Itália - Doria

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Itália - Doria
Se Arduino “di Narbonne,” ancestral dos Dorias genoveses, puder ser identificado a Arduino, conde di Canavese,
sua ascendência é a seguinte:
[i] Amadeus viveu no condado de Langres, e † após 827. Foi o pai de [ii] Anscario, conde de Oscheret, atestado
na Itália em 888 quando se tornou margrave de Ivrea; † 898-900. Da segunda mulher, Ermengarda di Lucca, n.c.
900, † após 932, filha do margrave Adalberto II de Ivrea, teve, entre outros, a [iii] Adalberto, conde de Pombia
em 932, de quem dá-se em geral como filho a [iv] Dado, conde de Pombia e de Milão, casado na família dos
Arduinici com uma filha de Arduino “Glabrione.” Foram pais de [v] Arduino, margrave de Ivrea e rei da Itália
de 1002 a 1013, † como um monge no mosteiro de Fruttuaria em 1015. Casou antes de 1000 com Berta, filha do
conde Otbert [Oberto] di Luni, margrave da Ligúria Ocidental, da família dos Obertenghi. Pais de, entre outros,
[vi] Arduino “Ardicino,” margrave de Ivrea, atestado em 1029. Teve, enfim, a [vii] Arduino, conde de Ivrea,
conde di Canavese, † c. 1089. Lutou na Apulia e na Sicília, por volta de 1040, e é aqui identificado ao Arduino “di
Narbonne,” ancestral dos Dorias, com filhos de Oria della Volta.
ARDUINO “DI NARBONNE.”
Personagem do qual só conhecemos notícias através de tradições que nos vêm pelo menos do século XIII. Eis uma delas: Traggono la loro origine da
Arduino,Visconte di Narbona, verso il 1050. Questo visconte passando da Genova per andare crociato a Gerusalemme si ammalò gravemente e fu ospitato in casa
di una vedova della famiglia De Volta, dove curato si innamorò di una delle sue due figlie a nome Oria [Orietta] e la tolse per sua. Ebbe da lei un figlio: Ansaldo,
che dal nome della madre fu detto “figlio d’Oria.” Outras variantes da narrativa tradicional dão o nome do pai desta Oria (Auria) della Volta; seria certo
Corrado della Volta, ou de Volta. Há um fato que sugere a verdade ao menos parcial dessa narrativa: em 1161, as casas dos della Volta e dos Dorias
eram lado a lado em Gênova, segundo Giovanni Scriba, vivendo juntos Ingo della Volta e seu filho Marchese, e, ao lado destes, Simon Doria. Além
do mais, sempre houve uma associação política e comercial entre os dois grupos familiares, o que sugere um parentesco entre as famílias. E, enfim,
uma ancestral de nome Oria ou Auria para esta família é um fato documentado. Por outro lado, é certo que Arduino di Canavese, neto de Arduino,
rei da Itália, e bisneto de Oberto, marquês da Ligúria Ocidental, da família dos Obertenghi, esteve na Ligúria c. 1040-1050, o que nos permite
identificá-lo ao ancestral dos Dorias. Como os três filhos citados de Arduino e Oria della Volta adotam o matronímico, seriam naturais.
...e fino dall’anno 1110 Martino e
Genualdo de filiis Auriæ assistettero
come testimonj alla sentenza resa dai
consoli di Genova Guidone Spinola e
Idone di Carmandino…(N. Battilana,
“Famiglia Doria.”)
Doria em Gênova:
De Oneglia a Portugal e
Brasil.
SIMON D’ORIA.
Personagem de grande projeção no seu tempo em Gênova. Lá nasceu entre 1130 e 1140; foi cônsul de
Gênova seis vezes, entre 1165 e 1188, quando combateu pelos interesses da pátria e de sua própria família na
Sardenha. Participou também das negociações subsequentes entre Gênova e Pisa, intermediadas por Frederico
Barbarroxa, pelas terras sardas. Combateu no assédio a S. João d’Acra ao lado de Filipe Augusto e de Ricardo
Coração de Leão em 1191, tendo sido nomeado almirante em Gênova no ano de 1189 para o fim de
comandar a frota genovesa que ia auxiliar os cruzados. Morre depois de 1195.
Ramo da Sardenha. NICCOLÒ D’ORIA
Teria nascido em Gênova por volta de 1150. Em 1188 testemunha um dos muitos acordos de paz com Pisa,
este patrocinado pelo papa Clemente III. Em 1197, desafiando o podestà genovês Drudo Marcellino, lançase ao mar numa expedição vitoriosa contra a Sicília; voltando a Gênova, viu que o podestà havia derrubado
a casa-torre dos Dorias no borghetto da família, junto à igreja de San Matteo. Sua revolta só é contida pela
ação do podestà em resposta. Foi cônsul da comuna em 1201. Em 1202 representa Comita II, sr. do julgado
de Torres na Sardenha, nas negociações para o casamento de Maria di Lacon, filha do próprio Comita II,
com o marquês Bonifazio di Saluzzo. Em 1207 comanda expedição militar à Sardenha contra os pisanos.
