PPC Cinema e Audiovisual

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PPC Cinema e Audiovisual
Centro Universitário Monte Serrat
UNIMONTE
Projeto Pedagógico do Curso Superior
CINEMA E AUDIOVISUAL
Administração Acadêmica
Núcleo Acadêmico – Graduação em CINEMA E AUDIOVISUAL
Santos, JUNHO de 2013
Sumário
Apresentação ..................................................................................................... 2
1.
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO ..................................................... 4
1.1. Aspectos Gerais ...................................................................................... 4
1.2 Contexto Educacional: Externo e Interno................................................ 4
1.3Justificativa .............................................................................................. 11
1.4 Objetivos do curso .................................................................................. 14
2.
Projeto Pedagógico do Curso - Formação ................................................ 15
2.1 Perfil do Egresso ................................................................................... 15
2.2 Competências e Habilidades .................................................................. 16
2.3. Organização Curricular .......................................................................... 18
2.3.1 Eixos de formação / Temas e subtemas de formação ....................... 18
2.4 Práticas pedagógicas formativas previstas (metodologia) ...................... 55
2.5 Trabalho Interdisciplinar Dirigido ............................................................ 57
2.6 Avaliação do Rendimento Escolar - Critérios de Avaliação ................... 58
2.7 Atividades Acadêmicas Articuladas à Formação ................................... 61
2.7.1 Atividades Complementares ............................................................... 61
2.8 Apoio ao Discente .................................................................................. 67
2.9 Avaliação Institucional ........................................................................... 70
3
CORPO DOCENTE................................................................................... 74
3.1 Administração Acadêmica ...................................................................... 74
3.2 Atuação do Coordenador ....................................................................... 75
3.3 Colegiado do Curso................................................................................ 76
3.4 Atuação do Núcleo Docente Estruturante - NDE ................................... 76
3.5 Titulação do Corpo Docente do Curso ................................................... 78
3.5.1 Experiência de magistério superior do corpo docente ......................... 79
3.5.2.Produção científica, cultural, artística ou tecnológica .......................... 79
3.6 Implementação das políticas de Carreira e de capacitação Docente no
âmbito do curso ................................................................................... 79
4
INSTALAÇÕES FÍSICAS ......................................................................... 81
4.1 Gabinetes de Trabalho para Professores Tempo Integral - TI ................ 81
4.2 Espaço de Trabalho para Coordenação de Curso e Serviços Acadêmicos
...................................................................................................................... 81
4.3 Sala dos Professores .............................................................................. 81
4.4 Salas de aula .......................................................................................... 81
4.5 Acesso dos alunos a equipamentos de informática ............................... 82
4.5.1 Laboratórios Didáticos Especializados ............................................... 82
4.5.2 Periódicos Especializados para o curso de ........................................ 89
4.6 Auditório ................................................................................................. 90
4.7. Condições de acesso para pessoas com necessidades especiais ....... 91
4.8 Biblioteca ................................................................................................ 91
REFERÊNCIAS ................................................................................................ 95
Curso: CINEMA E AUDIOVISUAL
Modalidade do Curso: Bacharelado
Modalidade de Ensino: Presencial
Coordenador: Profª. Ms. Paula Orsatti
Ato e data de criação do curso: Resolução CEPE/UNIMONTE nº 22 de 31 de agosto
de 2009.
Nº da Portaria de Reconhecimento:
Data de publicação no Diário Oficial da União -
Duração do curso: 8 semestres
Prazo máximo para integralização do currículo: 16 semestres
Carga horária: 3120 horas
Regime: semestral
Turno: Noturno
Nº de vagas anuais: 120 anuais
Local de funcionamento: Campus Vila Mathias
Endereço: Avenida Rangel Pestana, 99, Bairro Vila Mathias CEP: 11013-931
Contatos: Telefone:
(13) 3228-2100
E-mail:
Home page do curso: http://www.unimonte.br/curso/
Home page da Instituição:
www.unimonte.br
Apresentação
Este documento apresenta o projeto pedagógico do curso de Cinema e
Audiovisual do Centro Universitário Monte Serrat - UNIMONTE, elaborado com base na
Lei de Diretrizes e Bases nº 9394/1996, nas Diretrizes Curriculares Nacionais para os
cursos de Bacharelado e Licenciatura e demais normas emanadas pelo Ministério da
Educação - MEC. Foi criado em 31 de agosto de 2009, pela Resolução CEPE nº 22, de
31 de agosto de 2009, implementado a partir do 1º semestre de 2010.
O conteúdo do PPC tem por objetivo propor a formação do profissional de Cinema
e Audiovisual focando a estrutura básica do curso de acordo com as demandas do
mercado regional e nacional, que passa por processos complexos e desafiadores de
transformação e ampliação, advindos, sobretudo, da recente descoberta dos campos de
petróleo e gás do Pré-Sal na Baía de Santos e consequente expansão das atividades
nas áreas do comércio, da indústria e do terceiro setor, com ênfase na prestação de
serviços.
Atentos, portanto, a esse cenário desafiador que se descortina para a região, o
Núcleo Docente Estruturante do Curso de Cinema e Audiovisual estabeleceu a proposta
pedagógica do curso, ora apresentada, em vigor desde 2010. O presente Projeto foi
pensado e discutido com o entendimento de que o profissional que se exige para os dias
atuais deverá atuar de forma polivalente, atendendo principalmente às demandas
constantes da prestação de serviços e de criação em Cinema e Audiovisual, no contexto
do desenvolvimento econômico, político, social e ambiental trazidos pelas atividades do
setor portuário, industrial e de turismo, o que exige do profissional sólida formação
técnico-científica, capacidade de absorver e desenvolver novas tecnologias, de analisar,
interpretar e equacionar problemas diversos, atuando crítica e criativamente na
identificação e resolução de problemas.
Tendo em vista todas essas considerações, estamos propondo, em síntese, uma
formação de profissionais pautada no princípio de articulação permanente entre teoria e
prática, entendendo tal formação como condição primordial para o desenvolvimento das
competências e habilidades que tornarão possível a aquisição, produção e socialização
do conhecimento, com visão ética e humanística em atendimento às demandas da
sociedade e do mercado de trabalho, sob a perspectiva do respeito às diversidades
3
étnico-raciais, culturais e de gênero, aos princípios e valores que regem a sociedade
sustentável e a promoção dos Direitos Humanos.
4
1. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
1.1. Aspectos Gerais
A organização didático-pedagógica do curso de Cinema e Audiovisual do Centro
Universitário Monte Serrat – UNIMONTE, apresentada neste Projeto Pedagógico do
Curso - PPC, leva em consideração os aspectos relativos às necessidades econômicas,
socioculturais, políticas e ambientais regionais, cujos indicadores têm apontado alguns
resultados do desenvolvimento alavancado por vultosos investimentos na região, em
função da onda do Pré-sal. Em seu escopo, levando-se em consideração tais contextos
a seguir descritos, o PPC desenha formação que prepare o futuro profissional para
enfrentar os desafios das rápidas transformações que a Região Metropolitana da
Baixada Santista – RMBS está vivenciando, proporcionando-lhe a almejada autonomia
profissional, intelectual e cidadã, orientada pelos princípios éticos de responsabilidade
social e de desenvolvimento sustentável.
1.2 Contexto Educacional: Externo e Interno
Segundo a Lei de Diretrizes e Base – LDB é desejável proporcionar ao aluno uma
formação ampla, diversificada e ao mesmo tempo flexível nas diretrizes curriculares, a
fim de propiciar o acesso amplo e irrestrito ao conhecimento e ao desenvolvimento de
habilidades e competências necessárias ao profissional e ao cidadão. Por essa razão, os
cursos superiores devem abandonar as características de que muitas vezes se
revestem, quais sejam, as de atuarem como meros instrumentos de transmissão de
conhecimentos e informações, passando a orientarem-se para oferecer uma formação
básica que prepare o futuro graduado para os desafios das rápidas transformações da
sociedade, do mercado de trabalho, das condições de exercício profissional, de
produção do conhecimento e de domínio de novas tecnologias, visando a uma
progressiva autonomia profissional e intelectual do estudante, estando essas ações,
portanto, alinhadas à lógica de formação do egresso.
No caso específico da formação do profissional de Cinema e Audiovisual, a
evolução verificada no campo de atuação profissional vinculada, mormente, às questões
geopolíticas e de grandes transformações tecnológicas, aliadas ao dinamismo das
5
mutações sociais, provoca novo pensamento e mudanças nos paradigmas de formação.
Desse ponto de vista, voltando-se para o contexto externo que envolve atualmente a
Região Metropolitana da Baixada Santista (RMBS), verificam-se características
peculiares de desenvolvimento e de possibilidade de atuação profissional de Cinema e
Audiovisual que nos possibilitam orientar o perfil profissional que o curso deseja formar.
Entre essas características, destacam-se três aspectos:
⇒ A descoberta dos campos gigantes de petróleo e gás do Pré-Sal configuram a
terceira e maior grande onda de crescimento da região, após a criação do Porto
de Santos no século XIX e do Pólo Petroquímico de Cubatão no século XX;
⇒ É o terceiro maior aglomerado urbano do Estado, com 1,7 milhão de habitantes,
abrangendo território de 2.373 km2 ;
⇒ Abrange nove municípios: Bertioga, Cubatão, Guarujá, Itanhaém, Mongaguá,
Peruíbe, Praia Grande, Santos e São Vicente:
Figura 1 — Divisão Político-Administrativa da Região Metropolitana da Baixada Santista. Fonte: AGEM.
Em termos demográficos, a RMBS é composta por 2 municípios com menos
de 50.000 mil habitantes (Mongaguá e Bertioga); 2 municípios com menos de 100.000
mil habitantes (Peruíbe e Itanhaém); 5 municípios com mais de 100.000 mil habitantes
6
(Santos,
Santos, São Vicente, Guarujá, Praia Grande e Cubatão),
Cubatão , sendo Santos a cidade-sede.
cidade
Em números absolutos, a demografia da RMBS apresenta-se distribuída, entre os nove
municípios, da seguinte
inte forma:
forma
Tabela 1 Distribuição populacional da RMBS em 2011.
Cidades
População
Bertioga
42.036
Cubatão
122.458
Guarujá
302.025
Itanhaém
81.658
Mongaguá
42.685
Peruíbe
55.658
Praia Grande
237.687
Santos
426.367
São Vicente
326.574
Em termos percentuais, a proporção de distribuição
istribuição populacional da RMBS,
RMBS em
2011, pode ser visualizada por meio do seguinte gráfico:
Figura 2 População das cidades da RMBS
População
Bertioga
Cubatão
Guarujá
Itanhaém
Mongaguá
Peruíbe
Praia Grande
Santos
São Vicente
20%
3% 7%
18%
26%
5%
15%
.
3% 3%
7
Vale ressaltar que se projeta, para as próximas duas décadas, aumento
populacional de 25% na RMBS, algo em torno de quatrocentos mil habitantes. De acordo
com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, Praia Grande já desponta
como o município brasileiro com maior incremento demográfico da década, com
crescimento de 26,32% no período, alcançando o total de 233.806 moradores, ou seja,
um aumento de 56 mil habitantes.
Estima-se que a maior parte do aumento desse contingente tenha se dado pela
migração de pessoas em busca de maiores e melhores oportunidades de trabalho, pois
evidencia-se grande procura por mão de obra qualificada para as novas atividades de
produção de bens e de serviços.
O momento em que ocorre o terceiro grande ciclo de desenvolvimento da região
é propício, portanto, para a inserção de profissionais qualificados, em diversas áreas,
incluindo Cinema e Audiovisual. Estudos relativos à distribuição das empresas por
setores e ramos de atividades na Região Metropolitana da Baixada Santista – RMBS
apontam a seguinte tendência:
Tabela 2 Total das MPEs por Setores da Economia
Setores da Economia
Quantidade
Comércio
14.700
Indústria
3.539
Serviço
19.520
Agricultura
Total de Empresas
2.463
40.222
Fonte: Contagem da População IBGE
O Gráfico 2 aponta o percentual de Participação das MPE´s na RMBS:
Fonte: Observatório das MPE´s – Sebrae / SP
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Caracterização das MPE´s da Baixada Santista
Comércio
6%
37%
Indústria
Serviço
Agricultura
48%
9%
Como se pode notar, 85% das empresas abertas e em atividade na região
concentram-se nos setores do comércio e dos serviços, com destaque para a
diversidade de potenciais campos de empreendimento, entre os quais se destacam:
Investimento no Turismo, através de Cruzeiros marítimos.
Construção Civil: novos empreendimentos residenciais e industriais.
Revitalização do Centro Histórico e da orla das Praias.
Armadores.
Crescimento do comércio atacadista e de varejo.
Transportes Logísticos – investimentos na qualificação e especialização.
Implantação da unidade administrativa da Petrobrás.
Aumento de escolas e de outros centros educacionais e de formação.
Abertura de empresas para atender à demanda de produtos e serviços
vinculados à cadeia produtiva de petróleo e gás.
Investimentos no porto para suprir às exigências da economia global.
Investimento em energia eólica, com a implantação no complexo naval no
Guarujá.
Instalação do Aeroporto no Guarujá.
Redes de empresas que atuam de forma direta e indireta na prestação de
serviços relacionado ao comércio exterior e ao suporte às operações portuárias.
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Devido a cidade de Santos estar se tornando cada vez mais um dos principais
polos de atendimento portuário do mundo, reservadas as devidas proporções, no que se
refere a novas oportunidades de negócios
e de expansão das atividades
mercadológicas da região, vem despertando o interesse de inúmeras empresas de
grande porte, algumas multinacionais e também do Governo Federal, que através do
Programa de Aceleração do Crescimento (PAC1 e 2), vem investindo maciçamente em
infraestrutura viária e portuária, com o objetivo de atrair novos clientes para região
promovendo, assim, o crescimento da economia regional e nacional e do comércio
exterior brasileiro. A previsão é de se investir R$ 1,2 bilhão entre os períodos de 2011 a
2014, mas todos esses investimentos justificam-se ainda mais pela necessidade de
atender demandas maiores do porto nos próximos anos, bem como suprir as
expectativas do pré-sal, da Copa do Mundo em 2014 e das Olimpíadas em 2016, tendo
em vista que o porto de Santos também é importante porta de entrada e de saída de
pessoas, bens e serviços para todo o mundo.
O porto destaca-se, ainda, pelo anúncio de criação de 2,5 mil empregos diretos no
porto de Santos através dos terminais da Embraport e da Brasil Terminal Portuário
(BTP), que iniciaram suas operações no complexo marítimo, em 2013.
1.2.1 Dados Socioeconômicos da Cidade de Santos
A economia de Santos está calcada no setor terciário, com 75% do PIB, com forte
participação nas atividades portuárias, comércio e turismo em 3º plano, na sequência se
destaca a indústria que se instala em área retroportuária que responde por 24% no PIB,
cabendo a diferença ao setor primário. Em termos de PIB gerado em 2011, no município,
se verifica, a preços correntes, a geração de R$ 16.128.535.000,00 e o seu PIB per
capita atinge a faixa de R$ 38.558,45 dados publicados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística), em 2011.
As principais características demográficas e socioeconômicas da população de
Santos, importantes para as análises dos modelos de viabilidade, dizem respeito
essencialmente à população residente de Santos que, segundo o IBGE (2011), é de
419.530 habitantes, na sua quase totalidade urbana (99,4%). A sua densidade
demográfica é de 1.529,60 hab./km², que pode ser considerada baixa quando
comparada com São Paulo que possui 7.148 hab./km².
Por sua vez, o número de
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domicílios em 2011 é estimado em 134.187, o que representa uma taxa de ocupação de
3,19 hab./domicílio, indicador médio dentro dos parâmetros brasileiros.
Para efeito de análise de projeções, constata-se que a taxa média de
crescimento verificada no período de 2001- 2011 é de 0,41% ao ano, quando comparada
à evolução demográfica neste período. Outro aspecto importante se refere à distribuição
de renda da população do município, para identificação do comprometimento da renda
familiar com o pagamento dos serviços de saneamento. Nesta primeira análise, leva-se
em conta os dados da renda familiar obtidos nos levantamentos censitários do IBGE,
atualizados para 2011, do valor do salário mínimo vigente em agosto de 2011 e a
mesma estratificação da renda.
De acordo com o gráfico 1, conclui-se que Santos possui 69% da sua população
com rendimento entre 1 e 10 salários mínimos. Por outro lado, São Paulo, a maior
cidade do País, registra uma média de 52%. No entanto, só 22% dos paulistanos
recebem até três salários mínimos, enquanto Santos tem 36% de seus moradores dentro
desta faixa, o que demonstra município com perfil de população com baixa renda,
significando pouca participação na economia.
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Todo esse contexto externo, de ordem política, econômica e social tem orientado
os debates internos à IES em termos de definir os rumos de formação e de qualificação
profissional dos discentes. Toda essa realidade diagnosticada, por meio dos indicadores
mencionados, impõe-nos a urgência de, como parte do sistema educacional brasileiro,
em parceria com a sociedade civil organizada, unir esforços no enfrentamento dos novos
cenários e desafios locais, regionais e nacionais, no sentido de atender imediatamente à
demanda por formação de profissionais qualificados.
Em decorrência, o curso de
Cinema e Audiovisual, de modo geral, tem grandes responsabilidades a assumir frente
ao compromisso de formar profissional com capacidade de realizar leituras de contexto
e agir criticamente no campo da produção cultural em linguagem audiovisual, com
aptidão para contribuir com o desenvolvimento social, produtivo, econômico e ambiental.
De modo específico, o curso de Cinema e Audiovisual do UNIMONTE tem procurado, no
âmbito das políticas de desenvolvimento regional, das políticas educacionais da
instituição e das decisões assumidas internamente por seus colegiados, corresponder a
esse anseio de formação.
Assim, dadas as demandas econômicas, políticas, sociais e ambientais previstas
no contexto regional descrito, tem-se que o contexto educacional de formação dos
profissionais de Cinema e Audiovisual deve lhes possibilitar intervir nessa realidade de
forma competente e ética, atuando nos setores de comunicação e audiovisual, com
vistas a dar sua contribuição profissional para o desenvolvimento da região e do país.
1.3 Justificativa
O curso de Cinema e AudioVisual do UNIMONTE, em sua trajetória, sempre
procurou empreender ações de aprimoramento do Projeto Pedagógico, mantendo
atualizada sua proposta curricular frente às necessidades do mercado local e regional.
Atentos e antecipando-nos ao cenário desafiador que se descortinava para a região.
Tendo como base currículo do curso de Rádio e TV, a equipe docente partiu do
entendimento da necessidade emergente de formar profissionais com visão mais ampla
na área do Audiovisual e não apenas em rádio e televisão, capazes de compreender
criticamente todo esse contexto econômico, sociopolítico e cultural da região, no âmbito,
evidentemente, do desenvolvimento brasileiro e dos processos de globalização da
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economia mundial, cada vez mais alinhados aos princípios do desenvolvimento
sustentável.
Hoje, a produção regional está presente em cinco emissoras de televisão com
transmissão em sistema de sinal aberto, seis emissoras de tv a cabo, quatorze
emissoras de rádio em frequências AM e FM, pelo menos quinze produtoras de cinema e
vídeo e quatro produtoras de áudio, além de provedores de internet e empresas de web
designer. A cidade de Santos também é palco para a realização do festival Curta-Santos
– Festival Santista de Curtas-Metragens, (ocupa o 4º lugar em público no Brasil) que já
caminha para a 11º, e a 7ª Edição do Cinere-se.
No final de 1999 o Unimonte decidiu abrir o curso de Rádio e Tv para atender a uma
forte demanda na formação de profissionais para atuarem no mercado de emissoras de
TV e produtoras de vídeo e áudio, que começou a ficar aquecido meio da década de 90
com a implantação de várias emissoras regionais. Até a criação do curso de Radialismo
em 2000, as funções dos profissionais e estagiários da área de Radio e Tv eram
exercidas por alunos ou egressos dos cursos de Publicidade e Propaganda e
Jornalismo. Era latente a necessidade de termos profissionais com formação específica
para trabalhar nestes veículos e empresas e até para a normatização trabalhista do
setor.
A partir de 2005, com a revitalização do centro histórico de Santos, a cidade passou a
ser cenário de várias produções audiovisuais nacionais como filmes publicitários,
minisséries de TV, longas-metragens e videoclipes. Além disso, muitas iniciativas sociais
ligadas à educação e desenvolvimento de projetos audiovisuais foram atraídas para a
região, como as Oficinas Querô, iniciativa da produtora Gullane Filmes com sede na
cidade de São Paulo, o projeto Gente É Pra Brilhar, iniciativa da produtora Total
Entertainment, com sede na cidade do Rio de Janeiro e o Instituto Arte no Dique, Ong
criada em parceria com o Ministério da Cultura e Instituto Elos. Nessa época, houve um
fortalecimento dos festivais de cinema que já eram realizados na região e a produção
audiovisual local começou a ter novos contornos, diferente da realidade vivida até então,
da produção exclusiva para emissoras de TV e mercado publicitário regional.
Aliando esse novo mercado de produção à tecnologia da convergência de mídias e
formatos, surgiu a iniciativa de transformar o curso de Rádio e Tv em curso de
Bacharelado em Audiovisual, com a possibilidade da formação mais abrangente em
novos formatos e multimeios, atentos sempre às necessidades profissionais de nossa
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região. Com isso, abre-se uma nova frente de trabalho e um novo conceito para a
elaboração de conteúdo para produtos sonoros, audiovisuais e multimídia. Uma
renovação de mercado e mão de obra com uma atuação mais consciente e capacitada
tanto técnica como conceitualmente.
Pela proximidade da capital com a região da Baixada Santista, esse mercado também
aparece como significativa opção para colocação do aluno egresso do curso de Cinema
e Audiovisual no exercício das atividades profissionais.
Neste sentido, dominar os gêneros e linguagens da produção audiovisual, ter a
capacidade de planejar, roteirizar, produzir e orçar produtos audiovisuais, assim como
dirigir, sonorizar e editar, além de compreender os aspectos culturais, éticos,
educacionais e emocionais da produção audiovisual, levando em consideração a
realidade socioeconômica e cultural de seu público alvo, e também a captação e
gerenciamento de verba/ recursos, passaram a constituir, no geral, o conjunto de
competências e habilidades imprescindíveis na formação do profissional de Cinema e
Audio contemporâneo, contempladas no Projeto Pedagógico do Curso de Cinema e
Audiovisual do UNIMONTE. É assim que o PPC tem sido instrumento incorporado ao
cotidiano de nossas práticas, por meio de esforço coletivo para que se torne
naturalmente realidade e atinja seus objetivos. Sua avaliação permanente tem garantido
a eficácia de sua aplicação e gerado a corresponsabilidade de todos os envolvidos neste
processo.
Em síntese, a concepção do Projeto Pedagógico do curso de Cinema e
Audiovisual do UNIMONTE – dos objetivos e perfil de egresso, à matriz curricular –
justifica-se pelo compromisso de contribuir para atender à demanda de formação de
profissional academicamente qualificado, intelectual e profissionalmente autônomo,
capaz de se responsabilizar pela própria aprendizagem, reflexivo, adaptável a novas
situações e exigências sociais e profissionais, apto a lidar com desafios impostos pelas
sociedades contemporâneas, que exigem não só capacidades técnicas, mas também
formação ética e humanística.
14
1.4 Objetivos do curso
1.4.1 Geral
Em uma sociedade de múltiplas linguagens, o objetivo do curso é formar o
profissional da área do Audiovisual que conheça a história da humanidade, sabendo
interpretá-la e estabelecer os elos com a contemporaneidade e as realidades nacionais e
regionais, compreendendo assim a sociedade para poder dialogar e interagir com ela,
por meio da produção de conteúdos conceituais utilizando imagens e som nos mais
diferentes formatos, bem como a desenvolver o gerenciamento e a assimilação de novas
informações, apresentando flexibilidade intelectual e adaptabilidade contextualizada no
trato de situações diversas presentes ou emergentes nos vários segmentos do campo de
atuação do profissional de Cinema e Audiovisual. Por meio de itinerário formativo
interdisciplinar e prático, o curso busca garantir condições para a inserção plena do
estudante no mundo do trabalho, na vida cidadã e de acesso aos meios para continuar
aprendendo,
desenvolvendo-lhes
capacidade
empreendedora
e
criativa
no
encaminhamento de soluções para os problemas da área.
1.4.2 Específicos
Como objetivos específicos, destacam-se: (A) Propiciar formação humanística e
globalizante que capacite o estudante a desenvolver atividades técnico-científicas
próprias do bacharel em Cinema e Audiovisual, atuando profissionalmente de maneira
ética, pautado por princípios de respeito à diversidade étnico-racial, cultural e de gênero,
à gestão sustentável, promovendo os Direitos Humanos em todas as instâncias; (B)
Dotar os alunos de conhecimentos técnicos, teóricos e práticos, de percepção estética e
compreensão conceitual da produção audiovisual; (C) Fornecer as bases conceituais
que fundamente o trabalho intelectual dos alunos em referenciais sólidos e coerentes
com sua realidade; (D)
Estimular a capacidade de interação e reciclagem em um
cenário de constantes mudanças e inovações tecnológicas; (E) Estimular o exercício
constante da criatividade para o desenvolvimento da originalidade da ideia e da
autenticidade da expressão; (F) Despertar e incentivar nos alunos o espírito
empreendedor, incentivando a autonomia e oferecendo informações atualizadas de
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mercado; (G) Estimular, nos alunos, o gosto pelo desenvolvimento da pesquisa e do
conhecimento; (H) Incentivar a interdisciplinaridade.
Os objetivos de formação do curso, em seu escopo, baseiam-se na linha de
formação do bacharel em Cinema e Audiovisual, no bojo da concepção de processo de
ensino aprendizagem pautado pela construção de competências e habilidades
necessárias
ao
desempenho
da
profissão
e
contemplando
questões
sociais
contemporâneas, que incluem diversidade cultural, étnico racial e de gênero,
responsabilidade social, sustentabilidade e promoção dos direitos humanos.
