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projeto pedagógico curso
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PROJETO
PEDAGÓGICO
CURSO:
Engenharia de Produção
2013
Projeto Pedagógico – Curso Engenharia de Produção
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SUMÁRIO
1.
INSTITUIÇÃO ........................................................................................................................................................4
1.1.I DENTIFICAÇÃO .......................................................................................................................................................4
1.2. HISTÓRICO DA I NSTITUIÇÃO ....................................................................................................................................4
1.3. MISSÃO .................................................................................................................................................................5
1.4.I NSERÇÃO REGIONAL ...............................................................................................................................................5
1.5. DADOS DO CURSO ..................................................................................................................................................6
2.
ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA .......................................................................................................8
2.1. CONTEXTO EDUCACIONAL.......................................................................................................................................8
2.1.1. Implementação das Políticas Institu cionais constantes no PDI, no âmbito do cu rso ...................8
2.1.2. Auto-avaliação do curso ....................................................................................................................... 10
2.2. PROJETO PEDAGÓGICO........................................................................................................................................ 12
2.2.1. Objetivos do curso ................................................................................................................................ 12
2.2.2. Perfil do Egresso .................................................................................................................................... 13
2.2.3. Estrutura curricular ............................................................................................................................... 15
2.2.4. Conteúdos Curricula res ......................................................................................................................... 26
2.2.5. Metodologia ........................................................................................................................................... 58
2.2.6. Atividades Acadêmicas articuladas à formação .............................................................................. 60
2.3. A TENDIMENTO AO DISCENTE ................................................................................................................................ 73
3. CORPO DOCENTE................................................................................................................................................... 78
3.1. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA .............................................................................................................................. 78
3.1.1. Atuação do Coordenador do Curso .................................................................................................... 78
3.1.2. Núcleo Docente Estruturante – NDE .................................................................................................. 81
3.1.3. Colegiado de curso ou equivalente ..................................................................................................... 82
3.2. PERFIL DOCENTE ................................................................................................................................................. 83
3.2.1. Corpo Docente........................................................................................................................................ 83
3.2.2. Produção Científica ............................................................................................................................... 88
4. INSTALAÇÕES FÍSICAS........................................................................................................................................... 90
4.1. I NSTALAÇÕES GERAIS........................................................................................................................................... 90
4.1.1. Sala de Professores e Sala de Reuniões ............................................................................................. 90
4.1.2. Gabinete de Trabalho para Professores Tempo integral e coordena ção .................................... 90
4.1.3. Salas de Aula .......................................................................................................................................... 90
4.1.4. Acesso dos alunos a equipamentos de info rmática ........................................................................ 90
4.1.5. Acessibilidade a portadores co m deficiên cia .................................................................................... 90
4.2. REGISTROS ACADÊMICOS..................................................................................................................................... 90
4.3. BIBLIOTECA ......................................................................................................................................................... 92
4.3.1. Política de aquisição de livros da Bibliografia Básica e Complemen tar ....................................... 92
4.3.2. Periódicos especializados indexados e correntes ............................................................................. 93
4.4. I NSTALAÇÕES E L ABORATÓRIOS ESPECÍFICOS......................................................................................................... 94
4.4.1. Laborató rio de Física ............................................................................................................................. 94
4.4.2. Laborató rio de Química ........................................................................................................................ 95
4.4.3. Laborató rio de Info rmática e CAD/CAM/CAE ................................................................................... 95
4.4.4. Laborató rio de Hardware..................................................................................................................... 96
4.4.5. Laborató rio de Processos ..................................................................................................................... 96
4.4.6. Laborató rio de Eletrônica ..................................................................................................................... 97
4.4.7. Laborató rio de Mecatrônica ................................................................................................................ 98
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4.4.8. Laborató rio de Redes Industriais ........................................................................................................ 98
4.4.9. Laborató rio de Logística ........................................................................Erro! Indicador não definido.
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1. INSTITUIÇÃO
1.1. Identificação
1.1.1. Dados da Entidade Mantenedora
NOME
INSTITUTO BANDEIRANTES DE CIENCIA E TECNOLOGIA
LTDA.
ENDEREÇO
Rua Luis Otávio, 1281 – Parque Taquaral – CEP 13.087-018
CIDADE
CAMPINAS
ATOS LEGAIS
SP
Primeira Alteração Contratual protocolada e registrada em
microfilme sob n° de ordem 43.696, anotado à margem do
registro n° 40.169, no 1° Oficial de Registro de Pessoa Jurídica
de Campinas, em 22/03/2013.
CNPJ
05.640.668/0001-17
FINALIDADE
Desenvolver a educação, o ensino, a pesquisa, a cultura
nacional e regional, a gestão de Instituições em vários
níveis, graus e tipos, disseminar o Ensino à Distância,
promover intercâmbio educacional, esportivo, científico e
tecnológico com instituições congêneres e órgãos públicos
e privados.
1.1.2. Entidade Mantida
IES
FACULDADE POLITÉCNICA DE CAMPINAS - POLICAMP
ENDEREÇO
Rua Luís Otávio, 1281 – Parque Taquaral – CEP 13.087-018
CIDADE
CAMPINAS
ATOS LEGAIS
Portaria n° 134, de 12/01/2004 publicada no DOU do dia
14/01/2004
FONE
(19) 3756-2300
DIRETORIA:
Prof. José Henrique Pereira Silva
SP
1.2. Histórico da Instituição
A FACULDADE POLITÉCNICA DE CAMPINAS - POLICAMP é uma Instituição de Ensino Superior,
localizada à Luiz Otávio, nº 1.281 – Fazenda Santa Cândida – Campinas/SP, mantida pelo
Instituto Bandeirantes de Ciência e Tecnologia também denominado pela sigla IBCT (CNPJ nº
05.640.668/0001-17), entidade jurídica de direito privado, de fins educacionais, constituída
na forma do Código Civil Brasileiro, de seu estatuto e pela legislação vigente que lhe for
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aplicável, fundado em 16 de janeiro de 2003, conforme dispositivos legais pertinentes, e tem
como sede e foro a cidade de Campinas, Estado de SP.
Em 2004 as primeiras turmas dos cursos de Administração e Ciências Contábeis iniciaram suas
atividades. Seguiram-se a eles os cursos de Direito, Sistemas de Informação, Cursos Superiores
de Tecnologia em Redes de Computadores e Marketing em 2005 e Engenharia de Controle e
Automação e Engenharia de Produção em 2006. Em 2007, tiveram início os Cursos Superiores
de Tecnologia em Logística e Análise e Desenvolvimento de Sistemas; em 2008, o Curso
Superior de Tecnologia em Automação Industrial; em 2009, os Cursos Superiores de Tecnologia
em Comércio Exterior e Comunicação Institucional; Em 2011 tiveram início os cursos de
Engenharia de Computação, Engenharia Ambiental, Engenharia Elétrica, Curso Superior de
Tecnologia em Gastronomia e Gestão de Recursos Humanos e em 2012, o Curso de Engenharia
Civil.
O ano de 2006 marcou o lançamento dos cursos de pós-graduação Lato Sensu nas áreas de
Tecnologia, Marketing, Direito e Negócios.
Desde a sua criação a POLICAMP tem se destacado na formação de profissionais, bem como
nos altos conceitos obtidos nas avaliações realizadas pelos órgãos governamentais.
1.3. Missão
Promover a educação socialmente responsável, com alto grau de qualidade, propiciando o
desenvolvimento dos projetos de vida de seus alunos
1.4. Inserção regional
Em 2009, a população da região chegou a 2.770.822 habitantes ou 6,7% da estadual. A
densidade demográfica de 722,1 habitantes por km 2 apresenta-se mais elevada nos municípios
de Hortolândia (3.243 hab./ km 2), Campinas (1.328 hab./ km2) e Sumaré (1.494 hab./ km2).
Dos 19 municípios da região, apenas dois possuíam, em 2009, população inferior a 20 mil
habitantes (Engenheiro Coelho e Holambra). Campinas (1.064.669 habitantes), Sumaré,
Americana, Santa Bárbara, Hortolândia e Indaiatuba são os maiores municípios, todos com
população superior a 100 mil habitantes, concentram 77% da população regional.
A taxa de urbanização metropolitana atingiu, em 2009, 97,3%. Apenas cinco municípios
possuíam taxas de urbanização inferiores a 90%: Holambra (53,7%), Engenheiro Coelho
(77,1%), Itatiba (77,5%), Santo Antônio de Posse (84,9%) e Jaguariúna (89,7%).
A região possui dinamismo superior ao de muitas metrópoles nacionais que são capitais
estaduais e, nas últimas três décadas, apresentou taxas de crescimento demográfico maiores
do que as da RMSP. Campinas, a sede da região, tornou-se um dos 20 maiores municípios
brasileiros, abrigando 39,9% dos habitantes da RMC.
A evolução sócio-econômica e espacial da região transformou-a em um espaço metropolitano
com uma estrutura produtiva moderna, com alto grau de complexidade e grande riqueza
concentrada em seu território.
A infra-estrutura de transportes, a proximidade do maior mercado consumidor do país, que é a
RMSP, o sofisticado sistema de ciência e tecnologia, a mão-de-obra altamente qualificada,
entre outros, deram à RMC vantagens para instalação de novas empresas e para formação de
arranjos produtivos nas áreas de petroquímica, têxtil, cerâmica e flores, entre outros.
A localização geográfica e o sistema viário foram fatores primordiais no desenvolvimento da
agroindústria, ao permitirem a ligação com regiões produtoras de matérias primas e os
grandes mercados consumidores e terminais de exportação.
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O setor agropecuário tornou-se moderno e diversificado, possuindo forte integração com os
complexos agroindustriais e elevada participação de produtos exportáveis ou destinados ao
mercado urbano de maior poder aquisitivo. Seus principais produtos são cana-de-açúcar,
laranja, suinocultura, avicultura, horticultura, fruticultura e floricultura.
A produção regional tem aumentado sua participação no total estadual com a instalação de
novas fábricas de setores intensivos em tecnol ogia, o que indica a posição privilegiada da
região para a localização industrial, transformando-a no terceiro maior parque industrial do
país, atrás apenas das Regiões Metropolitanas de São Paulo e do Rio de Janeiro.
A indústria abriga setores modernos e plantas industriais articuladas em grandes e complexas
cadeias produtivas, com relevantes participações na produção estadual. Uma das divisões mais
representativas é a de alimentos e bebidas, que responde por cerca de um quarto da produção
estadual.
Sobressaem, ainda, os ramos mais complexos, como o de material de transporte, químico e
petroquímico, de material elétrico e de comunicações, mecânico, de produtos farmacêuticos e
perfumaria e de borracha.
A indústria regional é bastante diversificada, podendo-se destacar: em Paulínia, o Pólo
Petroquímico composto pela Refinaria do Planalto - Replan, da Petrobrás, e por outras
empresas do setor químico e petroquímico; em Americana, Nova Odessa e Santa Bárbara
d´Oeste, o parque têxtil; em Campinas e Hortolândia, o pólo de alta tecnologia, formado por
empresas ligadas à emergente área de tecnologia de informação.
A existência das instituições de ensino e pesquisa e de inúmeras escolas técnicas e a
conseqüente disponibilidade de pessoal qualificado foram fundamentais para a presença de
grande número de empresas de alta tecnologia, que atuam principalmente nos setores de
informática, microeletrônica, telecomunicações, eletrônica e química fina, automobilística,
além de um grande número de empresas de pequeno e médio porte fornecedoras de insumos,
componentes, partes, peças e serviços.
O dinamismo regional assegura ao município de Campinas escala para desenvolver um
conjunto de atividades tradicionalmente encontradas apenas nas grandes capitais do país:
grande rede de serviços educacionais e bancários; hospitais e serviços médicos especializados;
setor terciário moderno; comércio diversificado e de grande porte e estrutura hoteleira de
ótima qualidade.
O setor terciário é dinâmico e avançado, apresentando interação com os demais setores da
economia; abrigam modernos equipamentos de comércio, empreendimentos de grande porte
em alimentação, entretenimento e hotelaria, além de uma variada gama de serviços, como os
profissionais e os voltados para empresas. Na área da saúde, a RMC dispõe de importantes
equipamentos públicos e privados, com destaque para o Hospital das Clínicas da Unicamp.
A economia local se beneficia do suporte técnico propiciado pela presença de importantes
instituições de ensino e pesquisa. A região abriga um dos mais importantes sistemas científicos
e tecnológicos do país, composto por várias Universidades, destacando-se a Universidade
Estadual de Campinas-Unicamp e a Pontifícia Universidade Católica de Campinas - PUCCAMP.
Campinas possui a maior concentração de instituições de P&D do interior brasileiro, com a
presença do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento - CPqD, com papel estratégico no setor de
telecomunicações, do Centro Tecnológico da Informação Renato Archer-CTI, da Fundação
Instituto Tecnológico de Logística-FITEL, da Companhia de Desenvolvimento Tecnológico Codetec, do Instituto Agronômico de Campinas-IAC, do Instituto Tecnológico de Alimentos ITAL e do Laboratório Nacional de Luz Sincroton-LNLS.
1.5. Dados do Curso
 Nome do Curso: Engenharia de Produção
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
Modalidade: Noturno

Carga Horária: 3.933 horas

Atos Legais
o Autorização: Portaria n° 3.922, de 14 de novembro de 2005 – D.O.U de 16 de
novembro de 2005
o Reconhecimento: Portaria no 92, de 11 de janeiro de 2011 - D.O.U de 13 de
janeiro de 2011Turnos de funcionamento e vagas: noturno, 100 vagas anuais.

Regime de Matrícula: semestral

Forma de Ingresso:
o A forma de acesso ao curso é por vestibular, pelo PROUNI ou transferência.
o O vestibular ocorre de maneira anual, por meio de processo seletivo,
respeitando o número de vagas autorizadas por semestre.
o A transferência acontece mediante análise curricular e disponibilidade de vaga.
Para a aceitação da transferência o aluno deve, obrigatoriamente, apresentar
o atestado de matrícula, o histórico escolar, o conteúdo programático das
disciplinas e a comprovação da faculdade de origem de ser autorizada ou
reconhecida pelo Ministério da Educação.
 Endereço de funcionamento do Curso: Rua Luiz Otávio, nº 1.281 – Parque Santa
Cândida – Campinas/SP
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2. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
2.1. Contexto Educacional
2.1.1. Implementação das Políticas Institucionais constantes no PDI, no âmbito do
curso
O termo projeto vem do latim e, em seu sentido mais estrito, significa ‘ lançar para diante’
Estruturar um Projeto Pedagógico é portanto planejar o trabalho de formação humana em seu
sentido mais amplo. A Faculdade de Politécnica de Campinas (POLICAMP) entende que o
Projeto Pedagógico dos seus Cursos representa muito mais do um documento estruturado e
estático que norteia as ações de formação humana e profissional da instituição. É antes a
representação da sua visão acerca de como o futuro se apresenta e a conseqüente tradução e
incorporação desta visão nas ações que norteiam e circunscrevem os seus Projetos
Pedagógicos. Em outras palavras a construção das diretrizes para formar as pessoas para o
futuro acontece no presente. Daí a importância, ao propor Projetos Pedagógicos, de se levar
em conta as condições atuais e de se confrontar as mesmas com o que a instituição julga ser
necessário. È nesta perspectiva que se insere a concepção da POLICAMP acerca dos seus
Projetos Pedagógicos - é do confronto entre as condições atuais e as desejáveis que surge a
melhor forma de construir o que é possível na formação humana e profissional. O pos sível
neste âmbito significa a exploração dos limites do real tendo como instrumento de
transformação da realidade a identificação de alternativas de ação.
A elaboração de um Projeto Pedagógico para a POLICAMP implica em analisar o contexto real
e o escolar definindo ações, estabelecendo o que alcançar, criando percursos e fases para o
trabalho, definindo tarefas para os atores envolvidos e acompanhando e avaliando a trajetória
percorrida e os resultados parciais e finais.
Esta função não pode ser assumida, na visão da POLICAMP, sem que haja uma efetiva
articulação com outros instrumentos que sinalizam a direção institucional para o alcance de
compromissos sociais. Assim torna-se imprescindível a implementação do Projeto Pedagógico
Institucional – PPI e o Plano Desenvolvimento Institucional – PDI que juntos com o Projeto
Pedagógico dos Cursos – PPC formam o tripé que sustentam o cumprimento da missão
institucional e social da Faculdade.
O Projeto Pedagógico Institucional define princípios que orientam os agentes responsáveis
pela sua operacionalização. É um instrumento que estabelece o pensamento institucional
acerca das concepções da instituição sobre educação é a construção da identidade
institucional. Implica numa análise coletiva tanto da sua história ( a que lhe deu as
características que apresenta no momento) quanto das direções intencionais que serão
assumidas em função das definições tomadas pelo Projeto Pedagógico dos Cursos.
O PPI contribui efetivamente para tornar os Projetos Pedagógicos dos Cursos da POLICAMP um
instrumento de condução do presente e do futuro. O PPI na Faculdade de Politécnica de
Campinas é um instrumento que serve de guia para a prática pedagógica dos cursos e
promove a unidade pedagógica que expressa a sua filosofia educacional. A Diretoria é o
principal agente articulador dos Projetos tanto Institucional quanto Pedagógico. É a partir da
atuação destes atores que se está permanentemente ligando e articulando as ações de ambos
os projetos visando a potencialização das suas relações e a composição da teia curricular que
circunscreve cada um dos Projetos Pedagógicos dos Cursos.
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A implementação do Projeto Pedagógico Institucional da POLICAMP norteia a ação
transformadora da realidade e viabiliza as idéias inseridas nos Projetos Pedagóg icos dos
Cursos. A articulação entre o Projeto Pedagógico Institucional e o Projeto Pedagógico se dá a
partir de várias dimensões. De um lado os responsáveis principais da POLICAMP articulam
ações para promover as relações entre ambos e de outro o compromi sso e envolvimento dos
Coordenadores dos Cursos e do corpo docente no sentido de tornar concretas as ações
consignadas no Projeto Pedagógico dos Cursos. A reflexão permanente e o exercício das ações
traçadas em ambos os documentos vão delineando a construção e a reconstrução das
diretrizes curriculares.
A POLICAMP entende que tanto o PPI quanto o PPC são frutos de uma reflexão consciente de
todos os atores envolvidos na sua implementação. Acredita que esta concepção oferece
unidade, singularidade e especificidade aos Cursos que possui. Assim assume o compromisso
de promover a contínua construção, avaliação e reelaboração de ambos visando torná-lo uma
expressão atualizada da visão que adquire sobre educação superior, sobre universidade e sua
função social, sobre o curso, sobre o ensino, sobre a pesquisa e sua relação com o ensino,
sobre a extensão e sua relação com o currículo, sobre a relação teoria e prática. Compromete se a abrir espaços institucionalizados para a discussão e troca de informações visando a
promoção do acompanhamento da articulação entre PPI e PPC. Compromete -se também a
gerar instrumentos que efetivamente sinalizem a necessidade de alteração das concepções e
ações inseridas no PPI e PPC. Estes compromissos de acompanhamento das ações consign adas
em ambos os documentos e sua articulação entre si e com os demais instrumentos é
percebido como uma ação de grande relevância à medida que pode revelar as características
da instituição, nos cursos e entre os cursos, do sistema educacional superior e do contexto
social do qual faz parte.
O Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI é um instrumento que mapeia a organização e
o planejamento institucional da FAJ, bem como indica um conjunto de objetivos, estratégias e
ações básicas para viabilizar sua reestruturação. É um instrumento que oferece condições da
Faculdade executar seus Projetos Pedagógico Institucional e Pedagógicos dos Cursos.
O Projeto Pedagógico Institucional serviu de alicerce para a conformação da grade curricular e
dos correspondentes conteúdos programáticos, na medida em que se contemplou a realidade
das relações humanas no mercado de trabalho e as formas de distribuição física de bens
tangíveis e intangíveis, através dos canais de distribuição e as suas multirrelações intrínsecas e
extrínsecas, num contexto globalizado, visando atender as necessidades organizacionais no
desenvolvimento local, regional, nacional e internacional.
Os Projetos pedagógicos, em constante desenvolvimento e aperfeiçoamento, serão
acompanhados pela Coordenação de Curso, Direção e Professores num compromisso conjunto
pela qualidade. A Coordenação de Curso terá como uma das principais atribuições acadêmicas,
o acompanhamento e a análise do andamento do projeto pedagógico. Contudo, a Direção e os
Professores também serão responsáveis pela consolidação e pela qualidade do mesmo. A
Direção, sobretudo, na logística institucional administrativa para o desenvolvimento de cada
projeto de curso da faculdade e os professores especificamente, encaminhando a parte
voltada para a dimensão didático-pedagógica do curso. Todos com a consciência coletiva de
responsabilidade de avaliar constantemente os trabalhos desenvolvidos e a qualidade dos
cursos oferecidos. Tal avaliação é formalizada através do Programa de Avaliação Institucional
onde todos terão a oportunidade de registrar suas críticas e sugestões.
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As Atividades Acadêmicas permanentes de ensino, pesquisa e extensão estarão integradas de
forma a se reforçarem mutuamente. O compromisso maior da Faculdade de Politécnica de
Campinas é com o Ensino de qualidade. Assim, a pesquisa na Instituição terá característica
empírica de aplicação prática. Contarão como pesquisa: os trabalhos discentes de conclusão
de curso - TCC, as pesquisas de iniciação científica - PIC e as atividades desenvolvidas nas
disciplinas de PAC - Pesquisa e Atividades Complementares. A extensão será incentivada pelas
semanas de estudos e jornadas que serão organizadas anualmente sob a responsabilidade de
cada coordenadoria de curso, as visitas técnicas desenvolvidas por professores fora e dentro do
Campus. A natureza da pesquisa possível nesta realidade educacional será voltada quase que
inteiramente para as questões do Ensino, estando aí a integração legítima entre Pesquisa e
Ensino.
O curso de Engenharia de Produção da POLICAMP foi autorizado por meio da Portaria n°3.922
do D.O.U de 16 de novembro de 2005 e reconhecido pela Portaria no 92, de 11 de janeiro de
2011 - D.O.U de 13 de janeiro de 2011.
Em 2006 foi instituída a primeira turma do curso, sendo realizado a partir de então
vestibulares anuais para formação de novas turmas. Atualmente (1º semestre de 2013) na IES
existem cinco turmas com tamanho médio de 46 alunos para as aulas teóricas / práticas.
A construção da estrutura curricular da proposta pedagógica do curso de Engenharia de
Produção da POLICAMP constitui-se de um conjunto encadeado de disciplinas teóricas e
práticas cuja carga horária perfaz um total de 4.000 horas.aulas (3.333 horas), distribuídas em
10 semestres; além dessa, é necessário para a conclusão do curso, o cumprimento de 200
horas de atividades complementares, 200 horas de estágio e 200 horas dedicadas a Projetos
Interdisciplinares Integrados
No decorrer dos anos (2006 a 2011) foram construídos laboratórios específicos para atender a
demanda das disciplinas, contando atualmente na IES com 08 laboratórios específicos para o
curso de Engenharia de Produção.
Todas estas ações e outras complementares visam atender as especificações contidas no Plano
de Desenvolvimento Institucional – PDI e as ações tomadas para sua implementação no curso
de Engenharia de Produção, descritos em seu PPC.
2.1.2. Autoavaliação do curso
Os cursos da Faculdade Politécnica de Campinas (Policamp), tendo em vista a manutenção e
melhoria da qualidade do ensino oferecido, promovem um processo sistemático e periódico
de avaliação e acompanhamento da efetivação de seus projetos pedagógicos bem como das
atividades acadêmicas de ensino, pesquisa e extensão.
Por meio de instrumentos informatizados, em cuja base estão as dimensões do SINAES
(Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior), realiza-se o processo de autoavaliação
do curso organizado nas seguintes áreas: docentes, discentes, funcionários, infraestrutura e
relacionamento intra e interinstitucional. E seus resultados das avaliações são publicados
periodicamente de acordo com o calendário aprovado pela Diretoria da Faculdade.
Todo o processo de autoavaliação do curso é gerenciado e desenvolvido por uma Comissão
Própria de Avaliação (CPA), constituída por membros designados pelo Diretor, constituindo
parte integrante da Diretoria.
Entre os objetivos mais gerais da Comissão Própria de Avaliação pode -se destacar:
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a) conduzir o processo de autoavaliação da Instituição, bem como os de sistematização e
de prestação das informações solicitadas pelo INEP, que responde pela avaliação das
Instituições de Ensino Superior no Brasil, à serviço do MEC.
b) sensibilizar e mobilizar a comunidade acadêmica para fixar a identidade institucional,
explicitando a visão, a missão e os valores da Instituição. Tendo em vista a necessidade
de obter a melhoria da qualidade do ensino, da pesquisa, da extensão e dos serviços
administrativos, visando o interesse da comunidade, a satisfação das necessidades
sociais detectadas e o perfil de sociedade/cidadãos pretendidos pela Instituição.
c) integrar os diversos procedimentos internos de avaliação, bem como viabilizar a
integração com os sistemas governamentais de avaliação.
d) oferecer a devolutiva de todos os processos avaliativos, sobretudo apresentando as
medidas corretivas, após aprovação da Direção da Instituição.
Destaca-se ainda como objetivos específicos da CPA:
a) deflagrar um processo de autocrítica de toda a comunidade acadêmica;
b) dinamizar, subsidiar, supervisionar e divulgar todo o processo de autoavaliação da
Instituição;
c) obter subsídios para o planejamento institucional;
d) d) obter subsídios para a montagem e a atualização do quadro de indicadores de
qualidade nos trabalhos desenvolvidos pela Instituição;
e) servir de instrumento de avaliação dos cursos oferecidos pela Instituição;
f) avaliar o desempenho docente no tocante ao ensino, à pesquisa e à extensão;
g) avaliar o desempenho técnico-administrativo;
h) avaliar, sob uma perspectiva administrativa, as condições, o planejamento e a
execução do processo ensino-aprendizagem;
i) identificar a qualidade, a quantidade e a adequação dos serviços administrativos;
j) apontar a realidade da infraestrutura em que os serviços são realizados;
Na Policamp o processo de Avaliação dos cursos ocorrem em dois momentos distintos,
promovido pela CPA, a saber:
(1o.) Sempre no mês de Maio, tem-se a avaliação de satisfação. Esta avaliação subsidiará a
tomada de decisão para ser um importante instrumento de gestão, tendo em vista a
necessidade de cumprir com os objetivos propostos anteriormente;
(2o.) Sempre no mês de Outubro teremos a avaliação Institucional. Esta avaliação é
baseada em dez dimensões, constantes na Lei nº 10.861, artigo 3º, englobando toda
a Instituição e com a participação de todos os segmentos. A partir desta avaliação
cada Instituição protocola no sistema e-mec (um sistema eletrônico do MEC onde são
tramitados os processos de avaliação, regulação e supervisão do ensino superior),
um relatório anual, até 31 de março de cada ano.
Em suas atividades de avaliação interna da IES e de seus cursos, a CPA deve atender, ainda, ao
"caráter público de todos os procedimentos, dados e resultados dos procedimentos, dados e
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resultados dos processos avaliativos", ao "respeito á identidade e á diversidade" da instituição
(universidade, centro universitário e faculdade), incluindo todas as funções universitárias,
ensino, pesquisa e extensão-e dos cursos ofertados (sequenciais, graduação: tecnólogo,
bacharelado, licenciatura e pós-graduação Lato e Stricto sensu). Nesse processo interno de
avaliação, a CPA deve contar com a participação dos corpos discente, docente e técnico
administrativo, de acordo com o projeto de avaliação aprovado pela IES.
Após a aplicação da avaliação os resultados serão estatisticamente trabalhados e apresentados
para que cada setor competente avalie a possibilidade de tomar medidas corretivas para
melhorar o processo, após este importante momento, será divulgado para toda a comunidade
os resultados da avaliação e as medidas corretivas que serão tomadas, fruto deste importante
processo.
A Coordenação de Curso, de posse dos dados coletados através de diferentes segmentos,
estuda, propõe, gere e acompanha as ações de melhoria cabíveis e esperadas na instituição e
no curso.
A integração entre a CPA e a Coordenação permite a rápida captação de oportunidades de
melhoria.
 O retorno dos resultados é feito através de:
 Divulgação dos resultados gerais para os Cursos;
 Retorno individual dos resultados, aos professores do Curso, por meio de documento
contendo a análise individual do desempenho;
 Reuniões com o corpo administrativo;
 Reuniões com o corpo docente;
 Informativo distribuído aos alunos e professores com a relação de melhorias efetivadas e a
serem efetivadas.
No anexo I é apresentado a devolutiva institucional dos resultados para o 2º semes tre de
2012, sendo que maiores detalhes sobre os resultados obtidos podem ser solicitados e
verificados com a coordenação do curso.
2.2. Projeto Pedagógico
2.2.1. Objetivos do curso
Os seguintes objetivos gerais sintetizam o perfil profissional desejado para o Engenheiro de
Produção:
 Formar um profissional capaz de desenvolver atividades de projeto, operação e gestão de
sistemas de trabalho, que são as estruturas destinadas a obter produtos de natureza física
concreta ou serviços;
 Formar um profissional capaz de analisar e estudar a organização de homens e máquinas;
 Formar um profissional capaz de executar trabalhos de planejamento, organização,
acompanhamento e controle de processos produtivos, bem como análises econômicas
referentes às decisões a serem tomadas;
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 13
 Formar um profissional capaz de interagir com o ambiente de trabalho e consciente da
influência de suas atividades em relação à capacidade de produzir mudanças na sociedade.
Como principais objetivos específicos oriundos dos objetivos gerais colocados an teriormente,
podem ser citados:
 Capacidade de aplicar conhecimentos de ciências naturais e matemáticas para a criação de
projetos e solução de problemas relativos à gestão de sistemas produtivos;
 Capacidade para elaborar projetos de sistemas de trabalho onde aconteçam atividades de
transformação, gerenciar sua execução e monitorar seu desempenho;
 Capacidade para pesquisar e desenvolver métodos de trabalho que garantam o
cumprimento de padrões de qualidade e produtividade das empresas e organizações, de
modo a aumentar sua competitividade;
 Capacidade para conceber produtos e serviços adequados às necessidades da sociedade,
utilizando de forma adequada e consciente os recursos materiais disponíveis;
 Discernimento para atuar profissionalmente de maneira ética, responsável e em
consonância com as limitações e possibilidades do meio ambiente;
 Capacidade de adequar-se às necessidades específicas de cada empresa ou setor produtivo,
de forma a utilizar com máximo rendimento os recursos produtivos disponíveis;
 Utilizar conhecimentos de informática, automação e ergonomia de modo a avaliar a
introdução de melhorias qualitativas e quantitativas sobre os resultados do trabalho e das
organizações produtivas e seus impactos sociais.
2.2.2. Perfil do Egresso
O perfil do egresso da Faculdade Politécnica de Campinas, esta baseado nas atribuições
previstas pelo sistema CONFEA/CREA para o Engenheiro de Produção e nas Diretrizes
Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Engenharia.
O artigo 1º. do capítulo I, das diretrizes curriculares para os cursos de graduação em
Engenharia, apresenta a seguinte redação, que trata do perfil dos egressos de tais cursos:
Art. 1o - Os Currículos dos Cursos de Engenharia deverão dar condições a
seus egressos para adquirir um perfil profiss ional compreendendo uma
sólida formação técnico-científica e profissional geral, que o capacite a
absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica
e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus
aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão
ética e humanística em atendimento às demandas da sociedade.
O artigo 2º do capítulo I, das diretrizes curriculares para os cursos de graduação em
Engenharia, apresenta a seguinte redação, que trata das habilidades e competências para os
profissionais egressos de tais cursos:
Artigo 2o - Os Currículos dos Cursos de Engenharia deverão dar condições a
seus egressos para adquirir competências e habilidades para:

Aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e
instrumentais à engenharia;

Projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados;

Conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 14

Planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços
de engenharia;

Identificar, formular e resolver problemas de engenharia;

Desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas;

Supervisionar a operação e a manutenção de sistemas;

Avaliar criticamente ordens de grandeza e significância de
resultados numéricos;

Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;

Atuar em equipes multidisciplinares;

Compreender e aplicar à ética e responsabilidade profissionais;

Avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto
social e ambiental;

Avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia.
O curso de Engenharia de Produção da POLICAMP busca ainda estar em consonância com
as posições da ABEPRO (Associação Brasileira de Engenharia de Produção), que destaca o perfil
do profissional para o curso de Engenharia de Produção como sendo “um profissional, de
sólida formação científica e geral, com capacidade de identificar, formular e solucionar
problemas ligados às atividades de projeto, operação e gerenciamento do trabalho e de
sistemas de produção de bens e/ou serviços, considerando seus aspectos humanos,
econômicos, sociais e ambientais, com visão ética e humanística, em atendimento às
demandas da sociedade.”
Desta maneira o perfil do egresso do curso de Engenharia de Produção da Policamp busca
o desenvolvimento de três habilidades: a compreensão, a ação e a comunicação.
 A compreensão: significando uma sólida base em ciências e engenharia que permitirá
ao Engenheiro de Produção a análise e compreensão dos problemas ligados ao setor
de produção;
 A ação: como engenheiro de execução de planos e iniciativas que conduzam à
melhoria da qualidade de vida através do desenvolvimento de processos, projetos e
gestão de sistemas produtivos, tarefas que poderá realizar de forma independente ou
em conjunto com profissionais de outras engenharias ou áreas de conhecimento, e
 A comunicação: com o desenvolvimento de habilidades de análise e implementação de
soluções, o Engenheiro de Produção saberá transmitir a importância e as vantagens da
aplicação dos conhecimentos para a melhoria da qualidade de vida.
Para desenvolver este perfil do egresso, o currículo do Curso de Engenharia de Produção busca
formar as seguintes qualificações e competências:
I - projetar, implantar, operar, analisar, manter, gerir e melhorar produtos, processos e
sistemas de produção de bens e serviços, envolvendo a gestão do conhecimento, do
tempo e dos demais recursos produtivos (humanos, econômico-financeiros,
energéticos e materiais - inclusive, naturais);
II - dimensionar, integrar, aplicar os recursos produtivos de modo a viabilizar perfis
adequados de produção, consoante o contexto de mercado existente, visando
produzir com qualidade, produtividade e ao menor custo, considerando a
possibilidade de introdução de melhorias contínuas;
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 15
III - projetar, gerir e otimizar o fluxo de informação e de materiais no processo produtivo,
utilizando metodologias e tecnologias adequadas;
IV - incorporar conceitos, métodos e técnicas de natureza organizacional, de modo a
racionalizar a concepção e a realização de produtos e processos, inclusive,
produzindo normas e procedimentos de monitoração, controle e auditoria;
V - prever e analisar demandas, de modo a adequar o perfil da produção e dos produtos
produzidos ao contexto de mercado;
VI - prever a evolução dos cenários produtivos, consoante a interação entre as
organizações e o mercado, inclusive, atuando no planejamento organizacional para
viabilizar a manutenção e o crescimento da competitividade;
VII - acompanhar os avanços metodológicos e tecnológicos, tornando-se apto ao
exercício profissional em consonância com as demandas sociais;
VIII - compreender a inter-relação entre produtos, processos, sistemas de produção,
entre si e com o meio ambiente, tanto no que se refere à utilização de recursos
naturais, quanto à disposição final de resíduos e efluentes, atentando para a
exigência de sustentabilidade;
IX – construir modelos e avaliar o desempenho de sistemas de produção;
X - desenvolver e implantar inovações organizacionais e tecnologias de gestão.
É importante ressaltar que este conjunto de habilidades e competências pode ser atendido
através de disciplinas específicas presentes na grade curricular. No entanto, outros devem ser
entendidos como objetivos presentes na formação para o adequado exercício p rofissional.
Portanto, pressupõe-se que devam ser trabalhados através das metodologias, recursos e
práticas de ensino que serão adotadas como formas de operacionalização das disciplinas
previstas na grade curricular.
2.2.3. Estrutura curricular
A estrutura curricular 2013 do curso de Engenharia de Produção é resultante de um profundo
estudo realizado pelos NDE do curso, Comissão de Acompanhamento do curso, Colegiado do
curso e Conselho Superior, e é composta por disciplinas obrigatórias e optativas.
A matriz do curso de Engenharia de Produção destaca-se por apresentar 3.933 horas, estando
distribuídas com 3.333 horas de aulas presenciais, das quais aproximadamente 35,6% versam
sobre o Núcleo de Conteúdos Básicos, 15,2 % versam sobre o Núcleo de Conteúdos
Profissionalizante, 37,9% versam sobre o Núcleo de Conteúdos Especializado e 16,9% versam
sobre o Núcleo de Conteúdos Suplementares.
O curso apresenta ainda em sua estrutura curricular a flexibilidade, realizada por meio das
disciplinas Optativas I, II e III que ocorrem no 8º, 9º. e 10º. Semestres, sendo ofertada uma
gama de 10 disciplinas aos alunos.
O Projeto Interdisciplinar Integrado realiza-se a verticalização das disciplinas do semestre
letivo, e ocorrem do 3º. ao 7º semestres letivos. Esta prática pedagógica constituem em um
meio ou instrumento para o aprimoramento da aprendizagem via interdisciplinaridade –
integração e relacionamento dos conteúdos de disciplinas que compõem os semestres do
curso – e, práxis – integração teoria e pratica por meio da aplicação do conhecimento
adquirido em sala de aula – à realidade.
Além disso, o curso já possui estruturado o processo e controle das atividades
complementares e estágio supervisionado.
Tabela 1. Componentes Curriculares – Disciplinas (Aulas / Horas)
Componentes Curriculares – Disciplinas (Aulas / Horas)
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
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Conteúdos Curriculares (Aulas)*
Conteúdos Curriculares (Horas integralizadas)
Outros Componentes Curriculares
Estágio Supervisionado
Projeto Interdisciplinar Integrado
Atividades Complementares
TOTAL DA CARGA HORÁRIA
* Inclui 120 aulas de Optativas e 80 aulas de TCC
** Para hora-aula de 50 minutos
4.000 aulas
3.333 horas**
200 horas
200 horas
200 horas
3.933 horas
Seguindo a Resolução CNE/CES 11, DE 11 DE MARÇO DE 2002, o curso de Engenharia de
Produção da Policamp busca atender aos requisitos de disciplinas do núcleo de conteúdos
básicas, do núcleo de conteúdos profissionalizantes, do núcleo de conteúdos específicos e do
núcleo de conteúdos suplementares (Tabela 1).
Tabela 2. Relação das disciplinas com os núcleos de conteúdos da Resolução CNE/CES 11
Núcleo de
Conteúdos
Básico
Hora
aula
Hora
relógio
Informática aplicada
80
66,7
Matemática aplicada
80
66,7
Cálculo Diferencial e integral I
80
66,7
Cálculo Diferencial e integral II
80
66,7
Cálculo Diferencial e integral III
80
66,7
Humanidades, ciencias sociais e cidadania
40
33,3
Expressão gráfica
80
66,7
Desenho auxiliado por computador
40
33,3
Economia para engenharia
40
33,3
Eletricidade Aplicada
80
66,7
Probabilidade e estatística
80
66,7
Fenômenos de Transporte
80
66,7
Física Geral e experimental I
80
66,7
Física Geral e experimental II
80
66,7
Física Geral e experimental III
80
66,7
Comunicação e expressão
40
33,3
Ciências e tecnologia dos materiais
80
66,7
Mecânica Geral e dos Sólidos
80
66,7
Metodologia de Pesquisa Científica
40
33,3
Ciências Ambientais
40
33,3
Introdução a engenharia
40
33,3
Química geral e experimental
80
66,7
Administração para engenharia
40
33,3
Geometria análitica e álgebra linear
80
66,7
Cálculo Numérico
80
66,7
Disciplina
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
Hora.aula
Hora Relógio
(% do Total )
1.680 h.a
1.400h
(35,6%)
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Núcleo de
Conteúdos
Profissionalizante
Carga
Horária
Hora
relógio
Informática aplicada
80
66,7
Eletricidade Aplicada
80
66,7
Gestão Ambiental
40
33,3
Higiene e segurança do trabalho
40
33,3
Ergonomia
40
33,3
Administração para engenharia
40
33,3
Ciências e tecnologia dos materiais
80
66,7
Processos de Produção e Tecnologia Mecânica
80
66,7
Processos de Produção e Tecnologia Química
Projetos computacionais na Engenharia de
Produção
80
66,7
40
33,3
Automação industrial
80
66,7
Organização do trabalho
40
33,3
Carga
Horária
Hora
relógio
Administração de Sistemas de Informação
40
33,3
Contabilidade e Custos Industriais
80
66,7
Empreendedorismo e responsabilidade social
33,3
Engenharia da Qualidade I
40
80
Engenharia da Qualidade II
80
66,7
Higiene e segurança do trabalho
40
33,3
Engenharia Econômica
80
66,7
Ergonomia
40
33,3
Estatística Avançada
80
66,7
Ética e legislação profissional
Recursos Energéticos e Desenvolvimento
Sustentável
40
33,3
40
33,3
Gestão ambiental
40
33,3
Engenharia de Operações I
80
66,7
Engenharia de Operações II
80
66,7
Gestão de Pessoas
40
33,3
Gestão de Projetos
80
66,7
Logística e gestão da cadeia de suprimentos
80
66,7
Marketing
40
33,3
Fundamentos da Metrologia
33,3
Organização do Trabalho
40
40
Pesquisa Operacional I
80
66,7
Pesquisa Operacional II
80
80
66,7
Disciplina
Núcleo de
Conteúdos
Específicos
Disciplina
Planejamento e Controle da Produção I
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
Hora.aula
Hora Relógio
(% do Total )
720 h.a
600h
(15,2%)
Hora.aula
Hora Relógio
(% do Total )
66,7
33,3
66,7
1.760 h.a
1.466,7h
(37,9%)
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Planejamento e Controle da Produção II
80
66,7
Planejamento Estratégico
40
33,3
Gestão da Inovação e do Conhecimento
40
33,3
Engenharia do Produto
80
66,7
Projeto de fábrica e l ayout
80
66,7
Gestão da manutenção
40
33,3
Carga
Horária
Hora
relógio
Núcleo de
Conteúdos
Suplementar
Disciplina
Estágio supervisionado I
100
Estágio supervisionado II
100
Atividades Complementares
200
Trabalho de conclusão de curso I
40
33,3
Trabalho de conclusão de curso II
40
33,3
Projeto Interdisciplinar integrado I
40
Projeto Interdisciplinar integrado II
40
Projeto Interdisciplinar integrado III
40
Projeto Interdisciplinar integrado IV
40
Projeto Interdisciplinar integrado V
40
Hora Relógio
(% do Total )
666h
(16,9%)
Deste modo a Matriz Curricular (Tabela 2) apresenta a seguinte estruturação.
Tabela 3. Matriz curricular do curso de Engenharia de Produção – Ingressantes 2013
Teoria
1º Semestre
Introdução a engenharia
Metodologia Científica e Tecnológica
Informática aplicada
Matemática aplicada
Expressão gráfica
Ciências ambientais
Comunicação e expressão
40 (33,3h)
40 (33,3h)
40 (33,3h)
80 (66,7h)
TOTAL
2º Semestre
Geometria análitica e álgebra linear
Qumica geral e experimental
Humanidades, ciencias sociais e cidadania
Cálculo Diferencial e integral I
Física Geral e experimental I
Desenho auxiliado por computador
TOTAL
3º Semestre
Cálculo Numérico
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
40 (33,3h)
40 (33,3h)
40 (33,3h)
320
(266,6h)
Teoria
80 (66,7h)
60 (50h)
40 (33,3h)
80 (66,7h)
60 (50h)
20 (16,6h)
300
(250h)
Teoria
80 (66,7h)
Prática
40 (33,3h)
40 (33,3h)
80
(66,7h)
Prática
20 (16,6h)
40 (33,3h)
20 (16,6h)
20 (16,6h)
100
(83,3h)
Prática
Total
40 (33,3h)
40 (33,3h)
80 (66,7h)
80 (66,7h)
80 (66,7h)
40 (33,3h)
40 (33,3h)
400
(333,3h)
Total
80 (66,7h)
80 (66,7h)
40 (33,3h)
80 (66,7h)
80 (66,7h)
40 (33,3h)
400
(333,3h)
Total
80 (66,7h)
P á g i n a | 19
Noções de direito
Cálculo Diferencial e integral II
Física Geral e experimental II
Introdução a Administração
Organização do trabalho
Psicologia
Projeto Interdisciplinar integrado I*
40 (33,3h)
80 (66,7h)
60 (50h)
40 (33,3h)
40 (33,3h)
40 (33,3h)
40h
TOTAL
4º Semestre
Física Geral e experimental III
Economia para engenharia
Cálculo Diferencial e integral III
Probabilidade e estatística
Fundamentos da Metrologia
Projetos computacionais na Engenharia de
Produção
Ergonomia
Projeto Interdisciplinar integrado II*
380
(316,6h)
Teoria
60 (50h)
40 (33,3h)
80 (66,7h)
80 (66,7h)
20 (16,6h)
20 (16,6h)
60
Prática
20 (16,6h)
80 (66,7h)
40 (33,3h)
80 (66,7h)
80 (66,7h)
20 (16,6h)
20 (16,6h)
40 (33,3h)
40 (33,3h)
40h
TOTAL
340
Teoria
5º Semestre
Eletricidade aplicada
Ciências e tecnologia dos materiais
Mecânica Geral e dos Sólidos
Fenomenos de Transporte
Estatística Avançada
Projeto Interdisciplinar integrado III*
60 (50h)
80 (66,7h)
80 (66,7h)
80 (66,7h)
80 (66,7h)
TOTAL
6º Semestre
Engenharia da Qualidade I
Engenharia de Operações I
Pesquisa Operacional I
Engenharia Econômica
Processos de Produção e Tecnologia Mecânica
Projeto Interdisciplinar integrado IV*
TOTAL
7º Semestre
Engenharia da Qualidade II
Engenharia de Operações II
Pesquisa Operacional II
Contabilidade e Custos Industriais
Processos de Produção e Tecnologia Química
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
20 (16,6h)
380
(316,6h)
Teoria
80 (66,7h)
80 (66,7h)
80 (66,7h)
80 (66,7h)
80 (66,7h)
400
(333h)
Teoria
80 (66,7h)
80 (66,7h)
80 (66,7h)
80 (66,7h)
80 (66,7h)
40 (33,3h)
80 (66,7h)
80 (66,7h)
40 (33,3h)
40 (33,3h)
40 (33,3h)
40h
440
(373h)
Total
100
Prática
20 (16,6h)
40 (33,3h)
40 (33,3h)
40h
440
(373h)
Total
80 (66,7h)
80 (66,7h)
80 (66,7h)
80 (66,7h)
80 (66,7h)
40h
60
(56,6h)
Prática
40h
440
(373h)
Total
80 (66,7h)
80 (66,7h)
80 (66,7h)
80 (66,7h)
80 (66,7h)
40h
40h
440h
(373h)
Total
80 (66,7h)
80 (66,7h)
80 (66,7h)
80 (66,7h)
80 (66,7h)
40h
Prática
P á g i n a | 20
40h
Projeto Interdisciplinar integrado V*
TOTAL
8º Semestre
Recursos Energéticos e Desenvolvimento
Sustentável
Optativa I
Planejamento e Controle da Produção I
Administração de Sistemas de Informação
Gestão de Pessoas
Gestão de Projetos
Engenharia do Produto
Estágio supervisionado I*
400
(333h)
Teoria
40h
440
(373h)
Total
40h
Prática
40 (33,3h)
40 (33,3h)
80 (66,7h)
40 (33,3h)
40 (33,3h)
80 (66,7h)
80 (66,7h)
40 (33,3h)
40 (33,3h)
80 (66,7h)
40 (33,3h)
40 (33,3h)
80 (66,7h)
80 (66,7h)
100h
TOTAL
400
(333,3h)
Teoria
9º Semestre
Optativa II
40 (33,3h)
Gestão da Inovação e do Conhecimento
40 (33,3h)
Empreendedorismo e responsabilidade social
40 (33,3h)
Planejamento e Controle da Produção II
80 (66,7h)
Planejamento Estratégico
40 (33,3h)
Marketing
40 (33,3h)
Automação industrial
80 (66,7h)
20
(16,6h)
Trabalho de conclusão de curso I
Estágio supervisionado II*
TOTAL
380
(316,6h)
Teoria
10º Semestre
Gestão ambiental
Higiene e segurança do trabalho
Ética e legislação profissional
Optativa III
Logística e gestão da cadeia de suprimentos
Gestão da manutenção
Projeto de fábrica e layout
Trabalho de conclusão de curso II
Atividades complementares
TOTAL
40 (33,3h)
40 (33,3h)
40 (33,3h)
40 (33,3h)
80 (66,7h)
40 (33,3h)
80 (66,7h)
20 (16,6h)
100h
500
(433h)
Total
100h
Prática
20 (16,6h)
100h
116,6h
Prática
20 (16,6h)
100h
380
120
(316,6h)
(116,6h)
*Carga horária em hora relógio, demais disciplinas horas aula (50 minutos/aula)
40 (33,3h)
40 (33,3h)
40 (33,3h)
80 (66,7h)
40 (33,3h)
40 (33,3h)
80 (66,7h)
40 (33,3h)
100h
500
(433h)
Total
40 (33,3h)
40 (33,3h)
40 (33,3h)
40 (33,3h)
80 (66,7h)
40 (33,3h)
80 (66,7h)
40 (33,3h)
100h
400
(433h)
As disciplinas optativas tratam de disciplinas não constantes da matriz curricular, mas que
pode ser cumprida pelo aluno a livre escolha. No curso de Engenharia de Produção é oferecida
uma gama de 06 disciplinas, sendo estas ilustradas na Tabela 3.
Tabela 4. Disciplinas optativas do Curso de Engenharia de Produção
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 21
Disciplinas optativas
Teoria
LIBRAS
Gestão de Recursos Naturais
Tópicos de Modelagem e Simulação de Sistemas
Gestão de Serviços
Gestão de Resíduos Sólidos
Inglês Instrumental para Engenharia
Prática
40 (33,3h)
40 (33,3h)
40 (33,3h)
40 (33,3h)
40 (33,3h)
40 (33,3h)
Total
40 (33,3h)
40 (33,3h)
40 (33,3h)
40 (33,3h)
40 (33,3h)
40 (33,3h)
Na Tabela 2 é apresentada a Matriz Curricular 2012 e sua estruturação.
Tabela 5. Matriz curricular do curso de Engenharia de Produção – Ingressantes 2012
Teoria
1º Semestre
Cálculo I
Física I
Algoritmos e Lógica de Programação
Fundamentos da Engenharia I
Desenho Técnico I
Metodologia de Pesquisa Científica
TOTAL
Teoria
2º Semestre
Cálculo II
Física II
Organização do Trabalho
Fundamentos da Engenharia II
Desenho Técnico II
Mecânica Geral
TOTAL
60
60
40
40
60
40
300
Teoria
3º Semestre
Cálculo III
Física III
Química Geral
Ciências Humanas e Sociais
Introdução a Resistência dos Materiais
Projeto Auxiliado por Computador
TOTAL
4º Semestre
Cálculo IV
Estatística
Manufatura Auxiliada por Computador
Engenharia do Trabalho
Eletricidade Aplicada
Ergonomia
TOTAL
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
60
60
40
40
60
40
300
Prática
40
40
Prática
40
40
Prática
60
60
60
40
40
40
300
40
40
Teoria
Prática
80
80
40
40
80
40
360
40
40
Total
60
60
80
40
60
40
340
Total
60
60
80
40
60
40
340
Total
60
60
60
40
40
80
340
Total
80
80
80
40
80
40
400
P á g i n a | 22
Teoria
5º Semestre
Engenharia da Qualidade I
Fenômenos de Transporte
Materiais para Engenharia
Estatística Avançada
Gestão de Operações I
Atividades Complementares I*
80
80
80
80
80
TOTAL
6º Semestre
Engenharia da Qualidade II
Processos de Produção I
Engenharia Econômica
Gestão de Operações II
Gestão de Projetos
Atividades Complementares II*
7º Semestre
Processos de Produção II
Engenharia Ambiental
Logística e Gestão da Cadeia de Suprimentos
Planejamento e Controle da Produção I
Técnicas Qualidade e Produtividade I
Atividades Complementares III*
8º Semestre
Técnicas Qualidade e Produtividade II
Pesquisa Operacional I
Projeto de Pesquisa
Planejamento e Controle da Produção II
Projeto do Produto I
Metrologia
Estágio Supervisionado*
Atividades Complementares IV*
Prática
400
50
50
Teoria
Prática
340
50
50
Teoria
Prática
80
80
40
80
80
40
TOTAL
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
Teoria
60
60
80
80
60
TOTAL
Trabalho de Curso I*
400
50
50
80
80
80
80
80
TOTAL
9º Semestre
Economia
(Optativa )
Administração de Sistemas de Informação
Pesquisa Operacional II
Projeto do Produto II
Planejamento Estratégico
Atividades Complementares V*
Prática
Total
80
60
60
60
80
50
450
Total
80
60
60
80
60
50
450
Total
60
60
80
80
60
50
390
Total
80
80
40
80
80
40
400
200
50
250
Teoria
Prática
40
40
80
80
80
80
200
50
650
Total
40
40
80
80
80
80
50
50
50
50
P á g i n a | 23
TOTAL
10º Semestre
Ética e Exercício Profissional
Custos Industriais
Tecnologias de Automação
Gestão de Pessoas
Marketing
Projeto do Sistema Produtivo
Técnicas de Planejamento da Manutenção
Atividades Complementares VI*
400
100
Teoria
Prática
40
80
40
40
40
80
80
500
Total
40
80
40
40
40
80
80
50
50
Trabalho de Curso II*
TOTAL
400
100
*Carga horária em hora relógio, demais disciplinas horas aula (50 minutos/aula)
50
50
500
As disciplinas optativas tratam de disciplinas não constantes da matriz curricular, mas que
pode ser cumprida pelo aluno a livre escolha. No curso de Engenharia de Produção é oferecida
uma gama de 02 disciplinas, sendo estas ilustradas na Tabela 3.
Tabela 6. Disciplinas optativas do Curso de Engenharia de Produção – Ingressantes 2012
Disciplinas eletivas
LIBRAS
Gestão empreendedora
Teoria
Prática
Total
40
40
0
0
40
40
A matriz que se apresentava em vigor para ingressantes 2006 a 2011 é apresenta na Tabela 4
Tabela 7. Matriz curricular do curso de Engenharia de Produção – Ingressantes 2006 a 2011
1o Semestre
Matemática para Engenharia I
Física para Engenharia I
Informática I
Fundamentos da Engenharia de Produção I
Desenho Técnico I
Comunicação Empresarial
Teoria
80
40
TOTAL
2o Semestre
Matemática para Engenharia II
Física para Engenharia II
Informática II
Fundamentos da Engenharia de Produção II
Desenho Técnico II
Mecânica Geral
TOTAL
o
3 Semestre
Matemática para Engenharia III
Física para Engenharia III
Química Tecnológica
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
80
80
40
320
Teoria
80
40
80
80
40
320
Teoria
80
40
40
Prática
40
40
80
Prática
40
40
80
Prática
40
40
Total
80
80
40
80
80
40
400
Total
80
80
40
80
80
40
400
Total
80
80
80
P á g i n a | 24
Organização do trabalho
Resistência dos Materiais
TOTAL
o
4 Semestre
Matemática para Engenharia IV
Estatística
Metrologia
Materiais para Engenharia
Engenharia do Trabalho
Engenharia Integrada I
Ergonomia
o
5 Semestre
Engenharia da Qualidade I
Mecânica dos Fluidos
Ciências Sociais e Humanas
Processos de Produção I
Engenharia Econômica I
Gestão de Operações I
TOTAL
o
6 Semestre
Engenharia da Qualidade II
Processos de Produção II
Engenharia Econômica II
Gestão de Operações II
Projeto Auxiliado por Computador
Engenharia Integrada II
TOTAL
o
7 Semestre
Automação Industrial
Eletricidade Aplicada
Logística e Gestão da Cadeia de Suprimentos
Planejamento e Controle da Produção I
Técnicas da Qualidade e Produtividade
Atividades Complementares I*
TOTAL
8o Semestre
Manufatura Auxiliada por Computador
Pesquisa Operacional I
Metodologia de Pesquisa Científica
Planejamento e Controle da Produção II
Projeto do Produto I
Engenharia Integrada III
Atividades Complementares II*
TOTAL
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
80
Prática
40
40
TOTAL
9o Semestre
Ética e Exercício Profissional
Optativa I
Engenharia Ambiental I
80
80
320
Teoria
80
80
40
40
40
40
320
Teoria
80
40
40
40
40
40
280
Teoria
80
40
40
40
40
240
Teoria
80
40
80
80
80
360
Teoria
40
80
40
80
80
320
Teoria
40
40
40
80
Prática
40
40
40
120
Prática
40
40
40
40
160
Prática
40
50
90
Prática
40
40
50
130
Prática
80
80
400
Total
80
80
40
80
40
40
40
400
Total
80
80
40
80
40
80
400
Total
80
80
40
80
80
40
400
Total
80
80
80
80
80
50
450
Total
80
80
40
80
80
40
50
450
Total
40
40
40
P á g i n a | 25
Pesquisa Operacional II
Projeto do Produto II
Técnicas de Planejamento de Manutenção
Tecnologia da Informação
Atividades Complementares III*
Trabalho de Curso I*
Estágio Supervisionado*
80
80
80
40
TOTAL
10o Semestre
Comércio Exterior
Custos Industriais
Engenharia Ambiental II
Gestão de Pessoas
Planejamento Estratégico
Projeto do Sistema Produtivo
Optativa II
Atividades Complementares IV*
Trabalho de Curso II*
400
Teoria
40
80
40
80
40
80
40
50
40
160
250
Prática
50
40
TOTAL
400
90
*Carga horária em hora relógio, demais disciplinas horas aula (50 minutos/aula)
80
80
80
40
50
40
160
650
Total
40
80
40
80
40
80
40
50
40
490
Tabela 8. Disciplinas optativas do Curso de Engenharia de Produção – Ingressantes 2006 a 2011
Disciplinas eletivas
LIBRAS
Gestão empreendedora
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
Teoria
Prática
Total
40
40
0
0
40
40
P á g i n a | 26
2.2.4. Conteúdos Curriculares (terminar arquivo ementário 2S 2013 matriz uniesp –
copiar e colar)
1o Semestre
Cálculo I
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
60
60
Ementa
Funções de uma variável real. Limites. Continuidade. Derivada e diferencial.
Bibliográfica Básica
LEITHOLD, Louis. O Cálculo com geometria Analítica. 3. ed. São Paulo : HARBRA, 1994. 2 v
STEWART, J. Cálculo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001. 1v
PIOVESA, C. I. et al. Matemática Básica. Berto Editora
Bibliografia Complementar
SIMMONS, G.F. Cálculo com geometria analítica. 2. ed. S.Paulo: Pearson, 2005
RUGGIERO, M.A.G., LOPES, V.L.R. Cálculo numérico: aspectos teóricos e computacionais. 2ºed.
São Paulo: Makron Books, 1996
LARSON, R.E. et alli. Cálculo com Geometria Analítica. 5ºed. RJ, vol. 2, ed. LTC, 1998
STEINBRUCH, A., WINTERLE, P. Geometria Analítica. 2ºed. São Paulo: McGraw-Hill, 1987
FLEMMING, Marília Diva; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo A: funções, limite, derivação,
integração. 5.ed. São Paulo: Pearson Makron, 1992
GLEASON, Andrew M.; MCCALLU, Willian G.; HUGHES-HALLETT, Deborah. Cálculo de uma
variável. 3.ed. Rio de Janeiro: LTC- Livros técnicos e científicos Editora S/A, 2004.
Física I
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
60
40
20
Ementa
Grandezas Físicas. Sistemas de Unidades. Movimento retilíneo. Movimento em um plano.
Movimento circular. Leis de Newton. Trabalho e Energia
Bibliográfica Básica
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert e KRANE, Kenneth S. Física, Vol.1. LTC. 5a. Ed. 2003
TIPLER, Paul. A. Física. Vol.1. LTC. 4a. Ed. 2000.
PANTANO FILHO, RUBENS et al. Fisica : Avidades experimentais
Bibliografia Complementar
NUSSENZVEIG, H. Moyses Curso de física básica 2: fluídos, oscilações e ondas de calor. 4.ed.
São Paulo: Edgard Blucher,2002
SERWAY, Raymond A.; JEWETT JR, John W. Princípios de Física - Mecânica Clássica.
V.1.Thomson Pioneira. 2003
KELLER, Frederick J., GETTYS, Edward W., SKOVE, Malcolm J. Física, Vol. I. Ed. Makron Books.
1999.
RAMALHO JUNIOR, Francisco [ET AL.] Os fundamentos da física: eletricidade e física moderna.
São Paulo: Moderna, 1976
FREEDMAN, Roger A. ; YOUNG, Hughd. Física I: mecânica. Tradução: Adir Moysés Luiz. 10. ed.
São Paulo: Pearson Addison Wesley, 2003
Algoritmos e Lógica de Programação
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
Carga Horária
Total
Teórica
40
40
P á g i n a | 27
Prática
40
Ementa
Estruturas fundamentais de algoritmos: seqüência, tomada de decisão, repetição
(incondicional e condicional). Linguagem algorítmica. Implementação de algoritmos utilizando
linguagens de programação. Aplicação e uso das estruturas fundamentais de algoritmos.
Bibliográfica Básica