Em maio de 1212 hospeda em sua própria casa, em Gênova, o jovem imperador Frederico II. Citado nos
documentos genoveses pela última vez em 1224.
NICCOLÒ D’ORIA
N. pouco após 1210, é atestado em Gênova entre 1250 e 1263. Senhor vários dos feudos familiares na
Sardenha, c. (por volta de 1230) c. Preziosa, filha natural (legitimada pelo pai e depois pelo papa) de Mariano
III de Lacon, senhor do julgado de Torres na Sardenha, e sobrinha de Giorgia di Lacon, mãe deste Niccolò.
É um dos plenipotenciários que assinam, em 13.3.1261, o tratado de Ninfeu com os Paleólogos imperadores
de Bizâncio. Morreu em janeiro de 1276 e está enterrado em San Fruttuoso. Pais de:
Outros f.os: (1) Brancaleone
d’Oria, c.c. (1) Isotta Malaspina,
e (2) c. Costanza de Claramonte,
c.g. — os últimos senhores do
julgado de Arboria na Sardenha;
(2) Gotifredo. (3) Margherita,
† 1350, c.c. Barisone d’Alamanno
de’ Mari. (4) Valentina ou
Valensa) d’Oria, c.c. Stefano
Visconti, senhor de Milão; bisavós
de Valentina Visconti, c.c. Louis
d’Orléans, c.g. nos Valois da
França. (5) Isabella, c.c.
Manfredo IV, marquês de Saluzzo
e Montferrat. Era poetisa
provençal, do dolce stil nuovo.
CASSANO D’ORIA
(1312,26,42,†a.1367.)
Almirante em 1312 contra
os aragoneses. C.c.
Gironima del Carretto.
GIACOMO D’ORIA
C.c. Argenta, filha de Rubaldo Lercari, já viúva
em 1203. C.g. até hoje.
GUGLIELMO D’ORIA
Cônsul em Gênova em 1174; ainda vivo em 1190. Dele descendem os Príncipes de Oneglia,
depois Marqueses de Ciriè e del Maro, além da linha provençal da família.
ANDREA D’ORIA
C. em 1180 c. Susana di Lacon, filha
de Barisone II di Lacon, sr. do julgado
de Arboria na Sardenha.
PIETRO D’ORIA
Atestado no cerco de Damietta,
1219.
OBERTO D’ORIA
C.c. Mabilia... (pode ser confusão com
o filho Pietro.)
NICCOLÒ D’ORIA
Atestado em 1211 e 1265, c.g.
PIETRO D’ORIA
[1227-1271], † antes de 1274. C.c.
Mabilia, filha de Diotesalvi Casiccia.
OBERTO D’ORIA
N.c. 1230 em Gênova e † após 1295. Adquiriu o
senhor io de Dolceacqua, onde se fixaram seus
descendentes. Foi capitão de Gênova com Oberto
Spinola, e venceu Pisa na batalha naval de La Meloria,
em 6.8.1284. Em setembro de 1285 deixou
voluntariamente o cargo de capitão do povo de Gênova,
nomeando em seu lugar o filho Corrado d’Oria. Em
1295 procura atacar Veneza, sem sucesso, devido às
condições do mar.
Outros filhos: (1) Mar iano
d’Oria, † antes de 1275. (2)
Ricciardo d’Oria [12781287], c.c. Pietra di Fulcone de’
Castro, c.g. (3) Bonifacio
d’Oria (1271, † antes de
1331), c.c. Benedetta..., c.g. (4)
Lotterengo d’Oria, s.m.n.
Outros filhos: (1) Lanfranco d’Oria (1251), c.c.
Adelasia, filha de Ansaldo de’ Mari. (2) Ansaldo
d’Or ia [1247-1271, † antes de 1293]. C.c.
Caracosa... C.g. (3) Inghetto d’Oria, † antes de
1250, pai de Ughetto d’Oria, † 1294. (5) Niccolò
d’Oria [1227-1250]. C.c.Taddea di Federico Grillo.
(6) Mabilia d’Oria (1253), c.c. Lanfranco de
Rodolfo.
JACOPO D’ORIA
N. 1234, † 1294. Foi o analista, autor da
crônica genovesa de seu tempo. Educado
pelos franciscanos e dominicanos, aparece
como comerciante desde 1253. Em 1256
investe fundos na Tunísia com a marquesa
Contessina di Gavi, nora do poeta
Percivalle d’Oria. Em 1254 associa-se a
Ogerio Scotto em empresa comercial
naval; em 1276 está investindo na Armênia,
junto de Jacopo Boccanegra, irmão de
Guglielmo Boccanegra. Co-senhor de
Calvi, na Córsega, e senhor de Mornese.
Podestà de Voltri em 1273, embaixador a
Constantinopla em 1285; escreve seus
anais de 1280 a 1293.
