O sistema linfático

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O sistema linfático
Enfoque homotoxicológico do
sistema linfático
IAH AC O sistema linfático
© IAH 2009
As pesquisas modernas seguem confirmando que o sistema linfático é de grande
importância para a defesa e a imunidade do organismo. Os gânglios linfáticos
situados ao longo do sistema de drenagem linfático são um componente
importante do sistema imune homotoxicologia, o sistema linfático é também
muito importante por sua função de transporte de homotoxinas do meio extra
celular (espaços intersticiais) até o sangue, e dali aos órgãos desintoxicadores
como o fígado e os rins.
Nas últimas décadas, as pesquisas, sobretudo no campo do câncer e da
imunologia, tem aumentado enormemente nossos conhecimentos sobre a
função do sistema linfático com sua complexa rede de órgãos linfáticos no seio
do sistema imuno-competente. Por exemplo, antes, as amídalas e o apêndice
eram extirpados na menor aparição de sinais e sintomas clínicos. Mais
recentemente, sua retirada cirúrgica é considerada só em última instância,
quando se há de fato a possibilidade de conservá-los.
Em medicina biológica, acertadamente, o sistema linfático e de maior
importância; se tem desenvolvido um grande número de medicamentos
específicos e para influenciar em suas funções fisiológicas, regulá-las a e
melhora-las.
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© IAH 2009
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O aparelho cardiovascular é o principal “Sistema de transporte” de líquidos corporais e de qualquer outro componente
que posso estar presente. A função de bomba central do coração a porta a pressão necessária para empurrar o sangue
por todo o sistema periférico vascular. As uniões arteriovenosas (capilares) são o lugar de intercâmbio entre o sangue e
o compartimento extra celular.
Assim, o espaço extra celular recebe os produtos do sangue que se levam as células, e das células dos tecidos, para
que sejam levados o sangue ou ao sistema de drenagem linfática. Embora, a primeira vista, este intercâmbio transporte
bidirecional pareça muito completo, o que na realidade ocorre é que existem muitas substâncias que não se distanciam
desta zona extra celular. Assim, poderíamos afirmar que a “Introdução” de substâncias na MEC se leva ao fim, mas que
a “Eliminação” não pode ser efetuada ao todo. A drenagem linfática serve de ajuda ou como transporte paralelo ao
sistema venoso. Por exemplo, as gorduras e as homotoxinas lipossolúveis não podem ser transportadas ao sistema
venoso, mas sim aos linfáticos.
O sistema linfático estende-se por todo o organismo de forma parecida ao aparelho circulatório; se origina como uma
fina rede de capilares linfáticos nos espaços intersticiais e contém gânglios linfáticos espalhados por toda sua trajetória.
Os gânglios linfáticos se concentram especialmente que em determinadas regiões do organismo, como as superfícies
fissuras das grandes articulações e o pescoço. É importante saber que cada gota de líquido intersticial que um capilar
linfático capta em qualquer ponto do corpo passa a ao menos por um gânglio linfático antes de chegar a circulação.
A linfa se origina no plasma do sangue que escapa dos capilares sanguíneos para os espaços intersticiais a fim de fazer
parte do líquido intersticial. O excesso de líquido (o que não é reabsorvido pelos capilares sanguíneos) se difunde
finalmente nos capilares linfáticos e, uma vez neles, recebe o nome de “Linfa” (de composição similar ao líquido
intersticial). Enquanto se transporta a linfa pelo sistema linfático, os gânglios linfáticos a processam; a linfa vai entrando
nos vasos linfáticos cada vez maiores até alcançar:
- o conduto linfático direito (para a linfa da parte direita do corpo)
-o conduto torácico (para a linfa do resto do corpo)
Estes condutos drenam depois para a circulação através das veias subclávias direita e esquerda.
Imagem:
Conduto torácico, veias subclávias, pulmões, veias linfáticas, coração, veias, gânglios linfáticos, capilares, artérias,
terminações linfáticas
Imagem 1 A:
O sistema circulatório
Imagem 1:
O sistema linfático
A imagem 1 representa a estrutura “arbórea” do sistema linfático do organismo.
A imagem 1 A mostra como circula o sangue pelo corpo. Todas as células do organismo se nutrem nos capilares.
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Os capilares linfáticos e o sanguíneos apresentam algumas diferenças importantes em
relação à estrutura e função. Os capilares linfáticos são vasos de paredes finas situados
por todo o corpo (exceto no sistema nervoso central) e sua função consiste
essencialmente em drenar o excesso de líquido intersticial (entre as células), que se
transporta pelos vasos linfáticos de calibre crescente e se filtro dos gânglios linfáticos
antes de verter-se na circulação venosa e nas veias subclávias.
Se originam no espaço extra celular em forma de fundos de saco filiformes com uma só
camada de endotélio que fica muito aberto para a passagem dos líquidos intersticiais e
de tudo o que contém, como produtos finais do metabolismo celular, toxinas,
macromoléculas (por exemplo, proteínas) e inclusive elementos maiores, como
bactérias. A estrutura é tal que o fluxo é unidirecional, até o interior do vaso e não viceversa.