FORBELLONE, André Luiz Villar, EBERSPACHER, Henri Frederico. Lógica de programação : a
construção de algoritmos e estruturas de dados. São Paulo : Makron, 1993. 177 p
MANZANO, J. A. N. G.. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação de
computadores. 11. ed. São Paulo: Érica, 2001. 236p.
BLOCH, S. Excel para engenheiros e cientistas. LTC, 2000
PREISS, Bruno R.. Estrutura de dados e algoritmos: padrões de projetos orientados a abjeto
com Java. Tradução: Elizabeth Ferreira. Rio de Janeiro: Campus, 2000.
Bibliografia Complementar
VELOSO, P.A.S. Estruturas de Dados. Rio de Janeiro: Campus, 1983
SALIBA, Walter Luiz Caram. Técnicas de programação : uma abordagem estruturada. São Paulo
: Makron, 1993. 141 p.
SILVA, M.G. Informática/Excel 2000, Acess 2000, Powerpoint 2000. SP. Èrica, 2000
JORGE, M. Microsoft Office excel 2003 – passo a passo. Ed. Pearson Brasil, 2004.
SOUZA, Marco Antonio Furlan, et al. Algoritmos e lógica de programação. São Paulo: Thomson
Learning, 2006.
Fundamentos da Engenharia I
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
40
40
Ementa
Conceitos básicos da Engenharia de Produção; Funções do engenheiro no contexto
tecnológico, social e o meio ambiente; O mercado de trabalho; Aspectos sociais da Engenharia.
Ferramentas básicas da engenharia de produção: ciclo PDCA, 5S.
Bibliográfica Básica
BAZZO, W.A., PEREIRA, L.T.V. Introdução à Engenharia. 6ª Ed. Florianópolis: Ed. UFSC, 2003.
CONTADOR, J.C. et alli Gestão de Operações. São Paulo, Ed. Edgard Blücher, 1997.
SLACK, N.; CHAMBERS, S.; HARLAND, C.; HARRISON, A.; JOHNSTON, R. Administração da
Produção. São Paulo, Atlas, 1997
Bibliografia Complementar
Davis, M.A., Nicholas, J. Fundamentos da administração da produção. Bookman, 2003
MARTINS, P.G., LAUGENI, F.P., Administração da Produção. São Paulo. Saraiva Ed. 2 ed. 2006
MOREIRA, Daniel A..Administração da produção e operações. São Paulo: Pioneira Thomson
Learning, 2004
GAITHER, Norman; FRAZIER, Greg. Administração da produção e operações. Tradução: José
Carlos Barbosa dos Santos. 8. ed. Sout-Western College Publishing: 1999
WOILER, Samsão; MATHIAS, Washington Franco. Projetos: planejamento, elaboração e análise.
1 Ed. São Paulo: Atlas S/A, 2008
Desenho Técnico I
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
60
60
Ementa
Normas e convenções. Construções geométricas. Representações de um sólido no plano
bidimensional. Projeções ortogonais segundo ABNT. Cortes, seções e interseções.
Bibliográfica Básica
MAGUIRE, D.E. e SIMMONS, C.H. Desenho Técnico: Problemas e Soluções Gerais de Desenho.
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 28
Hemus. 2004. 257 p
MANFE, Giovanni; POZZA, Rino; SCARATO, Giovanni. Desenho Técnico Mecânico: Curso
completo - vol. 1. Hemus. 2004
PAGE-JONES, Meilir. Fundamentos do desenho orientado a objeto com UML. Tradução: Celso
Roberto Paschoa. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2001
Bibliografia Complementar
JONES, F. Manual técnico para desenhistas e projetistas de máquinas. SP: Hemus
FRENCH, T.E. Desenho técnico. Porto Alegre: Globo, 1979
SILVA, Arlindo. RIBEIRO, Carlos Tavares ; DIAS, Joao; SOUSA, Luis. Desenho técnico moderno. 4.
ed. Rio de Janeiro.: LTC – Livros Técnicos e Científicos Editora S/A, 2006.
NBR6158 – Sistemas de tolerâncias e ajustes
NBR6409 – Tolerâncias geométricas
NBR8196 - Emprego de escalas
NBR8402 – Execução de caracter para escrita em desenho técnico
NBR8403 – Aplicação de linhas em desenhos
NBR8404 – Indicação do estado de superfícies em desenhos técnicos
NBR9964 – Linhas e símbolos de estruturas navais
NBR10592 – Zíper
NBR12298 – Representação de área de corte por meio de hachuras em desenho técnico
NBR13104 – Representação de entalhado em desenho técnico
NBRISO10209-2 – Máquinas e equipamentos mecânicos
NBRISO2768-1 – Tolerâncias – parte 1
NBRISO2768-21 – Tolerâncias – parte 2
Metodologia de Pesquisa Científica
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
40
40
Ementa
O caráter histórico do conhecimento científico. A Ciência como atividade própria da
comunidade cientifica. Instrumentos técnicos para a elaboração da pesquisa cientifica (normas
ABNT). Elaboração de Projeto de Pesquisa, Resumo, Resenha e Texto argumentativo.
Descrição, Narração e Dissertação. Novo Acordo Ortográfico.
Bibliográfica Básica
MARCONI, M.A., Técnicas de Pesquisa: planejamento e execução de pesquisas, amostragens e
técnicas de pesquisas, elaboração , análise e interpretação de dados, São Paulo: Atlas, 2002.
MEDEIROS, João Bosco. Redação Empresarial. São Paulo: Ed. Atlas, 2009
SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 20.ed. São Paulo: Cortez,
1999. 272p.
Bibliografia Complementar
ANDRADE, M. M; HENRIQUES, A. Língua portuguesa: noções básicas para cursos superiores.
São Paulo: Atlas, 1999.
BLIKSTEIN, I. Técnicas de comunicação escrita. São Paulo: Ática, 1998.
CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro A.. Metodologia Científica. Pearson Education. 5ª Ed.
2002. 242p.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de Metodologia Científica.
Atlas. 4ª Ed. 2005. 320p. .
OUTRAS FONTES:
NBR 6023 - Informação e documentação - Referências – Elaboração. ABNT. 2002
NBR 14724 - Informação e documentação Trabalhos Acadêmicos – Referências - Elaboração. ABNT.
2006.
Periódicos:
www.googleacadêmico.com.br;
www.scielo.br;
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 29
www.aberje.com.br;www.comunicacaoempresarial.com.br;
www.abepro.org.br;
www.abenge.org.br
2o Semestre
Cálculo II
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
60
60
Ementa
Aplicações de derivadas. Integral. Técnicas de integração e aplicações. Séries
Bibliográfica Básica
STEINBRUCH, A., WINTERLE, P. Geometria Analítica. 2ºed. São Paulo: McGraw-Hill, 1987
LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo : HARBRA, 1994. 2 v.
STEWART, J. Cálculo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001. 2v
Bibliografia Complementar
LARSON, R.E. et alli. Cálculo com Geometria Analítica.vol.2. RJ, ed. LTC, 1998
SIMMONS, G.F. Cálculo com geometria analítica. 2. ed. S.Paulo: Pearson, 2005
GLEASON, Andrew M.; MCCALLU, Willian G.; HUGHES-HALLETT, Deborah. Cálculo de uma
variável. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC- Livros técnicos e científicos Editora S/A, 2004.
GONCALVES,Mirian Buss . Calculo B. São Paulo: Pearson Makron Books, 1999
HUGHES-HALLETT, Deborah; GLEASON, Andrew M.; LOCK, Patti Frazer; FLATH, Daniel E.
Cálculo e aplicações. Tradução: Elza F. Gomide. São Paulo: Edgard Blucher, 1999.
Física II
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
60
40
20
Ementa
Conceitos fundamentais em termodinâmica. Substâncias puras e suas propriedades. Calor e
trabalho. Mecanismos de Transferência de Calor. Propriedades dos fluidos. Estática dos Fluidos
Bibliográfica Básica
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert e KRANE, Kenneth S. Física, Vol.1. LTC. 5a. Ed. 2003
TIPLER, Paul. A. Física. Vol.1. LTC. 4a. Ed. 2000.
NUSSENZVEIG, H. Moyses Curso de física básica 2: fluídos, oscilações e ondas de calor. 4.ed.
São Paulo: Edgard Blucher,2002
Bibliografia Complementar
PANTANO FILHO, RUBENS et al. Fisica : Avidades experimentais
TIPLER, Paul. A. Física. Vol.1 LTC. 4a. Ed. 2000.
KELLER, Frederick J., GETTYS, Edward W., SKOVE, Malcolm J. Física, Vol. I. Ed. Makron Books.
1999.
RAMALHO JUNIOR, Francisco [ET AL.] Os fundamentos da física: eletricidade e física moderna.
São Paulo: Moderna, 1976
FREEDMAN, Roger A. ; YOUNG, Hughd. Física I: mecânica. Tradução: Adir Moysés Luiz. 10. ed.
São Paulo: Pearson Addison Wesley, 2003
Organização do Trabalho
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
80
80
Ementa
A nova ordem mundial: Globalização e Regionalização. A Empresa, sua missão e finalidade.
Diferentes tipos de organização; o lado humano das organizações.
Bibliográfica Básica
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 30
MOTTA, Fernando C. Prestes. Teoria Geral da Administração. São Paulo: Thomson, 2002
MONTANA, Patrick J. & CHARNOV Bruce – Administração – Série Essencial, SP, Saraiva,1998
CONTADOR, J.C. et alli Gestão de Operações. São Paulo, Ed. Edgard Blücher, 1997
Bibliografia Complementar
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Teoria Geral da Administração. 3. ed. São Paulo: Atlas,
2002
DAVIS, Keith & NEWSTROM, Johan. Comportamento Humano no Trabalho, v. 1, 1998
KWASNICKA, Eunice L. Introdução à Administração Geral. SP, Atlas,1988.
LACOMBE, Francisco & G.Heilborn. Administração, Princípios e Tendências. SP-Atlas, 1997
BERNARDES, Cyro; MARCONDES, Reynaldo C. Teoria Geral da Administração. 3. ed. São Paulo:
Saraiva, 2003.
CORREA, Henrique Luiz . Teoria Geral da Administração. São Paulo: Atlas, 2003
Fundamentos da Engenharia II
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
40
40
Ementa
Conceito de sistema de produção. Fundamentos de produtividade. Conceitos iniciais de
kanban, poka yoke, desperdícios, melhoria contínua.
Bibliográfica Básica
BAZZO, W.A., PEREIRA, L.T.V. Introdução à Engenharia. 6ª Ed. Florianópolis: Ed. UFSC, 2003.
CONTADOR, J.C. et alli Gestão de Operações. São Paulo, Ed. Edgard Blücher, 1997.
SLACK, N.; CHAMBERS, S.; HARLAND, C.; HARRISON, A.; JOHNSTON, R. Administração da
Produção. São Paulo, Atlas, 1997
Bibliografia Complementar
Davis, M.A., Nicholas, J. Fundamentos da administração da produção. Bookman, 2003
MARTINS, P.G., LAUGENI, F.P., Administração da Produção. São Paulo. Saraiva Ed. 2 ed. 2006
MOREIRA, Daniel A..Administração da produção e operações. São Paulo: Pioneira Thomson
Learning, 2004
GAITHER, Norman; FRAZIER, Greg. Administração da produção e operações. Tradução: José
Carlos Barbosa dos Santos. 8. ed. Sout-Western College Publishing: 1999
WOILER, Samsão; MATHIAS, Washington Franco. Projetos: planejamento, elaboração e análise.
1 Ed. São Paulo: Atlas S/A, 2008
Desenho Técnico II
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
60
60
Ementa
Utilização sistemas CAD. Geração de sólidos. Geração de desenhos de engenharia e de
fabricação a partir de sólidos. Geração de desenhos de conj unto e montagens. Introdução à
um programa computacional de desenho; Desenho de elementos de máquinas; Desenho de
conjunto; Detalhamento de conjunto; Modelamento.
Bibliográfica Básica
MAGUIRE, D.E. e SIMMONS, C.H. Desenho Técnico: Problemas e Soluções Ge rais de Desenho.
Hemus. 2004. 257 p
MANFE, Giovanni; POZZA, Rino; SCARATO, Giovanni. Desenho Técnico Mecânico: Curso
completo - vol. 1. Hemus. 2004
PAGE-JONES, Meilir. Fundamentos do desenho orientado a objeto com UML. Tradução: Celso
Roberto Paschoa. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2001
Bibliografia Complementar
JONES, F. Manual técnico para desenhistas e projetistas de máquinas. SP: Hemus v. 2
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 31
FRENCH, T.E. Desenho técnico. Porto Alegre: Globo, 1979
SILVA, Arlindo. RIBEIRO, Carlos Tavares ; DIAS, Joao; SOUSA, Luis. Desenho técnico moderno. 4.
ed. Rio de Janeiro.: LTC – Livros Técnicos e Científicos Editora S/A, 2006.
ASSOCIACAO BRASILEIRA DE NORMAS TECNICAS – ABNT. Desenho técnico: representação de
símbolos aplicados a tolerâncias geométricas: proporções e dimensões. NBR 14699. Rio de
Janeiro: ABNT, 2001.
ASSOCIACAO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. Cotagem em desenho técnico. NBR
10126. Rio de Janeiro: ABNT, 1987
Mecânica Geral
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
40
40
Ementa
Estática dos pontos materiais. Momento de uma força. Estática dos corpos rígidos. Analise das
estruturas
Bibliográfica Básica
BEER, F. P. & JOHNSTON, E. R., Mecânica Vetorial para Engenheiros - Estática. 5ª Ed., Makron
Books. 1999.
MERIAM, James L. Mecânica – Estática. LTC. 5a Ed. 2004.
KAMINSKI, Paulo Carlos. Mecânica geral para engenheiros. Edgard Bluccher, 2004
Bibliografia Complementar
Franca, L. N. F.; Matsumura, A.Z. Mecânica Geral. Edgard Blucher, 2003
POPOV, E. Introdução mecânica dos sólidos. Edgard Bluccher, 1978
SHAMES, Irving Herman. Estática Mecânica para Engenharia. Pearson Education. 4a Ed. 2002.
SCHMIDT, Richard J.; BORESI, Arthur P. Estática. Thomson Pioneira. 2003.
HIBBELER, R. C. Resistência dos materiais. Prentice Hall Brasil, 2004.
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 32
3o Semestre
Cálculo III
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
60
60
Ementa
Funções de várias variáveis reais. Derivadas parciais, diferenciais, derivada direcional, máximos
e mínimos. Integrais múltiplas e aplicações.
Bibliográfica Básica
FEITOSA, Miguel O. Cálculo Vetorial e Geometria Analítica: exercícios propostos e resolvidos.
Ed. Atlas. 4a ed. 1996. 349 p.
LEITHOLD, Louis. O Cálculo com geometria Analítica. 3. ed. São Paulo : HARBRA, 1994. 2 v
STEWART, J. Cálculo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001. 1v
Bibliografia Complementar
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um Curso de Cálculo. LTC. Vol. 2. 5ª Ed. 2002
BOULOS, Paulo. Cálculo Diferencial e Integral. Makron Books. Vol. 2. 2a Ed. 2002
GLEASON, Andrew M.; MCCALLU, Willian G.; HUGHES-HALLETT, Deborah. Cálculo de uma
variável. 3.ed. Rio de Janeiro: LTC- Livros técnicos e científicos Editora S/A, 2004.
GONCALVES,Mirian Buss. Calculo B. São Paulo: Pearson Makron Books, 1999
HUGHES-HALLETT, Deborah; GLEASON, Andrew M.; LOCK, Patti Frazer; FLATH, Daniel E.
Cálculo e aplicações. Tradução: Elza F. Gomide. São Paulo: Edgard Blucher, 1999.
Física III
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
60
40
20
Ementa
Campo elétrico. Lei de Gauss. Fontes de tensão. Corrente Elétri ca. Campo magnético. Lei de
Ampere. Forças no campo magnético. Lei de Faraday. Conceitos de Óptica. Óptica geométrica
Bibliográfica Básica
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert e WALKER, Jearl. Fundamentos de física –
Eletromagnetismo. LTC. 6a Ed. 2003
TIPLER, P. A. física - Eletricidade e Magnetismo, Ótica. LTC. 4a Ed. 1999. V2
PANTANO FILHO, RUBENS et al. Fisica : Avidades experimentais
Bibliografia Complementar
NUSSENZVEIG, H. M., Curso de Física básica. Vol.2. Edgard Blücher. 1997
SERWAY, Raymond A.; JEWETT, Jr. John W. Princípios de Física – Eletromagnetismo. Thomson
Learning. 2004. 941p
KELLER, Frederick J., GETTYS, Edward W., SKOVE, Malcolm J. Física, Vol. II. Ed. Makron Books.
1999.
YOUNG, Hug D.; FREEDMAN, Roger A. Física III: eletromagnetismo. 12. ed. SP: Pearson, 2003
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Fundamentos de física. 8.ed. RJ: LTC, 2009. v.3
Química Geral
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
60
40
20
Ementa
A disciplina aborda temas como a estrutura Atômica, Ligações químicas, a nomenclatura de
compostos orgânicos e inorgânicos, estequiometria química. São abordados os cálculos
estequiométricos e as Leis das proporções. As reações químicas e soluções.
Bibliográfica Básica
HISDORF. J W. ET AL. Química tecnológica. SP: Thomson, 1998.
MAHAN, B. H.. Química. 2. ed. São Paulo : E. Blucher, 1975. 654p
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 33
BORGO, C. A. et al. Quimica: atividades experimentais.
Bibliografia Complementar
VAN VLACK, Lawrence Hall. Princípios de ciência e tecnologia dos materiais. Campus, 1994
KOTZ, J. C. e TREICHEL JR, Paul M. Química Geral e Reações Químicas. Thomson Learning. Vol.
1. 2005.
ATKINS, P.W. et alli. Princípios de Química. Porto Alegre, ed. Bookmann, 2001
RUSSEL, J.B. . Química Geral. 2ª ed. : Makron Books, vol 1, 1994. 564p
ROZENBERG, I. M. Química Geral. São Paulo: Edgard Blucher, 2002
CALLISTER JR, William. Ciência engenharia de materiais: uma introdução. LTC, 5.ed., 2002
Ciências Sociais e Humanas
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
40
40
Ementa
Panorama geral das ciências humanas e sociais. As matrizes do pensamento da prática e da
teoria da administração de empresas. Tratamento da diversidade etnocultural na
administração. O indivíduo nas organizações. A ética e o trabalho. Relações políticas e de
poder nas organizações
Bibliográfica Básica
MORRIS, Tom. A nova alma dos negócios. Rio de Janeiro: Campus, 1998
PASSOS, Elizete. Ética nas organizações. São Paulo: Atlas, 2004
BERNARDES, Cyro. Sociologia aplicada à administração. São Paulo: Saraiva, 1999
Bibliografia Complementar
CASTRO, Celso Antonio Pinheiro de. Sociologia Aplicada a Administração. São Paulo: Atlas,
2003
COSTA, Critina. Sociologia: Introdução à ciência da sociedade. 3ª. Edição. São Paulo: Moderna,
2005
SIMMEL, George. Questões Fundamentais da Sociologia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor,
2006
SÁ, A. L. de. Ética profissional. São Paulo: Atlas, 2001
MEKSENAS, P. Sociologia. SP: Cortês, 1990
FERNANDES, F. A Integração do negro na sociedade de classes. 3. ed. São Paulo: Ética, v. 1,
1987.
Introdução a Resistência dos Materiais
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
40
40
Ementa
Equilíbrio externo e esforços internos em elementos estruturais. Estudo das tensões,
deformações e deslocamentos. Esforços axiais. Treliças isostáticas. Flexão simples.Corte puro..
Bibliográfica Básica
BEER, Ferdinand P.,JOHNSTON JR., E. Russel. Resistência dos materiais. 3. ed. Makron, 1995.
1255 p.
HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. Prentice Hall Brasil. 2004
MERIAM, J. L. Mecânica: estática. 5.ed. LTC, 2004.
Bibliografia Complementar
POPOV, E. Introdução à mecânica dos sólidos. Ed. Edgard Blucher, 1978.
SHAMES, I. H. Estática Mecânica para Engenharia. Pearson Education. 4a Ed. 2002.
SCHMIDT, R. J.; BORESI, A. P. Estática. Thomson Pioneira. 2003.
BEER, F. P. & JOHNSTON, E. R., Mecânica Vetorial para Engenheiros - Estática. 5ª Ed., Makron
Books. 1999.
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 34
KAMINSKI, Paulo Carlos. Mecânica geral para engenheiros. Edgard Bluccher, 2004
Projeto Auxiliado por Computador
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
80
40
40
Ementa
Sistemas CAD e sua interação com Sistemas CAPP, CAM, CAE; Tipos de Sistemas CAD e
aplicações principais; Sistemas 2D e 3D; Modelos principais de representação (wireframe, CSG,
B-REP, paramétrica); Método dos Elementos finitos. Softwares Comerciais de CAE. Pré e Pós
Processamento. Geração de Malhas. Dimensionamento de Elementos
Bibliográfica Básica
SOBRINHO, Antonio da Silva Castro. Introdução ao Método dos Elementos Finitos. Ed. Ciência
Moderna
BELYTSCHKO, Ted, JACOB, Fish Um primeiro curso de elementos finitos. Editora LTC 2009.
SOUZA, Adriano Fagali de, Engenharia Integrada por Computador e sistema CAD/CAM/CNC:
princípios e aplicações. Ed. Antenna Edições Técnicas Hemu, 2009
Bibliografia Complementar
ASSAN, A. E. Método dos elementos finitos: primeiros passos. Editora UNICAMP, 1999
ALVES Filho, Avelino. Elementos Finitos – A Base da Tecnologia CAE. Ed. Érica. 1a ed. 2000. 320
p
SILVA, Sidnei D. Cnc - Programação de Comandos Numéricos Computadorizados Torneamento - Série Formação Profissional. Ed. Erica
HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. Ed. LTC. 1a ed. 2000
BEER, Ferdinand P. Resistência dos Materiais. Ed. Makron Books. 3a ed. 1995. 1255 p
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 35
4o Semestre
Cálculo IV
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
60
60
Ementa
Funções de variáveis complexas. Transformadas de Laplace. Equações diferenciais ordinárias.
Equações diferenciais parciais
Bibliográfica Básica
BOYCE, W.E., Di Prima, R.C. Equações Diferenciais Elementares e Problemas de Valores de
Contorno. 7. Ed. LTC. 2002. 416p
ZILL, Dennis G. Equações Diferenciais com Aplicações em Modelagem. Thomson Pioneira.
2003. 492p
LEITHOLD, Louis. O Cálculo com geometria Analítica. 3. ed. São Paulo : HARBRA, 1994. 2 v
Bibliografia Complementar
STEWART, J. Cálculo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001. 2v
CULLEN, Michael R. ; ZILL, Dennis G. Equações diferenciais. Tradução: Antônio Zumpano. 3. ed.
São Paulo: Pearson Makron Books, v.1, 2001
BUSSAB, Wilton de O.; MORETTIN, Pedro A.; HAZZAN, Samuel. Cálculo. São Paulo: Saraiva,
2003
GONCALVES,Mirian Buss. Calculo B. São Paulo: Pearson Makron Books, 1999
HUGHES-HALLETT, Deborah; GLEASON, Andrew M.; LOCK, Patti Frazer; FLATH, Daniel E.
Cálculo e aplicações. Tradução: Elza F. Gomide. São Paulo: Edgard Blucher, 1999.
Estatística
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
60
40
20
Ementa
Variáveis. Organização de dados. Representação. Distribuição de frequência. Medidas de
tendência e de variabilidade. Probabilidade. Amostragem e estimação. Testes de confiança.
Introdução a regressão e correlação.
Bibliográfica Básica
FONSECA, J.S. Estatística Aplicada, 2ºed, Ed. Atlas, 1985
TOLEDO, G.L. Estatística Básica, 2ºed, Ed. Atlas, 1985
CRESPO, A.A. Estatística Fácil, 17ºed. , Ed. Saraiva, 2002
Bibliografia Complementar
VIEIRA, S. Elementos de Estatística, 4º Ed. Ed. Atlas, 2003
LAPPONI, J. Carlos. Estatística usando excel. RJ: Elsevier, 2005
MILONE, Giuseppe. Estatística geral e aplicada. SP: Thomson, 2006.
MARTINS, Gilberto Andrade. Estatística geral e aplicada. 3. ed. SP: Atlas, 2006.
LARSON, Ron ; FARBER, Betsy. Estatística aplicada. SP: Pearson Prentice Hall
Manufatura Auxiliada por Computador
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
80
40
40
Ementa
Máquinas com Comando Numérico Computadorizado (CNC). Operação e programação CNC.
Planejamento de processo e fabricação industrial. Integração CAD/CAM. Sistemas flexíveis de
manufatura.
Bibliográfica Básica
DINIZ, A. E.; MARCONDES, F. C.; COPPINI, N. L. Tecnologia da usinagem dos materiais. 6. ed. SP:
Artliber, 2008
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 36
FERRARESI, Dino. Usinagem dos metais: fundamentos da usinagem dos metais. Sao Paulo :
Edgard Blucher, 1970-1988. v. 1.
Silva, Sidnei D. Cnc - Programação de Comandos Numéricos Computadorizados - Torneamento
- Série Formação Profissional. Ed. Erica
Bibliografia Complementar
SOUZA, Adriano Fagali de, Engenharia Integrada por Computador e sistema CAD/CAM/CNC:
princípios e aplicações. Ed. Antenna Edições Técnicas Hemu, 2009
NELSON BACK, PROJETO INTEGRADO DE PRODUTOS: PLANEJAMENTO, CONCEPÇÃO E
MODELAGEM - Editora: Manole
PETER POLAK, PROJETOS EM ENGENHARIA - Editora: Hemus
Eduardo Romeiro Filho et al. Projeto do produto. Editora Campus, 2009
Neto, Joao Amato. Manufatura Classe Mundial. ED. Atlas.
Correa, Henrique. Administração de Produção e Operações: Manufatura e Serviços
Engenharia do Trabalho
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
40
40
Ementa
Noções básicas de segurança e higiene do trabalho; Segurança de sistemas; Gerenciamento de
Riscos; Identificação e análise de riscos de processos e operações
Bibliográfica Básica
IIDA, Itiro. Ergonomia: Projeto e Produção. São Paulo: Editora Edgard Blücher, 1997
Barbosa Filho, Antônio Nunes. Segurança do trabalho e Gestão ambiental. 2ºed., editora Atlas,
2008.
Oliveira, Cláudio Antonio Dias de. Segurança e Medicina do Trabalho. 1 ed. 2009
Bibliografia Complementar
Tavares, José da Cunha. Noções de prevenção e controle de perdas em segurança do trabalho.
Ed. SENAC, 2004PINTO, Antonio Luiz de Toledo Segurança e medicina do trabalho. Ed. Saraiva,
2008
TRINDADE, Washington Luiz da. Riscos do Trabalho. São Paulo: LTC, 1998
Fiker, Jose. Perícias e Avaliações de Engenharia - Fundamentos Práticos. Ed. LEUD
CLAUDIO A.DIAS DE OLIVEIRA & EDUARDO MILANELI. Manual Prático de Saúde e Segurança do
Trabalho, 2009
BERTAGNI, Roberto Fleury de Souza; MONTEIRO, Antônio Lopes. Acidente do trabalho e
doenças ocupacionais. Ed. Saraiva, 2005
Eletricidade Aplicada
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
60
40
20
Ementa
Sistema legal de unidades. Carga elétrica. Correntes, tensão, potência e energia. Pilhas e
acumuladores. Associação de pilhas. Resistência. Capacitores e capacitância. indutores e
indutância. Circuitos de corrente contínua, série, paralelo e misto. Análise de circuitos de
corrente contínua. Leis de Kirchoff, corrente de malha, tensão de nós. Circuitos equivalentes,
corrente-contínua, teoremas de redes e circuitos pontes. Transitórios em circuitos CC. Noções
de correntes alternadas - geração monofásica. Características de circuitos R, circuitos L e
circuitos C
Bibliográfica Básica
SILVA Filho, M. T. Fundamentos de Eletricidade. 1ºedição, Ed. LTC, 2007
GUSSOW, M. Eletricidade Básica. 2º Ed. Editora Makron Books, 2004
NAHVI, M.; EDMINISTER, J. Circuitos elétricos. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2005
Bibliografia Complementar
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 37
DORF, R. C., SVOBODA, J.A. Introdução aos circuitos elétricos. 5º Edição, Editora LTC, 2003
WIRTH, A. Eletricidade eletrônica básica. 2. ed. RJ: Alta Books, 2007
VAN Valkenburgh. Eletricidade Básica - Vol. 1, 2, 3, 5. Tradução: Paulo João Mendes Cavalcanti.
Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1982.
MARKUS, Otavio. Circuitos Elétricos: Corrente Continua e Corrente Alternada. 7ª Edição. São
Paulo: Érica, 2007
BOYLESTAD, Robert; NASHELSKY, Louis. Dispositivos Eletrônicos e Teoria dos Circuitos.
Tradução: Roberto Moura Sales. 3ª Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1984
HILBURN, John L.; JOHNSON, David E.; JOHNSON, Johnny R. Fundamentos de Analise de
Circuitos Elétricos. Tradução: Onofre de Andrade Martins. 4ª Edição. Rio de Jane iro: LTC, 2000
Ergonomia
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
40
40
Ementa
Conceitos Principais; Ergonomia aplicada ao projeto de postos de trabalho; Influências
externas; Informatização; Antropometria estática e dinâmica; Estudo do ambiente de trabalho:
agentes físicos, químicos, biológicos, mecânicos e ergonômicos
Bibliográfica Básica
DEJOURS, C.. O Fator Humano. Rio de Janeiro. Ed. FGV. 1995
GRANDJEAN, E. Manual de Ergonomia: adaptando o trabalho ao homem. Porto Alegre. Ed.
Bookman. 1998
