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Transcrição

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Revista
ABCFARMA
Agosto • 2009 • Edição 216
Publicação Dirigida aos Médicos, Farmacêuticos, Odontólogos, Profissionais de Saúde e Proprietários de Farmácias e Drogarias
SEMPRE A MELHOR INFORMAÇÃO
Editorial
FARMA MEETING E
RACINE: PARCERIA
BEM-SUCEDIDA
E
ntre os dias 8 e 11 de julho,
o Grupo Racine promoveu a
19ª Expo Farmácia e, nos dias
9 e 10 de julho, as entidades que compõem o Farma Meeting, ABAFARMA,
ABCFARMA e ABRAFARMA, convidadas pelos organizadores, realizaram um ciclo de palestras dentro
desse tradicional evento.
Foi uma experiência muito positiva.
Além dos diretores e representantes das
entidades que formam o Farma Meeting,
tivemos convidados que divulgaram conhecimentos importantes, na forma de
palestras e workshops, que com certeza
serão postos em prática a favor da população nas farmácias e drogarias.
Encerrando o evento, se pronunciaram dirigentes das três associações:
Jorge Froes de Aguilar – Diretor
Executivo da ABAFARMA
Falou da importância da distribuição
de medicamentos em todo esse país
continental, informando o número de
distribuidoras, as fantásticas distâncias que os veículos dessas empresas
percorrem para abastecer o comércio farmacêutico, o prazo médio que
é concedido para pagamento e muitas outras informações referentes ao
setor de distribuição.
Sergio Mena Barreto – Presidente
Executivo da ABRAFARMA
Fez um histórico dos impostos que recaem sobre os medicamentos. Comentou
as resoluções e as consultas públicas da
ANVISA, principalmente a de nº 69, que
trata da venda de outros produtos e serviços pelas farmácias e drogarias.
Pedro Zidoi – Presidente
da ABCFARMA
Encerrou os trabalhos falando sobre a
importância das entidades que representam o comércio farmacêutico e sobre o papel fundamental de farmácias
e drogarias para a população. Ressaltou a necessidade de trabalharmos
para a redução dos impostos, o que
acabaria reduzindo o preço dos medicamentos ao consumidor, trazendo
enormes benefícios aos doentes que,
com preços mais baixos, poderiam
adquirir os medicamentos de que
necessitam para restaurar a saúde ou
melhorar seu bem-estar.
Deu como exemplo positivo, nessa
direção, a decisão do governo do Estado
do Paraná de reduzir o ICMS para 12%.
O presidente da ABCFARMA também destacou o desejo da população
de adquirir outros produtos, além de
medicamentos, nas farmácias e drogarias, o que trará comodidade e bemestar aos clientes, alertando para uma
atenção especial na administração do
comércio farmacêutico, já que é mínima a margem de lucro do segmento. Falou também sobre o papel das
lideranças das entidades, missão que
deve ser cumprida com conhecimento e idealismo, sem que as lideranças
releguem suas empresas.
Convidou os empreendedores a
olharem sua farmácia ou drogaria de
dentro para fora, pois é preciso saber o
que acontece no mundo e obter o maior
número possível de conhecimentos,
para poder gerir seu estabelecimento
com modernidade e eficiência.
Lembrou, enfim, que é preciso formar equipes de trabalho com pessoas
realmente interessadas em atender
bem os clientes e colaborar com o crescimento da empresa.
Para isso, os empreendedores de
farmácia poderão encontrar subsídios e
orientação segura consultando a Revista ABCFARMA e navegando no Portal
ABCFARMA - moderno, interessante e
fonte diária de informes sobre o setor.
O evento foi encerrado com sinceros agradecimentos aos palestrantes
convidados, que brilhantemente se
apresentaram e deram coordenadas
seguras aos presentes. Entre eles:
• Mariane Lorena Hansey – CNC
• Paulo Murilo Paiva – IMS Health Brasil
• Eliete Carrara e Dr. José Maria de
Souza Almeida – Itafria
• Patrícia Moraes – Nielsen
• Luiz Carlos Monteiro – E-Pharma
O convite do Grupo Racine para a
integração da 19ª Expo Farmácia com
o Grupo Farma Meeting foi realmente
um importante passo para a criação
da nova visão de uma farmácia integrada mais real e eficiente.
As entidades que compõem o Farma
Meeting, ABAFARMA, ABCFARMA e
ABRAFARMA, parabenizam os responsáveis pela organização da 19ª Expo
Farmácia pelo grande sucesso obtido
– em especial à Dra Nilce Barbosa
e ao Dr. Marco Quintão, dirigentes
máximos da Racine.
Pedro Zidoi
Revista ABCFARMA | Agosto/09 | 3
Índice
OFTALMOLOGIA
EDITORIAL
Este mês, o presidente Pedro Zidoi
analisa o sucesso
do Farma Meeting,
em parceria com
a Racine
O ABC das lentes
O Dr. José Belfort
Mattos ensina a
usar lentes da
maneira correta
PÁGINAS AZUIS
ALIMENTAÇÃO
3
O Dr. Caio
Rosenthal explica
a nova cepa de vírus
que está causando
pânico no mundo
14
Diretor Presidente
Pedro Zidoi
Diretor Financeiro
Sétimo Gonnelli
Diretor Secretário
Armênio Rodrigues Alves
Diretora Administrativa
Abigail J. C. Maglio
Analista e Programador
Eduardo Novelli
Editoração Eletrônica
e Produção Gráfica
Vanusa Assis
Sergio Bichara
Dawis Roos
NOTA:
48
GESTÃO DE NEGÓCIOS
Coma com
bom humor
A Dra. Juliana
Schmitt revela
que alimentos
aumentam o bemestar e o humor
24
6
A gripe do medo
É ilegal e faz mal
Carlos Marques,
superintendente da
Onofre, fala sobre a
doença dos
medicamentos
ilegais
24
O mapa
do câncer
Um dos maiores
oncologistas brasileiros, Dr. Paulo
Hoff, fala sobre os
novos tratamentos
da doença
SAÚDE PÚBLICA
VAREJO
COMUNICAÇÃO VISUAL
Farmácia
bonita vende
A consultora
Christiany Sena
dá dicas de materiais que atraem a
atenção do cliente
36
Jornalista Responsável
Celso Arnaldo Araujo
Mtb 13.064
Repórter
Francisco Colombo
Mtb 18.640
Colaboradores
Américo José da Silva Filho
Nelson Grecov
Dr. Osmar de Oliveira
Dr. Roberto Macedo
Distribuição e Publicidade
ABCFARMA
Gerente de Distribuição
Mirna Lúcia de Oliveira
A galinha dos ovos de ouro
O consultor Américo
José usa mais uma
fábula para falar sobre
a importância de “não
se colocar todos os ovos
na mesma cesta”
52
LEIA TAMBÉM
Atualidades ........................................ 42
Homenagem póstuma .........................46
Notícias dos estados ............................58
Ambiente empresarial (Geraldo Monteiro) ..59
Responsabilidade social (Pharmagil) ........60
A voz da farmácia (Drog. N. S. Nazaré) ........61
A farmácia em destaque (Fcia Aliança) .......62
FGV ..................................................... 64
Celebração ......................................... 65
Evento (Abradilan) ..................................66
Evento (Econofarma) ...............................68
Evento (Racine Expo 2009 - Farma Meeting) ....70
Evento (Expo Pharma) .............................. 75
Jogos abertos Sindusfarma ..................76
Grandes encontros (Beauty Fair) ..............77
Evento (Beauty Fair) .................................78
Portal ABCFARMA................................80
Impressão
Gráfica Prol
Periodicidade
Mensal
Tiragem
35 mil exemplares
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conjunto 51, Vila Buarque,
São Paulo, SP, CEP 01221-010
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4 | Revista ABCFARMA | Agosto/09
DIRETORIA: TRIÊNIO 2007 A 2010
PRESIDENTE
PEDRO ZIDOI SDOIA
DIRETORES VICE-PRESIDENTES
1º ADELMIR ARAÚJO SANTANA (BRASÍLIA, DF)
2º LÁZARO LUIZ GONZAGA (BELO HORIZONTE, MG)
3º PAULO SÉRGIO NAV ARRO DE SOUZA (JOÃO PESSOA, PB)
4º JOSÉ RAIMUNDO DOS SANTOS (ARACAJÚ, SE)
5º PEDRO DE ARAÚJO BRAZ (NITERÓI, RJ)
6º EDENIR ZANDONÁ JÚNIOR (CURITIBA, PR)
7º PAULO ROBERTO KOPSCHINA (PORTO ALEGRE, RS)
8º JOÃO ARTHUR RÊGO (SALVADOR, BA)
9º JOAQUIM TADEU PEREIRA (BELÉM, PA)
10º VOLLRAD LAEMMEL (BLUMENAU, SC) VALE DO ITAJAÍ
11º MODESTO CARVALHO DE ARAÚJO NETO
(BELO HORIZONTE, MG)
12º EDIMAR PEREIRA LIMA (BOA VISTA, RR)
13º VAGNER ALONSO GUTIÉRREZ (SÃO PAULO, SP)
14º MAURÍCIO CAVALCANTE FILIZOLA (FORTALEZA, CE)
15º DIOCESMAR FELIPE DE FARIA (BRASÍLIA, DF)
16º NELCIR ANTÔNIO FERRO (CURITIBA, PR) CASCAVEL
17º WAGNER JACOME PATRIOTA (NATAL, RN)
18º ÁLVARO SILVEIRA JÚNIOR (BRASÍLIA, DF)
DIRETORES SECRETÁRIOS
ARMÊNIO RODRIGUES ALVES, IN MEMORIAN (SÃO PAULO, SP)
1º WAGNER FERREIRA GIFFONI (BRASÍLIA, DF)
2º LUÍS CARLOS CASPARY MARINS (RIO DE JANEIRO, RJ)
3º DAVID GUNTOWSKI (CURITIBA, PR)
4º JORGE FERNANDO DE AZEVEDO TRINDADE (CAMPOS
DOS GOYTACAZES, RJ) CAMPOS
5º JOSÉ CLÁUDIO ALMEIDA (MACEIÓ, AL)
DIRETORES TESOUREIROS
1º SÉTIMO GONNELLI (SÃO PAULO, SP)
2º PHILADELPHO LOPES (SÃO PAULO, SP)
3º NERY WANDERLEY DE OLIVEIRA (PORTO ALEGRE, RS)
4º CLAUDISNEI MACHADO CONSTANTE (CRICIÚMA, SC)
5º CARLOS DE SOUZA ANDRADE (SALVADOR, BA)
6º JUAN CARLOS BECERRA LIGOS (SÃO PAULO, SP)
DIRETORES DO CONSELHO FISCAL
1º JAIME NUNES MOREIRA (PORTO ALEGRE, RS)
PELOTAS (MORADIA)
2º NATANAEL AGUIAR COSTA (SÃO PAULO, SP)
3º EVERTON LUIZ ILHA MAHFUZ (PORTO ALEGRE, RS)
4º ROMILDO MARCOS LETZNER (JOINVILLE, SC)
5º JOÃO GILBERTO SERRATT (PORTO ALEGRE, RS)
6º JEFFERSON PROENÇA TESTA (LONDRINA, PR)
SUPLENTES
1º HENRIQUE ÂNGELO DENÍCOLI (VITÓRIA, ES)
2º SEBASTIÃO PAULINO BORGES (CAMPO GRANDE, MS)
3º RICARDO RAMÃO CRISTALDO (CUIABÁ, MT)
4º BENILTON GONÇALVES DINIZ (SÃO LUÍS, MA)
5º DOMINGOS TAVARES DE SOUZA (GURUPI, TO)
6º RAIMUNDO NONATO PAZ DE ARAÚJO (MANAUS, AM)
DIRETORES CONSELHEIROS
ADEMAR FERREIRA PINTO (RS)
ADEMIR TOMAZONI (ITAJAÍ, SC)
ALEX CAVALCANTE GARCEZ (SE)
ÁLVARO JOSÉ DA SILVEIRA (DF)
ÂNGELO TRENTO (PR)
ANTÔNIO JOSÉ BELTRAME (SC)
ANTÔNIO WALMIR NOLA (CRICIÚMA, SC)
BEN-HUR JESUS DE OLIVEIRA (VALE DO RIO
DOS SINOS, RS)
BENONES VIEIRA DE ARAÚJO (MA)
CADRI SALEH (GO)
CARLOS GONÇALVES PEREIRA (GO)
CELSO FLÁVIO DA SILVA (GO)
DANILO CASER (GO)
ÉDEN ARAÚJO BORGES (UBERABA, MG)
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EDSON SILVEIRA (UBERABA, MG)
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ERNANDO PEREIRA (ARAXÁ, MG)
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FERNANDO JOSÉ LUCAS (UBERABA, MG)
FRANCISCO BRÍGIDO DA COSTA (AC)
FRANCISCO MARINHO DE MOURA FILHO (CE)
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GILSON GERALDO FIGUEIREDO TERRA
(GOVERNADOR VALADARES, MG)
GLADSTONE NOGUEIRA FROTA (RO)
HELDER MAGALHÃES MARINHO (AP)
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JOÃO ANDRADE (PR)
JOÃO FÉLIX DE MAJELA FILHO (CE)
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JOÃO LUCIANO (FLORIANÓPOLIS, SC)
JOÃO MARTINS DA SILVA (BA)
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JOSÉ EUSTÁQUIO DE FREITAS (ES)
JOSÉ RICARDO NOGARED CARDOSO (TUBARÃO, SC)
JUAREZ BARROS DOS SANTOS (TO)
JÚLIO CÉSAR PEDRONI (JUNDIAÍ, SP)
JÚLIO CÉSAR RESENDE DE FREITAS (TRÊS RIOS, RJ)
JURACI RIBEIRO DA SILVA (RO)
KLEBER SAMPAIO SANTIAGO (PB)
LUÍS GUSTAVO TRIERWEILER (RS)
MANOEL VIGUINI (ES)
MARCELO FERNANDES DE QUEIROZ (RN)
MARCOS ANTÔNIO CARNEIRO LAMEIRA (AC)
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MAURO LIMA RODRIGUES (ES)
MAURO M. MARINHO (MG)
NALMA LÚCIA RODRIGUES DA ROCHA (CARUARU, PE)
NARA LUIZA DE OLIVEIRA (GOIÂNIA, GO)
NOÉSIO EMÍDIO DA CUNHA (BA)
OSVALDO PRAXEDES DA SILVA (SANTO ANDRÉ, SP)
PAULO LUIZ ZIDOI (SP)
PAULO ROBERTO RAMOS DA SILVA (RJ)
ROBERTO DE SOUZA LEÃO (PE)
ROGÉRIO TOKARSKI (DF)
ROMUALDO CONSTANTINO MAGRO (SANTO ANDRÉ, SP)
RUBENS FERNANDO SANCHES DE ANDRADE
(FLORIANÓPOLIS, SC)
SAMUEL BRASIL BUENO (ARARAQUARA, SP)
SÉRGIO AMARAL CORRÊA (TUBARÃO, SC)
SÉRGIO DE GIACOMETTI (HERVAL D’OESTE, SC)
SÉRGIO PEREIRA (DF)
VIDELINA ELOY GERALDO (SP)
WALTER LUIZ MACHADO (MG)
WISMAR ROMES DE FREITAS (UBERABA, MG)
CONSELHEIROS NATOS | DIRETORES VITALÍCIOS
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GILBERTO DAVID CUNHA DA SILVA (RS)
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JOÃO AZEVEDO DANTAS (PB)
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JOSÉ APARECIDO JUNQUEIRA GUIMARÃES (DF)
JOSÉ CLÁUDIO SOARES (PE)
JOSÉ DE ASSIS LIMA (PB)
JOSÉ MARIA DE FREITAS MOREIRA (AC)
JÚLIO AUGUSTO DE MORAES RÊGO (BA)
MAURO ANTÔNIO MURARA (SC)
MILTON ANTÔNIO ARAÚJO DOS SANTOS (RS)
NELSON FRAIDE NUNES (MS)
NELSON FRANKLIN BRANSON CLEMENT, IN MEMORIAN (BA)
PAULO SÉRGIO FERREIRA LOPES (MS)
RONCALI COELHO SOARES (MG)
RUY DE CAMPOS MARINS (RJ)
WALDOMIR ARENO CARDOSO (CRICIÚMA, SC)
WALTER PARES (RS)
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ANTÔNIO BARROS LEITE JÚNIOR (JUNDIAÍ, SP)
ANTÔNIO THOMAZ MONDINI (RIO CLARO, SP)
ARDSON LELLIS DA COSTA E SILVA (PR)
BENJAMIN RODRIGUES (DF)
CRISTYNE MIRIAN ALBUQUERQUE DALL’AGNOL
(FOZ DO IGUAÇU, PR)
ELZA DE GODOY FARIAS (SC)
ERONIDES STORCH (PA)
FERNANDO DE ABREU (SP)
IVAN PEDRO MARTINS VERONEZI (FERNANDÓPOLIS, SP)
JOSÉ AIRTON MELO AGUIAR (CE)
JOSÉ PEDRO FERNANDES (ARARAS, SP)
LUÍS CARLOS GARDINI (LINS, SP)
LUIZ ANTÔNIO PAIVA (FRUTAL, MG)
ROBERTO MASSATOSHI BABA (BIRIGÜI, SP)
RONALDO DE OLIVEIRA CARVALHO (LINS, SP)
RONALDO FERNANDES PEREIRA (UBERLÂNDIA, MG)
VÍTOR FERNANDES (AMERICANA, SP)
WILSON ROSSI (TUPÃ, SP)
Revista ABCFARMA | Agosto/09 | 5
Páginas Azuis
Texto e fotos: Celso Arnaldo Araújo
MAIS PERTO
DA CURA
Dr. Paulo Hoff,
diretor clínico do
ICESP e Professor
Titular de Oncologia
da Faculdade de
Medicina da USP
São Paulo ganha o
maior centro de câncer
da América do Sul
A
os 40 anos, o Dr. Paulo Hoff é uma das
estrelas da oncologia brasileira. Formado
pela Universidade de Brasília com apenas
22 anos, fez residência nessa especialidade no M.D.
Anderson Cancer Center, no Texas, o mais avançado
centro oncológico do mundo. E com menos de
30 anos já era Professor Associado e chefe de
departamento na Universidade do Texas. Voltando
ao Brasil com 33 anos, tornou-se diretor executivo
do Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanês
e Professor Titular da disciplina de Oncologia da
Faculdade de Medicina da Universidade de São
Paulo. Há um ano, ele enfrenta seu maior desafio:
comandar, como Diretor Clínico, o novo ICESP –
Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Otavio
Frias de Oliveira, um centro-modelo de tratamento
da doença, mantido com recursos do SUS e do
governo do estado. Nesta entrevista, ele fala sobre
os avanços e os limites no tratamento do câncer e de
um futuro, não muito distante, em que poderemos
curar a maior parte dos casos
Fachada
do novo Instituto
do Câncer,
em São Paulo
A oncologia é a mais cara e complexa das especialidades médicas. Como conciliar isso com as dificuldades do serviço público de saúde?
É muito importante que se procure dar aos pacientes do SUS um atendimento do mesmo nível que
é dado aos particulares ou pacientes de convênios. No
fundo, o SUS é um convênio de todos os brasileiros –
só que bancado pelo estado. O sistema certamente tem
deficiências importantes, sobretudo na defasagem dos
valores repassados a médicos e instituições e, especialmente na minha área, há limitações na oferta de medicações cobertas pela SUS. Por isso, essa conciliação
nem sempre é fácil – mas precisa ser feita, porque há
um número cada vez maior de pacientes com câncer. A
própria concepção do ICESP é uma tentativa de o governo do estado de São Paulo colaborar nessa missão
tão complexa que é propiciar atendimento de melhor
qualidade aos usuários do SUS. E o ICESP só faz isso
porque recebe uma complementação orçamentária do
governo de São Paulo. Temos muito orgulho do ICESP
porque o atendimento que oferecemos está alinhado
com o dos melhores serviços privados.
Pacientes do SUS, que normalmente não têm muito acesso a métodos de detecção precoce, só procuram
um centro especializado com a doença já avançada?
A resposta para essa pergunta é sim e não. Nós não
cobramos de nossos pacientes – mas isso não quer dizer que não haja entre eles clientes de convênios parti6 | Revista ABCFARMA | Agosto/09
Páginas Azuis
culares. Por isso, houve uma mudança no perfil populacional atendido neste instituto em comparação aos serviços
públicos de oncologia do passado. Temos observado muito
mais pacientes de classe média, que, talvez por pressão
econômica, hoje procurem mais os serviços públicos. Mas
ainda atendemos uma grande população de camadas sociais mais baixas em que a premissa de sua pergunta é verdadeira – pacientes com dificuldade de acesso à medicina
preventiva apresentam tumores maiores e mais disseminados. Na média, de fato, o estadiamento do câncer ainda
é mais avançado aqui do que nos centros privados.
O mapa do câncer no Brasil mostra algumas surpresas
em relação ao Primeiro Mundo?
Está ocorrendo algo muito interessante no Brasil. Rapidamente, dependendo da região, estamos alcançando níveis
de incidência de câncer de países mais desenvolvidos. Nos
Estados Unidos, preconiza-se que pacientes com mais de 50
anos devam fazer exames anuais de sangue oculto nas fezes
e colonoscopia a cada 10 anos, para detecção precoce do câncer de intestino. No Brasil, essa recomendação certamente
se aplicaria a São Paulo, onde a incidência desse tipo de câncer se aproxima da americana. Mas essa política talvez não
seja adequada para o nordeste, onde há muito menos casos.
São Paulo também tem uma cobertura de papanicolau que
se aproxima da dos países mais ricos – o que se reflete numa
redução significativa do câncer do colo uterino.
Mas, por outro lado, não estamos “copiando” do Primeiro Mundo um aumento da incidência de tumores típicos de países mais desenvolvidos?
Sem dúvida. Enquanto assistimos aqui em São Paulo
a uma queda dramática nos casos de câncer do colo uterino, e significativa no de câncer gástrico, observamos
um grande aumento na incidência de câncer de mama,
próstata, pulmão e intestino. À medida que o país se desenvolve, nosso estilo de vida muda, sobretudo na dieta alimentar e no aumento do sedentarismo. E estamos
mais expostos a produtos potencialmente carcinogênicos, muitos ainda não identificados. Essa é uma preocupação mundial. Nos países mais desenvolvidos, uma em
cada oito mulheres terá câncer de mama ao longo da vida
– é uma incidência altíssima.
E há mulheres cada vez mais jovens com câncer de
mama, não?
Sim, já tive pacientes com 30 anos de idade. Há naturalmente fatores genéticos envolvidos. Alguns são de fácil
comprovação, quando o tumor aparece em quase todos
os membros da família e numa idade muito jovem. Para
8 | Revista ABCFARMA | Agosto/09
Célula do câncer: os enigmas
de uma doença insidiosa
nossa sorte, esses são raros. O grande problema são fatores predisponentes à formação do câncer que ocorrem em
apenas alguns membros da família e em diferentes faixas
etárias – são um contingente muito maior e a localização
desses indivíduos com risco aumentado de câncer é muito
mais difícil. Isso talvez seja um estímulo para que os oncologistas, ao atenderem seus pacientes, tracem uma história
familiar muito mais detalhada, em busca dessas pistas.
A ocorrência desses casos de mulheres jovens com câncer de mama justifica a antecipação dos exames de detecção precoce, como a mamografia?
Não. A mamografia pode ser um problema por si só,
por causa da exposição à radiação. É preciso achar um
ponto em que esse risco seja menor que o potencial benefício. Estimular a mamografia antes dos 40 anos não é
uma boa política. Ainda há uma grande discussão sobre
se a idade mínima deva ser 40 ou 50. No Brasil, optou-se
por 40 anos. Entre 40 e 50, a cada cinco anos. Depois disso, a cada um ou dois anos. Mas isso se aplica a mulheres
sem histórico familiar. Se houver antecedentes, pode ser
necessário fazer uma mamografia mais precoce.
O câncer de próstata, ao contrário, está afetando homens cada vez mais velhos, com o aumento da expectativa
de vida. Mas há especialistas que questionam a importância do diagnóstico precoce. Qual é sua posição?
Há vários estudos pequenos comprovando que os
exames regulares de PSA e toque retal conseguem detectar tumores de próstata em estágio precoce. Mas há dois
estudos grandes comparando os resultados da detecção
precoce com os do acompanhamento normal, sem cuidados especiais em relação à próstata. E aí vem o grande dilema. Em um desses estudos, com milhares de pacientes,
detectou-se um pequeno ganho em termos de sobrevida
no grupo dos homens que faziam PSA e toque retal anualmente. No outro estudo, não houve diferença entre fa-
Páginas Azuis
zer e não fazer, em termos de sobrevida. Não há a menor
dúvida de que esses dois exames identificam tumores em
estágio precoce – a questão ainda em aberto é saber se
essa identificação tem um impacto em termos de sobrevida. Faz diferença detectar um tumor de um centímetro
num homem de 60 anos e um de três centímetros aos 75?
É uma doença que está afetando homens cada vez mais
velhos. E um indivíduo de 75 anos com diagnóstico de
um câncer de próstata indolente tem muito pouca chance de morrer desse tumor, tratando ou não. O problema
é que nem todos os tumores são indolentes. Alguns são
mais agressivos e, nesses casos, vale a pena identificar
cedo e tratar cedo. Só que ainda não se consegue identificar os tumores agressivos.
E como resolver esse dilema?
É preciso fazer uma escolha, não dá para ficar em
cima do muro para sempre. Aguardamos ansiosamente
por estudos que confirmem a importância da detecção
precoce. Havendo dois trabalhos com resultados antagônicos, não posso criticar alguém que não faça o PSA e o
toque de próstata. Por outro lado, para dar o benefício
da dúvida ao paciente, é preciso discutir esses estudos e,
junto com ele, optar por um caminho. Meus pacientes,
depois dessa conversa, em geral preferem fazer o exame.
Mas aí vem outro dilema: o que fazer se o exame der
positivo para câncer de próstata. Tratar ou náo tratar?
Essa é a parte da discussão mais demorada. A cirurgia e
a radioterapia têm seus riscos – como a possibilidade de incontinência urinária e disfunção erétil. Quando isso ocorre
num paciente jovem, que estava completamente assintomático, o tratamento se torna pior do que a doença. Ninguém
tem a resposta ideal. O maior receio é o paciente que tem
uma forma mais agressiva da doença – que evidentemente
precisaria de tratamento, sem nenhuma dúvida.
O paciente que descobre ter um câncer de próstata em
estágio precoce consegue viver sem tratamento, mesmo
com essa “espada” sobre a cabeça?
Muitos, sim. É claro que a opção pelo não-tratamento
não deve se aplicar a um homem de 50 anos, que tem
uma grande expectativa de vida pela frente. Mas tenho
inúmeros pacientes com mais de 70 anos que optaram
apenas pelo acompanhamento do tumor – nos quais a
intervenção só ocorre quando há crescimento.
Apesar do fantástico avanço da oncologia, alguns tumores ainda desafiam a ciência, por seu alto grau de malignidade e letalidade: pâncreas, fígado e pulmão. Por quê?
O câncer de pâncreas, sem dúvida, é o pior. Em deter10 | Revista ABCFARMA | Agosto/09
minado ano, nos Estados Unidos, houve mais mortes do
que casos novos da doença. A taxa de cura é de apenas
10%. Trata-se de um câncer cujos sintomas iniciais – dor,
icterícia – habitualmente são de um tumor avançado. E
que tem uma enorme variabilidade genética. Todo tumor
está associado a mutações do DNA. No caso do pâncreas,
identificaram-se pelo menos 44 genes que podem estar
alterados no câncer, com combinações infinitas – é muito
difícil produzir uma medicação que realmente funcione.
E o de pulmão?
Há avanços. Temos novos tratamentos, mas
fundamentalmente sabemos a causa da maior
parte dos casos: o fumo. Por isso, a prevenção é relativamente simples: não fumar. Só um tipo de câncer pode ser mais facilmente prevenido: o do colo uterino
e o do canal anal provocado pelo HPV, o papiloma vírus,
que pode ser evitado ou descoberto facilmente pelo papanicolau muito antes da malignização. Poderemos chegar ao
ponto de completa eliminação desses tumores. Voltando ao
câncer de pulmão, ele é curável em estado inicial. E nesse
ponto há uma discussão similar ao que ocorre em relação à
próstata – segundo um estudo recente, há benefícios em se
recomendar uma tomografia anual dos pulmões a pacientes fumantes. Mas isso ainda precisa ser confirmado.
Fígado?
Há os operáveis e os não-operáveis. Entre os primeiros, a combinação de cirurgia e transplante hepático
dá uma chance de cura bastante razoável. Para os que
ultrapassaram essa fase, nosso arsenal é limitado. Há
um remédio novo, um inibidor de tirosina-quinase, que
prolonga a sobrevida – mas aí já não é mais curável. Ao
contrário do pâncreas, porém, o achado do câncer de
fígado em estágio operável é relativamente comum. Mesmo porque, a cirrose ou a hepatite B podem ser doenças
precursoras do câncer. De qualquer forma, ocorre hoje
um aumento da incidência de câncer hepático, por causa
de um fator predisponente típico de nossa civilização, que
é a esteatose – a gordura no fígado.
Você citou um novo medicamento para o câncer de fígado. O futuro da oncologia está mesmo na farmácia?
Sem dúvida. Sempre haverá pequenos avanços na anestesia, na técnica cirúrgica, no pós-operatório, mas os próximos passos virão necessariamente da área farmacológica.
E o grande destaque são as chamadas drogas-alvo, uma sofisticação em relação à quimioterapia convencional, pois são
muito mais precisas. Não há dúvida de que, para derrotarmos
o câncer, teremos de maximizar os benefícios dessas novas
Páginas Azuis
medicações. Há hoje mais de mil compostos em avaliação no
mundo – e centenas são drogas-alvo. A questão é parear a
droga certa com o alvo certo, o que vai levar alguns anos.
Nos últimos cinco anos, quais foram os grandes avanços
farmacológicos contra o câncer, já em uso na prática clínica?
Algumas drogas mudaram o paradigma. Os anticorpos
monoclonais anti-CD20, já disponíveis neste instituto contra linfomas, câncer de mama e de intestino, já têm impacto
grande no tratamento dessas doenças, aumentando a chance de cura. O segundo destaque são os inibidores da tirosina-quinase, com graus variados de sucesso – no tratamento
de leucemia mieloide crônica ou tumores gastro-intestinais,
os resultados têm sido fantásticos. Pacientes com sobrevida
de menos de um ano hoje podem vir a ter décadas. Para finalizar, as vacinas – como a do HPV – terão um papel muito
importante na prevenção de certos tipos de câncer.
O vice-presidente José Alencar está inscrito num protocolo nos Estados Unidos para receber uma droga experimental. Qual é a expectativa em relação a essas drogas?
A expectativa de sucesso para uma medicação que
chega à fase 3 de um estudo clínico (experimentação em
seres humanos) era de cerca de 3%. Hoje, porém, a pesquisa é muito mais direcionada. Você encontra o alvo de
interesse na célula cancerosa e tenta desenvolver uma
droga que atue naquele alvo específico. A taxa de sucesso
será maior, mas não muito maior. É mais fácil tratar células cancerosas em linhagens de laboratório ou animais
– o organismo humano é muito mais complexo. Se obtivermos uma taxa de sucesso de 10%, eu ficaria feliz.
Qual é sua posição em relação a terapias alternativas?
Uma pesquisa recente mostrou que 85% dos pacientes do M.D.Andersen, nos Estados Unidos faziam uso
de algum tipo de terapia complementar. Mas é difícil
justificar uma terapia realmente alternativa, isto é, que
substitua o tratamento convencional. Como médico,
você tem obrigação de explicar ao paciente que se tratam de terapias sem comprovação. Se o paciente que
faz quimioterapia me diz que vai tomar chá verde no
jantar, não há problema. Agora, se ele diz que vai parar a quimio para tomar chá verde, minha obrigação é
mostrar a ele que isso não tem nenhum fundamento.
Você já assistiu a alguma regressão de tumor espontânea?
Sim. É sabido que até 1% de alguns tipos de câncer regride espontaneamente. A religião chama
isso de milagre, a ciência não explica. Algumas
vezes o indivíduo estava fazendo um tratamento
alternativo, ou frequentava cultos religiosos, e
estabelece uma relação direta. É preciso se respeitar a fé de cada um, mas é um fato da ciência
que o organismo consiga eliminar um tumor.
Existem dezenas de doenças diferentes com o nome genérico de câncer. Isso inviabiliza a “cura do câncer”?
Hoje já curamos 60% dos casos de câncer que vêm aos
nossos consultórios. Em alguns tumores, como câncer de
testículo, a expectativa de cura passa de 90%. Curamos
a maior parte dos linfomas, por exemplo, e alguns tipos
de leucemia. O câncer de pele não-melanoma é curável
em 100% dos casos. Infelizmente, como você mencionou,
existem mais de 200 tipos diferentes de câncer. Os tratamentos e os prognósticos são diferentes para cada um.
Mas acredito que chegaremos a um dia em que o câncer
possa ser tratado como uma pneumonia – doença em que
o resultado esperado é a cura e a morte é exceção. Se isso
vai ocorrer em 20, 30 ou 50 anos, não sei.
A oncologia é umas das mais estressantes especialidades médicas, pela necessidade de se fazer escolhas de vida
e morte, todos os dias. Como você lida com isso?
Hoje há mais de mil
drogas em estudo
contra o câncer–
10% devem chegar
ao mercado
12 | Revista ABCFARMA | Agosto/09
Todo oncologista aprende que todo dia é muito importante. Às vezes a gente se esquece de algo que nos faz seres
humanos, que é nossa mortalidade. É claro que, para nós,
essa é uma realidade muito mais próxima do que para outras especialidades médicas. A gente tenta obter o máximo de gratificação quando conseguimos curar o paciente
e, quando isso é impossível, que ele viva um pouco mais e
melhor. Às vezes temos surpresas agradáveis. O câncer é
uma doença que está se cronificando – e a gente aprende
a tirar o máximo proveito desses pequenos sucessos. 
Saúde Pública
Texto: Celso Arnaldo Araújo
Fotos: divulgação
GRIPE A-H1N1
Como viver com ela
P
ânico, corrida aos hospitais, medo. Só se
fala na gripe A H1N1 - que se popularizou
como gripe suína – com o aumento
progressivo do número de casos e do número de
mortes no Brasil. Semanas após os primeiros
casos registrados em pessoas que retornaram
do exterior, o vírus já tem vida própria no país,
como em todas as partes do mundo. Por isso, os
especialistas a chamam de pandemia. Mas há
mesmo motivo para pânico? Deve-se correr para
o hospital aos primeiros sintomas gripais típicos?
O Dr. Caio Rosenthal, especialista do maior e
mais antigo instituto de doenças infecciosas de
São Paulo, o Emílio Ribas, prevê a ocorrência de
centenas de milhares de casos novos nos próximos
meses – já que nenhum de nós tem defesa contra
esse novo vírus – mas com um número de mortes
similar ao de qualquer outra gripe. A imensa
maioria dos casos terá curso benigno. Por isso, ele
recomenda calma – não há motivo para pânico.
Mas há, sim, motivo para a adoção de medidas
preventivas. Leia a matéria a seguir e saiba
conviver com esse novo inimigo da saúde pública
O aumento no número de mortes pela gripe H1N1
está dentro do padrão esperado para uma doença
infecciosa nova?
Ainda não dá para saber. E é isso que causa o
pânico. Tudo o que é desconhecido e que mexe com
a saúde pública leva a uma situação de angústia. E
por que não dá para responder? Porque é um vírus
novo, cujo comportamento epidemiológico ainda
não se conhece. Parece que sua velocidade de infecção é muito alta, sobretudo porque todas as pessoas
do planeta são virgens de contato com esse vírus.
É como levar sarampo para uma aldeia de índios.
Mas a letalidade provavelmente não será maior nem
14 | Revista ABCFARMA | Agosto/09
Dr. Caio Rosenthal
menor do que o de qualquer gripe – cerca de 0,4%
dos casos. Porém, fazendo-se a estimativa de que 30
milhões de pessoas em todo o mundo se contaminem com essa gripe, teremos cerca de 120 mil mortes. Sob esse ponto de vista, o número assusta.
Nas últimas semanas, o aumento no número de mortes levou o ministro da Saúde, José Gomes Temporão...
Que, aliás, vem tendo uma bela atuação, está
sendo elogiado internacionalmente.
O ministro apareceu na TV e disse que 70 mil pessoas morrem de gripe comum todos os anos no Brasil. Mas a verdade é que poucas pessoas conhecem
alguém que tenha morrido de gripe.
Quais são as pessoas com mais risco de contrair
uma forma grave ou fatal de gripe? São pacientes com
deficiências imunológicas ou que fazem tratamento
quimioterápicos contra o câncer, por exemplo; os que
têm Aids, mulheres grávidas, pessoas com doenças
pulmonares crônicas, como asma e enfizema, diabéticos, cardiopatas – estes últimos, geralmente numa
faixa etária mais alta. Nessas pessoas, a gripe pode
levar a infecções secundárias, bacterianas – é isso
que mata, não a gripe inicial. Idosos gripados, por
exemplo, morrem de pneumonias bacterianas. A gripe suína só está provocando quadros mais graves e
mortes entre adultos jovens justamente por ser uma
nova doença, contra a qual não existem ainda defesas
imunológicas. E porque é uma pandemia, com o vírus
já circulando em todo o mundo.
Qual é a diferença entre pandemia e epidemia?
Uma pandemia afeta todos os continentes. Uma epidemia é um conjunto de casos isolados de doença infecciosa – uma diarreia numa creche ou sarampo numa
comunidade, por exemplo. Epidemias são circunscritas.
Pandemias são generalizadas.
E por que os jovens têm quadros tão graves se são
teoricamente mais saudáveis?
