Untitled - fotos do XVII Simposio de Botanica Criptogâmica

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Untitled - fotos do XVII Simposio de Botanica Criptogâmica
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
XVII SIMPOSIO DE
BOTÂNICA CRIPTOGÂMICA
LIVRO DE RESUMOS
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
1
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
Jardim Botânico
Museu Nacional de História Natural
Universidade de Lisboa
ISBN: 978-972-96491-8-9
Fotocomposição: J. Cardoso & I. Melo
Impressão: RICSIL LDA.—S. João da Talha
Capa: TVM - Designers, Lda.
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23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
COMISSÃO CIENTIFICA
Ana Rosa Burgáz
Cecília Sérgio
Eva Barreno
Ignacio Barbara
Ireneia Melo
Isabel Salcedo
Javier Martínez Abaigar
Leopoldo G. Sancho
Lília Santos
Manuela Sim-Sim
Margarida Barata
Maria Teresa Tellería
Montserrat Brugués
Ricardo Melo
Rosa Rós
Rui Figueira
Santiago Fraga
Vanda Brotas
Vicente Mazimpaka
COMISSÃO ORGANIZADORA
Cecília Sérgio
Ireneia Melo
José Cardoso
Ana Amorim
César Garcia
Cristina Branquinho
Cristina Máguas
João Luís Baptista-Ferreira
Leena Luís
Manuela Sim-Sim
Maria Amélia Martins-Loução
Palmira Carvalho
Pedro Pinho
ENTIDADES COLABORADORAS
Universidade de Lisboa
Jardim Botânico, Museu Nacional de História Natural
Departamento de Biologia Vegetal da Faculdade de Ciências
Centro de Biologia Ambiental da Faculdade de Ciências
Fundação da Universidade de Lisboa
Fundação para a Ciência e Tecnologia
Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento
Câmara Municipal de Tomar
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
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XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
ÍNDICE
Programa do Simpósio
Resumo das Comunicações:
Conferências Plenárias
Secção Briologia
Secção Ficologia
Secção Liquenologia
Secção Micologia
Secção Pteridologia
Disponibilização
da Informação
6
13
21
79
123
177
213
229
Índice dos autores das comunicações
233
Relação dos participantes
239
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
PROGRAMA—23 SET'09 - QUARTA-FEIRA - SALA DO INFANTE
08:00-09:00
09:30-10:30
Registo
SESSÃO DE ABERTURA
Pausa / Café
10:30-11:00
11:00-12:00
Exploring Cryptogamic Biodiversity under Global Climate Change / p.15
O. W. PURVIS
ECOLOGIA FUNCIONAL E MODELAÇÃO
Numerical approaches to the functional ecology of
Mediterranean lichens / p.132
LIQ - P. GIORDANI
LIQ - - F. GASULLA, A. CALATAYUD, J. REIG- Desiccation tolerance of lichen photobionts is ageARMIÑANA, F. GARCÍA-BREIJO & E. BARRENO dependent / p.130
12:00-13:00
LIQ - - M. VIVAS , A. PINTADO & L.G. SANCHO
Differences in photosynthetic performance of populations of Lasallia hispanica (Frey) L.G. Sancho & A.
Crespo within an altitudinal gradient from Sierra de
Gredos, Central Spain / p.151
FIC - B. MARTÍNEZ, R. VIEJO, S. CALVO & F.
CARREÑO
Habitat model of Himanthalia elongata: predictions
in a warming up scenario / p.95
13:00-14:30
Almoço
ECOLOGIA FUNCIONAL E MODELAÇÃO
BRI - C. VIEIRA, A. SÉNECA & C. SÉRGIO
14:30-15:30
How functional are bryophyte traits in monitoring
stream’s hydrological reality? / p.49
BRI - V. MAZIMPAKA, N. GARCIA MEDINA, R. Tree-age dependent changes among epiphytic
LO GIUDICE, R. GARILLETI, I. DRAPER & F.
bryophyte communities in Mediterranean environLARA
ments /p. 40
LIQ - - J. RAGGIO, T.G.A. GREEN, A. PINTADO & L. G. SANCHO
Ecophysiological comparison of different types of
crustose lichens adapted to high mountain enviroments / p.146
LIQ - - P. PINHO, C. CRUZ, C. MÁGUAS, M.A. Modelling the impact of nitrogen in natural and
MARTINS-LOUÇÃO & C. BRANQUINHO
semi-natural mediterranean ecosystems using
lichens: from local to regional scale / p.142
MONITORIZAÇÃO AMBIENTAL
LIQ - - A. B. FERNÁNDEZ-SALEGUI, S.A.
RODRIGUES, AA. AVELLANOSA SANTOS & A.
TÉRRON ALFONSO
15:30-16:30
Biomonitoreo con Parmelia caperata (L.) Ach. en
Asturias (Norte Peninsular) / p.128
LIQ - - S. SAMMUT, I. ÁLVARO, E. LLOP & A. Terricolous Bryophyte and Lichen communities of
GÓMEZ-BOLEA
two Neolithic Temples in Malta / p.149
LIQ - - P. PINHO, C. BRANQUINHO & C.
MÁGUAS
Factors influencing lichen functional-diversity within
a mediterranean forest patch / p.141
MIC - R. TORMO MOLINA, S FERNANDÉZ
RODRÍGUEZ, A. GONZALO GARRIJO & I.
SILVA PALÁCIOS
Yearly and seasonal variation in indoor and outdoor
fungus propagules in a hospital / p.186
16:30-17:00
Pausa / Café
17:00-18:00
POSTERS MICOLOGIA / Sala do Convento
WORKSHOP - ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS
18:00-19:00
19:20-….
6
LIQ - - L.G. SANCHO, D. PALÁCIOS, T.G.A.
GREEN & A. PINTADO
Dating recent deglaciation in Tierra del Fuego using
two lichen species with very different growth rates /
p.150
Visita à Cidade de Tomar - Porto de honra oferecido pela CMTomar
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
PROGRAMA—23 SET'09 - QUARTA-FEIRA - SALA D. GUALDIM
08:00-09:00
09:30-10:30
Pausa / Café
10:30-11:00
11:00-12:00
SISTEMÁTICA E EVOLUÇÃO
12:00-1300
BRI - S. RAMS, O. WERNER & R.M. ROS
Molecular data support the recognition of the species
'Oreoweisia mulahacenii', an old taxon from Sierra
Nevada (Spain) / p.41
BRI - R.M. RÓS, O. WERNER & H. KÖCKINGER
Phylogenetical studies in the genus Oxystegus
(Pottiaceae) / p.42
BRI - C. LOBO, M. SIM-SIM & M. STECH
Molecular studies in Fissidens (Bryophyta) / p.37
BRI - M. SIM-SIM, M. STECH, M.G. ESQUÍVEL, L. LUÍS, S. FONTINHA, C. LOBO, C.
GARCIA, S. MARTINS, C. VIEIRA, J. BARROSO, L. PEDRO & A.C.S. FIGUEIREDO
Molecular, phytochemical and morphological characterisation of the liverwort genus Radula in Portugal
mainland, Azores and Madeira / p.47
13:00-14:30
Almoço
SISTEMÁTICA E EVOLUÇÃO
MIC - J. DIÉGUEZ-URIBEONDO & M.P. MARTÍN
14:30-15:30
Re-evaluación de las especies de Saprolegniales
(Oomicetes) involucradas en la conservación de
animales acuáticos amenazados / p.180
FIC - A. GÓMEZ GARRETA, I. BÁRBARA, J.
Descripción de las estructuras reproductoras mascuRULL LLUCH, M.C. BARCELÓ MARTÍ, I. PÉREZ linas de Dictyopteris lucida (Dictyotales, PhaeophyRUSAFA & M.A. RIBERA SIGUAN
ceae) / p.92
FIC - J. CREMADES , I. MANEIRO & R. BARREIRO
Consecuencias de la nueva interpretación taxonómica del tipo de Plocamium cartilagineum (Plocamiales,
Florideophyceae) / p.84
FIC - P. DÍAZ, A. SECILLA, I. BÁRBARA & J.
CREMADES
Polysiphonia foetidissima y Polysiphonia sp. en el
Norte de la costa Atlántica de la Península Ibérica /
p.86
SISTEMÁTICA E EVOLUÇÃO
FIC - I. FANÉS TREVIÑO, V. SUÁREZ SANTIA- Relaciones entre morfología y filogenia en la familia
GO, P.M. SÁNCHEZ CASTILLO & A. COMAS
Selenastraceae (Chlorophyceae) / p.88
GONZÁLEZ
15:30-16-30
16:30-17:00
FIC - M. ABOAL, O. WERNER & J.C. CRISTÓBAL
Distribución, ecología e identidad taxonómica de
Nostoc flagelliforme Berkeley et Curtis in Berkeley /
p.81
PTE - A. V. TROITSKY, V.K. BOBROVA, I.A.
MILYUTINA & S. YU MOROZOV
On marker genes for molecular phylogenetic study of
Selaginellaceae / p.218
PTE - A. JIMÉNEZ, R. HOLDEREGGER, D.
CSENCSICS & L.G. QUINTANILLA
Microsatellites reveal extreme inbreeding in the
diploid fern Dryopteris aemula / p.216
Pausa / Café
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
PROGRAMA—24 SET'09 - QUINTA-FEIRA - SALA DO INFANTE
MONITORIZAÇÃO AMBIENTAL
δ15N en macroalgas como marcador del área de
influencia de los vertidos de piscifactorías marinas
instaladas en tierra / p.97
FIC - A. REY-ASENSIO, I. G. VIANA, C. CARBALLEIRA & A. CARBALLEIRA
09:00-10:30
FIC - I. GONZÁLEZ VIANA, J.R. ABOAL, J. A.
FERNÁNDEZ, C. REAL, R. VILLARES & A. CARBALLEIRA
Utilización de las macroalgas del Banco de Especimenes Ambientales de Galicia (BEAG) en la aplicación de la Directiva Marco del Agua / p.93
FIC - N. FLOR-ARNAU, GALÁN-CUBERO, P.
ORTIZ-LERÍN, J. CAMBRA-SÁNCHEZ & C.
DURAN LALAGUNA
Evolución del estado ecológico del agua en el río
Ebro en el período 2007-2008 utilizando las Diatomeas como bioindicadores / p.89
FIC - M.R. DE ORTE, C. CARBALLEIRA & A.
CARBALLEIRA
Desarrollo de un bioensayo miniaturizado de
microalgas para evaluar la ecotoxicidad de vertidos
marinos: Aplicación a piscifactorías marinas instaladas en tierra / p.85
Comunidades epilíticas en lagos de alta montaña
como biomonitores del cambio global / p.99
FIC - P. SÁNCHEZ CASTILLO, F. BULLEJOS, S.
ROSILLO, I. SEGUÍ, E. MERLONI, E. LINARES,
N. KORBEE, F.L. FIGUEROA, M. VILLAR, J.M.
MEDINA SÁNCHEZ & P. CARRILLO
FIC - J. CAMBRA-SÁNCHEZ, A. GALÁNCUBERO, N. FLOR-ARNAU, R. ORTIZ-LERÍN, E.
VELASCO-BATLLE & C. DURAN-LALAGUNA
10:30-11:00
11:00-12:00
Evaluación de la calidad ecológica del agua en el río
Ebro utilizando los macrófitos como bioindicadores /
p.82
Pausa / Café
CONFERÊNCIA PLENÁRIA
S. ROBBERT GRADSTEIN
Influence of deforestation and global warming
on tropical bryophytes / p.16
MONITORIZAÇÃO AMBIENTAL
Biomonitorización de la contaminación atmosférica
con musgos terrestres: necesidad de una armonización metodológica / p.29
BRI - J. Á. FERNÁNDEZ, J.R. ABOAL & A. CARBALLEIRA
BRI - J. MARTÍNEZ-ABAIGAR, R. TOMÁS, G.
FABÓN & E. NÚÑEZ-OLIVERA
Utilización de la hepática acuática Jungermannia
exsertifolia subsp. cordifolia como bioindicador de
radiación ultravioleta / p.39
BRI - R. CRUZ DE CARVALHO, M. CATALÃ, E.
BARRENO, C. BRANQUINHO & J. MARQUES DA
SILVA
BRI - J.R. ABOAL, M.T. BOQUETE, J.A. FERNÁNDEZ & A. CARBALLEIRA
Desiccation physiology of Fontinalis antipyretica:
Oxidative stress / p.27
12:00-13:00
13:00-14:30
¿Permiten estimar los musgos terrestres la deposición atmosférica de metales pesados? / p.23
Almoço
CONFERÊNCIA PLENÁRIA
14:30-15:30
Future Taxonomy / p.17
D. J. PATTERSON
BIODIVERSIDADE E CONSERVAÇÃO
The bryophyte flora of the Azorean Archipelago: How
much stays for discovering? / p.26
BRI - S. CALVO ARANDA, R. GABRIEL, J.M.
LOBO & P.A.V. BORGES
The 2010 biodiversity target and the Swiss bryophyte flora: Assessment of trends / p.24
BRI - A. BERGAMINI
15:30-16:30
BRI - C. GARCIA, C. SÉRGIO, M. SIM-SIM & F. Flora Briológica do Arquipélago de São Tomé e PrínLARA
cipe. Primeira caracterização das comunidades brio-
fíticas / p.31
BRI - L. LUÍS, M. SIM-SIM, R. FIGUEIRA & A.
BERGAMINI
Contribution to the conservation and management of
water resources in mountainous islands from Macaronesian: The case of stream bryophyte communities from Madeira Island / p.38
16:30-17:00
Pausa / Café
17:00-18:00
POSTERS FICOLOGIA E PTERIDOLOGIA / Sala do Convento
WORKSHOP - DISPONIBILAZAÇÃO DA INFORMAÇÃO
18:00-19:00
8
F. PANDO
Ocho años de GBIF / p.231
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
PROGRAMA—24 SET'09 - QUINTA-FEIRA— SALA D. GUALDIM
BIODIVERSIDADE E CONSERVAÇÃO
MIC - G. MORENO & A.N. KHALID
A new species of Phallus from Pakistan / p.183
MIC - F. D. CALONGE, E. ROCHA & O. REQUE- Phallus maderensis y Aseroë rubra (Phallales, BasiJO
diomycota), novedades para Portugal y España /
p.179
09:00-10:30
LIQ - R. BELINCHÓN, I. MARTÍNEZ, G. ARAGÓN, M.A.G. OTÁLORA, M. DE LA CRUZ & A.
ESCUDERO
Forest fragmentation and spatial pattern of Lobaria
pulmonaria in a Mediterranean fragmented landscape / p.125
LIQ - M. PRIETO, G. ARAGÓN & I. MARTÍNEZ
The lichen genus Catapyrenium s.l. in the Iberian
Peninsula and the Balearic Islands: a final review /
p.145
BRI - M. BRUGUÉS & C. SÉRGIO
Sobre la identidad de Entosthodon commutatus
Durieu & Mont. y E. krausei Besch. y su importancia biogeográfica / p.25
BRI - J. M. GONZÁLEZ-MANCEBO & F. LLORET Modelos de distribución de briófitos en un gradien-
te altitudinal en las Islas Canarias y vulnerabilidad
al cambio climático / p.33
10:30-11:00
Pausa / Café
SISTEMÁTICA E EVOLUÇÃO
LIQ - M. PRIETO, I. MARTÍNEZ, G. ARAGÓN,
Molecular phylogeny of Catapyrenium s.str.
M.A.G. OTÁLORA & F. LUTZONI
(Verrucariaceae, lichen-forming Ascomycota) and
related genus Placidiopsis / p.144
LIQ - C. CORNEJO & C. SCHEIDEGGER
Lobaria meridionalis or L. pulmonaria var. meridionalis? — The taxonomic identity of the Macaronesian species of Lobaria sect. Lobaria / p.126
LIQ - G. PAZ-BERMÚDEZ & M. GIRALT
Los ejemplares crustáceos portugueses de la familia Physciaceae en el herbario PO (Oporto, Portugal) / p.137
LIQ - B. MARCOS-LASO
Estudio taxonómico de la familia Candelariaceae
Hak. en la Península Ibérica e Islas Baleares /
p.135
12:00-13:00
13:00-14:30
Almoço
SISTEMÁTICA E EVOLUÇÃO
LIQ - S. FERNÁNDEZ, E. GAYA, F. LUTZONI & A new phylogeny of the genus Diploschistes inferX. LLIMONA
red from molecular data / p.127
15:30-16:30
16:30-17:00
LIQ - S. A. RODRIGUES, A. TERRÓN, J. A.
ELIX, T. TØNSBERG, A.B. FERNÁNDEZSALEGUI, J.V. VINGADA & A.M.V.M. SOARES
Lecanora sorediomarginata, um líquen novo para a
ciência descoberto em Portugal / p.148
LIQ - G. FIGUERAS & N. HLADUN
La confirmación molecular del género Physciella
(Physciaceae) / p.129
LIQ - I. PÉREZ-VARGAS, C. HERNÁNDEZPADRÓN, P.L. PÉREZ DE PAZ & J.A. ELIX
Sobre la Biota Liquénica de Canarias: Nuevas
Especies y Nuevas Citas / p.140
Pausa / Café
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
PROGRAMA—25 SET'09 - SEXTA-FEIRA— SALA DO INFANTE
ESPECIAÇÃO E BIOGEOGRAFIA
09:00-10:30
MIC - M.T. TELLERIA, I. MELO, M. DUEÑAS, I.
SALCEDO, J. CARDOSO, J.L. RODRÍGUEZARMAS, M.P. MARTÍN & E. BELTRÁN-TEJERA
Biota de Corticiáceos de Azores: composición, riqueza de especies y afinidades biogeográficas / p.184
MIC - M. DUEÑAS, M.T. TELLERÍA, E. BELTRÁN- Hongos Corticiáceos de Islas Oceánicas (http://
TEJERA, J. CARDOSO, M.P. MARTÍN, I. MELO, J. www.rjb.csic.es/corticioidfungi) / p.181
MUÑOZ, J.L. RODRÍGUEZ-ARMAS & I. SALCEDO
El género Bacidina en la región Mediterrânea / p.133
LIQ - E. LLOP
LIQ - S. PÉREZ-ORTEGA, B. ROCA, T. SPRIBIL- Phylogeography of the disjunct lichen Kaernefeltia
LE & A. CRESPO
merrillii (Du Rietz) A. Thell & Goward (Parmeliaceae,
PTE - M. J. PINTO
Ascomycota) / p.139
Land-use history influence on Pteridium aquilinum
invasiveness / p.217
BRI - M. STECH & H. KRUIJER
Bryogeography of the North Atlantic / p.48
10:30-11:00
Pausa / Café
CONFERÊNCIA PLENÁRIA
The Azolla research in criptogamic botany.
From symbiosis to symbiome / p.18
11:00-12:00
F. CARRAPIÇO
12:00-13:00
LIQ - J. NÚÑEZ-ZAPATA, R. DEL PRADO, P.
CUBAS & A. CRESPO
Genetic variability of Parmelina tiliacea in south
western Mediterranean region / p.136
LIQ - R. PINO-BODAS, A.R. BURGAZ & M.P.
MARTÍN
Cladonia subulata y Cladonia rei dos especies conflictivas / p.143
LIQ - B. ROCA-VALIENTE, S. PÉREZ-ORTEGA,
L.G. SANCHO & A. CRESPO
Genetic and morphologic variability in the Rhizocarpon geographicum group (Rhizocarpaceae, Ascomycota) / p.147
PTE - J. M. GABRIEL Y GALÁN
Gametófito y apogamia en Argyrochosma nivea
(Poir.) Windham (Pteridaceae) / p.215
SISTEMÁTICA E EVOLUÇÃO
13:00-14:30
Almoço
Sala do Convento
14:30-16:30
POSTERS BRIOLOGIA E LIQUENOLOGIA
16:30-17:00
Pausa / Café
17:00-18:00
Assembleia Geral
18:00-19:00
Cerimónia de Encerramento
20:30 …
Jantar de Encerramento
10
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
PROGRAMA—25 SET'09 - SEXTA-FEIRA— SALA D. GUALDIM
BIODIVERSIDADE E CONSERVAÇÃO
BRI - H. HESPANHOL, A. SÉNECA, R. FIGUEIRA
& C. SÉRGIO
Saxicolous bryophytes in the North and Centre of
Portugal: diversity, microhabitat preferences and
conservation / p.34
BRI - M. SIDDIQA & Í. GRANZOW-DE LA CERDA Structure and dynamics of bryophyte metacommuni-
ties: Effect of spatial distance and migration barriers
on species assemblages. Cases from the E Prepyrenees / p.45
09:00-10:15
BRI - C. SÉRGIO, R. FIGUEIRA & C. GARCIA
Espécies “sinal” uma base para a reformulação de
novas áreas para a conservação de briófitos em Portugal / p.43
BRI - R. GABRIEL & N. HOMEM
New data on the ecological preferences of rare
bryophytes in the Azores Islands / p.30
BRI - M. JOVER & Í. GRANZOW- DE LA CERDA
Diversity of epiphytic bryophyte communities and
agricultural intensification: The case of coffee plantations in Mesoamerica / p.35
Pausa / Café
10:30-11:00
BIODIVERSIDADE E CONSERVAÇÃO
12:00-13:00
FIC - M. LEIRA, MARIA CARMEN LÓPEZ RODRÍGUEZ & MARÍA PENALTA
Epilithic Diatoms of rivers from the Galicia Coast
watershed (NW Spain) / p.94
FIC - A. GALÁN-CUBERO, N. FLOR-ARNAU, R.
ORTIZ-LERÍN, J. CAMBRA-SÁNCHEZ & C.
DURAN-LALAGUNA
Contribución al conocimiento de la ecología del género Cladophora glomerata (L.) Kütz. (Cladophorales,
Ulvophyceae) en la cuenca del río Ebro / p.91
FIC - E. PERONA, Y. P. BELTRÁN, E. SÁNCHEZ,
M. CARTAGENA, V. LOZA & J. CARMONA
Características ecofisiológicas de poblaciones de cianobacterias en ríos templados de México y España /
p.96
FIC - J. CARMONA, V. LOZA, E. SÁNCHEZ & E.
PERONA
Contribución al conocimiento de las Batrachospermales (Rhodophyceae) en el río Guadalix, región central
de España / p.83
13:00-14:30
Almoço
14:30-16:30
Reuniões de Sociedades
PROGRAMA—26 SET'09 - SÁBADO
09:00-17:00
Excursão ao Parque Natural das Serras d'Aire e Candeeiros
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
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23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
CONFERÊNCIAS PLENÁRIAS
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
EXPLORING CRYPTOGAMIC BIODIVERSITY UNDER GLOBAL
CLIMATE CHANGE
O.W. Purvis
CONFERÊNCIA
PLENÁRIA
NOTAS:
Department of Botany, Natural History Museum, Cromwell Rd,
SW7 5BD, London, United Kingdon. [email protected]
Cryptogams are some of the most sensitive biological indicators of air
pollution effects. Studies investigating epiphytic biodiversity, element
concentrations and historical herbarium material carried out in
Newcastle by Oliver Gilbert 40 years ago, led to the wide-scale
application of lichens as sensitive indicators of air pollution effects.
Understanding factors responsible for cryptogamic biodiversity in a
changing world and how cryptogamic biodiversity responds to global
change are challenging questions which help to drive this
multidisciplinary research today. Some cryptogams are highly tolerant
of pollution. Waste dumps, historical monuments, derelict urban
wasteland and metalliferous habitats contribute to the world’s
industrial and archaeological heritage and provide important refuges
for specialized biodiversity, including rare biota. Lichens are often
brightly coloured, usually due to lichen pigments though this may
reflect metal localization. Clues to the existence of ore bodies have
remained buried in herbaria throughout the world, for at least 150
years. In my talk I will refer to historical museum collections, selected
‘case studies’ and the implications for public policy, conservation and
education.
References
Gilbert, O. L. 1968. Biological Indicators of Air Pollution. Part 1. Text.
Department of Botany. Newcastle, University of Newcastle upon Tyne.
Purvis, O.W. 2010. Chapter 3. Lichens and Industrial Pollution. In Batty, L.C. &
Hallberg, K. [Eds.] Ecology of Industrial Pollution. Cabridge University Press,
London [in press].
Purvis, O.W., González-Miqueo, L., Dolgopolva, A., Dubbin, W., Unsworth, C. &
Read, H. Rare earth element abundances and pH controls in lichens and other
environmental samples. Environmental and Engineering Science [submitted].
Purvis, O.W., Tittley, I., Chimonides, P.D.J., Bamber, R., Hayes, P.A., James,
P.W., Rumsey, F.J. & Read, F.J. 20 years investigating lichen and bryophyte
biodiversity under global environmental change. Systematics and Biodiversity
[submitted].
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
15
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
CONFERÊNCIA
PLENÁRIA
NOTAS:
INFLUENCE OF DEFORESTATION AND GLOBAL WARMING ON
TROPICAL BRYOPHYTES
S.R. Gradstein
University of Göttingen, Germany, [email protected]
Moist tropical forests because of their humid microclimate and
structural complexity are a rich habitat for bryophytes. The rapid
conversion of tropical forests poses the question as to the fate of the
rich epiphyte communities of these forests.
This paper presents the results of our recent investigations on the
impact of tropical deforestation on epiphytic bryophytes along forest
conversion gradients in lowland and mountain forest areas in Bolivia,
Costa Rica, Ecuador and Indonesia. Species losses following
disturbance varied greatly depending on the degree of habitat change
that had occurred. Shade epiphytes of the forest understory are more
strongly impacted than sun epiphytes of the forest canopy. Species
turnover along disturbance gradients is high in all epiphyte groups
and recovery of the epiphyte communities in the regenerating
secondary forests is very slow. Canopy closure and microclimate are
the principal factors influencing epiphyte diversity changes along the
disturbance gradient. In addition, changes in tree species composition
and host tree characteristics play a role. The lichen / bryophyte
species ratio is a powerful indicator of the degree of human
disturbance in tropical moist forests.
The possible impact of global warming was studied by translocation of
bryophyte assemblages along temperature gradients in the Andes.
Species-specific responses to transplantation were detected after two
years. The results indicate that community structure and species
composition of bryophytes in tropical moist forests may be
significantly modified as a result of future temperature increases of
two or more degrees.
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23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
FUTURE TAXONOMY
D.J. Patterson
Encyclopedia of Life, Marine Biological Laboratory, Woods Hole,
Massachusetts 02540. USA
CONFERÊNCIA
PLENÁRIA
NOTAS:
Taxonomy has a wonderful opportunity to reinvent itself by leading
the emerging discipline of Biodiversity Informatics. By combining
information sciences with taxonomy, we can address the expectation
that a full inventory of all species and all associated information will
be accessible through the internet. The Encyclopedia of Life confirms
that we have an infrastructure that can handle any information about
any species. The technical key to an integrated on-line taxonomy is
semanticism, devices that allow machine-to-machine dialog.
Information standards and web-services are able to bring together
the information that is distributed across vast number of computers.
Software and tools that interact with this on-line network manage the
information, adding value in the form of content, quality control,
analysis or visualization of data. The emergent environment could
become the taxonomy of the future. If so, then we, as taxonomists,
need to reflect on the changes in philosophy, working practices,
toolkits, and the training of our successors so that this vision
becomes a reality. Future taxonomy needs to be fully digital, webaccessible, with easy to use tools, yielding immediate returns, serving
the needs of all users and not just taxonomists. It will benefit from
an open and inclusive philosophy, and by emphasizing data as well
as, if not more than, the narrative.
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XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
CONFERÊNCIA
PLENÁRIA
NOTAS:
THE AZOLLA RESEARCH IN CRIPTOGAMIC BOTANY. FROM
SYMBIOSIS TO SYMBIOME
F. Carrapiço
Universidade de Lisboa, Faculdade de Ciências, Departamento de Biologia
Vegetal, Centro de Biologia Ambiental, Edifício C2, Campo Grande,
1749-016 Lisboa,Portugal
The genus Azolla was established by the French naturalist JeanBaptiste Lamarck in 1783, based on a specimen collected by the
French botanist Philibert Commerson in the Magellan region, during
his voyage around the world in the Bougainville’s expedition (176669). However, the first description and crude illustration of this plant
in the scientific literature was made in 1725 by the French priest and
naturalist Louis Feuillée from a Peruvian specimen, under the name of
Muscus squamosus aquaticus elegantissimus. In 1873, Eduard
Strasburger studied this fern showing a permanent association with a
cyanobacterium, and in 1878, Anton de Bary used it as one of the
biological materials to introduce the symbiosis concept. In the Iberian
Peninsula, the first Azolla record was referred to a specimen collected
in May of 1920 at Alcácer do Sal (Portugal, Sado hydrographic basin),
associated to the rice culture.