A linha dos senhores de Dolceacqua é:
[i] Andreolo d’Oria, filho de Oberto
d’Oria e talvez de sua primeira mulher
Niccolosia di Barbaba Cybò, foi o pai
de:
[ii] Domenico d’Oria (1316), c.c.
Isabella di Guglielmo Camilla. P.d.:
[iii] Aimerio d’Oria, p.d.:
[iv] Imperiale d’Oria, † 1387. C.c.
Leona... P.d.:
[v] Ginevra d’Oria, e.o., atestada ainda
em 1403. C.c. Marco di Ceva d’Oria,
dos co-senhores de Oneglia.
Eis a linha dos Dorias da Provença:
[i] Montanaro d'Oria, filho de Guglielmo, supra; atestado em Gênova em 1185 e
1191. P.d.:
[ii] Percivale d'Oria, atestado em 1235, † 1275. Chefe gibelino, apoiou Frederico II
e Manfredi; era poeta provençal; governava a marca de Ancona e † na batalha cntra os
guelfos no rio Nera. C.c. Adelasia... . P.d.:
[iii] Simon d'Oria, † 1275. sem mais notícia. P.d.:
[iv] Paolo d'Oria, tronco do ramo provençal. Atestado entre 1275 e 1301. C.(1) c.
Argenta, filha de Emmanuele Zaccaria. C. (2) c. Giovanetta di Francesco Visconti. Do
primeiro leito:
[v] Leonardo d'Oria, atestado em 1321, † antes de 1332. C.c. Isotta… P.d.:
[vi] Lodisio d'Oria, citado em 1332 e em 1353. P.d.:
[vii] Leonardo d'Oria (1379), c.c. Argenta di Galeotto di Bernabò d’Oria. P.d.:
[viii] Lodisio d'Oria (1404 e 1410). C.c. Francesca Usodimare. P.d.:
[ix] Leonardo d'Oria (1433), c.c. Caterina Vivaldi. P.d.:
[x] Lazzaro d'Oria. Fixado em Marseille no século XV. C.g. na França e (talvez) na
Espanha, extinta na varonia a linha francesa. C.c. Francesca di Cesare di Francesco
d’Opicino d’Oria. Ainda atestado em 1510.
Ramo provençal.
NICCOLÒ D’ORIA
LAMBA D’ORIA
O mais obscuro dos quatro irmãos,
N.c. 1240, † 1323, enterrado em San Fruttuoso al
almirante na batalha de La Meloria.
Monte. Almirante de uma frota de 76 galeras que
C.c.Taddea Griffo.
partem de Portovenera em 29.8.1298, enfrenta os
venezianos comandados pelo almirante Andrea
ODOARDO D’ORIA
Outros f.os: (1) Castellano
Dandolo em frente à ilha de Curzola em 7.9.1298,
à tardinha, e na manhã de 8.9.1298. Vence os (1274, 1301.) C.c. [1], …; (1274, 1301), c.c. Marietta…,
venezianos, nesta batalha que matou de sete a dez c.c. [2] Isabella d’Oberto c.g. (2) Ugolino (1290). (3)
Piccamiglio.
Filippo.
mil combatentes adversár ios, e na qual foi
aprisionado Marco Polo. Foi declarado “salvador
Outros fiilhos: (1) Antonio,
da pátria,” e ganhou da comuna de Gênova um UGOLINO D’ORIA
†1344, c.g. (2) Elisia (1324,
(† a. 1338.) C.c. Orietta…
palácio em memória do feito.
1362), c.c. Gregorio
Ramo Doria-Lamba,
d’Emmanuele Cicala. (3)
LUCIANO D’ORIA
Filippo d’Oria. Em 1350
Príncipes de Angri. (1338, 1369). C.c. Violante di Leonardo
derrotou em Chios a frota
Gentile. Comandando 28 galeras
veneziana enviada pelo doge
genovesas, derrotou em Zara os venezianos
Andrea Dandolo. Sua filha
comandados por Vettor Pisani, mas morreu
Eubilla teria c.c. Neri Acciaioli,
na refrega (29.5.1379).
duque de Atenas. (4) Andrea
(1344). (5) Francesco (1344,
Filhos: (1) Ugolino (1415), c.c. Cattarina
†1393).
…, c.g. C. [2] c. Eliana d’Oria. (2)
Andreola d’Oria (1422), c.c. Niccolò
Outros fiilhos: (1) Salagro d’Oria (1338)
d’Oria, filho de Acciò d’Oria . (3)
c.c. Bianca di Aleramo Cibò, c.g. (2)
Galeazzo d’Oria (1415, † a. 1418), c.c.
Ugolino d’Oria (1338, 1344), olim
Isabella d’Oria (filha de Marco di Ceva),
Leonardo. (3) Giovanni d’Oria
c.g. (4) Goffredo (1392, 1398). (5)
(1379), c.c. … Gattilusio, c.g.
Luciano d’Oria c.c. [1] Bargaglina di
Senhores de Mornese.
Senhores de Dolceacqua.
Num texto do século XVI, a narrativa semilendária sobre a origem dos Dorias, na união
de um Arduino com Oria della Volta.
