EDITAL DE CONCURSO PÚBLICO Nº 03/2015 O Reitor

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EDITAL DE CONCURSO PÚBLICO Nº 03/2015 O Reitor
EDITAL DE CONCURSO PÚBLICO Nº 03/2015
O Reitor da Fundação Universidade do Estado de Santa
Catarina - UDESC, com base no Artigo 3º da Lei
Complementar n° 039, de 09 de setembro de 1991, torna
público, para conhecimento dos interessados, que estão
abertas as inscrições ao CONCURSO PÚBLICO destinado
ao provimento de cargo efetivo da categoria de Professor
Universitário, do Quadro de Pessoal Permanente, de acordo
com quadros e normas anexos, sob regime da Lei
Complementar nº 345, de 07 de abril de 2006, Regimento
Geral da UDESC e Resolução CONSEPE 023/2009,
conforme segue:
1. DAS ATRIBUIÇÕES
São consideradas atividades acadêmicas próprias dos
titulares do cargo da categoria Professor Universitário, da
carreira de Professor de Ensino Superior, as pertinentes:
I - ao ensino, pesquisa e extensão;
II - ao exercício de cargos ou funções de confiança de
direção, chefia e assessoramento que objetivem administrar
a produção do conhecimento, a aprendizagem, a ampliação
e a transmissão do saber da cultura, da arte, da ciência e da
tecnologia na Universidade;
III - ao desenvolvimento de programas de aperfeiçoamento
e de estudos em cursos de especialização, mestrado,
doutorado e pós-doutorado.
2. DAS VAGAS
O presente concurso se destina ao preenchimento das
vagas existentes, conforme segue, e das vagas que
ocorrerem durante a validade do mesmo.
2.1. QUADRO GERAL DE VAGAS
2.1.1. Centro de Ciências Agroveterinárias – CAV
Nº
Vagas
Regime de
Trabalho
Local de
Trabalho
Áreas de
conhecimento
01
40 horas
Lages
01
40 horas
Lages
Física
01
40 horas
Lages
Topografia
Estatística
Aplicada à
Engenharia
Florestal
2.1.2. Centro de Ciências Tecnológicas – CCT
Nº
Vagas
Regime de
Trabalho
Local de
Trabalho
Áreas de
conhecimento
01
40 horas
Joinville
Automação de
Sistemas
01
40 horas
Joinville
01
40 horas
Joinville
02
40 horas
Joinville
Engenharia de
Produção
01
40 horas
Joinville
Matemática A
01
40 horas
Joinville
Química
Inorgânica
Ciências
Térmicas Engenharia
Mecânica
Controle de
Máquinas
Elétricas
2.1.3. CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA – CEAD
Nº
Vagas
Regime de
Trabalho
Local de
Trabalho
Áreas de
conhecimento
01
40 horas
Florianópolis
Língua
Brasileira de
Sinais - Libras
2.1.4. Centro de Ciências da Saúde e do Esporte –
CEFID
Nº
Vagas
Regime de
Trabalho
01
40 horas
01
40 horas
Local de
Trabalho
Áreas de
conhecimento
Florianópolis
Aspectos
Pedagógicos do
Movimento
Humano
Florianópolis
Fisioterapia na
Saúde
Comunitária
2.1.5. Centro de Educação Superior do Oeste – CEO
Nº
Vagas
Regime de
Trabalho
Local de
Trabalho
01
40 horas
Pinhalzinho
01
40 horas
Chapecó
01
40 horas
Chapecó
01
40 horas
Chapecó
Áreas de
conhecimento
Controle de
Processos e
Projetos
Industriais
Enfermagem no
Perioperatório
Gestão e
Gerenciamento
em Enfermagem
e Estágio
Curricular
Supervisionado
Mulher e
Recém-nascido
3. DAS INSCRIÇÕES
3.1. Início: 10/09/2015
3.2. Término: 09/10/2015
3.3. Locais e Horários:
3.3.1. Udesc – Centro de Ciências Agroveterinárias –
CAV
Avenida Luiz de Camões, 2090 – Bairro Conta Dinheiro
CEP: 88520-000 – Lages/SC
Fone: (49) 2101-9100 - Fax: (49) 2101-9122
Horário: 13h às 19h
Local de protocolo: Setor de Recursos Humanos
3.3.2. Udesc – Centro de Ciências Tecnológicas – CCT
Rua Paulo Malschitzki, S/N
Campus Universitário Prof. Avelino Marcante
Bairro Zona Industrial Norte
CEP: 89219-710 – Joinville/SC
Fone: (47) 4009-7912 – Fax: (47) 4009-7940
Horário: 08h às 17h
Local de protocolo: Coordenação de Recursos Humanos Bloco A – 1º piso
3.3.3. UDESC – Centro de Educação a Distância – CEAD
Avenida Madre Benvenuta, 1907 - Itacorubi
CEP: 88035-001 - Florianópolis/SC
Fone: (48) 3321-8500 - Fax: (48) 3321-8501
Horário: 13h às 19h
Local de protocolo: Protocolo localizado no Hall de Entrada
3.3.4. Udesc – Centro de Ciências da Saúde e do Esporte
– CEFID
Rua Paschoal Simone, 358 – Coqueiros
CEP: 88080-350 – Florianópolis/SC
Fone: (48) 3321-8618 – Fax: (48) 3321-8607
Horário: 08h às 16h
Local de protocolo: Direção de Ensino
3.3.5. Udesc – Centro de Educação Superior do Oeste –
CEO
Rua Beloni Trombeta Zanin, 680 E – Bairro Santo Antônio
CEP: 89815-630 – Chapecó/SC
Fone/Fax: (49) 3330-9400
Horário: 13h às 18h
Local de protocolo: Secretaria da Direção Geral do Centro Sala 27
3.4. A Inscrição deverá ser encaminhada ao Diretor Geral do
Centro que oferta a vaga para a qual o candidato concorrerá.
4. CONDIÇÕES PARA A INSCRIÇÃO:
4.1. Não serão aceitas inscrições sem a totalidade dos
requisitos abaixo referidos, nem inscrições condicionais.
4.2. Só serão aceitas as inscrições realizadas no site da
UDESC
através
do
link
www.udesc.br/inscricaoconcurso032015
4.3. Não caberá devolução da taxa de inscrição em hipótese
alguma.
4.4. Só será permitida a inscrição para uma área de
conhecimento. A inscrição dará ao candidato o direito de
fazer a escolha de apenas uma área de conhecimento.
4.5. Havendo mais de uma inscrição pelo mesmo candidato,
em mais de uma área de conhecimento, valerá a última
inscrição com pagamento válido, cancelando-se as demais.
5. DOS REQUISITOS PARA INSCRIÇÃO:
5.1. Ser brasileiro ou estrangeiro dentro das normas
estabelecidas pelo Conselho Nacional de Imigração.
5.2. Ter idade mínima de 18 (dezoito) anos.
5.3. Preencher o Formulário de Inscrição obtido no site da
UDESC
através
do
link
www.udesc.br/inscricaoconcurso032015
5.4. Os candidatos amparados pela Lei nº 10.567/97
(doadores de sangue) também deverão preencher o
Formulário de Inscrição obtido no site da UDESC através do
link www.udesc.br/inscricaoconcurso032015
5.5. Recolher a taxa de inscrição no valor de R$ 200,00
(duzentos reais), a ser efetuado conforme segue:
a) o candidato deverá acessar o link:
http://depositoidentificado.sef.sc.gov.br:80/Controles/GeraD
eposito.aspx para gerar um Depósito Identificado e
preencher os seguintes dados:
Órgão 4522 – Fundação Universidade Estado de SC –
UDESC
Banco do Brasil
Agência 3582-3
Conta Corrente 903000-X
Finalidade: Inscrição Concurso Público 03/2015
Depositante: nome completo do candidato
Nº do CPF do candidato
Fone de Contato
Valor do Depósito
b) clicar em “inserir”;
c) imprimir as Informações para Depósito/Transferência
Conta Unidade do Poder Executivo do Estado de SC;
d) O Depósito Identificado oferecerá duas modalidades de
execução: 1) Depósito no caixa e 2) Transferência de
Conta através da Internet ou Terminal de Auto
Atendimento. Considerar nos dois casos o Identificador
Depósito/Transferência gerado.
6. DA HOMOLOGAÇÃO DAS INSCRIÇÕES
6.1. A homologação das inscrições está condicionada ao
atendimento de todos os requisitos previstos no Edital (itens
4 e 5).
6.2. As inscrições serão homologadas pelo Diretor Geral de
cada Centro, após o seu encerramento, e publicadas no
Centro e no site do Centro por Portaria do Diretor Geral. O
site do Centro pode ser obtido no endereço www.udesc.br,
link “Unidades da UDESC”.
6.3. Em caso de indeferimento das inscrições caberá recurso
administrativo endereçado ao Diretor Geral respectivo,
estritamente, por arguição de ilegalidade, no prazo de até 2
(dois) dias úteis após a publicação no Centro.
6.4. Caso o recurso não seja julgado até a data da 1ª prova,
o candidato realizará a prova condicionalmente.
7. DA BANCA EXAMINADORA
7.1. A Banca Examinadora do Concurso Público,
responsável pela avaliação dos candidatos, será indicada
pelo Chefe do Departamento, aprovada pelo Pleno do
Departamento e Conselho de Centro e publicada por
Portaria da Direção Geral no Centro e no Site do Centro em
até 20 (vinte) dias antes da realização das provas O site do
Centro pode ser obtido no endereço www.udesc.br, link
“Unidades da UDESC”.
7.1.1 A Banca Examinadora do Concurso Público deverá ser
constituída por, no mínimo, 4 (quatro) docentes, um dos
quais suplente, preferencialmente doutores, sendo, pelo
menos, um Doutor proveniente de instituição externa.
7.1.2. Respeitadas as condições do parágrafo anterior,
poderão integrar a Banca Examinadora do Concurso Público
docentes de outras Instituições de Ensino Superior.
7.1.3. A titulação exigida para os membros da Banca
Examinadora deverá ser igual ou superior à exigida para o
Concurso Público.
8. DA REALIZAÇÃO DO CONCURSO
8.1. O Concurso Público far-se-á mediante avaliação de
títulos, prova de conhecimento escrita e prova de
conhecimento didática.
8.2. O candidato deverá, nas provas escrita e didática,
apresentar documento oficial de identificação: a Carteira de
Identidade original emitida pelas Secretarias de Segurança
Pública ou Carteira de Identidade original expedida pelas
Forças Armadas (Ministério da Marinha, Exército e
Aeronáutica), Bombeiro Militar de Santa Catarina ou pelo
Ministério das Relações Exteriores ou Cédula de
Identificação original emitida por Conselho Profissional,
desde que com foto, assinatura, data de expedição e a
expressa indicação de sua validade em todo o território
nacional ou Passaporte ou Carteira Nacional de Habilitação
original expedida a partir de 1997 (com foto) ou Carteira de
Trabalho ou Boletim de Ocorrência por motivo de perda,
roubo ou extravio, emitido por autoridade policial
competente (desde de que não excedam 30 dias da sua
emissão). Neste caso, o candidato será submetido a
identificação especial, compreendendo coleta de dados,
assinatura e impressão digital em formulário próprio.
No caso de candidato estrangeiro serão considerados
documentos de identidade apenas a Carteira de Identidade,
emitida pelo país de origem ou o Passaporte.
8.3. As provas de conhecimento, de caráter eliminatório,
serão: 1 – escrita; e 2 – didática, exigindo-se nota mínima 7
(sete) em cada uma delas, resultado da média aritmética
simples das notas atribuídas por cada membro da Banca
Examinadora.
8.4. Caso o candidato não obtenha a nota mínima de 7,0
(sete vírgula zero) na prova de conhecimentos escrita (com
critério classificatório e eliminatório), não participará das
demais etapas de prova de títulos e conhecimento didática.
8.5. Da prova escrita
8.5.1. A prova escrita será dissertativa e/ou objetiva sem
consulta, e versará sobre a matéria constante do ementário
da(s) área(s) de conhecimento à disposição dos candidatos
no anexo II deste Edital e no site da UDESC, no endereço
www.udesc.br no link referente a este Concurso.
8.5.2. Os candidatos deverão trazer para a realização da
prova escrita os seguintes materiais:
- Lápis;
- Borracha branca;
- Apontador;
- Caneta esferográfica na cor azul ou preta;
- Para as áreas “Ciências Térmicas - Engenharia Mecânica”,
“Controle de Máquinas Elétricas” e “Química Inorgânica”
será permitido o uso de calculadora científica simples.
8.6. Da prova didática
8.6.1. A prova didática constará de aula com duração
máxima de 50 (cinquenta) minutos, a critério da Banca
Examinadora que deverá comunicar oficialmente o tempo à
disposição do candidato no momento do sorteio do tema. A
Banca Examinadora, após a exposição do candidato, poderá
utilizar até 30 (trinta) minutos para questionamentos.
8.6.2. A prova didática será realizada com a presença do
candidato e da Banca Examinadora.
8.6.3. O tema sobre o qual versará a prova didática, único
para todos os candidatos, será sorteado pela Banca
Examinadora, no início da prova escrita, a partir de pelo
menos 3 (três) temas relacionados à área de conhecimento,
objeto do concurso, respeitado o anexo II deste Edital.