2. Projeto Pedagógico do Curso - Formação
2.1 Perfil do Egresso
É premissa básica do perfil estabelecido formar profissionais capacitados para
enfrentar os desafios decorrentes das transformações da sociedade contemporânea,
ressaltados os aspectos ligados ao mercado profissional nacional e regional, em
transformação. O perfil do egresso considera, sobretudo, o cenário de inserção do
discente que está estabelecido profissionalmente na Região Metropolitana da Baixada
Santista, o que nos leva a considerar todos os setores de atuação do profissional em
audiovisual, voltada para a convergência das mídias, fenômeno que se intensifica com o
surgimento de dispositivos digitais e a inscrição de novas práticas comunicativas:
cinema, televisão, internet e todas as produções que conjugam imagem e som. Enfatizase ainda, nessa perspectiva, questões polêmicas da atualidade, como a ética
profissional, a diversidade e o multiculturalismo, os princípios relacionados aos Direitos
Humanos, temas importantes na abordagem transversal do currículo proposto para o
curso. Com bases nessas premissas, portanto, o curso de Cinema e Audiovisual do
UNIMONTE prevê um conjunto de competências e habilidades que formam o perfil do
egresso desejado.
16
2.2 Competências e Habilidades
Tendo em vista o perfil do egresso pretendido, a formação do bacharel em
Cinema e Audiovisual deve abranger uma consistente base teórica, articulada à
investigação de práticas audiovisuais, com ênfase em conhecimentos específicos dos
campos de atuação.
Nesse sentido, buscar-se-á como habilidades a serem desenvolvidas:
a)
Aspecto pessoal formativo:
Participar efetivamente na construção permanente de uma filosofia e consciência voltada
para o desenvolvimento nacional, com atitudes de defesa e promoção de valores de
nossa cultura, dentro de padrões éticos; desenvolver aptidões críticas e analíticas, diante
dos conceitos apreendidos, ampliando a capacidade de reflexão sobre as condições dos
indivíduos nas sociedades em que vivem; respeitar, interpretar ou transformar a
atmosfera cultural, de forma reflexiva, criativa e crítica; refletir sobre as novas
perspectivas de difusão e re-elaboração da cultura frente às mudanças tecnológicas, que
envolvem a informática, a eletrônica, a automação, a robótica e as telecomunicações;
dominar normas, métodos, técnicas, linguagens e processos usados no campo da
Comunicação, criando, experimentando, interpretando e inovando com o uso das novas
ferramentas tecnológicas.
b)
Aspecto técnico-profissional:
- Dominar os gêneros e linguagens da produção audiovisual, assimilando criticamente os
conceitos que permitam a compreensão das práticas e teorias referente à área.
- Desenvolver o uso constante da criatividade para experimentar novas linguagens e
inovar formatos.
-Ter o domínio técnico, estético, criativo, expressivo e conceitual no momento da
concepção e elaboração dos produtos audiovisuais e sonoros.
-Ter a capacidade de trabalhar em equipe, priorizando a construção coletiva e o
respeitando a pluralidade de pensamentos.
- Ter a capacidade de planejar, roteirizar, produzir e orçar produtos audiovisuais,captar e
administrar verbas referentes destes produtos.
17
- Criar, roteirizar, organizar a produção, dirigir, sonorizar e editar linear e não
linearmente um produto audiovisual.
- Ter a capacidade de atuar nos setores de produção, direção, direção de arte, fotografia,
roteiro, edição de som e de imagens, gestão do audiovisual, entre outras, nos diversos
formatos, aliando conceito, linguagem, estética e análise crítica dos produtos veiculados
em mídias como televisão, cinema, rádio, internet, telefonia celular, entre outros.
- Compreender os aspectos culturais, éticos, educacionais e emocionais da produção
audiovisual, levando em consideração a realidade sócio-econômica e cultural de seu
público alvo.
- Interagir com especialidades diversas referentes aos temas, processos e objetivos
diferenciados em função dos anseios e necessidades da sociedade como educação,
pesquisa
científica,
conscientização,
documentação,
entretenimento,
promoções
culturais e utilizações industriais e comerciais.
- Acompanhar os avanços tecnológicos, organizando-os e colocando-os a serviço da
demanda das empresas e da sociedade, da garantia dos Direitos Humanos, pautando
suas ações nos princípios de inclusão; respeito à diversidade étnico-racial e de gênero;
-Ter responsabilidade ética, poder de reflexão, sensibilidade, apuro estético, respeito às
diversidades.
- Ser comprometido com valores éticos e morais relacionados à diversidade étnico-racial,
cultural e de gênero, aos princípios do desenvolvimento sustentável, vendo-se como elo
na construção de uma sociedade mais justa, igualitária que preserva e promove o
respeito aos Direitos Humanos.
-Ter a capacidade de transitar pelas diversas redes de transmissão de informação e
conhecimento, trabalhando como mediador na relação entre da velocidade tecnológica e
as reais necessidades sociais, culturas, econômicas e política do mundo que o cerca.
-Ter flexibilidade e se manter em constante reciclagem para acompanhar as demandas
sociais e profissionais na área e a velocidade das mudanças tecnológicas
As competências dos egressos do Curso de Bacharelado em Cinema e Audiovisual do
UNIMONTE são:
iniciativa empreendedora;
iniciativa para autoaprendizado e educação continuada;
18
comunicação oral e escrita;
leitura, interpretação e expressão por meios gráficos;
visão crítica de ordens de grandeza;
domínio de técnicas e ferramentas computacionais para a gestão ;
conhecimento da legislação pertinente ao seu campo de atuação profissional;
capacidade de trabalhar em equipes multidisciplinares;
capacidade de identificar, modelar e resolver problemas;
compreensão dos problemas administrativos, socioeconômicos e do meio
ambiente;
compreensão do exercício profissional e ético no contexto das sociedades
complexas, desiguais, multirraciais e pluriétnicas.
capacidade de “pensar globalmente, agir localmente”.
2.3. Organização Curricular
A proposta curricular estabelecida no Projeto Político-Pedagógico Institucional do Centro
Universitário Monte Serrat - UNIMONTE se sustenta em dois pilares: o trabalho coletivo
dos coordenadores, do corpo docente e dos alunos, e o conceito de aprendizagem
significativa
(AUSUBEL,
2002).
Esses
dois
pilares
têm
como
interface
a
interdisciplinaridade. De fato, somente uma elaboração coletiva pode garantir a
efetivação dos processos de atualização das intenções expressas no currículo, também
no sentido de colocar em ação, e promover uma aprendizagem pautada pela construção
e apropriação crítica do conhecimento, ampliada pela necessidade de uma formação que
garanta ao egresso, inserção não só no mercado de trabalho, mas também na vida em
sociedade. É neste âmbito que o ensino pode e deve contribuir para desenvolver as
potencialidades e aumentar as possibilidades de o aluno transformar o que aprende em
comportamentos socialmente significativos.
2.3.1 Eixos de formação / Temas e subtemas de formação
O
conceito
de
aprendizagem
significativa,
ancorado
principalmente
na
contextualização do conhecimento e na atribuição de sentidos a ele, volta-se para a
articulação da teoria com a prática por meio da pesquisa (Programa de Iniciação
19
Científica, Programa de Iniciação Tecnológica, TCC, monografias, etc.) e da extensão;
para a integração dos conhecimentos por meio da interdisciplinaridade; para a
construção de uma relação de sentidos entre o conhecimento e a realidade dos alunos,
A Figura 1 traduz o conceito de aprendizagem significativa e mostra como a
interdisciplinaridade, representada pela Faixa de Moëbius – sinal grego de infinito (∞) se
sobrepõe e permeia as cinco dimensões da aprendizagem significativa, sinalizando a
interatividade, a simultaneidade e a recursividade de todas elas. A Faixa de Moëbius
indica uma sequência sem direção (não-linearidade), sem início nem fim, sem exterior
nem interior, sem frente nem verso e simboliza a ausência de hierarquia e a
descentralização das cinco dimensões e o movimento integrador dos conhecimentos
(EVANGELISTA,
2003).
Esse
movimento
pode
ser
interpretado
como
interdisciplinaridade.
Figura 2: Cartografias da Aprendizagem Significativa (EVANGELISTA, 2003)
Materializando a concepção de Currículo expressa no Projeto Político Pedagógico
Institucional (PPPI), a Matriz Curricular do Curso de Bacharelado em Cinema e
Audiovisual do UNIMONTE, organizada por ciclos modulares de aprendizagem,
fundamenta-se na abordagem de conhecimento em que se reconhece a importância de
todos os componentes curriculares, no sentido de dinamizar o ensino, trazer significado
à aprendizagem, integrar conhecimentos e atribuir uma visão prática à formação
profissional do aluno. A organização curricular por ciclos modulares está, portanto,
20
fundamentada em uma visão interdisciplinar, transversal e transdisciplinar da educação e
dos conteúdos necessários à formação acadêmica, dispostos a partir das competências
e habilidades exigidas para a formação de um egresso. Desse perfil de egresso
desejado, anteriormente descrito, é que se depreendem os eixos de formação que
organizam a matriz curricular do curso, assim estabelecidos: um eixo de formação geral
ou transversal e quatro eixos de formação específica, em torno dos quais se estabelece
um conjunto de atividades e saberes que fundamentam a formação do Bacharel em
Cinema e Audiovisual proporcionando a necessária articulação entre ensino, pesquisa e
extensão. No curso de Cinema e Audiovisual, tendo em vista o perfil do egresso, os
eixos de formação definidos estão descritos a seguir.
O eixo de formação geral ou transversal permeia as atividades acadêmicas,
sejam as realizadas em sala de aula ou fora dela. De caráter mais amplo, é gerador das
linhas de pesquisa (iniciação científica) e das atividades de extensão do curso, através
dos Projetos Integradores, definindo, ainda, a forma de abordagem dos conteúdos em
todas as demais disciplinas da matriz curricular. No curso de Cinema e Audiovisual, o
eixo de formação transversal é:
Formação para cidadania, com o entendimento de que o conhecimento
adquirido para o exercício profissional na área Audiovisual deve ser
aplicado com ética e responsabilidade socioambiental, respeito à
diversidade cultural, étnico-racial e de gênero, sempre em favor da defesa
e da preservação dos direitos humanos.
Os eixos de formação específica (profissional e prática) são as bases de
organização dos ciclos e deles derivam os temas interdisciplinares e os subtemas dos
módulos no interior de cada ciclo. Os temas interdisciplinares partem da concepção de
cada eixo de formação específica, articulando-os com seus módulos. Auxiliam na
discussão tangenciada do conteúdo de cada disciplina, permitindo uma construção mais
ampla e interdisciplinar do saber em toda a proposta curricular, estando assim definidos:
. 1º Ciclo-Formação para Análise Crítica dos contextos e da produção AudioVisual:
Módulo A: Criatividade.
Módulo B: Artes e Humanidades.
21
2º Ciclo- Formação para Responsabilidade e Ética na criação e produção dos
conteúdos e linguagens:
Módulo A: análise Crítica do Audiovisual.
Módulo B: Audiovisual e Cidadania.
3º Ciclo- - Formação para Domínio Técnico, estético, criativo e conceitual na
concepção elaboração e gestão dos produtos audiovisuais
Módulos A : Produção, realização e gestão – produto: curtas.
Módulo B: Produção, realização e gestão – produto: web séries.
Módulo B: Produção, realização e gestão – produto: documentários.
4º
Ciclo
-
Formação
para
Aplicação
prático-teórica
dos
conhecimentos
Audiovisuais – caráter experimental
Módulo A: pesquisa, prática e experimentação – produto: livre.
Os ciclos modulares são os elementos básicos de articulação e de progressão
do processo educativo, constituindo um fluxo contínuo, dentro de um mesmo ciclo e
entre diferentes ciclos. Articulados e integrados pelo eixo de formação geral, os ciclos
configuram unidades pedagógicas autônomas, que dão conta dos seus eixos de
formação específicos, ao qual estão ligados os módulos (cada um dos quais com a
duração de um semestre letivo), formados por componentes curriculares que se reúnem
em torno de um tema (decorrente do eixo específico) que lhes confere certa
identidade/unidade.
Organizados progressivamente, os ciclos são o parâmetro utilizado para se
definirem o avanço das aprendizagens dos alunos, os impedimentos e as possibilidades
de trânsito nos módulos que os constituem. Os módulos que compõem cada ciclo não
são sequenciais, isto é, o aluno pode cursar qualquer um dos módulos no ciclo vigente,
desde que esteja em oferta. Concluídos os módulos do primeiro ciclo, o aluno poderá
matricular-se no módulo do ciclo seguinte, e assim sucessivamente, desde que não
tenha dependência em mais de duas disciplinas no conjunto de módulos do ciclo
anterior, sendo esse o parâmetro que define o grau de flexibilidade da matriz curricular.
22
MATRIZ CURRICULAR
Ciclo 1 – Teoria, História e Humanidades
Módulo
1º
1º
1º
1º
1º
Teoria da Comunicação
Leitura e Interpretação de Textos
Sociedade e Cultura
Linguagem Audiovisual
Trabalho Interdisciplinar Dirigido I
CH total do módulo
Módulo
2º
2º
2º
2º
2º
2º
2º
2º
Arte e Estética
Oficina de textos
Teoria do Cinema
História do Audiovisual
Tecnologia em Audiovisual
Psicologia em Comunicação
Filosofia em Comunicação
Trabalho Interdisciplinar Dirigido II
CH total do módulo
Ciclo 2 – Linguagens, Análise e Produção
Módulo
1º
1º
1º
1º
1º
1º
1º
Módulo
2º
2º
2º
2º
2º
Módulo
1º
1º
1º
1º
1º
1º
Módulo
2º
2º
2º
Oficina de Operação de Câmera e Fotografia
Pesquisa em comunicação
Ética
Analise da Imagem
Economia e Políticas de Audiovisual
Audiovisual Publicitário
Trabalho Interdisciplinar Dirigido III
CH total do módulo
Gêneros e Formatos para Mídias Sonoras
Produção Multimídia
Programação de Tv
Direção em Audiovisual I
Trabalho Interdisciplinar Dirigido IV
CH total do módulo
Ciclo 3 – Produção, Realização e Gestão
Edição Audiovisual
Direção de Fotografia
Produção Audiovisual
Roteiro
Direção de Atores
Locução e Apresentação em Rádio e Tv
CH total do módulo
Animação
Dramaturgia Audiovisual
Trilha Sonora e Sound Desing
CH
80
80
80
80
80
400
CH
40
40
80
40
40
40
40
80
400
CH
80
40
40
80
40
40
80
400
CH
80
80
80
80
80
400
CH
80
80
80
80
40
40
400
CH
80
80
80
23
2º
2º
Direção de Arte e Cenografia
Direção em Audiovisual II
CH total do módulo
Módulo
3º
3º
3º
3º
3º
3º
Direção de Documentário
Videografismo e Finalização
Produção em Mídias Sonoras
Produção Executiva
Marketing do Audiovisual
Oficina de Projetos Culturais
CH total do módulo
Ciclo 4 – Projetos Experimentais
Módulo
1º
1º
1º
1º
1º
1º
Direção Audiovisual (Projeto)
Produção Executiva (Projeto)
Edição e Finalização Audiovisual (Projeto)
Direção de Arte e Cenografia (Projeto)
Metodologia e Fundamentação (Projeto)
Direção de Fotografia (projeto)
CH total do módulo
CH total do Curso
80
80
400
CH
80
80
80
80
40
40
400
CH
80
40
80
40
40
40
320
3120
Nos termos do Decreto Federal nº 5.626 de 2005, o curso oferece a disciplina LIBRAS, em
caráter optativo. O aluno poderá cursá-la em qualquer período do curso, se assim desejar.
Cumpre ressaltar que todos os cursos de Licenciatura ofertam a disciplina LIBRAS regularmente,
conforme preceitua a legislação em vigor.
Resumo Carga horária do curso de CINEMA E AUDIOVISUAL
Carga horária em disciplinas
Atividade Complementar
Total Carga Horária sem LIBRAS
LIBRAS (optativa)
Total Carga Horária com LIBRAS
Horas/aula
3120
264
3384
80
3464
Horas
2600
220
2820
66,66
2886
A educação ambiental é tratada como tema transversal, contínuo e permanente
em disciplinas e nos Projetos Integradores, bem como os demais temas transversais
contemporâneos relacionados à diversidade étnico-racial, multiculturalismo, direitos
humanos e meio ambientes, sob a perspectiva de se desenvolver a autonomia moral e
intelectual do aluno.
2.3.2 CONTEÚDOS CURRICULARES - EMENTAS DAS DISCIPLINAS
24
As ementas das disciplinas, que são desdobradas por cada professor em seus
Planos de Ensino, compõem-se da seguinte forma:
Ciclo 1 – Teoria, História e Humanidades
Módulo 1
Carga Horária: 400 h/a
Teoria da Comunicação - 80 h/a
Abordar os aspectos históricos do surgimento do estudo da comunicação e as
correntes teóricas da comunicação, a indústria cultural e o desenvolvimento do
senso estético e crítico do homem contemporâneo na identificação da construção
do discurso a que está sujeito.
Bibliografia Básica
MATTELART, Michele. História das teorias da comunicação. 12. ed. São
Paulo: Loyola, 2009. 227 p. ISBN 9788515017706
WOLF, Mauro. Teorias da Comunicação. Lisboa: Presença, 1999.
COSTA LIMA, Luiz. Teoria da cultura de massa. São Paulo: Paz e Terra, 2000.
Bibliografia Complementar
GODOI, Christian. Os sentidos da violência: TV, celular e novas mídias. Santos:
Realejo Livros, 2008. 164 p.
CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. 10. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2007.
698 p. ISBN 9788577530366
LOPES, Dirceu Fernandes; TRIVINHO, Eugênio, (Org.). Sociedade mediática:
significação, mediações e exclusão. Santos: Leopoldianum, 2000. 199 p.
LOPES, Maria Immacolata Vassalo de. Pesquisa em comunicação. 9. ed. São
Paulo: Loyola, 2009. 171 p. (Série Comunicação) ISBN 9788515001095
SANTAELLA, Lucia. Culturas e artes do pós-humano: da cultura das mídias a
cibercultura. São Paulo: Paulus, c2003. 357 p. (Coleção comunicação) ISBN
8534921016
Leitura e Interpretação de Textos - 80 h/a
Práticas de leitura e escrita. Ficção e não-ficção. Gêneros e categorias narrativas.
Nova Ortografia e revisão em Língua Portuguesa. Produção de textos dentro do
eixo Comunicação e Sociedade.
Bibliografia Básica
FARACO, Carlos Alberto; TEZZA, Cristovão. Prática de texto: para estudantes
25
universitários. 19. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2010. 300 p. ISBN 9788532608420
FIORIN, José Luiz; SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e
redação. 17. ed. São Paulo: Ática, 2007. 431 p. (Ática Universidade) ISBN
MARCHIONI, Rubens. Criatividade e redação: o que é, como se faz. 5 ed. São
Paulo: Loyola, 2007. 174 p. ISBN 9788515021079
Bibliografia Complementar
CARRERO, Raimundo. Os segredos da ficção: um guia da arte de escrever
narrativas. Rio de Janeiro: Agir, c2005. 335 p. ISBN 8522006555
COMUNICAÇÃO & EDUCAÇÃO.
São Paulo: USP, 2002-2007. Quadrimestral.
ISSN
0104-6829.
DISPONIVEL
EM:
<http://www.revistas.usp.br/comueduc/article/view/42300/45971>
COSTA, Luciano Martins. Escrever com criatividade. 4. ed. São Paulo: Contexto,
2006. 117 p. ISBN 8572441654
KLEIMAN, Angela. Oficina de leitura: teoria e prática. 12. ed. Campinas: Pontes,
2008. 102 p.
MACIEL, Luiz Carlos. O poder do clímax: fundamentos do roteiro de cinema e TV.
2. ed. Rio de Janeiro: Record, 2009. 158 p. ISBN 9788501065179.
Sociedade e Cultura – 80 h/a
Estudo das relações existentes entre a sociedade a cultura, considerando
multiculturalismo; cultura popular e cultura erudita; linguagens e comunicação.
Análise do conceito Sociedade: estrutura social; poder social; ética; trabalho.
Identidade cultural e racial. Diversidade étnica, racial e de gênero. Direitos
Humanos. Estudo dos meios de comunicação e seu papel na construção da
identidade e subjetividade humanas.
Bibliografia Básica
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando:
introdução à filosofia. 2. ed. São Paulo: Moderna, 1993. 395 p. ISBN 8516008266
BUZZI, Arcângelo. Introdução ao pensar: o ser, o conhecimento, a linguagem. 35.
ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2010. 260 p.
COSTA, Cristina. Sociologia: introdução a ciência da sociedade. 3. ed. São Paulo:
Moderna, 2005,416 p. ISBN 8516048101
Bibliografia Complementar
COMUNICAÇÃO E SOCIEDADE.
São Bernardo do Campo: Universidade
Metodista de São Paulo - UMESP,1979-2006. Semestral. ISSN 0101-2657.
DISPONIVEL
EM:
<https://www.metodista.br/revistas/revistasmetodista/index.php/CSO> ACESSO EM 06 DE MAR. 2013
HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. 11. ed. Rio de Janeiro:
DP&A, 2006. 104 p. ISBN 9788574904023
LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. 24. ed. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar, 2009. 117 p. ISBN 9788571104389
SOARES, Ismar. Sociedade da informação ou da comunicação? São Paulo:
Cidade Nova, 1998.
26
SOUSA, Mauro Wilton de. Novas linguagens. São Paulo: Salesiana,2003. 72 p.
(Viva voz) ISBN 8587997289
Linguagem Audiovisual – 80 h/a
Importância da imagem e do som no desenvolvimento do homem. Elementos
básicos da linguagem audiovisual. Relação entre imagens e sons. Enquadramentos,
posicionamentos e movimentos de câmera. Planos objetivos e subjetivos.
Conhecimentos dos elementos e linguagens na narrativa audiovisual.
Bibliografia Básica
EISENSTEIN, Sergei. A forma do filme. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, c2002. 235 p.
ISBN 9788571101128 Número de Chamada: 791.4301 E36f c2002
RODRIGUES, Chris. O cinema e a produção. 3. ed. Rio de Janeiro: Lamparina,
2007. 260 p. ISBN 9788598271354
WATTS, Harris. On camera: o curso de produção de filme e vídeo da BBC. 5. ed.
São Paulo: Summus, 1990. 276 p. (Novas buscas em comunicação; 36) ISBN
9788532303141
Bibliografia Complementar
BONASIO, Valter. Televisão: manual de produção e direção. Belo Horizonte:
Leitura, 2002. 408 p. ISBN 8573584785
REVISTA DE CINEMA. São Paulo: Unica, 2000-. Bimestral. ISSN 1518032ELIN, Larry; LAPIDES, Alan. O comercial de televisão: planejamento e produção.
São Paulo: Bossa Nova, 2006. 391 p. ISBN 8560071008
NICHOLS, Bill. Introdução ao documentário. 5. ed. Papirus, 2010. 270 p.
(Coleção campo imagético) ISBN 8530807855
WATTS, Harris. Direção de câmera: um manual de técnicas de vídeos e cinema.
São Paulo: Summus, c1992. 107 p. ISBN 8532306845
TIDIR I (Trabalho Interdisciplinar Dirigido) – Criatividade – 80h/a
A disciplina deve estimular o aluno a produzir trabalhos acadêmicos que lhe
propiciem o desenvolvimento de um conjunto de competências no campo de sua
futura atuação profissional, por meio de uma aproximação maior entre a realidade
prática e a teoria aprendida em sala de aula
Para tal, faz-se necessária a adoção de uma atitude interdisciplinar, a qual
envolverá o corpo docente e discente em uma mudança no processo de tomada de
decisão frente aos problemas que permeiam as disciplinas envolvidas.
Nesse processo, alunos e professores atuam colaborativamente, pois são coconstrutores do conhecimento, em um movimento que visa a resolução de
problemas comuns às disciplinas.
A sala de aula e qualquer outro ambiente/espaço de aprendizagem, intra-muros
(bibliotecas, laboratórios, auditórios, clínica, agência, espaços de convivência, etc.)
ou extra-muros (cinema, teatro, museus, empresas, portos, hospitais, postos de
saúde, etc.), devem estimular a experiência, a experimentação e a habilidade de
27
problematizar dos alunos
TIDIR I – Desenvolvimento dos processos criativos. Exercitar a originalidade de
idéias, pensamento autoral e a experimentação de novos formatos de comunicação.
Bibliografia Básica
RODRIGUES, Chris. O cinema e a produção. 3. ed. Rio de Janeiro: Lamparina,
2007. 260 p. ISBN 9788598271354
WATTS, Harris. On camera: o curso de produção de filme e vídeo da BBC. 5. ed.
São Paulo: Summus, 1990. 276 p. (Novas buscas em comunicação; 36) ISBN
9788532303141
WOLLHEIM, Richard. A arte e seus objetivos. São Paulo: Martins Fontes, 1994.
231 p. (Colecao A).
Bibliografia Complementar
REVISTA DE CINEMA. São Paulo: Unica, 2000-. Bimestral. ISSN 1518032Revista
Cinética.
ISSN
1983-0343.
DISPONIVEL
EM
<http://www.revistacinetica.com.br/index.html>
DUFRENNE, Mikel. Estética e filosofia. 3. ed. São Paulo: Perspectiva, 2002. 266
p. (Coleção debates, 69) ISBN 8527301369
ELIN, Larry; LAPIDES, Alan. O comercial de televisão: planejamento e produção.
São Paulo: Bossa Nova, 2006. 391 p. ISBN 8560071008
NICHOLS, Bill. Introdução ao documentário. 5. ed. Papirus, 2010. 270 p.
(Coleção campo imagético) ISBN 8530807855
Ciclo 1 – Teoria, História e Humanidades
Módulo 2
Carga Horária: 400 h/a
Arte e Estética – 40 h/a
Oficina de Textos - 40 h/a
Língua, linguagem e fala. A cenografia enunciativa. Texto, discurso e produção de
sentidos. Tipos de texto. Gêneros textuais e discursivos. Modos de organização do
discurso. Mecanismos de coesão. Fatores de coerência. Intertextualidade e
relações intertextuais. Produção de textos.
Bibliografia Básica
FARACO, Carlos Alberto; TEZZA, Cristovão. Prática de texto: para estudantes
universitários. 19. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2010. 300 p. ISBN 9788532608420
FÁVERO, Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais. 11 ed. rev. e atual. São
Paulo: Ática, 2009. 104 p. (Série Princípios 206) Número de Chamada: 410 F273c
2009 - 11 ed.
MARCHIONI, Rubens. Criatividade e redação: o que é, como se faz. 5 ed. São
Paulo: Loyola, 2007. 174 p. ISBN 9788515021079
28
Bibliografia Complementar
COSTA, Luciano Martins. Escrever com criatividade. 4. ed. São Paulo: Contexto,
2006. 117 p. ISBN 8572441654
FARACO, Carlos Alberto; TEZZA, Cristovão. Oficina de texto. 7. ed. Petrópolis:
Vozes, 2009. 319 p. ISBN 9788532628104 Número de Chamada: 410 F219o 2009 7. ed.