Azolla is a worldwide heterosporous floating or semi-aquatic
pteridophyte, presenting overlapping scalelike bilobed leaves covering
a slander and branched rhizome, with single or fasciculate pendulous
roots. In the chlorophyllous dorsal lobe there is an ovoid cavity with a
filamentous nitrogen-fixing cyanobacterium, usually referred to as
Anabaena azollae, and several genera of bacteria. These
microsymbionts are specific of this association and live immobilized in
a mucilaginous fibrillar network, which fills the peripherical area of
the cavity. This mucilaginous material is delimited by two envelopes,
an internal and an external one, leaving the centre empty or filled
with gas or liquid. The leaf cavity behaves as a natural microcosm, a
special self-organized microsystem, with a well defined ecological
structure. It works both as the physiological and dynamic interface
unit of this symbiotic association where the main metabolic and
energetic flows occur.
The genus Azolla includes seven species and is placed in the
Azollaceae family, which includes monoecious plants that possess
dimorphic sporocarps, whose micro and megaspores develop in a
leptosporangiate way, with a fossil record dating back to the midCretaceous. Azolla usually reproduces vegetatively by fragmentation
of the abscision layer, at the base of each branch. Sexual
reproduction is not very common and seems to be influenced by
environmental factors. Sporocarps occur in pairs of either
microsporocarps, megasporocarps or one of each, in the place of the
first leaf lower lobe of the sporophyte branch. Megasporocarps are
much smaller than microsporocarps and contain only one megaspore.
Although traditionally considered as a lower vascular plant, Azolla
exhibits symbiotic characteristics more evolved than other vascular
plant-cyanobacterial symbioses - cycads (Cycadophyta) and Gunnera
(Anthophyta). There appears to be no direct correspondence between
the fern’s evolutionary phylogeny and the complexity of the symbosis.
In fact, this symbiotic system is sustained throughout the fern’s life
cycle, where the cyanobacterium and bacteria are always present,
either in the dorsal lobe leaf cavities or in the sexual structures
(sporocarps). The Azolla plants are never infected de novo, since the
cyanobiont is transferred between generations as akinete inocula. The
presence of Anabaena and bacteria throughout the life cycle of the
fern favours the obligatory nature of the symbiosis and suggests a
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
parallel phylogenetic evolution of both partners. This association can
be considered a successful co-evolved system and an hereditary
symbiosis. In the Azolla-Anabaena-bacteria association, complex
ecological communities of permanent microorganisms co-operate
along with the fern in the maintenance of the whole, which leads to
the idea that this symbiotic system can be considered as a
superorganism (symbiome) in ecological terms. New metabolic and
organic capabilities are acquired and developed by the partners,
which establish a new level of organization that goes beyond the
individual capabilities of any individual partner.
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XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
¿PERMITEN ESTIMAR LOS MUSGOS TERRESTRES LA DEPOSICIÓN
ATMOSFÉRICA DE METALES PESADOS?
J.R. Aboal, M.T. Boquete, J.A. Fernández & A. Carballeira
Área de Ecología, Facultad de Biología, Universidad de Santiago de Compostela.
15782, Santiago de Compostela. España. [email protected]
BRIOLOGIA
Monitorização
Ambiental
ORAL
NOTAS:
Es frecuente en la literatura científica leer que los briófitos terrestres
permiten estimar la deposición atmosférica de metales pesados. Sin
embargo, hasta el momento no se ha encontrado ninguna evidencia
científica que lo confirme. Al mismo tiempo son múltiples las razones
y los estudios con los que se puede demostrar que los musgos no
permiten tal estima. Una serie de procesos, producidos tras la deposición del metal sobre la superficie del musgo, algunos de tipo biológico
y otro de tipo físico-químico, imposibilitaran dicha estima. A continuación, explicamos en qué nos basamos al realizar esta afirmación, mediante una breve revisión bibliográfica de algunos tópicos y aportando
una serie de razonamientos:
• Los pobres coeficientes de determinación encontrados entre la precipitación completa y las concentraciones en los musgos.
• La posible existencia de adaptaciones del musgo a entornos con
altos niveles de concentración.
• La elevadísima variabilidad temporal de las cargas metálicas con
elevados cambios de la concentración producidos en periodos muy
cortos de tiempo.
• El crecimiento del musgo en relación a los posibles pulsos de contaminante.
• La posibilidad de que el metal sea o no sea bioconcentrado, dependiendo de la forma en la que se deposita (particulado o gaseoso,
tipo de partícula, etc.).
• La importancia de las variables ambientales en el proceso de la bioconcentración, que permiten tanto el aumento de las concentraciones metálicas como su disminución (descargas de metal).
Aun así, las cargas metálicas del musgo se correlacionan de forma
significativa con las de la deposición completa, aunque no puedan ser
predichas a través de las mismas. Por esta razón podemos afirmar
que el musgo es un buen monitor de la calidad atmosférica, ya que
no sólo nos informa del nivel de deposición completa de un lugar, sino
como esta interacciona con un ser vivo a través de procesos que vienen en gran medida determinados por las condiciones ambientales de
la zona de estudio.
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XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
BRIOLOGIA
Biodiversidade e
Conservação
ORAL
NOTAS:
THE 2010 BIODIVERSITY TARGET AND THE SWISS BRYOPHYTE
FLORA: ASSESSMENT OF TRENDS
A. Bergamini
Swiss Federal Research Institute WSL, Zurcherstrasse 111, 8903 Birmensdorf,
Switzerland. [email protected]
It is generally accepted that on a worldwide level rates of species
extinction have reached a very high level which is probaly even
higher than it has been in previous mass extinctions. To counteract
this so-called biodiversity crisis, the Convention of Biodiversity was
set up in 1992. At the UN World Summit on Sustainable Development
in 2002 in Johannesburg, it was decided 'to achieve a significant reduction of the current rate of biodiversity loss’ until 2010 (http://
www.countdown2010.net). The EU is even more ambitious and aims
to ‘halt the loss of biodiversity’ until 2010.
In some months the countdown 2010 will be finished and it is about
time to ask if the target has been reached or not. I will focus on longand short term trends in the bryoflora of Switzerland by summarising
results from different studies and monitoring activities.
To reveal long-term trends (more than 100 years) we make use of
several thousand historic and recent herbarium specimens which have
been revised and georeferenced. For subsequent analyses, we used
only specimens with exact information on altitude and collecting year.
There are also some pitfalls when using old data to reveal distributional changes. Most importantly, special attention has to be paid
towards different sampling efforts in different time periods. To circumvent this problem, we applied different subsampling schemes to
account for different sampling efforts.
More recent trends (up to 20 years) in two very different habitats
(calcareous fens, stubble fields) were analysed by comparing data
from the beginning of the 1990ies with data sampled approximately
ten years later. Despite legal protection and traditional management
of fens in Switzerland we found a decrease of fen specialist species
which we attributed to a decrease in moisture and an increase in nutrients. In stubble fields we focused on hornworts. In Switzerland,
hornworts are confined to this habitat. Due to a change in environmental policy in 2005, farmers are not allowed anymore to keep stubble fields during winter because of soil erosion. We thus found a significant decrease of stubble-fields left untilled in the autumn, which
accounted for a decline of hornworts. In 2007 not a single stubble
field could be found anymore among the test sites.
In conclusion, in Switzerland the loss of bryophyte diversity has not
been stopped despite the increase of species numbers at the national
level in the last 30 years. Various factors have been identified which
may be responsible for the decrease such as land-use changes, nutrient increases and climate warming. However, it may be that a reduction of the rate of biodiversity loss has been achieved at least in some
ecosystems. For example, in wetlands the rate of species loss has
been slowed down because the direct destruction of wetlands has
been stopped due to legal protection in 1987. Indirect effects like
increased nutrient inputs, however, still cause the loss of specialist
species. For hornworts, on the other hand, it seems that we loose
them because of environmental policy. Overall, these few studies
show that even in countries with rigorous environmental policies (or
even because of these policies) such as Switzerland biodiversity values may decrease and that indicators which focus only on the amount
of protected areas may be misleading.
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XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
SOBRE LA IDENTIDAD DE ENTOSTHODON COMMUTATUS
DURIEU & MONT. Y E. KRAUSEI BESCH. Y SU
IMPORTANCIA BIOGEOGRÁFICA
1
1
M. Brugués & 2C. Sérgio
Botànica, Facultat de Biociències, Universitat Autònoma de Barcelona, 08193
Bellaterra. España. 2 Jardim Botânico, Museu Nacional de História Natural, Universidade de Lisboa, Centro de Biologia Ambiental, Rua da Escola Politécnica,
58, 1250-102 Lisboa. Portugal
BRIOLOGIA
Biodiversidade e
Conservação
ORAL
NOTAS:
Entosthodon commutatus Durieu & Mont., considerada una especie
endémica del Norte de África ya que se conocía solamente de Argelia
de donde fue descrita, recientemente se ha encontrado en Marruecos
y en el sureste de España.
E. krausei Besch. es una especie de amplia distribución macaronésica
que en varios catálogos incluye E. fritzei Geh. como sinónimo.
Estudios de distintas muestras de estos tres taxones, incluidos los
tipos, nos han llevado a considerarlos idénticos. El nombre prioritario
para designar estas plantas es E. commutatus.
Además de una descripción detallada del perístoma de esta especie,
se incluye la distribución general y la interpretación del tipo de disyunción que presenta, con ejemplos parecidos de otras especies de
briófitos.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
THE BRYOPHYTE FLORA OF THE AZOREAN ARCHIPELAGO:
HOW MUCH STAYS FOR DISCOVERING?
BRIOLOGIA
Biodiversidade e
Conservação
ORAL
1
1
NOTAS:
S. Calvo Aranda, 2R. Gabriel, 2J.M. Lobo & 2P.A.V. Borges
Museo Nacional de Ciências Naturales, Departamento de Biodiversidade y
Biologia Evolutiva, C/ José Gutiérrez Abascal, 2, 28006 Madrid, Spain.
Universidade dos Açores, Dep. Ciências Agrárias, CITA-A, Terra Chã,
9700-851 Angra do Heroísmo, Portugal.
Knowing the diversity that exists in a region is a key issue in conservation and biogeographic studies. For bryophytes, this question has
been classically explored through consulting checklists, herbaria and
other bibliographic references, as well as compiling the available data
from local field campaigns. However, few studies have addressed the
issues of where and how intensively bryologists have done their surveys through time, in order to estimate the diversity in a more exhaustive way. Here, we analyze this question for the Azorean Islands,
an archipelago with high bryophyte diversity due to their suitable
climate conditions. We chose the Terceira Island as a case study because it has been the most visited, representing circa 85% of the
total species listed for the Azores (373 total bryophytes; 157 mosses,
211 liverworts, 5 hornworts). We compiled all the available distributional information on species, mainly from the Herbarium of the University of Azores, the literature and some electronic databases available on-line. All sampling localities were georeferenced into a UTM
system at a 500 x 500 m grid-cell resolution, and old records locations positioned with the help of expert’s interpretations. In the
whole, 374 sampling sites have been visited at some occasion from
the beginning of the 20th century until now (56.5% of the island’s
area), resulting in a database with 8,199 records. Using this information, we estimated the total number of species that theoretically exists for each grid-cell according to the amount of sampling effort carried out. In doing so, we calculated the species accumulation curves
as a function of the number of database records, and obtained the
estimated richness with the recommended Chao2 estimator. We finally calculated the inventory ‘completeness’ by comparing this estimation with real observed richness, which gave us an orientation of
how many species would be available for discovering at each place.
Our results show that only 11 grid-cells (less than 1 % of island area)
have inventory completeness up to 80%. These results do not significantly improve when a less restrictive threshold is selected (27 gridcells for completeness up to 75%). In addition, these sites are highly
biased toward the central part of the island, where collectors have
been traditionally attracted to the more luxuriant natural evergreen
forests. Results are discussed in terms of how future sampling should
be planned for conservation purposes. We also speculate why certain
species were more (or less) recorded according to their world range
distribution and other biological attributes that may affect their detectability.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
DESICCATION PHYSIOLOGY OF FONTINALIS ANTIPYRETICA:
OXIDATIVE STRESS
1
R. Cruz de Carvalho, 2M. Catalá, 3E. Barreno, 4C. Branquinho
& 1J. Marques da Silva
1
Universidade de Lisboa, Faculdade de Ciências, Departamento de Biologia
Vegetal and Centro de Biodiversidade, Genómica Integrativa e Funcional
(BioFIG), Campo Grande, Edifício C2. 1749-016 Lisboa, Portugal.
[email protected] 2 Universidad Rey Juan Carlos, Biología Celular, Conservación y
Biodiversidad, Despacho 212. Dptal I – E.S. Ciencias Experimentales y
Tecnología (ESCET), Tulipan s/n - 28933 Móstoles, Madrid, Spain. 3 Universitat
de València, ICBIBE, Jardí Botánic, C/ Dr. Moliner 50. 46100 – Burjassot,
València, CGL2006-12917-C02-00, Prometeo 174/2008, Spain. 4 Universidade
de Lisboa, Faculdade de Ciências, Centro de Biologia Ambiental (CBA), Campo
Grande, Edifício C2, Piso 5, 1749-016 Lisboa, Portugal
BRIOLOGIA
Monitorização
Ambiental
ORAL
NOTAS:
Fontinalis antipyretica has increasingly been used as an environmental pollution biomonitor of stream water quality. This bryophyte
goes through periodical desiccation especially in Mediterranean intermittent streams in the driest season. Although there is some information concerning the physiological effects of desiccation on terrestrial
bryophytes, only few information is available on the aquatic ones.
Thereby, the present study aimed to understand the effect of desiccation on the primary energy metabolism and oxidative stress of the
aquatic moss Fontinalis antipyretica both during the desiccation process and recovery. Samples were dehydrated at different rates using
controlled atmospheres with different relative humidity (RH) and rapidly rehydrated by immersion on water. Measurements were made
before stress and immediately after rehydration. The results showed
that desiccation stress induced membrane damage decreases of
Gross Photosynthesis and of maximum photochemical efficiency of
PSII (Fv/Fm). The data will be interpreted in terms of the effect of
RWC and RWL. In this experiment a strong respiratory burst (circa
1200 µmol O2 g-1 DW h-1) was observed during rehydration which
correlated better with RWL than with RWC. KCN, sodium azide and
SHAM showed an inhibitory effect on oxygen consumption (about
60%, 40% and 25%, respectively) on unstressed samples. However,
only KCN was able to totally suppress this respiratory burst in desiccated samples but not by SHAM or Na3N.
To elucidate this respiratory burst an approach in terms of oxidative
stress involving production of nitric oxide (NO), reactive oxygen species (ROS) and hydrogen peroxide (H2O2) was investigated. Diaminobenzidine (DAB) staining showed an increased production in H2O2 on
F. antipyretica tips upon immediate rehydration and also after 15
minutes rehydration. Quantification of H2O2 production showed an
increase with decreasing RWC, but over a period of 25 minutes of
rehydration, this rate slowly decreased. However this production is
not enough to significantly explain the respiratory burst observed in
stress conditions. In order to localize in the aquatic moss where the
ROS and NO production was occurring, fluorescent probes and epifluorescence and confocal microscopy were used in the first moments
after rehydration. Using 2,7-dichlorofluorescin diacetate (DCFH2-DA),
a probe used for intracellular ROS detection, a generalized oxidation
inside the cells was observed particularly in the chloroplasts. Some
NO production was observed in the tissues applying the NO probe,
2,3-diamino naphthalene (DAN).
In what concerns the recovery, photosynthesis and respiration slowly
recover 5 days after the end of desiccation, but recovery was slower
when the mosses reached further lower RWC or when the desiccation
rate was further higher. Photosynthesis and respiration did not fully
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
achieve pre-desiccation values even after 5 days recovery from desiccation stress. Nevertheless, chlorophyll a fluorescence parameters
recover almost completely, with the exception of NPQ values which
remain lower than pre-desiccation ones.
These results show that the membrane integrity and the photosynthetic processes depend more on the amount than on the rate of water loss, although higher RWL exacerbate the stress effects. On the
contrary, the non-specific respiratory burst is more dependent on the
desiccation rate. This burst may be due to generalized oxidative processes and thereby could be the reason why the rate of desiccation
seems to be crucial for recovery and survival. On the other hand, the
rate of water loss also played an important role implying that a faster
desiccation rate would not allow time for the activation of protective
mechanisms against desiccation. The reactive species that are produced in stress conditions as a result of miscellaneous reactions can
also have an important role in cell signaling and cell-to-cell communication for desiccation protection measures.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
BIOMONITORIZACIÓN DE LA CONTAMINACIÓN ATMOSFÉRICA CON
MUSGOS TERRESTRES: NECESIDAD DE UNA ARMONIZACIÓN
METODOLÓGICA
J.A. Fernández, J.R. Aboal, & A. Carballeira
Ecología, Facultad de Biología, Universidad de Santiago de Compostela
Facultad de Biología, Campus Sur, 15782 Santiago de Compostela. España.
[email protected]
BRIOLOGIA
Monitorização
Ambiental
ORAL
NOTAS:
La biomonitorización de la calidad del aire a través de la cuantificación de las concentraciones corporales de diversos contaminantes en
musgos terrestres es una técnica conocida desde finales de los años
70 del siglo pasado. Desde entonces ha sido ampliamente utilizada
para el control de la contaminación a escala regional y/o nacional en
numerosas ocasiones, pero a día de hoy todavía existen numerosos
aspectos metodológicos que, o bien no han sido estudiados de ninguna forma o lo han sido insuficientemente.
La necesidad de armonización de la técnica se centra en dos aspectos
fundamentales, por una parte en todo lo relacionado con la recolección de las muestras en el campo, y en segundo lugar, con el procesado y almacenamiento de dichas muestras. Por lo que se refiere a la
recolección de los musgos son numerosos los puntos que deben tenerse en cuenta: (i) el número de puntos que debe muestrearse en la
zona de estudio; (ii) el diseño de la red de muestreo; (iii) las especies
a recolectar; (iv) la distancia del punto de recolección a la vegetación
adyacente (p.e árboles y/o arbustos); (v) la distancia a focos potenciales de contaminación próximos al punto de muestreo (i.e. vías de
comunicación, zonas pobladas, zonas industriales, etc.); (vi) el área
del punto en el que van a recogerse las muestras de musgo; (vii) la
cantidad de submuestras que deben recolectarse en cada punto y que
se combinarán en una única muestra compuesta; (viii) la duración
temporal del periodo de muestreo y (viii) otros aspectos metodológicos: empleo de guantes para la manipulación, la prohibición de fumar, etc.
Por lo que respecta al procesado y almacenamiento, también deben
destacarse varios puntos críticos como son: (i) el tratamiento de los
musgos una vez recolectados y antes de ser procesados (i.e. forma
de conservación: secos, congelados, etc.); (ii) la selección del material (i.e. empleo de tallos completos o sólo de ápices); (iii) el lavado o
no del material seleccionado; (iv) la forma de homogeneización de
dicho material (p.e. molido); y (v) la temperatura de secado de las
muestras previo a su análisis químico.
En la actualidad hay muy pocos trabajos estrictamente metodológicos
en la amplia literatura científica que existe sobre el tema, lo que plantea dudas sobre la validez real que tienen los protocolos que se usan
de manera rutinaria. Es por ello que resulta imprescindible la realización de este tipo de estudios a fin de lograr una armonización metodológica que redundará en una mayor intercomparabilidad de los resultados obtenidos en diferentes estudios.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
BRIOLOGIA
Biodiversidade e
Conservação
ORAL
NOTAS:
NEW DATA ON THE ECOLOGICAL PREFERENCES OF
RARE BRYOPHYTES IN THE AZORES ISLANDS
R. Gabriel & N. Homem
Universidade dos Açores, Dep Ciências Agrárias, CITAA, Terra Chã, 9700-851
Angra do Heroísmo. Portugal. [email protected]
The archipelago of the Azores comprises important areas of pristine
natural habitats that have been studied from various perspectives
over times. One of the most interesting characteristics of these areas
is their extraordinary abundance of bryophytes. The diversity of species, the number of substrata occupied, and their coverage are very
high in the Azores, probably due to a combination of various factors,
such as the good quality of the existing habitats, the diversity of
available substrata and the favourable environmental conditions such
as moisture, light and temperature.
A quarter of all European bryophytes are certainly threatened. This
trend, common to all the wild organisms, is connected to the extensive changes of natural ecosystems. Among the 439 taxa considered
to be present in the Azores, 60 species are considered to be under
some kind of threat by the ECCB (European Committee for the Conservation of Bryophytes). In spite of their interest for conservation,
the ecological conditions upon which these species appear are not
well known for the whole range of their distribution.
The main purpose of this work was thus to determine which are the
main ecological conditions upon which rare Azorean bryophytes
thrive. It presents the results of comprehensive bibliographic research
and field data collected for most of the species considered rare,
threatened or vulnerable in Europe by the ECCB (circa 42 taxa).
Results show that most of the studied bryophytes present in the
Azores occupy different substrata (rock, soil, tree bark and leaves and
fronds of different vascular species), favour pH below 5; are currently
found above 500 m altitude; seldom occupy substrata higher than
120 cm from the soil, and generally prefer shade conditions and water availability throughout the year.
Under natural conditions, there should be plenty of habitats to ensure
the conservation of these species in the Azores. However, the fragmentation of natural forests and the introduction of exotic species
(ex. Pittosporum undulatum or Hedychium gardneranum) are the
main threats to their safe survival in the Azores. It is known that
bryophytes have relatively slow growth rates, and it may take many
decades to develop the rich and complex communities that may still
be appreciated in some parts of the archipelago. With a better knowledge of the best ecological conditions necessary to their survival, it
may be possible to design better conservation programs for these
interesting and useful species in the natural habitats.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
FLORA BRIOLÓGICA DO ARQUIPÉLAGO DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE.
PRIMEIRA CARACTERIZAÇÃO DAS COMUNIDADES BRIOFÍTICAS
1,3
1
C. Garcia,
1,2
C. Sérgio,
1,2
M. Sim-Sim & 3F. Lara
Universidade de Lisboa. MNHN - Jardim Botânico/CBA. Rua da Escola Politécnica. 1269-170 Lisboa, Portugal. [email protected] 2 Universidade de Lisboa.
Faculdade de Ciências. DBV/CBA. 1749-016, Lisboa, Portugal.
3
Universidad Autónoma de Madrid. Departamento de Biología (Botánica). C/
Darwin 2, E-28049 Madrid. España.
BRIOLOGIA
Biodiversidade e
Conservação
ORAL
NOTAS:
São Tomé e Príncipe é um arquipélago de origem vulcânica que se
situa no Golfo da Guiné, possui um clima tropical húmido, registando
elevadas taxas de precipitação, onde se considera a existência de 4
zonas climáticas. Todo o arquipélago é composto por duas ilhas principais com um relevo bastante acidentado e por diversas ilhotas que
perfazem uma área de 964 km². A ilha de São Tomé tem cerca de 48
por 32 km apresentando uma altitude máxima de 2024 m no Pico
Gago Coutinho. A ilha do Príncipe com 19 por 12 km não vai além dos
948 m. A precipitação média anual é de 2000 a 3000 mm por ano,
podendo alcançar 7000 mm nas florestas de neblina, na zona do Pico
e na região Sul da ilha. No entanto, na zona de savana não ultrapassa
os 1500 mm anuais.
O arquipélago foi descoberto por portugueses entre 1470 e 1484,
seguiu-se o seu povoamento e a desmatação das florestas naturais,
em grande parte para a plantação de cana-de-açúcar, de café, cacau,
plantas da quina (Cinchona spp.) e construção de habitações.
A flora vascular é bastante rica, predominando as Rubiáceas, Euforbiáceas, Orquidáceas e diversas espécies de fetos, cerca de 14 % das
espécies vasculares são endémicas. O Parque Natural Ôbo na ilha de
São Tomé e na ilha do Príncipe, apesar da sua reduzida dimensão
quando comparado com outros em África, integra as florestas melhor
preservadas de todo o continente africano, segundo a ECOFAC e,
segundo a WWF, é um dos locais mais importantes para a conservação da biodiversidade a nível mundial.
Desde muito cedo que a abundante e luxuriante vegetação das ilhas,
atraiu numerosos investigadores tendo resultado dessas explorações,
inúmeras colecções arquivadas em herbários nacionais (LISU, LISC,
COI) e internacionais (PC, BM, H, G, BR, etc.) com diversos exemplares Tipo. São de referir as explorações de F. Welwitsch (1853;1860),
F. Newton (1883; 1887; 1888), F. Quintas (1888; 1889), J. Henriques (1903), A. Exell (1932; 1933), entre outros.
Atendendo a que a maioria das plantas foram herborizadas há pelo
menos mais de 50 anos, consideramos esse material de elevado valor
constituindo uma preciosa ferramenta para os estudos de conservação, maneio e gestão, visto apresentar indicações precisas acerca do
antigo local de colheita e respectiva ecologia.
Apesar de existir um número significativo de colheitas, a brioflora
destas ilhas continua mal estudada, desconhecendo-se a composição
e afinidades de muitas comunidades e as variáveis ambientais que
condicionam a sua elevada biodiversidade.
Estão publicadas para o Arquipélago de São Tomé e Príncipe cerca de
160 taxa, incluindo 17 espécies endémicas. Como resultado de intensas herborizações realizadas desde 2007, foi já possível identificar até
ao género ou espécies cerca de 5000 espécimes. Determinaram-se
até ao momento diversos novos taxa para aquela região, estando
muitos espécimes ainda em estudo. O trabalho desenvolvido permitiu
o reconhecimento das espécies com maior especificidade para os diferentes andares altitudinais da ilha de São Tomé. Foram igualmente
identificadas as espécies que mais contribuem para a elevada biomassa no tronco das árvores, especialmente acima dos 1500 metros.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
No trabalho de campo realizado em 2007 e 2008, foram identificadas
alterações no uso do solo em relação aos locais clássicos de colheita,
no final do século XIX e início do século XX. Em muitos casos a floresta progrediu especialmente nas roças abandonadas, noutros casos, os
locais estão ocupados por habitações de madeira com elevada densidade populacional. Os dados obtidos até ao presente permitem a
apresentação de algumas medidas de gestão visando a conservação
de diversas espécies endémicas, no entanto, parte destes taxa não
foram ainda detectados no novo trabalho de campo. Salientamos que
em altitudes mais elevadas as populações de briófitos parecem mais
estáveis sobretudo as comunidades epifíticas, sendo necessária ainda
uma análise comparativa entre as colecções antigas e das novas
colecções.
32
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
MODELOS DE DISTRIBUCIÓN DE BRIÓFITOS EN UN GRADIENTE
ALTITUDINAL EN LAS ISLAS CANARIAS Y VULNERABILIDAD
AL CAMBIO CLIMÁTICO
1
1
J.M. González-Mancebo & 2F. Lloret
Departamento de Biología vegetal (Botánica). Universidad de La Laguna. Tene2
rife. Islas Canarias. España. Departamento de Biologia Animal, Biologia Vegetal i Ecologia de la Universitat Autonoma de Barcelona. Bellaterra. Barcelona.
España
BRIOLOGIA
Biodiversidade e
Conservação
ORAL
NOTAS:
Las Islas Canarias muestran una gran diversidad climática dependiente tanto del gradiente altitudinal, como de la topografía, lo que condiciona diferencias importantes en los modelos de distribución de especies y comunidades. Según la altura máxima de las islas podemos
establecer al menos tres grupos climáticos: las más áridas, Lanzarote
y Fuerteventura, tienen su límite superior en el piso bioclimático Termomediterráneo inferior, es decir en el límite inferior del mar de nubes que se origina gracias a los alisios del NE; en una posición intermedia se encuentra la Gomera, con su máxima altura en el límite
superior del mar de nubes, por lo que además de la banda árida inferior, presenta un clima húmedo en el rango altitudinal comprendido
entre 600-800m hasta 1200-1400 m, al menos en la vertiente N-NE
(piso montano húmedo); mientras que el resto de las islas tienen una
cota máxima que supera el límite superior del mar de nubes, por lo
que a la banda árida inferior se le suma una banda árida superior
correspondiente ya al piso montano seco. En el presente trabajo se
analizan las diferencias en los modelos de distribución de musgos y
hepáticas, así como de los distintos grupos de estrategias de vida en
una isla de cada tipo climático diferenciado: Fuerteventura, Gomera y
Tenerife. Además se analiza mediante la consideración de los procesos descritos por Colwell et al. (2008), la vulnerabilidad al cambio
climático para cada una de estas islas según los grupos diferenciados.
