Anuario estatístico Galicia-Norte de Portugal 2011

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Anuario estatístico Galicia-Norte de Portugal 2011
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Anuario
estatístico
2011
Galicia Norte de Portugal
Consellería de Facenda
Santiago de Compostela
2012
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Edita
Edição
Xunta de Galicia
Consellería de Facenda
Lugar
Lugar
Santiago de Compostela
España
Ano
Ano
2012
Deseño, maquetación e impresión
Deseño, maquetación e impressão
Mabel Aguayo, CB
Depósito legal
Depósito legal
C-2756-2004 (España)
112116/97 (Portugal)
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PRESENTACIÓN
APRESENTAÇÃO
En 2010, retomouse a edición do Anuario Estatístico Ga-
Em 2010, reiniciou-se a edição do Anuário Estatístico
licia–Norte de Portugal baixo o forte impulso das acti-
Galiza - Norte de Portugal sob forte impulso das activi-
vidades de cooperación transfronteiriza no ámbito da
dades de cooperação transfronteiriça no âmbito da Co-
Comunidade de Traballo Galicia–Norte de Portugal. Este
munidade de Trabalho Galiza – Norte de Portugal. Esse
non foi un impulso puntual. Pretendíase transformar
não foi um impulso pontual. Pretendia-se transformar
este exercicio nunha práctica habitual de traballo entre
este exercício numa prática de trabalho corrente entre
as principais institucións relevantes para este cometido
as principais instituições relevantes para este efeito
das dúas rexións que permitise novas edicións nos se-
das duas regiões, que permitisse novas edições nos
guintes anos. O Anuario Estatístico Galicia–Norte de
anos subsequentes. O Anuário Estatístico Galiza –
Portugal 2011 é, deste xeito, o resultado do afonda-
Norte de Portugal 2011 é, assim, o resultado do apro-
mento desta relación de traballo entre o Instituto Ga-
fundamento desta relação de trabalho entre o Instituto
lego de Estatística e a Comissão de Coordenação e
Galego de Estatística e a Comissão de Coordenação e
Desenvolvimento Regional do Norte, a través do seu
Desenvolvimento Regional do Norte, através do seu
Observatório das Dinâmicas Regionais, que conta coa
Observatório das Dinâmicas Regionais, contando-se
colaboración do Instituto Nacional de Estatística de Por-
com a pronta colaboração do Instituto Nacional de Es-
tugal, no que se refire á sección de datos estatísticos e
tatística, de Portugal, na cedência de dados estatísticos
na preparación da metainformación asociada.
e na preparação da metainformação que lhes está associada.
Tendo en conta as diferenzas existentes entre os sistemas estatísticos dos respectivos países, tratouse de se-
Tendo-se consciência das diferenças existentes entre
leccionar as variables para as cales é posible asegurar
os sistemas estatísticos dos respectivos países, procu-
a necesaria harmonización. Só a comparabilidade da in-
rou-se seleccionar as variáveis em relação às quais é
formación permite a lectura conxunta das dúas rexións
possível assegurar a necessária harmonização. Só a
e, en consecuencia, o afondamento no estudo das rela-
comparabilidade da informação permite a leitura con-
cións transfronteirizas.
junta das duas regiões e, em consequência, o aprofundamento do estudo das relações transfronteiriças.
A estrutura desta edición que non é diferente da anterior, divídese en tres partes: “Territorio e poboación”,
A estrutura desta edição não é diferente da anterior, di-
“Actividade económica” e “Indicadores sociais”. A pri-
vidindo-se em três partes: “Território e População”,
meira conta cos capítulos de “Territorio e demografía”
“Actividade Económica” e “Indicadores Sociais”. A pri-
e “Poboación activa, inactiva, ocupada e desempre-
meira, contando com os capítulos do “Território e de-
gada”. A segunda inclúe os capítulos de “Agricultura e
mografia” e “População activa, inactiva, empregada e
pesca”, “Industria e enerxía”, “Construción”, “Trans-
desempregada”. A segunda, incluindo os capítulos da
porte e comunicacións”, “Turismo”, “Contas rexionais”,
“Agricultura e pescas”, “Indústria e energia”, “Constru-
“Finanzas da Administración local” e “Ciencia, tecnolo-
ção”, “Transportes e comunicações”, “Turismo”, “Con-
xía e sociedade da información”. Finalmente, a terceira
tas
parte contempla os capítulos de “Saúde”, “Seguridade
“Empresas e sociedades”, “Sector financeiro”, “Pre-
Social”, “Educación”, “Cultura” e “Medio”.
ços”, “Finanças da administração local” e “Ciência, tec-
regionais”,
“Comércio
intracomunitário”,
nologia e sociedade da informação”. Finalmente, a
Respecto á edición anterior, tratouse de dar un paso
terceira parte, contemplando os subcapítulos da
máis na provisión de información relevante destas dúas
“Saúde”, “Segurança social”, “Educação”, “Cultura” e
rexións, para así poder dar resposta ás crecentes nece-
“Meio ambiente”.
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estatístico
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PRESENTACIÓN
APRESENTAÇÃO
sidades de información estatística. Engadiuse un novo
Face à edição anterior, procurou-se ir um pouco mais
capítulo de “Ciencia, tecnoloxía e sociedade da informa-
longe na disponibilização de informação pertinente des-
ción” e incluíronse novos cadros sobre a variación en vo-
tas duas regiões, como resultado da constante preocu-
lume do PIB, indicadores de fecundidade, esperanza de
pação em se encontrarem as melhores respostas às
vida, abandono educativo temperán, persoas de 30 a 34
crescentes necessidades de estatísticas. Acrescentou-
anos con educación superior e produción de electrici-
se um novo subcapítulo sobre “Ciência, tecnologia e so-
dade. Ao mesmo tempo, desenvolveuse unha versión en
ciedade da informação” e incluíram-se novos quadros
liña dispoñible en http://www.ige.eu/gnp, que permite,
sobre a variação em volume do PIB, indicadores de fe-
nun formato máis accesible, dispoñer desta información
cundidade, esperança de vida, abandono precoce de
e de moita outra, relacionada con anteriores edicións
educação e formação, pessoas dos 30 aos 34 anos de
do anuario e outros traballos de cooperación entre Ga-
idade com ensino superior e produção de electricidade.
licia e o Norte de Portugal na área das estatísticas re-
Ao mesmo tempo, desenvolveu-se uma versão “on
xionais. Preténdese que, pouco a pouco, este se
line”, disponível em www.ige.eu/gnp, que permite, num
transforme no principal soporte de difusión de toda
formato mais amigável, disponibilizar esta informação
esta información, que constitúa un observatorio trans-
e muita outra, relacionada com as anteriores edições
fronteirizo Galicia–Norte de Portugal.
do Anuário e outros trabalhos de cooperação Galiza –
Norte de Portugal na área das estatísticas regionais.
A construción desta Eurorrexión faise cada día nas re-
Pretende-se que, pouco a pouco, este se transforme no
lacións promovidas polos seus principais axentes. Sen
principal suporte de difusão de toda esta informação,
o coñecemento mutuo, esas relacións non poden ser
constituindo um Observatório Transfronteiriço Galiza –
suficientemente intensas e proveitosas. Deséxase que
Norte de Portugal.
esta publicación responda a este obxectivo e, ao
mesmo tempo, crea o desafío de redución das asime-
A construção desta Euro-região faz-se todos os dias nas
trías de información entre os axentes de ambos os
interacções promovidas pelos seus principais agentes.
lados da fronteira.
Sem conhecimento mútuo, essas interacções não
podem ser suficientemente intensas e proveitosas. Deseja-se que esta publicação responda a este objectivo,
ao mesmo tempo um desafio, de redução das assimetrias de informação entre esses agentes de um lado e
do outro da fronteira.
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1
ÍNDICE
Territorio e poboación
Território e população
9
Territorio e demografía
Território e demografia
• Poboación, superficie, concellos, parroquias e
• População residente, área, concelhos, freguesias e densi-
densidade de poboación
dade populacional
13
• Poboación segundo o sexo
• População residente por sexo
14
• Poboación por grupos de idade e sexo
• População residente por grupo etário e sexo
15
• Movemento natural da poboación
• Movimento natural da população
16
• Evolución da natalidade por sexo
• Evolução da natalidade por sexo
17
• Principais indicadores de fecundidade
• Principais indicadores de fecundidade
18
• Evolución da mortalidade por sexo
• Evolução da mortalidade por sexo
19
Poboación activa, inactiva, ocupada e parada
População activa, inactiva, empregada e desempregada
21
• Poboación activa, ocupada e parada por sexo
• População activa, empregada e desempregada por sexo
24
• Poboación ocupada por sectores de actividade
• População empregada por grupos de ramos de actividade
25
• Poboación ocupada por grupos de idade e sexo
• População empregada por grupo etário e sexo
26
• Poboación inactiva por clase de inactividade
• População inactiva por classe de inactividade
27
• Afiliacións á Seguridade Social en alta laboral de traba-
• Trabalhadores de nacionalidade portuguesa em activi-
lladores de nacionalidade portuguesa segundo o sexo e os
dade na Galicia com inscrição na Segurança Social espan-
sectores de actividade. Galicia
hola, segundo o sexo e o sector de actividade
2
11
28
Actividade económica
29
Actividade económica
Agricultura e pesca
Agricultura e pesca
31
• Produción de carne por tipoloxías
• Gado abatido e aprovado para consumo
32
• Principais producións agrícolas na rexión Norte e Portugal
• Principais produções agrícolas, na região Norte
33
• Principais producións agrícolas en Galicia e España
• Principais produções agrícolas, na Galiza e em Espanha
34
• Capturas nominais segundo as especies: rexión Norte e
• Capturas nominais de pescado segundo as espécies: re-
Portugal
gião Norte e Portugal
• Pesca en Galicia: produción e valor da produción en pri-
• Pesca na Galiza: produção e valor da produção em pri-
meira venda
meira venda
36
Industria e enerxía
Indústria e energia
39
• Indicadores xerais da industria e enerxía
• Indicadores gerais da indústria e energia
42
• Consumo final de electricidade
• Consumo final de electricidade
45
• Produción bruta de enerxía eléctrica segundo o tipo
• Produção bruta de electricidade, por tipo de produção
46
35
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ÍNDICE
Construción
Construção
47
• Licenzas concedidas para a construción e a rehabilita-
• Licenças concedidas para construção e obras de benefi-
ción
ciação
49
• Edificios e vivendas concluídos
• Edifícios e fogos concluídos
50
Transportes e comunicacións
Transportes e comunicações
51
• Accidentes de tráfico e vítimas
• Acidentes de viação e vítimas
53
• Transporte marítimo de mercadorías nos grandes portos
• Transporte marítimo de mercadorias nos grandes portos
54
• Tráfico comercial nos aeroportos
• Tráfego comercial nos aeroportos
55
• Investimento realizado nos portos e aeroportos
• Investimento realizado nos portos e aeroportos
56
Turismo
Turismo
57
• Establecementos de turismo e prazas
• Estabelecimentos e capacidade de alojamento
59
• Pernoitas e viaxeiros nos establecementos de turismo
• Dormidas e hóspedes nos estabelecimentos hoteleiros
60
• Viaxeiros entrados en establecementos hoteleiros (estre-
• Hóspedes entrados nos estabelecimentos hoteleiros se-
las de ouro e prata) segundo o país de residencia habitual
gundo o país de residência habitual
• Grao de ocupación e estadía media
• Taxa de ocupação e estada média, por tipo de estabeleci-
61
mento hoteleiro
62
Contas rexionais
Contas regionais
63
• Produto interior bruto a prezos de mercado
• Produto Interno Bruto
65
• Taxas de variación interanuais en índices de volume do PIB
• Taxa de variação em volume do PIB
66
• Valor engadido bruto a prezos básicos. Emprego, forma-
• Valor Acrescentado Bruto a preços de base, Emprego,
ción bruta de capital fixo e remuneración de asalariados
Formação Bruta de Capital Fixo e Remunerações
• Valor engadido bruto a prezos básicos por ramas de acti-
• Valor Acrescentado Bruto a preços correntes por ramo
vidade en Portugal e Norte
de atividade A10 em Portugal/Norte - CAE Rev.3
• Valor engadido bruto a prezos básicos por ramas de acti-
• Valor Acrescentado Bruto a preços de base por sector de
vidade en Galicia
actividade na Galiza
69
Comercio intracomunitario
Comércio intracomunitário
71
• Comercio intracomunitario. Resumo por seccións arancela-
• Comércio intracomunitário por grandes grupos de pro-
rias
dutos
• Comercio intracomunitario. Expedicións por destino e in-
• Comércio intracomunitário: expedições por país de des-
troducións por orixe
tino e chegadas por país de origem
76
Empresas e sociedades
Empresas e sociedades
79
• Empresas segundo a CNAE-2009
• Empresas sediadas segundo a CAE-Rev.3
81
• Empresas segundo a CNAE-2009. Industria manufactu-
• Empresas sediadas segundo a CAE-Rev.3. - Indústria
reira
transformadora
82
• Empresas por tramos de persoal asalariado
• Empresas sediadas por escalões de pessoal ao serviço
83
67
68
72
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ÍNDICE
Sector financeiro
Sector financeiro
85
• Actividade bancaria en Portugal e na rexión Norte
• Actividade bancária em Portugal e na região Norte
86
• Actividade bancaria en España e Galicia: [Oficinas] [De-
• Actividade bancária em Espanha e na Galiza: [Estabeleci-
pósitos] [Créditos]
mentos] [Depósitos] [Créditos]
87
• Predios hipotecados e crédito hipotecario
• Prédios hipotecados e crédito hipotecário
89
Prezos
Preços
91
• Taxas de variación da media anual do índice de prezos de
• Taxas de variação média do índice de preços no consumi-
consumo
dor. Ano 2010
92
Finanzas da Administración local
Finanças da Administração local
93
• Ingresos e gastos dos concellos da rexión Norte
• Receitas e despesas das câmaras municipais da região Norte
94
• Liquidación dos orzamentos dos concellos galegos
• Receitas e despesas dos municípios galegos
95
• Liquidación dos orzamentos das deputacións provinciais
• Receitas e despesas das assembleias provinciais gale-
galegas
gas
96
Ciencia, tecnoloxía e sociedade da información
Ciência, tecnologia e sociedade da informação
97
• Gastos e persoal en I+D
• Despesa e pessoal em I&D
99
• Novas tecnoloxías nos fogares:
• Indicadores da sociedade de informação nas famílias:
· Equipamento de produtos TIC nas vivendas
· Nos agregados domésticos
· Uso de TIC [Poboación de 16 a 74 anos] [Nenos de
· Nos indivíduos [População de 16 a 74 anos] [Popu-
10 a 15 anos]
• Novas tecnoloxías nas empresas
3
100
100
lação de 10 a 15 anos]
101
• Novas tecnologias nas empresas
102
Indicadores sociais
Indicadores sociais
105
Saúde
Saúde
107
• Recursos de saúde
• Recursos de saúde
108
• Indicadores de saúde
• Indicadores de saúde
109
• Defuncións segundo a causa de morte
• Óbitos segundo a causa de morte
110
• Esperanza de vida
• Esperança de vida
Seguridad Social
Segurança social
• Pensionistas por incapacidade permanente, xubilación
• Pensionistas por invalidez, velhice e sobrevivência na
e supervivencia. Portugal e Norte
região Norte e Portugal
111
113
114
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ÍNDICE
• Número de pensións contributivas en vigor segundo
• Número de pensões contributivas en vigor segundo
clases. Galicia e España
classes na Galiza e em Espanha
115
• Pensións pagas pola Seguridade Social. Portugal e
• Pensões pagas pela Segurança Social na região Norte
Norte
e Portugal
116
• Pagamento de pensións contributivas da Seguridade
• Pagamento de pensões contributivas da Segurança
Social segundo clases. Galicia e España
Social segundo classes na Galiza e em Espanha
117
Educación
Educação
119
• Centros de ensino segundo o grao de ensino en Por-
• Estabelecimentos de ensino segundo o grau de ensino
122
tugal e na rexión Norte
em Portugal e na região Norte
• Centros de ensino segundo o grao de ensino en Es-
• Estabelecimentos de ensino segundo o grau de ensino
paña e Galicia: [Ensino non universitario] [Ensino uni-
en España e Galicia: [Ensino não universitário] [Ensino
versitario]
universitário]
123
• Alumnos matriculados segundo o grao de ensino en
• Alunos matriculados, segundo o grau de ensino, em
Portugal e na rexión Norte
Portugal e na região Norte
124
• Alumnos matriculados segundo o grao de ensino en
• Alunos matriculados, segundo o grau de ensino, em
España e Galicia: [Ensino non universitario] [Ensino uni-
Espanha e na Galiza: [Ensino não universitário] [Ensino
versitario]
universitário]
125
• Abandono educativo temperán
• Abandono precoce de educação e formação
126
• Persoas de 30-34 anos con educación superior
• Proporção de pessoas de 30-34 anos con educação
terciária
127
Cultura
Cultura
129
• Espectáculos de cine
• Espectáculos de cinema
130
• Prensa na rexión Norte
• Publicações periódicas, na região Norte
131
• Produción editorial en Galicia
• Produção editorial, na Galiza
132
Medio
Meio Ambiente
133
• Auga captada pola empresa
• Abastecimento de água
135
• Recollida e tratamento de augas residuais
• Drenagem e tratamento de águas residuais
136
• Recollida de residuos sólidos urbanos
• Recolha e reciclagem de resíduos sólidos
137
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G
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1
Territorio e poboación
Território e população
Anuario estatístico
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Territorio e poboación
Território e população
Territorio e demografía
Poboación activa, inactiva, ocupada e parada
Território e demografia
População activa, inactiva, empregada e desempregada
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TERRITORIO E POBOACIÓN
TERRITÓRIO E POPULAÇÃO
Territorio e demografía
Definicións
Território e demografia
Defunción
Óbito
O concepto estatístico de defunción utilizado tradicio-
Cessação irreversível das funções do tronco cerebral.
nalmente en España comprendía a todos os falecidos
con máis de 24 horas de vida. A partir de 1975, o con-
Densidade populacional
cepto ampliouse coa incorporación dos nacidos con
vida falecidos durante as primeiras 24 horas. Con este
Intensidade do povoamento expressa pela relação
cambio adóptase o criterio recomendado polos organis-
entre o número de habitantes de uma área territorial
mos internacionais.
determinada e a superfície desse território (habitualmente expressa em número de habitantes por quilóme-
Densidade de poboación
tro quadrado).
É o cociente entre a poboación dun territorio e a súa
Casamento
extensión superficial. Mídese en habitantes/quilómetro
cadrado.
Contrato celebrado entre duas pessoas de sexo diferente que pretendam constituir família, mediante uma
Idade media da nai ao primeiro fillo
comunhão de vida (Código Civil, art.º 1577).
Calcúlase como a media das idades a que as mulleres
Nado-vivo
teñen o seu primeiro fillo, ponderada polas taxas de fecundidade de cada idade, no ano correspondente.
É a expulsão ou extracção completa, relativamente ao
corpo materno e independentemente da duração da
Índice sintético de fecundidade (número medio de fi-
gravidez, do produto da fecundação que, após esta se-
llos por muller)
paração, respire ou manifeste quaisquer outros sinais
de vida, tais como pulsações do coração ou do cordão
Representa o número esperado de fillos por muller ao
umbilical ou contracção efectiva de qualquer músculo
longo da súa vida fértil (de 15 a 49 anos). Obtense como
sujeito à acção da vontade, quer o cordão umbilical
a suma das taxas específicas de fecundidade por idade.
tenha sido cortado, quer não, e quer a placenta esteja
ou não retida.
Matrimonio
População residente
O concepto estatístico de matrimonio empregado é o
do matrimonio inscrito no rexistro civil.
Conjunto de pessoas que, independentemente de estarem presentes ou ausentes num determinado aloja-
Nacemento
mento no momento de observação, viveram no seu
local de residência habitual por um período contínuo de,
Aínda que o Código civil no seu artigo 30 di que só se
pelo menos, 12 meses anteriores ao momento de obser-
computará nacido o feto que tivese figura humana e vi-
vação, ou que chegaram ao seu local de residência ha-
vise vinte e catro horas enteiramente desprendido do
bitual durante o período correspondente aos 12 meses
seo materno", no campo demográfico o concepto de na-
anteriores ao momento de observação, com a intenção
cemento identifícase co concepto biolóxico de nacido
de aí permanecer por um período mínimo de um ano.
con vida.
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TERRITORIO E POBOACIÓN
TERRITÓRIO E POPULAÇÃO
Territorio e demografía
Definicións
Território e demografia
Poboación residente
Taxa bruta de mortalidade
O Padrón municipal de habitantes (PMH) é o rexistro
Número de óbitos observado durante um determinado pe-
administrativo onde constan os veciños dun concello. A
ríodo de tempo, normalmente um ano civil, referido à po-
Lei 7/1985, reguladora das bases de réxime local, esta-
pulação média desse período (habitualmente expressa em
blecía que cada cinco anos debía levarse a cabo unha
número de óbitos por 1000 (10^3) habitantes).
renovación do padrón. No ano 1996, levouse a cabo
unha modificación da normativa do PMH e quedou es-
Taxa bruta de natalidade
tablecido un novo sistema de xestión continua e informatizada do padrón. Esta normativa suprimiu as
Número de nados vivos ocorrido durante um determi-
renovacións do PMH quinquenais e dispuxo que os con-
nado período de tempo, normalmente um ano civil, re-
cellos deben aprobar a revisión dos seus padróns con
ferido à população média desse período (habitualmente
referencia ao día 1 de xaneiro de cada ano. A revisión
expressa em número de nados vivos por 1000 (10^3)
do día 1 de xaneiro de 1998 foi a primeira en levarse a
habitantes).
cabo de acordo co novo sistema.
Taxas de fecundidade na adolescência
Taxa bruta de mortalidade
Número de nados vivos observado durante um ano civil,
Defínese como o número de defuncións por cada mil ha-
por cada mil mulheres entre os 15 aos 19 anos.
bitantes.
Taxa bruta de natalidade
Defínese como o número de nacementos por cada mil
habitantes.
Taxas específicas de fecundidade
Cociente entre o número de nacementos dunha determinada cohorte de nais e o total de mulleres nese grupo
de idade.
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TERRITORIO E POBOACIÓN
TERRITÓRIO E POPULAÇÃO
Territorio e demografía
Território e demografia
Poboación, superficie, concellos, parroquias e densidade de poboación.
População residente, área, concelhos, freguesias e densidade populacional. Ano 2010
Poboación
Homes
Mulleres
Superficie
(km2)
Concellos
Parroquias
Densidade de
poboación (hab/km2)
População
Residente
Homens
Mulheres
Área Total
(km2)
Concelhos
Freguesias
Densidade
Populacional (hab/km2)
Portugal
10.637.713
5.148.203
5.489.510
92.212,0
308
4.260
115,4
Norte
3.745.575
1.810.879
1.934.696
21.285,9
86
2.028
176,0
250.390
118.118
132.272
2.218,8
10
290
112,8
414.182
200.751
213.431
1.245,8
6
265
332,5
525.054
256.453
268.601
1.245,9
8
243
421,4
1.285.352
614.450
670.902
814,7
9
130
1.577,7
Tâmega
560.593
276.127
284.466
2.619,6
15
321
214,0
Entre Douro e Vouga
289.150
141.470
147.680
861,4
5
80
335,7
Douro
208.101
100.524
107.577
4.108,0
19
301
50,7
Alto Trás-os-Montes
212.753
102.986
109.767
8.171,6
14
398
26,0
España
47.021.031
23.226.185
23.794.846
505.985,9
8.114
4.927
92,9
Galicia
2.797.653
1.350.547
1.447.106
29.574,8
315
3.778
94,6
1.146.458
551.318
595.140
7.950,4
94
932
144,2
353.504
171.983
181.521
9.856,6
67
1.264
35,9
335.219
161.346
173.873
7.273,3
92
916
46,1
962.472
465.900
496.572
4.494,6
62
666
214,1
Minho-Lima
Cávado
Ave
Grande Porto
A Coruña
Lugo
Ourense
Pontevedra
Fonte: INE. Padrón municipal de habitantes
INE, I.P., Estimativas Anuais da População Residente. INE, I.P., Censos 2001 e Sistema
Integrado de Nomenclaturas Estatísticas; Instituto Geográfico Português, I.P., a partir
da Série Cartográfica Nacional à escala 1: 50 000 e Carta Administrativa Oficial de
Portugal - CAOP 2010
Nota: A data de referencia é o día 1 de xaneiro de cada ano para Galicia e España e o
día 31 de decembro do ano anterior para Portugal e a Rexión-Norte.
A data de referência é o dia 1 de Janeiro de cada ano para Galiza e Espanha e o dia 31
de dezembro do ano anterior para Portugal e Região do Norte.
13 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 10:59 Página 14
TERRITORIO E POBOACIÓN
TERRITÓRIO E POPULAÇÃO
Territorio e demografía
Território e demografia
Poboación segundo o sexo
População residente por sexo
Mulleres
Total
Homes
Mulleres
Total
2009
Homes
Mulleres
2010
Total
132.272
Homes
Mulleres
118.118
213.431
2008
Homes
250.390
200.751
268.601
2007
1.811.166
132.654
414.182
256.453
670.902
Total
Total
1.933.615 3.745.439
118.297
212.763
525.054
614.450
284.466
Mulheres
Mulheres
250.951
200.028
268.218
1.285.352
276.127
147.680
Homens
5.469.158 10.617.575
1.811.621
133.135
412.791
256.371
669.615
560.593
141.470
107.577
Total
Homens
1.932.664 3.745.236
118.541
212.032
524.589
613.831
284.571
289.150
100.524
109.767
Mulheres
Total
5.129.937
251.676
199.295
267.835
1.283.446
276.211
147.315
208.101
102.986
Homens
10.599.095
1.811.677
133.412
411.327
256.222
668.190
560.782
141.086
108.554
212.753
Total
3.744.341
118.599
211.296
524.057
613.234
284.490
288.401
101.465
110.583
Mulheres
252.011
198.485
267.369
1.281.424
276.182
146.904
210.019
103.877
Homens
Minho-Lima
409.781
255.982
667.093
560.672
140.761
109.625
214.460
45.200.737
1.337.159
588.440
1.435.374
22.339.962 22.860.775
355.549
1.139.121
2.784.169
46.157.822
161.848
172.914
548.037
1.344.268
491.931
174.251
182.635
591.084
959.764
335.642
355.195
1.145.488
1.439.901 2.796.089
22.847.737 23.310.085 46.745.807
464.365
161.454
172.943
550.841
1.349.603
23.116.988
495.399
174.188
182.252
594.647
335.219
353.504
1.146.458
1.446.486 2.797.653
23.628.819
962.472
47.021.031
465.900
161.346
171.983
551.318
496.572
173.873
181.521
595.140
1.350.547 1.447.106
23.226.185 23.794.846
5.148.203 5.489.510
Cávado
523.351
612.830
284.329
287.665
102.545
111.404
España
2.772.533
544.352
182.754
336.099
461.469
5.142.566 5.484.684 10.637.713
Ave
1.279.923
276.236
146.403
212.170
104.841
Galicia
1.132.792
172.422
174.900
953.400
5.138.807 5.478.768 10.627.250
Grande Porto
560.565
140.380
110.611
216.245
Portugal
Tâmega
286.783
103.434
112.151
A Coruña
355.176
162.026
489.280
1.810.879 1.934.696
Entre Douro e Vouga
214.045
105.731
Lugo
336.926
458.359
1.934.273 3.745.575
Douro
217.882
Ourense
947.639
2011
estatístico
Norte
Alto Trás-os-Montes
Pontevedra
Fonte: INE. Padrón municipal de habitantes
INE, I.P., Estimativas Anuais da População Residente
Nota: A data de referencia é o día 1 de xaneiro de cada ano para Galicia e España e
o día 31 de decembro do ano anterior para Portugal e a Rexión-Norte.
A data de referência é o dia 1 de Janeiro de cada ano para Galiza e Espanha e o dia
31 de dezembro do ano anterior para Portugal e Região do Norte.
14 Anuario Galicia Norte de Portugal
525.054 256.453
1.285.352
560.593
289.150
208.101
212.753
Ave
Grande Porto
Tâmega
Entre Douro e Vouga
Douro
Alto Trás-os-Montes
268.601
213.431
132.272
787.884
1.181.435
Total
Total
11.492
13.098
21.187
47.615
97.173
40.182
33.847
15.979
23.271
24.264
34.791
76.280
140.028
67.027
53.738
28.349
11.733
12.345
17.762
38.940
71.169
34.394
27.309
14.617
335.219
962.472 465.900 496.572
Pontevedra
estatístico
15 Anuario Galicia Norte de Portugal
2011
173.873
123.786
31.835
33.152
132.590
64.003
16.337
16.953
68.135
165.428
59.783
15.498
16.199
64.455
31 de dezembro do ano anterior para Portugal e Região do Norte.
A data de referência é o dia 1 de Janeiro de cada ano para Galiza e Espanha e o dia
o día 31 de decembro do ano anterior para Portugal e a Rexión-Norte.