FIORIN, José Luiz; SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e
redação. 17. ed. São Paulo: Ática, 2007. 431 p. (Ática Universidade) ISBN
GRANATIC, Branca. Técnicas básicas de redação. 4. ed. São Paulo: Scipione,
2009. 173 p. ISBN 9788526224964 Número de Chamada: 808.0469 G748t 2009 - 4.
ed.
KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. O texto e a construção dos sentidos. 9. ed.
São Paulo: Contexto, 2007. 168 p. ISBN 9788572440684 Número de Chamada: 415
K76t 2007 - 9. ed.
Teoria do Cinema – 80 h/a
Relação entre a expressão audiovisual e os campos da experiência humana: ciência,
arte e vida social. Principais teorias do cinema e do audiovisual e respectivos autores:
Eisenstein, Bazin, Metz, Deleuze. As teorias contemporâneas e as contribuições latino
americanas. Introdução à análise fílmica. Elementos da estética cinematográfica e
audiovisual. Criação e expressão da linguagem cinematográfica.
Bibliografia Básica
RAMOS, Fernão Pessoa (org.). Teoria contemporânea do cinema : pós-estruturalismo
e filosofia analítica. São Paulo: SENAC, 2005, 433p v.1
ANDREW, J. Dudley. As principais teorias do cinema: uma introdução. Rio de Janeiro:
Zahar, 2002. 221 p. ISBN 9788571100688
RAMOS, Fernão Pessoa (Org.). Teoria contemporânea do cinema: documentário e
narrativa ficcional São Paulo: Senac São Paulo, 2005. v. 2 ISBN 8573594233
Bibliografia Complementar
AUMONT, Jacques. As teorias dos cineastas. Campinas: Papirus, 2004, 192p.
EISENSTEIN, Sergei. A forma do filme. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, c2002. 235 p.
ISBN 9788571101128 Número de Chamada: 791.4301 E36f c2002
EISENSTEIN, Sergei. O sentido do filme. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, c2002. 159 p.
ISBN 9788571101074 Número de Chamada: 791.4301 E36s c2002
STAM, Robert. Introdução à teoria do cinema. 4. ed. Campinas: Papirus, 2010. 398 p.
(Coleção Campo Imagético) ISBN 8530807324
VANOYE, Francis; GOLIOT-LÉTÉ, Anne. Ensaio sobre análise fílmica. São Paulo:
Papirus, 2011. 143 p. (Coleção ofício de arte e forma) ISBN 9788530803117
História do Audiovisual - 40 h/a
Estudar a origem, constituição e desenvolvimento do Cinema, do Rádio e da
Televisão no mundo e no Brasil, e sua importância para a construção dos processos
29
sociais e culturais.
Bibliografia Básica
KORNIS, Mônica Almeida. Cinema, Televisão e História. São Paulo: Jorge Zahar,
2008, 68p.
ABRUZZESE, Alberto. O esplendor da tv: origem e destino da linguagem
audiovisual. São Paulo: Studio Nobel, 2006. 211 p. (Coleção Átopos) ISBN
8575530542
NOVOA, Jorge; BARRO, José DAssunção (org.). Cinema - História: teoria e
representações sociais no cinema. Rio de Janeiro: Apicuri, 2008, 326p.
Bibliografia Complementar
BERNARDET, Jean-claude. Cinema brasileiro: proposta para uma história. 2. ed.
rev. e ampl. São Paulo: Cia das Letras, 2009. 333 p. ISBN 9788535915747
BILHARINHO, Guido. Cem Anos de Cinema Brasileiro. Uberaba: Inst. Triangulino
de Cultura, 1997, 216p.
MASCARELLO, Fernando (org.). História do Cinema Mundial. Campinas: Papirus,
2006, 432p.
MATTOS, A.C. Gomes de. Do Cinetoscópio ao Cinema Digital: breve história do
cinema americano. Rio de Janeiro: Rocco, 2006, 236p.
MATTOS, Sérgio. História da televisão brasileira: uma visão econômica, social e
política. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 2002. 247 p. ISBN 8532627498
Psicologia – 40 h/a
Psicologia aplicada à concepção e produção visual e sonora. Semiótica, Psicologia
das cores e das expressões corporais. Conceitos éticos e estudos dos meios
audiovisuais.
Bibliografia Básica
BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes T.
Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. 14. ed. São Paulo Saraiva,
2009 368 p. ISBN 9788502078512
BARROS, Antonio; DUARTE, Jorge; MARTINEZ, Regina Célia (Org.).
Comunicação: discursos, práticas e tendências. São Paulo: Rígel, 2001. 285 p.
KAHHALE, Edna M. Peters et al. (Org.). A diversidade da psicologia: uma
construção teórica. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2011. 304 p. ISBN 9788524908637
Bibliografia Complementar
CAMPOS, Regina Helena de Freitas (Org.). Psicologia social comunitária: da
solidariedade à autonomia. 16. ed. Petrópolis: Vozes, 2010. 179 p. (Psicologia
social) ISBN 9788532616449
FRITZEN, Silvino José. . Treinamento de líderes voluntários. 10. ed. Petrópolis:
Vozes, 2002. 130 p. ISBN 8532608744
HUFFMAN, Karen; VERNOY, Mark; VERNOY, Judith. Psicologia. São Paulo: Atlas,
2003. 814 p. ISBN 8522434727 Número de Chamada: 150 H889p 2003
GADE, Christiane. Psicologia do consumidor e da propaganda. Ed. rev. e atual.
30
São Paulo: EPU, 1998. 269 p. ISBN 8512604905
MELO, José Marques de. História do pensamento comunicacional: cenários e
personagens. São Paulo: Paulus, 2003. 373 p. (Comunicação ).
Tecnologia em Audiovisual – 40 h/a
Meios de registro ópticos, magnéticos e convergências digitais. Novas tecnologias.
Televisão de alta definição. Transmissões digitais de áudio e vídeo. Interatividades
dos veículos de comunicação. Novas Mídias, convergências e novos formatos de
transmissão. Novas diretrizes e legislações.
Bibliografia Básica
GOSCIOLA, Vicente. Roteiro para as novas mídias: do cinema às mídias
interativas. 3. ed. rev. ampl. São Paulo: Senac São Paulo, 2010. 279 p. ISBN
9788573597110
BARBOSA FILHO, André; CASTRO, Cosette; TOME, Takashi (Org.). Mídias
digitais: convergência tecnológica e inclusão social. São Paulo: Paulinas, 2005.
368 p. (Coleção Comunicação-estudos) ISBN 8535615733
CANNITO, Newton. A televisão na era digital: interatividade, convergência e
novos modelos de negócio. São Paulo: Summus, c2010. 263 p. ISBN
9788532306586
Bibliografia Complementar
ARMES, Roy. On video: o significado do video nos meios de comunicação. São
Paulo: Summus, 1999. 267 p. ISBN 8532305814
MARCONDES FILHO, Ciro. Televisão: a vida pelo vídeo. 15. ed. São Paulo:
Moderna, 2000. 119 p. (Coleção polêmica) ISBN 8516001229
PAULA FILHO, Wilson de Pádua. Multimídia: conceitos e aplicações. 2. ed. São
Paulo: LTC, 2011. 368 p. ISBN 9788521617709
VIDEO ZOOM MAGAZINE. São Paulo: Crazy Turkey,2000-. Mensal. ISSN 15173623
SQUIRRA, Sebastião Carlos de M.; SQUIRRA, S.; BECKER, Valdecir (Org.). TV
Digital.Br: conceitos e estudos sobre o ISDB-Tb. São Paulo: Ateliê Editorial, 2009.
282 p. (Coleção azul de comunicação e cultura; 5) ISBN 9788574804552
Filosofia – 40h/a
A construção do pensamento como forma de conhecer a natureza do homem com
ênfase nas principais correntes de pensamento do mundo contemporâneo. Os
filósofos que influenciaram mudanças políticas e sociais do século XX.
Bibliografia básica
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Temas de
filosofia. 2. ed. rev. São Paulo: Moderna, 1998. 256 p. ISBN 8516021653
31
CHAUÍ, Marilena de Sousa. Convite à filosofia. 6. ed. São Paulo: Ática, 1997. viii,
440 p. ISBN 8508058144
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando:
introdução à filosofia. 2. ed. São Paulo: Moderna, 1993. 395 p. ISBN 8516008266
Bibliografia complementar
CHAUÍ, Marilena de Sousa. Introdução à história da filosofia: dos pré-socráticos
a Aristoteles. 2. ed. rev. ampl. São Paulo: Companhia das Letras, 2002. 539 p. ISBN
8535901701
GAARDER, Jostein. O mundo de Sofia: romance da história da filosofia. São
Paulo: Companhia das Letras, 1995. 555 p. ISBN 8571644756
MONSALVO, Diego Almeida. Pensar a história com Nietzsche. São Paulo: LCTE,
2008. 63 p. ISBN 9788598257813
MORRA, Gianfranco. Filosofia para todos. 3 ed. São Paulo: Paulus, 2004. [4]
p. (Filosofia )
NALINI, José Renato. Ética geral e profissional. 7. ed. rev., atual. e ampliada
São Paulo: Revista dos Tribunais, 2009.
TIDIR II (Trabalho Interdisciplinar Dirigido) – Artes e Humanidades 80h/a
A disciplina deve estimular o aluno a produzir trabalhos acadêmicos que lhe
propiciem o desenvolvimento de um conjunto de competências no campo de sua
futura atuação profissional, por meio de uma aproximação maior entre a realidade
prática e a teoria aprendida em sala de aula
Para tal, faz-se necessária a adoção de uma atitude interdisciplinar, a qual
envolverá o corpo docente e discente em uma mudança no processo de tomada de
decisão frente aos problemas que permeiam as disciplinas envolvidas.
Nesse processo, alunos e professores atuam colaborativamente, pois são coconstrutores do conhecimento, em um movimento que visa a resolução de
problemas comuns às disciplinas.
A sala de aula e qualquer outro ambiente/espaço de aprendizagem, intra-muros
(bibliotecas, laboratórios, auditórios, clínica, agência, espaços de convivência, etc.)
ou extra-muros (cinema, teatro, museus, empresas, portos, hospitais, postos de
saúde, etc.), devem estimular a experiência, a experimentação e a habilidade de
problematizar dos alunos.
TIDIR II Apresentar ao aluno os elementos básicos da linguagem audiovisual,
incluindo sensibilização para os universos sonoro e visual, visando a construção de
narrativas a partir de exercícios práticos.
Bibliografia Básica
RODRIGUES, Chris. O cinema e a produção. 3. ed. Rio de Janeiro: Lamparina,
2007. 260 p. ISBN 9788598271354
RAMOS, Fernão Pessoa (org.). Teoria contemporânea do cinema : pósestruturalismo e filosofia analítica. São Paulo: SENAC, 2005, 433p v.1
WATTS, Harris. On camera: o curso de produção de filme e vídeo da BBC. 5. ed.
32
São Paulo: Summus, 1990. 276 p. (Novas buscas em comunicação; 36) ISBN
9788532303141
Bibliografia Complementar
TELA VIVA. São Paulo: Glasberg,2001-. Mensal.
ContemporARTES : Revista de Difusão Cultural. ISSN: 2127-4404. DISPONIVEL
EM <http://revistacontemporartes.blogspot.com.br/p/corpo-editorial.html>
ELIN, Larry; LAPIDES, Alan. O comercial de televisão: planejamento e produção.
São Paulo: Bossa Nova, 2006. 391 p. ISBN 8560071008
NICHOLS, Bill. Introdução ao documentário. 5. ed. Papirus, 2010. 270 p.
(Coleção campo imagético) ISBN 8530807855
WATTS, Harris. Direção de câmera: um manual de técnicas de vídeos e cinema.
São Paulo: Summus, c1992. 107 p. ISBN 8532306845
Ciclo 2 – Linguagens, Análise e Produção
Módulo 1
Carga Horária: 400 h/a
Oficina de Operação de Câmera e Fotografia – 80h/a
Possibilidades e limitações da realização audiovisual em vídeo. Fundamentos
básicos da linguagem audiovisual por meio de exercício prático. Conhecimentos
sobre o funcionamento das câmeras nos diversos formatos. Manuseio de
equipamentos. Técnica Fotográfica: A Luz/ A Objetiva/ O Foco/ O Obturador / O
Diafragma E A Profundidade De Campo Focal/ Os Suportes: O Analógico e o
Digital.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HEDGECOE, John. Novo Manual de Fotografia – Guia Completo para Todos os
Formatos. São Paulo.Ed. Senac, 2005.
ADAMS, Ansel. A câmera. São Paulo. SENAC, 2000
TRIGO, Thales. Equipamento Fotográfico: Teoria e Prática. São Paulo. SENAC,
2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARTHES, Roland; GUIMARÃES, Júlio Castañon (Tradutor). A câmara clara:
nota sobre a fotografia. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980.
FOTOGRAFE MELHOR. São Paulo: Europa,1996-. Mensal. ISSN 14137232
KELBY, Scott. Fotografia digital na prática: volume 2. São Paulo: Pearson
Education, 2009. xvi, 223 p.
SAMAIN, Etienne Ghislain (Org.) . O Fotográfico (2). 2ª. ed. São Paulo: Editora
Senac 2005
VIDEO ZOOM MAGAZINE. São Paulo: Crazy Turkey,2000-. Mensal. ISSN 15173623
33
Pesquisa em Comunicação – 40 h/a
Metodologia do trabalho científico com estudo dos métodos e técnicas da pesquisa
científica. Inclui o aprendizado da sistematização da informação mediante o
desenvolvimento de textos com utilização de normas técnicas.
Bibliografia Básica
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23. ed., rev. e
atual. São Paulo: Cortez, 2007. 304 p. ISBN 9788524913112
LAKATOS, Eva Maria.; MARCONI, Marina de Andrade,. Metodologia científica:
ciência e conhecimento científico, métodos científicos, teoria, hipótese e variáveis,
metodologia jurídica. 5. ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 2007. 312 p. ISBN
9788522447626
ALVES, Rubem. O que é científico? 2. ed. São Paulo: Loyola, 2009. 79 p. ISBN
9788515033157
Bibliografia Complementar
DUARTE, Jorge; BARROS, Antonio (Org.). Métodos e técnicas de pesquisa em
comunicação. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 380 p
KERLINGER, Fred N. Metodologia da pesquisa em ciências sociais: um
tratamento conceitual. São Paulo: EPU, 2007. 378 p.
LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Metodologia e conhecimento científico:
horizontes virtuais. Petrópolis: Vozes, c2007. 119 p. ISBN 9788532634368
LOPES, Maria Immacolata Vassalo de. Pesquisa em comunicação. 9. ed. São
Paulo: Loyola, 2009. 171 p. (Série Comunicação) ISBN 9788515001095
BAUER, Martin W.; GASKELL, George (Org.). PESQUISA qualitativa com texto,
imagem e som: um manual prático. 6. ed. Petrópolis: Vozes, 2007. 516 p.
Ética – 40 h/a
A legislação das telecomunicações, da radiodifusão, cinema e meios audiovisuais.
Normas e leis referentes à profissão de radialista e profissional do audiovisual. Ética
profissional e papel do social deste profissional da comunicação.
Bibliografia Básica
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Temas de
filosofia. 2. ed. rev. São Paulo: Moderna, 1998. 256 p. ISBN 8516021653
CHAUÍ, Marilena de Sousa. Convite à filosofia. 6. ed. São Paulo: Ática, 1997. viii,
440 p. ISBN 8508058144
SOUZA, Herbert José de; RODRIGUES, Carla. Ética e cidadania. 2. ed.
reformulada São Paulo: Moderna, 2007. 72 p. (Coleção polêmica) ISBN
8516045870
Bibliografia Complementar
BARATTA, Alessandro et al. Ética na comunicação. 4. ed. Rio de Janeiro:
34
Mauad, 2008. 190 p. ISBN
BOFF, Leonardo. Ética e moral: a busca dos fundamentos. 6. ed. Rio de Janeiro:
Vozes, 2010. 134 p. ISBN 9788532629173
CARDOSO, Onésimo de Oliveira. Ética da comunicação do moralismo ao
compromisso social. Comunicação e Sociedade, São Paulo , v. 7, 13 , p. 53-58,
jun., 1985
SÁNCHEZ VÁZQUEZ, Adolfo. Ética. 31. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,
2010. 302 p. ISBN 9788520001332
WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo. 3. ed. São Paulo:
Centauro, c2008. 257 p. ISBN 9788588208056
Analise da Imagem – 80 h/a
Introdução e conceitos gerais sobre os diversos tipos de imagem e suas classificações
segundo seus suportes, meios de produção e impacto no receptor enquanto meio de
linguagem
não-verbal.
Reflexão sobre os discursos imagéticos da sociedade contemporânea por meio da
análise de desenhos, pintura, fotografia, cinema, vídeo e imagens digitais.
Bibliografia Básica
SANTAELLA, Lucia; NOTH, Winfried. Imagem: cognição, semiótica, mídia. São Paulo:
Iluminuras, c1997. 222 p. ISBN 8573210567
FRANCASTEL, Pierre. Imagem, visão e imaginação. São Paulo: Livraria Martins
Fontes, 1987. 227 p. (Arte e comunicação 37)
AUMONT, J. A imagem. 15. ed. Campinas: Papirus, 2010. 331 p. (Ofício da arte e
forma) ISBN 8530802349
Bibliografia Complementar
Revista de Linguagem do Cinema e do Audiovisual. Rio de Janeiro: Escola de
Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro – LATEC/UFRJ. ISSN 2316218X.
DISPONIVEL
EM
<http://www.latec.ufrj.br/revistas/index.php?journal=linguagemdocinema&page=issue&op
=current>. ACESSO EM 06 DE MAR. 2013
DELEUZE, Gilles. A imagem-tempo: cinema 2. São Paulo: Brasiliense, 1990. 338 p.
ISBN 8511220283
GOMES FILHO, João. Gestalt do objeto: sistema de leitura visual da forma. 6. ed. São
Paulo: Escrituras, 2004. 127 p. ISBN 8586303577
PARENTE, André (Org.). Imagem-máquina: a era das tecnologias do virtual. Rio de
Janeiro: Editora 34, 1993. 300 p. (Coleção trans) ISBN 8585490276
JOLY, Martine. Introdução a analise da imagem. 7.ed. Rio de janeiro: Papirus, 2004.
Economia e Políticas de Audiovisual – 40 h/a
Reflexão crítica sobre os processos de comunicação a partir da observação dos
aspectos históricos, sociais, culturais e políticos da comunicação de massa em
especial nos veículos de mídia eletrônica.
35
Políticas de concessão. Direitos autorais. Leis de incentivo a produção audiovisual.
Bibliografia Básica
CANNITO, Newton. A televisão na era digital: interatividade, convergência e
novos modelos de negócio. São Paulo: Summus, c2010. 263 p. ISBN
9788532306586
BOLAÑO, César Ricardo Siqueira. Qual a lógica das políticas de comunicação
no Brasil? São Paulo: Paulus, 2007. 124 p. (Questões fundamentais da
comunicação; 10) ISBN 9788534927130
MATTOS, Sérgio. História da televisão brasileira: uma visão econômica, social e
política. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 2002. 247 p. ISBN 8532627498
Bibliografia Complementar
BERTINI, Alfredo. Economia da cultura: a indústria do entretenimento e o
audiovisual. São Paulo: Saraiva, 2008.
COMUNICAÇÃO E SOCIEDADE. São Bernardo do Campo: Universidade Metodista
de São Paulo - UMESP,1979-2006. Semestral. ISSN 0101-2657
COMMUNICARE: revista de pesquisa. São Paulo: Faculdade de Comunicação
Casper Libero,2001-. ISSN 1676-3475
ECONOMIA política das telecomunicações, da informação e da comunicação. São
Paulo: INTERCOM, 1995. [Brasília] CNPq 170 p. (Coleção GT'S INTERCOM 4).
MELEIRO, Alessandra (Org.). Cinema e Mercado. São Paulo: Escrituras/Iniciativa
Cultural, 2009, (Indústria Cinematográfica e Audiovisual Brasileira, vol. III).
Audiovisual Publicitário - 40 h/a
Criação e pré-produção de peças publicitárias para comerciais de TV, cinema e
multimídia. Análise dos briefings de anunciantes, estudo da concorrência e
oportunidades nos veículos. Adequação dos gêneros cinematográficos a diferentes
públicos-alvo. Estimativa de custos para orçamentos de comerciais. Simbolismo e
linguagem publicitária. Propaganda informativa. Storyboard e técnicas de
apresentação da idéia comercial.
Bibliografia Básica
ELIN, Larry; LAPIDES, Alan. O comercial de televisão: planejamento e produção.
São Paulo: Bossa Nova, 2006. 391 p. ISBN 8560071008
BARRETO, Tiago. Vende-se em 30 segundos: manual do roteiro para filme
publicitário. 2. ed. São Paulo: SENAC, 2010. 141 p. ISBN 9788573599497
MUSBURGER, Robert B. Roteiro para mídia eletrônica: TV, rádio, animação e
treinamento corporativo. Rio de Janeiro: Elsevier, c2008. xv, 301 p. ISBN
9788535221178
Bibliografia Complementar
ROBERTS-BRESLIN, Jan. Produção de imagem e som. 2. ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, c2009. ix, 297 p. ISBN 9788535233414
VESTERGAARD, Torben; SCHRODER, Kim. A linguagem da propaganda. 3. ed.
36
São Paulo: Livraria Martins Fontes, 2000. x, 197 p. (Ensino superior ) ISBN
8533612087
PRODUÇÃO PROFISSIONAL: revista de comunicação e técnica audiovisual. São
Paulo: Ferreira & Bento, 2002-. Mensal.
RIBEIRO, Julio et al. Tudo que você queria saber sobre propaganda e ninguém
teve paciência para explicar. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1995. 432 p. ISBN
8522405301
VIDEO ZOOM MAGAZINE. São Paulo: Crazy Turkey,2000-. Mensal. ISSN 15173623
TIDIR III (Trabalho Interdisciplinar Dirigido) - Análise Crítica Audiovisual – 80
h/a
A disciplina deve estimular o aluno a produzir trabalhos acadêmicos que lhe
propiciem o desenvolvimento de um conjunto de competências no campo de sua
futura atuação profissional, por meio de uma aproximação maior entre a realidade
prática e a teoria aprendida em sala de aula
Para tal, faz-se necessária a adoção de uma atitude interdisciplinar, a qual
envolverá o corpo docente e discente em uma mudança no processo de tomada de
decisão frente aos problemas que permeiam as disciplinas envolvidas.
Nesse processo, alunos e professores atuam colaborativamente, pois são coconstrutores do conhecimento, em um movimento que visa a resolução de
problemas comuns às disciplinas.
A sala de aula e qualquer outro ambiente/espaço de aprendizagem, intra-muros
(bibliotecas, laboratórios, auditórios, clínica, agência, espaços de convivência, etc.)
ou extra-muros (cinema, teatro, museus, empresas, portos, hospitais, postos de
saúde, etc.), devem estimular a experiência, a experimentação e a habilidade de
problematizar dos alunos.
TIDIR III - Análise das novas tendências, comerciais ou experimentais, com ênfase
na sua dramaturgia, técnicas, programação (de rádio e TV) e sistemas de
comercialização.
Bibliografia Básica
WATTS, Harris. On camera: o curso de produção de filme e vídeo da BBC. 5. ed.
São Paulo: Summus, 1990. 276 p. (Novas buscas em comunicação; 36) ISBN
9788532303141
RODRIGUES, Chris. O cinema e a produção. 3. ed. Rio de Janeiro: Lamparina,
2007. 260 p. ISBN 9788598271354
MUSBURGER, Robert B. Roteiro para mídia eletrônica: TV, rádio, animação e
treinamento corporativo. Rio de Janeiro: Elsevier, c2008. xv, 301 p. ISBN
9788535221178
Bibliografia Complementar
TELA VIVA. São Paulo: Glasberg,2001-. Mensal.
37
ContemporARTES : Revista de Difusão Cultural. ISSN: 2127-4404. DISPONIVEL
EM <http://revistacontemporartes.blogspot.com.br/p/corpo-editorial.html>
ELIN, Larry; LAPIDES, Alan. O comercial de televisão: planejamento e produção.
São Paulo: Bossa Nova, 2006. 391 p. ISBN 8560071008
NICHOLS, Bill. Introdução ao documentário. 5. ed. Papirus, 2010. 270 p.
(Coleção campo imagético) ISBN 8530807855
WATTS, Harris. Direção de câmera: um manual de técnicas de vídeos e cinema.
São Paulo: Summus, c1992. 107 p. ISBN 8532306845
Ciclo 2 – Linguagens, Análise e Produção
Módulo 2
Carga Horária: 400 h/a
Gêneros e Formatos para Mídias Sonoras – 80 h/a
Conhecimento dos estilos de programação, dos gêneros musicais, das
categorias de programas e da formatação de conteúdos para as mídias
sonoras. Análise da linguagem do rádio e da segmentação de público.
Desenvolvimento das habilidades de criação e pré-produção de material para
veiculação em emissoras AM e FM, bem como para o contexto midiático da
Internet.
Bibliografia básica
HAUSMAN, Carl et al. Rádio: produção, programação e performance. São
Paulo: Cengage Learning, 2010. xiv, 512 p. ISBN 9788522107438
MCLEISH, Robert. Produção de rádio: um guia abrangente de produção
radiofônica. São Paulo: Summus, c1999. 242 p. (Novas buscas em
comunicação 62) ISBN 853230589X
SERRA, Fábio Luis Ferreira. Áudio digital: a tecnologia aplicada à música e
ao tratamento de som. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2002. 142 p. ISBN
8573931914
Bibliografia complementar
CÉSAR, Cyro. Como falar no rádio: prática de locução AM-FM. 10. ed. rev. e
atual. São Paulo: Summus, 2009. 295 p. ISBN 9788532303646
CÉSAR, Cyro. Rádio: a mídia da emoção. 2. ed. São Paulo: Summus, 2005.
229 p. ISBN 9788532308672
ORTIZ, Miguel Ángel; MARCHAMALO, Jesús. Técnicas de comunicação
pelo rádio. São Paulo: Loyola, c2005. 143 p. ISBN 8515031841
PRADO, Magaly. Produção de rádio: um manual prático. Rio de Janeiro:
Elsevier, Campus, c2006. xviii, 182 p. ISBN 8535219364
PRODUÇÃO PROFISSIONAL: revista de comunicação e técnica audiovisual.
