mbas as ce
entrais há a
possibilidade de exxpansão parra 4 unidade
es por centrral.
Reatores Planejados
s e Proposttos até 202
27 no Vietna
am
alização
Loca
Phuo
oc Dinh
Vinh Ha
ai
Usina
((provincia)
Nin
nh Thuan 1-1
Nin
nh Thuan 1-2
Tipo do Reator
M
MWe
nomina
al
VVER--1000
VVER--1000
1000
1000
Inicio da
construçã
ão
2014
2015
ção
Operaç
2020
0
2021
Nin
nh Thuan 1-3
VVER--1000
Nin
nh Thuan 1-4
VVER--1000
nh Thuan 2-1 Gen III Jap
ponesa (?)
Nin
Nin
nh Thuan 2-2 Gen III Jap
ponesa (?)
1000
1000
1000
1000
Nin
nh Thuan 2-3 Gen III Jap
ponesa (?)
1000
2026
6
Nin
nh Thuan 2-4 Gen III Jap
ponesa (?)
1000
2027
2015
2015
2024
4
2012
25
2021
2
2022
De acorrdo com o Diretor
D
da A
Agência Viettnamita para
a Segurançça Nuclear e Radiação a Central 1
será de modelagem
m russa com
m potência de
d 1.900 MW
W, sendo que
q também
m já foram asssinados oss
memora
andos para treinar os novos
n
especcialistas do p
país. A construção devve começar em 2014.
As emp
presas Tosh
hiba, Mitsub
bishi Heavy Industries e Hitachi Ltd formaram
m um consó
órcio com o
governo
o japonês p
para particip
par da con
ncorrência d
da segunda
a Central. Os coreanos também
m
fizeram sua oferta d
de cooperação e consttrução de um
ma das cen
ntrais.
A AIEA
A afirmou qu
ue o Vietna
am está be
em preparad
do para co
omeçar a de
esenvolver um parque
e
nuclear e que apoiará o país no
n desenvo
olvimento de
e procedime
entos de se
egurança e d
de resposta
a
a emergências. Attualmente jjá existe um
ma equipe de mais d
de 800 pesssoas traba
alhando noss
instituto
os de energia, radiologia e seguran
nça nuclear no país.
Agora o processo
o pode so
ofrer atraso
os e reduçção de quantitativos, mas as autoridadess
anuncia
aram que p
prosseguem
m com os planos
p
de cconstruir pe
elo menos 4 reatoress. Todos oss
grandess fornecedo
ores (Chinesses, corean
nos, francesses, russoss, japonesess e america
anos) estão
o
ativame
ente trabalha
ando para conseguir
c
fe
echar estes contratos.
Os Jap
poneses atrravés da e
empresa Ja
apan Atomic Power C
Company (JAPC)
(
asssinaram em
m
28/09/20
011, contra
ato com Electricity of V
Vietnam (EV
VN) para esttudo de viabilidade da construção
o
da primeira centrall. Em julho de 2013 ass partes concordaram em “ acele
erar a coope
eração para
a
especificar o projetto “o que se
eria um passso importante para a asssinatura de
e um contra
ato.
Ásia – Outros
As Filip
pinas, a Indonésia e a Malásia estão em p
processo de reavivam
mento de se
eus antigoss
program
mas nuclearres.
GP
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nejamento Estratégico
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norama da Energia
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Nuc
clear – Nove
embro 2013
90
A Malás
sia já tem lu
uz verde de sua popula
ação, que ap
poia a consstrução de u
usinas nucle
eares e está
á
em proccesso de rreconstrução
o do conhe
ecimento té
écnico nece
essário atra
avés de pro
ogramas de
e
visitas ttécnicas e d
de treiname
ento para projeto,
p
consstrução e o
operação de
e centrais. Os
O estudoss
para a definição
d
de
e um sítio a
adequado já
á foram auttorizados pe
elo governo
o. O país é fortemente
e
depende
ente de gáss (64%) e ca
arvão (25%) e tem a intenção de diversificar
d
a matriz elétrica.
No caso d
N
das Filipin
nas inicialm
mente um grupo de
e
e
especialista
s da AIEA foi convida
ado para orrganizar um
m
p
processo
m
multidisciplin
ar e indepe
endente pa
ara verificarr
s a antiga usina nuclear Bataan Nuclear Po
se
ower Plant,,
q
que
apesar de pronta, nunca op
perou, pode
e ser ligada
a
c
com
segura
ança, tornan
ndo-se uma
a alternativa
a local para
a
a geração de energia
a. Atualmen
nte, está e
em vigor o
c
contrato
co
om a emp
presa core
eana Kepcco para a
e
execução
de
estes mesm
mos estudoss.
Filipinas - Bata
F
aan Nuclear Po
ower Plant (fo
oto IAEA)
Pronta – nunc
ca operou
A Indon
nésia, apessar de se se
entir capacitada, preten
nde num prrimeiro mom
mento familiiarizar seuss
habitanttes com a energia nucclear para só depois se
s engajar num proce
esso de con
nstrução de
e
uma cen
ntral, segun
ndo seu Min
nistro de Pessquisa e Te
ecnologia, S
Syamsa Ardiisasmita.
Banglad
desh assinou em 01 d
de novembro
o de 2011 u
um contrato
o com a Rússsia com o objetivo de
e
construiir 2 usinas nucleares d
de 1.000 MW, tipo VVER, modelo
o AES92, cada
c
uma, no
n nordeste
e
do paíss, na região
o de Roopp
pur. O con
ntrato também inclui o suprimentto de comb
bustível e a
gestão do
d resíduo q
que será levvado de vollta à Rússia
a após o uso
o.
O cresccimento recente do p
país e a d
disponibilida
ade limitada de energ
gia (reservvas de gáss
existenttes estão q
quase extinttas) contrib
buíram o go
overno a se decidir p
por este negócio de 3
bilhões de dólares. Em 2007, o país receb
beu a aprovvação da AIEA para seu projeto nu
uclear.
Em sete
embro de 2
2011 o Minisstro de Rela
ações Exterriores de Ba
angladesh, Dipu Moni,, informou
que o país deverá ter sua prim
meira usina em operaçã
ão em 2022
2. O país mantém seu programa
nuclear com o obje
etivo de gara
antir o supriimento adeq
quado de en
nergia elétriica depois d
de 2020.
O goverrno conduz um estudo detalhado p
para o marcco regulatórrio de seu programa nu
uclear e tem
m
mantido
o as converssações com
m a AIEA e com consultores indep
pendentes ssobre este a
assunto. O
país tam
mbém pretende assinarr os acordoss internacio
onais pertine
entes a um programa n
nuclear civil..
Em outtubro de 2013
2
a Rossatom anun
nciou inicio
ou os traba
alhos de p
pré-construçção para a
instalaçção de uma usina de 2.000 MW de energia n
nuclear no R
Rooppur em
m Pabna (Ba
angladesh)..
A empre
esa russa vvai construirr, operar e fo
fornecer com
mbustível pa
ara o projetto. Atomstro
oyexport vaii
iniciar u
uma série de testes em
m um contra
ato de EUA $ 46 milhões, enquan
nto que a Co
omissão de
e
Energia
a Atômica d
de Banglad
desh (BAEC
C) também vai realiza
ar exames por conta própria.
p
Oss
testes in
ncluem a avvaliação de viabilidade
e, de impactto ambienta
al, desenvolvvimento e p
pesquisa de
e
engenha
aria, o desenvolvimento do progrrama globa
al de pesquisa de engenharia, ass condiçõess
antrópiccas na área do projeto e local, e de
e engenharia e de pessquisa hidro
o meteoroló
ógicos.
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
91
E-A
Austráliia
Populaç
ção: 23,6 M
Milhões hab; crescime
ento anual d
do PIB: 3,6
6%/ano; Em
missões de CO2:
15,.3 tC
CO2/capita ; Independê
ência em E
Energia:100
0%; Consu
umo Total /PIB: 88 (20
005=100) ;
A Austrá
ália é o non
no maior prrodutor de energia
e
no mundo
m
e ap
proveita o b
benefício da
a abundante
e
diversid
dade de recu
ursos energ
géticos. O Continente
C
A
Australiano
é rico em urânio,
u
possuindo cerca
a
de 40% de todas as reservas mundiais
m
ecconomicame
ente explorá
áveis.
A Austrá
m nenhuma
a usina nucllear comerccial em operação, mass, através do
o Australian
n
ália não tem
Nuclearr Science a
and Techno
ology Organization op
pera o reato
or de pesq
quisas OPA
AL perto da
a
cidade d
de Sidney.
Contudo
o, devido a problema
as de fundo
o político o país hoje
e atende a menos de
e 20% dass
necessidades mundiais de urâ
ânio.
Recente
emente a A
Austrália asssinou acorrdo de coo
operação au
utorizando seus exporrtadores de
e
urânio a fornecer o combustívvel aos Emirrados Árabe
es que consstroem atua
almente sua
as primeirass
usinas nucleares. O Ministro de Relações Exteriore
es disse qu
ue o acordo
o, que aind
da deve serr
do pelo parlamento ate
enderá suprimento nucclear de ma
aterial, com
mponentes e tecnologia
a
aprovad
associada para o ssuprimento d
de energia d
desta fonte..
Outro acordo impo
ortante foi o realizado pela
p
empressa BHP Billiton, uma mineradora
m
baseada na
a
Austrália
a, para a venda
v
de se
eu deposito
o de urânio
o em Yeelirrrie (capacid
dade estima
ada de 139
9
milhõess de libras peso de U3O8 , para a empresa canadense
e CAMECO
O, a um cu
usto de 430
0
milhõess de dólaress. O negóccio ainda depende de aprovação
o dos depa
artamentos do governo
o
australia
ano que reg
gulam este tipo de neg
gócio.
Este é provavelm
mente o maior dep
posito
mundiall de urânio cconhecido.
Urânio na Austrália (WNA – agosto 2013)
O urâniio vem sen
ndo minera
ado na Ausstrália
desde 1954,
1
e exisstem 4 mina
as em operração
atualme
ente. Outra
as estão planejadas.. Os
recursoss urinífero
os na Ausstrália são
o os
maioress conhecido
os no mund
do com cercca de
31% do total.
Em
2
2012 a
A
Austrália
produziu
8
8.244
tonelada
as de U3O8 (equivalente a 6
6.991
tonelada
as de Urânio naturall). É o terrceiro
maior produtor m
mundial atrrás apenass do
Cazaqu
uistão e do Canadá.
C
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
92
V-A
Acordo
os Com
mercia
ais e d
de Coo
operaç
ção Nu
uclear
Os paísses e os governos se a
associam co
onforme suas necessid
dades e sua
as estratégias, sempre
e
objetiva
ando maiore
es lucros e/ou
e
segura
ança para o seu sup
primento en
nergético. R
Relatório da
a
Agência
a das Naçõ
ões Unidass para o Comércio
C
e o Desen
nvolvimento (Unctad) confirma a
crescen
nte tendênciia de multin
nacionais de
e se apoiare
em em cercca de 3.200 acordos intternacionaiss
de investimentos existentes.
e
A seguir ap
presentamo
os, sem esg
gotar o tema, alguns d
dos acordoss
celebrad
dos e de co
onhecimento
o público.
Estad
dos Uniidos e Outros:
O
Estad
dos Unido
os – Chin
na
Os Esta
ados Unidos (empresa
a EXELON) e a China (empresa CNNC) asssinaram aco
ordo para a
coopera
ação nuclea
ar civil no qual instru
utores senio
ores da Exxcelon vão treinar cerrca de 200
0
profissio
onais chinesses de gesttão e operaçção nuclearres nas melhores práticcas desenvo
olvidas pela
a
empresa
a americana
a.
Estad
dos Unido
os – Emirados Árrabes
Os Esta
ados Unidoss e os Emirrados Árabe
es assinaram acordo p
para a coop
peração nucclear civil no
o
qual oss Emirados se compro
ometem a não promo
over programa próprio
o de enriqu
uecimento e
reprocessamento d
de urânio.
Estad
dos Unido
os – Japã
ão
A
Wesstinghouse Electric Company e a Toshiba
a Corporattion anunciaram a fo
ormação da
a
BWRPL
LUS, uma o
organização
o comercial para opera
ar usinas nucleares no
os Estados Unidos que
e
que irá a
alavancar a
as sinergias entre as du
uas empresas.
Estad
dos Unido
os – Kuw
wait
Os Esta
ados Unidoss e o Kuwait assinaram
m em junho
o de 2010 a
acordo para a cooperaçção na área
a
de salva
aguardas nucleares e outros tópicos de não
o proliferaçã
ão. O acord
do prevê atividades em
m
legislaçã
ão, regulam
mentação, desenvolvimento de reccursos huma
anos, proteçção radiológ
gica, gestão
o
de resíd
duos, operação de reattores entre o
outras, mass não previsão de consttrução de usinas.
Estad
dos Unido
os – País
ses do G
Golfo Pérrsico
As empresas amerricanas Ligh
htbridge e E
Exelon Gene
eration assinaram acorrdo com o C
Conselho de
e
Coopera
ação do G
Golfo (Bahra
ain, Kuwait, Omã, Qa
atar, Arábia Saudita e União doss Emiradoss
Árabes)) para estud
do que irá a
avaliar a po
ossibilidade e a localiza
ação de um
ma central n
nuclear para
a
geração
o de energia
a e dessalin
nização de á
água para a região.
Estad
dos Unido
os – Fran
nça
1. A A
AREVA e a NORTHRO
OP GRUMM
MAN firmara
am acordo p
para montar uma empresa- Areva
a
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
93
New
wport Newss LLC- que
e fabricará os compon
nentes pesa
ados (vasoss do reatorr, tampa do
o
reator, gerador de vapor e pressurizador) do re
eator francêss EPR nos Estados Un
nidos e que
e
ar a operar em 2011. A AREVA te
em expecta
ativa de construir até 7 reatores no
o
devverá começa
terrritório amerricano nos próximos a
anos e essa
a estratégia
a visa prote
egê-la de um
u possíve
el
garrgalo industtrial para co
omponentess pesados, cujos fabricantes mun
ndiais são em número
o
reduzido.
A
tamb
bém solicito
ou ao órgão
o regulador a
americano – NRC, uma
a licença pa
ara construir
2. A AREVA
e operar uma planta (Eag
gle Rock) de
e enriquecim
mento de urânio por ce
entrifugação
o próxima a
Idaho Fall. Seg
gundo a em
mpresa este é um investtimento mulltibilionário.
3. Are
eva será o m
maior forneccedor os se
erviços de e
engenharia, construção
o e combusstível para a
cen
ntral Bellefo
onte-1 perte
encente a TVA,
T
localizzada no esstado amerricano do Alabama.
A
O
con
ntrato é de 1
1(um) bilhão
o de dólare
es e compre
eende, entre
e outras ativvidades, a ilha nuclearr,
a sa
ala de contrrole, instrum
mentação digital, simula
ador para treinamento e o combusstível.
Estad
dos Unido
os – Itália
a
Os Esta
ados Unido
os e a Itália
a assinaram
m, em sete
embro de 2
2010, acord
do para a cooperação
o
nuclear civil, com duração
d
de 5 anos (até
é 2015), no qual a Itália
a abre as po
ortas aos fo
ornecedoress
america
anos de tecn
nologia e se
erviços nucleares.
Estad
dos Unido
os – Rep
p. Checa
Os Esta
ados Unidoss através do
o seu Depa
artamento de
e Energia (DoE) e univversidades americanass
e a Rep
p. Checa (vá
árias univerrsidades e C
Centros de Pesquisa) a
assinaram, em setemb
bro de 2011,
acordoss de cooperração para pesquisas, com troca de
d experiên
ncias e proffissionais pa
ara reatoress
de geração IV refrig
gerados a ssal líquido (m
molten salt rreactors).
Estad
dos Unido
os – Áfric
ca do Su
ul
Em sete
embro de 2
2009 foi asssinado pelo
o secretário
o de energia american
no Steven Chu e pelo
o
ministro
o de enerrgia sul-afrricano um acordo b
bilateral de
e cooperaçção em p
pesquisa e
desenvo
olvimento e
em energia
a nuclear com
c
ênfase
e em tecno
ologia avan
nçadas de reatores e
sistema
as nuclearess. O acordo
o, segundo o american
no reitera a posição de
e seu govern
no de que a
energia nuclear te
em papel p
principal no futuro ene
ergético mu
undial, princcipalmente no que dizz
respeito
o aos desafios das mud
danças climáticas.
Estad
dos Unido
os – Viettnam
Em março de 2010 foi assinado um me
emorando de
d entendim
mento no ssentido de aumentar a
coopera
ação com oss americano
os que perm
mitirá ao Vie
etnam o ace
esso ao com
mbustível nu
uclear que o
país pre
ecisará no fu
uturo próxim
mo após a cconstrução d
do seu prim
meiro reator d
de potência
a.
Rúss
sia e Outros:
Rússiia – Estad
dos Unid
dos
A emprresa russa TENEX-Techsnabexp
port, que produz
p
com
mbustível n
nuclear, infformou que
e
recebeu
u a aprovaçção do departamento de comérciio american
no para o fo
ornecimento
o de urânio
o
enriqueccido à Consstellation En
nergy Nucle
ear Group entre
e
2015 e 2025. Este
e é o sexto contrato de
e
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
94
suprime
ento de com
mbustível da
a Tenex parra o mercad
do american
no de geraçção nuclearr. Os outross
foram com Exelon e Fuelco (q
que represe
enta Pacific Energy Fue
els, Union E
Electric ou AmerenUE))
nant.
e Lumin
Rússiia-Austrá
ália
A Prime
eira Ministra
a da Austrá
ália, Julia Gillard e o prresidente ru
usso Dmitryy Medvedevv assinaram
m
acordo d
de suprimen
nto de urânio para os reatores
r
russsos em novvembro de 2
2010.
Rússiia-Inglate
erra
A Rosatom atravéss de seu diretor Serge
ei Kiriyenko
o assinou acordo de co
ooperação em energia
a
nuclear com a emp
presa britâniica Rolls-Ro
oyce.