Imagem esquerda:
Células endoteliais
Válvulas
Filamentos de ancoragem
Imagem direita:
Parede do capilar linfático
Entrada ao vaso linfático
Célula tissular
Líquido tissular
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O sistema linfático se origina na MEC
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Os capilares sanguíneos também têm paredes muito finas e estão revestidos de uma só
camada de células endoteliais, mas atuam como membranas “semi-permeáveis” que
permitem a difusão controlada de certas substâncias desde e até a luz capilar. Por
exemplo, o oxigênio e a água se difundem para fora dos espaços intersticiais e o
dióxido de carbono o faz até os. O revestimento endotelial também permite a passagem
de nutrientes e outras substâncias mediante transporte ativo. Outro mecanismo de
transporte de macromoléculas até e dos capilares é a endocitose e a exocitose.
Os sistemas capilares linfático e sanguíneo devem ser considerados complementares
por sua situação e funções fisiológicas. É muito importante ter em mente o papel que
desempenha na manutenção de um sistema de drenagem eficiente da matriz,
possivelmente a patogenia mais fundamental das doenças. Como exemplo de afecção
aguda que origina um problema linfático está o linfedema pós-cirúrgico.
Imagem:
Leito capilar
Células tissulares
Espaço intersticial
Vênula
Vaso linfático
Linfa
Arteríola
Líquido tissular
Capilar linfático
Líquido tissular
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Os vasos linfáticos, diferentemente dos sanguíneos, que transportam o sangue à
pressão cardíaca, levam a linfa de forma passiva, assistidos por um sistema de
estruturas valvulares (parecido ao das veias) que evita o refluxo e favorece o
fluxo uni direcional dos líquidos até o coração.
Imagem 31-3. Válvula de um coletor linfático
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Sistema circulatório secundário
• sen bomba central, diferente do aparlelho circulatório
• a linfa se move lentamente e com puoca pressão por:
• peristaltismo
• a respiração e as válvulas das veias linfáticas
• e a ação vasopressora dos músculos esqueléticos
• em repouso se transporta muito pouca quantidade (uns poucos
litros ao dia) até a circulación
• o coração move mais de 7.000 litros ao dia, o sistema linfático
move entre 2 e 20 litros ao dia (repouso >< atividade).
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Este sistema circulatório secundária apresenta certas peculiaridades que o diferenciam do
sistema venoso e do aparelho circulatório em geral.
O aparelho circulatório no adulto transporta ao redor de 7.000 l de sangue por dia. Isso deriva do
bombeamento de 80 mL de sangue umas 60 vezes por minuto. O sistema linfático não tem
bomba, por isso o volume de linfa transportado é muito baixo comparado com o de sangue
que atravessa coração. Em repouso, o volume de infarto no conduto torácico não chega a 2
litros diários. Durante as infecções ou o aumento de atividade, isso pode chegar aos 16 litros
o mesmo 20 l ao dia, mantendo-se assim durante períodos prolongados.
Os mecanismos pelos quais a linfa se move dentro dos vasos linfáticos obedecem principalmente
a três fatos:
1. Os compartimentos dos vasos linfáticos se contraem e relaxam alternativamente,
empurrando a linfa ao compartimento seguinte e evitando refluxo graças às válvulas
unidirecionais já mencionadas. O
2. Poderia considerar-se que o corpo se divide em dois compartimentos separados pelo
diafragma. Com os movimentos respiratórios a pressão em cima e embaixo do diafragma
muda. A inspiração cria uma pressão negativa em cima do diafragma, o que eleva a linfa, e
uma pressão positiva em baixo do diafragma, a empurra adiante, quer dizer, até o coração, a
linfa da parte inferior do corpo. As válvulas, de novo, evitam o refluxo aos distintos níveis.
3. O movimento principal da linfa pelos vasos linfáticos se deve às tensões/contrações
musculares (o movimento do corpo). A contração do músculo afeta os vasos linfáticos dessa
zona de empurra linfa até o compartimento seguinte. O relaxamento muscular aspira a linfa
até o compartimento seguinte do vaso. Esse é o motivo principal de que os movimentos
corporais simples (por exemplo, caminhar) sejam saudáveis, pois melhoram o transporte da
linfa e, com isso, a drenagem dos líquidos do entorno extra celular e seus conteúdos.del
entorno extracelular y sus contenidos.
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O gânglio linfático
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Ao movimentar-se de um compartimento a outro pelos vasos linfático, a linfa chega ao primeiro
gânglio linfático em seu caminhar até o sangue. Embora seu tamanho seja variável, a maioria dos
gânglios linfáticos tem a forma e o tamanho de feijão. Os gânglios linfáticos possuem muitos
vasos aferentes e em sua maioria um só vaso eferente, que passa a ser aferente do gânglio
seguinte.
No gânglio linfático podem ocorrer duas coisas: o controle das impurezas da linfa, a como
bactérias e outros antígenos (potencializando-se as atividades de eliminação), e a colagem de
linfócitos.
Embora a maior parte da linfa que passa por um gânglio siga até o seguinte parcialmente
“purificada” de algumas substâncias, uma parte se dirige até a circulação dentro do próprio
gânglio linfático. O gânglio linfático, como qualquer outro tecido do organismo, tem artérias e
veias que regulam o fluxo celular e a drenagem do próprio gânglio. Neste nível também se
produzem intercâmbios entre a linfa e a circulação sanguínea.