São Paulo: Ferreira & Bento,2002-. Mensal.
Produção Multimídia – 80 h/a
38
Noções de informática para a análise, programação, operação de equipamentos e
sistemas na produção e transmissão de produtos audiovisuais. Novas tecnologias e
convergências digitais. Televisão de alta definição. Interatividade. Transmissões
digitais de áudio e vídeo.
Bibliografia Básica
GOSCIOLA, Vicente. Roteiro para as novas mídias: do cinema às mídias
interativas. 3. ed. rev. ampl. São Paulo: Senac São Paulo, 2010. 279 p. ISBN
9788573597110
PAULA FILHO, Wilson de Pádua. Multimídia: conceitos e aplicações. 2. ed. São
Paulo: LTC, 2011. 368 p. ISBN 9788521617709
FOSSATTI, Carolina Lanner. Cinema da Animação - Um Diálogo Ético No Mundo
Encantado Das Histórias Infantis. Ed. Sulina
Bibliografia complementar
PRODUÇÃO PROFISSIONAL: revista de comunicação e técnica audiovisual. São
Paulo: Ferreira & Bento,2002-. Mensal.
CANNITO, Newton. A televisão na era digital: interatividade, convergência e
novos modelos de negócio. São Paulo: Summus, c2010. 263 p. ISBN
9788532306586
FERNANDES, Jacirene de Matos. A multimídia como recurso na relação
educador/aluno. Santos, 2002. 90 p. Dissertação (Mestrado em Educação) Centro Universitário Monte Serrat, 2002
RAO, Kalvala Ramunuja; BOJKOVIC, Zoran S.; MILANOVANOVIC, Dragorad A.
Multimedia comunication systems: techniques, standards, and networks. New
Jersey: Prentice Hall, c2002. 545 p. ISBN 013031398X
SQUIRRA, Sebastião Carlos de M.; SQUIRRA, S.; BECKER, Valdecir (Org.). TV
Digital.Br: conceitos e estudos sobre o ISDB-Tb. São Paulo: Ateliê Editorial, 2009.
282 p. (Coleção azul de comunicação e cultura; 5) ISBN 9788574804552
Programação de Tv – 80 h/a
Análise da formatação e conteúdo das programações veiculadas na televisão.
Comparações de épocas e estilos das grades de programação das TVs abertas e a
cabo; cabeças de rede e afiliadas. Técnicas para a construção de grades de
programação.
Bibliografia Básica
SOUZA, José Carlos Aronchi de. Gêneros e formatos na televisão brasileira. São
Paulo: Summus, c2004. 196 p. ISBN 8532308597
JAMBEIRO, Othon. A tv no Brasil do século XX. Salvador: EDUFBA, 2001. 263 p.
ISBN 8523202366
REIMÃO, Sandra; TEMER, Ana Carolina Rocha Pessoa (Org.). Em instantes:
notas sobre a programação na tv brasileira (1965-1995). São Paulo: Cabral Editora
e Livraria Universitária, 1997. 103 p.
Bibliografia Complementar
39
CANNITO, Newton. A televisão na era digital: interatividade, convergência e
novos modelos de negócio. São Paulo: Summus, c2010. 263 p. ISBN
9788532306586
TELA VIVA. São Paulo: Glasberg,2001-. Mensal.
HOINEFF, Nelson,. TV em expansão: novas tecnologias, segmentação,
abrangência e acesso na televisão moderna. Rio de Janeiro: Record, c1991. 142 p.
MACHADO, Arlindo. A televisão levada a sério. 4. ed. São Paulo: SENAC, 2005.
244 p. ISBN 8573591307
MARCONDES FILHO, Ciro. Televisão: a vida pelo vídeo. 15. ed. São Paulo:
Moderna, 2000. 119 p. (Coleção polêmica) ISBN 8516001229
Direção em Audiovisual I – 80 h/a
O papel do diretor da escolha do tema ao seu desenvolvimento e finalização.
Coordenação de equipe.Definição de estilos e linguagens para imagens e som.
Decupagem técnica do roteiro. Direção de cena e direção de ator. Papel do
assistente de direção e continuista. Problemas e soluções na elaboração, produção
e finalização de um projeto.
Bibliografia Básica
EISENSTEIN, Sergei. O sentido do filme. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, c2002. 159
p. ISBN 9788571101074 Número de Chamada: 791.4301 E36s c2002
RABIGER, Michael. Direção de cinema: técnicas e estética. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2007. xii, 441 p. ISBN 9788535215875
RODRIGUES, Chris. O cinema e a produção. 3. ed. Rio de Janeiro: Lamparina,
2007. 260 p. ISBN 9788598271354
Bibliografia Complementar
Revista
Cinética.
ISSN
1983-0343.
DISPONIVEL
EM
<http://www.revistacinetica.com.br/index.html>
MARNER, Terence St. John. A direção cinematográfica. São Paulo: Martins
Fontes (Distribuidora) [19--]. 177 p. (Arte & comunicação ; 2)
MURCH, Walter. Num piscar de olhos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004. 151 p.
ISBN 9788571107823
PRODUÇÃO PROFISSIONAL: revista de comunicação e técnica audiovisual. São
Paulo: Ferreira & Bento,2002-. Mensal.
WATTS, Harris. Direção de câmera: um manual de técnicas de vídeos e cinema.
São Paulo: Summus, c1992. 107 p. ISBN 8532306845
Trabalho Interdisciplinar Dirigido IV (TIDIR)- Audiovisual E Cidadania – 80 h/a
A disciplina deve estimular o aluno a produzir trabalhos acadêmicos que lhe
propiciem o desenvolvimento de um conjunto de competências no campo de sua
futura atuação profissional, por meio de uma aproximação maior entre a realidade
prática e a teoria aprendida em sala de aula
Para tal, faz-se necessária a adoção de uma atitude interdisciplinar, a qual
40
envolverá o corpo docente e discente em uma mudança no processo de tomada de
decisão frente aos problemas que permeiam as disciplinas envolvidas.
Nesse processo, alunos e professores atuam colaborativamente, pois são coconstrutores do conhecimento, em um movimento que visa a resolução de
problemas comuns às disciplinas.
A sala de aula e qualquer outro ambiente/espaço de aprendizagem, intra-muros
(bibliotecas, laboratórios, auditórios, clínica, agência, espaços de convivência, etc.)
ou extra-muros (cinema, teatro, museus, empresas, portos, hospitais, postos de
saúde, etc.), devem estimular a experiência, a experimentação e a habilidade de
problematizar dos alunos.
TIDIR IV Desenvolvimento de um produto audiovisual com um intuito de promover
alguma iniciativa do Terceiro Setor
Bibliografia Básica
RODRIGUES, Chris. O cinema e a produção. 3. ed. Rio de Janeiro: Lamparina,
2007. 260 p. ISBN 9788598271354
WATTS, Harris. On camera: o curso de produção de filme e vídeo da BBC. 5. ed.
São Paulo: Summus, 1990. 276 p. (Novas buscas em comunicação; 36) ISBN
9788532303141
EISENSTEIN, Sergei. O sentido do filme. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, c2002. 159
p. ISBN 9788571101074 Número de Chamada: 791.4301 E36s c2002
Bibliografia Complementar
TELA VIVA. São Paulo: Glasberg,2001-. Mensal.
REVISTA DE CINEMA. São Paulo: Unica, 2000-. Bimestral. ISSN 1518032ELIN, Larry; LAPIDES, Alan. O comercial de televisão: planejamento e produção.
São Paulo: Bossa Nova, 2006. 391 p. ISBN 8560071008
NICHOLS, Bill. Introdução ao documentário. 5. ed. Papirus, 2010. 270 p.
(Coleção campo imagético) ISBN 8530807855
WATTS, Harris. Direção de câmera: um manual de técnicas de vídeos e cinema.
São Paulo: Summus, c1992. 107 p. ISBN 8532306845
Ciclo 3 – Produção, Realização e Gestão
Módulo 1
Carga Horária: 400 h/a
Edição Audiovisual – 80 h/a
41
Procedimentos e formatos para a captação e edição analógicos digitais de imagem
e som. Seleção de imagens em gravações ou transmissões diretas. Linguagem e
ritmo. Efeitos de transição. Pós-produção.
Bibliografia Básica
MURCH, Walter. Num piscar de olhos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004. 151 p.
ISBN 9788571107823
EISENSTEIN, Sergei. A forma do filme. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, c2002. 235 p.
ISBN 9788571101128 Número de Chamada: 791.4301 E36f c2002
AMIEL, Vicent. Estética da Montagem. Lisboa: Texto & Grafia, 2010.
Bibliografia Complementar
PRODUÇÃO PROFISSIONAL: revista de comunicação e técnica audiovisual. São
Paulo: Ferreira & Bento,2002-. Mensal.
VIDEO ZOOM MAGAZINE. São Paulo: Crazy Turkey,2000-. Mensal. ISSN 15173623
LUCENNA, Luiz Carlos. Como fazer documentários - conceito. Linguagem e
prática de produção. Ed. Summus, 2012.
RODRIGUES, Chris. O cinema e a produção. 3. ed. Rio de Janeiro: Lamparina,
2007. 260 p. ISBN 9788598271354
WATTS, Harris. Direção de câmera: um manual de técnicas de vídeos e cinema.
São Paulo: Summus, c1992. 107 p. ISBN 8532306845
Direção de Fotografia – 80 h/a
Conceitos da luz: natureza, direção e intensidade. Funcionamento e utilização dos
aparelhos óticos das câmeras de vídeo e cinema. Propriedades físico-químicas do
material sensível fotográfico. Propriedades físico-magnéticas, eletrônicas e digitais
do vídeo. Estudo, planejamento e execução de projetos de iluminação.
Conceituação e análise dos diferentes estilos de iluminação. Composição de
quadro. Filtros, equipamentos e acessórios.
Bibliografia Básica
MOURA, Edgar. 50 anos luz, câmera e ação. 4. ed. São Paulo: Senac São Paulo,
2009. 444 p. ISBN 9788573598056
WATTS, Harris. Direção de câmera: um manual de técnicas de vídeos e cinema.
São Paulo: Summus, c1992. 107 p. ISBN 8532306845
BRAUNE, FERNANDO. O cinema e a linguagem fotográfica. IBIS LIBRIS
Bibliografia Complementar
AUMONT, J. et al. A estética do filme. 2.ed. Campinas: papirus, 2002. 310p.
(Ofício de arte e forma)
KEESE, Alexandre. Adobe Photoshop: tratamento & edição profissional de
imagens. São Paulo: Desktop, 2008. 230 p . ISBN 9788561452001
ARCARI, Antonio. A fotografia: as formas, os objetos, o homem. São Paulo:
Martins Fontes, c1980. 199 p.
42
TELA VIVA. São Paulo: Glasberg,2001-. Mensal.
VIDEO ZOOM MAGAZINE. São Paulo: Crazy Turkey,2000-. Mensal. ISSN 15173623
Produção Audiovisual – 80 h/a
Enfoque de estudo: conhecimento de todo o processo de desenvolvimento de um
produto audiovisual, privilegiando o ponto de vista da produção. Concepção,
roteirização, decupagem, orçamento e planejamento técnico operacional.
Administração de recursos, métodos, preparação e execução do plano de produção,
da pré à pós-produção.
Bibliografia Básica
ZETTI, Herbert. Manual de produção de televisão. São Paulo: Cengage Learning,
2011. xxiii, 447 p. ISBN 9788522107469
ROBERTS-BRESLIN, Jan. Produção de imagem e som. 2. ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, c2009. ix, 297 p. ISBN 9788535233414
RODRIGUES, Chris. O cinema e a produção. 3. ed. Rio de Janeiro: Lamparina,
2007. 260 p. ISBN 9788598271354
Bibliografia Complementar
PRODUÇÃO PROFISSIONAL: revista de comunicação e técnica audiovisual. São
Paulo: Ferreira & Bento,2002-. Mensal.
Assossiação Brasileira de produção de obras audiovisuais. MANUAL DE
PRODUÇÃO – APRO. DISPONIVEL EM <www.apro.org.br>
ELIN, Larry; LAPIDES, Alan. O comercial de televisão: planejamento e produção.
São Paulo: Bossa Nova, 2006. 391 p. ISBN 8560071008
RODRIGUES, Chris. O cinema e a produção. 3. ed. Rio de Janeiro: Lamparina,
2007. 260 p. ISBN 9788598271354
WATTS, Harris. On camera: o curso de produção de filme e vídeo da BBC. 5. ed.
São Paulo: Summus, 1990. 276 p. (Novas buscas em comunicação; 36) ISBN
9788532303141
Roteiro – 80 h/a
Desenvolvimento das habilidades de redação aplicadas em roteiros para produção
audiovisual. Criação de roteiros para diferentes gêneros e formatos. Roteiros
publicitários, documentários, ficcionais, videoclipes, programas, vídeos institucionais
e de treinamento.
Bibliografia Básica
GOSCIOLA, Vicente. Roteiro para as novas mídias: do cinema às mídias
interativas. 3. ed. rev. ampl. São Paulo: Senac São Paulo, 2010. 279 p. ISBN
9788573597110
COMPARATO, Doc. Da criação ao roteiro. São Paulo: Summus, c2009. 494 p.
(Biblioteca fundamental de cinema; 4) ISBN 9788532305404
FIELD, Syd. Manual do roteiro: os fundamentos do texto cinematográfico. Rio de
43
Janeiro: Objetiva, 2001. 223 p. ISBN 857302044XX
Bibliografia Complementar
BARRETO, Tiago. Vende-se em 30 segundos: manual do roteiro para filme
publicitário. 2. ed. São Paulo: SENAC, 2010. 141 p. ISBN 9788573599497
MOSS, Hugo. Como formatar o seu roteiro: um pequeno guia de master scenes.
Rio de Janeiro: Aeroplano, 2002. 29 p. ISBN 8586579351
REVISTA DE CINEMA. São Paulo: Unica, 2000-. Bimestral. ISSN 1518032MACIEL, Luiz Carlos. O poder do clímax: fundamentos do roteiro de cinema e TV.
2. ed. Rio de Janeiro: Record, 2009. 158 p. ISBN 9788501065179.
PUCCINI, Sergio. Roteiro de documentário: da pré-produção à pós-produção. 2.
ed. São Paulo: Papirus, 2010. 141 p. (Coleção Campo Imagético) ISBN
9788530808891.
Direção de Atores – 40 h/a
Noções das técnicas de interpretação e expressão corporal para atores.
Responsabilidade e postura de um diretor na preparação e desenvolvimento de
atores na produção audiovisual. Marcação cênica.
Bibliografia Básica
GERBASE, Carlos. Cinema: direção de atores: antes de rodar, rodando, depois de
rodar. Porto Alegre: Artes e Ofícios, 2010. 127 p. ISBN 978857421102
XAVIER, Ismail. O olhar e a cena: melodrama, Hollywood, cinema novo, Nelson
Rodrigues. São Paulo: Cosac Naify, 2003. 381 p. ISBN 8575032313
ASLAN, Odette. O ator no século XX: evolução da técnica, problema da ética. São
Paulo: Perspectiva, 1994. xxi, 363 p. (Estudos; 119) ISBN 9788527303781
Bibliografia Complementar
LUMET, Sidney. Fazendo filmes. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. 205 p. (Artemídia)
ISBN 8532508324.
NIKITA, Paula. Vôo cego do ator no cinema brasileiro: experiências e
inexperiências especializadas. São Paulo: Annablume, Belo Horizonte: FUMEC,
2001. 129 p. (Selo universidade) ISBN 8574192007
STANISLAVSKI, Constantin. A criação de um papel. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 2011. 319 p. ISBN 9788520002674
STANISLAVSKI, Constantin. A preparação do ator. 27. ed. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 2010. 365 p. ISBN 9788520002681
REBECA: Revista Brasileira de estudos de Cinema e Audiovisual. DISPONIVEL
EM: <http://socine.org.br/rebeca/> ACESSO EM 06 DE MAR. 2013
Locução e Apresentação em Rádio e Tv – 40 h/a
Aborda a temática da comunicação humana tanto no nível verbal quanto no não
verbal. Enfoca o processo de produção da voz normal, os cuidados para a
manutenção da saúde vocal e os principais distúrbios que podem acometer os
44
profissionais da voz. A respiração, a ressonância vocal e a articulação dos sons da
fala são também abordadas. Alem disso, enfoca a psicodinâmica vocal no que se
refere aos efeitos comunicativos da expressão corporal, da postura e dos gestos
para a locução e apresentação em radio e TV.
Bibliografia Básica
KYRILLOS, Leny Rodrigues (org). Expressividade: da teoria à prática. Rio de
Janeiro: Revinter, c2005. 325 p. ISBN 8573098996
KYRILLOS, Leny Rodrigues; COTES, Cláudia; FEIJÓ, Deborah. Voz e corpo na
TV: a fonoaudiologia a serviço da comunicação. São Paulo: Globo, c2003. 106 p.
ISBN 8525036315
BARBEIRO, Herodoto. Você na telinha: mídia training na televisão: como usar a
mídia a seu favor. São Paulo: Futura, c2002. 143 p. ISBN 8574131164.
Bibliografia Complementar
FROLDI, Albertina Silva; O'NEAL, Helen Froldi. Comunicação verbal: um guia
prático para você falar em público: testado e aprovado por universitários,
professores, empresários e profissionais preocupados com a expre. São Paulo:
Pioneira Thomson Learning, 1998. 201 p. ISBN 8522101671
WEIL, Pierre; TOMPAKOW, Roland. O corpo fala: a linguagem silenciosa da
comunicação não-verbal. 65. ed. Petrópolis: Vozes, 2009. 288 p. ISBN
9788532602084
PEASE, Allan; PEASE, Barbara. Desvendando os segredos da linguagem
corporal. Rio de Janeiro: Sextante, c2005. 271 p. ISBN 8575421824
POLITO, Reinaldo. Como falar de improviso e outras técnicas de apresentação.
8. ed. São Paulo: Saraiva, 2000. 127 p. ISBN 8502015613
POLITO, Reinaldo. Recursos audiovisuais nas apresentações de sucesso. 7.
ed. rev. atual. São Paulo: Saraiva, 2010. 136 p. ISBN 9788502092129
Ciclo 3 – Produção, Realização e Gestão
Módulo 2
Carga Horária: 400 h/a
Direção de Arte e Cenografia – 80 h/a
Direção de Arte. Desenvolvimento dos conceitos estéticos e artísticos na
elaboração de uma cena. Noções de espaços físicos e geográficos. Adereços,
objetos de cena e figurino. Concepção de cenários orgânicos e virtuais.
Bibliografia Básica
DEL NERO, Cyro. Cenografia: uma breve visita. São Paulo: Claridade, 2008
GOMES FILHO, João. Gestalt do objeto: sistema de leitura visual da forma. 9 ed.
São Paulo: Escrituras, 2007.
ARNHEIM, Rudolf. Arte e percepção visual: uma psicologia da visão criadora:
45
nova versão. 9. ed. São Paulo: Pioneira, c1995. 503 p. (Biblioteca pioneira de arte,
arquitetura, urbanismo) ISBN 8522101485
Bibliografia Complementar
AUMONT, J. A imagem. 15. ed. Campinas: Papirus, 2010. 331 p. (Ofício da arte e
forma) ISBN 8530802349
DONDIS, Donis A. Sintaxe da linguagem visual. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes,
2007. 236 p. (Coleção a) ISBN 8533623828
REVISTA DE CINEMA. São Paulo: Unica, 2000-. Bimestral. ISSN 1518032RATTO, Gianni. Antitratado de cenografia: variações sobre o mesmo tema. 2. ed.
São Paulo: SENAC, 2001. 188 p. ISBN 8573590815
SALLES, Cecilia Almeida. Gesto inacabado: processo de criação artística. 2. ed.
São Paulo: FAPESP, Annablume, c2001. 168 p. ISBN 857419042X
Animação – 80 h/a
Princípios básicos e linguagem da animação. Técnicas: animação plana, espacial,
sem câmara, trucagem, animação informatizada. Foto-filme, desenho animado,
filmes com massa plástica, titulagem. Perspectivas da animação em face das
tecnologias digitais. Efeitos especiais cênicos, holografia. Animação digitalizada.
Bibliografia Básica
CHONG, Andrew. Animação Digital. SP: Bookman, 2011.
LUCENA JÚNIOR, Alberto. Arte da animação: técnica e estética através da
história. 3.ed. São Paulo: SENAC,2011
Aprendendo Autodesk Maya 2010 . Rio de Janeiro : Ciência Moderna, 2012
Bibliografia Complementar
ALMEIDA, Marilane. Criação de animações com o flash: desvende os recursos
desta poderosa ferramenta. São Paulo: Digerati Books, 2007. 126 p. ISBN
9788560480500
MARTINS, Nelson. A imagem digital na editoração: manipulação, conversão e
fechamento de arquivos. Rio de Janeiro: Senac Nacional, c2003. 141 p.
COMUNICAÇÃO E SOCIEDADE.
São Bernardo do Campo: Universidade
Metodista de São Paulo - UMESP,1979-2006. Semestral. ISSN 0101-2657.
DISPONIVEL
EM:
<https://www.metodista.br/revistas/revistasmetodista/index.php/CSO> ACESSO EM 06 DE MAR. 2013
Wells, Paul Desenho Para Animação - Col. Animação Básica 03. Ed. BOOKMAN
VIDEO ZOOM MAGAZINE. São Paulo: Crazy Turkey,2000-. Mensal. ISSN 15173623
Dramaturgia Audiovisual – 80 h/a
Características da ficção e a teoria dos gêneros lírico, épico e dramático. O roteiro
de ficção no rádio, na TV e no cinema: especificidade e formatos. Adaptações para
novos meios. A obra dramática: elementos de dramaturgia audiovisual (tema,
enredo, estrutura, ação, progressão, situação). A personagem. Dramaturgia e
46
sistemas de significação no audiovisual. Narrativas seriadas.
Bibliografia Básica
SEGER, Linda. Arte Da Adaptação. Rio de Janeiro: Bossa Nova, 2007.
SEGER, Linda. Como Criar Personagens Inesquecíveis. Rio Janeiro: BOSSA
NOVA, 2006.
PALLOTTINI, Renata - Dramaturgia De Televisão. São Paulo:MODERNA
EDITORA,1998.
Bibliografia Complementar
SPOLIN, Viola; INGRID, Dormien Koudela (Tradutor). Improvisação para o teatro.
4. ed. São Paulo: Perspectiva, 2001. 349 p. (Estudos (Perspectiva) ; 62)
CAMPOS, Flávio de. Roteiro de cinema e televisão: a arte e a técnica de
imaginar, perceber e narrar uma estória. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2007.
REVISTA DE CINEMA. São Paulo: Unica, 2000-. Bimestral. ISSN 1518032SANDLER, Ellen. Guia Pratico Do Roteirista De Tv BOSSA NOVA, Rio de Janeiro
2008.
TELA VIVA. São Paulo: Glasberg,2001-. Mensal.
Trilha Sonora e Sound Desing – 80 h/a
Criação, análise e produção de som para mídias sonoras e mídias audiovisuais.
Criação de significados com voz, música e ruídos. Histórico da produção de trilhas
sonoras. Música diegética e música incidental. Efeitos sonoros. Função narrativa da
canção na trilha musical.
Bibliografia Básica
RODRIGUEZ, Angel. A dimensão sonora da linguagem audiovisual. São Paulo:
Senac, 2006.
COSTA, Fernando Morais da. O som no cinema brasileiro. Rio de Janeiro:
7Letras, 2008.
Berchmans, Tony. A música do filme: tudo o que você gostaria de saber sobre a
música de cinema. São Paulo: Escrituras, 2006.
Bibliografia Complementar
MÁXIMO, João. A música do cinema - volumes 1 e 2: os 100 primeiros anos. Rio
de Janeiro: Artemídia Rocco, 2003.
PRODUÇÃO PROFISSIONAL: revista de comunicação e técnica audiovisual. São
Paulo: Ferreira & Bento,2002-. Mensal.
REVISTA DE CINEMA. São Paulo: Unica, 2000-. Bimestral. ISSN 1518032ROBERTS-BRESLIN, Jan. Produção de imagem e som. 2. ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, c2009. ix, 297 p. ISBN 9788535233414
SERRA, Fábio Luis Ferreira. Áudio digital: a tecnologia aplicada à música e ao
tratamento de som. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2002. 142 p. ISBN
8573931914.
47
Direção em Audiovisual II – 80 h/a
Conceitos de obra e autoria na área audiovisual. Técnicas e processos de
realização da obra audiovisual. Uso criativo dos vários elementos da linguagem e
da expressão audiovisual. A relação do diretor com o roteiro. Decupagem do roteiro.
Escolha de locações, cenários, elenco, etc.
Bibliografia Básica
RODRIGUES, Chris. O cinema e a produção. 3. ed. Rio de Janeiro: Lamparina,
2007. 260 p. ISBN 9788598271354
EISENSTEIN, Sergei. O sentido do filme. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, c2002. 159
p. ISBN 9788571101074 Número de Chamada: 791.4301 E36s c2002
MASCELLI, JOSEPH V. Os cinco Cs da cinematografia. São Paulo : Summus,
2010.
Bibliografia Complementar
Revista
Cinética.
ISSN
1983-0343.
DISPONIVEL
EM
<http://www.revistacinetica.com.br/index.html>
MARNER, Terence St. John. A direção cinematográfica. São Paulo: Martins
Fontes (Distribuidora) [19--]. 177 p. (Arte & comunicação ; 2)
MURCH, Walter. Num piscar de olhos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004. 151 p.
ISBN 9788571107823
PRODUÇÃO PROFISSIONAL: revista de comunicação e técnica audiovisual. São
Paulo: Ferreira & Bento,2002-. Mensal.
WATTS, Harris. Direção de câmera: um manual de técnicas de vídeos e cinema.
São Paulo: Summus, c1992. 107 p. ISBN 8532306845.
Ciclo 3 – Produção, Realização e Gestão
Módulo 3
Carga Horária: 400 h/a
Direção de Documentário - 80 h/a
História do gênero Documentário no mundo e no Brasil. Diferentes linguagem e
narrativas. Pesquisa, pré-entrevistas, produção, técnicas de entrevista, edição e
finalização.