Los resultados obtenidos muestran diferencias significativas en los
patrones de distribución altitudinal de los distintos grupos analizados,
tanto filogenéticos, como de estrategias de vida. La proporción de
especies vulnerables a un rápido cambio climático en el gradiente
altitudinal es muy alta, alcanzando valores cercanos a 80%, y variable entre las islas consideradas, de acuerdo a su altura máxima y las
características climáticas.
Referencias
Colwell, R.K., Brehm, G., Cardelús, C.L., Gilman, A.C., Longino, J.T. 2008.
Global warming, elevational range shifts, and lowland biotic attrition in the wet
tropics. Science 322: 258-261.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
SAXICOLOUS BRYOPHYTES IN THE NORTH AND CENTRE OF
PORTUGAL: DIVERSITY, MICROHABITAT PREFERENCES
BRIOLOGIA
Biodiversidade e
Conservação
ORAL
AND CONSERVATION
1
NOTAS:
1
H. Hespanhol, 2A. Séneca, 3R. Figueira & 4C. Sérgio
CIBIO, Centro de investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos,
Campus Agrário de Vairão, 4485-661 Vairão and Departamento de Botânica,
Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, 4169 – 007 Porto, Portugal;
e-mail: [email protected] 2CIBIO, Centro de investigação em
Biodiversidade e Recursos Genéticos, Campus Agrário de Vairão, 4485-661
Vairão and Departamento de Botânica, Faculdade de Ciências da Universidade
do Porto, 4169 – 007 Porto, Portugal. Present address: Norwegian University
for Science and Technology, NTNU, 7491, Trondheim, Norway. 3Instituto de
Investigação Científica Tropical, Jardim Botânico Tropical, Trav. Conde da
Ribeira, 9, 1300-142 Lisboa, Portugal. 4Universidade de Lisboa, Museu Nacional
de História Natural, Jardim Botânico/CBA, Rua da Escola Politécnica, 58,
1250-102 Lisboa, Portugal.
Bryophytes occur in close dependence of their substrate and habitat
(Cleavitt, 2001; Lõhmus et al., 2007; Cole et al., 2008). Rock outcrops are dominated by bryophytes and provide a wide range of microhabitats allowing high species richness. Many rare and poorly
known species occur in these habitats and their ecological requirements and distribution patterns are inadequately known. Therefore,
bryofloristic studies combined with analysis of distribution patterns at
the regional and national scale are important for assessing conservation status and priorities for conservation (ECCB, 1995).
The main aims were to update and improve the knowledge of saxicolous bryophytes’ distribution patterns in Portugal, and update their
conservation status according to the last IUCN criteria. In addition,
we tried to quantify the influence of rock microhabitats on the community structure and evaluate microhabitat specialization among
saxicolous bryophytes.
A total of 128 taxa were found on the different microhabitats sampled, of which two preferred cavities, 6 fissures and 24 rock surfaces.
Within 19 threatened taxa, three species were considered microhabitat specialists. Multivariate ordination of species composition revealed
significant differences in community structure between microhabitats.
The microhabitats most different in species composition and richness
were surfaces and cavities, followed by fissures and pools. We also
examined diversity and frequency of bryophyte life strategies among
microhabitats: the dominant life strategy in rock outcrops is colonists,
surfaces show the highest number of short-lived shuttle species and
perennial species are more frequent on cavities and fissures. These
results can have broad applicability in the management of rock outcrops bryophyte communities, reinforcing the need to preserve and
protect an adequate sample of the different types of microhabitats.
References
Cleavitt, N. 2001. Disentangling moss species limitations: the role of physiologically based substrate specificity for six species occurring on substrates with
varying pH and percent organic matter. The Bryologist 104: 59-68.
Cole, H.A., Newmaster, S.G., Bell, F.W., Pitt, D. & Stinson, A. 2008. Influence
of microhabitat on bryophyte diversity in Ontario mixedwood boreal forest.
Canadian Journal of Forest Research 38: 1867-1876.
ECCB. 1995. Red Data Book of European Bryophytes ECCB. Trondheim, 291 pp.
Lõmus, A., Lõmus, P. & Vellak, K. 2007. Substratum diversity explains landscape-scale co-variation in the species-richness of bryophytes and lichens. Biological Conservation 135: 405-414.
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XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
DIVERSITY OF EPIPHYTIC BRYOPHYTE COMMUNITIES
AND AGRICULTURAL INTENSIFICATION:
THE CASE OF COFFEE PLANTATIONS IN MESOAMERICA
M. Jover & Í. Granzow-de la Cerda
Departament de Biologia Animal, de Biologia Vegetal i d’Ecologia,
Universitat Autònoma de Barcelona, 08193 Bellaterra, Spain.
[email protected] (M. Jover)
BRIOLOGIA
Biodiversidade e
Conservação
ORAL
NOTAS:
The role of epiphytic bryophytes - along with lichens - diversity as
an indicator of environmental deterioration has been well recognised
since the first studies of the seventies and eighties on air quality in
urban, peri-urban and industrial areas. Non-vascular plants are particularly susceptible to chemicals in the atmosphere as well as to
changes in abiotic factors, like loss of humidity or increased sun exposure.
Tropical primary forests nowadays, especially in Mesoamerica, consist
of fragments embedded in a matrix, almost invariably subject to
some kind of agricultural management. The diversity in that matrix,
whether structural or in species composition, is as heterogeneous as
the crops and agricultural practices that take place within. In the humid tropics, coffee plantations are one of the most important contributors to the matrix, coupled with the crop’s enormous ecological
and socioeconomic relevance (Perfecto et al. 2005). Coffee’s role in
conservation is due to the fact that, when production takes place under traditional practices, the biodiversity and vegetation structure of
the agroecosystem in many ways mimics that of a mature tropical
forests. The high canopy provided by shade trees that characterises
old, low-management plantations offers refuge to great biodiversity,
including arthropods and, more visibly, birds, but including plants,
vascular and non-vascular. Shade tree densities and diversity may
vary broadly, but their trunks will consistently provide a substrate for
epiphytes. Traditional “rustic coffee” farms, where coffee plants are
cultivated under a dense and diverse canopy of tall old trees, are one
end of the spectrum. At the opposite end are the highly intensified
systems known as “sun coffee”, devoid entirely of shade trees. In
between is a broad array of “shade coffee” systems with lesser or
greater density, diversity, age or degree of management of shade
trees. Coffee production in Mexico, and especially in Chiapas consists
of a mosaic of farms with a range of “shade coffee” practices, and
where highly intensified “sun coffee” is mostly absent. Bryophytic
epiphytes growing on shade trees in coffee agroecosystems have
been sporadically studied (Juárez, 1883), and have proven to be a
reliable venue for estimating overall biodiversity. One reason is that
bryophytes are almost never subject to practices that call for their
removal from tree trunks. Therefore, as long as trees are present,
their epiphytic community ought to respond, indirectly, to other biotic
and abiotic conditions inherent to crop management. Studies of other
groups of organisms like coleoptera, ants, birds, butterflies, understory herbaceous plants (Perfecto et al. 1996, 2003; Soto-Pinto et al.
2002; Philpott et al. 2006, 2008; Basset et al. 2008; Gordon et al.
2009) indicate that loss in biodiversity does not linearly correlate
(negatively) with the intensification gradient. Rather, biodiversity
remains close to that found in primary forests, and collapses somewhere along the intensification gradient. It is worth determining, for
conservation purposes, where such collapse occurs.
In this study we examine the diversity and structure of the epiphytic
bryophyte community growing on shade trees under three increasingly intensified coffee cultivation practices in the region of Soconusco, in SW Chiapas. The results suggest that diversity and spe-
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35
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
cies composition of the community show a significant response to
agricultural management practice, but this response is far from linear
when correlated with the intensification gradient.
Referencias
Basset, Y., Missa, O., Alonso, A., Miller, S. E., Curletti, G., de Meyer, M., Eardley, C., Lewis, O. T., Mansell, M. W., Novotny, V. & Wagner, T. 2008. Changes
in arthropod assemblages along a wide gradient of disturbance in Gabon. Conservation Biology 22: 1552-1563.
Gordon, C. E., McGill, B., Ibarra-Núñez, G., Greenberg, R. & Perfecto, I. 2009.
Simplification of a coffee foliage-dwelling beetle community under low-shade
management. Basic and Applied Ecology 10: 246-254.
Juárez, G. 1983. Los musgos de Coatepec, Veracruz, Mexico. BIOTICA 8:49- 58
Perfecto, I., Mas, A., Dietsch, T. & Vandermeer, J. 2003. Conservation of biodiversity in coffee agroecosystems: a tri-taxa comparison in southern Mexico.
Biodiversity and Conservation 12: 1239-1252.
Perfecto, I., Rice, R.A., Greenberg, R., van der Voort, M.E. 1996. Shade coffee:
A disappearing refuge for biodiversity: Shade coffee plantations can contain as
much biodiversity as forest habitats. Biosicence 46: 598-608.
Perfecto, I., Vandermeer, J., Mas, A. & Soto-Pinto, L. 2005. Biodiversity, yield,
and shade coffee certification. Ecological Economics 54: 435-446.
Philpott, S.M., Arendt, W. J., Armbrecht, I. et al. 2008. Biodiversity Loss in
Latin American Coffee Landscapes: Review of the Evidence on Ants, Birds, and
Trees. Conservation Biology 22:1093-1105.
Philpott, S. M., Perfecto, I. & Vandermeer, J. 2006. Effects of management
intensity and season on arboreal ant diversity and abundance in coffee agroecosystems. Biodiversity and Conservation 15: 139-155.
Soto-Pinto, L., Perfecto, I. & Caballero-Nieto, J. 2002. Shade over coffee: its
effects on berry borer, leaf rust and spontaneous herbs in Chiapas, Mexico.
Agroforestry Systems 55: 37-45.
36
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XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
MOLECULAR STUDIES IN FISSIDENS (BRYOPHYTA)
1
1
C. Lobo,
2,3
M. Sim-Sim & 3M. Stech
Jardim Botânico da Madeira. Quinta do Bom Sucesso, 9064-512 Funchal,
Madeira, Portugal. [email protected] 2 Universidade de Lisboa,
Faculdade de Ciências de Lisboa, DBV, Centro de Biologia Ambiental, C2, Campo Grande, 1749-016 Lisboa, Portugal. 3 Museu Nacional de História Natural,
Jardim Botânico/CBA. Rua da Escola Politécnica, nº 58, 1250-102 Lisboa, Portugal. 4 Nationaal Herbarium Nederland, Universiteit Leiden branch, P.O. Box
9514, 2300 RA Leiden, The Netherlands
BRIOLOGIA
Sistemática e
Evolução
ORAL
NOTAS:
Fissidens is a cosmopolitan genus that comprises approximately 1000
species. In Europe, the genus includes 38 taxa, being 8 confined to
the Macaronesian islands, of which 6 are endemic.
Of the four subgenera that make up the genus, subgenus Fissidens
includes species notoriously difficult to separate morphologically. The
considerable intraspecific variability observed in several characters is
often difficult to attribute to particular environmental conditions. Different interpretations of this variability have been proposed, ranging
from the acceptance of several separate species that in some cases
present intermediate forms, to considering some of this diversity as a
result of the morphological variability of one very polymorphic species.
In addition, on the Macaronesian islands, some local forms of Fissidens species seem to be different from populations of the same
species on the European mainland, yet not sharply distinct. Although
the Fissidens species present on Macaronesian islands are often the
same as those found in continental Europe, the flora of these islands
also shows biogeographic relationships to continental regions of
America, Africa and Asia.
As part of our on going studies on the Macaronesian and especially
the Madeiran bryoflora, we aim to provide a molecular characterization of the genus Fissidens of the Madeira archipelago. We intend to
evaluate the taxonomic status, systematic relationships and subgeneric placement of the Madeiran Fissidens species, as well as their
biogeographic affinities, especially with continental Europe. Here we
present preliminary data based on sequencing of the ITS region of the
nuclear ribosomal DNA and non-coding plastid region molecular of
selected European and Macaronesian Fissidens focusing on subgenus
Fissidens.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
BRIOLOGIA
Biodiversidade e
Conservação
ORAL
NOTAS:
CONTRIBUTION TO THE CONSERVATION AND MANAGEMENT
OF WATER RESOURCES IN MOUNTAINOUS ISLANDS FROM
MACARONESIA: THE CASE OF STREAM BRYOPHYTE COMMUNITIES
FROM MADEIRA ISLAND
1,2
1
L. Luís, 1M. Sim-Sim, 4R. Figueira, 3A. Bergamini
Lisbon University, Science Faculty, DBV/CBA, Campo Grande,
1749-016 Lisboa, Portugal. 2 National Museum of Natural History, Botanical
Garden. Rua da Escola Politécnica, nº 58, 1250-102 Lisboa. 3 Swiss Federal
Research Institute WSL, CH-8903 Birmensdorf, Switzerland. 4 Tropical Research
Institute, Jardim Botânico Tropical, Trav. Conde da Ribeira, 9, 1300-142 Lisboa,
Portugal
The Madeira Archipelago is situated in the Atlantic Ocean and is a part
of Macaronesia. Due to its volcanic origin, the relief of the Madeira
Island is very irregular and the streams present typical characteristics
of mountain rivers flowing in fast and temporarily deep, small valleys. Most of the sreams exhibit a considerable altitudinal range from
upstream to downstream. Despite the distinct watershed morphology
of Madeira, its oceanic situation and volcanic origin as well as its very
special biotic assemblages, the Water Framework Directive (WFD)
included the Macaronesian Islands for management purposes into the
same ecoregion as the Iberian Peninsula and the Balearic Islands.
In this context, the regional implementation of the WFD, the Water
Regional Plan, should consider not only the WFD directions but also
the specific character and dynamics of the ripicolous habitats in Madeira. In order to do so, knowledge about the diversity, the community composition and structure of the aquatic fauna and flora in Madeira is of major importance.
The present work is focused on the bryophyte communities from Madeira Island’s streams. In Madeira, the bryophytes constitute a major
autotrophic component, also contributing to the watercourse stabilization and to the prevention of floods, erosion, and fragmentation of
the margins in riparian environments. These environments harbor a
very high bryophyte diversity. We found a total of 178 taxa (16 endemics) in the within-stream community, and 51 taxa (3 endemics) in
the stream-border community, corresponding to 34% and 29% of the
bryoflora of Madeira. The analysis of the richness patterns together
with the species composition of the communities emphasizes the heterogeneity and complexity of the riparian habitats, which should be
considered for management purposes.
Finally, a classification of the areas according to their ecological
status is presented and discussed with special emphasis on the conservation of the most important areas for riparian bryophytes. Additionally, some areas are suggested to be restored in order to attain a
good ecological status until 2015 as the WFD requests.
38
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
UTILIZACIÓN DE LA HEPÁTICA ACUÁTICA JUNGERMANNIA
EXSERTIFOLIA SUBSP. CORDIFOLIA COMO BIOINDICADOR DE
RADIACIÓN ULTRAVIOLETA
J. Martínez-Abaigar, R. Tomás, G. Fabón & E. Núñez-Olivera
Universidad de La Rioja, Complejo Científico-Tecnológico, Avda. Madre de Dios
51, 26006 Logroño (La Rioja), España. [email protected]
BRIOLOGIA
Monitorização
Ambiental
ORAL
NOTAS:
La radiación ultravioleta (RUV) es un factor ambiental notablemente
implicado en la aparición de diversos cambios adaptativos en los organismos a lo largo de la evolución de la vida sobre la Tierra. La RUV
desencadena numerosos procesos biológicos en los seres vivos, y
muchos de ellos son nocivos. Además, la RUV (en particular, la UV-B)
ha aumentado en la Biosfera a lo largo de las últimas décadas, como
consecuencia de la degradación antropogénica del ozono estratosférico. Diversas especies de Briófitos se vienen utilizando extensamente
desde los años 70 en la bioindicación de diversos tipos de contaminación, especialmente por metales pesados. Sin embargo, su utilidad en
la bioindicación de RUV ha sido poco explorada todavía.
Las Hepáticas son plantas estructuralmente simples con gran importancia evolutiva en el tránsito del medio acuático al terrestre. En este
proceso, la tolerancia a la RUV pudo ser crucial, pero las Hepáticas
(como los Briófitos en general) carecen de las protecciones estructurales que presentan habitualmente las plantas vasculares frente a
dicha radiación, como la presencia de pelos, cutículas gruesas o epidermis. Por lo tanto, las Hepáticas solamente podrían desarrollar mecanismos de protección de tipo bioquímico, como la acumulación de
compuestos absorbentes de UV.
Mediante experimentos de campo y laboratorio, hemos demostrado el
potencial de la hepática acuática Jungermannia exsertifolia subsp.
cordifolia como bioindicador de RUV, de acuerdo con las siguientes
características: 1) tiene un tamaño suficientemente grande para permitir una fácil manipulación; 2) forma masas extensas y frecuentemente puras, por lo que se cuenta con mucha biomasa para los análisis; 3) es perenne y por lo tanto se dispone de biomasa durante todo
el año, sin interrupciones estacionales; 4) tiene una amplia distribución en el Hemisferio Norte, lo que facilita los estudios en escalas
geográficas amplias; 5) habita en arroyos de montaña, unos ecosistemas especialmente expuestos a la RUV; 6) si para el muestreo se
seleccionan masas permanentemente sumergidas, se puede evitar la
interferencia de la desecación transitoria, típica de los Briófitos, sobre
las respuestas a la RUV, con lo cual estas respuestas son más fáciles
de interpretar y modelizar; 7) se conocen varios metabolitos secundarios presentes en esta especie, principalmente derivados fenólicos;
y 8) algunos de estos compuestos podrían actuar como protectores
frente a la RUV, dado que son inducidos específicamente por esta
radiación en el laboratorio, y también se correlacionan con los cambios temporales de RUV en condiciones naturales.
Por todo lo anterior, se propone la utilización de algunos derivados
fenólicos presentes en la hepática Jungermannia exsertifolia subsp.
cordifolia, especialmente el ácido p-cumaroilmálico, como bioindicadores de RUV.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
BRIOLOGIA
Ecologia Funcional
e Modelação
ORAL
TREE-AGE DEPENDENT CHANGES AMONG EPIPHYTIC BRYOPHYTE
COMMUNITIES IN MEDITERRANEAN ENVIRONMENTS
1
1
NOTAS:
V. Mazimpaka, 1N.G. Medina, 2R. Lo Giudice, 3R. Garilleti,
1
I. Draper & 1F. Lara
Departamento de Biología (Botánica). Facultad de Ciencias, Universidad
Autónoma de Madrid. C/ Darwin, 2. E-28049 Madrid, Spain.
E-mail: [email protected], [email protected], [email protected],
[email protected] 2Department D.A.C.P.A., Division of Biology and
Plant Ecology, Catania University. Via Valdisavoia, 5. I-95123 Catania, Italy.
E-mail: [email protected] 3Departamento de Botánica. Facultad de Farmacia,
Universidad de Valencia. Avda. Vicente Andrés Estellés s/n. E-46100 Burjasot,
Spain. E-mail: [email protected]
The epiphytic bryophytes inhabiting trees of different size/age in an
oceanic Quercus ilex wood from Madonie mountains (northern Sicily,
Italy) were studied with the purpose of describing the changes that
take place in the bryophyte stratum during the tree lifespan. Results
indicate an increase of bryophyte cover combined to a progressive
decrease of epiphytic lichens, and the existence of an active process
of species and community substitution. The way these processes take
place corresponds to a succession sequence, which is characterised
by a high number of pioneer species on the youngest trees and a
sharp decline of species number on middle aged and old trees due to
the great spread of Leptodon smithii and a few other pleurocarpous
mosses. The comparison of these traits to those from Spain (Central
Range and Sierra Alhamilla) evidences differences in patterns of tree
colonization by epiphytic bryophytes between the two areas, and suggests that climatic conditions (atmospheric humidity) play a chief role
in the epiphytic bryophyte establishment and succession in Mediterranean areas.
40
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
MOLECULAR DATA SUPPORT THE RECOGNITION OF THE SPECIES
'OREOWEISIA MULAHACENII', AN OLD TAXON FROM
SIERRA NEVADA (SPAIN)
S. Rams, O. Werner & R.M. Ros
Departamento de Biología Vegetal (Botánica), Universidad de Murcia, Campus
de Espinardo, E-30100 Murcia, Spain.
E-mail: <[email protected]>, <[email protected]>, <[email protected]>
BRIOLOGIA
Sistemática e
Evolução
ORAL
NOTAS:
'Oreoweisia mulahacenii' was described from Sierra Nevada (Spain) at
the end of the XIX century and later forgotten and synonymyzed with
different taxa depending on the opinion of the authors. Nevertheless,
molecular data obtained from recently collected specimens support
the recognition of the species in the genus 'Hymenoloma'. A phylogenetical analysis carried out taking into account different genera of the
Dicranales support its close relationship to 'Hymenoloma crispulum'
and the remote relationship to the genus 'Dicranoweisia', from which
it is segregated as proposed previously both on morphological and
molecular data. Therefore a new combination is proposed as
'Hymenoloma mulahacenii'.
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41
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
PHYLOGENETICAL STUDIES IN THE GENUS OXYSTEGUS
(POTTIACEAE)
BRIOLOGIA
Sistemática e
Evolução
ORAL
1
1
NOTAS:
R.M. Ros, O. Werner1 & 2H. Köckinger
Universidad de Murcia, Facultad de Biología, Departamento de Biología
Vegetal, Campus de Espinardo, 30100-Murcia, España, [email protected]
2
Roseggeng. 12, A-8741 Weisskirchen, Austria
The genus Oxystegus (Broth.) Hilp. (Trichostomoideae, Pottiaceae) is
morphologically badly delimited due to its conflictive segregation from
other related genera, especially Trichostomum, but also Tortella
(Müll. Hal.) Limpr., nom. cons. and Chionoloma Dixon. Molecular data
published by Werner et al. (2004) suggest a close relationship only
with the last two genera.
A more exhaustive analysis of the genus based on nrITS sequence
data including specimens from different continents and species has
been made and confirm the prior results. The taxonomical status of
O. tenuirostris (Hook. & Taylor) A.J.E. Sm. and O. hibernicus (Mitt.)
Hilp. will be discussed on the basis of the molecular and morphological results. Paraleptodontium recurvifolium (Taylor) D.G. Long is
deeply nested within the Oxystegus clade of the phylograms.
References
Werner, O., Ros, R.M. & Grundmann, M.
2004. Molecular phylogeny of
Trichostomoideae (Pottiaceae, Bryophyta) based on nrITS sequence data.
Taxon 54: 361-368.
42
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
ESPÉCIES “SINAL” UMA BASE PARA A REFORMULAÇÃO DE NOVAS
ÁREAS PARA A CONSERVAÇÃO DE BRIÓFITOS EM PORTUGAL
1
1
C. Sérgio, 2R. Figueira & 1C. Garcia
Universidade de Lisboa. MNHN. Jardim Botânico/CBA.
Rua da Escola Politécnica. 1269-170 Lisboa, Portugal.
2
Instituto de Investigação Científica Tropical, Jardim Botânico Tropical,
Trav. Conde da Ribeira, 9, 1300-142 Lisboa, Portugal
BRIOLOGIA
Biodiversidade e
Conservação
ORAL
NOTAS:
Numa perspectiva ampla de conservação torna-se essencial possuir
informação rigorosa da distribuição geográfica, do habitat e da ecologia das espécies dadas como prioritárias. Esta informação é essencial
não só no horizonte actual, mas também num panorama futuro,
podendo vir a contribuir na eficiência da conservação destas comunidades, tendo em vista as alterações climáticas previstas.
As colecções de herbário são, cada vez mais, uma base crucial para
os estudos sistemáticos numa determinada área e são fundamentais
para estabelecer estratégias de conservação para as diferentes espécies. A partir de pesquisas sobre bases de dados que incluam espécimes georreferenciados (como o sistema de gestão de herbário BROTERO ou através da infraestrutura internacional GBIF) e cruzando
estes dados no espaço e no tempo, é possível obter, além de uma
caracterização macroecologica do taxon, as suas afinidades geográficas, ou avaliar as alterações no futuro padrão de distribuição em consequência de cenários de alterações ambientais.
Nestes últimos anos, com a utilização modelos de ocorrência de espécies, foi possível testar alguns exemplos para Portugal e associar
estes modelos aos diferentes cenários das alterações climáticas. O
padrão de distribuição de grupos bem conhecidos sob o ponto de vista ecológico irá sofrer alterações com alguma significância em relação
à sua potencial distribuição actual. Por outro lado, em resultado da
complexa influência climática e geomorfológia ao longo do território
português, existem grandes disparidades no modelo de distribuição
entre distintos grupos fitogeográficos.
Dada a inexistência de uma lista vermelha actualizada de briófitos
para Portugal e da necessidade de conhecer o elenco de espécies
prioritárias no que diz respeito à conservação foi, numa primeira fase,
seleccionado um conjunto de espécies. Estas espécies “sinal”, englobando cerca de 1/3 da totalidade das espécies referidas para Portugal
foram seleccionadas tendo em conta os seguintes critérios: 1) Taxa
listados na Lista Vermelha (Red List) da Península Ibérica (Sérgio et
al., 2007); 2) Taxa endémicos da Península Ibérica, de Portugal ou
por apresentarem singularidade biogeográfica; 3) Taxa referidos em
menos de 4 províncias de Portugal, isto é, possuírem à partida uma
área de distribuição limitada.
Estas espécies foram posteriormente classificadas de acordo com o
elemento corológico em 4 grupos principais. Para cada grupo foi obtido através do programa Maxent (Phillips et al., 2006) o modelo de
distribuição potencial, tendo como base os factores biogeoclimáticos
actuais e futuros. Com a análise dos dois modelos podem ser estabelecidas preferências quanto a áreas prioritárias de conservação em
Portugal e delinear os reajustamentos necessários às áreas mais adequadas para conservação das espécies “sinal”, no futuro.
As projecções indicam respostas muito diferentes nas espécies biogeograficamente distintas, sendo de salientar uma maior pressão nas
espécies boreal-alpinas e nos briófitos de tendência mediterrânica.
Referências
Phillips, S.J., Anderson, R.P., Schapire, R.E. 2006. Maximum entropy modelling of
species geographic distributions. Ecological Modelling 190: 231-259.
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
Sérgio, C., Brugués, M., Cros, R.M., Casas, C. & Garcia, C. 2007. The 2006 Red
List and an updated Check List of Bryophytes of the Iberian Peninsula (Portugal,
Spain and Andorra). Lindbergia 31: 109-125.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
STRUCTURE AND DYNAMICS OF BRYOPHYTE METACOMMUNIEFFECT OF SPATIAL DISTANCE AND MIGRATION BARRIERS
ON SPECIES ASSEMBLAGES. CASES FROM THE E PREPYRENEES
TIES:
M. Siddiqa & Í. Granzow-de la Cerda
Departament de Biologia Animal, de Biologia Vegetal i d’Ecologia, Universitat
Autònoma de Barcelona, 08193 Bellaterra, Espanha. [email protected]
BRIOLOGIA
Biodiversidade e
Conservação
ORAL
NOTAS:
The effects of habitat fragmentation on plant-community dynamics
can be well addressed by using bryophytes as a model system due to
their high diversity and fast turn-over rates after environmental disturbances in spatially delimited habitats. Bryophytes are reported to
disperse widely but exhibit narrow habitat requirements, suggesting
that their responses to fragmentation may differ from other plant
groups. On the other hand, the dependence of bryophytes on substrate availability and quality does not limit their capability of reaching and establishing upon suitable substrates within a largely unfavourable environment. They can therefore provide an ideal system for
the assessment of habitat fragmentation. Habitat fragments behave
as islands surrounded by a matrix that behaves as semi-permeable
ocean. As a whole, the system of fragments contain metapopulations
of any given species. Subsequently, metacommunities of bryophytes
are driven by the classical source-sink dynamics of extinction and
migration that governs metapopulation theory (Levins, 1969). Differential connectivity within bryophyte metacommunities ought to influence species composition of the fragments’ local communities. In the
absence of migration –due to unsurpassable barriers– the only process left is extinction. Consequently, differences in permeability of the
matrix that separates fragments greatly determines similarities or
disparities in local species assemblages.