Nas pandemias de gripe, a pneumonia viral é mais
frequente e sempre mais grave que a bacteriana, incidindo mais nos jovens. O jovem costuma ter uma
resposta imunológica mais exacerbada a novos vírus,
produzindo, na tentativa de defesa contra um microorganismo com o qual nunca teve contato, uma verdadeira tempestade de citocinas (células imunológicas)
que destroem o parênquima respiratório. Por isso, tem
se observado pacientes jovens entre os primeiros mortos pela gripe suína no Brasil.
A nova cepa de vírus,
o H1N1, tem causado
pânico – e levado
as pessoas a usar
máscaras nas ruas,
medida apoiada pelos
médicos
Você já atendeu pessoalmente muitos casos da gripe suína?
Diagnosticados laboratorialmente, três. Mas, a partir
de agora, não tem mais sentido fazer o diagnóstico por
laboratório, só pelo quadro clínico. Tamanha é a quantidade de pessoas infectadas que isso se tornou desnecessário. Não há tempo e não há interesse em fazer exames
de laboratório nos casos suspeitos, pois o vírus já circula
livremente entre nós. É preciso identificar pessoas com
quadros graves de gripe – que devem tomar o medicamento antiviral ozeltamivir, apresentado comercialmente como Tamiflu. Esse medicamento não pode ser usado
indiscriminadamente, muito menos como preventivo. Só
deve ser receitado nas formas graves da gripe ou a pessoas com fatores de risco ou que tiveram contato com casos
diagnosticados da doença e tenham algum fator de risco.
Só essas pessoas precisam tomar ozeltamivir.
Um quadro de pânico então não se justifica?
Não. Aí eu vejo a mídia repercutindo muito além
do que seria normal. Mas tudo indica que teremos
muitos casos – milhares ou centenas de milhares no
Brasil. Repito: somos todos virgens nessa doença.
O risco de contágio é bastante alto.
16 | Revista ABCFARMA | Agosto/09
Quando uma pessoa com sintomas de gripe se torna
suspeita de ter a gripe suína?
Repetindo: não há mais interesse em se fazer o diagnóstico laboratorial da gripe suína. A estratégia agora é
tratar os sintomas – tosse, dor no corpo, febre, dor de
garganta, etc - como qualquer outra gripe sazonal. Mas
se o paciente com esses sintomas iniciais tiver
uma piora nas 48 horas seguintes, apresentando sobretudo falta de ar, é preciso procurar um
hospital e iniciar o tratamento com ozeltamivir.
O divisor de águas é a falta de ar, a chamada dispneia.
No caso de dificuldade respiratória, a recomendação é:
corra para o pronto-socorro.
Por que um micro-organismo como o vírus da gripe
faz estragos tão grandes num adulto saudável?
Sem dúvida. A máscara deve ser usada por todas as pessoas com sintomas de gripe quando
saírem de casa – ou pelas que forem ter contato de
menos de um metro com pessoas contaminadas. Mas
isso deveria ser feito em todas as gripes, não apenas
na suína. É muito comum você ver imagens de pessoas
com máscaras no metrô do Japão ou da Tailândia – são
pessoas com gripe que, conscientemente, não querem
propagar o vírus. Lavar a mão também é fundamental. O vírus, como mencionei, é muito resistente
ao meio ambiente. Depois de liberado no ar, fica circulando por até 72 horas. Sempre que uma pessoa pegar
um ônibus e segurar no corrimão, por exemplo, deve
lavar as mãos assim que descer.
E aglomerações?
Essa é uma característica dos vírus. O HIV, o vírus
da Aids, é muito mais frágil do que o H1N1 e mata 100%
das pessoas infectadas sem tratamento. E o H1N1 tem
uma resistência no meio ambiente de até 72 horas, daí
sua alta contagiosidade – o HIV não resiste fora do
organismo mais do que cinco minutos.
Evitar ao máximo. Por isso, não recomendo viajar
agora a lugares onde o número de casos é explosivo –
como Argentina ou Chile, a não ser que queira “pagar
para ver”. Em todo o caso, volto a dizer: essa gripe parece não ser mais grave do que qualquer outra gripe que
todos nós já pegamos.
Pânico à parte, você acha que se justificam as
medidas preventivas do tipo máscara no rosto e lavagem
constante das mãos?
Os primeiros pacientes que você atendeu no Instituto
Emílio Ribas estão bem?
Muito bem. Nem precisaram ficar internados.
O Emílio Ribas é um grande centro de referência para
doenças infecciosas e certamente receberá muitos casos. Mas o ministro Temporão foi muito feliz em chancelar hospitais privados para atender a população nessa
corrida inicial. O Hospital Albert Einstein, por exemplo, já está com uma equipe especializada em doenças
virais de plantão, independentemente dos plantonistas
regulares. Outros 12 hospitais particulares de São Paulo
já reforçaram suas equipes para o atendimento inicial.
Uma situação prática: uma pessoa com sintomas iniciais clássicos de gripe – nariz escorrendo, tosse, espirro,
dores no corpo – deve fazer o quê, neste momento?
Vacina contra essa
nova cepa de vírus
da gripe talvez só em
2010. Mas a vacina
atual pode favorecer a
imunidade cruzada
18 | Revista ABCFARMA | Agosto/09
Primeiro, não entrar em pânico – porque pode
ser uma gripe comum ou, mesmo sendo a H1N1, em
mais de 99% dos casos provavelmente ela terá o curso
normal benigno das gripes, ou seja, curar-se em uma
semana. Não corra a um hospital – a menos que, 48
horas após os primeiros sintomas, você passe a ter dificuldades respiratórias. Nesse período inicial, recomendo as medicações sintomáticas clássicas – mucolíticos, para uma higiene pulmonar, e eventualmente
uma associação de antitérmicos com antialérgicos,
para prevenir coriza e conjuntivites. E paracetamol
para febre e mialgias, ou seja, dores musculares.
A vacina contra a nova gripe ainda demora. Enquanto
isso, vale a pena tomar a vacina contra a gripe comum?
Sem dúvida. Eu recomendaria a vacinação antigripal a todo mundo que tiver acesso à vacina, fora dos
parâmetros da rede pública. Todas as pessoas devem
tomar – e todos de uma mesma casa, para que a cobertura familiar seja realmente eficaz Quanto mais
anos tomar essa vacina, maior a chance de que, aparecendo um vírus novo, você tenha algum resquício
de imunidade cruzada contra ele. 
GRIPES QUE MATAM: UMA HISTÓRIA
TÃO ANTIGA QUANTO O HOMEM
Pandemias como a recente gripe suína causam pânico, preocupação e mortes. Mas sempre foi assim, desde que o homem
começou a conviver com as bactérias e vírus, as formas de
vida mais antigas do planeta. Em muitos momentos da história, populações inteiras foram arrasadas por mortes em grande
escala por pandemias de gripe – todas causadas pelo vírus influenza. Esta da gripe suína é causada por uma nova cepa de
vírus – daí o alto número de infectados. Confira algumas das
piores pandemias/epidemias de gripe da história.
GRIPE ESPANHOLA
Talvez a mais famosa e mais mortal de todas as gripes que já
afetaram o homem, com mais de 20 milhões de mortes entre 1918 e 1919 – no Brasil, matou 30 mil pessoas, incluindo
o presidente eleito Rodrigues Alves, que não chegou a tomar
posse. O impacto dessa gripe foi tão grande que continua 90
anos depois. Segundo os cientistas, a gripe de 1918 deu origem
a uma “dinastia” viral que persiste nos dias de hoje. O vírus
H1N1, causador da gripe suína, seria uma outra manifestação
da mesma família viral – com a diferença de que hoje temos
muito mais meios de combatê-lo, evitando as mortes. Segundo
a Fundação Oswaldo Cruz, 65% da população do Rio adoeceu
pela gripe espanhola. Só no Rio de Janeiro, foram registradas
14.348 mortes – ou 8% da população carioca da época. Em
São Paulo, cerca de 5.000 pessoas morreram em dois meses e
contaminou um terço dos seus 528 mil habitantes da época. Há
relatos de pessoas que acordavam bem e morriam à tarde.
Pavilhão para atendimento de vítimas da gripe espanhola
em São Paulo, em 1918: 5 mil mortos em dois meses
GRIPE DE HONG KONG OU GRIPE AVIÁRIA
Nos anos de 1968 e 69, um outro tipo de gripe matou de 1 milhão a 3 milhões de pessoas – quase 34 mil só nos EUA e 30 mil
na Inglaterra. Transmitida por aves, a doença matou em muito
pouco tempo. Meio milhão de casos foram reportados em Hong
Kong apenas nas duas primeiras semanas da epidemia. A doença chegou nos EUA em setembro de 1968, por meio de soldados
vindos do Vietnã. A vacina começou a ser fabricada dois meses
após o surto, cessando a mortalidade.
GRIPE ASIÁTICA
SARS
A doença atingiu a China nos anos de 1957 e 58 e depois
chegou aos EUA, matando mais de 70 mil pessoas. Diferentemente do vírus que causou a epidemia de 1918, esse foi
rapidamente identificado principalmente devido aos avanços
da tecnologia médica da época. A Organização Mundial da
Saúde estima que até 50% da população mundial foi contaminada e a taxa de mortalidade era de uma pessoa a cada 4 mil.
O número de mortes no mundo passou de um 1 milhão.
Uma forma de gripe mais complexa, a doença respiratória
viral Sars (sigla em inglês para Síndrome Respiratória Aguda
Grave) foi detectada pela primeira vez em fevereiro de 2003,
na Ásia. Nos meses seguintes, se espalhou para mais de 12
países na América do Norte, América do Sul, Europa e Ásia.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde, um total de
8.098 pessoas ficaram doentes no mundo, das quais 774 morreram. No mesmo ano a epidemia foi controlada.
20 | Revista ABCFARMA | Agosto/09
a
Oftalmologia
Texto: Celso Arnaldo Araújo
Fotos: divulgação
OLHO
POR OLHO,
LENTE
POR LENTE
Q
uatro em cada dez pessoas que usam
lentes de contato descartáveis não as
substituem dentro do prazo recomendado
– aponta pesquisa realizada em fevereiro deste
ano no Canadá, envolvendo 1.654 pessoas. Outro
problema é que os usuários não as limpam
de maneira adequada. Duas explicações para
justificar o uso inadequado: esquecimento (por
causa do conforto que as lentes proporcionam)
Dr. José Belfort Mattos
e o custo dos produtos. Os principais problemas
causados pelo mau uso são alterações oculares (embaçamento ou perda visual), alergias e coceiras.
Em casos graves, podem surgir infecções que levam à necessidade de transplante. Nesta entrevista,
o Dr. José Belfort Mattos, um dos pioneiros brasileiros na prescrição e adaptação de lentes de
contato dá dicas para o bom uso desses produtos tão úteis e hoje tão práticos
Apesar dos avanços recentes, as lentes de contato
se constituem sempre em um corpo estranho dentro
do olho – daí a necessidade de vigilância permanente.
Os mais descuidados dos pacientes entrevistados para
essa pesquisa são os que usavam as lentes de descarte quinzenal: 59% deles admitiram usar o produto por
mais tempo do que o preconizado, às vezes por até dois
meses. Um dos estudos brasileiros sobre o tema, realizado pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas),
chegou aos mesmos resultados: quase metade das pessoas usa lentes por mais tempo do que o recomendado.
E, segundo os especialistas, não deve haver tolerância.
Se o descarte não for feito no dia correto, provavelmente a pessoa terá algum problema. Uma pena, porque as
lentes evoluíram muito nos últimos anos – em termos
de praticidade e eficiência. Hoje, elas corrigem virtualmente todos os defeitos de refração – miopia, astigmatismo, hipermetropia, etc – e as do tipo de uso contínuo, que podem ser usadas direto por até 15 dias, são
uma mão na roda para quem não quer usar óculos ou se
24 | Revista ABCFARMA | Agosto/09
submeter a uma cirurgia refrativa que corrija definitivamente o problema. Mas o paciente não pode infringir
as regras do bom modo de usá-las, sob pena de causar
danos a seus olhos. “Os materiais vieram evoluindo e
as lentes se popularizaram muito. Mas aí é que mora o
perigo”, alerta o Dr. Belfort Mattos. “Os cuidados com
a lente foram sendo relaxados. Anos atrás, a prescrição
de lentes de contato foi descrito como um ato médico.
O acompanhamento médico deveria ser permanente.
Não é o que ocorre nos dias de hoje, sobretudo com as
lentes descartáveis. Por isso, muitas pessoas as usam de
qualquer jeito, sem os cuidados de assepsia necessários.
Num levantamento recente, foram contatadas oito vezes
mais irritações pelo uso de lentes descartáveis do que
pelo sistema tradicional – em que pessoa tira a lente de
noite, cuida bem dela e só recoloca na manhã seguinte.
O problema das lentes descartáveis é que as pessoas não
se sentem obrigadas aos mesmos cuidados. Vão usando
e só trocam quando começam a irritar o olho. Não se
pode usar uma lente até incomodar”.
Segundo ele, há duas modalidades de lentes descartáveis – as de uso contínuo e as que devem ser tiradas
antes de dormir. Entre as primeiras, os modelos mais
antigos deveriam ser usadas por sete dias e seis noites
– e então descartadas. Mas, por uma questão de custo,
as pessoas costumam usá-las por períodos maiores –
há casos de até um mês com as mesmas lentes. Já um
modelo mais evoluído permite o uso por até 30 dias –
são as que permitem maior nível de oxigenação. Mas
mesmo com essa característica de uso mais prolongado,
a irritação do olho é um sinal de alerta que recomenda
a interrupção do uso – mesmo antes do prazo recomendado. Insistir no uso, com o olho coçando ou incomodando, é um erro que pode levar a consequências. Se
a lente estiver mal conservada ou com o tempo de uso
vencido, a pálpebra se ressente, começa a inflamar e
formam-se bolinhas brancas, chamadas papilas, primeiro sinal de rejeição à lente de contato, uma reação
alérgica muito comum em pessoas que não cuidam bem
das lentes ou as usam mais tempo do que o recomendado. Já a blefarite é uma inflamação na borda externa da
pálpebra, uma espécie de caspa nos cílios. Essa inflamação altera o filme lacrimal e, porque a produção de
lágrimas está comprometida, o uso das lentes de contato provoca irritação. As lentes são fabricadas de modo
que sua superfície lisa impeça a adesão de bactérias. No
entanto, se houver muco na lente, as bactérias encontrarão ambiente propício e poderão atingir a córnea,
a camada externa transparente que cobre a parte colorida do olho, e provocar lesões, como úlceras.
Óculos:
cada
vez mais
fashion,
há quem
os prefira,
em vez de
lentes ou
cirurgia
LENTES CONVENCIONAIS:
AINDA MAIS SEGURAS?
E é justamente por causa dos perigos de se “esquecer” das lentes nos olhos, além do prazo ou sem os cuidados de assepsia exigidos, que o Dr. Belfort Mattos ainda
prefere as lentes tradicionais – aquelas que são tiradas e
higienizadas antes de dormir. Claro que as lentes descar-
RAIO-X DAS LENTES
As lentes de contato podem ser gelatinosas ou rígidas. As gelatinosas podem ser de uso contínuo ou
descartáveis. Tanto as gelatinosas como as rígidas
são feitas com diferentes composições - há gelatinosas com maior ou menor conteúdo de água, lentes que devem ser descartadas com mais ou menos dias de uso e lentes para uso mais ou menos
prolongado. As endurecidas, conforme o material,
apresentam graus diferentes de permeabilidade ao
oxigênio e os critérios de adaptação das mesmas
(diâmetro e curvatura) dependem das características da lente
a ser adaptada. O grau das lentes de contato, especialmente
das lentes rígidas, não são os mesmos dos que são receitados
para os óculos. Isto se deve aos seguintes fatos: proximidade
da lente ao olho (efeito corretor maior para as miopias e menor
para as hipermetropias), variação conforme a curvatura da lente
26 | Revista ABCFARMA | Agosto/09
adaptada e com as características do material da lente. Nem
todo mundo pode usar ou é bom candidato ao uso de lentes de
contato. É o oftalmologista quem deve determinar quem pode
usar, o grau e curvatura da lente a ser adaptada bem como o
melhor tipo de lente a ser usado. O olho seco é uma das principais dificuldades à adaptação com lentes de contato.
táveis são muito mais práticas – e parecem mais adequadas ao dia-a-dia de
hoje. Mas, na ponta do lápis, são mais
caras em bases anuais de custo e têm
maiores riscos – justamente pela falsa
ilusão de que não precisam de cuidados e podem ser usadas “até o osso”.
E, segundo ele, a maioria dos pacientes que apresentam problemas são os
que compram e usam sem orientação médica. Para o Dr. Belfort, quem
usa lentes deveria fazer um retorno a
seu oftalmologista a cada três meses,
para avaliação e controle. Ou sempre
que sentir qualquer irritação. Isso não
deveria ser feito, segundo ele, junto a
balconistas de ópticas ou farmácias. E
para os que dizem não ter tempo nem
disposição para efetuar a assepsia
noturna, um lembrete do Dr. Belfort:
“Hoje em dia não usam mais aqueles
aparelhos esterilizadores. Basta deixar
as lentes de molho num líquido de limpeza”. Por isso, a maior parte dos espe-
cialistas insiste em que a pessoa, quando decidir usar lentes,
comece tentando se adaptar às
lentes convencionais – mais
baratas e mais higiênicas, pela
necessidade de assepsia diária.
Mas ele reconhece que nem
todas as pessoas se adaptam
às lentes – a necessária manutenção é incompatível com personalidades muito nervosas ou
ansiosas. Para esses, a cirurgia
refrativa é a solução. Um aparelho chamado Excimer Laser
redesenha a curvatura da córnea em poucos segundos, corrigindo defeitos, como a miopia, em até 15 graus – tenta-se zerar,
mas, na pior das hipóteses, reduz-se o
defeito a 2 ou 3 graus. E uma novidade
nessa área é a cirurgia para presbiopia,
ou vista cansada, defeito que obriga
pessoas com mais de 40 anos a usar
óculos para leitura e visão de perto. 
A cirurgia refrativa por raio laser é
cada vez mais segura e eficiente - e
resolve o problema de quem não
quer usar óculos ou lentes. O uso de
lentes é uma excelente alternativa,
mas requer cuidados com a higiene
Revista ABCFARMA | Agosto/09 | 27
Alimentação
Texto: Celso Arnaldo Araújo
Fotos: divulgação
ALIMENTOS
De bom humor
N
ão há consenso entre os
especialistas – mas vários
trabalhos científicos recentes
têm apontado o poder de certos
alimentos para espantar a tristeza,
combater a depressão e a ansiedade e,
por tabela, melhorar o humor.|E não
estamos falando em doces. Diversos
alimentos, segundo esses estudos,
estimulam a produção e a liberação
de neurotransmissores, substâncias
responsáveis pelas sensações de
bem-estar e prazer. Como seria essa
dieta “bem humorada”?
É o que explica, nesta entrevista,
a nutricionista Juliana Schmitt,
da rede de Clínicas Anna Aslan
Uma recente revisão de estudos sobre a relação entre alimentação e doenças cardiovasculares concluiu que há poucas evidências de
que alimentos como salmão, grãos integrais e
fibras, ricos em ômega 3, consigam reduzir o
risco cardíaco como se propalava. Será que não
houve, nos últimos anos, uma superestimativa
do papel dos alimentos das vitaminas (tipo C, E
e betacaroteno) na saúde de modo geral?
Uma dieta saudável não é a única responsável na prevenção de doenças. Um estilo de vida
saudável, sim - e isto inclui, além da alimentação
adequada, fatores como atividade física regular,
Dra. Juliana Schmitt, nutricionista da rede de
Clínicas Anna Aslan: os alimentos que aumentam
o bom humor devem estar integrados a uma dieta
equilibrada, sem abuso de carboidratos
30 | Revista ABCFARMA | Agosto/09
sempre orientada por um profissional especializado e com autorização médica, controle do
stress, controle de exposição a metais pesados,
controle de exposição à poluição, entre outros.
Um fator isolado dificilmente será efetivo na prevenção de qualquer doença.
Com relação às substâncias que melhoram o
estado de espírito, fala-se muito no triptofano.
Quais são os ingredientes ricos em triptofano
que podemos incorporar ao nosso dia a dia?
Alguns alimentos ricos em triptofano são:
leite e seus derivados, peixes, legumes, frutas
secas, frutas como a banana e o abacate, e o
chocolate. Estes alimentos podem fazer parte
da nossa rotina alimentar e favorecer o bom
humor. Claro que, quanto ao chocolate, deve-se
ter o cuidado com a quantidade e a frequência
do seu consumo, pois é bastante calórico.
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Os carboidratos (e o chocolate é um bom
exemplo) parecem ter grande importância na
produção de neurotransmissores responsáveis
pelo humor. Mas o grande problema é equilibrar a recomendação do consumo de carboidratos com os riscos do excesso de carboidratos. Há uma fórmula para isso?
Os carboidratos devem ser ingeridos diariamente, pois são fornecedores de energia.
Mas deve-se procurar ingerir os carboidratos
com alto índice glicêmico, os ditos carboidratos
complexos, como pães, massas, bolachas, e etc,
sempre integrais. Estes carboidratos são ricos
em fibras e minerais e proporcionam maior saciedade. Quanto ao chocolate, o consumo deve
ser eventual e incluir sempre os chocolates com
maior concentração de cacau, que apresentam
propriedades antioxidantes.
Fala-se muito, também, da vitamina B6
para melhorar o humor. Em que dose e em
que fontes alimentares essa vitamina deve
ser consumida?
Não se conhece uma quantidade exata de
vitamina B6 para melhorar o humor, pois um
nutriente somente não garante que tenhamos
um bom humor. O que existe é a Ingestão Diária Recomendada (IDR) de vitaminas, minerais, proteínas, etc, que deve ser consumida
diariamente para atender às necessidades
nutricionais da maior parte dos indivíduos e grupos de pessoas de uma
população sadia. A IDR da vitamina B6 é de 1,3mg/dia. E A B6
pode ser encontrada em
cereais integrais, na semente de gergelim, na
banana e no atum.
E é integrante de
uma enzima importante, que participa da produção
dos neurotransmissores norepinefrina
e serotonina e, consequentemente, ajuda a
melhorar o humor.
Vamos a um exemplo:
32 | Revista ABCFARMA | Agosto/09
• 1 banana grande (80 g) tem 0,46 mg de
vitamina B6.
• 100 g de atum tem 1,18 mg de vitamina B6.
Ingerindo estes dois alimentos, nessa quantidade, já atingimos a IDR desta vitamina.
Com relação ao selênio e magnésio – outros
elementos recomendados – castanhas e nozes
parecem ser uma boa fonte. Não há contraindicações no consumo desses alimentos?
As oleaginosas, como as castanhas e as nozes, apresentam boa fonte de magnésio, outro
nutriente importante para favorecer o bom
humor. Seu consumo pode ser diário, porém
deve-se tomar cuidado com as quantidades,
pois são alimentos bastante energéticos. Uma
porção para lanche da tarde por exemplo pode
ser de 5 unidades, tanto de castanhas como de
nozes. O folato, ou ácido fólico, também é uma
potente vitamina antidepressiva. Encontrado
no espinafre, no feijão branco, na laranja, no
aspargo, na maçã e na soja, sua deficiência no
organismo tem sido associada à depressão em
diversos estudos científicos.
Você poderia formular uma dieta equilibrada que, em tese, nos forneceria todos os nutrientes que favoreçam o bom humor - sem per-
der de vista a necessidade de manter
equilibrados os níveis de açúcar, gorduras e proteínas?
Exemplo de esquema alimentar
para favorecer o bom humor:
• desjejum = suco de mamão com
laranja + 2 fatias de pão integral
com 1 fatia de queijo branco
• lanche manhã = 2 damascos
secos
e 2 castanhas
• almoço = 1 pires de brócolis
cozido no vapor + cenoura crua
ralada + 3 colheres (sopa) de arroz
integral + 1 filé de frango grelhado
+ saladas verde folhosas
• lanche tarde = 1 banana + 2
nozes
• jantar = 1 pão sírio integral + 3 colheres (sopa)
de atum light + 3 folhas de alface-americana + 2
tomates cereja + 1 colher (sopa) de uva-passa + 1
colher (sopa) de semente de girassol
• ceia = 1 pote de iogurte desnatado com
2 colheres de sopa de aveia em flocos
A GRAÇA ESTÁ NO CÉREBRO
Os três principais neurotransmissores relacionados com o humor são a serotonina, a dopamina
e a noradrenalina. A serotonina, responsável pela
sensação de bem-estar, proporciona ação sedativa
e calmante. Já a dopamina e a noradrenalina proporcionam energia e disposição. “A produção de
serotonina é dependente da ingestão de alimentos
fontes de triptofano – aminoácido precursor da
serotonina – e de carboidratos. Já a dopamina e
a noradrenalina são produzidas com o auxílio da
tirosina, outro aminoácido importante na nossa
alimentação. Vitaminas do complexo B e alguns
minerais também estão envolvidos na modulação
do humor”, destaca o geriatra Eduardo Gomes,
diretor da rede de Clínicas Anna Aslan.
Nossos níveis cerebrais dependem da ingestão
de alimentos ricos em triptofano e de carboidratos.
“O triptofano, uma vez no cérebro, aumenta a produção do neurotransmissor”, explica a nutricionista.
Dietas ricas em carboidratos podem ser utilizadas
34 | Revista ABCFARMA | Agosto/09
Nozes e castanhas, fontes de magnésio e selênio – duas das
substâncias que aumentam a produção de neurotransmissores
como coadjuvantes no tratamento de melhora do
humor. Isso ocorre principalmente em pacientes que
durante o episódio depressivo perderam peso consideravelmente. “Mas, mesmo com a relação entre
carboidratos e humor comprovada, o consumo desses alimentos deve ser equilibrado e orientado por
um profissional de Nutrição, para evitar o ganho de
peso excessivo”, reforça Juliana Schmitt.
DOCES: UMA ARMADILHA
Quando falamos em carboidratos, devemos ter
cuidado com o consumo excessivo de doces, que a
princípio pode favorecer uma melhora de humor,
e depois, agravar um quadro de tristeza. “Quando
comemos açúcar, o nível de glicose no sangue aumenta rapidamente e, com isso, o pâncreas produz
mais insulina do que o normal. Em excesso, a insulina acaba retirando mais açúcar do sangue do
que deveria - provocando, assim, hipoglicemia, que
reduz a tolerância do organismo aos fatores que geram estresse. Uma alimentação pobre em nutrientes e cheia de açúcar, a longo prazo, tende a deixar
a pessoa deprimida e cansada, pois o organismo se
desgasta para metabolizar os alimentos e não tem a
reposição dos nutrientes, que são o seu combustível”, complementa a nutricionista. 
Comunicação Visual
Texto: Celso Arnaldo Araújo
Fotos: divulgação
A MELHOR FACE
DA FARMÁCIA
Pontos de venda
superatraentes
A
comunicação com o consumidor no ponto
de venda ganha cada dia mais importância,
em qualquer forma de comércio. Seja para
informar novos produtos, comunicar benefícios
ou destacar um produto, a comunicação precisa
ser prática, eficiente e direcionada. Saber o que o
público de cada canal espera é fundamental para
atender à sua expectativa com excelência. No caso
específico do canal farma, o desenvolvimento da
mensagem e do projeto pedem mais atenção, pelas
características diferenciadas desse comércio,
sujeito a regulamentações rigorosas no campo
do marketing e da exposição. Mas, mesmo
respeitando-se toda a legislação, ainda é possível
dar à farmácia uma “cara” moderna e funcional,
onde o cliente se sinta à vontade num ambiente
prático e confortável e seja motivado a comprar.
Christiany Zanotto Sena, diretora comercial
da AZ4 Group, empresa especializada na produção
de material promocional para pontos de venda, com
inúmeros clientes no canal farma, dá dicas de como
tornar a farmácia mais “vendedora”
Atualmente, farmácias e drogarias, sobretudo as
que dão destaque para o setor de perfumaria e cosméticos, são consideradas um importante canal para
ações promocionais. Neste ambiente, mais tranquilo,
sem aglomerações de pessoas nem a pressão gerada
pelas filas de check out, o consumidor pode receber
estímulos que impulsionem a compra. No canal farma, diz Christiany, a tranquilidade deve prevalecer,
com a criação de um ambiente aconchegante e atendimento personalizado, que ofereça o melhor produto e tire todas as dúvidas do consumidor, o que
36 | Revista ABCFARMA | Agosto/09
Christiany Zanotto Sena, especialista em
materiais promocionais para pontos de venda
o supermercado, muitas vezes, não consegue fazer.
Uma pesquisa realizada em 2006 pelo POPAI (associação mundial de marketing para pontos de venda),
junto aos consumidores do canal farma dos Estados
Unidos mostrou que cerca de 54% dos consumidores compram em farmácias mais de cinco vezes por
mês. Além da frequência, 90% dos consumidores
admitiram não preparar uma lista prévia de compras
para o canal farma, o que abre espaço para a venda
por impulso e coloca em evidência a importância de
peças atraentes e modernas neste canal.
A disposição das prateleiras com produtos
de livre escolha, em farmácias e drogarias,
deve facilitar o fluxo e a possibilidade de
exame detalhado dos produtos
O PODER DOS DISPLAYS
Neste contexto, a influência gerada por uma comunicação ou um display pode ser o fator determinante.
Na pesquisa, os displays – muitos fornecidos pelas indústrias – também foram destacados como influenciadores de boa parte das compras. Em alguns casos,
a influência gerada por estas peças chega a 28%, no
caso de artigos de bomboniére, e a 23% para produtos em geral. “Os consumidores pesquisados também
revelaram que a compra influenciada pela marca acontece em 49% dos casos, contra 21% de compras planejadas por categoria e 30% das decisões por impulso. Ou
seja, 51% das compras são decididas, de fato, no PDV do
canal farma”, revela Christiany. Segundo ela, algumas
características são essenciais para um projeto de comunicação neste canal. O primeiro passo diz respeito ao
tamanho do display. “Por se tratarem de lojas menores
que os supermercados, os displays
para o canal farma podem e devem ser menores também, proporcionalmente. O segredo está
em selecionar um tamanho que
gere visibilidade e que, ao mesmo
tempo, não polua o visual da
loja nem ocupe muito espaço,
gerando desconforto à passagem e estadia do cliente no estabelecimento. Também é fundamental que a peça não atrapalhe
38 | Revista ABCFARMA | Agosto/09
a exposição ou o sortimento
dos produtos na gôndola”.
EXEMPLOS
DE EXPOSIÇÃO
Displays para balcão, colmeias e clip strips cumprem
bem esse papel, alcançando
ótimo destaque e ocupando pouco espaço na área de exposição. Peças para o check out, um dos espaços mais
visados da loja, e projetos especiais, como móveis personalizados, que criam novas áreas de exposição, também
são muito bem-vindos. A funcionalidade da comunicação é outra característica importante. “Ela precisa ser
clara e objetiva, de forma a que o consumidor possa associar rapidamente a mensagem e ser atraído pelos benefícios, inovação e modernidade aplicados ao contexto
geral da peça. Além de compactas, as peças precisam
comportar um bom volume de produtos, com praticidade para aquisição, e ter um design atrativo, para que se
evidencie entre a gama de produtos expostos e, por fim,
gerar a compra por impulso. Esse tipo de compra, aliás, tem mais chances de acontecer
quando o consumidor é influenciado
emocionalmente, a partir de uma
experiência gerada pela exposição e/ou comunicação da peça,
diminuindo sua pré-disposição
à comparação de preços”.
Atendimento, a palavra-chave no canal farma: nada substitui a atenção pessoal.
Segundo os especialistas, produtos de maior procura devem ser dispostos no fundo da loja
ATENDIMENTO:
AINDA UM DIFERENCIAL
Segundo Christiany, um bom projeto de merchandising tem o poder de estimular a lembrança
espontânea do consumidor, mesmo que ele
não precise do produto anunciado num primeiro momento. Sem dúvida, o merchandising exerce uma grande influência na geração
da compra para uma eventual necessidade no
lar. Cabe aos responsáveis pela comunicação
de PDV tornar a experiência do consumidor
a mais eficiente, adequada e confortável possível. Gôndolas atraentes, com iluminação
adequada, divididas por categoria de produtos, e com boa sinalização, são essenciais
para a venda de produtos de não-prescrição.
“O segredo da farmácia atraente é uma exposição com informações claras, que permita o fluxo de clientes e favoreça a liberdade
de escolha”. Uma dica: itens de maior procura devem ser colocados no fundo da loja,
para gerar mais fluxo interno. Mas, para
Christiany, nada disso dispensa o atendimento personalizado, corpo a corpo.
“O atendimento é um item preferencial, que deve se manter numa linha de
equilíbrio. O cliente não gosta de se sentir vigiado, não quer uma sombra atrás
dele. Mas gosta de ter a certeza de que,
se precisar, o atendimento pessoal será
imediato – e eficiente. Não adianta ter
displays maravilhosos e pecar no
item humano”. Como esse atendimento
é muito mais viável nas farmácias do que
em outros pontos de venda, como supermercados, muitas marcas premium de cosméticos e perfumaria estão
migrando para o canal farma, o que justifica
mais atenção à comunicação visual e à correta
exposição dos produtos. Segundo Christiany,
não é preciso encomendar um projeto muito
sofisticado. Mesmo farmácias pequenas podem recorrer a materiais simples, como adesivos e cartazetes e outros fornecidos pelas
indústrias – com bom gosto e apuro visual.
“Um empreendedor de visão, mesmo de farmácia pequena, não precisa inventar ou dar
um passo maior do que sua necessidade.
É só ter na cabeça o conceito que sua loja
quer ter. Deve evitar um visual exagerado,
com superposição de informações. Uma
boa comunicação pode aumentar as vendas.
A má comunicação pode ter o efeito contrário, inibindo o cliente”. Uma orientação profissional pode ser buscada para se obter um
conjunto visual harmonioso.
SOBRE A AZ4 GROUP
A AZ4 Group, a empresa mais premiada
nas últimas três edições do POPAI (Point
of Purchase Advertising International), de
2006 a 2008, tem, entre seus clientes, Unilever, Procter & Gamble, Colgate Palmolive,
Johnson & Johnson, L’Oreal e Nívea. 
Display de exposição de produtos
feito pela AZ4 especialmente para a
Drogaria Araujo, de Minas Gerais
Revista ABCFARMA | Agosto/09 | 39
Atualidades
Buscofem, versão blister
Buscofem, tratamento para o alívio da cólica menstrual
fabricado pela Boehringer Ingelheim do Brasil, completa um ano de mercado e comemora a data com o lançamento de sua nova versão blister. A nova apresentação
contém duas cápsulas Liqui-Gels (Ibuprofeno 400mg já diluído dentro de uma inovadora cápsula gel) e vem somar-se
à atual versão em caixinha com 10 cápsulas para fortalecer
o portfólio da marca. Para atuar no alívio da dor menstrual,
Buscofem tem ações anti-inflamatória e analgésica e, por
meio da tecnologia de cápsulas Liqui-Gels, proporciona
maior rapidez de ação e praticidade, além de reunir outros
benefícios, como a ausência de gosto ruim e a facilidade
para engolir, devido á sua forma diferenciada da cápsula.
Simeticona Sandoz,
alívio dos gases
Acaba de chegar ao mercado a Simeticona Sandoz em
duas apresentações: caixas com 20 comprimidos de 40mg,
e em gotas, com embalagens de 15ml, na concentração de
75mg/ml. O medicamento é indicado no caso de excesso
de gases no aparelho gastrintestinal que constituem incômodo, motivo de dores ou cólicas intestinais. A simeticona, ou dimeticona ativada, é uma mistura de dimeticonas
líquidas com dióxido de silicone.Pode ser tomada por
adultos, crianças e bebês para diminuir o desconforto em
casos de acúmulo de gases (meteorismo) no pós-operatório
e convalescença, eructação, distúrbios fermentativos intestinais, ruídos intestinais (borborigmo) e aerofagia, além de
auxiliar no preparo intestinal dos pacientes para radiografia do abdômen.
MS: CPR – 1.0047.0465 GOTAS – 1.0047.0460
Contraindicações: a simeticona não dever ser utilizada em pacientes com alergia ou sensibilidade a
qualquer um dos componentes da fórmula.
Precauções e advertências: como a simeticona
é bem tolerada, não há advertências, recomendações ou precauções especiais sobre o seu uso.
SAC:
0800 400 9192
MS: 1.0367.0159
Contraindicações: NÃO USE ESTE MEDICAMENTO EM CASOS DE ÚLCERA,
GASTRITE, DOENÇA DOS RINS OU SE VOCÊ JÁ TEVE REAÇÃO ALÉRGICA A
ANTI-INFLAMATÓRIOS.