Bibliografia Básica
LUCENNA, Luiz Carlos. Como fazer documentários - conceito. Linguagem e
prática de produção. Ed. Summus, 2012.
48
NICHOLS, Bill. Introdução ao documentário. 5. ed. Papirus, 2010. 270 p.
(Coleção campo imagético) ISBN 8530807855
RAMOS, Fernão Pessoa. Mas afinal... o que é mesmo documentário. São Paulo:
SENAC, 2008. 447 p. ISBN 9788573596847
Bibliografia Complementar
BERNARDET, Jean-claude. Cineastas e imagens do povo. São Paulo:
Companhia das Letras, 2003. 318 p. ISBN 8535904026
DA-RIN, Silvio. Espelho partido: tradição e transformação do documentário. 4. ed.
Azougue Editorial, 2008. 247 p. ISBN 8588338394
LABAKI, Amir. É tudo verdade: reflexões sobre a cultura do documentário. São
Paulo: Editora Francis, 2005. 317 p. ISBN 8589362507
LINS, Consuelo; MESQUITA, Cláudia. Filmar o real: sobre o documentário
brasileiro contemporâneo. 2. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2011. 94 p. ISBN
9788537800829
REVISTA DE CINEMA. São Paulo: Unica, 2000-. Bimestral. ISSN 1518032Videografismo e Finalização – 80 h/a
O design e importância na linguagem estética e conceitual dos produtos
audiovisuais Discussão e análise dos conteúdos gráficos na televisão, cinema e
internet. Produtos e especificidades técnicas e artísticas. Softwares gráficos para
tratamentos e edição de imagens. Processo de edição e finalização preocupando-se
com o conteúdo e com as ferramentas usadas pelo mercado
Bibliografia Básica
ABREU, Rogério. Design na TV: Pensando Vinheta. Salto: Editora Schoba, 2011.
256 p. ISBN 9788580130850
FARINA, Modesto; PEREZ, Clotilde; BASTOS, Dorinho. Psicodinâmica das cores
em comunicação. 5. ed. rev. e ampl. São Paulo: Edgard Blücher, 2006. xiv, 173 p.
ISBN 9788521203995
AMIEL, Vicent. Estética da Montagem. Lisboa: Texto & Grafia, 2010.
Bibliografia Complementar
TEAM, Adobe Creative. Adobe After Effects CS4: Guia de Treinamento Oficial.
Porto Alegre: Bookman, 2009. 399p. ISBN 8577806340
CANNITO, Newton. A televisão na era digital: interatividade, convergência e
novos modelos de negócio. São Paulo: Summus, c2010. 263 p. ISBN
9788532306586
GOSCIOLA, Vicente. Roteiro para as novas mídias: do cinema às mídias
interativas. 3. ed. rev. ampl. São Paulo: Senac São Paulo, 2010.
PROFESSIONAL PUBLISH. São Paulo: Dabra,1991-2007. Bimestral. ISSN 10388869
VIDEO ZOOM MAGAZINE. São Paulo: Crazy Turkey,2000-. Mensal. ISSN 15173623
49
Produção em Mídias Sonoras – 80 h/a
Redação, produção e edição de conteúdos sonoros para diversar mídias fixas e
móveis. Elaboração de informação para suportes de áudio. A mensagem publicitária
e os formatos comerciais: jingles, spots e outros. Planejamento e roteiro de
programa e podcast. Som para mídias alternativas: outernet, videogames, terminais
de auto-atendimento, recursos de realidade aumentada e e-books.
Bibliografia Básica
HAUSMAN, Carl et al. Rádio: produção, programação e performance. São Paulo:
Cengage Learning, 2010. xiv, 512 p. ISBN 9788522107438
MCLEISH, Robert. Produção de rádio: um guia abrangente de produção
radiofônica. São Paulo: Summus, c1999. 242 p. (Novas buscas em comunicação
62) ISBN 853230589X
SANTAELLA, Lucia. Culturas e artes do pós-humano: da cultura das mídias a
cibercultura. São Paulo: Paulus, c2003. 357 p. (Coleção comunicação) ISBN
8534921016
Bibliografia Complementar
BARBOSA FILHO, André. Gêneros radiofônicos: os formatos e os programas em
áudio. 2. ed. São Paulo: Paulinas, 2009. 158 p. (Coleção comunicação. Estudos)
ISBN 9788535611328
HAUSMAN, Carl et al. Rádio: produção, programação e performance. São Paulo:
Cengage Learning, 2010. xiv, 512 p. ISBN 9788522107438
ORTRIWANO, Gisela Swetlana. A informação no rádio: os grupos de poder e
determinação dos conteúdos. 4. ed. São Paulo: Summus, c1985. 117 p. (Novas
buscas em comunicação ; 3) ISBN 8532302122
PRADO, Magaly. Produção de rádio: um manual prático. Rio de Janeiro: Elsevier,
Campus, c2006. xviii, 182 p. ISBN 8535219364
PRATA, Nair. WEBradio: novos gêneros, novas formas de interação. Florianópolis:
Insular, 2009. 255 p. ISBN 9788574743974
Produção Executiva - 80 h/a
Organização de Produção, Coordenação de Produção, Produção Executiva,
Direção de Produção, Gerência de Produção. Todo o processo de produção: préprodução, desenvolvimento de produção, pós-produção de produtos audiovisuais.
Desenvolvimento prático de projetos audiovisuais.
Bibliografia Básica
WATTS, Harris. On camera: o curso de produção de filme e vídeo da BBC. 5. ed.
São Paulo: Summus, 1990. 276 p. (Novas buscas em comunicação; 36) ISBN
9788532303141
MARTINS, Vinicius Alves Portela. Fundamentos das atividades cinematográfica
e audiovisual. São Paulo: Elsevier, 2012
ELIN, Larry; LAPIDES, Alan. O comercial de televisão: planejamento e produção.
São Paulo: Bossa Nova, 2006. 391 p. ISBN 8560071008
50
Bibliografia Complementar
REVISTA DE CINEMA. São Paulo: Unica, 2000-. Bimestral. ISSN 1518032ABRUZZESE, Alberto. O esplendor da tv: origem e destino da linguagem
audiovisual. São Paulo: Studio Nobel, 2006. 211 p. (Coleção Átopos) ISBN
8575530542
REY, Marcos. O roteirista profissional: TV e cinema. 3. ed. ampl. São Paulo:
Ática, 1997. 138 p. (Fundamentos 50) ISBN 978850806222-5
TELA VIVA. São Paulo: Glasberg,2001-. Mensal.
ZETTI, Herbert. Manual de produção de televisão. São Paulo: Cengage Learning,
2011. xxiii, 447 p. ISBN 9788522107469
Marketing do Audiovisual - 40 h/a
Estudos e medidas que possam determinar estratégias de lançamento sustentação
e relacionamento de produtos audiovisuais no mercado. Análise de mercados da
televisão aberta e por assinatura e do rádio AM e FM Internet e futuros mercados.
Controle de audiências. Criação e elaboração de planos comercias, produtos e
projetos para rádio e tv e empresas do setor audiovisual. Noções de marketing.
Bibliografia Básica
LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Marketing: conceitos, exercícios, casos. 8. ed. São
Paulo: Atlas, 2009. xii, 385 p. ISBN 9788522453979
LUPETTI, Marcélia. Administração em publicidade: a verdadeira alma do
negócio. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010. xix, 210 p. ISBN
9788522107810
KOTLER, Philip; KELLER, Kevin Lane. Administração de marketing. 12. ed. São
Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. 750 p. ISBN 8576050013
Bibliografia Complementar
KOTLER, Philip. Marketing de A a Z: 80 conceitos que todo profissional precisa
saber. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. 251 p. ISBN 8535211659
KOTLER, Philip; ARMSTRONG, Gary. Introdução ao marketing. 4. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2000. 371 p. ISBN 8521611978
TELA VIVA. São Paulo: Glasberg,2001-. Mensal.
VERONEZZI, José Carlos. Mídia de A a Z: conceitos, critérios e fórmulas dos 60
principais termos da mídia. 3. ed. atual. e ampl. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2009. xxii, 344 p. ISBN 9788576052333
WATTS, Harris. On camera: o curso de produção de filme e vídeo da BBC. 5. ed.
São Paulo: Summus, 1990. 276 p. (Novas buscas em comunicação; 36) ISBN
9788532303141
Oficina de Projetos Culturais - 40 h/a
Formatação de projetos e captação. O conceito de packaging de um produto
51
audiovisual. Aprofundamento de aspectos legais da produção, relação com
distribuidores, exibidores e investidores. O financiamento através de leis de
incentivo, captação de recursos e outras formas de financiamento. Elaboração de
um projeto audiovisual
Bibliografia Básica
MACHADO NETO, Manoel Marcondes. Marketing cultural: das práticas à teoria. 2.
ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2005. xxx, 306 p. ISBN
8573934638
MARTINS, Vinicius Alves Portela. Fundamentos das atividades cinematográfica
e audiovisual. São Paulo: Elsevier, 2012
REIS, Ana Carla Fonseca. Marketing cultural e financiamento da cultura: teoria e
prática em um estudo internacional comparado. São Paulo: Pioneira Thomson
Learning, c2003. xx, 313 p. ISBN 8522103054
Bibliografia Complementar
FISCHER, Micky. Marketing cultural: legislação, planejamento e exemplos
práticos. São Paulo: Global, 2002. 118 p. (Contato imediato) ISBN 8526007556
BRASIL. MINISTÉRIO DA CULTURA. LEI ROUANET E FUNDO NACIONAL DA
CULTURA.
DISPONIVEL
EM
<http://www.brasil.gov.br/sobre/cultura/Regulamentacao-e-incentivo/lei-rouanet>
ACESSO EM 06 DE MAR. 2013
MUYLAERT, Roberto. Marketing cultural & comunicação dirigida. 4. ed. São
Paulo: Globo, 1995. 291 p. ISBN 8525011541
Associação Brasileira de produção de obras audiovisuais. MANUAL DE
PRODUÇÃO – APRO. DISPONIVEL EM <www.apro.org.br>
BRASIL. Agencia Nacional do Cinema. MANUAL DO PRODUTOR. Disponível em:
<www.ancine.gov.br>
Ciclo 4– Projetos Experimentais
Módulo 1
Carga Horária: 320 h/a
Direção Audiovisual (Projeto) – 80 h/a
Projeto desenvolvido coletivamente, ou individualmente, orientado durante o
semestre. O trabalho consiste no desenvolvimento de um produto audiovisual, com
escolha livre por parte do aluno em relação ao gênero, formato ou meio de
veiculação ou exibição. A apresentação deve ser feita por um trabalho escrito
(metodologia específica, fundamentação teórica, conceitual e de linguagem,
relatório de produção contemplando todas as etapas do processo) e o produto
desenvolvido em seu formato e mídia específica.
Orientação com ênfase no processo de direção do produto audiovisual
52
Bibliografia Básica
EISENSTEIN, Sergei. O sentido do filme. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, c2002. 159
p. ISBN 9788571101074 Número de Chamada: 791.4301 E36s c2002
MASCELLI, JOSEPH V. Os cinco Cs da cinematografia. São Paulo : Summus,
2010.
RODRIGUES, Chris. O cinema e a produção. 3. ed. Rio de Janeiro: Lamparina,
2007. 260 p. ISBN 9788598271354
Bibliografia Complementar
Revista
Cinética.
ISSN
1983-0343.
DISPONIVEL
EM
<http://www.revistacinetica.com.br/index.html>
MARNER, Terence St. John. A direção cinematográfica. São Paulo: Martins
Fontes (Distribuidora) [19--]. 177 p. (Arte & comunicação ; 2)
MURCH, Walter. Num piscar de olhos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004. 151 p.
ISBN 9788571107823
PRODUÇÃO PROFISSIONAL: revista de comunicação e técnica audiovisual. São
Paulo: Ferreira & Bento,2002-. Mensal.
WATTS, Harris. Direção de câmera: um manual de técnicas de vídeos e cinema.
São Paulo: Summus, c1992. 107 p. ISBN 8532306845
Produção Executiva (Projeto) – 40 h/a
Projeto desenvolvido coletivamente, ou individualmente, orientado durante o
semestre.. O trabalho consiste no desenvolvimento de um produto audiovisual, com
escolha livre por parte do aluno em relação ao gênero, formato ou meio de
veiculação ou exibição. A apresentação deve ser feita por um trabalho escrito
(metodologia específica, fundamentação teórica, conceitual e de linguagem,
relatório de produção contemplando todas as etapas do processo) e o produto
desenvolvido em seu formato e mídia específica.
Orientação com ênfase no processo de direção executiva do produto audiovisual.
Bibliografia Básica
RODRIGUES, Chris. O cinema e a produção. 3. ed. Rio de Janeiro: Lamparina,
2007. 260 p. ISBN 9788598271354
WATTS, Harris. On camera: o curso de produção de filme e vídeo da BBC. 5. ed.
São Paulo: Summus, 1990. 276 p. (Novas buscas em comunicação; 36) ISBN
9788532303141
MARTINS, Vinicius Alves Portela. Fundamentos das atividades cinematográfica
e audiovisual. São Paulo: Elsevier, 2012
Bibliografia Complementar
REVISTA DE CINEMA. São Paulo: Unica, 2000-. Bimestral. ISSN 1518032TELA VIVA. São Paulo: Glasberg,2001-. Mensal.
ELIN, Larry; LAPIDES, Alan. O comercial de televisão: planejamento e produção.
53
São Paulo: Bossa Nova, 2006. 391 p. ISBN 8560071008
NICHOLS, Bill. Introdução ao documentário. 5. ed. Papirus, 2010. 270 p.
(Coleção campo imagético) ISBN 8530807855
WATTS, Harris. Direção de câmera: um manual de técnicas de vídeos e cinema.
São Paulo: Summus, c1992. 107 p. ISBN 8532306845
Edição e Finalização Audiovisual (Projeto) – 40 h/a
Direção de Arte e Cenografia (Projeto) – 40 h/a
Projeto desenvolvido coletivamente, ou individualmente, orientado durante o
semestre. O trabalho consiste no desenvolvimento de um produto audiovisual, com
escolha livre por parte do aluno em relação ao gênero, formato ou meio de
veiculação ou exibição. A apresentação deve ser feita por um trabalho escrito
(metodologia específica, fundamentação teórica, conceitual e de linguagem,
relatório de produção contemplando todas as etapas do processo) e o produto
desenvolvido em seu formato e mídia específica.
Orientação com ênfase no processo de direção de arte do produto audiovisual
Bibliografia Básica
DEL NERO, Cyro. Cenografia: uma breve visita. São Paulo: Claridade, 2008
GOMES FILHO, João. Gestalt do objeto: sistema de leitura visual da forma. 9 ed.
São Paulo: Escrituras, 2007.
ARNHEIM, Rudolf. Arte e percepção visual: uma psicologia da visão criadora:
nova versão. 9. ed. São Paulo: Pioneira, c1995. 503 p. (Biblioteca pioneira de arte,
arquitetura, urbanismo) ISBN 8522101485
Bibliografia Complementar
AUMONT, J. A imagem. 15. ed. Campinas: Papirus, 2010. 331 p. (Ofício da arte e
forma) ISBN 8530802349
DONDIS, Donis A. Sintaxe da linguagem visual. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes,
2007. 236 p. (Coleção a) ISBN 8533623828
REVISTA DE CINEMA. São Paulo: Unica, 2000-. Bimestral. ISSN 1518032RATTO, Gianni. Antitratado de cenografia: variações sobre o mesmo tema. 2. ed.
São Paulo: SENAC, 2001. 188 p. ISBN 8573590815
SALLES, Cecilia Almeida. Gesto inacabado: processo de criação artística. 4. ed.
São Paulo: FAPESP, Annablume, 2009 168 p. ISBN 857419042X
Metodologia e Fundamentação (Projeto) – 40 h/a
Projeto desenvolvido coletivamente, ou individualmente, orientado durante o
semestre.. O trabalho consiste no desenvolvimento de um produto audiovisual, com
escolha livre por parte do aluno em relação ao gênero, formato ou meio de
veiculação ou exibição. A apresentação deve ser feita por um trabalho escrito
(metodologia específica, fundamentação teórica, conceitual e de linguagem,
relatório de produção contemplando todas as etapas do processo) e o produto
54
desenvolvido em seu formato e mídia específica.
Orientação com ênfase no processo de fundamentação e metodologia da parte
escrita do trabalho audiovisual
Bibliografia Básica
WATTS, Harris. On camera: o curso de produção de filme e vídeo da BBC. 5. ed.
São Paulo: Summus, 1990. 276 p. (Novas buscas em comunicação; 36) ISBN
9788532303141
RODRIGUES, Chris. O cinema e a produção. 3. ed. Rio de Janeiro: Lamparina,
2007. 260 p. ISBN 9788598271354
LUCENNA, Luiz Carlos. Como fazer documentários - conceito. Linguagem e prática
de produção. Ed. Summus, 2012.
Bibliografia Complementar
PESQUISA qualitativa com texto, imagem e som: um manual prático. 6. ed.
Petrópolis: Vozes, 2007. 516 p.
SANTOS, A. R. Metodologia Científica: a Construção do Conhecimento. 7ª. ed.
Revisada conforme NBR 14724:2005 Rio de Janeiro: Lamparina, 2007. 190 p. ISBN
9788598271484
ELIN, Larry; LAPIDES, Alan. O comercial de televisão: planejamento e produção.
São Paulo: Bossa Nova, 2006. 391 p. ISBN 8560071008
NICHOLS, Bill. Introdução ao documentário. 5. ed. Papirus, 2010. 270 p.
(Coleção campo imagético) ISBN 8530807855
WATTS, Harris. Direção de câmera: um manual de técnicas de vídeos e cinema.
São Paulo: Summus, c1992. 107 p. ISBN 8532306845
Direção de Fotografia (projeto) – 40h/a
Projeto desenvolvido coletivamente, ou individualmente, orientado durante o
semestre.. O trabalho consiste no desenvolvimento de um produto audiovisual, com
escolha livre por parte do aluno em relação ao gênero, formato ou meio de
veiculação ou exibição. A apresentação deve ser feita por um trabalho escrito
(metodologia específica, fundamentação teórica, conceitual e de linguagem,
relatório de produção contemplando todas as etapas do processo) e o produto
desenvolvido em seu formato e mídia específica.
Orientação com ênfase no processo de direção de fotografia e estética do produto
audiovisual
Bibliografia Básica
WATTS, Harris. On camera: o curso de produção de filme e vídeo da BBC. 5. ed.
São Paulo: Summus, 1990. 276 p. (Novas buscas em comunicação; 36) ISBN
9788532303141
RODRIGUES, Chris. O cinema e a produção. 3. ed. Rio de Janeiro: Lamparina,
2007. 260 p. ISBN 9788598271354
LUCENNA, Luiz Carlos. Como fazer documentários - conceito. Linguagem e
prática de produção. Ed. Summus, 2012.
55
Bibliografia Complementar
VIDEO ZOOM MAGAZINE. São Paulo: Crazy Turkey,2000-. Mensal. ISSN 15173623
PRODUÇÃO PROFISSIONAL:revista de comunicação e técnica audiovisual. São
Paulo: Ferreira & Bento,2002-. Mensal.
ELIN, Larry; LAPIDES, Alan. O comercial de televisão: planejamento e produção.
São Paulo: Bossa Nova, 2006. 391 p. ISBN 8560071008
NICHOLS, Bill. Introdução ao documentário. 5. ed. Papirus, 2010. 270 p.
(Coleção campo imagético) ISBN 8530807855
WATTS, Harris. Direção de câmera: um manual de técnicas de vídeos e cinema.
São Paulo: Summus, c1992. 107 p. ISBN 8532306845
2.4 Práticas pedagógicas formativas previstas (metodologia)
O processo de ensino-aprendizagem exige dos docentes e discentes princípios e
propostas de abertura ao conhecimento do novo, que orientam o planejamento
metodológico dessa construção e seus resultados. As atividades pedagógicas buscam
construir
competências,
resgatando
as
experiências
e
vivências
dos
alunos,
incorporando as teorias ao seu fazer. Elas têm como pressupostos metodológicos a
interdisciplinaridade e a contextualização aplicadas em diversas atividades pedagógicas,
como ciclos de palestras, debates, elaboração de pesquisas, dinâmicas, estudo de
casos, produção e execução de projetos aplicados, aulas dialogadas e exercícios
teórico-práticos específicos.
2.4.1 Aulas expositivas dialogadas
Nessas aulas são apresentados os conceitos e suas aplicações. O docente deve
apresentar ou coordenar a discussão de temas, de forma a construir os conhecimentos
previstos pelas unidades curriculares. A contextualização da exposição ocorre em canal
de mão dupla entre docente e discente, em que professor e aluno trocam experiências e
ampliam seus conhecimentos, num movimento dialógico. O objetivo das aulas
expositivas dialogadas é atingir o adequado domínio do conhecimento teórico, alicerçado
nas práticas dos alunos e no conhecimento aplicado.
2.4.2 Exercícios Práticos
São desenvolvidos exercícios através de trabalhos individuais ou em grupos, que
visam a aprimorar os conhecimentos adquiridos nas aulas expositivas e propiciar uma
56
troca de experiências entre os participantes. Exemplos práticos são utilizados com o
objetivo de estimular a participação dos alunos.
2.4.3 Dinâmicas e Jogos
São utilizados durante as aulas, em todo o decorrer do curso, para desenvolver ou
aperfeiçoar competências dos alunos. Através dessa metodologia, o discente procura
usar a experiência do dia-a-dia como dado para o aprendizado. Configura-se como uma
forma de o aluno reaprender e aprender.
2.4.4 Estudos de caso
Investigação de situações concretas de cunho profissional, relacionada ao campo
de atuação do Administrador, com o intuito de compreender, explorar ou descrever
acontecimentos e contextos complexos, buscando encontrar interações entre fatores
relevantes próprios dessas situações, pretendendo apreender a dinâmica do fenômeno,
do programa ou do processo investigado.
2.4.5 Visitas técnicas
Possibilita ampliar o universo vivencial dos educandos em relação ao território que
será seu futuro campo de atuação profissional, levando-os a compreender o que
constitui a identidade do profissional de Cinema e Audiovisual, ao mesmo tempo em que
instaura o sentimento de pertencimento profissional, algo absolutamente desejável de se
sedimentar para estabelecer compromisso e responsabilidade com a carreira futura, as
visitas técnicas também possibilitam contato prático com os conteúdos vivenciados em
sala de aula. Após a visita, cada aluno produz relatório crítico e analítico sobre a visita,
explicitando a associação da visita com as disciplinas do curso, ou com algum outro
conteúdo mais específico que esteja sendo trabalhado.
Um processo de ensino com essas abordagens didáticas valoriza as experiências
de conhecimento dos alunos (o trabalho, o lazer, a família e os grupos sociais, por
exemplo) e contribui para a reformulação do seu papel como sujeito do conhecimento,
conduzindo o processo de aprendizagem pelo foco na autonomia, na flexibilização e na
57
atribuição de sentidos ao que é aprendido, mobilizando todos os recursos disponíveis
para isso.
Em suma, a abordagem didático-metodológica dos conteúdos, no conjunto das
atividades acadêmicas do Curso de Bacharelado em Cinema e Audiovisual, busca
favorecer o aprimoramento da capacidade crítica dos alunos, do pensar e agir com
autonomia, estimular o desenvolvimento de competências e habilidades profissionais em
um processo permanente e dinâmico, estabelecendo a necessária conexão reflexiva
sobre o si mesmo e a realidade circundante, em especifico com os temas
contemporâneos, como ética, sustentabilidade, diversidade cultural, étnico racial e de
gênero.
2.5 TRABALHO INTERDISCIPLINAR DIRIGIDO
O Trabalho Interdisciplinar Dirigido - TIDIR é uma atividade que tem o objetivo de
alinhar as disciplinas de forma interativa com as competências-chave de cada módulo do
curso. Trata-se de um trabalho que conjuga os conhecimentos teóricos e práticos
aprendidos em cada matéria, o desenvolvimento das competências específicas de cada
módulo e a vivência dos docentes e alunos.
Essa prática pedagógica é uma atividade institucionalizada dos cursos de
Bacharelado do UNIMONTE. A Instituição a percebe e a entende como uma resposta às
suas concepções de aprendizado e ensino.
O TIDIR consiste na promoção de um arranjo no aprendizado que permite
concatenar todos os saberes adquiridos nas várias disciplinas, potencializando esse
conhecimento diretamente para a sua aplicabilidade e apresentando as suas várias
interfaces. Faz-se assim uma relação ensino-pesquisa na busca de resultados efetivos
que devem ser alcançados ao longo do processo de aprendizagem e durante a vida
profissional. O envolvimento direto de todo corpo técnico - coordenadores, professores e
principalmente os alunos - produz uma grande sinergia motivacional que conduz à
potencialização do conhecimento acadêmico e da vivência prática de todo o processo.
A destinação de uma carga horária própria para o projeto, traduzida em uma
unidade curricular por módulo que, consequentemente, terá uma pontuação específica
dentro do processo de avaliação, reforça a lógica de um currículo por competências e
58
constitui-se em um diferencial no processo ensino-aprendizagem. Busca-se incorporar
ao processo pedagógico a prática do aluno como profissional de Cinema e Audiovisual,
permitindo-lhe ser também agente de sua aprendizagem. A incorporação da vivência do
aluno ao processo de ensino ocorre por meio das seguintes estratégias:
- apresentação do tema do semestre pelo tutor ( anteriormente discutida entre os
professores do módulo);
- divisão dos alunos em grupos de trabalhos – 05 a 08 integrantes ;
- escolha de um foco dentro do tema proposto para realização da pesquisa;
- realização de uma proposta de trabalho sob a orientação do tutor;
- finalização do projeto interdisciplinar sob a orientação do tutor;
- apresentação do projeto para banca examinadora;
- validação da interação de todas as disciplinas que contemplam um módulo.
O TIDIR segue cronograma específico, divulgado a cada semestre, formalizado
pelo professor tutor, contendo basicamente:
1 – Eixo/Tema, Modalidade do produto final, Metodologia de Trabalho e Número
de participantes dos grupos para cada Curso/Turma
2 – Estrutura Textual e Formatação Gráfica do Trabalho Escrito
3 – Cronograma de Atividades.
No Bacharelado de Cinema e Audiovisual o trabalho escrito sempre vem
acompanhado de um produto audiovisual que também deve ser apresentado à banca,
composta por professores do próprio curso.
O Manual do Trabalho Interdisciplinar contém diretrizes, informações e formulários
a serem seguidos na construção dos trabalhos.
