Normas de publicação - Centro Interdepartamental de Tradução e

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Normas de publicação - Centro Interdepartamental de Tradução e
Cadernos de Literatura em Tradução
Normas para a elaboração de artigos, resenhas e traduções comentadas
Especificações gerais
Fonte: Times New Roman
Tamanho da fonte: 12
Margens: direita = 3 cm; esquerda = 3 cm; superior = 3 cm; inferior = 3 cm
Espaçamento: 1,0 (título; nome do autor; resumo; palavras chave; referências) e 1,5 (texto)
Títulos de seções/itens e subitens: fonte 12, em negrito
Página inicial
(1) Título e subtítulo (se houver): centralizado e em negrito
(2) Nome(s) do(s) autor(es): alinhado(s) na margem direita
Para artigos:
(3) Resumo (na língua do texto): em itálico
(4) Palavras chave (na língua do texto): 3 a 5 palavras, em itálico
Termos técnicos: em negrito
Siglas: quando apresentadas pela primeira vez, a forma completa do nome deve preceder a
sigla:
Centro Interdepartamental de Tradução e Terminologia (CITRAT)
Notas: devem figurar no final da página (“nota de fim de página” ou “nota de rodapé”)
Apêndices e anexos: devem ser colocados depois das referências
Ilustrações
Ilustrações/figuras que acompanhem os trabalhos devem ser enviadas em arquivo separado,
no formato jpeg, com indicação do nome do autor e número da imagem. No corpo do texto
deve ser indicado, entre colchetes e por numeração, o local onde deverão ser inseridas, e
inclusas as legendas que as acompanhem, também, entre colchetes. Cada legenda deverá
conter o número da figura, o nome do autor e o título da imagem, separados por ponto final
e, separados por vírgula, o nome do autor da obra onde está a imagem, o título, em itálico, e
os dados da edição, na ordem: cidade, nome da editora e data. Quando se tratar de obra
exposta em museu ou galeria de arte, os dados da edição devem aparecer na ordem: (local
onde foi criada a obra) data, nome do museu/galeria, cidade onde se localiza e dados de
catalogação:
Nnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn
1
nnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn
nnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn
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nnnnnnnn
[inserir figura 1]
[Figura 1. Francis Hayman. “Dom Quixote recebendo o título de cavaleiro”. Miguel de
Cervantes, The History and Adventures of the Renowned Don Quixote, London, A. Miller,
1755]
Nnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn
nnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn
nnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn
nnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn
nnnnnnnn
[inserir figura 2]
[Figura 2. Salmo 1. Le psaltier d’Utrecht, Reims, ca. 820-835.
Universiteitsbibliotheek, Utrecht, fac-símile digital do Ms. 32, fólio 1v]
Utrechtse
* As ilustrações serão publicadas a critério dos editores, de acordo com as leis de direitos
autorais para uso de imagens.
Disposição de traduções e originais
As traduções e respectivos originais deverão figurar em fonte 11, e dispostas lado a lado ou
uma após a outra. Quando colocadas lado a lado, em tabela, as margens da tabela deverão
ser apagadas.
Citações
•
Diretas, ipsis literis, de autor único: compostas de até três linhas, devem ser descritas no
corpo do texto, entre aspas, com a indicação da fonte nos seguintes modelos:
De acordo com Zwilling (2010, p. 73), “[o] coro da Capela Real e de outras
instituições como de St Paul, costumava incluir música de violas na execução de peças”.
A autora afirma que “[o] coro da Capela Real e de outras instituições como de St
Paul, costumava incluir música de violas na execução de peças” (ZWILLING, 2010, p. 73).
•
Diretas, ipsis literis, de autor único: compostas de mais de três linhas, devem ser
descritas como nos modelos abaixo:
Em sua análise das traduções brasileiras de The Call of the Wilde, de Jack London,
Hirsch (2006, p. 66) observa o seguinte, com relação ao título da obra:
2
Os tradutores não chegaram a um consenso sobre o significado do título original
e Clarice Lispector, por exemplo, intitulou sua versão de Chamado selvagem,
adotado por mais dois tradutores. Na versão do Clube do Livro a obra se chama
Vozes da floresta, e Rui Silva batizou-a de Apelo da selva. A ambiguidade do
termo “call”, que pode significar um grito ou uma voz, mas também apelo ou
chamada, criou logo de início um desafio aos tradutores, que se viram obrigados
a optar por uma das acepções.
A autora descreve, ainda, o primeiro título que a obra recebeu, Grito da selva, na primeira
tradução realizada por Monteiro Lobato e publicada pela Cia. Editora Nacional, em 1935
(HIRSCH, 2006, p. 66).