It is expected that, in a mosaic of forest fragments and active and
abandoned agricultural fields, species assemblages among similar
habitat fragments that are spatially closer to each other overlap more
than those from fragments spatially farther apart. But a possible correlation (negative) between species similarity and spatial distance can
be overridden by differential permeability of the matrix separating
them, as they can favour or hamper dispersal (migration) among
fragments. This permeability —irrespective of distance—ought to be
greater for matrices whose structural and species diversity is higher
(i.e., more similar to that of a forest), and lesser for matrices poorer
in vegetation cover and biodiversity, greatly disturbed or intensely
managed, and for a long period of time.
Data from species composition and structure of bryophyte communities present in four Pyrenean and Pre-Pyrenean valleys in NE Iberian
Peninsula (provinces of Lleida and Girona), vall d´Assuà, alt vall del
Ter, zona volcánica de Olot, and vall d’Alinyà, were obtained from
regional floristic studies for these areas (Manobens 1985, Lloret 1989,
Cros & al. 2004, Brugués et al. 2007). Similarities and disparities in
species composition of bryophyte local communities are analyzed. These are correlated with spatial distances as well as with
permeability of the matrix separating them. Satellite imagery and
aerial photography are used for determining the homogeneity or heterogeneity of the localities, characterize the fragmentation patterns
and typify habitats —both for fragments as well as the matrix— so
permeability may be parametrised. Canonical correspondence, R test
and Mantel’s test are used for these analyses. GIS-inferred radiation
index, as we regarded it as a proxi for environmental variables, is
used as a co-variable in the analyses. Estimation of minimal-effort
migration distances is also inferred from GIS data.
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XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
Referencias
Brugués, M., Casas, C. & Solé, L. 2007. Los briófitos de la zona volcánica de
Olot (Girona). Bol. Soc. Esp. Briol. 30/31:19-24. Universitat Autònoma de Barcelona.
Cros, M.R., Brugués, M. & Sáez, L. 2004. Els Briòfits de la Vall d’Alinyà. In:
Gremain, J. (comp.) Els sistemes naturals de la vall d´Alinyà. Treballs de la
Institució Catalana d´Historia natural, 14, p. 223-235.
Levins, R. 1969. Some demographic and genetic consequences of environmental heterogeneity for biological control. Bulletin of the Entomological Society
of America 15: 237–240.
Lloret, F. 1989. Briófitos del alto valle del Ter. Orsis 4: 11-45.
Manobens, R.M. 1985. Brioflora de la Vall d´Assuà, Serra d´Altars Montsent de
Pallars. Tesi de Llicenciatura. Facultat de Biologia, Department de Botànica.
Universitat de Barcelona.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
MOLECULAR, PHYTOCHEMICAL AND MORPHOLOGICAL
RADULA
IN PORTUGAL MAINLAND, AZORES AND MADEIRA
CHARACTERISATION OF THE LIVERWORT GENUS
1,2*
M. Sim-Sim, 3M. Stech, 4M.G. Esquível, 2L. Luís, 5S. Fontinha,
6
C. Lobo, 2C. Garcia, 2S. Martins, 7C. Vieira, 8J. Barroso,
8
L. Pedro & 8A.C.S. Figueiredo
BRIOLOGIA
Sistemática e
Evolução
ORAL
NOTAS:
1
Universidade de Lisboa, Faculdade de Ciências de Lisboa, DBV, Centro de
Biologia Ambiental, C2, Campo Grande, 1749-016 Lisboa, Portugal. 2 Museu
Nacional de História Natural, Jardim Botânico/CBA, Rua da Escola Politécnica,
nº 58, 1250-102 Lisboa, Portugal. 3 Nationaal Herbarium Nederland,
Universiteit Leiden branch, P.O. Box 9514, 2300 RA Leiden, The Netherlands.
4
Centro de Botânica Aplicada à Agricultura, Dep. Botânica e Engenharia
Biológica, ISA, UTL, 1399 Lisboa, Portugal. 5Centro de Estudos da Macaronésia
Universidade da Madeira, Campus da Penteada, 9000-390 Funchal, Madeira,
Portugal. 6Jardim Botânico da Madeira, Caminho do Meio, Quinta do Bom
Sucesso, 9050-251 Funchal, Madeira, Portugal. 7CIBIO/Departamento de
Botânica - FCUP, Faculdade de Ciências do Porto, Departamento de Botânica,
Edifício FC4, Rua Do Campo Alegre, s/nº, 4169-007 Porto, Portugal.
8
Universidade de Lisboa, Faculdade de Ciências de Lisboa, DBV, Instituto de
Biotecnologia e Bioengenharia, Centro de Biotecnologia Vegetal, C2, Campo
Grande, 1749-016 Lisboa, Portugal
Relationships of the eight species of the liverwort genus Radula occurring in Portugal (mainland, Madeira and Azores archipelagos), and
the Macaronesian endemics R. jonesii and R. wichurae, are evaluated
based on molecular, phytochemical and morphological-anatomical
data. Molecular analyses are based on DNA sequences from three
plastid markers (trnS-rps4 spacer, rps4 gene, trnL intron), phytochemical analyses on volatile oils composition. Seven taxa, namely R.
aquilegia, R. carringtonii, R. holtii, R. jonesii, R. nudicaulis, R.
wichurae, and the R. complanata/R. lindenbergiana complex, can be
clearly distinguished from each other, either by molecular data alone
or by combination of characters from all three data sets. Radula aquilegia is monophyletic according to the molecular data, but shows considerable, yet undescribed intraspecific morphological and phytochemical variability. Molecular and phytochemical data confirm the
close relationship of R. complanata and R. lindenbergiana. Their recognition as separate species, previously based solely on the
paroecious vs. dioecious sexual condition, is moderately supported by
the molecular phylogenetic analyses. The Radula species narrowly
distributed in Macaronesia and Atlantic Europe probably are of two
different origins. For Radula holtii and R. nudicaulis, connections with
Radula species from the Neotropics are indicated. The other species,
among them the two Macaronesian endemics, are closely related to
the R. complanata/R. lindenbergiana complex, which is widely distributed in the Northern Hemisphere.
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XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
BRIOLOGIA
Especiação e
Biogeografia
ORAL
NOTAS:
BRYOGEOGRAPHY OF THE NORTH ATLANTIC
M. Stech & H. Kruijer
Nationaal Herbarium Nederland, Universiteit Leiden branch, P.O. Box 9514,
2300 RA Leiden, The Netherlands.
[email protected]
Research on (molecular) systematic and biogeographic relationships
of bryophytes in the North Atlantic region has been steadily increasing over the last years. Especially relationships of the bryofloras of
the Macaronesian archipelagos with those of continental areas in both
the New and Old World have become an important research focus. On
the other hand, the Leiden branch of the National Herbarium of the
Netherlands has a long tradition in arctic bryology, which is now being
continued by the new research programme BRYOARCT. In the present
talk we will discuss previous and new results on the bryogeography of
the North Atlantic, from subtropical to arctic regions, thereby providing an outlook on the future of this important research field.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
HOW FUNCTIONAL ARE BRYOPHYTE TRAITS IN MONITORING
STREAM’S HYDROLOGICAL REALITY?
1
1
C. Vieira, 2A. Séneca & 3C. Sérgio
CIBIO, Centro de investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos and
Departamento de Botânica, Faculdade de Ciências da Universidade do Porto,
4169-007 Porto, Portugal; e-mail: [email protected]
2
CIBIO, Centro de investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos and
Departamento de Botânica, Faculdade de Ciências da Universidade do Porto,
4169-007 Porto, Portugal. Present address: Norwegian University for Science
and Technology, NTNU, 7491, Trondheim, Norway. 3Universidade de Lisboa,
Museu Nacional de História Natural, Jardim Botânico/CBA,
Rua da Escola Politécnica, 58, 1250-102 Lisboa, Portugal
BRIOLOGIA
Ecologia Funcional
e Modelação
ORAL
NOTAS:
Mountain stream ecosystems maintain unique and diverse assemblages of species due to their high spatial and temporal heterogeneity
and water availability. Bryophytes, as aquatic and amphibian species
colonizing swift and fast-flowing streams, have slow rates of colonization and growth in aquatic habitats but their ability to attach firmly to
the substrate and their resistance to scouring and drag forces
(strongly correlated with the structure/architecture of the organisms
and populations) allows them to withstand the demanding lotic conditions.
Hydro- and hygrophilous bryophyte communities can be regarded as
a series of overlapping bands directly related not only with water
quality, but also to length of submergence and species’ resistance to
desiccation periods and drag forces.
As biological traits, features such as life forms and life strategies can
be seen as valuable frameworks for discussing relationships between
reproductive biology and ecological response of species functional and
non-taxonomical groups towards environmental demands. On the
other hand, measurements of abundance of certain species or bryophyte coverage on stream’s substrates can be indicative of the hydrologic permanence and regime and water quality.
In this work we hypothesized that stream micro-habitats discriminate
biological bryophyte species traits, at two scales in the streams of
Northwest Continental Portugal. Acting as meso-scale variables, water
quality and permanence influence bryophyte’s abundance (number of
species and total bryophyte coverage) in stream reaches; as microscale variables, local water level fluctuations and current velocity determine the distribution of bryophyte species and respective lifeforms and strategies across fluvial micro-habitats.
This work represents a functional approach to Portuguese aquatic
bryophyte communities and we conclude that the trends of bryophyte
traits in stream communities provide a valuable discussion and a basis for hypothesis concerning establishment of the species and the
dispersal strategies for population’s maintenance in this habitat ruled
by unidirectional flow.
Additionally, we propose some guidelines to evaluate changes in hydrologic regimes in mountain watercourses using bryophyte information that can be included in bio-monitoring programs defined in the
Water Framework Directive or related with evaluation of impacts of
climate changes on biodiversity.
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XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
BRIOLOGIA
Monitorização
Ambiental
POSTER (B01)
NOTAS:
ESTUDIO DE LA CALIDAD DEL AIRE EN ÁREAS INDUSTRIALES EN
UN NÚCLEO URBANO MEDIANTE BIOMONITORIZACIÓN ACTIVA CON
PSEUDOSCLEROPODIUM PURUM
A. Ares, J.A. Fernández, J.R. Aboal & A. Carballeira
Departamento de Ecología. Facultad de Biologia. c/Lope Gómez de
Marzoa s.n. Campus Sur. 15782 Santiago de Compostela. España.
[email protected]
Las técnicas habituales para la medición de las concentraciones de
contaminantes en la atmósfera emplean métodos físicos y químicos;
requiriendo a menudo técnicas sofisticadas y de elevado coste económico. Por lo que progresivamente ha cobrado importancia el uso de
técnicas como la biomonitorización con musgos terrestres, debido al
gran número de ventajas que presenta, entre las que destacan la
posibilidad de realizar mediciones de múltiples contaminantes y el
diseño de redes con la densidad adaptada a cada tipo de entorno o
estudio. En muchas ocasiones, en ausencia de musgo nativo puede
emplearse la biomonitorización activa basada en el uso de transplantes de musgo (técnica conocida como moss bag). En los últimos años
la biomonitorización activa ha sido empleada con éxito en el control
de la calidad del aire sobretodo en áreas urbanas e industriales.
En el presente trabajo se ha empleado la técnica de transplantes de
musgos en un área de Santa Cruz de Tenerife (España) próxima a su
refinería y su zona de mayor densidad de tráfico rodado, mediante la
implantación de una malla de muestreo compuesta por 50 puntos y
con una luz de 400 m. Además de la representación de la distribuciones de densidad, del cálculo de los factores de enriquecimiento y del
análisis multifactorial se han elaborado mapas de contaminación de la
bioconcentración obtenida y tras comprobar la existencia de estructura espacial, se han representado las superficies de respuesta para
cada uno de metales y metaloides (Ni, Cd, Pb, Hg, V y As) e hidrocarburos aromáticos policíclicos (PAH). Los resultados indican que la
zona de estudio tiene niveles de contaminación muy elevados para Ni
y V, los cuales presentan un patrón de dispersión similar. La existencia de correlación entre ambos es habitual en estudios realizados en
entornos industriales similares, en los que se produce la quema de
combustibles fósiles. Las concentraciones encontradas en Cd, Hg y
Pb son menores, en el caso del As todos los datos obtenidos son inferiores al límite de cuantificación (LOQ) por lo que aparentemente no
existe contaminación por este metal. Las concentraciones obtenidas
para PAHs son mucho menores que las obtenidas para metales y salvo fluoranteno y pireno, todos los valores obtenidos en PAHs son inferiores al LOQ, por lo que, al igual que en As, aparentemente no existe
contaminación por estos compuestos.
Con este estudio se ha demostrado que gracias a la técnica de transplantes de musgos se pueden establecer densas redes de muestreo
para conocer los niveles de contaminación y patrones de dispersión
en un área. Siendo además una técnica muy adecuada para establecer programas de vigilancia ambiental a bajo coste.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
IDENTIFYING THE SOURCES OF PAHS IN URBAN STREAMS USING
AQUATIC MOSSES
S. Augusto, R. Vieira, C. González, C. Máguas & C. Branquinho
Unversity of Lisbon, Faculty of Sciences, Centre for Environmental Biology
(CBA); FCUL, Campo Grande, C2, Piso 5. 1749-016 Lisboa, Portugal.
[email protected]
BRIOLOGIA
Monitorização
Ambiental
POSTER (B02)
NOTAS:
Polycyclic aromatic hydrocarbons (PAHs) are carcinogenic and
mutagenic compounds, ubiquitous in the air and water of urban environments. Although previous studies have documented concentrations and loads of PAHs in urban runoff, little is known about the
sources of PAHs in urban stream waters. The aim of this study is to
evaluate the sources of PAHs in urban streams, using moss transplants as biological monitors. For that, the aquatic moss Fontinalis
antipyretica Hedw. was collected from a natural area (control) and
transplanted into four streams located in a densely urban area - the
municipality of Oeiras, close to Lisbon, Portugal. After three months
of exposure, the moss transplants were collected and analyzed for the
16 priority EPA-PAHs and for metals. Results showed that the transplanted mosses presented higher concentrations of PAHs than the
control mosses. The enrichment factors (EF=concentration in transplants/concentration in control) were higher for the high molecular
weight PAHs (HMW), namely for 5- and 6-ring PAHs, and smaller for
the low molecular weight PAHs (LMW), revealing that the urban environment is a source of HMW. Moreover, results also showed the existence of a significant positive correlation between the 16 EPA-PAHs
and the metals Cu and Zn, enlightening that traffic might be one of
the main sources of PAHs in the stream waters. When correlated to
the land-use, it was found that the areas occupied by the Terciary
Sector (in a radius less than 500 of the streams) and by industries (in
a radius less than 1000 m of the streams) were those with significant
impact on the PAHs measured in the transplanted mosses. Transplanted aquatic mosses showed to be useful indicators of water
stream quality for PAHs, contributing to the source apportionment of
these compounds.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
BRIOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
POSTER (B03)
NOTAS:
SWISS BRYOPHYTES EXPAND THEIR DISTRIBUTION TOWARDS
HIGHER ALTITUDES - AN EFFECT OF CLIMATE WARMING?
A. Bergamini, S. Ungricht & H. Hofmann
Swiss Federal Research Institute WSL, Zurcherstrasse 111, 8903 Birmensdorf,
Switzerland. [email protected]
Altitudinal range expansions due to recent climate warming have
been shown for a number of organisms in different regions of the
world. In a marked contrast to vascular plants, the study of altitudinal
range shifts in bryophytes has been neglected, mainly due to a lack of
adequate data. Here, we used a dataset of 8520 herbarium specimens of 61 bryophyte species and compared altitudinal data between
the two periods 1880–1920 and 1980–2005. The records we used
were not specifically sampled for climatological analyses but originate
from non-systematic fieldwork by various collectors. Historical and
recent records were distributed all over Switzerland with occurrences
in all major biogeographical areas. Species were classified into cryophilous, intermediate and thermophilous species.
Overall, we found a significant mean increase in altitude which was
mainly driven by cryophilous species. In contrast to the lower altitudinal limit, which did not change for any of the groups, the upper altitudinal limit for cryophilous species increased. The mean increase of
their upper range limits was 222 ± 49 m which corresponds to a decadal upward shift of 24m. Furthermore, the proportion of records of
thermophilous to cryophilous species increased considerably at lower
altitudes but levelled off above approx. 1800m indicating an extinction process of populations of cryophilous species at lower altitudes.
We conclude that bryophytes and in particular cryophilous species are
expanding their range to higher elevations in Switzerland, likely as a
result of climate warming trends. The observed decadal upward shifts
of cryophilous species match closely those reported from vascular
plants and those expected given recent estimates of climate warming
trends. Hence, we found no evidence that bryophytes respond faster
to climate changes than vascular plants.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
ANÁLISIS DE LA VARIABILIDAD TEMPORAL DE LAS
CONCENTRACIONES DE ELEMENTOS TRAZA EN EL
MUSGO TERRESTRE
PSEUDOSCLEROPODIUM PURUM
M.T. Boquete, J.R. Aboal, J.A. Fernández & A. Carballeira
Departamento de Bioloxía Celular e Ecoloxía da USC. Rúa Lope Gómez
de Marzoa, s/n Campus Sur, 15782- Santiago de Compostela. España.
[email protected]
BRIOLOGIA
Monitorização
Ambiental
POSTER (B04)
NOTAS:
Desde que se ha comenzado a utilizar, la técnica del musgo como
biomonitor de la contaminación atmosférica se ha extendido por una
gran cantidad de países de toda Europa y del resto del mundo.
Además, en estos últimos años esta metodología ha sido objeto de
diferentes estudios con el objetivo de mejorar cuestiones como la
recogida de muestras, el análisis químico o los factores que influyen
en las concentraciones de los contaminantes en el musgo. En este
último aspecto, algunos autores ya han puesto de manifiesto en el
pasado que la concentración corporal de los contaminantes en el
musgo presenta una variabilidad temporal. En la mayor parte de estos estudios se habla de diferencias estacionales en la bioconcentración del musgo que son en su mayoría explicadas por los siguientes
factores: i) dilución de contaminantes por efecto del crecimiento; ii)
cambios estacionales en la fisiología del musgo; iii) efecto de las precipitaciones; iv) variaciones estacionales de los patrones de contaminación. De acuerdo con esto, algunos autores recomiendan tener especial precaución cuando se trata de diseñar el muestreo para un
estudio de este tipo ya que el momento del muestreo puede influir en
los resultados finales obtenidos (i.e. Couto et al., 2003, han concluido
que para que un muestreo proporcione datos representativos de la
zona estudiada, éste debe ser diseñado de forma que abarque la mayor variabilidad temporal posible).
A pesar de las recomendaciones mencionadas anteriormente, ninguno
de los trabajos publicados hasta el momento han recogido muestras
durante un largo periodo de tiempo ni con una elevada frecuencia por
lo que es posible que la variabilidad temporal de las concentraciones
corporales de los contaminantes en el musgo terrestre no haya sido
suficientemente analizada. Por este motivo, el objetivo de este trabajo ha sido analizar la variabilidad temporal de las concentraciones
corporales de 12 metales pesados y metaloides en el musgo terrestre
Pseudoscleropodium purum. Para ello se han recogido muestras de
este briófito en dos estaciones de muestreo localizadas en Galicia (NO
de España) cada 3-4 días durante un periodo de un año. Los resultados de este estudio han demostrado cómo la variabilidad temporal de
las concentraciones en el musgo se produce en cuestión de pocos
días, pudiendo generar variaciones, en el caso del Al, de hasta 2717
µg·g-1en sólo 14 días. Otro ejemplo es el del Cr cuya concentración
se ha reducido en una de las estaciones de muestreo, hasta 12 veces
en una semana. Teniendo en cuenta que el error analítico es muy
bajo, podríamos decir que sí existe una gran variabilidad temporal de
las concentraciones en el musgo en muy corto periodos de tiempo.
De acuerdo con lo expuesto hasta el momento, podemos pensar que
la concentración de contaminantes en el musgo no es algo estático
sino que se mantiene en un equilibrio dinámico con el medio que le
rodea, algo que se puede ver en la bibliografía acerca del tema.
Según esto, los valores de concentración de contaminantes en el
musgo deberían tratarse con precaución o incluso deberían servir más
como unos valores orientativos de tipo cualitativo que como unos
valores absolutos de contaminación, es decir, con los datos obtenidos
en este tipo de estudios se podría diferenciar igualmente entre zonas
contaminadas y zonas no contaminadas. Es preciso tener en cuenta
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XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
las diversas fuentes de error asociadas a la determinación de las concentraciones en el musgo a la hora de tratar de forma cuantitativa los
datos.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
HEPÁTICAS Y ANTOCEROTAS EN LA PENÍNSULA IBÉRICA Y EN LA
ISLAS BALEARES
1
1
M. Brugués, 1R.M. Cros, 2C. Sérgio, 3M. Infante, 1E. Ruiz
& 1A. Barrón
Botànica, Facultat de Biociències, Universitat Autònoma de Barcelona, 08193
Bellaterra. España. 2 Jardim Botânico, Museu Nacional de História Natural,
Universidade de Lisboa, Centro deBiologia Ambiental, Rua da Escola Politécnica,
58, 1250-102 Lisboa. Portugal. 3 Museo de Ciencias Naturales de Álava,
Siervas de Jesús, 24, 01001 Vitoria. España
BRIOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
POSTER (B05)
NOTAS:
El libro “Handbook of Liverworts and Hornworts of the Iberian Peninsula and the Balearic Islands” (2009) está dedicado a las hepáticas y
antocerotas presentes en la Península Ibérica y en las Islas Baleares e
incluye las claves genéricas y específicas, así como las correspondientes ilustraciones necesarias para la determinación de este grupo de
briófitos. Como resultado de todo este trabajo se reconocen 286 especies, un valor que representa el 68% de las especies de hepáticas
europeas.
La realización de esta flora ha exigido la revisión de especies dudosas, lo que nos ha llevado a incluir especies nuevas para la Península
o para alguno de los países integrantes, así como la eliminación de
otras de los catálogos pertinentes (Casas, 1989; Sérgio & Carvalho,
2003; Schumacker & Sotiaux, 2002; Ros et al., 2007; Cros et al.,
2008).
Presentamos una relación de las especies nuevas o dudosas, con
comentarios pertinentes cada una de ellas y así conseguir un catálogo
lo más ajustado posible al conocimiento actual de la brioflora Ibérica.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
BRIOLOGIA
Sistemática e
Evolução
POSTER (B06)
CARACTERIZACIÓN Y DIVERSIDAD DE LOS TEJIDOS PLACENTARIOS
EN ESPECIES DE ULOTA Y ORTHOTRICHUM
NOTAS:
1
Departamento de Botánica, Facultad de Farmacia, Universidad de Valencia,
Av. Vicente Andrés Estellés s/n. 46100 Burjasot, Valencia. 2Departamento de
Biología, Facultad de Ciencias, Universidad Autónoma de Madrid, C/ Darwin, 2,
28049 Madrid. [email protected]
1
R. Caparrós, 2N.G. Medina, 2B. Estébanez, 2F. Lara
& 2V. Mazimpaka
La región placentaria en briófitos se ha venido considerando en estudios sistemáticos y de biología funcional y reproductiva. En ella cobra
especial importancia el desarrollo y diferenciación de diversos tejidos
conductores: células de transferencia, parénquima conductor y trazas
de hidroides. Sin embargo, aunque se conocen los patrones generales
de ultraestructura placentaria en los grandes grupos, apenas hay
estudios que permitan evaluar la variabilidad en táxones de menor
rango.
Presentamos una caracterización ultraestructural de la región placentaria en seis especies del género Orthotrichum y dos del género Ulota. Aunque el número de capas de células de transferencia en el pie y
en la vagínula (1:1) corresponde a lo habitual en musgos, el contacto
entre ambas generaciones no es directamente entre estas células,
sino que está mediado por una banda de varios estratos de hidroides
cuya diferenciación parece inducida por la presencia del pie. Se trata
de un patrón no descrito hasta ahora en otros musgos.
El nivel de penetración del pie esporofítico en el caulidio, así como el
grado de desarrollo de una zona áfila en el ápice de la vagínula, presenta variabilidad en el grupo investigado. En cinco de las especies
analizadas del género Orthotrichum la zona áfila apenas se desarrolla,
y es el propio caulidio el que envaina el pie esporofítico. En las especies de Ulota y en Orthotrichum ibericum, por el contrario, la zona
áfila es la que rodea al pie en la mayor parte de su longitud, como
parece ser más habitual en los musgos. El distinto nivel de desarrollo
de la seta en especies de cápsula emergente o inmersa no parece
estar relacionado con el de la zona áfila vaginular.
Discutimos la significación de estos caracteres en el contexto de los
estudios realizados en la división Bryophyta, así como sus posibles
implicaciones en el grupo investigado dentro de la familia Orthotrichaceae.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
BRIÓFITOS DA ILHA DE S. JORGE (AÇORES, PORTUGAL).
CONSERVAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO BIOGEOGRÁFICA
D. Claro & C. Sérgio
Universidade de Lisboa, Museu Nacional de História Natural, Jardim Botânico,
Rua da Escola Politécnica 58, 1250-102 Lisboa, Portugal.
[email protected]
BRIOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
POSTER (B07)
NOTAS:
A partir da revisão bibliográfica e do estudo taxonómico de espécimes
de herbário, na sua grande parte de LISU, foi elaborado um catálogo
anotado de briófitos da Ilha de S. Jorge. Neste catálogo estão apresentadas 69 famílias representadas por 291 taxa (163 musgos e 128
hepáticas-antocerotas). São apresentadas 34 taxa novos para S. Jorge, 7 taxa novos para os Açores e 2 taxa novos para a Macaronésia.
Os endemismos dos Açores em S. Jorge incluem 3 musgos e 3 hepáticas, constituindo cerca de 1.7% da brioflora total da ilha. Os endemismos da Macaronésia em S. Jorge incluem 6 musgos e 5 hepáticas,
constituindo cerca de 4.5% da brioflora total da ilha. Sob o aspecto
biogeográfico os briófitos mais bem representados em S. Jorge são os
de tendência oceânica (incluindo suboceânico e euoceânico) correspondendo a 39,6% de todos os taxa. No arquipélago dos Açores ocorrem cerca de 461 taxa de briófitos, destes, apenas cerca de 65% taxa
são comuns a todas as ilhas. Isto sugere alguma heterogeneidade no
conhecimento da diversidade de briófitos entre as ilhas do arquipélago dos Açores.
São apresentados alguns dados sobre a distribuição geral e ecologia
das espécies referidas como novas para a Macaronésia nomeadamente Scapania paludosa (Müll.Frib.) Müll. Frib. e Grimmia hartmanii
Schimp.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
BRIOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
POSTER (B08)
NOTAS:
BRIOFLORA
DE LOS HAYEDOS DE
NAVARRA
Y FACTORES
QUE LA DETERMINAN
V. Delgado & A. Ederra
Departamento de Biología Vegetal sección Botánica. Universidad de Navarra.
[email protected]
La flora briofítica más representativa de los distintos tipos de hayedo
existentes en Navarra fue estudiada por Ederra (1982) y publicada en
Ederra et al. (1984). El objetivo de aquellos estudios era descubrir si
existían
especies
de
briofitos
que
pudieran
considerarse
características de las distintas asociaciones fitosociológicas de
hayedos presentes en Navarra. Así mismo, se estudiaban algunas
características de la brioflora, como la corología y la afinidad respecto
a la naturaleza química del sustrato.
Actualmente, 26 años después, queremos repetir el estudio con el fin
de observar si a lo largo de estos años ha habido variaciones. En
estos años, la sintaxonomía ha cambiado, por lo cual es necesario,
como paso previo, hacer un nuevo análisis de la brioflora. Además,
las herramientas informáticas que ahora disponemos, permiten
analizar la brioflora desde muchos otros aspectos, especialmente
aquellos que pueden influir en su distribución. Por ello, hemos
sometido a un análisis canónico de correspondencias los resultados de
la composición de especies de los estudios citados más arriba y los
factores bióticos y abióticos que pueden influir en la distribución de
especies de briofitos calculados en cada uno de los 19 puntos de
muestreo, tales como los distintos valores de Ellenberg, latitud,
longitud, temperatura, precipitación…
En este trabajo presentamos los primeros resultados de la
ordenación, que indican que los principales factores que influían en
1982 (1984) en la composición briofítica de los hayedos eran la
humedad, el pH, la latitud y el índice ombrotérmico estival (Ios2).