2.6 AVALIAÇÃO DO RENDIMENTO ESCOLAR - CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
O sistema de avaliação dos alunos do Curso regulamenta-se pelas normas
definidas e resumidas no Guia Acadêmico, distribuído aos alunos no início de cada
semestre e pelos seguintes documentos:
- Estatuto;
59
- Regimento Geral;
- Normas oriundas do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE); e
- Portarias, Resoluções e Instruções Normativas baixadas pela Reitoria e/ou PróReitorias.
Cabe ressaltar que todos os documentos acima se encontram disponíveis para
consulta de toda Comunidade Acadêmica por meio do portal, nos endereços:
- <http://www.unimonte.br/area_restrita_professor>; e
- <http://www.unimonte.br/area_restrita_aluno>>.
A avaliação do desempenho escolar é feita por disciplina, incidindo sobre a
frequência e o aproveitamento escolar, ao longo do respectivo período letivo. O
aproveitamento escolar é avaliado por meio de acompanhamento contínuo do aluno e
dos resultados por ele obtidos nos exercícios e trabalhos escolares práticos, escritos
e/ou orais, durante o período letivo. Entende-se que a avaliação não é um instrumento
de punição ou de constrangimento do aluno visando à sua reprovação, mas de justa
medida do seu desenvolvimento no percurso dos fins da educação e do ensino. Assim,
compete ao professor da disciplina elaborar e aplicar provas, exercícios e trabalhos
escolares de maneira processual e formativa, discutindo os resultados e oferecendo
feedback aos alunos na devolução dos instrumentos aplicados, com vistas ao avanço da
aprendizagem, respeitados os ritmos e estilos individuais, conforme estabelecido no
Projeto Político Pedagógico Institucional.
Durante o semestre letivo, são atribuídos aos alunos 100 (cem) pontos cumulativos,
assim distribuídos:
a) 1ª. etapa: 35 pontos (provas);
b) 2ª. etapa: 35 pontos (provas);
c) Trabalhos: 30 pontos.
A nota da primeira etapa será lançada no sistema no meio do semestre, em data
fixada em calendário. A nota da 2ª. etapa será lançada no final do semestre, também em
data fixada em calendário, junto com os pontos de trabalhos realizados ao longo do
semestre. Dos 30 pontos de trabalhos, 15 pontos serão, obrigatoriamente, atribuídos aos
trabalhos interdisciplinares – TIDIR.
60
Os critérios de aprovação na disciplina, envolvendo simultaneamente a frequência
e o aproveitamento acadêmico, são os seguintes:
- ter frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) nas atividades de ensinoaprendizagem presenciais da disciplina; e
– alcançar média ponderada (MP) igual ou superior a 60 (sessenta) pontos, utilizando-se
o somatório das notas das avaliações da primeira etapa, segunda etapa e trabalhos.
Terá direito a Exame (Prova Alternativa), ao final do semestre letivo, que
substituirá a menor nota obtida em uma das etapas de prova de 35 pontos, o aluno que:
- não alcançar os 60 (sessenta) pontos para a aprovação;
- tiver o mínimo de 75% (setenta e cinco por cento) de frequência; e
- excetuando a menor nota de provas a ser substituída, tiver saldo mínimo de 25 (vinte e
cinco) pontos, resultantes da soma das notas da etapa de provas restante e de
trabalhos, realizados durante o semestre.
A Prova Alternativa abrangerá todo o conteúdo trabalhado na disciplina, até a data
de sua realização. As Provas Alternativas acontecerão nas datas previstas no calendário
acadêmico da Instituição, nos horários estabelecidos pela Coordenação de Curso.
O componente curricular denominado TIDIR será avaliado de 0 (zero) a 100 (cem)
pontos,
segundo
regulamentação
própria,
sendo
considerado
aprovado
neste
componente o aluno que obtiver no mínimo 60 (sessenta) pontos, não havendo
possibilidade de prova alternativa.
O aluno regularmente matriculado que tenha extraordinário aproveitamento nos
estudos, demonstrado por meio de provas e outros instrumentos de avaliação
específicos, e que se julgar em condições de eliminar disciplina(s) de sua grade
curricular por conhecer o conteúdo programático que a compõe, deverá requerer, junto
ao Núcleo de Secretaria da unidade em que o curso é realizado, que lhe seja aplicada a
avaliação comprobatória/ Exame de proficiência (Art. 47 da lei nº 9.394/96), seguindo os
procedimentos descritos na Resolução CEPE 01/2009.
Vale mencionar, ainda, que a metodologia de avaliação de cada uma das
disciplinas passou a contar com a participação colegiada dos outros docentes da
instituição; o estímulo à resolução de atividades em grupo aumentou, visando a uma
61
maior participação de todos os alunos no processo de diálogo, debate e construção do
conhecimento.
2.7 Atividades Acadêmicas Articuladas à Formação
2.7.1 Atividades Complementares
Consideram-se como Atividades Complementares as práticas acadêmicas de
múltiplos formatos não previstas no rol de disciplinas contidas no currículo pleno de cada
curso, visando à flexibilização da sequência curricular de um curso de forma a
possibilitar que o próprio discente trace a sua trajetória de forma autônoma e pessoal.
As Atividades Complementares têm como finalidade: (a) complementar a formação do
aluno, considerando o currículo pedagógico vigente, as diretrizes curriculares e a Lei de
Diretrizes e Bases; (b) ampliar o conhecimento teórico-prático do corpo discente com
atividades extraclasse; (c) fomentar a prática de trabalho entre grupos e a
interdisciplinaridade; (d) estimular as atividades de caráter solidário e cidadão; (e)
incentivar a iniciativa e o espírito empreendedor dos alunos.
Vale destacar, ainda, que todos os ingressantes no Curso de Bacharelado em
Cinema e Audiovisual do UNIMONTE têm a obrigatoriedade de realizar disciplinas de
Nivelamento em Língua Portuguesa e Matemática na condição de Atividades
complementares, equivalentes a 80 horas cada disciplina. São oferecidas gratuitamente
aos discentes utilizando-se ferramentas em EAD preparadas pelo núcleo didáticopedagógico da Diretoria Acadêmica da IES. Também, ao longo do curso, os alunos
visitam empresas, feiras, congressos, seminários ou participam de eventos acadêmicos
internos e externos para vivenciar a prática dos conteúdos abordados em sala de aula.
2.7.2 NEPAV – NÚCLEO EXPERIMENTAL DE PRODUÇÕES AUDIOVISUAIS
Proposto em 2011, sua primeira formação organizada passou a acontecer desde o final
do mesmo ano.
Conta com uma equipe de 03 alunos/estagiários e demais alunos voluntários que
queiram participar do projeto.
62
Seleção : através da análise de currículo e entrevista com a coordenação.
Objetivo: proporcionar aos alunos oportunidade de produzir trabalhos com a finalidade
da experiência prática em todos os processos de produção.
Focalizado na sua principal característica de experimentação, o NEPAV busca
desenvolver novas técnicas e criar projetos paralelos a proposta pedagógica do curso,
que possam agregar à formação dos discentes.
A proposta de produção:
- Produtos audiovisuais para campanhas institucionais em parceria com a JOBs (Agência
Experimental de Comunicação – Curso de Publicidade e Propaganda).
- Vídeos Institucionais para o Unimonte ( divulgação da agenda do campus, registro de
atividades, vídeos-promo, entre outros formatos).
- Produtos AudioVisuais voltados à promoção de causas sociais.
- Calendário Unimonte – através de datas planejadas em parceria com a MARCORP.
- Portfólio eletrônico do NEPAV e JOB´s.
2.7.3 Rádio WEB
Proposta no final de 2010, a Rádio WEB será implantada em 2013. Durante este período
foram feitos os preparativos e estudo para implantação.
A Rádio Unimonte funcionará dentro do estúdio de Rádio, em espaço e com
equipamento exclusivo para a atividade.
A grade de programação está sendo finalizada com o auxílio de professores e alunos.
Transmissão 24 horas.
Objetivos: ser o principal canal de exibição dos trabalhos dos alunos de Cinema e
AudioVisual e Publicidade e Propaganda, ser um espaço para a prática das disciplinas
voltadas ao som, reforçar vinculo com a comunidade acadêmica e expandir este vínculo
através dos alunos. A Rádio Unimonte contará também com as notícias do campus, em
parceria com a MARCORP.
63
A equipe será formada por alunos e supervisionada pela Coordenação e auxílio direto do
NEPAV.
Domínio: Rádio Web Unimonte - Serviço: Promoção Streaming 1: 48kb - 100 ouvintes
01 computador: Intel Core i7 3.80GHz/ 4GB Memória Ram/ HD 1 Tera
TCC – Trabalho de Conclusão de Curso / Projeto Experimental
O Trabalho de Conclusão de Curso – TCC será formulado no 4 º ciclo modular, último
semestre. Os alunos divididos em grupos de no mínimo dois (2) e no máximo cinco (5)
participantes deverão optar pela elaboração de um produto audiovisual e sonoro, tendo a
liberdade da escolha do tema, gênero e formato. Além da apresentação do produto, o
trabalho sempre se converterá num relatório escrito contendo toda pesquisa e
fundamentação sobre tema, formato e linguagens, além de um completo relatório de préprodução, produção e pós produção.
Todas as disciplinas do 4ª, último módulo do curso, são voltadas para orientação de
TCC. Além dos professores orientadores, os alunos são incentivados a uma atitude
autônoma de buscar conhecimento e tirar dúvidas com os outros docentes do curso
dentro das suas especificidades, já que para desenvolver o TCC o aluno deverá utilizar
todo o conteúdo teórico-prático ministrado durante todo curso.
Dentro das datas pré-determinadas no calendário acadêmico da instituição, são
sorteados dias de apresentação, onde cada grupo terá o tempo dividido em
apresentação oral, exibição do produto final e considerações da banca, formada por 3
professores, sendo um deles um dos orientadores. Está previsto também a possbilidade
de participação de um 4º integrante profissional de mercado, convidado pela instituição,
para colaborar através de considerações com base no mercado profissional. Sua
participação não será quantificada em nota. As notas serão única e exclusivamente
atribuídas pela banca docente.
A partir da definição da data de apresentação os alunos deverão entregar a parte escrita
uma semana antes e o produto audiovisual no formato de DVD cinco dias antes da data.
Os grupos são avaliados em diversos quesitos e são aprovados os que obtiverem média
acima de 60 pontos no total, sendo a nota total 100, composta por: 30 pontos atribuídos
64
pelo professor de cada disciplina ( avaliação processual ) e 70 pontos na banca, de
acordo com regulamento próprio do curso e ficha de avaliação.
PARTICIPAÇÃO EM PRÊMIOS
CURTA SANTOS
Festival de curtas e vídeo clipes criado em 2002, atrai a cada ano um maior número
maior de participantes, evento já consagrado regionalmente e com destaque nacional.
Além das mostras, a programação inclui oficinas, palestras e outras atividades culturais.
No ano de 2012 na categoria Olhar Caiçara, o UNIMONTE conquistou 9 dos 10 prêmios:
Melhor Curta Ficção: “Pique-Esconde” de Eduardo Ferreira e Thiago Campos – exalunos de RTV, trabalho acadêmico.
Melhor Curta Documentário: ”Um minuto de silêncio” de Neurilan Ribeiro – ex aluna de
RTV, foi o seu TCC.
Direção: Igor Porta e Ricardo Bueno por “O Plano” – ex-alunos de RTV, foi o TCC.
Roteiro: Letícia Pacheco por “Pique-Esconde” – ex aluna de RTV, foi o seu TCC.
Fotografia: Danilo Pimentel e Igor Porta por “O Plano”
Montagem: Roberta Lapetina por “À Mesa” – aluna de Cinema e AudioVisual
Atriz: Gabriella Drummond por “O Plano” – aluna de Cinema e AudioVisual
Menção Honrosa - Prêmio Especial do Juri: Pela excelência do resultado, pela
capacidade de coleta de elementos cênicos num ambiente de produção adverso, o júri
concedeu menção honrosa à direção de arte do filme “Pique-Esconde”.
Melhor Curta – Escolha do Público: “5ª. Vítima” (28.805 votos) – curta produzido para
trabalho acadêmico por alunos de Cinema e AudioVisual.
Na categoria Videoclipe Caiçara, o prêmio de direção foi para Bruno Santoni por
“Importância” – ex aluno de RTV, hoje proprietário da Santoni Filmes.
FESTVÍDEO 2013
65
Evento organizado pela APP Ribeirão desde 1990, com objetivo de reconhecer o talento
dos produtores e criadores, dos melhores vídeos publicitários do país.
O NEPAV em parceira com a JOB´s (Agência Experimental do curso de PP) conquistou
a medalha de ouro na categoria universitário, com o filme sobre doação de órgãos “Sua
melhor decisão ficará na memória”.
2.7.4 PROJETOS DE PESQUISA E EXTENSÃO
Com o foco de reafirmar a extensão universitária no processo acadêmico, que
interage com a comunidade e atende às necessidades sociais emergentes, o Centro
Universitário
Monte
Serrat
–
UNIMONTE
prioriza
as
práticas
voltadas
ao
desenvolvimento sustentável e da melhoria da qualidade de vida dos cidadãos.
O UNIMONTE, atendendo às características regionais e principalmente à
identidade já construída nos vários projetos trabalhados junto à comunidade, priorizará
as seguintes áreas:
Fundação Arquivo e Memória de Santos – FAMS – Parceria com a Fundação ligada a
Prefeitura Municipal de Santos. – Desde 2008, com o curso de RTV.
Viabilização técnica e operacional das entrevistas e posterior edição para o Projeto de
Memória Oral da FAMS coordenado pela professora, doutora em História Oral pela
Universidade de São Paulo, Sonia de Freitas.
A partir de 2009, uma então aluna do curso de RTV tronou-se estagiária do FAMS,
assumindo a responsabilidade técnica, antes da equipe do estúdio. Hoje, a egressa do
curso é funcionária do FAMS – Érika Alves de Almeida e continua a frente do projeto
junto da equipe formada por mais dois profissionais.
O Projeto História Oral visa criar um panorama da cidade de Santos através da biografia
oral dos entrevistados. Até hoje foram gravadas mais de 200 entrevistas com políticos,
empresários, esportistas, atores e demais formadores de opinião.
Projeto Querô - desde 10/03/2011
66
O projeto Oficinas Querô tem por objetivo o desenvolvimento de oficinas de audiovisual a
adolescentes pertencentes às comunidades de baixa renda das cidades de Santos, São
Vicente, Guarujá e Praia Grande, com a apresentação do universo da produção
audiovisual, desde a formatação e o planejamento de um projeto, até sua produção,
finalização e lançamento.
O projeto realizar-se-á através da oferta de oficinas BÁSICAS E AVANÇADAS, onde
entre 35 a 40 adolescentes ( 15 a 18 anos) recebem especialização em diversas áreas
do audiovisual e realizam obras audiovisuais. No desenvolvimento das atividades
também são discutidos temas de cidadania, direitos da criança e do adolescente,
empreendedorismo, entre outros, como forma de oferecer ferramentas para serem
aplicadas no desenvolvimento pessoal de cada um visando a busca pelo mercado de
trabalho.
A organização, o direcionamento e toda a responsabilidade pela produção das Oficinas
Querô, cabem ao Instituto Querô, sendo norteados por metodologias do Unicef, parceiro
institucional do Projeto, sem qualquer interferência ou responsabilidade da UNIMONTE
quanto ao conteúdo ou desenvolvimento das atividades, competindo a esta, unicamente
a cooperação acordada. Muitos professores do curso de Cinema e AudioVisual são
convidados pelo Querô para serem facilitadores nas oficinas.
Compete a UNIMONTE sediar as atividades de produção audiovisual, formação do olhar,
roteiro, gravações em estúdio e informática, integrantes do projeto. A equipe do Núcelo
Audiovisual da Unimonte será convidada a participar de encontros com corpo técnico do
Instituto Querô para o aprimoramento das atividades e interação de todos os parceiros
do projeto.
Locais cedidos para as atividades:
Laboratório de Informática, com internet livre e programas compatíveis com o curso
(Word, Excell, Power Point, Internet, Photoshop e Corel Draw);
Auditório ou sala de aula com multimídia (data show, telão e DVD);
Laboratório MAC de edição para aulas práticas;
Ilhas de Edição de Audio e Vídeo.
Estúdio audiovisual para aulas práticas;
67
Todas as atividades sediadas na UNIMONTE irão ocorrer no período da tarde (14h às
18h) durante toda a semana, mediante agendamento prévio de data, horário e espaço,
conforme disponibilidade da UNIMONTE.
Compete ao Instituto assegurar a citação do nome da UNIMONTE, como empresa
PARCEIRA do projeto Oficinas Querô, em possíveis materiais de divulgação que
venham a ser confeccionados após a assinatura do presente Termo de Cooperação,
bem como nos créditos de abertura das obras cinematográficas realizadas pelos jovens
do projeto, site, etc.
A partir de 2013, estão planejadas também troca de experiências entre os alunos do
Unimonte e do Querô, através da exibição de seus trabalhos audiovisuais e debates
sobre as obras. A possibilidade de um concurso envolvendo os alunos conjuntamente
também está sendo avaliada.
2.8 Apoio ao Discente
Sempre que necessário, os professores disponibilizam o tempo durante o
intervalo das aulas para o atendimento aos alunos.
O apoio pedagógico aos discentes é dado pelo coordenador do curso, em conjunto
com o Núcleo Acadêmico, que reservam e divulgam horas e dias da semana destinados
exclusivamente para atendimento aos alunos. Estas horas servem para atendimento dos
alunos na interface aluno-instituição no sentido de promover o sucesso de ensinoaprendizagem dos alunos e na integração de sua vida acadêmica. Uma das atribuições
mais importantes do coordenador é orientar e auxiliar os alunos para a resolução de
problemas acadêmicos e de relacionamento interpessoal que interferem no processo de
aprendizagem, desenvolvimento pessoal e profissional. A IES, através dos docentes,
coordenador e Núcleo Acadêmico e de Estágios, proporcionam, quando necessário,
apoio aos discentes. São atribuições do Coordenador perante o corpo discente:
- identificar e minimizar as lacunas que os alunos trazem de sua formação anterior,
promovendo mecanismos de nivelamento e oferecendo condições para aprendizagens
significativas;
- identificar e minimizar os problemas de ordem que interfiram na aprendizagem;
68
- encontrar alternativas para os problemas de ordem financeira e outro que
impossibilitam, muitas vezes, a permanência nos cursos em que lograram obter acesso,
reduzindo os casos de evasão;
- oferecer um acolhimento especial aos alunos novos, ingressantes por processo seletivo
ou por transferência, viabilizando sua integração ao meio acadêmico;
- incluir os alunos com necessidades educacionais especiais advindas de deficiências
físicas, visuais e auditivas, através de ações específicas;
- propor atividades extraclasses que envolvam a cultura, criatividade, esporte e lazer;
- fazer encaminhamento psicológico/médico em casos que exijam acompanhamento e
tratamento específico;
- atuar junto à equipe pedagógica, orientando o docente quanto à compreensão de
comportamentos advindos de condições adversas, que possam influenciar no processo
de ensino-aprendizagem;
- propor atividades, reflexões e aperfeiçoamento ao docente, visando à educação
continuada de sua didática, métodos e técnicas de ensino.
2.8.1 NÚCLEO DE ESTÁGIOS
O Núcleo de Estágios, focado na integração do processo acadêmico e o
desenvolvimento profissional, desenvolve atividades que permitem a criação de um
plano de ação, para que o aluno possa viabilizar os seus projetos pessoais e
profissionais, de acordo com a necessidade do mercado de trabalho.
Para desenvolver este trabalho, a equipe do Núcleo de Estágios mantém inúmeras
parcerias com empresas de todos os segmentos da região metropolitana da Baixada
Santista, a fim de promover a captação e divulgação de novas oportunidades de estágios
e empregos. Os parceiros incluem escolas de idiomas e Universidades nacionais e
internacionais, Órgãos de Relações Internacionais, Agências de Intercâmbios e Câmaras
de Comércio.
Este setor tem bastante proximidade com a coordenação do curso e é o local para
onde os alunos de Cinema e Audiovisual , interessados em fazer estágio extracurricular,
são encaminhados. O setor tem uma parceria exclusiva com o www.vagas.com.br para a
divulgação de vagas de estágio e emprego. Está localizado no terceiro andar do Bloco
Central, telefone (13) 3228-2047, e-mail [email protected] Há, também, um blog,
69
que divulga vagas e pública orientações gerais sobre carreira e emprego.
http://carreiraunimonte.blogspot.com/.
2.8.2. REGISTRO E CONTROLE ACADÊMICO
O Centro de Atendimento ao Aluno (CAA) é o órgão administrativo-acadêmico mais
próximo do aluno para seus contatos com a Instituição e para informações sobre sua
vida escolar. Além da possibilidade do atendimento presencial, todos os processos dos
registros e dos fluxos acadêmicos estão plenamente informatizados e os alunos têm à
disposição a ferramenta SOL – Sistema On-Line,
por meio da qual podem operar os seguintes serviços gerais:
•
Realização de matrícula e rematrícula;
•
Protocolos acadêmicos: expedição de históricos escolares, atestados, certidões e
declarações e outros;
•
Consulta aos planos de ensino e planos de aula das disciplinas;
•
Consulta a notas e faltas, horários, calendário das avaliações;
•
Acesso e impressão de materiais didáticos disponibilizados pelos professores;
•
Informações e serviços financeiros: bolsas e convênios, acordos on-line, situação
financeira, taxas de requerimento, 2ª. via de boleto e outros.
Horário de atendimento
O atendimento pode ser feito por telefone (call-center), on-line pelo portal
http://www.unimonte.br, ou pessoalmente, na Central de Atendimento ao Aluno (CAA),
localizado no campus Vila Mathias, de segunda a sexta-feira, das 9h às 21h; aos
sábados, das 8h às 14h.
2.8.3 TIPOS DE BOLSAS DE ESTUDO E FINANCIAMENTO
A Instituição oferece aos seus alunos vários tipos de bolsas e financiamento:
- Programa Universidade para Todos - ProUni;
- Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior - FIES;
70
- Pra Valer;
- Monitoria;
- Mérito;
- Pesquisa; e
- Estágio.
O regulamento para a participação desses benefícios está disponibilizado nos
órgãos competentes da Instituição ou através do site da Instituição www.unimonte.br
onde o aluno encontra as informações sobre inscrições, documentação necessária,
datas, percentual de desconto, etc.
2.9 Avaliação Institucional
A Avaliação Institucional é um mecanismo que contribui para que a Instituição
responda às demandas da sociedade e da comunidade acadêmica, bem como possa
assegurar-se dos rumos assumidos pelos seus cursos respectivos projetos pedagógicos.
Dessa forma, a avaliação torna-se fator de adequação de processos e produtos às
necessidades da sociedade em seus diferentes aspectos: político, econômico e de
coesão social, entre outros. Somente à luz de um processo permanente de avaliação é
possível garantir a flexibilização dos cursos e permitir a adequabilidade do
desenvolvimento acadêmico à realidade na qual se insere a Instituição.
O atendimento deste propósito, como já exposto no Programa Permanente de
Avaliação Institucional,requer “a participação de todos os atores que formam a
instituição, a atitude democrática que deve presidir todos os momentos previstos no
processo de avaliação e a dimensão de accountability, que sugere sistema de mútua
responsabilidade entre todos os que integram para a realização do objetivo-fim da
Instituição”. Os princípios da democratização e da participação consciente no processo
de avaliação só serão atingidos se, desde o início, houver uma postura de
profissionalismo, de visão da avaliação não como instrumento de punição, e sim de
construção conjunta de um espaço crítico, de contestação, de análise e de trabalho
coletivo.
71
Sabemos que diferentes trajetórias dão origem a diferentes concepções e
procedimentos de avaliação nas Instituições de Ensino Superior: a missão da Instituição,
os seus propósitos e os seus objetivos determinam o tipo de avaliação que deve ser
conduzida. Por isto, consideramos que avaliar é um procedimento amplo. Avaliar uma
Instituição é compreender sua finalidade, os projetos, a missão, o clima, as pessoas, as
relações sociais, a dinâmica dos trabalhos, a disposição geral, os grupos hegemônicos,
os anseios, os conflitos, os valores, as crenças, os princípios, a cultura da Instituição.
Avaliar é um empreendimento ético e político: cada Instituição tem seus valores e cada
avaliação tem suas próprias indagações e propósitos.
Não existe um modelo pré-estabelecido que possa ser utilizado de forma geral,
como se o que se pretende avaliar fosse sempre e em todo lugar a mesma coisa. Da
mesma forma como não há um modelo único de universidade, não há um modelo de
avaliação pronto e acabado. É necessário reafirmar que cada uma das Instituições de
Ensino Superior tem sua própria estrutura, e cada processo avaliativo, as suas próprias
indagações.
Acredita-se que, neste enfoque, avaliar uma instituição não significa encontrar um
mecanismo que fundamente punições ao objeto avaliado, mas sim criar um processo
que exige questionamento e reflexão sobre as ações praticadas para que se possa levar
à correção e aos redirecionamentos desejados. Trata-se de um permanente processo de
aprendizagem organizacional para que possa haver crescimento em qualidade. A busca
da qualidade deve ser vista pelo seguinte ângulo: qualidade como compromisso da
universidade com a sociedade. Aceitar a avaliação envolve uma atitude de seriedade e
compromisso político no que se está fazendo. Pressupõe-se, portanto, que qualquer que
seja o processo de melhoria nas dimensões da busca da qualidade, não se pode
prescindir do aprimoramento efetivo dos processos acadêmicos, estando implícitas as
questões de avaliação de suas ações, propostas, gestão e de seus aspectos estruturais.
Avaliar é importante para impulsionar um processo criativo de autocrítica, ou seja,
pode determinar o potencial da Instituição, o diagnóstico dos principais problemas e o
fornecimento de elementos para a tomada de decisões que conduzam às mudanças e às
transformações necessárias.
A avaliação não pode ser utilizada como instrumento de punição e premiação e sim
como ferramenta vital pra a transformação. A avaliação é entendida como um processo
72
gradual que possibilita a melhoria das atividades e processos educativos. A avaliação
deve revestir-se
se de elevado grau de seriedade e ética utilizando-se
utilizando
de metodologia
legítima. Isto posto, o desenvolvimento da avaliação deve caracterizar-se
caracterizar
por ser
democrático, ou seja, construído com o envolvimento dos diversos segmentos e
unidades de nossa instituição, desde a discussão da proposta avaliativa a ser
implementada até a decisão do uso que se fará dos resultados obtidos.