Rússiia – Japã
ão
A Toshiba e a Te
echnabexpo
ort – Tenex assinaram
m um acordo de coope
eração com
mercial para
a
odutos e se
erviços do ciclo do com
mbustível nuclear, inclussive no enriquecimento
o
fabricar e suprir pro
o
do
o acordo é a estabilidad
de e a segurança dos ssuprimentoss
de urânio. Um dos principais objetivos
de benss e serviçoss nucleares. Como con
nsequência deste acorrdo um conttrato de sup
primento de
e
longa du
uração foi a
assinado pe
elo qual a em
mpresa Chu
ubu Electric receberá ccombustível nuclear por
10 anoss. Atualmente a Tenex supre cerca
a de 15% da
a demanda por combusstível nuclea
ar no Japão
o
e deverá
á aumentarr este suprim
mento com o acordo orra assinado.
Rússiia – China
A Rússiia e a China
a assinaram
m acordo pa
ara a cooperração na co
onstrução de
e reatores rápidos
r
(fast
breederr reactor) de
d demonsstração com
m 800 MW
W e també
ém na con
nstrução do
os reatoress
Beloyarrsk-4 na Rússia e da
as unidadess 3 e 4 de Tianwa
an na China. Acordoss anterioress
propicia
aram a consstrução de T
Tianwan 1 e 2 além de três módulo
os de planta
a de enrique
ecimento de
e
urânio e ainda um rreator rápid
do experime
ental - CEFR
R
Rússiia – Holanda
A empre
esa russa R
Rosatom e a holandessa Royal Ph
hilips Electrronics assin
naram (junh
ho de 2011))
acordo para fabrica
ar equipame
entos médiccos de imag
gem destinados ao diag
gnóstico de câncer.
Rússiia – Bulgária
A NEK - National Electric Company da Bulgária e a russa Ato
omstroyexport assinara
am contrato
o
para pro
ojeto, consttrução e comissioname
ento das ussinas da Ce
entral Nuclear de Belen
ne (2x 1000
0
MW – VVER).
V
Com
mo subconttratado está
á o consórcio ‘CARSIB
B’ (Consortiu
um Areva N
NP-Siemenss
for Bele
ene) que fornecerá sistemas elétrricos e de instrumenta
ação e controle (I&C systems). A
Bulgária
a mantém ccontrato (no valor de 2,6 milhões de
d euros) pa
ara a seleçã
ão de sítio e projeto de
e
depósito
o rejeitos de
e baixa e média ativida
ade no país, em área de
e superfície
e.
Rússiia – Nigéria
A comp
panhia estattal russa R
Rosatom asssinou um m
memorando de cooperração com o reguladorr
nigerian
no para fomentar o uso pacífico da
a energia nu
uclear naque
ele país.
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
95
Rússiia – Índia
a
A Índia assinou contrato com a fabricante
e russa de combustíve
c
el nuclear TV
VEL. O com
mbustível irá
á
para várias centraiss nuclearess indianas e este é o primeiro contrrato de suprrimento apó
ós a retirada
a
mbargos do Nuclear Supplier
S
Gro
oup (NSG) que vigora
am até 2008. Assinad
do também
m
dos em
acordo no sentido de
d fornecerr mais 4 reatores na áre
ea de Kudankulam ond
de já existe uma centra
al
instalada. O acord
do amplia a cooperaçção existen
nte no cam
mpo de com
mbustíveis, tecnologia,
serviçoss e pesquisa
a nuclear.
Rússiia – Itália
a
Acordo para participação italia
ana na consstrução de reatores nu
ucleares de 3ª geração
o de modelo
o
russo e no estudo, projeto e construção de um pro
otótipo de re
eator de 4ª geração. E
Esse acordo
o
a a Itália na formação d
de mão de o
obra especia
alizada.
ajudaria
Rússiia – Emirrados Ára
abes
A Rússia e os Em
mirados Árabes assinaram acordo
o para a co
ooperação nuclear
n
civiil no qual a
Rússia irá comparrtilhar tecno
ologia, equiipamentos e material nuclear. So
ob o acord
do a Rússia
a
poderá fornecer leg
galmente urrânio, serviçços de convversão e de enriquecimento do com
mbustível.
Rússiia – Omã
ã
A Rússiia e o Omã assinaram acordo inte
ergovernamental objetivvando a coo
operação no
o campo do
o
uso paccífico da en
nergia nucle
ear com ên
nfase em in
nfraestrutura
a, pesquisa
a e desenvo
olvimento e
construçção e operação de ussinas nuclea
ares de potência. A empresa
e
esttatal russa ROSATOM
M
será a rresponsávell pelos traba
alhos.
Rússiia – Jordânia
A Rússia e a Jordânia assina
aram acordo
o intergovernamental, com duraçã
ão de 10 anos, para a
coopera
ação no ca
ampo do usso pacífico da energia nuclear que cobre uma larga
a escala de
e
atividades que abrangem en
ngenharia e construção, fabricaçã
ão de com
mponentes, estudos de
e
nça, proteçã
ão e controle de radiação, desssalinização,, mineração
o de urânio
o, serviços,
seguran
pesquissa dentre ou
utros.
Rússiia – Egito
o
O direto
or da emprresa estatal russa Sergei Kiriyen
nko disse q
que o acord
do de coop
peração em
m
energia nuclear asssinado com
m o Egito esttá focado principalmen
nte na prosp
pecção e mineração de
e
urânio n
naquele país. Outros grupos de trabalho se
erão formad
dos para a construção
o de usinass
atômica
as, com treinamento d
de mão de obra especcializada em
m operação
o nuclear e atividadess
regulató
órias. O Egitto tem 2 rea
atores de pe
esquisa
Rússiia – Eslov
váquia
A emprresa russa TVEL assinou contra
ato de fornecimento d
de combusttível nuclea
ar de longa
a
duração
o com a em
mpresa Slovvenské Elekktrárne, prop
prietária e operadora
o
d
da usina, para atenderr
as unid
dades 3 e 4 Mochovcce (VVER-4
440). O contrato abra
angerá 5 re
ecargas e o
os serviçoss
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
96
associados devend
do começarr em 2012, quando as usinas devvem entrar em operação. O sócio
o
majoritá
ário da proprietária é a italiana ENE
EL.
Rússiia – Turquia
A Rússiia (Russian Technical S
Supervisoryy Authority - Rostechna
adzor) e a Turquia
T
(Turrkish Atomicc
Energy Agency -TA
AEK) assinaram acorrdo de cooperação no
o qual é pre
evisto transsferência de
e
how “ e in
nformaçõess em licencciamento nuclear,
n
pro
oteção rad
diológica e gestão da
a
“Know-h
qualidad
de .
Rússiia – Ucrâ
ânia
1. A Rússia e a Ucrânia assinaram acordo inte
ergovername
ental com o objetivo de retomar a
dos dois re
c
construção
eatores ucra
anianos de Khmelnitskky. O acordo
o foi assina
ado em Kievv
p
pelo
ministrro de energ
gia e comb
bustível da Ucrânia, Yu
uri Boyko e pelo Direttor geral da
a
e
empresa
ru
ussa Rosato
om, Sergei Kiriyenko e prevê fin
nanciamento
o, projeto, construção,
c
comissionam
mento, serrviços e su
uprimento rrusso para as unidad
des 3 e 4 da centra
al
K
Khmelnitsky
y.
2. A empresa russa TVEL e a ucran
niana Nucle
ear Fuel asssinaram aco
ordo para a construção
o
de fábrica
f
de combustíveis
c
s nuclearess para reato
ores VVER-1000 na Uccrânia (a TV
VEL ajudará
á
no fiinanciamento do projetto).
Cazaq
quistão e Outros
O Caza
aquistão não possui ne
enhuma ussina nuclearr, mas é de
esde dezem
mbro de 20
009 o maiorr
produtor mundial d
de urânio à frente do Canadá e da Austrália
a. A Kaza
atomprom - corporação
o
nuclear nacional po
ossui 21 minas em op
peração no país e esta
ará estrategicamente envolvida
e
na
a
construçção de usin
nas nucleares na China como fo
orma de divversificar os seus neg
gócios, hoje
e
basicam
mente minerração.
O acord
do assinado
o com a Ch
hina Guangd
dong Nucle
ear Power G
Group (CGN
NPG) e Chiina Nationa
al
Nuclearr Corp (CNN
NC), criará uma emprresa, na qual a Kazato
omprom terrá 51%, que
e construirá
á
usinas na China e desenvolvverá minas de urânio no Cazaqu
uistão, nos depósito e
em Irkol, na
a
região d
de Kyzylordinskaya, cu
uja capacida
ade de prod
dução anua
al estimada é de 750 to
oneladas de
e
U3O8; nos
n depósittos de Sem
mizbay na re
egião de Akkmolinskaya
a (capacida
ade de prod
dução anua
al
estimad
da de 500 to
oneladas de
e U3O8) e n
nos depósittos de Zhalp
pak com ca
apacidade d
de produção
o
anual estimada
e
é de 750 ton
neladas de U3O8. Oss acordos prevêem o suprimento
o de urânio
o
natural à China porr 10 anos.
Similarm
mente tamb
bém foram assinados acordos co
om o Cana
adá (Empre
esa Camecco) para terr
acesso à tecnologia de conversão do UF6
U
(Hexafluoreto de Urânio) atra
avés de um
ma entidade
e
P, a ser consstruída no Cazaquistão
C
o pelo Cana
adá e que produzirá até
é
legal, a ULBA Convversion LLP
métricas de UF6.
12.000 ttoneladas m
Com a França (AR
REVA) os a
acordos assinados pe
ermitirão a produção
p
d
de combustível nuclearr
(nuclearr fuel assem
mblies) na mesma planta de ULB
BA com a fa
abricação d
de até 1.200
0 toneladass
métricass de vareta
as e elemen
ntos combu
ustíveis com
m a engenh
haria e a te
ecnologia de
esenvolvida
a
pela AR
REVA. Foi assinado ttambém accordo de co
ooperação com a Bélgica para a troca de
e
experiên
ncias na condução de um program
ma nuclear ccivil.
Foi asssinado em março 2010 um acord
do de suprrimento no qual o Japão espera
a garantir a
estabilid
dade de sup
primento de
e combustívvel nuclear p
para as sua
as nuclearess. Em outro
o acordo em
m
setembrro de 2010
0, três emp
presas japon
nesas assin
naram mem
morando de
e entendime
ento com a
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
97
empresa
a Kazakh National N
Nuclear Ce
entre objetivando um
m estudo d
de viabilida
ade para a
construçção da prim
meira usina n
nuclear do C
Cazaquistão
o.
Canad
dá – Índia
a
O Cana
adá, atravéss da empressa CAMECO abriu esccritório de n
negócios na
a cidade de Hyderabad
d
que tem
m por objetivo suporta
ar e desenvvolver as op
portunidade
es de negóccios da com
mpanhia no
o
mercado
o de combu
ustíveis nucleares da Ín
ndia e repre
esentar a em
mpresa junto
o ao govern
no indiano.
O Cana
adá e a Índia comple
etaram os a
arranjos ad
dministrativo
os para imp
plantar os acordos de
e
coopera
ação entre os dois pa
aíses assina
ados em 2010, conforrme informo
ou o prime
eiro ministro
o
Stephen
n Harper em
m novembro
o após as cconversações com prim
meiro minisstro indiano Manmohan
n
Singh. O referido acordo
a
perm
mite que ma
aterial contrrolado, equiipamentos e tecnologia
a que estão
o
submetiidos às salvvaguardas da AIEA po
ossam ser iimportados e exportad
dos pelas em
mpresas do
o
Canadá
á de e para a Índia.
“A Índia
a representta um enorrme oportunidade de negócios p
para a CAMECO e p
para toda a
indústria
a nuclear ccanadense”” disse o p
presidente da CAMEC
CO, Tim G
Gitzel. A ha
abilidade de
e
fornecer o urânio ccanadense para este m
mercado em
m rápida exxpansão sig
gnifica maiss empregos,
mais invvestimentoss e mais desenvolvimento internam
mente no C
Canada. Em contra parttida ajuda a
Índia a a
atender seu
u crescente mercado d
de energia elétrica com
m uma fonte
e limpa e nã
ão emissora
a
de gás carbônico.
c
Canad
dá – Vietnam
A empre
esa vietnam
mita Atomicc Energy Insstitute assin
nou acordo com a can
nadense NW
WT Uranium
m
Corpora
ation – Toro
onto destinado à avaliaçção do pote
encial físico e econômicco de minérrio de urânio
o
da regiã
ão e ajudar a desenvolvver a indústtria nuclear do país.
Canad
dá – Aus
strália
A emprresa austra
aliana BHP Billiton asssinou acorrdo para ve
ender o se
eu deposito
o de urânio
o
Yeelirrie
e, Situado n
no oeste do
o país aos canadense
es da Came
eco Corporration. Este
e é o maiorr
deposito
o não dese
envolvido d
da Austrália
a, no qual estima se existir enttre valores medidos e
indicado
os os recurrsos minerais de cerca de 139 milh
hões de libras de U3O8.
Canad
dá – Emirados Árrabes
O Cana
ada assinou
u um acord
do de coope
eração nuclear com o
os Emiradoss Árabes Unidos para
a
fornecer equipmen
nto, serviçoss e uranio. O acordo permite às empresas do Canad
dá oferecerr
toda a g
gama de se
eus equipam
mentos, serrviços e forn
necimento d
de urânio para o merca
ado nuclear
civil doss Emirados Á
Árabes Unidos
China
a e Outrros
China
a – África
a do Sul
Em marrço de 2009
9, a China e a África do
d Sul assin
naram acord
do de coope
eração com
m relação ao
o
desenvo
olvimento de
d reatores de alta tem
mperatura, p
para os qua
ais, ambos o
os países tê
êm projetoss
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
98
de pesq
quisa em an
ndamento. D
Do acordo p
participam as
a empresass Pebble Be
ed Modular Reactor Ltd
d
(PBMR)) da África do
d Sul e o In
nstitute of N
Nuclear and New Energ
gy Technolo
ogy (INET) da
d Tsinghua
a
University e o Tech
hnology Com
mpany Chin
nergy Ltd da
a China.
China
a – Arábia
a Saudita
a
do, assinad
do em 15 d
de janeiro d
de 2012, estabelece
e
u
um modelo
o legal que fortalece a
O acord
coopera
ação científiica, tecnoló
ógica e econômica entre Riad e Pequim,
P
seg
gundo um ccomunicado
o
conjunto
o. A cooperração se da
ará em área
as como a manutençã
ão e o dese
envolvimento
o de usinass
nucleare
es e de rea
atores de p
pesquisa, fa
abricação e fornecimen
nto de elem
mentos de combustíve
c
el
nuclear..
China
a – Argen
ntina
1- Assinado em junho de 2012, acord
do entre a China (prim
meiro minisstro Wen Jiabao)
J
e a
Argentin
na (Presidente Cristina Kirchner) ccompreende
endo ampla cooperação
o em energia nuclear.
2- Em ssetembro 20
012 o ministtro do plane
ejamento arrgentino De
e Vido assin
nou um novo
o acordo de
e
coopera
ação que ap
ponta a tran
nsferência d
de tecnolog
gia para o d
desenvolvim
mento de re
eatores com
m
urânio e
enriquecido,, para serem
m utilizados nas próxim
mas centraiss nucleares do país.
China
a – Bélgic
ca
Os prim
meiros minisstros da Bé
élgica (Yvess Leterme) e da China
a (Wen Jiab
bao) assina
aram acordo
o
definind
do detalhes para a construção de uma usina piloto para a produção
o de MOX (ccombustíve
el
de óxido
o misto de urânio e Pllutônio) a ser
s usado em usinas chinesas. O acordo tam
mbém prevê
ê
transferrência de ttecnologia, assistência
a técnica e participaçção no Pro
ojeto belga
a MYRRHA
A
(Multipu
urpose Hybrrid Research
h Reactor fo
or High-tech
h Applications).
China
a – Taiwa
an
Assinad
do acordo de cooperaçção e troca d
de experiên
ncias nuclea
ares nas áre
eas de mon
nitoração de
e
radiação
o, respostass às emergê
ências e op
peração de ccentrais. Co
omo Taiwan
n não faz pa
arte da ONU
U
as inspe
eções da AIIEA são muito limitadass.
China
a – Paquistão
Assinad
do em agostto de 2013 contrato de
e fornecime
ento de 2 no
ovos reatore
es tipo ACP
P 1000 para
a
o projeto
o de Karacchi Coastal Nuclear Po
ower Projectt in .
China
a – Canad
dá
1- Acorrdo para de
esenvolvime
ento do pro
ojeto de co
ombustível avançado a
assinado entre Atomicc
Energy of Canada Ltd (AECL
L), Third Qin
nshan Nuclear Power Company (TQNPC),
(
C
China North
h
Nuclearr Fuel Corpo
oration e Nu
uclear Powe
er Institute o
of China pa
ara o uso do
o combustívvel irradiado
o
em reattores na Ch
hina nos rea
atores CAN
NDU no Can
nadá e na China. O acordo
a
tamb
bém inclui o
uso de tório
t
como ccombustível.
2- A CA
AMECO (gig
gante canad
dense de prrodução de urânio) asssinou acordo
o de suprim
mento com a
China Nuclear
N
Ene
ergy Industryy Corporatio
on (CNEIC) de cerca de 10 toneladas de conccentrado de
e
urânio até
a 2020. A empresa está
e
também
m negociand
do um acord
do de longa
a duração com
c
a China
a
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
99
Guangd
dong Nuclea
ar Power (C
CGNP)
3- A CA
AMECO assinou acordo
o de suprimento de longa duração com a Chin
na Guangdo
ong Nuclearr
Power H
Holding Co (CGNPC). O negócio dará
d
garanttia de suprim
mento a chinesa cuja frrota nuclearr
está em
m franco cresscimento.
China
a – Franç
ça
1- Acorrdo entre AREVA (45%
%) e China Guandong
g Nuclear P
Power Comp
pany – CGNPC (55%))
para forrmar empre
esa de proje
etos nucleares para co
oncorrer em
m qualquer p
país do mun
ndo com oss
modeloss de reator da França ((EPR) e da China (CPR
R1000).
2- Outro
o acordo dizz respeito à produção da
d UraMin q
que pertencce à AREVA
A e que os investidores
i
s
chinese
es aportariam capital garantindo
g
a compra de 49% das ações e o subseque
ente acesso
o
chinês a
ao urânio produzido. N
Neste processso a UraM
Min fica com
m um mercado cativo na
a China e a
França com os inve
estimentos g
garantidos.