Además, observamos diferencias notables en la composición de
especies en algunos puntos de muestreo muy próximos debidas,
principalmente, a variaciones localizadas del terreno.
Referencias
Ederra, A. 1982. Flora briofítica de los hayedos navarros. Tesis Doctoral.
Universidad de Navarra.
Ederra Induráin, A., López Fernández, M.L. & Báscones Carretero, J.C. 1984.
Composición briofítica de los hayedos de Navarra (España). Anales de biología,
2 (sección especial, 2): 273-282.
58
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
AZOREAN BIODIVERSITY PORTAL: A WAY OF SHARING
BRYOPHYTE KNOWLEDGE WITH THE GENERAL PUBLIC
R. Gabriel & P.A.V. Borges
Universidade dos Açores, Dep Ciências Agrárias, CITAA, Terra Chã,
9700-851 Angra do Heroísmo. Portugal. [email protected]
BRIOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
POSTER (B09)
NOTAS:
Bryophytes are small, fascinating plants of great delicacy, which offer
a diversity of shapes and colours, while creating beautiful and unique
microcosms. Many times bryophytes are overlooked due to their small
size and neglected as a result of the laborious process of identification
involving long Latin names. Bryophytes live in complex communities,
which means that they are generally intermingled and thus not easily
studied individually. The absence of common Portuguese names for
the different species (they are all popularly known by a single noun,
“musgos”) is a sign of this disconnection between bryophytes and
people. However, any person can begin to appreciate these plants, as
well as all the biodiversity wealth of the Azorean Archipelago.
In 2007, a group of Azorean researchers has built an open internet
database of the terrestrial Azorean bryophytes, vascular plants, lichens, terrestrial molluscs, arthropods as well as vertebrates and
coastal invertebrates: The Azorean Biodiversity Portal (ABP,
www.azoresbioportal.angra.uac.pt/). This is a unique resource for
fundamental research on systematics, biodiversity, and conservation
management in the Azores (Portugal). It also provides an original
platform for biogeographical and macroecological research in islands.
The species database comprises spatial grid-based (500x500 m)
presence-absence information for all the taxa recorded in the Azores
(439 bryophytes; circa 5000 taxa in total), based on extensive literature surveys (dating back to the 19th Century) and also on unpublished records from recent intensive field work made in the Azores.
Many species are also illustrated with images of collection and/or live
specimens.
The main purpose of this work is to contribute to the general appreciation of these plants, in the Azores and elsewhere, and to encourage the continued effort to study them, as they seek to share their
microscopic and fragile beauty with all nature lovers. Among bryophytes, as among other organisms, there are some species whose
preservation is urgent. It is hoped that this work, while reminding us
of their presence in the most diverse places and habitats, may contribute to improve their conservation perspectives. The future success
of this project will now depend on the commitment of the Azorean
Government and on the continuous support of the scientific community and the public.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
BRIOLOGIA
Monitorização
Ambiental
POSTER (B10)
NOTAS:
USING SPHAGNUM PALUSTRE TO MEASURE HEAVY METAL
TERCEIRA ISLAND
(AZORES, PORTUGAL)
CONCENTRATIONS IN THE URBAN CENTRES OF
R. Gabriel & E. Maciel
Universidade dos Açores, Dep Ciências Agrárias, CITAA. Terra Chã, 9700-851
Angra do Heroísmo. Portugal. [email protected]
The Azores abide by Portuguese and European laws in what concerns
control and reduction of the atmospheric pollution. In spite of being
almost 2000 km far from the nearest continent (Europe), the Azores
are not immune to trans-border atmospheric pollution. Thus, the atmosphere of this region is disturbed by the long distance transport of
pollutants coming from different places: America and Europe (e.g.
industrial smoke), the Arctic, (e.g. biogenic sulphate), and Africa
(e.g. Sahara dust). Besides, traffic assumes increasing ratios and it
has long been known that the resultant gases of petrol and oil of the
vehicles are responsible for a great percentage of the atmospheric
pollution, mainly in the cities. Although the intensity of the traffic is
bound to increase, a sampling net of atmospheric pollution does not
exist in the Azorean cities.
A survey of the air quality in the urban centres of Terceira Island,
could help the implementation of strategies of control of the quality of
air in the Azores. Due to the gradual increase of polluting sources in
the urban centers of Terceira Island, the concentration of atmospheric
pollutants in the cities of Angra do Heroísmo and Praia da Vitória is
probably increasing, especially the concentration of heavy metals,
which may affect public health and the quality of the island ecosystems. Currently the impacts provoked by this situation are not
known.
Plats from the genus Sphagnum, were selected to gain some insight
on the health of the air people are breathing, mainly because it was
readily available on the Island, has been used in different atmospheric studies (including in the Azores). Thus, moss bags were transplanted from the central part of the Island and placed at 10 locations
in Angra do Heroísmo and another 10 at Praia da Vitória. After an
exposure of three weeks the concentration of 38 heavy metals in
Sphagnum, were measured using either INAA or Acqua Regia; the
analysis were of the responsibility of ACTALABS, Inc (Canada). According to the results, it was possible to identify the most polluted
areas of the cities and to incorporate these data into maps of the
quality of the air in the two cities. Proposals to improve the management and control of atmospheric pollution are also made. The results
are now part of a new database on Air Pollution created at the
“Universidade dos Açores”, and will serve as a reference for future
studies.
60
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
AVALIAÇÃO DA INFLUÊNCIA DAS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS NOS
PORTUGAL. MAPAS
PADRÕES DE DISTRIBUIÇÃO DE BRIÓFITOS EM
PREDITIVOS DE DISTRIBUIÇÃO DE BRIÓFITOS COM INTERESSE
PARA A CONSERVAÇÃO
1,3
1
C. Garcia,
1,2
C. Sérgio &
1,2
M. Sim-Sim
BRIOLOGIA
Ecologia Funcional e
Modelação
POSTER (B11)
NOTAS:
Universidade de Lisboa. MNHN-Jardim Botânico/CBA. Rua da Escola Politécnica
58, 1250-102 Lisboa, Portugal. [email protected] 2 Universidade de Lisboa.
Faculdade de Ciências. DBV/CBA. 1749-016 Lisboa, Portugal.
3
Universidad Autónoma de Madrid. Departamento de Biología (Botánica). C/
Darwin 2, E-28049 Madrid. España.
A biodiversidade portuguesa de briófitos é elevada, e estima-se que
inclua mais de 40 % da biodiversidade total europeia e cerca de 65 %
de todos os taxa Ibéricos.
Entre estes, salienta-se a ocorrência de alguns endemismos Ibéricos,
ou de espécies que estão incluídas no Anexo II da Directiva dos Habitats e na Convenção de Berna. Muitos destes taxa estão igualmente
listados na Lista Vermelha da Península Ibérica (Sérgio et al., 2007).
A utilização de modelos preditivos tendo como base a determinação
do nicho ecológico a partir dos dados de distribuição das diferentes
espécies (Phillips et al., 2006) constitui actualmente uma ferramenta
bastante utilizada em conservação, constituindo uma base para a
investigação aplicada visando a gestão sustentável da biodiversidade.
A utilização de bases de dados com locais georreferenciados permite
estimar a probabilidade de ocorrência de uma dada espécie calculando a distribuição de probabilidade da máxima entropia elaborando
uma aproximação onde sejam respeitadas todas as restrições conhecidas acerca da distribuição da espécie, maximizando a informação
contida em todas as variáveis ambientais utilizadas. Os modelos
serão posteriormente alvo de testes e respectiva validação.
São apresentados mapas preditivos de ocorrência para diversas espécies como Marsupella profunda Lindb., Bruchia vogesiaca Nestl. ex
Schwägr., Didymodon bistratosus Hebr. & R. B. Pierrot, Schizymenium pontevedrensis (Luisier) Sérgio, Casas, Cros & Brugués, Triquetrella arapilensis Luisier, os quais consideram o padrão de distribuição
actual bem como o futuro, considerando alterações ambientais significativas segundo os cenários do IPCC - Intergovernmental Panel on
Climate Change (2007). Portugal apresenta um conjunto de áreas
protegidas nas quais ocorrem presentemente populações das diferentes espécies referidas. No entanto, pouco se sabe se estas áreas
sejam as mais indicadas para alcançar o objectivo para que foram
criadas num futuro próximo, devido às alterações climáticas.
Referências
Phillips S.J., Anderson R.P. & Schapire R.E. 2006. Maximum entropy modelling
of species geographic distributions. Ecological Modelling 190: 231-259.
Sérgio C., Brugués M., Cros R.M., Casas C. & Garcia C. 2007. The 2006 Red List
and an updated Check List of Bryophytes of the Iberian Peninsula (Portugal,
Spain and Andorra). Lindbergia 31: 109-125.
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61
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
NUCLEAR ITS DATA ANALYSIS FOR EVALUATION OF
SCHISTIDIUM
(GRIMMIACEAE, MUSCI)
BRIOLOGIA
Sistemática e
Evolução
POSTER (B12)
PHYLOGENETIC RELATIONSHIPS AMONG
1
NOTAS:
D.V. Goryunov,
2
I.A. Milyutina, 3E.A. Ignatova, 1M.S. Ignatov
& 2A.V. Troitsky
1
Main Botanical Garden of RAS, Botanicheskaya str., 4, Moscow, 127276, Russia. e-mail: [email protected] 2A.N.Belozersky Institute of Physicochemical Biology, M.V.Lomonosov Moscow State University, Leninskie Gory. Moscow,
119991, Russia. 3Biological Department, M.V.Lomonosov Moscow State University, Leninskie Gory. Moscow, 119991, Russia
The nuclear ITS1-5.8S-ITS2 DNA region is studied for 106 specimens
of Schistidium Bruch et al., 95 of them from Eurasia, 9 from North
America, and one specimen from South America. These specimens
represent 40 species and 4 subspecies. Phylogenetic reconstruction
was performed by three different methods. In most cases, ITS data
correspond well with species concept of H.H. Blom (1996), with few
exceptions: (1) ITS sequences of S. holmenianum Steere & Brassard
do not allow to separate this species from S. papillosum Culm. and S.
lancifolium (Kindb.) H.H. Blom; (2) North American specimens of S.
apocarpum subsp. canadense (Dupret) H.H. Blom ex B.H. Allen &
Pursell are closely related to S. lancifolium, while Asian specimens
referred to this taxon on the basis of morphology form an unrelated
clade; (3) some specimens of S. papillosum were found outside the
clade formed by this species, but among specimens of S. boreale
Poelt. The analysis does not support most groupings of the species
suggested by Blom and other authors on the basis of morphological
trait combinations. Species with papillose leaf lamina (S. papillosum,
S. boreale, S. frisvollianum H.H. Blom, S. pruinosum (Wilson ex
Schimp.) G. Roth, and S. sinensiapocarpum (Müll. Hal.) Ochyra) were
found among other species in several different clades throughout the
tree. Similarly, a group of species with short cupulate urns and large
spores (S. rivulare (Brid.) Podp., S. platyphyllum (Mitt.) Perss., S.
agassizii Sull. & Lesq., S. sordidum I. Hagen, S. maritimum (Sm. ex
R. Scott) Bruch et al.) which is usually separated from S. apocarpumcomplex appeared to be non-monophyletic. These species are growing in wet habitats, often in running water, and they seem to have
got these similar sporophytic characters independently. At the same
time, four species of Atrofuscum-group (S. atrofuscum (Schimp.)
Limpr., S. crassipilum H.H. Blom, S. elegantulum H.H. Blom, and S.
viride H.H. Blom & C. Darigo) form a well-supported clade, while S.
submuticum Brith ex H.H. Blom previously placed into this group was
found in unrelated position. The evolution of Schistidium ITS1 secondary structure is considered.
The study was supported by RFBR grant and by Scientific School Support programme.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
BANCO DE DIÁSPORAS DE BRIOFITOS DEL HAYEDO DE BÉRTIZ
(NAVARRA). ASPECTOS METODOLÓGICOS Y VARIACIONES
ESTACIONALES
N. Iglesias & A. Ederra
Departamento de Biología Vegetal sección Botánica. Universidad de Navarra.
[email protected]
BRIOLOGIA
Biodiversidade e
Conservação
POSTER (B13)
NOTAS:
El banco de diásporas del suelo, tanto de plantas vasculares como de
briofitos, es importante porque posee la capacidad de regenerar la vegetación de cualquier lugar si las condiciones lo hacen necesario. Aunque
actualmente existen numerosos estudios relativos al banco de semillas,
son relativamente pocos los que se centran en los briofitos, y menos
todavía los que se refieren al banco de diásporas de briofitos de hayedos.
En esta comunicación continuamos el estudio del banco de diásporas
de briofitos del hayedo de Bértiz. El hayedo de Bértiz está situado en
el interior del Señorío de Bértiz, en concreto en la Cuenca del Suspiro,
pequeño valle lateral dentro del Valle de Vertizarana. El Señorío de
Bértiz es Parque Natural desde el año 1984 y recientemente, en
2008, ha sido declarado Lugar de Importancia Comunitaria (LIC) dentro de la zona biogeográfica atlántica, de acuerdo con la Directiva
92/43/CEE (conocida como directiva “Hábitats) (Anónimo, 2008),
pasando así a formar parte de la Red Natura 2000. Por su parte, la
Cuenca del Suspiro es en la actualidad el único punto de la red ICP-IM
en España (Bermejo et al., 2008). Por esta singularidad, y dado que
su flora briofítica es conocida desde antiguo (Ederra & Villarroya,
2009) y que ya hemos hecho estudios previos del banco de diásporas
en este valle consideramos de interés continuar el estudio.
Las muestras de suelo se recolectaron en otoño, en el interior de la
parcela intensiva ICP-IM de 40 x 40 m. En cada uno de los 16 cuadrantes en que se divide la parcela se extrajeron 4 cilindros de suelo
mediante cilindro Corex de 5 cm de diámetro, a dos profundidades
(de 0-5 cm y de 5-10 cm). Después de secar y moler los suelos se
pusieron en cultivo en invernadero, en condiciones controladas de
temperatura, humedad e iluminación, óptimas para el desarrollo de
los briofitos. Se dispuso una capa fina de suelo sobre papel de filtro
en pequeñas bandejas cuadradas de 12 cm de lado y se estudiaron a
la lupa cada quince días, anotando las especies que iban apareciendo
y su frecuencia, mediante una rejilla de 10 x 10 cm subdividida en 25
cuadrados de 2 x 2.
Los primeros resultados demuestran que la frecuencia de aparición de
las especies aumenta a lo largo del tiempo, siendo las muestras de
superficie las que tienen mayor frecuencia de briofitos. Por otra parte,
dado que tenemos los resultados que se obtuvieron en cultivos de
suelo muestreados a finales de primavera (Ederra & Cavero, 2007),
comparamos los resultados para advertir si hay diferencias estacionales. Así mismo, aportamos algunos datos metodológicos que pueden
ser de interés para este tipo de investigaciones.
Referencias
Bermejo, R., Garrigó, J., Gazol, A., Ibañez, R., Ederra, A., Ariño, A. & Santamaría, J.M.
2008. Report on national ICP IM activities in Spain. In Kleemola, S. & Forsius, M.
2008.
Anonymous. 2008. Decision 2008/23/CE: Commission Decision of 12 November
2007 adopting, pursuant to Council Directive 92/43/ECC a first updated list of
sites of Community importance for the Atlantic biogeographical region. Official
Journal of the European Union, 15.1.2008.
Ederra, A. & Villarroya,A. 2009. One hundred and twenty years of bryology in the
Vertizarana Valley (Navarra, North Spain). Cryptogamie, Bryologie, 30 (1): 109-127.
Ederra, A. & Cavero, R.Y. 2007. Briofitos terrícolas y banco de diásporas de un
hayedo. Comunicación presentada en el XVI Simposio de Botánica Criptogámica, Leon, septiembre 2007.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
BRIOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
POSTER (B14)
FLORA BRIOLÓGICA DE LA SERRA DE L’ALGAIAT, VINALOPÓ
MITJÀ, ALICANTE
1
1
NOTAS:
N. Jover, 1M.Á. Alonso & 2F. Puche
Instituto de Investigación CIBIO. Universidad de Alicante. Apartado 99.
03080 Alicante 2Departamento de Botánica, Facultad de Ciencias Biológicas,
Universitat de València. C/Dr. Moliner 50, 46100-Burjassot (Valencia)
La Serra de L’Algaiat se encuentra situada en el sector sur-oriental de
la Península Ibérica, al oeste de la provincia de Alicante. Se trata de
una sierra caliza con una superficie aproximada de unos 30,2 km2.
Se extiende longitudinalmente unos 8 km, con eje E-W, y las mayores
cotas altitudinales se alcanzan en el Puntal Gros (1.087 m) y en la
Penya de la Mina (1.053 m). Confluyen en esta Sierra dos pisos bioclimáticos: termomediterráneo semiárido, cuya cabeza de serie está
representado por un espinar termófilo dominado por Pistacia lentiscus
(Chamaeropo-Rhamneto lycioidis); mesomediterráneo semiárido,
representado por formaciones casi monoespecíficas de Quercus coccifera (Rhamno-Querceto cocciferae). En zonas de barranco y en umbrías muy húmedas el ombrótipo llega al seco, pudiéndose observar
encinares con Pistacia terebinthus. A pesar de que existen numerosas
publicaciones de la flora briofítica de la provincia de Alicante, entre
las que destacamos: Casas et al., 1984; Cano, 1996; Segarra et al.,
2000, las citas en esta sierra son inexistentes.
Para la realización de este estudio se ha llevado a cabo un intensivo
trabajo de campo de alrededor de dos años (periodo 2007-2009), en
diferentes épocas del año. Todas las muestras recolectadas se han
depositado en el herbario de la Universidad de Alicante (ABHBryophyta), se han muestreado un total de 18 cuadrículas UTM de 1
km2. Para la nomenclatura de los musgos se ha seguido a Hill et al.,
2007 y para las hepáticas. a Ros et al., 2008.
Como resultado de este estudio se ha confeccionado un catálogo que
consta de 61 táxones, de los cuales 5 son hepáticas y 56 son musgos.
Los musgos pertenecen mayoritariamente, 63% del total, al orden
Pottiales; las hepáticas son escasas, lo cual denota la sequedad del
ambiente. Es de destacar la presencia de Grimmia anodon Bruch &
Schimp. y Syntrichia calcicola J.J. Amann, ambas especies se citan
por segunda vez en la provincia de Alicante.
Referencias
Cano, M.J., Ros, R.M. & Guerra, J. 1996. Flora briofítica de la provincia de Alicante (SE España). Cryptogamie Bryol. Lichenol. 17(4): 251-277.
Casas, C., Cros, R.M., Brugués, M., Sérgio, C. & Sim-Sim, M. 1984. Estudio de
la flora briofítica de las comarcas alicantinas. Anales de Biología 2: 215-228.
Hill, M.O., Bruggeman-Nannenga, M.A., Brugués, M., Cano, M.J., Enroth, J.,
Flatberg, K.I., Frahm, J.-P., Gallego, M.T., Garilleti, R., Guerra, J., Hedenäs, L.,
Holyoak, D.T., Ignatov, M.S., Lara, F., Mazimpaka, V., Muñoz, J. & Söderström,
L. 2006. Bryological Monograph An annotated checklist of the mosses of
Europe and Macaronesia. J. of Bryology. 28 (3): 198-267.
Moya, J.J., Ros, R.M. & Guerra, J. 1994. Bryophyte Flora and Vegetation of the
Maigmo, Alicante, Spain. Cryptogamie, Bryol. Lichénol. 15(1): 43-65.
Ros, R.M., Mazimpaka, V., Abou-Sama, U., Aleffi, M., Blockeel, T. L., Brugués,
M., Cano, M.J., Cros, R.M., Dia, M.G., Dirkse, G.M., El Saadawi, W., Erdag, A.,
Ganeva, A., Gonzalez-Mancebo, J.M., Herrnstadt, I., Khalil, K., Kürschner, H.,
Lanfranco, E., Losada-Lima, A., Refai, M.S., Rodríguez-Nuñez, S., Sabovljević,
M., Sérgio, C., Shabbara, H., Sim-Sim, M. & Söderström, L. 2007. Hepatics and
Anthocerotes of the Mediterranean, an annotated checklist. Cryptogamie, Bryologie 28: 351-437.
Segarra, J.G. & PUCHE, F. 2000. Estudio de la Flora Briofítica del parque natural del Montgó (Alicante). Bol. Soc. Esp. Briol. 17: 1-8.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
ORTHOTRICHUM GYNOTRICHUM SP. NOV.: ENLARGING AN
UNSETTLED TAXONOMICAL COMPLEX IN SOUTH AMERICA
1
F. Lara, 1R. Medina, 2B. Goffinet, 3R. Garilleti & 1V. Mazimpaka
BRIOLOGIA
Sistemática e
Evolução
POSTER (B15)
1
Departamento de Biología (Botánica). Facultad de Ciencias, Universidad
Autónoma de Madrid. C/ Darwin, 2. E-28049 Madrid, Spain.
E-mail: [email protected], [email protected],
[email protected] 2 Department of Ecology and Evolutionary Biology,
75 North Eagleville Road, University of Connecticut, Storrs, CT 06269-3043, USA.
E-mail: [email protected] 3 Departamento de Botánica. Facultad de
Farmacia, Universidad de Valencia. Avda. Vicente Andrés Estellés s/n. E-46100
Burjasot, Spain. E-mail: [email protected]
NOTAS:
During a bryological survey in Chile, a specimen of the genus
Orthotrichum was collected from “Los Lagos” region, growing on
Nothofagus obliqua. This material, which does not seem to correspond to any other known taxon, can be identified by the following
set of characters: leaves ovate-lanceolate to ovate-ligulate, margin
recurvate, apex rounded-acute and plane; vaginula and calyptra with
abundant, long and conspicuous hairs; capsule emergent with 8 well
marked ribs and cryptopore stomata completely covered by adjacent
cells in the lower half; exostome of eight teeth, recurved; endostome
constituted by eight stout segments (not reaching the teeth apices),
densely papillose and with thickened walls; spores 16-21 µm. The
name Orthotrichum gynotrichum is suggested for this new moss species, referring to the long and conspicuous hairs in the vaginula, its
most remarkable trait.
The cryptopore stomata and the recurved exostome place this taxon
within subgenus Pulchella. The Neotropical Region hosts some other
species of this subgenus that resembles at certain extent to this species. Orthotrichum compactum and O. freyanum share with it some
important characters, like the position of the stomata and the constitution and ornamentation of the peristome. However, O. compactum
has leaves with plane margin and exserted capsule, whereas O. freyanum shows half-covered stomata and smaller spores (12-15 µm).
Orthotrichum assimile, another related moss, has linear leaves with
acute to acuminate apex. None of these three species shows a
densely hairy vaginula and calyptra, neither an endostome of stout
and papillose segments with thickened walls. Orthotrichum alpestre,
from the Northern Hemisphere, also has remarkable similarities with
O. gynotrichum, like the covered stomata in the lower capsule, or the
thickened walls of the endostome segments. This holartic species,
however, lacks the plane and rounded to acute leaf apex, as well as
the hair density on the calyptra and vaginula that characterize O.
gynotrichum.
This is the second taxon belonging to the Orthotrichum compactumlike group of species that has been discovered recently. This circumstance suggests that the taxonomy of the subgenus Pulchella in the
Andean area is not yet conveniently understood. A careful work
should be carried out with specimens from this region, as some other
taxa may have been overlooked.
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
BRYOLOGICAL DIVERSITY IN PEATLANDS OF ISLA GRANDE DE
CHILOÉ, CHILE
BRIOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
POSTER (B16)
NOTAS
C. León, 2A. Benítez-Mora, 3J. Larraín, 1G. Oliván
& 1E. Fuertes
1
1
Departamento de Biología Vegetal I, Facultad de Cs. Biológicas, Universidad
Complutense de Madrid, E-28040 Madrid, Spain.
E- mail: [email protected]
2
Departamento de Ecología, Facultad de Biología, Universidad de Alcalá,
E-28871 Alcalá de Henares Madrid, Spain. E-mail: [email protected]
3
Departamento de Botánica, Universidad de Concepción, Casilla 160-C,
Concepción, Chile. E- mail: [email protected]
In Chile, Sphagnum peatlands are confined to the Magellanic Tundra
region, extending from the Gulf of Penas (48º S) to the extreme southern
part of South America (56º S). However, outlying areas of peatlands
appear northward on the Chiloé Island (42º S), and at several locations
further north in the costal range near Valdivia city (40º S), which are
considered postglacial relicts of the Magellanic biogeographic region.
However, it is possible to find other sites dominated by Sphagnum in
these relict areas, a kind of ecosystem similar to peatlands, which
corresponds to flooded areas colonized by this moss after the burning
or logging of forests in areas with poor drainage soils. These sites
have been referred to as secondary or anthropogenic peatlands, and
are locally called “pomponales”.These areas have a low accumulation
of peat due to its recent origin.
Despite the great economic and ecological importance, the knowledge of
these areas is limited, especially in bryophyte diversity. Therefore, the
aims of the present study is to contribute to the knowledge of the bryological diversity of peatland ecosystems in Isla Grande de Chiloé, Chile.
To accomplish this, bryophytes were collected in two natural peatlands
and three anthropogenic peatlands and herbarium material from other
peatlands in the Island deposited in the CONC herbarium at the Universidad de Concepción, Chile, has been revised. Environmental parameters
such as altitude, latitude, longitude, pH, conductivity, nutrients concentration and minerals were also measured in the field.
Preliminary results show a total diversity on Chiloé peatlands of 28
species of bryophytes, eight species of liverworts and 20 species of
mosses. Nineteen species have been identified on anthropogenic
peatlands (six liverworts and 13 mosses) and 17 on natural peatlands
(six liverworts and 11 mosses).
Based on the pH and nutrient values it is possible to characterize
these studied peatlands as oligotrophic. However, there are differences in the water source. In natural peatlands water and nutrients
are supplied mainly from rainfall water. On the other hand, in anthropogenic peatlands water and nutrients are derived from a mixture of
groundwater and precipitation. These features become extremely
important as they may reflect differences in the bryological richness
and abundance.
Despite richness similarity between the two groups of peatlands, differences in species composition and abundance in each habitat were
observed.
These ecosystems, in addition to their ecological significance for hosting highly specialized organisms that live exclusively in these threatened worldwide ecosystems, have an important role as water reservoirs. Chiloé island has no freshwater input from snowmelt as in
mainland Chile. The freshwater input is mainly from precipitation and
according to the climate change scenario, low rainfall rates in recent
years means that freshwater in the island is at risk and the conservation of peatlands have more importance.
66
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
DISTRIBUTION AND THREAT CATEGORY OF CAMPYLIUM SENSU
LATO (AMBLYSTEGIACEAE, BRYOPSIDA) IN THE
IBERIAN PENINSULA
C. León, G. Oliván & E. Fuertes
Departamento de Biología Vegetal I, Facultad de Cs. Biológicas, Universidad
Complutense de Madrid, E- 28040 Madrid, Spain.
E- mail: [email protected], [email protected],
[email protected]
BRIOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
POSTER (B17)
NOTAS:
Campylium s.l. is a pleurocarpic moss group recognized for having
more or less squarrose stem and branch leaves, and channelled leaf
acumina. This species group is composed of three genera and each
genus with two species. Campylium with C. stellatum and C. protensum; Campylophyllum with C. halleri and C. calcareum and finally
Campyliadelphus with C. chrysophyllus and C. elodes.
In the Iberian Peninsula, Campylium s.l. has been reported since the
middle of the nineteenth century. However, there is not enough information about this group. For this reason, the present work has been
a goal to determine the distribution and threat category in the Iberian
Peninsula.
This work is mainly based on herbarium material from PC, S, the
main Iberian herbaria and collected material by the authors during
this study, which is now deposited at MACB. About 280 specimens
were checked. The distribution maps were created using the software
CYANUS. The threat category for each species has been evaluated by
applying the criterion B (restricted area of occupancy, few localities,
decline) as defined by the IUCN.
All species are preferably distributed in the Eurosiberian region, especially in the Pyrenees and Cantabrian range, above 1000 m.a.s.l. but
also grow at lower altitudes, sometimes below 200 m.a.s.l. However,
it is possible to find the same species in the Mediterranean region,
especially in the Iberian range.
Campyliadelphus chrysophyllus and Campylium stellatum are the
most widespread species of this species group in the Iberian Peninsula and the same pattern is observed in their global distribution.