8.6.4. Os critérios de avaliação da prova didática seguem os
princípios básicos de: apresentação do Plano de Aula (a
serem entregues em 3 vias), conteúdos utilizados
(organização dos conteúdos, abordagem subjacente à
prática, atualidade e adequação das informações, sequência
e estrutura dos pontos principais, motivação e criatividade,
coerência entre plano e aula, domínio e segurança),
procedimentos didáticos (emprego apropriado dos recursos
didáticos, clareza na comunicação, correta utilização do
tempo, introdução, desenvolvimento e conclusão da aula,
fixação e verificação da aprendizagem) e requisitos pessoais
(interação, pontualidade e postura profissional adequada).
8.6.5. Após o sorteio do tema, será feito o sorteio da
sequência das provas didáticas, sendo que o local e horário
da prova didática de cada candidato será divulgado no
Centro e no site do Centro. O site do Centro pode ser obtido
no endereço www.udesc.br, link “Unidades da UDESC”.
8.6.6. Fará parte da prova de conhecimento didática
arguição sobre propostas ou conhecimentos na área de
Ensino, Pesquisa e/ou Extensão, quando for o caso.
8.6.7. As provas didáticas poderão ser filmadas a
requerimento da banca examinadora para fins de garantir
transparência e lisura no Processo, sendo garantido o direito
de imagem dos candidatos.
8.6.8 Para a área de Língua Brasileira de Sinais – Libras
será realizado prova didática em LIBRAS.
8.6.9. A nota final da prova didática será resultado da média
aritmética simples das notas atribuídas por cada membro da
Banca Examinadora.
8.7. Da avaliação dos títulos
8.7.1. A avaliação dos títulos não é eliminatória por si, mas
é classificatória no conjunto das notas para cálculo da nota
final (NF), devendo ser entregue pessoalmente, com as
páginas numeradas e rubricadas pelo candidato, conforme
item 11 deste Edital no Centro que oferta a vaga para a qual
o candidato concorrerá.
8.7.2. O candidato deverá apresentar Curriculum Vitae no
modelo da Plataforma Lattes, do CNPQ - Conselho Nacional
de Desenvolvimento Científico e Tecnológico do CNPQ –
www.cnpq.br – que deverá estar devidamente comprovado
e apostilado, na sequência do formulário Lattes, com toda a
documentação, titulação, produção, orientações e demais
atividades devidamente identificadas.
8.7.3 A documentação referida no item anterior deverá ser
protocolada no Centro que oferta a vaga para a qual o
candidato concorrerá e encaminhada ao presidente da
banca, no período estabelecido no item 11.2 deste Edital.
8.7.4. Para a avaliação dos títulos, a Banca Examinadora
analisará os Curriculum Vitae dos candidatos que obtiveram
nota mínima 7,0 (sete vírgula zero) nas provas escrita e
didática, atribuindo-lhes pontuação de acordo com o Anexo
I deste Edital, a partir da produção dos últimos 5 (cinco) anos
em observância ao art. 6º da Resolução 023/2009 –
CONSEPE, ao art. 188 do Regimento Geral da UDESC e ao
art. 5º da Lei Complementar 345/2006.
8.7.5. A comprovação da titulação acadêmica de doutorado
ou mestrado dar-se-á mediante apresentação da cópia
autenticada do diploma não sendo aceitas para pontuação
neste item a Ata de Defesa, Certificados ou similares.
8.7.6. O Anexo I também será disponibilizado no site da
UDESC, na página referente a este concurso, juntamente
com o Edital.
8.7.7. Na avaliação dos títulos só serão computados pontos
para as atividades devidamente comprovadas e submetidas
à avaliação da Banca Examinadora. No caso de diplomas
emitidos no exterior é necessária a validação por
Universidade Brasileira.
8.7.8. Serão desclassificados os candidatos que
apresentarem informações inverídicas, cabendo à Banca
Examinadora encaminhar ao órgão competente para
apuração das responsabilidades administrativas, penais e
civis.
8.7.9. É de inteira responsabilidade do candidato a
comprovação de todas as declarações prestadas no
Curriculum Vitae. Compete ao candidato comprovar,
inclusive, a indicação de ISBN e ISSN.
8.7.10. A titulação acadêmica, produção acadêmica e
artística deve estar vinculada à área de conhecimento do
objeto do concurso.
8.7.11. Uma atividade cuja natureza permite sua pontuação
em mais de um item da tabela de pontos, será considerada
apenas aquela de valor maior.
8.7.12. A nota bruta da avaliação dos títulos de cada
candidato será calculada proporcionalmente, com base na
pontuação bruta do Anexo Único da Resolução
023/2009/CONSEPE (Anexo I deste Edital), em razão da
maior pontuação bruta dentre os candidatos atribuída pela
Banca Examinadora, pela expressão:
NFPT =
PBC x 10
------------PB
Onde:
NFPT = Nota final da avaliação dos títulos;
PBC = Pontuação bruta do candidato;
PB = Maior pontuação bruta entre os candidatos.
9. DA CLASSIFICAÇÃO
9.1. A nota final do candidato no Concurso Púbico será
obtida mediante média aritmética ponderada, aplicando-se a
seguinte fórmula:
NF =
NFPT + (NPE x 2) + (NFPD x 2)
-------------------------------------------5
Onde:
NF = Nota Final do candidato;
NFPT = Nota final da avaliação dos títulos do candidato;
NPE = Nota da prova escrita do candidato;
NFPD = Nota Final da Prova Didática do candidato.
9.2. A nota de cada prova, bem como a média final, será
expressa em número, considerando uma casa decimal,
utilizando-se o sistema de arredondamento.
9.3. As provas serão avaliadas dentro do intervalo de graus
entre 0,0 (zero vírgula zero) e 10 (dez) e será considerado
aprovado no Concurso Público o candidato que alcançar
nota igual ou superior a 7,0 (sete vírgula zero) na prova
escrita e na prova didática.
9.4. Em caso de empate, será classificado o candidato que,
em ordem de prioridade:
a) tiver a maior idade;
b) obtiver maior nota na prova didática;
c) obtiver maior nota na prova escrita.
10. DAS PUBLICAÇÕES
10.1. Todas as publicações relativas a este concurso serão
afixadas em local próprio no Centro de realização das provas
respectivas.
10.2. O Edital, as ementas e bibliografias serão divulgadas
também no site da UDESC (www.udesc.br). As Bancas
Examinadoras serão divulgadas também no site do Centro.
O site do Centro pode ser obtido no endereço www.udesc.br,
link “Unidades da UDESC”.
11. DO CRONOGRAMA DAS PROVAS: LOCAL, DATA E
HORÁRIO
11.1. Local: As provas ocorrerão no mesmo endereço onde
foram realizadas as inscrições (vide item 3.3 deste Edital),
em local próprio previamente divulgado no próprio Centro e
no site do Centro.
11.2. Datas e Horários
CALENDÁRIO
Dia
Horário
09/11/2015
08 horas às 12 horas
Escrita
Até às 12 horas
Resultado da
Prova Escrita
Até às 16 horas do
dia 11/11/2015**
Entrega de
documentos
para a Prova de
Títulos
10/11/2015
09/11/2015
à
11/11/2015
12 e
Hora e Local
13/11/2015 publicado no Centro e
no Site do Centro
Prova
Didática
(**) respeitando o horário de funcionamento do Centro de
acordo com o item 3.3.
11.3. É de inteira responsabilidade comparecer com
antecedência nos locais de realização de provas indicados
neste Edital.
11.3.1. O candidato que não comparecer nos horários e
locais determinado no cronograma previsto no item 11.2.
deste Edital e divulgado no site do Centro, será
automaticamente eliminado do concurso.
12. DOS RECURSOS
12.1. Do resultado da prova escrita caberá recurso ao
Presidente da Banca Examinadora, que deverá ser
protocolado no Centro que oferta a vaga para a qual o
candidato concorre, até às 12 horas do dia 11/11/2015,
respeitando o horário de funcionamento do Centro de acordo
com o item 3.3.
12.2. Do resultado do Concurso Público caberá recurso ao
Conselho Universitário - CONSUNI, por estrita arguição de
ilegalidade, no prazo de 5 (cinco) dias após a publicação da
portaria do Diretor Geral. Os recursos podem ser
protocolados no Centro no qual o candidato está
concorrendo a vaga, endereçado ao presidente do
CONSUNI.
13. DA HOMOLOGAÇÃO E PUBLICAÇÃO DO
RESULTADO DO CONCURSO PÚBLICO
13.1. O resultado do Concurso Público será homologado
pelo Reitor da UDESC, sendo publicado no Diário Oficial do
Estado e no respectivo Centro, obedecendo a ordem de
classificação dos candidatos aprovados.
14. DA NOMEAÇÃO E POSSE
14.1. Os candidatos classificados serão chamados por email quando se caracterizar a necessidade efetiva, sendo
que o art.14 da Lei nº 6.745/85, prevê o prazo de 30 (trinta)
dias para a posse do candidato, contado da data de
publicação do ato de nomeação no Diário Oficial do Estado.
14.2. A admissão do docente será feita obedecendo ao que
determina o Estatuto do Servidor Público, a Lei n. 8332, de
09 de setembro de 1991, Lei Complementar n. 39 de 09 de
setembro de 1991, Art. 207, § 1° da Constituição da
República de 1988 e a Lei n° 6.815, de 19 de agosto de 1980
e Lei Complementar Nº 345, de 07 de abril de 2006.
14.3. Para a nomeação deverão ser preenchidos os
requisitos de titulação exigidos para provimento no cargo
para o qual concorreu (Anexo III) e apresentar os seguintes
documentos:
 Fotocópia autenticada do documento de identidade
(carteira de identidade ou carteira nacional de
habilitação ou passaporte válido);
 Fotocópia do documento eleitoral e Certidão de
Regularidade com a Justiça Eleitoral, expedida pelo
Tribunal Regional Eleitoral;
 Fotocópia do certificado de reservista ou dispensa de
incorporação, independentemente da idade do
candidato;
 Fotocópia autenticada dos diplomas de graduação e
pós-graduação e respectivos históricos escolares. No
caso de diplomas emitidos no exterior é necessário a
revalidação/reconhecimento de Universidade Brasileira;
 Fotocópia autenticada do CPF;
 Fotocópia do PIS/PASEP. Caso não seja cadastrado,
deverá preencher o Formulário de Requerimento de
Inclusão e/ou Alteração de Cadastro de Participante –
PASEP;
 Fotocópia do comprovante de endereço residencial
(fotocópia de conta de água ou luz ou telefone);
 Comprovante do número da agência e da conta bancária
junto ao Banco do Brasil;
 Fotocópia autenticada de certidão de nascimento para
os solteiros ou da certidão de casamento;
 Fotocópia autenticada da certidão de nascimento dos
filhos menores de 18 anos;
 Laudo de Inspeção de Saúde expedido por órgão oficial
do Estado (Gerência de Perícia Médica/SEA);

Documento que comprove a data em que ocorreu o
primeiro vínculo empregatício;
 Preenchimento dos seguintes formulários fornecidos
pela
CRH/PROAD/UDESC:
Dados
Cadastrais;
Declaração de Bens (anexar ao formulário a última
Declaração de IRPF da Receita Federal ou Declaração
de Isenção escrita pelo interessado); Declaração de Não
Acumulação de Cargos Públicos; Formulário de Inclusão
de Dependente e Declaração de Dependência
Econômica (se for o caso); Formulário de Inclusão de
Dependentes sem Dependência Econômica (se for o
caso); Declaração de não ter sofrido penalidades no
exercício da função pública; Declaração de
Antecedentes Criminais para fins de admissão em
Concurso Público (solicitado no Fórum mais próximo a
residência); e Declaração de Parentesco.
 Para candidato estrangeiro: À época da investidura do
cargo, será observado o disposto no Art. 207, § 1° da
Constituição da República ou Federal de 1988 e a Lei n°
6.815, de 19 de agosto de 1980.
14.3.1. O(s) documento(s) que comprova(m) o título
exigido (diploma) deverá(ão) ser(em) apresentado(s) na
posse, conforme requisitos constantes neste Edital e o
documento (diploma) do curso de pós-graduação strictu
sensu deverá ser recomendado pela CAPES.
14.3.2. Os candidatos deverão observar o limite
constitucional de acumulação de cargos públicos para
efeitos da posse.
15. DA REMUNERAÇÃO:
15.1. A tabela de remuneração básica é a seguinte:
Regime de
Trabalho
Assistente
(Mestre)
Adjunto
(Doutor)
40 horas
semanais
R$ 6.114,52
R$ 7.949,57
FONTE: Tabela de Vencimentos atualizada pela Lei
Complementar 345/2006, atualizada pela MP 195/2014.
15.2. Além do salário base, o professor receberá ainda
auxílio-alimentação, no valor de R$ 19,50 por dia útil
trabalhado, para uma carga horária de 40 (quarenta) horas
semanais.
16. DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
16.1. A inscrição do candidato no presente Concurso
implicará no conhecimento das instruções contidas neste
Edital e que expressamente concorde com os seus termos.
16.2. O professor nomeado deverá atuar em no mínimo 14
(quatorze) horas em ensino, na área de Graduação, durante
o primeiro ano de atividades na UDESC.
16.3. O Concurso Público terá validade por 02 (dois) anos, a
partir da data da publicação da homologação do resultado
no Diário Oficial do Estado, podendo ser prorrogado por
mais dois anos, a interesse da Instituição.
16.4. Acrescentam-se às normas do presente Edital as
regras da Resolução Nº. 023/2009-CONSEPE e seu Anexo
Único e suas alterações.
16.5. Os casos omissos serão resolvidos pelo CONSUNI.
Florianópolis, 9 de setembro de 2015.