Imagem:
Centro germinal (folículo secundário)
Zona de manto
Cortex
Paracortex
Folículo primário
Cápsula
Trabécula
Seio intermédio
Seio subcapsular
Seio medular
Artéria
Eferente linfático
Veia
Medula
Cordão medular
Vênulas aferentes
Vênulas pós-capilares
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Zonas de drenagem
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A drenagem linfática está organizada em duas zonas de drenagem separadas e muito desiguais.
São as zonas de drenagem direita e esquerda, e a linfa normalmente não drena de um lado ao
outro das linhas invisíveis que separam estas duas zonas. As estruturas de cada zona levam a
linfa até seu destino, que é regressar ao aparelho circulatório.
A zona de drenagem direita recolhe a linfa de:
- o lado direito da cabeça e do pescoço
- o braço direito
- o quadrante superior direito do corpo
A linfa desta zona flui até o conduto linfático direito. Este conduto devolve a linfa ao aparelho
circulatório e drenando-a até a veia subclávia direita.
A zona de drenagem esquerda recolhe a linfa do resto do corpo:
- o lado esquerdo da cabeça do pescoço
- o braço e o quadrante superior esquerdos
- as extremidades inferiores
- ambas as pernas
Imagem:
Zona de drenagem direita
Zona de drenagem esquerda
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O sistema linfático
• ógãos linfóides
• gânglios linfáticos
• condutos linfáticos
• tecidos linfáticos
• capilares linfáticos
• vasos linfáticos
• produzir e transportar a linfa dos tecidos ao sistema circulatório
• componente principal do sistema imunitário
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Todo o sistema linfático é uma complexa rede formada por muitas estruturas:
órgãos, tecidos, vasos e condutos linfáticos. Os capilares, os vasos e os
condutos linfáticos só servem de transporte. Os órgãos, os gânglios e os tecidos
linfáticos são os responsáveis por processar a linfa e, em seu caso, de pôr em
marcha mecanismos que reajam a seus conteúdos.
As funções imunitárias podem ter êxito ou fracassar, segundo a integridade do
sistema linfático. Isso é razão suficiente para estudar alguns dos órgãos do
sistema linfático com um pouco mais detalhes.
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Órgãos e tecidos imuno-competentes do sistema
linfático
A parte defensiva do sistema de circulação linfático está
distribuída por vários órgãos:
• O timo
• Os gânglios linfáticos
• O baço
• O MALT
• O anel amigdalino de Waldeyer
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Os linfócitos T se originam na medula óssea, mas amadurecem no timo. Passam a
maior parte do tempo no resto do sistema linfático. Embora não conste de verdadeiro
tecido linfático, o timo intervém de maneira fundamental na eficácia do sistema linfático,
já que os elementos principais deste sistema amadurecem e permanecem nele até que
se ativam com fins defensivos.
Os gânglios linfáticos são pequenos centros defensivos situados ao longo do trajeto da
linfa desde o meio celular até a corrente circulatória. Os gânglios linfáticos armazenam
linfócitos, clonam os linfócitos imuno-competentes e filtram a linfa.
O baço é considerado principalmente um filtro de sangue que retira da circulação os
eritrócitos velhos. Sem dúvida, o baço tem também funções linfóides secundárias, pois
produz linfócitos, monócitos e anticorpos.
O tecido linfóide associado às mucosas (MALT) é um tecido linfóide não encapsulado
situado na mucosa do tubo digestivo (GALT), da traquéia e dos brônquios (BALT). É a
primeira barreira de defesa em contato com os antígenos. O MALT será explicado em
maiores detalhes em outro ponto deste curso.
O anel amigdalino de Waldeyer compreende:
1.As adenóides ( as amídalas faríngeas)
2.As amigdalas palatinas (normalmente chamadas “amigdalas”)
3.As amigdalas linguais (na parte posterior da língua)
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Funções
• Eliminar o excesso de líquidos dos tecidos
• Absorver os ácidos graxos e transportá-los depois ao aparelho
circulatório
• Transportar as homotoxinas do espaço ou da matriz extracelular (MEC) até a corrente circulatória
• Filtrar a linfa
• Produzir células imuno-competentes (linfócitos, monócitos e
células produtoras de anticorpos)
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Nem todos os líquidos que se difundem do sistema arterial até os espaços
intersticiais são reabsorvidos pelo sistema venoso. O excesso de líquido
intersticial é transportado pelo sistema linfático. Se isto não acontece surge um
linfedema.
Os ácidos graxos não podem ser captados pelo sistema venoso e necessitam de
outra via de transporte, missão que leva ao fim o sistema linfático que, graças a
estrutura de suas válvulas é capaz de captar estruturas complexas de maior
tamanho. O mesmo ocorre com as homotoxinas lipossolúveis, que estão
incluídas em moléculas lipídicas que não podem ser captadas e transportadas
pelo sistema venoso.
Os antígenos da linha são atacados imediatamente pelas células de defesa ao
chegar aos gânglios linfáticos. Nesses gânglios a uma concentração elevada de
células imuno-competentes para destruir os antígenos ou iniciar o processo de
formação de anticorpos, especialmente frente a microorganismos como as
bactérias.
O sistema linfático se encarrega do amadurecimento dos linfócitos imunocompetentes. A clonagem de linfócitos T tem lugar nos gânglios linfáticos.