•
Quando se tratar de dois ou mais autores, a fonte de ser indicada das seguintes
maneiras, para cada modelo:
De acordo com Delisle e Woodsworth (1995, p. 191)...
(DELISLE; WOODSWORTH, 1995, p. 191)
De acordo com Delisle et. al. (1999, p. 28)...
(DELISLE et. al., 1999, p. 28)
•
No caso das citações indiretas, de um, dois ou mais autores, os modelos de indicação da
fonte são os mesmos acima, usando-se apud para indicar a referência indireta:
Eis o pensamento de Ferreira, descrito em A herança, de 1956:
Há quatorze anos que o nosso lema é: o bom livro pelo preço mínimo. Os nossos
distintos associados, amigos e leitores são testemunhas insuspeitas da
imparcialidade, da elevação, da utilidade, e da correção, com que mantemos a
nossa linha editorial durante todo êsse tempo, o que conquistou, não só a
simpatia e o decisivo apoio da nossa rede de sócios, como o aplauso da imprensa
e da opinião pública, dos intelectuais e do próprio poder público (FERREIRA,
1956 apud MILTON, 2002, p. 38).
• As citações em língua estrangeira devem ser traduzidas. Podem ser utilizadas a(s)
tradução(ões) da obra, se houver, ou a versão do autor do trabalho. Quando a obra tiver
sido traduzida é facultativa a descrição do original, bastando mencionar o nome do
tradutor, entre parênteses, no final da citação, e que deverá figurar na referência
bibliográfica da obra em questão. No caso da última opção, quando a obra não possuir
tradução em português, deve-se indicar a autoria da tradução — geralmente o nome do
autor (da mesma maneira que no primeiro caso, entre parênteses, no final da citação) — e o
trecho original deve figurar em nota, entre colchetes e sem letra maiúscula no início ou
pontuação final:
3
Robinson (2002, p. 43) afirma que “[o]s tradutores e os intérpretes são leitores vorazes de
quatro livros ao mesmo tempo, em várias línguas, ficção e não-ficção, assuntos técnicos e
de ciências humanas, qualquer coisa e tudo” (tradução de Jussara Simões).
Na nota pode constar, a critério do autor do trabalho:
[translators and interpreters are voracious and omnivorous readers, people who are typically in the middle of
four books at once, in several languages, fiction and nonfiction, technical and humanistic subjects, anything
and everything]
De acordo com Delisle et. al (1999), um anglicismo é uma “palavra ou expressão particular
à língua inglesa e que não possui equivalente literal em outra língua” (minha/nossa
tradução).
Na nota, deve necessariamente constar:
[expresión propia de la lengua inglesa que no tiene equivalente literal em otra lengua]
* As citações de mais de três linhas devem ser compostas em fonte tamanho 11, com
espaçamento simples, alinhamento à direita, com 3 cm de margem esquerda.
Referências
Para as referências, os modelos são os seguintes:
HIRSCH, Irene. Versão Brasileira: Traduções de Autores de Ficção em Prosa NorteAmericanos do Século XIX. São Paulo: Alameda, 2006.
ROBINSON, Douglas. Construindo o Tradutor, tradução de Jussara Simões. Bauru:
EDUSC, 2002.
DICKENS, Charles. The Personal History of David Copperfield, ilustrações de Hablôt
Knight Browne. London: The Fraser Press, 1970.
________. David Copperfield, tradução e adaptação de Hildegard Feist, ilustrações de Luiz
Maia. São Paulo: Scipione, 2010.
DELISLE, Jean; WOODSWORTH, Judith (eds.). Translators Through History.
Amsterdam: John Benjamins Publishing Co./UNESCO Publishing, 1995.
DELISLE et. al. (eds.) Terminologie de la Traduction. Amsterdam/Philadelphia: John
Benjamins Publishing Co., 1999.
Artigos:
CAMPOS, Haroldo. “Da Tradução como Criação e como Crítica”. In: Metalinguagem. Rio
de Janeiro: Vozes, 1967. pp. 21-38.
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BENJAMIN, Walter. “The Task of the Translator: An Introduction to the Translation of
Baudelaire’s Tableaux Parisiens”, tradução de Harry Zohn. In: VENUTI, Lawrence (ed.).
The Translation Studies Reader. London/New York: Routledge, 2000. pp. 15-25.
DIMITRIU, Rodica. “Omission in Translation”. In: Perspectives: Studies in Translatology,
Vol. 12, No. 3, 2004. pp. 163-175.
Websites:
“Nelson Ascher” (entrevista concedida a Rodrigo de Souza Leão). Página eletrônica:
www.jornaldepoesia.jor.br/nah03.html. Consulta realizada em 05 de maio de 2011.
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