3- Um terceiro aco
ordo, em n
novembro de
d 2010, dizz respeito a um contrrato de 3,5 bilhões de
e
dólares relativos a
ao fornecimento por 10
0 anos de 20.000 ton
neladas méttricas de urânio China
a
Guando
ong Nuclearr Power Com
mpany.
4- O qu
uarto acord
do a AREV
VA e China National N
Nuclear Corp.-CNNC fformam “joint venture””
(CAST) para produção e com
mercializaçã
ão de tuboss de zircôn
nio para fab
bricação de
e elementoss
combusstíveis já em
m 2012.
5- O qu
uinto acordo
o trata-se d
de cooperaçção industrial no camp
po de tratam
mento e recciclagem de
e
combusstível irradia
ado.
Franç
ça e Ou
utros
Franç
ça – Bras
sil
1- A França, atra
avés da AR
REVA, assinou com o Brasil m
memorando de entend
dimento em
m
ação industrrial objetivando ampliar a frota de usinas nuccleares no p
país e na fabricação de
e
coopera
combusstível nuclea
ar para as novas usinass que vierem
m a ser construídas.
Os traba
alhos se co
oncentrarão nos princip
pais compon
nentes de u
um program
ma nuclear, n
na estrutura
a
adminisstrativa, jurídica e co
ontratual, na excelênccia técnica e nos asspectos fin
nanceiros e
econôm
micos, além da troca d
de informaçções quanto
o ao ciclo de
d combusttível; à aqu
uisição e ao
o
gerencia
amento de fornecedorres; à consstrução; ao comissionamento e à operação
o de usinass
nucleare
es.
mpanhias brasileiras Ele
etrobrás e Eletronuclear firmaram
m
upo francêss GDF Suez e as com
2- O gru
um acorrdo de colab
boração no âmbito nucclear. Este ""protocolo" d
de cooperação, que esstará focado
o
basicam
mente na "trroca de info
ormações e de experiência" no campo
c
nuclear. De aco
ordo com a
Suez, os trabalhos serão centrados ainda
a em questõ
ões como a exploração
o das usinass nucleares,
a tecnollogia, os me
ecanismos d
de propried
dade, o proccesso de se
eleção dos pontos
p
de construção e
o desen
nvolvimento de recurso
os humanos.
Franç
ça – Chile
e
Em feve
ereiro de 2011 foi asssinado acorrdo de coop
peração nuclear entre o Chile (L
La Comision
n
Chilena de Energia
a Nuclear - C
CCHEN) e a França (E
Energie Atom
mique et auxx Energies A
Alternativess
- CEA)ccom foco em
m treinamen
nto nuclear dos cientisttas e profisssionais chile
enos, incluin
ndo projeto,
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
100
construçção e opera
ação de cen
ntrais nuclea
ares de potê
ência.
Franç
ça – Cong
go
A Françça, através d
da AREVA, assinou accordo com o Congo para a minera
ação de urânio naquele
e
país
Franç
ça – EAU
U
A Françça, através da AREVA assinou co
ontrato de ssuprimento d
de urânio e
enriquecido no valor de
e
400 milh
hões de euros (490 miilhões de US dólares) com a Emiirates Nucle
ear Energy Corporation
n
(ENEC)) para alime
entar a prime
eira central dos Emirad
dos Árabes atualmente em constru
ução.
Franç
ça – Espa
anha
A AREV
VA assinou acordo de suprimento
o de combustível nucle
ear, a partir de 2010, p
para a usina
a
espanho
ola de Trillo
o, localizada no estado
o de Guada
alajara. O acordo, com duração de 6 anos,
inclui se
erviços diversos.
Franç
ça – Índiia
A Françça, através da AREVA
A, assinou com a Índiia - Nuclea
ar Power Co
orporation of
o India Ltd
d
(NPCIL)) um contrato de suprim
mento de co
ombustível nuclear de longa duraçção para ass usinas que
e
operam sob controle da A
AIEA. No acordo ta
ambém esttá incluída
a a possib
bilidade de
e
desenvo
olvimento e fornecimen
nto de novo
os reatores EPR ao paíís e o conse
equente sup
primento de
e
combusstível.
oposta de ssuprimento de 2 reatorres EPR 16
Uma pro
600MW para
a o sítio de Jaitapur no
o estado de
e
Maharashtra ao su
ul de Mumb
bai, foi sub
bmetida ao NPCIL em julho de 2
2009, com previsão
p
de
e
entrada em operaçção das unid
017 e 2018 respectivam
dades em 20
mente.
Em para
alelo a ARE
EVA começo
ou 2 negocciações estra
atégicas, se
endo uma ccom a emprresa indiana
a
Bharat Forge para
a a formaçã
ão de “jointt venture” n
na construçção de uma
a empresa de forja de
e
grande porte na ÍÍndia e outtra com a empresa d
de engenha
aria de pro
ojetos TCE Consulting
g
Enginee
ers Limited, subsidiaria
a da Tata So
ons Ltd. para o fornecimento de sserviços de engenharia
a
em gera
al no país.
Franç
ça – Japã
ão
1- A AR
REVA assin
nou acordo de suprim
mento de co
ombustível d
de óxido M
Misto – MOX
X (urânio +
Plutônio
o) para a ussina japonessa de Shima
ane de prop
priedade da empresa Chugoku
C
Ele
ectric Power
Co.
2- A Miitsubishi Nu
uclear Fuel Co e a AR
REVA criarram uma em
mpresa noss Estados Unidos (US
S
Nuclearr Fuel) para
a a produçã
ão de combustível para
a reatores a
avançados (advanced pressurised
d
water rreactors) qu
ue a japon
nesa Mitsub
bishi Heavyy Industriess pretende fornecer a
ao mercado
o
ano ainda nesta década. A nova empresa
e
se
e localizará em área da
a AREVA em
m Richland,
america
estado de
d Washing
gton.
3-Empre
esas france
esas e japon
nesas assinaram acord
do de coope
eração para reabilitação
o do sítio de
e
Fukushiima e tamb
bém para o inicio da operação comercial
c
d
da usina de
e reprocesssamento de
e
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
101
combusstível usado de Rokkassho.
Franç
ça – Kuait
Fundos soberanoss do Kuwaitt e da Fran
nça vão invvestir no aumento de capital da AREVA. A
autorida
ade de invesstimentos d
do Kuwait (K
KIA) oferece
eu 600 milhões de euro
os por 4,8%
% das açõess
da ARE
EVA e a ministra francessa de econo
omia disse que a Françça ofertará 3
300 milhõess de euros.
Franç
ça – Marrrocos
A Françça assinou ccom o Marro
ocos acordo
o de cooperração para o desenvolvvimento civil de energia
a
nuclear para fins p
pacíficos no
o Marrocos que não tem
m fontes en
nergéticas e
em seu terrritório a não
o
ser miné
ério associa
ado a urânio
o.
Franç
ça – Polônia
Em outtubro de 20
012 as com
mpanhias frrancesas A
Areva e EDF assinaram um mem
morando de
e
entendim
mento tripa
artite com a empresa polonesa Energoproje
E
arte dos essforços para
a
kt como pa
desenvo
olver um pro
ograma nucclear civil no
o país.
Franç
ça – Repú
ública Ch
heca
O forne
ecedor francês Areva e várias ccompanhiass Checas a
assinaram, em Praga, acordo de
e
coopera
ação como parte da q
qualificação do fornece
edor francê
ês para a construção
c
de futuross
reatoress EPR, inclluindo os re
eatores checcos planejados de Tem
melin-3 e -4. As empressas tchecass
são a ABB,
A
Abeg
gu, Arako spol,
s
Baest máquinas e estruturas, Excon Steel, I & C Energo,
er Electric CZ, Sigma
Kralovopolska RIA
A, Mandik, Metra Blan
nsko, Modra
any Energia
a, Schneide
a
Group, g
grupo Mach
hinery Vitkovvice e ZVVZ
Z Engineering.
Franç
ça – Rúss
sia
As emp
presas EdF
F e Rosattom acorda
aram, em jjunho de 2010, coop
perar em pesquisa e
desenvo
olvimento em
e
combu
ustível, ope
eração de usinas e construção
o, além de
e troca de
e
experiên
ncias e trein
namentos de seus funccionários.
Europ
pa – Bulg
gária
A Westtinghouse E
Europa (ag
gora uma e
empresa da
a Toshiba jjaponesa) e a Bulgarrian Energyy
Holding EAD (BEH
H) assinaram
m acordo pa
ara a coope
eração nucle
ear civil, que
e inclui suporte técnico
o
para a
as usinas em ope
eração, exxtensão d
de vida, instrumenta
ação e ccontrole e
descom
missionamen
nto.
Suécia – Emirrados Ára
abes
A empre
esa sueca Alfa
A Laval g
ganhou a co
oncorrência
a para forne
ecer os troca
adores de ccalor para a
central dos
d Emirados Árabes e
em Brakka. O valor do contrato é 9
9,5 milhõess de dólaress.
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
102
Jordâ
ânia - Arg
gentina
A Argen
ntina e a Jo
ordânia assinaram acorrdo intergovvernamental para a coo
operação no
o campo do
o
uso paccífico da en
nergia nuclear que co
obre atividades de pessquisa e ap
plicações n
nucleares, a
produçã
ão de radio
oisótopos, a exploraçã
ão mineral,, a constru
ução e ope
eração de reatores
r
de
e
potência
a e de pesq
quisa, a fabrricação de ccomponente
es e o proce
essamento d
de resíduoss nucleares.
Jordâ
ânia – Co
oréia do Sul
Um con
nsórcio liberrado pela C
Coréia do S
Sul através da Korea Atomic
A
Ene
ergy Researrch Institute
e
(KAERI), ganhou a concorrên
ncia para fornecer o re
eator de pessquisa de 5 MW para a Jordânia.
Associa
ado a este
e contrato será consttruída uma
a fábrica de radioisóttopos e se
eus anexoss
relacion
nados nos p
próximos cin
nco anos.
Jordâ
ânia – Ing
glaterra
O secrretário de relações e
exteriores d
da Grã-Bre
etanha Davvid Miliband
d assinou acordo de
e
coopera
ação nuclea
ar com a Jo
ordânia (Na
asser Judeh
h). Durante
e o evento o secretário elogiou a
posição
o transparen
nte da Jordâ
ânia em relação à ene
ergia nuclea
ar e reafirmo
ou o comprrometimento
o
de seu país
p
com o desenvolvim
mento de prrogramas ciivis nucleares em paíse
es árabes.
Jordâ
ânia – Jap
pão
O Japão
o e a Jordân
nia assinara
am acordo d
de cooperaçção, com du
uração de 5 anos, no qual o Japão
o
irá dar ssuporte ao processo de
e desenvolvvimento do uso pacíficco da energiia nuclear n
na Jordânia.
Tecnolo
ogia, treinam
mento e infra
aestrutura estão
e
entre os principaiis pontos do
o acordo.
Jordâ
ânia – Turquia
Acordo de coopera
ação nuclear assinado
o entre os países nass áreas de operação de
d centrais,
serviçoss, fornecime
ento de com
mbustíveis, exploração de urânio e proteção rradiológica. A Jordânia
a
assinou
u acordo sim
milar com ou
utra 11 naçõ
ões.
Argen
ntina – Ca
anadá
1-A Argentina e o C
Canadá asssinaram aco
ordo para esstender os a
acordos de cooperação
o existentess
relativoss ao reator CANDU-6 e ao desenvolvimento
o do Advan
nced Candu
u Reactor (A
ACR-1000).
Um aco
ordo similar existe com a China.
2- Assin
nado contra
atos entre a Nucleoelecctrica Argentina e SNC-Lavalin para aumento
o da vida útil
da usina
a Embalse em 30 ano
os com transferência de tecnologia e desenvvolvimento industrial. O
processso prevê tam
mbém aume
ento de potê
ência.
Argen
ntina – Arábia Saudita
A Argen
ntina, atravvés de seu Ministro Ju
ulio de Vido
o, e a Aráb
bia Saudita assinaram
m acordo de
e
coopera
ação para a construção
o e operaçã
ão de reatorres nucleare
es tanto parra pesquisa
a como para
a
a geraçção de ene
ergia. No e
escopo estã
ão atividade
es de segu
urança, ressposta a em
mergências,
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
103
gestão e tratamento de resíduos e uso da
a tecnologia
a na indústria, medicina
a e agricultu
ura.
Argen
ntina – C
Coréia do
o Sul
A Argen
ntina, atravvés de seu
u Ministro JJulio de Vid
do, assinou
u em 16 se
etembro de
e 2010, um
m
memora
ando de co
ooperação ccom a Coré
éia do Sul (Ministro da Economia
a Choi Kyo
oung-hwan),
objetiva
ando novos projetos nucleares e exxtensão de vida das ussinas existentes na Arg
gentina.
Argen
ntina - Tu
urquia
A Comiissão Nacio
onal de Ene
ergia Atômica-CNEA e o organissmo similarr da Turquia, a TAEK,
firmaram
m um acord
do (janeiro 2
2011) de co
ooperação nuclear. O interesse da
d TAEK é contar com
m
radioisó
ótopos nacio
onais e o reator nuclear argentino (CAREM).
Brasill – União
o Europeia
O gove
erno brasileiro fechou com a Com
munidade Européia
E
de
e Energia A
Atômica (Eu
uratom) um
m
acordo para pesqu
uisa na área
a de fusão nuclear
n
que englobará troca de infformações científicas
c
e
técnicass, intercâmb
bio de cien
ntistas e engenheiros, organizaçã
ão de semin
nários e realização de
e
estudoss e projetos..
Coréia
a do Sul – Repub
blica Che
eca
A emprresa Doosan Heavy In
ndustries & Constructio
on da Coré
éia do Sul informou qu
ue está em
m
acordo de compra da empresa
a de Equipa
amentos Pe
esados SKO
OPDA Powe
er da Repub
blica Checa,
que lhe
e dará o dirreito sobre a tecnologia de turbin
nas à vapor. O acordo
o está orça
ado em 450
0
milhõess de euros e permitirá expansão d
dos negócio
os da Doossan que desta forma se
s torna um
m
forneced
dor completto para usin
nas de energ
gia.
Coréia
a do Sul – Egito
O Egito solicitou fo
ormalmente à Coréia do
o Sul ajuda
a para treina
ar seus técn
nicos e enge
enheiros na
a
área nu
uclear e a a
atividade de
eve ainda e
este ano, ssegundo a Internationa
al Cooperattion Agencyy
(KOICA
A). Esta agência tem exxperiência n
nesta ativida
ade já tendo
o trabalhado
o junto com
m a AIEA em
m
treiname
ento nuclea
ar para 400 engenheiro
os do Vietna
am, Indonéssia e Nigéria
a.
Austrá
ália – Em
mirados Árabes
Á
Austrália
a assinou u
um acordo d
de cooperaçção nuclearr autorizand
do a exporta
ação de urâ
ânio para oss
Emirado
os Árabes Unidos,
U
ond
de começou
u recenteme
ente a consttrução do segundo rea
ator nuclearr,
de quattro planejad
das. Emirad
dos Árabes Unidos se tornaram o primeiro m
mercado de exportação
o
de urânio da Austrá
ália no Orie
ente Médio e é "um pa
asso em frente" para oss planos do
os Emiradoss
Árabes Unidos de tter energia nuclear dom
mesticamen
nte.
Japão
o – Polôn
nia
Assinad
do acordo entre as empresas GE Hitach
hi Nuclear Energy (G
GEH) e En
nergoprojekt
Warszawa, S.A. (E
EW) para vverificar a p
possibilidade
e de parcerria no dese
envolvimentto de reatorr
nuclear com suprim
mento de se
erviços de engenharia, construção e montagem entre ambas.
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
104
VI – Ambie
ente e Socie
edade
É assusstador que em pleno sséculo 21 a
ainda tenha
amos 20% da populaçção mundial, cerca 1,4
4
bilhões de pessoa
as, vivendo sem acessso à eletriciidade. Outrro bilhão vivve com sup
primento de
e
baixa qualidade e//ou sem garantia de fo
ornecimento
o. Quase m
metade da p
população m
mundial (2,7
7
biomassa (ccarvão vege
etal) para co
ozinhar ou sse aquecerr.
bilhões de pessoass) ainda depende de b
O progrrama da O
ONU de forn
necer eletricidade de qualidade a todas as pessoas a
até 2030 (o
o
chamad
do Energy ffor All) é indispensávvel para o atingimento
o da meta do milênio da própria
a
organiza
ação de errradicar a exxtrema pob
breza, o que
e não será factível sem esta que
estão esteja
a
solucion
nada.
A energ
gia é a chavve para o pla
aneta e parra o estilo de
e vida da hu
umanidade.. Ela garantte postos de
e
trabalho
o, segurança, produção
o de alimentos, transpo
orte e tudo mais. Na fa
alta dela, ass economiass
do mundo, os paíse
es, ecossisttemas, etc.,, não funcio
onam. Apesa
ar de enorm
mes ganhoss em acesso
o
ade ao long
go das dua
as últimas décadas, os governo
os e organ
nizações de
e
global a eletricida
desenvo
olvimento d
devem conttinuar a invvestir em eletrificação para alcançar a saúde, proteção
o
ambienttal, qualidad
de de vida e sustentab
bilidade. Oss problemass nos paíse
es em desen
nvolvimento
o
podem parecer inssuperáveis: a escasse
ez de água
a potável, sistemas
s
de
e saneamento básicoss
inadequ
uados, o acesso
a
limittado à eletricidade, baixa
b
produ
utividade a
agrícola (de
evido à má
á
irrigação
o), uso am
mbientalmente insusten
ntável de re
ecursos, e assim por diante. Para ajudar a
resolverr estas que
estões, a tecnologia nu
uclear se apresenta co
omo a tecn
nologia disp
ponível maiss
madura, com meno
or emissão de carbono
o, sendo cap
paz de gera
ar grandes quantidades
q
s de energia
a
para suprir as nece
essidades da sociedade
e em termos de qualida
ade, quantid
dade e conffiabilidade.