Gerson Volney Lagemann
Reitor da UDESC, em exercício
ANEXO I
GABARITO DE AVALIAÇÃO PARA PROVA DE
TÍTULOS
1
Titulação Acadêmica: PONTOS
(considera-se a maior
titulação):
PONTUAÇÃO
CANDIDATO
1.1
1.2
1.3
2.
Doutorado
com 95
Estágio Pós-Doutoral
Doutorado
85
Mestrado
50
Total
PRODUÇÃO ACADÊMICA:
ATIVIDADE
2.1
Publicações:
Livro em editora
internacional
Livro em editora
nacional
Livro em editora
local
Capítulo de livro em
editora internacional
Capítulo de livro em
editora nacional
Organização de livro
internacional
Organização de livro
nacional
Artigo publicado em
periódico indexado:
Qualis A1
Qualis A2
Qualis B1
Qualis B2
Qualis B3
PONTOS
PONTUAÇÃO
CANDIDATO
autor ou coautor
30
20
5
15
10
12
10
30
26
21
17
12
Qualis B4
8
Qualis B5
3
2.2
Palestras publicadas
autor ou coem anais de evento
autor
técnico-científico:
Internacional
10
Nacional
8
2.3 Trabalho completo
autor ou copublicado em anais
autor
de evento técnicocientífico:
Internacional
8
Nacional
5
2.4 Artigo de divulgação científica, tecnológica ou
artística:
Revista
1
Jornal
1
2.5 Tradução de livro
5
publicado
2.6 Tradução de artigo ou
1
capítulo de livro
publicado
TOTAL DA PRODUÇÃO ACADÊMICA
3. PRODUÇÃO ARTÍSTICA (Itens pontuáveis):
3.1 Apresentações de: Composição e arranjo original,
regência, direção de peça teatral, musical, coreográfica
ou desfile de moda; atuação em peça teatral, musical
ou coreográfica, criação dramatúrgica e cenográfica,
exposição/performance/curadoria/direção de arte.
3.2 estréia/primeira audição/premiações
PONTUAÇÃO
Como pontuar:
solo conjunto
CANDIDATO
Qualis A1
30
15
Qualis A2
26
13
Qualis B1
21
10,5
Qualis B2
17
8,5
Qualis B3
12
6
4
Qualis B4
8
1,5
Qualis B5
3
TOTAL DE PRODUÇÃO ARTÍSTICA
OBSERVAÇÕES:
1. A produção artística deve estar vinculada à área de
conhecimento do objeto do concurso
2. Nenhuma produção artística pode pontuar mais que uma
vez;
3. O âmbito local, nacional ou internacional diz respeito ao
âmbito da apresentação e/ou ressonância/repercussão no
meio acadêmico da obra;
4. A classificação em A, B ou C está relacionada às
exigências:
I. Instituição promotora reconhecida: indicado por instância
legitimadora; obra consagrada por pares (comissão
organizadora e/ou curadoria; edital, convite, comissão de
seleção);
II. abrangência da Circulação: deve incluir turnê, temporada,
itinerância e/ou desdobramentos;
III. exigência de registro (catálogo, CD, DVD, programa,
vídeo), sendo que:
A atende aos 3 itens;
B atende a 2 itens;
C atende a 1 ítem;
5. O limite máximo da produção local é 15 pontos.
4.
Produção Técnica Pontos Limite
(até 70 pontos)
até:
Produto ou processo
20
20
Tecnológico com
patente obtida
Coordenação de
10
20
Projeto de
pesquisa/ensino/ext
ensão aprovado por
agências de fomento
Criação e/ou
10
20
atualização de
software
computacional
(algoritmo, sistema
computacional)
Carta, mapa ou
5
20
similares publicados
Produto ou processo
4
20
Tecnológico sem
patente obtida
Produto ou processo
4
20
tecnológico aceito
em produção
industrial
Customização de
3
20
sistema
computacional
(Programação
utilizando Planilha
Eletrônica, Sistema
de Banco de Dados,
etc)
Produto utilizando
3
20
sistema
computacional
(mídia, multimídia,
hipermídia, etc)
Restauração e
3
20
manutenção de obra
artística
Projeto gráfico
2
20
implementado
Pontuação
Candidato
Produção de
desfile/CD/DVD/esp
etáculo teatral/rádio
e TV/outros
Editoração de:
partituras musicais,
livros, anais,
catálogo, periódico,
outros
Parecer dado por
consultoria ad hoc
em revista e órgãos
de fomento
científico/tecnológico
TOTAL DE PRODUÇÃO
TÉCNICA
2
20
2
20
1
20
5. ATIVIDADES LIGADAS AO ENSINO:
ATIVIDADE
PONTOS
Exercício do Magistério
no Ensino Superior
Exercício do Magistério
na Educação Básica
Participação como
membro efetivo de
banca examinadora de
tese de doutorado
Participação como
membro efetivo de
banca examinadora de
dissertação de mestrado
ou concurso público
para o magistério
superior
Total das atividades de
ensino
03 /ano
PONTUAÇÃO
CANDIDATO
01 /ano
0,4 /banca
0,2 /banca
6. ORIENTAÇÕES
PONTUAÇÃO
PONTOS
CONCLUÍDAS:
CANDIDATO
Trabalho de conclusão 0,5/orientação
de curso - TCC
Iniciação Científica – por 0,5/bolsista
bolsista
Monografia de curso
1/orientação
“Lato-Sensu”
Dissertação de
3/orientação
mestrado
Tese de doutorado
Total de orientações
concluídas
7. ATIVIDADES
PROFISSIONAIS NA
AREA OBJETO DO
CONCURSO:
Exercício profissional na
era de conhecimento,
excetuando atividades
universitárias e de
docência.
Total atividades
profissionais
6/orientação
PONTOS
PONTUAÇÃO
CANDIDATO
02 /ano
ANEXO II
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DAS ÁREAS DE
CONHECIMENTO
CENTRO DE CIÊNCIAS AGROVETERINÁRIAS - CAV
Área de
Ementas
conhecimento
Estatística Básica :
Estatística Aplicada
à Engenharia
Florestal
Física
Topografia
Estatística
descritiva.
Séries
estatísticas. Medidas descritivas.
Probabilidade. Variáveis aleatórias.
Distribuições teóricas, binomial,
Poisson,
normal.
Distribuições
amostrais.
Distribuições
quiquadrado, F e t. Estimação e
teste de hipóteses. Correlação e
regressão.
Matemática Básica:
Equações
e
Inequações.
Trigonometria. Matrizes e Sistemas
Lineares. Vetores no Plano e no
Espaço. O Ponto. A Reta. 0 Plano.
Sistemas de Coordenadas.
Práticas Florestais integradas:
Sondagem e mapeamento de Sítios
Florestais. Reconhecimento de
espécies, transformação silvicultural
e estudo de sucessões florestais,
crescimento e medições florestais,
avaliação quantitativa e qualitativa
de
povoamentos
florestais,
planejamento do manejo florestal desbastes,
sítios
e
rotação,
aproveitamento de produtos e
subprodutos florestais madeireiros e
não madeireiros, manejo de áreas
silvestres e protegidas.
Sistema de medidas. Vetores.
Movimento Retilíneo. Movimento
em 2 e 3 dimensões. Leis de
Newton e suas aplicações. Energia
Cinética.
Energia
Potencial.
Conservação
da
Energia.
Quantidade
de
movimento.
Colisões. Fluido estático. Princípio
de Pascal. Princípio de Arquimedes.
Oscilações. Ondas mecânicas.
Onda
Sonora.
Onda
eletromagnética. Lei zero da
Termodinâmica. Primeira Lei da
Termodinâmica. Transmissão de
calor. Gás ideal. Segunda Lei da
Termodinâmica. Lei de Coulomb.
Campo Elétrico de carga pontual e
distribuição contínua de cargas. Lei
Gauss. Fluxo de campo elétrico.
Potencial elétrico. Capacitância.
Corrente e resistência elétrica.
Campo Magnético. Lei de Ampère.
Lei de Faraday.
Topografia:
Sistemas de referência. Cartografia
Geral
e
Digital.
Projeções
Cartográficas. Cadastro nacional de
imóveis
rurais.
Conceitos
fundamentais
de
topografia.
Sistemas de coordenadas - Plano
Topográfico e UTM. Coordenada
polar.
Coordenada
retangular.
Efeito de curvatura da terra.
Unidades de medidas - medidas
lineares e medidas angulares.
Transformação de unidades de
medida.
Azimute
e
Rumo.
Planimetria - métodos de medição
planimétrica
(método
polar,
irradiação, poligonação). Cálculo de
áreas por coordenadas topográficas
e por coordenadas UTM. Uso de
equipamentos topográficos e de
posicionamento global (GNSS).
Altimetria - nivelamento geométrico
e trigonométrico. Normas técnicas
da ABNT e INCRA. Legislação
pertinente à topografia e geodésia.
Ajustamento
de
observações
geodésicas. Desenho técnico feições de uma planta topográfica
de acordo com as normas técnicas.
Levantamento topográfico urbano e
noções do georreferenciamento de
imóveis
rurais.
Automação
topográfica
softwares
de
processamento. MDT - curva de
nível, interpolação de dados.
Aerofotogrametria
e
Fotointerpretação: Fundamentos da
fotogrametria e fotointerpretação.
Levantamento aerofotogramétrico.
Documentos
fotogramétricos.
Estereoscopia. Critérios e chaves
de fotointerpretação. Geometria
básica, medidas e restituição.
Aplicações da fotointerpretação.
Sistemas Sensores. Aplicações de
dados
termais,
multi
e
hiperespectrais, perfilamento laser e
micro-ondas nas ciências agrárias.
Geoprocessamento e Sistema de
Informação Geográfica: História do
SIG.
Conceitos
fundamentais.
Dados espaciais e não espaciais.
Estrutura de representação dos
dados: vetorial e matricial. Relações
topológicas. Base de dados
georreferenciados. Componentes
do SIG. Funcionalidade do SIG.
Principais áreas de aplicação.
Elaboração e implantação de
projeto SIG. Prática em SIG.
Geoestatística.
Matemática Básica:
Trigonometria. Matrizes e Sistemas
Lineares. Vetores no Plano e no
Espaço. O Ponto. A Reta. O Plano.
Sistemas de Coordenadas.
CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS – CCT
Área de
Ementas
conhecimento
Automação de
Controladores
Lógicos
Sistemas
Programáveis (CLPs): Elementos
de
Hardware.
Arquitetura
e
Funcionamento. Linguagens de
Programação (Norma IEC 61131).
Interfaces Homem-Máquina – IHMs.
Aplicações de CLPs na Automação.
Sistemas Supervisórios Industriais
(SCADA):
Programação
de
Sistemas Supervisórios. Integração
de Sistemas Supervisórios com
CLPs. Sistemas Supervisórios no
Controle de Processos Industriais.
Instrumentação para Automação
Industrial: Sensores aplicados na
automação industrial. Sensores
analógicos e discretos. Atuadores
aplicados na automação industrial.
Sistemas
eletro-pneumáticos
aplicados na automação industrial.
Redes para Automação Industrial:
Redes de Comunicação: histórico,
topologias, arquiteturas, modelo de
referência ISO/OSI, serviços e
protocolos
do
modelo
OSI
(apresentação das camadas 1 a 7).
Especificações de uma Rede de
Automação.
Protocolos
de
Ciências Térmicas
- Engenharia
Mecânica
Controle de
Máquinas Elétricas
Comunicação. Interconexão de
redes e concentradores. Redes
Locais
Industriais:
os
níveis
hierárquicos de integração fabril no
modelo CIM, características das
redes industriais, projetos de
padronização e redes mais usadas
na automação industrial.
Mecânica dos Fluidos: Conceitos
fundamentais; Estática dos fluidos;
Equações básicas na forma
diferencial e integral; Análise
dimensional;
Escoamento
incompressível de fluidos nãoviscosos; Escoamento interno e
externo incompressível de fluidos
viscosos; Teoria da camada limite;
Escoamento
compressível
unidimensional
em
regime
permanente.
Transferência
de
Calor:
Mecanismos
básicos
de
transferência de calor; Condução de
calor em regime estacionário;
Condução de calor em regime
transitório; Métodos numéricos
aplicados à condução de calor;
Fundamentos
de
convecção;
Convecçao
forçada
em
escoamentos externos e internos;
Convecção natural; Trocadores de
calor; Fundamentos da radiação
térmica; Métodos de cálculo da
radiação térmica.
Termodinâmica:
Conceitos
fundamentais;
Propriedades
termodinâmicas de uma substância
pura; Trabalho e calor; Primeira lei
da Termodinâmica; Segunda lei da
Termodinâmica;
Entropia;
Irreversibilidade e disponibilidade;
Ciclos termodinâmicos.
Conversão
Eletromecânica
de
Energia: Circuitos magnéticos.
Sistemas
e
dispositivos
magnetelétricos. Transformadores:
modelos e aplicações. Princípios de
conversão. Máquinas rotativas
elementares. Dispositivos de dupla
excitação.
Máquinas
Elétricas
Rotativas:
Máquinas síncronas. Máquinas
assíncronas. Máquinas de corrente
contínua.
Acionamentos Elétricos: Introdução
aos
acionamentos
elétricos.
Dispositivos
de
acionamento.
Modelagem dinâmica de máquinas
CC. Modelagem dinâmica de
máquinas CA. Comparação entre
acionamento CA e CC. Modulação
PWM em inversores com vetores
espaciais
(space
vector
modulation). Estratégias de controle
de máquinas CA.
Controle Digital: Sistemas de tempo
discreto e a transformada z.