Ramo dos co-senhores
de Oneglia.
Outros filhos; (1) Babilano
d’Oria (1315). (2) Lazzaro
d’Oria. (3) … c.c. o conde
Griffo de Sassari. (4)
Percivale d’Oria (1313).
FEDERICO D’ORIA
Atestado em Gênova em 1297. Obscuro, comprou em 1298, com seu irmão Niccolò,
o feudo de Oneglia ao bispo Lanfranco, titular da diocese de Albenga, na Riviera
del Ponente. Seus descendentes foram, todos, co-senhores de Oneglia;
numerosíssimos no século XV, já não podiam mais viver dos rendimentos das terras
e voltaram-se para o comércio, para subsistirem. Foram ambos, Federico e Niccolò,
srs. de Borgo S. Agata. Federico teve seis filhos homens conhecidos.
NICCOLÒ D’ORIA
Compra, com o irmão Federico, o senhorio de Oneglia, onde
seus descendentes se fixam até vendê-lo a Domenicaccio
d’Oria, em fins do século XV. Niccolò d’Oria ainda vivia
em 1312.
EMMANUELE D’ORIA
Battilana chama-o Cattaneo
d’Oria; † a. 1314, c.c.
Margherita ... .
Outros f.os: (1)
Cattaneo, c.g.
(2) Cristofaro.
ANTONIO D’ORIA
Também conhecido como Aitone
d’Oria. Almirante genovês, citado
em 1314. Serve a Filipe VI de Valois
contra os ingleses no começo da
Guerra dos Cem Anos, e comanda os
besteiros lígures em Crécy (1346).
Outros f.os: (1) Manfredo
(1306), c.g. (2) Beatrice, c.c.
Odoardo di Guglielmo Cibò.
(3) Federico (1309). c.g. (4)
Giovanni, † a. 1324, viúva,
Cattarina.
Bastardos: (5) Giacomo,
Giorgio, Andrea, Antonio.
CEVA D’ORIA
C.c. Maria di Gaspare Grimaldi.
Morre em 1398, num confronto
com os guelfos de Gênova.
(1) Argenta d’Oria (1392), c.c. Leonardo di Lodisio d’Oria. (2) Clemenza
d’Oria (1392), c.c. Alaone d’Argone d’Oria, c.g. (3) Ginevra (1392), c.c.
Giacomo di Luchino d’Oria. (4) Fresca(1392), c.c. [1] Lorenzo d’Oria,
filho de Gaspare, e [2] c.c. Clemente Vento. (Pode ter um erro aqui, as datas
são inconsistentes.) (5) Niccolò Antonio, ob. inf. (1346).
1.
Outros filhos: (1) Ingo d’Oria [1227-1239],
c.g. (2) Antonio d’Oria, em Gênova em
1227. (3) Lanfranco d’Oria, cônsul de
Gênova junto com Manuele, em 1215; depois
atestado em 1225 e 1235.
Cortesina d’Oria
C.c. Ingo di Guglielmo della Volta,
neto de Corrado, cônsul da comuna,
c.g.: Cattaneo della Volta.
Vinciguerra Imperiale, c.g., e [2] c.c.
Ginevra di Galeotto Centurione
Becchignone. C.g.
(1) Antonio (1360), c.c. Eliana
d’Isnardo d’Oria, c.g. (2) Odoardo
(1390), c.g. (3) Eliana d’Oria,
c.c. Ceva di Percivale d’Oria, ao
lado, e depois com Odoardo
Cattaneo. (4-7) Tebaldo (1390),
Niccolò (assediou os aragoneses
em Sassari, 1347), Giorgio
(1388), Giuliano († a. 1388), c.c.
Beatrice…, c.g. (8) Enrichetto,
c.c. Andreola…, c.g.
Outros filhos: (1) Violante
d’Oria, c.c. Lazzaro
d’Imperiale d’Oria, neto de
Marco di Ceva d’Oria. (2)
Davide, † 1520 e (3) Anton
Raffaele, † 1518, ambos
mercadores.
BARCA D’ORIA
† 1210. Corsário, ao que parece. O
nome é uma alcunha,“o Gordo.” C.g.
até hoje.
Outros filhos: (1) Guglielmo d’Oria,
atestado em 1235, † 1248. C.c. Guglielma
di Tommaso Stancone, c.g. (2) Babilano
d’Oria. (3) Percivale d’Oria, associado
ao pai na mediação sarda, 1234.
BABILANO D’ORIA
N.c. 1240 (data estimada, por ser primogênito Branca, n.c.
1230), † antes de 1316. É enviado por volta de 1270 por
seu primo Oberto Doria, capitão de Gênova, à Riviera del
Ponente, como vigário do governo genovês para pacificála e expulsar grupos de malfeitores lá estabelecidos. C.c.
Leona, filha de Oberto Savignone.
GALEOTTO D’ORIA
Atestado em 1325; c.c.
Giovanna di Giovanni
Lomellini.