SAC: 0800-7016633
SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO
SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO
Nota do Cristália: Helleva
O medicamento Helleva jamais teve sua comercialização proibida. A resolução da ANVISA proíbe somente a propaganda/publicidade do medicamento,
conforme site da ANVISA e Resolução abaixo:
RESOLUÇÃO - RE No- 2.656, de 26 de junho de 2009
O Diretor Presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso das atribuições que lhe conferem o Decreto de
nomeação, de 4 de janeiro de 2008, do Presidente da República, e o inciso X do art. 13 do Regulamento da ANVISA, aprovado pelo Decreto n° 3.029, de 16 de abril de 1999, tendo em vista
o disposto no inciso VIII do art. 16 e no inciso I, § 1º do art. 55
do Regimento Interno da ANVISA; considerando os arts. 4º e
6º da Lei n.º 8.078, de 11 de setembro de 1990; considerando
os arts. 2º, 6º, inciso I, alínea “a”, VII, §1º, da Lei n.º 8.080, de
19 de setembro de 1990; considerando o inciso VII do art. 2º
e o inciso XXVI do art. 7º, da Lei n.º 9.782, de 26 de janeiro
de 1999; considerando o art. 58, §1º da Lei n.º 6.360, de 23
de setembro de 1976; considerando o art. 148, §3º, do Decreto
42 | Revista ABCFARMA | Agosto/09
n.º 79.094, de 5 de janeiro de 1977, que regulamenta a Lei n.º
6.360, de 23 de setembro de 1976; Art. 1º Determinar, como
medida de interesse sanitário, a suspensão em todo território
nacional de toda e qualquer propaganda, publicidade, promoção, veiculadas em todos os meios de comunicação direcionados ao público leigo, do medicamento sujeito a prescrição médica HELLEVA, indicado para disfunção erétil, fabricado pela
CRISTÁLIA PRODUTOS QUÍMICOS E FARMACÊUTICOS
LTDA, inclusive aquelas que, de maneira direta ou indireta,
citem, exibam e/ou relacionem a imagem da embalagem,
a marca nominativa, figurativa ou mista do produto ou da empresa à dificuldade de ereção ou ao desempenho sexual masculino, bem como apresente informações permitindo a identificação e indicação do medicamento.
Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
Cristália Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda
Neutrogena Hand Cream
Hidratação com proteção superior para as mãos.
É este o objetivo do novo NEUTROGENA
Norwegian Formula Hidratante
anti-idade para as Mãos com FPS 30.
O produto, além de hidratar, tem
também ação antienvelhecimento, graças à presença da tecnologia
Helioplex e do fator de proteção FPS
30. Helioplex propicia ampla proteção
contra os raios UVA e UVB causadores de manchas e envelhecimento precoce. Além disso, a fórmula contém
glicerina, umectante potente e principal ativo da linha Norwegian; cera
de abelha, que favorece a formação de
um filme protetor da pele por oclusão;
sílica, que evita deixar as mãos oleosas e a Prolina, aminoácido que faz
parte da composição do extrato córneo
que favorece a umectação da pele.
Levotiroxina sódica genérica
A Merck Serono amplia sua linha de genéricos e lança
este mês com exclusividade a primeira levotiroxina sódica
genérica do mercado. O medicamento é indicado para o
tratamento do hipotireoidismo. Lançado nas versões de
25, 50, 75, 100, 125, 150, 175 e 200 mcg, com 30 comprimidos, trata-se de uma alternativa 35% mais econômica do
que o medicamento referência.
M.S: 1.0089.0355
Contraindicações: a levotiroxina é contraindicada em casos de infarto recente
do miocárdio.
SAC da Merck Serono: 0800 727 7293
SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO
e
M.S.: 2.0092.0929
Contraindicações e precauções: Não há
SAC: 0800 703 6363
Revista ABCFARMA | Agosto/09 | 43
Folonin, ácido fólico
A Geolab apresenta ao mercado
o Folonin. O medicamento é composto por ácido fólico e indicado a
gestantes e mulheres que pretendem engravidar, para prevenir
má formação do tubo neural. O
suplemento é também indicado
para reposição de ácido fólico
em pacientes que desenvolveram
anemia megaloblástica, devido à
falta desta vitamina e a pessoas
com deficiência de ácido fólico ou
que se encontram sob risco de desenvolver tal carência. O produto
é apresentado em comprimidos
revestidos de 5 mg.
Verdazol, antihelmíntico
Produzido pela Pharlab, o medicamento Verdazol, que
tem como princípio ativo o Albendazol, é indicado para
o tratamento das infestações isoladas ou mistas, causadas por Ascaris lumbricóides, Trichuris trichiura, Enterobius vermicularis, Necator americanus, Ancylostoma
duodenale, Taenia spp e Strongyloides stercoralis. O
medicamento está disponível
em embalagem com 1 comprimido de 400 mg.
MS.: 1.4107.0022
Contraindicação: o Verdazol é contraindicado em pacientes com antecedentes
de hipersensibilidade ao albendazol e
a outros derivados benzimidazólicos.
Verdazol não deve ser usado durante a
gravidez ou em mulheres com possibilidade de engravidar. Para mulheres em
idade fértil (15 a 40 anos), recomendase a administração do Verdazol no período de 7 dias após o início da menstruação.
M.S.: 1.5423.0142
Contraindicações: Folonin é contraindicado
a pacientes com hipersensibilidade ao ácido
fólico ou a pacientes com anemia perniciosa.
SAC: 0800 701 6080
SE PERSISTIREM OS SINTOMAS,
O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO
Phitoss, xarope expectorante
Lançamento da linha de produtos Brasterápica, Phitoss
é um fitoterápico desenvolvido a partir do extrato seco
padronizado da planta medicinal Hedera helix, também
conhecida como hera. Com ação expectorante, Phitoss é
um xarope indicado para toda a família como terapêutica
sintomática de afecções broncopulmonares. Reduz a tosse
fluidificando
o catarro e,
com suave ação
broncodilatadora, melhora a
respiração.
M.S.:
1.0038.0093.001-0.
Contra-indicações
e precauções: o
medicamento não
é recomendado
em pacientes com
hipersensibilidade
conhecida à Hedera
helix L. e a outros
componentes da
fórmula. O produto não deve ser utilizado por pacientes com intolerância hereditária rara à frutose, ser incompatíveis com a frutose.
SAC: 0800 177887
SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO
SAC: 0800 0373322
SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO
Homeopax:
depressão e ansiedade
Aprovado pela Anvisa, chega ao mercado o medicamento
homeopático Homeopax, indicado como coadjuvante no
tratamento da depressão, insônia,ansiedade, angústia,irri
tabilidade,nervosismo e outras doenças de origem psicossomática. Produzido e comercializado pelo Laboratório
Almeida Prado, Homeopax não causa dependência e tem
sua eficácia e segurança comprovadas em pesquisas clínicas e pré-clínicas. Homeopax não requer de receituário
especial e pode ser usado
com segurança também
por crianças e idosos,
desde que observadas as
recomendações do prescritor ou farmacêutico.
MS: 1.0266. 0164.001-1
Contraindicações: hipersensibilidade aos componentes da fórmula.
Homeopax é um medicamento. Seu uso pode trazer
riscos. Procure o médico e o farmacêutico. Leia a bula.
Se persistirem os sintomas, o médico deverá ser consultado.
SAC: www.homeopatiaalmeidaprado.com.br
SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO
44 | Revista ABCFARMA | Agosto/09
Farmácia Popular:
Drogaria Onofre
digitaliza receitas
O Ministério da Saúde, por meio da portaria 749, começou a requerer da rede farmacêutica o arquivo de todas as cópias das receitas médicas apresentadas pelos consumidores para obtenção dos
descontos do Programa Farmácia Popular. Embora o ônus seja do
estabelecimento, a Drogaria Onofre deu um passo além e, em vez
de solicitar aos próprios clientes que utilizem uma copiadora dentro da loja ou que tragam as cópias para agilizar o atendimento,
resolveu investir na digitalização dos receituários em tempo real,
na boca do caixa.
“Nossa principal preocupação é atender bem os clientes e, mesmo com a opção de manter uma máquina copiadora dentro de
cada loja, avaliamos que o resultado poderia ser aprimorado com
o investimento em tecnologias de digitalização”, explica Carlos
Marques, diretor superintendente da Drogaria Onofre.
A opção por tecnologias de ponta já faz parte do DNA da
Drogaria Onofre, que foi a primeira rede do Brasil a investir no
comércio eletrônico, por meio do site Onofre em Casa. Agora, isenta
o cliente, que busca até 90% de descontos nos medicamentos subsidiados pelo programa, de esperarem em uma fila ou mesmo de
assumirem o ônus de trazer a cópia de casa.
Minancora faces,
esponja de limpeza
A Esponja para Limpeza de Pele Minancora
Faces promove a limpeza profunda com suave
esfoliação, deixando a pele limpa por mais tempo,
suavemente perfumada e com uma agradável
sensação de frescor,
podendo dispensar o
uso a e aplicação de
outros limpadores de
pele. O Minancora
Faces tem impregnado
uma solução de limpeza que é liberada ao
umedecer friccionar a
esponja. E agora vem
em nova embalagem,
com fecho zíper e 15
esponjas.
SAC: 0800 477676
Revista ABCFARMA | Agosto/09 | 45
Homenagem
Texto e fotos: Francisco Colombo
ARMÊNIO RODRIGUES ALVES
D
Um companheiro inesquecível
ia 15 de julho fomos
surpreendidos pela inesperada
e violenta morte do diretor
secretário da ABCFARMA e diretor
do SINCOFARMA-SP, Armênio
Rodrigues Alves, assassinado em sua
farmácia, na periferia de São Paulo,
ainda pela manhã deste dia de triste
lembrança, quando se preparava para
participar, no período da tarde, de
mais uma reunião de diretoria do
SINCOFARMA-SP.
Companheiro de longa data e líder
inconteste do setor, participou ativamenArmênio R. Alves cultivou amizades em todo o Brasil. Na foto, ele aparece com o
te de inúmeras conquistas que trouxeram
presidente Pedro Zidoi e diretores da ABCFARMA: Philadelpho Lopes (SP), Everton
benefícios para o comércio farmacêutico.
Luiz Ilha Mahfuz (RS), Paulo Sergio Navarro (PB), José Claudio Almeida (AL)
Sempre presente e atuante, Armênio Rodrigues Alves deixou contribuições e exemplos que serão lembrados e seguidos por todos os que
tiveram o privilégio de conviver com esse homem carismático, generoso
e modesto, que deixará saudades em todos os amigos e parentes.
À família de Armênio Rodrigues Alves nossos profundos sentimentos de pesar e votos de superação da tristeza deixada por sua falta neste
momento difícil.
A Revista ABCFARMA presta uma homenagem a este
lider batalhador e idealista, para que fiquem registrados os
momentos felizes durante os longos anos de convívio conosco.
46 | Revista ABCFARMA | Agosto/09
Armênio Rodrigues Alves com Sétimo Gonnelli,
amigos inseparáveis
Uma lacuna se abre com a perda do
nosso amigo e diretor da ABCFARMA
D
ia 15, no período da manhã, trabalhando em minha farmácia,
atendi um telefonema do amigo Sétimo Gonnelli, informando que
acabara de receber a trágica notícia do falecimento do diretor da
ABCFARMA e nosso amigo de longa data, Armênio Rodrigues Alves.
Fui presidente do Sincofarma-São Paulo por 29 anos e presido a
ABCFARMA. Durante esse longo tempo, contei com amigos inseparáveis
que tornaram muito mais fáceis e menos desgastantes as gestões que foram se sucedendo, em defesa dos profissionais das farmácias e drogarias.
Nas reuniões permanentes ou em viagens, incluindo nossas famílias, as
amizades foram se solidificando e passamos a ser como irmãos.
Infelizmente, a trágica morte de Armênio poderia ter acontecido a qualquer um de nós, que voltamos nossas vidas para a defesa da saúde nos
balcões de farmácias ou drogarias.
Armênio era o primeiro secretário da ABCFARMA e primeiro tesoureiro do Sincofarma-São Paulo, líder em todos os
setores onde atuava. Sempre fez parte do grupo de frente das entidades,
mesmo tendo que deixar,
por horas seguidas, a direção de sua farmácia,
na qual sua presença era
indispensável.
Não somos eternos e
esperamos nos encontrar
em uma nova vida, onde
não haja injustiças, dores
e sofrimentos.
À sra. Terezinha, sua
esposa, aos seus filhos
Edson e Karen, netos e
familiares, nosso conforto pela perda do querido
Armênio.
Armênio Rodrigues Alves, participando de uma das
Pedro Zidoi
reuniões de diretoria, na sede da ABCFARMA
Presidente da ABCFARMA
Revista ABCFARMA | Abril/09 | 47
Varejo
Texto: Celso Arnaldo Araújo
Fotos: divulgação
COMÉRCIO ILEGAL
DE MEDICAMENTOS
Graves efeitos
colaterais
A
pesar dos esforços do governo e das
autoridades, o comércio ilegal de
medicamentos – por contrabando,
sonegação fiscal ou falsificação de
produtos – representa 20% do mercado e
movimenta bilhões. Só em impostos não
arrecadados, representa um rombo de até
R$ 3 bilhões por ano nos cofres públicos.
Mas o maior dano causado por essas
drogas clandestinas é mesmo o risco a que
a população brasileira está exposta – diz
Carlos Marques, superintendente comercial
da Drogaria Onofre, rede que utiliza a
Revista ABCFARMA como referência
de lista de preços. E quem paga a conta
mais pesada é a saúde do consumidor
Carlos Marques, superintendente comercial da Drogaria Onofre
Remédios vendidos em banquinhas na rua,
padarias e lanchonetes – ou fornecidos, via internet,
por “importadores” digitais, sem prescrição. O perigo do remédio ilegal está em toda parte. Por isso, a
primeira recomendação ao consumidor da gerente
da Vigilância Sanitária em Vitória, Espírito Santo,
é adquirir remédios somente em farmácias e drogarias bem estabelecidas. Isso parece óbvio, mas a
tentação de um remédio substancialmente mais barato pode ser mais forte que a lógica. Hoje, o mercado farmacêutico brasileiro está suficientemente
amadurecido e profissionalizado para não deixar
brechas para a ilegalidade nos caminhos oficiais dos
medicamentos. “A probabilidade de uma farmácia
receber hoje um medicamento ilegal ou falsificado,
via distribuidoras oficiais, é praticamente nula”,
atesta Carlos Marques, profissional com 40 anos de
48 | Revista ABCFARMA | Agosto/09
experiência no mercado farmacêutico – começou
aos 13 anos, no setor de estoque de uma pequena
distribuidora de Bauru, interior de São Paulo. Ele
hoje trabalha numa das maiores redes varejistas
do país, mas acredita que o tamanho do estabelecimento não está em questão. “Pequeno ou grande
comércio, o que conta é o caráter do proprietário”.
Marques localiza o problema – que é mundial –
nas vendas fora do canal farma. Há algum tempo,
ele fez uma pesquisa de mercado e detectou venda de medicamentos – sobretudo para disfunção
erétil e até o abortivo Citotec – em praças de Belo
Horizonte e na Praça da Sé, centro de São Paulo,
a preços muito abaixo do mercado. “Não tem milagre. É impossível vender medicamentos por um preço abaixo do que vende uma farmácia de rede ou das
que fazem parte de um sistema de associativismo”.
COMÉRCIO PULVERIZADO
BULA ANTIMEDICAMENTOS ILEGAIS
Ele admite que existem dificuldades na fiscalização
de um mercado, que, pela própria definição, é clandestino. Por isso, o consumidor deve ser o principal fiscal
do sistema. Segundo Carlos Marques, medicamentos
devem receber uma atenção maior do que qualquer
outro produto – comprar unicamente em pontos legalizados, como farmácias e drogarias, é condição essencial para que se reprimam os negócios clandestinos.
Tudo começa no transporte e na armazenagem dos
produtos. Muitos remédios, mesmo se contiverem os
princípios ativos apregoados, podem ter a eficácia dos
princípios ativos seriamente comprometida quando
expostos a temperaturas altas ou à umidade. “E para
manter um padrão de qualidade em todo o processo de
manuseio de medicamento são necessários altos investimentos em treinamento, infraestrutura e tecnologia.
O principal fator que contribui para a existência desse
mercado ilegal, como de qualquer outro, sem dúvida
é o preço, que obviamente é obtido pela falta de qualidade do produto. A diferença fundamental, e grave,
é que no mercado de medicamentos o risco é a saúde
do consumidor”.
Para evitar a compra de produtos ilegais, Carlos
Marques orienta o consumidor a estar sempre atento
aos seguintes pontos:
Remédios com preços
milagrosos, vendidos fora
do canal farma, devem ser
rejeitados pelo consumidor
• DATA DE VALIDADE: é obrigatório que todo medicamento tenha a data de validade estampada em sua embalagem. Portanto, é fundamental conferir se ele está
dentro do prazo de validade no momento da compra.
• PREÇOS MILAGROSOS: considerando-se que as
indústrias produtoras de medicamentos são as mesmas para todas as farmácias, a lógica é sempre a mesma: farmácias que adquirem maior volume conseguem praticar melhores preços, mas sem milagres.
• CUPOM FISCAL: exija sempre o cupom fiscal em
suas compras, ele é a garantia da origem do produto ao consumidor. Um produto falsificado sempre é
vendido sem comprovante fiscal.
• EMBALAGENS: todos os medicamentos legais possuem um símbolo, revestido com material metalizado, que, ao ser raspado, tal como as “raspadinhas”
lotéricas, expõe a palavra “qualidade” e a logomarca
do fabricante. Este desenho ou logomarca está impresso com tinta reativa. Além disso, nunca compre
medicamentos com embalagens amassadas, lacres
rompidos, rótulos que se soltam facilmente ou estejam apagados e borrados.
• NÚMERO DE LOTE: todo medicamento tem de
apresentar em sua embalagem o número do lote de
fabricação, que deve estar impresso também no rótulo ou na cartela interna do produto.
• REGISTRO NO MINISTÉRIO DA SAÚDE: todo
medicamento deve ser registrado no Ministério da
Saúde e devidamente impresso na embalagem com a
sigla “MS”, seguido do número de registro.
• FARMACÊUTICO RESPONSÁVEL: as indústrias farmacêuticas, obrigatoriamente, devem ter
um farmacêutico responsável pelos seus produtos.
A identificação desse profissional deve estar impressa obrigatoriamente nas embalagens, com o nome do
profissional, número de seu registro no Conselho Regional de Farmácia, identificado pela sigla “CRF”.
Ele completa: “Enquanto os impostos não caem e a
informalidade não reduz, o melhor amigo do consumidor é sempre a informação”. 
50 | Revista ABCFARMA | Agosto/09
Gestão de Negócios
Texto: Américo José da Silva Filho
Ilustrações: divulgação
A MULHER
E SUA GALINHA
U
ma mulher possuía uma galinha, que todos os
dias, sem falta, botava um ovo. Ela então pensava consigo mesma:
— Como poderia fazer para obter, em vez de um,
dois ovos por dia?
Assim, disposta a atingir seu objetivo, decidiu alimentar a galinha com uma porção de ração em dobro.
A partir daquele dia, a galinha tornou-se e preguiçosa,
e nunca mais botou nenhum ovo.
(Esopo – fabulista grego que viveu no século VI A.C.)
•••••••
A mulher da nossa fábula acreditou que bastava dobrar a alimentação da galinha para obter um ovo a mais
por dia. E por que isso não aconteceu?
Em primeiro lugar, pelo fato de que uma galinha
não bota mais de um ovo por dia. Segundo, porque
a ação da mulher – dar mais comida – fez com que a
galinha se tornasse gorda e preguiçosa, e a partir daí
não botasse mais nenhum.
Vamos usar esta fábula para falarmos sobre o que
é necessário para levar uma farmácia ao sucesso, pois,
assim como na história, uma única ação dificilmente
garante que os resultados esperados sejam alcançados.
Por exemplo, trabalhar com margens reduzidas em todos os produtos pode não atrair os clientes desejados e
ainda provocar prejuízos.
O sucesso empresarial depende de inúmeros fatores, sendo que alguns são externos, como o desempenho da economia em geral, o lançamento de novos
produtos, alterações no comportamento do consumidor, etc. Mas mesmo estes podem ser controlados, ou
utilizados em benefício da farmácia, pelo gestor atento às oportunidades.
Como as ações para o sucesso de uma farmácia são
bastante diversas, vamos agrupá-las em quatro categorias:
Marketing e vendas; Gestão de Pessoas; Operações; Administração e Finanças. É como se, no dia
a dia da farmácia, o empresário executasse quatro papéis
diferentes, ou ainda, como se ele em cada momento colocasse um chapéu específico para cuidar de uma área.
MARKETING
E VENDAS
Nesse papel o objetivo é transformar consumidores
em compradores, atuando nas seguintes frentes:
• IDENTIFICAR OPORTUNIDADES
O que está acontecendo no mercado que pode ser transformado em oportunidades para aumentar as vendas?
São exemplos de oportunidades: instalação de empresas próximas à farmácia; novas necessidades dos consumidores; lançamento de produtos; parcerias com fornecedores; etc.
• AÇÕES DE MARKETING
Após identificar as oportunidades, é a hora de atrair o
consumidor, usando o meio mais eficaz para cada tipo
de cliente que deseja atrair. Veja alguns exemplos:
• Divulgar a farmácia através de folheteria
• Criar programas de fidelidade
• Participar dos eventos da comunidade
• Criar, manter e utilizar um cadastro de clientes
52 | Revista ABCFARMA | Agosto/09
• Divulgar sua farmácia para públicos específicos, como
médicos, dentistas, veterinários, salões de beleza, etc.
• EXPOSIÇÃO E ABASTECIMENTO
DE PRODUTOS
Chegando à farmácia o consumidor precisa encontrar
um ambiente agradável, os produtos que precisa e outros que estejam expostos de maneira que incentivem
à compra. E agrupados de acordo com as necessidades
(categoria). Por exemplo: todos os produtos para cabelos numa mesma seção:
• Com variedade e quantidade
• Limpeza em todos os setores
• Indicações das seções e dos preços.
• ASSEGURAR A QUALIDADE
DO ATENDIMENTO
As três ações anteriores somente darão resultados se
o cliente receber um atendimento educado, eficiente e que seja diferente, como, por exemplo, a maneira
correta de tomar um medicamento, como usar um produto para os cabelos, etc.
Também é importante que os funcionários sejam
incentivados para que procurem sempre fazer vendas
adicionais dos produtos da perfumaria ou complementares àqueles que o consumidor está comprando.
• GESTÃO DE PESSOAS
O segundo chapéu que o gestor utiliza em sua farmácia é
o de Recursos Humanos. Com este ele cuidará da seleção,
do treinamento e da motivação de seus funcionários.
Recrutamento e seleção: estágios onde se selecionam funcionários que possuam qualidades mínimas
capazes de atender às necessidades de sua farmácia e
dos seus clientes.
Treinamento: uma das ações mais essenciais ao sucesso da farmácia, pois funcionários sem treinamento provocam prejuízos de diversas naturezas, como perda de
vendas por não saberem responder aos questionamentos
do cliente; perdas pela baixa produtividade, etc. As farmácias já contam com o farmacêutico, que é um profissional
altamente qualificado, e pode auxiliar no treinamento dos
funcionários, sobre os aspectos técnicos do atendimento.
Eles podem treinar os atendentes sobre questões como:
que orientações devem ser passadas aos clientes; quando
sugerir que o cliente procure um médico; diferenças entre
gripes e resfriados; informações básicas sobre os diversos
tipos de medicamentos; etc. Converse com esse profissio54 | Revista ABCFARMA | Agosto/09
MARKETING
GESTÃO DE
E VENDAS
PESSOAS
SUCESSO DA
FARMÁCIA
ADMINISTRAÇÃO
OPERAÇÕES
E FINANÇAS
nal e crie um programa de treinamento para sua equipe.
Motivação: funcionários motivados atendem melhor,
vendem mais e são comprometidos com o sucesso do
negócio. É possível manter a equipe motivada se:
• Oferecer treinamento, informações e recursos necessários para a realização de um bom trabalho.
• Informá-los sobre como está o seu desempenho.
• Envolvê-los nas decisões que digam respeito ao trabalho.
• O gestor conhecer os desejos e necessidades de cada
um para saber o que pode motivá-los.
• Forem tratados com respeito e educação e elogiados
pelos resultados alcançados.
• O gestor empenhar-se na solução de problemas e no
desenvolvimento dos funcionários.
• Forem remunerados de forma competitiva, de acordo
com as competências de cada um.
• Técnicas de motivação
• OPERAÇÕES
Usar este chapéu significa administrar o estoque da farmácia, em vez de apenas apurar o estoque. Quem “apura o estoque” no final do mês fica muito mais sujeito a
falta ou excesso de produtos.
Uma boa administração de estoque deve não apenas
fazer a reposição dos produtos vendidos, mas também
considerar três aspectos muito importantes:
• Qual a previsão de vendas de cada um dos produtos?
• Que produtos e medicamentos proporcionam maiores
margens (em R$, não apenas em %), são muito procurados e por isso não podem faltar no estoque?
Encontrar na farmácia o medicamento prescrito na
receita é um fator essencial para tornar o consumidor
fiel ao estabelecimento e somente deve ser trocado nos
casos previstos pela legislação.
Para aproveitar a crescente demanda de perfumaria,
manter a loja abastecida dos produtos e marcas mais
vendidos e também daqueles que sejam lançamentos e
que estejam na mídia.
As principais ferramentas e indicadores utilizados para a administração de estoques são:
• Curva ABC
• Estoque mínimo
• Nível de serviço (porcentagem das procuras por
produtos que são atendidas)
• Participação das categorias dos medicamentos
(OTC, Similares, Genéricos e de Referência) nas
vendas totais da farmácia, e no estoque.
ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS
Se o principal objetivo de um negócio é a realização do lucro, pois sem ele não existe empresa, o gestor não pode deixar de usar o Chapéu Administrativo
para realizar os controles que permitem aumentar a
lucratividade da farmácia, através do aumento das
vendas, da diminuição das despesas e do acompanhamento do fluxo de caixa.
Ou seja: aumentar as receitas implantando metas de vendas e controlando os resultados ao longo
do mês, até mesmo da semana ou do dia. Assim, poderá realizar ações para corrigir e garantir que as
metas sejam alcançadas.
Controlar as despesas fixas, pois elas não dependem do volume de vendas. A partir do momento que
a farmácia está aberta, elas estão acontecendo; assim,
quando as vendas diminuem, elas passam a representar um percentual muito alto do faturamento, podendo comprometer o resultado financeiro da farmácia.
Criar e acompanhar o Fluxo de Caixa, com a previsão de receitas e despesas para um período mínimo de seis meses. Com este orçamento, você poderá
identificar tanto as necessidades de aumentar as re-
ceitas quanto a de diminuição das despesas.
Para melhor controle das despesas e planejamento do fluxo de caixa, separe as contas pessoais do caixa da farmácia. Muitos fazem retiradas não programadas do caixa e utilizam o mesmo talão de cheques.
Com isso torna-se impossível controlar as despesas
da farmácia e fazer um planejamento financeiro.
Defina um valor fi xo para o seu pró-labore, que
atenda suas despesas pessoais. Faça a retirada em
determinado dia do mês, por exemplo, na mesma data do pagamento dos funcionários. Assim é
possível planejar tanto o orçamento da farmácia
quanto o seu pessoal.
PLANO DE AÇÕES
É um roteiro com as atividades a serem
realizadas para alcançar os objetivos planejados,
definindo prazos, responsáveis e prioridade das
ações (alta, média ou baixa). É importante que seja
acompanhado constantemente e ajustado de acordo com as mudanças no mercado e os resultados
alcançados. Veja a tabela abaixo como exemplo.
Para que não ocorra com a farmácia o mesmo que
aconteceu com a galinha da fábula, é necessário que
o empresário divida corretamente suas atenções entre as quatro áreas vistas acima. Assim serão muito
maiores as possibilidades de sucesso do seu negócio.
Cadastre-se em nosso site www.atcotc.com.br e
solicite as planilhas que facilitarão a administração
da farmácia. Sucesso para todos! 
Américo José da Silva Filho
Atco Treinamento e Consultoria
E-mail: [email protected]
www.atcotc.com.br
CHAPÉU
OBJETIVOS
AÇÕES
RESPONSÁVEL
PRAZO
PRIORIDADE
Marketing e vendas
Divulgar a loja e aumentar
as vendas
Fazer contato
com novas empresas
João
16.08.09
Média
Gestão de pessoas
Melhorar o atendimento
Encaminhar os funcionários
para treinamento
João
16.08.09
Alta
Operações
Adequar o estoque
à demanda
Fazer inventário para
identificar medicamentos de
demanda em falta no estoque
Paulo
08.08.09
Alta
Administração
Identificar necessidades
de caixa
Montar fluxo de caixa para
os próximos 6 meses
Paulo
08.08.09
Alta
56 | Revista ABCFARMA | Agosto/09
Notícias dos estados
Rio de Janeiro
Curso prepara profissional de nível médio
para atuar no varejo farmacêutico
I
nédito no país, curso vai
capacitar em várias áreas,
como administração
financeira, gestão de recursos
humanos e planejamento
de marketing
Tem início em 12 de setembro
o primeiro Curso de Especialização
em Comércio Farmacêutico, inédito
no país. Iniciativa do CETE, Centro
de Estudo Técnicos Empresariais em
parceria com a FABES (Faculdade Bethencourt da Silva), o curso é voltado
para profissionais de nível médio que
já atuam ou desejam trabalhar em farmácias e drogarias. Podem se candidatar proprietários, gerentes, atendentes
de balcão, estoquistas, entre outros.
O curso tem como objetivo específico fornecer conhecimentos e fundamentos sobre gestão empresarial,
recursos humanos, administração financeira, administração de compras e
estoque, direito do trabalho, legislação
sanitária e código de defesa do consumidor, desenvolvimento de lideranças,
planejamento de marketing, promoção
de vendas e atendimento aos clientes.
Ao contrário do que se pensa, profissionais com formação de nível médio podem se tornar especialistas em
determinadas áreas, mesmo não tendo
cursado o terceiro grau. Segundo o coordenador do curso, Marcos Assumpção, o Decreto nº 5.154/2004 autoriza
cursos de formação continuada a terem a nomenclatura, especialização.
O curso surge em um contexto de
grandes desafios para os empresários
do segmento, que está cada vez mais
competitivo, com número crescente de
empresas atuando de forma concentrada. Muitas integram redes nacionais e
Farmácias e drogarias associadas
à ASCOFERJ não precisam
pagar piso salarial ético
O
CRF-RJ não pode proibir contratos de trabalhos de novos farmacêuticos caso os salários
estejam abaixo do piso
A Justiça Federal do Rio de Janeiro
concedeu liminar, no dia 23 de junho,
liberando farmácias e drogarias associadas à Ascoferj de pagarem o piso
salarial ético, criado pelo Conselho
Regional de Farmácia do Estado do
Rio de Janeiro (CRF-RJ) por meio da
Recomendação 01/09.
Com a liminar, associados da Ascoferj devem pagar o piso salarial de-
58 | Revista ABCFARMA | Agosto/09
terminado em Convenção Coletiva de
Trabalho. De acordo com o juiz Rafael
de Souza Pinto, o CRF-RJ está proibido de exigir de farmácias e drogarias
associadas à entidade o pagamento do
piso salarial e a fixação de carga horária estabelecidos na Recomendação
01/09 e na Ordem de Serviço 96/09
como condição para averbação dos
contratos de trabalho.
Segundo o Departamento Jurídico
da Ascoferj, a Recomendação 01/09
é ilegal, pois apenas uma Lei Federal
ou Convenção/Acordo Coletivo criado
pelos Sindicatos poderia tratar do as-
internacionais. Somam-se a isso a forte regulação e fiscalização, tornando a
gestão das farmácias e drogarias cada
vez mais complexa.
Em função de cenário tão competitivo, o curso de especialização vai
preparar os profissionais, em apenas
seis meses, para atuarem com mais
competência e segurança no mercado. A carga horária é de 120 horas
totais, 20 horas por mês, com aulas
sempre aos sábados e quinzenalmente. O corpo docente é formado
por consultores do CETE, todos com
experiência em setor farmacêutico,
proporcionando assim maior integração entre teoria e prática.
O curso será oferecido no Rio de Janeiro,
mas alunos de todo o país podem se
inscrever. As informações podem ser
obtidas pelo telefone (21) 2298-2008 ou
pelo e-mail [email protected]
sunto. Foi uma das maiores vitórias
jurídicas da Ascoferj dos últimos tempos, comemora o consultor jurídico da
associação, Gustavo Semblano.
Luis Carlos Marins, presidente da
Ascoferj, afirma que a liminar é muito
importante para a associação: Estamos
fazendo nosso papel, que é defender os
interesses da categoria, e essa liminar
é uma vitória significativa. Marins disse ainda que está de acordo com que os
profissionais sejam bem remunerados,
desde que a produtividade justifique.
Não sou contra ganhar bem, mas é
preciso ter cuidado para não inviabilizar a existência das empresas do varejo farmacêutico, ressalta.
A Liminar concedida pela Justiça
Federal está à disposição dos associados na Ascoferj. Em caso de dúvidas,
o Departamento Jurídico da Ascoferj
está à disposição para saná-las.
Ambiente Empresarial
Texto: Geraldo Monteiro
PONTOS FRACOS
Você sabe quais são
os pontos fracos da sua farmácia?
S
e você já identificou,
ótimo. Agora é só
desenvolver algum
tipo de ação para melhorálos. No entanto, se você
ainda não os identificou,
fique sabendo que um dos
passos mais importantes
de um negócio é identificar
seus pontos fracos. Por quê?
Porque em geral são essas
deficiências que levam uma
empresa ao fracasso
Geraldo Monteiro é Mestre em
Administração pela Fecap e
assessor econômico da ABCFARMA
Em muitos casos, o processo de
identificar os pontos fracos é o inverso
da determinação de seus pontos fortes. Existem algumas perguntas que o
empreendedor deve fazer para descobrir quais são essas deficiências.
• O produto ou serviço é realmente diferente de outros produtos
e serviços disponíveis no mercado?
Se não for, essa falta de originalidade pode ser um erro fatal.
• A concorrência é tão grande que
talvez seja impossível descobrir um
nicho de mercado? Em caso afirmativo, a falta do nicho pode constituir
uma deficiência grave.
• É possível encontrar a localização adequada? Tratando-se de uma
farmácia ou drogaria que vende diretamente para o público, a falta de
uma boa localização é um ponto fraco importante.
Já no caso das novas farmácias e
drogarias, em muitas delas o principal ponto fraco é justamente o fato
de serem novas e potenciais clientes
talvez não percebam que elas estão no
mercado. Nesse caso, uma estratégia
de marketing agressiva pode ajudar o
empreendedor a superar o problema.
Qualquer novo empresário terá de
investir tempo e dinheiro para conseguir um relacionamento com fornecedores, de maneira que a empresa se
torne um cliente confiável, digno de
receber tratamento preferencial.
Além disso, os empregados recém-contratados pela nova farmácia
talvez não tenham a competência ou
a experiência necessárias para resolver essas questões. Com o tempo,
esses problemas podem ser resolvidos, mas a nova farmácia precisa ter
recursos financeiros suficientes para
se manter, enquanto são feitas as mudanças necessárias para continuar
no mercado e, em alguns casos, até
mesmo alcançar o sucesso.
Por isso quase sempre o maior ponto fraco de muitas novas farmácias e
drogarias está relacionado a fatores
financeiros. Talvez a empresa não disponha de capital suficiente.
Às vezes, por excesso de otimismo, o novo empresário avalia que
a farmácia ou drogaria atingirá o
ponto de equilíbrio de vendas em
curto espaço de tempo e, por isso,
subestima as necessidades financeiras para manter a operacionalização do negócio e, muitas vezes,
quando vai perceber a demanda por
mais recursos financeiros já é tarde, levando a farmácia ou drogaria
a entrar em dificuldades financeiras e, em alguns casos, podendo até
mesmo encerrar suas atividades.
Quando a farmácia ou drogaria
inicia suas atividades com empréstimos muito altos, o simples pagamento
dos juros já se torna um problema por
diversos motivos, entre eles estão a
baixa rentabilidade, alto custo operacional, alta carga tributária etc...
Diante disso, faça um diagnóstico
de sua farmácia ou drogaria e identifique quais são os pontos fracos e procure corrigi-los o mais rápido possível.
Sucesso a todos. 
Revista ABCFARMA | Agosto/09 | 59
Responsabilidade social
Texto e fotos: Nelson Grecov
T
A FARMÁCIA PATROCINA
SAÚDE E UNE O SOCIAL
odos os anos a drogaria
Pharmagil, dirigida por
Gilberto Carrilho Garcia,
localizada na cidade de São José dos
Campos, a cem quilômetros de São
Paulo, patrocina uma prova ciclística, agora em sua quinta edição.
A organização do evento é feita em
parceria com a Doceira e Buffet
Marinella e a iniciativa tem o apoio
da PM, Corpo de Bombeiros e de
várias empresas da cidade
5º passeio ciclístico de inverno
Os participantes contribuíram com a
doação de um quilo de alimentos não-perecíveis, recebendo uma camiseta alusiva
ao evento. Neste ano as inscrições chegaram próximo de 3 mil participantes, sendo
arrecadadas 13 toneladas de alimentos
que serão destinados a instituições de caridade da região.
No local de partida da prova, a Pharmagil prestou um grande serviço à população e aos participantes. Uma equipe
multidisciplinar composta por médicos
A partir da esquerda: Nelson Grecov, gestor da Refarma e assessor executivo da
ABCFARMA, Gilberto Carrilho Garcia, comandante da equipe multidisciplinar da
Pharmagil, Miguel Sanches e Sérgio Roberto Souza Junior (técnicos de farmácia),
Dra. Pérola Teixeira Carrilho (farmacêutica), Dra. Ivani Batista (cardiologista),
Dra. Priscila Bernacca (farmacêutica), Dr. Fábio Batista (cardiologista) e Giuseppe
Ambrosano, organizador do evento e proprietário da Doceria Marinella
60 | Revista ABCFARMA | Agosto/09
A equipe, comandada por (segundo a partir da esquerda), com o e, e, e
cardiologistas, farmacêuticas e técnicos em farmácia estava disponível para fornecer um conjunto de
ações de promoção da saúde. Esse trabalho consistiu em medir a pressão arterial e índices de glicemia
e verificação do IMC (Índice de Massa Corporal).
Trata-se de um modelo social exemplar e que muito
contribui para conscientizar a população da importância de prevenir as principais doenças metabólicas – hipertensão arterial, diabetes e obesidade.
No final do 5º Passeio Ciclístico de Inverno, os
vencedores foram premiados com bicicletas e houve
sorteio de vários brindes, transformando o evento
numa grande festa na bela manhã de domingo.