Características
de
resposta
temporal. Estabilidade de sistemas
discretos. Sistemas a dados
amostrados. Modelos discretos de
sistemas
com
perturbações
determinísticas e estocásticas.
Representação
de
sistemas
discretos no espaço de estados.
Engenharia de
Produção
Matemática A
Química Inorgânica
Controladores digitais baseados em
controladores analógicos. Projeto
de controladores digitais no plano z.
Projeto de controladores digitais no
espaço de estados. Imposição de
pólos e LQG. Controladores de
variância mínima. Filtro de Kalman.
Controle de Máquinas Elétricas:
Máquinas de corrente contínua:
modelagem e controle. Máquina de
indução:
modelagem,
controle
escalar e controle vetorial. Máquina
síncrona a imã permanente:
modelagem e controle vetorial.
Aplicações
de
acionadores
elétricos. Tópicos avançados em
controle de máquinas elétricas.
Engenharia de Operações e
Processos de Produção. Logística.
Pesquisa Operacional. Engenharia
da Qualidade. Engenharia do
Produto. Engenharia do Trabalho.
Equações diferenciais Ordinárias:
Resolução de equações diferenciais
ordinárias
lineares
com
coeficientes variáveis de segunda
ordem. Zeros de funções reais:
Método da bisseção, método do
ponto
fixo,
Newton-Raphson.
Método de Newton para sistemas
não lineares. Resolução numérica
de sistemas lineares: Fatorações
ortogonais,
fatoração
LU,
condicionamento
da
matriz.
Métodos iterativos para sistemas
lineares: Método de Jacobi, método
de
Gauss-Seidel,
gradiente
conjugado. Interpolação numérica:
polinomial (fenômeno de Runge) e
por partes (splines). Problema de
quadrados mínimos lineares e não
lineares.
Integração
numérica:
Trapézio, Newton-Cotes, integração
de
Romberg,
quadratura.
Gaussiana,
análise de erro.
Métodos numéricos para equações
diferenciais ordinárias: Diferenças
finitas, Taylor, Runge-Kutta.
Fundamentos: A estrutura atômica
quanto-mecânica: O átomo de
hidrogênio
e
sistemas
multieletrônicos; Modelos de ligação
em química inorgânica: Teoria da
ligação de valência (promoção,
hipervalência e hibridação); Teoria
do orbital molecular (definição,
diagramas de OM de moléculas
homo e heterodiatômicas); Teorias
ácido/base: Arrhenius, BrønsteadLowry, Lewis e Pearson; O estado
sólido: Estrutura dos sólidos, sólidos
iônicos
e
moleculares,
condutividade elétrica e energia de
rede; Química inorgânica em
solventes não aquosos; Oxidação e
redução em química inorgânica;
Simetria molecular;
Química de Coordenação: Química
de
complexos:
Histórico;
nomenclatura e números de
coordenação
mais
comuns;
Estrutura, geometria e isomeria de
compostos
de
coordenação;
Estrutura eletrônica e ligação:
Teoria do número atômico efetivo
(NAE), Teoria da Ligação de
valência (TLV), Teoria do campo
cristalino (TCC) e Teoria dos orbitais
moleculares
aplicada
em
compostos
de
coordenação;
Fatores
relevantes
de
termodinâmica
aplicada
a
complexos: Os efeitos quelato,
macrocíclico e templato.
CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA – CEAD
Área de
Ementas
conhecimento
Língua Brasileira de Aspectos da língua de sinais e sua
Sinais – LIBRAS
importância: cultura, história e
identidades surda. Introdução aos
aspectos linguísticos na Língua
Brasileira de Sinais: fonologia,
morfologia e sintaxe. Noções
básicas de escrita de sinais.
Processo de aquisição da língua
de
sinais
observando
as
diferenças
e
similaridades
existentes entre esta e a Língua
Portuguesa (Decreto nº 5626 de
22 de 12 de 2005).
CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E DO ESPORTE –
CEFID
Área de
Ementas
conhecimento
Aspectos
Estágio Curricular Supervisionado
Pedagógicos do
IV – Ensino Médio:
Movimento
Objetivos. Levantamento e análise
Humano
das características da EntidadeCampo.
Plano
de
trabalho:
planejamento,
organização,
execução e avaliação. Relatório.
Intervenção Supervisionada e/ou
Orientada.
Filosofia da Educação Física:
A atitude filosófica. Filosofia,
Educação
Física
e
Esporte:
ideologia, correntes filosóficas e
concepções de homem.
Pesquisa em Educação Física I:
Delineamento
de
pesquisa
quantitativa
e
qualitativa,
procedimentos metodológicos e
instrumentos de coleta de dados.
Pesquisa em Educação Física II:
Análise e interpretação de dados
nos
diferentes
tipos
de
delineamentos
em
pesquisa
quantitativa e qualitativa.
Epistemologia:
Tipos
de
conhecimento.
Epistemologia
da
pesquisa
educacional. Conhecimentos em
Educação Física como ciência. A
produção do conhecimento em
Educação Física no Brasil. Ética,
ciência e educação.
Fisioterapia na
Aspectos históricos e conceituais da
Saúde Comunitária Saúde Coletiva. Princípios e
diretrizes do Sistema Único de
Saúde. A Atenção Primária à Saúde
e a estratégia saúde da família. A
fisioterapia e a estratégia de saúde
da família: o papel dos núcleos de
apoio à saúde da família (NASF).
Determinantes sociais de saúde.
Diagnóstico em Saúde Coletiva
(epidemiologia,
sistemas
de
informação em saúde e vigilância
como prática de saúde pública).
Promoção da saúde e prevenção de
doenças.
Interdisciplinaridade:
estratégias para o trabalho em
equipe. Política Nacional de
Humanização. Redes de Atenção à
Saúde. Ergonomia e saúde do
trabalhador. Planejamento e gestão
em saúde coletiva.
CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DO OESTE –
CEO
Área de
Ementas
conhecimento
Controle de
Controle
automático
de
Processos e
processos:
características
Projetos Industriais estáticas
e
dinâmicas
do
processo, do controlador e do
elemento final. Função de
transferência.
Atuação
controlador. Análise de mercado.
Escolha
de
um
processo
industrial. Estudo do arranjo físico.
Estimativas de custo. Análise
econômica. Novos produtos:
definição e caracterização.
Enfermagem no
Sistematização de Assistência de
Perioperatório
Enfermagem (SAE) aos pacientes
em situação cirúrgica. Centro
cirúrgico. Centro de material.
Assepsia
perioperatória.
Classificação
das
cirurgias.
Posicionamento do paciente na
mesa cirúrgica. Cuidados e
complicações nos períodos prétrans e pós-operatório. Unidade
de
clínica
cirúrgica.
Procedimentos
técnicos
de
enfermagem em centro cirúrgico,
unidade
de
recuperação
anestésica e clínica cirúrgica.
Ética e bioética no cuidado ao
paciente internado.
Gestão e
Gestão
e
Gerência
em
Gerenciamento em
Enfermagem:
Enfermagem e
Teorias e marcos filosóficos da
Estágio Curricular
administração.
Estrutura
Supervisionado
organizacional de serviços de
saúde.
Organização
e
gerenciamento dos serviços de
enfermagem.
Processos
participativos de tomada de
decisão.
Processo
de
comunicação em enfermagem.
Liderança, motivação e gestão de
conflitos.
Instrumentos
administrativos:
Auditoria,
Marketing e Acreditação em
serviços de saúde. Gerencia de
ações programáticas na Atenção
Básica. Empreendedorismo na
saúde.
Gestão e Gerência em Serviços
de Saúde:
Regulamento do Sistema Único
de
Saúde:
Funcionamento,
organização e operacionalização
do SUS. Políticas e programas,
diretrizes e estratégias que visam
a
consolidação
do
SUS.
Gerenciamento do Sistema de
Informações em Saúde. Gestão
Mulher e Récemnascido
do
Sistema
de
Saúde.
Participação social na gestão do
SUS.
Gestão
de
recursos
humanos. Responsabilidades de
ética e bioética do gestor em
saúde.
Estágio Curricular Supervisionado
I:
Desenvolvimento de atividades
gerenciais,
de
cuidado,
educativas e de investigação em
saúde e enfermagem, de acordo
com o interesse dos espaços de
estágio, com prioridade para
unidades
hospitalares,
ou
serviços que prestam assistência
de média e alta complexidade.
Responsabilidades
éticas
e
bioéticas do gestor dos serviços
hospitalares.
Estágio Curricular Supervisionado
II:
Desenvolvimento de atividades
gerenciais,
de
cuidado,
educativas e de investigação em
saúde e enfermagem, de acordo
com o interesse dos espaços de
estágio, com prioridade para
unidades de atenção básica, em
especial da Estratégia Saúde da
Família, considerando o território
no qual o serviço está inserido.
Responsabilidades de ética e
bioética do gestor em saúde na
atenção básica.
Programa
nacional
de
humanização
do
parto
e
nascimento.
Pré-natal.
Desenvolvimento
fetal.
Diagnóstico
de
gravidez.
Adaptação materna na gestação.
Semiologia obstétrica. Estática
fetal. Nomenclatura obstétrica.
Intercorrências clínicas. Gestação
na adolescência. Assistência à
parturiente. Parto normal e
cirúrgico. Analgesia e anestesia.
Farmacologia em obstetrícia.
Assistência ao recém-nascido.
Puerpério. Alojamento conjunto.
Anticoncepção no puerpério e
lactação. Programa nacional de
incentivo ao aleitamento materno.
Principais
intercorrências
ginecológicas.
Bioética
no
cuidado de enfermagem à saúde
da mulher.
ANEXO III
REQUISITOS PARA AS VAGAS
1. CENTRO DE CIÊNCIAS AGROVETERINÁRIAS – CAV:
1.1. Para a área de Estatística Aplicada à Engenharia
Florestal é necessário ter Graduação em Engenharia
Florestal com Doutorado na área de Engenharia Florestal ou
Estatística.
1.2. Para a área de Física é necessário ter Graduação em
Engenharia Ambiental ou Engenharia Ambiental e Sanitária
ou Engenharia Civil ou Física com Doutorado em
Engenharia Ambiental ou Engenharia Ambiental e Sanitária
ou Engenharia Civil ou Ciências Ambientais ou Física ou
áreas afins ao concurso.
1.3. Para a área de Topografia é necessário ter Graduação
em Agronomia ou Engenharia Cartográfica ou Agrimensura
ou Engenharia Cartográfica e de Agrimensura ou
Engenharia Civil ou Engenharia Florestal ou Engenharia
Agrícola ou Bacharelado em Geografia com Doutorado em
Agronomia ou Engenharia Florestal ou Ciências
Cartográficas ou Engenharia de Agrimensura ou Engenharia
Agrícola ou Sensoriamento Remoto ou Geociências ou na
área de Topografia.
2. CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS – CCT:
2.1. Para a área de Automação de Sistemas é necessário
ter Doutorado na área de Engenharia Elétrica ou em área
afim*.
(*) Para efeito deste Concurso são consideradas áreas afins:
Engenharia de Automação e Sistemas, Engenharia Elétrica
e Informática Industrial, Engenharia Eletrônica, Engenharia
de Computação, Engenharia de Sistemas e Computação, e
Ciência da Computação.
2.2. Para a área de Ciências Térmicas - Engenharia
Mecânica é necessário ter Graduação em Engenharia
Mecânica ou Engenharia Aeronáutica com Doutorado em
Engenharia Mecânica ou Engenharia Aeronáutica ou
Engenharia Naval.
2.3. Para a área de Controle de Máquinas Elétricas é
necessário ter Graduação em Engenharia Elétrica ou
Engenharia de Controle e Automação com Mestrado em
Engenharia Elétrica ou Engenharia de Controle e
Automação e Doutorado em Engenharia Elétrica ou Controle
e Automação.
2.4. Para a área de Engenharia de Produção é necessário
ter Graduação em Engenharia de Produção com Doutorado
em Engenharia ou Graduação em Engenharia com
Doutorado em Engenharia de Produção.
2.5. Para a área de Matemática A é necessário ter
Licenciatura ou Bacharelado em Matemática com Doutorado
em Matemática ou Física ou Engenharias ou Métodos
Numéricos.
2.6. Para a área de Química Inorgânica é necessário ter
Graduação em Química com Doutorado em Química.
3. CENTRO DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA - CEAD:
3.1. Para a área de Língua Brasileira de Sinais - Libras é
necessário ter Graduação em Pedagogia ou Licenciatura em
Letras-Libras ou Licenciaturas com proficiência comprovada
em Língua Brasileira de Sinais. Todos acrescidos de no
mínimo Mestrado na área da Educação ou Linguística ou
Estudos da Tradução.
4. CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E DO ESPORTE –
CEFID:
4.1. Para a área de Aspectos Pedagógicos do Movimento
Humano é necessário ter Licenciatura em Educação Física
com Doutorado realizado nas sub áreas inseridas nas
grandes áreas da CAPES: Ciências Humanas ou Ciências
Sociais Aplicadas ou na sub área da Educação Física.
4.2. Para a área de Fisioterapia na Saúde Comunitária é
necessário ter Graduação em Fisioterapia com Doutorado
realizado nas sub áreas inseridas nas grandes áreas da
CAPES: Ciências da Saúde ou Biológicas ou
Multidisciplinar.
5. CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DO OESTE –
CEO:
5.1. Para a área de Controle de Processos e Projetos
Industriais é necessário ter Graduação em Engenharia de
Alimentos ou Engenharia Química ou Engenharia Elétrica
com Doutorado.