IIDA, Itiro. Ergonomia: Projeto e Produção. São Paulo: Editora Edgard Blücher, 1997
Bibliografia Complementar
Falzon, Pierre. Ergonomia. Ed. Edgard Blucher, 2007
Daniellou, François. A ergonomia em busca de seus princípios.Ed. Edgard Blucher, 2004.
Tavares, José da Cunha. Noções de prevenção e controle de perdas em segurança do trabalho.
Ed. SENAC, 2004.
Gomes Filho, João. Ergonomia do objeto: sistema técnico de leitura ergonômica
PINTO, A. L. T. Segurança e medicina do trabalho. Ed. Saraiva, 2008
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 38
5o Semestre
Engenharia da Qualidade I
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
80
80
Ementa
Conceitos de controle estatístico da qualidade. Gráficos para controle e monitoramento de
processos. Técnicas de amostragem. Utilização de aplicativos para ambiente produtivo.
Bibliográfica Básica
MONTGOMERY, D.C. Introdução ao Controle Estatístico da Qualidade. 4ª ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2004
VIEIRA, S. Estatística para a Qualidade. Editora Campus, 1º ed, 1999
RAMOS, A. W. CEP para processos contínuos e em bateladas. Editora Edgard Blucher, 2000
Bibliografia Complementar
Carvalho, Marly, Paladini, Edson Pacheco. Gestão da Qualidade: teoria e casos. Ed. Campus,
2006
GIL, Antonio de Loureiro. Auditoria da Qualidade. 3ª Edição. São Paulo: Atlas,1999.
VIEIRA FILHO, Geraldo. Gestão da Qualidade Total. 2ª Edição. Campinas, SP: Alínea,
ROBLES JUNIOR, Antonio. Custos De Qualidade: Aspectos Econômicos da Gestão da Qualidade
e da Gestao Ambiental. 2ª Edição. São Paulo: Atlas, 2003
MIGUEL, Paulo A. Cauchick. Qualidade: Enfoques e Ferramentas. São Paulo: Artliber Editora,
2001
Fenômenos de Transporte
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
60
60
Ementa
Primeira e segunda leis da termodinâmica. Equações gerais da cinemática e dinâmica dos
fluídos. Equações básicas de transferência de calor e massa.
Bibliográfica Básica
SOUZA, EDWARD DE . FUNDAMENTOS DE TERMODINAMICA E CINETICA QUIMICA. Belo
Horizonte - MG: UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais. 2005
YOUNG, Donald F.; OKIISHI, Theodore H.; MUNSON, Bruce R. Fundamentos da Mecânica dos
Fluidos - Com CD. Edgard Blucher. 2004. 568p.
FOX, Robert W. Introdução À Mecânica dos Fluídos. LTC. 5ª Ed. 2001
Bibliografia Complementar
Wreszinski, Walter F. TERMODINAMICA. São Paulo - SP: Padrao, 2003. 77 p
Sonntag, Richard E.; Wylen, Gordon J. Van. FUNDAMENTOS DA TERMODINAMICA CLASSICA.
São Paulo - SP: Edgard Blucher, 1976. 565 p.
POTTER, Merle C. ; WIGGERT, David C. ; Mecânica dos Fluídos. Tradução: Antonio Pacini. São
Paulo: Thomson, 2004
Brunetti, Franco. Mecânica dos Fluídos. Pearson. 1ª Ed. 2005
HALLIDAY, David ; KRANE, Kenneth S.; RESNICK, Robert. Física 4. Tradução: Pedro Manuel Calas
Lopes Pacheco. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
ROMA, W. N. L. Fenômenos de transporte para engenharia. 2. ed. São Carlos: RIMA, 2006
CENGEL, Yunus A.; CIMBALA, John M. Mecânica dos fluídos: fundamentos e aplicações. SP:
McGraw-Hill, 2007
Materiais para Engenharia
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
Carga Horária
Total
Teórica
60
60
P á g i n a | 39
Prática
Ementa
Classificação dos materiais para engenharia. Estrutura cristalina e propriedades dos materiais
metálicos, cerâmicos e polímeros. Materiais para o segmento elétrico e eletrônico. Aços:
diagramas de equilíbrio, tratamentos térmicos, especificação e ensaios mecânicos. Noções
sobre materiais poliméricos, cerâmicos e compostos.
Bibliográfica Básica
CALLISTER Jr., William D.Ciência Engenharia de Materiais - Uma Introdução. LTC. 5a Ed. 2002
VAN VLACK, Lawrence Hall. Princípios de ciência e tecnologia dos materiais. Campus. 1994.
565 p
ASHBY, Michael F. Engenharia de materiais: uma introdução a propriedades, aplicações e
projeto. 3. ed. RJ: Elsevier, v. 1, 2007
Bibliografia Complementar
PADILHA, Ângelo Fernando. Materiais de Engenharia - Microestrutura e Propriedades. HEMUS.
1997.
Askeland, Donald R. Ciência e Engenharia dos Materiais. Ed. Cengage Learning
Shackelford, James F. Ciência dos Materiais - 6ª Edição. Ed. Pearson Education
MANO, Eloisa Biasotto. Polímeros Como Materiais de Engenharia. Edgard Blucher. 1996
WAINER, Emilio; BRANDI, Sergio Duarte; MELLO, F.D. Soldagem - Processos e Metalurgia.
Edgard Blucher. 1995
Estatística Avançada
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
60
40
20
Ementa
Regressão (linear e múltipla) e correlação. Distribuição de Gauss (normal). Distribuição t de
Student. Distribuição de Poisson.
Bibliográfica Básica
FONSECA, J.S. Estatística Aplicada, 2ºed, Ed. Atlas, 1985
TOLEDO, G.L. Estatística Básica, 2ºed, Ed. Atlas, 1985
CRESPO, A.A. Estatística Fácil, 17ºed. , Ed. Saraiva, 2002
Bibliografia Complementar
VIEIRA, S. Elementos de Estatística, 4º Ed. Ed. Atlas, 2003
LAPPONI, J. Carlos. Estatística usando excel. RJ: Elsevier, 2005
MILONE, Giuseppe. Estatística geral e aplicada. SP: Thomson, 2006.
MARTINS, Gilberto Andrade. Estatística geral e aplicada. 3. ed. SP: Atlas, 2006.
LARSON, Ron ; FARBER, Betsy. Estatística aplicada. SP: Pearson Prentice Hall
Gestão de Operações I
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
80
80
Ementa
Estudo de Tempos e Métodos; Racionalização de Processos; MASP; Dimensionamento de
Tempos de processamento; Indicadores de Desempenho; Conceitos de eficiência e
produtividade.
Bibliográfica Básica
BARNES, R. M. Estudo de Movimentos e de Tempos: Projeto e Medida de Trabalho, 8ª Edição,
São Paulo. Edgard Blücher, 1977.
CONTADOR, J.C. et al. Gestão de Operações – A Engenharia de Produção a serviço da
modernização da empresa. 1a edição, ed. Edgard Blücher Ltda., São Paulo, 1997
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 40
SLACK, N., CHAMBERS, S., HARLAND, C., HARRISON, A., JOHNSTON, R. Administração da
produção. São Paulo: Editora Atlas, 1997, 726p
Bibliografia Complementar
MOURA, A. Reinaldo; BANZATO, Eduardo. Redução do Tempo de SETUP – Troca Rápida de
Ferramentas e Ajustes de Máquinas. São Paulo, IMAN, 1996
GAITHER, N. & FRAZIER, G. Administração de Produção e Operações”, 8a edição, Pi oneira-SP,
2001
SIMCHI-LEVI, David; KAMINSKY, Philip ; SIMCHI-LEVI, Edith. Cadeia de Suprimentos: Projeto e
Getsão. Conceitos, estratégias e estudos de caso. Tradução: Marcelo Klippel. Porto Alegre:
Bookman, 2003
HABERKORN, Ernesto. Gestão Empresarial com ERP. São Paulo, 2004
FARIA, Paulo. Gestão, Planejamento e Controle. Rio de Janeiro: COP Editora
Atividades Complementares I
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
50
50
Ementa
Participação dos acadêmicos em uma ou mais modalidades de atividades extra-aula, tais como
palestras, exposições, projetos especiais, visitas a empresas e outras atividades de extensão.
Elaboração de relatórios pertinentes às atividades
Bibliográfica Básica
Livros e periódicos utilizados nas demais disciplinas do curso, acrescidos de material didático
adicional pertinente às diferentes atividades a serem realizadas.
Bibliografia Complementar
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 41
6o Semestre
Engenharia da Qualidade II
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
80
80
Ementa
Tópicos Six Sigma, Norma ISO 9000 (sistema gestão da qualidade), DOE (design of
experiments), GR&R (Gage Repeatability and Reproducibility)
Bibliográfica Básica
Carvalho, Marly, Paladini, Edson Pacheco. Gestão da Qualidade: teoria e casos. Ed. Campus,
2006
MONTGOMERY, D.C. Introdução ao Controle Estatístico da Qualidade. 4ª ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2004
VIEIRA FILHO, Geraldo. Gestão da Qualidade Total. 2ª Edição. Campinas, SP: Alínea,
Bibliografia Complementar
MIGUEL, Paulo A. Cauchick. Qualidade: Enfoques e Ferramentas. São Paulo: Artliber Editora,
2001
AGUIAR, Silvio. Integração das ferramentas de qualidade ao PDCA e ao programa Seis Sigma.
Nova Lima: INDG, 2006. v
ROBLES JUNIOR, Antonio. Custos De Qualidade: Aspectos Economios da Gestao da Qualidade e
da Gestao Ambiental. 2ª Edição. São Paulo: Atlas, 2003
Vieira, S. Estatística para a Qualidade. Editora Campus 1º ed, 1999.
GIL, Antonio de Loureiro. Auditoria da Qualidade. 3ª Edição. São Paulo: Atlas,1999.
Processos de Produção I
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
80
80
Ementa
Detalhamento dos principais processos de produção discretos; Usinagem. Conformação
plástica dos metais. Fundição. Soldagem. Sinterização.
Bibliográfica Básica
CALLISTER Jr., William D.Ciência Engenharia de Materiais - Uma Introdução. LTC. 5a Ed. 2002
VAN VLACK, Lawrence Hall. Princípios de ciência e tecnologia dos materiais. Campus. 1994.
565 p
WAINER, Emilio; BRANDI, Sergio Duarte; MELLO, F.D. Soldagem - Processos e Metalurgia.
Edgard Blucher. 1995.
Bibliografia Complementar
FERRARESI, Dino. Usinagem dos metais: fundamentos da usinagem dos metais. Edgard
Blücher. 1988.
DINIZ, Anselmo Eduardo; MARCONDES, Francisco Carlos; COPPINI, Nivaldo Lemos Tecnologia
da Usinagem dos Materiais. Artliber . 3a Ed. 2001.
PADILHA, Ângelo Fernando. Materiais de Engenharia - Microestrutura e Propriedades. HEMUS.
1997
ASHBY, Michael F. Engenharia de materiais: uma introdução a propriedades, aplicações e
projeto. 3. ed. RJ: Elsevier, v. 1, 2007
ASKELAND, Donald R. Ciência e engenharia dos materiais. SP: Cengage Learning, 2008
Engenharia Econômica
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
Carga Horária
Total
Teórica
60
40
P á g i n a | 42
Prática
20
Ementa
Conceitos de engenharia econômica e matemática financeira básica. Juros simples e
compostos; Análise de séries uniformes de pagamentos e Métodos de Análise de
investimentos (período de pay-back, valor presente líquido e taxa interna de retorno);
Aplicação em análises de reduções de custos, modernização, expansão e substituição de
equipamentos. Análise sob condições de risco e incerteza
Bibliográfica Básica
PUCCINI, A.L. Matemática Financeira. RJ, ed. Atlas, 1993
PILAO, Nivaldo Elias; HUMMEL, Paulo Roberto Vampre. Matemática financeira e engenharia
econômica. SP: Thomson, 2006
VIEIRA SOBRINHO, José Dutra. Matemática financeira. 5. ed. Atlas. 1996. 409 p.
Bibliografia Complementar
GONÇALVES, Armando et al. Engenharia econômica e Finanças. Ed. Campus, 2008
FARO, Clóvis - Matemática Financeira. São Paulo: Atlas, 1994
BRANCO, Anisio Costa Castelo. Matemática Financeira Aplicada. 2ª Edição. São Paulo: Cengage
Learning, 2008
HUMMEL, Paulo Roberto Vampre; PILÃO, Nivaldo Elias. Matemática Financeira e Engenharia
Econômica. Thomson. 2003
EHRLICH, Pierre Jacques. Engenharia Econômica - Avaliação e Seleção de Projetos de
Investimento. Atlas. 6ª Ed. 2005
LAPPONI, Juan Carlos. Matemática Financeira Usando Excel. São Paulo: Lapponi Treinamento e
editora, 2002
BRANCO, Anisio Costa Castelo. Matemática Financeira Aplicada. 2ª Edição. São Paulo: Cengage
Learning, 2008
BAUER, Udibert Reinoldo, Matemática Financeira Fundamental. São Paulo: Atlas, 2003
ASSAF NETO, Alexandre - Matemática Financeira e Suas Aplicações. São Paulo: Atlas, 1994
HIRSCHFELD, Henrique. Engenharia econômica e análise de custos. 7. ed. Atlas, 2000
Gestão de Operações II
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
80
80
Ementa
Desenvolver uma visão sistêmica da gestão de materiais confrontando a outros sub-sistemas
organizacionais, em particular às operações. Apresentar técnicas de classificação, previsão,
planejamento, distribuição e fluxo de materiais, integradas às estratégias de compras e da
dinâmica das operações de manufatura.
Bibliográfica Básica
SLACK, N., CHAMBERS, S., HARLAND, C., HARRISON, A., JOHNSTON, R. Administração da
produção. São Paulo: Editora Atlas, 1997, 726p.
CHIAVENATO, Idalberto. Administração de materiais: uma abordagem introdutória. Rio de
Janeiro - RJ: Elsevier, 2005
MOREIRA, D. A. “Administração de Produção e Operações”; Editora Pioneira, São Paulo, 1979
GAITHER, N. & FRAZIER, G. Administração de Produção e Operações”, 8a edição, Pioneira-SP,
2001.
Bibliografia Complementar
MARTINS, P. G. e ALT, P. R. C. (2009): Administração de Materiais e Recursos Patrimoniais,
3.ed., São Paulo; Saraiva.
VIANA, Joao Jose. Administração de materiais: um enfoque pratico. São Paulo:Atlas, 2012.
GONÇALVES, P. S. Administração de materiais. 2.ed. , Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
DIAS, M. A. P. Administração de materiais: uma abordagem logística. 4. ed. São Paulo: Atlas,
2009.
BALLOU, R. (2001): Logística empresarial: transportes, administração de materiais e
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 43
distribuição física, São Paulo, Atlas.
BOWERSOX, D. J. (2001) Logística Empresarial. São Paulo: Atlas.
Gestão de Projetos
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
60
40
20
Ementa
A Busca da Excelência. Gerenciamento de Projetos nas Organizações. Definição de Projeto.
Gerenciamento de Projetos versus Gerenciamento da Rotina. Definição de Gerenciamento de
Projetos. Ciclos do Projeto e Processos do Gerenciamento (Iniciação, Planejamento, Ex ecução,
Controle e Encerramento). O Gerente do Projeto. Inicialização.
Bibliográfica Básica
CARLOS MAGNO DA SILVA XAVIER. Metodologia de Gerenciamento de Projetos: Methodware,
2005
VERZUH, Erik. Gestão de projetos: descomplicando conceitos, soluções dinâmicas, idéias
inovando. 11. ed. RJ: Campus, 2000
HELDMAN, Kim. Gerencia de projetos. São Paulo: Campus, 2006
Bibliografia Complementar
CSILLAG, J.M. Análise do Valor. Editora Atlas
GURGEL,F.C.A. Administração do Produto. São Paulo:Ed. Atlas, 2001
Baxter, Mike. Projeto de Produto. Ed. Edgard Blücher
CAUCHICK-MIGUEL, Paulo Augusto, Implementação do QFD para o Desenvolvimento de Novos
Produtos, Atlas, 2009.
ROMEIRO FILHO, Eduardo et al. Projeto do produto. Editora Campus, 2008.
COHEN, Dennis J. Gestão de Projetos MBA Executivo. Rio de Janeiro: Campuas, 2002
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 44
7o Semestre
Processos de Produção II
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
60
60
Ementa
Processos de Fabricação de termoplásticos e de termofixos. Processos químicos. Conceitos
básicos e funções do planejamento de processos. Planejamento de processos de produção
discreta. Planejamento de processos químicos. Planejamento de processos assistido por
computador.
Bibliográfica Básica
Manrich, Silvio. Processamento de Termoplásticos - Rosca Única, Extrusão & Matrizes, Injeção
& Moldes. Ed. Artliber
WIEBECK, H. & HARADA, J. Plásticos de Engenharia – Tecnologia e Aplicações, Artliber, 2005
ASHBY, Michael F. Engenharia de materiais: uma introdução a propriedades, aplicações e
projeto. 3. ed. RJ: Elsevier, v. 1, 2007
Bibliografia Complementar
MANO, EB. Introdução a Polímeros. Editora Edgar Blucher, 2000.
Brasil, NI. Introdução à Engenharia Química, editora Interciência, 1999
MARTINS, P.G.,LAUGENI, F.P., Administração da Produção. São Paulo. Saraiva Ed. 2 ed. 2006
CRUZ, T. Sistemas, organização & métodos - Estudo integrado das novas tecnologias de
informação. Editora Atlas, 1997, 230p
Michaeli, Walter, Tecnologia dos Plásticos. Ed. Edgard Blücher, 1995
ASKELAND, Donald R. Ciência e engenharia dos materiais. SP: Cengage Learning, 2008
Engenharia Ambiental
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
60
60
Ementa
Ecologia. Preservação e utilização de recursos naturais: poluição, impacto ambiental e
desenvolvimento sustentado. Reciclagem. Legislação ambiental. Noções gerais do processo de
desenvolvimento do produto. "Codesign/Design for Environment" ou Projeto do Produto para
o Ambiente. Avaliação do ciclo de vida do produto. Produção mais limpa e ecoeficiência.
Estudo dos Processos de Certificação Ambiental; ISO 14.000 e outras normas.
Bibliográfica Básica
BRAGA, B. Introdução à Engenharia Ambiental. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil, 2002.
318p
DONAIRE, DENIS. Gestão ambiental na empresa. 2.ed. SP: Atlas, 1999
PANTANO FILHO, R.; ROSA, D. S. Meio ambiente: múltiplos olhares. Companhia da Escola - 1ª.
Ed. 2005
SEIFFERT, Mari Elizabete Bernardini. Iso 14001 - Sistemas de Gestão Ambiental - Implantação
Objetiva e Econômica. São Paulo: Altas, 3 Ed,. 2007
ASSUMPÇÃO, Luiz Fernando Joly. Sistema de Gestão Ambiental, São Paulo: Jurua, 2ª Ed., 2009
Bibliografia Complementar
PANTANO FILHO, Rubens. Desenvolvimento sustentável. São Paulo: Berto Itativa, 2008
Aquino, Afonso Rodrigues de. Analise de Sistema de Gestão Ambiental. Thex Editora, 1 ed.
2008.
DEMAJOROVIC, Jacques. Sociedade de Risco e Responsabilidade Socioambiental, Senac, 2003
MANO, Eloisa Biasotto. Meio Ambiente, Poluição e Reciclagem, Rio de Janeiro: Edgard Bluche,
2005
REIS, Lineu Bélico dos. Energia, Recursos Naturais e a Prática do Desenvolvimento Sustentável,
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 45
São Paulo: Manole, 2005
Logística e Gestão da Cadeia de Suprimentos
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
80
80
Ementa
Projeto da Rede de Operações e Suprimentos; Planejamento estratégico da rede;
Componentes da cadeia de suprimentos; Técnicas para gestão; Análise de desempenho,
Localização de empresas
Bibliográfica Básica
PIRES, S.R.I. Gestão da cadeia de suprimentos: conceitos, estratégias, práticas e casos. São
Paulo: Ed. Atlas, 2004.
SIMCHI-LEVI, David; KAMINSKY, Philip ; SIMCHI-LEVI, Edith. Cadeia de Suprimentos: Projeto e
Getsão. Conceitos, estratégias e estudos de caso. Tradução: Marcelo Klippel. Porto Alegre:
Bookman, 2003
NOVAES, Aantonio Galvão. Logistica e Gerenciamento da Cadeia de Distribuição. 2ª Edição. Rio
de Janeiro: Elsevier, 2004
Bibliografia Complementar
FIGUEIREDO, Kleber Fossati; FLEURY, Paulo Fernando; WANKE, Peter. Logistica e
Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos: Planejamento do fluxo de produtos e dos recursos.
São Paulo: Atlas, 2003
BALLOU, R.H. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos: planejamento, organização e logistica
empresarial. São Paulo: Atlas, 2002
CHOPRA, S.; MEINDEL, P. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos: estratégia, planejamento
e operação. São Paulo: Prentice Hall, 2003
GOMES, C.F.S. & RIBEIRO, P.C.C. Gestão da cadeia de suprimentos integrada à Tecnologia da
Informação. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004
ARBACHE, Fernando Saba. Gestão de Logistica, Distribuição e Trade Marketing. 2ª Edição. Rio
de Janeiro: Editora FGV, 2006
FARIA, Paulo. Gestao, Planejamento e Controle. Rio de Janeiro: COP Editora
Planejamento e Controle da Produção I
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
80
80
Ementa
Administração de materiais; Previsões de Vendas. Cálculos de Demanda; Controle e
Dimensionamento de Estoques; Priorização de Itens: Curvas ABC;.
Bibliográfica Básica
CORRÊA, H.L., GIANESI, I.G.N. e CAON, M. “Planejamento , Programação e Controle da
Produção: MRP II/ ERP – Conceitos, Usos e Implantação”. Ed. Atlas, São Paulo, 1997
Vollman, T. E. et. Al. Sistema de Planejamento & Controle da Produção, Bookman, 2006
Lustosa, Leonardo et alli. Planejamento e Controle da Produção, 304p. Ed. Campus, 2006
Bibliografia Complementar
CORRÊA, H.L. e GIANESI, I.G.N. “Just in Time, MRP II e OPT: Um enfoque estratégico” . Ed.
Atlas, São Paulo, 1992
MOREIRA, D. A. “Administração de Produção e Operações”; Editora Pioneira, São Paulo, 1979
TUBINO, Dalvio Ferrari. Manual de Planejamento e Controle de Produção. 2ª Edição. São
Paulo: Atlas, 200
Chiavenato. I. Planejamento e controle da produção
Whybark, D. C. Sistema de Planejamento e controle da produção
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 46
Técnicas para a Qualidade e Produtividade I
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
60
60
Ementa
Principais programas de melhoria: caracterização e aplicação; Benchmarking, Ciclo PDSA,
Reengenharia dos Processos de Negócios (BPR), SMED, Poka-yoke e Kaizen.
Bibliográfica Básica
Carvalho, M. M.; Gestão da qualidade: teoria e casos
Aguiar, S.; Integração das Ferramentas da Qualidade ao PDCA e Programa Seis Sigma
Lucena, G. T. F.; Sistemática da qualidade total. Ed. LCM
Bibliografia Complementar
GYGI; DECARLO; WILLI. Seis Sigma para leigos. Ed. Altas Books, 2008
WOMACK, James P., JONES, Daniel T., ROOS, Daniel. A máquina que mudou o mundo. Ed.
Campus, 2004
WOMACK, James P., JONES, Daniel T., ROOS, Daniel. A mentalidade enxuta nas empresas –
Lean Thinking. Ed. Campus, 2004
CONTADOR, J.C. et al. Gestão de Operações – A Engenharia de Produção a serviço da
modernização da empresa. 1a edição, ed. Edgard Blücher Ltda., São Paulo, 1997
SLACK, N., CHAMBERS, S., HARLAND, C., HARRISON, A., JOHNSTON, R. Administração da
produção. São Paulo: Editora Atlas, 1997, 726p
GIL, Antonio de Loureiro. Auditoria da Qualidade. 3ª Edição. São Paulo: Atlas,1999
VIEIRA FILHO, Geraldo. Gestao da Qualidade Total. 2ª Edição. Campinas, SP: Alínea, 2007
ROBLES JUNIOR, Antonio. Custos De Qualidade: Aspectos Econômicos da Gestão da Qualidade
e da Gestao Ambiental. 2ª Edição. São Paulo: Atlas, 2003
MIGUEL, Paulo A. Cauchick. Qualidade: Enfoques e Ferramentas. São Paulo: Artliber Editora,
2001
Atividades Complementares III
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
50
50
Ementa
Participação dos acadêmicos em uma ou mais modalidades de atividades extra-aula, tais como
palestras, exposições, projetos especiais, visitas a empresas e outras atividades de extensão.
Elaboração de relatórios pertinentes às atividades
Bibliográfica Básica
Livros e periódicos utilizados nas demais disciplinas do curso, acrescidos de material didático
adicional pertinente às diferentes atividades a serem realizadas.
Bibliografia Complementar
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 47
8o Semestre
Técnicas para a Qualidade e Produtividade II
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
60
60
Ementa
Principais técnicas de melhoria: Cultura do Sistema Lean Production; Value Stream Mapping
(VSM) – estágio atual e futuro.
Bibliográfica Básica
Carvalho, M. M.; Gestão da qualidade: teoria e casos
Aguiar, S.; Integração das Ferramentas da Qualidade ao PDCA e Programa Se is Sigma
Lucena, G. T. F.; Sistemática da qualidade total. Ed. LCM
Bibliografia Complementar
GYGI; DECARLO; WILLI. Seis Sigma para leigos. Ed. Altas Books, 2008
WOMACK, James P., JONES, Daniel T., ROOS, Daniel. A máquina que mudou o mundo. Ed.
Campus, 2004
WOMACK, James P., JONES, Daniel T., ROOS, Daniel. A mentalidade enxuta nas empresas –
Lean Thinking. Ed. Campus, 2004
CONTADOR, J.C. et al. Gestão de Operações – A Engenharia de Produção a serviço da
modernização da empresa. 1a edição, ed. Edgard Blücher Ltda., São Paulo, 1997
SLACK, N., CHAMBERS, S., HARLAND, C., HARRISON, A., JOHNSTON, R. Administração da
produção. São Paulo: Editora Atlas, 1997, 726p
GIL, Antonio de Loureiro. Auditoria da Qualidade. 3ª Edição. São Paulo: Atlas,1999
VIEIRA FILHO, Geraldo. Gestao da Qualidade Total. 2ª Edição. Campinas, SP: Alínea, 2007
ROBLES JUNIOR, Antonio. Custos De Qualidade: Aspectos Econômicos da Gestão da Qualidade
e da Gestao Ambiental. 2ª Edição. São Paulo: Atlas, 2003
MIGUEL, Paulo A. Cauchick. Qualidade: Enfoques e Ferramentas. São Paulo: Artliber Editora,
2001
Pesquisa Operacional I
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
60
30
30
Ementa
Programação Matemática; Processos Estocásticos; Programação Linear; Métodos gráfico e
simplex.
Bibliográfica Básica
Caixeta-filho, José Vicente. Pesquisa Operacional - 2ª Ed. 2004. Ed. ATLAS
LACHTERMACHER, Gerso. Pesquisa operacional na tomada de decisões. RJ: Campus, 2002
ANDRADE, E.L., Introdução à Pesquisa Operacional: Métodos e Modelos para a análise de
decisão. 2a ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000. 276 p
Bibliografia Complementar
SILVA, E. M. DA ; GONÇALVES, V. MUROLO; A. C. Pesquisa Operacional: Programação Linear –
Simulação. São Paulo: Atlas, 1995. 184 p
TAHA, Hamdy A. Pesquisa Operacional - 8ª Ed.. Ed. Prentice Hall
ARENALES, Marcos et alli. Pesquisa Operacional. Ed. Elsevier
MOCCELLIN, João Vitor. Técnicas do Caminho Critico PERT/COM
MIRSHAWKA, Victor. Aplicações de pesquisa operacional. SP: Nobel, 1981. v. 3
Projeto de Pesquisa
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
Carga Horária
Total
Teórica
40
20
P á g i n a | 48
Prática
20
Ementa
Apresentação das áreas e linhas de pesquisa e desenvolvimento para planejamento do
trabalho; Princípios de Pesquisa aplicados à gerência de produção: estudos de caso, pesquisa
tipo survey, pesquisa-ação e simulação/modelagem; Estruturação do plano de trabalho para
TFGI e II
Bibliográfica Básica
Marconi, Marina. Lakatos; Eva M. Técnicas de Pesquisa: planejamento e execução de
pesquisas. São Paulo, Atlas, 1990
DEMO, Pedro. Pesquisa e Informação Qualitativa. Campinas: Papirus, 2006
MARCONI, Marina; LAKATOS, Eva M. Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 2000
Bibliografia Complementar
Andrade, Maria M. Introdução à Metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos
na graduação. São Paulo, Atlas, 1995
CAUCHICK, P.A.C. Metodologia de pesquisa em engenharia de produção e gestão de
operações, São Paulo: Elsevier, 2009
BAZZO, W.A., PEREIRA, L.T.V. Introdução à Engenharia. 6ª Ed. Florianópolis: Ed. UFSC, 2003.
Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 6023. Referências Bibliográficas. Rio de Janeiro,
ASSOCIACAO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: Informação e documentação:
trabalhos acadêmicos – apresentação. RJ: ABNT, 2006
CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro A, Metodologia científica. 5. ed. SP: Prentice Hall, 2003
OLIVEIRA, Silvio Luiz de. Tratado de metodologia científica. SP: Pioneira Thomson, 2002
Planejamento e Controle da Produção II
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
80
80
Ementa
Planejamento da Produção Industrial; Planejamento da Necessidade de Materiais; Planos e
Programação da Produção; Planejamento de Fabricação e Sistemas de Emissão de Ordens