Diversos serviços de
prevenção da saúde
foram oferecidos
aos presentes pela
Pharmagil, como
medição da pressão
arterial e índice
de glicose
Varejo
Texto: Francisco Eusébio Colombo
Fotos: divulgação
A VOZ DA FARMÁCIA
A
Nossa Senhora de Nazaré é uma das mais antigas drogarias de Manaus, com
46 anos de fundação. Atualmente possui 11 lojas próprias e duas franquias na
cidade, com a perspectiva de abrir mais três unidades até o final de 2009
A rede emprega 197 colaboradores e opera com
a tabela Zona Franca, onde alguns medicamentos
têm um percentual de aproximadamente 10% de
desconto sobre o preço de fábrica, um benefício
fiscal que o Governo Federal concede a estabelecimentos instalados em Manaus.
“Trabalhamos com um calendário de datas
comemorativas que é definido no início do ano. A
partir de cada data, procuramos parcerias para
futuras promoções condizentes com o evento comemorativo. Na Páscoa, fechamos com produtos
da linha de higiene e beleza à base de chocolate
com preços promocionais. Na promoção de aniversário da Drogaria, trabalhamos sem reajuste
de preços por 30 dias”, informa a diretora finan-
ceira da empresa, Sandra Mousse.
No quesito Responsabilidade Social, a rede
de drogarias faz doações de produtos de higiene
e beleza para entidades filantrópicas, além de
medicamentos para hospitais e entidades de assistência social. Também são realizadas ações em
projetos da iniciativa privada, como Ação Global,
onde são disponibilizados farmacêuticos e nutricionistas para orientação do público.
A empresa participa, ainda, de Sipat’s nas empresas do Polo Industrial de Manaus com palestras explicativas sobre stress no trânsito e sexualidade, entre outros temas, utilizando sua equipe
de psicólogos, assistentes sociais, médicos, farmacêuticos e nutricionistas. 
Revista ABCFARMA | Agosto/09 | 61
A farmácia em destaque
Texto: Celso Arnaldo Araújo
Ilustrações: Arquivo pessoal
UMA ALIANÇA
COM O CLIENTE
O sucesso de uma
farmácia familiar
N
a cidade de Leme, interior de São Paulo,
a Farmácia Aliança, fundada há 45 anos
por Luis Florindo e agora comandada por
seu filho, presta um atendimento diferenciado e
conquista clientes cada vez mais fiéis – 90% deles
Luis Florindo Filho conhece pelo nome
62 | Revista ABCFARMA | Agosto/09
Três gerações unidas pela farmácia:
Luis Florindo Filho, seu pai e seu filho Felipe
No dia 6 de novembro de 1964, a Farmácia Aliança
abria suas portas na Avenida 29 de agosto, centro de
Leme. É a mais antiga da cidade ainda em atividade e
se mantém no mercado com uma clientela crescente,
que não abre mão da eficiência e da palavra amiga de
Florindo Filho. Já era assim no tempo de seu pai – que
ainda dá algum expediente por lá, com o entusiasmo
de um iniciante. Mas ele levou ao pé da letra a tese
de que o diferencial de uma farmácia independente
deve ser o atendimento especialíssimo. Luis Florindo
Filho começou a trabalhar na farmácia do pai quando
tinha 19 anos. Está ali há 30 anos, 15 deles à
frente da administração, e sua dedicação aos
clientes ultrapassa em muito o horário normal de funcionamento da farmácia – das 8 da
manhã às 7 da noite. Todos os dias, religiosamente, inclusive sábados e domingos, porque a
doença não tem fim de semana, ele vai à casa
de quatro pacientes diabéticos para fazer aplicação da insulina pré-café da manhã. Aliás,
o atendimento domiciliar é uma marca registrada dos serviços da Farmácia Aliança. Diversas vezes por dia, Florindo é requisitado pelos
clientes para instalar equipamentos de soro,
fazer medições de glicose, aplicar injeções
sob receita médica, etc. E ele vai com prazer.
“Eu acho que esse contato com a comunidade,
trazendo bem-estar e alívio para os clientes, é
fundamental na missão de uma farmácia”. Não
são raras as vezes em que ele é acordado em
casa, no meio da noite, para tirar uma dúvida do cliente em relação a doses de remédio e
interação de medicamentos. E é claro que, no
balcão da Farmácia Aliança, esse trabalho é
ainda mais constante. “A conversa afetuosa de
um profissional de farmácia com o cliente pode
ter um efeito psicossomático. Muitos problemas podem ser resolvidos com um bate-papo.
E aprendo todo dia com esse contato”.
Na caderneta
Luis Florindo,
fundador da Farmácia
Aliança, com sua
esposa Horminda,
amor pela farmácia
Farmácia Aliança também é do tempo em que as pessoas tinham
conta no comércio. E isso não mudou. Isso seria inimaginável num
grande centro, como São Paulo, mas ali algumas pessoas compram
e só pagam no fim do mês. “Há clientes que têm conta aqui há 40
anos”. Ele já atende hoje a terceira geração dos primeiros clientes
da farmácia. “Primeiro o pai, depois os filhos, agora os netos”. Luis
Florindo Filho, aliás, tem dois filhos – um deles já é farmacêutico,
mas trabalha na indústria, mais especificamente na EMS. O outro, que estuda veterinária e vai fazer Farmácia também, o ajuda
na loja. Mais uma família unida pela farmácia. 
A Farmácia
Aliança, hoje
afiliada à Refarma,
é a mais antiga e
a mais querida da
cidade de Leme
Revista ABCFARMA | Agosto/09 | 63
Celebração
Texto: Francisco Colombo
Fotos: Arquivo pessoal
BODAS DE OURO
Diretor da ABCFARMA e do
SINCOFARMA-SP festeja
50 anos de casamento
N
a edição anterior da revista ABCFARMA registramos a
comemoração das bodas de ouro de Philadelpho Lopes
e Maria Aparecida. Philadelpho, diretor da ABCFARMA e
do SINCOFARMA/SP e sócio-proprietário da Farmácia Roselis,
vem prestando inúmeros serviços ao comércio farmacêutico através de sua atuação no sindicato patronal.
Philadelpho Lopes e Maria Aparecida,
50 anos de uma união harmoniosa
e repleta de amor
Neste segundo registro,
publicamos aqui algumas
imagens da festa que marcou os
50 anos de união harmoniosa
deste simpático casal.
Reafirmamos nossos votos de
muita saúde e desejamos muito
mais momentos de alegria e
felicidade ao casal Philadelpho
Lopes e Maria Aparecida.
O casal Philadelpho e Maria Aparecida Lopes, entre seus filhos. A partir da esquerda,
Jorge Luiz Lopes, Dra. Roselis Aparecida Lopes e Philadelpho Lopes Filho
Amigos do casal levam os cumprimentos e votos de felicidades.
A partir da esquerda, Sétimo Gonelli, o presidente do Sincofarma-SP,
Natanael Costa e sra, o presidente da ABCFARMA, Pedro Zidoi e sra,
e o diretor do Sincofarma-SP, Romualdo C. Magro, e sra
Nos 50 anos do casal Philadelpho e Maria Aparecida
Lopes, uma das maiores alegrias é a convivência
carinhosa com seus netos e netas
Revista ABCFARMA | Agosto/09 | 65
Evento
Texto e fotos: Francisco Colombo
ABRADILAN
tem nova diretoria
A partir da esquerda, João Marchiori (1º tesoureiro), Aclair Machado (presidente eleito) e o presidente da gestão 2008-2009,
Ivanilton Galindo, na cerimônia de posse da nova diretoria da ABRADILAN
P
ara comemorar a posse de sua
nova diretoria, a ABRADILAN,
Associação Brasileira dos
Distribuidores de Laboratórios
Nacionais, organizou um dia de
palestras, rodada de negócios e coquetel
de confraternização, que reuniu
associados da entidade, colaboradores e
líderes do setor de comércio farmacêutico,
em São Paulo, no dia 18 de junho. Os
festejos começaram com um seminário,
pela manhã, onde foram discutidos temas
atuais que envolvem o setor, como a
rastreabilidade de medicamentos
e as alterações na regulamentação
de propaganda e publicidade
66 | Revista ABCFARMA | Agosto/09
Participaram dos trabalhos o presidente da ABCFARMA,
Pedro Zidoi, o presidente executivo da ABRAFARMA,
Sergio Menna Barreto, o diretor executivo da ABAFARMA,
Jorge Froes de Aguilar, o coordenador da CBFARMA, José
Raimundo dos Santos, o presidente da ALANAC, Walter Figueira,
o diretor executivo do SINCOFARMA-SP, Dr.Juan Becera Ligos,
o presidente da ABRADILAN, Ivanilton de Brito Galindo,
o presidente eleito da entidade, Aclair Machado, a diretora executiva da ABRADILAN, Dra. Ana Valotto, e o representante da
ANVISA, Dr. Tiago Rauber. O representante da ANVISA apresentou os objetivos, os marcos regulatórios e as tecnologias propostas com relação à rastreabilidade, que já é lei e será regulamentada em breve pela própria ANVISA.
Neste sentido, o presidente executivo da ABRAFARMA, Sergio
Mena Barreto, lembrou a necessidade de se acompanhar o processo de implantação da rastreabilidade, para que não ocorram
incompatibilidades com a realidade das farmácias e drogarias.
Esta opinião é compartilhada pelo presidente da
ABCFARMA, Pedro Zidoi, que reafirmou a importância de uma
rastreabilidade dos medicamentos, porém também
destacou a necessidade de uma regulamentação
adequada às empresas do setor, tendo em vista a
funcionalidade e a facilidade do processo.
A parte da tarde do evento foi dedicada a uma
rodada de negócios entre os sócios honorários da entidade e seus associados. À noite foi servido um coquetel, durante o qual a nova diretoria tomou posse e
onde foi anunciado o próximo encontro da ABRADILAN,
que será realizado em São Paulo, em 2010.
Para Ivanildo Galindo, presidente da gestão que
se encerrou no dia 18 de junho, todas as diretorias
têm demonstrado unidade e companheirismo, superando as dificuldades e realizando projetos vitoriosos – com a diretoria que agora toma posse, tendo
Aclair Machado à sua frente, não será diferente.
A ABCFARMA e seu presidente Pedro Zidoi
desejam sucesso ao presidente Aclair Machado e à
nova diretoria da ABRADILAN. 
Da esquerda para a direita, Dra. Ana Valotto (Diretora Executiva),
Eduardo Valotto (1º Secretário), Valdeci Machado (2º Tesoureiro)
João Marchiori (1º Tesoureiro), Aclair Machado (Vice-presidente)
Ivanilton Galindo (Presidente), Vilmar Alves (2º Secretário),
Dárika Ferreira (Assistente Administrativo)
NOVA DIRETORIA DA ABRADILAN
Aclair Machado (presidente)
Juliano Cunha Vinhal (vice-presidente)
João Orologio Marchiori (1º tesoureiro)
Vicente Manoel de Castro Zanol (2º tesoureiro)
Sergio Claudio Tavares de Sousa (1º secretário)
Francisco Ernane Rios Filho (2º secretário)
O presidente da ABCFARMA, Pedro Zidoi, cumprimenta o presidente
eleito da ABRADILAN, Aclair Machado
Revista ABCFARMA | Agosto/09 | 67
Evento
Texto e fotos: Francisco Euzébio Colombo
ECONOFARMA
O encontro das farmácias
e drogarias em São Paulo
A
empresa PH Farma, através da equipe
comandada pelo diretor Paulo Heitor Lopes,
demonstrou competência e hospitalidade ao
receberem profissionais de farmácias e drogarias de
todo o Brasil, durante a realização da sexta edição da
Econofarma, no Palácio das Convenções do Anhembi
Paulo Heitor Lopes Bruno,
diretor da PH Farma, responsável pela
organização impecável da Econofarma
2009, que garantiu o sucesso do
evento. A cobertura completa da
Econofarma 2009 você encontra no
Portal www.abcfarma.org.br.
Informação e orientação no estande da ABCFARMA. Na foto, o presidente da ABCFARMA,
Pedro Zidoi, ao lado do assessor executivo da entidade, Nelson Grecov
Foram dois dias – 26 e 27 de junho
– dedicados a bons negócios, troca de
informações e confraternização, nos
quais os principais laboratórios, distribuidoras de medicamentos e produtos de higiene e beleza e fornecedo-
68 | Revista ABCFARMA | Agosto/09
res de equipamentos para empresas
do setor colocaram suas ofertas à disposição dos visitantes.
A ABCFARMA participou ativamente da feira, com dois estandes, informando e orientando o grande pú-
blico que participou do evento. Num
espaço dedicado à Revista ABFARMA, os visitantes se mostraram interessados em saber detalhes sobre a
publicação mais completa do setor e
a única editada por uma entidade de
classe, com informações precisas, seguras e atualizadas. Em outro, com o
suporte da Visão Comunicação, a ABCFARMA disponibilizou um estúdio
de gravação, comandado por Ricardo
Coutinho, onde foram entrevistadas
personalidades, líderes do setor e
expositores, retratando os melhores
momentos da ECONOFARMA 2009 e
registrando uma cobertura completa
do evento no portal da ABCFARMA
(www.abcfarma.org.br).
A ERA
DIGITAL
Já na primeira noite do
evento, um grande show com a
dupla sertaneja Chitãozinho e
Xororó lotou o grande auditório do Palácio das Convenções
do Anhembi e reforçou o clima
descontraído e de confraternização presente durante todo o
encontro, que recebeu milhares de pessoas.
Para quem buscava informações atuais e orientações
de mercado, várias palestras
foram realizadas durante o
evento, com destaque para dois
momentos muito elogiados pelos participantes: a palestra da
economista e jornalista Salete Lemos, que apresentou um
quadro da economia atual e
as perspectivas para o futuro,
repetindo o sucesso apresentado no Farma Meeting, no
final do ano passado, e a palestra de Ricardo Coutinho,
parceiro da ABCFARMA e diretor da Visão Comunicação,
que falou sobre a importância
da era digital nas farmácias e
drogarias, além de apresentar
o sistema de vendas de medicamentos através da distribuidora On Line.
A ECONOFARMA 2009
foi um ponto de encontro
de farmácias e drogarias em
São Paulo, registrando um
sucesso que promete ser
repetido no ano que vem, e
que já conta com o apoio da
ABCFARMA. 
O presidente da
ABCFARMA, Pedro Zidoi,
com Ricardo Bianchi, do
laboratório sanofi-aventis,
e o consultor e colaborador
da Revista ABCFARMA,
Américo José da Silva Filho,
diretor da Atco Consultoria
Ébio S. Pedroza, diretor
comercial da Drogafarma,
com o presidente da
ABCFARMA, Pedro Zidoi,
durante a Econofarma
No estande da ABCFARMA, momentos de confraternização e troca de experiências durante
a Econofarma 2009, parada obrigatória de clientes, fornecedores, colaboradores e amigos.
A paritr da esquerda, a diretora administrativa da ABCFARMA, Abigail Maglio, o casal Alice
Maria e Dr. Edenir Zandoná, de Curitiba/PR, ele diretor da ABCFARMA, Nelson Grecov,
Acácio Murilo Neiva e diretores da empresa da Bema Tech
Revista ABCFARMA | Agosto/09 | 69
Eventos
Texto: Francisco Colombo
Fotos: Clóvis Ferreira (Digna Imagem) e Francisco Colombo
RACINE EXPO 2009
E FARMA MEETING UMA
EXPERIÊNCIA DE SUCESSO
Jorge Froes de Aguilar (diretor executivo da ABAFARMA), Dra. Nilce Barbosa (presidente do grupo Racine), Sérgio Mena Barreto
(presidente executivo da ABRAFARMA), Pedro Zidoi (presidente da ABCFARMA) e Dr. Marco Quintão (diretor do grupo Racine).
União de esforços e lideranças que garantiram o sucesso da 19ª Expo Farmácia 2009 e do Farma Meeting
E
xiste um conceito em administração conhecido por
sinergia – no qual, basicamente, o desempenho
combinado é superior à soma de suas partes, ou
seja, a união de esforços entre produtos, marcas e empresas tem um efeito maior e mais positivo que o individual,
sem que cada parte perca as suas características, tendo
como resultado uma equação matemática onde 2+2=5.
Assim ocorreu na 19ª edição da Expo Farmácia da
RACINE. Com a participação do Farma Meeting, grupo
criado a partir do evento organizado no final do ano passado, composto pelas três associações mais representativas do
setor de comercialização de medicamentos, a ABAFARMA,
a ABCFARMA e a ABRAFARMA, a Racine Expo Farmácia
de 2009 pôde contar com um excelente conteúdo adicional.
Mesa de abertura da 19ª edição da Expo Racine. Da esquerda para a direita:
Sérgio Mena Barreto, Pedro Zidoi, Dr. José Miguel do Nascimento,
Dra. Nilce Barbosa, Dra. Lerida Maria S. Vieira, Dra. Raquel Rizzi,
Jorge Froes de Aguilar, Dr. Gilberto Luiz Pozzetti e Marco Quintão
70 | Revista ABCFARMA | Agosto/09
Dra. Nilce Barbosa,
presidente do
grupo Racine
Dra. Raquel Rizzi,
presidente
do CRF-SP
Pedro Zidoi fala na
abertura do evento
Além do Farma Meeting, o tradicional encontro do
Grupo Racine, realizado de 8 a 11 de julho no Expo Center
Norte da cidade de São Paulo teve, também, mais cinco
eventos integrados: 6º Encontro Racine de Professores
Universitários, Farmácia Integrada, Arena de Idéias, Cosmetic Show, Espaço Showcase, que reuniram profissionais
de saúde, principalmente de farmácias e drogarias, para
discutir temas relacionados a farmácias de manipulação e
drogarias e disponibilizar ofertas e lançamentos do setor.
Um dos destaques da 19ª Expo Farmácia foi o posto
avançado da Unidade de Atendimento ao Público, chamado de “UNIAP Express”, instalado pela ANVISA em seu
estande, onde empresários do setor farmacêutico tiveram
à disposição serviços de peticionamento, protocolo, renovações das autorizações de funcionamento, entre outros,
sendo a primeira vez que este tipo de serviço é oferecido
fora da sede da UNIAP em Brasília (DF).
Na abertura do evento, a presidente do Grupo Racine,
Dra. Nilce Barbosa, destacou a importância da parceria
Eliete Carrara, diretora da
empresa Itafria, e o Dr. José
Maria de Souza Almeida
Paulo Murilo Paiva,
diretor de contas do IMS Health Brasil
Dra. Mariane Lorena Hansey,
economista da CNC
Dra. Patrícia Moraes,
consultora de shopper
da A.C.Nielsen
Revista ABCFARMA | Agosto/09 | 71
Dr. Luiz Carlos Monteiro, Pedro Zidoi,
Prof. Lauro Moreto e Jorge Froes de Aguilar,
no estande do Farma Meeting
Pedro Zidoi, Dra. Margarete Akemi Kishi, Prof. Dr. Gilberto Luiz Pozzetti,
Dra. Raquel Rizzi e Dr. Pedro Menegacci
A partir da esquerda: Carlos Gonçalves Pereira,
presidente do SINCOFAGO, João Aguiar Neto,
Nelson Grecov e Wanderley Alves
com as três entidades que compõem o Farma Meeting
para o engrandecimento da Semana Racine. E que aquela
certamente seria a primeira de muitas ações conjuntas.
FARMA MEETING: INFORMAÇÃO
DIFERENCIADA E QUALIFICADA
Paulo Sérgio
Navarro de Souza,
presidente do
Sindifarma-João Pessoa (PB)
Álvaro José da
Silveira, presidente
da ABRAFARMA
Os dias 9 e 10 de julho da Farma Expo Racine foram
dedicados às palestras do Farma Meeting. O presidente
da ABAFARMA, Luiz Fernando Buainain, não pôde comparecer ao evento, mas fez questão de enviar uma mensagem em vídeo, onde ressaltou que aquele era um grande
evento com momentos de reflexões, debates e discussões
com grande perspectiva para o setor, que certamente seria um sucesso e traria um saldo positivo para todos.
Segundo o presidente executivo da ABRAFARMA,
Sérgio Mena Barreto, o Farma Meeting representa uma
oportunidade incomparável de as pessoas terem acesso a
informações diferenciadas em um curto espaço de tempo, com qualidade comparada a um Trabalho de Conclusão de Curso de pós-graduação.
O diretor executivo da ABAFARMA, Jorge Froes de
Aguilar, destacou que a responsabilidade do grupo aumenta a partir desta primeira experiência conjunta entre o
Farma Meeting e a Racine, no sentido de acrescentar
Pedro Zidoi e
Dra. Nara Luiza de
Oliveira, presidente
do CRF-GO
Pedro Zidoi, Edenir Zandoná Jr. e Alice Maria Zandoná
72 | Revista ABCFARMA | Agosto/09
Jorge Froes de Aguilar, Pedro
Zidoi e Sérgio Mena Barreto no
estande do Farma Meeting
Luiz Fernando Buainain, presidente da ABAFARMA,
enviou mensagem em vídeo na abertura do
Farma Meeting
mais conhecimento a todos os participantes.
A importância da união das três associações,
ABAFARMA, ABCRFARMA e ABRAFARMA, que se identificam na defesa de temas
comuns e se uniram na realização de mais
este Farma Meeting, em conjunto com o
Grupo Racine, também foi lembrada pelo
presidente da ABCFARMA, Pedro Zidoi, que
garantiu que o evento traria informações capazes de contribuir para a administração vitoriosa de farmácias e drogarias.
Já na primeira palestra, a certeza de que as
expectativas se cumpririam, quando a economista da CNC, Dra. Mariane Lorena Hansey, apresentou perspectivas para a economia brasileira.
Para completar as informações da Dra.
Mariane, o matemático, economista e diretor de
contas do IMS Health do Brasil, Dr. Paulo Murilo
Paiva, apresentou dados inéditos sobre as tendências do mercado farmacêutico no Brasil e no
mundo, caracterizando o Brasil como um mercado emergente do setor de medicamentos.
Encerrando o primeiro dia do Farma Meeting, a Dra. Eliete Carrara, diretora da empresa
de consultoria Itafria, especialista em gestão,
controles e procedimentos na logística de medicamentos ligados à cadeia fria, falou sobre um
tema importantíssimo e pouco discutido em seminários e palestras, ou seja, a gestão da cadeia
de produtos sujeitos à refrigeração. No segundo e último dia de palestras do Farma Meeting
dentro do Farma Expo Racine 2009, o excelente
nível prosseguiu, com a participação da consultora da Nielsen, Patricia Moraes, falando sobre
hábitos do consumidor brasileiro em farmácias
e drogarias e outros canais, e fornecendo dados
inéditos sobre onde, como e o que compram os
consumidores de produtos de higiene e beleza.
Jorge Froes de Aguilar, Álvaro José da Silveira, Pedro Zidoi,
Marco Quintão, Hayato Takeda e Ricardo Coutinho
Dr. José Miguel do Nascimento Jr. diretor do Departamento
de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos do MS
Revista ABCFARMA | Agosto/09 | 73
Nos estandes da ABCFARMA, Laboratório Medley
Outro tema importane Farmácia Integrada da Racine, movimentação
tíssimo levantado neste
constante e orientação diferenciada foram
segundo dia de palesos destaques durante toda a Expo Farma 2009
tras foi a Visão Integrada
de Saúde e o Desafio do
Acesso aos Medicamentos, apresentado por Luiz
Carlos Monteiro, da empresa de PBM E-Pharma,
que detalhou as vantagens e as tendências das
formas de co-pagamento
de medicamentos aos
consumidores. Ao final
do dia, os representantes
das três entidades
des organizadoras do Farma Meeting
apresentaram as perspectivas e tendênciass do canal
farma.
visitantes de várias partes do país,
A ABCFARMA e o Far- que também puderam conhecer as
ma Meeting também par- vantagens da distribuidora on-line
ticiparam da Racine Expo organizada pela Visão Comunicação,
2009 em duas frentes, empresa responsável pelo conteúdo
em seus estandes, onde do portal da ABCFARMA, que martiveram a oportunidade cou presença com um movimentado
de orientar e informar os estande na Feira. 
A cobertura completa do Farma Meeting e da Racine Expo 2009
você encontra no portal da ABCFARMA: www.abcfarma.org.br
74 | Revista ABCFARMA | Agosto/09
Carlos Alberto
Francisco e
Ana Paula
Francisco, da
Drogacentro
Piraju/SP,
e seu filho
Murilo, com
Pedro Zidoi
Grandes encontros
Texto e fotos: Francisco Euzébio Colombo
O SUCESSO JÁ COMEÇOU
CAFÉ DA MANHÃ APRESENTA A
BEAUTY FAIR 2009
P
ara apresentar a próxima edição da
Beauty Fair (de 29 de agosto a 1 de setembro), a maior feira de cosméticos do país,
o presidente do Grupo Ikesaki, Hirofumi Ikesaki,
recepcionou convidados com um excelente café da
manhã ressaltando que, neste ano, o evento contará com 50% a mais de espaço com relação ao ano
passado, totalizando 76 mil metros quadrados.
O café da manhã reuniu expositores, parceiros e líderes do setor, como o presidente da Anabel, Dr. Roberto
Mateus Ordine, e o presidente da ABCFARMA, Pedro
Zidoi. “A Beauty Fair é um encontro que nasceu para
contribuir para o crescimento do mercado de beleza, que hoje ocupa a terceira posição no mundo”,
destacou o presidente Hirofumi Ikesaki.
O gerente comercial do Grupo Ikesaki, Luiz Malandrino,
apresentou as principais atrações do evento este ano, que
terá como tema principal “A força da beleza por um
mundo melhor”, e destacou que a Beauty Fair estará
dividida em quatro setores, que apresentarão atrações imperdíveis e inéditas, inclusive internacionais, como a Sassoon Academy, a maior academia de hair stylists do mundo:
Hair, Estética, Manicure e Negócios. Esses eventos devem
atrair mais de 20 mil profissionais do setor.
A diretora geral do evento, Luciane Beltran, anunciou que um grande espetáculo reunirá convidados do
Brasil inteiro e do exterior: uma sessão especial do musical A Bela e a Fera, no Teatro Abril.
Encerrando o café da manhã, a palestra do consultor José Luiz Tejon, da TCA internacional, com o tema
“A Grande Virada”, muito aplaudida por todos os presentes.
O estande ABCFARMA na Beauty Fair receberá os visitantes com o entusiasmo que o evento requer, apresentando, entre outras informações, todas as vantagens do aproveitamento da linha de higiene e beleza no Canal Farma.
A ABCFARMA sente-se honrada em
participar da Beauty Fair, que a cada
nova edição vem crescendo e empolgando
a todos que dela participam. 