Valentina d’Oria ou Valensa d’Oria foi mulher de
Stefano Visconti, senhor de Milão; foram bisavós de
Valentina Visconti, duquesa de Orléans, ancestral da
segunda linha dos Valois. Valentina Doria casou-se
primeiro com o marquês Franceschino del Carretto,
de quem teve uma filha, Tiburzina. Casa-se em
seguida com Stefano di Matteo Visconti, de quem
deixa três filhos, Matteo, Bernabò e Galeazzo,
Bernabò nascido em 1323. Morre-lhe o marido
Stefano, envenenado, em 1327, mas Valentina tem
um fim tranquilo em 1359, estando enterrada ao lado
de Stefano Visconti na igreja de S. Eustorgio em
Milão. Sua irmã Isabella d’Oria, poetisa provençal,
de vida mais tranquila, casa-se com Manfredo IV,
marquês de Saluzzo e de Montferrat.
Filho...
† antes de 1125.
ENRICO D’ORIA
S.m.n.
MANUELE ou EMMANUELE D’ORIA
Sr. de Valle Stellanello e de Andora. N.c. 1180 ou pouco antes, em Gênova; atestado em 1202, quando comprou, de um filho de Obizzo
Malaspina, em sociedade com Guglielmo Embriaco, certos direitos de pedágio no Val di Trebbia. Em 1210, com trinta anos ou mais,
casa-se com Giorgia (na forma dialetal sarda, Iurgia) di Lacon, filha de Comita II di Lacon, sr. do julgado de Torres, e neta de Barisone
II de Lacon, por um breve período rei da Sardenha. Foi cônsul da comuna em 1215; representou então Gênova no quarto Concílio de
Latrão. Podestà de Savona como o pai, em 1223; depois, em 1225, podestà de Albenga. Atestado desde 1223 nos feudos da família na
Sardenha, em setembro de 1224 induziu o cunhado Mariano III di Lacon, irmão de Giorgia, a renovar a aliança com os genoveses.
Dois incidentes marcam, ainda, a vida de Manuele Doria. Em 1233 conspiram vários sardos contra o herdeiro de Torres, Barisone, uma
criança, filho de Mariano di Lacon. Entre eles, mais notório, Michele Zanche, futuro sogro de Branca Doria. Mal sucedida a conspiração,
os conjurados fogem para Gênova, onde pedem, já em 1234, a Manuele Doria e a seu filho Percivale, que sirvam de intermediários entre
os conjurados e os Lacon.A paz é feita. Então, traiçoeiramente, já retornados à Sardenha os conjurados, entre os quais Zanche, provocam
em 1235 uma insurreição na qual morre o pequeno Barisone. Ainda em 1241, junto com o irmão Ingo, e mais o primo, o poeta
Percivale Doria, Manuele Doria tentou derrubar o governo guelfo em Gênova. Fracassando, submetem-se todos e são os Dorias
conspiradores banidos da pátria durante dez anos. Em 1246 esteve Manuele Doria em Florença, como vigário do podestà Frederico de
Antióquia, um dos bastardos de Frederico II. Em 1248 Manuele é feito podestà em Como, na qualidade de um dos mais notórios
gibelinos da Itália. Terminado o banimento, em 1251 volta a Gênova, quando, por influência do papa Inocêncio IV, um Fieschi, recebe
uma quantia compensatória como espécie de anistia pelo seu exílio já cumprido. Torna-se, no mesmo ano, um dos conselheiros da
comuna, quando negocia, junto ao filho Niccolò, um pacto com Florença para atacar Pisa.
BERNABÒ D’ORIA
Foi capitão do povo de Gênova, † 1337.
C.c. Eliana di Federigo Fieschi, † este
antes de 1314, e de s.m. Chiara….
Federigo Fieschi era irmão de Ottobono
Fieschi, o papa Adriano V (†1276), e
sobrinho de Sinibaldo Fieschi, o papa
Inocêncio IV (reinou de 1243 a 1254).
Oberto d’Oria
S.m.n.
ANSALDO D’ORIA
Personagem historicamente documentado, nele começam as genealogias
contínuas desta família. Foi cônsul de Gênova em 1134 e depois em 1147,
e como cônsul esteve na tomada que os de Castela fizeram a Almería e
Tortosa — pois há muito tinham os genoveses vínculos com a Espanha.
Giovanni Scriba refere-se a este, em 1156, seja como Ansaldo Doria, seja
apenas como Doria. Casou com Anna..., filha de Niccolò... Talvez tenha
se casado com uma prima Doria em segundas núpcias. Do primeiro
casamento, pai de três filhos.
Versão 3.0, Janeiro de 2003.