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Tecido linfóide associado às mucosas
(Mucosa Associated Lymphoid Tissue: MALT)
• Tecido linfóide não encapsulado
• Componentes secundários da MALT
• tecido linfóide associado às fossas nasais (NALT)
• tecido linfóide associado à vía vulvovaginal (VALT)
• o tecido linfóide associado à pele (SALT) não é mucoso, mas
tem as mesmas caraterísticas do que o MALT
• Os dois principais componentes do MALT:
• BALT (tecido linfóide associado aos brônquios)
• GALT (tecido linfóide associado ao tubo digestivo)
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Além dos gânglios (e os órgãos) linfáticos encapsulados, existem também
tecidos linfóides não encapsulados situados, sobretudo nas mucosas corporais.
Isso é lógico, pois se trata de lugares onde os antígenos entram pela primeira
vez em contato com um organismo, com o que se obriga a uma reação direta do
sistema imune.
O tecido linfóide associado às mucosas, que recebe o acrônimo de MALT, é
muito diverso e aparece em todas as mucosas do organismo. Sem minimizar os
componentes secundários da MALT, é formado essencialmente em pelos
componentes associados ao tubo digestivo e os brônquios. Assim, falamos de
GALT e BALT, respectivamente. Como já se disse, sua função principal é alterar
as defesas corporais sobre a presença de antígenos que tratam de atravessar a
barreira mucosa para entrar no organismo. Assim, a mucosa muito mais que
uma simples barreira física. Participa também na ativação das defesas quando
existem antígenos tentando entrar no corpo.
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GALT
• Placas de Peyer
• Apêndice
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Os microorganismos patógenos e demais antígenos que entram no tubo
digestivo se encontram com macrófagos, células dendríticas, linfócitos B e
linfócitos T nas placas de Peyer e outros tecidos linfóides associados à mucosa
digestiva (GALT). As placas de Peyer são formadas por células especializadas
que captam antígenos diretamente da luz digestiva e os entregam às células
apresentadoras de antígenos (CPA), situadas em uma estrutura característica
em forma de bolsa no mesmo lado. Os linfócitos B e as células de memória se
estimulam ao encontrar os antígenos nas placas de Peyer. Estas células passam
depois aos gânglios linfáticos mesentéricos, onde se amplia a resposta
imunitária. Os linfócitos ativados passam ao sangue pelo conduto torácico e
chegam até o tubo digestivo, onde desempenham suas funções finais.
O apêndice também é formado principalmente por tecido linfóide, e podemos
afirmar que sua única função conhecida é a linfática. Poderíamos denominar o
apêndice como “amigdala abdominal” ou “amigdala intestinal”.
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A MEC
• Se chama também:
• Sistema
• Básico de
• Bio• Regulação
• SBBR
(Lamers, Van Wijk
& Linnemans)
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Assim como ocorre com o sistema venoso, a origem funcional do sistema linfático é o espaço
extra celular. Na matriz extra celular, nadando no líquido intersticial há todo tipo de substâncias
que é preciso manter distante para evitar a intoxicação das células. Muitos sistemas atuam na
MEC mediante todo tipo de mediadores que freqüentemente tem de ser eliminados depois de
terem sido usados (por exemplo, hormônios). O sistema arterial aporta à MEC não só
substâncias valiosas, mas também homotoxinas.
Os pesquisadores e autores holandeses Lamers, Van Wijk e Linnemans descobriram já na
década de 70 a matriz extra celular como um sistema bioregulador básico (SBRB) na qual
interagem os distintos sistemas reciprocamente para regular a homeostase do organismo.
Naturalmente, isso só pode acontecer se não há elementos perturbadores, como homotoxinas.
As homotoxinas podem bloquear as transmissões dos mediadores e provocar para que os
processos enzimáticos não gerem substâncias muito necessárias, produzindo hipóxia celular,
etc. Podemos afirmar que a drenagem principal da MEC ou o SBRB é realizada pelo sistema
linfático e que este sistema tem importância vital em qualquer forma de medicina biológica. Esta
é também a razão pela qual o tratamento anti-homotóxico, com seus três pilares, comece pela
drenagem, assim há melhora das funções linfáticas. Um fator crucial para o êxito do tratamento.
Imagem:
Célula de defesa
Elastina
Fibroblasto
Axônio
SNC
Biorritmo
Sistema endócrino
Capilar
Mastócito
Colágeno
Axônio
Substância básica
Membrana basal
Célula parenquimatosa
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Reação de assistência imunológica (Heine)
Medicamento antihomotóxico
La D se refiere a diferentes potenciaciones de
las sustancias; D4-D8 es una selección de
un intervalo
Absorción
de D1-D14
oral,
s.c.,
Mediadores
Procesamiento
nasal, i.v.,
que estimulan
aerosol, i.m.
la regulación
Macrófago
basal
Formación
de motivos
(5-15
aminoácidos)
Diferenciación de
las células T en células
Th3 reguladoras
con motivo
“Homing”(alojamiento
preferencial
y dirigido)
Ganglio
linfático
Linfocitos
reguladores (Th3)
con reconocimiento
por similitud
(principio de
similitud)
p. ej.,
articulación
inflamada
Complejo
principal de
histocompatibilidad
(MHC)
Célula T
(prolinfocito)
Linfocitos B
productores de
inmunoglobulinas
Organotropismo
Histiotropismo
Formación de clones en los ganglios linfáticos
© IAH 2009
TGF-β
IL-4
IL-10
Supresión de los
correspondientes
Th1 y Th2
Linfocitos proinflamatorios
(Th1, Th2)
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Um dos efeitos imuno-moduladores dos fármacos que regulam a inflamação na
medicina anti-homotóxica obedece a uma reação de assistência imunológica
após a tomada de componentes orgânicos em concentrações baixas. A cascata
completa da reação de assistência imunológica já foi explicada na apresentação
“IAH AC Imuno-modulação”.