Bibliográfica Básica
CORRÊA, H.L., GIANESI, I.G.N. e CAON, M. “Planejamento , Programação e Controle da
Produção: MRP II/ ERP – Conceitos, Usos e Implantação”. Ed. Atlas, São Paulo, 1997
Lustosa, Leonardo et alli. Planejamento e Controle da Produção, 304p. Ed. Campus, 2006
Vollman, T. E. et. Al. Sistema de Planejamento & Controle da Produção, Bookman, 2006
Bibliografia Complementar
MOREIRA, D. A. “Administração de Produção e Operações”; Editora Pioneira, São Paulo, 1979
TUBINO, Dalvio Ferrari. Manual de Planejamento e Controle de Produção. 2ª Edição. São
Paulo: Atlas, 2000.
Chiavenato. I. Planejamento e controle da produção
CORRÊA, H.L. e GIANESI, I.G.N. “Just in Time, MRP II e OPT: Um enfoque estratégico” . Ed.
Atlas, São Paulo, 1992
Whybark, D. C. Sistema de Planejamento e controle da produção Correa, Henrique.
Administração de Produção e Operações: Manufatura e Serviços
Projeto do Produto I
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
60
30
30
Ementa
Metodologia de Projeto para Produtos Industriais; Princípios de Marketing e sua aplicação;
Análise de demanda; Definição de público alvo; planejamento de mercado e capacidade
produtiva
Bibliográfica Básica
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 49
CARLOS MAGNO DA SILVA XAVIER. Metodologia de Gerenciamento de Projetos: Methodware,
2005
VERZUH, Erik. Gestão de projetos: descomplicando conceitos, soluções dinâmicas, idéias
inovando. 11. ed. RJ: Campus, 2000
Csillag, J.M. Análise do Valor. Editora Atlas
Bibliografia Complementar
GURGEL,F.C.A. Administração do Produto. São Paulo:Ed. Atlas, 2001
Baxter, Mike. Projeto de Produto. Ed. Edgard Blücher
Paulo Augusto Cauchick Miguel, Implementação do QFD para o Desenvolvimento de Novos
Produtos, Atlas, 2009.
Eduardo Romeiro Filho et al. Projeto do produto. Editora Campus, 2008.
HELDMAN, Kim. Gerencia de projetos. São Paulo: Campus, 2006
COHEN, Dennis J. Gestão de Projetos MBA Executivo. Rio de Janeiro: Campuas, 2002
Metrologia
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
40
40
Ementa
Introdução a metrologia. Uso de instrumentos de medição. Tolerâncias dimensionais e
geométricas. Uso e aplicação de roscas. Seleção de rolamentos.
Bibliográfica Básica
LIRA, Francisco Adval. Metrologia na Indústria. Érica. 2001
BEGA, Egídio Alberto. Instrumentação industrial. Rio de Janeiro: Interciência, 2006
ALBERTAZZI, A. Fundamentos de Metrologia Científica e Industrial. Ed. Manole.
Bibliografia Complementar
AGOSTINHO, Oswaldo Luiz; RODRIGUES, Aroldo e LIRANI, João. Tolerâncias, Ajustes, Desvios e
Análise de Dimensões. Princípios de Engenharia de Fabricação Mecânica. Edgard Blucher.
1977.
BOLTON, W. Instrumentação e controle. Ed. Hemus, 2005
Balbinot, Alexandre; Brusamerello, Valner João. Instrumentação e Fundamentos de Medidas Vol. 1. ED. LTC
Casillas, A.l. Máquinas: Formulário Técnico. Editora Mestre Jou, 1981
BRASIL, NILO INDIO do. Sistema Internacional de Unidades, Inmetro, 2002
Atividades Complementares IV
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
50
50
Ementa
Participação dos acadêmicos em uma ou mais modalidades de atividades extra-aula, tais como
palestras, exposições, projetos especiais, visitas a empresas e outras atividades de extensão.
Elaboração de relatórios pertinentes às atividades
Bibliográfica Básica
Livros e periódicos utilizados nas demais disciplinas do curso, acrescidos de material didático
adicional pertinente às diferentes atividades a serem realizadas.
Bibliografia Complementar
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 50
9o semestre
Economia
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
40
40
Ementa
Breve história da Economia: antiguidade; idade média (até 1929); idade moderna (pós 1929).
Mercado de Capitais: Ministério da Fazenda; Banco Central; COPOM (inflação; taxa SELIC);
Bolsa de Valores (Índice BOVESPA); Sistemas de Crédito. Tópicos atuais em economia.
Bibliográfica Básica
ROSSETTI, José Paschoal. Introdução a economia. 20.ed. São Paulo: Atlas, 2003
VASCONCELLOS, Marco Antonio S. Fundamentos da Economia, São Paulo: Saraiva, 2006
EQUIPE DE PROFESSORES DA USP. Manual de economia, São Paulo: Saraiva, 5ed. 2004
SILVA, César Roberto Leite da. Economia e mercados: introdução a economia. São Paulo:
Saraiva, 18 ed., 2001
Bibliografia Complementar
KRUGMAN, P.; OBSTFELD, M. Economia Internacional. São Paulo: McGraw Hill, 2000
PASSOS, Carlos Roberto Martins. Princípios de economia, São Paulo: Thomson, 4 ed. 2003
SINGER, Paul. Aprender economia. São Paulo: Contexto, 2008
SILVA, Fábio Gomes da. Economia aplicada a administração. São Paulo: Futura, 2002
BAER, Werner. A economia brasileira. São Paulo: Nobel, 2002
GREMAUD, Amaury Patrick (et al.). Manual de Economia. 5ª Ed. São Paulo, Saraiva, 2010.
GREMAUD, Amaury Patrick. Economia brasileira contemporânea. 7ª Ed. São Paulo, Atlas, 2009.
MARQUES, Rosa Maria; FERREIRA, Mariana Ribeiro Jansen; BOYADJAN, Ana Carolina Paes de
Barros (et. al.). O Brasil e a nova ordem: a economia contemporânea, uma análise dos
governos Collor a Lula. São Paulo, Saraiva, 2010.
Administração de Sistemas de Informação
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
60
60
Ementa
Conceitos de tecnologia de informação. Tipos de tecnologia de informação. Relação entre a
tecnologia de informação e a organização. Projeto de um sistema de tecnologia de
informação.
Bibliográfica Básica
STAIR, R. M. Princípios de Sistemas de Informação. Editora LTC, 1998
LAUDON, K. C., LAUDON, J. P. Sistemas de Informação – com Internet. Editora LTC, 1999
TURBAM, E. ET ALL. Administração de Tecnologia da Informação. Editora Campus, 2003
Bibliografia Complementar
O’BRIEN, J. A. Administração de Sistemas de Informação. Editora Saraiva, 2000
BIO, Sérgio Rodrigues. Sistemas de informação: um enfoque gerencial. São Paulo: Atlas,
1985
CRUZ, Tadeu. Sistemas, organização & Métodos. São Paulo: Atlas, 1997
CRUZ, Tadeu. Sistemas de informações gerenciais. São Paulo: Atlas, 2007
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças. Sistemas de informações gerenciais. São Paulo: Atlas,
2005
FOINA, Paulo Rogério. Tecnologia de informação: planejamento e gestão. São Paulo: Atl as,
2006
Pesquisa Operacional II
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
Carga Horária
Total
Teórica
80
80
P á g i n a | 51
Prática
Ementa
Avaliação e apoio à tomada de decisão; Planejamento e controle de projetos; Método do
caminho crítico; Redes; PERT/CPM
Bibliográfica Básica
Caixeta-filho, José Vicente. Pesquisa Operacional. 2.ed. SP: Atlas, 2004
LACHTERMACHER, Gerson. Pesquisa operacional na tomada de decisões. RJ: Campus, 2002.
ANDRADE, E.L., Introdução à Pesquisa Operacional: Métodos e Modelos para a análise de
decisão. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000. 276 p
Bibliografia Complementar
SILVA, E. M. da ; GONÇALVES, V. MUROLO; A. C. Pesquisa Operacional: Programação Linear
– Simulação. São Paulo: Atlas, 1995. 184 p.
Taha, Hamdy A. Pesquisa Operacional. 8. ed.. SP: Prentice Hall, 2008
ARENALES, Marcos et al. Pesquisa operacional para cursos de engenharia. RJ: Elsevier, 2007
MIRSHAWKA, Victor. Aplicações de pesquisa operacional. SP: Nobel, 1981. v. 3.
MOCCELLIN, João Vitor. Técnicas do Caminho Critico PERT/COM
Projeto do Produto II
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
80
40
40
Ementa
Estudo dos principais métodos para desenvolvimento de produtos; Engenharia Simultânea;
ESI (Envolvimento de Fornecedores); Desdobramento da Função Qualidade (QFD); Aplicação
em produtos e serviços
Bibliográfica Básica
CARLOS MAGNO DA SILVA XAVIER. Metodologia de Gerenciamento de Projetos:
Methodware, 2005
VERZUH, Erik. Gestão de projetos: descomplicando conceitos, soluções dinâmicas, idéias
inovando. 11. ed. RJ: Campus, 2000
Csillag, J.M. Análise do Valor. Editora Atlas.
Bibliografia Complementar
GURGEL,F.C.A. Administração do Produto. São Paulo:Ed. Atlas, 2001
Baxter, Mike. Projeto de Produto. Ed. Edgard Blücher
Slack, N. Administração da Produção. Ed. Atlas. 1997.
Eduardo Romeiro Filho et al. Projeto do produto. Editora Campus, 2009
HELDMAN, Kim. Gerencia de projetos. São Paulo: Campus, 2006
COHEN, Dennis J. Gestão de Projetos MBA Executivo. Rio de Janeiro: Campus, 2002
Planejamento Estratégico
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
60
60
Ementa
Conceitos de estratégia. Definição e formulação de estratégias. Estratégias Competitivas e
Vantagens Competitivas.Planejamento tático e operacional.
Bibliográfica Básica
CHIAVENATO, I. Os novos paradigmas: como as mudanças estão mexendo com as e mpresas.
São Paulo: Atlas, 2003
ZACCARELLI, Sergio B. Estratégia e sucesso nas empresas. SP: Saraiva, 2000
FERREL, O. C. Estratégia de marketing. 3.ed. SP: Pioneira, 2005
Bibliografia Complementar
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 52
Almeida, Martinho Isnard Ribeiro de.Manual de Planejamento Estratégico, Atlas, 2010
OLIVEIRA, Djalma. Planejamento estratégico: conceitos, metodologias e práticas
PORTER, M.E. Estratégia Competitiva. Rio de Janeiro, Editora Campus Ltda, 1986
PORTER, M. E. Vantagem Competitiva: criando e sustentando um desempenho superior. Rio de
Janeiro, Editora Campus Ltda, 1989
COUTINHO, André Ribeiro. Gestão da estratégia. Ed. Campus, 2005
GOMES, Josir Simeone. Controle de gestão: uma abordagem contextual e organizacional. 3.ed.
SP: Atlas, 2001
Atividades Complementares V
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
50
50
Ementa
Participação dos acadêmicos em uma ou mais modalidades de atividades extra-aula, tais como
palestras, exposições, projetos especiais, visitas a empresas e outras atividades de extensão.
Elaboração de relatórios pertinentes às atividades
Bibliográfica Básica
Livros e periódicos utilizados nas demais disciplinas do curso, acrescidos de material didático
adicional pertinente às diferentes atividades a serem realizadas.
Bibliografia Complementar
Trabalho de Curso I
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
40
40
Ementa
Disciplina de orientação em grupo do trabalho de conclusão de curso. Nesta disciplina o
Trabalho de Conclusão de Curso será elaborado, com definição de objetivos, justificativa,
revisão bibliográfica e metodológica. Os alunos passaram por defesa pública preliminar
perante banca.
Bibliográfica Básica
Marconi, Marina. Lakatos; Eva M. Técnicas de Pesquisa: planejamento e execução de
pesquisas. São Paulo, Atlas, 1990
DEMO, Pedro. Pesquisa e Informação Qualitativa. Campinas: Papirus, 2006
MARCONI, Marina; LAKATOS, Eva M. Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 2000
Bibliografia Complementar
Andrade, Maria M. Introdução à Metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalho s
na graduação. São Paulo, Atlas, 1995
CAUCHICK, P.A.C. Metodologia de pesquisa em engenharia de produção e gestão de
operações, São Paulo: Elsevier, 2009
BAZZO, W.A., PEREIRA, L.T.V. Introdução à Engenharia. 6ª Ed. Florianópolis: Ed. UFSC, 2003.
Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 6023. Referências Bibliográficas. Rio de Janeiro,
ASSOCIACAO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: Informação e documentação:
trabalhos acadêmicos – apresentação. RJ: ABNT, 2006
Revista Produção. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=01036513&script=sci_serial
Revista Produção on line. Disponível em: http://producaoonline.org.br/index.php/por
Revista Gestão e Produção. Disponível em: http://www.dep.ufscar.br/revista/
Anais do ENEGEP (Encontro Nacional de Engenharia de Produção). Disponível em:
http://publicacoes.abepro.org.br/
Anais do SIMPEP (Simposio de Engenharia de Produção) . Disponível em:
www.simpep.feb.unesp.br/anais.php
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 53
10o Semestre
Ética e Exercício Profissional
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
40
40
Ementa
Ética geral: o fenômeno moral e a filosofia ética. Direito e dever. Cidadania, responsabilidade
social e consciência ética. Ética profissional. Aspectos éticos referentes ao marketing, a
publicidade, à propriedade, a discriminação, a privacidade e ao recebimento de ofertas e
prêmios. Código de ética do Sistema CONFEA/CREA. Declaração Universal dos Direitos do
Homem
Bibliográfica Básica
ARANHA, Maria Lucia. Filosofando: introdução a filosofia. 3.ed. SP: Moderna, 2003.
PASSOS, Elizete. Ética nas organizações. SP: Atlas, 2004
SUNG, JUNG Mo. Conversando sobre ética e sociedade. 12.ed. RJ: Vozes, 2003
Bibliografia Complementar
SINGER, Peter. Ética pratica. SP: Martins Fontes, 2006
TRIVINOS, Augusto. Introdução a pesquisa em ciências sociais. SP: Atlas, 2006.
NALINI, Jose Renato. Ética geral e profissional. 6. ed. SP: RT, 2008
SÁ, Antonio Lopes de. Ética profissional. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2001
SROUR, Robert Henry. Ética empresarial: a gestão da reputação. Rio de Janeiro: Campus, 200
COLBARI, Antonia L. Ética do trabalho. São Paulo: Letras & Letras, 1995
Custos Industriais
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
80
80
Ementa
Princípios básicos (gastos, custos, despesas); Classificação de custos (diretos/indiretos;
fixos/variáveis/semi-variáveis); Sistemas Tradicionais de Custeio, Novas proposições de
sistemas de custeio (Sistema ABC, Target Costing).
Bibliográfica Básica
MARTINS, Eliseu. "Contabilidade de Custos" - 8ª Ed. Revisada - São Paulo. Atlas, 2001
LEONE, George Sebastião Guerra. " Curso de Contabilidade de Custos". São Paulo: Atlas, 1997
MARION, Jose Carlos. Contabilidade Básica. São Paulo: Atlas, 2004.
Bibliografia Complementar
NAKAGAWA, Masayuki. Gestão estratégica de custos. SP: Atlas, 2000.
IUDÍCIBUS, Sergio de. Analise de balanços. São Paulo: Atlas, 7 ed. 1998
CARDOSO, Ricardo Lopes. Contabilidade Gerencial, São Paulo: Atlas, 2007
MARION, José Carlos. Analise das demonstrações contábeis. São Paulo: Atlas, 2 ed., 2002
CREPALDI, Silvio Aparecido.Curso básico de contabilidade de custos. São Paulo: Atlas, 2007
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade de Custos Fácil. São Paulo: Saraiva, 6 ed. 2005
Tecnologias de Automação
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
40
20
20
Ementa
Sistemas de automação discreta. Métodos de representação e análise de sistemas seqüenciais.
Sensores, transmissores e atuadores. Controladores Lógicos Programáveis: Conceito,
Programação e Aplicações. Implementação de aplicações de automação industrial: Hardware,
Software e programação
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 54
Bibliográfica Básica
FIALHO, Arivelto Bustamante. Automação Hidráulica. Érica. 2003
FIALHO, Arivelto Bustamante. Automação Pneumática . Érica. 2003
ALVES, Jose Luiz Loureiro. Instrumentação, Controle e Automação de Processos. Rio de Jan eiro:
LTC, 2005
Bibliografia Complementar
GEORGINI, Marcelo. Automação Aplicada. São Paulo, ed. Érica, 2001
CASTRUCCI, Plínio de Lauro; MORAES, Cícero Couto. Engenharia de automação Industrial. LTC.
2001
NATALE, Ferdinando. Automação industrial. São Paulo, ed. Érica, 1995. (Serie brasileira de
tecnologia).
SILVEIRA, Paulo Rogério da, SANTOS, Winderson E. dos. Automação e controle discreto. São
Paulo, 4a ed. Érica. 2002
CAPELLI, Alexandre. Automação Industrial: Controle do Movimento e Processos Contínuos. 2ª
Edição. São Paulo: Érica, 2007
BONACORSO, Nelso Gauze; NOLL,Valdir.Automação Eletropneumática. 10ª Edição. São Paulo:
Érica, 2007
Gestão de Pessoas
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
40
40
Ementa
Fundamentos, desafios e tendências da gestão de pessoas; Atribuições e competências; A
estruturação da gestão de pessoas através dos sistemas funcionais; Análise e descrição de
cargos; Recrutamento e Seleção; Integração no ambiente de trabalho.
Bibliográfica Básica
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas. RJ: Elsevier, 1999
CHIAVENATO, Idalberto. Administração de recursos humanos. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2003
FLEURY, Maria Tereza Leme. As pessoas na organização. 11.ed. SP: Gente, 2002.
Bibliografia Complementar
DAVIS, Keith. Comportamento humano no trabalho: uma abordagem organizacional. SP:
Thomson, 1996. v. 2
DEMO, Gisela. Políticas de gestão de pessoas nas organizações. SP: Atlas, 2005
DEJOURS, Christophe. O fator humano. 5.ed. RJ: FGV, 2005
DUTRA, Joel Souza. Administração de carreiras. São Paulo: Atlas, 1996
LACOMBE, Francisco. Recursos humanos: princípios e tendências. São Paulo: Saraiva, 2005
Marketing
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
40
40
Ementa
Conceitos, objetivos, tipos e orientações de marketing. A administração do marketing. O
planejamento estratégico de marketing. Os 4 Ps. O SIM: Sistema de Informações de Marketing.
Pesquisa em marketing. Comportamento do consumidor individual e organizacional.
Segmentação de Mercado.
Bibliográfica Básica
KOTLER, Philip. Administração de Marketing. 10ª ed. São Paulo: Prentice Hall, 2000.
SAMPAIO, Rafael. Propaganda de A a Z. 3ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.
JONES, John Philip. A Publicidade na construção de grandes marcas. São Paulo: Nobel, 2004.
Bibliografia Complementar
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 55
COBRA, Marcos. Administração de Marketing no Brasil. São Paulo: Cobra, 2003.
LAS CASAS, A. L. Marketing: Conceitos, exercícios e casos. 5ª Ed. São Paulo, 2001.
LUPETTI, Marcélia. Administração em Publicidade: a verdadeira alma do negócio. São Paulo:
Pioneira Thomsom, 2006.
KOTLER, Philip, & ARMSTRONG, Gary. Princípios de Marketing. 9ª Ed. São Paulo: Prentice Hall,
2003.
FERREL, O. C. Estratégia de marketing. São Paulo: Pioneira, 2005.
Projeto de Sistema Produtivo
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
60
30
30
Ementa
Projeto de Instalações Industriais; Localização Industrial; Instalações; Aspectos Físicos de
Produção:
Segurança,
Fluxo
de
Materiais,
Edificação,
Fatores
Humanos e Arranjo Físico
Bibliográfica Básica
MARTINS, Petronio. Administração da produção. 2.ed. SP: Saraiva, 2006
CHASE. Administração da produção e operações. 11.ed. SP: McgrawHill, 2006
Slack, N. Administração da Produção. Ed. Atlas. 1997
Bibliografia Complementar
DEJOURS, Christophe. O fator humano. 5.ed. RJ: FGV, 2005
Kotler. P. Administração de Marketing. Ed. Pioneira, 1998
DORNIER, P.P. Logistica e operações globais. SP: Atlas, 2007
CONTADOR. Gestão de operações. 2.ed. SP: Edgard Bluccher, 2004.
Técnicas de Planejamento de Manutenção
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
60
60
Ementa
Principais técnicas de manutenção e suas aplicações; Manutenção corretiva; Manutenção
produtiva; Manutenção preditiva; TPM; Indicadores de Desempenho utilizados em
manutenção.
Bibliográfica Básica
Fogliatto, F.S.; Ribeiro, J. L. D. Confiabilidade e Manutenção Industrial, São Paulo: Abepro, 2009
Siqueira, Ioni Patriota de. Manutenção Centrada na Confiabilidade: Manual de Implementação.
Sao Paulo: Qualitymark, 2005
Pinto, Alan Kardec; Zen, Milton Augusto Galvão. Gestão Estratégica e Fator Humano. São
Paulo: Qualitymark
Bibliografia Complementar
Branco Filho, Gil. Indicadores e Índices de Manutenção Sao Paulo: Ciencia Moderna, 2006
Pereira, Mário Jorge. Engenharia de Manutenção - Teoria e Prática, 1 ed. 2009
Branco Filho, Gil. Dicionário de Termos de Manutenção e Confiabilidade, Sao Paulo: Ciencia
Moderna, 2001
Verri, Luis Alberto. Gerenciameto Pela Qualidade Total na Manutenção Industrial. Sao Paulo:
Qualitymark, 2007.
Viana, Herbert Ricardo Garcia. Planejamento e Controle da Manutenção: PCM. Sao Paulo:
Qualitymark, 2002
Atividades Complementares VI
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
Carga Horária
Total
Teórica
50
P á g i n a | 56
Prática
50
Ementa
Participação dos acadêmicos em uma ou mais modalidades de atividades extra-aula, tais como
palestras, exposições, projetos especiais, visitas a empresas e outras atividades de extensão.
Elaboração de relatórios pertinentes às atividades
Bibliográfica Básica
Livros e periódicos utilizados nas demais disciplinas do curso, acrescidos de material didático
adicional pertinente às diferentes atividades a serem realizadas.
Bibliografia Complementar
Trabalho de Curso II
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
50
50
Ementa
Disciplina de orientação individual do trabalho de conclusão de curso. Nesta disciplina o
Trabalho de Conclusão de Curso será finalizado e submetido à defesa pública perante banca.
Bibliográfica Básica
Marconi, Marina. Lakatos; Eva M. Técnicas de Pesquisa: planejamento e execução de
pesquisas. São Paulo, Atlas, 1990
DEMO, Pedro. Pesquisa e Informação Qualitativa. Campinas: Papirus, 2006
MARCONI, Marina; LAKATOS, Eva M. Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 2000
Bibliografia Complementar
Andrade, Maria M. Introdução à Metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos
na graduação. São Paulo, Atlas, 1995
CAUCHICK, P.A.C. Metodologia de pesquisa em engenharia de produção e gestão de
operações, São Paulo: Elsevier, 2009
BAZZO, W.A., PEREIRA, L.T.V. Introdução à Engenharia. 6ª Ed. Florianopolis: Ed. UFSC, 2003.
Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 6023. Referências Bibliográficas. Rio de Janeiro,
ASSOCIACAO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: Informação e documentação:
trabalhos acadêmicos – apresentação. RJ: ABNT, 2006
Revista Produção. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=01036513&script=sci_serial
Revista Produção on line. Disponível em: http://producaoonline.org.br/index.php/por
Revista Gestão e Produção. Disponível em: http://www.dep.ufscar.br/revista/
Anais do ENEGEP (Encontro Nacional de Engenharia de Produção). Disponível em:
http://publicacoes.abepro.org.br/
Anais do SIMPEP (Simpósio de Engenharia de Produção) . Disponível em:
www.simpep.feb.unesp.br/anais.php
Disciplinas Optativas
Gestão Empreendedora
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
40
40
Ementa
Conceitos Básicos da Estrutura Empresarial. Potencial Empreendedor. Resistências à Mudança.
Gestão. Plano de negócios. Instrumentos e instituições de apoio financeiro. A implementação
de um plano de negócios. Modelos de gestão e cooperação entre novos empreendimentos..
Bibliográfica Básica
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 57
DEGEN, RONALD. O empreendedor. SP: Makron Books, 1989
DOLABELA, F. Oficina do empreendedor. SP: Cultura Editores Associados, 1999.
DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando ide ias em negócios. Rio de
Janeiro: Campus, 2001.
Bibliografia Complementar
DRUCKER, Peter F. Inovação e o espírito empreendedor: enterpreunership: prática e
princípios. São Paulo: Pioneira, 2001.
DORNELAS, Jose Carlos Assis. EMPREENDEDORISMO CORPORATIVO. Rio de Janeiro - RJ:
Elsevier
GERBER, M. E. Mito do empreendedor: revisitado. SP: Saraiva, 1996.
HASHIMOTO, M. Espírito empreendedor nas organizações. SP, Saraiva, 2006.
BOM ANGELO, Eduardo. Empreendedor corporativo: a nova postura de quem faz a diferença.
Rio de Janeiro - RJ: Elsevier, 2003
Libras – Língua Brasileira de Sinais
Carga Horária
Total
Teórica
Prática
40
40
Ementa
Histórias de surdos; noções de língua portuguesa e lingüística; parâmetros em libras; noções
lingüísticas de libras; sistema de transcrição; tipos de frases em libras; incorporação de
negação, teoria de tradução e interpretação; classificadores de LIBRAS; técnicas de tradução
da libras/português; técnicas de tradução deportuguês/libras
Bibliográfica Básica
HALL, Stuart. A Centralidade da Cultura: notas sobre as revoluções culturais do nosso tempo.
In: Revista Educação e Realidade: Cultura, mídia e educação. V 22, no. 3, jul -dez 1992.
SKLIAR, Carlos. Surdez: Um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre: Mediação, 1997.
KARNOPP e QUADROS. Língua de Sinais Brasileira. Porto Alegre: Artmed, 2004.
Bibliografia Complementar
BRASIL. Lei nº 10.436, de 24/04/2002.
BRASIL. Decreto nº 5.626, de 22/12/2005.
CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkíria Duarte. Dicionário Enciclopédico Ilustrado
Trilíngüe da Língua de Sinais Brasileira, Volume I: Sinais de A a L. 3 ed. São Paulo: Editora da
Universidade de São Paulo, 2001.
REIS, Flaviane. Professor Surdo: A política e a poética da transgressão pedagógica. Dissertação
(Mestrado em Educação e Processos Inclusivos). Florianópolis: Universidade Federal de Santa
Catarina, 2006. Disponível em:
<http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra
=108360>.
HALL, Stuart. A Centralidade da Cultura: notas sobre as revoluções culturais do nosso tempo.
In Revista Educação e Realidade: Cultura, mídia e educação. V 22, no. 3, jul -dez 1992.
Disponível em:
<http://www.educacaoonline.pro.br/index.php?option=com_content&view=article&id=117:acentralidade-da-cultura-notas-sobre-as-revolucoes-culturais-do-nossotempo&catid=8:multiculturalismo&Itemid=19>.
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 58
2.2.5. Metodologia
Parte-se da concepção de que um ensino eficaz deve ser de qualidade e, portanto, organizado
em função dos alunos aos quais é dirigido de forma a assegurar que o tempo concedido para o
trabalho em sala de aula seja efetivamente dedicado à aprendizagem.
A organização do currículo do curso prevê dois momentos distintos e intercomplementares:
I.
Alunos em atividades de ensino junto com o professor: neste momento é o
professor quem direciona o processo ou as relações de mediação entre o
conteúdo e o aluno, no qual o professor, dentre outras coisas, orienta o
desenvolvimento de atividades de estudo;
II.
Alunos sozinhos ou em grupos em atividades supervisionadas de aprendizagem,
ou seja, em contato direto com o objeto de conhecimento: neste momento é o
próprio aluno quem conduz seu processo de aprender, por meio das relações de
estudo e a partir das orientações recebidas em sala de aula.
Os princípios metodológicos que dão sustentabilidade a essa organização curricular são:

O ensino e, portanto, a aprendizagem extrapola as atividades desenvolvidas em
sala de aula;

O saber não é pré-fabricado, mas tem necessidade de ser (re)construído por cada
aluno;

O processo de (re)construção do saber precisa ser conduzido / guiado / orientado
para o sujeito aprendente assumi-lo como seu (relações de mediação);

Nas relações de mediação acontece o desenvolvimento das operações lógicas
(ativação dos processos mentais) e das operações e stratégicas (influencia o
desenvolvimento das atividades intelectuais);

Não é o professor quem faz as aprendizagens e sim o aluno: o aprender depende
muito do envolvimento pessoal do aluno.

A aprendizagem é um processo contínuo e intencional que exige e sforço pessoal
do aluno, e não está limitada a reprodução do conteúdo.

Os professores precisam ter capacidade para orientar a organização do tempo do
aluno, por meio do planejamento de atividades que orientem os momentos de
estudo;
Enfim, acredita-se na necessidade do aluno assumir uma postura de apropriação e
compreensão do conteúdo em estudo, o que exige do professor o planejamento das preleções
semanais e também de atividades de fixação, reforço e revisão da matéria para serem
desenvolvidas de forma individualizada, ou em grupos, pelos alunos após cada encontro
didático em sala de aula.
A Avaliação do Rendimento Acadêmico (Capítulo V – da verificação do rendimento acadêmico
do Regimento Institucional) é realizada por meio do acompanhamento contínuo do aluno e
dos resultados por ele obtidos nas provas escritas ou trabalhos de avaliação de conhecimento,
nos exercícios de classe ou domiciliares, nas outras atividades escolares e provas parciais.
Compete ao professor da disciplina ou ao Coordenador do Curso, quando for o caso, elaborar
os exercícios escolares sob forma de provas de avaliação e demais trabalhos, bem como julgar
e registrar os resultados.
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 59
Os exercícios escolares e outras formas de verificação do aprendizado previstas no plano de
ensino da disciplina, e aprovadas pelo órgão competente, sob forma de avaliação, visam à
aferição do aproveitamento escolar do aluno.
De acordo como Regimento Institucional:
“Art. 68. A avaliação do desempenho escolar é feito por disciplina, incidindo
sobre a frequência e o aproveitamento escolar, nos termos deste
Regimento.
Art. 69. A frequência às aulas e demais atividades escolares é obrigatória e
permitida apenas aos alunos matriculados.
§ 1º - Independente dos demais resultados obtidos, é considerado
reprovado na disciplina o aluno que não obtiver frequência de, no mínimo
de 75 % das aulas e demais atividades realizadas, exceto no ensino a
distância.
§ 2º - A verificação e o registro de frequência são de responsabilidade do
professor e seu controle, para efeito do parágrafo anterior, da Secretaria
Acadêmica.
§ 3º - O aluno poderá requerer junto à Secretaria Acadêmica, nos prazos
fixados no Calendário Escolar, a realização de prova repositiva, a fim de
concluir uma das avaliações componentes da média semestral que não
tenha sido avaliado.
§ 4º - O aluno convocado para integrar o Conselho de Sentença em Tribunal
do Júri, Prestar Serviço Militar obrigatório ou Serviço da Justiça Eleitoral,
assim como portadores de doenças infectocontagiosas e gestantes têm
direito a atendimento especial (Exercícios Domiciliares) na forma da
legislação em vigor.
Art. 70 - A aferição do rendimento escolar de cada disciplina é feita através
de notas inteiras de zero a dez, permitindo-se a fração de 5 décimos.
§ 1º - As notas com centésimos entre 0,01 a 0,24 e 0,51 a 0,74 sofrerão
arredondamento para baixo.
0,01 a 0,24 Ex.: 5,21 – a nota será 5,0
0,25 a 0,49 Ex.: 5,37 – a nota será 5,5
§ 2º - As notas com centésimos entre 0,25 a 0,49 e 0,75 a 0,99 serão
arredondas para cima.
0,51 a 0,74 Ex.: 5,68 – a nota será 5,5
0,75 a 0,99 Ex.: 5,82 – a nota será 6,0
Art. 71. O aproveitamento escolar é avaliado pelo acompanhamento
contínuo do aluno e dos resultados por ele obtidos nas provas, trabalhos,
exercícios escolares e outros e, caso necessário, no exame final.
§ 1º - Dentre os trabalhos escolares de aplicação, há pelo menos uma
avaliação escrita em cada disciplina no bimestre.
§ 2º - O professor pode submeter os alunos a diversas formas de avaliação,
tais como: projetos, seminários, pesquisas bibl iográficas e de campo,
relatórios, cujos resultados podem culminar com atribuição de uma nota
representativa de cada avaliação bimestral.
§ 3º - Em qualquer disciplina, os alunos que obtiverem média semestral de
aprovação igual ou superior a sete (7,0) e frequência igual ou superior a
setenta e cinco por cento (75%) são considerados aprovados.
§ 4º - É considerado promovido ao semestre ou módulo subsequente, o
aluno que for aprovado em todos componentes curriculares ou que ficar
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 60
reprovado, no máximo, em três componentes que compõem a matriz
curricular, independente dos semestres ou módulos nos quais os mesmos
estão inseridos.
Seção I
Do Exame Final
Art. 72. O exame final será aplicado ao aluno que obtiver média semestral
inferior a sete (7,0), e não inferi or a três (3,0).
§ 1º - O resultado final não poderá ser inferior a cinco (5,0), correspondendo
ao cálculo aritmético entre a média semestral e a nota do exame final.
§ 2º - O aluno que obtiver média semestral menor que 3,0 (três) ou média
final menor que 5,0 (cinco) será reprovado.”
Sabendo que as atividades do engenheiro não são estanques em áreas e que os trabalhos inter
e multidisciplinares são importantes para a formação do aluno, no curso de Engenharia de
Produção as disciplinas componentes do curso abordam:

Atividades acadêmicas docentes: compreende atividades formativas como
assistência a aulas, aulas expositivas, e realização de seminários.

Trabalho discente efetivo: compreendem atividade práticas supervisionadas e
atividades práticas de diferente natureza, como laboratórios, atividades em
biblioteca ou centros de documentação, iniciação científica, trabalhos individuais e
em grupos, participação em grupos cooperativos de estudos, visitas a instituições,
entre outros.