Francisco Antonio Doria
BRANCA D’ORIA
Branca significa “garra.” N.c. 1230 e † 1325, talvez decapitado por ordem
dos aragoneses. Sr. de Logudoro na Sardenha, c. em começos cde 1253
c. Caterina, filha de Michele Zanche, amante ou marido de Adelasia,
herdeira dos Lacon no julgado de Tores na Sardenha. Aparece em vários
documentos entre 1259 e 1271 — quando (p.e.) “vende por nove liras
um escravo de pele negra.” Teria feito assassinar, no verão de 1275, à
traição, o sogro, no meio de um jantar que lhe era oferecido; é o episódio
imortalizado por Dante. Casa logo em seguida o filho Bernabò com
uma das herdeiras dos Fieschis, sobrinha e sobrinha-neta de papas, e
através desta aliança com os guelfos passa a ter um comportamento
filoguelfo. Teria assassinado, também em 1275, o irmão Mariano. E’
generoso com os subalternos; doa terras e liberta escravos. Muito idoso,
é banido de Gênova pelos guelfos (retornara à parte gibelina) em
17.3.1325; capturado pelos aragoneses, testemunhos dizem que foi
condenado à morte e executado. Foi, nos começos do século XIV, na
prática o senhor de Gênova, e é quem recebe em casa, no borghetto dos
Dorias, o imperador Henrique VII de Luxemburgo em 1314.
Outros filhos: (1) Pietro
d’Oria, e (2) Rubaldo
d’Oria.
MARTINO D’ORIA
Atestado em 1110 em Gênova. Fundou em 1125 a paróquia
gentilícia da família, onde está a igreja de San Matteo, padroeiro
destes Dorias. Ainda vivo em 1130, quando assina documento no
qual se determina que a cidade seja governada por dois cônsules
eleitos. C.c. Giulia di Gandolfo Visconte.
ANSALDO D’ORIA
GENUALDO D’ORIA
(Também chamado Zenoardo; o nome deriva-se de
Genua, baixo latim para Ianua, Gênova.) Um documento
de 1110 cita-o, e ao irmão, Martino.
Outros f.os: (1) Andreolo
(1417,27), c.c. Maria Calvi, s.g.
(2) Achille (1417). (3) Despina,
†a. 1434. (4) Teodora (1417),
c.c. Teodoro Grillo. (5) Raffaele,
c.c. Chiara Cattaneo. (6) Carlo
d’Oria (1417), avô de Filippo di
Bartolommeo, †1563, almirante,
conde de Canosa e de Sassocorvaro.
CEVA D’ORIA
N.c. 1430, † 1476. Cosenhor de Oneglia, c.c.
Caracosa di Enrichetto
d’Oria, dos senhores de
Dolceacqua.
PERCIVALE D’ORIA
(1297). S.m.n.
GIANO D’ORIA
S.m.n.
ALERAMO D’ORIA
C.c. Andreola…
Outros f.os: (1) Raffaele. (2) Lodisio d’Oria
(1355), c.c. Alterisia… P.d., entre outros,
a Luigia ou Aloisia d’Oria, que c.c.
Battista di Napoleone Lomellini. C.g.: e.o.,
Isabella Lomellini, que c.c. Lodisio
Centurione, †1499, grande banqueiro, e
p.d. Geronima Centurione, c.c.
Francesco di Aleramo d’Oria.
ANDREA D’ORIA
Patriæ Liberator.
N. em 30.11.1466 em Oneglia, † em Gênova em
25.11.1560. Em 1485 passou a Roma, a serviço do papa
Inocêncio VIII Cibò; serviu a diversos príncipes italianos
desde então, como os duques de Urbino, os reis aragoneses
de Nápoles, e Cesare Borgia. Entre 1503 e 1506 esteve
na Sardenha, junto a Niccolò d’Oria. Lutou ao lado de
Francisco I de França, seu distante parente, na batalha de
Pavia. Em 1528 passou ao serviço de Carlos V, e em
9.9.1528 foi aclamado em Gênova como seu virtual
senhor; recusou, no entanto, a coroa principesca. Em
1547 a conjura dos Fieschi assassina em Gênova seu
herdeiro nos bens e no título principesco, o primosobrinho Gianettino d’Oria; a repressão aos conjurados
é brutal, e Andrea d’Oria faz inclusive assassinar Pier
Luigi Farnese, ligado a Gian Luigi Fieschi di Lavagna e
a Giulio Cibò, senhor de Massa, adversários acérrimos de
Andrea. Sem limites morais, mas brilhante nas ações, foi
um dos melhores exemplos de grande senhor renascentista
na Itália. Príncipe de Melfi (Amalfi), deixou como
herdeiros os descendentes de Gianettino. C.c. Peretta
Usodimare, marquesa viúva del Carretto, neta materna
de Inocêncio VIII, s.g.
CEVA D’ORIA
Atestado em 1345. C.c. Eliana
ou Andreola, filha de Cassano
di Bernabò di Branca d’Oria.
Filhas: (i) Argenta (1395) c.c. Luchino
d’Oria. (ii) Linò, c.c. Bonifacio Rotario,
ACCIÒ D’ORIA
de Asti.
(1382, †a.1404), c.c. Maria
d’Ottobono Grillo
NICCOLÒ D’ORIA
(1409), c.c. Andreola di Luciano
d’Oria.