97.396
29.394
31.443
105.037
155.935 263.270
Nota: A data de referencia é o día 1 de xaneiro de cada ano para Galicia e España e
INE, I.P., Estimativas Anuais da População Residente
Fonte: INE. Padrón municipal de habitantes
161.346
181.521
Ourense
171.983
353.504
595.140
Lugo
551.318
1.146.458
A Coruña
321.363
49.791
14.984
16.028
53.656
134.459
2.797.653 1.350.547 1.447.106
12.000
13.960
22.103
50.294
101.573
42.235
35.858
16.875
228.269
602.821
Galicia
23.492
27.058
43.290
97.909
198.746
82.417
69.705
32.854
Mulleres
Total
Total
Mulleres
Homens Mulheres
Homes
25-64 anos
1.901.153
Total
Total
236.170
136.471
150.336
115.083
65.839
155.086
121.087
70.632
70.188
54.569
52.716
113.834
114.008
167.060
314.360
56.997
56.959
82.712
156.552
56.837
57.049
84.348
157.808
177.555
190.645
665.180
47.605 559.932
14.410
15.415
51.381
278.128
88.978
96.825
281.804
88.577
93.820
328.532 336.648
128.811 1.593.312 792.463 800.849
2.441.851 27.154.876 13.729.278 13.425.598
11.538
11.919
17.029
37.340
181.358
96.435
98.264
243.651
619.708
7.931.164
52.156
42.771
44.009
72.044
68.859 744.349 358.622 385.727 202.229
32.633 305.422
26.429
13.732
219.479 2.131.674 1.043.100 1.088.574 590.682
578.614 5.938.508 2.923.237 3.015.271
Homens Mulheres
Homes
15-24 anos
47.021.031 23.226.185 23.794.846 6.936.340 3.566.676 3.369.664 4.998.651 2.556.800
109.767
107.577
147.680
828.733
Homens Mulheres
Mulleres
575.471 294.898 280.573 447.748
1.616.617
Total
Homes
Menos de 15 anos
Total
España
102.986
100.524
141.470
276.127 284.466
614.450 670.902
200.751
414.182
Cávado
118.118
250.390
3.745.575 1.810.879 1.934.696
Norte
Minho-Lima
10.637.713 5.148.203 5.489.510
Portugal
Homens Mulheres
Mulleres
Total
Total
Homes
Total
Mulleres
1.107.741
29.900
25.511
25.116
41.703
119.143
40.700
32.068
31.929
73.978
41.047
42.177
100.995
258.197
107.380
55.388
56.087
142.656
361.511
3.373.431 4.557.733
22.256
17.260
18.893
30.341
83.086
29.488
22.501
20.787
244.612 346.070
793.412
Homens Mulheres
Homes
>=65 anos
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 10:59 Página 15
TERRITÓRIO E POPULAÇÃO
TERRITORIO E POBOACIÓN
Territorio e demografía
Território e demografia
Poboación por grupos de idade e sexo
População residente por grupo etário e sexo. Ano 2010
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 10:59 Página 16
TERRITORIO E POBOACIÓN
TERRITÓRIO E POPULAÇÃO
Territorio e demografía
Território e demografia
Movemento natural da poboación
Movimento natural da população. Ano 2010
Norte
Portugal
1.852
33.046
101.381
Nados-Vivos
Nacementos
975
16.781
51.535
Homens
Homes
877
16.265
49.846
Mulheres
Mulleres
533
10.242
41.844
Fora do
casamento
Fora do
casamento
2.947
32.312
105.954
Óbitos
Defuncións
1.460
16.658
54.219
Homens
Homes
1.487
15.654
51.734
Mulheres
Mulleres
1
68
256
Com menos
de um ano
Con menos
dun ano
1.035
14.993
39.993
7,4
8,8
9,5
11,8
8,6
10,0
Casamentos Taxa bruta de natalidade Taxa bruta de mortalidade
(Permilagem)
(Permilagem)
Matrimonios Taxa bruta de natalidade Taxa bruta de mortalidade
(tanto por mil) (tanto por mil)
Cávado
4.408
3.846
2.280
1.924
2.128
1.922
1.078
877
3.868
2.982
2.084
1.495
1.784
1.487
8
11
2.143
1.876
8,4
9,3
7,4
7,2
4.327
1.110
2.320
1.247
1.041
2.007
3
3
5
16
170.440
791
806
992
2.321
8,1
10,5
5,8
7,5
8,3
9,5
10,4
10,9
8,3
13,4
12,2
7,4
7,7
Lugo
2011
estatístico
Minho-Lima
Ave
1.185
2.151
1.286
1.344
1.553
9.787
8,3
14,0
8,3
2.698
656
2.533
1.499
183.926
49
4.335
6,5
14,2
9,7
2.624
1.181
482
2.843
198.121
14.763
20
1.073
6,3
9,1
5.029
5.322
1.214
784
431
382.047
14.986
5.908
8
913
8,9
21
2.395
761
608
172.771
29.749
5.800
2.247
7
3.466
5.257
1.545
627
235.848
8.185
11.708
2.538
2.306
14
5.404
Tâmega
1.235
250.727
10.547
3.249
4.785
2.313
4.302
10.661
Entre Douro e Vouga
486.575
11.500
4.529
863
4.619
4.335
5.000
Douro
22.047
4.843
1.069
735
8.637
6.067
Alto Trás-os-Montes
9.372
1.142
974
3.338
6.376
España
2.211
1.080
3.975
12.443
Galicia
2.054
4.435
Grande Porto
Ourense
8.410
A Coruña
Pontevedra
Fonte: IGE-INE. Movemento natural da poboación
INE, I.P., Estatísticas Demográficas
a partir das Estimacións da Poboación Actual elaboradas polo INE. Para os nacementos, considérase o lugar de residencia da nai e, para as defuncións, a residencia do falecido.
Nota: Galicia e España: as taxas brutas de natalidade/mortalidade calculáronse a partir do número de nacementos/defuncións ocorridos no ano e a poboación do día 1 de xullo, obtida
Portugal e Região Norte: O valor de Portugal inclui as ocorrências de nados-vivos e óbitos relativos à população residente no País e a residência ignorada (ocorrências relativas à
população que não é referenciável a um nível territorial específico, por falta de informação). A rubrica "Casamentos celebrados" é apresentada segundo a distribuição geográfica
do registo, ou seja, do local onde se situa a conservatória do registo civil onde foi lavrado o assento do casamento.
16 Anuario Galicia Norte de Portugal
5.600
2.394
1.500
1.358
Tâmega
Entre Douro e Vouga
Douro
Alto Trás-os-Montes
estatístico
8.474
4.398
1.044
1.094
4.680
11.216
253.895
709
820
1.236
2.889
6.499
2.381
2.077
1.082
17.693
52.683
17 Anuario Galicia Norte de Portugal
2011
4.076
1.029
1.085
4.346
10.536
238.632
649
680
1.158
2.711
5.984
2.297
1.937
985
16.401
49.809
Mulheres
Mulleres
8.986
2.156
2.208
9.825
23.175
519.779
1.292
1.551
2.454
5.610
12.911
4.673
4.176
1.964
34.631
104.594
Total
Total
4.630
1.086
ção residente no País e a residência ignorada (ocorrências relativas à população que
O valor de Portugal inclui as ocorrências de nados-vivos e óbitos relativos à popula-
não é referenciável a um nível territorial específico, por falta de informação).
1.121
5.144
11.981
268.377
675
794
1.297
2.919
6.638
2.397
2.211
1.013
17.944
53.976
Homens
Homes
2008
Nota: Para Galicia, considéranse os nacementos segundo o lugar de residencia da nai.
INE, I.P., Estatísticas Demográficas
Fonte: IGE-INE. Movemento natural da poboación
Pontevedra
2.073
2.179
Lugo
Ourense
9.026
A Coruña
21.752
12.483
Grande Porto
Galicia
4.678
Ave
492.527
4.014
Cávado
España
2.067
34.094
Norte
Minho-Lima
102.492
Homens
Total
Portugal
Homes
Total
2007
Unidade: Nacementos / Nados-Vivos
4.356
1.070
1.087
4.681
11.194
251.402
617
757
1.157
2.691
6.273
2.276
1.965
951
16.687
50.618
Mulheres
Mulleres
8.665
2.058
2.252
9.562
22.537
494.997
1.260
1.441
2.346
5.176
12.233
4.347
3.985
1.972
32.760
99.491
Total
Total
4.453
1.094
1.118
4.907
11.572
255.954
648
732
1.206
2.619
6.175
2.200
2.043
965
16.588
50.873
Homens
Homes
2009
4.212
964
1.134
4.655
10.965
239.043
612
709
1.140
2.557
6.058
2.147
1.942
1.007
16.172
48.618
Mulheres
Mulleres
8.410
2.054
2.211
9.372
22.047
486.575
1.235
1.545
2.395
5.322
12.443
4.408
3.846
1.852
33.046
101.381
Total
Total
608
784
1.181
2.698
6.067
2.128
1.922
877
16.265
49.846
Mulheres
Mulleres
4.435
1.080
1.142
4.843
11.500
3.975
974
1.069
4.529
10.547
250.727 235.848
627
761
1.214
2.624
6.376
2.280
1.924
975
16.781
51.535
Homens
Homes
2010
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 10:59 Página 17
TERRITÓRIO E POPULAÇÃO
TERRITORIO E POBOACIÓN
Territorio e demografía
Território e demografia
Evolución da natalidade por sexo
Evolução da natalidade por sexo
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 10:59 Página 18
TERRITORIO E POBOACIÓN
TERRITÓRIO E POPULAÇÃO
Territorio e demografía
Território e demografia
Principais indicadores de fecundidade
Principais indicadores de fecundidade
Idade media da nai
ao primeiro fillo
Idade média da mãe
ao primeiro filho
Idade média da mãe
ao primeiro filho
Idade media da nai
ao primeiro fillo
Índice sintético de fecundidade
Taxa de fecundidade
(número médio de filhos
na adolescência
por mulher) (nados-vivos por 1 000 mulheres)
28,9
2009
Índice sintético de fecundidade Taxa específica de fecundidade
(número medio de fillos
na adolescencia
por muller) (nacementos por 1.000 mulleres)
15,5
2010
Índice sintético de fecundidade Taxa específica de fecundidade
(número medio de fillos
na adolescencia
por muller) (nacementos por 1.000 mulleres)
Índice sintético de fecundidade
Taxa de fecundidade
(número médio de filhos
na adolescência
por mulher) (nados-vivos por 1 000 mulheres)
28,7
1,0
1,2
7,7
11,3
14,7
12,9
29,0
1,4
1,2
11,2
1,3
28,5
1,1
28,6
28,5
Entre Douro e Vouga
Tâmega
Grande Porto
Ave
28,6
28,7
26,9
28,9
28,3
0,9
1,0
1,1
1,2
1,4
1,1
11,9
12,8
10,0
8,9
16,0
16,4
8,5
30,7
29,8
28,4
28,4
28,9
27,2
29,1
28,6
1,1
1,1
1,4
0,9
1,1
1,1
1,2
1,4
1,1
8,8
5,7
6,2
10,7
10,9
14,6
8,7
11,3
14,9
8,0
2011
estatístico
Portugal
Norte
Minho-Lima
Douro
28,5
1,4
6,7
31,0
1,0
6,0
8,0
Alto Trás-os-Montes
29,6
1,1
6,9
30,4
1,0
6,1
1,2
España
30,5
1,1
7,5
30,7
1,1
29,1
Galicia
30,7
1,0
7,7
30,5
9,1
A Coruña
30,5
1,0
6,0
1,2
Lugo
30,0
1,2
29,1
Ourense
30,4
Cávado
Pontevedra
Fonte: IGE-INE. Movemento natural da poboación. INE. Estimaciones de la población actual (ePOBa)
INE, I.P., Estatísticas Demográficas, Estimativas Provisórias da População Residente
Nota: Galicia e España: para o cálculo dos índices sintéticos de fecundidade utilizouse a poboación a metade de ano (1 de
xullo) facilitada polas estimacións da poboación actual do INE. Para o cálculo da taxa específica de fecundidade na adoles-
cencia, considéranse os nacementos de nais de entre 15 e 19 anos (ambos inclusive).
Portugal e Região Norte: a taxa de fecundidade na adolescência considera a fecundidade havida entre os 15 e os 19 anos.
18 Anuario Galicia Norte de Portugal
4.092
2.048
2.535
2.926
Tâmega
Entre Douro e Vouga
Douro
Alto Trás-os-Montes
estatístico
8.635
4.458
2.429
2.536
6.012
15.435
201.136
1.568
1.290
1.084
2.223
5.378
1.957
1.392
1.469
16.361
53.379
19 Anuario Galicia Norte de Portugal
2011
4.177
2.335
2.362
5.850
14.724
184.225
1.358
1.245
964
1.869
5.078
1.837
1.428
1.478
15.257
50.133
Mulheres
Mulleres
8.438
4.706
4.867
11.618
29.629
386.324
2.708
2.676
2.076
4.064
10.448
3.782
2.775
2.893
31.422
104.280
Total
Total
4.228
2.354
ção residente no País e a residência ignorada (ocorrências relativas à população que
O valor de Portugal inclui as ocorrências de nados-vivos e óbitos relativos à popula-
não é referenciável a um nível territorial específico, por falta de informação).
2.516
5.898
14.996
199.647
1.448
1.350
1.093
2.138
5.353
1.954
1.431
1.386
16.153
53.582
Homens
Homes
2008
Nota: Para Galicia, considéranse as defuncións segundo o lugar de residencia do falecido.
INE, I.P., Estatísticas Demográfica
Fonte: IGE-INE. Movemento natural da poboación
Pontevedra
4.764
4.898
Lugo
Ourense
11.862
A Coruña
30.159
10.456
Grande Porto
Galicia
3.794
Ave
385.361
2.820
Cávado
España
2.947
31.618
103.512
Homens
Total
Minho-Lima
Norte
Portugal
Homes
Total
2007
Unidade: Defuncións / Óbitos
4.210
2.352
2.351
5.720
14.633
186.677
1.260
1.326
983
1.926
5.095
1.828
1.344
1.507
15.269
50.698
Mulheres
Mulleres
8.641
4.514
4.975
12.050
30.180
384.933
2.746
2.475
2.111
4.190
10.647
3.785
2.879
2.896
31.729
104.434
Total
Total
4.316
2.298
2.584
6.043
15.241
199.095
1.464
1.254
1.063
2.141
5.360
2.020
1.444
1.402
16.148
53.310
Homens
Homes
2009
4.325
2.216
2.391
6.007
14.939
185.838
1.282
1.221
1.048
2.049
5.287
1.765
1.435
1.494
15.581
51.124
Mulheres
Mulleres
8.637
4.619
4.785
11.708
29.749
382.047
2.843
2.533
2.151
4.327
10.661
3.868
2.982
2.947
32.312
105.954
Total
Total
4.335
2.313
2.538
5.800
14.986
198.121
1.499
1.286
1.110
2.320
5.404
2.084
1.495
1.460
16.658
54.219
Homens
Homes
2010
4.302
2.306
2.247
5.908
14.763
183.926
1.344
1.247
1.041
2.007
5.257
1.784
1.487
1.487
15.654
51.734
Mulheres
Mulleres
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 10:59 Página 19
TERRITÓRIO E POPULAÇÃO
TERRITORIO E POBOACIÓN
Territorio e demografía
Território e demografia
Evolución da mortalidade por sexo
Evolução da mortalidade por sexo
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 10:59 Página 20
20 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 10:59 Página 21
TERRITORIO E POBOACIÓN
TERRITÓRIO E POPULAÇÃO
Poboación activa, inactiva, ocupada e parada
Definicións
População activa, inactiva, empregada e desempregada
Afiliados á Seguridade Social
População activa
A afiliación ao Sistema da Seguridade Social é obriga-
Conjunto de indivíduos com idade mínima de 15 anos
toria para todas as persoas incluídas no campo de apli-
que, no período de referência, constituíam a mão-de-
cación da Seguridade Social e única para toda a vida do
obra disponível para a produção de bens e serviços que
traballador e para todo o sistema, sen prexuízo das bai-
entram no circuito económico (empregados e desem-
xas, altas e demais variacións que con posterioridade á
pregados).
afiliación poidan producirse. É dicir, o traballador afíliase cando comeza a súa vida laboral e se dá de alta
População inactiva
nalgún dos réximes do Sistema da Seguridade Social.
Esta situación denomínase alta inicial. Se cesa na súa
Conjunto de indivíduos, qualquer que seja a sua idade
actividade, será dado de baixa pero seguirá afiliado en
que, no período de referência, não podiam ser conside-
situación de baixa laboral. Se retoma a actividade, pro-
rados economicamente activos, isto é, não estavam em-
ducirase unha alta denominada alta sucesiva para os
pregados, nem desempregados.
efectos estatísticos, pero non terá que afiliarse novamente, dado que, como xa se indicou, a afiliación é
Empregado
única para toda a vida do traballador. Hai que ter en
conta que o número de afiliacións non se corresponde
Indivíduo com idade mínima de 15 anos que, no período
necesariamente co de traballadores, senón co de situa-
de referência, se encontrava numa das seguintes situa-
cións que xeran obriga de cotizar. É dicir, a mesma per-
ções:
soa contabilízase tantas veces como situacións de
1. tinha efectuado trabalho de pelo menos uma hora,
cotización teña, xa sexa porque ten varias actividades
mediante pagamento de uma remuneração ou com
laborais nun mesmo réxime ou en varios.
vista a um benefício ou ganho familiar em dinheiro ou
em géneros;
Poboación economicamente activa
2. tinha um emprego, não estava ao serviço, mas tinha
uma ligação formal com o seu emprego;
É o conxunto de persoas que, nun período de referencia
3. tinha uma empresa, mas não estava temporaria-
dado, subministran man de obra para a produción de
mente ao trabalho por uma razão específica;
bens e servizos económicos ou que están dispoñibles e
4. estava em situação de pré-reforma, mas encontrava-
fan xestións para incorporarse á produción. Na enquisa
se a trabalhar no período de referência.
de poboación activa (EPA), a poboación economicamente activa comprende toda as persoas de 16 ou máis
Desempregado
anos que durante a semana de referencia cumpren as
condicións para a súa inclusión entre as persoas ocu-
Indivíduo, com idade mínima de 15 anos que, no período
padas ou paradas.
de referência, se encontrava simultaneamente nas situações seguintes:
Poboación inactiva
1. não tinha trabalho remunerado nem qualquer outro;
2. estava disponível para trabalhar num trabalho remu-
Abrangue todas as persoas de 16 e máis anos non cla-
nerado ou não;
sificadas como ocupadas ou paradas.
3. tinha procurado um trabalho, isto é, tinha feito dili-
Os inactivos clasifícanse segundo a súa situación per-
gências no período especificado (período de referência
soal nas seguintes categorías funcionais:
ou nas três semanas anteriores) para encontrar um em-
· Persoas que se ocupan do seu fogar.
prego remunerado ou não.
· Estudantes.
· Xubilados ou prexubilados.
21 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 10:59 Página 22
TERRITORIO E POBOACIÓN
TERRITÓRIO E POPULAÇÃO
Definicións
Poboación activa, inactiva, ocupada e parada
População activa, inactiva, empregada e desempregada
· Persoas que perciben unha pensión distinta á de xubi-
Consideram-se como diligências:
lación ou prexubilación.
1. contacto com um centro de emprego público ou agên-
· Persoas que realizan sen remuneración traballos so-
cias privadas de colocações;
ciais, actividades de tipo benéfico...
2. contacto com empregadores;
· Incapacitados para traballar.
3. contactos pessoais ou com associações sindicais;
· Outra situación. Persoas que, sen exercer ningunha ac-
4. colocação, resposta ou análise de anúncios;
tividade económica, reciben axuda pública ou privada e
5. realização de provas ou entrevistas para selecção;
todas aquelas que non están incluídas en ningunha das
6. procura de terrenos, imóveis ou equipamentos;
categorías anteriores.
7. solicitação de licenças ou recursos financeiros para
a criação de empresa própria.
Poboación ocupada
O critério de disponibilidade para aceitar um emprego
Persoas de 16 anos ou máis que, durante a semana de
é fundamentado no seguinte:
referencia, tiveron un traballo por conta allea ou exer-
1. no desejo de trabalhar;
ceron unha actividade por conta propia nalgunha das
2. na vontade de ter actualmente um emprego remune-
seguintes situacións:
rado ou uma actividade por conta própria caso consiga
· Traballando polo menos unha hora por un soldo, sala-
obter os recursos necessários;
rio ou beneficio empresarial ou ganancia familiar en
3. na possibilidade de começar a trabalhar no período
metálico ou en especie.
de referência ou pelo menos nas duas semanas seguin-
· Con emprego, pero sen traballar por razóns de enfer-
tes. Inclui o indivíduo que, embora tendo um emprego,
midade ou accidente, vacacións, festas, mal tempo ou
só vai começar a trabalhar em data posterior à do perí-
razóns análogas.
odo de referência (nos próximos três meses).
Poboación parada
Persoas de 16 anos ou máis que, durante a semana de
referencia, estiveron sen traballo, dispoñibles para traballar e buscando emprego. Son parados tamén os que
atoparon un traballo e están esperando incorporarse,
sempre que se verifiquen as dúas primeiras condicións.
Segundo o Regulamento 1897/2000 da Comisión Europea, os únicos métodos de busca de emprego considerados activos son:
· Estar en contacto cunha oficina pública de emprego
co fin de atopar traballo, calquera que sexa a parte que
tomase a iniciativa (a renovación da inscrición por razóns puramente administrativas non constitúe unha
postura activa).
· Estar en contacto cunha oficina privada (oficina de emprego temporal, empresa especializada en contratación...), co fin de atopar traballo.
· Enviar unha candidatura directamente aos empregadores.
· Indagar a través de relacións persoais, por mediación
de sindicatos...
22 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 10:59 Página 23
TERRITORIO E POBOACIÓN
TERRITÓRIO E POPULAÇÃO
Poboación activa, inactiva, ocupada e parada
Definicións
População activa, inactiva, empregada e desempregada
· Anunciarse ou responder a anuncios de periódicos.
· Estudar as ofertas de emprego.
· Participar nunha proba, concurso ou entrevista, no
marco dun procedemento de contratación.
· Buscar terreos, locais ou material.
· Realizar xestións para obter permisos, licenzas ou recursos financeiros.
23 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 10:59 Página 24
TERRITORIO E POBOACIÓN
TERRITÓRIO E POPULAÇÃO
Poboación activa, inactiva, ocupada e parada
População activa, inactiva, empregada e desempregada
Poboación activa, ocupada e parada por sexo
População activa, empregada e desempregada por sexo. Ano 2010
Unidade: Medias anuais en miles de persoas / Médias anuais em milhares de indivíduos
Mulheres
Mulleres
Total
Total
Homens
Homes
Mulheres
Mulleres
Total
Total
2.644,5
Homens
Homes
2.333,6
Mulheres
Mulleres
602,6
Total
Total
287,3
Homens
Homes
315,3
Mulheres
Mulleres
Parados
Desempregados
Homes
4.978,2
Ocupados
Empregados
Homens
2.648,9
Activos
Activos
Total
2.931,8
Poboación de 16 ou máis anos
População com 15 ou mais anos
Total
5.580,7
2.103,1
4.702,7
2.529,3
97,4
4.318,7
4.632,4
102,9
39,1
9.021,4
8.166,6
200,3
38,2
8,3
Portugal
10.289,9
499,9
77,3
8,8
11,7
137,9
18.456,5
600,8
218,3
17,2
11,2
38,3
113,0
10.269,7
1.100,7
255,9
64,4
22,9
44,6
250,9
12.819,2
597,3
474,2
76,6
51,8
82,9
791,7
23.088,9
703,6
257,4
140,9
63,8
165,4
941,2
19.649,5
1.300,9
294,0
72,7
115,7
204,5
1.732,9
18.829,6
1.245,0
551,5
85,4
63,5
369,9
929,6
38.479,1
1.138,3
516,0
158,1
75,1
203,6
1.054,2
España
2.383,3
464,6
156,5
138,6
249,2
1.983,8
Galicia
980,6
147,7
151,6
452,8
1.655,9
A Coruña
304,1
136,3
421,0
1.512,6
Lugo
287,9
389,7
3.168,4
Ourense
810,7
2011
estatístico
Norte
Pontevedra
Fonte: IGE-INE. Enquisa de poboación activa
INE, I.P., Inquérito ao Emprego
Nota: A idade mínima da poboación ocupada é de 15 anos en Portugal e de 16 anos
en España.
A idade mínima da população activa é de 15 anos em Portugal e de 16 anos em Espanha.
24 Anuario Galicia Norte de Portugal
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 10:59 Página 25
TERRITORIO E POBOACIÓN
TERRITÓRIO E POPULAÇÃO
Poboación activa, inactiva, ocupada e parada
População activa, inactiva, empregada e desempregada
Poboación ocupada por sectores de actividade
População empregada por grupos de ramos de actividade. Ano 2010
Unidade: Medias anuais en miles de persoas / Médias anuais em milhares de indivíduos
Total
Portugal
Agricultura e pesca
Industria
Construción
Servizos
Total Agricultura, silvicultura
e pesca CAE: A
Indústria CAE: B - E
Construção CAE: F
Serviços CAE: G - U
4.978,2
542,2
895,0
482,4
3.058,5
1.732,9
201,6
444,8
180,6
905,9
España
18.456,5
793,0
2.610,5
1.650,8
13.402,2
Galicia
1.100,7
86,6
171,6
105,2
737,2
A Coruña
474,2
26,8
66,6
47,9
332,9
Lugo
140,9
28,6
14,8
14,2
83,3
115,7
8,8
17,7
12,4
76,7
369,9
22,4
72,6
30,6
244,3
Norte
Ourense
Pontevedra
Fonte: IGE-INE. Enquisa de poboación activa
INE, I.P., Inquérito ao Emprego
Nota: A idade mínima da poboación ocupada é de 15 anos en Portugal e de 16 anos en
España. Para Galicia e España, os datos corresponden á nova CNAE-2009.
A idade mínima da população activa é de 15 anos em Portugal e de 16 anos em Espanha. Para Portugal, utilizou-se a CAE Rev.3.
25 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 10:59 Página 26
TERRITORIO E POBOACIÓN
TERRITÓRIO E POPULAÇÃO
Poboación activa, inactiva, ocupada e parada
População activa, inactiva, empregada e desempregada
Poboación ocupada por grupos de idade e sexo
População empregada por grupo etário e sexo. Ano 2010
Unidade: Medias anuais en miles de persoas / Médias anuais em milhares de indivíduos
Portugal
Norte
España
Galicia
A Coruña
Lugo
Ourense Pontevedra
Poboación en idade laboral (16 ou máis anos) / População em idade activa
Total
4.978,2
1.732,9 18.456,5
1.100,7
474,2
140,9
115,7
369,9
Homes / Homens
2.644,5
941,2 10.289,9
600,8
255,9
76,6
63,8
204,5
Mulleres / Mulheres
2.333,6
791,7
8.166,6
499,9
218,3
64,4
51,8
165,4
Total
331,4
135,1
1.195,5
61,3
24,1
9,2
7,3
20,7
Homes / Homens
180,1
77,4
629,5
34,9
13,4
5,6
4,1
11,7
Mulleres / Mulheres
151,3
57,6
566,0
26,4
10,7
3,6
3,1
9,0
Menores de 25 anos
25 a 44 anos
Total
2.552,5
897,6 10.478,7
607,4
269,1
69,0
58,5
210,7
Homes / Homens
1.348,7
480,4
5.743,5
325,8
141,9
36,7
31,2
116,0
Mulleres / Mulheres
1.203,8
417,1
4.735,3
281,6
127,2
32,3
27,3
94,7
2.094,2
700,2
6.782,1
432,0
181,0
62,7
49,9
138,4
Homes / Homens
1.115,7
383,3
3.917,1
240,1
100,5
34,3
28,5
76,8
Mulleres / Mulheres
978,5
316,9
2.865,1
191,9
80,4
28,5
21,4
61,7
45 e máis anos / 45 e mais anos
Total
Fonte: IGE-INE. Enquisa de poboación activa
INE, I.P., Inquérito ao Emprego
Nota: A idade mínima da poboación ocupada é de 15 anos en Portugal e de 16 anos en
España.
A idade mínima da população activa é de 15 anos em Portugal e de 16 anos em Espanha.
26 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 10:59 Página 27
TERRITORIO E POBOACIÓN
TERRITÓRIO E POPULAÇÃO
Poboación activa, inactiva, ocupada e parada
População activa, inactiva, empregada e desempregada
Poboación inactiva por clase de inactividade
População inactiva por classe de inactividade. Ano 2010
Unidade: Medias anuais en miles de persoas / Médias anuais em milhares de indivíduos
Total
Estudantes
Retirados,
xubilados e pensionistas
Labores da casa
Outros
Total
Estudantes
Reformados
Domésticos
Outros
5.055,1
1.732,7
1.846,4
496,0
980,0
1.755,1
625,3
568,2
209,4
352,2
España
15.390,2
2.401,1
7.127,9
4.352,7
1.508,7
Galicia
1.082,4
152,1
571,6
235,0
123,6
A Coruña
429,1
65,4
215,1
96,3
52,3
Lugo
146,0
19,0
91,3
23,4
12,3
Ourense
149,3
15,6
90,4
27,6
15,6
358,0
52,1
174,8
87,7
43,4
Portugal
Norte
Pontevedra
Fonte: IGE-INE. Enquisa de poboación activa
INE, I.P., Inquérito ao Emprego
Nota: Considerouse como idade mínima da poboación inactiva os 15 anos en Portugal e
os 16 en España. Os incapacitados permanentes están incluídos na categoría "Outros".
A idade mínima da população activa é de 15 anos em Portugal e de 16 anos em Espanha. A rubrica Outros Inactivos inclui os Incapacitados permanentes.
27 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 10:59 Página 28
TERRITORIO E POBOACIÓN
TERRITÓRIO E POPULAÇÃO
Poboación activa, inactiva, ocupada e parada
População activa, inactiva, empregada e desempregada
Afiliacións á Seguridade Social en alta laboral de traballadores de nacionalidade portuguesa en Galicia segundo o sexo
e os sectores de actividade
Trabalhadores de nacionalidade portuguesa em actividade na Galicia com inscrição na Segurança Social espanhola, segundo o sexo e o sector de actividade. Ano 2011/Decembro
Espazo=Galicia
Total
Homes
Mulleres
Total
Honmes
Mulheres
7.587
5.655
1.932
Agricultura e pesca
645
560
85
Industria / Indústria
1.067
872
195
Construción / Construção
1.818
1.789
29
Servizos / Serviços
4.021
2.431
1.590
36
3
33
Total
Non consta / Ignorado
G
Fonte: Elaboración IGE a partir dos ficheiros de afiliacións e contas de cotización facilitados pola Seguridade Social.
Nota: A data de referencia dos datos é o día 30 de decembro de 2011.
28 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 10:59 Página 29
2
Actividade económica
Actividade económica
Anuario estatístico
Galicia Norte de Portugal
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 10:59 Página 30
Actividade económica
Actividade económica
Agricultura e pesca
Industria e enerxía
Construción
Transportes e comunicacións
Turismo
Contas rexionais
Comercio intracomunitario
Empresas e sociedades
Sector financeiro
Prezos
Finanzas da Administración local
Ciencia, tecnoloxía e sociedade da información
Agricultura e pesca
Indústria e energia
Construção
Transportes e comunicações
Turismo
Contas regionais
Comércio intracomunitário
Empresas e sociedades
Sector financeiro
Preços
Finanças da Administração local
Ciência, tecnologia e sociedade da informação
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 10:59 Página 31
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Agricultura e pesca
Definicións
Agricultura e pesca
Pesca desembarcada
Captura nominal
Os datos da pesca desembarcada proceden dos infor-
Peso vivo correspondente aproximadamente à pesca
mes estatísticos sobre as notas de venda emitidas polas
descarregada. A sua determinação faz-se normalmente
lonxas ou centros autorizados para a primeira venda de
pela aplicação de factores de conversão.
produtos pesqueiros frescos (Real decreto 1995/1998.