Projeto Interdisciplinar Integrado: que se constituem em um meio ou instrumento
pedagógico para o aprimoramento da aprendizagem via interdisciplinaridade –
integração e relacionamento dos conteúdos de disciplinas que compõem os
semestres do curso – e, práxis – integração teoria e pratica por meio da aplicação do
conhecimento adquirido em sala de aula – à realidade. Estas práticas ocorrem do 3º.
ao 7º semestres.
Estas atividades apresentam-se destacadas nos Planos de Ensino de cada disciplina que
compõe o curso.
As próximas seções ilustram algumas destas práticas desenvolvidas pelos alunos do curso de
Engenharia de Produção da Policamp.
2.2.6. Atividades Acadêmicas articuladas à formação
2.2.6.1. Programa de Visitas Técnicas
As visitas técnicas são atividades de campo que permitem ao aluno observar as aplicações
práticas dos conceitos estudados e são particularmente importantes para a motivação do
alunado. A POLICAMP está inserida em uma região onde o parque empresarial está em
expansão e, atualmente, estas expansões são acompanhadas pela i mplantação de processos
automatizados e diversas ferramentas de processos de melhoria. Desta forma, as visitas
técnicas são uma excelente forma do aluno vivenciar um ambiente industrial e conhecer
melhor o mercado de trabalho.
As visitas técnicas são oferecidas aos alunos do curso semestralmente. Empresas de grande,
médio e pequeno porte são freqüentemente visitadas pelos alunos do curso de engenharia de
produção, tais como: MAHLE, MABE, SANDVIK, Cerâmica CHIAROTTI, JAGUAR PLAST, Cerâmica
Lanzi, entre outras; feiras e eventos também se inserem nas visitas, tais como: feira da
Mecânica, feira da Usinagem e outras que estão relacionadas diretamente com o curso de
produção. Além disso, para os alunos que estão iniciando o curso são oferecidas visitas à
TECNORAMA (Figuras 1 a 3), parque do conhecimento onde é possível conhecer experimentos
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 61
que comprovam as teorias envolvidas em disciplinas básicas como matemática, física e
química.
Figura 1. Visita ao Aterro Montovani
Figura 2. Visita à Itaipu Binacional.
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 62
Figura 3. Visita à Cerâmica Lanzi.
2.2.6.2. Aulas práticas em ambiente industrial
Objetivando maior vivência no ambiente industrial, estreitamento das relações entre ambiente
acadêmico e indústria além de uma motivação ainda maior por parte dos discentes nas aulas,
o curso de Engenharia de Produção da POLICAMP tem procurado executar algumas de suas
aulas em indústrias da região. Disciplinas como Processos de Produção I e Processos de
Produção II são exemplos onde esse tipo de aula pode ser aplicado.
Por meio da disciplina Processos de Produção I, cuja ementa envolve basicamente o
detalhamento dos principais processos de produção discretos, a usinagem, conformação
plástica dos metais, fundição, soldagem e sinterização é possível medir diversos resultados
desses processos na indústria. Através da parceria com a indústria USH de Jaguariúna, por
exemplo, foi possível a realização de tal atividade já no primeiro semestre em que a disciplina
foi oferecida para os alunos, devendo as demais turmas passarem pela mesma experiência
Na disciplina Processos de Produção II, cuja ementa é voltada para processos de fabricação de
termoplásticos e de termofixos, e processos químicos as aulas práticas são realizadas em
diversas empresas como ENGRATECH, JaguarMoldes, JaguarPlast (Figura 4 e 5) também já no
primeiro semestre em que a disciplina foi oferecida e, do mesmo modo que a disciplina
anterior, pretende-se dar continuidade a esse trabalho com as próximas turmas do curso.
Figura 4. Aula prática na empresa ENGRATECH.
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 63
Figura 5. Aula prática na empresa Jaguar Plásticos
2.2.6.3. Palestras
As palestras técnicas fazem parte das atividades previstas durante o semestre. Profissionais
renomados são convidados pela faculdade para divulgar o conhecimento e as experiências
junto aos discentes (Figura 6).
Figura 6. Palestra Engenharia no Brasil: Situação Atual e Perspectivas - Sr. Wellington Silvério
(Eaton – a esquerda) e TRIZ – Teoria da Resolução de Problemas Inventivos – Eng Eduardo
Moura – Qualiplus (a direita)
2.2.6.4. Interação Teoria/Prática
Para promover a interação entre teoria e prática estão sendo implantados laboratórios de
diversas áreas (ver item 5 – Instalações Físicas).
As atividades a serem realizadas nestes laboratórios têm por objetivo geral a fixação e
expansão do conhecimento apresentado em sala de aula, por meio de aulas práticas sobre os
assuntos versados na teoria.
Os laboratórios são constituídos de equipamentos baseados em tecnologias já consagradas
que, naturalmente, podem evoluir, porém dificilmente serão substituídas.
Os laboratórios são construídos com áreas adequadas ao bom atendimento do aluno,
pretendendo assim aliar o ensino sólido nas bases fundamentais da engenharia ao uso de
tecnologias atuais (Figura 7 a 13).
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 64
Figura 7. Alunos no laboratório de Eletricidade
Figura 8. Alunos no laboratório de CAD/CAM/CAE.
Figura 9. Alunos no laboratório de Química.
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 65
Figura 10. Alunos no laboratório de Processos
Figura 11. Alunos no laboratório de Hardware
Figura 12. Alunos no laboratório de Mecatrônica (Projeto Minifábrica)
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 66
Figura 13. Alunos na aula prática de Resistência dos Materiais (IV Campeonato de Ponte de
Macarrão)
A Tabela 5 apresenta as atividades desenvolvidas no curso de Engenharia de Produção, como
atividades metodológicas utilizadas.
Tabela 9.Relação de Visita Técnicas, Ciclo de Estudos, Palestras, Eventos, Competições
desenvolvidas no curso Engenharia de Produção (2006 a 2013)
Título
Data
Classificação
Ano 2006
MABE
27/11/2006
I Ciclo de Estudos da Policamp de Empregabilidade
Mar. a Jul/2006
Visita Técnica
Ciclo de Estudos
Ano 2007
MABE
03/04/2007
Visita Técnica
Max Gehringer - O conhecimento como forma de
crescimento profissional
Corte e Conformação de Metais
04/09/2007
Palestra
23 a 15/10/2007
Evento
Cerâmica Chiarotti
14/11/2007
Visita Técnica
Nycomed
01/12/2007
Aula Prática
Estre
01/12/2007
Visita Técnica
17/03/2009
Palestra
Ano 2008
Sandvick
Ciclo de Estudos das Engenharias
23 a 25/04/2008
Ciclo de Estudos
Tecnorama
13/05/2008
Palestra
Mabe
12/05/2008
Palestra
Feira Internacional da Mecânica
17/05/2008
Palestra
Sandvick
27/05/2008
Visita Técnica
Engratec
22/09/2008
Palestra
Campanha Calouro Solidário
26/01/2009
Social
Palestra Sandvick Coromant
10/03/2009
Palestra
PROE
Ano 2009
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 67
Extreme Robot
04/04/2009
Deb'Maq
27 a 30/4/2009
Palestra
Empresa na Escola
Web - automação Industrial
12/05/2009
Palestra
Top Solid - CAD/CAM
17/05/2009
Palestra
Feimafe
23/05/3009
Evento
Black & Decker
19/06/2009
Palestra
Projeto Sustentar
Volkswagem Route
Prêmio Santander -Edição 2009
25 a 27/05/2009
Evento
17 a 21/8/2009
Empresa na Escola
ago-09
Competição
Dia da Responsabilidade Social
27/09/2010
Evento
Aluno finalista do "Projeto VW - 180 dias para mudar o
mundo"
Ciclo de Estudos 2009
17/10/2009
Evento
13 a 16/10/2009
Ciclo de Estudos
Curso Social - Saúde e Segurança do Trabalho
19 a 17/10/2009
Evento Social
Objetídias
13 a 16/10/2009
Evento
SEBRAE – Oficinas Gratuitas
22 a 24/10/2009
Evento
Jaguar Plast
27/10/2009
Aula Prática
FANUC
19/10/2009
Palestra
Cerâmica Lanzi/SENAI Pedreira
07/11/2009
Palestra
Engratech
10/11/2009
Aula Prática
Jaguar Mold
17/11/2009
Aula Prática
Jaguar Mold
23/11/2009
Palestra
A comunicação, a informação e a evolução tecnológica em
tempos de copa do mundo - Luiz Ceará
05/03/2010
Palestra
O papel do Green Belt no programa Seis Sigma - Eng. Luiz
Bacellar
O Mundo da Engenharia - Eng. Oliverio Neto
15/03/2010
Palestra
16/03/2010
Aula Magna
Trote Solidário 2010
março/abril
2010
março/abril
2010
08/04/2010
Evento Social
12/04/2010
Palestra
13/04/2010
Palestra
14/04/2010
Palestra
04/04/2010
Aula Prática
Jaguar Mold
12/04/2010
Aula Prática
JF Máquinas Agrícolas
10/05/2010
Aula Prática
Eagleburgmann
15/05/2010
Visita Técnica
FEIMAFE - Feira Internacional da Mecânica
15/05/2010
Evento
PROE
Ano 2010
II Campanha Doação de Livros
Consumo: Porque a gente é assim? - Sr. Hélio Mattar (CPFL
Cultura)
Cidade Digital: conceito e construção - Sr. Pedro Jaime
Ziller
Mercado Financeiro e Bolsa de Valores - Sr. Gustavo
Pondian
Logística do Mc Donald's no Brasil - Eng. Dr. Mauro
Vivaldini
Jaguar Mold
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
Evento Social
Palestra
P á g i n a | 68
XXX Encontro Nacional de Engenharia de Produção
(ENEGEP)
out/10
Evento
Desafio Sebrae 2010
Competição
Equipe Sife - Policamp
Projeto SIFE
II Competição Ponte de Macarrão POLICAMP
01/06/2010
PROE
Competição
Sustentar 2010
1° Semestre
2010
25 a 29/08/2010
Jaguar Plásticos
10/09/2010
Aula Prática
Inteligência Financeira - Pyxis
14/09/2010
Palestra
Exercício Profissional - Eng. José Alberto de Arruda Ignácio
15/09/2010
Palestra
Gestão de Pessoas no mundo moderno - PRO RH
16/09/2010
Palestra
Fórmula Santander
Evento
Evento
Nanoaventura - Museu Exploratório de Ciências
11/11/2010
Visita Técnica
A arte de vencer desafios - João Melo
23/11/2010
Palestra
II ENIC (Encontro de Iniciação Científica)
I Mostra TCC – Engenharia de Produção
PROE
02/12/2010
Evento
2º. Semestre
2010
Ano 2011
Compromisso Ambiental e Sustentabilidade – Enga. Luana
Pinheiro - Tetrapak
PIC 2011
03/03/2011
Inscrições até
março 2011
25/03/2011
Jaguar Mold
Summer Challenger
26 e 27/3
Campanha de Incentivo à leitura
Aula Inaugural
Evento
Visita Técnica
Competição
25 a 29 de
abril/2011
19/04/2011
Palestra
04/05/2011
Palestra
FEIMAFE 2011
28/05/2011
Evento
III Competição Ponte de Macarrão
14/06/2011
Competição
Apresentações projetos Regras Ortográficas
09/06/2011
Evento
Jaguar Plásticos
13/09/2011
Aula Prática
TRIZ – Teoria da Resolução de Problemas Inventivos – Eng
Eduardo Moura - Qualiplus
Gestão do conhecimento (diferencial competitivo nas
empresas) – Eng. Emilio Mesa Junior - Siemens
Engratec
27/10/2011
Palestra
04/11/2011
Palestra
22/11/2011
Aula Prática
II Mostra TCC – Engenharia de Produção
17/11/2011
Evento
27/03/2012
Aula Prática
29/03/2012
Aula Magna
16/05/2012
Palestra
26/06/2012
Visita Técnica
Experiência do WCM (World Class Manufacturing) na
Tetrapak – Eng. Alessandro Olinger
Logística, um gargalo quase interminável
Evento
Ano 2012
Jaguar Moldes
Engenharia no Brasil: Situação Atual e Perspectivas - Sr.
Wellington Silvério
Introdução aos Polímeros - Sr. Vladnilson P. S. Ramos
Aterro Mantovani
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 69
IV Competição Ponte de Macarrão
29/06/2012
Competição
PIC 2012
Evento
Programa de monitoria 2012
Evento
PROE 2012
Evento
Visita técnica Itaipu Binacional
07 a 11
/06/2012
Sulbras
Visita Técnica
18/09/2012
Aula Prática
25/09/2012
Palestra
06/10/2012
Visita Técnica
5o. ISA
16/10/2012
Evento
Porto de Santos - Folclores e seus segredos - Eliane Assis
17/10/2012
Palestra
18/10/2012
Palestra
Utilização da metalográfia para identificação de materiais Profa. Dra. Angela Maria Montes Perol Valente
Alphasol - 08h00 as 14h00
Gestão da Qualidade - Eng. Edson Aparecido dos Santos
III Mostra TCC – Engenharia de Produção
03 a 05/12/2012
Evento
Ano 2013
Gestão da Inovação - Sr. Alexandre Norberto Rodrigues
06/03/2013
Aula Magna
Sobre CLPs e inversores Mitsubishi Sere FX - Sr. Everando
Henrique Ortega
21/01/2013
Treinamento
18/03/2013
Palestra
24/04/2013
Palestra
Mapa de Fluxo de Valor - Sr. Thomas Rebouças
08/05/2013
Palestra
Jaguar Moldes - Visita técnica
16/04/2013
Palestra
O Brasil no cenário economico Global - Sr. Jean
Parashevopoulos Neto
Walter Tools: ferramentas de alta performance - Sr.
Sander Gabaldo
2.2.6.5. Atividades Complementares
No Curso de Engenharia de Produção, as Atividades Complementares são práticas realizadas
pelos discentes, de forma independente, proporcionando-lhes vivências como complemento
de sua formação acadêmica e profissional, flexibilizando o currículo e incentivando a realização
de estudos complementares, propiciando a interdisciplinaridade dos conteúdos, ampliando as
possibilidades de aquisição de habilidades e contribuindo no desenvolvimento de
competências. As Atividades Complementares estão integradas na grade do Curso podendo
ser desenvolvidas a qualquer momento durante a realização do Curso de Graduação.
As Atividades Complementares buscam o enriquecimento do processo ensino-aprendizagem,
devendo privilegiar as atividades:
I.
que promovam a complementação da formação social e profissional;
II.
de cunho comunitário e de interesse coletivo;
III.
de assistência acadêmica e de iniciação científica e tecnológica;
IV.
de cunho cultural;
V.
de intercâmbio com instituições congêneres;
VI.
de intercâmbio com indústrias e empresas afins.
A carga horária referente às Atividades Complementares está prevista na Matriz Curricular do
Curso de Engenharia de Produção e deve ser convalidada mediante entrega de documentação
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 70
comprobatória junto ao Núcleo de Estágio dentro do semestre corrente. Caso a carga horária
de Atividades Complementares exceda o limite semestral, o número excedente de horas
poderá ser utilizado nos semestres antecedentes. Caso a carga horária das Atividades
Complementares não seja suficiente para a integralização semestral, o aluno poderá
complementá-la nos semestres subsequentes. As Atividades Complementares realizadas em
período de férias deverão ser entregues no Núcleo de Estágio logo no retorno às aulas.
Referente às Atividades Complementares, compete à Faculdade de Politécnica de Campinas
promover atividades diversificadas que assegurem aos estudantes o cumprimento de pelo
menos 30% da carga horária total de Atividades Complementares estabelecida na Grade
Curricular do Curso de Engenharia de Produção e fornecer a documentação comprobatória da
participação do aluno em atividades realizadas/organizadas pela Instituição; compete à
Coordenação de Curso contribuir com a divulgação das atividades desenvolvidas pela
Instituição, programar atividades específicas do Curso, que permitam aos estudantes a
realização de atividades extracurriculares, analisar as solicitações de validação contabilizadas
no instrumento próprio emitindo parecer sobre as convalidações e atualizar, semestralmente,
o sistema sobre a situação de validação das horas, registrando SUFICIENTE aos estudantes que
atingiram as horas de Atividades Complementares exigidas na Matriz Curricular, e julgar as
ocorrências não previstas no Regulamento (Anexo IV).
Compete ao estudante cumprir, ao longo do Curso, a carga horária de Atividades
Complementares exigidas na Matriz Curricular do Curso; informar-se sobre as atividades
oferecidas pela Instituição e inscrever-se nos programas de seu interesse, cumprindo as
exigências necessárias à certificação de participação, como a frequência mínima, apresentação
de produto ou outra comprovação, quando for o caso, entregar no Núcleo de Estágio, a
documentação comprobatória das atividades que deseja validar (original e cópia do
certificado); e por fim, compete ao Núcleo de Estágios receber e conferir a documentação
comprobatória das Atividades Complementares, autenticar a fotocópia mediante a
apresentação do documento original, arquivar a documentação e no final de cada semestre,
encaminhar à Coordenação do Curso para devida convalidação.
As Atividades Complementares são estimuladas desde o início da vida acadêmica e são
oferecidas em diversas oportunidades aos discentes. São atividades pedagógicas, sociais e
culturais que podem ser validadas semestralmente entre as quais estão apresentadas na
Tabela 6.
Tabela 10. Tabela mestra de convalidação de Atividades Complementares
Atividades*1
Iniciação Científica Completa desenvolvida na POLICAMP Faculdade Politécnica de Campinas
Visitas Técnicas
Participação - Semana de Estudos da POLICAMP
Participação em Palestras da POLICAMP
Participação em Congressos na área específica do curso
Participação em Congressos na área de Engenharia
Desenvolvimento de Projetos de Engenharia
Atividades de Consultoria
Participação em Empresas Jr.
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
Aproveit.
carga horária
100 %
Limites
(Horas)
40 Horas
100 %
100 %
100 %
100 %
100 %
100 %
Sem limite
Sem limite
Sem limite
Até 30 horas por evento
Até 20 horas por evento
Até 30 por projeto
100 %
Até 30 horas por projeto
100 %
Limite de 30 horas no
curso
P á g i n a | 71
Consultoria em Empresas
Participação em Atividades Sociais, Artísticas ou Culturais c om
contrato formalizado junto à POLICAMP - Faculdade Politécnica
de Campinas
Participação em Projetos de Extensão com contrato formalizado
junto à POLICAMP - Faculdade Politécnica de Campinas
Estágio Supervisionado Extra-Curricular na área de Engenharia
de Produção com contrato formalizado junto à POLICAMP Faculdade Politécnica de Campinas
Cursos de Extensão Universitária
Curso de Língua Estrangeira
Apresentação de Palestras, Conferências e Treinamentos
Disciplinas Optativas de Graduação Cursada na POLICAMP Faculdade Politécnica de Campinas ou em outras Instituições
com contrato formalizado junto à POLICAMP - Faculdade
Politécnica de Campinas
Participação como Representante de Classe
Participação como Vice-Representante de Classe
Monitoria desenvolvida na POLICAMP - Faculdade Politécnica de
Campinas
Artigos publicados em periódicos científicos na área de
Engenharia
Artigos publicados em periódicos científicos em outras áreas
Livros ou capítulos de livros publicados na área de Engenharia
Livros ou capítulos de livros publicados em outras áreas
Trabalhos publicados em anais (completos) na área de
Engenharia
Trabalhos publicados em anais (completos) em outras áreas
Trabalhos publicados em anais (resumos) na área de Engenharia
Trabalhos publicados em anais (resumos) em outras áreas
Traduções de livros, capítulos de livros ou artigos publicados na
área de Engenharia
Traduções de livros, capítulos de livros ou artigos publicados em
outras áreas
Participação em bancas de monografia, de trabalho de
conclusão de curso
Propriedade intelectual depositada
Propriedade intelectual registrada
Projetos e/ou produções técnicas, artísticas e culturais com
contrato formalizado junto à POLICAMP - Faculdade Politécnica
de Campinas
Até 30 por projeto
100 %
Limite 20 horas no curso
100 %
50%
50 %
50 %
50 %
50 %
Limite de 10 horas no
curso
Limite de 50 horas no
curso
Até 30 horas por curso
Até 40 horas no curso
Até 50 horas no curso
Até 50 Horas no curso
25 Horas por semestre
15 Horas por semestre
25 horas por monitoria
20 Horas Nacional
50 Horas Internacional
10 Horas Nacional
20 Horas Internacional
50 Horas Nacional
80 Horas Internacional
30 Horas Nacional
50 Horas Internacional
50 Horas Nacional
80 Horas Internacional
30 Horas Nacional
50 Horas Internacional
10 Horas Nacional
20 Horas Internacional
5 Horas Nacional
10 Horas Internacional
50 Horas por evento
20 Horas por evento
5 Horas por Banca
50 Horas por
Propriedade
80 Horas por
Propriedade
25 Horas por Evento
A ser definido pela
comissão de
coordenação
A convalidação das Atividades caberá à Direção Acadêmica, Coordenação do Curso
e à Assessoria Pedagógica
Outros
*1
100 %
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 72
2.2.6.6. Estágio Supervisionado e Extra curricular
A disciplina de estágio também está amparada pela Lei Federal no 6.494 de 07 de dezembro de
1977, e no Decreto no 87.497, de 18 de agosto de 1982 e pela Lei de Diretrizes e Bases, LDB,
Lei no 9394/96.
§ 2º O estágio somente poderá verificar-se em unidades que tenham
condições de proporcionar experiência prática na linha de formação
do estagiário, devendo o aluno estar em condições de realizar o
estágio, segundo o disposto na regulamentação da presente Lei.
(Nova Redação dada pela LEI Nº 8.859 - DE 23 DE MARÇO DE 1994 DOU DE 24/03/94).
§ 3º Os estágios devem propiciar a complementação do ensino e da
aprendizagem e ser planejados, executados, acompanhados e
avaliados em conformidade com os currículos, programas e
calendários escolares. (Nova Redação dada pela LEI Nº 8.859 - DE 23
DE MARÇO DE 1994 - DOU DE 24/03/94).
O Estágio curricular é obrigatório e faz parte da grade curricular do curso de Engenharia de
Produção; considera-se que o aluno esteja apto a realizar o estágio supervisionado quando
estiver matriculado nos quatro últimos semestres do curso. O estagiário deverá exercer suas
atividades em uma empresa do ramo de engenharia, orientado por um profissional da
empresa e supervisionado por um professor da POLICAMP designado como coordenador de
estágio.
A carga horária mínima a ser cumprida pelo aluno nas atividades de Estágio Supervisionado é
de 200 horas. A POLICAMP e a empresa deverão firmar um convênio definindo os moldes para
realização do estágio.
O curso de Engenharia de Produção da POLICAMP conta um regulamento de Estágio
Supervisionado e considerando que a participação dos professores é imprescindível nesta
importante etapa do desenvolvimento profissional do aluno, deverá ser elaborado um
Regulamento de Estágio Supervisionado específico para a Enge nharia com a participação de
todo o Colegiado de Curso.
No Estágio Extra-Curricular, o aluno não receberá a supervisão direta de um professor
supervisor da instituição e não há restrições quanto à série de matrícula. Entretanto, o estágio
somente pode ser exercido em empresas que tenham convênio firmado com a POLICAMP, o
aluno deverá entregar um relatório de atividades semestral, com anuência do orientador
externo. As horas trabalhadas no estágio extra curricular são computadas nas atividades
complementares.
2.2.6.7. Trabalho de Conclusão de Curso
O Trabalho de Curso – TC é uma atividade de integração dos conhecimentos adquiridos no
decorrer do curso e deverá gerar uma monografia sobre um trabalho, preferencialmente
prático e multidisciplinar da área de Engenharia de Produção.
Estão previstas na grade curricular as disciplinas Trabalho de Curso I e II, nas quais há um
professor responsável pela orientação coletiva, tendo como atividades a divulgação do
Regulamento de TC e divulgação do formato de apresentação da monografia e pela
coordenação geral dos trabalhos. Haverá ainda um professor orientador responsável pela
orientação individual do TC.
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 73
O Colegiado de Curso poderá propor e também aprovar mudanças no regulamento para o
Trabalho de Curso. Assim, o Trabalho de Curso I envolve basicamente a pesquisa bibliográfica
específica para o trabalho; Elaboração dos capítulos referentes à contextualização,
fundamentação teórica e metodologia de pesquisa, com base no Plano de Trabalho; já na
disciplina Trabalho de Curso II, o trabalho em questão será finalizado e submetido à defesa
pública perante apresentação na modalidade de pôster.
As Figuras 14 ilustram a III Mostra de TC realizada em 2012.
Figura 14. III Mostra TC – Engenharia de Produção
2.3. Atendimento ao discente
As ações de atendimento aos estudantes da Faculdade Politécnica de Campinas, em
conformidade com o disposto em seu PDI, dão cobertura às políticas de seleção e acesso, de
apoio à permanência e à educação continuada e de orientação à vida profissional posterior à
formação acadêmica.
2.3.1. Acesso e seleção
A Faculdade Politécnica de Campinas utiliza os resultados do ENEM na composição do
resultado final de seu processo seletivo de ingresso em cursos de graduação, como f orma de
valorizar essa ação governamental. O ingresso nos cursos de pós-gradução, extensão e outros
obedece a critérios próprios.
Buscando promover o acesso da parcela economicamente menos favorecida da população ao
ensino superior, a instituição mantém convênio com os programas governamentais de
concessão de auxílio financeiro – FIES e PROUNI.
2.3.2. Apoio ao desenvolvimento acadêmico do discente
- Atuação dos coordenadores de curso, com horas dedicadas ao atendimento discente.
2.3.2.1. Apoio Pedagógico
A Direção e a Coordenação da Policamp são os órgãos responsáveis pelo apoio pedagógico ao
discente, por meio de:
-
Atendimento individual e coletivo, nos horários disponíveis, com o objetivo de orientá-los
no processo de aprendizagem.
-
Reunião com os representantes de sala a fim de discutir e solucionar os problemas que
porventura existirem, deliberar sobre suas questões acadêmicas e pedagógicas.
-
Visitas às salas de aula para discussão sobre o andamento do curso, comunicações
importantes dentre outras.
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 74
-
Divulgação de eventos culturais e pedagógicos relacionados à área de interesse do curso.
2.3.2.2. Apoio à Participação em Eventos
A Faculdade Policamp assume como política institucional apoiar os alunos para que participem
de eventos que possam contribuir para a atualização e aperfeiçoamento de sua formação.
Este apoio é realizado de divulgação e na forma de facilitador de transporte aos alunos para
eventos, visitas, publicação de artigos científicos, elaboração de jornais e murais didático pedagógicos, congressos, seminários, encontros e outras atividades voltadas para a formação
adequada e atual dos discentes.
2.3.2.3. Apoio Psicopedagógico
É política da Faculdade Policamp garantir, na medida de suas possibilidades e necessidades dos
interessados, apoio psicopedagógico aos seus alunos a partir do trabalho dos docentes dos
cursos nas áreas envolvidas, por meio da contratação de um profissional devidamente
qualificado.
Dessa forma, o aluno da Faculdade será atendido em suas necessidades e dificuldades
referentes a sua vida escolar e à sua aprendizagem, com horário agendado.
Para os discentes que necessitam de atendimento psicopedagógico, a diretoria e ou
coordenação de curso encaminha para o apoio psicopedagógico.
2.3.3. Mecanismo de Nivelamento
Considerando as dificuldades apresentadas pelos alunos, oriundos principalmente de escolas
públicas e cursos supletivos que chegam aos seus diferentes cursos, com defasagens
significativas em componentes básicos no processo de aprendizagem nos diferentes cursos
oferecidos, especialmente Língua Portuguesa, a Faculdade oferece aos seus alunos um
processo de ensino-aprendizado realizado a partir de metodologias diferenciadas que os
auxiliem a vencer suas dificuldades básicas e desenvolver um bom curso.
2.3.4. Bolsas de Estudos
São oferecidas bolsas a alunos carentes e com bom desempenho escolar para que possam
continuar seus estudos com dignidade. É política institucional oferecer aos alunos bolsas de
estudos, por meio de Projetos Sociais, a saber:
Atenta às dificuldades da região, a Faculdade idealizou seus Projetos Sociais. São programas
facilitadores para o acesso de jovens e adultos carentes no ensino superior, conhecidos em
todo o Estado e reconhecidos pela Secretaria de Educação do Estado de São Paulo.
Coordenado por departamento da Instituição, tem como missão:alcançar a oferta e a prática
de uma Educação Solidária, através de parcerias com Instituições, Projetos Sociais,
Educacionais e Culturais, permitindo a Educação para todos e a Inserção Social.
2.3.4.1. Programas Institucionais de Financiamento de Estudos
A Faculdade Policamp é consciente de que uma grande parcela de seus alunos, principalmente
as classes C e D, são trabalhadores por vezes braçais que não dispõem de tempo e disposição
para se dedicar a um dos projetos sociais que a IES oferece, é pensando nestes alunos que a
faculdade oferece ainda aos seus alunos a possibilidade de financiar o seu estudo, por meio de
parceria com o Governo Federal através do FIES.
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 75
A Faculdade Policamp ciente que as instituições de ensino são por excelência o veículo natural
de disseminação da responsabilidade social e também responsáveis pela formação do cidadão,
visa proporcionar aos jovens carentes a possibilidade de ingresso ao ensino superior, e ao
longo dos seus anos de existência firmou e consolidou parcerias com órgãos governamentais e
instituições para concessão de bolsas de estudo de até 100%.
No entanto, acreditando que em Responsabilidade Social na área educacional, não pode existir
doação e sim reciprocidade a Faculdade exige dos alunos contemplados bom desempenho
acadêmico e contrapartida social através da prestação de serviços em creches, asilos,
hospitais, associações de moradores, escolas municipais e estaduais e instituições
beneficentes.
Dentro dos Projetos Sociais a UNIESP Solidária firmou convênios com prefeituras, sindicatos,
empresas, associações, fundações, cooperativas, entre outras, que fazem de seus
participantes/alunos um UNIVERSITÁRIO CIDADÃO.
Universitário Cidadão
Consiste na contemplação de bolsa de até 50% tendo como proposta a prestação de serviço
voluntário do aluno bolsista em instituições filantrópicas, asilos, creches, hospitais, ONGS e
instituições sociais, transformando-as em centros comunitários, voltados para o exercício da
cidadania. Com o objetivo de inserir o jovem no ensino superior e, consequentemente
incentivar o voluntariado. O Universitário Cidadão é sem dúvida uma criativa e contundente
política social implementada, de extraordinária dimensão social, pois atende diretamente a
classe social menos favorecida através da mais nobre ação social que uma instituição pode
conceber: a educação aliada à consciência de cidadania e dever cívico.
2.3.4.2. Programas Federais de Financiamento de Estudos
PROUNI – Programa Universidade para Todos
O Programa Universidade para Todos, denominado de PROUNI é destinado à concessão de
bolsas de estudo integrais e bolsas de estudo parciais de cinqüenta por cento (meia-bolsa)
para cursos de graduação e sequenciais de formação específica, em instituições privadas de
ensino superior, com ou sem fins lucrativos e oferece ainda a implementação de políticas
afirmativas de acesso ao ensino superior aos autodeclarados indígenas ou negros e aos
portadores de deficiência. A UNIESP, diante do lançamento do PROUNI p elo Ministro da
Educação e ciente da carência social existente para o ingresso no ensino superior, apoiou o
Secretário Executivo do MEC - Fernando Haddad e foi a primeira das 35 instituições que
aderiram ao programa, quando do lançamento pelo Ministro da Educação disponibilizando
10% de suas vagas iniciais, para ingresso de alunos ao ensino superior.
Poderá ser beneficiado pelo PROUNI o estudante que participou do ENEM do ano a ingressar e
que tenha cursado o ensino médio completo em escola pública ou em instituição privada na
condição de bolsista integral, estudante portador de necessidades especiais, professor da rede
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 76
pública de ensino que se candidate a cursos de licenciatura destinada ao magistério e à
educação básica e pedagogia, independente da renda, desde que haja vaga e após a seleção
do Ministério da Educação e da Faculdade.
Poderá participar o estudante que atenda aos requisitos anteriores e que tenha renda per
capita familiar de, no máximo, um salário mínimo e meio e também aqueles que atendam aos
requisitos anteriores e que tenha renda per capita familiar de, no máximo, três salários
mínimos.
FIES - Financiamento Estudantil do Governo Federal
O FIES – Programa de Financiamento Estudantil do governo brasileiro, operado pelo Ministério
da Educação em conjunto com a Caixa Econômica Federal, financia até 100% das despesas
estudantis. O FIES - Financiamento Estudantil do Governo Federal é um programa do
Ministério da Educação destinado a financiar a graduação no Ensino Superior de estudantes
que não têm condições de arcar com os custos de sua formação e estejam regularmente
matriculados em instituições particulares, conveniadas com o Programa e com notas positivas
nas avaliações do MEC.Entre as ações de apoio ao desenvolvimento acadêmico realizadas pela
instituição, destacam-se:
2.3.5. Núcleo de Oportunidade
O Núcleo de Oportunidade, criado em 2009 funciona em duas frentes - Mercado de
Emprego/Trabalho e disponibilização de oportunidades para a prática do aluno, foco principal
e prioridade da faculdade.
O Núcleo de Oportunidades visa preparar os alunos para participar de processos de seleção e,
consequentemente, o acesso a informação da disponibilidade de vagas no mercado, sendo
parte desta frente responsabilidade da instituição com a busca das vagas e disponibilização das
mesmas para alunos da Faculdade. Este procedimento é atualmente realizado por meio do
Mural da Oportunidade e/ou por e-mail.
2.3.6. Ações de Orientação e Apoio aos Alunos
O Núcleo de Estágio realiza o gerenciamento das atividades de estágio supervisionado e
trabalho de curso, realizando o protocolo de entrega dos documentos pelos discentes.
Além disso, o departamento realiza a divulgação das vagas de estágio recebidas por meio do
site institucional e pela divulgação direta aos alunos via endomarketing.
2.3.7. Acompanhamento dos egressos
O acompanhamento dos egressos é entendido no âmbito institucional como ação que
favorece a inserção dos profissionais no mercado de trabalho, estimula a formação continuada
e alimenta os processos institucionais de avaliação da formação oferecida, reestruturação de
currículos e do perfil dos cursos, diagnóstico de demandas e direcionamento do marketing.
A CPA – Comissão Própria de Avaliação juntamente com o PROE acolhem o cadastro de
egressos da instituição para conhecimento de sua situação profissional, suas demandas por
continuidade da formação e atualização, suas expectativas e necessidades; Vale ressaltar que
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 77
os serviços de Apoio e Orientação ao acadêmico se estendem aos Egressos que podem contar,
ainda, com a política institucional de estímulo à formação continuada, pela concessão de
bolsas de estudos em cursos de extensão e pós-graduação, além da bolsa 2ª. Graduação.
O acompanhamento dos egressos se viabiliza por meio de contatos via email para a divulgação
de cursos de pós-graduação, visando criar um mecanismo de apoio e formação continuada
para os formados, como também de pesquisas feitas pela Comissão de Avaliação Institucional,
na intenção de verificar como foi a preparação profissional promovida pelo Curso, num tempo
de 6 a 12 meses após a conclusão do curso e conhecer as inserções no mercado de trabalho.
2.3.8. Condições institucionais
Além de toda a infraestrutura física e tecnológica e da boa qualificação dos recursos humanos
que viabilizam a realização das atividades de ensino, pesquisa e extensão, merecem destaque
algumas das condições institucionais que participam mais diretamente da manutenção e do
aprimoramento constantes da qualidade dessas atividades:
- Acervo atualizado das bibliotecas, com política de aquisição que contempla o atendimento
dos projetos pedagógicos dos cursos e também a ampliação do acervo;
- Atualização e conservação dos equipamentos dos laboratórios;
- Áreas de convivência e áreas de estudo acolhedoras e em ótimo estado de conservação;
- Promoção de eventos acadêmicos, culturais e esportivos;
- Disponibilização de serviços de apoio: cantinas/restaurantes, telefones públicos, papelaria,
serviço de reprografia; (indicar o que houver)
- Adequação das instalações viabilizando o acesso e a permanência de portadores de
necessidades especiais (rampas, sanitários, corrimãos, bebedouros e telefones, vagas em
estacionamento).
- Fortalecimento do serviço de ouvidoria - acolhendo as manifestações estudantis que chegam
por essa via e dando os encaminhamentos pertinentes.
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 78
3. CORPO DOCENTE
3.1. Administração Acadêmica
3.1.1. Atuação do Coordenador do Curso
A coordenação do curso de Engenharia de Produção encontra-se, desde 2013, sob a
orientação de Sérgio de Oliveira Miguel, Engenheiro de Eletrônica, formado pelo Instituto
Tecnológico de Aeronáutica em São José dos Campos.
Mestre em Ciências pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA); Pós-graduado em
Administração de Empresas, pela FGV; Coordenador e Professor do curso de Engenharia de
Produção da Faculdade Politécnica de Campinas (Policamp 2009 até o momento); Professor do
curso de Engenharia de Produção da Faculdade de Jaguariúna (FAJ - 2009 até 2013); Professor
Convidado dos cursos de Pós-Graduação em Engenharia Industrial e de graduação em
Engenharia Mecânica e Engenharia Têxtil da Universidade do Minho – Portugal (2002 a 2006);
Membro do Conselho de Administração da Outex S.A. – Portugal (1999 a 2003); Coordenador
do Programa Infante para Melhoria de Produtividade de PMEs em Portugal (1997 a 1999);
Atua em consultoria nas áreas de Gestão da Produção, Gestão da Qualidade; Planejamento e
Controle da Produção e Sustentabilidade organizacional.
O modelo de gestão adotado na coordenação de curso é participativo e visa incentivar a
cooperação de professores e alunos na efetivação do Projeto Pedagógico do Curso,
procurando aumentar progressivamente o interesse de todos pelas questões pedagógicas, no
intuito de envolvê-los cada vez mais no processo de consolidação do curso, com qual idade
reconhecida.
Como representante do Curso, a coordenação tem a obrigação de participar das reuniões de
colegiados e de representante de classe que, na Faculdade de Jaguariúna, acontecem
regularmente a cada bimestre. Também, deve atender aos alunos e professores sempre que
haja uma solicitação. A disponibilidade do Coordenador de Curso da Faculdade de Jaguariúna
abrange sua atuação no horário de funcionamento do curso e também sempre que houver a
necessidade de representatividade em eventos diversos, re uniões com entidades de classe e
associações vinculadas ao curso.
II. Titulação:
a) Mestrado: Curso: Física do Estado Sólido
IES: ITA - Instituto Tecnológico de Aeronáutica
Ano de Conclusão: 1975
c) Especialização: Curso: Especialização em Administração para Graduados (CEAG)
IES: FGV – Fundação Getúlio Vargas
Ano de Conclusão: 1976
d) Graduação: Curso: Engenharia de Eletrônica
IES: ITA - Instituto Tecnológico de Aeronáutica
Ano de Conclusão: 1972
III. Experiência Profissional em Gestão:
a) Consultor Autônomo na área de Melhoria de Produtividade, como sócio da empresa
CCN – Consultores em Portugal (1989 a 2008)
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 79
b) Membro do Conselho de Administração da OUTEX Fiação e Têxtil em Portugal (1999 a
2002)
c) Partner da DPI Decision Process International, empresa canadense de consultoria em
Estratégia Empresarial, responsável pelos negócios no Brasil e em Portugal (1989 a
1997)
d) Superintendente Industrial da Marsicano Cabos Telefônicos, como terceirizado através
da empresa de consultoria DPI (1994 a 1997)
IV. Experiência Profissional no Magistério Superior:
a) Faculdade Politécnica de Campinas (Policamp)
08/2009 – atual - Ensino, Engenharia de Produção, Nível: Graduação.
Celetista formal, Enquadramento Funcional: Professor Adjunto, Carga horária: 12
Disciplinas ministradas:
- Planejamento e Controle da Produção II
- Planejamento e Controle da Produção I
- Pesquisa Operacional I
- Pesquisa Operacional II
- Projeto de Sistema Produtivo
- Planejamento Estratégico
08/2013 – atual – Coordenador, Engenharia de Produção, Nível: Graduação: 12
b) Faculdade de Jaguariúna (FAJ)
08/2009 – 08/2013 - Ensino, Engenharia de Produção, Nível: Graduação.
Celetista formal, Enquadramento Funcional: Professor Adjunto, Carga horária: 08
Disciplinas ministradas:
- Pesquisa Operacional I
- Pesquisa Operacional II
- Planejamento e Controle da Produção I
c) Universidade do Minho
09/2002 – 09/2004 - Ensino, Engenharia de Produção, Nível: Graduação e PósGraduação.
Prestador de serviço, Enquadramento Funcional: Professor Convidado, Carga horária: 4
Disciplinas ministradas:
- Planejamento e Controle da Produção
d) Escola de Engenharia Industrial de São José dos Campos
Professor Celetista formal, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 04
02/1974 - 12/1985 - Ensino, Engenharia de Produção, Nível: Graduação.
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
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Disciplinas ministradas:
- Planejamento e Controle da Produção
06/1974 - 08/2978 – Diretor, Carga horária: integral 44 horas
VI. Regime de trabalho
O regime de trabalho do coordenador de curso de Engenharia de Produção é de tempo parcial,
com uma carga horária semanal de 24 horas.
O Coordenador do Curso Superior de Engenharia de Produção, Prof. Me. Sérgio de Oliveira
Miguel, atuando no Curso desde 08/2013, com regime de trabalho de 24 horas semanais
cumpridas no horário de funcionamento do Curso.
O Coordenador do Curso participa regularmente das reuniões dos Órgãos Colegiados
Acadêmicos da IES que tratam dos assuntos de natureza didático-pedagógica e estruturante.
Além destas participações, o Coordenador do Curso tem promovido reuniões periódicas com o
Colegiado formado pelo Corpo Docente do Curso. Periodicamente, o Coordenador realiza
reuniões com os Representantes Discentes com o intuito de ouvir e transmitir os reclamos e
sugestões diversos para a Administração, assim como o caminho de feedback, tornando fluído
este processo entre os diversos agentes Institucionais.
Esta carga horária apresenta-se distribuída para coordenação do curso, atividades
administrativas e para ministrar aulas.
A carga horária para coordenação apresenta-se em um total de 24 horas semanais, o que
representa uma proporção de 1 hora para cada 3 vagas anais do curso.
O Coordenador de curso tem uma função de amplo espectro e alto grau de complexidade.
Cabe-lhe a tarefa de favorecer a construção de uma equipe coesa, engajada e, sobretudo,
convicta da viabilidade operacional das prioridades consensualmente assumidas e
formalizadas na proposta de trabalho da instituição. O coordenador exerce, no espaço da
autonomia que lhe foi conferida, seu papel de elemento-chave no gerenciamento do curso, o
que exige ações de articulação e mobilização da equipe, tendo sempre em vista o
aperfeiçoamento do fazer pedagógico na instituição.
Para isso o Coordenador do curso possui, conforme descrito no Capítulo V, Artigo 31, do
Regimento do Instituto as seguintes atribuições:
Quanto ao que regimentalmente atribui-se às coordenações de curso - ainda no cap.V, Art. 31:
I.
convocar e presidir as reuniões do Colegiado de Curso;
II.
representar a Coordenadoria de Curso perante as autoridades e órgãos da Faculdade;
III.
elaborar o horário escolar do curso e fornecer à Diretoria os subsídios para a
organização do calendário acadêmico;
IV.
orientar, coordenar e supervisionar as atividades do curso;
V.
fiscalizar a observância do regime escolar e o cumprimento dos programas e planos de
ensino, bem como a execução dos demais projetos da Coordenadoria;
VI.
acompanhar e autorizar estágios curriculares e extracurriculares no âmbito de seu
curso;
VII.
homologar aproveitamento de estudos e propostas de adaptações de curso;
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 81
VIII.
IX.
exercer o poder disciplinar no âmbito do curso;
executar e fazer cumprir as decisões do Colegiado de Curso e as normas dos demais
órgãos da Faculdade;
X.
exercer as demais atribuições previstas neste Regimento e aquelas que lhe forem
atribuídas pelo Diretor Geral e demais órgãos da Faculdade.
3.1.2. Núcleo Docente Estruturante – NDE
O Núcleo Docente Estruturante do Curso de Engenharia de Produção, cujo integrantes estão
listados na Erro! Fonte de referência não encontrada., é o órgão de coordenação didática
integrante da Administração Superior, destinado a elaborar e implantar a política de ensino,
pesquisa e extensão e acompanhar sua execução, ressalvada a competência dos Conselhos
superiores, possuindo caráter deliberativo e normativo em sua esfera de decisão.
O Núcleo Docente Estruturante do Curso de Engenharia de Produção é composto por 5
professores. Os professores que integram o Núcleo Docente Estruturante estão vinculados às
atividades essenciais do Curso, entre elas: docência, acompanhamento de atividades
complementares, orientação de pesquisa, desenvolvimento de atividades de extensão e
atualização do Projeto Pedagógico.
Segundo o regulamento institucional, são atribuições do Núcleo Docente Estruturante:
I.
estabelecer diretrizes e normas para o regime didático-pedagógico do Curso,
respeitada a política acadêmica aprovada pelos órgãos superiores;
II.
auxiliar o Núcleo de Pesquisa na fixação das linhas básicas de pesquisa do Curso;
III.
definir o perfil profissional e os objetivos gerais do Curso;
IV.
elaborar o currículo pleno do Curso e suas alterações, para aprovação pelos órgãos
competentes;
V.
emitir pareceres das propostas de ensino, pesquisa e extensão no âmbito do Curso;
VI.
fixar as diretrizes gerais dos programas das disciplinas do Curso e suas respectivas
ementas, recomendando ao Coordenador do Curso, modificações dos programas para
fins de compatibilização;
VII.
propor ao Coordenador providências necessárias à melhoria qualitativa do ensino;
VIII.
participar do processo de seleção, permanência ou substituição de docentes para o
Curso;
IX.
promover a avaliação dos planos de trabalho nas atividades de ensino, pesquisa e
extensão na forma definida no projeto de avaliação institucional;
X.
emitir parecer sobre a organização, funcionamento e avaliação das atividades de
Estágios e dos Trabalhos de Conclusão de Curso, quando for o caso;
XI.
coordenar a elaboração e recomendar a aquisição de lista de títulos bibliográficos e
outros materiais necessários ao Curso;
XII.
analisar e homologar o cronograma das atividades do Curso;
XIII.
assessorar o Coordenador em outras atividades especiais;
XIV.
colaborar com os demais órgãos acadêmicos na sua esfera de atuação;
XV.
sugerir providências de ordem didática, científica e administrativa que entenda
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 82
necessárias ao desenvolvimento das atividades do Curso;
XVI.
avaliar o desempenho docente, discente e técnico-administrativo, segundo proposta
dos órgãos superiores;
XVII.
zelar pela regularidade e qualidade do ensino ministrado pelo Curso;
XVIII.
auxiliar o Núcleo de Pesquisa na análise das propostas de pesquisa institucional
apresentado por docentes e alunos candidatos à iniciação científica;
XIX.
incentivar a elaboração de programas de extensão na área de sua competência e
supervisionar a execução e avaliar seus resultados;
XX.
promover a interdisciplinaridade do curso;
XXI.
exercer as demais funções que lhe são explícitas ou implicitamente conferidas pelo
Regimento Geral da instituição e de outras legislações e regulamentos a que se
subordine.
O Núcleo Docente Estruturante é composto por membros 100% Titulados (66,7% Doutor –
33,3% Mestre) em Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu, e com regime de trabalho de
Tempo Integral (80%) e Tempo Parcial (20%).
Tabela 11. Composição do NDE
COMPOSIÇÃO DO NDE
Nome do Professor
Angela Maria Montes Perol
Valente
André Strieder
Carlos Alessandro Bassi
Viviani
Antônio José Gomes Amaro
Sérgio de Oliveira Miguel
Titulação
Doutora
Formação Acadêmica*
Química
Regime de Trabalho
Tempo Integral
Mestre
Mestre
Engenharia Mecânica
Ciências da computação
Tempo Parcial
Tempo Integral
Mestre
Mestre
Engenharia Elétrica
Engenharia de Eletrônica
Tempo Parcial
Tempo Parcial
3.1.3. Colegiado de curso ou equivalente
O Colegiado de Curso é a menor fração da estrutura da Faculdade para todos os efeitos da
organização administrativa. O Colegiado de Curso é constituído de todos os docentes de um
curso de graduação e um representante discente eleito por seus pares, para efeito de
realização do planejamento didático-pedagógico, planos de ensino e aprendizagem e de
avaliação do desempenho dos respectivos cursos e de se us agentes. O Colegiado de Curso
reúne-se, para suas funções, ordinariamente 02 (duas) vezes por ano, cuja convocação será
feita pelo Diretor da Faculdade, por escrito, com antecedência mínima de 08 (oito) dias, com
ordem do dia indicada.
De acordo com o Regimento Institucional, no seu artigo 17, são competências do Colegiado de
Curso:
I.
Fixar o perfil dos cursos de licenciatura e as diretrizes gerais das disciplinas, com suas
ementas e respectivos programas;
II.
elaborar o currículo dos cursos de licenciatura e suas alterações com a indicação das
disciplinas e respectiva carga horária, de acordo com as diretrizes curriculares
emanadas do Poder Público;
III.
promover a avaliação dos cursos de licenciatura;
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 83
IV.
decidir sobre aproveitamento de estudos e de adaptações, mediante requerimento
dos interessados;
V.
colaborar com os demais órgãos acadêmicos no âmbito de sua atuação;
VI.
articular a formulação, execução e avaliação do projeto institucional de formação de
professores, base para os projetos pedagógicos específicos dos cursos;
VII.
exercer outras atribuições de sua competência, na forma da legislação vigente, ou que
lhes forem delegadas pelos demais órgãos colegiados superiores.
VIII.
zelar pela execução das atividades e dos planos de ensino das disciplinas que o
integram;
IX.
Propor medidas para o aperfeiçoamento do ensino, da pesquisa e da extensão, bem
como do próprio pessoal docente;
X.
Exercer as demais funções previstas neste Regimento ou que lhe sejam delegadas.
De acordo com o Regimento Institucional, o Coordenador do Curso é designado pelo Diretor
Geral, ouvido o Diretor da Faculdade, respeitando-se as justificadas de natureza e amplitude
do campo de conhecimento abrangido através do Curso e pelos recursos materiais e humanos
necessários ao seu funcionamento.
Quanto ao que regimentalmente atribui-se às coordenações de curso - ainda no cap.V, Art. 31:
I.
convocar e presidir as reuniões do Colegiado de Curso;
II.
representar a Coordenadoria de Curso perante as autoridades e órgãos da Faculdade;
III.
elaborar o horário escolar do curso e fornecer à Diretoria os subsídios para a
organização do calendário acadêmico;
IV.
orientar, coordenar e supervisionar as atividades do curso;
V.
fiscalizar a observância do regime escolar e o cumprimento dos programas e planos de
ensino, bem como a execução dos demais projetos da Coordenadoria;
VI.
acompanhar e autorizar estágios curriculares e extracurriculares no âmbito de seu
curso;
VII.
homologar aproveitamento de estudos e propostas de adaptações de curso;
VIII.
exercer o poder disciplinar no âmbito do curso;
IX.
executar e fazer cumprir as decisões do Colegiado de Curso e as normas dos demais
órgãos da Faculdade;
X.
exercer as demais atribuições previstas neste Regimento e aquelas que lhe forem
atribuídas pelo Diretor Geral e demais órgãos da Faculdade.
3.2. Perfil Docente
3.2.1. Corpo Docente
As ações de valorização e capacitação continuada dos recursos humanos e de promoção de
condições adequadas de trabalho são entendidas, pela Policamp, como mecanismos de
garantia da qualidade dos serviços e do estímulo à permanência.
O perfil do corpo docente e o perfil do corpo técnico-administrativo constantes do PDI
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 84
orientam desde a contratação de pessoal até a implementação de ações de capacitação e
formação continuada, seja pela promoção de atividades e institucionalização de ações com
essa finalidade, seja pelo incentivo e apoio, viabilizando a participação do pessoal docente e
técnico-administrativo em atividades de formação e aperfeiçoamento.
Perfil do Corpo Docente (Tabela 8):

por formação: 0 graduados (0 %), 12 especialistas (48,0 %), 09 mestres (36,0 %) e 4
doutores (16,0%). O corpo docente atual, constituído por 52,0 % de professores
com pós-graduação stricto sensu.