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Reação de assistência imunológica (Heine)
Medicamento antihomotóxico
La D se refiere a diferentes potenciaciones de
las sustancias; D4-D8 es una selección de
un intervalo
Absorción
de D1-D14
oral,
s.c.,
Mediadores
Procesamiento
nasal, i.v.,
que estimulan
aerosol, i.m.
la regulación
Macrófago
basal
Formación
de motivos
(5-15
aminoácidos)
Diferenciación de
las células T en células
Th3 reguladoras
con motivo
“Homing”(alojamiento
preferencial
y dirigido)
Ganglio
linfático
Linfocitos
reguladores (Th3)
con reconocimiento
por similitud
(principio de
similitud)
p. ej.,
articulación
inflamada
Complejo
principal de
histocompatibilidad
(MHC)
Célula T
(prolinfocito)
Linfocitos B
productores de
inmunoglobulinas
Organotropismo
Histiotropismo
Formación de clones en los ganglios linfáticos
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TGF-β
IL-4
IL-10
Supresión de los
correspondientes
Th1 y Th2
Linfocitos proinflamatorios
(Th1, Th2)
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O motivo pelo qual a reação de assistência imunológica volta a aparecer nesta
apresentação e a importância que tem sistema linfático para o êxito desta reação. Os
linfócitos Treg iniciados (linfócitos Th-3 CD4+) se clonan para formar um exército de
linfócitos Treg imuno-competentes e idênticos. Esta tarefa principal é realizada nos
gânglios linfáticos, e o transporte de linfócitos Treg iniciais (depois do contato com as
células apresentadoras de antígenos) se realiza pelo sistema linfático.
Na terapia anti-homotóxica, a potenciação do sistema linfático é uma estratégia habitual
nos processos inflamatórios. Os medicamentos desencadeantes de reações de
assistência imunológica se potencializam com os que melhoram o sistema linfático, já
que ousamos a sinalizar que os de linfócitos Treg iniciados serão clonados mais
depressa.
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Doenças linfáticas
• Linfangite aguda
• Linfadenite
• Amigdalite
• Linfedema
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A linfangite aguda é um processo inflamatório dos vasos linfáticos em uma ou mais regiões. As
bactérias podem chegar aos linfáticos pelos arranhões ou feridas. Com freqüência, as infecções
estreptocócicas superficiais da pele ou dos tecidos subcutâneos se disseminam facilmente aos
vasos linfáticos. Em algumas ocasiões, também podem ser agentes causadores os estafilococos
outras bactérias.
A linfadenite é um processo inflamatório que afeta a um ou mais gânglios linfáticos. A linfadenite
é quase sempre causada por uma infecção que pode ser devida a bactérias, vírus, protozoários
ou fungos. Normalmente, infecção se dissemina ao gânglio linfático de vários pontos: pele, o
ouvido, nariz, dentes o olhos; o se estende a partir de afecções tais como a mononucleose
infecciosa, a infecção por citomegalovirus, as infecções estreptocócicas, a tuberculose ou a sífilis.
A infecção pode disseminar se e afetar a muitos gânglios linfáticos ou permanecer limitada a uma
zona concreta do organismo.
A amigdalite e a inflamação das amígdalas. Deve-se, sobretudo em infecções bacterianas ou
virais. A amigdalite é a forma mais comum de linfadenite.
O linfedema é a acumulação de linfa que provoca inchaço. O linfedema é produzido quando
alguma afecção ou anomalia impede que a linfa seja reabsorvida pelos capilares venosos o que
drene normalmente pelos capilares e vasos linfáticos. Em conseqüência, o excesso de linfa não
pode sair dos tecidos e se produz linfedema.
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Patologia linfática: linfedema
As fases do linfedema (1)
• Estágio 1: latente e reversível
• Estágio 2: duro e rígido, irreversível a longo prazo
• Estágio 3: irreversível
(1) Compendio del Dr. Vodder’s Manual Lymph Drainage by
R. Kasseroller. Karl F. Haug Verlag 1998
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O linfedema em estágio 1
A tumefação se deve essencialmente o ao líquido rico em proteínas e pode
melhorar muito com um tratamento precoce. Os tecidos são macios ao tato e a
pressão deixa uma depressão que se denomina “fossa edematosa”. O inchaço
pode reduzir temporariamente o com uma simples elevação do membro; mas, a
menos que se trate, o inchaço reaparece em seguida.
O linfedema em estágio 2
Também chamado linfedema moderado há inchaço e fibrose, e o tecido já não é
tão macio ao tato.
Nesta fase os tecidos aparecem firmes, e inclusive duros, e a pressão só deixa
uma pequena depressão. Estas alterações aumentam o risco de que haja mais
tumefação, infecções cutâneas e problemas da pele.
O linfedema em estágio 3
Denomina-se também linfedema grave; o inchaço e a fibrose tissular fazem com
que a pele endureça e perca sua elasticidade normal.