O diretor presidente
do Grupo IIkesaki,
Hirofumi Ikesaki,
no café da manhã
que antecipou as
atrações da Beauty
Fair 2009
A partir da esquerda,
Roberto Mateus
Ordine, presidente da
Anabel, Roberto Jun
Ikesaki, diretor
do Grupo Ikesaki,
Pedro Zidoi, presidente
da ABCFARMA,
e Paulo Heitor,
diretor da PH Farma
1
2
3
4
1 - Ricardo Ikesaki recepciona convidados para o café da manhã
2 - Luciane Beltran, diretora geral da Beauty Fair
3 - Luiz Malandrino, gerente comercial do Grupo Ikesaki
4 - José Luiz Tejon, na palestra “A Grande Virada”
Revista ABCFARMA | Agosto/09 | 77
Esta publicação é um encarte da Revista ABCFARMA
ABCFARMA
Edição 216 • Agosto • 2009
Conforme determinação da RDC nº 99 de 22/11/2000,
é obrigatório manter à disposição dos consumidores lista atualizada dos medicamentos genéricos
ANEXO DE MEDICAMENTOS GENÉRICOS
Encarte Revista ABCFARMA | Julho/2009
|1|
Fonte ANVISA (atualizada até Maio/2009)
Lista de genéricos
medicamentos registrados
Medicamento
de Referência
Acular
Acular
Acular
Acular
Adriblastina RD
Adriblastina RD
Advil
Aerolin
Aerolin
Aerolin
Aerolin
Aerolin
Aerolin
Aerolin
Aerolin
Aerolin
Aerolin
Aerolin
Aerolin
Aerolin
Afrin
Afrin
Akineton
Aldactone
Aldactone
Aldomet
Aldomet
Aldomet
Aldomet
Allegra
Allegra
Allegra
Alphagan
Amaryl
Amaryl
Amaryl
Amaryl
Amaryl
Aminofilina
Aminofilina
Aminofilina
Aminofilina
Amoxil
Amoxil
Amoxil
Amoxil
Amoxil
Amoxil
Amoxil
Amoxil
Amoxil
Amoxil
Amoxil
Amoxil
Amoxil
Amoxil
Amoxil
Amoxil
Amoxil
Amoxil
Amoxil
Amoxil
Medicamento Genérico
Trometamina de Cetorolaco
Trometamina de Cetorolaco
Trometamina de Cetorolaco
Cetorolaco
Cloridrato de Doxorrubicina
Cloridrato de Doxorrubicina
Ibuprofeno
Sulfato de Salbutamol
Sulfato de Salbutamol
Sulfato de Salbutamol
Sulfato de Salbutamol
Sulfato de Salbutamol
Sulfato de Salbutamol
Sulfato de Salbutamol
Sulfato de Salbutamol
Sulfato de Salbutamol
Sulfato de Salbutamol
Sulfato de Salbutamol
Sulfato de Salbutamol
Edulito Sulfato de Salbutamol
Cloridrato de Oximetazolina
Cloridrato de Oximetazolina
Cloridrato de Biperideno
Espironolactona
Espironolactona
Metildopa
Metildopa
Metildopa
Metildopa
Cloridrato de Fexofenadina
Cloridrato de Fexofenadina
Cloridrato de Fexofenadina
Tartarato de Brimonidina
Glimepirida
Glimepirida
Glimepirida
Glimepirida
Glimepirida
Aminofilina
Aminofilina
Aminofilina
Aminofilina
Amoxicilina
Amoxicilina
Amoxicilina
Amoxicilina
Amoxicilina
Amoxicilina
Amoxicilina
Amoxicilina
Amoxicilina
Amoxicilina
Amoxicilina
Amoxicilina
Amoxicilina
Amoxicilina
Amoxicilina
Amoxicilina
Amoxicilina
Amoxicilina
Amoxicilina
Amoxicilina
Encarte Revista ABCFARMA | Agosto/2009
Laboratório
Fabricante
Biosintética
Cristália
EMS
Nature´s Plus
Eurofarma
Glenmark
Sigma Pharma
Bunker
Cristália
Geolab
Green Pharma
Hipolabor
Hipolabor
Medley
Neo Química
Prati, Donaduzzi
Teuto
Theodoro F Sobral
União Química
EMS
Cinfa
Teuto
Abbott
EMS
Germed
Biosintética
EMS
Luper
Medley
Brainfarma
Mepha
Ranbaxy
Alcon
Biosintética
Eurofarma
Medley
Sandoz
SANOFI-AVENTIS
Farmace
Teuto
Teuto
Vitapan
AB Farmo
AB Farmo
Abbott
Abbott
Brainfarma
Brainfarma
EMS
EMS
EMS
Eurofarma
Germed
Germed
Luper
Medley
Medley
Medley
Mepha
Mepha
Nature´s Plus
Neo Química
|2|
Concentração
Forma Farmacêutica
0,5 pcc Solução oftálmica
0,5 pcc Solução oftálmica
0,5mg/ml Solução oftálmica
5mg/ml Solução oftálmica
10mg;50mg Pó liofilizado p/ sol injetável
10mg;50mg Pó liofilizado p/ sol injetável
200mg Comprimido revestido
0,4mg/ml Xarope
0,4mg/ml Xarope
0,4mg/ml Xarope
0,4mg/ml Solução oral
0,5mg/ml Solução injetável
0,4mg/ml Xarope
0,4mg/ml Xarope
0,4mg/ml Xarope
0,4mg/ml Xarope
0,4mg/ml Solução oral
0,4mg/ml Xarope
0,4mg/ml Solução oral
0,4mg/ml Solução oral
0,5mg/ml Solução nasal
0,5mg/ml;0,25mg/ml Solução nasal
2mg Comprimido
25mg;50 mg;100mg Comprimido
25mg;50mg;100mg Comprimido
500mg;250mg Comprimido revestido
250mg;500mg Comprimido revestido
500mg;250mg Comprimido revestido
250mg;500mg Comprimido revestido
120mg;180mg Comprimido revestido
120mg;180mg Comprimido revestido
120mg;180mg Comprimido revestido
2,0mg/ml Solução oftálmica
1mg;2mg;4mg Comprimido
1mg;2mg;4mg Comprimido
1mg;2mg Comprimido
1mg;2mg;4mg Comprimido
1mg;2mg;4mg Comprimido
24mg/ml Solução injetável
100mg;200mg Comprimido
24mg/ml Solução injetável
200mg Comprimido
500mg Cápsula gelatinosa dura
50mg/ml;100mg/ml Pó p/ suspensão oral
500mg Cápsula gelatinosa dura
50mg/ml Pó p/ suspensão oral
500mg Cápsula gelatinosa dura
50mg/ml Pó p/ suspensão oral
500mg Cápsula gelatinosa dura
50mg/ml;100mg/ml; Pó p/ suspensão oral
200mg/5mL;400mg/5mL; Pó p/ suspensão oral
500mg Cápsula gelatinosa dura
50mg/ml Pó p/ suspensão oral
200mg/5mL; 400mg/5mL; Pó p/ suspensão oral
500mg Cápsula gelatinosa dura
500mg;Cápsula gelatinosa dura
125mg/5ml;200mg/5ml;250mg/5ml;400mg/5ml; Pó p/ suspensão oral
500mg/5ml Pó p/ suspensão oral
500mg Cápsula gelatinosa dura
50mg/ml Pó p/ suspensão oral
500mg Cápsula gelatinosa dura
500mg Cápsula gelatinosa dura
Fonte ANVISA (atualizada até Maio/2009)
Lista de genéricos
medicamentos registrados
Medicamento
de Referência
Medicamento Genérico
Laboratório
Fabricante
Amoxil
Amoxil
Amoxil
Amoxil
Amoxil
Amoxil
Amoxil
Amoxil BD
Amoxil BD
Amoxil BD
Amoxil BD
Amoxil/Amoxil BD
Amoxicilina
Amoxicilina
Amoxicilina
Amoxicilina
Amoxicilina
Amoxicilina
Amoxicilina
Amoxicilina
Amoxicilina
Amoxicilina
Amoxicilina
Amoxicilina
Neo Química
Prati, Donaduzzi
Ranbaxy
Ranbaxy
Sanval
Teuto
União Química
EMS
Eurofarma
Nature´s Plus
Sigma Pharma
Eurofarma
Amplacilina
Amplacilina
Amplacilina
Amplacilina
Amplacilina
Amplacilina
Amplacilina
Amplacilina
Amplacilina
Amplacilina
Amplacilina
Anafranil
Anafranil
Anafranil
Antak
Antak
Antak
Antak
Antak
Antak
Antak
Antak
Antak
Antak
Antak
Antak
Antak
Antak
Antak
Antak
Aredia
Arifenicol
Arimidex
Aropax
Aropax
Aropax
Aropax
Aropax
Aropax
Aropax
Aropax
Artren
Aspirina
Aspirina
Atenol
Atenol
Atenol
Atenol
Atenol
Ampicilina
Ampicilina
Ampicilina
Ampicilina
Ampicilina
Ampicilina
Ampicilina
Ampicilina Sódica
Ampicilina Sódica
Ampicilina Sódica
Ampicilina Sódica
Cloridrato de Clomipramina
Cloridrato de Clomipramina
Cloridrato de Clomipramina
Cloridrato de Ranitidina
Cloridrato de Ranitidina
Cloridrato de Ranitidina
Cloridrato de Ranitidina
Cloridrato de Ranitidina
Cloridrato de Ranitidina
Cloridrato de Ranitidina
Cloridrato de Ranitidina
Cloridrato de Ranitidina
Cloridrato de Ranitidina
Cloridrato de Ranitidina
Cloridrato de Ranitidina
Cloridrato de Ranitidina
Cloridrato de Ranitidina
Cloridrato de Ranitidina
Cloridrato de Ranitidina
Pamidronato dissódico
Succinato Sódico de Cloranfenicol
Anastrazol
Cloridrato de Paroxetina
Cloridrato de Paroxetina
Cloridrato de Paroxetina
Cloridrato de Paroxetina
Cloridrato de Paroxetina
Cloridrato de Paroxetina
Cloridrato de Paroxetina
Cloridrato de Paroxetina
Diclofenaco Sódico
Ácido Acetilsalicilico
Ácido Acetilsalicilico
Atenolol
Atenolol
Atenolol
Atenolol
Atenolol
Abbott
EMS
Eurofarma
Eurofarma
Neo Química
Prati, Donaduzzi
Sandoz
AB Farmo
Medley
Ranbaxy
Teuto
EMS
Nature´s Plus
Sigma Pharma
Ativus
Cinfa
EMS
EMS
Eurofarma
Farmace
Hipolabor
Hypofarma
Medley
Merck
Novafarma
Ranbaxy
Sandoz
Teuto
Teuto
União Química
Eurofarma
Novafarma
Eurofarma
Arrow
Biosintética
Brainfarma
Eurofarma
Farmasa
Mepha
Ranbaxy
Zydus
Merck
EMS
Green Pharma
Abbott
Apotex
Biolunis
Biosintética
Cristália
Encarte Revista ABCFARMA | Agosto/2009
|3|
Concentração
Forma Farmacêutica
50mg/ml Pó p/ suspensão oral
50mg/ml;100mg/ml Pó p/ suspensão oral
500mg Cápsula gelatinosa dura
50mg/ml Pó p/ suspensão oral
500mg Cápsula gelatinosa dura
500mg Cápsula gelatinosa dura
50mg/ml;100mg/ml; Pó p/ suspensão oral
875mg Comprimido revestido
875mg Comprimido revestido
875mg Comprimido revestido
875mg Comprimido revestido
125mg/5ml;200mg/5ml;250mg/5ml;400mg/5ml;500mg/5ml
Pó p/ suspensão oral
500mg Cápsula
250mg/5ml Suspensão oral
500mg Cápsula gelatinosa dura
50mg/ml Pó p/ suspensão oral
50mg/ml Pó p/ suspensão oral
50mg/ml Pó p/ suspensão oral
500mg Cápsula gelatinosa dura
500mg;1g Pó p/ solução injetável
50mg/ml Pó p/ suspensão oral
500mg;1g Pó p/ solução injetável
500mg;1g Pó p/ solução injetável
10mg;25mg Comprimido revestido
10mg;25mg Comprimido revestido
10mg;25mg Comprimido revestido
150mg;300mg Comprimido revestido
150mg;300mg Comprimido revestido
150mg;300mg Comprimido revestido
25mg/ml Solução injetável
150mg;300mg Comprimido revestido
25mg/ml Solução injetável
25mg/ml Solução injetável
25mg/ml Solução injetável
150mg;300mg Comprimido revestido
150mg;300mg Comprimido revestido
25mg/ml Solução injetável
150mg;300mg Comprimido revestido
150mg;300mg Comprimido revestido
150mg;300mg Comprimido revestido
25mg/ml Solução injetável
25mg/ml Solução injetável
30mg;60mg;90mg Pó p/ solução injetável
1g Pó p/ solução injetável
1mg Comprimido revestido
20mg Comprimido revestido
20mg Comprimido revestido
20mg Comprimido revestido
20mg Comprimido revestido
20mg Comprimido revestido
20mg Comprimido revestido
20mg Comprimido revestido
20mg Comprimido revestido
100mg Cápsula gelatinosa dura c/ microgrânulos
100mg;500mg Comprimido
100mg;500 g Comprimido
50mg;100mg Comprimido
25mg;50mg;100mg Comprimido revestido
50mg;100mg Comprimido
25mg;50mg;100mg Comprimido
25mg;50mg;100mg Comprimido
Fonte ANVISA (atualizada até Maio/2009)
Lista de genéricos
medicamentos registrados
Medicamento
de Referência
Atenol
Atenol
Atenol
Atenol
Atenol
Atenol
Atlansil
Atlansil
Atlansil
Atropion
Atrovent
Atrovent
Atrovent
Atrovent
Atrovent
Azactam
Bactrim
Bactrim
Bactrim
Bactrim
Bactroban
Bactroban
Baycuten - N
Baycuten - N
Baycuten - N
Baycuten - N
Bedfordpoly B
Benzetacil
Berlison
Berlison
Berlison
Berotec
Berotec
Berotec
Betnovate
Betnovate
Betnovate
Betnovate
Betnovate
Betnovate
Betnovate
Betnovate
Betnovate
Betnovate
Betnovate
Betnovate
Betnovate
Betnovate
Betnovate
Betnovate
Betnovate
Betnovate N
Betnovate N
Betnovate N
Betoptic
Betoptic
Binotal
Biocarb
Bisolvon
Bisolvon
Bricanyl
Bricanyl
Medicamento Genérico
Atenolol
Atenolol
Atenolol
Atenolol
Atenolol
Atenolol
Cloridrato de Amiodarona
Cloridrato de Amiodarona
Cloridrato de Amiodarona
Sulfato de Atropina
Brometo de Ipratropio
Brometo de Ipratropio
Brometo de Ipratropio
Brometo de Ipratropio
Brometo de Ipratropio
Aztreonam
Sulfametoxazol+Trimetoprima
Sulfametoxazol+Trimetoprima
Sulfametoxazol+Trimetoprima
Sulfametoxazol+Trimetoprima
Mupirocina
Mupirocina
Clotrimazol+Acetato de Dexametasona
Clotrimazol+Acetato de Dexametasona
Clotrimazol+Acetato de Dexametasona
Clotrimazol+Acetato de Dexametasona
Sulfato de Polimixina B
Benzilpenicilina Benzatina
Acetato de Hidrocortisona
Acetato de Hidrocortisona
Acetato de Hidrocortisona
Bromidato de Fenoterol
Bromidato de Fenoterol
Bromidato de Fenoterol
Valerato de Betametasona
Valerato de Betametasona
Valerato de Betametasona
Valerato de Betametasona
Valerato de Betametasona
Valerato de Betametasona
Valerato de Betametasona
Valerato de Betametasona
Valerato de Betametasona
Valerato de Betametasona
Valerato de Betametasona
Valerato de Betametasona
Valerato de Betametasona
Valerato de Betametasona
Valerato de Betametasona
Valerato de Betametasona
Valerato de Betametasona
Valerato de Betametasona+Sulfato de Neomicina
Valerato de Betametasona+Sulfato de Neomicina
Valerato de Betametasona+Sulfato de Neomicina
Cloridrato de Betaxolol
Cloridrato de Betaxolol
Ampicilina
Carboplatina
Cloridrato de Bromexina
Cloridrato de Bromexina
Sulfato de Terbutalina
Sulfato de Terbutalina
Encarte Revista ABCFARMA | Agosto/2009
Laboratório
Fabricante
EMS
Medley
Nature´s Plus
Ranbaxy
Sandoz
Teuto
Biosintética
Hipolabor
Ranbaxy
Hipolabor
Biosintética
Neo Química
Prati, Donaduzzi
Teuto 0,25mg/ml
União Química
Eurofarma
Germed
Neo Química
Teuto
Teuto
Medley
Prati, Donaduzzi
Geolab
Kinder
Medley
Prati, Donaduzzi
Eurofarma
Eurofarma
Ativus
Prati, Donaduzzi
Prati, Donaduzzi
EMS
Germed
Prati, Donaduzzi
EMS
EMS
EMS
EMS
Eurofarma
Eurofarma
Medley
Medley
Medley
Medley
Nature´s Plus
Nature´s Plus
Neo Química
Neo Química
Prati, Donaduzzi
Prati, Donaduzzi
Sigma Pharma
EMS
EMS
Prati, Donaduzzi
Alcon
Cristália
EMS
Glenmark
Medley
Prati, Donaduzzi
Medley
Merck
|4|
Concentração
Forma Farmacêutica
25mg;50mg;100mg Comprimido
25mg;50mg;100mg Comprimido
25mg;50mg;100mg Comprimido
25mg;50mg;100mg Comprimido
25mg;50mg;100mg Comprimido revestido
100mg;50mg Comprimido
200mg Comprimido
50mg/ml Solução injetável
100mg;200mg Comprimido
0,25mg/ml Solução injetável
0,25mg/ml Solução p/ inalação
0,25mg/ml Solução p/ inalação
0,25mg/ml Solução p/ inalação
Solução p/ inalação
0,25mg/ml Solução p/ inalação
0,5g;1,0g Pó p/ solução injetável
40mg/ml+8mg/ml Suspensão oral
40mg/ml+8mg/ml Suspensão oral
400mg+80mg Comprimido
40mg/ml+8mg/ml Suspensão oral
20mg/g Pomada dermatológica
20mg/g Pomada dermatológica
10mg/g+0,4mg/g Creme dermatológico
10mg/g+0,4mg/g Creme dermatológico
10mg/g+0,4mg/g Creme dermatológico
10mg/g+0,4mg/g Creme dermatológico
500.000UI Pó Liofilizado p/ sol injetável
300.000U/ml;150.000U/ml Suspensão injetável
10mg/g Creme dermatológico
10mg/g Creme dermatológico
10mg/g Pomada dermatológica
5mg/ml Solução oral
5mg/ml Solução oral
5mg/ml Solução oral
1mg/g Creme dermatológico
1,0mg/g Loção dermatológica
1mg/g Pomada dermatológica
1,0mg/g Solução capilar
1mg/g Creme dermatológico
1mg/g Pomada dermatológica
1,0mg/g Creme dermatológico
1,0mg/g Loção dermatológica
1mg/g Pomada
dermatológica
1,0mg/g Solução capilar
1mg/g Creme dermatológico
1mg/g Pomada dermatológica
1,0mg/g Creme dermatológico
1,0mg/g Pomada dermatológica
1mg/g Creme dermatológico
1mg/g Pomada dermatológica
1mg/g Creme dermatológico
1mg/g+5mg/g Creme dermatológico
1mg/g+5mg/g Pomada dermatológica
1mg/g+5mg/g Creme dermatológico
0,5pcc Solução oftálmica
0,5pcc Solução oftálmica
500mg Comprimido
150mg Pó liofilizado p/ sol injetável
0,8mg/ml;1,6mg/ml Xarope
0,8mg/ml;1,6mg/ml Xarope
0,3mg/ml Xarope
0,3mg/ml Xarope
Fonte ANVISA (atualizada até Maio/2009)
Lista de genéricos
medicamentos registrados
Medicamento
de Referência
Bricanyl
Bricanyl
Bricanyl Composto
Bricanyl Composto
Brismucol
Brismucol
Brismucol
Brismucol
Brismucol
Brismucol
Brismucol
Brismucol
Brismucol
Brondilat
Brondilat
Buscopan
Buscopan
Buscopan
Buscopan
Buscopan composto
Buscopan composto
Buscopan composto
Buscopan composto
Buscopan composto
Buscopan composto
Calcort
Calcort
Calcort
Calcort
Camptosar
Camptosar
Candicort
Candicort
Candicort
Candicort
Candicort
Candicort
Candicort
Candicort
Candicort
Candicort
Candicort
Candicort
Candicort
Canesten
Canesten
Canesten
Canesten
Canesten
Canesten
Canesten
Canesten
Capoten
Capoten
Capoten
Capoten
Capoten
Capoten
Capoten
Capoten
Capoten
Capoten
Medicamento Genérico
Sulfato de Terbutalina
Sulfato de Terbutalina
Sulfato de Terbutalina+Guaifenesina
Sulfato de Terbutalina+Guaifenesina
Acebrofilina
Acebrofilina
Acebrofilina
Acebrofilina
Acebrofilina
Acebrofilina
Acebrofilina
Acebrofilina
Acebrofilina
Acebrofilina
Acebrofilina
Butilbrometo de escopolamina
Butilbrometo de escopolamina
Butilbrometo de escopolamina
Butilbrometo de escopolamina
Butilbrometo de escopolamina+Dipirona sódica
Butilbrometo de escopolamina+Dipirona sódica
Butilbrometo de escopolamina+Dipirona sódica
Butilbrometo de escopolamina+Dipirona sódica
Butilbrometo de escopolamina+Dipirona sódica
Butilbrometo de escopolamina+Dipirona sódica
Deflazacorte
Deflazacorte
Deflazacorte
Deflazacorte
Cloridrato de Irinotecano
Cloridrato de Irinotecano
Cetoconazol+Dipropionato de Betametasona
Cetoconazol+Dipropionato de Betametasona
Cetoconazol+Dipropionato de Betametasona
Cetoconazol+Dipropionato de Betametasona
Cetoconazol+Dipropionato de Betametasona
Cetoconazol+Dipropionato de Betametasona
Cetoconazol+Dipropionato de Betametasona
Cetoconazol+Dipropionato de Betametasona
Cetoconazol+Dipropionato de Betametasona
Cetoconazol+Dipropionato de Betametasona
Cetoconazol+Dipropionato de Betametasona
Cetoconazol+Dipropionato de Betametasona
Cetoconazol+Dipropionato de Betametasona
Clotrimazol
Clotrimazol
Clotrimazol
Clotrimazol
Clotrimazol
Clotrimazol
Clotrimazol
Clotrimazol
Captopril
Captopril
Captopril
Captopril
Captopril
Captopril
Captopril
Captopril
Captopril
Captopril
Encarte Revista ABCFARMA | Agosto/2009
Laboratório
Fabricante
Prati, Donaduzzi
União Química
Medley
Prati, Donaduzzi
Biosintética
EMS
Eurofarma
Farmasa
Medley
Nature´s Plus
Sigma Pharma
Teuto
União Química
Geolab
Prati, Donaduzzi
Hipolabor
Prati, Donaduzzi
Teuto
União Química
EMS
Farmace
Hipolabor
Hipolabor
Medley
Prati, Donaduzzi
EMS
Mepha
Nature´s Plus
Sigma Pharma
Biochimico
Eurofarma
EMS
EMS
Eurofarma
Eurofarma
Farmasa
Farmasa
Geolab
Medley
Medley
Prati, Donaduzzi
Prati, Donaduzzi
Teuto
Teuto
EMS
Green Pharma
Medley
Neo Química
Prati, Donaduzzi
Ranbaxy
Teuto
União Química
Arrow
Biosintética
Cristália
EMS
Eurofarma
Germed
Luper
Mariol
Medley
Neo Química
|5|
Concentração
Forma Farmacêutica
0,3mg/ml Xarope
0,5mg/ml Solução injetável
0,3 mg/ml + 13,3 mg/ml Xarope
0,3mg/ml+13,3mg/ml Xarope
5mg/ml;10mg/ml Xarope
5mg/ml;10mg/ml Xarope
5mg/ml;10mg/ml Xarope
5mg/ml;10mg/ml Xarope
5 mg/ml; 10mg/ml Xarope
5mg/ml;10mg/ml Xarope
5mg/ml;10mg/ml Xarope
5mg/ml;10mg/ml Xarope
5mg/ml Xarope
5mg/ml;10mg/ml Xarope
5mg/ml;10mg/ml Xarope
20mg/ml Solução injetável
10mg/ml Solução oral
20mg/ml Solução injetável
20mg/ml Solução injetável
6,67mg/ml+333,4mg/ml Solução oral
4mg+ 500mg/ml Solução injetável
4mg+ 500mg/ml Solução injetável
6,67mg/ml+333,4mg/ml Solução oral
6,67mg/ml+333,4mg/ml Solução oral
6,67mg/ml+333,4mg/ml Solução oral
6mg;30mg Comprimido
6mg;30mg Comprimido
6mg;30mg Comprimido
6mg;30mg Comprimido
20mg/mL Solução injetável
20mg/mL Solução injetável
20mg/g+0,5mg/g Creme dermatológico
20mg/g+0,5mg/g Pomada dermatológica
20mg/g+0,5mg/g Creme dermatológico
20mg/g+0,5mg/g Pomada dermatológica
20mg/g+0,5mg/g Creme dermatológico
20mg/g+0,5mg/g Pomada dermatológica
20mg/g+0,5mg/g Creme dermatológico
20mg/g 0,5mg/g Creme dermatológico
20mg/g+0,5mg/g Pomada dermatológica
20mg/g+0,5 mg/g Creme dermatológico
20mg/g+0,5 mg/g Pomada dermatológica
20mg/g+0,5mg/g Creme dermatológico
20mg/g+0,5mg/g Pomada dermatológica
10mg/g Creme dermatológico
10mg/g Creme dermatológico
10mg/g Creme dermatológico
10mg/g Creme dermatológico
10mg/g Creme dermatológico
10mg/g Creme dermatológico
10mg/g Creme dermatológico
10mg/g Creme dermatológico
12,5mg;25mg;50mg Comprimido
12,5mg;25mg;50mg Comprimido
12,5mg;25mg;50mg Comprimido
12,5mg;25mg;50mg Comprimido
12,5mg;25mg;50mg Comprimido
12,5mg;25mg;50mg Comprimido
12,5mg;25mg;50mg Comprimido
12,5mg;25mg;50mg Comprimido
12,5mg;25mg;50mg Comprimido
12,5mg;25mg;50mg Comprimido
Fonte ANVISA (atualizada até Maio/2009)
Lista de genéricos
medicamentos registrados
Medicamento
de Referência
Capoten
Capoten
Capoten
Carbolitium
Cardizem
Cardizem
Cardizem
Cardizem
Carduran
Carduran
Carduran
Carduran
Cartrax
Cartrax
Cartrax
Cartrax
Cartrax
Cartrax
Cataflam
Cataflam
Cataflam
Cataflam
Cataflam
Cataflam
Cataflam
Cataflam
Cataflam
Cataflam
Cataflam
Cataflam
Cataflam
Cataflam
Cataflam D
Cataflam D
Cataflam Emulgel
Cataflam Emulgel
Cataflam Emulgel
Cataflam Emulgel
Cataflam Emulgel
Cataflam Emulgel
Cataflam Emulgel
Cataflam Emulgel
Cataflam Emulgel
Cataflam Emulgel
Cataflam Emulgel
Cataflam Emulgel
Cataflam Emulgel
Ceclor
Ceclor
Ceclor
Ceclor
Ceclor
Ceclor
Cedur
Cedur
Cedur
Cefamox
Cefamox
Cefamox
Cefamox
Cefamox
Cefamox
Medicamento Genérico
Captopril
Captopril
Captopril
Carbonato de Lítio
Cloridrato de Diltiazem
Cloridrato de Diltiazem
Cloridrato de Diltiazem
Cloridrato de Diltiazem
Mesilato de Doxazosina
Mesilato de Doxazosina
Mesilato de Doxazosina
Mesilato de Doxazosina
Tioconazol+Tinidazol
Tioconazol+Tinidazol
Tioconazol+Tinidazol
Tioconazol+Tinidazol
Tioconazol+Tinidazol
Tioconazol+Tinidazol
Diclofenaco Potássico
Diclofenaco Potássico
Diclofenaco Potássico
Diclofenaco Potássico
Diclofenaco Potássico
Diclofenaco Potássico
Diclofenaco Potássico
Diclofenaco Potássico
Diclofenaco Resinato
Diclofenaco Resinato
Diclofenaco Resinato
Diclofenaco Resinato
Diclofenaco Resinato
Diclofenaco Resinato
Diclofenaco Potássico
Diclofenaco Potássico
Diclofenaco Dietilamônio
Diclofenaco Dietilamônio
Diclofenaco Dietilamônio
Diclofenaco Dietilamônio
Diclofenaco Dietilamônio
Diclofenaco Dietilamônio
Diclofenaco Dietilamônio
Diclofenaco Dietilamônio
Diclofenaco Dietilamônio
Diclofenaco Dietilamônio
Diclofenaco Dietilamônio
Diclofenaco Dietilamônio
Diclofenaco Dietilamônio
Cefaclor
Cefaclor
Cefaclor
Cefaclor
Cefaclor
Cefaclor
Bezafibrato
Bezafibrato
Bezafibrato
Cefadroxila
Cefadroxila
Cefadroxila
Cefadroxila
Cefadroxila
Cefadroxila
Encarte Revista ABCFARMA | Agosto/2009
Laboratório
Fabricante
Sandoz
Sigma Pharma
Teuto
Arrow
EMS
Nature´s Plus
Ranbaxy
Sigma Pharma
EMS
Medley
Ranbaxy
Sigma Pharma
Ativus
EMS
Geolab
Medley
Nature´s Plus
Prati, Donaduzzi
Abbott
Biosintética
EMS
Hipolabor
Medley
Ranbaxy
Teuto
Teuto
Biosintética
EMS
Medley
Mepha
Nature´s Plus
Sigma Pharma
Brainfarma
Teuto
Biosintética
Cimed
Cristália
EMS
Eurofarma
Geolab
Medley
Nature´s Plus
Neo Química
Prati, Donaduzzi
Ranbaxy
Sigma Pharma
Teuto
EMS
EMS
Medley
Medley
Nature´s Plus
Sigma Pharma
EMS
Germed
Sigma Pharma
Abbott
Abbott
Biosintética
EMS
EMS
Eurofarma
|6|
Concentração
Forma Farmacêutica
12,5mg;25mg;50mg Comprimido
12,5mg;25mg;50mg Comprimido
12,5mg;25mg;50mg Comprimido
300mg Comprimido
30mg;60mg Comprimido revestido
30mg;60mg Comprimido revestido
30mg;60mg Comprimido revestido
30mg;60mg Comprimido revestido
2mg Comprimido
2 g Comprimido
2mg;4mg Comprimido
2mg Comprimido
20mg/g+30mg/g Creme vaginal
20mg/g+30mg/g Creme vaginal
20mg/g+30mg/g Creme vaginal
20mg/g+30mg/g Creme vaginal
20mg/g+30mg/g Creme vaginal
20mg/g+30mg/g Creme vaginal
50mg Comprimido revestido
50mg Comprimido revestido
50mg Comprimido revestido
25mg/ml Solução injetável
50mg Comprimido revestido
50mg Drágea
25mg/ml Solução injetável
15mg/ml Suspensão oral
15mg/mL Suspensão oral
15mg/mL Suspensão oral
15mg/mL Suspensão oral
15mg/mL Suspensão oral
15mg/mL Suspensão oral
15mg/mL Suspensão oral
50mg Drágea
50mg Comprimido dispersível
10mg/g Gel creme
10mg/g Gel creme
10mg/g Gel creme
10mg/g Gel creme
10mg/g Gel creme
10mg/g Gel creme
10mg/g Gel creme
10mg/g Gel creme
10mg/g Gel creme
10mg/g Gel creme
10mg/g Gel creme
10mg/g Gel creme
10 mg/g Gel creme
250mg;500mg Cápsula gelatinosa dura
50mg/ml;75mg/ml Suspensão oral
500mg Cápsula gelatinosa dura
50mg/ml;75mg/ml Suspensão oral
250mg;500g Cápsula gelatinosa dura
250mg;500mg Cápsula gelatinosa dura
200mg Comprimido revestido
200mg Comprimido revestido
200mg Comprimido revestido
500mg Cápsula gelatinosa dura
50 g/ml Pó p/ suspensão oral
50mg;100mg Pó p/ suspensão oral
500mg Cápsula gelatinosa dura
50mg;100mg Pó p/ suspensão oral Cápsula gelatinosa
500mg dura
Fonte ANVISA (atualizada até Maio/2009)
Lista de genéricos
medicamentos registrados
Medicamento
de Referência
Cefamox
Cefamox
Cefamox
Cefamox
Cefamox
Cefoxitina Sódica - Eurofarma
Celestamine
Celestamine
Celestamine
Celestamine
Celestamine
Celestamine
Celestamine
Celestamine
Celestamine
Celestamine
Celestamine
Celestamine
Celestamine
Celestone
Celestone
Celestone
Celestone
Celestone
Celestone
Celestone
Celestone
Celestone
Celestone
Celestone
Cipramil
Cipramil
Cipramil
Cipramil
Cipramil
Cipramil
Cipramil
Cipramil
Cipramil
Cipro
Cipro
Cipro
Cipro
Cipro
Cipro
Cipro
Cipro
Cipro
Cipro
Cipro
Cipro
Cipro
Claforan
Claritin
Claritin
Claritin
Claritin
Claritin
Claritin
Claritin
Claritin
Claritin
Medicamento Genérico
Cefadroxila
Cefadroxila
Cefadroxila
Cefadroxila
Cefadroxila
Cefoxitina Sódica
Maleato de Dexclorfeniramina+Betametasona
Maleato de Dexclorfeniramina+Betametasona
Maleato de Dexclorfeniramina+Betametasona
Maleato de Dexclorfeniramina+Betametasona
Maleato de Dexclorfeniramina+Betametasona
Maleato de Dexclorfeniramina+Betametasona
Maleato de Dexclorfeniramina+Betametasona
Maleato de Dexclorfeniramina+Betametasona
Maleato de Dexclorfeniramina+Betametasona
Maleato de Dexclorfeniramina+Betametasona
Maleato de Dexclorfeniramina+Betametasona
Maleato de Dexclorfeniramina+Betametasona
Maleato de Dexclorfeniramina+Betametasona
Betametasona
Betametasona
Betametasona
Betametasona
Betametasona
Betametasona
Betametasona
Betametasona
Betametasona
Betametasona
Betametasona
Bromidrato de Citalopram
Citalopram
Citalopram
Citalopram
Citalopram
Citalopram
Citalopram
Citalopram
Citalopram
Ciprofloxacino
Ciprofloxacino
Cloridrato de Ciprofloxacino
Cloridrato de Ciprofloxacino
Cloridrato de Ciprofloxacino
Cloridrato de Ciprofloxacino
Cloridrato de Ciprofloxacino
Cloridrato de Ciprofloxacino
Cloridrato de Ciprofloxacino
Cloridrato de Ciprofloxacino
Cloridrato de Ciprofloxacino
Cloridrato de Ciprofloxacino
Cloridrato de Ciprofloxacino
Cefotaxima Sódica
Loratadina
Loratadina
Loratadina
Loratadina
Loratadina
Loratadina
Loratadina
Loratadina
Loratadina
Encarte Revista ABCFARMA | Agosto/2009
Laboratório
Fabricante
Eurofarma
Medley
Medley
Sandoz
Sandoz
Novafarma
Brainfarma
Cimed
Cristália
EMS
EMS
Eurofarma
Farmasa
Mepha
Merck
Nature´s Plus
Prati, Donaduzzi
Sigma Pharma
Teuto
EMS
EMS
EMS
Eurofarma
Medley
Nature´s Plus
Nature´s Plus
Prati, Donaduzzi
Prati, Donaduzzi
Sigma Pharma
Sigma Pharma
AB Farmo
Arrow
Biosintética
Brainfarma
Eurofarma
Farmasa
Mepha
Ranbaxy
Sandoz
Eurofarma
Isofarma
AB Farmo
Arrow
Biolunis
Biosintética
EMS
Medley
Mepha
Merck
Neo Química
Sandoz
Zydus
AB Farmo
Ativus
Biosintética
Brainfarma
Cimed
Cinfa
EMS
Farmasa
Geolab
Medley
|7|
Concentração
Forma Farmacêutica
50mg/ml;100mg/ml Pó p/ suspensão oral
500mg Cápsula gelatinosa dura
50mg/ml;100mg/ml Pó p/ suspensão oral
500mg Cápsula gelatinosa dura
50mg/ml;100mg/ml Pó p/ suspensão oral
1g Pó p/ solução injetável
0,4mg/ml+0,05mg/ml Xarope
0,4mg/ml+0,05mg/ml Xarope
0,4mg/ml+0,05mg/ml Xarope
2mg+0,25mg Comprimido
0,4mg/ml+0,05mg/ml Xarope
2mg+0,25mg/5ml Xarope
0,4mg/ml+0,05mg/ml Xarope
0,4mg/ml+0,05mg/ml Xarope
0,4mg/ml+0,05mg/ml Xarope
0,4mg/ml+0,05mg/ml Xarope
0,4mg/ml+0,05mg/ml Xarope
0,4mg/ml+0,05mg/ml Xarope
0,4mg/ml 0,05mg/ml Xarope
0,5mg;2mg Comprimido
0,1mg/ml Elixir
0,5mg/ml Solução oral
0,5mg;2mg Comprimido
0,1mg/ml Elixir
0,5mg;2mg Comprimido
0,5mg/ml Solução oral
0,1mg/ml Elixir
0,5mg/ml Solução oral
0,5mg;2mg Comprimido
0,5mg/ml Solução oral
20mg Comprimido revestido
20mg Comprimido revestido
20mg Comprimido revestido
20mg Comprimido revestido
20mg Comprimido revestido
20mg Comprimido revestido
20mg Comprimido revestido
20mg Comprimido revestido
20mg Comprimido revestido
2mg/ml Solução injetável
2mg/ml Solução injetável
250mg;500mg Comprimido revestido
250mg;500mg Comprimido revestido
250mg;500mg Comprimido revestido
500mg Comprimido revestido
500mg Comprimido revestido
250mg;500mg Comprimido revestido
250mg;500mg Comprimido revestido
500mg Comprimido revestido
500mg Comprimido revestido
250mg 500mg Comprimido revestido
500mg Comprimido revestido
500mg;1g Pó p/ solução injetável
1mg/ml Xarope
10mg Comprimido revestido
1mg/ml Xarope
1mg/ml Xarope
10mg Comprimido
1mg/ml Xarope
1mg/ml Xarope
1mg/ml Xarope
1mg/ml Xarope
Fonte ANVISA (atualizada até Maio/2009)
Lista de genéricos
medicamentos registrados
Medicamento
de Referência
Claritin
Claritin
Claritin
Claritin
Claritin
Claritin
Claritin
Claritin
Claritin - D
Claritin - D
Claritin - D
Claritin - D
Claritin - D
Claritin - D
Claritin - D
Claritin - D
Clavulin
Clavulin
Clavulin
Clavulin
Clavulin
Clavulin
Clavulin
Clavulin
Clavulin
Clavulin
Clavulin
Clavulin BD
Clavulin BD
Clavulin BD
Clavulin BD
Clorana
Colpistatin
Colpistatin
Coreg
Co-Renitec
Co-Renitec
Co-Renitec
Co-Renitec
Co-Renitec
Co-Renitec
Co-Renitec
Co-Renitec
Co-Renitec
Cozaar
Cozaar
Cozaar
Cozaar
Cozaar
Cozaar
Cozaar
Cozaar
Cromolerg Oculum
Cymevene
Daforin
Daforin
Daforin
Daforin
Daforin
Daktarin
Medicamento Genérico
Loratadina
Loratadina
Loratadina
Loratadina
Loratadina
Loratadina
Loratadina
Loratadina
Loratadina+Sulfato de Pseudoefedrina
Loratadina+Sulfato de Pseudoefedrina
Loratadina+Sulfato de Pseudoefedrina
Loratadina+Sulfato de Pseudoefedrina
Loratadina+Sulfato de Pseudoefedrina
Loratadina+Sulfato de Pseudoefedrina
Loratadina+Sulfato de Pseudoefedrina
