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Jornal do Commercio • Quarta-feira, 13 de maio de 2015 • Opinião • A-15
O cão, o lobo e o rato
ciano na ação. Como o próprio Gramsci recomendava. Mas
pensar que isso é comunismo é “pura e cristalina bobagem”, não
é mesmo? Especialmente para quem, nada sabendo de Gramsci
e muito menos das longas discussões entre intelectuais gramscianos que prepararam e preparam cada decisão do PT, descreve o gramscismo sem saber que é gramscismo e jura, de mãos
postas, que o PT jamais teve outro estrategista senão Macunaíma, nem outra inspiração senão a caipirinha.
“Como falar em marxismo se Lula sequer leu uma página de
Marx?”, pergunta o sr. Villa. Bem, no tempo em que eu andava
com os comunistas só vi dois deles lendo Marx. O terceiro era
eu. Os outros liam exemplares de A Voz Operária e as resoluções
do Comitê Central. O próprio Rui Falcão mal conhecia o Manifesto Comunista.
Mas isso é só uma curiosidade. O fato é que o sr. Lula não leu
talvez uma só página de Marx, mas o sr. Frei Betto leu muitas,
além de um bocado de Gramsci, e há décadas exerce as funções
de cérebro do ex-presidente. Ou o sr. Frei Betto, co-autor da
Constituição cubana, co-fundador do Foro de São Pauloi e
mentor reconhecido de um gratíssimo sr. Lula, não é ele próprio
comunista?
No entanto, o argumento do sr. Villa não vale para o caso do
sr. Lula, mas vale para o do próprio sr. Villa. Ele definitivamente
não é comunista, já que não leu Marx. Se tivesse lido, não teria
escrito esta lindeza:
“Quando Lula chegou ao Palácio do Planalto, o partido só tinha de socialista o vermelho da bandeira e a estrela. A prática governamental foi de defesa e incentivo do capitalismo. Em momento algum se falou em socialização dos meios de produção.”
Pois Marx ensinava, precisamente, que a socialização dos
meios de produção não seria possível antes de totalmente desenvolvidas as forças produtivas do capitalismo. O processo, dizia ele, poderia levar décadas ou até séculos. Para um partido comunista que chegue ao poder por via democrática, numa nação
capitalista, o único caminho possível para o socialismo, sobre-
ou coisa que o valha não foi, como sugere o sr. Villa, um arranjo
de última hora, uma alternativa de emergência adotada no ponto extremo de uma crise do marxismo, mas um dos hábitos mais
iambattista Vico ensinava que nada conhevelhos e constantes do movimento comunista, que desde os
cemos tão bem quanto aquilo que nós mesanos 30 do século passado veio se camuflando como “progresmos inventamos. O sr. Marco Antonio Villa
sismo”, “terceiromundismo”, “movimento dos não-alinhados”,
ilustra essa regra com perfeição. Após de“antifascismo”, “anti-imperialismo”, “teologia da libertação”, “ficlarar, em artigo do Globo, que, “na política
losofia da libertação”, “pan-africanismo” etc. etc. etc.
é indispensável, ao enfrentar um adversáSegundo: O próprio sr. Villa qualifica o bolivarianismo de
rio, conhecê-lo” — abertura triunfal que re“fachada”, mas parece ignorar que toda fachada é fachada de alaliza às mil maravilhas o ideal literário do
guma coisa. Como em 2010 Hugo Chávez, reeditando a célebre
Conselheiro Acácio –, ele inventa um PT à imagem e semelhanconfissão tardia de Fidel Castro, admitiu publicamente sua conça da sua própria estreiteza mental e o enfrenta até mesmo com
dição de marxista, já não é preciso nenhum esforço divinatório
certa bravura.
para saber o que se escondia por trás do “bolivarianismo”.