These species are widely distributed in the Eurosiberian and Mediterranean regions from 120 to 2700 m.a.s.l. which is likely due to their
relatively wider range of habitat preference. Both species grow in
many kinds of wetlands. Campylophyllum halleri and Campyliadelphus elodes have a restricted distribution: they only grow in the Eurosiberian region above 500 m.a.s.l. which may indicate that these
species need a humid and temperate climate.
According to our results the genus Campylium s.l. includes two
threatened species in the Iberian Peninsula, Campyliadelphus elodes
and Campylophyllum halleri. Campyliadelphus elodes is categorized
as Critically Endangered (CR), due to only being recorded in one 10 x
10 square Km and one locality. This could be explained by the fact
that these species present a restricted distribution and a specific
habitat preference. For this reason habitats and potential habitats
proposed by previous studies must be protected. Campylophyllum
halleri is categorized as Vulnerable (VU), due to only having being
recorded in fourteen 10 x 10 square Km. However the situation of this
species is not critical. This threat is related to the marginal geographic distribution in the Paleartic Region. Campylium stellatum, C.
protensum, Campylophyllum calcareum and Campyliadelphus chrysophyllus were considered in the Least Concern (LC) category.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
CHOROLOGICAL NOTES ON SOME FISSIDENS (BRYOPHYTA)
SPECIES ON MADEIRA
BRIOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
Poster (B18)
1
1
NOTAS:
C. Lobo, 2M. Sim-Sim, 3L. Luís & 4M. Stech
Jardim Botânico da Madeira, Quinta do Bom Sucesso, 9050-251 Funchal,
Madeira, Portugal. [email protected] 2Universidade de Lisboa,
Faculdade de Ciências de Lisboa, DBV, Centro de Biologia Vegetal, C2, Campo
Grande, 1749-016 Lisboa, Portugal. 3Museu Nacional de História Natural, Jardim
Botânico/CBA. Rua da Escola Politécnica, nº 58, 1250-102 Lisboa, Portugal.
4
Nationaal Herbarium Nederland, Universiteit Leiden branch, P.O. Box 9514,
2300 RA Leiden, The Netherlands
Fissidens is a cosmopolitan genus that comprises approximately 1000
species. In Europe, the genus includes 38 taxa, being 8 confined to
the Macaronesian islands, of which 6 are endemic.
According to the literature references, the genus Fissidens is represented in Madeira archipelago by 25 taxa. Five are endemic to
Macaronesia, and of these, two are exclusive to Madeira. On Madeira
island, Fissidens species are widely distributed, occupying various
habitats, from the sea side up to the high mountains.
In this communication we present preliminary distribution data of
some Macaronesian endemic species F. coacervatus, F. sublineaefolius, F. nobreganus, and other rare or insufficiently known species
F. dubius and F. polyphyllus in Madeira archipelago, based on recent
field work and revision of herbarium samples kept in the MADJ and
MADS collections. Notes on the habitat preferences and conservation
status are also presented.
68
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
A MOLECULAR PHYLOGENETIC AND BIOGEOGRAPHIC APPROACH ON
ECHINODIUM (ECHINODIACEAE) AND ANDOA (HYPNACEAE)
1
1
S. Martins,
1,2
M. Sim-Sim & 3M. Stech
Museu Nacional de História Natural, Jardim Botânico/CBA, Rua da Escola Politécnica, nº 58, 1250-102 Lisboa, Portugal, [email protected] 2Universidade de
Lisboa, Faculdade de Ciências de Lisboa, DBV, Centro de Biologia Ambiental,
C2, Campo Grande, 1749-016 Lisboa, Portugal. 3Nationaal Herbarium
Nederland, Universiteit Leiden branch, P.O. Box 9514, 2300 RA Leiden, The
Netherlands
BRIOLOGIA
Especiação
e Biogeografia
POSTER (B19)
NOTAS:
In this study we aim to gather a better knowledge of the bryophyte
taxa Echinodium (Echinodiaceae) and Andoa (Hypnaceae), both
endemic to Macaronesia, and their biogeographic affinities with taxa
from temperate and tropical regions of the Old and New World. Based
on a comprehensive approach including molecular techniques such as
DNA sequencing and fingerprinting, morphological and ecological
investigations, it is purposed to provide a detailed account of
Macaronesian endemic bryophytes, with the intention to clarify the
systematic position and to find the closest relatives of Echinodium
and Andoa among the main group of pleurocarpous mosses, the
Hypnales, using the present approach as a basis for future studies of
bryophyte taxa with unclear position. To reveal their biogeographic
affinities with species from Southern and Northern Hemisphere
regions, namely with tropical areas from Africa and America, and to
hypothesize from where the Macaronesian islands were probably
colonized, to investigate the amount and geographic distribution of
intraspecific genetic variation of the study species for improved
conservational approach on rare genotypes. Also to integrate
molecular information with ecological and biogeographic data of the
Macaronesian laurel forests, envisaging a better understanding of the
life strategies and differential sensitivity of each species and their
populations. Finally, to provide information about the repercussions of
rapid destruction of natural resources and climatic change which is
already endangering complex ecosystems such as tropical, luxuriant
rainforests in the Southern Hemisphere, and their impact on
Laurisilva forest focal taxa as Echinodium and Andoa.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
BRIOLOGIA
Ecologia Funcional
e Modelação
POSTER (B20)
NOTAS:
POTENTIALLY PROTECTIVE ULTRAVIOLET-ABSORBING COMPOUNDS
(UVACS) OF BRYOPHYTES ARE LOCATED IN DIFFERENT CELL
COMPARTMENTS AND SHOW CONTRASTED RESPONSES TO
ULTRAVIOLET RADIATION
(UVR)
E. Núñez-Olivera, R. Tomás, G. Fabón & J. Martínez-Abaigar
Universidad de La Rioja, Complejo Científico-Tecnológico, Avda. Madre de Dios
51, 26006 Logroño (La Rioja), Spain. [email protected]
Given the structural simplicity of bryophytes and the consequent lack
of morphological defenses against UVR, such as hairs, epicuticular
waxes, thick cuticles and multilayered epidermis, the accumulation of
UVACs (mainly phenolic derivatives) could be a crucial protecting
mechanism against UVR in bryophytes. It is generally thought that
the UVAC fraction more easily extractable in acidified methanol (the
usual extractant for UVACs) is probably located in vacuoles, whereas
the extraction of UVACs bound to the cell walls would require more
aggressive methods. However, no specific study on this subject has
been conducted in bryophytes.
Another critical point regarding UVACs in bryophytes is that the spectrophotometric measurement of the bulk UV absorbance of the
methanolic extracts (the most used variable to quantify UVAC levels)
might be insufficient to assess the effects of UVR because each individual compound may respond to UVR in a different manner. Thus, it
would be better to use HPLC methods allowing the chemical characterization and quantification of the individual compounds. This approach has been little used in bryophytes.
In order to study the two issues raised above, we examined the responses of UVACs to enhanced UVR in the aquatic liverwort Jungermannia exsertifolia subsp. cordifolia for 30 days under laboratory conditions.
The samples were exposed to three different radiation regimes: P (only
photosynthetic radiation), PA (photosynthetic + UV-A) and PAB
(photosynthetic + UV-A + UV-B). We measured both the bulk UV absorbance of the methanolic extracts (by spectrophotometry) and the levels of
individual UVACs (by HPLC). In both cases, a simple extraction with acidified methanol was firstly conducted and, after this, a NaOH digestion of
the residuum and a second methanolic extraction was performed. The
first extraction is thought to extract UVACs from vacuoles, whereas the
second one could extract the cell-wall-bound UVACs.
In the cell walls, the bulk UV absorbance increased significantly in the
samples exposed to UV radiation (PA and PAB regimes) in comparison
with those exposed to only photosynthetic radiation (P regime). Two phenolic derivatives, p-coumaric and ferulic acids (p-CA and FA, respectively), were found in the cell walls. p-CA increased significantly in the
PAB samples, whereas FA was not affected by UVR.
In the vacuoles, the bulk UV absorbance showed the same response as in
the cell walls. Regarding UVACs, five hydroxycinnamic acid derivatives
were found in the vacuoles: two coumarins and three malic acid esters of
phenolic acids (p-coumaroylmalic, caffeoylmalic and feruloylmalic acids).
Esterification would facilitate their solubility in the vacuole. pCoumaroylmalic acid was higher in PAB samples than in PA samples, and
in these latter samples than in P samples. The two coumarins were
higher in the PA and PAB samples than in P samples.
In conclusion, cell walls and vacuoles may house different UVACs, and
each individual UVAC may respond in a different way to UV-A and UVB radiations. In addition, an adequate extraction and quantification of
UVACs, using extraction from both vacuoles and cell walls followed by
individual analysis by HPLC, is indispensable to correctly evaluate the
UVR protection of bryophytes.
70
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
COMUNIDADES DE CIANOBACTERIAS EPÍFITAS EN UN MUSGO
REÓFILO A LO LARGO DE UN ARROYO CALCÁREO CON DIVERSIDAD
DE SUBAMBIENTES
1
1
R. Ochoa, 1M.J. Ortiz, 1E. Manrique, 2B. Estébanez
& 3J. Vassal’lo
BRIOLOGIA
Ecologia Funcional
e Modelação
POSTER (B21)
NOTAS:
Instituto de Recursos Naturales, CCMA, CSIC, C/ Serrano, 115 Dpdo., 28006
Madrid. 2Dpto. Biología, Facultad de Ciencias, Universidad Autónoma de Madrid,
C/ Darwin, 2, 28049 Madrid, [email protected] 3Dpto. Tecnología
Fotónica, Facultad de Informática, Universidad Politécnica de Madrid, Campus
de Montegancedo s/n, 28660 Boadilla del Monte, Madrid
Se presenta la caracterización de comunidades de cianobacterias epífitas sobre Platyhypnidium riparioides, una especie de musgo pleurocárpico reófilo, a lo largo del Arroyo del Pozo Azul, en Covanera
(Burgos). Se trata de un arroyo de aguas limpias que parte de la surgencia de un sifón subterráneo, y que discurre a lo largo de 350 m
hasta desembocar en el río Rudrón. Hacia la mitad de su recorrido,
una casa con cría de peces desvía parte de su caudal y vierte residuos
al cauce del arroyo y al río Rudrón.
Se ha dividido el sistema en tramos, en cada uno de los cuales se han
tomado 4 muestras de Platyhypnidium, por ser la especie macrofítica
común a cada uno de ellos. De cada tramo de muestreo se han tomado datos de temperatura, velocidad de corriente, sección del cauce y
nutrientes. Los tramos del arroyo, en paralelo, se han caracterizado
en función de su cobertura de macrófitos y de comunidades bentónicas.
El estado fisiológico del musgo se ha estimado a través de la longitud
de los modulos de crecimiento anual y del rendimiento cuántico potencial de su fotosistema II (Fv/Fm) en muestras previamente adaptadas a oscuridad.
Las muestras de musgo de cada tramo, fijadas en formol 1%, se han
empleado para la observación, identificación y estima de cobertura de
cianobacterias epífitas, tanto en el ápice como en la base de un
módulo de crecimiento anual. Se han valorado además distintos parámetros como su coloración y estado de desarrollo.
En cuanto a las especies epífitas presentes y a su cobertura, se han
identificado por el momento 6 morfotipos de cianobacterias y 5 de
diatomeas, entre los que Chamaesiphon confervicolus, Cocconeis sp.
y representantes coloniales del orden Chroococcales resultan predominantes, aunque su abundancia varía en función del tramo estudiado.
La mayor o menor cobertura de C. confervicolus, Oscillatoria sp. y
diatomeas parece ser indicativa de los puntos más afectados por la
acción antrópica, mientras que Leptolyngbya spp., Phormidium sp. y
Pseudoanabaena sp. se restringen a las zonas más limpias.
El estado fisiológico de las plantas de Platyhypnidium difiere significativamente en función del tramo estudiado. La velocidad de corriente y
la profundidad no afectan significativamente. En adición a la competencia establecida con otros macrófitos, en especial con Apium nodiflorum, se observa una relación inversa entre el desarrollo de las comunidades epífitas y el estado fisiológico del musgo, lo que apunta a
un efecto negativo ejercido por las cianobacterias sobre su huésped.
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
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XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
BRIOLOGIA
Monitorização
Ambiental
POSTER (B22)
NOTAS:
EVALUACIÓN DE EXTRACTANTES EXTRACELULARES EN LA SET
MEDIANTE TÉCNICAS DE MICROSCOPIA ELECTRÓNICA
A. Pérez-Llamazares, J.R. Aboal, J.A. Fernández & A. Carballeira
Grupo de Ecotoxicología, Área de Ecología, Facultad de Biología, Universidad de
Santiago de Compostela. 15782 Santiago de Compostela. España.
[email protected]
El uso de musgos terrestres como biomonitores de contaminación
atmosférica, especialmente la producida por metales pesados está
ampliamente extendido. Para evaluar la fitotoxicidad y/o los riesgos
ambientales asociados a un incremento en la concentración total de
contaminantes en los musgos, sólo debe ser determinada la fracción
bioconcentrada, para lo que se recomienda el lavado del musgo, eliminando de esta forma el material intercelular. En los musgos los
metales pesados pueden ser acumulados en diferentes compartimentos celulares y la determinación de las concentraciones en cada uno
de ellos puede proporcionar mejor información sobre áreas contaminadas. En respuesta a la necesidad de conocer la localización celular
de los metales en el musgo, se desarrolló la técnica de lavado secuencial (Sequential Elution Technique, SET), que consiste en ir eliminando sucesivamente las diferentes fracciones celulares: intercelular,
extracelular, intracelular y la correspondiente a material particulado.
El paso clave y más complejo en esta técnica es la correcta extracción
de estas fracciones, puesto que si uno de los lavados es ineficaz el
elemento se incluirá en las siguientes fracciones de forma incorrecta.
Para comprobar la eficiencia de la SET, se emplearon paralelamente
técnicas de microscopia electrónica, que permiten localizar los metales en las diferentes fracciones celulares.
En este trabajo se empleó el musgo Pseudoscleropodium purum
(Hedw.) M. Fleisch. recolectado en un lugar no contaminado y en las
cercanías de una siderurgia férrica. Se separaron ápices de 1 cm de
longitud y se expusieron en una atmósfera saturada de humedad,
durante una semana, para asegurar la integridad de las membranas.
Posteriormente, el musgo se lavó durante 30 segundos con agitación.
Se secó el musgo y una parte del musgo de la zona no contaminada
se incubó en una solución de 30 μg L-1 de Zn. A continuación se sometió a todo el musgo a la SET (utilizando como extractante NiCl2 20
mM). Se cuantificaron las concentraciones de K y Zn en las diferentes
localizaciones celulares mediante espectrometría de emisión/
absorción atómica en llama. Paralelamente se empleó un microscopio
electrónico de barrido (SEM) con microanálisis por rayos X (EDX),
para localizar el Zn en el musgo antes y después de los primeros pasos de la SET.
Los resultados obtenidos empleando ambas técnicas muestran que el
Zn extracelular proveniente de la incubación se localiza tanto en los
lugares de intercambio catiónico de la pared celular y cara externa de
la membrana, como en las partículas que han permanecido después
del lavado en la superficie del musgo. En las muestras correspondientes a las cercanías de la siderurgia, el Zn extracelular aparece fundamentalmente en las partículas que aparecen en la superficie del musgo. Tras el lavado de la fracción extracelular, se comprueba que tanto
el Zn unido a la pared y membrana celulares como el localizado en las
partículas ha sido desplazado. Esto produce en una incorrecta cuantificación de la fracción extracelular mediante la SET, puesto que en
dicha fracción sólo debe incluirse el metal unido a los lugares de intercambio extracelulares del musgo. Por ello, se aconseja el empleo
de la concentración intracelular (no influenciada por las partículas)
como mejor indicador de los efectos de los contaminantes en musgos
terrestres.
72
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
BRIÓFITOS DE LA “SERRA GELADA” (ALICANTE)
1
1
F. Puche & 2N. Jover
Departamento de Botánica, Facultad de Ciencias Biológicas, Universitat de
València. C/Dr. Moliner 50, 46100-Burjassot (Valencia). España
2
Instituto de Investigación CIBIO. Universidad de Alicante. Apartado 99.
03080 Alicante. España
BRIOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
POSTER (B23)
NOTAS:
La “Serra Gelada” se encuentra situada en la parte nor-oriental de la
provincia de Alicante, y comprende parte de los términos de L’Alfás
del Pí y Benidorm. Esta pequeña sierra litoral ocupa unos 6 km de
longitud y alrededor de 1,5 km de anchura en dirección Nor-Este SurOeste, ocupando unas 800 ha, en su vertiente al mar presenta impresionantes acantilados, el punto más alto el “Alt del Governador”
alcanza 438 m de altura; en su vertiente Oeste y Nor-Oeste las laderas presentan una menor inclinación. La sierra está constituida
principalmente por materiales calcáreos; el clima es de tipo mediterráneo con ombroclima seco. La vegetación actual está constituida
por pastizales secos y matorrales donde domina Pistacia lentiscus,
Cistus albidus y Osyris alba, la vegetación arbolada corresponde a
pinares de Pinus halepensis, se observan antiguos cultivos abandonados de algarrobos y almendros hoy en día ocupados por el matorral.
Los acantilados de difícil acceso albergan especies de fanerógamas
raras y algunas endémicas. La mayor parte del área está protegida bajo la figura de Parque Natural por la Generalitat Valenciana, las
zonas colindantes están fuertemente transformadas y con una elevada presión antrópica. De esta zona sólo existían varias citas de Cano
(1996).
Se han muestreado diferentes zonas de la sierra incluidas en los cuadros de UTM: 30SYH 5268, 5269, 5369, 5469, 5571, 5572 y 5672.
Para la nomenclatura de los musgos se ha seguido a Hill et al.,
2007 y para las hepáticas a Ros et al., 2008. El material se encuentra depositado en el herbario VAL-Briof de la Universitat de València.
La flora briofítica de esta pequeña sierra litoral comprende 49 taxones, 40 musgos mayoritariamente del orden Pottiales, y 9 hepáticas
la mayoría Marchantiales. Destacamos la presencia de Funariella curviseta, una especie termófila que crece en grietas de roca con cierta
humedad en zonas costeras del Mediterráneo, península Ibérica e
islas macaronésicas, otras especies dignas de mención son: Aschisma
cuynetti (Bizot & R.B.Pierrot) J.Guerra & M.J.Cano, Campylostelium
pitardii (Corb.) E.Maier y Athalamia spathysii (Lindenb.) S. Hatt.
Agradecimientos: Este trabajo ha sido financiado por el Ministerio de Ciencia y
Tecnología, proyecto CGL-2006-02340.
Referencias
Cano, M.J., Ros, R.M. & Guerra, J. 1996. Flora briofítica de la provincia de Alicante (SE España). Cryptogamie Bryol. Lichenol. 17(4): 251-277.
Hill, M. O., Bruggeman-Nannenga, M.A., Brugués, M., Cano, M.J., Enroth, J.,
Flatberg, K.I., Frahm, J.-P., Gallego, M.T., Garilleti, R., Guerra, J., Hedenäs, L.,
Holyoak, D.T., Ignatov, M.S., Lara, F., Mazimpaka, V., Muñoz, J. & Söderström,
L. 2006. Bryological Monograph, An annotated checklist of the mosses of Europe and Macaronesia. J. of Bryology. 28 (3): 198-267.
Ros, R.M., Mazimpaka, V., Abou-Sama, U., Aleffi, M., Blockeel, T.L., Bugués,
M., Cano, M.J., Cros, R.M., Dia, M.G., Dirkse, G.M., El Saadawi, W., Erdağ, A.,
Ganeva, A., Gonzalez-Mancebo, J.M., Herrnstadt, I., Khalil, K., Kürschner, H.,
Lanfranco, E., Losada-Lima, A, Refai, M.S., Rodríguez-Nuñez, S., Sabovljević,
M., Sérgio, C., Shabbara, H., Sim-Sim, M. & Söderström, L. 2007. Hepatics and
Anthocerotes of the Mediterranean, an annotated checklist. Cryptogamie, Bryologie 28: 351-437.
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
BRIOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
POSTER (B24)
NOTAS:
EPIPHYTIC BRYOPHYTE COMMUNITIES ON MADEIRA: EFFECTS OF
TREE SPECIES ON BRYOPHYTE SPECIES RICHNESS
1,2
M. Sim-Sim, 3A. Bergamini, 2L. Luís, 2S. Martins, 4C. Lobo,
5
S. Fontinha, 6A.C.S. Figueiredo, 6J. Barroso, 6L. Pedro
& 7M. Stech
1
Universidade de Lisboa, Faculdade de Ciências de Lisboa, DBV, Centro de
Biologia Ambiental, C2, Campo Grande, 1749-016 Lisboa, Portugal; 2Museu
Nacional de História Natural, Jardim Botânico/CBA, Rua da Escola Politécnica,
nº 58, 1250-102 Lisboa, Portugal; 3Swiss Federal Research Institute WSL,
CH-8903 Birmensdorf, Switzerland; 4Jardim Botânico da Madeira, Caminho do
Meio, Quinta do Bom Sucesso, 9050-251 Funchal, Madeira, Portugal; 5Centro de
Estudos da Macaronésia, Universidade da Madeira, Campus da Penteada,
9000-390 Funchal, Madeira, Portugal; 6Universidade de Lisboa, Faculdade de
Ciências de Lisboa, DBV, Instituto de Biotecnologia e Bioengenharia, Centro de
Biotecnologia Vegetal, C2, Campo Grande, 1749-016 Lisboa, Portugal;
7
Nationaal Herbarium Nederland, Universiteit Leiden branch, P.O. Box 9514,
2300 RA Leiden, The Netherlands.
The Madeira Archipelago, in particular Madeira Island, comprises one
of the largest extant area of evergreen laurel forest (Laurisilva),
which is designated a UNESCO World Heritage.
In Madeira, the Laurisilva is mostly located in the northern part of the
island between 300 and 1300 m. A temperate climate is characteristic for this part of the island where the prevailing winds from the
north-east bring lots of moisture. Above the altitudinal limits of the
Laurel forest, the ericaceous woodlands (heath forest) dominate.
There a high-incidence of canopy-level clouds and fogs is typical. In
this forest, availability of water is thus high all year round, from direct
precipitation, fog and mist interception.
Madeira’s Laurisilva comprises several vegetation strata harboring a
wide variety of habitats, and niches in which a high diversity of animals and plants coexist. The Laurisilva also harbours a rich epiphytic
bryoflora which has an important role in the forest’s hydric balance by
retaining the water from fogs and rain. Although of major importance,
studies on epiphytic bryophyte communities on Madeira are still
scarce.
In the present work we focus on effects of tree species on epiphytic
bryophyte species richness and composition in Madeira’s laurel and
heath forests.
The Madeira laurel and heath forests harbors a very high diversity of
epiphytic bryophyte species. During our surveys we found 110 taxa
on the nine tree species sampled. In the laurel forest, a total of 104
taxa were identified, while in the heath forest 45 taxa were recorded.
Overall, liverworts were much more species rich than mosses (51
liverworts vs. 59 mosses). This was also true on the plot level where
species richness of liverworts outnumbered richness of mosses by
factor 4.3.
The trees most rich in epiphytic bryophytes were Heberdenia excelsa,
Ocotea foetens, Laurus novocanariensis and Clethra arborea. The
latter two both exhibit rough bark and high funneling ratios, while the
bark of H. excelsa is almost smooth. All four tree species occur exclusively in areas with continuously high humidity levels. On the other
hand, bryophyte species richness on Myrica faya, Erica spp., Vaccinium padifolium and Persea indica was rather poor. These tree species
showed similar patterns in species richness per plot. Both Erica species have similar leaves, bark texture and hardness as well as canopy
form. M. faya has a very rough bark, which easily soaks up water,
facilitated by the acute insertion angle of the leaves that easily directs
the water to the stem. The latter effect also occurs in V. padifolium,
however, its small crown and smooth bark doesn’t favor bryophyte
74
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
richness. P. indica has a large crown and smooth to slightly rough or
warty bark. In addition, the leaf insertion usually forms an angle that
doesn’t facilitate water flow along the stem.
Our results clearly show that tree species have an effect on bryophyte
species richness. Bark and crown characteristics of the tree species
may be responsible for these effects. However, there are also confounding factors such as altitude (and thus climate) which differ between the main distribution areas of some of the studied tree species.
With regard to epiphytic bryophyte diversity, Heberdenia excelsa,
Ocotea foetens, Laurus novocanariensis and Clethra arborea seem
especially important. Besides, Laurus novocanariensis is of particular
importance as it is the only tree species that hosts Macaronesian endemic bryophyte species.
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
75
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
ENTOSTHODON MOURETII (CORB.) JELENC (FUNARIACEAE)
SEGUNDA ÁREA DE OCORRÊNCIA PARA PORTUGAL
BRIOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
POSTER (B25)
1
1
NOTAS:
S. Stow, 2C. Sérgio, 3M. Brugués & 3R.M. Cros
Universidade de Lisboa, Museu Nacional de História Natural, Jardim Botânico.
Rua da Escola Politécnica, 58, 1250-102, Lisboa, Portugal. 2Universidade de
Lisboa, Museu Nacional de História Natural, Jardim Botânico / Centro de
Biologia Ambiental. Rua da Escola Politécnica, 58, 1250-102, Lisboa, Portugal.
[email protected] 3Departamento de Botánica Universidad Autónoma de
Barcelona, 08193 Bellaterra, España.
Durante o estudo de material colhido numa saída de campo na zona
do Parque Natural do Tejo Internacional, foi identificado pela segunda
vez Entosthodon mouretii (Corb.) Jelenc em Portugal, correspondendo
à quarta área de ocorrência desta espécie para a Península Ibérica.
O ambiente onde foi encontrada esta espécie corresponde a uma
zona de azinhal em sedimentos argilo-arenosos periodicamente inundados com alguma eutrofização com uma vegetação rasteira com
Isoetes sp. onde dominam diversas espécies de Riccia e Fossombronia, Pseudoephemerum nitidum, Ephemerum minutissimum e Archidium alternifolium.
Na Península Ibérica E. mouretii encontra-se distribuído em duas
localidades do Nordeste e Centro-Sul de Espanha, Gerona e Cidade
Real (Brugués et al., 1999), e no Sul de Portugal em Barrancos
(Sérgio et al., 2006). A vegetação das áreas onde foi encontrado é
tipicamente xerofítica, característica de solos secos durante grande
parte do ano. Em Portugal as comunidades de ocorrência desta espécie têm ecologicamente bastante analogia às descritas para Espanha
(Sérgio et al., 2006).
Entosthodon mouretii foi descoberto em Marrocos em 1913 e posteriormente em duas outras localidades em 1932 e 1933 (Jelenc, 1955)
sendo considerada uma espécie endémica desta região até 1999,
data em que foi anunciada a sua descoberta em Espanha (Brugués et
al., 1999). Subsequentemente, em 2006, foi referida para Portugal na
zona de Barrancos, Baixo Alentejo (Sérgio et al., 2006) e em 2008
para o Sul de França, Pirenéus Ocidentais (Thouvenot, 2008). Encontra-se com o estatuto Data Deficient na lista vermelha 2006 dos Briófitos Ibéricos por ser uma espécie recentemente descoberta na Península (Sérgio et al., 2007). Com estes novos dados é alargada a área
total deste musgo a nível Europeu.
Referências
Brugués, M., Casas, C., Cros, R.M. & García, C. 1999. Entosthodon mouretii
(Corb.) Jelenc new to Europe. Cryptogamie Bryologie 20(1): 72-75.
Jelenc, F. 1955. Muscinées de l'Afrique du Nord (Algerie, Tunisie, Maroc, Sahara). Extrait du Bulletin de la Société de Géographie et d’Archélogie de la Province d’Oran 227, 228, 230, 231, 232.
Sérgio, C., Brugués, M. & Louro, T. 2006. A new important Mediterranean area
for bryophytes in Portugal: Barrancos (Baixo Alentejo). Boletín de la Sociedad
Española de Briología 29: 25-34.
Sérgio, C., Brugués, M., Casas, C. & Garcia, C. 2007. The 2006 Red List and an
updated Check List of Bryophytes of the Iberian Peninsula (Portugal, Spain and
Andorra). Lindbergia 31(3): 109-125.
Thouvenot, L. 2008. Entoshodon mouretti (Funariaceae, Musci), new to France's
bryoflora. Cryptogamie Bryologie 29(2): 195-197.