Loratadina+Sulfato de Pseudoefedrina
Amoxicilina+Clavulanato de potássio
Amoxicilina+Clavulanato de potássio
Amoxicilina+Clavulanato de potássio
Amoxicilina+Clavulanato de potássio
Amoxicilina+Clavulanato de potássio
Amoxicilina+Clavulanato de potássio
Amoxicilina+Clavulanato de potássio
Amoxicilina+Clavulanato de potássio
Amoxicilina+Clavulanato de potássio
Amoxicilina+Clavulanato de potássio
Amoxicilina+Clavulanato de potássio
Amoxicilina+Clavulanato de potássio
Amoxicilina+Clavulanato de potássio
Amoxicilina+Clavulanato de potássio
Amoxicilina+Clavulanato de potássio
Hidroclorotiazida
Benzoilmetronidazol+Nistatina+
Cloreto de Benzalcônio
Benzoilmetronidazol+Nistatina+
Cloreto de Benzalcônio
Carvedilol
Maleato de Enalapril+Hidroclorotiazida
Maleato de Enalapril+Hidroclorotiazida
Maleato de Enalapril+Hidroclorotiazida
Maleato de Enalapril+Hidroclorotiazida
Maleato de Enalapril+Hidroclorotiazida
Maleato de Enalapril+Hidroclorotiazida
Maleato de Enalapril+Hidroclorotiazida
Maleato de Enalapril+Hidroclorotiazida
Maleato de Enalapril+Hidroclorotiazida
Losartan Potássico
Losartan Potássico
Losartan Potássico
Losartan Potássico
Losartan Potássico
Losartana Potássica
Losartana Potássica
Losartana Potássica
Cromoglicato Dissódico
Ganciclovir sódico
Cloridrato de Fluoxetina
Cloridrato de Fluoxetina
Cloridrato de Fluoxetina
Cloridrato de Fluoxetina
Cloridrato de Fluoxetina
Nitrato de Miconazol
Encarte Revista ABCFARMA | Agosto/2009
Laboratório
Fabricante
Concentração
Forma Farmacêutica
Mepha
Mepha
Merck
Merck
Nature´s Plus
Prati, Donaduzzi
Sandoz
Sigma Pharma
EMS
Eurofarma
Farmasa
Medley
Neo Química
Sandoz
Sigma Pharma
Teuto
AB Farmo
Brainfarma
Brainfarma
EMS
EMS
Eurofarma
Mepha
Mepha
Ranbaxy
Sandoz
Sandoz
Legrand
Ranbaxy
Ranbaxy
Sandoz
Nature´s Plus
Medley
10mg Comprimido
1mg/ml Xarope
10mg Comprimido revestido
1mg/ml Xarope
1mg/ml Xarope
1mg/ml Xarope
10mg Comprimido
1mg/ml Xarope
1 mg/ml + 12mg/ml Xarope
1 mg/ml + 12mg/ml Xarope
1 mg/ml + 12mg/ml Xarope
1mg/ml+12mg/ml Xarope
1mg/ml+12mg/ml Xarope
1mg/ml+12mg/ml Xarope
1mg/ml+12mg/ml Xarope
1mg/ml+12mg/ml Xarope
1g+200mg Pó liofilizado p/sol injetável
500mg+125mg Comprimido revestido
50mg/ml+12,5mg/ml Pó p/ suspensão oral
500mg+125mg Comp.rev
25mg/ml+6,25mg/ml;50mg/ml+12,5mg/ml Pó p/ suspensão oral
500mg+100mg;1g+200mg Pó liofilizado p/ sol injetável
500mg+125mg Comprimido revestido
25mg/ml+6,25mg/ml;50mg/ml+12,5mg/ml Pó p/ suspensão oral
500mg+125mg Comprimido revestido
500mg+125mg Comprimido revestido
25mg/ml+6,25mg/ml;50mg/ml+12,5mg/ml Pó p/ suspensão oral
875mg+125mg Comprimido revestido
875mg+125mg Comprimido evestido
40mg/ml+5,7mg/ml;80mg/ml+11,5mg/ml Pó p/ suspensão oral
875mg+125mg Comprimido revestido
25mg;50mg Comprimido
62.5mg/g+25.000UI/g+1.25mg/g Creme vaginal
Prati, Donaduzzi
62.5mg/g+25.000UI/g+1.25mg/g Creme vaginal
Biosintética
Biosintética
EMS
EMS
Medley
Merck
Nature´s Plus
Nature´s Plus
Sigma Pharma
Sigma Pharma
Biosintética
Brainfarma
Eurofarma
Farmasa
Medley
EMS
Merck
Ranbaxy
Alcon
Eurofarma
EMS
Nature´s Plus
Nature´s Plus
Sigma Pharma
Sigma Pharma
Cimed
3,125mg;6,25mg;12.5mg;25mg Comprimido
20mg+12,5mg Comprimido
10mg+25mg Comprimido
20mg+12,5mg Comprimido
20mg+12,5mg;10mg+25 mg Comprimido
20mg+12,5mg;10mg+25 mg Comprimido
10mg+25mg Comprimido
20mg+12,5mg Comprimido
20mg+12,5mg Comprimido
10mg+25mg Comprimido
50mg Comprimido revestido
50mg Comprimido revestido
50mg Comprimido revestido
50mg Comprimido revestido
50mg Comprimido revestido
50mg;100mg Comprimido revestido
50mg Comprimido revestido
50mg;12,5mg Comprimido revestido
40mg/ml Solução oftálmica
500mg Pó liofilizado p/ sol injetável
20mg/ml Solução oral
20mg Cápsula gelatinosa dura
20mg/ml Solução oral
20mg Comprimido revestido
20mg/ml Solução oral
20mg/g Loção cremosa
|8|
Fonte ANVISA (atualizada até Maio/2009)
Lista de genéricos
medicamentos registrados
Medicamento
de Referência
Daktarin
Daktarin
Daktarin
Daktarin
Daktarin
Daktarin
Daktarin
Daktarin
Daktarin
Daktarin
Daktarin
Dalacin C
Dalacin C
Dalacin C
Dalacin C
Dalacin C
Dalacin C
Dalacin C
Dalacin C
Dalacin V
Dalacin V
Dalacin V
Dalacin V
Daonil
Daonil
Daonil
Daonil
Daonil
Daonil
Daonil
Decadron
Decadron
Decadron
Decadron
Decadron
Decadron
Decadron
Decadron
Decadron
Decadron
Decadron
Decadron
Decadron
Depakene
Depakene
Depakene
Depakene
Depakene
Dermazine
Dermodex
Dermodex
Dermodex
Dermodex
Dermodex
Dermodex
Desonol
Desonol
Desonol
Desonol
Desonol
Desonol
Desonol
Medicamento Genérico
Nitrato de Miconazol
Nitrato de Miconazol
Nitrato de Miconazol
Nitrato de Miconazol
Nitrato de Miconazol
Nitrato de Miconazol
Nitrato de Miconazol
Nitrato de Miconazol
Nitrato de Miconazol
Nitrato de Miconazol
Nitrato de Miconazol
Cloridrato de Clindamicina
Cloridrato de Clindamicina
Cloridrato de Clindamicina
Fosfato de Clindamicina
Fosfato de Clindamicina
Fosfato de Clindamicina
Fosfato de Clindamicina
Fosfato de Clindamicina
Fosfato de Clindamicina
Fosfato de Clindamicina
Fosfato de Clindamicina
Fosfato de Clindamicina
Glibenclamida
Glibenclamida
Glibenclamida
Glibenclamida
Glibenclamida
Glibenclamida
Glibenclamida
Dexametasona
Dexametasona
Dexametasona
Dexametasona
Dexametasona
Dexametasona
Dexametasona
Dexametasona
Dexametasona
Dexametasona
Dexametasona
Dexametasona
Fosfato Dissódico de Dexametasona
Valproato de Sódio
Valproato de Sódio
Valproato de Sódio
Valproato de Sódio
Valproato de Sódio
Sulfadiazina de Prata
Nistatina+Óxido de Zinco
Nistatina+Óxido de Zinco
Nistatina+Óxido de Zinco
Nistatina+Óxido de Zinco
Nistatina+Óxido de Zinco
Nistatina+Óxido de Zinco
Desonida
Desonida
Desonida
Desonida
Desonida
Desonida
Desonida
Encarte Revista ABCFARMA | Agosto/2009
Laboratório
Fabricante
Cristália
EMS
EMS
Medley
Nature´s Plus
Nature´s Plus
Neo Química
Prati, Donaduzzi
Sigma Pharma
Sigma Pharma
Teuto
Ranbaxy
Teuto
União Química
EMS
Eurofarma
Hipolabor
Nature´s Plus
Novafarma
EMS
Germed
Prati, Donaduzzi
Sigma Pharma
Biosintética
EMS
Mepha
Nature´s Plus
Ranbaxy
Sigma Pharma
Zydus
Cristália
EMS
EMS
Geolab
Germed
Hipolabor
Medley
Neo Química
Prati, Donaduzzi
Sanval
Sigma Pharma
Teuto
Teuto
Biolab Sanus
EMS
Hipolabor
Sigma Pharma
Teuto
Prati, Donaduzzi
EMS
Medley
Mepha
Nature´s Plus
Prati, Donaduzzi
Sigma Pharma
EMS
EMS
EMS
Medley
Medley
Medley
Medley
|9|
Concentração
Forma Farmacêutica
20mg/g Loção cremosa
20mg/g Loção cremosa
20mg/g Pó Tópico
20mg/g Loção cremosa
20mg/g Loção cremosa
20mg/g Pó Tópico
20mg/mL Loção cremosa
20mg/g Loção
20mg/g Loção cremosa
20mg/g Pó Tópico
20mg/g Loção
300mg Cápsula gelatinosa dura
300mg Cápsula gelatinosa dura
300mg Cápsula gelatinosa dura
150mg/ml Solução injetável
150mg/ml Solução injetável
150mg/ml Solução injetável
150mg/ml Solução injetável
150mg/ml Solução injetável
20mg/g Creme vaginal
20mg/g Creme vaginal
20mg/g Creme vaginal
20mg/g Creme vaginal
5mg Comprimido
5mg Comprimido
5mg Comprimido
5mg Comprimido
5mg Comprimido
5mg Comprimido
5mg Comprimido
0,1mg/ml Elixir
0,5mg;0,75mg;4mg Comprimido
0,1mg/ml Elixir
0,1mg/ml Elixir
0,5mg;0,75mg;4mg Comprimido
2mg/g;4mg/g Solução injetável
0,1mg/ml Elixir
0,1mg/ml Elixir
0,1mg/ml Elixir
0,1mg/ml Elixir
0,5mg;0,75mg;4mg Comprimido
0,1mg/ml Elixir
2mg/ml;4mg/ml Solução injetável
50mg/ml Xarope
50mg/ml Xarope
50mg/ml Xarope
50mg/ml Xarope
50mg/ml Xarope
10mg/g Creme dermatológico
100.000UI/g+200mg/g Pomada dermatológica
100.000UI/g+200mg/g Pomada dermatológica
100.000UI/g+200mg/g Pomada dermatológica
100.000UI/g+200mg/g Pomada dermatológica
100.000UI/g+200mg/g Pomada dermatológica
100.000UI/g+200mg/g Pomada dermatológica
0,5mg/g Creme
0,5mg/g Loção cremosa
0,5mg/g Pomada dermatológica
0,5mg/g Creme dermatológico
1,0mg/g Loção capilar
0,5mg/g Loção cremosa
0,5mg/g Pomada dermatológica
Fonte ANVISA (atualizada até Maio/2009)
Lista de genéricos
medicamentos registrados
Medicamento
de Referência
Desonol
Desonol
Desonol
Desonol
Desonol
Desonol
Dexason
Dexason
Dexason
Differin
Differin
Digesan
Digesan
Digesan
Digesan
Digesan
Digesan
Digesan
Digesan
Digesan
Digesan
Digesan
Digesan
Digesan
Digoxina
Digoxina
Digoxina
Digoxina
Dilacoron
Dilacoron
Dilacoron
Dilacoron
Dilacoron
Dilacoron
Dilacoron
Diprogenta
Diprogenta
Diprogenta
Diprogenta
Diprogenta
Diprogenta
Diprogenta
Diprogenta
Diprosalic
Diprosalic
Diprosalic
Diprosalic
Diprosalic
Diprosalic
Diprosalic
Diprosalic
Diprosone
Diprosone
Diprosone
Medicamento Genérico
Desonida
Desonida
Desonida
Desonida
Desonida
Desonida
Acetato de Dexametasona
Acetato de Dexametasona
Acetato de Dexametasona
Adapaleno
Adapaleno
Bromoprida
Bromoprida
Bromoprida
Bromoprida
Bromoprida
Bromoprida
Bromoprida
Bromoprida
Bromoprida
Bromoprida
Bromoprida
Bromoprida
Bromoprida
Digoxina
Digoxina
Digoxina
Digoxina
Cloridrato de Verapamil
Cloridrato de Verapamil
Cloridrato de Verapamil
Cloridrato de Verapamil
Cloridrato de Verapamil
Cloridrato de Verapamil
Cloridrato de Verapamil
Dipropionato de Betametasona+
Sulfato de Gentamicina
Dipropionato de Betametasona+
Sulfato de Gentamicina
Dipropionato de Betametasona+
Sulfato de Gentamicina
Dipropionato de Betametasona+
Sulfato de Gentamicina
Dipropionato de Betametasona+
Sulfato de Gentamicina
Dipropionato de Betametasona+
Sulfato de Gentamicina
Dipropionato de Betametasona+
Sulfato de Gentamicina
Dipropionato de Betametasona+
Sulfato de Gentamicina
Dipropionato de Betametasona +Ácido Salicílico
Dipropionato de Betametasona+Ácido Salicílico
Dipropionato de Betametasona+Ácido Salicílico
Dipropionato de Betametasona+Ácido Salicílico
Dipropionato de Betametasona+Ácido Salicílico
Dipropionato de Betametasona+Ácido Salicílico
Dipropionato de Betametasona+Ácido Salicílico
Dipropionato de Betametasona+Ácido Salicílico
Dipropionato de Betametasona
Dipropionato de Betametasona
Dipropionato de
Encarte Revista ABCFARMA | Agosto/2009
Laboratório
Fabricante
Concentração
Forma Farmacêutica
Nature´s Plus
Nature´s Plus
Prati, Donaduzzi
Prati, Donaduzzi
Sigma Pharma
Sigma Pharma
Geolab
Prati, Donaduzzi
União Química
Biosintética
Medley
Biosintética
EMS
Hipolabor
Medley
Medley
Medley
Mepha
Merck
Prati, Donaduzzi
Prati, Donaduzzi
Teuto
União Química
União Química
Pharlab
Prati, Donaduzzi
Teuto
Vitapan
Abbott
EMS
Nature´s Plus
Prati, Donaduzzi
Sandoz
Sigma Pharma
Teuto
EMS
0,5mg/g Creme
0,5mg/g Pomada dermatológica
0,5mg/g Creme dermatológico
0,5mg/g Loção cremosa
0,5mg/g Creme
0,5mg/g Pomada dermatológica
1mg/g Creme dermatológico
1mg/g Creme dermatológico
1mg/g Creme dermatológico
1mg/g Gel
1mg/g Creme dermatológico
1mg/ml;4mg/ml Solução oral
1mg/ml;4mg/ml Solução oral
5mg/ml Solução injetável
10mg Cápsula gelatinosa dura
1mg/ml; Solução oral
4mg/ml; Solução oral
4mg/ml Solução oral
4mg/ml Solução oral
10mg Comprimido
4mg/ml Solução oral
4mg/ml Solução oral
5mg/ml Solução injetável
4mg/ml Solução oral
0,25mg Comprimido
0,05mg/ml Elixir
0,25mg Comprimido
0,25mg Comprimido
80mg;120mg;240mg Comprimido revestido de liberação retardada
80mg Comprimido revestido
80mg Comprimido revestido
80mg Comprimido revestido
80mg;120mg;20mg Comprimido revestido
80mg Comprimido revestido
80mg Comprimido revestido
0,5mg/g+1mg/g Creme dermatológico
EMS
0,5mg/g+1mg/g Pomada dermatológica
Medley
0,5mg/g+1mg/g Creme dermatológico
Medley
0,5mg/g+1mg/g Pomada dermatológica
Nature´s Plus
0,5mg/g+1mg/g Creme dermatológico
Nature´s Plus
0,5mg/g+1mg/g Pomada dermatológica
Sigma Pharma
0,5mg/g+1mg/g Creme dermatológico
Sigma Pharma
0,5mg/g+1mg/g Pomada dermatológica
EMS
Medley
Merck
Nature´s Plus
Prati, Donaduzzi
Prati, Donaduzzi
Sigma Pharma
Teuto
EMS
Geolab
Betametasona
0,5mg/g+30mg/g Pomada dermatológica
0,5mg/g+30mg/g Pomada dermatológica
0,5mg/g+30mg/g Pomada dermatológica
0,5mg/g+30mg/g Pomada dermatológica
0,5mg/g+30mg/g Pomada dermatológica
0,64mg/ml+20mg/ml Solução tópica
0,5mg/g+30mg/g Pomada dermatológica
0,5mg/g+30mg/g Pomada dermatológica
0,5mg/g Creme dermatológico
0,5mg/g Creme dermatológico
Geolab 0,5mg/g Pomada dermatológica
| 10 |
Fonte ANVISA (atualizada até Maio/2009)
Lista de genéricos
medicamentos registrados
Medicamento
de Referência
Diprosone
Diprosone
Diprospan
Diprospan
Dobutrex
Dobutrex
Dobutrex
Dobutrex
Dolantina
Dormonid
Dormonid
Dormonid
Dormonid
Efexor
Efexor XR
Elocom
Elocom
Elocom
Elocom
Elocom
Elocom
Eloxatin
Eloxatin
Espasmo Luftal
Fagyl
Fagyl
Feldene
Feldene
Feldene
Feldene
Feldene
Feldene
Feldene
Feldene
Femara
Fenergan
Fentanil
Fentanil
Flagass Baby
Flagass Baby
Flagyl
Flagyl
Flagyl
Flagyl
Flagyl
Flagyl
Flagyl
Flagyl
Flagyl
Flagyl
Flagyl
Flagyl
Flagyl
Flagyl
Flatex
Flotac
Flotac
Flotac
Flotac
Flotac
Medicamento Genérico
Dipropionato de Betametasona
Dipropionato de Betametasona
Dipropionato de Betametasona + Fosfato
Dissódico de Betametasona
Dipropionato de Betametasona + Fosfato
Dissódico de Betametasona
Cloridrato de Dobutamina
Cloridrato de Dobutamina
Cloridrato de Dobutamina
Cloridrato de Dobutamina
Cloridrato de Petidina
Maleato de Midazolam
Maleato de Midazolam
Midazolam
Midazolam
Cloridrato de Venlafaxina
Cloridrato de Venlafaxina
Furoato de Mometasona
Furoato de Mometasona
Furoato de Mometasona
Furoato de Mometasona
Furoato de Mometasona
Furoato de Mometasona
Oxaliplatina
Oxaliplatina
Dimeticona+Metilbrometo de Homatropina
Nistatina Metronidazol+Nistatina
Nistatina Metronidazol+Nistatina
Piroxicam
Piroxicam
Piroxicam
Piroxicam
Piroxicam
Piroxicam
Piroxicam
Piroxicam
Letrozol
Cloridrato de Prometazina
Citrato de Fentanila
Citrato de Fentanila
Dimeticona+Metilbrometo de Homatropina
Dimeticona+Metilbrometo de Homatropina
Benzoilmetronidazol
Benzoilmetronidazol
Benzoilmetronidazol
Metronidazol
Metronidazol
Metronidazol
Metronidazol
Metronidazol
Metronidazol
Metronidazol
Metronidazol
Metronidazol
Metronidazol
Metronidazol+Nistatina
Dimeticona
Diclofenaco Colestiramina
Diclofenaco Colestiramina
Diclofenaco Colestiramina
Diclofenaco Colestiramina
Diclofenaco Colestiramina
Encarte Revista ABCFARMA | Agosto/2009
Laboratório
Fabricante
Concentração
Forma Farmacêutica
Nature´s Plus
Sigma Pharma
Brainfarma
0,5mg/g Creme dermatológico
0,5mg/g Creme dermatológico
5mg/ml+2mg/ml Suspensão injetável
Eurofarma
5mg/ml+2mg/ml Suspensão injetável
Eurofarma
Hipolabor
Hypofarma
Novafarma
União Química
Farmasa
Mepha
Hipolabor
União Química
Biosintética
Eurofarma
Biosintética
Biosintética
Eurofarma
Eurofarma
Medley
Sigma Pharma
Eurofarma
Glenmark
EMS
Luper
Prati, Donaduzzi
Ativus
Cinfa
EMS
Nature´s Plus
Neo Química
Prati, Donaduzzi
Ranbaxy
Sandoz
Eurofarma
250mg Solução injetável
12,5mg/ml Solução injetável
12,5mg/ml Solução injetável
12,5mg/ml Solução injetável
50 mg/ml Solução injetável
15mg Comprimido revestido
7,5mg; 15mg Comprimido revestido
1mg/ml; 5mg/ml Solução injetável
5mg/ml Solução injetável
37,5mg, 50mg e 75mg Comprimido
75mg;150mg Cápsula gelatinosa dura
1mg/g Creme dermatológico
1mg/g Pomada dermatológica
0,1% Creme dermatológico
0,1% Pomada dermatológica
1mg/g Pomada dermatológica
1mg/g Pomada dermatológica
50mg;100mg Pó liofilizado p/ sol injetável
50mg;100mg Pó liofilizado p/ sol injetável
80mg/ml+2,5mg/ml Solução oral
100mg+20.000Ul/g Creme vaginal
100mg+20.000Ul/g Creme vaginal
5mg/g Gel
20mg Comprimido solúvel
20mg Cápsula gelatinosa dura
20mg Cápsula gelatinosa dura
20mg Cápsula gelatinosa dura
20mg Cápsula gelatinosa dura
5mg/g Gel
20mg Comprimido solúvel
2,5mg Comprimido revestido
25mg Comprimido revestido
50mcg/ml Solução injetável
50mcg/ml Solução injetável
80mg/ml+2,5mg/ml Emulsão oral
80mg/ml+2,5mg/ml Emulsão oral
40mg/ml Suspensão oral
40mg/ml Suspensão oral
40mg/ml Suspensão oral
100mg/g Gel vaginal
400mg Comprimido revestido
250mg;400mg Comprimido revestido
5 mg/ml Solução injetável
5 mg/ml Solução injetável
100 mg/g Gel vaginal
250 mg Comprimido
100mg/g Gel vaginal
250mg Comprimido
100mg/g Gel vaginal
100mg+20.000Ul/g Creme vaginal
150 mg Comprimido
140mg Cápsula gelatinosa dura
140mg Cápsula gelatinosa dura
140mg Cápsula gelatinosa dura
140mg Cápsula gelatinosa dura
140mg Cápsula gelatinosa dura
SANOFI-AVENTIS
Eurofarma
Hipolabor
Medley
Teuto
EMS
Neo Química
Teuto
SANOFI-AVENTIS
SANOFI-AVENTIS
EMS
Equiplex
Halex Istar
Nature´s Plus
Neo Química
Prati, Donaduzzi
Prati, Donaduzzi
Sigma Pharma
Geolab
Farmasa
EMS
Medley
Nature´s Plus
Novartis
Sigma Pharma
| 11 |
Fonte ANVISA (atualizada até Maio/2009)
Lista de genéricos
medicamentos registrados
Medicamento
de Referência
Floxacin
Floxacin
Floxacin
Floxacin
Floxacin
Floxacin
Floxacin
Floxacin
Floxacin
Floxacin
Floxacin
Fluimucil
Fluimucil
Fluimucil
Fluimucil
Fluimucil
Fluimucil
Fluimucil
Fluimucil
Fluimucil
Fluimucil
Fluimucil
Fluimucil
Fluimucil
Fluimucil
Fluimucil
Fluimucil
Fluoro-uracil
Foldan
Fortaz
Fortaz
Fosamax
Frademicina
Frademicina
Frontal
Frontal
Frontal
Frontal
Frontal
Frontal
Frontal
Frontal
Furacin
Garamicina
Gardenal
Gardenal
Gardenal
Gardenal
Gardenal
Gardenal
Gino Canesten
Gino Canesten
Gino Canesten
Gino Canesten
Gino Dermazine
Gino-Pletil
Gino-Pletil
Gino-Pletil
Gino-Pletil
Gino-Pletil
Gino-Pletil
Gino-Pletil
Medicamento Genérico
Norfloxacino
Norfloxacino
Norfloxacino
Norfloxacino
Norfloxacino
Norfloxacino
Norfloxacino
Norfloxacino
Norfloxacino
Norfloxacino
Norfloxacino
Acetilcisteina
Acetilcisteina
Acetilcisteina
Acetilcisteina
Acetilcisteina
Acetilcisteina
Acetilcisteina
Acetilcisteina
Acetilcisteina
Acetilcisteina
Acetilcisteina
Acetilcisteina
Acetilcisteina
Acetilcisteina
Acetilcisteina
Acetilcisteina
Fluoruracila
Tiabendazol
Ceftazidima
Ceftazidima
Alendronato Sódico
Cloridrato de Lincomicina
Cloridrato de Lincomicina
Alprazolam
Alprazolam
Alprazolam
Alprazolam
Alprazolam
Alprazolam
Alprazolam
Alprazolam
Nitrofural
Sulfato de Gentamicina
Fenobarbital
Fenobarbital
Fenobarbital
Fenobarbital
Fenobarbital
Fenobarbital
Clotrimazol
Clotrimazol
Clotrimazol
Clotrimazol
Sulfadiazina de Prata
Tinidazol+Nitrato de Miconazol
Tinidazol+Nitrato de Miconazol
Tinidazol+Nitrato de Miconazol
Tinidazol+Nitrato de Miconazol
Tinidazol+Nitrato de Miconazol
Tinidazol+Nitrato de Miconazol
Tinidazol+Nitrato de Miconazol
Encarte Revista ABCFARMA | Agosto/2009
Laboratório
Fabricante
Biosintética
Brainfarma
EMS
Medley
Mepha
Merck
Nature´s Plus
Prati, Donaduzzi
Ranbaxy
Teuto
União Química
EMS
EMS
Eurofarma
Eurofarma
Eurofarma
Farmasa
Farmasa
Germed
Medley
Nature´s Plus
Prati, Donaduzzi
Prati, Donaduzzi
Sigma Pharma
União Química
União Química
Zambon
Eurofarma
União Química
AB Farmo
Eurofarma
Arrow
Neo Química
Teuto
Arrow
Biosintética
EMS
Eurofarma
Germed
Medley
Sandoz
Sigma Pharma
Neo Química
Neo Química
Neo Química
SANOFI-AVENTIS
Sanval
Teuto
União Química
União Química
EMS
Germed
Medley
Sigma Pharma
Prati, Donaduzzi
Cristália
EMS
Farmasa
Geolab
Kinder
Medley
Nature´s Plus
| 12 |
Concentração
Forma Farmacêutica
400mg Comprimido revestido
400mg Comprimido revestido
400mg Comprimido revestido
400mg Comprimido revestido
400mg Comprimido revestido
400mg Comprimido revestido
400mg Comprimido revestido
400mg Comprimido revestido
400mg Comprimido revestido
400mg Comprimido revestido
400mg Comprimido revestido
100mg;200mg;600mg Granulado
20mg/ml;40mg/ml Xarope
100mg;200mg;600mg Granulado
100mg/ml Solução injetável
20mg/ml Xarope
100mg;200mg;600mg Granulado
20mg/ml Xarope
100 mg; 200mg;600mg Granulado
100 mg; 200mg;600mg Granulado
20mg/ml;40mg/ml Xarope
100mg;200mg;600mg Granulado
20mg/ml Xarope
20mg/ml;40mg/ml Xarope
100mg/ml Solução injetável
20mg/ml Xarope
20mg/ml Xarope
25mg/ml Solução injetável
50mg/g Pomada dermatológica
1g Pó p/ solução injetável
1g Pó p/ solução injetável
10 mg Comprimido
300mg/ml Solução injetável
300mg/ml Solução injetável
0,25mg;0,50mg;1mg Comprimido
0,25mg;0,50mg Comprimido
0,25mg;0,50mg;1 mg;2mg Comprimido
0,25mg;0,50mg;1mg Comprimido
0,25mg;0,50mg;1mg;2mg Comprimido
0,25mg;0,50mg;1mg Comprimido
0,50mg;1mg;2mg Comprimido
0,25mg;0,50mg;1mg;2mg Comprimido
2mg/g Pomada dermatológica
40mg/ml Solução injetável
100mg Comprimido
100mg Comprimido
40mg/ml Solução oral
100mg Comprimido
100mg Comprimido
40mg/ml Solução oral
10mg/g;20mg/g Creme vaginal
10mg/g;20mg/g Creme vaginal
10mg/g;20mg/g Creme vaginal
10mg/g;20mg/g Creme vaginal
10mg/g Creme vaginal
30mg/g+20mg/g Creme vaginal
30mg/g+20mg/g Creme vaginal
30mg/g+20mg/g Creme vaginal
30mg/g+20mg/g Creme vaginal
30mg/g+20mg/g Creme vaginal
30mg/g+20mg/g Creme vaginal
30mg/g+20mg/g Creme vaginal
Fonte ANVISA (atualizada até Maio/2009)
Lista de genéricos
medicamentos registrados
Medicamento
de Referência
Gino-Pletil
Gino-Pletil
Gino-Tralen
Glifage
Glifage
Glifage
Glifage
Glifage
Glifage
Glifage
Glifage
Glifage
Glifage
Glifage
Glifage
Gyno-daktarin
Gyno-daktarin
Gyno-daktarin
Gyno-daktarin
Gyno-daktarin
Gyno-daktarin
Gyno-daktarin
Gyno-daktarin
Gyno-Icaden
Gyno-Icaden
Gyno-Icaden
Gyno-Icaden
Gyno-Icaden
Gyno-Icaden
Gyno-Icaden
Gyno-Icaden
Gyno-Icaden
Haldol
Haldol
Helmiben NF
Helmiben NF
Helmiben NF
Hidantal
Hidantal
Hidantal
Higroton
Higroton
Hipofagin S
Hipofagin S
Hipofagin S
Hipofagin S
Hipofagin S
Hypnomidate
Hyponor
Hyponor
Hyzaar
Icaden
Icaden
Icaden
Icaden
Icaden
Imigran
Imovane
Imovane
Isordil
Isotrex
Jumexil
Medicamento Genérico
Tinidazol+Nitrato de Miconazol
Tinidazol+Nitrato de Miconazol
Tioconazol
Cloridrato de Metformina
Cloridrato de Metformina
Cloridrato de Metformina
Cloridrato de Metformina
Cloridrato de Metformina
Cloridrato de Metformina
Cloridrato de Metformina
Cloridrato de Metformina
Cloridrato de Metformina
Cloridrato de Metformina
Cloridrato de Metformina
Cloridrato de Metformina
Nitrato de Miconazol
Nitrato de Miconazol
Nitrato de Miconazol
Nitrato de Miconazol
Nitrato de Miconazol
Nitrato de Miconazol
Nitrato de Miconazol
Nitrato de Miconazol
Nitrato de Isoconazol
Nitrato de Isoconazol
Nitrato de Isoconazol
Nitrato de Isoconazol
Nitrato de Isoconazol
Nitrato de Isoconazol
Nitrato de Isoconazol
Nitrato de Isoconazol
Nitrato de Isoconazol
Haloperidol
Haloperidol
Mebendazol +Tiabendazol
Mebendazol +Tiabendazol
Mebendazol +Tiabendazol
Fenitoína
Fenitoína
Fenitoína Sódica
Clortalidona
Clortalidona
Cloridrato de Anfepramona
Cloridrato de Anfepramona
Cloridrato de Anfepramona
Cloridrato de Anfepramona
Cloridrato de Anfepramona
Etomidato
Bitartarato de Norepinefrina
Hemitartarato de norepinefrina
Losartana Potássica +Hidroclorotiazida
Nitrato de Isoconazol
Nitrato de Isoconazol
Nitrato de Isoconazol
Nitrato de Isoconazol
Nitrato de Isoconazol
Succinato de Sumatriptano
Zopiclona
Zopiclona
Dinitrato de Isossorbida
Isotretinoina
Cloridrato de Selegilina
Encarte Revista ABCFARMA | Agosto/2009
Laboratório
Fabricante
Prati, Donaduzzi
Sigma Pharma
Blausiegel
AB Farmo
Biosintética
Brainfarma
Bunker
EMS
Medley
Mepha
Merck
Nature´s Plus
Prati, Donaduzzi
Ranbaxy
Sigma Pharma
Blausiegel
EMS
Geolab
Kinder
Medley
Nature´s Plus
Prati, Donaduzzi
Teuto
Ativus
Cristália
EMS
Geolab
Hipolabor
Medley
Nature´s Plus
Neo Química
Prati, Donaduzzi
Sigma Pharma
Teuto
EMS
Nature´s Plus
Sigma Pharma
SANOFI-AVENTIS
Teuto
União Química
EMS
Nature´s Plus
EMS
EMS
Nature´s Plus
Sigma Pharma
Sigma Pharma
Cristália
Hipolabor
Novafarma
Sigma Pharma
Cristália
EMS
Geolab
Medley
Prati, Donaduzzi
Arrow
Arrow
SANOFI-AVENTIS
Germed
Ranbaxy
Biosintética
| 13 |
Concentração
Forma Farmacêutica
30mg/g+20mg/g Creme vaginal
30mg/g+20mg/g Creme vaginal
65mg/g Pomada vaginal
500mg;850mg;1g Comprimido revestido
500mg;850mg;1g Comprimido revestido
500mg;850mg;1g Comprimido revestido
850mg Comprimido revestido
500mg;850mg;1g Comprimido revestido
500mg;850mg;1g Comprimido revestido
500mg;850mg Comprimido revestido
500mg;850mg;1g Comprimido revestido
500mg 850mg;1g Comprimido revestido
850mg Comprimido revestido
500mg;850mg Comprimido revestido
500mg;850mg;1g Comprimido revestido
20mg/g Creme vaginal
20mg/g Creme vaginal
20mg/g Creme vaginal
20mg/g Creme vaginal
20mg/g Creme vaginal
20mg/g Creme vaginal
20mg/g Creme vaginal
20mg/g Creme vaginal
10mg/g Creme vaginal
10mg/g Creme vaginal
10mg/g Creme vaginal
10mg/g Creme vaginal
10mg/g Creme vaginal
10mg/g Creme vaginal
10mg/g Creme vaginal
10mg/g Creme vaginal
10mg/g Creme vaginal
2mg/ml Solução oral
5mg/ml Solução injetável
200mg+332mg Comprimido mastigável
200mg+332mg Comprimido mastigável
200mg+332mg Comprimido mastigável
100mg Comprimido
100mg Comprimido
50mg/ml Solução injetável
12,5mg;25mg; 50mg Comprimido
12,5mg;25mg; 50mg Comprimido
25mg Comprimido
75mg Comprimido de liberação lenta
25mg Comprimido
25mg Comprimido
75mg Comprimido de liberação lenta
2mg/ml Solução injetável
1mg/ml Solução injetável
2mg/ml Solução injetável
50mg+12,5mg;100mg+25mg Comprimido revestido
10mg/g Creme dermatológico
10mg/g Creme dermatológico
10mg/g Creme dermatológico
10mg/g Creme dermatológico
10mg/g Creme dermatológico
50mg;100mg Comprimido revestido
7,5 mg Comprimido revestido
7,5 mg Comprimido revestido
5 mg; 10 mg Comprimido
0,5 mg/g Gel
5mg Comprimido
Fonte ANVISA (atualizada até Maio/2009)
Lista de genéricos
medicamentos registrados
Medicamento
de Referência
Kefazol
Kefazol
Kefazol
Kefazol
Keflaxina
Keflex
Keflex
Keflex
Keflex
Keflex
Keflex
Keflex
Keflex
Keflex
Keflex
Keflex
Keflin neutro
Keflin neutro
Keflin neutro
Keflin neutro
Keflin neutro
Keforal
Keforal
Keforal
Klaricid
Klaricid
Klaricid
Klaricid
Klaricid
Kloren
Lamictal
Lamisil
Lamisil
Lamisil
Lamisil
Lamisil
Lamisil
Lamisil
Lamisil
Lamisil
Lamisil
Lamisil
Lamisil
Lamisil
Lanexat
Lanexat
Lasix
Lasix
Lasix
Lasix
Lasix
Lasix
Lasix
Lasix
Lasix
Lasix
Leucovorin
Levaquin
Lexotan
Lexotan
Lexotan
Lexotan
Medicamento Genérico
Cefazolina Sódica
Cefazolina Sódica
Cefazolina Sódica
Cefazolina Sódica
Cefalexina
Cefalexina
Cefalexina
Cefalexina
Cefalexina
Cefalexina
Cefalexina
Cefalexina
Cefalexina
Cefalexina
Cefalexina
Cefalexina
Cefalotina Sódica
Cefalotina Sódica
Cefalotina Sódica
Cefalotina Sódica
Cefalotina Sódica
Cefalexina
Cefalexina
Cefalexina
Claritromicina
Claritromicina
Claritromicina
Claritromicina
Claritromicina
Cloreto de Potássio
Lamotrigina
Cloridrato de Terbinafina
Cloridrato de Terbinafina
Cloridrato de Terbinafina
Cloridrato de Terbinafina
Cloridrato de Terbinafina
Cloridrato de Terbinafina
Cloridrato de Terbinafina
Cloridrato de Terbinafina
Cloridrato de Terbinafina
Cloridrato de Terbinafina
Cloridrato de Terbinafina
Cloridrato de Terbinafina
Cloridrato de Terbinafina
Flumazenil
Flumazenil
Furosemida
Furosemida
Furosemida
Furosemida
Furosemida
Furosemida
Furosemida
Furosemida
Furosemida
Furosemida
Folinato de Cálcio
Levofloxacino
Bromazepam
Bromazepam
Bromazepam
Bromazepam
Encarte Revista ABCFARMA | Agosto/2009
Laboratório
Fabricante
AB Farmo
Eurofarma
Novafarma
União Química
Teuto
AB Farmo
Brainfarma
EMS
EMS
Eurofarma
Eurofarma
Medley
Mepha
Ranbaxy
Sandoz
Teuto
AB Farmo
EMS
Eurofarma
Novafarma
Teuto
AB Farmo
Medley
Sandoz
Abbott
EMS
EMS
Medley
Merck
Prati, Donaduzzi
Ranbaxy
EMS
EMS
EMS
Eurofarma
Eurofarma
Hipolabor
Medley
Medley
Nature´s Plus
Prati, Donaduzzi
Prati, Donaduzzi
Prati, Donaduzzi
Sigma Pharma
Eurofarma
União Química
Biosintética
Cinfa
Halex Istar
Hipolabor
Hipolabor
Hypofarma
Prati, Donaduzzi
SANOFI-AVENTIS
Teuto
Teuto
Eurofarma
Halex Istar
Abbott
Arrow
Biosintética
EMS
| 14 |
Concentração
Forma Farmacêutica
1g Pó p/ solução injetável
1g Pó p/ solução injetável
1g Pó p/ solução injetável
1g Pó p/ solução injetável
50mg/ml Pó p/ suspensão oral
500mg Comprimido revestido
500mg Comprimido revestido
500 mg; 1 g Comprimido revestido
50mg/ml Suspensão oral
500mg Comprimido revestido
50mg/ml Suspensão oral
50mg/ml;100mg/ml Suspensão oral
500mg Comprimido revestido
500mg Comprimido revestido
500mg Comprimido revestido
500mg Comprimido
1g Pó p/ solução injetável
1g Pó p/ solução injetável
1g Pó p/ solução injetável
1g Pó p/ solução injetável
1g Pó p/ solução injetável
500mg Cápsula gelatinosa dura
500mg Cápsula gelatinosa dura
500mg Cápsula gelatinosa dura
250mg;500mg Comprimido revestido
250mg;500mg Comprimido revestido
25mg/ml;50mg/ml Granulado para suspensão oral
250mg;500mg Comprimido revestido
500mg Comprimido revestido
60mg/ml Solução oral
25mg;50mg;100mg Comprimido
125mg;250mg Comprimido
10mg/g Creme dermatológico
10mg/g Solução tópica
250mg Comprimido
1% Creme dermatológico
10mg/g Creme dermatológico
125mg;250mg Comprimido
10mg/g Creme dermatológico