BOE número 302, 19 de decembro de 1995).
Carne aprovada para consumo público
Carne que tenha sido inspeccionada e aprovada sem
qualquer limitação e tenha sido marcada de acordo com
a legislação em vigor.
Pesca descarregada
Peso do pescado e produtos da pesca descarregados.
Representa o peso líquido no momento da descarga do
peixe e de outros produtos da pesca (inteiros ou eviscerados, cortados em filetes, congelados, salgados,
etc.).
Peso limpo de carcaça
Peso em frio do corpo do animal de abate depois de esfolado, sangrado, eviscerado e depois da ablação dos
órgãos genitais externos, das extremidades dos membros ao nível do carpo e do tarso, da cabeça, da cauda,
dos rins e das gorduras envolventes dos rins, assim
como do úbere (ver peso limpo da carcaça de cada espécie de gado abatido).
31 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 10:59 Página 32
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Agricultura e pesca
Agricultura e pesca
Produción de carne por tipoloxías
Produção de carne para consumo. Ano 2010
Unidade: Toneladas
Total de peso en canal
Bovino
Ovino
Cabrún
Porcino
Equino
Aves
Coellos
Total de peso limpo
Bovina
Ovina
Caprina
Suína
Equídea
Aves
Coelhos
Portugal
792.576
93.159
10.098
893
384.723
126
296.224
7.353
Norte
189.747
36.773
2.556
279
130.365
46
19.728
0
175.935
32.794
2.040
234
121.093
46
19.728
0
13.812
3.979
516
45
9.272
0
0
0
España
5.537.415,5
606.595,5
131.235,5
10.618,2 3.368.920,3
7.110,9
1.349.429,6
63.505,3
Galicia
359.701,1
86.805,4
372,4
71,1
81.900,1
154,6
180.192,2
10.205,3
A Coruña
53.258,2
29.282,3
66,4
1,1
13.940,1
19,5
8.031,4
1.917,3
Lugo
53.650,4
16.423,4
37,1
7,9
4.158,8
132,2
32.890,9
0
Ourense
112.267,7
15.359,6
175,7
60,9
3.224,9
1,2
91.622,4
1.823,0
140.524,8
25.740,1
93,1
1,2
60.576,2
1,7
47.647,5
6.465,0
Entre Douro e Minho
Trás-os-Montes
Pontevedra
Fonte: Ministerio de Agricultura, Alimentación y Medio Ambiente. Anuario de estadística
INE, I.P., Inquérito ao Gado Abatido e Aprovado para Consumo
INE, I.P., Inquérito ao Abate de Aves e Coelhos Aprovados para Consumo Público
32 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 10:59 Página 33
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Agricultura e pesca
Agricultura e pesca
Principais producións agrícolas na rexión Norte
Principais produções agrícolas, na região Norte. Ano 2010
Unidade: Toneladas e hl
Pataca
Millo
Mazá
Batata (toneladas)
Milho (toneladas)
Maçã (toneladas)
383.835
626.222
212.930
6.946.118
435.009
686.832
124.145
97.996
75.096
2.546.947
108.769
188.244
Entre Douro e Minho
50.201
90.173
2.730
912.120
4.396
5.326
Alto Trás-os-Montes
73.943
7.823
72.365
1.634.827
104.373
182.918
Portugal
Norte
Olivas
Aceite
Vinho (hl) Azeitona oleificada
(toneladas)
Viño
Azeite (hl)
Fonte: INE, I.P., Estatísticas da Produção Vegetal
INE, I.P., Instituto da Vinha e do Vinho
INE, I.P., Inquérito à Produção de Azeite
Nota: Azeite: Óleo comestível extraído da azeitona.
Vinho: produção vinícola declarada expressa em mosto. Vinho 2010 dados provisórios.
33 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 10:59 Página 34
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Agricultura e pesca
Agricultura e pesca
Principais producións agrícolas en Galicia e España
Principais produções agrícolas, na Galiza e Espanha. Ano 2009
Unidade: Toneladas
Trigo gran
Centeo gran
Millo forraxeiro
Feixón seco
Pataca Uva para vinificación
Trigo (grão)
Centeio (grão)
Milho Forrageiro
Feijão seco
Batata Uva para vinificação
España
4.804.772
180.666
4.369.153
13.175
2.719.291
5.290.597
Galicia
50.150
17.220
2.528.334
3.459
537.084
133.579
11.039
96
1.618.065
1.828
141.964
12.612
9.412
1.377
683.342
955
103.594
9.077
Ourense
27.136
15.685
30.152
287
227.677
45.333
Pontevedra
2.563
62
196.775
389
63.849
66.557
A Coruña
Lugo
Fonte: Ministerio de Agricultura, Alimentación y Medio Ambiente. Anuario de estadística
34 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 10:59 Página 35
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Agricultura e pesca
Agricultura e pesca
Capturas nominais segundo as especies: rexión Norte e Portugal
Capturas nominais de pescado segundo as espécies: região Norte e Portugal. Ano 2010
Unidade: Toneladas e miles de euros / Toneladas e milhares de euros
Portugal
Norte
Toneladas
Miles de euros
Toneladas
Miles de euros
Toneladas
Milhares de euros
Toneladas
Milhares de euros
166.304
271.972
36.764
39.750
74
896
49
667
145.693
196.350
33.589
29.472
Carapau
11.652
16.166
2.398
2.660
Faneca
2.690
4.126
1.318
2.165
917
8.154
129
1.025
Pescadas
2.387
6.312
613
1.401
Raias
1.564
3.509
310
645
Sarda
2.362
1.211
2.017
816
Sardinha
58.121
37.262
22.831
14.171
Verdinho
1.476
1.128
319
341
Diversos
4.622
10.614
381
1.010
Crustáceos
1.649
16.867
67
395
18.885
57.858
3.058
9.216
2.010
6.634
74
203
828
4.426
27
179
10.680
38.473
2.522
7.978
1.233
2.350
408
802
0
0
0
0
Total
Peixes diádromos e de água doce
Peixes marinhos
Linguado e Azevia
Moluscos
Choco
Lula
Polvo
Diversos
Outros produtos
Fonte: INE, I.P., Estatísticas da Pesca
Nota: Não inclui congelados, salgados e aquicultura.
35 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 10:59 Página 36
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Agricultura e pesca
Agricultura e pesca
Pesca en Galicia: produción e valor da produción en primeira venda
Pesca na Galiza: produção e valor da produção em primeira venda. Ano 2010
Unidade: Toneladas e miles de euros / Toneladas e milhares de euros
Toneladas
Miles de euros
Toneladas
Milhares de euros
Total
187.395
458.381
Algas
55
28
8.528
69.315
Ameixa babosa
1.187
15.790
Ameixa fina
807
16.612
Ameixa rubia
684
5.209
Ameixa xaponesa
1.885
11.991
Berberecho
2.876
14.452
Cefalópodos
11.962
30.799
Choco
586
2.424
Polbo
4.206
16.340
Pota pequena
3.029
5.268
1.306
24.534
81
2.443
Centola
260
3.239
Cigala
443
6.543
Nécora
118
2.022
Percebe
367
10.030
630
1.793
630
1.793
9
19
164.691
331.036
Bonito do norte
3.575
13.445
Cabra de altura
2.932
11.608
Castañeta
7.357
15.122
Congro
5.140
9.053
Coreano
3.284
8.459
Lirio
9.363
10.446
Mendo limón
3.055
8.527
Bivalvos
Crustáceos
Camarón común
Equinodermos
Ourizo
Gasterópodos
Peixes
36 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 10:59 Página 37
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Agricultura e pesca
Agricultura e pesca
Unidade: Toneladas e miles de euros / Toneladas e milhares de euros
Toneladas
Miles de euros
Toneladas
Milhares de euros
Mero
574
7.381
Peixe espada
618
4.394
Peixe sapo
4.723
24.107
Pescada
22.611
64.572
Rapantes
7.651
30.077
2.094
8.852
15.460
14.811
9.120
6.051
18.899
12.360
1.688
8.330
28.574
24.121
5
211
208
645
Sanmartiño
Sardiña
Xarda
Xarda pintada
Xuliana
Xurelo
Poliquetos
Resto de descargas
Fonte: Consellería do Mar. Anuario de pesca
Nota: Noméanse as especies con máis valor de produción.
37 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 10:59 Página 38
38 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 10:59 Página 39
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Industria e enerxía
Definicións
Indústria e energia
CNAE-2009. Seccións
Custos das mercadorias vendidas e matérias consumidas (CMVMC)
· A Agricultura, gandaría, silvicultura e pesca
· B Industrias extractivas
Valor que representa a contrapartida das saídas das
· C Industria manufactureira
existências de mercadorias e/ou matérias primas, sub-
· D Fornecemento de enerxía eléctrica, gas, vapor e aire
sidiárias e de consumo por venda ou integração no pro-
acondicionado
cesso produtivo.
· E Fornecemento de auga, actividades de saneamento,
xestión de residuos e descontaminación
Fornecimentos e serviços externos (FSE)
· F Construción
· G Comercio por xunto e polo miúdo, reparación de ve-
Todos os custos por aquisição de bens de consumo co-
hículos de motor e motocicletas
rrente que não sejam existências e de serviços presta-
· H Transporte e almacenamento
dos por entidades externas à unidade estatística de
· I Hostalaría
observação.
· J Información e comunicacións
· K Actividades financeiras e de seguros
Custos e Perdas
· L Actividades inmobiliarias
· M Actividades profesionais, científicas e técnicas
Aqueles que comprovadamente forem indispensáveis
· N Actividades administrativas e servizos auxiliares
para a realização dos proveitos ou ganhos sujeitos a im-
· O Administración pública e defensa; seguridade social
posto ou para a manutenção da fonte produtora.
obrigatoria
· P Educación
Proveitos e ganhos
· Q Actividades sanitarias e de servizos sociais
· R Actividades artísticas, recreativas e de entretemento
Consideram-se proveitos e ganhos os derivados de opera-
· S Outros servizos
ções de qualquer natureza em consequência de uma acção
· T Actividades dos fogares como empregadores de per-
normal ou ocasional, básica ou meramente acessória.
soal doméstico; actividades dos fogares como produtores de bens e servizos para uso propio
Legenda dos Códigos de Actividades CAE-Rev.3
· U Actividades de organizacións e organismos extraterritoriais
· A Agricultura, produção animal, caça, floresta e pesca
· B Indústrias extractivas
CNAE-2009. Divisións da industria manufactureira
· C Indústrias transformadoras
- 10 Indústrias alimentares
· 10 Industria da alimentación
- 11 Indústria das bebidas
· 11 Fabricación de bebidas
- 12 Indústria do tabaco
· 12 Industria do tabaco
- 13 Fabricação de têxteis
· 13 Industria téxtil
- 14 Indústria do vestuário
· 14 Confección de roupa de vestir
- 15 Indústria do couro e dos produtos do couro
· 15 Industria do coiro e do calzado
- 16 Indústrias da madeira e da cortiça e suas obras,
· 16 Industria da madeira e da cortiza, agás mobles; ces-
excepto mobiliário;Fabricação de obras de cestaria e de
taría e espartaría
espartaria
· 17 Industria do papel
· 18 Artes gráficas e reprodución de soportes gravados
· 19 Coquerías e refinado de petróleo
· 20 Industria química
· 21 Fabricación de produtos farmacéuticos
- 17 Fabricação de pasta, de papel, de cartão e seus
artigos
- 18 Impressão e reprodução de suportes gravados
- 19 Fabricação de coque, produtos petrolíferos refinados e de aglomerados de combustíveis
39 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 10:59 Página 40
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Industria e enerxía
Definicións
Indústria e energia
· 22 Fabricación de produtos de caucho e plásticos
· 23 Fabricación doutros produtos minerais non metálicos
· 24 Metalurxia; fabricación de produtos de ferro, aceiro
e ferroaliaxes
· 25 Fabricación de produtos metálicos, agás maquinaria e equipamento
- 20 Fabricação de produtos químicos e de fibras sintéticas ou artifíciais, excepto produtos farmacêuticos
- 21 Fabricação de produtos farmacêuticos de base e
de preparações farmacêuticas
- 22 Fabricação de artigos de borracha e de matérias
plásticas
· 26 Fabricación de produtos informáticos, electrónicos
- 23 Fabrico de outros produtos minerais não metálicos
e ópticos
- 24 Indústrias metalúrgicas de base
· 27 Fabricación de material e equipamento eléctrico
· 28 Fabricación de maquinaria e equipamento n.c.n.
· 29 Fabricación de vehículos de motor, remolques e se-
- 25 Fabricação de produtos metálicos, excepto máquinas e equipamentos
- 26 Fabricação de equipamentos informáticos, equi-
mirremolques
pamento para comunicações e produtos electrónicos e
· 30 Fabricación doutro material de transporte
ópticos
· 31 Fabricación de mobles
- 27 Fabricação de equipamento eléctrico
· 32 Outras industrias manufactureiras
- 28 Fabricação de máquinas e de equipamentos, n.e.
· 33 Reparación e instalación de maquinaria e equipa-
- 29 Fabricação de veículos automóveis, reboques,
mento
semi-reboques e componentes para veículos automóveis
- 30 Fabricação de outro equipamento de transporte
Compras e traballos realizados por outras empresas
- 31 Fabrico de mobiliário e de colchões
- 32 Outras indústrias transformadoras
É o importe total obtido como resultado de agregar as
- 33 Reparação, manutenção e instalação de máqui-
compras de materias primas, de aprovisionamentos e
nas e equipamentos
mercadorías e os traballos realizados por outras em-
· D Electricidade, gás, vapor, água quente e fria e ar frio
presas.
· E Captação, tratamento e distribuição de água; saneamento, gestão de resíduos e despoluição
Gastos de explotación
· F Construção
· G Comércio por grosso e a retalho; reparação de veí-
É o importe total obtido como resultado de agregar os
culos automóveis e motociclos
diferentes gastos ligados á explotación realizados pola
· H Transportes e armazenagem
empresa durante o ano de referencia (compras e tra-
· I Alojamento, restauração e similares
ballos realizados por outras empresas, gastos de per-
· J Actividades de informação e de comunicação
soal, servizos exteriores, e resto de gastos de
· K Actividades financeiras e de seguros
explotación).
· L Actividades imobiliárias
· M Actividades de consulturia, científicas, técnicas e si-
Gastos de persoal
milares
· N Actividades administrativas e dos serviços de apoio
Este concepto recolle o importe total agregado dos
· O Administração Pública e Defesa; Segurança Social
pagos efectuados pola empresa durante o ano de refe-
Obrigatória
rencia en concepto de soldos e salarios, indemniza-
· P Educação
cións, Seguridade Social e outros gastos de persoal.
· Q Actividades da saúde humana a apoio social
· R Actividades artísticas, de espectáculos, desportivas
Importe neto da cifra de negocios
e recreativas
· S Outras actividades de serviços
É o resultado que se obtén de deducir do importe das
· T Actividades das famílias empregadoras de pessoal
ventas de produtos, mercadorías e similares, e das pres-
doméstico e actividades de produção das famílias para
tacións de servizos correspondentes ás actividades or-
usos próprio
40 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 10:59 Página 41
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Industria e enerxía
Definicións
Indústria e energia
dinarias da empresa, o importe dos descontos e demais
· U Actividades dos organismos internacionais e outras
bonificacións sobre as vendas, así como o IVE e outros
instituições extra-territoriais
impostos directamente relacionados. O seu contido correspóndese coa suma dos importes relativos ás vendas
Pessoal ao serviço
netas de produtos, vendas netas de mercadorías e prestacións de servizos.
Pessoas que, no período de referência, participaram na
actividade da empresa/instituição, qualquer que tenha
Ingresos de explotación
sido a duração dessa participação, nas seguintes condições:
É o importe total resultado de agregar os diferentes in-
a) pessoal ligado à empresa/instituição por um contrato
gresos ligados á explotación, obtidos pola empresa du-
de trabalho, recebendo em contrapartida uma remune-
rante o ano de referencia (importe neto da cifra de
ração;
negocios; traballos realizados pola empresa para o seu
b) pessoal ligado à empresa/instituição, que por não estar
activo; subvencións, doazóns e legados; e resto de in-
vinculado por um contrato de trabalho, não recebe uma
gresos de explotación).
remuneração regular pelo tempo trabalhado ou trabalho
fornecido (p. ex.: proprietários-gerentes, familiares não re-
Persoas ocupadas
munerados, membros activos de cooperativas);
c) pessoal com vínculo a outras empresas/instituições que
Enténdese por persoas ocupadas o conxunto de per-
trabalharam na empresa/instituição sendo por esta direc-
soas (fixas e eventuais) que no período de referencia se
tamente remunerados;
encontraban exercendo un labor, remunerado ou non,
d) pessoas nas condições das alíneas anteriores, tempo-
para a empresa, e que pertencen e son pagadas por ela.
rariamente ausentes por um período igual ou inferior a
Inclúense as persoas con licenzas de enfermidade, va-
um mês por férias, conflito de trabalho, formação profis-
cacións remuneradas e licenzas ocasionais sen soldo
sional, assim como por doença e acidente de trabalho.
etc., e os traballadores a tempo parcial (se traballan
máis dun terzo da xornada laboral completa). Non se in-
Não são consideradas como pessoal ao serviço as pessoas
clúen os traballadores postos á disposición da empresa
que:
por outras empresas ou axencias e que son retribuídos
1. se encontram nas condições descritas nas alíneas a), b),
por estas últimas; as persoas que estean efectuando
e c) e estejam temporariamente ausentes por um período
traballos de mantemento ou reparación nalgún dos lo-
superior a um mês;
cais ou establecementos da empresa e que son remu-
2. os trabalhadores com vínculo à empresa/instituição
neradas por conta doutras empresas; así como as
deslocados para outras empresas/instituições, sendo nes-
persoas en situación de excedencia, licenza ilimitada ou
sas directamente remunerados;
xubilados. Tampouco se inclúen os membros do conse-
3. os trabalhadores a trabalhar na empresa/instituição e
llo de administración que estean remunerados exclusi-
cuja remuneração é suportada por outras empresas/ins-
vamente pola súa asistencia a estes consellos, nin os
tituições (p. ex.: trabalhadores temporários);
socios ou outras persoas que traballen menos dun terzo
4. os trabalhadores independentes (p. ex.: prestadores de
da xornada laboral.
serviços, também designados por "recibos verdes").
Valor acrescentado bruto
Valor bruto da produção deduzido do custo das matériasprimas e de outros consumos no processo produtivo.
41 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 10:59 Página 42
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Industria e enerxía
Indústria e energia
Indicadores xerais da industria e enerxía (CNAE-2009). Empresas situadas en cada unha das dúas rexións
Indicadores gerais da indústria e energia (CAE-Rev.3). Empresas sediadas em cada uma das regiões. Ano 2009
Persoas
ocupadas
Total de ingresos
de explotación
Importe neto da Formación bruta de
cifra de negocios
capital fixo
VAB p.m.
VEB p.m.
Ingresos (miles de euros)
Proveitos e ganhos (milhares de euros)
Total de gastos Compras e traballos reali- Gastos de persoal
de explotación zados por outras empresas
Volume de Formação bruta de
Negócios
capital fixo
CMVMC+FSE
Total
Total
Custos
com pessoal
Gastos (miles de euros)
Custos e perdas (milhares de euros)
Unidade: Número e miles de euros / Número e milhares de euros
Número
Número
Total de
empresas
Total Pessoal ao Serviço
3.102
48.979
22.163.453
14.753.709
1.417.927
24.417.225
1.994.368
19.999.014
880.005
4.624.276
865.816
5.310.677
Portugal
10.465
59.031.116
667.093
5.597.811
6.804.047
4.516.392
5.316.170
6.716.647
11.009.223 94.286.222 92.443.087
..
49.676
64.683
..
..
..
..
1.460.502
1.741.854
..
..
Industria téxtil e confección de roupa de vestir / Indústria téxtil e vestuário (13+14)
Norte
Portugal
3.005
2.426
2.813
293
31.614
39.299
43.366
20.691
3.382.943
1.670.730
1.933.339
10.915
2.079.371
1.143.280
1.329.681
5.506
671.755
408.654
458.897
22.304
3.553.983
1.697.619
1.955.165
21.684
3.502.229
1.649.122
1.899.301
..
..
18.825
25.677
..
..
517.341
583.514
2011
estatístico
Industrias extractivas, enerxía, auga e residuos / Indústrias extractivas, energia, água e resíduos (B+19+D+E)
Portugal
2.221.779
..
208.680
..
..
1.162.023
8.173.133 113.070.014 107.576.509
..
1.938.578
5.934.444
2.874.634
12.281
6.321.731
664.290
875.635
176.771 102.917.986 74.927.188
432.571
13.991.765
151.512
1.005
6.279
3.590.045
14.562.116
3.953.013
5.189.722
1.635.740
4.032.640
11.288
11.242.517
474.975
Norte
España
576
109.040 14.249.949
3.034.572
Alimentación, bebidas e tabaco / Alimentação, bebidas e tabaco (10+11+12)
Galicia
3.876.016
368.189 88.663.699
4.691.500
1.533.734
4.740.302
11.288.464
..
33.773
6.488.474
3.612.330
1.278.105
11.600.647
1.732.321
3.371
5.707.943
3.093.605
2.712.580
1.747.836
Norte
147.647
4.841.996
6.250.449
341.006
20.083
13.670
122.818
11.335.016
1.116.616
España
Portugal
10.253
110.133
1.685.025
28.109
Norte
10.115
16.627
1.712
España
770
Galicia
Galicia
España
33
Industria do coiro e do calzado / Indústria do couro e dos produtos do couro (15)
Galicia
42 Anuario Galicia Norte de Portugal
Persoas
ocupadas
3.153
8.973
839
Norte
España
Galicia
9.159
68.980
18.609
35.031
1.210.843
6.974.550
1.598.511
2.853.605
Total
716.878
3.842.241
1.129.534
2.030.892
CMVMC+FSE
223.609
1.706.355
252.597
456.976
Custos
com pessoal
1.287
11.181
567
Norte
España
Galicia
4.313
123.408
11.336
32.093
627.387
18.278.527
1.018.949
4.129.848
333.554
9.336.126
710.063
2.870.899
133.455
4.068.581
180.878
637.958
641.201
19.217.786
1.077.956
4.369.391
1.251.113
7.099.731
1.509.580
2.759.285
Total
Total de ingresos
de explotación
625.620
18.868.172
1.037.165
3.902.974
1.204.068
6.960.865
1.482.516
2.675.496
..
..
81.276
530.708
..
..
39.719
111.001
Volume de Formação bruta de
Negócios
capital fixo
Importe neto da Formación bruta de
cifra de negocios
capital fixo
Ingresos (miles de euros)
Proveitos e ganhos (milhares de euros)
..
..
331.714
1.170.036
..
..
317.212
611.535
VAB p.m.
VEB p.m.
estatístico
270
Galicia
2.041.512
x
1.475.367
x
7.151
2.086.073
1.365.501
223.405 59.838.981 35.233.526
15.424
x
4.778
1.426
8.275
897
Portugal
Norte
43 Anuario Galicia Norte de Portugal
2011
España
Galicia
10.525
145.388
12.646
50.482
1.331.815
24.291.701
929.021
4.876.454
676.199
11.303.546
644.173
3.196.211
316.470
x
2.252.089
x
291.710
5.241.795
175.857
881.074
255.904
1.324.765
24.789.741
992.863
5.088.010
2.178.235
9.670.773 62.786.899
Produtos minerais non metálicos diversos / Fabrico de outros produtos minerais não metálicos (23)
7.200
814
2.119
España
Norte
Portugal
1.285.516
23.734.187
951.813
4.683.670
2.108.068
61.151.099
2.129.964
x
..
..
49.823
335.697
..
..
170.085
x
..
..
321.461
1.483.801
..
..
666.500
x
Industria química, farmacéutica, do caucho e plásticos / Fabricação de produtos químicos, farmacêuticos e de artigos de borracha e de matérias plásticas (20+21+22)
3.784
Portugal
Fabricação de pasta, de papel, de cartão e seus artigos; Impressão e reprodução de suportes gravados (17+18)
Industria do papel, artes gráficas e reprodución de soportes gravados
6.679
Portugal
Gastos (miles de euros)
Custos e perdas (milhares de euros)
Total de gastos Compras e traballos reali- Gastos de persoal
de explotación zados por outras empresas
Industria da madeira e da cortiza / Indústria da madeira e da cortiça (16)
Total Pessoal ao Serviço
Total de
empresas
Número
Número
Unidade: Número e miles de euros / Número e milhares de euros
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 10:59 Página 43
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Indústria e energia
Industria e enerxía
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 10:59 Página 44
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Industria e enerxía
Indústria e energia
Persoas
ocupadas
Total de ingresos
de explotación
Importe neto da Formación bruta de
cifra de negocios
capital fixo
VAB p.m.
VEB p.m.
Ingresos (miles de euros)
Proveitos e ganhos (milhares de euros)
Total de gastos Compras e traballos reali- Gastos de persoal
de explotación zados por outras empresas
Volume de Formação bruta de
Negócios
capital fixo
CMVMC+FSE
Total
Total
Custos
com pessoal
Gastos (miles de euros)
Custos e perdas (milhares de euros)
Unidade: Número e miles de euros / Número e milhares de euros
Número
Número
Total de
empresas
Total Pessoal ao Serviço
Norte
Portugal
40.883
6.336
17.660
8.802.471
186.956 20.565.795
6.473.577
15.237.837
1.367.680
3.370.826
8.750.142
20.717.496
8.350.227
19.910.212
283.139
719.311
1.965.675
4.820.942
..
..
80.916
762.045 152.697.462 96.743.376 28.376.660 157.957.061 153.620.213
13.215.553
..
1.769.325
..
8.919.128
12.837.621
51.291 12.676.708
Norte
Portugal
20.565
5.822
12.265
13.400
189.599
33.870
68.554
891.599
16.818.593
1.587.958
4.249.636
412.509
7.906.971
1.053.485
2.917.167
332.170
5.462.978
382.205
947.742
926.241
17.522.290
1.594.610
4.367.620
910.081
17.150.983
1.776.678
4.202.694
..
..
875.130
176.839
..
..
783.877
1.308.321
2011
estatístico
Metalurxia, fabricación de produtos metálicos, material e equipo eléctrico, electrónico e óptico, maquinaria e equipo mecánico e material de transporte
Indústrias metalúrgicas de base, fabricação de produtos metálicos, equipamentos informáticos, para comunicações electrónicos, ópticos, equipamento eléctrico, má-
España
2.179
quinas e equipamentos n.e., material de transporte (24+25+26+27+28+29+30)
Galicia
Industrias manufactureiras diversas, reparación e instalación de maquinaria e equipo
España
1.341
Fabrico de mobiliário e de colchões, outras indústrias transformadoras e reparação, manutenção e instalação de máquinas e equipamentos (31+32+33)
Galicia
Fonte: INE. Encuesta industrial de empresas
INE, I.P., Sistema de Contas Integradas das Empresas
Nota:
(..) Valor não disponível.
(..) Dato non dispoñible.
(X) Segredo estatístico.
44 Anuario Galicia Norte de Portugal
Total
139,6
148,5
162,9
Entre Douro e Vouga
Douro
Alto Trás-os-Montes
estatístico
270,9
247,8
609,2
Lugo
Ourense
Pontevedra
4.390,1
1.361,4
5.536,4
7.682,5
18.970,4
254.099,1
618,5
591,7
1.253,5
1.534,4
6.292,0
2.461,0
1.363,7
1.021,9
15.136,7
48.772,9
1,2
1,2
1,4
1,7
5,6
245,4
3,6
5,3
4,7
9,6
8,7
4,8
6,0
2,2
44,9
158,1
45 Anuario Galicia Norte de Portugal
2011
34,4
23,6
25,0
46,4
129,3
5.645,9
11,3
21,2
6,8
25,8
35,2
19,2
20,2
6,0
145,6
986,3
clúense consumos non especificados.
Nota: no total de "Consumo por sectores de uso" (Galicia, provincias e España), in-
Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG).
gía eléctrica
Abonados (miles)
20,0
5,2
5,0
22,2
52,4
503,4
3,4
3,2
4,3
7,2
10,2
6,3
5,1
3,2
42,8
103,1
1.487,1
381,9
4.462,8
4.029,0
10.360,8
85.418,2
100,5
91,8
618,3
435,2
1.976,3
1.268,0
402,9
434,7
5.327,6
17.142,7
500,6
208,0
221,7
646,4
1.576,6
24.200,0
137,4
124,0
116,0
220,2
601,5
195,9
173,8
138,8
1.707,6
5.396,1
Restantes
Abonados (miles)
1.363,7
473,7
631,4
1.724,9
4.193,7
73.353,2
247,5
228,5
353,9
620,5
2.140,4
614,0
491,4
297,9
4.994,0
14.187,9
87,3
33,4
42,8
93,2
256,7
3.659,4
18,5
16,0
14,7
28,1
78,1
27,9
21,8
17,1
222,1
703,3
Consumo (GWh) Consumidores (milhares)
Consumo (GWh)
Usos domésticos
Abonados (miles)
Consumo (GWh) Consumidores (milhares)
Consumo (GWh)
Industria e construción / indústria
Consumo (GWh) Consumidores (milhares)
Consumo (GWh)
Agricultura e pesca
Abonados (miles)
Consumo (GWh) Consumidores (milhares)
Consumo (GWh)
Fonte: Ministerio de Industria, Energía y Turismo. Estadística de la industria de ener-
763,5
A Coruña
1.891,4
265,0
Tâmega
Galicia
698,5
Grande Porto
28.608,2
234,9
Ave
España
206,7
Cávado
161,4
2.017,5
Norte
Minho-Lima
6.360,5
Portugal
Consumidores (milhares)
Abonados (miles)
1.504,9
482,3
417,2
1.882,3
4.286,6
89.681,7
259,2
250,3
274,6
453,0
2.140,1
559,9
449,2
283,3
4.669,5
16.456,0
Consumo (GWh)
Consumo (GWh)
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 10:59 Página 45
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Indústria e energia
Industria e enerxía
Consumo final de electricidade
Consumo final de electricidade. Ano 2009
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 10:59 Página 46
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Industria e enerxía
Indústria e energia
Produción bruta de enerxía eléctrica segundo o tipo
Produção bruta de electricidade, por tipo de produção. Ano 2009
Unidade: GWh
Total
Eólica
Xeotérmica
Hidroeléctrica
Termoeléctrica
Solar
Total
Eólica
Geotérmica
Hídrica
Térmica
Fotovoltáica
Portugal
50.186,6
7.577,0
183,9
9.009,3
33.277,4
139,1
Norte
16.382,5
2.608,8
0,0
6.904,4
6.869,0
0,2
1.951,6
704,3
0,0
812,3
435,0
0,0
561,2
0,0
0,0
443,6
117,5
0,0
Ave
1.549,7
258,8
0,0
557,7
733,1
0,0
Grande Porto
5.761,9
0,0
0,0
276,5
5.485,4
0,0
Tâmega
1.795,3
769,4
0,0
990,5
35,4
0,0
168,9
95,7
0,0
11,8
61,5
0,0
Douro
1.677,5
356,6
0,0
1.320,9
0,0
0,0
Alto Trás-os-Montes
2.916,4
424,0
0,0
2.491,1
1,1
0,2
España
288.585,6
36.819,0
..