No seu entender, o PT nada tem de comunista. É apenas “um
Terceiro: No Brasil o termo “bolivarianismo” tem servido somix original que associa pitadas de caudilhismo, com resquícibretudo como subterfúgio eufemístico para evitar a palavra
os da ideologia socialista no discurso — não na prática —, um
proibida, “comunismo”, que o sr. Villa quer proibir ainda mais.
partido centralizado e a velha desfaçatez tupiniquim no trato da
Aliás esse é um dos fenômenos lingüísticos mais lindos de todos
coisa pública, tão brasileira como a caipirinha que seu líder tanos tempos, uma conspiração de duas forças antagônicas que
to aprecia”.
colaboram para silenciar o óbvio. Os comunistas não querem
Desprovido de todo aparato marxista e de toda conexão com
que ninguém fale de comunismo porque, na estratégia de Antoo movimento comunista internacional, reduzido a um fenômenio Gramsci, a revolução comunista só pode prosperar sob o
no folclórico local sem nenhuma retaguarda estratégica, o partimanto da mais confortável invisibilidade (exemplo, os dezesseis
do governante está pronto para ser demolido na base de puras
anos de silêncio geral sobre o Foro de São Paulo). Os anticomunotícias de TV, sem o menor combate ideológico ou sondagem
nistas também não querem que se fale de comunismo porque
das suas conexões internacionais. Foi nisso que se especializou
precisam que todo mundo acredite que saíram vencedores na
o sr. Villa, e ele desempenha essa tarefa pelo menos tão bem
Guerra Fria, sepultando o comunismo de uma vez para sempre.
quanto o faria qualquer aprendiz de jornalismo.
O sr. Villa alista-se decididamente nesta segunda facção:
Dos que temem que na sua atitude haja um excesso de pre“Considerar o PT um partido comunista revela absoluto dessunção otimista ele se livra com meia dúzia de petelecos, rotuconhecimento político e histórico... Não passa de conceder sentilando-os de “exaltados e néscios”, proferidores de “puras e crisdo histórico ao rançoso discurso da Guerra Fria. O Muro de Bertalinas bobagens”, culpados de “absoluto desconhecimento polim caiu em 1989 mas tem gente em Pindorama que ainda não
lítico e histórico”, de restaurar “o rançoso discurso da Guerra
recebeu a notícia.”
Fria”, de usar “conceituações primárias que não dão conta do
Talvez o sr. Villa, que nada soube de 1956, tenha saltado direobjeto” e de “retirar do baú da História o anticomunismo primáto para 1989, mas é seguro que não chegou a 2000, quando o firio”, isto quando algum deles não chega mesmo a ser, como ele
lósofo Jean-François Revel, num livro
disse na TV, um “astrólogo embusteide sucesso mundial (La Grande Pararo metido a líder político”.
de, Paris, Plon, 2000), fez a pergunta
Tendo assim alcançado um invedecisiva: Como tinha sido possível
jável recorde jornalístico de insultos
Adotar a máscara nacionalista, populista ou coisa que o valha não foi,
que o movimento comunista, desmopor centímetro de coluna, ele se senralizado na URSS, em vez de desapate preparado para provar cientificacomo sugere o sr. Villa, um arranjo de última hora, uma alternativa de
recer por completo crescesse até promente a ausência de comunismo no
porções gigantescas na década sePT. E eis como ele se desincumbe da
emergência adotada no ponto extremo de uma crise do marxismo, mas um
guinte?
tarefa:
As explicações eram muitas: ado“O petismo impôs seu ‘projeto cridos hábitos mais velhos e constantes do movimento comunista
ção da estratégia gramsciana, troca
minoso de poder’... sem que tivesse neda antiga estrutura hierárquica por
cessidade de tomar pela força o Estauma organização mais flexível em
do. O processo clássico das revoluções
“redes”, fuga generalizada ante a ressocialistas do século XX não ocorreu.
tudo desde 1956, é desenvolver as forças produtivas do capitaponsabilidade pelas atrocidades do regime comunista etc. etc.