10mg/g Solução tópica
10mg/g Creme dermatológico
10mg/g Solução tópica
250mg Comprimido
10mg/g Solução tópica
0,1mg/mL Solução injetável
0,1mg/mL Solução injetável
40mg Comprimido
40mg Comprimido
10mg/ml Solução injetável
40mg Comprimido
10mg/ml Solução injetável
10mg/ml Solução injetável
40mg Comprimido
40mg Comprimido
40mg Comprimido
10mg/ml Solução injetável
50mg Pó liofilizado p/ sol injetável
5mg/ml Solução injetável
3mg;6mg Comprimido
3mg;6mg Comprimido
3mg;6mg Comprimido
3mg;6mg Comprimido
Fonte ANVISA (atualizada até Maio/2009)
Lista de genéricos
medicamentos registrados
Medicamento
de Referência
Lexotan
Lexotan
Lexotan
Lexotan
Lexotan
Lopid
Lopid
Lopid
Lopid
Lopid
Lopressor
Lopril D
Lopril D
Lopril D
Loprox
Loprox
Loprox
Loprox
Lorax
Lorax
Lorax
Lorax
Lorax
Lorax
Lorax
Lorax
Lorax
Losec
Losec
Luftal
Luftal
Luftal
Luftal
Luftal
Luftal
Luftal
Luftal
Luftal
Luftal
Luftal
Luftal
Luftal
Luftal
Luftal
Luftal
Luftal
Luftal Max
Luftal Max
Luftal Max
Luftal Max
Marevan
Maxcef
Maxcef
Maxcef
Mebendazol -Genérico -Abbott
Mefoxin
Meronem IV
Meticorten
Meticorten
Meticorten
Meticorten
Meticorten
Medicamento Genérico
Bromazepam
Bromazepam
Bromazepam
Bromazepam
Bromazepam
Genfibrozila
Genfibrozila
Genfibrozila
Genfibrozila
Genfibrozila
Tartarato de Metoprolol
Captopril+Hidroclorotiazida
Captopril+Hidroclorotiazida
Captopril+Hidroclorotiazida
Ciclopirox olamina
Ciclopirox olamina
Ciclopirox olamina
Ciclopirox olamina
Lorazepam
Lorazepam
Lorazepam
Lorazepam
Lorazepam
Lorazepam
Lorazepam
Lorazepam
Lorazepam
Omeprazol Sódico
Omeprazol Sódico
Dimeticona
Dimeticona
Dimeticona
Dimeticona
Dimeticona
Dimeticona
Dimeticona
Dimeticona
Dimeticona
Dimeticona
Dimeticona
Dimeticona
Dimeticona
Dimeticona
Dimeticona
Dimeticona
Dimeticona
Dimeticona
Dimeticona
Dimeticona
Dimeticona
Varfarina Sódica
Cloridrato de Cefepima
Cloridrato de Cefepima
Cloridrato de Cefepima
Mebendazol
Cefoxitina Sódica
Meropenem
Prednisona
Prednisona
Prednisona
Prednisona
Prednisona
Encarte Revista ABCFARMA | Agosto/2009
Laboratório
Fabricante
Eurofarma
Medley
Merck
Nature´s Plus
União Química
Biosintética
EMS
Medley
Nature´s Plus
Sigma Pharma
Biosintética
EMS
Germed
Medley
Medley
Medley
Prati, Donaduzzi
Prati, Donaduzzi
Apotex
Arrow
EMS
Germed
Medley
Merck
Ranbaxy
Sigma Pharma
Teuto
EMS
Eurofarma
Biosintética
Neo Química
Teuto
Abbott
EMS
EMS
Eurofarma
Farmasa
Germed
Hipolabor
Medley
Medley
Mepha
Merck
Prati, Donaduzzi
Prati, Donaduzzi
Sigma Pharma
EMS
Medley
Nature´s Plus
Sigma Pharma
União Química
AB Farmo
Eurofarma
Novafarma
Cimed
Eurofarma
Antibióticos do Brasil
Brainfarma
EMS
Eurofarma
Germed
Neo Química
| 15 |
Concentração
Forma Farmacêutica
3mg;6mg Comprimido
3mg;6mg Comprimido
3mg;6mg Comprimido
3mg;6mg Comprimido
3mg;6mg Comprimido
600mg Comprimido
600mg;900mg Comprimido revestido
600mg;900mg Comprimido
600mg;900mg Comprimido revestido
600mg;900mg Comprimido revestido
100mg Comprimido revestido
50mg+25mg Comprimido
50mg+25mg Comprimido
50mg+25mg Comprimido
10mg/g Creme dermatológico
10mg/ml Solução tópica
10mg/g Creme dermatológico
10mg/ml Solução tópica
1mg;2mg Comprimido
1mg;2mg Comprimido
1mg;2mg Comprimido
1mg;2mg Comprimido
1mg;2mg Comprimido
1mg;2mg Comprimido
1mg;2mg Comprimido
1mg;2mg Comprimido
2mg Comprimido
40mg Pó p/ solução injetável
40mg Pó p/ solução injetável
75mg/ml Emulsão oral
75mg/ml Emulsão oral
40mg Comprimido
40mg Comprimido
40mg Comprimido
75mg/ml Emulsão oral
75mg/ml Emulsão oral
40mg Comprimido
40mg Comprimido
75mg/ml Emulsão oral
40mg Comprimido
75mg/ml Emulsão oral
40mg Comprimido
75mg/ml Emulsão oral
40mg Comprimido
75mg/ml Emulsão oral
75mg/ml Emulsão oral
125mg Cápsula gelatinosa mole
125mg Cápsula gelatinosa mole
125mg Cápsula gelatinosa mole
125mg Cápsula gelatinosa mole
5mg Comprimido
1g;2g Pó p/ solução injetável
500mg;1g;2g Pó p/ solução injetável
1g;2g Pó p/ solução injetável
100mg Comprimido
1g Pó p/ solução injetável
500mg;1g Pó p/ solução injetável
5mg;20mg;50mg Comprimido
5mg;20mg Comprimido
5mg;20mg Comprimido
5mg;20mg Comprimido
5mg;20mg Comprimido
Fonte ANVISA (atualizada até Maio/2009)
Lista de genéricos
medicamentos registrados
Medicamento
de Referência
Meticorten
Meticorten
Meticorten
Mevacor
Miantrex CS
Micostatin
Micostatin
Micostatin
Micostatin
Micostatin
Micostatin
Micostatin
Micostatin
Micostatin
Micostatin
Micostatin
Micostatin
Micostatin
Micostatin
Micostatin
Micostatin
Minomax
Minoton
Miosan
Mitexan
Moduretic
Moduretic
Moduretic
Moduretic
Monocordil
Monocordil
Monopril
Motilium
Movatec
Movatec
Movatec
Movatec
Movatec
Movatec
Movatec
Movatec
Movatec
Movatec
Mucolitic
Mucolitic
Mucolitic
Mucolitic
Mucolitic
Mucolitic
Mucolitic
Mucolitic
Mucolitic
Mucolitic
Mucolitic
Mucolitic
Mucolitic
Mucolitic
Mucolitic
Mucosolvan
Mucosolvan
Mucosolvan
Mucosolvan
Medicamento Genérico
Prednisona
Prednisona
Prednisona
Lovastatina
Metotrexato
Nistatina
Nistatina
Nistatina
Nistatina
Nistatina
Nistatina
Nistatina
Nistatina
Nistatina
Nistatina
Nistatina
Nistatina
Nistatina
Nistatina
Nistatina
Nistatina
Cloridrato de Minociclina
Aminofilina
Cloridrato de Ciclobenzaprina
Mesna
Cloridrato de Amilorida+Hidroclorotiazida
Cloridrato de Amilorida+Hidroclorotiazida
Cloridrato de Amilorida+Hidroclorotiazida
Cloridrato de Amilorida+Hidroclorotiazida
Mononitrato de Isossorbida
Mononitrato de Isossorbida
Fosinopril sódico
Domperidona
Meloxicam
Meloxicam
Meloxicam
Meloxicam
Meloxicam
Meloxicam
Meloxicam
Meloxicam
Meloxicam
Meloxicam
Carbocisteína
Carbocisteína
Carbocisteína
Carbocisteína
Carbocisteína
Carbocisteína
Carbocisteína
Carbocisteína
Carbocisteína
Carbocisteína
Carbocisteína
Carbocisteína
Carbocisteína
Carbocisteína
Carbocisteína
Cloridrato de Ambroxol
Cloridrato de Ambroxol
Cloridrato de Ambroxol
Cloridrato de Ambroxol
Encarte Revista ABCFARMA | Agosto/2009
Laboratório
Fabricante
Sanval
Sigma Pharma
União Química
Sandoz
Kinder
Cristália
Cristália
Ducto
EMS
Eurofarma
Geolab
Green Pharma
Luper
Medley
Nature´s Plus
Neo Química
Neo Química
Prati, Donaduzzi
Prati, Donaduzzi
Teuto
Teuto
Ranbaxy
Hypofarma
Eurofarma
Eurofarma
Biosintética
EMS
Nature´s Plus
Sigma Pharma
Biosintética
Zydus
Arrow
Medley
Ativus
Biosintética
EMS
Eurofarma
Luper
Mepha
Merck
Nature´s Plus
Prati, Donaduzzi
Unichem
Biosintética
Cimed
EMS
EMS
Geolab
Medley
Medley
Mepha
Merck
Nature´s Plus
Neo Química
Prati, Donaduzzi
Sigma Pharma
Teuto
União Química
Mariol
Teuto
Abbott
Abbott
| 16 |
Concentração
Forma Farmacêutica
5mg;20mg Comprimido
5mg;20mg Comprimido
5mg;20mg Comprimido
10mg;20mg;40mg Comprimido
25mg/ml;100mg/ml Solução injetável
25.000UI/g Creme vaginal
100.000UI/ml Suspensão oral
100.000UI/ml Suspensão oral
25.000UI/g Creme vaginal
25.000UI/g Creme vaginal
25.000UI/g Creme vaginal
25.000UI/g Creme vaginal
25.000 UI/g Creme vaginal
25.000UI/g Creme vaginal
100.000UI/ml Suspensão oral
25.000UI/g Creme vaginal
100.000UI/ml Suspensão oral
25.000UI/g Creme vaginal
100.000UI/ml Suspensão oral
25.000UI/g Creme vaginal
100.000UI/ml Suspensão oral
100mg Comprimido revestido
24mg/ml Solução injetável
5mg;10mg Comprimido revestido
100mg/ml Solução injetável
5mg+50mg Comprimido
2,5 g+25mg;5mg+50mg Comprimido
2,5mg+25mg;5mg+50mg Comprimido
2,5mg+25mg;5mg+50mg Comprimido
20mg;40mg Comprimido
20mg;40mg Comprimido
10mg;20mg Comprimido
1mg/ml Suspensão oral
10mg/ml Solução injetável
7,5mg;15mg Comprimido
7,5mg;15mg Comprimido
7,5mg;15mg Comprimido
7,5mg;15mg Comprimido
7,5mg;15mg Comprimido
7,5mg;15mg Comprimido
7,5mg;15mg Comprimido
7,5mg;15mg Comprimido
7,5mg;15mg Comprimido
20mg/ml;50mg/ml Xarope
20mg/ml;50mg/ml Xarope
50mg/ml Solução oral
20mg/ml;50mg/ml Xarope
20mg/ml;50mg/ml Xarope
50mg/ml Solução oral
50mg/ml;20mg/ml Xarope
20mg/ml;50mg/ml Xarope
50mg/ml;20mg/ml Xarope
50mg/ml Solução oral
50mg/ml;20mg/ml Xarope
20mg/ml;50mg/ml Xarope
50mg/ml Solução oral
20mg/ml;50mg/ml Xarope
20mg/ml;50mg/ml Xarope
3mg/ml;6mg/ml Xarope
3mg/ml;6mg/ml Xarope
7,5mg/ml Solução oral
3mg/ml;6mg/ml Xarope
Fonte ANVISA (atualizada até Maio/2009)
Lista de genéricos
medicamentos registrados
Medicamento
de Referência
Mucosolvan
Mucosolvan
Mucosolvan
Mucosolvan
Mucosolvan
Mucosolvan
Mucosolvan
Mucosolvan
Mucosolvan
Mucosolvan
Mucosolvan
Mucosolvan
Mucosolvan
Mucosolvan
Mucosolvan
Naprosyn
Naprosyn
Nebacetin
Nebacetin
Neosaldina
Neurontin
Neurontin
Nimotop
Nimotop
Nisulid
Nisulid
Nisulid
Nisulid
Nisulid
Nisulid
Nisulid
Nisulid
Nisulid
Nitrencord
Nizoral
Nizoral
Nizoral
Nizoral
Nizoral
Nizoral
Nizoral
Nizoral
Nizoral
Nizoral
Nizoral
Nizoral
Nizoral
Nizoral
Nizoral
Nizoral
Nizoral
Nizoral
Nizoral
Nizoral
Nizoral
Nizoral
Nizoral
Nizoral
Nolvadex
Norvasc
Norvasc
Medicamento Genérico
Cloridrato de Ambroxol
Cloridrato de Ambroxol
Cloridrato de Ambroxol
Cloridrato de Ambroxol
Cloridrato de Ambroxol
Cloridrato de Ambroxol
Cloridrato de Ambroxol
Cloridrato de Ambroxol
Cloridrato de Ambroxol
Cloridrato de Ambroxol
Cloridrato de Ambroxol
Cloridrato de Ambroxol
Cloridrato de Ambroxol
Cloridrato de Ambroxol
Cloridrato de Ambroxol
Naproxeno
Naproxeno
Sulfato de Neomicina+Bacitracina
Sulfato de Neomicina+Bacitracina
Dipirona Sódica+Cloridrato de
Isometepteno+Cafeína
Gabapentina
Gabapentina
Nimodipino
Nimodipino
Nimesulida
Nimesulida
Nimesulida
Nimesulida
Nimesulida
Nimesulida
Nimesulida
Nimesulida
Nimesulida
Nitrendipino
Cetoconazol
Cetoconazol
Cetoconazol
Cetoconazol
Cetoconazol
Cetoconazol
Cetoconazol
Cetoconazol
Cetoconazol
Cetoconazol
Cetoconazol
Cetoconazol
Cetoconazol
Cetoconazol
Cetoconazol
Cetoconazol
Cetoconazol
Cetoconazol
Cetoconazol
Cetoconazol
Cetoconazol
Cetoconazol
Cetoconazol
Cetoconazol
Citrato de Tamoxifeno
Besilato de Anlodipino
Besilato de Anlodipino
Encarte Revista ABCFARMA | Agosto/2009
Laboratório
Fabricante
Concentração
Forma Farmacêutica
Ativus
Biosintética
Bunker
Cimed
Cinfa
Cristália
EMS
Farmasa
Geolab
Hipolabor
Medley
Mepha
Neo Química
Prati, Donaduzzi
Prati, Donaduzzi
Biosintética
Teuto
EMS
Medley
Prati, Donaduzzi
3mg/ml;6mg/ml Xarope
3mg/ml;6mg/ml Xarope
3mg/ml;6mg/ml Xarope
3mg/ml Xarope
3mg/ml Xarope
3mg/ml;6mg/ml Xarope
3mg/ml;6mg/ml Xarope
3mg/ml;6mg/ml Xarope
3mg/ml;6mg/ml Xarope
3mg/ml;6mg/ml Xarope
3mg/ml;6mg/ml Xarope
3mg/ml;6mg/ml Xarope
3mg/ml;6mg/ml Xarope
7,5mg/ml Solução nasal
3mg/ml;6mg/ml Xarope
250mg;500mg Comprimido
250mg;500mg Comprimido
5mg/g+250UI/g Pomada dermatológica
5mg/g+250UI/g Pomada dermatológica
300mg/ml+50mg/ml+30mg/ml Solução oral
Nature´s Plus
Sigma Pharma
Nature´s Plus
Sigma Pharma
Arrow
Brainfarma
Ducto
Eurofarma
Eurofarma
Medley
Medley
Neo Química
Prati, Donaduzzi
Biosintética
Ativus
Biosintética
Cimed
Cristália
Cristália
Cristália
EMS
EMS
EMS
Geolab
Luper
Medley
Medley
Medley
Mepha
Neo Química
Neo Química
Pharlab
Prati, Donaduzzi
Prati, Donaduzzi
Ranbaxy
Teuto
Teuto
Teuto
Sandoz
Arrow
Biolab Sanus
300mg;400mg Cápsula gelatinosa dura
300mg;400mg Cápsula gelatinosa dura
30mg Comprimido revestido
30mg Comprimido revestido
100mg Comprimido
100mg Comprimido
50mg/ml Suspensão oral
100mg Comprimido
50mg/ml Suspensão oral
100mg Comprimido
50mg/ml Suspensão oral
50mg/ml Suspensão oral
50mg/ml Suspensão oral
10mg;20mg Comprimido revestido
20mg/g Creme dermatológico
20mg/g Creme dermatológico
20mg/g Creme dermatológico
20mg/g Creme dermatológico
20mg/g Shampoo
20mg/g Shampoo
200mg Comprimido
20mg/g Creme dermatológico
20mg/ml Shampoo
20mg/g Creme dermatológico
20mg/g Creme dermatológico
200mg Comprimido
20mg/g Creme dermatológico
20mg/g Shampoo
200mg Comprimido
200mg Comprimido
20mg/g Creme dermatológico
20mg/g Creme dermatológico
20mg/g Creme dermatológico
20mg/g Shampoo
200 mg Comprimido
200mg Comprimido
20mg/g Creme dermatológico
20mg/g Shampoo
10mg;20mg Comprimido revestido
5mg;10mg Comprimido
5mg;10mg Comprimido
| 17 |
Fonte ANVISA (atualizada até Maio/2009)
Lista de genéricos
medicamentos registrados
Medicamento
de Referência
Norvasc
Norvasc
Norvasc
Norvasc
Norvasc
Norvasc
Norvasc
Norvasc
Norvasc
Norvasc
Norvasc
Norvasc
Norvasc
Norvasc
Novacort
Novacort
Novacort
Novacort
Novacort
Novacort
Novacort
Novacort
Novacort
Novacort
Novacort
Novacort
Novacort
Novacort
Novacort
Novacort
Novalgina
Novalgina
Novalgina
Novalgina
Novalgina
Novalgina
Novalgina
Novalgina
Novalgina
Novalgina
Novalgina
Novalgina
Novalgina
Novalgina
Novalgina
Novalgina
Medicamento Genérico
Besilato de Anlodipino
Besilato de Anlodipino
Besilato de Anlodipino
Besilato de Anlodipino
Besilato de Anlodipino
Besilato de Anlodipino
Besilato de Anlodipino
Besilato de Anlodipino
Besilato de Anlodipino
Besilato de Anlodipino
Besilato de Anlodipino
Besilato de Anlodipino
Besilato de Anlodipino
Besilato de Anlodipino
Cetoconazol+Dipropionato de Betametasona
+Sulfato de Neomicina
Cetoconazol+Dipropionato de Betametasona
+Sulfato de Neomicina
Cetoconazol+Dipropionato de Betametasona
+Sulfato de Neomicina
Cetoconazol+Dipropionato de Betametasona
+Sulfato de Neomicina
Cetoconazol+Dipropionato de Betametasona
+Sulfato de Neomicina
Cetoconazol+Dipropionato de Betametasona
+Sulfato de Neomicina
Cetoconazol+Dipropionato de Betametasona
+Sulfato de Neomicina
Cetoconazol+Dipropionato de Betametasona
+Sulfato de Neomicina
Cetoconazol+Dipropionato de Betametasona
+Sulfato de Neomicina
Cetoconazol+Dipropionato de Betametasona
+Sulfato de Neomicina
Cetoconazol+Dipropionato de Betametasona
+Sulfato de Neomicina
Cetoconazol+Dipropionato de Betametasona
+Sulfato de Neomicina
Cetoconazol+Dipropionato de Betametasona
+Sulfato de Neomicina
Cetoconazol+Dipropionato de Betametasona
+Sulfato de Neomicina
Cetoconazol+Dipropionato de Betametasona
+ Sulfato de Neomicina
Cetoconazol+Dipropionato de Betametasona
+Sulfato de Neomicina
Dipirona Sódica
Dipirona Sódica
Dipirona Sódica
Dipirona Sódica
Dipirona Sódica
Dipirona Sódica
Dipirona Sódica
Dipirona Sódica
Dipirona Sódica
Dipirona Sódica
Dipirona Sódica
Dipirona Sódica
Dipirona Sódica
Dipirona Sódica
Dipirona Sódica
Dipirona Sódica
Encarte Revista ABCFARMA | Agosto/2009
Laboratório
Fabricante
Concentração
Forma Farmacêutica
Biosintética
Brainfarma
Cristália
Ducto
EMS
Medley
Mepha
Merck
Neo Química
Prati, Donaduzzi
Ranbaxy
Sandoz
Teuto
Zydus
EMS
5mg;10mg Comprimido
5mg; 0mg Comprimido
5mg;10mg Comprimido
10mg Comprimido
5mg;10mg Comprimido
5mg;10mg Comprimido
5mg;10mg Comprimido
5mg;10mg Comprimido
5mg;10mg Comprimido
5mg;10mg Comprimido
5mg;10mg Comprimido
5mg;10mg Comprimido
5mg Comprimido
5mg Comprimido revestido
20mg/g+0,5mg/g+2,5mg/g Creme dermatológico
EMS
20mg/g+0,5mg/g+2,5mg/g Pomada dermatológica
Eurofarma
20mg/g+0,5mg/g+ 2,5mg/g Creme dermatológico
Eurofarma
20mg/g+0,5mg/g+2,5mg/g Pomada dermatológica
Farmasa
20mg/g+0,5mg/g+2,5mg/g Creme dermatológico
Farmasa
20mg/g+0,5mg/g 2,5mg/g Pomada dermatológica
Geolab
20mg/g + 0,5mg/g + 2,5mg/g Creme dermatológico
Geolab
20mg/g + 0,5mg/g + 2,5mg/g Pomada dermatológica
Medley
20mg/g + 0,5mg/g + 2,5mg/g Creme dermatológico
Medley
20mg/g + 0,5mg/g + 2,5mg/g Pomada dermatológica
Mepha
20mg/g + 0,5mg/g + 2,5mg/g Creme dermatológico
Mepha
20mg/g + 0,5mg/g + 2,5mg/g Pomada dermatológica
Prati, Donaduzzi
20mg/g+0,5mg/g+2,5mg/g Creme dermatológico
Prati, Donaduzzi
20mg/g+0,5mg/g+2,5mg/g Pomada dermatológica
Teuto
20mg/g+0,5mg/g+1,68mg/g Creme dermatológico
Teuto
20mg/g+0,5mg/g+1,68mg/g Pomada dermatológica
Abbott
Biosintética
Bunker
Ducto
Ducto
EMS
EMS
Eurofarma
Farmasa
Geolab
Green Pharma
Hipolabor
Hipolabor
Lafepe
Medley
Medley
500 mg/ml Solução oral
500mg/ml;50mg/ml Solução oral
500mg/ml Solução oral
500mg/ml Solução injetável
500mg/ml Solução oral
500mg Comprimido
500mg/ml Solução oral
500mg/ml Solução oral
500mg/ml Solução oral
50mg/ml Solução oral
500mg Comprimido
500mg/ml Solução injetável
500mg/ml Solução oral
500mg/ml Solução oral
500mg Comprimido
500mg/ml Solução oral
| 18 |
Fonte ANVISA (atualizada até Maio/2009)
Lista de genéricos
medicamentos registrados
Medicamento
de Referência
Novalgina
Novalgina
Novalgina
Novalgina
Novalgina
Novalgina
Novalgina
Novalgina
Novalgina
Novalgina
Novalgina
Novalgina
Novalgina
Novamin
Novamin
Novamin
Novamin
Oceral
Oceral
Oflox
Ogastro
Ogastro
Ogastro
Olcadil
Omcilon A M
Omcilon A M
Omcilon A M
Omcilon A M
Omcilon A M
Omcilon A M
Omcilon A M
Omcilon A M
Omcilon A Orabase
Omcilon A Orabase
Omcilon A Orabase
Omcilon A Orabase
Otosynalar
Pamelor
Pamelor
Pamelor
Pantelmin
Pantelmin
Pantelmin
Pantelmin
Pantelmin
Pantelmin
Pantelmin
Pantelmin
Pantelmin
Pantelmin
Pantelmin
Pantelmin
Pantelmin
Medicamento Genérico
Dipirona Sódica
Dipirona Sódica
Dipirona Sódica
Dipirona Sódica
Dipirona Sódica
Dipirona Sódica
Dipirona Sódica
Dipirona Sódica
Dipirona Sódica
Dipirona Sódica
Dipirona Sódica
Dipirona Sódica
Dipirona Sódica
Sulfato de Amicacina
Sulfato de Amicacina
Sulfato de Amicacina
Sulfato de Amicacina
Nitrato de Oxiconazol
Nitrato de Oxiconazol
Ofloxacino
Lansoprazol
Lansoprazol
Lansoprazol
Cloxazolam
Acetonido de Triancinolona+Sulfato de Neomicina
+Gramicidina+Nistatina
Acetonido de Triancinolona+Sulfato de Neomicina
+Gramicidina+Nistatina
Acetonido de Triancinolona+Sulfato de Neomicina
+Gramicidina+Nistatina
Acetonido de Triancinolona+Sulfato de Neomicina
+Gramicidina+Nistatina
Acetonido de Triancinolona+Sulfato de Neomicina
+Gramicidina+Nistatina
Acetonido de Triancinolona+Sulfato de Neomicina
+Gramicidina+Nistatina
Acetonido de Triancinolona+Sulfato de Neomicina
+Gramicidina+Nistatina
Acetonido de Triancinolona+Sulfato de Neomicina
+Gramicidina+Nistatina
Acetonido de Triancinolona
Acetonido de Triancinolona
Acetonido de Triancinolona
Acetonido de Triancinolona
Acetonido de Fluocinolona+Sulfato de Neomicina
+Sulfato de Polimixina B+Cloridrato de Lidocaína
Cloridrato de Nortriptilina
Cloridrato de Nortriptilina
Cloridrato de Nortriptilina
Mebendazol
Mebendazol
Mebendazol
Mebendazol
Mebendazol
Mebendazol
Mebendazol
Mebendazol
Mebendazol
Mebendazol
Mebendazol
Mebendazol
Mebendazol
Encarte Revista ABCFARMA | Agosto/2009
Laboratório
Fabricante
Mepha
Mepha
Neo Química
Neo Química
Neo Química
Prati, Donaduzzi
Prati, Donaduzzi
Rioquímica
Concentração
Forma Farmacêutica
Teuto
Teuto
Theodoro F Sobral
Eurofarma
Hipolabor
Novafarma
Teuto
Prati, Donaduzzi
Prati, Donaduzzi
Alcon
EMS
Medley
Nature´s Plus
Novartis
Arrow
500mg Comprimido
500mg/ml Solução oral
500mg Comprimido
500mg/ml Solução injetável
500mg/ml Solução oral
500mg Comprimido
500mg/ml,50mg/ml Solução oral
500mg/ml Solução oral
500mg Comprimido
500mg/ml;50mg/ml Solução oral
500mg/ml Solução injetável
500mg/ml Solução oral
500mg/ml Solução oral
50mg/ml;250mg/ml Solução injetável
50mg/ml; Solução injetável
50mg/ml;125mg/ml;250mg/ml Solução injetável
50mg/ml;125mg/ml;250mg/ml Solução injetável
10mg/g Creme dermatológico
10mg/ml Solução tópica
0,3pcc Solução oftálmica
15mg;30mg Cápsula gelatinosa dura mcg lib ret
15mg;30mg Cápsula gelatinosa dura mcg des grad
15mg;30mg Cápsula gelatinosa dura mcg lib ret
1mg;2mg;4mg Comprimido
1mg+2,5mg+0,25mg+100.000U Creme dermatológico
Arrow
1mg+2,5mg+0,25mg+100.000U Pomada dermatológica
EMS
1mg+2,5mg+0,25mg+100.000U Creme dermatológico
EMS
1mg+2,5mg+0,25mg+100.000U Pomada dermatológica
Farmasa
1mg+2,5mg+ 0,25mg+100.000U Creme dermatológico
Farmasa
1mg+2,5mg+0,25mg+100.000U Pomada dermatológica
Prati, Donaduzzi
1mg+2,5 mg+0,25mg+100.000U Creme dermatológico
Prati, Donaduzzi
1mg+ 2,5mg+0,25mg+100.000U Pomada dermatológica
EMS
Nature´s Plus
Prati, Donaduzzi
Sigma Pharma
EMS
1mg/g Pomada bucal
1mg/g Pomada bucal
1mg/g Pomada bucal
1mg/g Pomada bucal
0,275mg+3,85mg+11.000UI+20mg/ml Solução otológica
Eurofarma
Novartis
Ranbaxy
Cifarma
Geolab
Nature´s Plus
Neo Química
Neo Química
Sigma Pharma
Abbott
Cristália
Cristália
EMS
EMS
Green Pharma
Medley
10mg;25mg;50mg;75mg Cápsula gelatinosa dura
25mg e 10mg Cápsula gelatinosa dura
25mg;50mg;75mg Cápsula gelatinosa dura
20mg/ml Suspensão oral
20mg/ml Suspensão oral
20mg/ml Suspensão oral
100mg Comprimido
20mg/ml Suspensão oral
20mg/ml Suspensão oral
100mg Comprimido
100mg Comprimido
20mg/ml Suspensão oral
100mg Comprimido
20mg/ml Suspensão oral
20mg/ml Suspensão oral
500mg Comprimido
SANOFI-AVENTIS
SANOFI-AVENTIS
| 19 |
Fonte ANVISA (atualizada até Maio/2009)
Lista de genéricos
medicamentos registrados
Medicamento
de Referência
Pantelmin
Pantelmin
Pantelmin
Pantozol
Pantozol
Pantozol
Pantozol
Pantozol
Pantozol
Paraplatin
Penicilina G potássica
Pen-Ve-Oral
Pen-Ve-Oral
Peprazol
Peprazol
Peprazol
Peprazol
Peprazol
Peprazol
Peprazol
Peprazol
Peprazol
Peprazol
Pepsamar
Plasil
Plasil
Plasil
Plasil
Plasil
Plasil
Plasil
Plasil
Plasil
Plasil
Plavix
Pletil
Pletil
Polaramine
Polaramine
Polaramine
Polaramine
Polaramine
Polaramine
Polaramine
Polaramine
Polaramine
Polaramine
Polaramine
Polaramine
Polaramine
Polaramine
Polaramine Expectorante
Polaramine Expectorante
Polaramine Expectorante
Pravacol
Pravacol
Pravacol
Pred Fort
Prednisolon
Prednisolon
Medicamento Genérico
Mebendazol
Mebendazol
Mebendazol
Pantoprazol
Pantoprazol
Pantoprazol
Pantoprazol
Pantoprazol
Pantoprazol
Carboplatina
Benzilpenicilina Potássica
Fenoximetilpenicilina Potássica
Fenoximetilpenicilina Potássica
Omeprazol
Omeprazol
Omeprazol
Omeprazol
Omeprazol
Omeprazol
Omeprazol
Omeprazol
Omeprazol
Omeprazol
Hidróxido de Alumínio
Cloridrato de Metoclopramida
Cloridrato de Metoclopramida
Cloridrato de Metoclopramida
Cloridrato de Metoclopramida
Cloridrato de Metoclopramida
Cloridrato de Metoclopramida
Cloridrato de Metoclopramida
Cloridrato de Metoclopramida
Cloridrato de Metoclopramida
Cloridrato de Metoclopramida
Bissulfato de clopidogrel
Tinidazol
Tinidazol
Maleato de Dexclorfeniramina
Maleato de Dexclorfeniramina
Maleato de Dexclorfeniramina
Maleato de Dexclorfeniramina
Maleato de Dexclorfeniramina
Maleato de Dexclorfeniramina
Maleato de Dexclorfeniramina
Maleato de Dexclorfeniramina
Maleato de Dexclorfeniramina
Maleato de Dexclorfeniramina
Maleato de Dexclorfeniramina
Maleato de Dexclorfeniramina
Maleato de Dexclorfeniramina
Maleato de Dexclorfeniramina
Maleato de Dexclorfeniramina+Sulfato de
Pseudoefedrina+Guaifenesina
Maleato de Dexclorfeniramina+Sulfato de
Pseudoefedrina+Guaifenesina
Maleato de Dexclorfeniramina+Sulfato de
Pravastatina Sódica
Pravastatina Sódica
Pravastatina Sódica
Acetato de Prednisolona
Fosfato Sódico de Prednisolona
Fosfato Sódico de Prednisolona
Encarte Revista ABCFARMA | Agosto/2009
Laboratório
Fabricante
Prati, Donaduzzi
Teuto
Teuto
EMS
Eurofarma
Germed
Medley
Merck
Ranbaxy
Eurofarma
Eurofarma
EMS
Teuto
Biosintética
Cinfa
Cristália
EMS
Germed
Libbs
Medley
Mepha
Merck
Teuto
Prati, Donaduzzi
EMS
Hipolabor
Mariol
Medley
Nature´s Plus
Neo Química
Concentração
Forma Farmacêutica
Farmasa
Medley
Brainfarma
Brainfarma
Cristália
EMS
EMS
Geolab
Hipolabor
Medley
Merck
Nature´s Plus
Neo Química
Prati, Donaduzzi
Sigma Pharma
Teuto
EMS
100mg Comprimido
100mg Comprimido
20mg/ml Suspensão oral
20mg;40mg Comprimido revestido
40mg Pó liofilizado p/ sol injetável
20mg;40mg Comprimido revestido
20mg;40mg Comprimido revestido
20mg;40mg Comprimido revestido
40mg Comprimido revestido
10mg/ml Solução injetável
5.000.000UI Pó p/ solução injetável
80.000UI/ml Pó p/ solução oral
500.000UI Comprimido
10mg;20mg;40mg Cápsula gelatinosa com microgrânulos
20mg Cápsula gelatinosa com microgrânulos
10mg;20mg;40mg Cápsula gelatinosa dura c/ microgrânulos
10mg;20mg Cápsula gelatinosa com microgrânulos
10mg;20mg;40mg Cápsula gelatinosa com microgrânulos
10mg;20mg;40mg Cápsula gelatinosa dura c/ microgrânulos
10mg;20mg;40mg Cápsula gelatinosa dura
20mg;40mg Cápsula gelatinosa dura
20mg Cápsula gelatinosa dura
10mg;20mg Cápsula gelatinosa dura
61,5mg/ml Suspensão oral
4mg/ml Solução oral
4mg/ml Solução oral
4mg/ml Solução oral
4mg/ml Solução oral
4mg/ml Solução oral
5mg/ml Solução injetável
10mg Comprimido
4mg/ml Solução oral
5mg/ml Solução injetável
4mg/ml Solução oral
75mg Comprimido revestido
500mg Comprimido revestido
500mg Comprimido revestido
0,4mg/ml Xarope
6mg Drágea
0,4mg/ml Xarope
10mg/g Creme dermatológico
0,4mg/ml Solução oral
0,4mg/ml Solução oral
0,4mg/ml Xarope
0,4mg/ml Solução oral
0,4mg/ml Solução oral
0,4mg/ml Solução oral
0,4mg/ml Solução oral
0,4mg/ml Solução oral
0,4mg/ml Solução oral
0,4mg/ml Solução oral
0,4 mg/ml+ 4mg/ml+20mg/ml Solução Oral
Medley
0,4mg/ml+ 4mg/ml+20mg/ml Solução oral
Nature´s Plus
Arrow
Mepha
Ranbaxy
Alcon
Medley
Prati, Donaduzzi
0,4mg/ml+4mg/ml+20mg/ml Solução oral
10mg;20mg;40mg Comprimido
10mg;20mg Comprimido
10mg;20mg Comprimido
1,0pcc Suspensão oftálmica
1mg/ml Solução oral
1mg/ml Solução oral
SANOFI-AVENTIS
Sigma Pharma
Teuto
Teuto
SANOFI-AVENTIS
| 20 |
Fonte ANVISA (atualizada até Maio/2009)
Lista de genéricos
medicamentos registrados
Medicamento
de Referência
Prednisolon
Prelone
Prelone
Proctyl
Profenid
Profenid
Profenid
Profenid
Profenid
Profenid
Profenid
Profenid
Profenid
Profenid
Profenid
Profenid
Profenid
Profenid
Profenid entérico
Proflam
Propécia
Propécia
Propécia
Propécia
Propécia
Propécia
Propécia
Propécia
Propranolol
Propranolol
Propranolol
Propranolol
Propranolol
Propranolol
Propranolol
Proscar
Proscar
Proscar
Proscar
Proscar
Proscar
Proscar
Prozac
Prozac
Prozac
Prozac
Prozac
Prozac
Prozac
Prozac
Prozac
Prozac
Psorex
Psorex
Psorex
Psorex
Psorex
Psorex
Psorex
Psorex
Psorex
Psorex
Medicamento Genérico
Fosfato Sódico de Prednisolona
Fosfato Sódico de Prednisolona
Fosfato Sódico de Prednisolona
Policresuleno+Cloridrato de Cinchocaína
Cetoprofeno
Cetoprofeno
Cetoprofeno
Cetoprofeno
Cetoprofeno
Cetoprofeno
Cetoprofeno
Cetoprofeno
Cetoprofeno
Cetoprofeno
Cetoprofeno
Cetoprofeno
Cetoprofeno
Cetoprofeno
Cetoprofeno
Aceclofenaco
Finasterida
Finasterida
Finasterida
Finasterida
Finasterida
Finasterida
Finasterida
Finasterida
Cloridrato de Propranolol
Cloridrato de Propranolol
Cloridrato de Propranolol
Cloridrato de Propranolol
Cloridrato de Propranolol
Cloridrato de Propranolol
Cloridrato de Propranolol
Finasterida
Finasterida
Finasterida
Finasterida
Finasterida
Finasterida
Finasterida
Cloridrato de Fluoxetina
Cloridrato de Fluoxetina
Cloridrato de Fluoxetina
Cloridrato de Fluoxetina
Cloridrato de Fluoxetina
Cloridrato de Fluoxetina
Cloridrato de Fluoxetina
Cloridrato de Fluoxetina
Cloridrato de Fluoxetina
Cloridrato de Fluoxetina
Propionato de Clobetasol
Propionato de Clobetasol
Propionato de Clobetasol
Propionato de Clobetasol
Propionato de Clobetasol
Propionato de Clobetasol
Propionato de Clobetasol
Propionato de Clobetasol
Propionato de Clobetasol
Propionato de Clobetasol
Encarte Revista ABCFARMA | Agosto/2009
Laboratório
Fabricante
SANOFI-AVENTIS
Biosintética
Prati, Donaduzzi
Medley
Cristália
Cristália
EMS
EMS
EMS
EMS
Eurofarma
Eurofarma
Medley
Medley
Medley
Medley
Nature´s Plus
Sigma Pharma
SANOFI-AVENTIS
Ranbaxy
Biosintética
EMS
Eurofarma
Germed
Medley
Mepha
Merck
Sandoz
EMS
Germed
Medley
Neo Química
Prati, Donaduzzi
Teuto
União Química
Biosintética
EMS
Eurofarma
Germed
Medley
Mepha
Merck
Biosintética
EMS
Medley
Mepha
Merck
Ranbaxy
Sandoz
Sigma Pharma
Teuto
Zydus
Ativus
Ativus
EMS
EMS
Eurofarma
Eurofarma
Eurofarma
Medley
Medley
Medley
| 21 |
Concentração
Forma Farmacêutica
1mg/ml Solução oral
3mg/ml Solução oral
3mg/ml Solução oral
0,1g/g+0,01g/g Pomada retal
100mg Pó liofilizado p/ sol injetável
50mg/ml Solução injetável
50mg Cápsula gelatinosa dura
25mg/g Gel
50mg/ml Solução injetável
20mg/ml Solução oral
100mg Pó liofilizado p/ sol injetável
50mg/ml Solução injetável
50mg Cápsula gelatinosa dura
100mg Comprimido revestido
25mg/g Gel
20mg/ml Solução oral
50mg/ml Solução injetável
50mg/ml Solução injetável
100mg Comprimido revestido
100mg Comprimido revestido
1mg Comprimido revestido
1mg; Comprimido revestido
1mg Comprimido revestido
1mg Comprimido revestido
1mg Comprimido revestido
1mg Comprimido revestido
1mg Comprimido revestido
1mg Comprimido revestido
10mg;40mg;80mg Comprimido
10mg;40mg;80mg Comprimido
10mg;40mg;80mg Comprimido
40mg;80mg Comprimido
10mg;40mg;80mg Comprimido
40mg;80mg Comprimido
40mg Comprimido
5mg Comprimido revestido
5mg; Comprimido revestido
5mg Comprimido revestido
5mg Comprimido revestido
5mg Comprimido revestido
5mg Comprimido revestido
5mg Comprimido revestido
20mg Cápsula gelatinosa dura
20 mg Cápsula gelatinosa dura
20mg Cápsula gelatinosa dura