A avaliação deve serr o mais transparente possível, assegurando o debate e a
divulgação dos resultados para toda a comunidade.
O projeto de autoavaliação institucional do Centro Universitário Monte Serrat UNIMONTE,, está focando em três ideias fundamentais (Figura 4).
Figura
ra 4: Ideias fundamentais no processo de autoavaliação institucional.
A primeira é a busca pela melhoria e aperfeiçoamento institucional, decorrência
lógica das novas informações geradas pela atividade avaliativa. A segunda ressalta a
ideia de que a avaliação institucional é construção coletiva que só terá êxito com a
participação responsável e constante da comunidade interna. E, por fim, o compromisso
da Comissão Própria de Avaliação – CPA de elaboração, apresentação e discussão dos
resultados.
Os resultados
os semestrais desde 2010 podem ser analisados abaixo. O Curso de
Bacharelado em Cinema e Audiovisual apresenta índices de satisfação em relação à
quase todas dimensões, sempre muito próximos
imos das médias institucionais ou acima.
Poucos itens ficam abaixo da média Unimonte.
73
2010/2
curso
coord
docente
Unimonte
Curso
3,72
3,38
3,99
4,26
4,27
4,22
2011/1
curso
coord
Unimonte
3,65
3,21
2011/2
3,95 curso
3,79 coord
docente
3,99
4,3
2012/1
curso
coord
Unimonte
3,66
3,54
2012/1
Curso
3,66 curso
3,44 coord
docente
3,90
4,00 docente
Curso
docente
Unimonte
3,64
3,41
3,97
Unimonte
Curso
3,58
3,14
3,96
Curso
3,66 3,77
3,48 3,69
3,93 3,93
No percurso longitudinal de análise da avaliação institucional, período 2010-2012,
percebe-se que as turmas passaram a avaliar com maior crítica o curso de Audiovisual.
As médias nas dimensões curso, coordenação e docente, que em 2010/2 estavam bem
acima da média institucional, figuram, em 2012/2, mais próximas da média geral.
No contexto do curso, os alunos reconhecem a qualidade, porém tendem a
avaliar os quesitos nível de exigência e reconhecimento pelo mercado de trabalho como
regular, com tendência a bom.
Em relação à coordenação, reconhecem positivamente
sua organização, porém sinalizam insuficiência nos encaminhamentos das orientações e
informações sobre a vida acadêmica.
Importante destacar que, na comparação 2012/1
com 2012/2, os resultados nas dimensões cursos/coordenação apresentam melhora,
sugerindo que as ações adotadas a partir da análise do resultado 2012/1 surtiram efeito
positivo.
Quanto ao corpo docente, há tendência de os alunos avaliarem positivamente, em
todos os quesitos. O único ponto destoante dos demais é em relação ao nível de
exigência das disciplinas, o que ensejou conversa com os professores com o objetivo de
definirmos e alinharmos procedimentos e critérios de avaliação relacionados aos
instrumentos, como trabalhos, provas, pesquisas, apresentações, exercícios. Também
se cogitou a possiblidade de propor ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão
(CEPE) pauta de discussão para elevar a média mínima de aprovação, dos atuais 60
para 70 pontos.
74
Também
se
analisaram
os
indicadores
relativos
à
Biblioteca
e
à
Interdisciplinaridade, que serão temas das semanas de planejamento, buscando-se a
atualização e articulação dos planos de ensino, melhor definição e incorporação dos
eixos e temas de formação, previstos no PPC, para a construção das propostas do
Trabalho Interdisciplinar Dirigido.
Considerando-se os resultados da Avaliação Institucional em 2012/1, projetou-se
o seguinte quadro de metas:
Dimensão
Realizado 2012/1
Meta 2012/2
Realizado 2012/2
Média Unimonte 2012/2
Meta 2013/1
CURSO
3,66
3,77
3,77
3,66
3,81
COORDENAÇÃO
3,44
3,65
3,69
3,48
3,71
DOCENTE
4,00
4,08
3,93
3,93
4,0
BIBLIOTECA
3,52
3,58
3,60
3,62
3,65
INTERDISCIPLI
3,93
4,0
4,04
3,56
4,03
As metas para 2012/2 foram cumpridas em 4 dos 5 itens avaliados. Em relação à
média Unimonte, estamos acima em 3 itens, abaixo em 1, e igual à média em 1.
2.9.1 Avaliação Externa - ENADE
O Curso de Cinema e Audioviisual do Unimonte ainda não entrou em nenhum ciclo
avaliativo do Enade.Até o momento não há a previsão até o momento da participação
dos cursos de Cinema e Audiovisual.
3.CORPO DOCENTE
3.1
Administração Acadêmica
A organização acadêmica e o funcionamento dos órgãos colegiados estão
descritos e regulamentados na forma de seu Estatuto e no Regimento Geral do
UNIMONTE, disponíveis na intranet da Instituição para consulta de toda comunidade
acadêmica e consta ainda nos seguintes documentos:
- Projeto Pedagógico Institucional (PPI);
- Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI);
75
- Projetos Pedagógicos dos Cursos.
3.2 Atuação do Coordenador
De acordo com o Art. 52 do Estatuto do UNIMONTE, os coordenadores de curso são
designados pelo Reitor, ouvidos o Pró-Reitor e Diretor da Faculdade ou Instituto. As atribuições
dos coordenadores de curso estão definidas no Regimento do UNIMONTE.
O Coordenador do Curso de Bacharelado em Cinema e Audiovisual é o Profª.
Paula Orsatti. Participa efetivamente do NDE e do COLEGIADO DE CURSO. Realiza
reuniões periódicas com docentes e discentes, mantendo estreito canal de comunicação
com todos os setores do curso.
A coordenação tem atuado na distribuição dos encargos de ensino entre seus
professores, respeitada a formação acadêmico-científica de cada um; na aprovação dos
conteúdos programáticos das disciplinas; no pronunciamento sobre aproveitamento de
estudos e adaptações de alunos; em opinar sobre admissão, promoção e afastamento
de seu pessoal docente; no zelo pela disciplina de alunos e professores do curso; no
acompanhamento e o desenvolvimento dos programas de ensino, bem como a
frequência e a pontualidade dos professores; em convocar e presidir as reuniões do
Colegiado de Curso e participação nas reuniões do NDE; em promover periodicamente,
a avaliação das atividades e programas do Curso, assim como dos alunos e do pessoal
docente e não docente nele lotado.
3.2.1 Experiência profissional, de magistério superior e de gestão acadêmica do
coordenador
O Profª. Paula Orsatti coordenadora do curso de Cinema e Audiovisual possui 16
anos de experiência profissional, atuando em agências, veículos e empresas de
comunicação e eventos. No magistério superior, atua há 10 anos.
3.2.2 Regime de trabalho do coordenador
A coordenadora do Curso de Cinema e Audiovisual do UNIMONTE Profª. Paula
Orsatti está contratado em regime de tempo Integral, dedicando-se às atividades de
coordenação por 40 horas semanais.
76
3.3 COLEGIADO DO CURSO
Conforme o Estatuto do UNIMONTE, Art. 34, o Colegiado do Curso é um órgão
consultivo, em matéria de natureza administrativa e disciplinar, e deliberativo, em matéria
de natureza didático-científica, responsável pela gestão do curso. É constituído pelos
seguintes membros efetivos:
I-
o coordenador do curso, seu presidente;
II-
4 (quatro) representantes dos professores do curso e respectivos suplentes, eleitos
pelos seus pares para um mandato de 1 (um) ano, permitida reconduções;
III-
1 (um) representante do corpo discente do curso, eleito pelos representantes de
turma/classe para um mandato de 1 (um) ano, admitida a renovação da indicação
do mesmo nome por mais um ano, desde que esteja regularmente matriculado no
respectivo curso.
As atribuições do Colegiado de Curso são aquelas constantes no Regimento do
UNIMONTE, Art. 38. Responsável pela gestão do curso trabalha articulado com os
órgãos colegiados superiores (CONSUN e CEPE), fazendo cumprir as decisões ou
submetendo à aprovação desses órgãos as eventuais sugestões de alteração
administrativa, disciplinar e didático-científica, não previstas em Regimento, Estatutos e
demais Planos Institucionais.
3.4 Atuação do Núcleo Docente Estruturante - NDE
Atendendo ao que dispõem a Portaria Nº 147, de 2 de fevereiro de 2007,
homologado em 27 de julho de 2010, que aprova a inclusão desse núcleo como
referência indicativa da qualidade do curso, utilizado na autorização, renovação de
reconhecimento e reconhecimento de todas as modalidades de cursos de graduação,
passamos a contar com mais esse órgão, que atuará em conjunto com o Colegiado de
Curso, com a responsabilidade de apoiar o coordenador na formulação, implementação
e desenvolvimento do projeto pedagógico. Assim, a criação do NDE na Instituição,
ocorreu em 2010, através da Instrução Normativa emitida pela Vice-Reitoria em 29 de
julho de 2010.
São atribuições do Núcleo Docente Estruturante: - elaborar o Projeto Pedagógico
do curso definindo sua concepção e fundamentos; - estabelecer o perfil profissional do
egresso do curso; - atualizar, periodicamente, o projeto pedagógico do curso; - conduzir
77
os trabalhos de reestruturação curricular, para aprovação no Colegiado de Curso,
sempre que necessário;
- supervisionar as formas de avaliação e acompanhamento do curso definidas
pelo Colegiado; - analisar e avaliar os Planos de Ensino dos componentes curriculares;
- promover a integração horizontal e vertical do curso, respeitando os eixos
estabelecidos pelo projeto pedagógico; e- acompanhar as atividades do corpo docente,
recomendando ao Colegiado de Curso a indicação ou substituição de docentes, quando
necessário.
Tabela 3: Constituição do NDE
Docente
Titulação
Função
Regime de trabalho
PAULA ORSATTI
MESTRE
COORDENADOR
INTEGRAL
AUDREY M. DUARTE
MESTRE
PROFESSORA
PARCIAL
FABIO PESTANA RAMOS
DOUTOR
PROFESSOR
PARCIAL
HELENA GOMES
ESPECIALISTA PROFESSOR
PARCIAL
WALMIR GOMES
SEBASTIÃO
ESPECIALISTA PROFESSOR
INTEGRAL
O Coordenador e os quatro docentes que compõem o NDE, se reúnem
bimestralmente, ou a qualquer tempo, a fim de avaliarem o desenvolvimento do curso, o
desempenho dos professores e estudantes, bem como encaminham ao Colegiado do
Curso propostas de ajustes de conteúdos programáticos que se fizerem necessários,
entre outras ações que se julgarem pertinentes, considerando, em parceria com a
Comissão Própria de Avaliação (CPA), os indicadores de avaliação externa e interna, e
as demandas de formação profissional do Administrador no âmbito regional e nacional.
O Coordenador do Curso dedica uma parcela de sua carga horária para
desenvolver essas atividades de gestão acadêmica e administrativa do curso, enquanto
que os outros docentes participam das atividades ordinárias do NDE, ou quando
convocados extraordinariamente.
78
3.5 Titulação do Corpo Docente do Curso
O corpo docente do curso de Cinema e Audiovisual é composto por 16 (dezesseis)
docentes , dos quais 56,25% possuem titulação obtida em programas de Pós-graduação
stricto sensu, sendo 4 (quatro) professores Doutores, o que corresponde a 25% do
corpo docente. Em relação ao regime de trabalho, 12,5%( dois professores) atuam em
regime de tempo integral e 25% (quatro professores) em regime de tempo
parcial,
correspondendo a 37,5 % do total. O perfil dos docentes do curso de Cinema e
Audiovisual e as disciplinas ministradas são apresentados, na tabela a seguir
COMPOSIÇÃO DO CORPO DOCENTE
NOME COMPLETO (EM ORDEM ALFABÉTICA)
CPF
30869989898
Andre Luis Reis Santos
10197491804
Audrey Marques Duarte
08546391874
Christian Justino de Godoy
33873701804
Dario Felix Vicente Coser
06998487843
Edison Delmiro Silva
15051060870
Fabio Cardia
17839706851
Fabio Pestana Ramos
18465652864
Giselle Silva Soares
MAIOR TITULAÇÃO
REGIME DE TRABALHO
MESTRE
HORISTA
MESTRE
PARCIAL
MESTRE
HORISTA
ESPECIALISTA
HORISTA
DOUTOR
HORISTA
MESTRE
HORISTA
DOUTOR
PARCIAL
DOUTOURA
HORISTA
Helena Maria Gomes
06221107806
ESPECIALISTA
PARCIAL
Karla Neves Lacerda Norato
13048940880
ESPECIALISTA
PARCIAL
ESPECIALISTA
HORISTA
DOUTOURA
HORISTA
MESTRE
INTEGRAL
ESPECIALISTA
HORISTA
ESPECIALISTA
HORISTA
08664338809
Luiz Gustavo Rodrigues
Maria Aparecida Bernardo C. Coelho
25928332858
Paula Orsatti
10198206836
Regis Alvim Junot
Simone Fernandes Scigliano Brown
Walmir Gomes Sebastião
07506943867
11251581587
31126514802
ESPECIALISTA
TOTAL = 16 DOCENTES – 100%
INTEGRAL
MESTRES = 5 = 31,25/DOUTORES =4 = 25%/ESPECIALISTAS = 7 = 43,75
79
3.5.1 Experiência de magistério superior do corpo docente
O curso bacharel de Cinema e Audiovisual possui 100% do corpo docente com
experiência no magistério superior maior ou igual a 3 anos.
3.5.2. Produção científica, cultural, artística ou tecnológica
Todo o material elaborado pelos professores da Instituição, na área de pesquisa e
produção científica, pode ser localizado nos prontuários acadêmicos dos docentes, que
estarão disponíveis para a Comissão de Avaliadores quando na visita In loco. A
quantidade de pesquisa e produção científica do professor estão registradas em seus
prontuários.
3.6 IMPLEMENTAÇÃO DAS POLÍTICAS
DE
CARREIRA E DE
CAPACITAÇÃO
DOCENTE NO ÂMBITO
DO CURSO
3.6.1 CRITÉRIOS DE ADMISSÃO
A seleção do corpo docente é feita através de análise curricular, entrevista e aula
teste perante uma banca composta por três membros da Instituição, um do setor de RH,
o coordenador do Curso e um professor da área convidado, onde o candidato, portador
de, no mínimo, diploma de ESPECIALISTA, demonstra competência didática e
conhecimento na área específica.
O processo de admissão estabelece distinção quanto às categorias funcionais, no
que concerne a professores com títulos de especialistas, mestres e doutores. Além da
titulação - ampliando cada vez mais o seu quadro de Mestres e Doutores - a Instituição
também valoriza o trabalho do docente que apresenta experiência profissional tanto no
magistério como fora.
O enquadramento dos Docentes era realizado, em princípio, na Categoria Nível I Auxiliar, podendo ser enquadrados já nos níveis estabelecidos no Plano de Carreira
Docente (Tabela 9), mas a partir de janeiro de 2011 o UNIMONTE só contrata
professores com titulação mínima de mestre.
Tabela 5: Enquadramento funcional do corpo docente.
80
Categoria
Auxiliar de Ensino
Prof. Auxiliar
Prof. Assistente
Prof. Adjunto
Prof. Titular
Prof. Tit. Mestre
Prof. Tit. Doutor
Titulação
Supervisor de Matriz/Estágio
Especialistas
Especialistas
Especialistas – progressão horizontal de acordo com Plano
de Carreira
Especialistas – progressão horizontal de acordo com Plano
de Carreira
Mestres
Doutores
3.6.2. PLANO DE CARREIRA
Após reestruturação para atender a modificações empreendidas na estrutura
organizacional da IES nos últimos anos, o Plano de Cargo e Carreira foi encaminhado ao
Ministério de Trabalho e Emprego para homologação.
3.6.3 POLÍTICA DE CAPACITAÇÃO DOCENTE
A IES vem, desde 2007, propondo cursos e/ou atividades acadêmicas e
realizando ações estratégicas que tenham como foco a atualização, o treinamento e a
constante qualificação dos profissionais que integram o quadro docente, discente e
técnico-administrativo do UNIMONTE.
Ressalte-se ainda que, para atender às modificações empreendidas na estrutura
organizacional da IES nos últimos anos, o CONSUN aprovou por unanimidade a
reestruturação do Plano de Cargo e Carreira, já homologado no Ministério do Trabalho.
Estão disponíveis para consulta e apreciação documentos que corroboram as
informações mencionadas.
81
4 Instalações Físicas
4.1 Gabinetes de Trabalho para Professores Tempo Integral - TI
Os professores contratados em regime de tempo integral e os membros do NDE
contam, além da estrutura disponível na IES, com uma sala exclusiva com gabinetes de
trabalho dotada de mesa de reuniões, armários, mesas individuais e computadores
conectados a internet. O espaço é amplo, climatizado e conta com mobiliário adequado
para realização de trabalhos, ou reuniões. Além disso, são disponibilizados aos
professores microcomputadores e conexão wireless, bem como armários para guarda de
material didático com capacidade para atender a todos os docentes do campus.
Também neste espaço ocorre o controle de ponto de presença dos docentes.
4.2 Espaço de Trabalho para Coordenação de Curso e Serviços Acadêmicos
O espaço é amplo, climatizado e conta com mobiliário adequado para realização
das atividades acadêmico-administrativas, como microcomputador e conexão wireless,
armários para guarda de material didático, espaço para reuniões de trabalho,
atendimento aos discentes e docentes em grupo ou individual.
4.3 Sala dos Professores
O espaço é amplo, climatizado e conta com mobiliário adequado para realização
de trabalhos, ou reuniões. Além disso, são disponibilizados aos professores
microcomputadores e conexão wireless, bem como armários para guarda de material
didático com capacidade para atender a todos os docentes do campus. Também neste
espaço ocorre o controle de ponto de presença dos docentes.
4.4 Salas de aula
Todas as salas de aula são dotadas de carteiras móveis, em material adequado,
visando uma higiene mais eficaz. A mesa do professor também é adequada ao trabalho
82
do docente, tanto em relação ao material quanto às dimensões e localização. A lousa é
feita em material melanímico branco, e os professores utilizam pincel para o
desenvolvimento de suas atividades. Todas as salas possuem sistema de refrigeração
artificial através de equipamentos condicionadores de ar. A limpeza das salas de aula é
realizada três vezes ao dia.
4.5 Acesso dos alunos a equipamentos de informática
O campus Vila Mathias dispõe de laboratórios de informática com computadores
ligados à internet à disposição dos alunos diariamente das 7 às 22h50 e aos sábados,
das 7 às 16h. O UNIMONTE oferece aos discentes livre acesso aos equipamentos de
informática, dispondo de um número suficiente de equipamentos, que atende
satisfatoriamente às necessidades dos usuários para as devidas atividades. Os usuários
contam com a ajuda de monitores nos laboratórios de informática. Recursos audiovisuais
e multimídia: O UNIMONTE possui recursos audiovisuais e de multimídia em quantidade
adequada, atendendo aos docentes, discentes, pessoal técnico administrativo, mediante
agendamento antecipado.
Conta
com equipamentos
como microcomputadores,
projetores de vídeo (data show), retroprojetores, projetores de slides, aparelhos de som,
gravadores, câmaras digitais, filmadoras, televisores, videocassetes, DVD, etc.
O UNIMONTE possui rede de comunicação (internet e intranet) disponível a todos
os docentes e discentes, por meio de seus laboratórios e terminais disponibilizados nas
bibliotecas e salas dos professores. E ainda, para todos os funcionários técnicoadministrativos da Instituição. Além disso, o campus está equipado com rede de
comunicação sem fio que permite acesso gratuito nos principais espaços de convivência
e bibliotecas.
Plano de expansão e de atualização de equipamentos: O UNIMONTE programa
regularmente, a cada semestre letivo, plano de expansão e atualização de equipamentos
de acordo com a demanda dos cursos e o número de alunos matriculados. Em se
tratando das redes de acesso, a Gerência de Tecnologia e Informação do UNIMONTE
conta com softwares de última geração para melhor atender a sua comunidade.
4.5.1 Laboratórios Didáticos Especializados
83
O UNIMONTE possui 01 laboratório de informática mais direcionado para o curso
de Cinema e Audiovisual, além dos laboratórios de USO LIVRE.
No laboratório X, sala 005 do B12, acontecem as aulas de Videografismo,
Animação, Tecnologia em AudioVisual, entre outras.
Descritivo:
Laboratorio X (Sala 005)
Localização Bloco 12 - 1º Piso
Quantidade 20 PC
Descrição dos Computadores
Processador Intel Core 2 Duo E7500 - 2.93GHz (64 Bits)
Memória RAM 4 GB
Disco Rígido (HD) 320 GB - SATA
Periféricos de entrada DVD-RW e USB
Monitor LCD 17" - Widescreen preto
Descrição dos Aplicativos em uso
Aplicativos essenciais
Sistema Operacional Microsoft Windows 7 Professional SP1 (64 bits)
Pacote Microsoft Office 2010 Access, Excel, PowerPoint, Publisher e Word
Microsoft Office Project 2007 Criação de Projetos
Internet Explorer 9 Navegador de internet da Microsoft
Microsoft Silverlight Plug-in que melhora a visualização de páginas web
Windows Media Player 12 Reprodutor de mídia da Microsoft
Windows PowerShell Novo prompt de comando do Windows
Symantec Endpoint Protection Antivirus Academico da Unimonte
Adobe Reader XI Leitor de PDFs
Adobe Flash Player 11 Plug-in de navegador de páginas web
LanSchool - Versão 7.0.3.5 Ferramenta de monitoramento no PC
7-Zip File Manager Aplicativo que comprime arquivos no formato 7z, RAR e ZIP
CutePDF Writer Gera documentos em PDF a partir de qualquer programa
Java SE Runtime Environment 7 Para execução de aplicativos de plataforma Java
K-Lite Mega Codec Pack codecs de vídeo e áudio que garante total compatibilidade
QuickTime Alternative Codecs para rodar arquivos .MOV
VLC media player Player de multimídia com imensa compatibilidade
Mozilla Firefox Navegador livre e multi-plataforma
MV RegClean 6.0 Limpeza dos registros do Windows
Android SDK Tools (Free) Desenvolvimento de aplicativos Android
AppInventor Setup (Free) Desenvolvimento de aplicativos Android
Aplicativos didáticos
Adobe Bridge CS5
Adobe Device Central CS5
Adobe Dreamweaver CS5
Adobe ExtendScript Toolkit CS5
Adobe Extension Manager CS5
Adobe Fireworks CS5
Pacote Adobe Design Premium CS5 Adobe Flash Catalyst CS5
Adobe Flash Professional CS5
Adobe Illustrator CS5
Adobe InDesign CS5
Adobe Media Encoder CS5
Adobe Photoshop CS5 (64 Bit)
84
Adobe Pixel Bender Toolkit 2
Adobe After Effects CS5
Mocha for After Effects CS5
Adobe Pixel Bender Toolkit
Pacote Adobe After Effects CS5 Adobe Media Encoder CS5
Pacote Adobe Master Collection CS5 Adobe Premiere Pro CS5 –
Adobe Encore CS5
Adobe Media Player
Adobe OnLocation CS5
O curso de Cinema e Audiovisual dispõe também de estúdios de Rádio e
Televisão, devidamente equipados e disponíveis para os alunos não só para as aulas,
como durante o dia todo e finais de semana, de acordo com regras próprias de utilização
e reservas, amplamente divulgadas.
A equipe do estúdio é formada por um técnico geral e mais 03 funcionários.
Horário de funcionamento: de segunda a sexta das 10 às 23h00. Aos sábados, das 10
às 14h00.
Laboratório de Rádio: Instalado numa área de 44,45m2, no andar térreo do Prédio A.
Cabine de Gravação e Operação com isolamento acústico e bancadas.
Laboratório de TV: Situado no Prédio A – térreo, possui área de 105m2.
Estúdio de Gravação – Construído em uma área de 72m² com 4 metros e meio de pé
direito, conta com fundo infinito para recorte em CHROMA KEY; +Switcher
Camarim 02 Bancadas com espelho; Araras para roupa; Espelho e Banheiro completo.
Fitoteca e Almoxarifado
Sala Administrativa e Reunião.