O ‘assalto ao céu’ preconizado por Marx.. foi transmutado numa
lismo ao mesmo tempo que as atrela ao Estado por meio de imMas essas respostas não vêm ao caso, já que o sr. Villa não perceoperação paulatina de controle da máquina estatal no sentido
postos e regulamentos e vai aos poucos – invisivelmente, dizia
beu nem a pergunta. Não se vende remédio a quem não sabe
mais amplo, o atrelamento da máquina sindical, dos movimenAntonio Gramsci – conquistando a hegemonia e neutralizando
que está doente.
tos sociais, dos artistas, intelectuais, jornalistas, funcionando coas oposições. É precisamente o que o PT faz. Já me expliquei um
Que o sr. Villa está doente, não se discute. A estreiteza do seu
mo uma correia de transmissão do petismo.”
pouco a esse respeito um ano atrás, neste mesmo jornal (v. htcampo de visão é decididamente anormal. É um tipo de glaucoQuem quer que tenha estudado o assunto ao menos um poutp://www.olavodecarvalho.org/semana/140407dc.html).
ma intelectual. Só que o doente de glaucoma fisico se queixa
quinho entende, logo ao primeiro exame, que isso que o sr. Villa
Mas nem o próprio Lênin, que tomou o poder nas ondas de
quando o seu ângulo visual diminui, ao passo que o sr. Villa se
acaba de descrever é a aplicação fiel, milimetricamente exata,
uma revolução armada e tinha todos os instrumentos para
gaba e se pavoneia.
da estratégia de Antonio Gramsci para a conquista do poder pegovernar pelo terror, estatizou tudo de repente. Fez como o
“Estou pouco me lixando para o Foro de São Paulo”, declarou
los comunistas. Nada de tomar o Estado pela força, nada de “asPT: deu um incentivo ao capitalismo enquanto montava o sisele na TV tempos atrás, mostrando que, do alto da sua infinita
salto aos céus”. Em vez disso, a lenta e quase imperceptível “ocutema de poder hegemônico, tomando gradativamente dos
superioridade, uma coisinha de nada como a maior organizapação de espaços”, ou, nos termos do sr. Villa, “o atrelamento da
burgueses os meios de ação política enquanto os mantinha
ção política que já existiu no continente não merecia o dispênmáquina sindical, dos movimentos sociais, dos artistas, intelecanestesiados por meio de vantagens financeiras imediatas.
dio de uma gota sequer dos seus prodigiosos dons intelectuais.
tuais, jornalistas”.
Foi isso o que ele resumiu na máxima: “A burguesia nos venNós, os primários, admitimos que nada podemos compreenFaz quase seis décadas que o movimento comunista internaderá a corda com que a enforcaremos”. Nem mesmo em teoder do PT se o encaramos como um fenômeno estritamente locional adotou essa estratégia, por ser ela a única compatível
ria Lênin pensou em estatização imediata. Ao contrário. Dizia
cal, fazendo abstração tanto das suas raízes (que remontam à
com a política de “coexistência pacífica” entre a URSS e as poele: “O meio para esmagar a burguesia é moê-la entre as pecriação da “teologia da libertação” por Nikita Kruschev; v. httências ocidentais, preconizada por Nikita Kruschev no discurdras da inflação e do imposto.” Se o PT faz exatamente isso, é
tp://www.nationalreview.com/article/417383/secret-roots-liso que proferiu em 1956 no XX Congreso do Partido Comunita
a prova cabal, segundo o sr. Villa, de que ele não é um partido
beration-theology-ion-mihai-pacepa), quanto das verbas essoviético.
comunista de maneira alguma.
trangeiras que o alimentaram por décadas ou dos compromisOu seja: a prova cabal de que o PT não é um partido comunisO sr. Villa fala ainda contra o conceito de “bolivarianismo”
sos e conexões internacionais que determinam cada passo na
ta é que ele faz exatamente o que todos os partidos comunistas
quando aplicado ao PT. Nisso ele tem razão, mas não pelos moconsecução da sua estratégia.
do Ocidente fazem há sessenta anos.
tivos que alega. Ele investe contra o conceito de “bolivarianisMas essas coisas são grandes demais para o campo visual do
Não é de tapar a boca de qualquer astrólogo embusteiro?
mo”, porque, no seu entender, Hugo Chávez só escolheu Simon
sr. Villa. Ele simplesmente as suprime e, fingindo desprezo ao
O sr. Villa mostra-nos um bicho de pele grossa, orelhas granBolívar como símbolo da sua revolução por achar que “a crise
que ignora, despeja insultos sobre quem as conhece.