20mg Cápsula gelatinosa dura
20mg Cápsula gelatinosa dura
20mg Cápsula gelatinosa dura
20mg Cápsula gelatinosa dura
20mg Cápsula gelatinosa dura
20mg Cápsula gelatinosa dura
20mg Cápsula gelatinosa dura
0,5mg/g Creme dermatológico
0,5mg/g Pomada dermatológica
0,5mg/g Creme dermatológico
0,5mg/g Pomada dermatológica
0,5mg/g Creme dermatológico
0,5mg/g Pomada dermatológica
0,5mg/g Solução tópica
0,5mg/g Creme dermatológico
0,5mg/g Pomada dermatológica
0,5mg/g Solução capilar
Fonte ANVISA (atualizada até Maio/2009)
Lista de genéricos
medicamentos registrados
Medicamento
de Referência
Psorex
Psorex
Psorex
Psorex
Psorex
Psorex
Psorex
Psorex
Psorex
Psorex
Psorex
Psorex
Psorex
Psorex
Psorex
Quadriderm
Quadriderm
Quadriderm
Quadriderm
Quadriderm
Quadriderm
Quadriderm
Quadriderm
Quadriderm
Quadriderm
Quadriderm
Quadriderm
Quadriderm
Reductil
Reductil
Reductil
Reductil
Remeron
Renitec
Renitec
Renitec
Renitec
Renitec
Renitec
Renitec
Renitec
Renitec
Renitec
Revivan
Revivan
Revivan
Rifocina
Rifocina
Rifocina
Medicamento Genérico
Propionato de Clobetasol
Propionato de Clobetasol
Propionato de Clobetasol
Propionato de Clobetasol
Propionato de Clobetasol
Propionato de Clobetasol
Propionato de Clobetasol
Propionato de Clobetasol
Propionato de Clobetasol
Propionato de Clobetasol
Propionato de Clobetasol
Propionato de Clobetasol
Propionato de Clobetasol
Propionato de Clobetasol
Propionato de Clobetasol
Valerato de Betametasona+Sulfato de
Gentamicina+Clioquinol+Tolnaftato
Valerato de Betametasona+Sulfato de
Gentamicina+Clioquinol+Tolnaftato
Valerato de Betametasona+Sulfato de
Gentamicina+Clioquinol Tolnaftato
Valerato de Betametasona+Sulfato de
Gentamicina+Clioquinol+Tolnaftato
Valerato de Betametasona+Sulfato de
Gentamicina +Clioquinol+Tolnaftato
Valerato de Betametasona+Sulfato de
Gentamicina+Clioquinol+Tolnaftato
Valerato de Betametasona+Sulfato de
Gentamicina+Clioquinol+Tolnaftato
Valerato de Betametasona+Sulfato de
Gentamicina+Clioquinol+Tolnaftato
Valerato de Betametasona +Sulfato de
Gentamicina +Clioquinol + Tolnaftato
Valerato de Betametasona+Sulfato de
Gentamicina+Clioquinol+Tolnaftato
Valerato de Betametasona+Sulfato de
Gentamicina+Clioquinol+Tolnaftato
Valerato de Betametasona+Sulfato de
Gentamicina+Clioquinol+Tolnaftato
Valerato de Betametasona+Sulfato de
Gentamicina+Clioquinol+Tolnaftato
Cloridrato de Sibutramina
Cloridrato de Sibutramina
Cloridrato de Sibutramina
Cloridrato de Sibutramina
Mirtazapina
Maleato de Enalapril
Maleato de Enalapril
Maleato de Enalapril
Maleato de Enalapril
Maleato de Enalapril
Maleato de Enalapril
Maleato de Enalapril
Maleato de Enalapril
Maleato de Enalapril
Maleato de Enalapril
Cloridrato de Dopamina
Cloridrato de Dopamina
Cloridrato de Dopamina
Rifamicina
Rifamicina
Rifamicina
Encarte Revista ABCFARMA | Agosto/2009
Laboratório
Fabricante
Concentração
Forma Farmacêutica
Mepha
Mepha
Merck
Merck
Merc
Nature´s Plus
Nature´s Plus
Neo Química
Neo Química
Prati, Donaduzzi
Prati, Donaduzzi
Sigma Pharma
Sigma Pharma
Sigma Pharma
Teuto
Brainfarma
0,5mg/g Creme dermatológico
0,5mg/g Pomada dermatológica
0,5mg/g Creme dermatológico
0,5mg/g Pomada dermatológica
0,5mg/g Solução capilar
0,5mg/g Creme dermatológico
0,5mg/g Pomada dermatológica
0,5mg/g Creme dermatológico
0,5mg/g Pomada dermatológica
0,5mg/g Creme dermatológico
0,5mg/g Pomada dermatológica
0,5mg/g Creme dermatológico
0,5mg/g Pomada dermatológica
0,5mg/g Solução capilar
0,5mg/g Creme dermatológico
0,5mg/g+1mg/g+10mg/g+10mg/g Creme dermatológico
Brainfarma
0,5mg/g+1mg/g+10mg/g+10mg/g Pomada dermatológica
EMS
0,5mg/g+1mg/g+10mg/g 10mg/g Creme dermatológico
EMS
0,5mg/g+1mg/g+10mg/g+10mg/g Pomada dermatológica
Eurofarma
0,5mg/g+ 1mg/g+10mg/g+10mg/g Creme dermatológico
Eurofarma
0,5mg/g+1mg/g+10mg/g+10mg/g Pomada dermatológica
Farmasa
0,5mg/g+1mg/g+10mg/g+10mg/g Creme dermatológico
Farmasa
0,5mg/g+1mg/g+10mg/g+10mg/g Pomada dermatológica
Medley
0,5 mg/g + 1mg/g + 10mg/g + 10mg/g Creme dermatológico
Medley
0,5mg/g+1mg/g+10mg/g+10mg/g Pomada dermatológica
Neo Química
0,5mg/g+1mg/g+10mg/g+10mg/g Pomada dermatológica
Prati, Donaduzzi
0,5mg/g+1mg/g+10mg/g+10mg/g Creme ermatológico
Prati, Donaduzzi
0,5mg/g+1mg/g+10mg/g+10mg/g Pomada dermatológica
Biosintética
Medley
Ranbaxy
Sandoz
Sandoz
EMS
Sigma Pharma
AB Farmo
Biosintética
Cinfa
Cristália
Germed
Medley
Neo Química
Teuto
Hipolabor
Teuto
União Química
EMS
Eurofarma
Nature´s Plus
10mg;15mg Cápsula gelatinosa dura
10 mg; 15 mg Cápsula gelatinosa dura
10mg;15mg Cápsula gelatinosa dura
10mg;15 g Cápsula gelatinosa dura
30mg;45mg Comprimido revestido
5mg;10mg;20mg Comprimido
5mg;10mg;20 g Comprimido
5mg;10mg;20mg Comprimido
5mg;10mg;20mg Comprimido
5mg;10mg;20mg Comprimido
5mg;10mg;20mg Comprimido
5mg;10mg;20mg Comprimido
5mg;10mg;20mg Comprimido
5mg;10mg;20 mg Comprimido
5mg;10mg;20mg Comprimido
5mg/ml Solução injetável
5mg/ml Solução injetável
5mg/ml Solução injetável
10mg/ml Solução tópica
10mg/ml Solução tópica
10mg/ml Solução tópica
| 22 |
Fonte ANVISA (atualizada até Maio/2009)
Lista de genéricos
medicamentos registrados
Medicamento
de Referência
Rifocina
Rifocina
Rino-Lastin
Risperdal
Risperdal
Rivotril
Rivotril
Rocefin
Rocefin
Rocefin
Rocefin
Rocefin
Rocefin
Rulid
Sandimmun neoral
Sandimmun neoral
Sandimmun neoral
Sandostatin
Secnidal
Secnidal
Secnidal
Secnidal
Secnidal
Secnidal
Secnidal
Secnidal
Secnidal
Silomat
Silomat
Silomat
Silomat
Silomat Plus
Silomat Plus
Silomat Plus
Silomat Plus
Silomat Plus
Sinemet
Solu-cortef
Solu-medrol
Sonebon
Sonebon
Sonebon
Sorine
Sorine
Sorine
Sorine
Sorine
Sorine
Sorine
Sotacor
Sotacor
Sotacor
Splendil
Sporanox
Sporanox
Staficilin-N
Staficilin-N
Staficilin-N
Stiefcortil
Stilnox
Stugeron
Stugeron
Medicamento Genérico
Rifamicina
Rifamicina
Cloridrato de Azelastina
Risperidona
Risperidona
Clonazepam
Clonazepam
Ceftriaxona Sódica
Ceftriaxona Sódica
Ceftriaxona Sódica
Ceftriaxona Sódica
Ceftriaxona Sódica
Ceftriaxona Sódica
Roxitromicina
Ciclosporina
Ciclosporina
Ciclosporina
Acetato de Octreotida
Secnidazol
Secnidazol
Secnidazol
Secnidazol
Secnidazol
Secnidazol
Secnidazol
Secnidazol
Secnidazol
Cloridrato de Clobutinol
Cloridrato de Clobutinol
Cloridrato de Clobutinol
Cloridrato de Clobutinol
Cloridrato de Clobutinol+Succinato de Doxilamina
Cloridrato de Clobutinol+Succinato de Doxilamina
Cloridrato de Clobutinol+Succinato de Doxilamina
Cloridrato de Clobutinol+ Succinato de Doxilamina
Cloridrato de Clobutinol+Succinato de Doxilamina
Carbidopa/Levodopa
Succinato Sódico de Hidrocortisona
Succinato Sódico de Metilprednisolona
Nitrazepam
Nitrazepam
Nitrazepam
Cloridrato de Nafazolina
Cloridrato de Nafazolina
Cloridrato de Nafazolina
Cloridrato de Nafazolina
Cloridrato de Nafazolina
Cloridrato de Nafazolina
Cloridrato de Nafazolina
Cloridrato de Sotalol
Cloridrato de Sotalol
Cloridrato de Sotalol
Felodipino
Itraconazol
Itraconazol
Oxacilina Sódica
Oxacilina Sódica
Oxacilina Sódica
Hidrocortisona
Tartarato de Zolpidem
Cinarizina
Cinarizina
Encarte Revista ABCFARMA | Agosto/2009
Laboratório
Fabricante
Neo Química
Sigma Pharma
EMS
Arrow
Sandoz
Medley
União Química
AB Farmo
EMS
Eurofarma
Eurofarma
Neo Química
Sandoz
Novartis
Germed
Germed
Sigma Pharma
Sun Farmacêutica
EMS
Medley
Mepha
Nature´s Plus
Neo Química
Prati, Donaduzzi
Ranbaxy
SANOFI-AVENTIS
Sigma Pharma
Medley
Medley
Prati, Donaduzzi
Prati, Donaduzzi
Medley
Prati, Donaduzzi
Prati, Donaduzzi
União Química
União Química
Biosintética
Eurofarma
Novafarma
EMS
Nature´s Plus
Sigma Pharma
Arrow
EMS
Medley
Mepha
Nature´s Plus
Prati, Donaduzzi
Sigma Pharma
Biosintética
Merck
Sandoz
Sandoz
Mepha
Prati, Donaduzzi
AB Farmo
Eurofarma
Teuto
Sigma Pharma
Sandoz
Mepha
Ranbaxy
| 23 |
Concentração
Forma Farmacêutica
10mg/ml Solução tópica
10mg/ml Solução tópica
1mg/ml Solução nasal
1mg;2mg;3mg Comprimido revestido
1mg;2mg;3mg Comprimido revestido
2,5mg/ml Solução oral
2,5mg/ml Solução oral
500mg; 1g Pó p/ solução injetável
250mg; 500mg; 1g Pó p/ solução injetável
500mg; 1g Pó p/ solução injetável
500mg; 1g Pó p/ solução injetável
500mg; 1g Pó p/ solução injetável
500mg; 1000mg Pó p/ solução injetável
300mg Comprimido revestido
25mg; 50mg;100mg Cápsula gelatinosa mole
100mg/ml Solução oral
25mg; 50mg;100mg Cápsula gelatinosa mole c/ microemulsão
0,05mg/ml;0,1mg/ml Solução injetável
30mg/ml Pó p/ suspensão oral
500mg; 1000mg Comprimido revestido
1000mg Comprimido revestido
30mg/ml Pó p/ suspensão oral
1000mg Comprimido
500mg; 1000mg Comprimido revestido
500mg; 1000mg Comprimido revestido
500mg; 1000mg Comprimido revestido
30mg/ml Pó p/ suspensão oral
60mg/ml Solução oral
4mg/ml Xarope
60mg/ml Solução oral
4mg/ml Xarope
4mg/mL+0,75 mg/mL Xarope
48mg/mL+ 9mg/mL Solução oral
4mg/mL+0,75 mg/mL Xarope
48mg/mL+ 9mg/mL Solução oral
4mg/mL+0,75mg/mL Xarope
25mg+250mg Comprimido
100mg;500mg Pó liofilizado p/ sol injetável
125mg;500mg Pó liofilizado p/ sol injetável
5mg Comprimido
5mg Comprimido
5mg Comprimido
0,5mg/ml Solução nasal
0,5mg/ml Solução nasal
0,5mg/ml Solução nasal
0,5mg/ml Solução nasal
0,5mg/ml Solução nasal
0,5mg/ml Solução nasal
0,5mg/ml Solução nasal
120mg; 160mg Comprimido
160mg Comprimido
160mg Comprimido
5 mg; 10mg Comprimido de desintegração lenta
100mg Cápsula gelatinosa dura
100mg Cápsula gelatinosa dura
500mg Pó p/ solução injetável
500mg Pó p/ solução injetável
500mg Pó p/ solução injetável
10mg/ml Solução capilar
10mg Comprimido revestido
25mg; 75mg Comprimido
25mg; 75mg Comprimido
Fonte ANVISA (atualizada até Maio/2009)
Lista de genéricos
medicamentos registrados
Medicamento
de Referência
Tagamet
Tagamet
Tagamet
Tagamet
Tagamet
Tagamet
Talsutin
Talsutin
Talsutin
Talsutin
Talsutin
Tavanic
Tavanic
Tavanic
Tavanic
Tavanic
Tavanic
Taxol
Taxol
Taxotere
Tazocin
Tazocin
Tecnocarb
Tegretol
Tegretol
Tegretol
Tegretol
Tegretol
Tegretol
Tegretol
Tegretol
Tegretol
Tegretol
Tenoretic
Tenoretic
Tenoretic
Tenoretic
Thiaben
Ticlid
Ticlid
Ticlid
Ticlid
Tienam
Tilatil
Tilatil
Tilatil
Timoptol
Timoptol
Timoptol
Timoptol
Timoptol
Tobradex
Tobradex
Tobradex
Tobrex
Tobrex
Tobrex
Topamax
Tralen
Tralen
Tralen
Tralen
Medicamento Genérico
Cimetidina
Cimetidina
Cimetidina
Cimetidina
Cimetidina
Cloridrato de Cimetidina
Cloridrato de Tetraciclina+Anfotericina B
Cloridrato de Tetraciclina+Anfotericina B
Cloridrato de Tetraciclina+Anfotericina B
Cloridrato de Tetraciclina+Anfotericina B
Cloridrato de Tetraciclina+Anfotericina B
Levofloxacino
Levofloxacino
Levofloxacino
Levofloxacino
Levofloxacino
Levofloxacino
Paclitaxel
Paclitaxel
Docetaxel
Piperacilina Sódica+Tazobactam Sódico
Piperacilina Sódica+Tazobactam Sódico
Carboplatina
Carbamazepina
Carbamazepina
Carbamazepina
Carbamazepina
Carbamazepina
Carbamazepina
Carbamazepina
Carbamazepina
Carbamazepina
Carbamazepina
Atenolol+Clortalidona
Atenolol+Clortalidona
Atenolol+Clortalidona
Atenolol+Clortalidona
Tiabendazol
Cloridrato de Ticlopidina
Cloridrato de Ticlopidina
Cloridrato de Ticlopidina
Cloridrato de Ticlopidina
Imipenem+cilastatina
Tenoxicam
Tenoxicam
Tenoxicam
Maleato de Timolol
Maleato de Timolol
Maleato de Timolol
Maleato de Timolol
Maleato de Timolol
Tobramicina+Dexametasona
Tobramicina+Dexametasona
Tobramicina+Dexametasona
Tobramicina
Tobramicina
Tobramicina
Topiramato
Tioconazol
Tioconazol
Tioconazol
Tioconazol
Encarte Revista ABCFARMA | Agosto/2009
Laboratório
Fabricante
Abbott
Neo Química
Prati, Donaduzzi
Sandoz
Teuto
Teuto
Ativus
Cristália
EMS
Medley
Prati, Donaduzzi
EMS
Eurofarma
Eurofarma
Isofarma
Nature´s Plus
Sandoz
Eurofarma
Glenmark
Glenmark
AB Farmo
Eurofarma
Glenmark
Abbott
Biosintética
EMS
Eurofarma
Germed
Medley
Medley
Neo Química
União Química
União Química
Biosintética
EMS
Medley
Nature´s Plus
EMS
Biolunis
Biosintética
Medley
Merck
Ranbaxy
Eurofarma
Germed
Ranbaxy
Alcon
Allergan
Biosintética
Sigma Pharma
Teuto
Alcon
Allergan
Biosintética
Alcon
Biosintética
Cristália
Eurofarma
EMS
EMS
EMS
Eurofarma
| 24 |
Concentração
Forma Farmacêutica
200mg; 400mg Comprimido revestido
200mg; 400mg Comprimido
200mg; 400mg Comprimido revestido
200mg; 400mg Comprimido revestido
200mg; 400mg Comprimido revestido
150mg/ml Solução injetável
25mg/g+12,5mg/g Creme vaginal
25mg/g+12,5mg/g Creme vaginal
25mg/g+12,5mg/g Creme vaginal
25mg/g+12,5mg/g Creme vaginal
25mg/g+12,5mg/g Creme vaginal
500mg Comprimido revestido
250mg; 500mg Comprimido revestido
5mg/ml Solução injetável
5mg/ml Solução injetável
500mg Comprimido revestido
250mg; 500mg Comprimido revestido
6mg/ml Solução injetável
6mg/ml Solução injetável
20mg; 80mg Solução injetável
2g+250mg;4g+500mg Pó liofilizado p/ sol injetável
2g+250mg;4g+500mg Pó liofilizado p/ sol injetável
450mg Pó liofilizado p/ sol injetável
200mg; 400mg Comprimido
200mg Comprimido
400mg; 200mg Comprimido
200mg Comprimido
400mg; 200mg Comprimido
200mg; 400mg Comprimido
20mg/ml Suspensão oral
200mg Comprimido
200mg Comprimido
20mg/ml Suspensão oral
50mg+12,5mg; 100mg+25mg Comprimido
50mg+12,5mg; 100mg+25mg Comprimido revestido
50mg+12,5mg; 100mg+25mg Comprimido
50mg+12,5mg; 100mg+25mg Comprimido
500mg Comprimido
250mg Comprimido revestido
250mg Comprimido revestido
250mg Comprimido revestido
250mg Comprimido revestido
500mg + 500mg Pó injetável
20mg; 40mg Pó liofilizado p/ sol injetável
20mg Comprimido revestido
20mg Comprimido revestido
0,5pcc Solução oftálmica
0,25pcc; 0,5pcc Solução oftálmica
0,25pcc; 0,5pcc Solução oftálmica
0,25pcc; 0,5pcc Solução oftálmica
0,5pcc Solução oftálmica
3mg/ml +1mg/ml Suspensão oftálmica
3mg/ml +1mg/ml Suspensão oftálmica
3mg/ml +1mg/ml Suspensão oftálmica
0,3pcc Solução oftálmica
0,3pcc Solução oftálmica
0,3pcc Solução oftálmica
25mg; 50mg;100mg Comprimido revestido
10mg/g Creme dermatológico
10mg/g Loção
10mg/g Pó dermatológico
10mg/g Creme dermatológico
Fonte ANVISA (atualizada até Maio/2009)
Lista de genéricos
medicamentos registrados
Medicamento
de Referência
Tralen
Tralen
Tramal
Tramal
Tramal
Tramal
Tramal
Tramal
Tramal
Tramal
Tramal
Trental
Trental/Trental Vert
Trental/Trental Vert
Triatec
Triatec
Triatec
Triatec
Triatec
Trileptal
Trileptal
Trusopt
Tryptanol
Tryptanol
Tryptanol
Tryptanol
Tryptanol
Tryptanol
Tussiflex D
Tussiflex D
Tussiflex D
Tussiflex D
Tylenol
Tylenol
Tylenol
Tylenol
Tylenol
Tylenol
Tylenol
Tylenol
Tylenol
Tylenol
Tylenol
Tylenol
Tylenol
Tylenol
Tylenol
Tylenol
Tylenol
Tylenol
Tylenol
Tylenol
Tylenol
Tylenol
Tylenol
Tylenol
Tylenol
Tylenol
Tylenol
Tylenol
Tylenol
Tylenol
Medicamento Genérico
Tioconazol
Tioconazol
Cloridrato de Tramadol
Cloridrato de Tramadol
Cloridrato de Tramadol
Cloridrato de Tramadol
Cloridrato de Tramadol
Cloridrato de Tramadol
Cloridrato de Tramadol
Cloridrato de Tramadol
Cloridrato de Tramadol
Pentoxifilina
Pentoxifilina
Pentoxifilina
Ramipril
Ramipril
Ramipril
Ramipril
Ramipril
Oxcarbazepina
Oxcarbazepina
Cloridrato de Dorzolamida
Cloridrato de Amitriptilina
Cloridrato de Amitriptilina
Cloridrato de Amitriptilina
Cloridrato de Amitriptilina
Cloridrato de Amitriptilina
Cloridrato de Amitriptilina
Dropropizina
Dropropizina
Dropropizina
Dropropizina
Paracetamol
Paracetamol
Paracetamol
Paracetamol
Paracetamol
Paracetamol
Paracetamol
Paracetamol
Paracetamol
Paracetamol
Paracetamol
Paracetamol
Paracetamol
Paracetamol
Paracetamol
Paracetamol
Paracetamol
Paracetamol
Paracetamol
Paracetamol
Paracetamol
Paracetamol
Paracetamol
Paracetamol
Paracetamol
Paracetamol
Paracetamol
Paracetamol
Paracetamol
Paracetamol
Encarte Revista ABCFARMA | Agosto/2009
Laboratório
Fabricante
Medley
Medley
EMS
Medley
Mepha
Mepha
Nature´s Plus
Nature´s Plus
Sandoz
Sigma Pharma
União Química
SANOFI-AVENTIS
EMS
Nature´s Plus
Biosintética
Brainfarma
Mepha
Ranbaxy
Sandoz
Medley
Novartis
Biosintética
Eurofarma
Medley
Mepha
Neo Química
Ranbaxy
Teuto
Medley
Neo Química
Prati, Donaduzzi
União Química
Arrow
Biosintética
Biosintética
Brainfarma
Bunker
Cimed
EMS
EMS
Eurofarma
Eurofarma
Farmasa
Farmasa
Geolab
Green Pharma
Green Pharma
Hipolabor
Hipolabor
Mariol
Medley
Medley
Mepha
Merck
Merck
Neo Química
Neo Química
Prati, Donaduzzi
Prati, Donaduzzi
Prati, Donaduzzi
Teuto
Teuto
| 25 |
Concentração
Forma Farmacêutica
10mg/g Creme dermatológico
10mg/g Loção
50mg Cápsula gelatinosa dura
50mg
Cápsula gelatinosa dura
50mg/ml Solução injetável
100mg/ml Solução oral
50mg Cápsula gelatinosa dura
100mg/ml Solução oral
50mg Cápsula gelatinosa dura
100mg/ml Solução oral
50mg/ml Solução injetável
400mg Comprimido revestido
400mg; 600mg Comprimido revestido
400mg; 600mg Comprimido revestido
2,5mg; 5mg Comprimido revestido
2,5mg; 5mg Comprimido revestido
2,5mg; 5mg Comprimido revestido
2,5mg; 5mg Comprimido revestido
2,5mg; 5mg Comprimido
300mg; 600mg Comprimido revestido
300mg; 600mg Comprimido revestido
2pcc Solução oftálmica
25mg; 75mg Comprimido revestido
25mg; 75mg Comprimido revestido
25mg; 75mg Comprimido revestido
25mg Comprimido
25mg; 75mg Comprimido revestido
25mg Comprimido revestido
1,5mg/ml; 3,0mg/ml Xarope
1,5 g/ml; 3,0mg/ml Xarope
1,5mg/ml; 3,0mg/ml Xarope
3mg/ml Xarope
750mg Comprimido
500mg; 750mg Comprimido revestido
200mg/ml Solução oral
750mg Comprimido
750mg Comprimido
200mg/ml Solução oral
750mg Comprimido revestido
200mg/ml Solução oral
750mg Comprimido
200mg/ml Solução oral
750mg Comprimido
200mg/ml Solução oral
200mg/ml Solução oral
500mg; 750mg Comprimido
200mg/ml Solução oral
500mg;750mg Comprimido
200mg/ml Solução oral
750mg Comprimido
750mg Comprimido revestido
200mg/ml Solução oral
200mg/ml Solução oral
750mg Comprimido revestido
200mg/ml Solução oral
750mg Comprimido
200mg/ml Solução oral
500mg; 750mg Comprimido revestido
200mg/ml Solução oral
500mg Pó p/ preparação extemporânea sachê
500mg;750mg Comprimido
200mg/ml Solução oral
Fonte ANVISA (atualizada até Maio/2009)
Lista de genéricos
medicamentos registrados
Medicamento
de Referência
Tylenol
Tylenol
Tylenol
Unasyn
Unasyn
Unasyn
Valium
Valium
Valium
Valium
Vancocina
Vepesid
Vibramicina
Vibramicina
Vibramicina
Vibramicina
Vibramicina
ViofórmioVodol
Vodol
Vodol
Vodol
Vodol
Voltaren
Voltaren
Voltaren
Voltaren
Voltaren
Voltaren
Voltaren
Voltaren
Voltaren
Voltaren
Voltaren
Voltaren
Voltaren
Voltaren
Voltaren Retard
Voltaren Retard
Wellbutrin SR
Xarope Vick
Xarope Vick
Xylestesin
Xylocaína
Xylocaína
Xylocaína
Xylocaína
Zaditen
Zaditen
Zaditen
Zaditen
Zaditen
Zaditen
Zaditen
Zaditen
Zaditen
Zaditen
Zaditen
Zaditen
Zaditen
Zaditen
Zaditen
Medicamento Genérico
Paracetamol
Paracetamol
Paracetamol
Sulbactam Sódica+Ampicilina Sódica
Sulbactam Sódica+Ampicilina Sódica
Sulbactam Sódica+Ampicilina Sódica
Diazepam
Diazepam
Diazepam
Diazepam
Cloridrato de Vancomicina
Etoposídeo
Cloridrato de Doxiciclina
Cloridrato de Doxiciclina
Cloridrato de Doxiciclina
Cloridrato de Doxiciclina
Doxiciclina
HidrocortisonaClioquinol +Hidrocortisona
Nitrato de Miconazol
Nitrato de Miconazol
Nitrato de Miconazol
Nitrato de Miconazol
Nitrato de Miconazol
Diclofenaco Sódico
Diclofenaco Sódico
Diclofenaco Sódico
Diclofenaco Sódico
Diclofenaco Sódico
Diclofenaco Sódico
Diclofenaco Sódico
Diclofenaco Sódico
Diclofenaco Sódico
Diclofenaco Sódico
Diclofenaco Sódico
Diclofenaco Sódico
Diclofenaco Sódico
Diclofenaco Sódico
Diclofenaco Sódico
Diclofenaco Sódico
Cloridrato de Bupropiona
Guaifenesina
Guaifenesina
Cloridrato de Lidocaína
Cloridrato de Lidocaína
Cloridrato de Lidocaína
Cloridrato de Lidocaína
Cloridrato de Lidocaína
Fumarato de Cetotifeno
Fumarato de Cetotifeno
Fumarato de Cetotifeno
Fumarato de Cetotifeno
Fumarato de Cetotifeno
Fumarato de Cetotifeno
Fumarato de Cetotifeno
Fumarato de Cetotifeno
Fumarato de Cetotifeno
Fumarato de Cetotifeno
Fumarato de Cetotifeno
Fumarato de Cetotifeno
Fumarato de Cetotifeno
Fumarato de Cetotifeno
Fumarato de Cetotifeno
Encarte Revista ABCFARMA | Agosto/2009
Laboratório
Fabricante
Theodoro F Sobral
União Química
União Química
AB Farmo
Eurofarma
Novafarma
EMS
Nature´s Plus
Ranbaxy
União Química
Eurofarma
Glenmark
EMS
Germed
Ranbaxy
Sigma Pharma
Sandoz
EMS
Geolab
Kinder
Medley
Neo Química
Prati, Donaduzzi
Abbott
Biosintética
Brainfarma
Ducto
Medley
Medley
Mepha
Neo Química
Novafarma
Novartis
Ranbaxy
Sandoz
Teuto
União Química
Mepha
Ranbaxy
Eurofarma
EMS
Nature´s Plus
Blausiegel
Cristália
Hipolabor
Hipolabor
Hypofarma
Ativus
Ativus
Biosintética
Biosintética
Cimed
EMS
EMS
Medley
Medley
Merck
Nature´s Plus
Nature´s Plus
Sigma Pharma
Sigma Pharma
Teuto
| 26 |
Concentração
Forma Farmacêutica
200mg/ml Solução oral
750mg Comprimido
200mg/ml Solução oral
0,5g+1g;1g+2g Pó p/ solução injetável
0,5g+1g;1g+2g Pó p/ solução injetável
0,5g+1g; Pó p/ solução injetável
5mg;10mg Comprimido
5mg/ml Solução injetável
5mg;10mg Comprimido
5mg/mL Solução injetável
500mg Pó liofilizado p/ sol injetável
20mg/ml Solução injetável
100mg Comprimido revestido
100mg Comprimido revestido
100mg Comprimido revestido
100mg Comprimido revestido
100mg Comprimido solúvel
30mg/g+10mg/g Creme dermatológico
20mg/g Creme dermatológico
20mg/g Creme dermatológico
20mg/g Creme dermatológico
20mg/g Creme dermatológico
20mg/g Creme dermatológico
50mg Comprimido revestido
50mg Comprimido revestido
50mg Comprimido revestido
25mg/ml Solução injetável
50mg Comprimido revestido
25mg/ml Solução injetável
50mg Comprimido revestido
25mg/ml Solução injetável
25mg/ml Solução injetável
50mg Comprimido revestido
50mg Comprimido revestido
50mg Comprimido revestido
25mg/ml Solução injetável
25mg/ml Solução injetável
100 mg Comprimido revestido de desintegração lenta
100mg Comprimido de desintegração lenta
150mg Comprimido revestido de desintegração lenta
13,33mg/ml Xarope
13,33mg/ml;16mg/ml Xarope
20mg/ml Solução injetável
2% Gel tópico
2% Gel tópico
20mg/ml Solução injetável
20mg/ml Solução injetável
1,0mg/ml Solução oral
0,2mg/ml Xarope
1,0mg/ml Solução oral
0,2mg/ml Xarope
0,2mg/ml Xarope
1,0mg/ml Solução oral
0,2mg/ml Xarope
1mg/ml Solução oral
0,2mg/ml Xarope
0,2mg/ml Xarope
1,0mg/ml Solução oral
0,2mg/ml Xarope
1,0mg/ml Solução oral
0,2mg/ml Xarope
0,2mg/ml Xarope
Fonte ANVISA (atualizada até Maio/2009)
Lista de genéricos
medicamentos registrados
Medicamento
de Referência
Zaditen
Zentel
Zentel
Zentel
Zentel
Zentel
Zentel
Zentel
Zentel
Zentel
Zentel
Zentel
Zentel
Zentel
Zentel
Zentel
Zestril
Zestril
Zestril
Zestril
Zestril
Zestril
Zestril
Zestril
Zestril
Zestril
Zestril
Zestril
Zinacef
Zinacef
Zinacef
Zinnat
Zinnat
Zinnat
Zitromax
Zitromax
Zitromax
Zitromax
Zitromax
Zitromax
Zitromax
Zitromax
Zitromax
Zocor
Zocor
Zocor
Zocor
Zocor
Zocor
Zocor
Zocor
Zofran
Zofran
Zoloft
Zoloft
Zoloft
Zoloft
Zoloft
Zoloft
Zoloft
Zoloft
Zoloft Ó
Medicamento Genérico
Fumarato de Cetotifeno
Albendazol
Albendazol
Albendazol
Albendazol
Albendazol
Albendazol
Albendazol
Albendazol
Albendazol
Albendazol
Albendazol
Albendazol
Albendazol
Albendazol
Albendazol
Lisinopril
Lisinopril
Lisinopril
Lisinopril
Lisinopril
Lisinopril
Lisinopril
Lisinopril
Lisinopril
Lisinopril
Lisinopril
Lisinopril
Cefuroxima Sódica
Cefuroxima Sódica
Cefuroxima Sódica
Axetil Cefuroxima
Axetil Cefuroxima
Axetil Cefuroxima
Azitromicina
Azitromicina
Azitromicina
Azitromicina
Azitromicina
Azitromicina
Azitromicina
Azitromicina
Azitromicina
Sinvastatina
Sinvastatina
Sinvastatina
Sinvastatina
Sinvastatina
Sinvastatina
Sinvastatina
Sinvastatina
Cloridrato de Ondansetrona
Cloridrato de Ondansetrona
Cloridrato de Sertralina
Cloridrato de Sertralina
Cloridrato de Sertralina
Cloridrato de Sertralina
Cloridrato de Sertralina
Cloridrato de Sertralina
Cloridrato de Sertralina
Cloridrato de Sertralina
Cloridrato de Sertralina
Encarte Revista ABCFARMA | Agosto/2009
Laboratório
Fabricante
União Química
Green Pharma
Medley
Prati, Donaduzzi
Prati, Donaduzzi
Teuto
Abbott
Ducto
EMS
EMS
Mepha
Nature´s Plus
Neo Química
Neo Química
Sigma Pharma
Teuto
AB Farmo
Biosintética
Cinfa
Cristália
Germed
Medley
Mepha
Merck
Merck
Ranbaxy
Sandoz
Sigma Pharma
AB Farmo
Eurofarma
Sandoz
Mepha
Ranbaxy
Ranbaxy
EMS
EMS
Farmasa
Mepha
Prati, Donaduzzi
Prati, Donaduzzi
Ranbaxy
Sandoz
Teuto
Arrow
Biosintética
Brainfarma
EMS
Medley
Mepha
Ranbaxy
Sandoz
Eurofarma
Hipolabor
Arrow
Biosintética
Brainfarma
Eurofarma
Mepha
Merck
Ranbaxy
Sandoz
Medley
| 27 |
Concentração
Forma Farmacêutica
0,2mg/ml Xarope
40mg/ml Suspensão oral
40mg/ml Suspensão oral
400mg Comprimido mastigável
40mg/ml Suspensão oral
40mg/ml Suspensão oral
400mg Comprimido mastigável
40mg/ml Suspensão oral
200mg;400mg Comprimido mastigável
40mg/ml Suspensão oral
40mg/ml Suspensão oral
200mg;400mg Comprimido mastigável
400mg Comprimido mastigável
40mg/ml Suspensão oral
200mg;400mg Comprimido mastigável
400mg Comprimido mastigável
5mg;10mg;20mg Comprimido
10mg Comprimido
5mg;20mg Comprimido
5mg;10mg;20mg;30mg Comprimido
5mg;10 mg;20mg;30mg Comprimido
5mg;10mg;20mg Comprimido
5mg;10mg;20mg Comprimido
5mg;20mg Comprimido
10mg Comprimido
5mg;10mg;20mg Comprimido
5mg;10mg;20mg Comprimido
5mg;10mg;20mg;30mg Comprimido
750mg Pó p/ solução injetável
750mg Pó p/ solução injetável
750mg Pó p/ solução injetável
25mg/ml;50mg/ml Pó p/ suspensão oral
250mg;500mg Comprimido revestido
25mg/ml;50mg/ml Pó p/ suspensão oral
500mg Comprimido revestido
40mg/ml Pó p/ suspensão oral
500mg Comprimido revestido
500mg Comprimido revestido
500mg Comprimido revestido
40mg/ml Pó p/ suspensão oral
500mg Comprimido revestido
500mg Comprimido revestido
500mg Comprimido revestido
5mg;10mg;20mg;40mg Comprimido revestido
10mg;20mg;40mg;80mg Comprimido revestido
5mg;10mg;20mg;40mg;80mg Comprimido revestido
5mg;10mg Comprimido revestido
5mg;10mg;20mg;40mg;80mg Comprimido revestido
5mg;10mg;20mg;40mg;80mg Comprimido revestido
5mg;10mg;20mg; 40mg;80mg Comprimido
5mg;10mg;20mg;40mg Comprimido revestido
2mg/ml Solução injetável
2mg/ml Solução injetável
50mg; 100mg Comprimido revestido
50mg Comprimido revestido
50mg Comprimido revestido
50mg; 100mg Comprimido revestido
50mg Comprimido revestido
50mg Comprimido revestido
50mg Comprimido revestido
50mg Comprimido revestido
50mg Comprimido revestido
Fonte ANVISA (atualizada até Maio/2009)
Lista de genéricos
medicamentos registrados
Medicamento
de Referência
Zoltec
Zoltec
Zoltec
Zoltec
Zoltec
Zoltec
Zovirax
Zovirax
Zovirax
Zovirax
Zovirax
Zovirax
Zovirax
Zovirax
Zovirax
Zovirax
Zovirax
Zovirax
Zovirax
Zovirax
Zovirax
Zovirax
Zovirax
Zovirax
Zovirax
Zovirax
Zovirax
Zyban
Zyloric
Zyloric
Zyrtec
Zyrtec
Zyrtec
Zyrtec
Zyrtec
Medicamento Genérico
Fluconazol
Fluconazol
Fluconazol
Fluconazol
Fluconazol
Fluconazol
Aciclovir
Aciclovir
Aciclovir
Aciclovir
Aciclovir
Aciclovir
Aciclovir
Aciclovir
Aciclovir
Aciclovir
Aciclovir
Aciclovir
Aciclovir
Aciclovir
Aciclovir
Aciclovir
Aciclovir
Aciclovir
Aciclovir
Aciclovir
Aciclovir
Cloridrato de Bupropiona
Alopurinol
Alopurinol
Dicloridrato de Cetirizina
Dicloridrato de Cetirizina
Dicloridrato de Cetirizina
Dicloridrato de Cetirizina
Dicloridrato de Cetirizina
Encarte Revista ABCFARMA | Agosto/2009
Laboratório
Fabricante
EMS
Germed
Hipolabor
Isofarma
Medley
Teuto
Abbott
Apotex
Blausiegel
Cristália
EMS
Eurofarma
Geolab
Medley
Mepha
Mepha
Merck
Multilab
Neo Química
Neo Química
Prati, Donaduzzi
Prati, Donaduzzi
Ranbaxy
Ranbaxy
Sandoz
Teuto
Teuto
Eurofarma
Prati, Donaduzzi
Sandoz
Biosintética
Medley
Medley
Prati, Donaduzzi
Teuto
| 28 |
Concentração
Forma Farmacêutica
150mg Cápsula gelatinosa dura
150mg Cápsula gelatinosa dura
2mg/ml Solução injetável
2mg/mL Solução injetável
150mg Cápsula gelatinosa dura
150mg Cápsula gelatinosa dura
50mg/g Creme dermatológico
200mg Comprimido
50mg/g Creme dermatológico
50mg/g Creme dermatológico
50mg/g Creme dermatológico
250mg Pó liofilizado p/ sol injetável
50mg/g Creme dermatológico
50mg/g Creme dermatológico
200mg Comprimido
50mg/g Creme dermatológico
200mg; 400mg Comprimido
50mg/g Creme dermatológico
200mg Comprimido
50mg/g Creme dermatológico
200mg Comprimido
50mg/g Creme dermatológico
200mg; 400mg Comprimido
50mg/g Creme dermatológico
200mg Comprimido
50mg/g Creme dermatológico
250mg Pó liofilizado p/ sol injetável
150mg Comprimido revestido de desintegração lenta
100mg Comprimido
300mg Comprimido
10mg Comprimido revestido
10mg Comprimido revestido
1mg/ml Solução oral
1mg/ml Solução oral
1mg/ml Solução oral
Fonte ANVISA (atualizada até Maio/2009)

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