Equipamentos:
Ilha de edição PC
Equipamento
Computador PC
Monitor Tela Plana
Teclado
Mouse
Subwoofer
VT
HD Externo
Monitor Tubo
Computador Apple
Teclado
Mouse
Estabilizador
Marca/Modelo
Intel Core i7 2,67GHz, 6,00 GB RAM, 2TB HD
LG Flatron L1750S 17"
Microsoft Wired Keyboard 600 USB
Microsoft OM USB
Genius 2.1, 25 Watts RMS
Sony Digital HD Modelo HVR-M15N
Lacie d2 HD Quadra 7200RPM 8MB U 320GB
Semp Toshiba 20" Modelo TV1022KACDC U15/Série: AA054469
Imac Mac Power G5 Power PC 2,00GB RAM, 1TB HD
Teclado Mac KY55000F6UABA
Mouse Mac KY5520NZQU3MC
SMS Progressive II Série 055245/ 073867
Quantidade
1
3
1
1
1
1
1
1
1
1
1
2
85
Filtro de Linha
Cadeira
Cadeira
Ar Condicionado
SMS Extension Cord para 03 tomadas
Cadeira de Escritório Verde com rodinhas
Cadeira de Recepção com 03 lugares Marrom
Ar condicionado Springer Innovare 7500 Janeleiro
2
2
1
1
Mesa
Mesa para computador
2
Equipamento
Computador Apple
Mac Mini Apple
Teclado
Mouse
HD Externo
VT
Monitor Tubo
Monitor Tela Plana
Estabilizador
Extensão
Bancada
Mesa
Ar Condicionado
Cadeira
Marca/Modelo
Intel Core i5 2.5GHz, 4,00 GB RAM, 500GB HD
Intel Core i5 2.3GHz, 4,00 GB RAM, 500GB HD / MC815BZA
Teclado para mac mini Modelo A1314
Mouse para mac mini Modelo A1296
Lacie d2 HD Quadra 7200RPM 8MB U 320GB
Sony Digital HD Modelo HVR-M15AU Progressivo
Semp Toshiba 20" Modelo TV1022KACDC U15/Série: AA024572
LG Flatron E2250 22"
SMS Progressive II Série 055255
Extensão com 04 tomadas
Bancada para ilha de edição
Mesa para computador
Ar condicionado Springer Mundial 9000 Janeleiro
Cadeira de Escritório de Plástico Azul com rodinhas
Quantidade
1
1
2
2
1
1
1
1
1
1
1
1
1
2
Cadeira
Cadeira de Recepção com 03 lugares Marrom
1
Marca/Modelo
Intel Celeron 430 1.80GHz, 1,00 GB RAM, 80GB HD
LG Flatron L1750S 17"
Teclado p s2
Mouse p s2
Subwoofer 2.1, 110 Volts Sact
SMS Progressive II Série 055254
Filtro de Linha Alumbra com 05 tomadas
HUB Encore com 8 Portas
Telefone Leucotron Vip Class
Estação de Trabalho Iberflex
Mesa para computador
Cadeira de Escritório Preta com rodinhas
Cadeira de Escritório Verde com rodinhas
Armário de Escritório Alberflex
Panasonic AG-DVC15P Série: D2TD00133
Panasonic AG-DVC15P Série: D2TD00120
Panasonic CGP-D28
Panasonic BLD-28
Panasonic CGR-D16
Panasonic Modelo DE-852D adaptador
Cadeira com almofada azul
Lacie d2 HD Quadra 7200RPM 8MB U 320GB
Zoom H4n Série 00264288
Zoom Adaptador Modelo ADS-5M-06
Sennheiser HD202
Sennheiser EH 150
AKG K44
Positivo 2.0 Modelo CS-528UIP
M-Audio fast Track Pro PN: AU02-073B0 Série 289Z07300C744
Quantidade
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
2
1
1
1
1
3
2
3
1
2
1
1
1
1
1
1
1
1
Ilha de edição MAC 01
Coordenação estúdio
Equipamento
Computador PC
Monitor Tela Plana
Teclado
Mouse
Subwoofer
Estabilizador
Filtro de Linha
HUB
Telefone
Mesa
Mesa
Cadeira
Cadeira
Armário
Camera
Camera
Bateria
Bateria
Bateria
Carregador
Cadeira
HD Externo
Gravador
Carregador
Fone de Ouvido
Fone de Ouvido
Fone de Ouvido
Caixa de Som
Placa de Audio
86
Minidisco MD
Fone de Ouvido
Programa
Programa
Fotometro
Cartão de Memória
Sony Minidisco de Audio Modelo 5MDW-74PL
Technics
SoundForge 9 PC
FinalCut Studio
Minolta 79611896
Compact Flash 16GB Scandisk Ultra 30MB/s
10
1
1
1
1
3
Controle Remoto
Controle Sony RMT-831
6
Fitoteca
Equipamento
Camera
Carregador
Camera
Carregador
Camera
Camera
Camera
Camera
Carregador
Carregador
Camera
Camera
Carregador
Camera
Camera Fotografica
Carregador
Camera Fotografica
Lente
Lente
Carregador
Bag
Bag
Bag
Bag
Camera
Lente
Set Light
Fresnel
Fresnel
Fresnel
Soft
Soft
Tripé de Iluminação
Tripé de Fotografia
Sragento com suporte
Tripé de Iluminação
Tripé de Fotografia
Tripé de Camera
Fresnel
Fresnel
Set Light
Fresnel
Soft
Cabeça de Tripé
Marca/Modelo
Sony HVR-Z5U 113723
Sony Adaptador Modelo AC-VQ1050 Série: 30093933
Sony HVR-Z5N 413797
Sony Adaptador Modelo AC-VQ1050 Série: 30095247
Sony HVR-Z5N 413798
Sony DRS PD170 1143185
Sony DRS PD170 1143155
Sony HVR-V1N 411213
Sony Adaptador AC-V700 11467727
Sony Adaptador AC-V700 11467728
Sony DSR-PD170 1143167
Sony HVR-A1N 410685
Sony ACL15A 40602078
Sony HVR-A1N 410001
Nikon NKRD60B - 3030989
Carregador Nikon MH23 - 0710046300G
Nikon NKRD60B - 3031834
Nikon AFSnikor18-55MM
Lente NikonAFnikor50mm 1.8
Carregador Nikon MH23 - 071006314G
Bag para camera fotografica Pissutti equipements azul
Bag para camera fotografica Pissutti equipements preta
Bag para camera filmadora Ezegrip azul
Bag para camera filmadora Kata CC193
Camera filmadora Sony DSR 390 - 10701
Lente Canon BCTV Zoom N118 - 09307B
Set Light 1000W
Fresnel 1000W LockLight
fresnel pro 650w Comerciall
Fresnel de 2000W LockLight
Soft de 04 Lampadas com bandeira
Soft de 06 Lampadas
Tripé de Iluminação
Tripé de Fotografia
sargeto com suporte
Tripé de Iluminação
Tripé de Fotografia
Tripé de Camera Manfroto 055XB
Fresnel de 2000W LockLight
Fresnel de 1000W LockLight
Set Light 1000W
fresnel de 650w Locklight
Soft de 04 Lampadas
Cabeça Tripé Manfroto
C0696880/C0696573/C06187899/C06996462/C1207223/C0698638/c0725382
Quantidade
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
2
1
1
1
1
1
1
1
1
1
6
2
1
1
2
5
8
1
2
2
13
7
7
2
10
8
1
4
7
4
1
8
87
Sapatas
Tripé de Camera
Sargento
Garras
Cabeça de Efeito
Cabo
Cabo
Cabo
Cabo
Tripé de DSLR
Vara de Boom
Vara de Boom
Girafa
Cabo
cabo
cabo
cabo
cabo
cabo
cabo
cabo
cabo
cabo
cabo
cabo
cabo
cabo
cabo
cabo
cabo
cabo
cabo
cabo
microfone
microfone
microfone
microfone
microfone
microfone
Bateria
Bateria
Bateria
Bateria
Bateria
Bateria
NoBreak
Estabilizador
Captura Fita DV
Compreensor
Bandeira de Corte
HD Apple
Subwoofer
Filtro de Linha
Rebatedor
Videocassete
Gravador MD
Videocassete Gravador
Sapatas de Tripé de Camera Manfroto
Tripé de Camera com cabeça WF
Adaptador para Prolonga
Adaptador para tomadas
Cabo de Força
Adaptador para Fresnel
Vara de Boom
Vara de Boom com bag
Extensão de 5 entradas preta
Extensão de 5 entradas cinza
extensão de 5 entradas branca
extensao de 3 entradas prolonga
extensão de 5 entradas cinza (nova tomada)
extensão de 2 entradas preta
extensão comum (macho fêmea)
cabos canon (XLR) macho fêmea
cabo canon - p2
cabo canon - rca
cabo rca 1 ponta
cabo rca sony cybershot
cabo mini firewire - firewire 400
cabo canon (fêmea) - p10
rca rca
p10 - p10 (3 pontas)
rca - p10 (3 pont
cabo de antena
cabo prolonga macho femea
cabo p10 - p10
microfone superlux D103 SÉRIE: d10311743
Microfone dinâmico Le Son SM 58
Microfone Shure SM57
Microfone Lapela Sony UTX-B2/URX-P2
Microfone ShotGun Rode NTG-1
Microfone ShotGun Yoga EM-9600
Bateria Sony NP-F330
Bateria Sony NP-F570
Bateria Sony NP-F970
Bateria Sony NP-F770
Bateria Sony NP-F960
Bateria Sony NP-QM91D
NoBreak SMS Net++
Estabilizador SMS Progressive II
Panasonic AG-DV1000P - D2TD00251
Expander ATX-200C
Compreensor DBX Project 1 Gate 266
HD Apple 500GB Interno para Power PC
Subwoofer C3 Tech 2.1
Panasonic NV-MV40LB-S
Sony MDS-JE480
JVC SR-S365U
3
3
17
2
3
3
3
18
8
1
2
1
1
1
3
2
1
1
1
5
14
1
1
2
1
2
1
11
1
1
5
2
6
1
3
6
2
1
3
3
4
2
1
2
2
5
4
1
1
1
3
2
1
4
2
1
1
2
88
DVD Gravador
Mesa de Som
Videocassete Gravador
Monitor Tubo
Monitor Tubo
Subwoofer
Subwoofer
Fone de Ouvido
Subwoofer
Monitor Tubo
VT
Flash
Flash
LED
Camera Fotografica
Camera Fotografica
Camera Fotografica
Bandeira de Fresnel
Philips DVDR3380/78
Behringer Eurorack MX2642
JVC HR-S4800U
Semp Toshiba 20" Modelo TV1022KACDC U15/Série: AA024452
Semp Toshiba 20" Modelo TV1022KACDC U15/Série: AA09617
Subwoofer Merlin 200 Lando
Subwoofer Genius
Fone de Ouvido Philips
Subwoofer Multilase 2.1
Monitor Tubo JVC 20"
Sony Videocassete Recorder DSR-45
Vivitar 285VH Zoom Thyristor SB-4
Vivitar 2800 Auto Thyristor
LedMais
Sony FD Mavica MVC-FD75
Nikon FM3a analógica
Nikon FM10 analógica
Bandeira de Fresnel
Rede de Proteção para Fresnel
Digital Light Atek 400 Plus
Digital Light Atek 800 Plus
Digital Light Atek 140 Plus
Extensões Diversas
1
1
1
1
1
1
1
1
2
2
1
5
6
4
3
6
8
6
14
2
2
4
12
Estudio de Rádio
Equipamento
PC
Caixa de Som
Monitor
Fone de Ouvido
Microfone
Marca/Modelo
Imac Power PC
Par de monitores áudio Samson ativos
Monitor LG
Minidiskdeck Sony
Cdj 6000 SKP
Compressor Behringer
Mics Shure dinamico SM57-LC
Rack Dig 002 Digdesingn
Powerplay Pro 8 canais - Amplificador
Pedestais para mic.
Mesa Behringer DDX 3216 - 16 canais
Mesa Behringer MX 2642 - 12 canais
Ilha Rádio PC Celleron D Hornel
Compressor DBX
CD Player TEAC
Par de monitores áudio Ahesis
Estabilizadores
Fones Philips MAL
Mic Shure Sm58
Quantidade
1
1
2
1
1
1
4
1
1
6
1
1
1
1
1
1
4
2
1
Microfone
Mic condenser AKG C3000B
1
Marca/Modelo
Potencia com 12 canais (Dimer)
Mesa de Iluminação para até 24 canais (Dimer)
Tripé de Camera Doly
Quantidade
1
1
1
Tele Prompter
1
Microfone
Mesa de Som
Mesa de Som
PC
caixa de som
Estudio de TV
Equipamento
89
Switcher
Equipamento
Monitor Tubo
Computador Apple
Estabilizador
Mesa de edição
Switcher
gravador cassete
gravador cassete
Amplificador
Mixer (AV)
Mixer (som)
Cd Player
Video Cassete
Potencia de Som
Marca/Modelo
Semp Toshiba 20" Modelo TV1022KACDC U15
Intel Core i5 2.5GHz, 4,00 GB RAM, 500GB HD
SMS Progressive II Série 055245/ 073867
Sony Editing Control Unit modelo PVE500 Série: 704311
Kramer Vertical Interval Switcher
Sony Digital Videocassete Recorder modelo DSR-45A
Sony Digital Videocassete Recorder modelo DSR-1500A
NCA High system Power Amplifier AB-100 R4
Panasonic Digital AV Mixer ag-MX70 série:J4tva0106
Yamaha Mixing Console MX 12/4
CD P1250 TEAC
Video Cassete Philips VR788
Potencia de Som Unique
Quantidade
7
1
2
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
Caixa de Som
Caixa de Som JBL
2
4.5.2 Periódicos Especializados para o curso de Cinema e Audiovisual
ADNEWS EM REVISTA. São Paulo: Adnews,2010-. Trimestral. Doação
COMUNICAÇÃO E EDUCAÇÃO. São Paulo: USP,2002-2007. Quadrimestral. ISSN
0104-6829 Assinatura
COMUNICAÇÃO E SOCIEDADE. São Bernardo do Campo: Universidade Metodista de
São Paulo - UMESP,1979-2006. Semestral. ISSN 0101-2657 Assinatura
COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL. São Paulo: ABERJE,2005-. ISSN 1809-9505
Doação
CONEXÃO (CAXIAS DO SUL): comunicação e cultura. Caxias do Sul: EDUCS,2002-.
ISSN 1677-0943 Doação
FACOM: revista de comunicação da FAAP. São Paulo: Fundação Armando Alvares
Penteado - FAAP,1994-. ISSN 1676-8221 Doação
FOTOGRAFE MELHOR. São Paulo: Europa,1996-. Mensal. ISSN 14137232
Assinatura
IMPRENSA.
Assinatura
São Paulo: Imprensa Editorial,1987-2007. Mensal. ISSN 0103-0655
90
INTERCOM: revista brasileira de ciências da comunicação. São Paulo:
INTERCOM,1984-. Semestral. Continuação de Boletim INTERCOM. ISSN 0102-6453
Doação
MARKETING.
São Paulo: Referência,1997-. Mensal. ISSN 0025-3634 Assinatura
MEIO & MENSAGEM.
Assinatura
São Paulo: M e M,1978-. Semanal. ISSN 0101-3327
NEGÓCIOS DA COMUNICAÇÃO. São Paulo: Segmento,2004-2007. Mensal. ISSN
1678-4847 Assinatura
NOVOS OLHARES: revista de estudos sobre práticas de recepção a produtos
mediáticos. São Paulo: USP,2002-. Semestral. ISSN 15165981 Doação
PRODUÇÃO PROFISSIONAL: revista de comunicação e técnica audiovisual. São
Paulo: Ferreira & Bento,2002-. Mensal. Assinatura
PROFESSIONAL PUBLISH. São Paulo: Dabra,1991-2007. Bimestral. ISSN 1038-8869
Assinatura
PROPAGANDA.
São Paulo: Referência,1956-. Mensal. ISSN 0033-1244 Assinatura
REVISTA DE CINEMA.
Assinatura
São Paulo: Unica,2000-. Bimestral. ISSN 1518032-8
REVISTA FAMECOS: mídia, cultura e tecnologia. Porto Alegre: EDIPUCRS,1994-.
Quadrimestral. ISSN 1415-0549 Doação
TELA VIVA.
São Paulo: Glasberg,2001-. Mensal. Assinatura
VIDEO ZOOM MAGAZINE.
Assinatura
São Paulo: Crazy Turkey,2000-. Mensal. ISSN 1517-3623
Periódicos Online
INTERFACE : Comunicação, Saúde, Educação. UNESP ISSN 1807-5762 versão
online. http://www.scielo.br/revistas/icse/paboutj.htm
REVISTA de CINEMA. http://revistadecinema.uol.com.br/
REVISTA BETA. http://revistabeta.com.br/new/revista/
4.6 AUDITÓRIO
91
O UNIMONTE conta com auditório para conferências e palestras, com 180 metros
quadrados e capacidade para aproximadamente 150 pessoas. O espaço é climatizado,
tem ótima acústica e oferece à comunidade acadêmica condições adequadas às
atividades acadêmico-administrativas.
Em meados de 2013 será entregue um novo e maior auditório.
4.7.
Condições de acesso para pessoas com necessidades especiais
A inclusão social é um processo que contribui para a construção de um novo tipo
de sociedade através de transformações, pequenas e grandes, não somente nos
ambientes físicos como também na mentalidade das pessoas. Acreditando no valor da
diversidade humana, a IES contempla as diferenças individuais. Para isso, efetua
mudanças fundamentais na prática administrativa, implementa adaptações no ambiente
físico, adapta procedimentos e instrumentos de trabalho e treina os recursos humanos
na questão da inclusão.
Nesse sentido, a gestão atual propôs, como metas no seu PDI, além da
adequação à legislação, a reserva de vagas de seu corpo técnico-administrativo a
portadores de necessidades especiais. Houve ações que foram implementadas para
alterações na infraestrutura da IES e implantação de equipamentos visando à melhoria
do atendimento aos portadores de necessidades educacionais especiais. Muitas obras e
adaptações foram e continuam sendo feitas nas instalações com vistas a atender as
necessidades de locomoção e conforto das pessoas deficientes, como por exemplo,
rampas de acesso; banheiros com barras de apoio, pia e espelho adequadamente
instalados, elevadores de acessibilidade.
4.8
BIBLIOTECA
A Biblioteca abriga espaços diferenciados no armazenamento de seus
documentos como salas de multimídia, áreas para leitura de jornais e revistas, de obras
Raras e Notáveis, salas para trabalho em grupo, espaços de estudos individuais em
ambientes com rede sem fio, totalizando 832 m² de área física.
A Biblioteca tem como objetivo promover o acesso, a recuperação e o incentivo à
informação, contribuindo para a qualidade do ensino, pesquisa e extensão universitária,
proporcionando o aprimoramento intelectual e cultural dos indivíduos.
92
4.8.
ACERVO – POLÍTICA DE AQUISIÇÃO, EXPANSÃO E ATUALIZAÇÃO
A Biblioteca possui acervo aberto e materiais especializados em áreas do
conhecimento correspondentes aos cursos atendidos em cada Unidade Acadêmica. O
acervo geral da Biblioteca é composto de livros técnicos, didáticos e especializados;
periódicos gerais e específicos; teses; dissertações; monografias; trabalhos de
conclusão de curso; folhetos; apostilas; multimídia e mapas.
A Biblioteca assina jornais diários locais e do Estado de São Paulo, estando à
disposição de todos os usuários da IES como também da comunidade externa. As
revistas de cunho geral, além de complementarem as bibliografias de alguns cursos, são
muito utilizadas para atualização da comunidade acadêmica.
A produção docente e trabalhos acadêmicos também contemplam o acervo da
Biblioteca, com as teses, dissertações, monografias e os trabalhos de conclusão de
curso. Nestes últimos, a Biblioteca é depositária, apenas, com média a partir de 8 (oito) e
em CD-ROM. Todos esses materiais são processados conforme as normas
biblioteconômicas.
O desenvolvimento de Coleção da Biblioteca do UNIMONTE, a partir de 2011,
segue os seguintes critérios:
•
aquisição de (três) bibliografias básicas sendo 01 (um) exemplar para cada 10
(dez) alunos, preferencialmente;
•
aquisição de 5 (cinco) bibliografias complementares sendo 02 (dois) exemplar de
cada título, preferencialmente;
•
assinatura de 05 (cinco) a 10 (dez) títulos de periódicos na versão impressa ou
on-line e indexadas dentro dos Conceitos da Qualis, preferencialmente; e
•
aquisição de multimídias (CD-ROM e DVD) e obras de literatura estrangeira,
quando necessário, com justificativa do Coordenador/Diretor.
4.8.2 ARMAZENAGEM E ACESSO AO ACERVO
93
A Biblioteca da UNIMONTE utiliza o Pergamum - Sistema Integrado de
Bibliotecas, como software de gerenciamento de informações. Este programa oferece
suporte às principais funções de uma Biblioteca, funcionando de forma integrada desde
a aquisição ao empréstimo.
A consulta ao catálogo on-line pode ser por autor, título e assunto, pesquisa
booleana, pesquisa por autoridades, material incorporado ao acervo, consulta às
coleções de periódicos e demais materiais. A utilização do Pergamum possibilitou
disponibilizar os serviços on-line, tais como: empréstimo de materiais; verificação da data
de devolução dos empréstimos; reserva de materiais emprestados, renovação do prazo
de empréstimo, histórico dos materiais que já foi emprestado; consulta a débitos
existentes; alteração de dados cadastrais.
4.8.3 BASES DE DADOS
A Biblioteca assina a base Academic OneFile da Cengage Learning Brasil e
disponibiliza ainda bases livres como a Rede SciELO – (Scientific Electronic Library),
Bases da Biblioteca Virtual da Saúde (BVS/BIREME), CAPES - Periódicos (Acesso livre)
e do Portal Brasileiro de Informação Científica, LivRe (portal de periódicos de livre
acesso na internet), além de vários portais direcionados aos cursos da IES e de revistas
eletrônicas.
4.8.4 SERVIÇOS OFERECIDOS
•
consulta local e on-line;
•
empréstimo de materiais circulantes;
•
empréstimo Entre Bibliotecas (EEB);
•
comutação bibliográfica – COMUT com BIREME e IBICT;
94
•
orientação técnica para trabalho acadêmico;
•
treinamento de usuários;
•
recepção de calouros;
•
visitas orientadas;
•
Projeto "Divulgando Lançamentos";
•
Projeto “Eureka! Descobrindo a Leitura”; e exposições temáticas e de divulgação.
95
REFERÊNCIAS
AUSUBEL, David P. Adquisición y retención del conocimiento: una perspectiva cognitiva.
Barcelona: Paidós, 2002.
BRASIL. Congresso Nacional. Lei nº. 9.394 de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as
Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil,
Poder Legislativo, Brasília, DF, 23 dez. 1996, seção 1, p. 27.833. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_ 03/Leis/L9394.htm>. Acesso em: 2 fev. 2008.
BRASIL. Congresso Nacional. Lei nº. 10.861, de 14 de abril de 2004. Institui o Sistema
Nacional de Avaliação da Educação Superior – Sinaes e dá outras providências. Diário Oficial
[da] República Federativa do Brasil, Poder Legislativo, Brasília, DF, 15 abr. 2004, Seção 1, p.
3-4. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L10861.htm>. Acesso em: 1º
mar. 2007.
BRASIL. Congresso Nacional. Lei nº. 11.788, de 25 de setembro de 2008. Dispõe sobre o
estágio de estudantes; altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho –
o
o
o
CLT, aprovada pelo Decreto-Lei n 5.452, de 1 de maio de 1943, e a Lei n 9.394, de 20 de
os
dezembro de 1996; revoga as Leis n 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de
o
março de 1994, o parágrafo único do art. 82 da Lei n 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o
o
o
art. 6 da Medida Provisória n 2.164-41, de 24 de agosto de 2001; e dá outras
providências.Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Legislativo, Brasília, DF,
26set. 2008, Seção 1, p. 3-4.
BRASIL. Poder Executivo. Decreto nº. 5.296, de 2 de dezembro de 2004.Regulamenta as Leis
os
n 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que
especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios
básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com
mobilidade reduzida, e dá outras providências.Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil,
Poder Executivo, Brasília, DF, 3 dez. 2004, Seção 1, p. 2-6.
BRASIL. Poder Executivo. Decreto nº. 5.773, de 9 de maio de 2006. Dispõe sobre o exercício
das funções de regulação, supervisão e avaliação de instituições de educação superior e
cursos superiores de graduação e sequenciais no sistema federal de ensino. Diário Oficial [da]
República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 10 mai. 2006, Seção 1, p. 6-10.
BRASIL. Poder Executivo. Decreto nº. 5.786, de 24 de maio de 2006. Dispõe sobre os centros
universitários e dá outras providências.Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder
Executivo, Brasília, DF, 25 mai. 2006, Seção 1, p. 9.
BRASIL. Poder Executivo. Decreto nº. 6.303, de 12 de dezembro de 2007. Altera dispositivos
os
dos Decretos n 5.622, de 19 de dezembro de 2005, que estabelece as diretrizes e bases da
educação nacional, e 5.773, de 9 de maio de 2006, que dispõe sobre o exercício das funções
de regulação, supervisão e avaliação de instituições de educação superior e cursos superiores
de graduação e sequenciais no sistema federal de ensino. Diário Oficial [da] República
Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 13dez. 2007, Seção 1, p. 4.
CENTRO UNIVERSITÁRIO MONTE SERRAT, Santos. Estatuto, 2007. Homologado pelo
Ministro da Educação em 29/11/2007 e Portaria MEC nº 988/2007, publicada no D.O.U. nº 230,
de 30/11/2007, Seção 1.
CENTRO UNIVERSITÁRIO MONTE SERRAT, Santos. Plano de Desenvolvimento Institucional
(PDI), 2007-2011.Aprovado pelo Conselho Universitário (Consun) do UNIMONTE em
13/07/2007.
CENTRO UNIVERSITÁRIO MONTE SERRAT, Santos. Projeto Pedagógico Institucional (PPI),
2007.Aprovado pelo Conselho Universitário (Consun) do UNIMONTE em 13/07/2007.
CENTRO UNIVERSITÁRIO MONTE SERRAT, Santos. Regimento Geral do Centro
Universitário Monte Serrat, 2006. Aprovado pelo Conselho Universitário (Consun) do
UNIMONTE em 20/12/2006.
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO – CNE. Câmara de Educação Superior – CES.
Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação. Brasília, MEC/CNE/CES.
Disponível
em:
<http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12991&Itemid=866>.
Acesso em: 22 set. 2009.
EVANGELISTA, Helivane de Azevedo. A utilização de feedback como estratégia de
ensino/aprendizagem da escrita em inglês como L2. Belo Horizonte: Faculdade de Letras da
96
Universidade Federal de Minas Gerais, 2003. (Tese, Doutorado em Estudos Linguísticos –
Linguística Aplicada).
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA – IBGE. [email protected] Disponível
em <http://www.ibge.gov.br/cidadesat/topwindow.htm?1>. Acesso em 25 jan. 2012.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA – IBGE. Produto interno bruto a
preços correntes e Produto Interno Bruto per capita segundo as Grandes regiões, as Unidades
da
federação
e
os
Municípios
–
2004
–
2008.
Disponível
em:
<http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/economia/pibmunicipios/2004_2008/tabelas_pdf/tab01
.pdf>. Acesso em: 25 jan. 2012.
INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA - INEP.
Instrumento de Avaliação dos Cursos de Graduação. Brasília, MEC/DEAES/CONAES,
setembro
de
2008.
Disponível
em:
<http://www.inep.gov.br/superior/condicoesdeensino/manuais.htm>. Acesso em 30 set. 2008.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - MEC. Portaria Normativa nº 40, de 12 de dezembro de 2007:
Institui o e-MEC, sistema eletrônico de fluxo de trabalho e gerenciamento de informações
relativas aos processos de regulação da educação superior no sistema federal de educação.
Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 13 dez. 2007, seção 1, p. 39.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - MEC. Portaria nº 1.081, de 29 de agosto de 2008: Aprova, em
extrato, o Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação do Sistema Nacional de
Avaliação da Educação Superior - SINAES. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil,
Brasília, DF, 1º set. 2008, seção 1, p. 56.
PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO – PNUD. Índice de
Desenvolvimento Humano – Municipal, 1991 e 2000. Todos os municípios do Brasil. Disponível
em:<http://www.pnud.org.br/atlas/ranking/IDHM%2091%2000%20Ranking%20decrescente%20(pelos%20dados%20de%202000).htm>.
Acesso em: 25 jan. 2012.