28.110,8
217.657,1
5.998,7
Galicia
28.305,3
7.711,6
..
7.214,9
13.367,5
11,3
16.607,2
2.629,1
..
1.111,6
12.864,6
1,9
Lugo
5.081,2
3.387,9
..
1.660,8
28,8
3,6
Ourense
4.977,8
625,9
..
4.133,2
217,3
1,5
1.639,2
1.068,7
..
309,3
256,9
4,3
Minho-Lima
Cávado
Entre Douro e Vouga
A Coruña
Pontevedra
Fonte: Ministerio de Industria, Energía y Turismo. Estadística de la industria de energía
eléctrica
Direcção-Geral de Energia e Geologia
Nota: Galicia e España: na categoría de enerxía eléctrica de orixe solar inclúese a fotovoltaica e solar térmica.
(..) Valor não disponível.
(..) Dato non dispoñible.
46 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 10:59 Página 47
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Construción
Definicións
Construção
Edificio
Edifício
Construción permanente, fixa sobre o terreo, separada
Construção permanente, dotada de acesso indepen-
e independente, concibida para ser utilizada con fins re-
dente, coberta e limitada por paredes exteriores ou pa-
sidenciais e/ou para o desenvolvemento dunha activi-
redes-meias que vão das fundações à cobertura e
dade.
destinada à utilização humana ou a outros fins.
Licenza de obras
Licença de obras
Previamente á iniciación dunha obra maior, é necesario
Autorização concedida pelas Câmaras Municipais ao
solicitar a licenza no concello. Esta solicitude debe
abrigo de legislação específica, para execução de obras
acompañarse dun proxecto visado polo colexio corres-
(construções novas, ampliações, transformações, res-
pondente.
taurações e demolições de edifícios).
Obra de demolición
Obra de demolição
A obra de demolición pode ser total ou parcial:
Obra de destruição total ou parcial de uma edificação
· Demolición total: consiste na derruba total dun edificio
existente.
e pode ser anterior á construción doutro ou pode dar
lugar á simple desaparición do edificio, sen que se soli-
Obra de construção nova
cite licenza de nova construción neste segundo caso.
· Demolición parcial: só se dá en obras de rehabilitación
Obra de construção de edificação inteiramente nova;
e, neste caso, a licenza é conxunta para a demolición e
inclui-se a edificação erguida em terreno onde existia
a rehabilitación.
uma construção que foi demolida para permitir nova
edificação.
Obra de nova planta
--Obra maior que dá lugar a un novo edificio, con independencia de se existiu demolición total previa doutro
· Obra de ampliação
edificio ou non. Non inclúe as obras menores que non
Obra de que resulte o aumento da área de pavimento
precisan licenza de obra nin aquelas outras que se rea-
ou de implantação (ampliação horizontal), da cércea ou
lizan sen solicitar a autorización municipal.
do volume de uma edificação existente (ampliação vertical).
Obra de rehabilitación
· Obra de reconstrução com preservação de fachada
Obra de construção subsequente à demolição de parte
É a obra maior que non dá lugar á construción dun novo
de uma edificação existente, preservando a fachada
edificio, ao realizarse sobre o xa construído. Pode ser
principal com todos os seus elementos não dissonantes
de dous tipos: de ampliación ou de reforma ou restau-
e da qual não resulte edificação com cércea superior à
ración.
das edificações confinantes mais elevadas.
· Obra de reconstrução sem preservação de fachada
Vivendas
Obra de construção subsequente à demolição de parte
de uma edificação existente, da qual resulte a reconsti-
Defínese como vivenda un recinto con varios cuartos
tuição da estrutura da fachada, da cércea e do número
ou anexos que poden ocupar a totalidade dun edificio
de pisos.
(casa unifamiliar) ou parte del; estando neste caso está
· Obra de alteração
47 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 10:59 Página 48
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Construción
Definicións
Construção
estruturalmente separado e independente do resto. A
Obra de que resulte a modificação das características
vivenda está concibida para ser habitada por persoas,
físicas de uma edificação existente ou sua fracção, de-
xeralmente familias dun ou varios membros, e está do-
signadamente a respectiva estrutura resistente, o nú-
tada de acceso directo desde a vía pública ou desde re-
mero de fogos ou divisões interiores, assim como a
cintos comúns privados.
natureza e a cor dos materiais de revestimento exterior, sem aumento da área de pavimento, implantação
ou cércea.
--Fogo
Parte ou totalidade de um edifício dotada de acesso independente e constituída por um ou mais compartimentos destinados à habitação e por espaços privativos
complementares.
48 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 10:59 Página 49
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Construción
Construção
Licenzas concedidas para a construción e a rehabilitación
Licenças concedidas para construção e obras de beneficiação. Ano 2010
Unidade: Número
Total
Nova planta
Rehabilitación
Demolición total
exclusivamente
Edificios destinados a
vivenda
Total
Construções novas
Ampliações, alterações
e reconstruções
Demolição
Construções novas de
edifícios destinados a habitação
27.775
19.270
6.909
1.596
14.797
9.924
7.021
2.326
577
5.531
Minho-Lima
1.040
653
298
89
532
Cávado
1.356
1.215
133
8
1.007
Ave
1.351
993
320
38
787
Grande Porto
1.472
979
424
69
810
2.036
1.499
488
49
1.212
Entre Douro e Vouga
651
462
173
16
353
Douro
1.191
635
344
212
426
Alto Trás-os-Montes
827
585
146
96
404
España
75.488
35.692
36.526
3.270
35.110
Galicia
4.145
2.249
1.799
97
2.073
1.570
939
587
44
904
Lugo
645
323
314
8
197
Ourense
529
207
309
13
206
1.401
780
589
32
766
Portugal
Norte
Tâmega
A Coruña
Pontevedra
Fonte: IGE, Ministerio de Fomento. Estatística de construción de edificios
INE, I.P., Inquérito aos Projectos de Obras de Edificação e de Demolição de Edifícios
Nota: no caso de Galicia e España, o dato de "Rehabilitación" inclúe rehabilitación de
edificios e locais e o dato de "Edificios destinados a vivenda" corresponde ao número
de edificios para construír, non a licenzas.
Portugal e Norte: A rubrica "Total" de edifícios inclui construções novas, ampliações,
alterações, reconstruções e demolições.
49 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 10:59 Página 50
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Construción
Construção
Edificios e vivendas rematadas
Edifícios e fogos concluídos. Ano 2010
Unidade: Número
Total de edificios
Edificios destinados
a vivenda
Total de edifícios
Construções novas de
edifícios destinados a habitação
31.887
20.082
43.309
2,2
11.815
7.816
14.913
1,9
Minho-Lima
1.376
871
1.104
1,3
Cávado
1.778
1.420
2.360
1,7
Ave
1.645
1.133
1.965
1,7
Grande Porto
1.752
1.157
4.640
4,0
2.608
1.707
2.356
1,4
671
445
705
1,6
Douro
1.114
557
1.009
1,8
Alto Trás-os-Montes
871
526
774
1,5
España
81.543
..
257.443
..
Galicia
4.467
..
20.130
..
1.886
..
8.517
..
417
..
3.865
..
555
..
1.975
..
1.609
..
5.773
..
Portugal
Norte
Tâmega
Entre Douro e Vouga
A Coruña
Lugo
Ourense
Pontevedra
Vivenda
Vivendas/
Edificos destinados a vivenda
Construções Novas de
Fogos/
Fogos destinados a Habitação Edifícios destinados a habitação
Fonte: Ministerio de Fomento. Boletín estadístico on-line
INE, I.P., Estatísticas das Obras Concluídas
Nota: Galicia e España: datos obtidos a partir das certificacións fin de obra.
Portugal e Norte: A informação relativa a obras concluídas baseia-se nas Estimativas
das Obras Concluídas e não inclui demolições.
(..) Valor não disponível.
(..) Dato non dispoñible.
50 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 10:59 Página 51
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Transportes e comunicacións
Definicións
Transportes e comunicações
Accidente de tráfico
Acidente de viação
Consideraranse para os efectos da estatística aqueles:
Acontecimento fortuito, súbito e anormal ocorrido na
· Que se producen nas vías ou terreos obxectos da le-
via pública em consequência da circulação rodoviária,
xislación sobre tráfico, circulación de vehículos de
de que resultem vítimas ou danos materiais, quer o ve-
motor e seguridade viaria.
ículo se encontre ou não em movimento (inclusiva-
· Que resulten como consecuencia del unha ou varias
mente à entrada ou saída para o veículo e ou no
persoas feridas e/ou danos materiais.
decurso da sua reparação ou desempanagem).
· Nos que polo menos estea implicado un vehículo en
movemento.
Voo
Avións
Operação de uma aeronave desde o início do movimento na infra-estrutura aeroportuária de origem até
Considéranse todas as viaxes de avións, xa sexan na-
à paragem na infra-estrutura aeroportuária de destino
cionais ou estranxeiras, nas que a orixe e/ou o destino
e operando com o mesmo número de voo.
da viaxe se realice nun determinado aeroporto.
Morto em acidente de viação
Morto en accidente de tráfico
Toda a pessoa cuja morte ocorra no local do acidente
Toda persoa que, como consecuencia do accidente, fa-
como consequência deste, ou a caminho do hospital.
leza no acto ou dentro dos trinta días seguintes.
Passageiros
Pasaxeiros, mercadorías e correos
Qualquer pessoa que efectua um voo com o consentiConsidéranse todos os pasaxeiros, mercadorías e co-
mento do operador de transporte aéreo, excluindo os
rreo que embarquen ou desembarquen nun determi-
elementos do pessoal de voo e de cabine em serviço no
nado aeroporto.
voo em questão; incluem-se bebés e crianças de colo.
Tráfico comercial nos aeroportos
Carga aérea
O tráfico comercial aéreo, atendendo á súa finalidade, di-
Bens transportados a bordo das aeronaves, com excep-
vídese en tráfico de transporte e outras clases de tráfico.
ção do equipamento necessário à realização do voo,
dos aprovisionamentos e do correio.
· O tráfico de transporte supón a explotación comercial
por parte dunha empresa de transporte. Pode reali-
Correio aéreo
zarse de forma interior ou internacional e, en cada unha
das dúas modalidades, pode ser: regular, non regular
Todos os sacos fechados, remetidos pelos CTT, qual-
ou doutros servizos.
quer que seja o seu conteúdo.
· O tráfico doutras clases exclúe o transporte comercial
Tráfego aéreo comercial
de pasaxeiros, mercadorías e correo.
Movimento de aeronaves, passageiros, carga e correio
em aviação comercial.
51 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 52
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Transportes e comunicacións
Definicións
Transportes e comunicações
Vítima de accidente de tráfico
Acidente com vítimas
Toda persoa que resulte ferida ou morta como conse-
Todo o acidente de viação em que pelo menos uma pes-
cuencia dun accidente de circulación.
soa tenha ficado ferida ou morta.
52 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 53
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Transportes e comunicacións
Transportes e comunicações
Accidentes de tráfico e vítimas
Acidentes de viação e vítimas. Ano 2010
Accidentes con vítimas
Accidentes con vítimas mortais
Vítimas
Mortos
Feridos
Acidentes com vítimas
Acidentes com vítimas mortais
Vítimas
Mortos
Feridos
Portugal
35.426
424
47.302
937
46.365
Norte
12.025
127
16.228
292
15.936
819
14
1.093
33
1.060
Cávado
1.369
22
1.915
37
1.878
Ave
1.850
21
2.527
48
2.479
Grande Porto
4.011
24
5.162
55
5.107
Tâmega
1.784
22
2.493
60
2.433
Entre Douro e Vouga
866
8
1.174
21
1.153
Douro
648
4
881
16
865
Alto Trás-os-Montes
678
12
983
22
961
España
85.503
1.953
122.823
2.478
120.345
Galicia
3.654
196
5.667
237
5.430
1.038
71
1.527
84
1.443
Lugo
401
35
606
43
563
Ourense
292
33
447
38
409
1.923
57
3.087
72
3.015
Minho-Lima
A Coruña
Pontevedra
Fonte: Dirección General de Tráfico. Anuario Estadístico Accidentes
Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR); Polícia de Segurança Pública Comando Regional dos Açores e Comando Regional da Madeira
Nota: Galicia e España: o cómputo dos mortos está realizado a 30 días.
Portugal e Região Norte: os acidentes e as vítimas são afectados aos municípios segundo o local do acidente. Em 2010, as vítimas de acidentes de viação passaram a ser
contabilizadas até 30 dias após o acidente de viação.
53 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 54
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Transportes e comunicacións
Transportes e comunicações
Transporte marítimo de mercadorías nos grandes portos
Transporte marítimo de mercadorias nos grandes portos. Ano 2010
Unidade: Miles de toneladas / Milhares de toneladas
Mercadorías
descargadas
A granel,
líquidas
A granel
sólidas
Mercadoría
xeral
Mercadorías
cargadas
A granel,
líquidas
A granel
sólidas
Mercadorias
descarregadas
Granéis
Líquidos
Granéis
Sólidos
Carga
geral
Mercadorias
carregadas
Granéis
Líquidos
Granéis
Sólidos
42.868
21.720
12.684
2.291
23.103
7.511
4.463
2.916
65.971
9.930
5.488
2.096
547
4.160
1.259
302
384
14.089
347
8
116
221
178
9
53
114
525
9.583
5.480
1.980
326
3.982
1.250
249
270
13.565
a)
a)
a)
a)
a)
a)
a)
a)
a)
España
273.711
119.304
62.928
91.479
144.665
29.789
15.694
99.182
418.376
Galicia
21.973
8.394
10.593
2.985
7.184
2.056
1.854
3.274
29.156
A Coruña
9.198
5.847
2.601
750
2.670
1.739
582
349
11.868
Ferrol - San Cibrao
8.655
2.270
6.165
219
1.990
310
1.270
410
10.644
1.299
0
961
338
640
0
0
640
1.939
2.200
95
459
1.646
1.778
0
0
1.778
3.977
622
182
407
33
107
7
2
98
729
Portugal
Norte
Viana do Castelo
Leixões
Douro
Marín e Ría de Pontevedra
Vigo
Vilagarcía de Arousa
Mercadoría
xeral
Total carga
e descarga
Carga Total de descarga
geral
e carga
Fonte: Puertos del Estado. Anuario Estadístico
INE, I.P., Estatísticas dos Transportes
Nota: Galicia e España: inclúense unicamente as mercadorías en cabotaxe e exterior;
é dicir, non se inclúe o avituallamento, o tráfico interior nin a pesca capturada. Os
datos refírense a portos de titularidade estatal.
Portugal e Norte: O total pode não ser igual à soma das partes porque são omitidos
neste quadro os tipos de carga denominada de"contentores" e "Ro-Ro".
a) O Porto de Leixões inclui o movimento do porto do Douro.
54 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 55
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Transportes e comunicacións
Transportes e comunicações
Tráfico comercial nos aeroportos
Tráfego comercial nos aeroportos. Ano 2010
Aeronaves
Pasaxeiros (Miles)
Mercadorías
Correo
Aeronaves (Número)
Passageiros * (Milhares)
Carga (Toneladas)
Correio (Toneladas)
Portugal
254.321
25.938
138.628
13.724
Norte
55.432
5.280
35.275
386
Porto
55.432
5.280
35.275
386
España
1.796.330
191.553
635.765
..
Galicia
43.423
4.337
3.103
..
A Coruña
11.494
1.086
245
..
Santiago de Compostela
18.770
2.158
1.957
..
Vigo
13.159
1.093
901
..
Fonte: Ministerio de Fomento. Tráfico comercial en los aeropuertos españoles. Anuario
estadístico
ANA, Aeroportos de Portugal
Nota: Galicia e España: os datos son provisionais. Só se recolle o tráfico regular e non
regular e queda excluído o tráfico doutros servizos.
Portugal e Norte: Nos valores relativos às aeronaves, aos passageiros, à carga e ao
correio, incluem-se as aterragens e descolagens, os embarques e desembarques e as
cargas e descargas.
(..) Valor não disponível.
(..) Dato non dispoñible.
55 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 56
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Transportes e comunicacións
Transportes e comunicações
Investimento realizado nos portos e aeroportos
Investimento realizado nos portos e aeroportos
Unidade: Miles de euros / Milhares de euros
2009
2010
Portos
Aeroportos
Portos
Aeroportos
Portos
Aeroportos
Portos
Aeroportos
104.681
..
123.739
..
16.816
..
60.079
..
Viana do Castelo
341
-
427
-
Douro e Leixões
16.475
-
59.652
-
-
13.900
-
9.456
España
1.449.824
1.773.017
1.291.917
1.743.907
Galicia
242.159
42.221
244.825
126.238
Portugal
Norte
Porto
Fonte: Ministerio de Fomento. Anuario estadístico
INE, I.P., Estatísticas dos Transportes
Nota: Galicia e España: datos provisionais para 2009 e 2010. Inclúense os investimentos en transporte marítimo e actuacións na costa.
(..) Valor não disponível.
(-) Não aplicável.
(..) Dato non dispoñible.
(-) Non procede.
56 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 57
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Turismo
Definicións
Turismo
Establecemento hoteleiro
Estabelecimento hoteleiro
Toda unidade de produción de servizos de aloxamento
Estabelecimento cuja actividade principal consiste na
hoteleiro (hotel, hotel apartamento, pensións, hostais,
prestação de serviços de alojamento e de outros servi-
casas de hóspedes, fondas ...), situada nunha mesma lo-
ços acessórios ou de apoio, com ou sem fornecimento
calización xeográfica e na que traballan unha ou varias
de refeições, mediante pagamento. Os estabelecimen-
persoas por conta da mesma empresa. Os establece-
tos hoteleiros classificam-se em hotéis, pensões, pou-
mentos clasifícanse en grupo I ou estrelas de ouro e
sadas, estalagens, motéis e hotéis-apartamentos
grupo II ou estrelas de prata e, dentro destas, polo nú-
(aparthotéis); para fins estatísticos incluem-se, ainda,
mero de estrelas.
os aldeamentos e apartamentos turísticos.
Estadía media
Estada média no estabelecimento
É o número de días que como media permanece un via-
Relação entre o número de dormidas e o número de
xeiro nun establecemento. Calcúlase dividindo as per-
hóspedes que deram origem a essas dormidas, no perí-
noitas entre o número de viaxeiros.
odo de referência, na perspectiva da oferta.
Estrelas de ouro
Hotel
Hoteis de cinco, catro, tres, dúas e unha estrelas (De-
Estabelecimento hoteleiro que ocupa um edifício ou
creto 267/1999, do 30 de setembro, polo que se esta-
apenas parte independente dele, constituindo as suas
blece a ordenación dos establecementos hoteleiros).
instalações um todo homogéneo, com pisos completos
e contíguos, acesso próprio e directo para uso exclusivo
Estrelas de prata
dos seus utentes, a quem são prestados serviços de alojamento temporário e outros serviços acessórios ou de
Pensións de tres, dúas e unha estrelas (Decreto
apoio, com ou sem fornecimentos de refeições, me-
267/1999, do 30 de setembro, polo que se establece a
diante pagamento. Estes estabelecimentos possuem, no
ordenación dos establecementos hoteleiros).
mínimo, 10 unidades de alojamento.
Grao de ocupación por prazas
Pensão
Relación, en porcentaxe, entre o total das pernoitas e
Estabelecimento hoteleiro com restaurante e um mí-
o produto das prazas, incluídas as camas supletorias,
nimo de 6 quartos, ocupando a totalidade ou parte in-
polos días aos que se refiren as pernoitas.
dependente de um edifício, desde que constituído por
pisos completos e contíguos, com acessos próprios e di-
Pernoita
rectos aos pisos para uso exclusivo dos seus utentes, e
que, pelos equipamentos e instalações, localização e ca-
Enténdese por pernoita cada noite que un viaxeiro se
pacidade, não obedece às normas estabelecidas para a
aloxa no establecemento.
classificação como hotel ou estalagem, fornecendo aos
seus clientes alojamento e refeições. A tipologia con-
Prazas
templa as classificações Albergaria, Pensão de 1ª, 2ª e
3ª categorias.
O número de prazas equivale ao número de camas
fixas; non se inclúen, polo tanto, as camas supletorias.
As camas de matrimonio dan lugar a dúas prazas.
57 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 58
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Turismo
Definicións
Turismo
Viaxeiro entrado
Taxa de ocupação no ano
Todas aquelas persoas que realizan unha ou máis per-
Relação percentual entre o total de dias de interna-
noitas seguidas no mesmo aloxamento.
mento no ano e a capacidade do estabelecimento (a capacidade é o total global de dias disponíveis ou seja a
lotação praticada x 365 dias).
Capacidade de alojamento nos estabelecimentos de
alojamento turístico colectivo
Número máximo de indivíduos que os estabelecimentos
podem alojar num determinado momento ou período,
sendo este determinado através do número de camas
existentes e considerando como duas as camas de casal.
Não se consideram os estabelecimentos encerrados.
Hóspedes
Indivíduo que efetua pelo menos uma dormida num estabelecimento de alojamento turístico.
58 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 59
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Turismo
Turismo
Establecementos de turismo e prazas
Estabelecimentos e capacidade de alojamento. Ano 2010
Unidade: Número
Total
Total
Estrelas de ouro
Hotéis
Estrelas de prata
Pensões
Outros establecementos
Outros estabelecimentos
Establecementos
Prazas Establecementos
Prazas Establecementos
Prazas Establecementos
Prazas
Estabelecimentos
Capacidade de Estabelecimentos
alojamento
Capacidade de Estabelecimentos
alojamento
Capacidade de Estabelecimentos
alojamento
Capacidade de
alojamento
Portugal
2.011
279.506
771
149.347
737
34.533
503
95.626
441
38.386
163
24.662
225
9.880
53
3.844
Minho-Lima
55
3.504
15
1.619
31
1.360
9
525
Cávado
63
4.773
23
2.928
30
1.256
10
589
Ave
30
2.452
13
1.524
12
588
5
340
Grande Porto
163
18.769
70
13.710
78
3.364
15
1.695
29
1.684
13
940
12
473
4
271
12
1.146
6
882
5
234
1
30
Douro
34
2.280
12
1.256
18
830
4
194
Alto Trás-os-Montes
55
3.778
11
1.803
39
1.775
5
200
150.717 2.450.525
7.588
1.219.568
7.250
179.332
135.879
1.051.625
Norte
Tâmega
Entre Douro e Vouga
España
Galicia
2.843
88.413
642
44.395
902
18.307
1.299
25.711
A Coruña
..
..
218
16.803
426
8.630
..
..
Lugo
..
..
101
5.259
190
3.742
..
..
Ourense
..
..
71
3.595
117
2.594
..
..
Pontevedra
..
..
252
18.738
169
3.341
..
..
Fonte: INE. Enquisas de ocupación hoteleira, aloxamentos de turismo rural, campamentos turísticos e apartamentos turísticos
INE, I.P., Estatísticas do Turismo
Nota: Galicia e España: o número de establecementos é a media anual dos establecementos abertos en cada mes. O número de prazas é a media anual das prazas estimadas en cada mes. "Outros establecementos" inclúen os establecementos de turismo
rural, os apartamentos e os campamentos turísticos. Para contabilizar os establecementos no caso dos apartamentos turísticos, considérase o número de apartamentos,
non o de empresas.
No caso de Portugal e regiões, os Outros Estabelecimentos incluem os hotéis-apartamentos, os apartamentos turísticos, ao aldeamentos turísticos, os motéis, as pousadas
e as estalagens.
(..) Valor não disponível.
(..) Dato non dispoñible.
59 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 60
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Turismo
Turismo
Pernoitas e viaxeiros nos establecementos de turismo
Dormidas e hóspedes nos estabelecimentos hoteleiros. Ano 2010
Unidade: Número
Total
Total
Estrelas de ouro
Hotéis
Estrelas de prata
Pensões
Outros establecementos
Outros estabelecimentos
Pernoitas
Viaxeiros
Pernoitas
Viaxeiros
Pernoitas
Viaxeiros
Pernoitas
Viaxeiros
Dormidas
Hóspedes
Dormidas
Hóspedes
Dormidas
Hóspedes
Dormidas
Hóspedes
Portugal
37.391.291 13.537.040 21.846.374
9.178.195
3.153.703
1.406.321
Norte
4.437.756
2.545.911
3.179.212
1.805.218
701.815
364.000
556.729
376.693
Minho-Lima
274.876
165.773
162.317
97.233
66.187
38.217
46.372
30.323
Cávado
470.366
267.422
308.028
167.680
79.910
41.478
82.428
58.264
Ave
282.823
183.925
176.888
110.974
37.369
18.460
68.566
54.491
2.637.120
1.459.931
2.023.764
1.122.345
330.365
149.741
282.991
187.845
Tâmega
136.203
82.888
98.431
59.966
x
x
x
x
Entre Douro e Vouga
99.040
57.449
81.750
51.115
x
x
x
x
Douro
223.416
136.567
150.685
92.343
48.881
28.020
23.850
16.204
313.912
191.956
177.349
103.562
105.647
70.895
30.916
17.499
364.879.961 98.800.625 248.181.383 74.008.643 18.982.099
7.880.230
97.716.479
16.911.752
Grande Porto
Alto Trás-os-Montes
España
Galicia
A Coruña
12.391.214 2.952.524
9.654.777 4.284.082 6.482.983 3.067.746
1.691.156
731.248
1.480.638
485.088
4.079.616
1.392.068
900.970
350.749
522.976
158.439
1.901.256 2.655.670
Lugo
1.157.126
688.192
631.118
392.394
322.902
202.763
203.106
93.035
Ourense
635.949
334.302
399.003
214.345
151.674
79.710
85.272
40.247
3.782.084
1.360.333
2.797.191
1.068.939
315.610
98.026
669.283
193.368
Pontevedra
Fonte: INE. Enquisas de ocupación hoteleira, aloxamentos de turismo rural, campamentos turísticos e apartamentos turísticos
INE, I.P., Estatísticas do Turismo
Nota: Galicia e España: os datos de viaxeiros refírense a viaxeiros entrados. "Outros
establecementos" inclúen os establecementos de turismo rural, os apartamentos e os
campamentos turísticos.
No caso de Portugal e regiões, os Outros Estabelecimentos incluem os hotéis-apartamentos, os apartamentos turísticos, ao aldeamentos turísticos, os motéis, as pousadas
e as estalagens. Os dados apresentados abrangem os estabelecimentos classificados
no Turismo de Portugal, I.P. (Continente) e Direcções Regionais de Turismo nas Regiões Autónomas.
(X) Segredo estatístico.
60 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 61
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Turismo
Turismo
Viaxeiros entrados en establecementos hoteleiros (estrelas de ouro e prata) segundo o país de residencia habitual
Hóspedes entrados nos estabelecimentos hoteleiros segundo o país de residência habitual. Ano 2010
Unidade: Número
Total
UE-27
España
Portugal
Resto UE-27
América
Outros
Total
UE-27
Espanha
Portugal
Resto UE-27
América
Outros
13.537.040
12.112.682
6.705.460
1.375.842
4.031.380
784.843
639.515
2.545.911
2.319.331
1.612.177
296.862
410.292
131.207
95.373
Minho-Lima
165.773
159.243
125.628
18.218
15.397
3.832
2.698
Cávado
267.422
254.689
198.129
24.014
32.546
8.448
4.285
Ave
183.925
173.395
135.574
16.150
21.671
6.964
3.566
1.459.931
1.280.015
768.095
209.130
302.790
100.684
79.232
Tâmega
82.888
80.892
70.029
5.238
5.625
1.241
755
Entre Douro e Vouga
57.449
55.176
42.124
5.349
7.703
1.162
1.111
Douro
136.567
127.019
106.032
5.385
15.602
6.805
2.743
Alto Trás-os-Montes
191.956
188.902
166.566
13.378
8.958
2.071
983
España
81.888.872
72.994.604
46.233.331
1.250.973
25.510.300
3.835.946
5.058.322
Galicia
3.798.994
3.611.190
3.064.190
176.046
370.954
101.828
85.976
1.742.818
1.620.201
1.337.188
60.318
222.695
66.169
56.448
595.157
570.057
481.442
7.887
80.728
12.319
12.781
Ourense
294.055
287.898
267.841
10.369
9.688
4.085
2.072
Pontevedra
1.166.965
1.133.033
977.718
97.472
57.843
19.255
14.677
Portugal
Norte
Grande Porto
A Coruña
Lugo
Fonte: INE. Encuesta de ocupación hotelera
INE, I.P., Inquérito à Permanência de Hóspedes e Outros Dados na Hotelaria
Nota: América refírese a todo o continente americano. No caso de Galicia e España, inclúense unicamente os viaxeiros entrados en establecementos hoteleiros. Non se inclúen os
entrados en establecementos de turismo rural, campamentos e apartamentos.
Os dados apresentados abrangem os estabelecimentos classificados no Turismo de
Portugal, I.P. (Continente) e Direcções Regionais de Turismo nas Regiões Autónomas.
Os valores para "outros" foram obtidos por subtracção: Total - UE27 - América.