Estas alterações criam pregas de tecido que limitam a mobilidade e resultam
desfigurantes. Os fundos do pregas predispõem a formação de infecções
fúngicas e feridas abertas que são difíceis de curar.
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Situação saudável
VAT
<1
MVL
Formação de edema
VAT
>1
MVL
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Também podemos descrever o linfedema de maneira matemática. Se definirmos
o volume que há de se transportar como volume para transportar (VAT) e a
quantidade de linfa transportada para a circulação sanguínea como o volume
minuto de linfa (VML), podemos dizer que se o quociente de ambos for menor do
que 1, a situação segue sendo de saúde. Se o resultado for maior do que 1,
surgirá o edema.
O importante é que o sistema linfático é variável em relação à quantidade de
linfa que transporta a corrente circulatória.
.
19
Enfoque convencional da patologia linfática
• Diuréticos
• Terapia de drenagem linfática (TDL)
• Adicional
• AINE
• Antibióticos
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O linfedema (por exemplo, o linfedema de membro superior após uma mastectomia) pode ser
muito difícil de tratar e na prática podem se prescrever bandagens e fisioterapia para inibi-la ou
prevenir a formação de edema.
Diuréticos: embora pareçam eficazes ao princípio, os diuréticos devem ser evitados nos
tratamentos homotoxicológicos do linfedema. A razão é que a água é o melhor transporte de
proteínas e toxinas, e a eliminação da água do meio extra celular aumenta a concentração de
homotoxinas. Não é um tratamento etiológico, já que a causa principal de que se forme o edema
o estancamento linfático é a ineficiência do sistema linfático. Reduzir a água nos espaços
intersticiais e significa aumentar a concentração do resto de produtos que se deve retirar. Poderia
ser comparado com a saída de água de um rio por bombeamento. A conseqüência será que os
barcos encalharão e o transporte cessará. Justamente o contrário do que requer um bom
tratamento homotoxicológico. Assim, ao usar diuréticos aumenta-se o estado de intoxicação.
Terapia de drenagem linfática (TDL): é um método original de drenagem linfática manual
desenvolvida pelo médico francês Bruno Chikly. Criado a partir dessa investigação premiada do
sistema linfático, a TDL emprega as técnicas tradicionais de drenagem linfática e adiciona um
nível de precisão compatível com as descobertas científicas mais recentes.
Mediante um conhecimento anatômico exato e processos manuais característicos, a TDL permite
detectar o ritmo, a direção, a profundidade e a qualidade do fluxo linfático em qualquer parte do
corpo. A partir disso, os profissionais podem empregar as mãos para elaborar um mapa linfático
manual (MLM) dos vasos com a finalidade de avaliar a circulação geral e determinar as melhores
vias alternativas para drenar os líquidos estancados.
Os terapeutas trabalham com as mãos estendidas, fazendo suaves movimentos em forma de
onda com todos os dedos. Estas manobras manuais sutis ativam a linfa e a circulação de líquido
intersticial, e estimula o funcionamento dos sistemas imunitário e nervoso parassimpático.
No linfedema grave e irreversível, as feridas são mal curadas e aparecem inflamações e
infecções devido ao estado de intoxicação ( por exemplo na diabetes tipo 2). Esta é a razão pela
qual os protocolos terapêuticos convencionais contém muitos AINE e antibióticos.
20
Investigação científica do tratamento
anti-homotóxico da patologia
linfática
© IAH 2009
A importância do sistema linfático é enorme em homotoxicologia. O sistema
linfático é considerado o principal sistema de transporte de homotoxinas do meio
celular aos órgãos desintoxicadores do organismo. Ademais, o sistema linfático
reage mediante mecanismos imuno-competentes contra todo antígeno da linfa à
sua passagem pelos gânglios linfáticos.
A pesquisa moderna tem podido demonstrado os efeitos protetores de um
preparado de drenagem linfática como Lymphomyosot sobre as células.
21
Uso terapêutico de Lymphomyosot Resultados de um estudo de
observação multicêntrico
com 3.512 pacientes
Zenner, S. et al: Biological Therapy,
Volume VIII, No 3, 1990
© IAH 2009
22
Farmacovigilância de Lymphomyosot
Estudo multicêntrico do Dr. Zenner e o Dr. Metelmann
• no total 3.512 pacientes
• colaboraram 264 voluntários na avaliação
• todos os grupos de idade
• sintomas de distintas durações
• diversas afecções linfáticas, dando ênfase no linfedema
• várias formas de administração
• distintas durações de tratamento
• com ou sem medidas terapêuticas acompanhantes
• elevada porcentagem de êxito terapêuticos
© IAH 2009
23
Neste estudo observacional se tratou com Lymphomyosot pacientes com
afecções linfáticas. As afecções eram muito variadas: linfangite, linfedema,
linfadenite, amigdalite, hipertrofia amigdaliana e inclusive baixa resistência.
Empregaram-se gotas, ampolas o ambas combinadas.
Em geral, o estudo demonstrou de forma prática que as afecções linfáticas
podem ser tratadas com bom os resultados terapêuticos com Lymphomyosot.
Obtiveram-se resultados notáveis inclusive em 2135 pacientes com transtornos
inflamatórios.