Pais de: (1) Accio (1435). (2)
Niccolò olim Battista (1427,35),
c.c. Violante di Pagano de’ Marini.,
c.g. (3) Eliana, c.c. Leonello
d’Oria, filho de Aleramo, ao lado.
(4) Teodora (1437), c.c. Pietro
Fallamonica. (5) Ceva, c.g. (6)
Luciano. (7) Isotta (1409,1429).
(8) Despina (1409).
FRANCESCO D’ORIA
Atestado em 1417. Co-senhor de Oneglia. C.(1)c.
Cattarina Grimaldi, filha de Giorgio Grimaldi, sr. de
Antibes. C.(2)c. Catetta di Cattaneo d’Oria.
Outros f.os: Primeiro
leito, (1) Catteta, c.c.
Simone Calvi.
Mãe não especificada: (2)
Andreolo (1460). (3)
Benedetta, c.c. Paolo
d’Oria. (4) Branca
d’Oria (1460), c.c.
Niccolosia di Tedisio
d’Oria, c.g. (5) Ginevra
(1460).
LEONELLO D’ORIA
(1427). C.c. Eliana di
Niccolò d’Accio d’Oria.
GIOVANNI D’ORIA
Primeiro leito. Citado em 1460, c.c.
Luigia di Tedisio d’Oria.
Outros f.os: (1) Pellegra (1556),
c.c. Lodisio di Alaone d’Oria. (2)
Francesco d’Oria (1557), c.c.
Maddalena di Secondo Spinola.
Outros f.os: (1)
Geronima (1560),
c.c. Tommaso di
Paolo di Giovanni
d’Oria. (2) Peretta,
c.c. Giulio Cibò. (3)
Vittoria Luigia
(1560) c.c. Giuseppe
Malaspina.
Outros f.os; (1) Martino, c.g. (2-4) Giorgio, Niccolò, Benedetto (ileg.) (5)
Castellano (1297,1338). De seu neto Lazzaro di Castruccio era filha
Clemenza d’Oria, mulher de Giacchetto Italiano.
Outros filhos: (1-7) Bonifacio, Paride, Michele,
Urbano, Percivale, Brasco, Carlo. (8) Emmanuele,
c.c. Violante… e (9) Giano (1405) c.c. Selvaggia di
Niccolò Guasco.
Outros f.os: (1-3) Bianca, Antonio (1461), Pancrazio.
(4) Stefano (1461, 1495) c.c. Ginevra d’Ignazio d’Oria,
s.g. (5) Bernardo (1461) c.c. Maria di Daniele
Centurione Becchignone, c.g. (6) Cattarina, c.c. Stefano
TOMMASO D’ORIA
di Visconte Torre, e depois com Pietro Ferro. (7)
Atestado em 1498, c.c. Maria di Battista, c.c. Catteta di Cipriano Lomellini. (8) Luciano
Lorenzo Grillo.
(1461, †91), c.[1]c. Orietta di Luciano d’Oria, c.g. e
[2]c. Argenta di Cesare d’Oria.
GIANETTINO D’ORIA
† 1547. Foi assassinado pelos sicários de Gian
Luigi Fieschi, conde de Lavagna; c.c. Ginetta di
Carlo d’Adamo Centurione, mercador enriquecido
que servira ao grande Andrea [5]. Segue-se a
linha dos Doria-Pamphilj-Landi:
[i] Gian Andrea (I) d’Oria. Lutou em Lepanto;
vivo em 1604. C.c. Zenobia, filha de
Marc’Antonio del Carretto e neta paterna do
primeiro casamento de Madama Peretta
Usodimare, in Carretto. P.d.:
[ii] Andrea (II) d’Oria. C.c. Giovanna, filha
de Fabrizio Colonna. P.d.:
[iii] Gian Andrea (II) d’Oria. C.c. Polissena
Landi, filha herdeira de Ludovico Landi. Príncipe
de Torriglia e de Valditaro. P.d.:
[iv] Andrea (III) d’Oria-Landi. Príncipe de
Torriglia e de Valditaro. C.c. Violante di Niccolò
Lomellini. P.d.:
[v] Gian Andrea (III) d’Oria-Landi. Príncipe
de Torriglia, c.c. Anna Pamphili, filha herdeira
de don Camillo Pamphilj, príncipe de Valditaro.
C.g.: Doria-Pamphilj-Landi.
Doria-Pamphilj-Landi.
Outros filhos: (1) Baldassare (1409),
c.c. Selvaggia Grillo, s.g. (2)
Ginevra, c.c. Adamo Centurione.
Avós de Giovanetta di Carlo
Centurione, c.c. Gianettino d’Oria,
herdeiro do grande Andrea, abaixo.
(3) Ceva. (4) Isolta, c.c. Illario de
Marini (1425).
ALERAMO D’ORIA
† antes de 1461. C.c.
Giacoba di Marchio
(Melchiorre) Vivaldi.
MARCO D’ORIA
† antes de 1403. C.c. Ginevra di
Imperiale d’Oria.
Outros f.os: (1) Isotta, c.c.