61 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 62
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Turismo
Turismo
Grao de ocupación e estadía media
Taxa de ocupação e estada média, por tipo de estabelecimento hoteleiro. Ano 2010
Unidade: % e número de noites
Grao de ocupación
Taxa de Ocupação-Cama Líquida (%)
Estadía media
Estada média (Nº de noites)
Total
Estrelas de ouro
Estrelas de prata Outros establecementos
Total
Estrelas de ouro
Estrelas de prata Outros establecementos
Total
Hotéis
Pensões / Outros estabelecimentos
Total
Hotéis
Pensões Outros estabelecimentos
Portugal
38,7
41,4
26,7
38,8
2,8
2,4
2,2
4,2
Norte
32,4
35,8
20,4
39,7
1,7
1,8
1,9
1,5
Minho-Lima
22,5
27,7
14,7
25,1
1,7
1,7
1,7
1,5
Cávado
29,2
30,8
19,9
39,3
1,8
1,8
1,9
1,4
Ave
30,6
29,8
17,7
58,2
1,5
1,6
2,0
1,3
Grande Porto
39,1
41,6
26,6
43,9
1,8
1,8
2,2
1,5
Tâmega
23,5
27,7
x
x
1,6
1,6
x
x
Entre Douro e Vouga
23,6
25,1
x
x
1,7
1,6
x
x
Douro
26,7
32,3
16,6
31,8
1,6
1,6
1,7
1,5
Alto Trás-os-Montes
22,9
25,8
17,4
40,5
1,6
1,7
1,5
1,8
España
..
54,3
28,8
..
..
3,4
2,4
..
Galicia
..
39,5
25,1
..
..
2,1
2,3
..
A Coruña
..
42,8
28,4
..
..
1,9
2,6
..
Lugo
..
32,6
23,4
..
..
1,6
1,6
..
Ourense
..
30,1
16,0
..
..
1,9
1,9
..
Pontevedra
..
40,3
25,6
..
..
2,6
3,2
..
Fonte: INE. Encuesta de ocupación hotelera
INE, I.P., Estatisticas do Turismo
Nota: Galicia e España: grao de ocupación por prazas.
Os dados apresentados abrangem os estabelecimentos classificados no Turismo de
Portugal, I.P. (Continente) e Direcções Regionais de Turismo nas Regiões Autónomas.
(..) Valor não disponível.
(..) Dato non dispoñible.
(X) Segredo estatístico.
62 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 63
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Contas rexionais
Definicións
Contas regionais
Formación bruta de capital fixo (FBCF)
Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF)
Comprende as adquisicións menos as cesións de activos
A formação bruta de capital fixo engloba as aquisições
fixos realizadas polos produtores residentes.
líquidas de cessões, efectuadas por produtores residentes, de activos fixos durante um determinado período e
Paridades de poder adquisitivo
determinadas mais valias dos activos não produzidos
obtidas através da actividade produtiva de unidades
As paridades de poder adquisitivo son os tipos de cam-
produtivas ou institucionais. Os activos fixos são activos
bio que igualan o poder de compra das moedas.
corpóreos ou incorpóreos resultantes de processos de
produção, que são por sua vez utilizados, de forma re-
Posto de traballo
petida ou continuada, em processos de produção por
um período superior a um ano.
Defínese como un contrato explícito ou implícito entre
unha persoa e unha unidade institucional residente
Emprego
para realizar un traballo a cambio dunha remuneración
(inclúe a renda mixta dos traballadores autónomos) du-
O emprego compreende todas as pessoas (tanto trabal-
rante un período definido ou indefinido de tempo (SEC-
hadores por conta de outrém como trabalhadores por
95, 11.22).
conta própria) que exercem uma actividade produtiva
abrangida pela definição de produção dada pelo sis-
O concepto de posto de traballo difire do concepto de
tema.
emprego, nos seguintes aspectos:
1. En que inclúe o segundo, terceiro... posto de traballo
Produto interno bruto a preços de mercado (PIBpm)
que ocupa a mesma persoa.
2. En que exclúe as persoas que non traballan tempo-
O produto interno bruto a preços de mercado repre-
ralmente, pero que teñen "un vínculo formal co seu
senta o resultado final da actividade de produção das
posto de traballo"; por exemplo, "unha garantía de rein-
unidades produtivas residentes. Pode ser definido de
corporación ao traballo ou un acordo sobre a data de
outras três formas:
reincorporación". Este tipo de acordo entre un empre-
1. o PIBpm é igual à soma dos valores acrescentados
gador e unha persoa en suspensión temporal de em-
brutos dos diferentes sectores institucionais ou ramos
prego, en permiso de formación, en paro parcial por
de actividade, aumentada dos impostos menos os sub-
razóns técnicas ou económicas , en permiso por nace-
sídios aos produtos (que não sejam afectados aos sec-
mento dun fillo ou en excedencia por nacemento dun
tores e ramos de actividade). É igualmente o saldo da
fillo non se considera un posto de traballo.
conta de produção total da economia;
2. o PIBpm é igual à soma dos empregos finais internos
Produto interior bruto (PIB)
de bens e serviços (consumo final efectivo, formação
bruta de capital), mais as exportações e menos as im-
É o resultado da actividade produtiva das unidades de
portações de bens e serviços;
produción residentes. Nas contas económicas estímase
3. o PIB é igual à soma dos empregos da conta de ex-
por tres vías: oferta, demanda e rendas.
ploração do total da economia (remunerações dos trabalhadores, impostos sobre a produção e importações
· Suma do valor engadido bruto (VEB) das ramas de ac-
menos subsídios, excedente bruto de exploração e ren-
tividade, máis os impostos netos de subvencións sobre
dimento misto do total da economia). Deduzindo ao
os produtos (oferta).
PIBpm o consumo de capital fixo, obtém-se o Produto
· Suma da demanda final de bens e servizos das unida-
Interno Líquido a preços de mercado (PILpm).
des institucionais residentes máis o saldo exterior de
bens e servizos (demanda).
63 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 64
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Contas rexionais
Definicións
Contas regionais
· Suma de remuneración de asalariados, impostos sobre
Remunerações dos empregados
a produción e importacións menos as subvencións,
renda mixta e excedente de explotación bruto (rendas).
As remunerações dos empregados definem-se como o
total das remunerações, em dinheiro ou em espécie, a
Remuneración de asalariados
pagar pelos empregadores aos empregados como retribuição pelo trabalho prestado por estes últimos no
Comprende toda a remuneración en efectivo e en espe-
período de referência.. As remunerações dos emprega-
cie que lles teñen que pagar os empregadores aos seus
dos subdividem-se em:
asalariados como contrapartida do traballo realizado
1. ordenados e salários: ordenados e salários em din-
por estes durante o período contable. A remuneración
heiro; ordenados e salários em espécie;
de asalariados desagrégase en: soldos e salarios e coti-
2. contribuições sociais dos empregadores: contribui-
zacións sociais a cargo dos empregadores.
ções sociais efectivas dos empregadores; contribuições
sociais imputadas dos empregadores.
Valor engadido bruto (VEB)
Valor Acrescentado Bruto / Avaliação do VAB
Para cada unidade dedicada a unha actividade produtiva, é a diferenza entre a produción e os consumos in-
Corresponde ao saldo da conta de produção, a qual in-
termedios. Valórase a prezos básicos, que son os
clui em recursos, a produção, e em empregos, o con-
prezos que os produtores reciben dos compradores res-
sumo intermédio, antes da dedução do consumo de
tando calquera imposto que se pague e sumando cal-
capital fixo. Tem significado económico tanto para os
quera subvención que se reciba.
sectores institucionais como para os ramos de actividade. O VAB é avaliado a preços de base, ou seja,não inclui os impostos líquidos de subsídios sobre os produtos.
64 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
4.540
3.487
1.987
2.115
Tâmega
Entre Douro e Vouga
Douro
Alto Trás-os-Montes
2.315
2.157
3.704
4.933
21.453
6.137
5.151
2.637
48.488
171.983
2008
56.183
57.971
1.053.161 1.087.749
2.199
2.052
3.712
4.853
21.087
6.002
4.940
2.540
47.385
169.319
2007
56.602
1.047.831
2.316
2.192
3.560
4.882
20.579
5.924
5.070
2.684
47.205
168.504
2009
57.393
1.051.342
2.380
2.272
3.661
5.047
21.059
6.118
5.227
2.777
48.542
172.571
2010
estatístico
65 Anuario Galicia Norte de Portugal
2011
(..) Dato non dispoñible.
(..) Valor não disponível.
sas a preços correntes.
Portugal e Norte: Os resultados de 2010 são preliminares. As variáveis estão expres-
das polo INE.
de xullo de cada ano, segundo as estimacións da poboación actual (ePOBa) elabora-
tanse a prezos correntes. Para o cálculo do PIB per cápita utilizouse a poboación a 1
España son provisionais os datos de 2006 a 2010. As variables monetarias presén-
Nota: Galicia e España: os datos dos anos 2009 e 2010 son avance para Galicia. Para
INE, I.P., Contas Regionais; Eurostat
de España base 2008; Eurostat
19,2
22,4
9,7
9,3
12,2
8,1
15,4
10,8
11,3
9,8
11,9
15,2
2006
20,6
23,5
10,1
9,6
12,9
8,7
16,5
11,5
12,0
10,1
12,7
16,0
2007
21,2
23,9
10,8
10,2
12,9
8,8
16,7
11,7
12,5
10,5
13,0
16,2
2008
PIB per capita
(milhares de euros)
PIB
(milhões de euros)
Fonte: IGE. Contabilidade trimestral de Galicia base 2005. INE. Contabilidad Nacional
52.279
19.731
Grande Porto
Galicia
5.635
Ave
985.547
4.634
Cávado
España
2.465
44.593
Norte
Minho-Lima
160.855
Portugal
2006
PIBpm per cápita
(miles de euros)
PIBpm
(millóns de euros)
20,7
22,8
10,9
10,5
12,3
8,7
16,0
11,3
12,3
10,7
12,6
15,8
2009
21,0
22,8
11,3
11,0
12,7
9,0
16,4
11,7
12,6
11,1
13,0
16,2
2010
87
104
50
48
63
42
80
56
59
51
62
79
2006
89
105
50
47
64
43
81
56
59
50
62
78
2007
89
103
48
46
62
42
82
56
59
50
62
78
2008
PIB per cápita (unidades padrão de
poder de compra; índice 100 = UE27)
PIB per cápita (paridades de poder
adquisitivo; índice 100 = UE27)
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 65
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Contas regionais
Contas rexionais
Produto interior bruto a prezos de mercado
Produto Interno Bruto, por NUTS III
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 66
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Contas rexionais
Contas regionais
Taxas de variación interanuais en índices de volume do PIB
Taxa de variação em volume do PIB
Unidade: Porcentaxes / Percentagens
2008
2009
2010
Portugal
0,0
-2,9
1,4
Norte
0,5
-3,6
1,4
España
0,9
-3,7
-0,1
Galicia
1,7
-3,1
0,1
Fonte: IGE. Contabilidade trimestral de Galicia base 2005. INE. Contabilidad Nacional
de España base 2008
INE, I.P., Contas Regionais
Nota: Galicia e España: os datos dos anos 2009 e 2010 son avance para Galicia. Para
España son provisionais os datos de 2008, 2009 e 2010.
Portugal e Norte: os resultados de 2010 são preliminares.
66 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
42.096
996.990
53.209
Norte
España
Galicia
52.586
973.129
41.658
148.703
52.600
961.592
42.480
151.021
2010
1.276
..
1.718
5.147
2008
estatístico
67 Anuario Galicia Norte de Portugal
2011
(..) Dato non dispoñible.
(..) Valor não disponível.
Portugal e Norte: Os resultados de 2010 são preliminares.
España son provisionais os datos de 2008, 2009 e 2010.
Nota: Galicia e España: os datos dos anos 2009 e 2010 son avance para Galicia. Para
INE, I.P., Contas Regionais
de España base 2008
2009
1.230
..
1.667
5.014
Fonte: IGE. Contabilidade trimestral de Galicia base 2005. INE. Contabilidad Nacional
149.311
Portugal
2009
1.203
..
..
..
2010
Emprego (milhares de indivíduos)
2008
Emprego (miles de postos de traballo)
VEB (millóns de euros)
VAB (milhões de euros)
FBCF (millóns de euros
..
312.046
11.313
38.635
2008
..
251.483
..
..
2009
..
..
2010
..
240.289
FBCF (milhões de euros)
Remuneración de asalariados (millóns de euros)
27.708
533.622
24.471
85.692
2008
27.906
519.955
24.348
85.888
2009
27.603
506.791
..
..
2010
Remunerações de assalariados (milhões de euros)
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 67
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Contas regionais
Contas rexionais
Valor engadido bruto a prezos básicos, emprego, formación bruta de capital fixo e remuneración de asalariados
Valor Acrescentado Bruto a preços de base, Emprego, Formação Bruta de Capital Fixo e Remunerações
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 68
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Contas rexionais
Contas regionais
Valor engadido bruto a prezos básicos por ramas de actividade en Portugal e Norte
Valor Acrescentado Bruto a preços correntes por ramo de atividade A10 em Portugal/Norte - CAE Rev.3
2009
151.020,9
2010
42.096,4
2008
41.657,9
2009
42.479,9
2010
Norte
2008
148.703,2
Portugal
149.311,1
667,9
Unidade: Millóns de euros / Milhões de euros
Total
669,9
9.952,8
696,0
9.732,3
3.397,4
10.417,9
3.410,9
25.146,6
3.517,9
24.700,8
Agricultura, gandería, silvicultura e pesca / Agricultura, produção animal, caça, floresta e pesca
Industrias extractivas; industria manufactureira; subministración de enerxía eléctrica, gas, vapor e aire
25.897,6
9.194,7
1.074,1
9.553,3
3.224,4
8.890,9
1.076,5
1.636,8
3.123,1
36.585,9
1.067,6
1.814,7
4.363,8
3.341,1
35.352,4
5.703,8
2.182,7
4.101,9
2.104,5
10.059,2
34.317,4
5.719,4
9.830,0
4.109,8
2.070,8
8.745,7
9.964,2
5.675,1
10.399,1
13.057,4
1.972,7
8.744,5
1.156,6
10.887,6
11.503,4
12.115,5
10.163,4
8.352,8
1.129,4
Atividades de consultoria, cientificas, técnicas e similares; actividades administrativas e dos serviços de apoio
Administración pública e defensa; seguridade social obrigatoria; educación; actividades sanitarias e de servizos sociais
Administração pública e defesa; segurança social obrigatória; educação, saúde humana e ação social
Actividades artísticas, recreativas e de entretemento; reparación de artigos de uso doméstico e
outros servizos
2011
estatístico
acondicionado; subministración de auga, actividades de saneamento, xestión de residuos e descontaminación
Indústrias extrativas; indústrias transformadoras; produção e distribuição de electricidade, gás, vapor e
ar frio; captação, tratamento e distribuição de água; saneamento, gestão de resíduos e despoluição
Construción / Construção
Comercio polo xunto e polo miúdo, reparación de vehículos de motor e motocicletas; transporte e
almacenamento; hostalería
Información e comunicacións / Informação e comunicação
12.325,4
10.013,1
32.739,5
1.065,0
Comércio por grosso e a retalho; reparação de veículos automóveis e motociclos; transportes e
Actividades financeiras e de seguros / Atividades financeiras e de seguros
9.829,3
32.788,6
4.337,7
armazenagem; atividades de alojamento e restauração
Actividades inmobiliarias / Atividades imobiliarias
31.288,2
4.239,1
Actividades de consultoría, científicas, técnicas e similares; actividades administrativas e dos servizos de apoio
4.069,1
Atividades artísticas e de espetáculos; reparação de bens de uso doméstico e outros serviços
Fonte: INE, I.P., Contas Regionais. Base 2006
Nota: Os dados para 2010 são preliminares.
68 Anuario Galicia Norte de Portugal
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 69
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Contas rexionais
Contas regionais
Valor engadido bruto a prezos básicos por ramas de actividade en Galicia
Valor Acrescentado Bruto a preços de base por sector de actividade na Galiza
Unidade: Millóns de euros
2008
2009
2010
53.209
52.586
52.600
Agricultura, produção animal e pesca
2.300
2.186
2.309
Enerxía / Energia
1.890
1.908
2.008
Industria / Indústria
8.133
7.031
6.980
Construción / Construção
6.638
6.209
5.838
Servizos de mercado / Serviços de mercado
25.817
26.224
26.433
Servizos non de mercado / Serviços não de mercado
8.432
9.028
9.031
Total
Agricultura, gandería e pesca
Fonte: IGE. Contabilidade trimestral de Galicia base 2005
Nota: Os datos dos anos 2009 e 2010 son avance.
69 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 70
70 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 71
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Comercio intracomunitario
Definicións
Comércio intracomunitário
Expedicións
Expedição
Comprenden todas aquelas operacións a través das
Envio de mercadorias comunitárias com destino a um
cales un produto con orixe en Galicia é vendido aos pa-
Estado-membro.
íses da UE, excluíndo España.
Chegada
Introducións
Recepção de mercadorias comunitárias expedidas de
Comprenden todas aquelas operacións nas que unha
um outro Estado-membro.
mercadoría elaborada ou orixinal dun país membro da
UE (excluíndo España) é comprada para ser consumida
ou transformada en Galicia.
71 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 72
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Comercio intracomunitario
Comércio intracomunitário
Comercio intracomunitario. Resumo por seccións arancelarias
Comércio intracomunitário por grandes grupos de produtos. Ano 2010
Total
Animais vivos e produtos do reino animal
Norte
Galicia
Expedicións / Expedições
Porcentaxe
Introducións / Chegadas Expedicións / Expedições Introducións / Chegadas
Percentagem
100
Porcentaxe Millóns de euros
11.314,4
9,3
Percentagem Milhões de euros
100
1.055,5
Porcentaxe Millóns de euros
7.363,9
5,8
Percentagem Milhões de euros
100,0
423,7
Porcentaxe Millóns de euros
10.574,2
2,8
Percentagem Milhões de euros
100,0
295,4
Millóns de euros
8.791,7
7,4
Milhões de euros
653,9
0,9
0,2
102,5
20,6
4,5
2,8
0,4
514,7
4,6
205,1
27,5
1,7
523,0
2,7
0,5
0,1
125,1
6,1
301,2
0,8
57,4
5,3
3,8
448,6
10,3
86,5
3,8
0,3
403,4
0,2
761,7
3,4
330,2
28,7
2,0
20,2
2,3
251,3
e vinagre; tabaco e sucedáneos
Produtos das Indústrias Alimentares; Bebidas, Líquidos Alcoólicos
Produtos das industrias químicas ou das industrias conexas
Produtos das Indústrias Químicas ou das Indústrias Conexas
Materias plásticas e manufacturas destas materias; caucho e
manufacturas de caucho
2011
estatístico
Animais Vivos e Produtos do Reino Animal
Produtos do reino vexetal / Produtos do Reino Vegetal
Graxas e aceites animais ou vexetais; produtos do seu
desdobramento; graxas alimenticias elaboradas; ceras de orixe
animal ou vexetal
Gorduras e Óleos Animais ou Vegetais; Produtos da sua
176,8
0,7
247,1
8,8
Dissociação; Gorduras Alimentares Elaboradas; Ceras de Origem
58,2
5,9
933,5
Animal ou Vegetal
e Vinagres; Tabaco e seus Sucedâneos Manufacturados
518,0
9,7
Produtos das industrias alimenticias; bebidas, líquidos alcohólicos
Produtos minerais / Produtos Minerais
849,8
Plásticos e suas Obras; Borracha e suas Obras
72 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
73 Anuario Galicia Norte de Portugal
2011
suas Obras; Flores Artificiais; Obras de Cabelo
Guarda-Sóis, Bengalas, Chicotes e suas Partes; Penas Preparadas e
Calçado; Chapéus e Artefactos de uso semelhante, Guarda-Chuvas,
artificiais; manufacturas de cabelo
as súas partes; plumas preparadas e artigos de plumas, flores
Calzado; sombreirería, paraugas, antucas, bastóns, látegos, fustas e
Matérias Têxteis e suas Obras
Materias téxtiles e as súas manufacturas
Desperdícios e Aparas de Papel ou de Cartão; Papel e suas Obras
Pastas de Madeira ou de outras Matérias Fibrosas Celulósicas;
e desperdicios de papel ou cartón; papel e as súas aplicacións
117,3
831,9
246,0
159,9
232,7
1,3
9,5
2,8
1,8
2,6
1.059,6
2.295,0
208,2
494,6
14,7
Percentagem Milhões de euros
Milhões de euros
Pasta de madeira ou doutras madeiras fibrosas celulósicas, refugallo
Obras de Espartaria ou de Cestaria
Madeira, Carvão Vegetal e Obras de Madeira; Cortiça e suas Obras;
manufacturas de cortiza; manufacturas de espartería ou de cestería
Madeira, carbón vexetal e manufacturas de madeira; cortiza e
semelhantes; Obras de Tripa
Correeiro ou de Seleiro; Artigos de Viagem, Bolsas e Artefactos
Peles, Couros, Peles com Pêlo e Obras destas Matérias; Artigos de
e continentes similares, manufacturas de tripa
gornicionería ou de talabartería, artigos de viaxe, bolsos de man
Peles, coiros, peletería e manufacturas destas materias; artigos de
Porcentaxe Millóns de euros
Millóns de euros
10,0
21,7
2,0
4,7
0,1
22,8
654,3
197,1
121,4
19,0
Percentagem Milhões de euros
Porcentaxe Millóns de euros
0,3
8,9
2,7
1,6
0,3
262,3
2.101,9
335,6
239,1
98,0
Percentagem Milhões de euros
Porcentaxe Millóns de euros
2,3
18,6
3,0
2,1
0,9
Percentagem
Porcentaxe
Expedicións / Expedições
Galicia
Introducións / Chegadas Expedicións / Expedições Introducións / Chegadas
Norte
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 73
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Comercio intracomunitario
Comércio intracomunitário
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 74
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Comercio intracomunitario
Comércio intracomunitário
Manufacturas de pedra, xeso, cemento, amianto, mica ou materias
análogas; produtos cerámicos, vidro e manufacturas de vidro
Norte
Galicia
Percentagem Milhões de euros
Porcentaxe Millóns de euros
Percentagem Milhões de euros
Porcentaxe Millóns de euros
Percentagem Milhões de euros
Porcentaxe Millóns de euros
Percentagem
Porcentaxe
Expedicións / Expedições
Millóns de euros
Introducións / Chegadas Expedicións / Expedições Introducións / Chegadas
Milhões de euros
0,0
656,3
6,9
3,4
5,8
0,1
1,8
2,5
14,1
389,5
37,9
207,7
2,1
1.041,0
7,4
4.286,9
0,8
220,3
7,3
541,3
31,2
58,9
0,7
776,6
12,6
2.301,1
2,6
63,9
14,9
1.333,3
11,3
272,2
1.310,2
21,2
1.197,1
2,2
1.859,9
8,1
191,1
709,7
2011
estatístico
Obras de Pedra, Gesso, Cimento, Amianto, Mica ou de Materiais
semelhantes; Produtos Cerâmicos; Vidro e suas Obras
Perlas finas ou cultivadas, pedras preciosas e semipreciosas ou
similares, metais preciosos, chapados de metais preciosos e
manufacturas destas materias; xoiería de fantasía; moedas
Pérolas Naturais ou Cultivadas, Pedras Preciosas ou Semipreciosas
e semelhantes, Metais Preciosos, Metais Folheados ou Chapeados
de Metais Preciosos e suas Obras; Bijuteria, Moedas
Metais comúns e manufacturas destes metais
Metais Comuns e suas Obras
Máquinas e aparellos, material eléctrico, e a súas partes; aparellos
para a gravación ou reprodución de imaxes e son, partes e accesorios
Máquinas e Aparelhos, Material Eléctrico, e suas Partes; Aparelhos
de Gravação ou Reprodução de Som. Aparelhos de Gravação ou
Reprodução de Imagens e de Som de Televisão, suas Partes e
Acessórios
Material de transporte / Material de Transporte
74 Anuario Galicia Norte de Portugal
0,0
Non clasificados / Não Classificados
estatístico
75 Anuario Galicia Norte de Portugal
2011
Valores declarados.
Nota: Norte: A localização geográfica corresponde à localização da sede do operador.
INE, I.P., Estatísticas do Comércio internacional
nas e Impuestos Especiales da Agencia Estatal de Administración Tributaria
Fonte: Elaboración IGE a partir dos ficheiros facilitados polo Departamento de Adua-
2,4
283,1
13,8
154,2
0,0
0,0
3,2
0,2
1,8
0,0
0,8
663,3
15,6
60,7
Percentagem Milhões de euros
Milhões de euros
Objectos de Arte, de Colecção ou Antiguidades
Obxectos de arte, de colección ou de antigüidade
Mercadorías e produtos diversos / Mercadorias e Produtos Diversos
Armas e Munições, suas Partes e Acessórios
Armas e municións e as súas partes e accesorios
suas Partes e Acessórios
Médicos-Cirúrgicos; Artigos de Relojoaria; Instrumentos Musicais,
Medida, Controlo ou de Precisão; Instrumentos e Aparelhos
Instrumentos e Aparelhos de Óptica, Fotografía ou Cinematografía,
medida, precisión, medicina, reloxería, música; partes e accesorios
Instrumentos e aparellos de óptica, fotografía, cinematografía,
Porcentaxe Millóns de euros
Millóns de euros
0,0
0,0
6,3
0,1
0,6
3,6
0,0
128,7
3,1
26,0
Percentagem Milhões de euros
Porcentaxe Millóns de euros
0,0
0,0
1,7
0,0
0,4
46,2
0,0
68,2
1,1
10,7
Percentagem Milhões de euros
Porcentaxe Millóns de euros
0,4
0,0
0,6
0,0
0,1
Percentagem
Porcentaxe
Expedicións / Expedições
Galicia
Introducións / Chegadas Expedicións / Expedições Introducións / Chegadas
Norte
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 75
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Comercio intracomunitario
Comércio intracomunitário
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 76
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Comercio intracomunitario
Comércio intracomunitário
Comercio intracomunitario: expedicións por destino e introducións por orixe
Comércio intracomunitário: expedições por país de destino e chegadas por país de origem. Ano 2010
Unidade: Millóns de euros / Milhões de euros
Norte
Galicia
Introducións
Expedicións
Introducións
Expedicións
Chegadas
Expedições
Chegadas
Expedições
8.791,7
10.574,2
7.363,9
11.314,4
1.372,1
1.703,9
655,5
536,3
Austria / Áustria
91,9
94,2
45,7
59,4
Bélxica / Bélgica
414,5
443,2
151,1
292,4
Bulgaria / Bulgária
5,9
7,6
34,7
23,0
Chipre / Chipre
0,3
6,9
0,7
147,1
Dinamarca / Dinamarca
79,6
133,5
132,0
51,4
Eslovaquia / Eslováquia
27,2
40,6
32,5
15,6
9,4
9,2
5,5
38,3
3.819,5
3.564,2
..
..
3,1
7,0
5,3
10,0
Finlandia / Finlândia
29,9
46,4
82,3
31,3
Francia / França
711,3
2.080,2
2.542,0
4.846,3
Grecia / Grécia
22,1
40,0
6,5
261,9
Hungría / Hungria
23,5
32,1
8,6
54,8
Irlanda / Irlanda
19,8
49,5
70,0
70,2
883,9
485,8
544,3
1.139,8
Letonia / Letónia
1,7
1,9
1,7
10,7
Lituania / Lituânia
8,0
5,7
10,9
18,5
Total
Alemaña / Alemanha
Eslovenia / Eslovénia
España / Espanha
Estonia / Estónia
Italia / Itália
76 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 77
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Comercio intracomunitario
Comércio intracomunitário
Unidade: Millóns de euros / Milhões de euros
Norte
Galicia
Introducións
Expedicións
Introducións
Expedicións
Chegadas
Expedições
Chegadas
Expedições
Luxemburgo / Luxemburgo
6,2
12,7
26,8
16,4
Malta / Malta
5,7
4,5
5,2
13,3
584,6
453,9
209,5
473,5
43,0
126,6
78,1
216,1
..
..
1.571,1
2.264,0
423,8
892,6
676,1
493,6
51,9
105,2
57,5
36,0
9,7
65,7
65,5
86,0
142,8
160,9
305,4
65,0
Países Baixos / Países Baixos
Polonia / Polónia
Portugal / Portugal
Reino Unido / Reino Unido
República Checa / República Checa
Romanía / Roménia
Suecia / Suécia
Fonte: Elaboración IGE a partir dos ficheiros facilitados polo Departamento de Aduanas e Impuestos Especiales da Agencia Estatal de Administración Tributaria
NE, I.P., Estatísticas do Comércio internacional
Nota: Norte: Os totais do comércio intracomunitário podem não ser iguais à soma dos
países devido à existência de comércio com países de destino ou origem desconhecidos e pela não inclusão dos abastecimentos e provisões a bordo. Os valores para Portugal incluem as estimativas de não respostas e das transacções abaixo dos limiares
de assimilação. Ao nível regional, incluem-se apenas os valores declarados por sede
do operador.
(..) Valor não disponível.
(..) Dato non dispoñible.
77 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 78
78 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 79
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Empresas e sociedades
Definicións
Empresas e sociedades
CNAE-2009. Seccións
Empresa
· A Agricultura, gandaría, silvicultura e pesca
Entidade jurídica (pessoa singular e colectiva) corres-
· B Industrias extractivas
pondente a uma unidade organizacional de produção
· C Industria manufactureira
de bens e serviços, usufruindo de uma certa autonomia
· D Fornecemento de enerxía eléctrica, gas, vapor e aire
de decisão, nomeadamente quanto à afectação dos
acondicionado
seus recursos correntes. Uma empresa exerce uma ou
· E Fornecemento de auga, actividades de saneamento,
várias actividades, em um ou em vários locais.
xestión de residuos e descontaminación
· F Construción
Legenda dos Códigos de Actividades CAE-Rev.3
· G Comercio por xunto e polo miúdo, reparación de vehículos de motor e motocicletas
· A Agricultura, produção animal, caça, floresta e pesca
· H Transporte e almacenamento
· B Indústrias extractivas
· I Hostalaría
· C Indústrias transformadoras
· J Información e comunicacións
- 10 Indústrias alimentares
· K Actividades financeiras e de seguros
- 11 Indústria das bebidas
· L Actividades inmobiliarias
- 12 Indústria do tabaco
· M Actividades profesionais, científicas e técnicas
- 13 Fabricação de têxteis
· N Actividades administrativas e servizos auxiliares
- 14 Indústria do vestuário
· O Administración pública e defensa; seguridade social
- 15 Indústria do couro e dos produtos do couro
obrigatoria
- 16 Indústrias da madeira e da cortiça e suas obras,
· P Educación
excepto mobiliário;Fabricação de obras de cestaria e de
· Q Actividades sanitarias e de servizos sociais
espartaria
· R Actividades artísticas, recreativas e de entretemento
· S Outros servizos
- 17 Fabricação de pasta, de papel, de cartão e seus
artigos
· T Actividades dos fogares como empregadores de per-
- 18 Impressão e reprodução de suportes gravados
soal doméstico; actividades dos fogares como produtores de bens e servizos para uso propio
- 19 Fabricação de coque, produtos petrolíferos refinados e de aglomerados de combustíveis
· U Actividades de organizacións e organismos extrate-
- 20 Fabricação de produtos químicos e de fibras sin-
rritoriais
téticas ou artifíciais, excepto produtos farmacêuticos
CNAE-2009. Divisións da industria manufactureira
e de preparações farmacêuticas
· 10 Industria da alimentación
rias plásticas
- 21 Fabricação de produtos farmacêuticos de base
- 22 Fabricação de artigos de borracha e de maté- 23 Fabrico de outros produtos minerais não metá-
· 11 Fabricación de bebidas
· 12 Industria do tabaco
licos
· 13 Industria téxtil
- 24 Indústrias metalúrgicas de base
· 14 Confección de roupa de vestir
- 25 Fabricação de produtos metálicos, excepto má-
· 15 Industria do coiro e do calzado
quinas e equipamentos
- 26 Fabricação de equipamentos informáticos,
· 16 Industria da madeira e da cortiza, agás mobles; cestaría e espartaría
equipamento para comunicações e produtos electróni-
· 17 Industria do papel
cos e ópticos
· 18 Artes gráficas e reprodución de soportes gravados
- 27 Fabricação de equipamento eléctrico
· 19 Coquerías e refinado de petróleo
- 28 Fabricação de máquinas e de equipamentos,
· 20 Industria química
n.e.