des, seis toneladas de peso e duas presas de marfim, mas se lhe
do socialismo real tinha chegado ao seu ponto máximo e não
Não desejo mal ao sr. Villa. O PT microscópico que ele endizemos que é um elefante ele sobe nas tamanquinhas e diz que
havia mais nenhuma condição de ter como referência o velho
xerga é parte do PT real, e ele até que faz o possível para lhe trasão “conceituações primárias”.
marxismo-leninismo”.
zer algum dano. O cão de pastor que em defesa do redil se atraComo exemplo do que deveria ser uma conceituação mais
Isso é absolutamente falso.
ca com o lobo não vai achar ruim se um rato, pisoteado por acasofisticada, ele reconhece que o PT é leninista, mas só “na estruEm primeiro lugar, adotar a máscara nacionalista, populista
so na confusão da luta, inventa de roer o dedão do invasor.
tura, não na ação”. Precisamente: leninista na estrutura, grams-
OLAVO DE CARVALHO
G
Frota terceirizada reduz custos nas empresas
RICARDO DE BOLLE
DIRETOR COMERCIAL DA ARVA BRASIL
O conceito de que na crise surgem as
oportunidades infelizmente não é uma realidade para todos os setores. Mas, neste cenário econômico desalentador para o Brasil, tenho certeza que a terceirização de serviços
tem seu espaço garantido.
A crise “beneficia” a terceirização porque,
no momento de incertezas e de “apertar o
cinto”, os gestores passam a olhar com mais
critério para os custos que podem ser cortados, para os serviços essenciais e para os que
podem ser repensados ou para os recursos
que podem ser otimizados.
No setor onde atuo, de gestão de frotas
corporativas, a terceirização fica mais evidente na crise porque, ao se desfazer dos carros e contratar uma empresa que forneça os
veículos e toda a inteligência envolvida na
gestão, o gestor tem um ganho duplo.
Primeiro, porque os veículos têm liquidez
no mercado e, com a venda, rapidamente, a
empresa se capitaliza. Segundo, porque a
empresa mantém sua frota só que a um custo
menor. Ou seja, o gestor se desfaz de um ativo, gera dinheiro rapidamente para o caixa
da empresa e continua prestando seus serviços ou oferecendo os carros para sua equipe.
A redução de custos para a empresa acontece porque a gestão de frotas corporativas
envolve vários aspectos e inclui os custos indiretos - manutenção, depreciação do bem,
impostos -, que nem sempre são visíveis aos
olhos do executivo. Isso é ainda mais evidente no Brasil onde os carros ainda são vistos
como um patrimônio da empresa.
A cultura corporativa ainda não enxergou
que o carro é uma despesa que se desvaloriza
RIO DE JANEIRO
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mês a mês. Só para ter uma ideia, de um total
de quase 5 milhões de carros licenciados em
nome de pessoa jurídica no Brasil, somente
300 mil pertencem a empresas especializadas em frotas corporativas.
Isso representa menos de 10% dos veículos em circulação nos centros urbanos e rodovias brasileiras e demonstra como a cultura patrimonialista ainda é arraigada. Mas, assim como a crise pode representar oportunidade e como tudo tem dois lados, para o nosso segmento esta realidade apenas mostra o
potencial de mercado a ser conquistado.
Mas voltando aos custos de manter um
carro corporativo, a esta altura você deve estar se perguntando como a terceirização de
frota contribui para a redução de custos. Um
dos motivos é porque as empresas especializadas em gestão de frotas têm ganhos em escala na compra de grandes volumes das
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montadoras, porque a negociação é direta.
A redução, neste caso, pode chegar a 30%.
O mesmo ganho em escala se dá com o custo
das peças e os serviços das oficinas. E, neste
caso, vai além: a manutenção dos veículos é
feita por especialistas que só irão executar os
serviços estritamente necessários, sem trocas de itens supérfluos.
Para quem opta por terceirizar a frota, outra vantagem é a redução do IPVA, que em
São Paulo fica em 2% sobre o valor do bem
para os frotistas. E adicionalmente, o carro
pode ser oferecido como benefício aos funcionários e é percebido como salário indireto.
Então, se sua empresa possui uma frota, por
menor que seja, reveja esta prática e faça os
cálculos. Esta é uma oportunidade de repensar
custos neste momento de crise mas que vai se
mostrar muito vantajosa mesmo depois que o
Brasil superar os desafios deste período.
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