Em 2009, cerca de 70% da e
energia não
o
poluente g
gerada noss Estados Unidos fo
oi
proveniente
e de fonte nuclear que
e participou
u
com apena
as 20% do to
otal de energia elétrica
a
gerado no país.
p
A indú
ústria nuclea
ar opera em
m
geral a uma
a taxa de 90
0% de sua ccapacidade,
não depend
dendo da sa
azonalidade
e climática.
Geração líq
quida de energia elétrica e
entre 2010 e 2
2040
S DoE (em triilhões de kWh
h)
Fonte EIA-US
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
O reposiccionamento de vários líderess
ambientalisstas quanto
o à questtão nuclearr
como o attivista Patrick Moore e Stephen
n
Tindale (exx-Greenpea
ace), Jame
es Lovelockk
(teoria de G
Gaia), Hugh
h Montefiore
e (Friends of
the Earth), Stewart Brand (W
Whole Earth
h
Catalog) m
mostram a desmistifficação do
o
assunto qu
ue agora é tratado de forma maiss
e
meno
técnica
os
dogm
mática.
A
independên
ncia energ
gética é fator de
e
segurança e riqueza para os países
p
e a
energia nucclear por se
er uma fonte
e de grande
e
porte, operrando na d
de base dos sistemas,
produzida localmente,, livre de emissões do
o
data a atend
der a estass
efeito estuffa é candid
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
105
condiçõ
ões.
A oposiçção à energ
gia nuclear movida
m
por ambientalisstas levou a um bilhão de tonelada
as extras de
e
dióxido de carbono
o - CO2 bom
mbeadas dirretamente p
para a atmo
osfera, uma vez que a e
energia que
e
novas nucleares não gera
aram foi ssuprida po
or usinas movidas à combusttível fóssil.
A disponibilidade e a acessibilidade da e
energia em especial
e
ae
elétrica se ttornaram ind
dispensáve
el
para ass condiçõe
es de trab
balho da sociedade
s
moderna. A seguran
nça de suprimento é
preocup
pação de to
odos os govvernos porque ela provvê os serviçços essencia
ais para a p
produção, a
comuniccação e o comércio.
Previsão até 2040 de
e Geração Nuclear líq
quida por re
egião (IEA 2013-USDo
oE)
A segurrança energ
gética está intrinsecam
mente ligada
a às preferê
ências geop
políticas, as estratégiass
tecnológ
gicas escolh
hidas e às orientações
o
s das políticcas sociais d
definidas pe
elos diverso
os países. A
combina
ação das ccondições de fronteirras, da vizzinhança, da localizaçção contine
ental e doss
recursoss internos leva a grrande diverrsidade de entendime
ento do co
onceito de segurança
a
energéttica e tamb
bém da su
ustentabilida
ade. A pollítica mund
dial de ene
ergia precissa de uma
a
significa
ativa revisã
ão por razõ
ões que inccluem desd
de a segurrança energ
gética até balança de
e
pagame
entos e preo
ocupações a
ambientais de cada país.
Desastrres ambienttais devidoss às buscass, a qualque
er custo, de combustíve
eis fósseis ttrazem hoje
e
um custto que a socciedade não
o quer e não
o pode maiss pagar.
A impla
antação de um projeto nuclear se
empre levan
nta questõess sobre os riscos asso
ociados taiss
como a liberação d
de radiação em condiçõ
ões de rotina
a e/ou em ccaso de acid
dente; a dep
posição doss
resíduoss e a quesstão da pro
oliferação d
de armas n
nucleares. Essas preo
ocupações necessitam
m
tratamento adequa
ado e a sociedade com
mo um todo precisa serr informada
a em linguag
gem clara e
decisões não sejam tom
madas em desarmonia
d
com a sua vontade, ou sob efeito
o
simples para que d
odos adequ
uadamente.
da emoçção. Evitar conflitos só é possível quando a ccomunicação chega a to
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
106
Para crriar um parralelo de co
omparação
o apresenta
a-se um ind
dicador de
e qualificaçã
ão de risco
o
para um
ma fonte g
geração de
e energia: o de óbitoss registrados por TW
Wh gerado pela forma
a
de gera
ação e tam
mbém ao lon
ngo da vida da usina.
Quantidad
de de óbitos
s por TWh gerado porr tipo de En
nergia
Quantidad
de de óbitos por TWh gerado ao
o longo da v
vida do gerrador de en
nergia
http://nextbigfutu
ure.com/2
2011/03/deeaths-per-ttwh-by-eneergy-sourcee.html
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
107
As emp
presas nucle
eares dos Estados
E
Unidos e da Europa estão
o sendo inccluídas nos indicadoress
de suste
entabilidade
e de Bolsass de Valoress como a de
e Nova Yorkk (Dow Jones Sustaina
ability World
d
Index - DJSI World
d). Este indiccador é um altíssimo p
padrão interrnacional e qualquer
q
em
mpresa com
m
em Bolsa quer
q
fazer parte dele
e devido a sua credib
bilidade e isenção. Ass empresass
ações e
nucleare
es incluídass em 2009 fforam as allemãs EOn
n e RWE, as espanhola
as Endesa e Iberdrola,
as amerricanas Ente
ergy e Paciffic Gas & Electric, a ita
aliana ENEL
L e a finland
desa Fortum
m.
de trabalho na indústria
a nuclear trraz mais esstudantes un
niversitárioss
O aquecimento do mercado d
gia e cria um
u circulo virtuoso pa
ara o setor com mais universidad
des criando
o
para essta tecnolog
cursos n
na área. Esta é uma esstratégia de
efendida pela AIEA em suas recen
ntes conferê
ências sobre
e
desenvo
olvimento nuclear onde
e se dá muitto ênfase ao
o treinamen
nto e ao aprrendizado.
hoje falta de
e mão de obra
o
especializada em quase toda
as as ativid
dades e ma
ais ainda na
a
Existe h
nuclear que requerr muita qua
alificação. Trreinar os tre
einadores ta
ambém é u
uma meta da AIEA que
e
tem oferecido curso
os para trein
nadores que
e já foram freqüentado
f
os por mais de 700 especialistas.
Os Esta
ados Unidoss (DoE) invvestiram 17 milhões em
m bolsas de
e estudos p
para pesquisadores de
e
universiidades para
a especificam
mente dese
envolver a te
ecnologia da próxima g
geração de reatores de
e
energia, tentando desta forma manter a liderança neste camp
po. Além disso,
d
o Idaho Nationa
al
Laborattory (INL) esstá investindo 50 milhõ
ões na consstrução de um centro d
dedicado à pesquisa e
educaçã
ão na área
a nuclear, que faz pa
arte do pro
ograma de atualização
o da infrae
estrutura do
o
laborató
ório.
O acide
ente de Fukushima de
eve atrasarr um pouco
o todo este processo mundial se
em, contudo
o
cancelá
á-lo.
Outro po
onto a ser cconsiderado
o é o progra
ama Megato
ons to Meg
gawatt s (M2
2M) que, até agosto de
e
2011, eliminou o eq
quivalente a 17.000 og
givas de arm
mas nuclearres, atravéss da reciclag
gem de 500
0
milhõess de toneladas (MT) d
de urânio altamente
a
e
enriquecido (90%) que
e foi transfo
ormado em
m
combusstível para u
usinas nucle
eares de gerração de en
nergia elétricca.
Durante
e os 20 anos do progra
ama M2 M, os russos d
desmantelarram milhares de arma
as nuclearess
e gerara
am centena
as de milhõ
ões de libras peso de u
uranio equivvalente na fforma de uranio pouco
o
enriqueccido- LEU a 4% que fo
oi entregue às geradorras nucleare
es, a maioriia american
na, para uso
o
em reattores comerrciais de ge
eração elétrrica. Por mu
uitos anos as
a entregass deste uran
nio evitou a
mineraçção de 24 m
milhões de libras peso.
O progrrama expira no fim de 2013.
2
Haverrá pressão no
n suprimen
nto internaccional de ura
anio.
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
108
VII – Com
mbustível
Urânio
O urânio, metal enco
ontrado em
m formaçõe
es rochosass da crosta
a
terrestre, é extraído d
do minério, purificado e concenttrado sob a
forma de u
um sal de cor amarela, conhecid
do como "yyellowcake",
matéria prima do ciclo
o do combu
ustível para
a produção da energia
a
gerada em
m um reattor nuclearr. Ele é abundante
a
e existem
m
tecnologiass capazes d
de extrair m
material suficciente para atender até
é
60 vezes as
a necessida
ades do con
nsumo. As minas produzem cerca
a
de 60.000 toneladas por
p ano, ma
as parte do mercado é suprida por
fontes
secundária
as
como
o
o
desmantela
amento de armas nuccleares.
O maior usso do meta
al é na gera
ação de
Produção
o do Yellowca
ake – foto INB
B
energiia elétrica.
A m
mineração e a produçção de concentrado de urânio (U3O8)
constituem a primeira etapa d
do ciclo do comb
bustível,
preendendo
o a extraçã
ão do minérrio da natu
ureza (incluindo as
comp
fasess de prospe
ecção pesquisa) e ben
neficiamento
o, transform
mando-o
no “yyellowcake”, composto
o de U3O8. Importante destacar que este
óxido
o serve a ttodas as te
ecnologias d
de reatoress nucleares, sendo
hoje considerada uma “com
mmodity”.
Minério de Urân
nio - foto INB
Produ
ução das minas (to
on U) - WNA
País
Cazaquisstão
Canadá
Austrália
Niger (estt)
Namíbia
Rússia
Uzbequisstão
USA
China (esst)
Malawi
Uckrania (est)
Africa do Sul
India (est))
Brasil
Republicaa Tcheca
Romênia (est)
Alemanhaa
Paquistão
o (est)
França
total Mund
do
ton U3O88
Demandaa percentual no
mundo
2005
4357
11628
9516
3093
3147
3431
2300
1039
750
2006
5279
9862
7593
3434
3067
3262
2260
1672
750
2007
6637
9476
8611
3153
2879
3413
2320
1654
712
2008
8521
9000
8430
3032
4366
3521
2338
1430
769
800
674
230
110
408
90
94
45
7
41 719
49 199
800
534
177
190
359
90
65
45
5
39 444
46 516
846
539
270
299
306
77
41
45
4
41 282
48 683
65%
63%
64%
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
800
655
271
330
263
77
0
45
5
43 764
51 611
2009
144020
100173
7982
3243
4626
3564
2429
1453
7
750
1
104
8
840
5
563
2
290
3
345
2
258
75
0
50
8
500 772
599 875
20100
178003
97833
59000
41988
44966
35622
24000
16600
8277
6700
8500
5833
4000
1488
2544
77
8
45
7
53 6771
63 2995
2011
19451
9145
5983
4351
3258
2993
2500
1537
885
846
890
582
400
265
229
77
51
45
6
53 493
63 084
68%
7
78%
78%
%
85%
2012
21317
8999
6991
4667
4495
2872
2400
1596
1500
1101
960
465
385
231
228
90
50
45
3
58 394
68 864
86%
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
109
Para ca
ada MW insstalado em reator de ttecnologia ““água leve” (LWR) con
nsome-se tipicamente
e
178 kg/a
ano de U3O8.
Os recursos mun
ndiais de u
urânio pode
em ser divvididos em: razoavelm
mente asse
egurados e
dos, sendo cconsiderado
os de baixo, médio ou alto custo a
aqueles com
m custos de exploração
o
estimad
menores do que 4
40 dólares/kgU, entre 40 e 80 d
dólares/kgU, e superio
ores a 80 d
dólares/kgU,
respectiivamente.
Além disso, os cu
ustos assocciados à classificação do recurso
o dependem
m, naturalm
mente, do
método de produçção. Cerca de 60% da produção
o de urânio
o no mundo
o vêm de minas do
uistão (36,5%
%), Canadá
á (15%) e da
a Austrália (12%) e estta produção
o vinha cain
ndo desde
Cazaqu
os anoss de 1990 devido à q
queda dos preços no
o mercado internacional. Recente
emente a
produçã
ão retomou o crescimento e hoje atende
a
cerca de 67% d
das necessid
dades de ge
eração de
energia.
As fonte
es de urânio já identificadas são suficientes para suprirr 60 a 100 anos de op
peração dass
usinas existentes no mundo e ainda oss cenários d
de maior expansão prrevistos até
é 2035 pela
a
AIEA.
O Caza
aquistão, torrnou-se, ao
o final de 20
009 o maior produtor m
mundial de urânio apó
ós aumentar
enormemente a sua produção
o, quando attingiu a marrca de 14.00
00 toneladas anuais.
A produ
ução mundial aumento
ou 6% em 2011, com
m o Cazaqu
uistão send
do novamen
nte o maiorr
produtor. As maio
ores empre
esas produto
oras em 20
010 foram Kazatompro
om (do Ca
azaquistão);
Cameco
o (do Canad
dá), Areva (da França),, Rio Tinto ((Austrália) e Atomredm
metzoloto (da
a Rússia).
Reserva
as de urânio por
p País – 2011 – WNA
Todas e
estas empre
esas tem n
negócios em
m todos os
continen
ntes.
Segundo a KazAto
omProm (esstatal do Cazaquistão
país) a me
edida que
que miinera o urrânio do p
indústria
a nuclear se desenvolve e o suprimento de
urânio no mercad
do secundá
ário diminuii cresce a
possibilidade de déficit de co
ombustível nuclear no
mercado
o e para issso a empressa está se preparando
p
através de aumento de produção e am
mpliação de
capacid
dade que a
atenderá a
ao pico de demanda
previsto
o para 2016. Os investimentos são
o da ordem
de 20 m
milhões de dólares.Em
d
contraste o Canadá e
a Austrrália diminu
uíram suas produçõess enquanto
Rússia e Uzbequistão as manttiveram con
nstantes.
O urâniio é minera
ado em 20 países, sendo que 7
deles (A
Austrália, C
Canadá, Cazaquistão,, Namíbia,
Níger, R
Rússia e Uzzbequistão)) respondem
m por 90%
da produção.
País
1.66
61.000
31%
Cazaquis
stão
629.000
12%
Rússia
487.200
9%
Canadá
468.700
9%
Niger
421.000
8%
África do Sul
279.100
5%
Brasil
276.700
5%
Namibia
261.000
5%
USA
207.400
4%
China
166.100
3%
Ucrânia
119.600
2%
Uzbequis
stão
96
6.200
2%
Mongólia
a
55
5.700
1%
Jordânia
33
3.800
1%
Outros
164.000
3%
Australia
total mun
ndial
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Tonelladas U % Mundo
5.32
27.200
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
110
WNA
A- 2012 - Minas de
e Produçã
ão de Urâ
ânio
8 maiores empresas
e
s produto
oras (82%
%)
Empresa
a
tonelada
as U
%
Ka
azAtomPrrom
Areva
o
Cameco
ARMZ
Z - Uraniu
um One
Rio Tinto
o
B
BHP
Billito
on
Paladin
Navoi
Outras
Total
8.863
8.641
8.437
7.629
5.435
3.386
3.056
2.400
8
10.548
58.394
4
15
1
1
15
1
14
1
13
9
6
5
4
1
18
100
A
Atualmente são usada
as por ano
o
ccerca de 68
8 mil tonelad
das. Com o
u
uso
apen
nas
em
reatoress
cconvenciona
ais
este
valor
é
ssuficiente pa
ara alimentá
á-los por 80
0
a
anos. Se forem necessários
n
s
ccombustíveiss para ma
ais reatoress
o
os preços deverão aumentarr
ass
cconsiderando-se
basess
g
geológicas
conhecidas
no
o
m
momento.
A crise finan
nceira globa
al de 2008-2
2010 teve im
mpacto na p
produção de
e
u
urânio, causando a rredução de
e
p
produção de algumass minas. O
p
preço do urrânio teve fforte queda
a
d
devido à re
edução de
e demanda.
A
Até 2013 a queda de preçoss
ccontinuava acentuada.
a
A dimin
nuição dos preços, a inflação d
devido ao aumento d
dos custos de produçção, menorr
crescim
mento do de
esenvolvime
ento e prod
dução das m
minas e, mais recente
emente o accidente dass
usinas n
no Japão, fo
orçaram alg
gumas empresas produ
utoras de urrânio a colo
ocar suas indústrias em
m
manutenção. Conttudo, a entrada em operação de
e novas usinas em fin
nal de consstrução e a
eventua
al recuperaçção da econ
nomia globa
al deverão, a médio prrazo, elevarr a demanda de urânio
o
no merccado interna
acional.
Segundo a consulttoria UxC, a Ásia deverá liderar essse aumentto de capaccidade e ultrrapassará a
América
a do Norte, atualmente a maiorr consumido
ora. O con
nsumo mun
ndial de U3
3O8 deverá
á
crescer de 44,4 miil toneladass para 110 m
mil tonelada
as em 2030
0. Foi levantada ainda a demanda
a
projetad
da para os próximos 2
20 anos, que preconizza uma necessidade crítica de a
aumento de
e
produçã
ão, uma vezz que no últtimo ano ass minas prim
márias produziram apenas 43,8 m
mil toneladass
do miné
ério.
No Brassil a estatal Indústrias N
Nucleares d
do Brasil (IN
NB) estima q
que as rese
ervas da min
na de Santa
a
Quitéria
a cheguem a 142,5 m
mil toneladass de urânio
o. A capacidade produ
utiva plena de 1,5 mil
tonelada
as de conccentrado de
e urânio p
por ano serrá alcançad
da em 2015 e os invvestimentoss
necessá
ários para vviabilizar o p
projeto são d
da ordem de
e US$ 35 m
milhões.
No quad
dro a seguiir é apresen
ntada a exp
pectativa da
as necessid
dades de urrânio, consiiderando oss
reatoress em operaçção, os em construção
o, os planeja
ados e os p
propostos por
p cada país conforme
e
compila
ado pelo Wo
orld Nuclearr Association
n – WNA atté outubro d
de 2013.
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
111
GERAÇÃO NUCL
LEAR DE
ELETRICIDADE
E 2012
País
Saudi Arrabia
Slovakia
a
Slovenia
a
South Africa
A
Spain
Sweden
Switzerland
d
Thailand
Turkey
Ukraine
UAE
United Kingdom
K
USA
Vietnam
m
WORLD***
EATORES EM
RE
CO
ONSTRUÇÃO
out/13
REATORES
PLANEJADOS
out/13
5.9
4.7
2
MWe
liq.