79 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 80
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Empresas e sociedades
Definicións
Empresas e sociedades
· 21 Fabricación de produtos farmacéuticos
· 22 Fabricación de produtos de caucho e plásticos
- 29 Fabricação de veículos automóveis, reboques,
semi-reboques e componentes para veículos automóveis
· 23 Fabricación doutros produtos minerais non metálicos
- 30 Fabricação de outro equipamento de transporte
· 24 Metalurxia; fabricación de produtos de ferro, aceiro
- 31 Fabrico de mobiliário e de colchões
e ferroaliaxes
- 32 Outras indústrias transformadoras
· 25 Fabricación de produtos metálicos, agás maquina-
- 33 Reparação, manutenção e instalação de máqui-
ria e equipamento
nas e equipamentos
· 26 Fabricación de produtos informáticos, electrónicos
· D Electricidade, gás, vapor, água quente e fria e ar frio
e ópticos
· E Captação, tratamento e distribuição de água; sane-
· 27 Fabricación de material e equipamento eléctrico
amento, gestão de resíduos e despoluição
· 28 Fabricación de maquinaria e equipamento n.c.n.
· F Construção
· 29 Fabricación de vehículos de motor, remolques e se-
· G Comércio por grosso e a retalho; reparação de veí-
mirremolques
culos automóveis e motociclos
· 30 Fabricación doutro material de transporte
· H Transportes e armazenagem
· 31 Fabricación de mobles
· I Alojamento, restauração e similares
· 32 Outras industrias manufactureiras
· J Actividades de informação e de comunicação
· 33 Reparación e instalación de maquinaria e equipa-
· K Actividades financeiras e de seguros
mento
· L Actividades imobiliárias
· M Actividades de consulturia, científicas, técnicas e si-
Empresa
milares
· N Actividades administrativas e dos serviços de apoio
É a unidade xurídica que lles proporciona cobertura
· O Administração Pública e Defesa; Segurança Social
legal ás actividades que se realizan nun ou varios locais.
Obrigatória
As unidades xurídicas poden ser persoas físicas ou per-
· P Educação
soas xurídicas con existencia legal independente da dos
· Q Actividades da saúde humana a apoio social
seus propietarios.
· R Actividades artísticas, de espectáculos, desportivas
e recreativas
· S Outras actividades de serviços
· T Actividades das famílias empregadoras de pessoal
doméstico e actividades de produção das famílias para
usos próprio
· U Actividades dos organismos internacionais e outras
instituições extra-territoriais
80 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
39.977
27.343
16.075
17.120
Tâmega
Entre Douro e Vouga
Douro
Alto Trás-os-Montes
25.805
24.114
72.072
Lugo
Ourense
Pontevedra
..
..
..
..
..
..
15
15
1
8
327
2
50
219
637
4.460
A
C
1.662
1.060
987
2.155
1.878
180 5.304
94
83
70 5.954
427 15.291
2.916 222.371
66
51
15 4.378
115 6.057
29 8.968
38 7.008
51 4.768
73
438 34.888
1.361 74.234
B
86
100
65
135
386
13.962
20
12
10
27
82
45
35
10
241
681
D
F
estatístico
81 Anuario Galicia Norte de Portugal
2011
54
13
(..) Dato non dispoñible.
(..) Valor não disponível.
01 e 02 da secção A nem as secções O, T e U.
7.141
12.733 20.428
5.120 6.273
4.742
83 15.398 22.233
15
I
J
3.371
537
541
400
2.102
1.677
1.546
803 3.290
2.731 8.693
605
480 2.662
572 2.020
6.669 25.361
4.423
1.359
7.352
2.793
2.119 2.828
5.111 9.526
13.012 22.499
713
150
142
1.080
2.085
51.110
114
99
204
182
1.874
301
365
129
3.268
24.141 81.341 14.208
H
557.110 809.290 234.798 290.676
2.080 4.876
1.816 4.668
Portugal e Norte: O Sistema de Contas Integradas das Empresas não inclui as divisões
2009). A data de referencia dos datos é o día 1 de xaneiro de 2009.
11.612
2.808 7.606
5.304
8.853 31.900
3.923 11.843
4.308 9.443
3.861 5.526
165 37.993 56.075
5.945
11
14
27
57
112
50
32
23
326 32.953 87.474
Nota: Galicia e España: non se inclúen as empresas das seccións: A, O, T, U (CNAE-
INE, I.P., Sistema de Contas Integradas das Empresas
central de empresas
G
1.059 107.536 250.552
E
Fonte: IGE. Explotación do directorio de empresas e unidades locais. INE. Directorio
87.879
A Coruña
209.870
137.753
Grande Porto
Galicia
43.208
Ave
3.355.830
38.373
Cávado
España
22.195
342.044
1.060.906
Minho-Lima
Norte
Portugal
Total
L
M
N
P
Q
R
S
1.310
450
465
1.690
3.915
68.306
..
..
..
..
..
..
..
..
..
3.441
3.736
1.737
1.410
1.176
739
1.384
1.315
1.982
2.470
535
527
1.229
1.138
1.333
291
385
7.325
2.130
2.427
1.594 10.450
3.603 22.332
2.913
610
704
3.585
7.812
119.673 409.641 137.654
192
186
690
850
3.898 17.435 6.489
1.084
1.051
429
2.642
2.610
1.399
1.046
1.052
1.399
2.093
4.114
4.204
1.833
269
287
385
544
1.491
1.575
3.133
3.202
3.495 20.154
640
610
407
6.637 39.706
1.337
408
430
1.808
3.983
2.154
710
747
3.147
1.357
371
413
1.911
6.758 4.052
3.070
1.087
1.221
4.104
9.482
72.729 126.986 72.836 159.827
1.322
1.253
1.530
2.225
9.193 13.520
2.691
2.792
1.556
8.380 33.500 13.243 22.562 25.761
.. 28.391 115.693 41.307 61.558 76.670 27.714 150.000
K
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 81
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Empresas e sociedades
Empresas e sociedades
Empresas situadas segundo a CNAE-2009
Empresas sediadas segundo a CAE-Rev.3. Ano 2009
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 82
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Empresas e sociedades
Empresas e sociedades
Empresas situadas segundo a CNAE-2009. Industria manufactureira
Empresas sediadas segundo a CAE-Rev.3. - Indústria transformadora. Ano 2009
Cávado
Minho-Lima
Norte
Portugal
4.768
1.662
34.888
74.234
C
242
225
3.371
10.465
10+11+12
2.466
344
10.253
13.670
13+14
56
8
2.426
2.813
15
345
303
3.153
6.679
16
129
75
1.287
3.784
24
19
330
978
17+18 19+20+21
34
20
484
1.142
22
376
107
1.426
4.778
23
569
326
4.934
13.981
119
31
1.125
2.901
24+25 26+27+28
24
37
277
778
29+30
236
78
3.376
5.719
31
87
53
1.559
3.372
32
127
61
36
887
3.174
33
455
160
1.059
190
714
21
129
170
584
776
1.437
174
249
95
206
58
143
198
563
272
552
268
212
4.109
1.666
390
999
7.008
8.968
2011
estatístico
Ave
Grande Porto
75
88
86
76
1.921
151
22
20
39
13
60
139
36
560
754
3
302
65
11
33
87
218
39
31
61
109
162
3
355
1.085
12
767
1.109
22
1.271
270
103
459
322
4
6.057
4.378
69
15.989
410
10.726
926
987
Tâmega
Entre Douro e Vouga
Douro
18.476
651
440
23
3.249
1.365
323
45
25
13.338
309
582
64
44
50
12.048 47.086
413
79
200
67
397
4
2.905
158
25
202
197
11
5.660
1.117
1.063
56
26
381
294
4.431
212
360
424
30
179
92
19.531
183
63
141
392
169
6
15.748
880
71
15
212
1.026
4
5.294
1.695
404
11
28
404
29
19.839
61
571
77
23
106
138
222.371 30.956
1.637
28
241
55
78
2
2.937
880
8
304
344
58
15.291
932
92
10
579
324
5.954
479
152
15
1.060
A Coruña
1.878
610
513
Alto Trás-os-Montes
Lugo
2.155
916
España
Ourense
5.304
Galicia
Pontevedra
Fonte: IGE. Explotación do directorio de empresas e unidades locais. INE. Directorio
central de empresas
INE, I.P., Sistema de Contas Integradas das Empresas
Nota: Galicia e España: non se inclúen as empresas das seccións: A, O, T, U (CNAE-
2009). A data de referencia dos datos é o día 1 de xaneiro de 2009.
Portugal e Norte: O Sistema de Contas Integradas das Empresas não inclui as divisões
01 e 02 da secção A nem as secções O, T e U.
82 Anuario Galicia Norte de Portugal
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 83
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Empresas e sociedades
Empresas e sociedades
Empresas situadas por tramos de persoal asalariado
Empresas sediadas por escalões de pessoal ao serviço. Ano 2009
Total
0
1a9
10 a 19
20 a 49
50 a 249
>=250
1.060.906
-
1.014.103
26.377
13.758
5.780
888
342.044
-
324.079
10.100
5.426
2.202
237
Minho-Lima
22.195
-
21.261
565
273
81
15
Cávado
38.373
-
36.056
1.321
692
285
19
Ave
43.208
-
40.164
1.643
944
414
43
Grande Porto
137.753
-
131.651
3.525
1.735
727
115
Tâmega
39.977
-
36.926
1.611
1.004
419
17
Entre Douro e Vouga
27.343
-
25.718
862
529
208
26
Douro
16.075
-
15.614
294
123
43
1
17.120
-
16.689
279
126
25
1
España
3.355.830
1.767.470
1.402.996
101.601
55.641
..
..
Galicia
209.870
125.377
74.851
5.272
3.128
1.132
110
A Coruña
87.879
54.408
29.430
2.160
1.305
520
56
Lugo
25.805
14.938
9.848
597
325
93
4
24.114
14.610
8.605
506
293
89
11
72.072
41.421
26.968
2.009
1.205
430
39
Portugal
Norte
Alto Trás-os-Montes
Ourense
Pontevedra
Fonte: IGE. Explotación do directorio de empresas e unidades locais. INE. Directorio
central de empresas
INE, I.P., Sistema de Contas Integradas das Empresas
Nota: Galicia e España: non se inclúen as empresas das seccións: A, O, T, U (CNAE2009). A data de referencia dos datos é o día 1 de xaneiro de 2009.
Portugal e Norte: O Sistema de Contas Integradas das Empresas não inclui as divisões
01 e 02 da secção A nem as secções O, T e U.
(..) Valor não disponível.
(-) Não aplicável.
(..) Dato non dispoñible.
(-) Non procede.
83 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 84
84 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 85
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Sector financeiro
Definicións
Sector financeiro
Crédito
Depósitos
Contrato polo cal unha entidade financeira pon á dispo-
Fundos recebidos por uma instituição financeira mone-
sición do cliente certa cantidade de diñeiro, que deberá
tária a pedido de outrém e constituem responsabilida-
devolver con xuros e segundo os prazos pactados. A di-
des de carácter monetário dessas instituições. Estes
ferenza do préstamo, ese capital non ten que ter nece-
fundos podem revestir uma das seguintes modalidades:
sariamente unha finalidade prefixada (como a compra
dun inmoble, no caso dun préstamo hipotecario).
· Depósitos à orden: os quais são exigíveis a todo o
tempo;
Depósito
· Depósitos com pré-aviso: os quais vigoram por um período indefinido podendo contudo ser exigíveis depois
· Depósito a prazo: depósito contratado por un prazo de
de prevenido o depositário, com a antecipação fixada
tempo determinado. Se o contrato contén unha cláu-
na cláusula de pré-aviso, livremente acordada entre as
sula que así o indique, o importe do depósito só se pode
partes;
retirar antes de que expire o prazo con autorización da
· Depósitos a prazo: os quais são exigíveis no fim do
entidade financeira e cunha penalización na súa remu-
prazo porque foram constituídos, podendo ser conce-
neración.
dida a mobilização antecipada;
· Depósito á vista: é sinónimo de conta corrente: aquel
· Depósitos a prazo não mobilizáveis antecipadamente:
no que as cantidades depositadas poden retirarse ou
os quais são semelhantes aos anteriores com a excep-
transferirse en calquera momento, sen aviso previo á
ção a não poderem ser mobilizados antecipadamente;
entidade depositaria. Pódese dispoñer dos seus fondos
· Depósitos constituídos ao abrigo do regime especial:
a través de cheques.
os quais englobam todos os depósitos realizados de
· Depósitos de aforro: son depósitos dispoñibles con
acordo com legislação específica ou criados por insti-
previo aviso. É sinónimo de conta de aforro. Instrumén-
tuições de crédito, com conhecimento antecipado ao
tase cunha cartilla na que os apuntamentos substitúen
Banco de Portugal.
aos extractos característicos da conta corrente.
Hipoteca
Hipoteca
A hipoteca confere ao credor o direito de ser pago pelo
É un contrato mediante o cal se consegue un crédito co
valor de certas coisas imóveis, ou equiparadas, perten-
garante dun ben, cuxo valor responde do risco do non
centes ao devedor ou a terceiro com a preferência
pago. As inscricións de hipotecas expresan o importe
sobre os demais credores que não gozem de privilégio
da obrigación asegurada e dos xuros, en caso de que se
especial ou de prioridade de registo. As hipotecas são
estipulasen.
legais, judiciais ou voluntárias.
85 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 86
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Sector financeiro
Sector financeiro
Actividade bancaria en Portugal e na rexión Norte
Actividade bancária em Portugal e na região Norte. Ano 2009
6.609
44.110
176.219
Depósitos a clientes
368
1.781
6.417
De emigrantes
4.550
2.914
42.330
169.802
De outros clientes
De outros clientes
94
64
911
3.393
Xuros de depósitos
de clientes
Xuros de depósitos
de clientes
6.319
2.798
72.164
364.964
Juros de depósitos
Crédito concedido
6.223
2.718
65.939
294.914
A clientes
A clientes
96
79
6.225
70.050
A não clientes
A non clientes
Outra intermediación monetaria (bancos, caixas de aforro e caixas de crédito agrícola mutuo) / Outra intermediação monetária (bancos, caixas ecomómicas e caixas de crédito agrícola mútuo)
Portugal
2.054
3.281
190
Establecementos / Estabelecimentos
Unidade: Número de establecementos e millóns de euros / Número de estabelecimentos e milhões de euros
Norte
149
4.740
De emigrantes
Minho-Lima
215
44.334
4.665
38.881
72
94
5.453
2011
estatístico
Depósitos a clientes
Cávado
432
4.760
3.300
256
34
18.844
82
3.372
2.381
139
5.772
200
4.151
54
2.637
1.998
5.807
19.044
160
2.538
41
2.137
88
804
4.311
105
2.155
57
4.480
Grande Porto
223
2.643
232
2.696
215
Tâmega
159
2.387
313
4.695
Entre Douro e Vouga
132
3.009
235
Douro
137
Ave
Alto Trás-os-Montes
Fonte: INE, I.P., Estatísticas Monetárias e Financeiras
Nota: A informação apresentada exclui o Banco de Portugal.
Nas variáveis referentes aos Depósitos de clientes e ao Crédito concedido, estão con-
tabilizados os saldos registados no fim do ano, uma vez que se trata de valores ex-
traídos do balanço dos bancos. Nas restantes variáveis, estão contabilizados os fluxos
ocorridos durante o ano, uma vez que se trata de valores extraídos da demonstração
de resultados dos bancos.
86 Anuario Galicia Norte de Portugal
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 87
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Sector financeiro
Sector financeiro
Actividade bancaria en España e Galicia
Actividade bancária em Espanha e na Galiza
Oficinas de entidades de crédito.
Estabelecimentos de entidades de crédito. Ano 2009
Total
España
44.453
Galicia
2.415
A Coruña
951
Lugo
322
Ourense
360
Pontevedra
782
Fonte: Banco de España. Boletín estadístico
Nota: Exclúense as oficinas no estranxeiro. Datos a decembro de 2009.
Depósitos do sector privado en entidades de crédito.
Depósitos do sector privado en entidades de crédito. Ano 2009
Unidade: Miles de euros
Depósitos á vista
Depósitos de aforro
Depósitos a prazo
Total
España
265.612.766
207.850.099
668.549.635
1.142.012.511
Galicia
8.618.948
13.848.708
28.351.950
50.819.602
3.838.492
5.698.796
12.007.529
21.544.818
790.286
2.008.922
4.051.044
6.850.249
832.311
1.885.882
4.121.452
6.839.643
3.157.859
4.255.108
8.171.925
15.584.892
A Coruña
Lugo
Ourense
Pontevedra
Fonte: Banco de España. Boletín estatístico
Nota: a información subministrada nesta táboa está elaborada a partir dos estados
financeiros que as entidades de crédito lle remiten ao Banco de España por motivos
de supervisión e non segundo os estados reservados relativos aos requirimentos estatísticos da UEM.
Non se contabilizan os depósitos de "Banca electrónica" e os "Sen clasificar".
Datos a decembo de 2009.
87 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 88
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Sector financeiro
Sector financeiro
Créditos en entidades de crédito.
Créditos en entidades de crédito. Ano 2009
Unidade: Miles de euros
Administracións públicas
Outros sectores residentes
Total
España
61.227.696
1.776.533.062
1.837.760.758
Galicia
1.791.102
69.491.600
71.282.704
1.139.481
32.089.036
33.228.520
Lugo
120.326
5.529.819
5.650.146
Ourense
158.607
5.130.142
5.288.750
Pontevedra
372.688
26.742.600
27.115.288
A Coruña
Fonte: Banco de España, Boletín estadístico
Nota: a información subministrada nesta táboa está elaborada a partir dos estados
financeiros que as entidades de crédito lle remiten ao Banco de España por motivos
de supervisión e non segundo os estados reservados relativos aos requirimentos estatísticos da UEM.
Non se contabilizan os créditos "Sen clasificar".
Datos a decembo de 2009.
88 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 89
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Sector financeiro
Sector financeiro
Predios hipotecados e crédito hipotecario
Prédios hipotecados e crédito hipotecário
Predios hipotecados
Prédios hipotecados. Ano 2010
Unidade: Número e millóns de euros / Número e milhões de euros
Total
Urbanos
Rústicos
Número
Millóns de euros
Número
Millóns de euros
Número
Millóns de euros
Número
Milhões de euros
Número
Milhões de euros
Número
Milhões de euros
Portugal
139.328
17.637,1
132.340
16.675,3
4.177
431,9
Norte
40.470
4.297,5
38.083
4.084,1
1.776
131,1
Minho-Lima
2.598
287,8
2.320
269,0
201
9,0
Cávado
4.426
496,6
4.146
463,9
160
13,1
Ave
5.304
547,4
5.071
524,1
153
15,0
Grande Porto
16.435
1.912,2
16.298
1.885,6
116
24,0
Tâmega
4.780
429,0
4.276
386,1
350
24,7
Entre Douro e Vouga
2.628
235,2
2.501
227,3
93
4,9
Douro
2.188
209,6
1.664
168,3
432
26,5
2.111
179,7
1.807
159,9
271
14,0
España
956.127
..
911.955
..
44.172
..
Galicia
55.898
..
53.506
..
2.392
..
23.946
..
23.421
..
525
..
Lugo
6.836
..
6.368
..
468
..
Ourense
5.194
..
5.032
..
162
..
19.922
..
18.685
..
1.237
..
Alto Trás-os-Montes
A Coruña
Pontevedra
Fonte: INE. Estadística de hipotecas
Ministério da Justiça, Direcção-Geral da Política de Justiça
Nota: Galicia e España: os datos de 2010 son provisionais.
Portugal e Norte: Na informação referente aos prédios hipotecados, os valores são
apresentados segundo o local do imóvel e o valor de Portugal inclui contratos de hipotecas celebrados em Portugal e referentes a prédios localizados no território nacional.
(..) Valor não disponível.
(..) Dato non dispoñible.
89 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 90
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Sector financeiro
Sector financeiro
Crédito hipotecario
Crédito hipotecário
Unidade: Millóns de euros / Milhões de euros
2009
2010
14.286,9
12.994,6
3.576,4
3.179,6
Minho-Lima
24,2
17,3
Cávado
66,3
44,6
23,1
26,3
3.267,3
2.894,1
Tâmega
70,1
80,8
Entre Douro e Vouga
21,9
19,0
Douro
81,1
81,7
22,5
15,9
España
149.290,5
122.161,8
Galicia
6.184,0
5.389,5
2.650,4
2.296,5
610,1
570,5
364,5
392,8
2.559,0
2.129,7
Portugal
Norte
Ave
Grande Porto
Alto Trás-os-Montes
A Coruña
Lugo
Ourense
Pontevedra
Fonte: INE. Estadística de hipotecas
Ministério da Justiça, Direcção-Geral da Política de Justiça
Nota: Galicia e España: os datos de 2010 son provisionais.
Portugal e Norte: na coluna referente ao crédito hipotecário, os valores são apresentados segundo o domicílio do credor e o valor de Portugal inclui credores domiciliados
fora do território nacional.
90 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 91
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Prezos
Definicións
Preços
Índice de prezos de consumo
Preços no consumidor
É unha medida estatística da evolución do conxunto de
Quantia paga pelas famílias na aquisição de bens e ser-
prezos dos bens e servizos que consome a poboación
viços individuais baseados em transacções monetárias.
residente en vivendas familiares.
Esta quantia corresponde ao valor que o adquirente
efectivamente paga no momento de aquisição e inclui
todos os impostos indirectos líquidos de subsídios sobre
os produtos, reduções e descontos desde que de aplicação generalizada aos consumidores, e exclui juros e
outros custos associados à compra a crédito.
91 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 92
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Prezos
Preços
Taxas de variación da media anual do índice de prezos de consumo
Taxas de variação média do índice de preços no consumidor. Ano 2010
Unidade: Porcentaxes / Percentagens
Portugal
Norte
España
Galicia
1,4
1,2
1,8
1,9
Produtos alimentares e bebidas não alcoólicas
-0,2
-0,7
-0,8
-1,0
Bebidas alcohólicas e tabaco / Bebidas alcoólicas e tabaco
4,4
4,2
10,9
9,8
Vestido e calzado / Vestuário e calçado
-1,7
-1,5
-0,3
-0,3
Vivenda / Habitação, água, electricidade, gas e outros combustíveis
4,4
4,4
3,5
4,8
Acessórios, equipamento doméstico, manutenção corrente da habitação
1,6
1,5
0,6
0,2
Medicina / Saúde
-1,3
-2,0
-1,0
0,0
Transporte / Transportes
4,6
4,9
6,9
6,9
Comunicacións / Comunicações
-1,9
-1,7
-0,8
-0,8
Ocio e cultura / Lazer, recreação e cultura
-0,2
-0,8
-1,2
-1,4
2,8
1,9
2,5
2,4
1,2
1,3
1,2
1,8
0,5
0,2
2,3
1,9
Xeral / Total
Alimentos e bebidas non alcohólicas
Enxoval
Ensino / Educação
Hoteis, cafés e restaurantes / Hotéis, cafés e restaurantes
Outros bens e servizos / Bens e serviços diversos
Fonte: INE. Índice de precios de consumo. Base 2006=100
INE, I.P., Índice de preços no consumidor (Base=2008)
92 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 93
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Finanzas da Administración local
Definicións
Finanças da Administração local
Dereitos recoñecidos
Son dereitos efectivamente ingresados ou que están
pendentes de cobrar que xorden como consecuencia de
acontecementos pasados, en virtude dos que o debedor
queda obrigado a lle satisfacer á entidade unha determinada cantidade de diñeiro, nun momento concreto e
coas condicións que se derivan do seu soporte documental; son netos cando non inclúen os dereitos cancelados ou anulados.
Obrigas recoñecidas
Son débedas que supoñen pasivos para a parte debedora que proveñen de transaccións, acordos ou acontecementos de natureza orzamentaria ou non
orzamentaria acontecidos no pasado, en virtude dos
que a entidade se comprometeu a realizar, ao vencemento desta, unha prestación avaliada economicamente; son netas cando non inclúen as obrigas
canceladas ou anuladas.
93 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 94
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Finanzas da Administración local
Finanças da Administração local
Ingresos e gastos dos concellos da rexión Norte
Receitas e despesas das câmaras municipais da região Norte. Ano 2009
Unidade: Millóns de euros / Milhões de euros
Ingresos
Gastos
Receitas
Despesas
Total
Correntes
De capital
Total
Correntes
De capital
Portugal
7.202,8
5.752,6
1.450,2
7.859,5
5.260,9
2.598,6
Norte
2.264,3
1.744,3
520,1
2.404,1
1.556,7
847,4
210,2
136,0
74,2
236,9
125,6
111,3
Cávado
205,6
167,7
37,9
202,3
128,6
73,7
Ave
265,8
217,9
47,9
273,1
184,2
88,9
717,1
603,0
114,1
741,8
528,0
213,8
Tâmega
312,9
230,6
82,3
345,0
217,2
127,8
Entre Douro e Vouga
137,9
111,5
26,4
146,4
98,2
48,2
Douro
192,2
135,3
56,8
221,1
134,2
86,9
Alto Trás-os-Montes
222,6
142,2
80,5
237,5
140,7
96,8
Minho-Lima
Grande Porto
Fonte: Ministério das Finanças - Direcção-Geral do Orçamento, Base de dados Domus
Nota: A lógica inerente aos apuramentos dos quadros deste subcapítulo é uma lógica
de tesouraria e não uma lógica estritamente financeira, daí que as "Receitas" e "Despesas" possam ser entendidas como entradas/origens de fundos e saídas/aplicações
de fundos. Do mapa de controlo orçamental das câmaras municipais não foram consideradas as rubricas relativas às operações extra-orçamentais e ao saldo da gerência
anterior. As rubricas "Activo" e "Passivo" correspondem aos saldos entre receitas e
despesas.
94 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 95
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Finanzas da Administración local
Finanças da Administração local
Liquidación dos orzamentos dos concellos galegos
Receitas e despesas dos municípios galegos. Ano 2009
Unidade: Millóns de euros / Milhões de euros
Ingresos
Gastos
Receitas
Despesas
Total
Correntes
De capital
Financeiros
Total
Correntes
De capital
Financeiros
2.743,9
1.977,5
645,7
120,6
2.708,5
1.760,2
864,5
83,8
1.155,4
830,9
264,4
60,0
1.158,3
744,8
376,9
36,6
Lugo
367,2
256,2
90,9
20,1
343,0
225,8
107,6
9,6
Ourense
347,9
250,8
85,9
11,1
343,9
225,6
110,7
7,5
Pontevedra
873,4
639,6
204,5
29,4
863,3
564,0
269,2
30,1
Galicia
A Coruña
Fonte: Ministerio de Hacienda y Administraciones Públicas
Nota: os ingresos son os dereitos recoñecidos netos e os gastos as obrigacións recoñecidas netas.
95 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 96
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Finanzas da Administración local
Finanças da Administração local
Liquidación dos orzamentos das deputacións provinciais galegas
Receitas e despesas das assembleias provinciais galegas. Ano 2009
Unidade: Millóns de euros / Milhões de euros
Ingresos
Gastos
Receitas
Despesas
Total
Correntes
De capital
Financeiros
Total
Correntes
De capital
Financeiros
572,3
499,8
35,0
37,5
550,0
311,7
204,2
34,1
A Coruña
201,5
185,0
7,5
9,0
210,2
112,3
85,4
12,5
Lugo
104,9
99,1
4,2
1,6
102,3
63,5
36,9
1,9
Ourense
86,7
72,9
11,0
2,8
89,0
59,4
22,2
7,4
Pontevedra
179,2
142,8
12,3
24,0
148,5
76,5
59,7
12,3
Galicia
Fonte: Ministerio de Hacienda y Administraciones Públicas
Nota: os ingresos son os dereitos recoñecidos netos e os gastos as obrigacións recoñecidas netas
96 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 97
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Ciencia, tecnoloxía e sociedade da información
Definicións
Ciência, tecnologia e sociedade da informação
Gastos en actividades internas de I+D
Investigação e Desenvolvimento
Considéranse gastos en actividades de I+D todas as can-
Todo o trabalho criativo prosseguido de forma sistemá-
tidades destinadas a actividades de I+D, realizadas dentro
tica, com vista a ampliar o conjunto dos conhecimentos,
da unidade ou centro investigador (gastos internos) ou
incluindo o conhecimento do homem, da cultura e da
fóra destes (gastos externos), calquera que sexa a orixe
sociedade, bem como a utilização desse conjunto de
de fondos. Os gastos internos comprenden tanto os gas-
conhecimentos em novas aplicações.
tos correntes coma os de capital. Por convenio, exclúese
o IVE deducible facturado polos provedores.
Pessoal em Actividades de Investigação e Desenvolvimento
Investigación científica e desenvolvemento tecnolóxico (I+D)
Todo o pessoal diretamente afeto às atividades de investigação e desenvolvimento, tal como os investiga-
Defínese como o conxunto de traballos creativos que se
dores e as pessoas que fornecem serviços diretamente
emprenden de modo sistemático co fin de aumentar o vo-
ligados às atividades de I&D, designadamente gestores
lume de coñecementos, incluídos o coñecemento do
de I&D, pessoal técnico em atividades de I&D e outro
home, a cultura e a sociedade, así como a utilización desa
pessoal de apoio às atividades de I&D.
suma de coñecementos para crear novas aplicacións.