5.2. Para a área de Enfermagem no Perioperatório é
necessário ter Graduação em Enfermagem com Doutorado
em Enfermagem ou Educação ou Saúde Coletiva ou Saúde
Pública ou Ciências da Saúde.
5.3. Para a área de Gestão e Gerenciamento em
Enfermagem e Estágio Curricular Supervisionado é
necessário ter Graduação em Enfermagem com Doutorado
em Enfermagem ou Saúde Pública ou Saúde Coletiva ou
Educação.
5.4. Para a área de Mulher e Recém-nascido é necessário
ter Graduação em Enfermagem com Doutorado em
Enfermagem ou Educação ou Saúde Coletiva ou Saúde
Pública ou Ciências da Saúde.
CENTRO DE CIÊNCIAS AGROVETERINÁRIAS - CAV
Área de
conhecimento
Ementas / Bibliografia
Estatística Aplicada Ementa:
à Engenharia
Estatística Básica
Florestal
Estatística descritiva. Séries estatísticas. Medidas descritivas. Probabilidade.
Variáveis aleatórias. Distribuições teóricas, binomial, Poisson, normal.
Distribuições amostrais. Distribuições quiquadrado, F e t. Estimação e teste de
hipóteses. Correlação e regressão.
Matemática Básica
Equações e Inequações. Trigonometria. Matrizes e Sistemas Lineares. Vetores
no Plano e no Espaço. O Ponto. A Reta. 0 Plano. Sistemas de Coordenadas.
Práticas Florestais integradas
Sondagem e mapeamento de Sítios Florestais. Reconhecimento de espécies,
transformação silvicultural e estudo de sucessões florestais, crescimento e
medições florestais, avaliação quantitativa e qualitativa de povoamentos
florestais, planejamento do manejo florestal - desbastes, sítios e rotação,
aproveitamento de produtos e subprodutos florestais madeireiros e não
madeireiros, manejo de áreas silvestres e protegidas.
Bibliografia:
Estatística Básica
FERREIRA, D.F. Estatística Básica. Lavras: Editora UFLA, 2005. p.664.
FREUND, J.E., SIMON, G.A. Estatística Aplicada. Economia, Administração
e Contabilidade. 9.ed., Porto Alegre: Bookman, 2000. 404p.
MEYER, P.L. Probabilidade: aplicações à estatística. Rio de Janeiro: LTC,
1976.
Matemática Básica
LEITHOLD, Louis. Matemática Aplicada a Economia e Administração. São
Paulo: Ed.
Harbra, 1988.
MORETTIN, Pedro A, BUSSAB W. O. & HAZZAN S. Cálculo: Funções de
uma variável. São Paulo: Ed. Atual,1999.
VERAS, Lilia Ladeira. Matemática aplicada à Economia. São Paulo: Ed.
Atlas, 1999.
Complementar:
MEDEIROS, Sebastião S. & Outros. Matemática para os cursos de Economia,
Administração e Ciências Contábeis. Vol. 1. São Paulo: Ed. Atlas,1999.
IEZZI, Gelson; MURAKAMI, Carlos. Conjuntos, Relações e Funções. Vol. 1.
São Paulo: ISBN, 2004.
IEZZI, Gelson; MURAKAMI, Carlos. Logaritmos e Exponenciais. Vol. 2. São
Paulo: ISBN, 2004.
IEZZI, Gelson. Seqüências, Matrizes, Determinantes e Sistemas. Vol. 4. São
Paulo: ISBN, 2004.
IEZZI, Gelson; MURAKAMI, Carlos. Limites, Derivadas e Integrais. Vol. 8.
São Paulo: ISBN, 2005.
Práticas Florestais integradas
REZENDE, J. L. P.; OLIVEIRA, A. D. Análise econômica e social de projetos
florestais. 2. ed. Viçosa: editora UFV, 2008. 386 p.
RODRIGUEZ, L. C. E. Gerenciamento da produção florestal. Documentos
florestais, n. 13, p. 1-41/mai. 1991.
SILVA, M. L.; VALVERDE, S. R.; JACOVINE, L. A. G. Economia Florestal.
2. ed. Viçosa: Editora UFV, 2005. 178 p.
Física
Ementa:
Sistema de medidas. Vetores. Movimento Retilíneo. Movimento em 2 e 3
dimensões. Leis de Newton e suas aplicações. Energia Cinética. Energia
Potencial. Conservação da Energia. Quantidade de movimento. Colisões.
Fluido estático. Princípio de Pascal. Princípio de Arquimedes. Oscilações.
Ondas mecânicas. Onda Sonora. Onda eletromagnética. Lei zero da
Termodinâmica. Primeira Lei da Termodinâmica. Transmissão de calor. Gás
ideal. Segunda Lei da Termodinâmica. Lei de Coulomb. Campo Elétrico de
carga pontual e distribuição contínua de cargas. Lei Gauss. Fluxo de campo
elétrico. Potencial elétrico. Capacitância. Corrente e resistência elétrica.
Campo Magnético. Lei de Ampère. Lei de Faraday.
Bibliografia:
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de
física. vol. 1, 8ª ed. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2009.
YOUNG, Hugh D; FREEDMAN, Roger A. Física I: mecânica. 12ª ed. São
Paulo: Ed. Addison Wesley, 2008.
PARANA, Professor. Física, vol. 1, mecânica. 4ª ed. São Paulo: Ed. Ática,
1993.
TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros. 5ª
ed. Rio de Janeiro: Ed. Livros Técnicos e Científicos, 2006.
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de
física. 8ª ed. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2009.
POTTER, Merle C; SCOTT, Elaine P. Ciências térmicas: termodinâmica,
mecânica dos fluidos e transmissão de calor. São Paulo: Ed. Thomson, 2007.
TREFIL, James S.; HAZEN,Robert M,. Física viva:uma introdução à física
conceitual. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2006.
SERWAY, Raymond A; JEWETT, John W. Princípios de física. São Paulo:
Thomson, 2004.
SILVA FILHO, Matheus Teodoro da. Fundamentos de eletricidade. Rio de
Janeiro: LTC, 2007
Topografia
Ementa:
Topografia
Sistemas de referência. Cartografia Geral e Digital. Projeções Cartográficas.
Cadastro nacional de imóveis rurais. Conceitos fundamentais de topografia.
Sistemas de coordenadas - Plano Topográfico e UTM. Coordenada polar.
Coordenada retangular. Efeito de curvatura da terra. Unidades de medidas medidas lineares e medidas angulares. Transformação de unidades de medida.
Azimute e Rumo. Planimetria - métodos de medição planimétrica (método
polar, irradiação, poligonação). Cálculo de áreas por coordenadas topográficas
e por coordenadas UTM. Uso de equipamentos topográficos e de
posicionamento global (GNSS). Altimetria - nivelamento geométrico e
trigonométrico. Normas técnicas da ABNT e INCRA. Legislação pertinente à
topografia e geodésia. Ajustamento de observações geodésicas. Desenho
técnico - feições de uma planta topográfica de acordo com as normas técnicas.
Levantamento topográfico urbano e noções do georreferenciamento de
imóveis rurais. Automação topográfica - softwares de processamento. MDT curva de nível, interpolação de dados. Aerofotogrametria e Fotointerpretação:
Fundamentos da fotogrametria e fotointerpretação. Levantamento
aerofotogramétrico. Documentos fotogramétricos. Estereoscopia. Critérios e
chaves de fotointerpretação. Geometria básica, medidas e restituição.
Aplicações da fotointerpretação. Sistemas Sensores. Aplicações de dados
termais, multi e hiperespectrais, perfilamento laser e micro-ondas nas ciências
agrárias. Geoprocessamento e Sistema de Informação Geográfica: História do
SIG. Conceitos fundamentais. Dados espaciais e não espaciais. Estrutura de
representação dos dados: vetorial e matricial. Relações topológicas. Base de
dados georreferenciados. Componentes do SIG. Funcionalidade do SIG.
Principais áreas de aplicação. Elaboração e implantação de projeto SIG.
Prática em SIG. Geoestatística.
Matemática Básica
Trigonometria. Matrizes e Sistemas Lineares. Vetores no Plano e no Espaço. O
Ponto. A Reta. O Plano. Sistemas de Coordenadas.
Bibliografia:
Topografia
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR
10068: Folha de desenho - leiaute e dimensões. Rio de Janeiro, 1987. 6 p.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR
10582: Conteúdo da folha para desenho técnico. Rio de Janeiro, 1988. 5 p.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR
13133: Execução de levantamento topográfico. Rio de Janeiro, 1994. 35p.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR
14166: Rede de referência cadastral municipal - procedimento. Rio de Janeiro,
1998. 23p.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR
8196, Emprego de escalas em Desenho Técnico:Procedimentos. Rio de
Janeiro, 1983.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Execução de
levantamento topográfico: procedimento. Rio de Janeiro: ABNT, 1994.
CASACA, João Martins; MATOS, João Luís de; DIAS, José Miguel Baio.
Topografia geral. 4. ed. Rio de Janeiro: editora LTC, 2007.
COMASTRI, José Anibal.; GRIPP JÚNIOR, Joel. Topografia aplicada:
medição, divisão e demarcação. Viçosa, MG: UFV, 2002.
COSTA, Aluízio Alves da. Topografia.Curitiba: Livro Técnico, 2011.
CROSTA, A.P. Processamento digital de imagens de sensoriamento remoto.
Campinas: Ed. Unicamp, 1999.
DEMERS, Michael N. Fundamentals of geographic information systems. 4th
ed. Hoboken, NJ: J. Wiley, 2009.
DUARTE, P. A. Fundamentos de cartografia. Florianópolis: UFSC, 1994.
LOCH, C.; CORDINI, J. Topografia contemporânea: planimetria. 2. ed.
Florianópolis: UFSC, 2000.
FAGGION, P. L. Obtenção dos Elementos de Calibração e Certificação de
Medidores Eletrônicos de Distância em Campo e Laboratório. Curitiba, 2001,
134f. Tese (Doutorado em Ciências Geodésicas) - Setor de Ciências da Terra,
Universidade Federal do Paraná.
FITZ, Paulo Roberto. Geoprocessamento sem complicação. São Paulo:
Oficina de Textos, 2008.
FLORENZANO, Teresa Gallotti. Imagens de satélite para estudos ambientais.
São Paulo: Oficina de Textos, 2002
IBGE. Primeira Divisão de Geociências do Nordeste. Manual técnico de uso
da terra. Rio de Janeiro: IBGE, 1999.
INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA
(INCRA). Normas técnicas para georreferenciamento de imóveis rurais. 2010
JENSEN, John R. Sensoriamento remoto do ambiente: uma perspectiva em
recursos terrestres. 2. ed. São José dos Campos: Parêntese, 2009.
LILLESAND, T.M., KIEFER, R.W., CHIPMAN, J. W. Remote Sensing and
Image Interpretation, New York: John Wiley & Sons, 2003.
LOCH, C. LAPOLLI, E. M. Elementos Básicos de Fotogrametria e sua
Utilização Prática. Ed. da UFSC, Florianópolis, SC, 1998
LOCH, Carlos. A interpretação de imagens aéreas: noções básicas e algumas
aplicações nos campos profissionais. 4.ed. Florianópolis: Ed. da UFSC, 2001
LOCH, Carlos; CORDINI, Jucilei. Topografia contemporânea: planimetria.
3.ed. Florianópolis: Ed. da UFSC, 2007.
MARCHETTI, DELMAR A. B. & GARCIA, GILBERTO J. Princípios de
fotogrametria e fotointerpretação. São Paulo: Nobel, 1977.
MCCORMAC, Jack C. Topografia. 5. ed. São Paulo: LTC, 2007. 391 p.
MATHER, P. M. Computer Processing of Remotely-Sensed Images: An
Introduction, 2nd Edition, New York: John Wiley & Son Ltd., 1999.
PAINE, David P.; KISER, James D. Aerial photography and image
interpretation. 2nd ed. New York, NY: J. Wiley, 2003.
PONZONI, Flávio Jorge; SHIMABUKURO, Yosio Edemir. Sensoriamento
remoto no estudo da vegetação. São José dos Campos: Parêntese, 2009.
RICHARDS, J.A. Remote Sensing Digital Image Analysis: An Introduction.
Berlin: Springer, 2013.
SCHOWENGERDT, R.A. Remote Sensing, Third Edition: Models and
Methods for Image Processing. Washington: Academic Press, 2006.
SILVA, Ardemirio de Barros. Sistemas de informações geo-referenciadas:
conceitos e fundamentos. Campinas: Ed. da UNICAMP, 2003.
SILVA, Jorge Xavier da; ZAIDAN, Ricardo Tavares. Geoprocessamento &
análise ambiental: aplicações. 5. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011.
THENKABAIL, P.S., LYON, J.G., HUETE, A.R. (Eds). Hyperspectral
Remote Sensing of Vegetation. London: CRC press, 2011.
TULER, Marcelo; SARAIVA, Sérgio. Fundamentos de Topografia. Porto
Alegre: Bookman, 2014.
Matemática Básica
SANTOS, Reginaldo J. Um curso de Geometria Analítica e Álgebra Linear.
Minas Gerais: Editora da UFMG, 1ª edição, vol. único, 2001;
WINTERLE, Paulo. Vetores e Geometria Analítica. São Paulo: Editora
Makron Books, 1ª edição, vol. único, 2000;
STEINBRUCH, Alfredo e WINTERLE, Paulo. Álgebra Linear. Editora
Makron Books, 2ª edição, vol. único, 1987;
STEINBRUCH, Alfredo e WINTERLE, Paulo. Geometria Analítica. Editora
Makron Books, 3ª edição, vol. único, 1987;
IEZZI, Gelson, et al. Matemática. São Paulo: Atual Editora, 2ª edição, vol.