935
1
MWe
bruto
745
1
MWe
bruto
33
2.1
26.6
1
376
0
0
1
1060
0
0
0
0
0
0
2
0
0
0
0
0
0
38.5
51.0
7
5943
0
15.2
3.1
2
1901
1
14.9
31.6
2
1906
0
89.1
15.3
19
13553
0
b
bilhões
kWh
Argentin
na
Armenia
a
Banglad
desh
Belarus
m
Belgium
Brazil
a
Bulgaria
Canada
Chile
China
Czech Republic
R
Egypt
Finland
France
Germany
Hungary
y
India
Indones
sia
Iran
Israel
Italy
Japan
Jordan
Kazakhs
stan
Korea DPR
D
(North)
Korea RO
R (South)
Lithuaniia
Malaysia
a
Mexico
Netherla
ands
Pakistan
n
Poland
a
Romania
Russia
RE
EATORES
OPER
RACIONAIS
o
out/13
%e
No.
N
No.
REATORES
PROPOSTOS
out/13
URANIO
NECESSÁRIO
2013
2
e
MWe
bruto
o
1400
0
2000
0
0
0
2
2400
2
2400
0
0
0
0
0
0
0
1017
1405
0
0
4
0
4000
321
0
1
950
0
0
317
0
2
1500
3
0
3800
1764
No.
No.
toneladas
U
212
86
0
0
0
0
0
0
0
0
4
4400
0
0
92.7
2.0
17
13842
3
30
32690
59
64420
118
12200
00
6711
28.6
35.3
6
3766
0
0
2
2400
1
1200
0
574
0
0
0
0
0
0
1
1000
1
1000
0
0
22.1
32.6
4
2741
1
1700
0
0
2
3000
0
1127
407.4
74.8
58
63130
1
1720
1
1720
1
1100
0
9320
94.1
16.1
9
12003
0
0
0
0
0
0
1889
14.8
45.9
4
1880
0
0
0
0
2
2200
0
357
29.7
3.6
20
4385
7
5300
18
15100
39
4500
00
1326
0
0
0
0
0
0
2
2000
4
4000
0
0
1.3
0.6
1
915
0
0
1
1000
1
300
0
172
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1200
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
10
1700
00
0
17.2
2.1
50
44396
3
3036
9
12947
3
4145
5
366
0
0
0
0
0
0
1
1000
0
0
0
0
0
0
2
600
2
600
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
950
0
0
143.5
30.4
23
20787
5
6870
6
8730
0
0
4218
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
1350
0
0
2
0
2000
0
0
0
8.4
4.7
2
1600
0
0
0
0
2
2000
0
270
3.7
4.4
1
485
0
0
0
0
1
1000
0
103
5.3
5.3
3
725
2
680
0
0
2
2000
0
117
0
0
0
0
0
0
6
6000
0
0
0
10.6
19.4
2
1310
0
0
2
1310
1
655
5
177
166.3
17.8
33
24253
10
9160
28
29180
18
1823
36
5090
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
16
1700
00
0
14.4
53.8
4
1816
2
942
0
0
1
1200
0
675
5.2
53.8
1
696
0
0
0
0
1
1000
0
137
12.4
58.7
61.5
24.4
0
5.1
20.5
38.1
35.9
0
2
7
10
5
0
1830
7002
9388
3252
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
6
0
0
3
5
9600
0
0
0
4000
0
5000
0
305
1357
1505
521
0
0
0
0
0
0
0
4
4800
4
4500
0
0
84.9
46.2
15
13168
0
0
2
1900
11
1200
00
2352
0
0
0
0
2
2800
2
2800
10
1440
00
0
64.0
18.1
16
10038
0
0
4
6680
9
1200
00
1828
770.7
19.0
100
98951
3
3618
9
10860
15
2400
00
19622
0
0
0
0
0
0
4
4000
6
6700
0
0
432
371,9
7
70
73,366
173
187,74
314
356,9
99
64,978
2346
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PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
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norama da Energia
E
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clear – Nove
embro 2013
112
Tório
O tório tem um gra
ande potencial como ccombustívell alternativo
o ao urânio.. Segundo o diretor do
o
Institute
e of Nuclearr Science at the Universsity of Sydn
ney, Reza H
Hashemi-Nezzhad, o tório
o apresenta
a
vantage
ens em rela
ação ao urânio porque na operaçã
ão de uma usina, ele não gera plutônio nem
m
ndo, portan
outros m
materiais qu
ue podem sse destinar a armas nucleares, não oferecen
nto, riscos à
prolifera
ação. Por não ser um material normalmente físsil não pode se
er usado e
em reatoress
térmicoss com fluxo
o de neutross, mas ele absorve nê
êutrons e se
e transforma
a em bom combustíve
c
el
(urânio 233).
Existe um reator ADS (acccelerator-driven nuclear reactor)) que pode
eria usar tório como
o
combusstível e pod
deria incinerar seu pró
óprio resídu
uo e també
ém o de ou
utras usinass nuclearess
abasteccidas com urânio. Ainda
a não é ope
eracional.
O tório é 4 veze
es mais ab
bundante no
n planeta que o urâ
ânio e os depósitos conhecidoss
(principa
almente na Austrália, ÍÍndia, USA, Brasil, etc..) poderiam
m fornecer e
energia por milhares de
e
anos.
uclear base
eado em tó
ório, mas o processo não usa o
Somentte a Índia tem um prrograma nu
combusstível puro. O país espe
era ter um p
protótipo de usina à tório operando
o até o final da década.
Ratan Kumar
K
Sinh
ha, diretor d
da Bhabha Atomic Research Ce
entre em Mumbai, Índiia, informou
u
que sua
a equipe esstá finalizan
ndo o sítio p
para a consstrução de uma centra
al de 300MW
W movida a
tório, co
om um reattor AHWR (Advanced Heavy Water Reactorr) que tem a flexibilida
ade de usarr
combina
ações de co
ombustíveiss como plutô
ônio-tório ou
u uranio– tó
ório (com ba
aixo enrique
ecimento).
A não geração
g
de
e plutônio p
pode ser fa
ator de com
mpetitividade
e dependen
ndo do que
e cada paíss
deseja no
n seu prog
grama nucle
ear. É prová
ável que o pouco dese
envolvimentto do tório em
e décadass
se deva
a ao fato d
de ele não atender ass ambições militares. O
Os nuclídeo
os geradoss são gama
a
radioativvos, rastreá
áveis e facilm
mente detecctáveis o qu
ue dificulta sseu uso ilíciito.
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nejamento Estratégico
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norama da Energia
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embro 2013
113
VIII - Com
mbustív
vel Irrradiado
o, Rad
diação,, Reje
eitos e
o
Reprrocessamento
Toda atividade
a
h
humana p
produz res
síduos. Ne
enhuma te
ecnologia
a é absolu
utamente
segura
a ou livre de
d impacto
os ambien
ntais.
Comb
bustível irradiado
o
Resíduo
os convenccionais são restos pro
ovenientes de quaisqu
uer atividad
des ou pro
ocessos de
e
origens industrial, hospitalar, comercial, agropecuária e outrros, incluind
do os lodo
os e cinzass
entes de sisstema de controle de poluição
p
ou
u de tratame
ento de águ
ua, nos esta
ados sólido,
provenie
semi-só
ólido e/ou líq
quido.
Segundo a AIEA, a descarga anual de co
ombustível irradiado pro
oveniente d
de todos os reatores de
e
geração
o de energia
a elétrica é de
d 10.500 to
oneladas (d
de metal pessado).
Alguns países veem
m o combusstível irradia
ado como re
ejeito que d
deve ser gua
ardado em repositórioss
definitivos para altta radiação. Outros pa
aíses veem
m este mate
erial como um
u recurso
o energético
o
para ser reprocessado e reutilizado.
Usina de Reproc
cessamento
o Sellafield
d
C
Cumbria – Inglaterra
Desta forma, existem duas esttratégias de
e
gerenciamento de
este material sendo
o
implemen
ntadas no mundo.
m
A primeira
p
é o
reprocessamento ou
o armazen
nagem para
a
futuro rep
processame
ento, de form
ma a extrairr
o combu
ustível ainda
a existente no material
irradiado
o (Urânio e Plutônio) pa
ara produzirr
o MOX (óxido misto
o de Urânio e Plutônio))
á usado ccomo comb
bustível em
m
que será
usinas prreparadas p
para tal. Ce
erca de 33%
%
da
de
escarga
m
mundial
tem
sido
o
reprocessada.
l
atégia o combustíve
c
Na segunda estra
erado reje
eito e é
usado é conside
armazenado prelim
minarmente até a sua d
disposição final.
f
A exp
periência de
e 50 anos no manuseio
o
deste m
material se mostrou se
egura e eficciente em a
ambas as tecnologiass que foram
m até agora
a
empregadas – arm
mazenamen
nto a seco ou em pisccinas (Wet and Dry te
ecnologies). Nos doiss
casos o combustívvel irradiado
o é primeira
amente arm
mazenado na
n piscina d
do reator e depois em
m
repositó
órios interme
ediários que
e podem se
er na própria
a usina.
Hoje oss países que
e reprocesssam combusstível nuclear são Chin
na, França, Índia, Japã
ão, Rússia e
Reino Unido.
U
Os qu
ue guardam
m podendo rreprocessarr no futuro são Canadá, Finlândia e Suécia.
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nejamento Estratégico
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114
Os Esta
ados Unido
os não estã
ão completa
amente deffinidos sobrre a tecnolo
ogia a usarr. A grande
e
maioria dos demaiis países sequer defin
niu a estraté
égia e estã
ão armazen
nando seu combustíve
c
el
usado e aguardand
do maior desenvolvime
ento das tecnologias asssociadas a ambas as e
estratégias.
Ciclo d
do Combustíve
el Nuclear
Em 200
06 cerca de 180 tonelad
das de MOxx foram usa
adas em doiis reatores B
BWR e em 30 reatoress
PWR em
m diversos países (Bé
élgica, Françça, Suíça, A
Alemanha, etc.). O ma
aior uso é e
esperado no
o
Japão e na Índia a partir de 20
010.
Program
mas de depó
ósitos defin
nitivos para combustíve
el irradiado e
estão em andamento e
em diversoss
lugares,, mas nenh
hum deles d
deve opera
ar comerciallmente ante
es de 2020
0. O fato de
e não haverr
nenhum
m depósito definitivo
d
em
m operação não significca que não se tenha cconcebido uma solução
o
para o ttratamento d
dos rejeitoss. A tecnolog
gia de tratamento para
a deposição
o definitiva ccompreende
e
o isolam
mento dos materiais
m
através de blindagem e vitrificação e em segu
uida o seu depósito
d
em
m
cavidad
des rochosa
as estáveiss. Neste loccal o mate
erial deverá
á permaneccer contido até o seu
u
decaime
ento a níveis que não ccausem dan
nos à espéccie humana ou ao meio
o ambiente.
O dese
envolvimentto de soluções inova
ativas como o projetto Myrrha (Multi-purpose Hybrid
d
Researcch Reactor for High-Te
ech Applications) na Bé
élgica ofere
ecem outrass possibilida
ades para o
tratamento de ressíduo nucle
ear como a transmuta
ação. Apessar de uma
a fábrica ccom grande
e
capacid
dade ainda e
estar muito distante, um
u projeto piloto
p
(ao cu
usto de 1 bilhão de eu
uros) deverá
á
ser com
missionado a
até 2019 no
o Centro Bellga de Pesq
quisas Nucle
eares-SCK,, como parte
e do projeto
o
Myrrha. Os testes llevarão 5 an
nos até o in
nício da ope
eração come
ercial, porem
m poderão levar a uma
a
grande redução na
a quantidade e no tamanho dos d
depósitos pe
ermanentess para resíd
duos de alta
a
atividade.
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115
Radia
ação
Como m
muitas coisa
as na nature
eza a radiaçção pode se
er boa ou ru
uim depend
dendo da qu
uantidade. N
No
nosso p
planeta exisste uma radiação naturral de fundo
o (natural ba
ackground ssource) à qual todos nós
estamoss submetido
os todos oss dias. O se
er humano e
está adaptado a essas fontes. O ssol, as rochas
de granito, as areia
as monazíticas, outros materiais naturalment
n
te radioativo
os encontrados no ar, no
mar e n
na terra fazzem parte d
dessa radia
ação. As ra
adiações de
e fundo variiam enorme
emente pelas
regiões do mundo d
dependendo de fatoress como com
mposição de
e rochas no ambiente, a
altitude, etc.
Apen
nas 15% das e
emissões é pro
ovocada pelo h
homem
(medicina e indústria
a nuclear)
A radiaçção produzida por um rreator nucle
ear é similarr à natural ssó que maiss intensa, e por isso ele
e
tem as p
proteções n
necessárias de forma a isolar a rad
diação do a
ambiente e d
das pessoas. As dosess
de radia
ação recebid
das pela hu
umanidade ssão, em ma
ais de 85%, vindas da n
natureza.
Tipos de Radiaçãão
Ca
aracterístic
cas - Perigo
o Apresenttado
ALFA
Nãão penetra na pele
p – perigoso
o apenas se inggerido
BETA
podem ser barrados po
or madeira/ alu
umínio, etc. – pouco perigo
Raio GAM
MA
Raio X
perigoso parra pessoas - preecisa ser isolado
o
perigoso parra pessoas - preecisa ser isolado
o
Partícu
ulas que veem do
d espaço muitto perigosas, não fosse a
proteçãão da atmosferaa terrestre
produzid
dos por fissão nuclear,
n
podem
m causar danos ao
a homem p
precisa
ser isolado
Radiação
o CÓSMICA
NEUTRONS
Os sen
ntidos dos seres hum
manos não são capazes de de
etectar radiação e po
or isso são
o
necessá
ários equipa
amentos de
e detecção para a med
dição de tais liberaçõe
es, sejam elas naturaiss
ou derivvadas de accidentes. Diariamente cada habita
ante do plan
neta recebe
e uma carga radioativa
a
que varria conform
me sua loca
alização e/o
ou atividade desenvolvida. Procedimentos médicos já
á
corrique
eiros na socciedade acre
escentam doses extrass de radiaçã
ão ao corpo humano.
A tabela abaixo dá
á exemplos de dose rad
dioativa porr procedimento médico realizado:
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A unidade de m
medida de e
exposição à radiação é
oS
Sievert (Sv) e seus deriivados, o m
mili Sievert –
mSvv (um milé
ésimo do Sievert =0,001 Sv) e o
miccro Sievert - μSv (m
milionésimo do Sieverrt
2
Mamog
grafia
=0,0
000001 Sv)). Esta é a unidade in
nternaciona
al
Scan de
d Cérebro
0,8 a 5
que
e define os padrões pa
ara as proteções contra
a
Scan de
d Mama
6 a 18
a rradiação, le
evando em
m conta oss diferentess
efeiitos biológ
gicos dos diferentes tipos de
e
Raio-X
X Gastrintes
stinal
14
radiiação.
As dose
es são cumu
ulativas qua
ando a fonte
e é constantte:
μSv/h = 1 milionésimo do Sievvert por horra de exposição (0,000001 Sv/h). O
Outra unida
ade usada é
o Rem q
que é igual a 0,01 Sv.
Proc
cedimento Médico
M
Radiog
grafia Denttal
Dose em mSv
m
0,005
A partir
p
de EPA – Radiations: Risks and Rea
alities
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117
Comparrado com o
outros even
ntos que a
afetam a sa
aúde das p
pessoas a Radioatividade é um dos
assunto
os mais estu
udados e co
ompreendid
dos pela ciê
ência. Em ca
ada país oss padrões d
de proteção são
estabele
ecidos em acordo co
om as reco
omendaçõess da Comissão Intern
nacional pa
ara a Prote
eção
Radiológica (ICRP
P- International Comm
mission on Radiological Protecttion) que determina que
qualque
er exposição
o deve serr tão baixa quanto posssível (concceito ALAR
RA - as low as reasonably
achieva
able). A maior autoridade mundial em efeitoss da radiaçã
ão na saúde
e humana é o UNSCE
EARUN Scie
entific Comm
mittee on th
he Effects o
of Atomic R
Radiation, órrgão das Na
ações Unida
as dedicado
o ao
assunto
o.
Dose Radioaativa Anual
mSv/ano
O dessconhecimento Dose máxima
m
aceitáável para quallquer obra hu
umana
1
do público sobre este
Dose aceitável
a
para viver próximo a Central Nuclear
0
0,0001
a 0,01
assunto
o e a gran
nde
Carvão
viver
próxim
o
a
Central
a
Dose
a
aceitável
para
0,0003
quantida
ade
de
0,02
p dormir ju
unto a outra pessoa (8 horaas/ dia)
unidade
es de medida Dose para
a
por radiação cósmicaa
0,24
dão ma
argem a mu
uita Dose anual
confusã
ão e permite
e a Dose anual
a
por radiação terrestree
0,28
desinforrmação,
Dose anual
a
por radiação do corp
po humano
0,4
vezzes
muitas
2
Dose anual
a
por radiação de fontees atmosfériccas
proposittal, poden
ndo
Dose
m
média
anual
p
para
american
nos
6,2
e
causar
medo
m
em vôo
os de Nova Yo
ork a Tóquio
9
ansieda
ade no públlico Dose média
Dose média
m
anual limite para emp
pregados de nucleares
leigo.
20
50
Dose de
d radiação dee fundo em partes do Irã, da
d Índia e da
Dose de
d radiação po
or fumar 30 cigarros por dia
60 a 160
minação radiioativa é a presença de
d material radioativo em algum lugar
l
onde não querem
mos,
Contam
portanto
o, um matterial radiattivo sem u
um controle
e de conte
enção. Lim
mpar resídu
uos radioattivos
normalm
mente signiffica esfrega
ar com água e sabão, baldes e p
pincéis, num
m processo confuso qu
ue é
perigoso
o para as pe
essoas expostas à poe
eira e águass residuais ccontaminadas.
undo emite radiação normalmente
e. A radioattividade de um materia
al emissor d
de
Quase ttudo no mu
radiação
o precisa se
er medida para
p
se deffinir os crité
érios de pro
oteção. Neste caso a física define
ea
unidade
e Bequerel (Bq) que re
epresenta a quantidade de desinttegrações p
por segundo
o no materrial
conside
erado.