A I+D engloba tres tipos de actividades:
· Investigación básica: consiste en traballos orixinais, experimentais ou teóricos, que se emprenden principalmente para obter novos coñecementos sobre os
fundamentos dos fenómenos e dos feitos que son observables, sen estar dirixida a unha aplicación ou utilización determinada.
· Investigación aplicada: tamén consiste en traballos orixinais emprendidos coa finalidade de adquirir novos coñecementos. Non obstante, está dirixida fundamentalmente
cara a un obxectivo práctico específico.
· Desenvolvemento tecnolóxico: consiste en traballos
sistemáticos baseados en coñecementos existentes, obtidos mediante investigación e/ou experiencia práctica,
que se dirixen á fabricación de novos materiais, produtos ou dispositivos; a establecer novos procesos, sistemas e servizos; ou á mellora substancial dos xa
existentes.
Persoal en actividades de I+D
Inclúese como persoal en I+D a todo o persoal empregado directamente en actividades de I+D, sen distinción
do nivel de responsabilidade, así como os que subministran servizos ligados directamente aos traballos de I+D,
como xerentes, administradores e persoal de oficina.
97 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 98
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Definicións
Ciencia, tecnoloxía e sociedade da información
Ciência, tecnologia e sociedade da informação
Exclúense as persoas que realizan servizos indirectos,
como o persoal de cantina, seguridade, mantemento...
· Persoal a xornada completa en I+D: persoas que empregan polo menos o noventa por cento da súa xornada
laboral en actividades de I+D.
· Persoal a xornada parcial en I+D: persoas que lle dedican aproximadamente entre o dez e o noventa por
cento da súa xornada laboral a actividades de I+D e o
resto a actividades doutro tipo. Inclúense tamén as persoas que realizaron actividades de I+D durante un período de tempo inferior ao ano natural.
· Equivalencia a xornada completa do persoal de dedicación parcial: suma das fraccións de tempo que dedicaron a actividades de I+D.
· Persoal empregado en actividades de I+D en equivalencia a xornada completa: suma do persoal que traballa en réxime de xornada completa máis a equivalencia
a dita dedicación do persoal que traballa en réxime de
xornada parcial.
98 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 99
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Ciencia, tecnoloxía e sociedade da información
Ciência, tecnologia e sociedade da informação
Gastos e persoal en I+D
Despesa e pessoal em I&D
2008
Gastos internos totais en I+D
(miles de euros correntes)
2009
Gasto en I+D en % do PIB Persoal en I+D (equivalencia a Gastos internos totais en I+D
(esforzo en I+D)
xornada completa) (miles de euros correntes)
Gasto en I+D en % do PIB Persoal en I+D (equivalencia a
(esforzo en I+D)
xornada completa)
Despesa total em I&D (milhares Despesa em I&D em % do PIB Pessoal em I&D (Equivalente Despesa total em I&D (milhares Despesa em I&D em % do PIB Pessoal em I&D (Equivalente
de euros, a preços correntes)
a tempo integral) de euros, a preços correntes)
a tempo integral)
Portugal
2.585.075
1,50
47.882
2.764.195
1,64 *
51.347
590.423
1,22
12.409
672.189
..
14.587
Minho-Lima
17.206
0,65
425
12.832
..
278
Cávado
69.150
1,34
1.739
103.122
..
1.970
Ave
108.215
1,76
1.145
90.724
..
1.178
Grande Porto
326.012
1,52
7.413
390.712
..
9.384
9.871
0,20
283
8.413
..
255
Entre Douro e Vouga
32.020
0,86
587
35.557
..
583
Douro
18.807
0,87
471
22.140
..
575
9.142
0,39
346
8.690
..
364
España
14.701.392
1,4
215.676
14.581.676
1,4
220.777
Galicia
584.213
1,0
9.681
524.125
1,0
9.972
Norte
Tâmega
Alto Trás-os-Montes
Fonte: INE. Estadística sobre las actividades en I+D, Contabilidad Regional de España.
IGE-INE. Enquisa de poboación activa
Ministério da Educação e Ciência - Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e
Relações Internacionais, Inquérito ao Potencial Científico e Tecnológico Nacional
Nota: Galicia e España: datos do PIB provisionais para o ano 2008 e avance para 2009.
* Valor preliminar.
(..) Valor não disponível.
(..) Dato non dispoñible.
99 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 100
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Ciencia, tecnoloxía e sociedade da información
Ciência, tecnologia e sociedade da informação
Novas tecnoloxías nos fogares
Indicadores da sociedade de informação nas famílias
Equipamento de produtos TIC nas vivendas
Indicadores da sociedade de informação nas famílias
Unidade: Porcentaxes / Percentagem
Portugal
Norte
España
Galicia
2009
56,0
56,9
66,3
58,5
2010
59,5
58,4
68,7
61,6
2011
63,7
62,8
71,5
65,3
2009
47,9
47,3
54
42,3
2010
53,7
51,3
59,1
48,9
2011
58,0
55,1
63,9
53,3
2009
46,2
45,1
51,3
38,3
2010
50,3
47,7
57,4
46,5
2011
56,6
53,3
61,9
51,6
Vivendas con algún tipo de ordenador
Agregados domésticos com acesso a computador (inclui computador de bolso)
Vivendas que dispoñen de acceso a internet
Agregados domésticos com ligação à Internet
Vivendas con conexión de banda larga (ADSL, rede de cable ect.)
Agregados domésticos com ligação à Internet através de banda larga
Fonte: INE. Encuesta sobre equipamientos y uso de tecnologías de la información y
comunicación en los hogares.
INE, I.P., Inquérito à utilização de tecnologias da informação e da comunicação pelas
famílias.
Nota: Galicia e España: considéranse as vivendas con polo menos un membro de 16 a
74 anos.
Portugal e Norte: Proporção de agregados domésticos privados com pelo menos um
indivíduo com idade entre 16 e 74 anos.
100 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 101
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Ciencia, tecnoloxía e sociedade da información
Ciência, tecnologia e sociedade da informação
· Uso de TIC na poboación de 16 a 74 anos
· Utilização de Tecnologias de Informação e Comunicação entre a população dos 16 aos 74 anos
Unidade: Porcentaxes / Percentagem
Portugal
Norte
España
Galicia
Persoas que utilizaron o ordenador nos últimos 3 meses
Proporção de indivíduos que utilizaram computador nos primeiros três meses do ano
2009
51,4
48,8
63,2
54,3
2010
55,4
51,3
67,4
57,8
2011
58,2
53,3
69,3
62,2
46,5
42,9
59,8
49,8
2010
51,1
47,5
64,2
53,6
2011
55,3
49,8
67,1
58,5
Persoas que utilizaron internet nos últimos 3 meses
Proporção de indivíduos que utilizaram Internet nos primeiros três meses do ano
2009
Persoas que compraron por internet nos últimos 3 meses
Proporção de indivíduos que utilizaram comércio electrónico nos primeiros três meses do ano
2009
9,7
7,6
15,7
13,7
2010
9,5
7,2
17,4
14,4
2011
10,3
7,7
18,9
17,7
2009
88,7
86,1
90,5
85,1
2010
89,7
86,9
92,2
88,4
2011
92,1
90,8
92,8
89,2
Persoas que usan o teléfono móbil
Proporção de indivíduos que utilizaram telemóvel
Fonte: INE. Encuesta sobre equipamientos y uso de tecnologías de la información y
comunicación en los hogares
INE, Inquérito à utilização de tecnologias da informação e da comunicação pelas famílias
101 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 102
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Ciencia, tecnoloxía e sociedade da información
Ciência, tecnologia e sociedade da informação
· Uso de TIC na poboación de 10 a 15 anos
· Utilização de Tecnologias de Informação e Comunicação entre a população dos 10 aos 15 anos. Ano 2010
Unidade: Porcentaxes / Percentagem
Persoas que utilizaron o ordenador
nos últimos 3 meses
Persoas que utilizaron Internet nos
últimos 3 meses
Persoas que usan o
teléfono móbil
Proporção de indivíduos que utilizaram
computador nos primeiros três meses do ano
Proporção de indivíduos que utilizaram
Internet nos primeiros três meses do ano
Proporção de indivíduos que utilizaram
telemóvel
Portugal
96,3
91,1
86,7
Norte
97,9
92,3
89,3
España
94,6
87,3
66,7
Galicia
95,3
85,5
67,8
Fonte: INE. Encuesta sobre equipamientos y uso de tecnologías de la información y
comunicación en los hogares
INE, Inquérito à Utilização de Tecnologias de Informação e Comunicação pelas Famílias
102 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 103
ACTIVIDADE ECONÓMICA
ACTIVIDADE ECONÓMICA
Ciencia, tecnoloxía e sociedade da información
Ciência, tecnologia e sociedade da informação
Equipamento TIC nas empresas de 10 ou máis asalariados
Equipamento TIC nas empresas com 10 ou mais pessoas ao serviço
Unidade: Porcentaxes / Percentagem
Portugal
Norte
España
Galicia
2009
95,3
..
98,6
97,7
2010
97,2
..
98,6
98,0
2011
97,5
..
98,6
98,6
2009
57,2
..
83
80,8
2010
62,8
..
85,6
82,1
..
..
86,4
80,2
2009
92,7
..
96,2
92,9
2010
94,1
..
97,2
94,9
2011
95,0
..
97,4
97,3
2009
90,5
..
94,7
90,6
2010
92,4
..
96,5
94,5
2011
94,8
..
96,8
96,8
2009
47,3
..
58,9
55,1
2010
52,1
..
63,9
58,9
2011
53,7
..
67,0
61,2
Ordenadores / Computadores
Rede da área local (LAN) / Rede da área Local (LAN)
2011
Internet
Correo electrónico / Correio electrónico
Conexión a internet e sitio/páxina web / Ligação à Internet e sítio web
Fonte: INE. Encuesta de uso de TIC y comercio electrónico en las empresas
INE, Inquérito à Utilização de Tecnologias de Informação e Comunicação nos Hospitais
Nota: Galicia e España: os datos fan referencia ao mes de xaneiro de cada ano. A porcentaxe de empresas con conexión a internet e páxina web está calculada sobre o número de empresas con conexión a internet.
(..) Valor não disponível.
(..) Dato non dispoñible.
103 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 104
G
104 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 105
3
Indicadores sociais
Indicadores sociais
Anuario estatístico
Galicia Norte de Portugal
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 106
Indicadores sociais
Indicadores sociais
Saúde
Seguridade Social
Educación
Cultura
Medio
Saúde
Segurança social
Educação
Cultura
Meio Ambiente
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 107
INDICADORES SOCIAIS
INDICADORES SOCIAIS
Saúde
Definicións
Saúde
Camas por mil habitantes
Camas (lotação praticada) por 1000 habitantes
Número de camas destinadas á atención continuada de
Número de camas (lotação praticada) de hospitais e de
enfermos ingresados, incluíndo as incubadoras fixas e
centros de saúde referido à população residente média
as camas destinadas a coidados especiais, dividido pola
do ano.
poboación residente na metade do ano.
Esperança de vida
Esperanza de vida ao nacer
Número médio de anos que restam para viver a um inÉ o número medio de anos vividos por unha xeración
divíduo que atinja a idade exata x, mantendo-se as con-
de nacidos baixo unhas condicións de mortalidade
dições de mortalidade observadas no momento. Uma
dadas.
particularização desta noção é a esperança de vida à
nascença, que corresponde à duração média de vida de
Esperanza de vida aos 65 anos
um indivíduo.
Media de anos que lle queda por vivir a unha persoa que
Esperança de vida à nascença
chega con vida aos 65 anos, no caso de que as condicións de mortalidade se mantivesen constantes.
Número médio de anos que uma pessoa à nascença
pode esperar viver, mantendo-se as taxas de mortali-
Médicos por mil habitantes
dade por idades observadas no momento.
Número de médicos colexiados dividido pola poboación
Médicos por 1000 habitantes
residente na metade do ano.
Número total de médicos inscritos no final do ano por
Taxa de mortalidade infantil
local de residência referido à população residente estimada para o final do ano.
Defuncións de menores dun ano por cada mil nacidos
vivos.
Taxa de mortalidade infantil
Número de óbitos de crianças com menos de 1 ano de
idade observado durante um determinado período de
tempo, normalmente um ano civil, referido ao número
de nados vivos do mesmo período (habitualmente expressa em número de óbitos de crianças com menos de
1 ano por 1000 (10^3) nados vivos).
107 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 108
INDICADORES SOCIAIS
INDICADORES SOCIAIS
Saúde
Saúde
Recursos de saúde.
Recursos de saúde. Ano 2009
Establecementos sanitarios con réxime de internado / Hospitais
Portugal
Norte
Centros de atención primaria / Centros de Saúde e Extensões
Número de centros
Camas Consultas externas Persoal ao servizo Número de centros
Camas Consultas externas Persoal ao servizo
Número de centros
Camas Consultas externas Pessoal ao serviço Número de centros
Camas Consultas externas Pessoal ao serviço
186
35.635 15.058.515
123.310
375
57
10.620 5.463.924
37.803
107
58
9.034.621
9.597
Minho-Lima
484 27.742.858
29.515
2
x
x
x
12
14
716.893
708
Cávado
12
1.783
487.814
3.842
6
0
859.429
966
Ave
6
1.061
552.031
3.623
10
0
1.279.661
1.206
29
5.124
3.180.785
20.966
24
0
3.087.197
3.049
4
601
306.684
2.341
15
25
1.294.864
1.392
Entre Douro e Vouga
1
405
324.835
1.597
5
0
659.394
562
Douro
1
689
218.479
2.321
20
12
575.549
761
Alto Trás-os-Montes
2
x
x
x
15
7
561.634
953
146.310 82.142.447
541.069
..
-
..
..
- 25.002.603
9.095
Grande Porto
Tâmega
España
770
Galicia
39
9.863
5.137.215
33.164
483
14
4.362
1.990.793
13.820
171
-
9.867.986
3.488
Lugo
6
1.294
630.199
4.297
86
-
3.413.566
1.422
Ourense
5
1.161
596.517
4.258
109
-
3.325.736
1.166
14
3.046
1.919.706
10.789
117
-
8.395.315
3.019
A Coruña
Pontevedra
Fonte: Memorias do Sistema Público de Saúde de Galicia (atención primaria). Ministerio de Sanidad, Servicios Sociale e Igualdad. Estadística de establecimientos sanitarios
con régimen de internado. Información subministrada directamente polo Servizo Galego de Saúde
INE, I.P., Inquérito aos Hospitais e Inquérito aos Centros de Saúde
Nota: Galicia e España: En número de hospitais, os complexos hospitalarios contabilízanse como un só establecemento sanitario. As camas refírense a camas en funcionamento. En centros de atención primaria, inclúense centros de saúde e consultorios.
Portugal e Norte: O pessoal ao serviço é apresentado por local de actividade. O número
de camas refere-se à lotação praticada.
(..) Valor não disponível.
(-) Não aplicável.
(..) Dato non dispoñible.
(-) Non procede.
(X) Segredo estatístico.
108 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 109
INDICADORES SOCIAIS
INDICADORES SOCIAIS
Saúde
Saúde
Indicadores de saúde. Ano 2009
Indicadores de saúde. Ano 2009
Camas por 1.000 habitantes
Médicos por 1.000 habitantes
Taxa de mortalidade infantil
(tanto por mil)
Camas por 1.000 habitantes
Médicos por 1.000 habitantes
Taxa de mortalidade infantil
(Permilagem)
Portugal
3,4
3,8
3,4
Norte
2,9
3,5
3,3
x
2,6
4,4
Cávado
4,3
2,8
3,1
Ave
2,0
1,7
3,3
Grande Porto
4,0
6,7
3,0
1,1
0,9
3,6
Entre Douro e Vouga
1,4
1,5
3,3
Douro
3,4
1,9
3,2
x
2,3
3,4
España
3,2
4,8
3,2
Galicia
3,6
4,5
2,7
A Coruña
3,9
4,9
3,2
Lugo
3,7
4,1
2,2
Ourense
3,6
4,4
1,9
Pontevedra
3,2
4,2
2,4
Minho-Lima
Tâmega
Alto Trás-os-Montes
Fonte: Información subministrada directamente polo Servizo Galego de Saúde. Ministerio de Sanidad, Servicios Sociales e Igualdad. Estadística de establecimientos sanitarios con régimen de internado. INE. Indicadores demográficos básicos. INE.
Estadística de profesionales sanitarios colegiados. INE. Estimaciones de la población
actual (ePOBa)
INE, I.P., Estatísticas dos Estabelecimentos de Saúde. INE, I.P., Estatísticas do Pessoal
de Saude. INE, I.P., Óbitos por Causas de Morte.
Nota: Galicia e España: O indicador camas por 1000 habitantes refírese á dotación en
funcionamento. No indicador médicos por 1000 habitantes, considéranse os médicos
colexiados segundo a provincia de colexiación (Datos referidos a 31 de decembro).
No caso português a Taxa de mortalidade infantil é quinquenal e refere-se ao periodo
(2005/2009)
109 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 110
INDICADORES SOCIAIS
INDICADORES SOCIAIS
Saúde
Saúde
Defuncións segundo a causa de morte
Óbitos segundo a causa de morte. Ano 2009
Total
Total
72
x
30
Homicidios
Mulleres
Mulheres
102
x
0
Suicidios
Homes
Homens
221
13
0
0
Total
Total
Total
793
40
0
3
Homicidios
Mulleres
Mulheres
1.014
143
4
3
Suicidios
Homes
Homens
191
183
14
7
Accidentes de tráfico
con vehículo de motor
Total
Total
744
67
18
18
Causas externas
de mortalidade
Mulleres
Mulheres
935
170
10
25
Enfermidades do
sistema circulatorio
Homes
Homens
1.377
237
15
7
Defuncións por
enfermidade
Total
Total
3.034
411
25
31
Acidentes de trânsito
com veículo a motor
Homes Mulleres
Homens Mulheres
4.411
783
36
38
Causas externas
de mortalidade
14.744 18.570
1.194
68
39
Enfermidades do
sistema circulatorio
5.333
104
110
Óbitos por doença
51.124 100.023 50.276 49.747 33.314
4.137
626
149
Total
9.470
422
454
Homes Mulleres
Homens Mulheres
15.170
1.048
327
Total
Total
15.581 30.535 15.365
1.458
781
Mulleres
Mulheres
1.334
1.396
Homes
Homens
53.310
2.792
1.334
Total
Total
104.434
16.148
1.494
2.730
Homes Mulleres
Homens Mulheres
31.729
1.402
1.435
Total
Total
2.896
1.444
Portugal
Minho-Lima
2.879
x
x
0
2011
estatístico
Norte
Cávado
x
4
0
0
9
5
x
0
x
26
4
x
x
x
35
26
x
x
5
6
30
x
x
21
34
16
15
x
26
40
31
7
13
14
122
47
16
3
25
164
52
23
7
39
286
148
29
10
65
1.673
200
55
29
103
1.300
768
84
57
168
2.973
576
344
86
602
5.165
1.344
270
413
503
5.196
1.997
614
331
1.105
10.361
1.993
1.019
744
1.700
5.287
3.990
1.008
1.192
1.917
5.360
2.049
2.027
1.197
3.617
10.647
2.141
1.048
2.389
1.765
Grande Porto
4.190
1.063
1.221
2.020
Tâmega
2.111
1.254
3.785
Entre Douro e Vouga
2.475
Ave
Douro
91
0
246
5
x
337
9
2
x
763
14
4
0
6
2.666
88
6
1
2
15
3.429
252
42
1
3
1
21
578
340
116
8
5
1
4
2.010
53
158
36
11
2
11
2.588
197
21
44
25
27
15
4.723
250
72
11
36
75
39
9.773
391
93
40
5
102
78
54.815 65.242 14.496
866
152
51
25
16
117
1.257
345
57
30
60
453
5.493
497
144
66
76
408
4.306
2.226
201
113
116
861
9.799
1.705
932
179
264
1.243
15.241 14.939 28.923 14.375 14.548
3.931
833
830
380
1.386
5.855
1.765
683
1.505
2.629
5.698
2.334
1.513
1.085
1.282
11.553
2.440
2.150
2.590
1.464
6.007
4.774
2.185
4.209
2.746
30.180
6.043
2.391
4.335
4.052
Alto Trás-os-Montes
12.050
2.584
2.216
8.261
181.115 120.057
A Coruña
4.975
2.298
4.325
384.933 199.095 185.838 370.437 189.322
Lugo
4.514
4.316
España
Ourense
8.641
Galicia
Pontevedra
Fonte: INE. Defunciones según la causa de muerte
INE, I.P., Óbitos por Causas de Morte
Nota: Galicia e España: os datos están clasificados tendo en conta a CIE-10.
Portugal e Norte: Os valores de Portugal incluem os óbitos ocorridos em Portugal de não residentes.
Accidentes de tráfico con vehículo de motor / Acidentes de trânsito com veículo a motor: CID 10: V02V04, V09, V12-V14, V19-V79, V86-V89.
(X) Segredo estatístico.
110 Anuario Galicia Norte de Portugal
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 111
INDICADORES SOCIAIS
INDICADORES SOCIAIS
Saúde
Saúde
Esperanza de vida no momento do nacemento e aos 65 anos
Esperança de vida ao nascer e aos 65 anos. Ano 2009
Unidade: anos
Ao nacer / Ao nascer
Aos 65 anos / Aos 65 anos
Total
Homes
Mulleres
Total
Homes
Mulleres
Total
Homens
Mulheres
Total
Homens
Mulheres
Portugal
78,88
75,80
81,80
18,19
16,36
19,67
Norte
79,26
76,16
82,16
18,3
16,32
19,80
Minho-Lima
78,81
..
..
18,38
..
..
Cávado
79,84
..
..
18,46
..
..
Ave
79,34
..
..
18,17
..
..
Grande Porto
79,33
..
..
18,68
..
..
Tâmega
78,85
..
..
17,99
..
..
Entre Douro e Vouga
80,41
..
..
19,09
..
..
Douro
78,08
..
..
17,89
..
..
Alto Trás-os-Montes
78,99
..
..
18,61
..
..
España
81,6
78,5
84,6
20,2
18,1
22,0
Galicia
81,7
78,3
85,1
20,8
18,5
22,8
A Coruña
81,3
78,0
84,6
20,4
18,1
22,4
Lugo
81,6
78,1
85,2
21,0
18,8
23,0
Ourense
82,7
79,2
86,1
21,4
19,1
23,6
Pontevedra
81,9
78,3
85,2
20,9
18,4
22,9
Fonte: INE. Padrón municipal de habitantes. IGE, INE. Movemento natural da poboación
INE. Indicadores demográficos básicos
Para Portugal as esperanças de vida são retiradas de tábuas completas de mortalidade
para os triénios 2006-2008 e 2007-2009
(..) Valor não disponível.
(..) Dato non dispoñible.
111 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 112
112 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 113
INDICADORES SOCIAIS
INDICADORES SOCIAIS
Seguridade Social
Definicións
Segurança social
Pensión contributiva de incapacidade permanente
Pensões de invalidez
É a pensión percibida polo traballador que, despois de
Prestações pecuniárias mensais concedidas em vida
estar sometido a un tratamento prescrito e de ser dado
dos beneficiários que tendo completado 60 meses de
de alta medicamente, presenta reducións anatómicas
contribuições, e antes de atingirem a idade de reforma
ou funcionais graves, susceptibles de determinación ob-
por velhice, se encontrem, por motivo de doença ou aci-
xectiva e previsiblemente definitiva, que diminúan ou
dente, definitivamente incapacitados de trabalhar na
anulen a súa capacidade laboral.
sua profissão.
Pensión contributiva de xubilación
Pensões de velhice
Consiste na pensión vitalicia ben aos traballadores, nas
Prestação pecuniária mensal, concedida em vida dos
condicións, importe e forma que regulamentariamente
beneficiários que, tenham completado 15 anos civis com
se determinan cando, unha vez alcanzada a idade esta-
entrada de contribuições, com uma densidade contri-
blecida, cesen ou cesasen no traballo.
butiva de, pelo menos, 120 dias de registo de remunerações por ano (excluindo o regime de seguro social
Pensións contributivas da Seguridade Social
voluntário em que o prazo é de 144 meses com entrada
de contribuições) e com idade mínima de 65 anos.
Son prestacións económicas e de duración indefinida,
aínda que non sempre, nas que a concesión está xeral-
Pensão
mente supeditada a unha relación xurídica previa coa
Seguridade Social (acreditar un período mínimo de co-
Prestação pecuniária mensal de atribuição continuada
tización en determinados casos...), sempre que se cum-
nas eventualidades: morte (pensão de sobrevivência),
pran os demais requisitos esixidos. A súa contía
invalidez, doença profissional e velhice.
determínase en función das achegas efectuadas polo
traballador e o empresario, se se trata de traballadores
Pensões de sobrevivência
por conta allea, durante o período considerado para os
efectos da base reguladora da pensión de que se trate.
Prestação pecuniária mensal concedida a familiares dos
beneficiários cônjuges, ex-cônjuges, descendentes ou
Pensións contributivas de morte e supervivencia
equiparados, ascendentes que à data da morte tenham
completado 36 meses de contribuições, pertencentes
Son as pensións que se outorgan no caso de morte do
aos regimes acima referidos, excluindo o regime de se-
traballador, calquera que fose a causa, e son as seguin-
guro social voluntário em que o prazo é de 72 meses
tes: pensións de viuvez, pensión de orfandade e pensión
com entrada de contribuições.
vitalicia ou subsidio temporal en favor de familiares.
113 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 114
INDICADORES SOCIAIS
INDICADORES SOCIAIS
Seguridade Social
Segurança social
Pensionistas por incapacidade permanente, xubilación e supervivencia
Pensionistas por invalidez, velhice e sobrevivência. Ano 2010
Unidade: Miles de pensións / Milhares de pensões
Total
Invalidez
2.936,1
289,8
1.923,4
722,9
971,9
107,4
626,0
238,6
Minho-Lima
74,6
8,3
48,5
17,8
Cávado
93,3
12,8
58,5
22,0
Ave
134,5
15,5
87,4
31,6
Grande Porto
336,0
34,5
219,0
82,6
Tâmega
121,7
15,6
73,8
32,3
Entre Douro e Vouga
74,4
8,3
49,0
17,1
Douro
65,1
6,1
41,7
17,3
Alto Trás-os-Montes
72,3
6,3
48,2
17,9
Portugal
Norte
Velhice Sobrevivência
Fonte: Ministério da Solidariedade e da Segurança Social - Instituto de Informática, I.P.
Nota: O total de pensionistas corresponde ao número de pensionistas em 31 de Dezembro adicionado do número de pensionistas suspensos ao longo do ano.
114 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 115
INDICADORES SOCIAIS
INDICADORES SOCIAIS
Seguridade Social
Segurança social
Número de pensións contributivas en vigor segundo clases (miles)
Número de pensões contributivas em vigor segundo classes (milhares). Ano 2010
Unidade: Miles de pensións e millóns de euros / Milhares de pensões e milhões de euros
Total Incapacidade permanente
Xubilación
Viuvez
Orfandade
Favor familiares
Total Incapacidade permanente
Reforma
Viuvez
Orfandade
Favor familiares
España
8.749,1
935,5
5.203,4
2.302,1
270,5
37,6
Galicia
724,8
69,5
446,3
183,3
20,1
5,6
A Coruña
275,2
27,2
166,5
71,4
8,1
2,0
Lugo
120,7
9,4
77,8
30,1
2,6
0,7
Ourense
109,2
9,5
69,7
26,4
2,5
1,1
Pontevedra
219,8
23,5
132,3
55,4
6,8
1,7
Fonte: Instituto Nacional de la Seguridad Social. Informe estadístico
115 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 116
INDICADORES SOCIAIS
INDICADORES SOCIAIS
Seguridade Social
Segurança social
Pensións pagas pola Seguridade Social
Pensões pagas pela Segurança Social. Ano 2010
Unidade: Millóns de euros / Milhões de euros
Total
Invalidez
Portugal
13.697,3
1.288,0
10.465,1
1.944,2
Norte
4.265,3
458,0
3.198,1
609,2
Minho-Lima
276,4
35,3
199,7
41,4
Cávado
373,6
54,0
268,8
50,8
Ave
599,6
69,6
451,4
78,6
1.755,9
155,3
1.354,9
245,6
Tâmega
469,1
63,7
331,2
74,2
Entre Douro e Vouga
321,9
35,6
244,4
41,9
Douro
225,9
22,2
165,3
38,3
Alto Trás-os-Montes
242,9
22,2
182,3
38,4
Grande Porto
Velhice Sobrevivência
Fonte: Ministério da Solidariedade e da Segurança Social - Instituto de Informática, I.P.
Nota: O total de pensões corresponde às pensões processadas a pensionistas em 31
de Dezembro adicionado das pensões processadas aos pensionistas suspensos ao
longo do ano. Os montantes processados incluem todos os valores de pensões e complementos que o pensionista aufere.
116 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 117
INDICADORES SOCIAIS
INDICADORES SOCIAIS
Seguridade Social
Segurança social
Pagamento de pensións contributivas da Seguridade Social segundo clases (millóns de euros)
Pagamento de pensões contributivas da Segurança Social segundo classes (milhões de euros). Ano 2010
Unidade: Miles de pensións e millóns de euros / Milhares de pensões e milhões de euros
Total Incapacidade permanente
Xubilación
Viuvez
Orfandade
Favor familiares
Total Incapacidade permanente
Reforma
Viuvez
Orfandade
Favor familiares
España
94.119,0
11.155,9
63.268,1
18.142,0
1.313,4
239,5
Galicia
6.657,3
719,6
4.565,4
1.240,4
98,8
33,1
2.589,2
281,8
1.752,6
502,2
40,6
12,0
Lugo
991,8
94,2
707,8
173,0
12,5
4,2
Ourense
883,6
95,7
612,6
156,9
11,9
6,5
2.192,6
247,9
1.492,3
408,4
33,7
10,3
A Coruña
Pontevedra
Fonte: Delegación del Gobierno en Galicia. Administración General del Estado en Galicia. Memoria
117 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 118
118 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 119
INDICADORES SOCIAIS
INDICADORES SOCIAIS
Educación
Definicións
Educação
Abandono educativo temperán
Aluno
Calcúlase como a porcentaxe de poboación entre 18 e
Indivíduo que frequenta o sistema formal de ensino
24 anos (ambos inclusive) que non completou o nivel
após o acto de registo designado como matrícula.
de educación secundaria de segunda etapa e non segue
ningún tipo de formación (regrada ou non regrada).