76
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
SYSTEMATICS OF BARBILOPHOZIA LOESKE (MARCHANTIOPHYTA):
EVIDENCE FROM DNA SEQUENCES ANALYSIS
1
1
A.A. Vilnet, 1N.A. Konstantinova & 2A.V.Troitsky
Polar-alpine Botanical Garden-Institute of Kola SC RAS, 184236 Murmanskaya
Prov., Kirovsk, Russia. 2 A. N. Belozersky Institute of Physicochemical Biology,
M.V.Lomonosov Moscow State University, 119991 Moscow, Russia. e-mail:
[email protected]
BRIOLOGIA
Sistemática
e Evolução
POSTER (B26)
NOTAS:
In different classifications Barbilophozia had been treated as a subgenus of genus Lophozia s. l. combined in one genus with Orthocaulis or
classified as a separate genus with four species. Results of recent
cpDNA phylogenetic studies support the narrow generic concept of
Barbilophozia.
We tried to evaluate phylogeny and systematics of Barbilophozia from
combined ITS1-2 nrDNA and trnL-F cpDNA data. The samples of B.
hatcheri (A. Evans) Loeske, B. lycopodioides (Wallr.) Loeske, B. barbata (Schmidel ex Schreb.) Loeske and as was shown earlier closely
allied Protolophozia debiliformis (R.M. Schust.) Konstantinova and
Lophozia sudetica (Nees ex Huebener) Grolle were used for analysis.
The plant samples were collected in different remote regions of Russia. The total number of analyzed samples is 59, outgroup is presented by eighth species. Phylogenetic trees were inferred by Bayesian, maximum likelihood and parsimony methods. The topologies of
resulting trees are common in the main features. Trees constructed
for ITS1-2 and trnL-F data separately have poorly resolved internal
nodes. Here we discuss results of combined ITS1-2+trnL-F analysis.
Three studied Barbilophozia spp. clearly separated from each other
and its samples compose robust clades on calculated trees. The distance (percent of difference) between B. barbata and B. hatcheri sequences is 3.5-3.9%. B. lycopodioides is closer to B. hatcheri than to
B. barbata (distances are 2.6-2.9% and 3.7-4.1% respectively). Surprisingly, samples of B. hatcheri var. grandiretis gathered from typical
habitats and other Russia regions have ITS1-2 loci similar to those of
B. barbata and trnL-F loci of B. hatcheri. Distances B. hatcheri var.
grandiretis - B. barbata is 1-1.5%, B. hatcheri var. grandiretis - B.
hatcheri is 2.3-2.6% counting from both DNA loci. These data indicate
that B. hatcheri var. grandiretis is a hybrid of B. barbata and B.
hatcheri.
Only one sample of B. hatcheri var. grandiretis from Murmansk Prov.
has a single substitution in ITS1 whereas both studied DNA loci from
other three samples are identical. The level of intraspecific sequence
divergence for B. lycopodioides comprises 0-0.2% due to substitutions in single site of ITS1, 5.8S RNA gene and trnL 3’-exon alignments. The intraspecific variability of B. hatcheri ITS1-2 sequences is
0-0.5% with substitutions in 4 sites in the first spacer region and in 2
sites in the second, whereas trnL-F loci are identical. The highest
level of ITS1-2 and trnL-F variability is observed in B. barbata (00.6%): substitutions locate in seven sites of ITS1, in 4 sites of ITS2,
and in a single site of trnL-intron and trnL-trnF spacer regions. In all
cases, substitutions have a random character and the level of intraspecific variability among geographically remote populations of all Barbilophozia species is quite low.
The samples of Protolophozia debiliformis and Lophozia sudetica are
combined in intermingled clades in sister relation to the genus Barbilophozia. The variability of ITS1-2 and trnL-F sequences within this
clade is achieved 1%, that in two times exceeds the level of intraspecific variation of studied Barbilophozia spp. The distances between
Protolophozia debiliformis + Lophozia sudetica and species of Barbilophozia is 4-6%. Possibly, the critical comparative analyses of ana-
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
tomical and morphological features of this taxa complex allow to define its systematic position and relation to Barbilophozia.
This work was supported by Russian Foundation for Basic Research grants and
by Scientific School Support programme.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
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XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
DISTRIBUCIÓN, ECOLOGÍA E IDENTIDAD TAXONÓMICA DE
NOSTOC FLAGELLIFORME BERKELEY ET CURTIS IN BERKELEY
1
1
M. Aboal, 2O. Werner & 3J.C. Cristóbal
Laboratorio de Algología. Dpto. Biología Vegetal. Universidad de Murcia.
([email protected]). 2Grupo de Briología. Dpto. Biología Vegetal. Universidad de
Murcia. 3Departamento de Recursos Naturales. Universidad de Alicante
FICOLOGIA
Sistemática
e Evolução
ORAL
NOTAS:
Nostoc flagelliforme ha sido citado en zonas desérticas de todo el
mundo. En algunos países constituye un alimento que forma parte
habitual de la dieta e incluso se ha legislado su protección por encontrarse en peligro de extinción. Sus talos filiformes y negruzcos pasan
fácilmente desapercibidos en estado seco, pero seguramente son frecuentes en la Península Ibérica. En estado hidratado adquieren una
coloración verdosa y son más conspicuos porque pueden alcanzar
tamaños considerables. Para tratar de aclarar su identidad taxonómica se ha realizado un estudio morfológico, ultrastructural, ecológico y
genómico. En las diferentes poblaciones estudiadas se aprecian una
enorme variabilidad en la morfología del talo, coincidente con las observaciones realizadas por Bornet y Flahault, con talos desde laminares a filiformes. Los filamentos y los tricomas tienden a disponerse
paralelamente sobre todo en las partes externas y producen grandes
cantidades de mucílago. Se observa en algunos casos la penetración
de hifas en el interior del talo. Todo el material estudiado fue recolectado en condiciones semiáridas y sobre terrenos margosos-arcillosos.
Todos estos datos, junto con los genómicos obtenidos a nivel poblacional, permiten hipotetizar sobre la evolución de este complejo género y definir su estatus taxonómico.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
EVALUACIÓN DE LA CALIDAD ECOLÓGICA DEL AGUA EN EL RÍO
EBRO UTILIZANDO LOS MACRÓFITOS COMO BIOINDICADORES
FICOLOGIA
Monitorização
Ambiental
ORAL
1
1
NOTAS:
1
J. Cambra-Sánchez, 1A. Galán-Cubero, 1N. Flor-Arnau,
R. Ortiz-Lerín, 1E. Velasco-Batlle & 2C. Duran-Lalaguna
Departamento de Biología Vegetal (Unidad de Botánica). Facultad de Biología.
Universidad de Barcelona. Av.Diagonal, 645 (3ª planta). Barcelona 08028.
2
[email protected] Confederación Hidrográfica del Ebro.C/Sagasta, 24-28.
50071 Zaragoza
Para determinar la calidad del agua y el estado ecológico de los sistemas acuáticos se puede optar por diferentes métodos existentes. Estos se pueden basar en parámetros abióticos (la físico-química), o
bien en parámetros bióticos. En este segundo caso los organismos
indicadores pueden ser diversos: macroinvertebrados, diatomeas,
peces o macrófitos. Precisamente sobre este último grupo se basa
nuestro estudio.
Este trabajo se ha elaborado a partir de las campañas realizadas durante la época estival de los años 2005 y 2007. A partir de los inventarios extraídos se ha valorado la calidad del agua haciendo uso de
diversos índices, como son: IBMR, IVAM (tanto el de Castilla La Mancha como el de Foix, Besòs y Llobregat) e IM. Además, se han comparado todos ellos con el índice basado en diatomeas, el IPS.
Para llevar a cabo este estudio se han seleccionado 40 localidades
distribuidas por toda la cuenca del Ebro. Para todas estas localidades
se han calculado cada uno de los índices anteriormente citados, y se
han encontrado algunas diferencias por lo que respecta a la calidad
de agua. Las cinco categorías determinadas por la Directiva Marco del
Agua para la clasificación del estado ecológico se han agrupado en
dos grandes bloques (Malo, Deficiente y Mediocre; Bueno y Muy Bueno), y a partir de aquí se han comparado los resultados obtenidos
según los índices usados, mostrándose primero los de mala calidad, y
posteriormente los de buena calidad del agua. Así, para el IBMR se
han encontrado valores de 82% de Mala calidad frente al 18% de
Buena calidad; para el IVAM los porcentajes han sido de 71% y 29%;
y finalmente, para el IM los resultados corresponden al 100% y al
0%. Así pues, se puede destacar la importante diferencia según el
índice utilizado.
Se complementa esta información con las correlaciones obtenidas
entre cada uno de estos índices por parejas. Sin obtener unos resultados demasiado elevados, la correlación más alta se ha dado entre el
IVAM-FBL y el IM (R2 = 39), seguida de la resultante entre los dos
IVAM, y entre el IBMR y el IVAM-CLM (R2 = 0.17 y R2 = 0.13, respectivamente). El resto de valores son menos significativos.
Teniendo en cuenta estos resultados, finalmente se decidió comparar
los índices anteriores con el IPS (índice biológico basado en las diatomeas), debido a su mayor fiabilidad, aunque tampoco aquí se lograron valores elevados. La máxima correlación se obtuvo correlacionando el IBMR con el IPS, obteniéndose un valor de R2 = 0.25.
Ante estos resultados tan variables se concluye que, para evaluar la
calidad del agua de un cauce, es importante saber elegir los índices
que se utilizarán y complementarlos con los datos físico-químicos y,
sobre todo, asignar bien las puntuaciones que se adjudican a cada
taxón para calcular los índices de macrófitos.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
CONTRIBUCIÓN AL CONOCIMIENTO DE LAS BATRACHOSPERMALES
(RHODOPHYCEAE) EN EL RÍO GUADALIX, REGIÓN CENTRAL DE
ESPAÑA
1
1
J. Carmona, 2V. Loza, 2E. Sánchez & 2E. Perona
Departamento de Ecología y Recursos Naturales, Facultad de Ciencias,
Universidad Nacional Autónoma de México. A.P. 70-620. Ciudad Universitaria,
Coyoacán. 04510. México. D.F. [email protected]
2
Departamento de Biología, Facultad de Ciencias, Universidad Autónoma de
Madrid. Madrid, España.
FICOLOGIA
Sistemática
e Evolução
ORAL
NOTAS:
Se investigaron tres poblaciones de algas rojas durante el periodo
febrero 2008- febrero 2009 en dos segmentos del río Guadalix,
afluente del río Jarama (Cuenca Hidrógrafica del Tajo) localizados
entre los 40-41° N, 3-4° W y altitud de 700 a 800 m.s.n.m. Se presentan las tres especies que fueron documentadas Batrachospermum
gelatinosum (Linnaeus) De Candolle, Lemanea fluviatilis (Linnaeous)
C. Agardh y Paralemanea catenata (Kützing) Vis et Sheath., así como
se incluye la descripción y las características físicas y químicas del
agua en las que fueron encontradas. Todos los taxa han sido reportados previamente, sin embargo el presente trabajo incluye la primera
descripción detallada de las algas rojas en la región central de España. Los sitios de estudio presentaron agua templada (5-17º C), ácida
a circumneutral (6.3-7.3)
y una
baja concentración iónica
(conductividad específica 73-152ìS cm s-1). Se distinguieron 2 grupos
con base en la concentración de nutrientes. El primer grupo que incluyó a B. gelatinosum y L. fluviatilis, se encontraron en aguas limpias con baja concentración de nutrientes, mientras que el otro grupo, con P. catenata se registró en agua más rica en nutrientes. El
conjunto de las algas rojas del río Guadalix mostró una marcada afinidad con regiones templadas de Europa y floras de otros continentes.
Trabajos de investigación subvencionados por AECID (A/010529/07)
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
FICOLOGIA
Sistemática
e Evolução
ORAL
NOTAS:
CONSECUENCIAS DE LA NUEVA INTERPRETACIÓN
PLOCAMIUM CARTILAGINEUM
(PLOCAMIALES, FLORIDEOPHYCEAE)
TAXONÓMICA DEL TIPO DE
J. Cremades, I. Maneiro & R. Barreiro
Grupo de Biología Costera, Áreas de Botánica y Ecología, Facultad de Ciencias,
Universidad de A Coruña, 15071 A Coruña, Spain.
Tras el estudio molecular de numerosas muestras identificadas como
Plocamium cartilagineum (Linnaeus) Lamouroux s.l. procedentes del
norte de Europa y otras muchas partes del mundo, Saunders y Lehmkuhl (2005; Eur. J. Phycol., 40(3): 293-312) revelan que en realidad
se engloban bajo ese nombre muy distintas entidades moleculares,
en su mayoría aún por delimitar, y reconocen para el norte de Europa
(entre las costas de Noruega y la Bretaña Francesa) cuatro entidades
moleculares específicamente diferentes. Dos de estas entidades, las
que nombran como EUR1 y EUR2, sin duda las más abundantes y
ampliamente distribuidas, las asignan respectivamente a los nombres
ya existentes de P. cartilagineum s.s. y P. subtile Kützing. Las otras
dos, EUR3 y EUR4, más escasas y de distribución aparentemente más
restringida, las describen como especies nuevas: P. nanum Saunders
& Lehmkuhl y P. maggsiae Saunders & Lehmkuhl.
Según estos autores los ejemplares pertenecientes a las entidades
moleculares EUR1 y EUR2 por ser semejantes en hábito y variables
morfológicamente a veces son difíciles de distinguir. El carácter
taxonómico que mejor permite diferenciarlos es la morfología de las
rámulas estiquidiales y el tamaño de sus terasporocistes. La entidad
molecular EUR1, que estos autores asignan a Plocamium cartilagineum s.s., los tiene compuestos y con tetrasporocistes de 37-60 µm
de longitud, mientras que la EUR2, para la que rescatan el nombre de
Plocamium subtile, los tiene principalmente simples y con tetrasporocistes de mayor tamaño (60-90 μm de largo).
En la revisión taxonómica que venimos realizando sobre las especies de
Plocamium en las costas de la Península Ibérica e Islas Baleares, consideramos necesario estudiar el material original de P. cartilagineum. Nuestro
estudio, parcialmente inédito, había revelado que uno de los dos ejemplares contenidos en el pliego lectotipo es un tetrasporófito con rámulas
estiquidiales simples y tetrasporocistes de gran tamaño, caracteres descritos por Saunders & Lehmkuhl (2005) como propios de EUR2, no de
EUR1. Esta observación fue comunicada al Prof. Saunders, quien en una
nueva reexaminación del lectótipo de P. cartilagineum, pudo corroborarlo. Este hecho, junto con la revisión crítica del resto de materiales originales de especies de Plocamium de las costas atlánticas europeas y un
nuevo estudio morfogenético de numerosos ejemplares recolectados a lo
largo de las mismas, nos permite realizar una nueva propuesta taxonómica y nomenclatural aplicable a las entidades moleculares EUR1 y EUR2.
Las principales consecuencias de esta nueva interpretación son: (i) el
rescate del nombre Plocamium lyngbyanum Kützing para nombrar a
la entidad molecular EUR1 (lo que estos autores consideraron como P.
cartilagineum s.s.) y, (ii) asignar el nombre de P. cartilagineum a la
entidad molecular EUR2, volviendo a considerar P. subtile Kützing
como un sinónimo taxonómico de esta última especie.
Utilizando de manera conjunta caracterés morfológicos y anatómicos, así
como información molecular (barcoding), se concluye que el color y consistencia del talo, el número de las ramas por serie secunda, la morfología y disposición de los estiquidios, el tamaño de sus tetraspocistes y el
tipo de hábitat son los criterios de la taxonomía clásica más fiables para
distinguir las especies de este género en las costas atlánticas europeas.
Este trabajo es una contribución a los proyectos PB95-0385-C06-02 y
CTM2007-61011 del Ministerio de Ciencia e Innovación.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
DESARROLLO DE UN BIOENSAYO MINIATURIZADO DE MICROALGAS
PARA EVALUAR LA ECOTOXICIDAD DE VERTIDOS MARINOS:
APLICACIÓN A PISCIFACTORÍAS MARINAS INSTALADAS EN TIERRA
1
1
M.R. de Orte, 2C. Carballeira &
1
A. Carballeira
Grupo de Ecotoxicología; Área de Ecología; Facultad de Biología; Universidad
de Santiago de Compostela. E-mail: [email protected]
2
Grupo de Ecotoxicología marina; Dptº. Química-Física; Facultad de C. del Mar;
Universidad de Cádiz
FICOLOGIA
Monitorização
Ambiental
ORAL
NOTAS:
La mayoría de los compuestos químicos utilizados habitualmente en
acuicultura nunca han sido específicamente evaluados en el sentido
de comprobar sus efectos en el ambiente acuático, dado que la mayoría de ellos proceden de otros sectores industriales, fundamentalmente el agroganadero.
El objetivo del presente estudio es determinar los efectos tóxicos de
los compuestos químicos relacionados con el cultivo de rodaballo
[(Scophthalmus maximus (Linnaeus, 1758)] sobre las microalgas
marinas Phaeodactylum tricornutum e Isochrisys galbana.
Muestras de vertidos procedentes de ocho granjas (land-based fish
farms) instaladas en Galicia (NW de España) fueron ensayadas en
laboratorio mediante el test miniaturizado de microalgas. Igualmente,
se evaluó la toxicidad de los compuestos químicos (antibióticos: Sulfadiazina, Hidrocloruro de oxitetraciclina, Flumequina y Amoxicilina;
desinfectantes: Hipoclorito sódico y Formaldehído) autorizados para
su uso en la producción de rodaballo y Amonio como residuo metabólico.
El efecto de los vertidos de las granjas varió desde la activación
(eutrofización) a la inhibición (toxicidad) del crecimiento algal. En
general, I. galbana mostró ser mas sensible que P. tricornutum con
valores que fluctuaron de +36 a -48% y de +31 a -18% de crecimiento algal respecto al control, respectivamente. Por otro lado, P.
tricornutum presentó valores más bajos de EC50/NOEC para cuatro
(oxitetraciclina, sulfadiazina, hipoclorito sódico y flumequina) de los
seis compuestos químicos bioensayados de manera aislada. Se observó que el amonio inhibe significativamente el crecimiento de las
dos especies a todas las concentraciones ensayadas.
En función de los parámetros toxicológicos obtenidos con ambas especies se calculó la concentración predicha no efectiva (PNEC) –
término básico para la evaluación del riesgo ambiental que suponen
los diferentes tóxicos- obteniendo los siguientes resultados: Formaldehído 0,05µg/l; Cloruro de amonio 0,85µg/l; 0,10µg/l Sulfadiazina;
1µg/l Oxitetraciclina e Hipoclorito sódico; y 2500 µg/l Amoxicilina.
La sensibilidad de las algas depende del compuesto químico pero
comparando nuestros resultados con los obtenidos en la bibliografía
comprobamos que las microalgas son muy sensibles al tipo de compuestos ensayados y por tanto se recomienda su incorporación en
baterías de bioensayos orientadas hacia la evaluación del riesgo ambiental de este tipo de vertidos.
Estudio financiado por el Plan Nacional de Cultivos Marinos (JACUMAR, 2008)
dentro del proyecto interautonómico: “Selección de indicadores, determinación
de valores de referencia, diseño de programas y protocolos y medidas para
estudios ambientales en acuicultura (INDAQUA)”.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
FICOLOGIA
Sistemática
e Evolução
ORAL
POLYSIPHONIA FOETIDISSIMA Y POLYSIPHONIA SP. EN EL NORTE
DE LA COSTA ATLÁNTICA DE LA PENÍNSULA IBÉRICA
1
1
NOTAS:
P. Díaz, 2A. Secilla, 1I. Bárbara & 1J. Cremades
Departamento de Biología Animal, Biología Vegetal y Ecología, Facultad de
Ciencias, Universidade da Coruña, 15071 A Coruña. España
[email protected]
2
Departamento de Biología Vegetal y Ecología, Facultad de Ciencia y Tecnología,
Universidad del País Vasco/EHU, Apdo. 644. 48080 Bilbao. España
En los últimos años han sido encontradas dos especies cespitosas del
género Polysiphonia s. l., con 7-8 células periaxiales, que no habían
sido previamente descritas en el Norte de la Península Ibérica: Polysiphonia foetidissima y Polysiphonia sp. Polysiphonia foetidissima ha
sido recolectada en hábitats rocoso-arenosos de 10 localidades del
Norte Penínsular (Atlántico y Cantábrico) y Polysiphonia sp. en 7 localidades del País Vasco sobre Codium adhaerens. El objetivo de este
trabajo es describir ambas especies, aportando una discusión sobre
su identidad y su relación con otras especies del género.
Polysiphonia foetidissima se caracteriza por presentar un extenso
sistema de ejes decumbentes de hasta 2 cm de altura, formados por
7-8 células periaxiales sin corticación, adheridos al sustrato mediante
numerosos rizoides septados; tricoblastos abundantes creciendo cada
3-4 segmentos; ramas originadas en la axila de los tricoblastos; ramas de espermatocistes tipo-tricoblasto y con 1-3 células terminales
estériles; ramas carpogoniales con 4 células y tetrasporocistes espiralmente dispuestos. Polysiphonia foetidissima, especie escasamente
conocida originaria de las Islas Británicas, ha sido citada en el Atlántico Europeo y Norteamericano, además del Mediterráneo. Se encuentra estrechamente relacionada con Polysiphonia stuposa, P. tepida, P.
kappannae y P. nizamuddinii.
Diversos autores han sugerido la sinonimia entre Polysiphonia foetidissima y P. stuposa, esta última escasamente conocida y descrita
originalmente en la costa de Dalmacia (Mediterráneo). Sin embargo,
el estudio del material tipo de ambas nos ha permitido concluir que se
diferencian claramente, principalmente porque las ramas se originan
en la axila de los tricoblastos en P. foetidissima, a diferencia de lo que
sucede en P. stuposa.
Polysiphonia tepida presenta una amplia distribución en los mares
templado-cálidos. Su distribución se solapa con la de P. foetidissima
en la costa Atlántica de Norte América, donde se encuentra la localidad tipo de P. tepida. El estudio del material tipo de ambas especies
nos ha permitido concluir que P. tepida es sinónima de P. foetidissima. Además, el material identificado como P. tepida procedente de
Brasil y de las Islas Canarias difiere del material tipo en que presenta
tricoblastos en todos los segmentos, por lo que debería asignarse a
otra especie. Por otra parte, Polysiphonia tepida ha sido transferida a
Neosiphonia en base al estudio del material de Brasil, por lo que la
nueva combinación carece de validez. Además, P. foetidissima presenta ramas carpogoniales con 4 células, característica que difiere del
género Neosiphonia.
P. kappannae y P. nizamuddinii son dos especies muy similares descritas en la India y Pakistán, respectivamente. Aunque el material
tipo no ha podido ser estudiado, no hemos encontrado diferencias
morfológicas con P. foetidissima en las descripciones, a pesar de que
éstas son exhaustivas. Por ello, probablemente ambas son sinónimas
de P. foetidissima.
Polysiphonia sp. comparte la mayoría de caracteres diagnóstico con
Polysiphonia foetidissima. Ambas difieren principalmente en que Polysiphonia sp. presenta ocasionalmente una ligera corticación, los trico-
86
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
blastos se originan en cada segmento y los ejes espermatangiales
carecen de células apicales estériles. Polysiphonia sp. está estrechamente relacionada con P. brodiaei; diferenciándose porque P. brodiaei
presenta una corticación muy desarrollada, es erecta, alcanzando 20
cm de longitud y se fija al sustrato mediante un disco basal formado
por una densa aglomeración de rizoides. Polysiphonia sp. se diferencia por sus caracteres diagnóstico de otras especies de Polysiphonia s.
l., por lo que podría tratarse de una nueva especie.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
FICOLOGIA
Sistemática
e Evolução
ORAL
NOTAS:
RELACIONES ENTRE MORFOLOGÍA Y FILOGENIA EN LA FAMILIA
SELENASTRACEAE (CHLOROPHYCEAE)
1
I. Fanés Treviño, 1V. Suárez Santiago, 1P.M. Sánchez Castillo
& 2A. Comas González
1
Departamento de Botánica, Facultad de Ciencias, Universidad de Granada,
18071 Granada. España. 2Centro de Estudios Ambientales, Cienfuegos, Cuba.
Autor de contacto: [email protected]
Una gran proporción de las especies fitoplanctónicas de ambientes
continentales pertenece a las algas verdes cocales. Este grupo se
caracteriza por presentar una gran diversidad morfológica a nivel de
familias y géneros, así como una considerable variabilidad intraespecífica. La heterogeneidad morfológica producida por esta variabilidad ha causado que la identificación y clasificación de sus especies
resulten extremadamente complejas.
La combinación de una determinación morfológica de las especies
junto a una clasificación molecular de los grandes grupos taxonómicos ha conducido a una situación de gran complejidad taxonómica.
Por lo tanto, deberían combinarse los estudios morfológicos con estudios genéticos para obtener una clasificación que, por una parte refleje las relaciones filogenéticas y por otra genere un sistema taxonómico de utilidad para la identificación de los organismos.
Quizás uno de los grupos más complejos, desde el punto de vista de
la taxonomía morfológica clásica, sea la familia Selenastraceae. En su
taxonomía se han planteado cambios recientemente debido a los resultados de análisis moleculares. Si bien estos datos indican su carácter monofilético dentro de las clorofíceas, los caracteres morfológicos
considerados hasta ahora no parecen ser los más adecuados para
segregar las entidades genéticas que en los últimos años se han intentado diferenciar (Ankistrodesmus, Kirchneriella, Monoraphidium,
Pseudokirchneriella, Selenastrum, Raphidocelis, etc.).
En este trabajo hemos pretendido estudiar algunas Selenastraceae
combinando la taxonomía clásica, basada en la morfología, con el
estudio de la ultraestructura y los análisis filogenéticos para garantizar la correspondencia entre la identificación taxonómica y las secuencias génicas obtenidas. Para ello, hemos aislado y mantenido en
cultivo cuatro poblaciones de especies pertenecientes a esta familia y
las hemos estudiado a microscopía óptica y electrónica (MEB y MET).
Asimismo, hemos extraído y secuenciado ADN de cada una de ellas
para poder comparar estas cepas con las ya secuenciadas en trabajos
anteriores, para tratar de establecer las relaciones filogenéticas del
grupo.
El estudio incluye una descripción completa de cada una de las poblaciones a nivel morfológico, así como de ultraestructura, discutiendo
su ubicación en una determinada especie desde el punto de vista de
la taxonomía clásica. Una vez realizada esta identificación, se combina con los resultados del análisis molecular para tratar de identificar
posibles caracteres taxonómicos importantes.
Los resultados obtenidos con las técnicas de microscopía óptica y
electrónica nos indican que probablemente haya que revisar el significado taxonómico de algunas estructuras citológicas. A nivel molecular, se confirma el monofiletismo de este grupo, así como las conclusiones de otros autores que demuestran que algunos caracteres morfológicos utilizados tradicionalmente son consecuencia de procesos de
convergencia evolutiva, por lo que no reflejan relaciones filogenéticas
naturales.
88
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
EVOLUCIÓN DEL ESTADO ECOLÓGICO DEL AGUA
EBRO EN EL PERÍODO 2007-2008 UTILIZANDO LAS
DIATOMEAS COMO BIOINDICADORES
EN EL RÍO
1
1
N. Flor-Arnau, 1A. Galán-Cubero, 1R. Ortiz-Lerín,
1
J. Cambra-Sánchez & 2C. Duran-Lalaguna
FICOLOGIA
Monitorização
Ambiental
ORAL
NOTAS:
Departamento de Biología Vegetal (Unidad de Botánica). Facultad de Biología.
Universidad de Barcelona. Av.Diagonal, 645 (3ª planta).
08028 Barcelona. España. [email protected]
2
Confederación Hidrográfica del Ebro.C/Sagasta, 24-28.
50071 Zaragoza. España
La aplicación de la Directiva 2000/60/CE de la Unión Europea
(Directiva Marco de Agua, DMA) requiere la identificación de los elementos de calidad biológica, parámetros y métricas que permitan
establecer el estado ecológico de las masas de agua epicontinentales.
Con este objetivo y a lo largo de los últimos años, la Confederación
Hidrográfica del Ebro (CHE) ha impulsado la creación y mantenimiento de una red de control de la calidad del agua basada en las diatomeas epilíticas.
Actualmente en España el uso de estos bioindicadores se ha extendido a todas las cuencas hidrográficas, aunque aún dista de algunas
regiones europeas donde se dispone de una larga serie de datos. Así,
el principal objetivo del tercer convenio entre la Universidad de Barcelona y la CHE no sólo fue el evaluar la calidad ecológica del agua de
la cuenca del Ebro durante los años 2007-2008, sino también el consolidar dicha red de control, pues suponía contar con una serie de
seis años consecutivos de muestreo y estudio.