A expo
osição à ra
adioatividade
e é acumu
ulativa, pod
de ser med
dida em μS
Sv/h é muiito variada e
conheciida na maio
oria dos cassos. A seguir apresenta
amos exemplos de dosse radioativa
a por hora d
de
exposiçção em μSv//h.
D
Dose
média
a de radiaçã
ão medida
μ
μSv/h
Mé
édia individu
ual por radiaç
ção de fundo
Média indiv
vidual por rad
diação de fu
undo para Am
mericanos
Média indiv idual por rad
diação de fu
undo para Au
ustralianos
Dose média em Fukushima
F
no
o dia 25/05/2
2011
édia na cidad
de de Tóquio
o no dia 25/0
05/2011
Dose mé
0,,230
0,,340
0,,170
1,,600
0,,062
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118
No Brassil, na loca
alidade de Guarapari, no Espírito
o Santo um
ma dose de
e 200mSv/a
ano é norm
mal
devido à
às areias monazíticas q
que compõe
em as praia
as.
os de dose radioativa p
por ano de exposição
e
c
contínua:
Exemplo
Radioattividade em
m alguns materiais
m
n
naturais
ou
u não
Fonte: WNA
W
1 adu
ulto humano
o (65 Bq/kg)
4.500 Bq
1 kgde caafé
1.000 Bq
1 kg fertilizante superfosfatado
o
5.000 Bq
2
O ar de uma cassa de 100 m na Austráliaa (randon)
2
O ar de uma casa
c
de 100 m na Europa (radon)
1 detecto
or de fumaça (com ameríccio)
3.000 Bq
0 Bq
até 30.000
30.000 Bq
q
Radioisótop
pos para diaggnósticos mé
édicos
70 milhõe
es Bq
Fontes de Radioisótoposs terapias mé
édicas
100Trilhõ
ões Bq (100 TB
Bq)
1 kgg de resíduo nuclear
n
(vitriificado) de alta atividade
e com 50 ano
os de idade
10 Trilhõe
es Bq (= 10 TB
Bq)
1 sinal lum
minoso de saaída ( anos 19
970)
1 Trilhõess Bq (1 TBq)
1 kg de urâânio
25 milhõe
es Bq
1 kg do min
nério de uran
no (Canadá, 15%)
25 milhõe
es Bq
1 kg do miné
ério de urano
o (Austrália, 0.3%)
500.000 Bq
B
1 kg de resíd
duo nuclear de
d baixa ativvidade
1 milhão Bq
1 kg
k de cinzas de
d carvão
2.000 Bq
Doses a
acidentais de radiação apresenttam efeitoss variados no ser hum
mano em fu
unção da
exposiçção ser maior ou maiss concentra
ada.
•
•
•
Effeitos biológ
gicos só com
meçam a se
er sentidos a partir de uma
u
exposiçção aguda d
de 250 mSvv.
Effeitos transittórios como
o náuseas, vvômitos e diiarreia aparecem com dose
d
aguda
a de 1000 m
mSv.
Co
om doses agudas de 4.000 mSv o ser human
no é severam
mente afeta
ado e cerca de 50% vee
em
a falecer
f
em curto
c
espaçço de tempo
o (cerca de 1 mês)
• Co
om doses agudas de 7.000 mSv são letais pa
ara 100% da
as pessoas
Se a ra
adiação é re
ecebida de fontes exte
ernas, a pele e os tecid
dos próximo
os a superffície do corp
po
são os mais afetad
dos. Os órg
gãos profund
dos dentro do corpo são afetadoss somente pela
p
radiaçã
ão
E
s o materia
se
al radioativo
o é ingerido
o, inalado o
ou introduzid
do
penetrante gama e nêutron. Entretanto
os
d ferimento
os, o materia
al radioativo
o pode ser levado às proximidade
p
es dos órgão
no corpo através de
críticos e irradiá-lo
os nesta posição inte
erna. A qua
antidade de
e radiação recebida d
de uma fon
nte
externa pode ser co
ontrolada siimplesmentte afastando
o a fonte.
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
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119
Uma ve
ez o materrial inalado e/ou ingerido, ele co
ontinua a iirradiar o corpo
c
até sser eliminad
do
naturalm
mente pelo organismo.. Alguns rad
dionuclídeoss permaneccem no corpo por long
go período de
d
tempo – meses ou mesmo anos. Os efeittos biológico
os do materrial radioativvo ingerido são idênticos
àqueless produzidoss pela radia
ação externa
a, visto que
e a contamin
nação emite
e radiação. A localizaçã
ão
interna do material emitindo ra
adiação alfa
a e beta permite que e
essas radiaçções afetem
m os órgãoss e
tecidos, que norma
almente não
o afetariam devido
d
a sua baixa cap
pacidade de
e penetração
o.
Fatos so
obre Radiaçção
Mesmo quando se vive ao lad
do de uma ccentral nuclear, ainda sse recebe m
menos radia
ação anual do
d
endo apena
as uma viag
gem de avião entre Porrto Alegre e Manaus.
que faze
Cerca de
d 85% da radiação re
ecebida pelo homem vvem de fontes naturaiss como os raios cósm
micos
vindos d
do espaço, do granito d
das rochas e mesmo d
da comida. O restante da
d dose anual de cada
a um
vem de fontes artifiiciais como aparelhos de
d raio X m
médicos. Menos de 0,1%
% vem da in
ndústria nucclear
como um
m todo.
Iodeto d
de Potássio – Uma med
dida preven
ntiva e não u
uma pílula mágica
m
Uma da
as medidas de proteçã
ão que as ccomunidade
es próximass a centraiss nucleares podem fazzer
uso em
m caso de e
emergência
as radiológicas é o io
odeto de po
otássio. Ma
as este pro
oduto, um ssal
(fórmula
a química K
KI), não é um
ma pílula antirradiação.
Ele se destina, se tomado em
m tempo ad
dequado e na quantid
dade correta
a, a protege
er a glându
ula
as causada
as pela ab
bsorção indesejada de
e iodo radiativo, impe
edindo que a
tireoide de doença
glândula
a absorva e
esse este ra
adionuclídeo em caso de acidente
e severo nu
um reator n
nuclear. O KI
não pro
otege a glân
ndula nem o corpo contra quaisquer outros elementos ra
adiativos a que
q a pesso
oa
possa e
estar subme
etida.
Resíd
duos nucleares e Rejeitos
s Radiativ
vos
A gestã
ão de resíd
duos nuclea
ares começça no proje
eto da insta
alação que usa material radioativvo e
prosseg
gue durante
e a operaçção destas instalaçõe
es considerrando a ne
ecessidade de limitar,, ao
máximo
o, o volume e a atividade de sua p
produção de resíduos.. A identifica
ação, seleçção, tratame
ento,
empaco
otamento, trransporte, o depósito in
ntermediário
o e o depóssito definitivo
o fazem parrte do proce
esso
de gestão, sendo que
q cada ittem precisa
a ser aproprriadamente tratado. Ass condiçõess de segurança,
proteção
o radiológicca, rastreabiilidade e red
dução de vo
olume são a base deste
e trabalho.
Todos o
os rejeitos radioativos gerados n
nas usinas nucleares devem
d
ser armazenad
dos de form
ma
segura e isolados d
do público e meio amb
biente. Os re
ejeitos são classificado
c
os como de alta atividad
de
ntos combustíveis irrad
diados); reje
eitos de mé
édia atividad
de (resinas de purifica
ação e fluído
(elemen
os
de processo); e rejeitos de baixa atividade
a
(m
material de
escartável usado na operação e
manutenção).
Os rejeiitos de alta atividade das usinas n
nucleares sã
ão armazen
nados em piscinas no iinterior ou
no exterrior das usin
nas, com ca
apacidade p
para toda vid
da útil de op
peração da usina. Os rrejeitos de
média a
atividade devem estarr armazena
ados em prrédios adeq
quadamente
e projetado
os junto à
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
120
usina e devem terr capacidad
de para toda
a a vida úttil da usina.. Os rejeitos de baixa atividade
também
m estão armazenados e
em prédios localizados
l
próximos a usina.
A CNEN
N- Comissã
ão Nacionall de Energia
a Nuclear ttem a respo
onsabilidade
e da implan
ntação da
Política Nacional de
e Rejeitos R
Radioativos e possui oss seguintes projetos em
m andamentto:
• Repo
ositório parra Rejeitos
s de Baixo e Médio Nív
vel de Radiiação
Objetivvo: Conceb
ber, projetar, licenciar, construir, e comissio
onar o Rep
positório Na
acional para
a
Rejeito
os Radioativvos de Baixxo e Médio N
Nível de Radiação.
• Des
senvolvime
ento de Recipiente
es para Transporte
e e para
a Armazen
nagem de
e
Comb
bustíveis Irrradiados
Objetivvo: Definirr,
d
desenvolverr,
constru
uir
e
qualificcar
um
m
recipiente
para
a
orte e, outro
o
transpo
recipiente
para
a
armaze
enagem de
e
co
ombustíveiss
irradiad
dos
de
e
centrais nuclearess
de pottência.
Os reje
eitos radioa
ativos são g
gerados em
m diferente
es fases do
o ciclo do combustíve
el e podem
m
aparece
er sob a fo
orma de líq
quidos, gasses e sólid
dos em um
m largo esp
pectro de ttoxidade. O
tratamento, condiccionamento e armazen
nagem são dependenttes do níve
el de atividade (baixa,
média o
ou alta) do m
material.
Resíduo
os de baixxa e médiia
atividade de usina
as nucleare
es
são em
m geral o
os materiais
usados em limpezza, peças d
de
reposiçã
ão, roupas, sapatilhas e
luvas uttilizadas no
o interior do
os
prédios
dos
reatoress,
impurezzas, filtros etc. Tais
materiais são aco
ondicionado
os
em em
mbalagens metálicass,
testadass e qualificadas po
or
órgão rregulador e transferido
os
para um depóssito inicia
al,
construíído, norma
almente, n
no
próprio sítio da usina. Essse
o é perma
anentementte
depósito
controla
ado e fisccalizado po
or
técnicoss
em
proteçã
ão
radiológ
gica e espe
ecialistas em
m
seguran
nça da nucle
ear.
Depós
sitos finais de
e baixa e méd
dia atividade no mundo
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
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Pan
norama da Energia
E
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clear – Nove
embro 2013
121
Já os elementos combustívveis irradiad
dos, consid
derados resíduos de alta ativid
dade, são
colocad
dos dentro d
de uma piscina no inte
erior das ussinas ou em
m um depó
ósito interme
ediário de
longa du
uração, cerccado de tod
dos os requiisitos de seg
gurança exiigidos intern
nacionalmente.
Até que
e o ciclo do combustível seja fechado, através de
e reprocesssamento, o
os reatoress
refrigera
ados a ág
gua continu
uarão a prroduzir reje
eitos de alta
a
atividad
de que pre
ecisam serr
gerencia
ados e guarrdados por longo tempo
o.
Uma ve
ez que estess resíduos ssão de mag
gnitude muito menor que resíduoss de geraçã
ão elétrica à
combusstíveis fósse
eis como o carvão, por exemplo, e como na
as centrais nucleares em
e geral há
á
muito espaço para
a armazenagem dos re
ejeitos durante a vida útil da usin
na, não há urgência
u
na
a
impleme
entação de uma soluçã
ão definitiva
a para o aco
ondicioname
ento dos mesmos. Essta condição
o
permite desenvolve
er, com cuidado, plano
os e política
as para fecchar o ciclo incluindo a deposição
o
final do rejeito.
Abordagem para
a a Ges
stão de Resíduo Nucle
ear por país
Tipo de
d abordag
gem / País
Combusttível
Armazena
amento
Irradiado
o em
Intermediário
Tonelada
as métricas
data de operação
o
para depó
ósito em
sítio geológico
Dep
posição direta
d
Bélgica
adá
Cana
Finlan
ndia
Coréia do Sul
2.699
9
40.054
4
1.684
4
10.185
5
sim
2040
não
2025
não
2020
Planejado
o para 2016
6 desconhe
ecida
anha
Espa
Suéc
cia
USA
3.827
7 Planejado
o para 2012
2
2050
4.893
3 sim
2022
62.400
0 não
desconhe
ecida
Rep
processamento
China
a
Franç
ça
Alemanha
o
Japão
Suiça
a
Grã-B
Bretanha
1.532
2
12.400
0
12.788
8
12.585
5
1.040
0
423
3
2050
2025
2035
2035
2040
2025
Não
Não
sim
Não
sim
Não
F
Fonte:
EIA _U
US DoE 2011
O dese
envolvimento da energ
gia nuclearr pressupõe
e um comp
prometimen
nto desta indústria na
a
gestão dos
d rejeitoss.
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
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E
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122
IX- P
Prolifera
ação e Riscos para a Segu
urança
a- TNP
O Trata
ado de Não
o Proliferaçção de Arm
mas Nuclea
ares - TNP,, concluído a nível internacional,
reconhe
ece a todas as suas Pa
artes envolvvidas o direiito de desen
nvolver e uttilizar a energia nuclearr
para finss pacíficos.
Os 189
9 signatárioss do histórrico tratado de controlle de arma
as de 1970
0 - que visa
a impedir a
prolifera
ação de arm
mas nucleares e pede
e aos países que posssuem ogivass atômicas que abram
m
mão delas - se reú
únem a cada
a cinco ano
os para avaliar o cumprimento doss termos do
o pacto e oss
avançoss feitos para
a alcançar ssuas metas. A última cconferência de revisão do NPT foi em abril de
e
2012 em
m Viena.
e duas déca
adas depois do fim da Guerra
G
Fria,, o inventáriio de ogivass nucleares permanece
e
Mais de
em nível muito alto:
a
mais d
de 17.000. Destas, a
algo como 4.300 ogivvas são co
onsideradass
operacio
onais, das q
quais cerca de 1.800 o
ogivas amerricanas e ru
ussas estão em alto ale
erta, ou seja
a
prontas para uso im
mediato.
Apesar de reduçõe
es significativas nos EU
UA, Rússia,, França e n
nas forças d
de nucleare
es britânicass
em com
mparação co
om os níveis da Guerra
a Fria, todo
os os estado
os que posssuem arma
as nuclearess
continua
am a mode
ernizar as ssuas forças nucleares restantes e parecem compromettidos com a
retenção
o dessas arrmas nuclea
ares por futturo indeterm
minado.
o número de
e armas que
e cada país detém cheg
ga a ser um
m segredo nacional. Ap
pesar destass
O exato
limitações as inform
mações púb
blicas dispon
níveis e os vazamentos ocasionaiis tornam po
ossível uma
a
estimativa sobre o tamanho e a composiçção dos esto
oques de arrmamento n
nuclear:
Status das
d Armas Nucleares
N
no
o Mundo - iníício de 2013**
Operatio
onal
Estrateg
gica
Op
peracional
Não Estrategica
Reserva
a/ Não
implantada
Estoques
E
Militar
Inventário
Total
1,800
0
1,950
0
0
200
2,70
00
2,50
00
4,5
4,65
8500
7700
França
a
290
n.a.
?
300
300
China
0
?
180
0
250
250
160
n.a.
65
5
225
225
0
n.a.
80
0
80
80
India
0
0
n.a.
n.a.
100-1
120
90-110
100-120
90-110
100-120
90-110
Coreia do Norte
0
n.a.
<10
0
<10
<10
~4,200
0
~200
~5,70
00
~10,200
~17300
País
Rússia
a
Estado
os Unidos
Reino Unido
U
Israel
stão
Paquis
Total:
a tualização inic
cio 2013
*Todos os números sã
ão aproximado
os e estimados descrito no Caderno
C
Nuclea
ar no Boletim dos
d Cientistas Atômicos,
A
eo
e nuclear no SIIPRI Yearbook..
apêndice
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
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norama da Energia
E
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clear – Nove
embro 2013
123
O risco de prolifera
ação ligado à utilização
o da energia
a nuclear po
ode provir esssencialmente de duass
atividades nuclearres especííficas: o e
enriquecime
ento do urrânio e o reprocessamento do
o
o. Estas atividades requerem tecnologias muito co
omplexas e
combusstível nuclear irradiado
dispend
diosas.
Combusstível nucle
ear e materriais na cad
deia de su
uprimento da
d indústria nuclear e radiológica
a
podem ser usadoss na fabrica
ação de arm
mas nuclea
ares e por isso devem ser proteg
gidos contra
a
roubo, sabotagem ou aciden
nte. Como consequência todo o uso de m
material nucclear requerr
cuidado
os e salvaguardas inclusive para as instalaçções de ma
anuseio (po
or exemplo, um evento
o
externo-- uma expllosão- próxximo a uma
a unidade d
de separaçção de com
mbustível nu
uclear pode
e
impedir o seu funccionamento
o por décad
das e abala
ar a confian
nça do púb
blico, criand
do enormess
mas para a aceitação
a
em
m geral dessta indústria
a).
problem
O tratad
do é consid
derado desiigual mesm
mo por paíse
es que o asssinam, com
mo é o casso do Brasil
porque perpetua a divisão entre as potências nucle
eares e as n
não nuclearres. Adicion
nalmente ass
dade à age
enda de não
o proliferação — e exxercem forte
es pressõess
grandess potências dão priorid
sobre o direito doss países em
m desenvolver o uso pa
acifico da en
nergia nucle
ear. No enta
anto, pouco
o
se exige
e das potências nuclea
ares, no que
e se refere a
ao desarmamento.
Nos últimos anos, a
as grandes potências nada
n
realiza
aram de concreto no sentido de diminuir e de
e
destruir seus arsen
nais nuclearres. Ao conttrário, em m
muitos casoss o que tem
m existido é um esforço
o
de mod
dernizá-los e desenvolver estraté
égias nas q
quais se ro
ogam ao direito de utiilizar armass
nucleare
es contra sseus inimigo
os. É o casso dos Esta
ados Unido
os, com sua
a estratégia
a da “contra
a
prolifera
ação” — um corolário
o que afirm
ma que os americano
os têm o d
direito de usar
u
armass
nucleare
es contra grrupos terrorristas e paísses que lhess dão apoio
o.