Ensino básico
Bacharelato
Nível de ensino que se inicia cerca da idade de seis anos,
com a duração de nove anos, cujo programa visa asse-
Comprende dous cursos académicos, que normalmente
gurar uma preparação geral comum a todos os indiví-
se cursarán entre os dezaseis e os dezaoito anos de
duos, permitindo o prosseguimento posterior de
idade. Na LOE contémplanse catro modalidades dife-
estudos ou a inserção na vida activa.
rentes: artes plásticas, deseño e imaxe; artes escénicas,
música e danza; ciencias e tecnoloxía; humanidades e
Ensino secundário
ciencias sociais. Pode acceder aos estudos de bacharelato o alumnado que está en posesión do título de gra-
Nível de ensino que corresponde a um ciclo de três anos
duado en educación secundaria.
(10.º, 11.º e 12.º anos de escolaridade), que se segue ao
ensino básico e que visa aprofundar a formação do
Ciclos formativos de formación profesional
aluno para o prosseguimento de estudos ou para o ingresso no mundo do trabalho. Está organizado em cur-
Son ensinanzas que teñen unha estrutura modular. In-
sos
clúen un módulo de formación en centros de traballo
prosseguimento de estudos e cursos predominante-
(FCT), que se desenvolve nunha empresa. Aos ciclos de
mente orientados para a vida activa.
predominantemente
orientados
para
o
grao medio accédese co título de graduado en educación secundaria ou mediante unha proba regulamen-
Ensino superior
tada polas administracións educativas e, aos ciclos de
grao superior, accédese co título de bacharelato ou a
Nível de ensino que compreende os ensinos universitá-
través dunha proba regulamentada polas administra-
rio e politécnico, aos quais têm acesso indivíduos habi-
cións educativas.
litados com um curso secundário ou equivalente e
indivíduos maiores de 23 anos que, não possuindo a re-
Educación especial
ferida habilitação, revelem qualificação para a sua frequência através de prestação de provas.
É unha educación dirixida aos alumnos con necesidades
educativas especiais, temporais ou permanentes, para
Educação formal
que poidan acadar os obxectivos establecidos con carácter xeral para todos os alumnos. A escolarización en
Educação ou formação ministradas em instituições de
unidades ou centros de educación especial só se leva a
educação ou formação, em que a aprendizagem é or-
cabo nos casos nos que as necesidades do alumno non
ganizada, avaliada e certificada sob a responsabilidade
poidan ser atendidas nun centro ordinario.
de profissionais qualificados. Constitui uma sucessão
hierárquica de educação ou formação, na qual a con-
Educación infantil
clusão de um dado nível permite a progressão para níveis superiores.
Ensinanza de réxime xeral, de carácter voluntario. Comprende ata os seis anos de idade. Estrutúrase en dous
ciclos: o primeiro ata os tres anos e o segundo desde os
tres ata os seis anos de idade.
119 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 120
INDICADORES SOCIAIS
INDICADORES SOCIAIS
Educación
Definicións
Educação
Educación primaria
Educação terciária
Constitúe o primeiro tramo da educación obrigatoria.
Refere-se aos níveis 5 e 6 da Classificação Internacional
Comprende seis cursos académicos, agrupados en tres
Normalizada da Educação (International Standard Clas-
ciclos de dous cursos cada un e abarca desde os seis
sification of Education, ISCED97), da UNESCO. Em Por-
ata os doce anos de idade.
tugal, corresponde ao ensino superior.
Educación secundaria obrigatoria
Estabelecimento de ensino não superior
Completa a educación básica e comprende catro cursos
Cada unidade organizacional em que, sob a responsa-
académicos, entre os doce e os dezaseis anos de idade.
bilidade de um Conselho Executivo ou de um Director
(Director Pedagógico ou Encarregado de Direcção), é
Ensinanzas de adultos
ministrado o ensino de um ou mais graus.
As ensinanzas de adultos poden ser regradas ou non re-
Estabelecimento de ensino superior
gradas.
Instituição de ensino onde são ministrados cursos e
As ensinanzas regradas son: ensinanzas básicas de ni-
atribuídos graus e/ou diplomas de ensino superior.
veis I, II, III; bacharelato para persoas adultas e ciclos
Podem ainda realizar cursos de ensino pós-secundário
formativos para persoas adultas.
não superior visando a formação profissional especializada.
As ensinanzas básicas de nivel III e o bacharelato poden
cursarse nas modalidades presencial e a distancia.
Abandono precoce de educação e formação
Ensinanzas de réxime xeral
Percentagem da população residente entre os 18 e os
24 anos que não completou o ensino secundário e que
· Ensinanzas ordinarias:
- Educación infantil
não recebeu nenhum tipo de educação (formal) no período de referência.
- Educación primaria
- Educación secundaria obrigatoria (ESO)
- Bacharelato
- Ciclos formativos
- Programas de cualificación profesional inicial
· Ensinanzas de adultos:
- Nivel I
- Nivel II
- ESO adultos
- Bacharelato
- Ciclos formativos
Programas de cualificación profesional inicial
Son programas dirixidos ao alumnado maior de dezaseis
anos que non obtivo o título de graduado en educación secundaria obrigatoria. O seu obxectivo é que todos os alum-
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estatístico
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INDICADORES SOCIAIS
INDICADORES SOCIAIS
Educación
Definicións
Educação
nos alcancen competencias profesionais propias dunha
cualificación de nivel un da estrutura do Catálogo Nacional
de Cualificacións Profesionais. O alumnado que supera os
módulos obrigatorios obtén unha certificación académica
con acreditación das competencias adquiridas.
Programas de garantía social
Estes programas están destinados ao alumnado que excede o límite de idade da ensinanza obrigatoria e que
abandona a educación secundaria sen alcanzar os obxectivos e o título correspondente.
121 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
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INDICADORES SOCIAIS
INDICADORES SOCIAIS
Educación
Educação
Centros de ensino segundo o grao de ensino en Portugal e na rexión Norte
Estabelecimentos de ensino segundo o grau de ensino, em Portugal e na região Norte
Unidade: Número
2009/2010
Educación infantil
Ensino obrigatorio
Ensino pré-escolar
Ensino básico
Ensino secundário
Ensino superior
Portugal
6.979
8.406
937
296
Norte
2.549
3.016
323
101
157
188
32
8
Cávado
309
360
32
7
Ave
324
429
35
6
Grande Porto
689
782
110
56
Tâmega
446
577
43
4
Entre Douro e Vouga
218
229
17
4
Douro
233
249
29
4
Alto Trás-os-Montes
173
202
25
12
Minho-Lima
Ensino secundario non obrigatorio e non universitario Ensino universitario
Fonte: Ministério da Educação - Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação.
Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais
Nota: O mesmo estabelecimento é contado tantas vezes quantos os graus de ensino
que ministra. A educação pré-escolar não inclui os Centros de Animação Infantil e Comunitários nem a Educação pré-escolar itinerante. No 2º ciclo, estão incluídos os estabelecimentos de Ensino Básico Mediatizado. Os estabelecimentos que ministram
cursos de ensino qualificante (cursos de educação e formação) estão incluídos nos níveis de ensino equivalentes. Este quadro contempla apenas informação relativa a estabelecimentos de educação e ensino tutelados pelo Ministério da Educação.
122 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 123
INDICADORES SOCIAIS
INDICADORES SOCIAIS
Educación
Educação
Centros de ensino segundo o grao de ensino en España e Galicia
Estabelecimentos de ensino segundo o grau de ensino
Centros de ensino segundo o grao de ensino
Estabelecimentos de ensino segundo o grau de ensino. Ano 2009-2010
Total ensino non universitario
Educación infantil
Total ensino non universitario
Ensino pré-escolar
Ensino básico
Ensino secundário
1.454
1.065
1.170
405
A Coruña
576
425
450
173
Lugo
187
131
169
53
Ourense
168
126
148
47
Pontevedra
523
383
403
132
Galicia
Ensino obrigatorio Ensino secundario non obricatorio e non universitario
Fonte: Información subministrada directamente pola Consellería de Cultura, Educación
e Ordenación Universitaria
Nota:
1. Na categoría de educación infantil só se inclúen os centros que imparten o segundo
ciclo de educación infantil.
2. Ensino obrigatorio = educación primaria + educación secundaria obrigatoria.
3. Ensino secundario non obrigatorio e non universitario = bacharelato + ciclos formativos + programas de cualificación profesional inicial.
4. En ensino secundario non obrigatorio e non universitario inclúense os centros de
bacharelato e ciclos formativos de adultos.
5. Non se inclúen os centros que imparten unicamente educación especial ou de adultos (ensinanzas básicas e ESO)
6. Os datos do curso 2009-2010 son provisionais.
Centros de ensino universitario
Estabelecimentos de ensino superior
2008-2009
2009-2010
España
1.003
1.004
Galicia
80
79
Universidade da Coruña (A Coruña + Ferrol)
25
25
Universidade de Santiago (Santiago + Lugo)
28
28
Universidade de Vigo (Vigo + Ourense + Pontevedra)
27
26
Fonte: INE. Estadística de la Enseñanza Universitaria
123 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 124
INDICADORES SOCIAIS
INDICADORES SOCIAIS
Educación
Educação
Alumnos matriculados segundo o grao de ensino en Portugal e na rexión Norte
Alunos matriculados, segundo o grau de ensino, em Portugal e na região Norte
Unidade: Número
2009/2010
Educación infantil
Ensino obrigatorio
Ensino pré-escolar
Ensino básico
Ensino secundário
Ensino superior
274.387
1.256.462
483.982
383.627
95.549
467.835
178.350
120.835
Minho-Lima
5.988
27.782
12.140
4.072
Cávado
12.392
54.992
21.728
19.891
Ave
13.354
66.513
23.184
4.264
Grande Porto
32.483
155.546
64.437
71.529
Tâmega
14.587
81.526
24.503
3.668
Entre Douro e Vouga
7.362
35.847
13.139
1.187
Douro
5.264
24.472
10.094
8.184
4.119
21.157
9.125
8.040
Portugal
Norte
Alto Trás-os-Montes
Ensino secundario non obrigatorio e non universitario Ensino universitario
Fonte: Ministério da Educação - Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação.
Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais
124 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 125
INDICADORES SOCIAIS
INDICADORES SOCIAIS
Educación
Educação
Alumnos matriculados segundo o grao de ensino en España e en Galicia
Alunos matriculados, segundo o grau de ensino, em Espanha e na Galiza
Alumnos matriculados segundo o grao de ensino
Alunos matriculados, segundo o grau de ensino
2009-2010
Educación infantil
Ensino obrigatorio
Ensino secundario non obrigatorio e non universitario
Ensino pré-escolar
Ensino básico
Ensino secundário
España
1.421.062
4.495.188
1.260.230
Galicia
65.173
217.624
74.822
27.466
88.344
32.783
Lugo
6.383
23.075
8.414
Ourense
6.120
21.991
7.088
25.204
84.214
26.537
A Coruña
Pontevedra
Fonte: Información subministrada directamente pola Consellería de Cultura, Educación e Ordenación Universitaria
Ministerio de Educación, Cultura y Deporte. Estadísticas de las Enseñanzas no Universitarias
Nota: Datos provisionais para o curso 2009-2010:
1. Na categoría de educación infantil inclúese só o alumnado matriculado no segundo ciclo de educación infantil.
2. Ensino obrigatorio = educación primaria + educación secundaria obrigatoria.
3. Ensino secundario non obrigatorio e non universitario = bacharelato + ciclos formativos + programas cualificación
profesional inicial (no caso de España inclúense os programas de garantía social).
4. No ensino secundario non obrigatorio inclúese o bacharelato e os ciclos formativos de adultos.
5. Non se inclúe o alumnado dos centros de educación especial e de adultos (ensinanzas básicas iniciais e ESO).
Alumnos matriculados en ensino universitario
Alunos matriculados no ensino superior
2009-2010
Primeiro e segundo ciclo
Graos
España
1.200.763
203.352
Galicia
55.288
9.412
Universidade da Coruña (A Coruña + Ferrol)
15.808
3.482
Universidade de Santiago (Santiago + Lugo)
22.814
3.132
Universidade de Vigo (Vigo + Ourense + Pontevedra)
16.666
2.798
Fonte: Información subministrada directamente pola Consellería de Cultura, Educación
e Ordenación Universitaria.
Ministerio de Educación, Cultura y Deporte. Estadísticas de Estudiantes Universitarios
Nota: para España os datos son avance.
125 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 126
INDICADORES SOCIAIS
INDICADORES SOCIAIS
Educación
Educação
Abandono educativo temperán
Abandono precoce de educação e formação
Unidade: Porcentaxes / Percentagens
Portugal
Total
Total
Homes
Norte
Mulleres
Total
Homens Mulheres
Total
Homes
España
Galicia
Mulleres
Total
Homes
Mulleres
Total
Homes
Mulleres
Homens Mulheres
Total
Homens
Mulheres
Total
Homens
Mulheres
2000
43,6
50,9
36,3
50,2
58,5
41,9
29,1
35,0
23,2
29,3
37,4
21,1
2001
44,2
51,6
36,7
51,3
59,4
43,2
29,7
36,0
23,1
27,7
36,4
18,8
2002
45,0
52,6
37,2
50,2
58,2
42,1
30,7
36,8
24,2
26,9
35,5
18,3
2003
41,2
48,7
33,6
48,3
56,1
40,6
31,6
38,1
24,8
25,0
32,0
17,8
2004
39,4
47,7
31,0
46,4
54,7
37,9
32,0
38,7
25,1
24,3
32,4
15,7
2005
38,8
46,7
30,7
45,4
53,3
37,2
30,8
36,6
24,9
23,0
29,5
16,3
2006
39,1
46,6
31,3
44,6
52,3
36,7
30,5
36,7
24,0
24,9
34,3
15,0
2007
36,9
43,1
30,4
40,9
47,9
33,7
31,0
36,6
25,2
23,9
33,2
14,4
2008
35,4
41,9
28,6
39,7
47,6
31,5
31,9
38,0
25,7
24,1
32,2
15,8
2009
31,2
36,1
26,1
35,6
42,7
28,1
31,2
37,4
24,7
26,0
31,7
20,1
2010
28,7
32,7
24,6
30,9
38,1
23,4
28,4
33,5
23,1
23,1
27,8
18,3
Fonte: IGE-INE. Enquisa de poboación activa. Eurostat
INE, Inquérito ao Emprego
Nota: o abandono educativo temperán calcúlase como a porcentaxe de poboación
entre 18 e 24 anos (ambos inclusive) que non completou o nivel de educación secundaria de segunda etapa e non segue ningún tipo de formación (regrada ou non regrada).
Este indicador corresponde ao indicador estrutural Abandono precoce de educação e
formação (indicador anteriormente designado por abandono escolar precoce). Os valores apresentados seguem a metodologia de cálculo do Eurostat.
126 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 127
INDICADORES SOCIAIS
INDICADORES SOCIAIS
Educación
Educação
Persoas de 30 a 34 anos con educación superior
Pessoas de 30-34 anos com educação terciária
Unidade: Porcentaxes / Percentagens
Portugal
Total
Total
Homes
Norte
Mulleres
Total
Homens Mulheres
Total
Homes
España
Galicia
Mulleres
Total
Homes
Mulleres
Total
Homes
Mulleres
Homens Mulheres
Total
Homens
Mulheres
Total
Homens
Mulheres
2000
11,2
9,0
13,4
9,2
7,5
10,8
29,2
28,0
30,4
27,5
26,2
28,8
2001
11,7
8,3
15,2
9,8
6,0
13,5
31,3
29,4
33,3
30,7
26,8
34,4
2002
13,0
9,1
16,9
9,8
7,1
12,4
33,3
31,0
35,8
32
28,5
35,5
2003
14,9
11,3
18,5
11,6
8,8
14,5
34,0
31,8
36,4
36,2
31,4
40,9
2004
16,5
12,5
20,5
13,3
10,2
16,5
35,9
32,7
39,2
37,1
33,6
40,5
2005
17,7
13,7
21,7
13,8
10,4
17,2
38,6
34,5
43,0
39,7
36
43,5
2006
18,4
13,3
23,6
13,4
10,5
16,3
38,1
33,5
43,0
41,7
36,1
47,3
2007
19,8
15,0
24,7
14,7
12,7
16,8
39,5
34,8
44,6
43,9
38,2
49,8
2008
21,6
17,0
26,4
16,5
13,2
19,8
39,8
35,3
44,7
45,1
37,2
53,2
2009
21,1
17,5
24,8
18,2
17,1
19,2
39,4
34,3
44,9
43,5
34,7
52,5
2010
23,5
17,7
29,4
19,4
15,9
22,8
40,6
35,7
45,9
43,7
36,7
50,8
Fonte: IGE-INE. Enquisa de poboación activa. Eurostat
127 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
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128 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
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INDICADORES SOCIAIS
INDICADORES SOCIAIS
Cultura
Definicións
Cultura
Cine
Lotação
Conxunto de salas de proxección de películas situadas
Número total de lugares de uma sala, incluindo os re-
nun mesmo domicilio, cun sistema único de xestión de
servados.
despachos, que permite o control da programación e a
venda das distintas salas.
Publicação periódica
Folleto
Publicação editada em série contínua com o mesmo título,
em suporte papel ou/e electrónico, a intervalos regulares
Publicación impresa non periódica que consta de 5 a 48
ou irregulares, durante um período indeterminado, sendo
páxinas, sen contar as da cuberta, impresa e editada no
os diferentes elementos da série numerados consecutiva-
país e posta á disposición do público.
mente e/ou cada um deles datado.
Libro
Toda publicación impresa non periódica que consta
como mínimo de 49 páxinas, sen contar as da cuberta,
impresa e editada no país e posta á disposición do público.
Sala
Cada un dos locais ou espazos ao aire libre nos que se
leva a cabo unha proxección.
Título
Termo utilizado para designar unha publicación impresa que constitúe un todo único, tanto se consta dun
coma de varios volumes.
129 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 130
INDICADORES SOCIAIS
INDICADORES SOCIAIS
Cultura
Cultura
Espectáculos de cine
Espectáculos de cinema. Ano 2010
Unidade: Número
Salas de exhibición
Butacas
Sesións Películas exhibidas (títulos)
Espectadores
Recintos utilizados
Lotação dos Recintos
Sessões
Películas exibidas (títulos)
Espectadores
Portugal
167
109.349
670.315
746
16.559.731
Norte
42
30.385
184.997
437
4.855.204
Minho-Lima
5
1.661
5.733
161
162.318
Cávado
5
4.363
22.415
224
588.884
Ave
5
3.002
14.567
237
283.617
15
16.325
116.352
358
3.347.188
Tâmega
3
1.290
8.434
120
142.370
Entre Douro e Vouga
3
x
x
168
x
Douro
2
x
x
132
x
Alto Trás-os-Montes
4
1.321
2.260
112
36.061
España
4.080
..
..
1.555
101.589.517
Galicia
173
..
..
400
3.704.824
A Coruña
73
..
..
355
1.794.507
Lugo
23
..
..
228
343.639
Ourense
19
..
..
185
265.255
58
..
..
312
1.301.423
Grande Porto
Pontevedra
Fonte: Ministerio de Educación, Cultura y Deporte. Instituto de la Cinematografía y de
las Artes Audiovisuales. Boletín informativo
ICA - Instituto do Cinema e Audovisual
Nota: Portugal e Norte: A informação respeita apenas aos Recintos que enviaram informação ao ICA - Instituto do Cinema e Audovisual, de acordo com o projecto de informação de informatização das bilheteiras (Decreto-Lei nº 125/2003 de 20 de Junho).
(..) Valor não disponível.
(..) Dato non dispoñible.
(X) Segredo estatístico.
130 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
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INDICADORES SOCIAIS
INDICADORES SOCIAIS
Cultura
Cultura
Prensa na rexión Norte
Publicações periódicas, na região Norte. Ano 2010
Unidade: Número e miles/Número e milhares
Portugal
Publicacións
Edicións
Tirada anual (miles)
Xornais (miles)
Revistas (miles)
Publicações
Edições Tiragem anual (milhares)
Jornais (milhares)
Revistas (milhares)
1.852
31.910
656.742
512.497
133.137
411
7.253
74.215
62.270
8.234
31
577
949
920
x
Cávado
74
1.423
9.729
4.974
2.222
Ave
41
808
2.933
2.708
78
Grande Porto
172
2.495
53.981
48.072
5.696
Tâmega
34
662
2.941
2.797
86
Entre Douro e Vouga
20
360
1.098
957
134
Douro
19
523
1.807
1.087
0
Alto Trás-os-Montes
20
405
777
754
x
Norte
Minho-Lima
Fonte: INE, I.P., Estatísticas da Cultura, Desporto e Recreio; Inquérito às Publicações
Periódicas
Nota: As publicações periódicas são afectas ao município por morada do título da publicação.
(X) Segredo estatístico.
131 Anuario Galicia Norte de Portugal
estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 132
INDICADORES SOCIAIS
INDICADORES SOCIAIS
Cultura
Cultura
Número de títulos e exemplares editados en Galicia e en España segundo tipo de publicación
Número de títulos e exemplares editados na Galicia e em Espanha segundo o tipo de publicações. Ano 2010
Unidade: Número de títulos e miles (milhares) de exemplares
Libros / Livros
Folletos / Folhetos
Títulos
Exemplares (miles)
Títulos
Exemplares (miles)
Títulos
Exemplares (milhares)
Títulos
Exemplares (milhares)
España
67.800
116.253
8.406
15.873
Galicia
2.266
2.896
512
887
1.372
1.676
227
487
Lugo
72
71
14
9
Ourense
121
84
8
7
701
1.065
263
383
A Coruña
Pontevedra
Fonte: INE. Estadística de la producción editorial de libros
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estatístico
2011
IGE Anuario_Maquetación 1 10/04/12 11:00 Página 133
INDICADORES SOCIAIS
INDICADORES SOCIAIS
Medio
Definicións
Meio Ambiente
Augas residuais
Águas residuais
É aquela que procede do emprego da auga subminis-
Águas usadas e que podem conter quantidades impor-
trada pola rede de abastecemento público, nun uso de-
tantes de produtos em suspensão ou dissolvidos, com
terminado.
acção perniciosa para o ambiente. Não se consideram
as águas de arrefecimento.
Captación de auga
Caudais captados
A captación consiste en extraer e/ou recoller a auga da
natureza e almacenala para a súa utilización. Inclúense
Quantidades de água obtidas através dos pontos de
os servizos de embalse e a condución por arterias e ca-
captação de águas superficiais ou subterrâneas efecti-
nalizacións primarias. Distínguense, entre outras, a cap-
vamente utilizada. O caudal de exploração considerado
tación de augas superficiais e a de augas subterráneas,
deve ser o caudal máximo que em cada momento ga-
realizada a través de sondaxes ou perforacións.
ranta as boas condições de funcionamento dos equipamentos e a disponibilidade continuada dos recursos
Recollida de residuos
hídricos onde se processa a captação.
Toda operación consistente en recoller, clasificar, agru-
Drenagem de águas residuais
par ou preparar residuos para o seu transporte.
Sistema constituído por um conjunto de órgãos cuja
Recollida selectiva de residuos
função é a colecta das águas residuais e o seu encaminhamento e, por vezes, tratamento em dispositivo ade-
Consiste na recollida diferenciada de materiais orgáni-
quado, de forma a que a sua deposição no meio
cos fermentables e de materiais reciclables, así como
receptor (solo ou água), não altere as condições am-
calquera outro sistema de recollida diferenciada que
bientais existentes para além dos valores estabelecidos
permita a separación dos materiais valorizables conti-
como admissíveis na normativa local e na legislação na-
dos nos residuos desde a súa orixe.
cional aplicável. Deste modo, na sua forma completa,
um sistema de drenagem de águas residuais é consti-
Residuos urbanos ou municipais
tuído pelos seguintes órgãos principais: rede de drenagem, emissário, estação elevatória, interceptor, estação
Defínense como aqueles residuos xerados nos domici-
de tratamento e emissário final.
lios particulares, comercios, oficinas e servizos, así
como todos aqueles que non teñan a cualificación de
Recolha de resíduos
perigosos e que, pola súa natureza ou composición,
poden asimilarse aos producidos nos anteriores lugares
Operação de apanha, triagem e/ou mistura de resíduos,
ou actividades (incluídos: a limpeza das vías públicas,
com vista aos seu transporte.
zonas verdes, animais domésticos mortos, residuos e
cascallos procedentes de obras menores da constru-
Recolha selectiva de resíduos
ción...).
recolha especial de resíduos que são objecto de depoTratamento de augas residuais
sição separada por parte do detentor, com a finalidade
de serem reciclados (ex.: os "vidrões" e os denominados
Refírese ao conxunto de operacións realizadas para
"ecopontos").
modificar as características das augas residuais de
modo que poidan ser reutilizadas ou devoltas á natu-
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estatístico
2011
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INDICADORES SOCIAIS
INDICADORES SOCIAIS
Medio
Definicións
Meio Ambiente
reza en condicións de calidade adecuadas. Os tipos de
Tratamento de água para abastecimento
tratamento que se teñen conta son:
· Tratamento primario
Também designado por tratamento de água destinada
· Tratamento secundario ou biolóxico
a consumo humano, é aquele que obrigatoriamente tem
· Tratamento terciario
que cumprir as normas de qualidade contidas no DL
· Tecnoloxías brandas e fosas sépticas
236/98, de 1 de Agosto, que transpõe para o direito interno as directivas comunitárias relativas à qualidade
da água e à protecção das águas superficiais e subterrâneas contra a poluição provocada por certas substâncias perigosas, estabelecendo normas, critérios e
objectivos de qualidade da água em função dos seus
principais usos.
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estatístico
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INDICADORES SOCIAIS
INDICADORES SOCIAIS
Medio
Meio Ambiente
Auga captada pola empresa
Abastecimento de água - Caudal captado
Unidade: Miles de metros cúbicos / Milhares de metros cúbicos
2006
2007
2008
2009
825.118
849.061
729.990
837.469
203.239
199.410
162.861
219.447
14.179 (b)
18.481
9.772
13.237
Cávado
24.577
48.915
46.618
47.799
Ave
25.214
12.776
3.600
13.735
83.399
70.970
61.417
99.814
Tâmega
17.389
18.669
16.009
17.369
Entre Douro e Vouga
14.122
1.927
2.180
1.757
Douro
11.898
12.968
11.770
11.058
Alto Trás-os-Montes
12.461
14.704
11.495
14.677
España
3.840.220
3.762.619
3.757.106
3.739.127
Galicia
250.852
255.990
261.077
267.991
Portugal (Continente)
Norte
Minho-Lima
Grande Porto
Fonte: INE. Encuesta sobre el suministro y saneamiento del agua
INE, I.P., Inventário Nacional de Sistemas de Abastecimento de Água e de Águas Residuais | Vertente Física e de Funcionamento (INSAAR|VFF)
Nota: Portugal e Norte: As rubricas ”Água captada” e ”Água tratada”, baseiam-se
no município de localização da respectiva componente (captação, estação de tratamento de água/posto de cloragem, estações de tratamento de água e ponto de rejeição ou descarga de águas residuais) e não nos municípios servidos.
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estatístico
2011
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INDICADORES SOCIAIS
INDICADORES SOCIAIS
Medio
Meio Ambiente
Recollida e tratamento de augas residuais
Drenagem e Tratamento de Águas Residuais. Ano 2009
Unidade=Metros cúbicos por día / Metros cúbicos por dia
Recollida
Tratamento
Drenagem
Tratamento
1.303.567
1.479.655
357.827
415.466
Minho-Lima
23.293
26.742
Cávado
36.671
60.277
Ave
22.797
73.408
203.477
163.321
Tâmega
27.452
25.332
Entre Douro e Vouga
15.000
23.099
Douro
14.899
21.367
14.241
21.923
España
..
12.800.974
Galicia
..
896.645
Portugal (Continente)
Norte
Grande Porto
Alto Trás-os-Montes
Fonte: INE. Encuesta sobre el suministro y saneamiento del agua
INE, I.P., Inventário Nacional de Sistemas de Abastecimento de Água e de Águas Residuais | Vertente Física e de Funcionamento (INSAAR|VFF)
Nota: Portugal e Norte: Dados administrativos da base de dados INSAAR (Inventário
Nacional de Sistemas de Abastecimento de Água e Águas Residuais) administrada
pelo Instituto da Água (INAG, I.P.). Não foi possível obter os dados relativos a alguns
municípios pelo que alguns dos totalizadores se encontram subavaliados.
(..) Valor não disponível.
(..) Dato non dispoñible.
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estatístico
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INDICADORES SOCIAIS
INDICADORES SOCIAIS
Medio
Meio Ambiente
Recollida de residuos sólidos urbanos
Recolha e reciclagem de resíduos sólidos
Unidade: Toneladas
Total
Recollida selectiva
Total
Recolha selectiva
2007
2008
2009
2007
2008
2009
4.967.273
5.471.844
5.496.267
588.724
641.905
716.856
1.581.954
1.662.967
1.676.001
165.361
193.473
224.152
Minho-Lima
95.363
108.296
110.328
7.286
17.550
19.119
Cávado
171.792
185.701
185.107
14.680
24.463
26.812
Ave
197.289
200.893
205.971
20.046
23.258
26.027
Grande Porto
654.477
685.492
676.364
94.774
99.118
107.737
Tâmega
197.053
201.534
217.891
9.857
12.412
25.848
Entre Douro e Vouga
94.603
103.539
104.222
7.998
9.539
10.993
Douro
85.403
85.434
86.783
4.685
3.265
3.197
Alto Trás-os-Montes
85.974
92.078
89.334
6.036
3.868
4.419
España
28.240.470
26.322.384
24.758.113
6.314.550
5.276.701
4.416.413
Galicia
1.404.915
1.312.021
1.285.605
256.256
176.630
179.212
Portugal
Norte
Fonte: INE. Encuesta sobre recogida y tratamiento de residuos urbanos
INE, I.P., Estatísticas dos Resíduos Municipais
Nota: Portugal e Norte: A partir de 2007, os dados são provenientes do SIRAPA-MRRU
(Sistema Integrado da Agência Portuguesa do Ambiente - Mapa Integrado de Registo
de Resíduos) da Agência Portuguesa do Ambiente.
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estatístico
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