Marco de’ Marini. (2)
Maria, c.c. Brancaleone
d’Oria. (4-6) Teodora,
Sescarina, Geronimo.
IMPERIALE D’ORIA
[1413, 23, 39]. C. [1] c. Maria, filha de
Ottobuono Scotto Salvago. C. [2] c.
Bianca di Lodisio di Castruccio d’Oria.
Outros filhos: (1) Isabella,
c.c. Galeazzo di Luciano
d’Oria. (2) Lazzaro
(1413). (3) Andrea
d’Oria, c.c. Argenta di
Sorleone Salvago.
Filhos do primeiro leito: (1) Pellegro
(1464), c.c. Aranetta di Antonio di
Matteo d’Oria. S.g. (2) Lazzaro
d’Oria, c.c. a prima, irmã do grande
Andrea d’Oria, Violante d’Oria. (3)
Benedetto. (4) Francesco d’Oria
(1464), c.c. Pellegra di Antonio
Sopranis.
Outro filho do segundo leito: (1) Stefano
(1439).
Dorias na
Madeira
(Portugal).
ANTONIO D’ORIA GIOVANNI D’ORIA LODISIO D’ORIA
2o. leito. Identificados aos homônimos que D. Gioffrè
reconhece na Madeira em 1480. Assim, este Lodisio
d’Oria é o pai de Leonor Doria, c.c. Ruy Gonçalves
de Velosa, ancestrais dos Dorias da Madeira.
FRANCESCO D’ORIA
Casou com Gironima Centurione, filha do banqueiro Luigi Centurione Scotto e de
Isabella Lomellini. Centurione, com o cunhado Eliano Spinola — Eliano era casado
com Argenta, irmã de Isabella; filhas de Battista Lomellini e de Luigia Doria,
prima esta, no 2o. grau misto com 4o., de Andrea Doria — e a Baldassare Giustiniani,
ganham em 1471 o direito de explorar o alume de Tolfa, que pertencia ao papado.
Aplicando seus ganhos, Centurione envia à Madeira, em 1478, Cristoforo Colombo como seu agente, para comprar caixas de açúcar, e apesar do insucesso deste
negócio específico, permanece até o fim da vida ligado ao almirante (Luigi
Centurione † 1499). Francesco Doria é o banqueiro de Sevilha que financia a
parte de Colombo na viagem de Nicolau Ovando à América em 1502, e igualmente
identifica-se ao pai de Cristóvão Doria, navegador natural de Faro, no Algarve.
Dorias na Bahia
(Brasil).
Outros fos. legítimos: Niccolò, Scipione,
Brasco, Federico. Ilegítimos: Vespa,
Milone, Alaone.
ALERAMO D’ORIA
Filho de Gironima Centurione, terceiro do nome Aleramo, nascido antes de 1508
em Gênova, é atestado num padrão de juros de 1.1.1557, passado em nome de D.
João III em Lisboa, dando-lhe 80$000 rs perpétuos anuais sobre a alfândega de
Lisboa. Neste padrão é dado como “genovês, vizinho da cidade de Gênova e lá
morador,” e tem como agente em Lisboa a Benedetto Centurione. D. João III diz
ainda que Aleramo Doria financiou-lhe, “a câmbio,” em parte, as expedições
portuguesas à África e à Ásia. Este Aleramo Doria (“Alaramo,”“Laramo,”“Loramo”)
é identificado ao “Lourenco” de Oria que é o pai da “criada da rainha D. Catarina”
Clemenza Doria. Eis passagens do padrão de 1557: Dom Joam & c aquamtos esta
minha quarta virem façosaber que considerando ...o lugar o quetenho em africa que pollos
Reys destes Reynos foram ganhados ao muyto trabalho edespesa ...y nas partes da Jndia y
alem della foy necesairo fazer gramdes guastos edespesas ...se tomou gramde somae camtidade
dnr.o [de dinheiro] acaimbo ...ep.r quamto alarame doria genoves Vizinho da cidade degenova
eLaamorador p.r meservir eajudar ...alarame doria porseu Respondemte benedito centurjão
estamdo nestacidade ...pmr.o diadeJan.ro do dito anno de bLvij ...Afolhas Vay asynada p.lo
barão daluyto... Aleramo Doria casou com Benedetta, filha de Alessandro Cattaneo.
Identificado ao tronco dos Dorias da Bahia.
Outras filhas: (1) Gironima,
c.c. Bartolommeo d’Andrea
d’Oria. (2) Ginevra, c.c.
Stefano Rocca, de Savona.
Outros filhos: (1) Margarita, c.c. Pietro di
Ludovico Spinola. (2) Niccolò. (3) Catteta. (4)
Cristóvão Doria, bastardo talvez, n. Faro
(Algarve) no começo so século XVI, esteve no
Brasil c. 1525 e depois governou São Tomé e
Príncipe antes de 1562. (5-6) ? Baldassare
(“Baltazar Doria,” 1522) e Lodisio (“Luis
Douria,” 1529), atestado o primeiro como
procurador do número de Loulé, e o segundo
num perdão, em Albufeira.

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