Lymphomyosot é usado principalmente para o linfedema e a amigdalite. Seu
emprego no tratamento anti-homotóxico das inflamações deriva de seu efeito
limpador matriz. As concentrações reduzidas de homotoxinas na matriz
desencadeiam menos reações inflamatórias.
23
Possibilidades de tratamento
linfático da polineuropatía diabética
Terapia da matriz no diabetes tipo 2 –
A Practice-based Study, Dietz, A.: English
translation from Biologische Medizin, Vol 29,
No 1, 2000, pp 4-9
Premio Reckeweg en 1999
© IAH 2009
24
Polineuropatia diabética
• Deterioramento da sensibilidade e da mobilidade por dano dos nervos
periféricos devido ao transtorno metabólico, que começa pelos
membros inferiores
• Alemanha:
5% da população tem DMNDI
A amputação é inevitável para 7 de cada 1000
pacientes com DMNDI
• Tto. atual:
Normalmente terapia intravenosa de ácido alfalipóico
• Medidas preventivas:
• Controle rígido dla glicemia
• Vitamina B
• Sapatos especiais
• Normas higiênicas estritas
© IAH 2009
25
A prevalência do diabetes tipo 2 na Europa e América do norte aumenta de ano
em ano. Uma das principais complicações de diabetes é a polineuropatia. A
disfunção nervosa e inclusive a morte neuronal são induzidas através de
distintas vias. As concentrações sanguíneas elevadas de glicose, a formação de
AGE e a agressão oxidativa entre outras agressões acabam danificando as
paredes vasculares, destruindo os capilares e dificultando a nutrição celular.
Surge de forma crônica um estado de hipóxia celular; o paciente apresenta dor e
se deterioram a sensibilidade e a mobilidade devido aos nervos danificados. A
polineuropatia começa o mais longe possível do coração, quer dizer, nas
extremidades inferiores, mais concretamente nos pés.
Na Alemanha, ao redor de 5% da população padece de diabetes mellitus não
insulino-dependente. Em 7 de cada 1.000 pacientes se torna inevitável alguma
amputação.
Não há nenhum tratamento de referência, mas o emprego de ácido alfalipóico
(antioxidante) em forma de terapia intravenosa é um tratamento complementar
freqüente na Alemanha, além de todo tipo de medidas para aumentar a higiene
(sapatos especiais de fogo macio, proteção dos pés, etc.).
25
Desenho do estudo
Populaç
População pacientes:
pacientes:
90 pacientes com DMNDI de ≥ 5 anos de evolução e com
sintomas de polineuropatia
Tratamiento:
Durante 8 meses os pacientes reciberam, além da
medicação habitual para seu diabetes:
Grupo 1
(50 pacientes)
Grupo 2
(10 pacientes)
Grupo 3
(30 pacientes)
15 gotas de
Lymphomyosot
2 x día
15 gotas de
Lymphomyosot
2 x día
10 x 600 mg de
ácido alfalipóico
por via i.v.
10 x 600 mg de
ácido alfalipóico
por via i.v.
Avaliação::
z Ecografía para medir o edema linfático
z Angiografía para medir os defeitos dos vasos sanguíneos
z Teste de sensibilidade (0/8 = mínima; 8/8 = máxima)
z Dor
z Determinação de HbA1c
© IAH 2009
26
Neste estudo se vigiou durante 8 meses 90 pacientes com diabetes de cinco ou
mais anos de evolução e distribuídos em três grupos. O primeiro grupo recebeu
só Lymphomyosot além do tratamento convencional já existente. Ao segundo
grupo adicionou-se Lymphomyosot e ácido alfalipóico à medicação convencional;
ao terceiro grupo só foi administrado ácido alfalipóico.
Usaram-se parâmetros objetivos para avaliar a evolução dos pacientes. A
ecografia determina com precisão o volume do edema. A angiografia aporta uma
evolução do objetivo da quantidade de capilares destruídos pela doença. O teste
de sensibilidade é um método semi-objetivo para medir a sensibilidade da pele.
Foi medida de forma subjetiva a dor e mediante uma escala de dor. Mediu-se o
AGE/HbA1.
A dose de Lymphomyosot foi de 15 gotas duas vezes ao dia durante oito meses
(de forma contínua, sem descansos).
26
Resultados
• Lymphomyosot reduz o edema
• Lymphomyosot é superior ao ácido α-lipóico para melhorar a
sensibilidade
• Lymphomyosot mais ácido α-lipóico produz uma melhora
máxima da sensibilidade
• Lymphomyosot reduz a dor
(sem dor: 75% dos grupos I e II)
• Os edemas são detectáveis antes das lesões vasculares
durante as primeras fases da polineuropatia
© IAH 2009
27
Ao final de oito meses de tratamento com Lymphomyosot, se obtiveram notáveis
resultados nos grupos que tomaram Lymphomyosot além do tratamento
convencional, em comparação com o grupo que só recebeu tratamento
convencional (grupo de controle 3).
A ecografia demonstrou claramente que Lymphomyosot reduziu o edema. Houve
menos edema nos grupos de Lymphomyosot do que no outro grupo.
Lymphomyosot demonstrou ser melhor do que o ácido alfalipóico para melhorar
a sensibilidade; inclusive de forma combinada (Lymphomyosot + ácido
alfalipóico), a melhora foi máxima no teste de sensibilidade.