único, 2002.
CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLOGICAS - CCT
Área de
conhecimento
Ementas / Bibliografia
Automação de
Sistemas
Ementa:
Controladores Lógicos Programáveis (CLPs): Elementos de Hardware.
Arquitetura e Funcionamento. Linguagens de Programação (Norma IEC
61131). Interfaces Homem-Máquina – IHMs. Aplicações de CLPs na
Automação.
Sistemas Supervisórios Industriais (SCADA): Programação de Sistemas
Supervisórios. Integração de Sistemas Supervisórios com CLPs. Sistemas
Supervisórios no Controle de Processos Industriais.
Instrumentação para Automação Industrial: Sensores aplicados na automação
industrial. Sensores analógicos e discretos. Atuadores aplicados na automação
industrial. Sistemas eletro-pneumáticos aplicados na automação industrial.
Redes para Automação Industrial: Redes de Comunicação: histórico,
topologias, arquiteturas, modelo de referência ISO/OSI, serviços e protocolos
do modelo OSI (apresentação das camadas 1 a 7). Especificações de uma Rede
de Automação. Protocolos de Comunicação. Interconexão de redes e
concentradores. Redes Locais Industriais: os níveis hierárquicos de integração
fabril no modelo CIM, características das redes industriais, projetos de
padronização e redes mais usadas na automação industrial.
Bibliografia:
BONACORSO, Nelso Gauze. Automação Eletropneumatica. 5ª edição.
Editora Érica. São Paulo. 2001
COULOURIS, G.; DOLLIMORE, J.; and KINDBERG T., Distributed
Systems Concepts and Design, 4th Ed. Addison–Wesley, 2005.
DE MORAES, C. C., CASTRUCCI, P. L., Engenharia de Automação
Industrial. São Paulo: LTC, 2001.
GEORGINI, Marcelo. Automação Aplicada – Descrição e Implementação de
Sistemas Seqüenciais com PLCs. 7ª edição. Editora Érica. Sãp Paulo. 2002
Manuais de Fabricantes de CLP – RockWell, Siemens, etc.
MENDES, M. J., Comunicação Fabril e o Projeto MAP/TOP, Editora
Kapeluz, Argentina, 1989.
MIYAGI, P.E. Controle Programável – Fundamentos do Controle de Sistemas
a Eventos Discretos. São Paulo: Edgard Blücher Ltda., 1996.
NATALE, Ferdinado. Automação Industrial. 3ª edição. Editora Érica – São
Paulo. 2001
PIMENTEL, J. R., Communication Networks for Manufacturing, PrenticeHall, New Jersey, USA, 1990.
REYNDERS, D.; MACKAY, S.; and WRIGHT, E., Practical Industrial Data
Communications: Best Practice Techniques, Butterworth-Heinemann, 2005.
SILVEIRA, Paulo R. da e SANTOS, Winderson E. A Automação e controle
discreto. 4ª edição. Editora Érica. São Paulo. 2002
SOARES, L.F.G.; LEMOS, G.; COLCHER, S., Redes de Computadores: das
LANs, MANs e WANs às redes ATM, Editora Campus, 2a. Edição, 1995.
STEMMER, Marcelo Ricardo. Redes Locais Industriais: a integração da
produção através da redes de comunicação. Editora da UFSC (EdUFSC),
2010. ISBN 978-85-328-0492-1.
TANENBAUM, A. S., Redes de Computadores, Tradução da 4a Edição,
Editora Campus, 2003.
Ciências Térmicas Engenharia
Mecânica
Ementa:
Mecânica dos Fluidos: Conceitos fundamentais; Estática dos fluidos; Equações
básicas na forma diferencial e integral; Análise dimensional; Escoamento
incompressível de fluidos não-viscosos; Escoamento interno e externo
incompressível de fluidos viscosos; Teoria da camada limite; Escoamento
compressível unidimensional em regime permanente.
Transferência de Calor: Mecanismos básicos de transferência de calor;
Condução de calor em regime estacionário; Condução de calor em regime
transitório; Métodos numéricos aplicados à condução de calor; Fundamentos
de convecção; Convecçao forçada em escoamentos externos e internos;
Convecção natural; Trocadores de calor; Fundamentos da radiação térmica;
Métodos de cálculo da radiação térmica.
Termodinâmica: Conceitos fundamentais; Propriedades termodinâmicas de
uma substância pura; Trabalho e calor; Primeira lei da Termodinâmica;
Segunda lei da Termodinâmica; Entropia; Irreversibilidade e disponibilidade;
Ciclos termodinâmicos.
Bibliografia:
FOX, R.W.; McDONALD, A.T.; PRITCHARD, P.J. Introdução à Mecânica
dos Fluidos, 6a Ed., LTC, 2006.
INCROPERA, F.P.; DE WITT, D.P.; BERGMAN, T.L.; LAVINE, A.S.;
Fundamentos de Transferência de Calor e de Massa, 6a ed., LTC, 2008.
VAN WYLEN, G.J.; SONNTAG, R.E.; BORGNAKKE, C.; Fundamentos da
Termodinâmica, 6a Ed., Edgard Blücher, 2003.
Controle de
Máquinas Elétricas
Ementa:
Conversão Eletromecânica de Energia: Circuitos magnéticos. Sistemas e
dispositivos magnetelétricos. Transformadores: modelos e aplicações.
Princípios de conversão. Máquinas rotativas elementares. Dispositivos de
dupla excitação.
Máquinas Elétricas Rotativas: Máquinas síncronas. Máquinas assíncronas.
Máquinas de corrente contínua.
Acionamentos Elétricos: Introdução aos acionamentos elétricos. Dispositivos
de acionamento. Modelagem dinâmica de máquinas CC. Modelagem dinâmica
de máquinas CA. Comparação entre acionamento CA e CC. Modulação PWM
em inversores com vetores espaciais (space vector modulation). Estratégias de
controle de máquinas CA.
Controle Digital: Sistemas de tempo discreto e a transformada z.
Características de resposta temporal. Estabilidade de sistemas discretos.
Sistemas a dados amostrados. Modelos discretos de sistemas com perturbações
determinísticas e estocásticas. Representação de sistemas discretos no espaço
de estados. Controladores digitais baseados em controladores analógicos.
Projeto de controladores digitais no plano z. Projeto de controladores digitais
no espaço de estados. Imposição de pólos e LQG. Controladores de variância
mínima. Filtro de Kalman.
Controle de Máquinas Elétricas: Máquinas de corrente contínua: modelagem e
controle. Máquina de indução: modelagem, controle escalar e controle
vetorial. Máquina síncrona a imã permanente: modelagem e controle vetorial.
Aplicações de acionadores elétricos. Tópicos avançados em controle de
máquinas elétricas.
Bibliografia:
P. C. Krause, O. Wasynczuk and S.D. Sudhoff. Analysis of Electric
Machinery, IEEE Ed., 1995.
P. C. Krause, O. Wasynczuk and S. D. Sudhoff. Analysis of Electric
Machinery and Drive Systems. 2nd Edition, Ed. Wiley-IEEE Press, 2002.
P. K. Kovács. Transient Phenomena in Electrical Machines. Elsevier Science
Publishers, Amsterdam, 1994.
W. Leonhard. Control of Electrical Drives. Springer-Verlag, 2001.
D. W. Novotny and T. A. Lipo. Vector Control and Dynamics of AC Drives.
Cleredon Press, Oxford, 1996.
C. B. Gray. Electrical Machines and Drives Systems. Longman Scientific and
Technical, 1989.
D. O'Kelly. Performance and Control of Electrical Machines. McGraw Hill
Book Company, 1990.
A. E. Fitzgerald, C. Kingsley Jr. e S. D. Umans. Máquinas Elétricas: com
introdução à eletrônica de potência. Artmed Editora, 6a. Edição, Porto Alegre,
2006.
E. Bim. Máquinas Elétricas e Acionamento. 3a. Edição, Elsevier Editora Ltda,
2014.
R. G. Jordão. Máquinas Síncronas. Livros Técnicos e Científicos Editora S.A,
2013.
V. Del Toro. Fundamentos de Máquinas Elétricas. Livros Técnicos e
Científicos Editora S.A., 1999.
ANDERSON, B. D. O.; MOORE, J. B. Optimal filtering. Englewood Cliffs,
New Jersey, USA, Prentice-Hall, Inc, 1979.
ASTROM, K.J. Introduction to Stochastic Control Theory. Academic Press,
Inc,1970.
ASTROM, K. J; WITTENMARK, B. Computer-controlled systems: Theory
and Design. Mineola, New York, USA: 3rd Ed, Dover Publications, 1997.
COELHO, A. A. R.; COELHO, L. S. Identificação de Sistemas Dinâmicos
Lineares. Florianópolis, SC, Brasil: Editora da Universidade Federal de Santa
Catarina, 2004.
CRUZ, J. J. Controle Robusto Multivariável. São Paulo, Brasil: Editora da
Universidade de São Paulo, 1996.
FRANKLIN, G. F.; POWELL, J. D.; WORKMAN, M. L. Digital control of
dynamic systems. [S.l.]: Addison-Wesley, 1998.
MORARI, M.; ZAFIRIOU, E. Robust Process Control. Englewood Cliffs,
New Jersey: Prentice-Hall, 1989.
SEBORG, D. E.; EDGAR, T. F.; MELLICHAMP, D. A. Process Dynamics
and Control. 2nd ed. [S.l.]: John Wiley & Sons, 2003.
STEVENS, B. L.; LEWIS, F. L. Aircraft control and simulation. Hoboken,
New Jersey, USA: 2nd Ed, John Wiley and Sons, Inc, 2003.
Engenharia de
Produção
Ementa:
Engenharia de Operações e Processos de Produção. Logística. Pesquisa
Operacional. Engenharia da Qualidade. Engenharia do Produto. Engenharia
do Trabalho.
Bibliografia:
BALLOU, R. H. ( 2006): Gerenciamento da cadeia de suprimentos/logística
empresarial. 5 ed. Porto Alegre: Bookman.
BATALHA, O. M., et al., (2008): Introdução à Engenharia de Produção. Ed.
ABEPRO.
CARVALHO, Marly M. de, et al. (2005): Gestão da Qualidade: teoria e casos.
Rio de Janeiro : Elsevier.
MASCULO, F. S. et. al. (2011): Ergonomia: trabalho adequado e eficiente.
Campus.
MOREIRA, D. A. (2010): Pesquisa Operacional – Curso Introdutório.
Cengage Learning
PAHL, G; BEITZ, W.; et al. (2005). Projeto na Engenharia: Fundamentos do
Desenvolvimento Eficaz de Produtos - Métodos e Aplicações. 6ª Edição
Complementar:
TUBINO, D. F. (2007): Planejamento e Controle da Produção: teoria e prática.
Atlas.
Matemática A
Ementa:
Equações diferenciais Ordinárias: Resolução de equações diferenciais
ordinárias lineares com coeficientes variáveis de segunda ordem. Zeros de
funções reais: Método da bisseção, método do ponto fixo, Newton-Raphson.
Método de Newton para sistemas não lineares. Resolução numérica de
sistemas lineares: Fatorações ortogonais, fatoração LU, condicionamento da
matriz. Métodos iterativos para sistemas lineares: Método de Jacobi, método
de Gauss-Seidel, gradiente conjugado. Interpolação numérica: polinomial
(fenômeno de Runge) e por partes (splines). Problema de quadrados mínimos
lineares e não lineares. Integração numérica: Trapézio, Newton-Cotes,
integração de Romberg, quadratura. Gaussiana, análise de erro. Métodos
numéricos para equações diferenciais ordinárias: Diferenças finitas, Taylor,
Runge-Kutta.
Bibliografia:
BOYCE, William E; DIPRIMA, Richard C. Equações diferenciais elementares
e problemas de valores de contorno. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
BURDEN, Richard e FAIRES, J. Douglas.
Learning, 8a ed., 2008.
Análise Numérica, Cengage
CHAPRA, Steven C. e CANALE, Raymond P. Métodos Numéricos para
Engenharia, Wiley; 3a ed., 2008.
CLAUDIO, Dalcidio Moraes; MARINS, Jussara Maria. Cálculo numérico
computacional: teoria e prática. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2000.
Química Inorgânica Ementa:
Fundamentos: A estrutura atômica quanto-mecânica: O átomo de hidrogênio e
sistemas multieletrônicos; Modelos de ligação em química inorgânica: Teoria
da ligação de valência (promoção, hipervalência e hibridação); Teoria do
orbital molecular (definição, diagramas de OM de moléculas homo e
heterodiatômicas); Teorias ácido/base: Arrhenius, Brønstead-Lowry, Lewis e
Pearson; O estado sólido: Estrutura dos sólidos, sólidos iônicos e moleculares,
condutividade elétrica e energia de rede; Química inorgânica em solventes não
aquosos; Oxidação e redução em química inorgânica; Simetria molecular;
Química de Coordenação: Química de complexos: Histórico; nomenclatura e
números de coordenação mais comuns; Estrutura, geometria e isomeria de
compostos de coordenação; Estrutura eletrônica e ligação: Teoria do número
atômico efetivo (NAE), Teoria da Ligação de valência (TLV), Teoria do
campo cristalino (TCC) e Teoria dos orbitais moleculares aplicada em
compostos de coordenação; Fatores relevantes de termodinâmica aplicada a
complexos: Os efeitos quelato, macrocíclico e templato.