A conse
equência é um clima de profund
da insegurança e inquietação no sistema internacional,
de dissuassão pelos p
gerando
o a necessidade da adoção
a
de estratégias
e
países que se sentem
m
ameaça
ados.
Em sem
minário sobre o TNP no
n Rio de JJaneiro em 2011 foi apresentado
o um exemp
plo disso. A
posição
o da Índia, d
defendida pe
elo seu emb
baixador no
o Brasil - B.S. Prakash, foi clara e enfática ao
o
afirmar que seu pa
aís se recu
usa a particcipar do TN
NP por conssiderá-lo disscriminatóriio e injusto.
eu que a Índia, desde a independência em 1948, tem affirmado clarramente, qu
ue “por suass
Defende
dimensõ
ões, por ser um quinto
o da populaçção do glob
bo, não pod
de abrir mão
o de fontes de energia,
de uma tecnologia,, de meios d
de dissuasã
ão, que os o
outros paíse
es semelhan
ntes à Índia possuem e
não abrrem mão”. Na
N opinião dele
d
dever-se-ia criar u
uma conven
nção interna
acional que proibisse o
uso de
e armas n
nucleares. Essa proposta tem sido deffendida po
or vários países em
m
desenvo
olvimento, como uma forma de tornar um crime con
ntra a hum
manidade o uso desse
e
artefato, mas é reje
eitada peloss países dessenvolvidoss.
Outro ponto
p
que esteve pre
esente nos debates do
d seminárrio foi a prroposta am
mericana de
e
“multilatterização d
do ciclo de
e enriquecimento de urânio”. T
Trata-se da
a constituiçção de um
m
mecanissmo interna
acional (sim
milar a um
m banco) que
q
enrique
eceria o urânio para os paísess
signatárrios do trata
ado. Nesta proposta o país entreg
garia suas reservas
r
de
e urânio ao banco, que
e
autoriza
aria um outro país “ccredenciado
o” (uma da
as cinco po
otências nu
ucleares) a realizar o
enriqueccimento. E
Em seguida
a, o urânio
o seria devvolvido ao país de o
origem, em
m pequenass
GP
PL.G – Gerê
ência de Plan
nejamento Estratégico
E
Pan
norama da Energia
E
Nuc
clear – Nove
embro 2013
124
quantida
ades, sob o argumen
nto de “evittar que se possa ter quantidade
e suficiente
e de urânio
o
enriqueccido, para a produção de um arteffato nuclearr”.
A opiniã
ão dos paísses detentores de rese
ervas e tecn
nologia é qu
ue se trata de uma pro
oposta com
m
um gran
nde conteúd
do de ingerê
ência sobre
e um recurso estratégicco. A deman
nda mundia
al por fontess
de enerrgia é grand
de e se amp
plia pelos dillemas surgidos a partirr do aquecim
mento globa
al, o que fazz
com qu
ue a energ
gia nuclear seja tanto
o um tema
a de disputta comercia
al como um
m tema de
e
seguran
nça. Nesse aspecto, a
além das q
questões de
e segurançça nacional, está o interesse em
m
manter o monopólio
o do comérrcio de mate
erial físsil, im
mpedindo a emergência de que ou
utros paísess
o possa
am participa
ar desses m
mercados. A
As grandes potências ttêm realizad
do fortes prressões aoss
países em desenvvolvimento, como o Bra
asil, para q
que estes assinem pro
otocolos adicionais que
e
m ainda m
mais restriçõ
ões ao de
esenvolvime
ento da en
nergia nucle
ear, a produção e o
ampliam
gerencia
amento de m
materiais físsseis.
O Brasil tem se reccusado a assinar tal p
protocolo ad
dicional e já chegou a iimpedir que
e inspetoress
A realizasse
em inspeçõ
ões em partte do progra
ama que erra considera
ado segredo científico.
da AIEA
Além do quê, o B
Brasil possui, em con
njunto com a Argentin
na, uma ag
gência que fiscaliza a
produçã
ão de mate
erial físsil d
de forma cconjunta, a ABACC ((Agência B
Brasileiro Arrgentina de
e
Contabiilidade e Co
ontrole de Materiais N
Nucleares), que dá ga
arantias sob
bre os fins do materia
al
produzid
do pelos do
ois países.
Segundo Samuel Pinheiro Guimarães d
da Ex-Minisstro Secreta
aria de Asssuntos Estra
atégicos da
a
Presidência da Rep
pública, a co
oncordância
a do Brasil em
e assinar um Protoco
olo Adiciona
al ao Acordo
o
de Salvvaguardas, que é instrumento do
d Tratado de Não P
Proliferação (TNP), permitiria que
e
inspetorres da Agência Intternacional de Energ
gia Atômicca (AIEA), sem aviso prévio,
inspecio
onassem qualquer ind
dústria que
e considera
assem de interesse além das instalaçõess
nucleare
es. Nisto se
e incluem a
as fábricas de ultra cen
ntrífugas e o submarin
no a propulssão nuclearr
permitin
ndo o acessso a qualqu
uer máquina
a, a suas partes
p
e aos métodos de sua fab
bricação, ou
u
seja, a q
qualquer lug
gar do território brasileiro, para insspecioná-lo,, inclusive in
nstituições d
de pesquisa
a
civis e m
militares. Co
omo os insp
petores são
o formalmen
nte funcioná
ários da AIE
EA, mas, em
m realidade,
são técnicos altam
mente qualifiicados, em geral nacio
onais de pa
aíses desen
nvolvidos, na
aturalmente
e
imbuído
os da "justiçça" da existência de u
um oligopólio nuclear não
n
só militar, mas ta
ambém civil,
,
estes esstão sempre
e prontos a colaborar não
n só com
m a AIEA, o que fazem por dever profissional
p
mas tam
mbém com a
as autoridad
des e empre
esas dos se
eus países d
de origem.
GP
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ência de Plan
nejamento Estratégico
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125
X–A
Algum
mas Aplicaçõe
es Nuclleares
O camp
po nuclear o
oferece inúm
meras aplica
ações e prettendemos a
apenas citarr algumas.
No ca
ampo méd
dico desta
acam-se a radiologia convenccional, ma
amografia, tomografia
a
computa
adorizada, radiografia
a dental pa
anorâmica, angiografia
a digital, e
exame PET
T (Positron
n
Emissio
on Tomography), etc.
O uso d
de radiofárm
macos, que
e é um com
mposto que contém um
m radioisóto
opo na sua estrutura e
pode se
er usado tan
nto no diagn
nóstico com
mo na terapiia, merece especial
e
ate
enção. O ra
adionuclídeo
o
mais utiilizado no m
mundo é o T
Tecnécio 99
9 que detém
m cerca de 75% das aplicações médicas
m
que
e
chegam
m a 50 milhõ
ões de proccedimentos por ano. O Tecnécio 99
9 é produzzido por deccaimento do
o
molibdê
ênio-99. Os problemas atuais de ssuprimento deste
d
radion
nuclídeo sã
ão decorrenttes da curta
a
vida útil do mesm
mo, de apen
nas 6 horass, o que obriga
o
a sua
a geração próxima ao
o centro de
e
ão e també
ém de prob
blemas na cadeia de suprimento
o cujos reatores de produção no
o
utilizaçã
mundo ssão antigoss (de 40 a 53
3 anos de id
dade) e pou
ucos.
Ainda no campo m
médico um im
mportante a
avanço vem
m sendo con
nseguido no
os países affricanos, em
m
conjunto
o com a AIE
EA, no sentiido neutralizzar um dos piores vetores da transsmissão de doenças.
O objetivo aqui foii o combate
e à mosca Tse-tse (ve
etor de tran
nsmissão da doença do
d sono em
m
os). A técnica utilizada
a no processso é a de esterilizaçã
ão dos insettos (SIT- Sterile Insect
humano
Techniq
que) que é uma tecnologia nuclea
ar na qual insetos macchos, esterilizados em laboratório,
são solttos aos milh
hares em á
áreas silvesttres infestad
das e, ao sse acasalare
em com fêm
meas férteiss
da regiã
ão, não se produzem, contribuind
do para a extinção da espécie qu
ue se quer controlar.
c
O
processso é muito usado em outros inse
etos parasittas na agriccultura. Esste é um p
processo de
e
interferê
ência na selleção natura
al através do
d controle d
de natalidad
de dos insettos.
A indús
stria també
ém tem uma infinidade
e de aplicaçções, sendo
o o RX de soldas um
ma das maiss
aplicada
as. Temos a
ainda a irrad
diação de m
materiais plá
ásticos (serringas, luvass, etc.) para
a a indústria
a
farmacê
êutica para esterilizaçã
ão dos messmos. A irra
adiação de plásticos para o aume
ento de sua
a
dureza na indústria
a automobilíística (para choques).
Cerca d
de um quinto
o da popula
ação do plan
neta, em esspecial na Á
África e na Ásia,
Á
não te
em acesso à
água po
otável. A lim
mpeza e a dessaliniza
d
ação de águas do ma
ar nestas árreas é uma questão de
e
sustenta
abilidade da
a sociedade. O proce
esso de dessalinização
o é eletroin
ntensivo e é em gera
al
realizad
do fazendo uso de ene
ergia térmicca de comb
bustíveis fóssseis ou nu
ucleares. Ne
este caso o
uso da fonte
f
nuclea
ar tem a van
ntagem de não acresce
entar os poluentes que
e aparecem com outrass
fontes.
A radiação ionizan
nte também
m é usada na conserrvação e rrestauro de
e obras de
e arte para
a
extermin
nar pragas como cupin
ns. No Brasil a IPEN já tratou quad
dros, xilogra
avuras, pap
peis e peçass
diversass infestadas por fung
gos, bactériias, cupins e brocas. Esta tecn
nologia, que
e não gera
a
resíduoss tóxicos ou
u radioativoss.
A arque
eologia e a história ussam materia
al irradiado (carbono 14
4) para a da
atação de su
uas peças.
Na área
a de combu
ustíveis, além, é claro
o, da geraçã
ão de energ
gia elétrica e
em usinas ccomo as de
e
Angra dos Reis no Brasil, tem-se o uso co
omo propu
ulsor de n
navios e submarinoss
GP
PL.G – Gerê
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nejamento Estratégico
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norama da Energia
E
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embro 2013
126
TRIIGA CNEN/CD
DTN - Belo Horrizonte
Argonauta C
CNEN/IEN Rio de Janeiro
Ainda como propulsor exemplifica-se as sondas
s
esp
paciais moviidas a plutô
ônio como a
as Voyager I
e lançadas ao espaço na década de 1970 e previstas in
nicialmente para ficar em
e atividade
e
e II, que
por 5 a
anos, ainda hoje manttêm seus sistemas
s
em
m funcionam
mento e en
nviam inform
mações aoss
centros de controle
e na Terra.
Aumento médio na durabilidade de A
Alimentos irrad
diados e o selo
o informativo
Na agricu
ultura as aplicações nucleares tem
m como prin
ncipal uso a irradiação
o de alimenttos, em espe
ecial
frutas e le
egumes, co
omo forma d
de conservá
á-las conform
me recomenda a OMS
S - Organiza
ação Mundia
al de
Saúde. O
Os processo
os variam po
or tipo de alimento, mas os objetivvos são atra
asar o amad
durecimento
o das
frutas au
umentando seu prazo de validad
de, elimina
ação de inssetos diverssos e de microrganis
m
smos
causadorres de deterioração do
os produtos;; destruir fungos e bacctérias nocivvas, evitand
do ou reduzzindo
riscos por doenças e intoxicação alimentarr.
A técnica
a também é usada na cconservação de adubo
os (turfa) e na
n redução de perdas pós-colheitta ou
pós-abate
e, devido a infestação
o por inseto
os ou micro
organismos melhorando
o o indicador de perda
a da
agriculturra que é esttimada com
mo sendo da
a ordem de 2
25% a 50%
% de tudo qu
ue é produzzido. Hoje, mais
m
de 50 paííses (Brasil inclusive co
om regulam
mentação a e
esse respeito desde 20
001) aprova
aram o proce
esso
de irradia
ação para ce
erca de 60 produtos
p
aliimentares.
GP
PL.G – Gerê
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norama da Energia
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clear – Nove
embro 2013
127
A principal dificulda
ade do proccesso é o m
marketing ne
egativo dos produtos irrradiados, qu
ue precisam
m
ter um sselo de adve
ertência na embalagem
m para inforrmar o consumidor, o que inibe a compra
c
pelo
o
fato de as pessoass acharem que o alim
mento é con
ntaminado, quando
q
ele
es, na verda
ade, não se
e
tornam radioativos com o uso
o da técnica
a. Uma se
egunda dificculdade é investimento
o para uma
a
instalaçção de irradiiação que é elevado (d
da ordem de
e US$ 4 milhões). Há poucas
p
insta
alações que
e
prestam
m esse serviiço no Brasiil, e o conhe
ecimento da
a técnica en
ntre os pequ
uenos produ
utores ainda
a
é baixo. Como há poucas insstalações, o custo de lo
ogística parra esses prrodutos é m
maior, o que
e
impacta
a no preço fiinal das mercadorias. A técnica é usada em uma
u
gama limitada de produtos.
p
A esteriilização porr raios gama é realizad
da no Brasiil há muitoss anos e alg
guns exemplos são oss
executa
ados pela em
mpresa CBE
E Embrarad
d cujas ativid
dades são a esterilizaçção de:
• Produtos
P
Médico-h
hospitalaress
e
F
Farmacêutic
cos e veteriinários;
• acessórios
a
para labora
atório;
• embalagens
e
s;
• cosméticos
c
;
• alimentação
a
o humana;
• ervas mediicinais;
n
aniimal;
• nutrição
• Implantes
I
d
dentários.
Alguns detalhes
d
s sobre
Estterilizaçã
ão por ra
aios gam
ma
Produç
ção de radio
oisotopos
Principa
ais países e seus rea
atores de p
pesquisa para a prod
dução de ra
adioisotopo
os(antigos e
poucos)):
• Can
nadá – NRU, operando desde em 1
1957, cerca
a de 50% da
a produção mundial;
• Hola
anda - HFR em Petten–
– 1961, 25 % (parado);;
• Áfricca do Sul - S
Safari em P
Pelindaba, 1965, 10 %;
• Bélg
gica - BR2 e
em Mol – 19
961, 9%;
• Fran
nça - Osiris em Saclay – 1965, 5%
%.
O reato
or da África
a do Sul (S
Safári) foi cconvertido e
em 2009 pa
ara usar ap
penas urânio de baixo
o
enriqueccimento (m
menor que os
o usuais 2
20% deste tio de reato
or), numa ttentativa de
e reduzir oss
custos d
desta ativida
ade.
O Brasil não é auto
ossuficiente na produçã
ão dos radio
oisótopos pa
ara a mediccina nuclearr - e importa
a
US$ 32 milhões po
or ano em m
molibdênio 99, a partirr do qual se
e obtém o ra
adiofármaco
o (Tecnécio
o
99) usa
ado nos exa
ames. Com a parada do
d reator ca
anadense o Brasil foi atendido parte de sua
a
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nejamento Estratégico
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norama da Energia
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clear – Nove
embro 2013
128
demand
da (1,5 milhões de proccedimentos por ano) co
omprando d
da Argentina os radioissótopos que
e
necessita.
or Multipro
opósito Bra
asileiro – RMB,
R
que esstá sendo im
mplementad
do em Iperó
ó - SP, a um
m
O Reato
custo previsto de 9
950 milhões de reais e duração de construção em torrno de 5 an
nos, poderá
á
atenderr a esta dem
manda e a o
outras de orrdem industtrial do Brassil, uma vezz que, além de produzirr
radioisó
ótopos funda
amentais pa
ara diagnósstico e terap
pia de diverssas doençass, o RMB se
erá utilizado
o
na realização de te
estes de irra
adiação de materiais e combustívveis, em pe
esquisas com feixes de
e
nêutrons e permittirá ainda rrealizar pessquisas nass várias árreas de ap
plicação da
a tecnologia
a
nuclear,, como agricultura, co
onservação
o de alimen
ntos, ciência de mate
eriais, enerrgia e meio
o
ambientte.
Em 14/1
12/12 foi asssinada a de
eclaração de utilidade pública do terreno
t
em Iperó que vai
v abrigar o
RMB qu
ue faz parte
e de meta esstratégica d
do Ministério
o de Ciência
a Tecnologiia e Inovaçã
ão (MCTI) e
está alinhado com
m as políticas estabele
ecidas no P
Programa N
Nuclear Bra
asileiro (PN
NB). A área
a
cedida pelo govern
no paulista,, de 800 m
mil metros quadrados,
q
se soma a 1,2 milhão
o de metross
quadrad
dos cedidoss pela Marin
nha, totaliza
ando os dois milhões d
de metros quadrados
q
que o RMB
B
irá ocup
par. Desse ttotal, 600 mil metros qu
uadrados sã
ão formadoss por área p
preservada.
Reator OP
PAL, na Austrá
ália
referência
a para o RMB
Imagem
m - Prof. José A
Augusto Perro
ota
Segundo o Prof. José
J
Augussto Perrotta
a - Assesso
or da Presid
dência da C
Comissão N
Nacional de
e
Energia
a Nuclear – CNEN, o re
eator tem po
or objetivo d
dotar o paíss de uma inffraestrutura estratégica
a
de sup
porte ao de
esenvolvime
ento autôn
nomo de a
atividades do
d setor n
nuclear, sobretudo na
a
autossu
uficiência da
a produção de radioisó
ótopos a serrem utilizado
os na medicina nuclea
ar. O projeto
o
está em
m fase de audiência
a
pú
ública pelo IBAMA (ou
utubro de 20
013). Esse sítio fica em Iperó, ao
o
lado do Centro Exp
perimental Aramar da Marinha, on
nde estão in
nstaladas o reator de propulsão
p
e
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clear – Nove
embro 2013
129
todas as unidades do ciclo do
o combustívvel que a M
Marinha está
á desenvolvvendo. É provável que
e
essas in
niciativas levvem ao dessenvolvimen
nto de um polo de tecno
ologia nucle
ear na regiã
ão.