Em 3 de cada quatro pacientes tratados com Lymphomyosot desapareceu
totalmente a dor ao final de oito meses.
Graças a Lymphomyosot, a detecção de lesões vasculares associadas ao
edema pôde ser realizada antes.
27
Investigação básica
Melhora do deterioramento hepático
induzido por toxinas com
Lymphomyosot N
Importante efeito neutralizante em um modelo
hepático in vitro
Prof. Rolf Gebhardt, Departamento de
Bioquímica; Universidad de Leipzig, Alemania;
resultados preliminares, não publicados
© IAH 2009
Para poder avaliar a capacidade desintoxicadora de Lymphomyosot N se
determinou seu efeito sobre hepatócitos expostos ao chumbo mediante um
modelo in vitro desenhado a tal efeito. Os experimentos foram realizados pelo
professor Gebhardt do departamento de bioquímica e da universidade de Leipzig
e, todavia não foi publicado.
Os hepatócitos foram cultivados na superfície de uma matriz extra celular MEC
enriquecida. Por difusão através da MEC, as células se expuseram a íons de
chumbo e se comprovou sua viabilidade depois de vários períodos. Se adicionou
Lymphomyosot N aos hepatócitos durante o depois da exposição ao acetato de
chumbo.
Quais foram os resultados?
28
Resultados da investigação básica
Melhora do deteriorammento hepático induzido por
toxinas
• Lymphomyosot® N tem um pronunciado efeito protetor dos
hepatócitos expostos a íons de chumbo
• Lymphomyosot® N alcança o máximo de atividade quando se
utiliza durante a exposição aos íons de chumbo
• Lymphomyosot® N tiene um efeito especialmente intenso
durante e depois da fase tardia da exposição aos íons de
chumbo
•
Ação desintoxicadora de Lymphomysot® N, sobretudo
na fase posterior à exposição ao chumbo
© IAH 2009
Os resultados revelam que Lymphomyosot N é capaz de proteger os hepatócitos
frente aos efeitos nocivos dos íons de chumbo. Dependendo das condições
experimentais, o medicamento é capaz de conferir uma completa proteção in
vitro frente à intoxicação.
Lymphomyosot N alcança sua atividade máxima em todo momento, mas sua
presença nas últimas fases da exposição aos íons de chumbo parece exercer
uma influência particularmente notória.
Os motivos mais prováveis de que isso ocorra são:
Lymphomyosot N pode melhorar a resistência hepatocelular e ajudar a
mobilização e a drenagem dos íons de chumbo. São necessários mais estudos
para conhecer melhor os mecanismos desta proteção, mas os resultados já
dizem muito a favor da decisiva proteção a hepática que exerce Lymphomyosot
N.
29
Indicações de Lymphomyosot
• Linfedema
• Amigdalite crônica
• Falta de defesas em geral
Pode usar-se também:
• após a mononucleose (+ Engystol®)
• para a drenagem da matriz extra-celular
• para a potencialização do efeito dos fármacos reguladores da
inflamação
© IAH 2009
30
Lymphomyosot é usado, sobretudo no linfedema. Nas crianças se emprega
frequentemente para a amigdalite e as baixas defesas em geral.
Os experts em homotoxicologia de todo mundo usam Lymphomyosot com
regularidade na mononucleose e sua síndrome pós viral como fármaco de
drenagem para limpar a matriz extra celular de homotoxinas e como
potencializador geral do efeito regulador da inflamação que possuem os imunomoduladores anti-homotóxicos.
Lymphomyosot contém doses baixas de ferrum iodatum, portanto, deve
ser usado com precaução nos transtornos tireoidianos.
30
Peculiaridades de Lymphomyosot
• recanaliza sem efeito diurético
• não se conhecem efeitos secundários
• precaução em caso de transtornos tireoideanos: a única
limitação
• pode ser usado a longo prazo, eventualmente com intervalos
• sem limite de idade
• compatível com outros fármacos
• não se conhecem interações com outras substâncias ou
medicamentos (ver advertência em transtornos tireoideanos)
• várias formas de administração
• coincide plenamente com a idéia moderna dos próprios
mecanismos de regulação do organismo humano
© IAH 2009
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Lymphomyosot tem um efeito recanalizador da linfa. Drena a matriz extra celular.
Carece de efeitos secundários e só deve ser usado com precaução nos
transtornos tireoidianos. Lymphomyosot tem demonstrado ser seguro e inclusive
depois de ser utilizado de forma contínua durante muito tempo. Sem dúvida,
dependendo da situação particular de cada paciente, podem ser estabelecidos
intervalos terapêuticos dentro do protocolo.
Lymphomyosot pode ser usado em crianças e adultos sem ajuste de dose. Não
se tem observado interações entre Lymphomyosot e nenhuma outra substância
o medicamento. Pode ser incorporado facilmente aos padrões terapêuticos
existentes.
Comercializam-se várias formas de administração segundo o aceito pelas
autoridades dos distintos países.
Lymphomyosot é um medicamento anti-homotóxico seguro e eficaz, totalmente
compatível com o planejamento holístico da medicina anti-homotóxica. Não
bloqueia os mecanismos reguladores do organismo e se aceita, portanto, como
medicamento linfático eficaz na maioria dos tratamentos reguladores. Na
medicina acadêmica também tem demonstrado que é compatível com os
fármacos convencionais.
31

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