Bibliografia:
COTTON, F.A. e WILKINSON, G. Advanced Inorganic Chemistry. WileyInterscience. 6th ed. 1999.
HOUSECROFT, C. E.; SHARPE, A.G. Química Inorgânica. Volumes 1 e 2.
4a ed. Rio de Janeiro: LTC, 5a ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil,
2014.
HUHEEY, J. E., KEITER, E. A. e KEITER, R. L. Inorganic Chemistry:
Principles of structure and reactivity. 4th ed. New York: Harper Collins
Publisher, 1997.
MIESSLER, G. L.; FISCHER, P. J.; TARR, D. A.
SHRIVER, D.F.; ATKINS, P.W. Química Inorgânica. 4a ed. Porto Alegre:
Bookman, 2008.
CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - CEAD
Área de
conhecimento
Ementas / Bibliografia
Língua Brasileira
de Sinais –
LIBRAS
Ementa:
Aspectos da língua de sinais e sua importância: cultura, história e identidades
surda. Introdução aos aspectos linguísticos na Língua Brasileira de Sinais:
fonologia, morfologia e sintaxe. Noções básicas de escrita de sinais. Processo
de aquisição da língua de sinais observando as diferenças e similaridades
existentes entre esta e a Língua Portuguesa (Decreto nº 5626 de 22 de 12 de
2005).
Bibliografia:
BRASIL MEC/SEESP. Educação Especial - Língua Brasileira de Sinais (Série
Atualidades Pedagógicas). Caderno 3. Brasília/DF. 1997.
FENEIS. Revista da FENEIS Nº 06 e 07 (2000) e N.º 10 (2001), Rio de
Janeiro/RJ.
KOJIMA, C. K.; SEGALA, S. R. Revista Língua de Sinais. A Imagem do
Pensamento. Editora Escala – São Paulo/SP. N.º 02 e 04, 2001.
MOURA, LODI & PEREIRA. Língua de sinais e Educação do Surdo (Série
neuropsicológica, v.3). São Paulo /SP – Editora TEC ART, 1993.
QUADROS, Ronice Müller de. Educação de Surdos: A Aquisição da
Linguagem. Porto Alegre/RS. Artes Médicas. 1997.
QUADROS, Ronice Muller de; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de Sinais
Brasileira: Estudos Lingüísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004. v. 1. 222 p.
SKLIAR, Carlos. A surdez: um olhar sobre as diferenças. 2. Ed. Porto Alegre:
Mediação, 2001.
Tutorial
Moodle.
em:<www.virtual.udesc.br/Documentos/tutorialmoodle.pdf>.
Disponível
CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E DO ESPORTE - CEFID
Área de
Conhecimento
Ementas / Bibliografia
Aspectos
Pedagógicos do
Movimento
Humano
Ementa:
Estágio Curricular Supervisionado IV – Ensino Médio
Objetivos. Levantamento e análise das características da Entidade-Campo.
Plano de trabalho: planejamento, organização, execução e avaliação. Relatório.
Intervenção Supervisionada e/ou Orientada.
Filosofia da Educação Física
A atitude filosófica. Filosofia, Educação Física e Esporte: ideologia, correntes
filosóficas e concepções de homem.
Pesquisa em Educação Física I
Delineamento de pesquisa quantitativa e qualitativa,
metodológicos e instrumentos de coleta de dados.
procedimentos
Pesquisa em Educação Física II
Análise e interpretação de dados nos diferentes tipos de delineamentos em
pesquisa quantitativa e qualitativa.
Epistemologia
Tipos de conhecimento. Epistemologia da pesquisa educacional.
Conhecimentos em Educação Física como ciência. A produção do
conhecimento em Educação Física no Brasil. Ética, ciência e educação.
Bibliografia:
Estágio Curricular Supervisionado IV – Ensino Médio
I. Bibliografia Básica
BRASIL. Orientações curriculares para o ensino médio. Brasília, DF:
Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2006.
MOREIRA, W. W.; SIMÕES, R.; MARTINS, I. C. Aulas de educação física
no ensino médio. Campinas: Papirus, 2010
KRUG, D. F. Metodologia do ensino: Educação Física. JM Livraria Jurídica,
2009.
II. Bibliografia Complementar
DARIDO, S. C.; RANGEL, I. C. A. Educação física na escola: implicações
para a prática pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
DARIDO, S. C; SOUZA JÚNIOR, O. M. Para ensinar educação física:
possibilidades de intervenção na escola. 3. ed. São Paulo: Papirus, 2009.
FARIA JÚNIOR, A. G.; CORREA, E. S.; BRESSANE, R. S. Prática de ensino
em educação física: estágio supervisionado. Rio de Janeiro: Interamericana,
1982.
FERREIRA, V. Educação física escolar: desenvolvendo habilidades. Rio de
Janeiro: Sprint, 2006. 79 p.
LIBÂNEO, J. C.; OLIVEIRA, J. F; TOSCHI, M. S. Educação escolar:
políticas, estrutura e organização. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2008. 408 p
Filosofia da Educação Física
I -Bibliografia Básica
GHIRARDELLI, J. R. Filosofia e Historia da Educação Brasileira. Editora
Manole, 2002.
GHIRALDELLI JÚNIOR, P. História da filosofia: dos pré-socráticos a Santo
Agostinho. São Paulo: Contexto, 2008.
DE MARCO, A. (Org.). Educação Física: Cultura e Sociedade. Editora.Papirus,
2006.
II - Bibliografia Complementar
HUIZINGA, J. Homo Ludens: o jogo como elemento da cultura. São Paulo,
Perspectiva, 1971.
SÉRGIO, M. Para uma epistemologia da motricidade humana. Lisboa,
Compendium, 1987.
Educação Física ou Ciência da motricidade humana? Campinas, Papirus, 1991.
SILVA, C. E. L. Comunicação, hegemonia e contra – informação. In:
SILVA, C. E. L. (Org.). Comunicação, hegemonia e contra – informação. São
Paulo, Cortez Editora, Intercom, 1982.
SILVA, S, A. I. Valores em educação: o problema da compreensão e da
operacionalização dos valores na prática educativa. 2ª ed. Petrópolis, vozes,
1988.
Pesquisa em Educação Física I
I. Bibliografia Básica
FLICK, U. Introdução à pesquisa qualitativa. 3. ed. Porto Alegre: Artmed:
Bookman, 2009. 405 p.
GAYA, A. et al. Ciências do movimento humano: introdução à metodologia da
pesquisa. Porto Alegre: Artmed, 2008. 304 p.
MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa: planejamento e
execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração, análise
e interpretação de dados . 7. ed. São Paulo: Atlas, 2008. 277 p.
II. Bibliografia Complementar
MATTOS, M. G; ROSSETTO JÚNIOR, A. J.; BLECHER, S. Teoria e prática
da metodologia da pesquisa em educação física: construindo sua monografia,
artigo científico e projeto de ação. São Paulo: Phorte, 2004. 162 p.
CHIZZOTTI, A,Pesquisa em ciências humanas e sociais.5. ed. São Paulo
_:Cortez, 2001.164 p.
THOMAS, J. R.; NELSON, J. K. Métodos de pesquisa em atividade física. 3.
ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. 419 p.
THIOLLENT, M. Metodologia da pesquisa-ação. 16. ed. São Paulo: Cortez,
2008. 132 p.
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1991.
159
Pesquisa em Educação Física II
I. Bibliografia Básica
BASTOS, L. R. Manual para elaboração de projetos e relatórios de pesquisas,
teses, dissertações e monografias. 6. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 2003. 222 .
LÜDORF, S. M. A. Metodologia da pesquisa: do projeto à monografia: o passo
a passo da construção do conhecimento. Rio de Janeiro: Shape, 2004. 158 p.
MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa: planejamento e
execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração, análise
e interpretação de dados . 7. ed. São Paulo: Atlas, 2008. 277 p.
II. Bibliografia Complementar
GONZÁLEZ REY, F. L. Pesquisa qualitativa e subjetividade: os processos de
construção da informação. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2005. 205
p.
MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. Técnicas de pesquisa: planejamento e
execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração, análise
e interpretação de dados . 7. ed. São Paulo: Atlas, 2008. 277 p.
MATTOS, M. G.; ROSSETTO JÚNIOR, A. J.; BLECHER, S. Teoria e prática
da metodologia da pesquisa em educação física: construindo sua monografia,
artigo científico e projeto de ação. São Paulo: Phorte, 2004. 162 p.
OLIVEIRA NETTO, A. A.; MELO, C. Metodologia da pesquisa científica:
guia prático para a apresentação de trabalhos acadêmicos. 3.ed. rev. e atual.
Florianópolis: Visual Books, 2008. 192 p.
SILVA, M. A. F. Métodos e técnicas de pesquisa. 2. ed. rev. e atual. Curitiba:
IBPEX, 2005. 263 p.
Epistemologia
I. Bibliografia Básica
DEMO, P. Conhecer e aprender: sabedoria dos limites e desafios. Porto
Alegre:Artmed, 2000. 152 p.
MATURANA, H. R. Cognição, ciência e vida cotidiana. Belo Horizonte: Ed.
Da UFMG, 2001. 203 p.
MORIN,
E.;
PENA-VEGA,
A.;
PAILLARD,
B.
Diálogo
sobre
o
conhecimento. São Paulo: Cortez, 2004. 95 p.
II. Bibliografia Complementar
SANTOS FILHO, J. C.; GAMBOA, S. S.. Pesquisa educacional: quantidadequalidade. ed. São Paulo: Cortez, 2001. 111 p.
SÉRGIO, M. Para uma epistemologia da motricidade humana. Lisboa,
Compendium, 1987.
TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis: Vozes,
2002.
TARDIF, M. Saberes profissionais dos professores e conhecimentos
universitários: elementos para uma epistemologia prática profissional dos
professores e suas consequências em relação à formação para o magistério.
Revista Brasileira de Educação, Rio de Janeiro, v. 13, p. 5- 24, jan./abr. 2000.
Fisioterapia na
Ementa:
Saúde Comunitária Aspectos históricos e conceituais da Saúde Coletiva. Princípios e diretrizes do
Sistema Único de Saúde. A Atenção Primária à Saúde e a estratégia saúde da
família. A fisioterapia e a estratégia de saúde da família: o papel dos núcleos de
apoio à saúde da família (NASF). Determinantes sociais de saúde. Diagnóstico
em Saúde Coletiva (epidemiologia, sistemas de informação em saúde e
vigilância como prática de saúde pública). Promoção da saúde e prevenção de
doenças. Interdisciplinaridade: estratégias para o trabalho em equipe. Política
Nacional de Humanização. Redes de Atenção à Saúde. Ergonomia e saúde do
trabalhador. Planejamento e gestão em saúde coletiva.
Bibliografia:
AKERMAN, M.; CAMPOS, G. W. S.; CARVALHO, Y. M.; DRUMOND
JUNIOR, M.; MINAYO, M. C. S. Tratado de Saúde Coletiva. 2. ed. São Paulo:
HUCITEC, 2012.
ALMEIDA FILHO, Naomar de; ROUQUAYROL, Maria Zélia. Introdução à
epidemiologia. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
BERNARDI, D.F. Fisioterapia preventiva em foco. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2010.
BISPO JUNIOR, J.P. Fisioterapia e Saúde Coletiva. São Paulo: HUCITEC,
2013.
BRASIL. Ministério da Saúde. Núcleo de Apoio à Saúde da Família. v. 1.
Brasília: Ministério da Saúde, 2014. (Cadernos de Atenção Básica, n. 39).
Disponível
em:
http://189.28.128.100/dab/docs/portaldab/publicacoes/caderno_39.pdf
BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção Básica. Brasília:
Ministério
da
Saúde,
2012.
Disponível
em:
http://189.28.128.100/dab/docs/publicacoes/geral/pnab.pdf
COSTA, Elisa Maria Amorim; CARBONE, Maria Herminda. Saúde da família:
uma abordagem interdisciplinar. 2. ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2009.
CZERESNIA, Dina; FREITAS, Carlos Machado de (Org.). Promoção da
saúde: conceitos, reflexões, tendências. 2. ed. Rio de Janeiro: Ed. FIOCRUZ,
2009. 176 p.
DELIBERATO, P.C.P. Fisioterapia preventiva: fundamentos e aplicações. São
Paulo: Manole, 2002.
MENDES, Eugênio Vilaça. As Redes de Atenção à Saúde. 2. ed. Brasília:
Organização Pan-Americana da Saúde, 2011; 549 p.
PEREIRA, I. C.; OLIVEIRA, M. A. de C.. Atenção primária, promoção da
saúde e o Sistema Único de Saúde: um diálogo necessário. 1. ed. São Paulo:
Escola de Enfermagem da USP, 2014. v. 1. 109p. Disponível em:
http://www.ee.usp.br/publicacoes/pdf/livro_atencao_primaria.pdf
REBELATTO, J.R.; BOTOME, S.P. Fisioterapia no Brasil: fundamentos para
uma ação preventiva e perspectivas profissionais. 2 ed. São Paulo: Manole,
1999.
ROUQUAYROL, M.Z.; ALMEIDA FILHO, N. Epidemiologia & saúde. 6. ed.
Rio de Janeiro: Médica e científica, 2003.
CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DO OESTE - CEO
Área de
conhecimento
Ementas / Bibliografia
Controle de
Processos e
Projetos
Industriais
Ementa:
Controle automático de processos: características estáticas e dinâmicas do processo,
do controlador e do elemento final. Função de transferência. Atuação controlador.