Como toda a tecnologia nuclear é interlligada, um reator de p
pesquisa ajuda nas attividades do
o
enriqueccimento do urânio e na
a produção de combusstível nuclea
ar fazendo ttestes de irradiação do
o
próprio combustíve
el e das va
aretas, das paredes dos vasos d
de pressão, etc. Pode
e ainda serr
em estudos de ligas me
etálicas, com
mponentes magnéticoss, etc.
usado e
O RMB terá como referência o reator de pesquisas Opal em operação de
esde 2007 n
na Austrália.
O projetto deste rea
ator foi da Invap da Arrgentina, co
om quem o Brasil tem a
acordo de ccooperação.
Os arge
entinos estã
ão também construindo
o o seu novvo reator de
e pesquisa,, o que faz diminuir oss
custos quando o Brasil tamb
bém constrrói o seu. Como reattor de pesq
quisa seu foco não é
eficiênccia termodin
nâmica, ma
as a produçção de feixxe de nêutrrons e a baixa tempe
eratura, não
o
necessitando de iso
olamentos b
blindados de aço e con
ncreto.
Atualme
ente o paíss conta com apenas quatro rea
atores de p
pesquisa e quatro cícclotrons em
m
operaçã
ão. Os reato
ores de pessquisa ficam
m em São Paulo – no IPEN(IEA-R
R1 e o MB--01), no Rio
o
de Jane
eiro – no IEN(Argonauta) , em B
Belo Horizo
onte(no CD
DTN-IPR-1) sendo a produção de
e
elementtos radioatiivos monop
pólio da Un
nião conforrme determ
mina a Con
nstituição B
Brasileira. O
Instituto
o de Pesquisas Energé
éticas e Nu
ucleares - IPEN produ
uz 21 radioisótopos e 15 tipos de
e
reagenttes liofilizado
os (para ma
arcar com Tc-99m).
T
Em ago
osto de 20
010, a Seccretaria de Assuntos Estratégico
os da Pressidência da
a República
a
(SAE/PR
R) assinou com o pressidente da C
CNEN o terrmo de cooperação pa
ara pesquisa
a do estudo
o
do méto
odo de sepa
aração dos isótopos naturais
n
do molibdênio por laser d
de pulsos ulltracurtos, o
que constitui um passo imp
portante pa
ara a nacio
onalização da produçção do mo
olibdênio e,
consequ
uentemente
e, na utilizaçção de radio
oisótopos pa
ara diagnósstico em medicina nucle
ear.
Em sete
embro de 2010
2
a Agên
ncia Interna
acional de Energia
E
Atômica (AIEA
A) aprovou p
proposta da
a
Divisão de Radiofá
ármacos do
o Instituto d
de Engenha
aria Nuclea
ar (IEN), no
o Rio de Ja
aneiro, para
a
estudar a viabilidad
de de um m
método alte
ernativo e mais
m
econôm
mico de pro
odução do iodo-124.
i
O
ótopo vem ssendo pesq
quisado em vários paísses para usso na tomo
ografia por emissão de
e
radioisó
pósitron
ns (PET), co
onsiderado o exame de imagem m
mais moderrno da atua
alidade. A va
antagem do
o
iodo-124
4 sobre o fflúor-18 – ra
adioisótopo mais utiliza
ado no exam
me PET – é a meia-vid
da maior, de
e
4,2 diass. Em comp
paração, a d
do flúor-18 é de menoss de duas h
horas. Isso significa qu
ue o uso do
o
iodo-124
4 pode ajud
dar a democcratizar o accesso à PET
T, na medid
da em que p
permite a re
ealização do
o
exame em locais mais distan
ntes dos centros de p
produção. Devido à m
meia-vida m
maior desse
e
radioisó
ótopo, a logíística de disstribuição ta
ambém é ba
astante faciliitada.
IEA
A-R1m -CNEN/
/IPEN -São Pa
aulo
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IPE
EN/MB-01 - Sã
ão Paulo
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130
XI – Desco
omissio
onamento
Toda ussina de energia, indepe
endente de seu combustível é projjetada para uma determ
minada vida
a
útil, a pa
artir da quall não será m
mais econôm
mico operá--la.
O term
mo descomiissionamento é usado para de
escrever toda a gesttão e açõe
es técnicass
associadas com o término de operaçção de um
ma instalaçção nuclearr e seu subseqüente
e
desman
ntelamento para facilittar o térmiino do con
ntrole dos órgãos reg
guladores (“licença
(
de
e
finalizaçção”).
Essas ações envvolvem desscontaminaçção das e
estruturas e compone
entes, dessmonte doss
compon
nentes, dem
molição dos prédios, rem
mediação d
de qualquer contaminaçção de solo
o e remoção
o
dos resííduos resulttantes.
No mun
ndo existem cerca de 5
560 usinas n
nucleares de
e geração de
d energia q
que estão ou
o estiveram
m
em operação. Desttas 133 estão no estad
do “fechada
as permanentemente” e em algum
m estágio de
e
descom
missionamen
nto.
Cerca d
de 10% desssas usinass fechadas jjá foram co
ompletamen
nte descomiissionadas, incluindo 8
reatoress de mais de
e 100 MWe
e.
Grande quantidade
e de outras instalaçõess e usinas, como extra
ação e enriiquecimento
o de urânio,
mbustível, in
nstalações d
de pesquisa
a, de reproccessamento
o laboratórios já foram
m
fabricaçção de com
fechada
as e descom
missionadass.
De acorrdo com a WNA- World Nuclear Association
n, os seguin
ntes reatore
es que foram ou serão
o
descom
missionados devido a accidentes que
e de alguma
a forma os destruiu:
Reato
ores fechado
os após algu
um acidente
e (11 unidad
des)
MWe
e líq
anos de
o
operação
data
o
fechamento
VVER-4
440/V213
40
08
0,5
nov/89
Derretimento parcial
p
do Núcleo
Gundremmin
ngen A
BWR
23
37
10
jan/77
Erro de operaçção no desligamento do reator
Fukushima Daiichi
D
1
BWR
43
39
40
mar/11
Derretimento do
d Núcleo por perrda de refrigeração
o
Fukushima Daiichi
D
2
BWR
76
60
37
mar/11
Derretimento do
d Núcleo por perrda de refrigeração
o
Fukushima Daiichi
D
3
BWR
76
60
35
mar/11
Derretimento do
d Núcleo por perrda de refrigeração
o
Fukushima Daiichi
D
4
BWR
76
60
32
mar/11
destruição porr explosão de Hidrrogênio
Eslovaquia
a
Bohunice A1
Prot GC
CHWR
93
3
4
1977
núcleo danifica
ado por erro de ca
arga do combustívvel
Espanha
Vandellos 1
GCR
48
80
18
jun/90
incendio da Tu
urbina
Suiça
St Lucens
Exp GC
CHWR
8
3
1966
Derretimento do
d Núcleo
Ucrânia
Chernobyl 4
RBMK LWGR
L
92
25
2
abr/86
Incendio e Derrretimento do Núccleo
88
80
1
País
Alemanha
Reato
or
Greifswald 5
t
tipo
Motivo
o
Japão
USA
Three Mile Island 2 PWR
mar/79
Derretimento parcial
p
do Núcleo
O quad
dro a seguir apresenta
a os reatorres que forram fechados por razões política
as que não
o
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norama da Energia
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clear – Nove
embro 2013
131
permitira
am a con
ntinuação de suas operações. Conforme
e WNA eles
e
foram ou serão
o
descom
missionados..
Re
eatores fec
chados pre
ematurame
ente por ra
azões polítiicas (25 un
nidades)
Pa
aís
Armenia
Bulgaria
França
a
Aleman
nha
Italia
Lituaniia
Eslovaquia
Suécia
a
Ucrânia
USA
Reator
Me
etsamor 1
Koz
zloduy 1-2
Koz
zloduy 3-4
Super Phenix
eifswald 1-4
Gre
Mu
uelheim Kaerliich
Rheinsberg
Caorso
Lattina
Trino
Ign
nalina 1
Ign
nalina 2
Bohunice 1
Bohunice 2
Barseback 1
Barseback 2
Chernobyl 1
Chernobyl 2
Chernobyl 3
Shoreham
tipo
MWe líq
VVER--440/V270
VVER--440/V230
VVER--440/V230
FNR
VVER--440/V230
PWR
VVER--70/V210
BWR
GCR
PWR
RBMK
K LWGR
RBMK
K LWGR
VVER--440/V230
VVER--440/V230
BWR
BWR
RBMK
K LWGR
RBMK
K LWGR
RBMK
K LWGR
BWR
376
408
408
1200
408
1219
62
860
153
260
1185
1185
408
408
600
600
740
925
925
820
a
anos
de
operação
o
data
fechamentto
13
27, 28
24, 26
12
10, 12, 15,
16
2
24
12
24
25
21
22
28
28
24
28
19
12
19
3
19
989
dez
z/02
dez
z/06
19
999
19
990
19
988
19
990
19
986
19
987
19
987
20
005
20
009
dez
z/06
dez
z/08
nov
v/99
mai/05
dez
z/97
19
991
dez
z/00
19
989
Existem
m outros 97 reatores n
no mundo q
que, por terem encerrrado sua vida útil, tam
mbém serão
o
descom
missionados..
Detalhe
es para o descomissio
onamento d
da central de Fukushima Daiishi
Em dezzembro de 2011 a em
mpresa Tep
pco (Tokyo Electric Po
ower Co.) informou qu
ue pretende
e
começa
ar a descom
missionar os reatores de 1 a 4 d
da Central Fukushima
a Daiishi re
emovendo o
combusstível irradia
ado do reato
or número 4
4. O program
ma de desccomissionam
mento deve durar entre
e
30 e 40 anos. A rem
moção do ccombustível irradiado dos reatoress 1- 3 deve sse iniciar em
m dezembro
o
de 2013
3. Haverá ta
ambém até 2014, a co
onstrução de uma pare
ede ao longo da costa em frente à
central para
p
conterr qualquer possível vazamento de água subterrânea conttaminada pa
ara o mar.
As ativid
dades foram
m distribuída
as em 3 eta
apas:
1. Até 2013 – Pessquisa e de
esenvolvime
ento para lid
dar com os fragmentoss
dos reatores d
danificados assim com
mo tratame
ento e disp
posição doss
duos nuclea
ares resultan
ntes.
resíd
2. Nos 10 anos sseguintes se
erão desco
ontaminadoss os três edifícios doss
reato
es. Serão iiniciadas ass
ores e repa
aradas as contenções
c
dos reatore
obra
as de desmo
onte
3. Em até
a 40 anoss deverão se
er terminadas o desmo
onte e a disp
posição doss
resíd
duos.
Em 26 de dezemb
bro de 2011 três emp
presas japo
onesas vend
dedoras de
e reatores (Hitashi-Ge
(
;
Mitisubishi e Tosshiba) se juntaram ao governo japonês e à Tep
pco no prrocesso de
e
descom
missionamen
nto desta central.
c
Ela
as farão pe
esquisas e dividirão custos
c
das atividades.
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132
XII – Conc
clusões
s
Passado
os dois ano
os e meio do acidente
e de Fukusshima, é ca
ada vez ma
ais claro que o uso da
a
energia nuclear vai continuar a crescer n
nas próxima
as décadas,, embora o crescimentto seja maiss
lento do
o que o pre
evisto antess do aciden
nte. Muitos países com
m programas nuclearess existentess
planejam
m expandi-llos. Outros países, tanto desenvolvidos como
o em desenvolvimento,, pretendem
m
introduzzir a energia
a nuclear. A AIEA ajuda
a a países q
que optam p
por energia nuclear parra usá-lo de
e
forma se
egura.
Os fato
ores que co
ontribuíram para esse crescente interesse incluem o aumento da demanda
a
global por
p energia, bem como
o preocupa
ações com a mudança
a climática, volatilidade
e de preçoss
dos com
mbustíveis fósseis, e a segurançça do abastecimento de
d energia.. Vai ser difícil para o
mundo atingir o du
uplo objetivvo de asseg
gurar o aba
astecimento de energia
a sustentável e reduzirr
gases d
de efeito esttufa sem a e
energia nucclear.
Os paísses que deccidiram banir a energia
a nuclear nã
ão eliminam
m de fato ass questões nucleares e
terão de
e lidar com
m questões como o de
esmantelam
mento de plantas, recu
uperação e gestão de
e
resíduoss antecipad
damente.
O cresccimento eco
onômico, a p
prosperidad
de e o aume
ento da pop
pulação leva
arão inevita
avelmente ao
a
aumento
o do consu
umo de ene
ergia nas próximas dé
écadas. Em entrevista em 9 de n
novembro de
2012, a diretora exxecutiva da IEA, Maria van der H
Hoeven decclarou que o
os países p
precisam se
er
honesto
os com os sseus cidadã
ãos sobre o impacto qu
ue decisõess de abandono da ene
ergia nuclea
ar
trarão q
quanto à seg
gurança de suprimento
o de energia
a, se ocorre
erão importa
ações, de o
onde, de que
fonte, p
por quanto, como será
á transmitid
da, etc. Se
egundo ela estas questões têm opções sã
ão
reduzida
as de soluçção. Segund
do o Diretorr Geral da A
AIEA, Yukiyya Amano, a taxa de e
expansão de
construçção das usinas nucle
eares pode
erá diminuir como co
onsequência
a de Fuku
ushima, ma
as
geração
o de energia nuclear ccontinuará e
em crescimento. O ano de 2012 foi, segund
do a ONU, o
ano Inte
ernacional d
da Sustentabilidade de Energia para todos e n
não se desccartará nenh
huma fonte..
A princiipal conseq
quência do fechamento
o de usinass
operacio
onais em alguns pa
aíses será,, como na
a
Alemanha, a perrda de bilh
hões de d
dólares em
m
investim
mentos já realizado
os, a criação
c
de
e
instabilidade noss sistemass de prrodução e
distribuiição de ene
ergia, a perrda de com
mpetitividade
e
para a indústria e a economia, a perda de
e empregoss
e o aum
mento do cussto da enerrgia para a p
população.
A coloccação das autoridades
a
estarem preocupadoss
com a segurança
s
não proced
de. Não hou
uve uma só
ó
morte derivada d
da exposiçção à rad
diação em
m
Fukushiima, enqua
anto que o terremoto e o tsunami
(causad
dores do acidente)) que sse seguiu
u
ocasion
naram maiss de 20.00
00 óbitos na região.
Segund
do o govern
no japonês apenas 8 dos 3.700
0
funcioná
ários foram expostos à radiação, m
mas mesmo
o
assim ssem expecta
ativas de m
maiores dan
nos a saúde
e
deles (a
até 1% de chance de da
anos no futu
uro).
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ência de Plan
nejamento Estratégico
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133
Expandir a oferta de energia elétrica e simultane
eamente re
eduzir os e
efeitos das mudançass
climática
as é o desa
afio que se apresenta
a
a
aos formulad
dores de po
olíticas enerrgéticas. A ssubstituição
o
de 137 reatores n
nucleares e
em término de vida útil, nos pró
óximos 20 a
anos, quer por outross
nucleare
es quer por outras fon
ntes energé
éticas, é um
ma questão
o que exigirrá investime
entos muito
o
expresssivos de tod
dos os paíse
es envolvid
dos. Os fato
ores geopolíticos que envolvem
e
o suprimento
o
de enerrgia também
m não pode
em ser desccartados e em
e muitos ccasos a ene
ergia nuclea
ar é a única
a
opção p
para garanttir maior se
egurança na
acional de suprimento
o e diminuição da exp
posição em
m
relação à volatilidad
de do preço
o do petróleo e à imporrtação de co
ombustíveiss.
Para qu
ue a energia
a nuclear se
eja parte do
o futuro o se
etor precisa
a vencer os enormes desafios que
e
vão dass dificuldade
es no suprim
mento de ma
ateriais com
mo forjados de grande porte
p
à falta
a de mão de
e
obra de
e engenhariia nuclear e em outrass engenharrias correlattas, além d
do envelheccimento doss
especia
alistas para o
os quais há
á dificuldade
e de reposiçção.
O intere
esse pelo de
esenvolvime
ento de novvas usinas n
nucleares pe
elo mundo ttem crescido
o. Além doss
atuais p
países que possuem ussinas nucle
eares, outross 65 manife
estaram o in
nteresse po
or esta fonte
e
de gera
ação de energia principalmente q
quando se leva em co
onta o volu
ume de ene
ergia que é
possíve
el gerar sem
m maiores emissões de
e poluentes,, e num esp
paço físico m
muito reduzzido. O uso
o
da ene
ergia nuclea
ar para a produção de hidrogê
ênio, de elletricidade para transporte, para
a
dessalin
nização ou para outrass aplicaçõess não tradicionais trarão demanda
as adicionaiss no projeto
o
de reato
ores avanççados, que serão menores, mais baratos, m
mais simplificados, além
m de terem
m
ciclos te
ermodinâmiccos mais efficientes.
Os técn
nicos, com seu
s conheciimento e exxperiência a
acumulada, são o capittal mais imp
portante dass
empresa
as, em esp
pecial na á
área nuclea
ar. Hoje há um “gap” de uma geração em termos de
e
educaçã
ão nuclear q
que o setorr tem como desafio ressolver. Dive
ersos paísess estão atua
ando para a
formaçã
ão de novo
os engenhe
eiros e técn
nicos, como
o a propossta do Dep
partamento de Energia
a
america
ano - DoE, que criou o programa
a universitário de enerrgia nuclearr no qual, e
entre outrass
ações, ssão oferecid
das aos esttudantes bo
olsas de estu
udo que che
egam a 150
0 mil dólares. O NRC –
Nuclearr Regulatoryy Commissio
on também tem progra
ama similar.
Algumas proposta
as como da
d Europea
an Safety Organizatio
ons que ccriou um instituto
i
de
e
treiname
ento específico para a
atender suass necessida
ades no cam
mpo da seg
gurança e da radiologia
a
caminha
am para dim
minuir os prroblemas fu
uturos. A prosperidade
e mundial e
em uma eco
onomia sem
m
carbono
o implica em
m mudar no
ossas fonte
es de energ
gia, e certam
mente há m
muitas formas de fazerr
isso, ma
as a mais prromissora é a nuclear.
As fonte
es livres de
e carbono não devem
m ser encarradas como
o competido
oras entre ssi, mas sim
m
como pa
arceiras no desafio de prover o mu
undo com e
energia limp
pa e abunda
ante.
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