por regime de trabalho: 16,0% dos docentes são contratados em regime de tempo
integral; 52,0% dos docentes são contratados em regime de tempo parcial; 32,0%
dos docentes são contratados em regime de horistas;

experiência profissional: 60,0 % dos docentes da instituição contam com pelo
menos três anos de experiência no magistério superior, 32% possui mais de cinco
anos de experiência no magistério superior

o tempo médio de experiência docente é de 5,15 anos.
Além de atender ao disposto no PDI, o quadro de docentes permite o pleno desenvolvimento
dos cursos e programas oferecidos pela instituição. Com vistas à implantação dos núcleos
docentes estruturantes, e também objetivando a ampliação e o aprimoramento dos projetos
de pesquisa e de iniciação científica, a instituição priorizará, em futuras admissões, docentes
com significativa experiência profissional e com título de doutor.
Perfil do Corpo Técnico-Administrativo:
Para a composição do quadro do pessoal técnico-administrativo, são avaliados os seguintes
aspectos: escolaridade; experiência profissional; capacidade de organização do trabalho;
capacidade de comunicação. Ao pessoal técnico-administrativo, a instituição procura oferecer
condições de trabalho satisfatórias, sendo todos registrados pela CLT.
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
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Tabela 12. Corpo Docente Curso de Engenharia de Produção
TP
TI
Nome
CPF
Titulação
H
Tempo
Experiência
Docente
(em anos)
Tempo
Experiência
Profissional
(em anos)
Número
Produção
Docente**
0
Disciplinas
(*)
Adauto Damasio
043.624.398-29
Adauto Fernandes M arcosin
M estre
TP
12
5
Doutor
H
5
25
Humanidades, Ciências Sociais e Cidadania
Química Geral e experimental
Angela M aria M ontes Peral Valente
024.978.118-22
Doutor
TI
3
14
18
Augusto César Bacha
222.713.388-08
Especialista
H
1
9
0
Aloísio Benedito Gressoni
048.523.798-90
Especialista
H
4
7
0
Gestão Ambiental
Recursos Energéticos e Desenve. Sustentável
Economia para engenharia
M ecânica Geral e dos Sólidos
Higiene e segurança do trabalho
Ergonomia
Atividades complementares
Trabalho de Conclusão de Curso I
Carlos Alessandro Bassi Viviani
271.116.678-32
M estre
TI
11
2
4
Trabalho de Conclusão de Curso II
Estágio Supervisionado I
Estágio Supervisionado II
Gestão de Pessoas
M etodologia da Pesquisa Científica
M arketing
Carlos Henrique da Silva
267.939.288-48
Especialista
H
3
9
0
Psicologia
Gestão da inovação e do conhecimento
Empreendedorismo e responsabilidade social
Ética e legislação profissional
Claudia Vaamonde Villar Siqueira
561.492.396-91
M estre
H
0
Ciências Ambientais
M atemática aplicada
Cláudio M ucelin
261.978.608-80
M estre
TP
12
0
0
Cálculo diferencial e integral I
Cálculo diferencial e integral II
Cálculo diferencial e integral III
Projeto Pedagógico – Curso Engenharia de Produção
P á g i n a | 86
Fenômenos de transporte
Cleber Carvalho Pereira
060.455.476-16
M estre
H
1
0
1
Probabilidade e Estatística
Estatística Avançada
Daniel Baptistella
286.277.958-00
Especialista
H
0
1
0
Automação Industrial
Diego Roberto Dias da Cruz
368.447.768-02
Especialista
H
1
1
0
Expressão Gráfica
Henrique Neves de Lucena
332.047.378-61
M estre
TI
4
7
0
Isac Ferreira da Silva Jr.
221.370.038-99
Especialista
H
4
12
0
Fundamentos da M etrologia
Desenho Auxiliado por Computador
Informática aplicada
Gestão de projetos
Administração da tecnologia da informação
João Henrique Escamia
025.035.638-48
Especialista
H
4
24
1
Engenharia de Operações I
Engenharia de Operações II
Juliana Carli M oreira de Andrade
279.550.068-01
M estre
TP
5
7
2
Comunicação e Expressão
M etodologia da Pesquisa Científica
Física Geral e Experimental I
Lucas Vianna Batista
220.461.288-00
M estre
H
3
0
0
Física Geral e Experimental II
Física Geral e Experimental III
Cálculo Numérico
M ariana Ricken Barbosa
079.828.306-84
M estre
H
1
0
0
M onica Frigeri
345.234.908-05
M estre
TP
1
4
7
Engenharia do produto
Renato Pinto Nazário
154.685.848-24
Especialista
H
12
7
0
Eletricidade aplicada
Rene M arcos de M edeiros
249.260.778-09
Especialista
H
1
15
0
Engenharia da Qualidade I
Geometria Analítica e Álgebra Linear
Engenharia da Qualidade II
Introdução a Administração
Engenharia Econômica
Ronaldo José de Lima
017.020.308-57
Especialista
TP
10
14
1
Contabilidade e Custos Industriais
Logística e Gestão da Cadeia de Suprimentos
Organização do trabalho
Ciência e tecnologia dos materiais
Roberto Otto Griese Júnior
275.089.678-95
Especialista
TP
5
7
0
Processos de produção e tecnologia mecânica
Processos de produção e tecnologia química
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 87
Rodolfo de Souza Zanutto
353.952.838-54
M estre
H
2
5
5
Projetos computacionais na Engenharia de Produção
Pesquisa Operacional I
Pesquisa Operacional II
Sérgio de Oliveira M iguel
429.160.208-10
M estre
H
10
0
0
Planejamento Estratégico
Gestão da M anutenção
Projeto de Fábrica e Layout
Projeto de Pesquisa
Introdução a Engenharia
Ted Soares Trindade
316.651.428-71
M estre
H
6
9
5
Planejamento e Controle da Produção I
Planejamento e Controle da Produção II
Média (em anos)
* TI = Tempo Integral, TP = Tempo Parcial e H = Horista
** Considerado de jan 2010 a dez 2012.
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
4,84
7,36
3.2.2. Produção Científica
Na IES são realizados diversos programas de incentivo a Produção Científica, tanto para docentes
quanto discentes.
O FOCO é um grupo interno de Formação Continuada de Docentes da POLICAMP que desenvolve
estudos relacionados à potencialização do processo ensino-aprendizagem. Os cursos são oferecidos
de maneira continua e de forma gratuita aos professores, com os segui ntes objetivos:
 Propiciar bases teórico-metodológicas para o exercício da docência no ensino superior,
articuladas à produção do conhecimento, que se desenvolve através da relação pesquisa
científica/prática docente;
 Fornecer uma atualização das questões educacionais de modo articulado com a experiência já
consolidada no exercício da docência no ensino superior;
 Auxiliar o planejamento da atividade docente em diferentes áreas do currículo, adequando-a
às necessidades do aluno.
A Policamp oferece ainda o Programa de Pós Graduação nas mais diversas áreas do conhecimento.
As atividades são organizadas por docentes e pesquisadores das faculdades e também por
palestrantes convidados, sempre com a perspectiva de aliar a teoria à prática, buscando atualizar o
conhecimento que é imprescindível para o sucesso profissional, propiciar diferencial aos alunos no
mercado de trabalho, assim como desenvolver o “net-work”.
Nesse contexto, os cursos oferecidos pela IES estão direcionados tanto às expectativas de
aprimoramento acadêmico como profissional e têm como objetivo atualizar e qualificar profissionais
para atuarem no mercado de trabalho em sintonia com os avanços científicos e tecnológicos.
A Policamp possui o PIC (Programa de Iniciação Cientifica) que é um instrumento que permite
introduzir os estudantes de graduação, potencialmente mais promissores, na pesquisa cientifica. É a
possibilidade de colocar o aluno desde cedo em contato direto com a atividade científica e engajá-lo
na pesquisa. Nesta perspectiva, a iniciação científica caracteriza-se como instrumento de apoio
teórico e metodológico à realização de um projeto de pesquisa e constitui um canal adequado de
auxílio para a formação de uma nova mentalidade no aluno. Em síntese, a iniciação científica pode
ser definida como instrumento de formação.
A IES proporciona e incentiva a participação de docentes e discentes no ENIC (Encontro de Iniciação
Científica) que constitui-se em um espaço privilegiado para apresentação e discussão de saberes nas
diversas áreas do conhecimento afins com os cursos de graduação e pós-graduação das diversas
faculdades integrantes do Grupo Polis Educacional: Faculdade Max Planck, Faculdade de Jaguariúna –
FAJ e Faculdade Politécnica de Campinas (Policamp).
Ainda neste âmbito é incentivada a partição dos docentes e discentes no CONIC que é o Congresso
Nacional de Iniciação Científica que tem por objetivo identificar talentos e estimular a transformação
de idéias em realidades, promovendo o interesse pela pesquisa nos campos da Ciência e da
Tecnologia.
A Revista Científica Intellectus (registro no ISSN n. 1679-8902) é uma publicação da Faculdade de
Jaguariúna e suas parceiras (Policamp e Max Planck). Publicada desde 2004, que têm a finalidade de
divulgação de trabalhos dos docentes e discentes, além de pesquisadores da comunidade científica
de outras instituições, que podem submeter trabalhos científicos para análise e, sendo aprovados e
em seguida publicados.
A periodicidade da revista é trimestral e sua classificação é B4 (Qualis Periódicos – CAPES).
A Tabela 9 indica a produção docente para o curso de Engenharia de Produção
Projeto Pedagógico – Curso Engenharia de Produção
P á g i n a | 89
Tabela 13 . Produção Docente curso de Engenharia de Produção
Produção Docente (Período 2010 a 2012)
N° de docentes
25 docentes
Número total de Publicações
nos últimos 3 anos
77 publ i ca ções
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
Média de produção docente nos três últimos anos
= 77 publ i ca ções período 3 a nos /25 docentes
=3,08 publicações por docente nos três últimos anos
P á g i n a | 90
4. INSTALAÇÕES FÍSICAS
4.1. Instalações Gerais
4.1.1. Sala de Professores e Sala de Reuniões
A IES possui uma sala de professores, equipadas com computadores com acesso a internet e também
com rede sem fio. A sala dispõe de poltronas, cadeiras e mesas para que o trabalho do docente
tenha a comodidade necessária às atividades desenvolvidas. É disponibilizada ainda uma sala de
reuniões, ampla e arejada para as atividades a que se propõem cujo uso depende de agendamento
prévio. Todas as salas são adequadamente iluminadas, ventiladas e com as dimensões necessárias ao
bom desenvolvimento das atividades do curso.
4.1.2. Gabinete de Trabalho para Professores Tempo integral e coordenação
A coordenação do curso está instalada em uma sala de 8,0 m2, com computador com acesso a
internet e acesso a rede sem fio, mesa, telefone, armário para a guarda de documento e demais
acessórios pertinentes à sua atividade. Tem também apoio técnico-administrativo. Os integrantes do
NDE e os docentes em tempo integral e parcial possuem uma sala específica com 36,0 m2, localizada
no mezanino da faculdade, também com computadores com acesso a internet, ramal telefônico,
acesso a rede sem fio e apoio técnico-administrativo.
4.1.3. Salas de Aula
Todas as salas de aula estão equipadas com carteiras em excelente estado de conservação e cadeiras
estofadas. Possuem cortinas para isolamento de iluminação externa, quadro branco, tomadas para a
instalação de equipamentos didático-pedagógicos (TV, DVD, Data-Show, Retroprojetor, entre outros)
e tela de projeção. Possuem ar-condicionado iluminação com lâmpadas fluorescentes em quantidade
adequada para garantir o conforto dos alunos.
4.1.4. Acesso dos alunos a equipamentos de informática
A IES possui atualmente 419 computadores para o acesso dos alunos, todos com acesso a internet,
distribuídos em oito laboratórios de informática, biblioteca e sala de orientação de TCC.
No turno de funcionamento do curso de Engenharia de Produção (noturno) a IES possui 1.300 alunos,
resultando numa proporção de um terminal para 3,1 alunos. Há, ainda, aproximadamente 200
notebooks cadastrados na intranet da IES.
4.1.5. Acessibilidade a portadores com deficiência
A POLICAMP possui infraestrutura adaptada aos requisitos de acessibilidade de pessoas portadoras
de necessidades especiais. Sua infraestrutura conta com vagas de estacionamento exclusivas, rampas
de acesso, banheiros adaptados, entre outros. Desta maneira, a IES atende as exigências contidas no
Parecer Técnico nº 1126/2001 e no Decreto n° 5.296/2004.
4.2. Registros Acadêmicos
O Conselho Superior, órgão máximo de natureza normativa, consultiva e deliberativa em matéria
administrativa, didático-científica e disciplinar, é constituído:
I – pelo Diretor Geral, seu Presidente;
II – pelos Coordenadores de Curso;
III – pelo Coordenador do Instituto Superior de Educação – ISE;
IV – por 1 (um) representante dos professores;
V – por 1 (um) representante da mantenedora, por ela indicado;
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 91
VI – por 1 (um) representante do corpo discente, indicado na forma da legislação vigente;
O Corpo Técnico-Administrativo, constituído por todos os servidores com funções não-docentes e
técnicos de laboratórios, tem a seu cargo os serviços necessários ao bom funcionamento dos
diversos setores da Faculdade.
A organização acadêmico-administrativa está apoiada no Sistema de Gestão Acadêmica RM, da
TOTVS. A organização acadêmico-administrativa está apoiada no Sistema de Gestão Acadêmica RM,
da TOTVS. A plataforma de operação do sistema é baseada num Sistema Gerenciador de Banco de
Dados (SGDB) que garante a unicidade e a confiabilidade das informações, além de contar com um
sistema de backup da base de dados. O sistema RM transcende a esfera acadêmica, sendo
responsável pela gestão financeira, contábil e patrimonial da Instituição, operando como um sistema
ERP (Enterprise Resourcing Planning). Para melhor controle, distribuição e recuperação das
informações, e para facilitar o acesso aos usuários, o sistema divide-se em módulos integrados, assim
distribuídos: Classisnet; Biblios, Labore, Agilis, Bis, Fluxus, Nucleus, Saldus, Portal.
Como ferramenta de gestão, o RM permite que os professores, coordenadores de curso e diretores
das unidades acadêmicas acompanhem os apontamentos de notas e faltas de seus alunos, através
dos módulos Portal, Classisnet e Agilis.
Coerente ao projeto pedagógico e ao controle acadêmico, o módulo Biblios permite: identificar a
comunidade usuária; catalogar livros e periódicos; cadastrar editoras e fornecedores; consultar o
acervo (conforme critérios definidos – local ou via internet); controlar a circulação de empréstimos,
retiradas e renovações; controlar reservas; estabelecer políticas de empréstimo diferenciadas por
grupos de usuários e tipos de materiais; controlar multas por atraso na devolução, de acordo com o
regulamento da Biblioteca; emitir relatórios variados.
Além disso, o acesso por meio da intranet permite aos alunos acessar informações importantes para
o acompanhamento de sua vida acadêmica e financeira, utilizando diferentes módulos.
Organização do controle acadêmico
O controle acadêmico é exercido pela Central de Atendimento – de apoio direto à Diretoria e demais
órgãos da Instituição – que se compõem pelos setores de Controle Acadêmico, Arquivo e
Atendimento/Protocolo.
A CA é responsável pelo registro, controle e expedição de todas as informações acadêmicas, tais
como: registro da documentação legal exigida pelos órgãos oficiais; emissão de documentos e
relatórios relativos à vida acadêmica dos alunos; acompanhamento da freqüência às atividades
didáticas e pedagógicas; lançamento e controle das avaliações emitidas pelos professores; processos
de matrícula, de trancamento e de transferência, entre outros.
Por meio do Protocolo/Atendimento os alunos são recebidos e podem fazer qualquer tipo de
solicitação: da matrícula de ingresso na Instituição à solicitação do seu diploma, ao final do curso. O
atendimento pode ocorrer: pessoalmente nos guichês, via telefone ou via internet (online). Este
setor trabalha em conjunto com o Apoio Docente, que tem por finalidade prover os docentes em
tudo o que é necessário para o encaminhamento diário às aulas.
O setor de Arquivo é responsável pela guarda dos documentos oficiais da instituição, incluindo o
prontuário de todos os alunos, assim como pela confecção do diploma e envio do mesmo para
registro, na UFSCAR – Universidade Federal de São Carlos e UNICAMP – Universidade de Campinas.
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 92
4.3. Biblioteca
4.3.1. Política de aquisição de livros da Bibliografia Básica e Complementar
A bibliografia encontra-se distribuída, junto com as demais bibliografias dos outros cursos oferecidos
pela IES, numa área de aproximadamente 120 m2 . Na biblioteca o acadêmico dispõem ainda de
quatro salas de estudos em grupo (com 7 m2 cada) e 12 box de estudos individuais. Além disso, há
ainda um espaço de 80 m2 com mesas, cadeiras e computadores.
A Faculdade propicia ao corpo docente e discente, o acesso livre às redes de informações, ao site da
Faculdade na Internet, através de todos os laboratórios de informática e junto à biblioteca, com seu
sistema interno informatizado, onde o aluno pode obter informações pelo sistema on-line.
A Política de formação do Acervo Bibliográfico da Faculdade de Jaguariúna procura atender sua
missão institucional, disponibilizando os meios necessários para que os estudantes possam
“desenvolver seu projetos de vida como cidadãos conscientes dos seus direitos, deveres e
responsabilidades sociais”.
Assim, possui um acervo de qualidade, constantemente atualizado e formado por obras e fontes das
mais diversas, que se constitui em ferramenta indispensável para subsidiar a formação dos alunos
tanto nos aspectos educacional, como cultural.
Critérios:
1. Bibliografia Básica: na proporção definida nos instrumento de avaliação do MEC, para o
curso
2. Bibliografia Complementar: na proporção definida nos instrumento de avaliação do
MEC, para o curso
3. Periódicos Especializados: na proporção definida nos instrumento de avaliação do MEC,
para o curso.
Processo de Aquisição
A atualização do acervo é feita por meio de um trabalho conjunto com os coordenadores de cursos,
professores e bibliotecária da unidade. Os Planos de Ensino das disciplinas são o ponto de referência
para a atualização. Por meio de trabalho articulado detecta-se os títulos que são objetos de maior
demanda e que necessitam de compra.
Este trabalho é feito no início de cada semestre, sendo elaborada uma lista de solicitação de compra,
padronizada para cotação de preço junto aos fornecedores, encaminhada para comparas após
analise conjunta entre Coordenador de Curso e Bibliotecária. A aquisição é feita em 30 (trinta) dias
úteis, conforme disponibilidade das obras as editoras e após a análise e aprovação da Diretoria
Acadêmica, que defere as solicitações junto ao Departamento de Compras.
No decorrer de cada semestre, outras sugestões podem ser feitas pelos coordenadores, professores
e alunos, sendo que as obras são adquiridas de acordo com a necessidade de atualização das áreas,
respeitada a programação orçamentária.
Com mais de 18 mil volumes, a Biblioteca da Faculdade Policamp conta com acervo adequado às
demandas dos cursos e constantemente atualizado. Os serviços são informatizados e gerenciados
pelo Sistema de Biblioteca da Faculdade Politécnica de Campinas - SB Poli, que tem por objetivo
facilitar o acesso dos usuários aos serviços de consulta ao acervo, solicitação de renovação de
empréstimos, reservas dos materiais e agendamento das salas de estudos, entre outros.
A Biblioteca da Faculdade de Politécnica de Campinas disponibiliza, também, mais de 10 mil
periódicos on line, nas diversas áreas do conhecimento, por meio da base de dados EBSCO.
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 93
O Acesso ao SB Poli é feito pelo portal da instituição, link Serviços para o Professor e para o Aluno.
Horário de atendimento: 13h00 - 22:30h (segunda à sexta-feira).
Além disso, os alunos também têm acesso ao COMUT Sistema de Comutação Bibliográfica. A
atualização do acervo é realizada continuamente, em função de verba disponível mensalmente no
planejamento econômico financeiro, e sistematicamente no mês de outubro, através de um trabalho
conjunto entre a biblioteca e os professores, onde são indicados livro s textos e bibliografias
complementares, através de formulário próprio para pedido de aquisição.
A média de alunos por turma é de 48 alunos. A bibliografia básica do curso, indicada no PPC e nos
planos de ensino resume-se em 2.703 exemplares e 189 títulos nas diversas áreas do conhecimento
vinculadas à formação do bacharel em Engenharia de Produção, todos devidamente atualizados e
tombados junto ao patrimônio da IES. Com estes números obtém-se uma média de 14,30 exemplares
por título. Assim, para cada turma têm-se a relação média aproximada de um exemplar de cada
bibliografia básica para um grupo de 2,5 alunos por turma. Em relação à bibliografia complementar,
tem-se 1910 exemplares e 353 títulos nas diversas áreas do conhecimento todos devidamente
atualizados e tombados junto ao patrimônio da IES e com minimamente 02 exemplares.
4.3.2. Periódicos especializados indexados e correntes
Estão disponíveis aos alunos do curso de Engenharia de Produção diversos periódicos e anais de
congressos correntes, listados na Tabela 10. Estes periódicos abrangem as dez áreas da engenharia
de produção definidas pela ABEPRO.
Tabela 14. Relação de periódicos e anais de congressos indexados ao Curso de Engenharia de
Produção
Periódico
Revista Produção 1
Revista Gestão e Produção 2
Revista Produção on line3
Revista GEPROS4
Pesquisa Operacional 5
Revista ABENGE6
Revista Produto e Produção 7
Product: Management & Development8
Revista Exacta 9
Brazilian Journal of Operaciotions &
Production Management (BJO&PM)
Revista HSM Managment
Revista Intech
Revista Harvard Bussiness Review Brasil
Revista Pequenas Empresas Grandes
Negócios
Revista Project Management
PERIÓDICOS E REVISTAS
Número de Periódicos
Disponíveis
58 números
60 números
38 números
26 números
34 números
16 números
24 números
20 números
20 números
15 números
61 números
71 números
28 números
103 números
25
Ano
ISSN
1991 a 2012
1994 a 2012
2003 a 2012
2005 a 2012
2000 a 2012
2005 a 2012
2001 a 2012
2002 a 2012
2003 a 2012
2004 a 2012
0103-6513
0104-530X
1676-1901
1984-2430
0101-7438
0101-5001
1516-3660
1676-4056
1983-9308
1679-8171
2004 a 2012
1997 a 2010
2006 a 2012
2003 a 2012
1415-8868
1413-6147
1415-9856
0104-2297
2010 a 2012
ANAIS DE EVENTOS E CONGRESSOS
Evento ou Congresso
Anos disponíveis
Encontro Nacional de Engenharia de Produção (ENEGEP) 10
1996 a 2012
Simpósio de Engenharia de Produção (SIMPEP) 11
1999 a 2012
Simpósio de Administração da Produção, Logística e Operações Internacionais 2002 a 2012
(SIMPOI)12
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 94
International Conference on Industrial Engineering and Operations Management
(ICIEOM) 13
1996 a 2012
1. http://www.s ci el o.br/s ci el o.php?s cri pt=s ci _s eri a l &pi d=0103-6513&l ng=pt&nrm=i s o
2. http://www.s ci el o.br/s ci el o.php?s cri pt=s ci _s eri a l &pi d=0104-530X&l ng=pt&nrm=i s o
3. http://produca oonl i ne.org.br/i ndex.php/rpo
4. http://revi s ta .feb.unes p.br/i ndex.php/gepros
5. http://www.s ci el o.br/s ci el o.php?s cri pt=s ci _s eri a l &pi d=0101-7438&nrm=i s o&rep=&l ng=pt
6. http://www.upf.br/s eer/i ndex.php/ree
7. http://www.s eer.ufrgs .br/i ndex.php/produto&produca o/
8. http://pmd.hos tcentra l .com.br/
9. http://www.uni nove.br/revi s ta exa cta
10. http://publicacoes.abepro.org.br/
11. http://www.simpep.feb.unesp.br/anais.php
12. http://www.simpoi.fgvsp.br/
13. http://publicacoes.abepro.org.br/
14. http://www.abepro.org.br/bjopm/index.php/bjopm/index
4.4. Instalações e Laboratórios específicos
Para a implantação dos laboratórios foi observado à área, a quantidade/ proporção de equipamentos
adequados para as turmas e a acessibilidade aos laboratórios por portadores de deficiência.
Atualmente o curso de Engenharia de Produção da POLICAMP, conta com nove laboratórios
específicos, cada qual para atender a uma necessidade específica do curso e atender as habilidades e
competências cogentes as disciplinas.
Os laboratórios foram implantados de acordo com a Tabela 12.
Quantidade
01
08
01
01
01
02
01
01
Tabela 15. Cronograma de Implantação dos Laboratórios
Laboratório
Capacidade
Laboratório de Física
25 alunos
Laboratório de Informática e CAD/CAM/CAE
50 alunos
Laboratório de Química
25 alunos
Laboratório de Hardware
50 alunos
Laboratório de Processos
50 alunos
Laboratório de Eletrônica
50 alunos
Laboratório de Mecatrônica
50 alunos
Laboratório de Redes Industriais
40 alunos
4.4.1. Laboratório de Física
A capacidade do laboratório é de 32 alunos, sendo atendidas as seguintes disciplinas ou parte delas:
- Física para Engenharia I
- Física para Engenharia II
- Física para Engenharia III
- Mecânica Geral
- Mecânica dos Fluidos
- Materiais para engenharia
A Tabela 13 indica os equipamentos do Laboratório de Física.
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 95
Tabela 16. Equipamentos do Laboratório de Física
Quant.
Descrição
08
Conjunto didático Plano inclinado (1)
10
Conjunto didático Equilíbrio de Corpo Rígido (1)
08
Conjunto didático Mesa de forças (1)
10
Conjunto Didático Empuxo (1)
10
Conjunto didático de Eletricidade e Magnetismo (1)
01
Conjunto Óptico(1)
03
Conjunto didático de Calorimetria (1)
(1)
ver www.azeheb.com.br, www.mogiglass.com.br e www.tesequipamentos.com.br
4.4.2. Laboratório de Química
A capacidade do laboratório é de 40 alunos, sendo atendidas as seguintes disciplinas ou parte delas:
- Química Tecnológica
- Materiais para engenharia
A Tabela 14 indica os equipamentos do Laboratório de Química.
Quant.
04
01
01
01
01
01
01
01
Vários
vários
Tabela 17. Equipamentos do Laboratório de Química
Descrição
Bancadas com alimentação de água, GLP e eletricidade.
Balança eletrônica semi analítica
Balança digital
Balança de plataforma e escala tríplice
Estufa
Capela
Banho Maria
Forno até 1400ºC
Equipamentos de manipulação química (almofariz, béquer, balões
volumétricos, cadinho, dissecador, bureta, erlenmeyer, funil, pipeta, proveta,
tripés, agitadores com aquecimento, espátulas etc.),
Reagentes químicos diversos
4.4.3. Laboratório de Informática e CAD/CAM/CAE
A capacidade do laboratório é de 50 alunos, sendo atendidas as seguintes disciplinas ou parte delas:
- Informática I
- Informática II
- Desenho II
- Projeto Auxiliado por Computador
- Manufatura Auxiliada por Computador
- Engenharia da Qualidade I
- Engenharia da Qualidade II
A Tabela 15 indica os equipamentos do Laboratório de Informática e CAD/CAM/CAE.
TABELA 18. EQUIPAMENTOS DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA E CAD/CAM/CAE
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 96
Quant.
Descrição
25
Microcomputadores
25
Licença de Compilador C
25
Licença de Software CAD/CAM/CAE – Educacional (2)
50
Licença de Software UGNX versão 6
50
Licença de Software Solid Edge versão 20
(2) ver www.istsistemas.com.br
4.4.4. Laboratório de Hardware
A capacidade do laboratório é de 20 alunos, sendo atendidas as seguintes disciplinas ou parte delas:
- Metrologia
- Automação Industrial
A Tabela 16 indica os equipamentos do Laboratório de Hardware
TABELA 19. EQUIPAMENTOS DO LABORATÓRIO DE HARDWARE
Quant.
07
16
06
02
08
Descrição
Bancadas
Computadores
Kits para googo board
mesas
Instrumentos para aulas práticas (alicates, chaves fendas, chaves Phillips etc)
Conjunto didáticos de sistemas digitais UTP
4.4.5. Laboratório de Processos
A capacidade do laboratório é de 35 alunos, sendo atendidas as seguintes disciplinas ou parte
delas:
- Materiais para Engenharia
- Eletricidade
- Resistência dos Materiais
- Metrologia
- Processos de Produção I
- Processos de Produção II
- Automação Industrial
A Tabela 17 indica os equipamentos do Laboratório de Processos.
TABELA 20. EQUIPAMENTOS DO LABORATÓRIO DE PROCESSOS
Quant.
01
01
01
02
01
01
05
05
Descrição
Prensa Hidráulica
Serra Fita
Furadeira de Bancada
Morsas
Torno
Fresa
Serras Tico-tico
Retificadeiras
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 97
01
01
Diversos
01
01
01
01
Diversos
01
01
06
01
01
01
01
01
01
01
26 pç
01
01
01
01
01
01
01
15
15
01
01
01
Esmirilhadeira
Furadeira
Jogos de brocas e ferramentas para torno
Esmeril
Jogo de chave de Biela
Alicate de Corte
Alicate Universal
Jogo de chaves Allen, chaves Phillips, chaves de fenda,
Martelo Bola
Martelo Pena
Martelos de carpinteiro, ferramentas para fresa
Máquina de solda
Eletrodos
Bancada pneumática
Compressor de ar
Jogo de chaves fixa
Jogo de chaves combinada
Jogo de chaves torque
Jogo de Soquetes
Alicate de bico
Alicate desencapador
Arrebitadeira
Saca polia
Paquímetro hansa
Cabo para extensão
Compressor de profissional
Paquímetros starret
Micrômetros starret
Parafusadeira bosch 12v
Torno mecânico Magnum CUT Mod 1640GZJ
Fresa ferramenteira Veker mod. 406 VK
4.4.6. Laboratório de Eletrônica
A capacidade do laboratório é de 35 alunos, sendo atendidas as seguintes disciplinas ou parte
delas:
- Eletricidade Aplicada
- Física III
A Tabela 18 indica os equipamentos do Laboratório de Eletrônica.
Tabela 21. Laboratório de Eletrônica.
Quant.
06
06
06
08
vários
vários
vários
várias
várias
Descrição
Geradores de função
Osciloscópios digitais
Kit maleta eletrônica
Pasta para projetos
Alicates universal
Alicates de corte
Alicates desencapadores de fios
Chave de fendas
Chaves Phillips
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 98
06
06
07
07
07
vários
Painéis elétricos
Bancadas
Fontes 0 a 30 V , 3 A.
Multímetros
Proto board
Componentes eletrônicos
4.4.7. Laboratório de Mecatrônica
A capacidade do laboratório é de 40 alunos, sendo atendidas as seguintes disciplinas ou parte
delas:
 Engenharia Integrada I
 Engenharia Integrada II
 Engenharia Integrada III
 Manufatura Auxiliada por Computador
A Tabela 19 indica os equipamentos do Laboratório de Mecatrônica.
Quant.
01
01
01
07
07
04
varios
Tabela 22. Laboratório de Mecatrônica.
Descrição
Mufla
Prensa hidráulica
Moinho
Bancadas de apoio componentes minifábrica
Peneiras (gramatura diversas)
Computadores
Materiais consumo minifábrica
4.4.8. Laboratório de Redes Industriais
A capacidade do laboratório é de 40 alunos, sendo atendidas as seguintes disciplinas ou parte
delas:
 Desenho Técnico II
 Projeto Auxiliado por Computador
 Manufatura Auxiliada por Computador
A Tabela 20 indica os equipamentos do Laboratório de Mecatrônica.
Tabela 23. Laboratório de Mecatrônica.
Quant.
14
14
01
42
Descrição
Computadores
Mesas
Lousa
Cadeiras
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
P á g i n a | 99
REQUISITOS LEGAIS
Nº
01
LEGISLAÇÃO
Pa recer CNE/CES 211/2004 e
Res olução CNE/CES 09/2004
LOCALIZAÇÃO NO PPC
2.1. Contexto Educacional
02
REQUISITOS LEGAIS
Coerência dos conteúdos curriculares
com as Diretrizes Curriculares
Nacionais
Estágio supervisionado
Lei nº 11.788/2008
Res olução CNE/CES 09/2004
03
Disciplina de Libras
Decreto 5.626/2005
04
Carga horária mínima e tempo mínimo
de integralização
05
06
Condições de acesso para pessoas com
deficiência e/ou com mobilidade
reduzida
Trabalho de Conclusão de Curso
07
NDE (Núcleo Docente Estruturante)
Ba charelado: Pa recer CNE/CES
08/2007 e Res olução 02/2007;
Res olução 03/2007; Resolução
4/2009; Porta ri a MEC
505/2009
Dec.5.296/2004, com pra zo de
i mplantação das condições a té
dezembro de 2008
Di retrizes Curriculares
Na ci onais.
Di reito: Pa recer CNE/CES
211/2004 e Res olução CNE/CES
09/2004 .
Porta ri a MEC nº 147/2007
2.2.6.7. Es tá gio
Supervisionado
Anexo III
2.2.4. Conteúdos curriculares –
pa g. 52
2.1. Contexto Educacional
08
Atendimento a educação das relações
étnico-raciais e para o ensino de
história e cultura afro-brasileira e
africana
Res olução CNE/CP N o01 de 17
de junho de 2004
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção
4.1.5. Aces sibilidade a
porta dores com deficiência
2.2.6.8. Tra balho de
Concl usão de Curso
Anexo II
3.1.2. Núcl eo Docente
Es truturante – NDE
2.1. Contexto Educacional