Análise de mercado. Escolha de um processo industrial. Estudo do arranjo físico.
Estimativas de custo. Análise econômica. Novos produtos: definição e caracterização.
Bibliografia:
BARTHOLOMAI, A. Fábricas de alimentos: processos, equipamentos e costos.
Zaragoza: Acribia, 2001. 292p.
BOLTON, W. Engenharia de controle. São Paulo: Makron Books, 1995.
EHRLICH, P. J.; MORAES, E. A. Engenharia econômica: avaliação e seleção de
projetos de investimento. 6ª. Edição. São Paulo: Atlas, 2005.
ROSA, J. A. Desenvolvimento de Novos Produtos: roteiro prático. São Paulo: STS,
2000.
SEBORG, D. E.; EDGAR, T. F.; MELLICHAMP, D. A. Process dynamics and
control. New York: John Wiley & Sons, 1989.
Enfermagem no Ementa:
Perioperatório
Sistematização de Assistência de Enfermagem (SAE) aos pacientes em situação
cirúrgica. Centro cirúrgico. Centro de material. Assepsia perioperatória. Classificação
das cirurgias. Posicionamento do paciente na mesa cirúrgica. Cuidados e complicações
nos períodos pré- trans e pós-operatório. Unidade de clínica cirúrgica. Procedimentos
técnicos de enfermagem em centro cirúrgico, unidade de recuperação anestésica e
clínica cirúrgica. Ética e bioética no cuidado ao paciente internado.
Bibliografia:
MOURA, M. L. P. A. Enfermagem em centro cirúrgico e recuperação anestésica. São
Paulo: Editora Senac São Paulo, 1994. (Série Apontamentos). 10ª Edição, 2010.
SANTOS, N. C. M. Centro cirúrgico e os cuidados de enfermagem, 5. Ed. Rev. São
Paulo: Iátria, 2009.
ROTHROCK, J. C. Alexander cuidados de enfermagem ao paciente cirúrgico. Rio de
janeiro: Elsevier, 2007. 13ª Edição.
Diagnósticos de Enfermagem da NANDA: definições e classificação 2007-2008 /
North American Nursin Diagnosis Association. Porto Alegre Artmed, 2008.
MEEKER, M. H., ROTHROCK, J. C. Alexander: cuidados de enfermagem ao
paciente cirúrgico. 10ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 1997. 1280 p.
SMELTZER, S. C.; BARE, B. G. Tratado de enfermagem médico-cirúrgica. 11. ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. 4. v.
MALAGUTTI, W.; BONFIM, I. M. (orgs.) Enfermagem em centro cirúrgico:
atualidades e perspectivas no meio ambiente cirúrgico. São Paulo: Martinari, 2009.
BRUNNER, L. S.; S., D. S.; SMELTZER, S. C.; BARE, B. G. Tratado de
enfermagem médico-cirúrgica. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 4 v
ASCARI, R. A.; VIDORE, J.; MORETTI, C. A., et al. O processo de esterilização de
materiais em serviços de saúde. Uma revisão integrativa. Brazilian Journal of Surgery
and Clinical Research – BJSCR. 2013; 4(2):33-38.
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das Unidades Hospitalares Próprias do Rio de Janeiro. Orientações gerais para
Central de Esterilização. Brasília: Ministério da Saúde, 2001.
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estrutura física das unidades básicas de saúde: saúde da família / ministério da
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Brasília : ministério da saúde, 2008.
BERLET, L. J.; ASCARI, R. A.; SILVA, O. M.; TRINDADE, L. L.; KRAUZER, I.
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esterilização. REUOL – Rev. Enfer UFPE on line, Recife, 8(7):321-7, jul., 2014.
CORRÊA, E. G.; CASTILHO, A. R. F.; PEREIRA, C. V. Indicadores químicos e
biológicos da eficácia de esterilização por autoclave ou estufa. Rev. Odonto ciências;
2011. 24 (2): p 156-160.
FIGUEIREDO, Nébia Maria Almeida. Ensinando a cuidar de clientes em situações
clínicas e cirúrgicas. São Caetano do Sul – SP: Yendis Editora, 2010. Práticas de
Enfermagem.
BRASIL. Ministério da Saúde. Anvisa. RESOLUÇÃO - RDC Nº 15, de 15 de Março
de 2012 que Dispõe sobre requisitos de boas práticas para o processamento de
produtos para saúde e dá outras providências.
Gestão e
Gerenciamento
em Enfermagem
e Estágio
Curricular
Supervisionado
Ementa:
GESTÃO E GERÊNCIA EM ENFERMAGEM
Teorias e marcos filosóficos da administração. Estrutura organizacional de serviços de
saúde. Organização e gerenciamento dos serviços de enfermagem. Processos
participativos de tomada de decisão.
Processo de comunicação em enfermagem.
Liderança, motivação e gestão de conflitos. Instrumentos administrativos: Auditoria,
Marketing e Acreditação em serviços de saúde. Gerencia de ações programáticas na
Atenção Básica. Empreendedorismo na saúde.
GESTÃO E GERÊNCIA EM SERVIÇOS DE SAÚDE
Regulamento do Sistema Único de Saúde: Funcionamento, organização e
operacionalização do SUS. Políticas e programas, diretrizes e estratégias que visam a
consolidação do SUS. Gerenciamento do Sistema de Informações em Saúde. Gestão
do Sistema de Saúde. Participação social na gestão do SUS. Gestão de recursos
humanos. Responsabilidades de ética e bioética do gestor em saúde.
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO I
Desenvolvimento de atividades gerenciais, de cuidado, educativas e de investigação
em saúde e enfermagem, de acordo com o interesse dos espaços de estágio, com
prioridade para unidades hospitalares, ou serviços que prestam assistência de média e
alta complexidade. Responsabilidades éticas e bioéticas do gestor dos serviços
hospitalares.
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO II
Desenvolvimento de atividades gerenciais, de cuidado, educativas e de investigação
em saúde e enfermagem, de acordo com o interesse dos espaços de estágio, com
prioridade para unidades de atenção básica, em especial da Estratégia Saúde da
Família, considerando o território no qual o serviço está inserido. Responsabilidades
de ética e bioética do gestor em saúde na atenção básica.
Bibliografia:
GESTÃO E GERÊNCIA EM ENFERMAGEM
KURCGANT, P.; TRONCHIN M. R. Gerenciamento em enfermagem. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2005
MARQUIS, B. L.; HUSTON, C. J. Administração e liderança em enfermagem: teoria
e aplicação. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005
SANTOS, I. dos. Enfermagem assistencial no ambiente hospitalar: realidade,
questões, soluções. São Paulo: Atheneu, 2005
CUNHA, K. C. Gestão de pessoas: foco na enfermagem atual. São Paulo: Martinari,
2008
CUNHA, K. C. Gerenciamento na enfermagem: novas práticas e competências. São
Paulo: Martinari, 2005
GESTÃO E GERÊNCIA EM SERVIÇOS DE SAÚDE
KURCGANT, P.; TRONCHIN M. R. Gerenciamento em enfermagem. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2005
MARQUIS, B. L.; HUSTON, C. J. Administração e liderança em enfermagem: teoria
e aplicação. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005
BRASIL; ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DE SAÚDE; FUNDAÇÃO
OSWALDO CRUZ. A Experiência brasileira em sistemas de informação em saúde.
Brasília, DF: Ed. MS, 2009. 2 v
BRASIL. Conselho Nacional de Secretários de Saúde. A gestão administrativa e
financeira no SUS. Brasília, DF: CONASS, 2007
BRASIL. Conselho Nacional de Secretários de Saúde. SUS: avanços e desafio. 2.ed.
Brasília, DF: CONASS, 2007
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO I
CUNHA, K. C. Gestão de Pessoas: foco na enfermagem atual. São Paulo: Martinari,
2008
KURCGANT, P. et al. Gerenciamento em Enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2005
MARQUIS, B. L.; HUSTON, C. J. Administração e liderança em enfermagem: teoria
e aplicação. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005
CHIAVENATO, I. Recursos Humanos. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2000.
MAXIMIANO, A. C. A. Introdução à administração. 5. ed. rev. e ampl. São Paulo:
Atlas, 2000.
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MENDES, E. V. (org.). A organização da saúde a nível local. São Paulo. HUCITEC,
1998.
MERHY, E. E. O trabalho em saúde: olhando e experienciando o SUS no cotidiano.
3. ed. São Paulo: Hucitec, 2006
TANNURE, M. C.; GONÇALVES, A. M. P. Sistematização da Assistência de
Enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2010
MENDES, E. V. Distrito sanitário: o processo social de mudança das práticas
sanitárias do Sistema Único de Saúde. 2. ed. São Paulo: Hucitec, 1994, p.310 (Saúde
em debate).
SAITO, R. X. S. Integralidade da atenção: organização do trabalho no programa saúde
da família na perspectiva sujeito-sujeito. São Paulo: Martinari, 2008, p. 160
Mulher e
Récem-nascido
Ementa:
Programa nacional de humanização do parto e nascimento. Pré-natal.
Desenvolvimento fetal. Diagnóstico de gravidez. Adaptação materna na gestação.
Semiologia obstétrica. Estática fetal. Nomenclatura obstétrica. Intercorrências clínicas.
Gestação na adolescência. Assistência à parturiente. Parto normal e cirúrgico.
Analgesia e anestesia. Farmacologia em obstetrícia. Assistência ao recém-nascido.
Puerpério. Alojamento conjunto. Anticoncepção no puerpério e lactação. Programa
nacional de incentivo ao aleitamento materno. Principais intercorrências
ginecológicas. Bioética no cuidado de enfermagem à saúde da mulher.
Bibliografia:
BARROS, S. M. O. (org.). Enfermagem no ciclo gravídico-puerperal. Barueri, SP:
Manole, 2006.
BRASIL. Ministério da Saúde. Programa de Humanização do Parto: humanização
no pré-natal e nascimento. Brasília: Ministério da Saúde, 2002. Disponível em
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/parto.pdf
_______ Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de ações
Programáticas Estratégicas. Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da
Mulher: Princípios e diretrizes. Brasília: Ministério da Saúde, 2004. Disponível em
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_mulher_principios_diretr
izes.pdf
_______ Ministério da Saúde. Saúde da criança: nutrição infantil: aleitamento
materno e alimentação complementar. Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2009.
Disponível
em
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/saude_crianca_nutricao_aleitamento_alime
ntacao.pdf
_______Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção a Saúde. Departamento de ações
Programáticas Estratégicas. Área de Saúde da Mulher. Pré-natal e Puerpério:
atenção qualificada e humanizada – manual técnico. Brasília: DF Ministério da
Saúde,
2005.
Disponível
em
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_pre_natal_puerperio_3ed.pdf
_______ Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de
Atenção Básica. Atenção ao pré-natal de baixo risco / Ministério da Saúde.
Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. – Brasília: Editora
do
Ministério
da
Saúde,
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Disponível
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http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cadernos_atencao_basica_32_prenatal.pdf
______ Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações
Programáticas e Estratégicas. Atenção à saúde do recém-nascido: guia para os
profissionais de saúde. Vol 1. Brasília: Ministério da Saúde, 2011. Disponível em
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/atencao_recem_nascido_%20guia_profissi
onais_saude_v1.pdf
______ Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações
Programáticas e Estratégicas. Atenção à saúde do recém-nascido: guia para os
profissionais de saúde. Vol 2. Brasília: Ministério da Saúde, 2011. Disponível em
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/atencao_recem_nascido_%20guia_profissi
onais_saude_v2.pdf
______ Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações
Programáticas e Estratégicas. Atenção à saúde do recém-nascido: guia para os
profissionais de saúde. Vol 3. Brasília: Ministério da Saúde, 2011. Disponível em
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/atencao_saude_recem_nascido_profissiona
is_v3.pdf
______ Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações
Programáticas e Estratégicas. Atenção à saúde do recém-nascido: guia para os
profissionais de saúde. Vol 4. Brasília: Ministério da Saúde, 2011. Disponível em
http://www.redeblh.fiocruz.br/media/arn_v4.pdf
______ Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas
Estratégicas. Atenção humanizada ao abortamento: norma técnica . 2. ed. Brasília,
DF:
Ed.
MS,
2011.
Disponível
em
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/atencao_humanizada_abortamento_norma_
tecnica_2ed.pdf
______ Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de
Atenção Básica.
Controle dos cânceres do colo do útero e da mama . 2. ed. – Brasília : Editora do
Ministério
da
Saúde,
2013.
Disponível
em
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/controle_canceres_colo_utero_2013.pdf
FERNANDES, R. A. Q.; NARCHI, N. Z. (Org.). Enfermagem e saúde da mulher.
2.ed. rev. e ampl. São Paulo: Manole, 2013.
FREITAS, et al. Rotinas em Obstetricia. 6° ed. Porto Alegre: Artmed, 2011.
FREITAS,et al. Rotinas em ginecologia. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2011.
LOWDERMILK, D. L.; PERRY, S.; BOBAK I. M.; O Cuidado em Enfermagem
Materna. 5°ed. Porto Alegre. Artmed,2002.
REZENDE. Rotinas em obstetrícia. 6.ed. Porto Alegre: Artmed. 2011.
RICCI, S. S. Enfermagem Materno – Neonatal e Saúde da Mulher. Rio de Janeiro.
Guanabara Koogan S.A, 2008.
TAMEZ, R. Enfermagem na UTI neonatal : assistência ao recém-nascido de alto
risco - 5. ed. Guanabara Koogan: 2013.

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