Durante los meses de verano de 2007 y 2008 se muestrearon exitosamente un total de 196 y 121 localidades, respectivamente, pertenecientes a la Red de Intercalibración, Red de Referencia y Red Básica de Diatomeas de la cuenca del Ebro. La recogida de las muestras
epilíticas, el tratamiento físico-químico de las mismas y la identificación y cuantificación de las especies de diatomeas se hicieron en base
a las normas estandarizadas europeas CEN 2003, CEN 2004 y a los
protocolos de la CHE y la Agencia Catalana del Agua (ACA) para la
evaluación de la calidad ecológica en ríos mediante diatomeas.
Se identificaron un total de 393 taxones (369 a nivel específico) en
2007 y un total de 262 taxones (246 a nivel específico) en 2008 y se
constató la persistencia de ciertos taxones considerados alóctonos
como Diadesmis confervacea Kützing, Didymosphenia geminata
(Lyngbye) W.M. Schmidt, Gomphoneis minuta (Stone) Kociolek &
Stroemer var. minuta, Navicula kotschyi Grunow o Reimeria uniseriata Sala Guerrero & Ferrario.
En lo que a calidad del agua se refiere, el índice IPS (Índice de Poluosensibilidad Específica) continuó erigiéndose como el más conveniente
para la bioindicación en la cuenca del Ebro frente al IBD (Índice Biológico de Diatomeas) i al CEE. Teniendo en cuenta el IPS, el 58.82%
de las localidades contó con una Muy Buena calidad del agua, el
24.37% con Buena, el 14.29% con Moderada, el 2.52% con Mala y,
por primera vez en los últimos cuatro años, ninguna localidad presentó una Muy Mala calidad del agua. Estos datos venían a constatar la
mejora progresiva del estado ecológico de la cuenca del Ebro, pues
desde la campaña del 2005, la proporción de localidades que cumplirían con la DMA pasaba del 63.3% al 83.19%.
De las 22 localidades coincidentes entre las campañas de muestreo
desde 2002 al 2008, un 40.9% de ellas presentó una clara tendencia
a la mejoría de la calidad del agua mediante el valor IPS a lo largo de
los años, aunque un 50% presentó un comportamiento irregular.
Mientras que si se estudiaban las 109 localidades coincidentes entre
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89
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
los muestreos del 2007 y 2008, un 24.7% de ellas mejoró la categoría IPS y un 66.9% la mantuvo.
Considerando las tipologías establecidas por la CHE para las localidades, las que presentaron una mejor calidad biológica fueron los Ríos
de montaña mediterránea calcárea (Tipología 112), los Ríos de montaña húmeda calcárea (Tipología 126) y los Ríos de alta montaña
(Tipología 127) y las de peor calidad fueron los Grandes ejes en ambiente mediterráneo (Tipología 117) y los Ejes mediterráneocontinentales poco mineralizados (Tipología 115).
90
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
CONTRIBUCIÓN AL CONOCIMIENTO DE LA ECOLOGÍA DEL GÉNERO
CLADOPHORA GLOMERATA (L.) KÜTZ. (CLADOPHORALES,
ULVOPHYCEAE) EN LA CUENCA DEL RÍO EBRO
1
1
A. Galán-Cubero, 1N. Flor-Arnau, 1R. Ortiz-Lerín,
1
J. Cambra-Sánchez & 2C. Duran-Lalaguna
FICOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
ORAL
NOTAS:
Departamento de Biología Vegetal (Unidad de Botánica). Facultad de Biología.
Universidad de Barcelona. Av.Diagonal, 645 (3ª planta). 08028 Barcelona,
2
España. [email protected] Confederación Hidrográfica del Ebro.
C/Sagasta, 24-28. 50071 Zaragoza. España
Cladophora es una alga verde de talo filamentoso y ramificado constituido
por grandes células polinucleadas. Suele formar cojines u ovillos en su
crecimiento, de manera que resultan ser eficaces trampas de sedimentos.
Este taxón no tiene una ecología claramente definida, pues se puede
localizar tanto en aguas corrientes ricas en nutrientes, como en aguas
estancadas alcalinas, pero en cualquier caso se define como un género nitrófilo.
El objeto de este estudio es intentar precisar de forma más clara la
ecología de esta alga. Los datos se fundamentan en una campaña de
muestreo llevada a cabo durante los meses de julio y agosto de 2007,
en la que se visitaron 204 localidades, situadas en 9 comunidades
autónomas y 18 provincias. En el total de puntos de muestreo se encontró Cladophora glomerata en 121 localidades. Éstas se sitúan en
diferentes ecorregiones de la cuenca del Ebro, definidas por parámetros como pueden ser: la altitud (que varía desde los 2000 m. hasta
el nivel del mar), el régimen hidrológico, el substrato y la salinidad
(un porcentaje significativo de los suelos de esta cuenca presentan
cantidades elevadas de sales solubles y/o un contenido notable de
sodio, debido a causas geológicas).
En el río Ebro se diferencian siete tipologías respecto a las masas de
agua superficiales. La alga en cuestión se distribuye en todas ellas,
aunque hemos observado que de forma no uniforme: Alta montaña
(12%), Montaña húmeda calcárea (20%), Montaña mediterránea
calcárea (32%), Montaña mediterránea silícea (4%), Ejes mediterráneo-continentales poco mineralizados (12%), Grandes ejes en ambiente mediterráneo (6%), Ríos mineralizados de baja montaña mediterránea (14%). Así pues, se observa que esta especie habita especialmente en aquellas localidades de naturaleza calcárea, en más del
50% de los puntos muestreados.
Al complementar esta información con los datos físico-químicos disponibles sobre cada localidad en la página web de la Confederación
Hidrográfica del Ebro, se observa que efectivamente Cladophora glomerata se localiza en puntos de aguas más bien alcalinas, con una
alcalinidad media de 160.7 mg/L CO3Ca, y un pH medio de 8.1.
Además, hay que destacar que esta especie se encuentra con frecuencia en aguas ricas en amonio, nitratos y fosfatos, constatando
que se trata de una alga que menudea en aguas eutróficas. No obstante, su presencia o ausencia en las aguas superficiales no determina la buena o mala calidad del agua, pues se encuentra presente en
ambos tipos, por lo que no se puede considerar un buen bioindicador.
Para cada uno de los parámetros tratados (caudal, temperatura del agua,
conductividad, cantidad de sólidos presentes, materia orgánica, alcalinidad, pH, concentración de oxígeno disuelto en el agua, DQO, DBO5, calcio, magnesio, hierro, sodio, cloruros, sulfatos, nitratos, amonio y fosfatos) se han establecido una serie de rangos, para intentar precisar un
poco más su ecología. Teniendo en cuenta los resultados que se han obtenido de este estudio, podemos observar que Cladophora glomerata
presenta una distribución homogénea para unos determinados parámetros y en cambio una distribución heterogénea para otros.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
DESCRIPCIÓN DE LAS ESTRUCTURAS REPRODUCTORAS
MASCULINAS DE DICTYOPTERIS LUCIDA
(DICTYOTALES, PHAEOPHYCEAE)
FICOLOGIA
Sistemática
e Evolução
ORAL
1
NOTAS:
1
A. Gómez Garreta, 2I. Bárbara, 1J. Rull Lluch,
M.C. Barceló Martí, 3I. Pérez Ruzafa & 1M.A. Ribera Siguan
1
Laboratori de Botànica. Facultat de Farmàcia. Universitat de Barcelona. Av.
Joan XXIII s/n 08028 Barcelona. España. 2Dpto. Biol. Anim., Vegetal e Ecoloxia.
Facultade de Ciencias. Universidade da Coruña. Campus de Zapateira s/n.
17071 A Coruña. España. 3Dpto. Biología Vegetal I. Facultad de Biología.
Universidad Complutense. 28040 Madrid. España
Dictyopteris lucida Ribera Siguan, Gómez Garreta, Pérez Ruzafa, Barceló Martí & Rull Lluch fue descrita por Ribera et al. (2005) a partir de
ejemplares estériles y esporofíticos recolectados en las costas de la
península Ibérica, tanto mediterráneas como atlánticas, y de las islas
Baleares. Su distribución sigue restringida a esta zona geográfica y, a
pesar de haber recolectado material en diversas localidades, aún no
se conocían los gametocistes de esta especie.
En este trabajo se presenta por primera vez la descripción morfológica y anatómica de los gametocistes masculinos de Dictyopteris lucida
a partir de ejemplares recolectados en las costas de Galicia.
El material se ha recolectado recientemente en tres localidades submareales (15-22 m de profundidad) de las costas de Galicia (Rías de
Coruña, Ferrol y Pontevedra) que han sido muestreadas en nueve
ocasiones entre los años 2007 y 2008. El material se ha conservado
en una solución de formol y agua de mar al 4% o prensado y ha sido
depositado en el herbario SANT-Algae (nºs 19472, 19503, 20933,
21615, 21619). El estudio de los ejemplares se ha realizado utilizando las técnicas habituales en ficología, mediante la observación microscópica de las láminas, tanto en visión superficial como en sección
transversal.
Los gametocistes masculinos de Dictyopteris lucida se han observado
en junio, agosto, octubre y noviembre. Se encuentran formando soros de color claro, lobulados y tamaño variable, delimitados por una
fila de células más oscuras que las del resto de la lámina. Los soros
están dispersos en la parte central de las láminas, por ambos lados,
desde la zona inferior de la planta hasta el ápice. Se forman y maduran progresivamente desde las proximidades del nervio central hacia
los márgenes de la lámina. Generalmente, los soros de las dos caras
de la lámina coinciden en la posición, sobresaliendo por ambos lados
de la lámina, que en estas zonas mide 110-118 µm de grosor (45-49
µm en las partes estériles). En sección transversal, se observa una
parte central estéril formada por 1-2(3) capas de células, correspondientes a las células basales de los gametocistes. Una vez liberados
los espermatozoides, esta parte central estéril (37-57 µm de grosor)
queda delimitada por un margen prominente. Los gametocistes masculinos son cilíndricos y miden 41-63 µm de alto por 18-37 µm de
ancho y las células basales 16-39 µm de ancho por (4)8-12 µm de
alto.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
UTILIZACIÓN DE LAS MACROALGAS DEL BANCO DE ESPECIMENES
AMBIENTALES DE GALICIA (BEAG) EN LA APLICACIÓN DE LA
DIRECTIVA MARCO DEL AGUA
1
1
I. González Viana, 1J.R. Aboal, 1J.A. Fernández, 2C. Real,
2
R. Villares & 1A. Carballeira
FICOLOGIA
Monitorização
Ambiental
ORAL
NOTAS:
Grupo de Ecotoxicología; Área de Ecología; Facultad de Biología; Universidad
de Santiago de Compostela. España. [email protected]
2
Grupo de Ecotoxicología; Área de Ecología; Escuela Politécnica Superior,
Universidad de Santiago de Compostela. España.
La Directiva Marco del Agua establece una serie de objetivos para la
conservación del litoral, lo que hace necesario disponer de herramientas de control que verifiquen su cumplimiento. En el presente estudio
se propone el uso de macroalgas depositadas en el Banco de Especimenes Ambientales de Galicia (BEAG) como instrumento ambiental
en este ámbito. Los Banco de Especimenes Ambientales (BEA) permiten realizar un control retrospectivo de las medidas de protección
(legislación) y de gestión ambiental, ya que hacen posible relacionar
el estado del nivel de contaminación de hoy en día con los niveles de
contaminación de los ecosistemas años atrás.
Dentro de los especimenes que puede incluir un BEA existen muestras
bióticas o abióticas, se han seleccionado los especimenes bióticos, en
concreto las macroalgas puesto que presentan la ventaja de informar
sobre la concentración de metal biodisponible para los organismos y su
eficacia como biomonitores ha sido comprobada ampliamente.
Se determinaron las concentraciones de Al, Cd, Co, Cr, Cu, Fe, Hg,
Mn, Ni, Pb, V y Zn en tres especies de macroalgas del género Fucus:
F. spiralis, F. vesiculosus y F. ceranoides. Los muestreos se llevaron a
cabo durante el mes de julio en localidades distribuidas por todo el
litoral de Galicia (NW España). El BEAG realizó una campaña piloto en
1990 en la que se muestreó F. ceranoides y F. spiralis. A partir de 2001
se instauró la Red Litoral del BEAG de forma definitiva y se sustituyó F.
spiralis por F. vesiculosus en las estaciones de muestreo de mar abierto.
En el primer período analizado (1990-2001) se observó que las concentraciones metálicas corporales fueron mayores en 1990 que en
2001, con las excepciones de: i) Mn en F. ceranoides y Fe en F. spiralis y F. vesiculosus, entre los que no hubo diferencias entre ambos
muestreos; y ii) Zn en F. vesiculosus y Fe en F. ceranoides, para los
cuales las concentraciones fueron mayores en 2001 que en 1990.
Estos resultados ratifican de manera objetiva el éxito de las medidas
ambientales tomadas en esa década.
Respecto al segundo período analizado (2001-2007) es en el primer
año (2001) cuando se observan las concentraciones más altas (e.g.
Al, Cd, Co, Fe, Hg y Zn en F. vesiculosus). Las concentraciones disminuyen y se estabilizan en los años sucesivos, especialmente en el
caso de F. ceranoides (e.g. Al, Fe, Hg, Ni y V). También, F. vesiculosus presenta concentraciones más estables a partir de 2005 (i.e. Al,
Cr, Fe, Mn y Zn).
Los resultados obtenidos han permitido comprobar que las algas del
género Fucus se pueden considerar buenos biomonitores de la contaminación metálica litoral, puesto que son lo suficientemente sensibles
para detectar cambios en las tendencias de los metales; informan
sobre la fracción tóxica (biodisponible) para los organismos; y sirven
como alarmas tempranas en la detección de concentraciones anómalas de metales. Estas ventajas, unido al bajo coste del método y a la
simplicidad de muestreo las convierten en una buena alternativa frente a otros métodos de biomonitorización.
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
93
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
EPILITHIC DIATOMS OF RIVERS FROM THE GALICIA
COAST WATERSHED (NW SPAIN)
FICOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
ORAL
1
1
NOTAS:
M. Leira, 2M.C. López Rodríguez & 2M. Penalta
Departamento de Ciencias da Terra, Campus da Zapateira, Universidade de A
2
Corunha. España. Departamento de Botánica, Facultad de Biología, Campus
Sur, Universidad de Santiago de Compostela. España.
An updated diatom (Bacillariophyta) checklist for the Galicia Coast
rivers is provided. The present checklist compiles and supplants the
preliminary checklist published in individual papers and effectively
represents an update. A series of procedures were used in this update
which included: a reexamination of taxa reported in previous publications, additions of taxa reported from the rivers in Galicia Coast during the past few years, and a revision of taxonomy, commensurate
with systematic and nomenclatural changes which have occurred primarily during the recent years.
Epilithic diatoms of rivers from the Galicia Coast catchments (NW
Spain) were studied between 2005 and 2007 during two different
seasons: May/June and September. The study was carried out in 54
localities distributed along 29 rivers, were sampled in upstream and
downstream stretches. Diatom communities were comparable in all
upstream stretches of these rivers draining siliceous substrates. 139
diatom species or subordinate taxa were identified from the Galicia
Coast, belonging to 53 genera. Of the taxa reported 15 are considered to be new citations for Galicia and 2 for Spain. The number of
diatom species reported represents a major increase over those reported so far.
Dominant taxa were Achnanthidium minutissimum, Achnanthes subhudsonis, Karayevia oblongella, Cocconeis placentula var. euglypta,
Gomphonema rhombicum, Navicula minima. A. subhudsonis was the
most abundant species during the spring and summer months. Remaining species did not show relevant changes irrespectively to the
time of the year. Other species which occurred frequently but were
less abundant were: Amphora pediculus, Cocconeis placentula var.
pseudolineata, Encyonema minutum, Fragilaria capucina ssp. rumpens, Gomphonema parvulum, Melosira varians, Navicula angusta, N.
cryptocephala, N. cryptotenella, N. lanceolata, N. minima, N. rhyncocephala, Nitzschia dissipata, N. palea, Planothidium lanceolatum,
Psammothidium subatomoides, Ulnaria ulna and U. biceps. Results
indicate that Galicia river diatoms are a diverse component of the
ecosystem, although very distinctive of the Iberian Peninsula diatom
flora.
94
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
HABITAT MODEL OF HIMANTHALIA ELONGATA:
PREDICTIONS IN A WARMING UP SCENARIO
B. Martínez, R.M. Viejo, S. Calvo & F. Carreño
Universidad Rey Juan Carlos, Área de Biodiversidad y Conservación,
Departamental I, D. 213, c/ Tulipán s/n, 28933 - Móstoles, Madrid. Spain.
[email protected]
FICOLOGIA
Ecologia Funcional
e Modelação
ORAL
NOTAS:
Traditional models explaining macroalgae distribution are based on
seawater temperature thresholds i.e. August and February Isotherms.
However the predictive power of this approach is restricted because it
lacks a mathematical expression, and omits factors relevant for intertidal seaweeds distribution, particularly air temperature. In fact few
attempts to predict future trends have been done to date. We aim in
this research to improve our understanding about the role of other
factors aside sea temperature in seaweed biography using a nichebased approach suitable to make projections. The Habitat Modelling
procedures applied are well developed for terrestrial organisms but as
far as we know, never done for macroalgae. The distribution records
i.e. absences and presences, of Himanthalia elongata from cells selected on a grid imposed over the NW Iberian Peninsula were mathematically related using Generalized Linear Methods (GLMs) to the
variables that potentially influence this species distribution: August
and February mean sea superficial temperates (SST), maximum and
minimum air temperature of these two months, kind of substrate,
wave height, and cloudiness. Evidences of distributional shifts of this
species are emerging. In the NW Iberian Peninsula several oceanographers have reported a warming of the sea surface between 0.1 and
0.5 ºC per decade. This new climatic scenario has been associated to
an ongoing reduction of North Atlantic cold temperate algal flora in
the Cantabric Sea i.e. near their southern limit including Himanthalia
elongata, which is now absent of many rocky sites and its boundaries
have shifted towards the coldest area i.e. NW corner. Similar range
shifts were reported during the XXth century associated to warming
periods. Air temperatures have also increased at a higher rate
(between 0.3 to 0.6 ºC per decade, IPCC 2007). This is the first attempt to formally include this parameter into a predictive equation for
macroalgae distribution. Three variables were included in the final
simulation equation: 1. presences were restricted to places with hard
substrate for fixation, 2. absences were found in sites with high August SST particularly at the east side of the Cantabric, 3. hot conditions during low tide i.e. maximum august air temperatures, restricted presences at the south. The equation was used to make projections in two future warming scenarios. Our results confirmed the
current retraction of this species in the ongoing warming period, apply to similar retractions in the past, and suggested its extinction
from the Iberian Peninsula in few decades in response to both increasing sea and air coastal temperatures particularly in August. The
traditional isotherm model for this species pointed to a southern limit
associated to the de 20ºC August isotherm but omitted air temperature.
The combination of sea and air thermal stress was shown to counteract
the southern limit of intertidal seaweeds. Moreover, low tide thermal
stress may be more relevant in future scenarios because air temperatures are expected to increase faster. We propose a methodology to investigate coastal species biogeography and forecast changes in response
to the warming up. This approach can link in a single predictive equation
the relative contribution of other climatic factors aside sea temperature,
particularly air temperature, and other non-climatic resources, such as
availability of adequate substrate. Reported contractions of other northern species to the warming up may involve similar processes.
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
95
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
FICOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
ORAL
NOTAS:
CARACTERÍSTICAS ECOFISIOLÓGICAS DE POBLACIONES DE
MÉXICO Y ESPAÑA
CIANOBACTERIAS EN RÍOS TEMPLADOS DE
1
E. Perona, 2Y. P. Beltrán, 1E. Sánchez, 2M. Cartagena, 1V. Loza
& 2J. Carmona
1
Departamento de Biología, Facultad de Ciencias, Universidad Autónoma de
2
Madrid. Madrid, España. [email protected] Departamento de Ecología y
Recursos Naturales, Facultad de Ciencias, Universidad Nacional Autónoma de
México. A.P. 70-620. Ciudad Universitaria, Coyoacán. 04510. México. D.F.
La biodiversidad de cianobacterias presentes en el fitobentos de
ríos
puede ser muy alta debido a que las variables espaciotemporales están modificando dicha variación, tanto en su abundancia como en sus adaptaciones fisiológicas. Obtener un mayor conocimiento de éstas en diferentes condiciones y ambientes aporta importantes datos al conocimiento de estos organismos. Por ello, se ha
realizado durante un año hidrológico completo 2008-2009, un estudio
polifásico (estudiando la abundancia, morfología, ecofisiología y genética) de poblaciones de cianobacterias fitobentónicas que se encuentran localizadas en ambientes con características similares pero en
ambientes muy distantes en la región central de México (ríos de Valle
de Bravo) y región central de España (río Guadalix). De esta manera
en el estudio se obtiene información para conocer y comparar datos
sobre esa variabilidad espacio-temporal. Se han encontrado en dichos
ríos poblaciones de los géneros Nostoc y Phormidium (en los ríos
mexicanos) y Phormidium y Chamaesiphon (en los ríos españoles) y
se han realizado análisis tanto de las variaciones microambientales
(abundancia, morfología, etc) que definen la presencia de dichas
poblaciones como del funcionamiento de las mismas en su propio
ambiente realizando ensayos in situ de actividades fisiológicas como
fijación de nitrógeno y actividad fosfatasa alcalina entre otras Los
aspectos macroambiental y fisiológico aportan datos muy significativos sobre el funcionamiento y adaptación de los organismos a su medio, contribuyendo a explicar su posible capacidad bioindicadora y
adaptabilidad a los diferentes ambientes. El estudio comparativo que
se presenta, al comparar poblaciones en ambientes diferentes nos
permiten una mejor caracterización de las poblaciones así como a
conocer las posibles variables y/o adaptaciones de los mismos y por
tanto puedan definir la presencia y/o abundancia de dichos organismos en diferentes ríos.
Trabajos de investigación subvencionados por AECID (A/010529/07)
96
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
δ15N EN MACROALGAS COMO MARCADOR DEL ÁREA DE
INFLUENCIA DE LOS VERTIDOS DE PISCIFACTORÍAS
MARINAS INSTALADAS EN TIERRA
1
1
A. Rey-Asensio,
1
I. González Viana,
& 1A. Carballeira
2
C. Carballeira
FICOLOGIA
Monitorização
Ambiental
ORAL
NOTAS:
Grupo de Ecotoxicología; Área de Ecología; Facultad de Biología; Universidad
de Santiago de Compostela. E-mail: [email protected]
2
Grupo de Ecotoxicología marina; Dptº. Química-Física; Facultad de C. del
Mar; Universidad de Cádiz
La actividad acuícola ha aumentado exponencialmente en los últimos
años. Este desarrollo ha venido acompañado de un aumento del impacto ambiental puesto que los efluentes de las granjas de acuicultura están enriquecidos en N, aumentando la probabilidad de aparición
de procesos de eutrofización. En consecuencia, existe una demanda
de protocolos eficaces para la vigilancia de los efectos de estos vertidos. Entre las formas de monitorización más utilizadas está el análisis
de nutrientes en muestras de agua, pero estas muestras tienen el
inconveniente de que fluctúan mucho en el tiempo y no informan de
la biodisponibilidad real de los nutrientes detectados. Una alternativa
es el uso de bioindicadores, e.g. macroalgas, puesto que integran
variación temporal e informan sobre la fracción biodisponible, la ligada al riesgo de eutrofización. A su vez, la relación de isótopos estables del nitrógeno (δ15N) permite detectar el grado y extensión de los
vertidos de las granjas, puesto que estos contienen más 15N que 14N
respecto al control.
Con el fin de normalizar este método de biomonitorización en piscifactorías se analizó la δ15N en macroalgas en las inmediaciones de 7
granjas (land-based fish farm) de rodaballo [(Scophthalmus maximus
(Linnaeus, 1758)] instaladas en Galicia (NW España). En cada escenario se localizaron de 4 a 8 estaciones de muestreo (EM) a modo de
gradiente a partir del foco de salida en la dirección de la corriente
dominante. Los muestreos se realizaron en la época de máxima producción (Julio 2008). En primer lugar se consideraron Fucus vesiculosus L. y Fucus ceranoides L., por ser los biomonitores seleccionadas
por el Banco de Especimenes Ambientales de Galicia (BEAG). Como a
pequeña escala no siempre es posible encontrar alguna de estas dos
macroalgas se seleccionaron como biomonitores secundarios otras
especies abundantes en nuestra costa (F. spiralis, F. serratus, Codium
tomentosum).
Para poder utilizar todos los biomonitores era necesario comprobar si
existían diferencias entre las especies en la absorción de N que pudiera afectar la δ 15N. Para ello se buscaron y muestrearon 10 EM distribuidas por toda la costa en donde estuvieran presentes al menos un
par de especies para intercalibrar δ 15N. No se observaron diferencias
significativas entre ellas (test W de Wilcoxon, p<0.05).
Por otro lado, para interpretar adecuadamente el grado de contaminación es necesario determinar el rango de referencia o control de la
δ15N en macroalgas. Con este fin se estudió la variabilidad espacial de
δ15N en F. vesiculosus y F. ceranoides utilizando la Red Litoral del
BEAG. Las algas fueron recolectadas en 50 localidades de la costa de
Galicia (Julio de 2007). Las EM se situaban a más de 300 m de desagües, instalaciones portuarias o industriales, y a más de 150 m de la
desembocadura de afluentes; por lo que se puede considerar que
estas EM representan los niveles de fondo a escala regional. La media
de la distribución fue 5.48 ± 1.18 (F. vesiculosus, biomonitor base).
Respecto a las granjas, en todas se observó un enriquecimiento en δ
15
N sobre todo en las macroalgas recolectadas a 50-100 m del foco,
oscilando entre 7.87 y 11.17‰. Este enriquecimiento disminuye pro-
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
97
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
gresivamente con la distancia al foco alcanzando los niveles control a
los 400-800m. Hemos de señalar, que se observó un empobrecimiento de δ 15N en las macroalgas muy cercanas al emisario (<50 m). Esto
puede ser debido a la acidificación del agua de salida de la granja que
bloquea la absorción del N amoniacal del vertido, el más enriquecido
en δ 15N. La media de los pH de 66 muestras de agua de salida tomadas en las distintas granjas fue 0.3±0.02, unidades menor que el
agua de entrada.
Por último, se planteó realizar un estudio retrospectivo de δ 15N comparando individuos de F. vesiculosus recolectados en dos escenarios:
uno, en las inmediaciones de una piscifactoría (enriquecido en δ 15N)
y, otro, en un lugar de referencia. Se subdividió cada espécimen
según las dicotomías, asignando una por año de vida de forma
aproximada. Se observó una gran estabilidad de δ 15N de los especimenes del lugar de referencia, mientras que la δ 15N de los especimenes próximos a la granja aumenta progresivamente de forma paralela
a las sucesivas ampliaciones de la granja.
Consideramos que la δ 15N en macroalgas es un método robusto y
poco oneroso para la vigilancia de los vertidos orgánicos de las piscifactorías marinas instaladas en tierra, que permite deslindar fácilmente la zona de impacto en cada escenario suministrando un descriptor
que integra el efecto dispersivo de las corrientes y la carga del vertido
(producción de cada granja).
Estudio financiado por el Plan Nacional de Cultivos Marinos (JACUMAR, 2008)
dentro del proyecto interautonómico: “Selección de indicadores, determinación
de valores de referencia, diseño de programas y protocolos y medidas para
estudios ambientales en acuicultura (INDAQUA)”.
98
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
COMUNIDADES EPILÍTICAS EN LAGOS DE ALTA MONTAÑA COMO
BIOMONITORES DEL CAMBIO GLOBAL
1
1
P. Sánchez Castillo, 2F. Bullejos, 2S. Rosillo, 1I. Seguí,
E. Merloni, 1E. Linares, 3N. Korbee, 3F.L. Figueroa, M. Villar,
2
J.M. Medina Sánchez & 2P. Carrillo
FICOLOGIA
Monitorização
Ambiental
ORAL
NOTAS:
1
Departamento de Botánica, Facultad de Ciencias, Universidad de Granada,
2
3
Instituto del Agua, Universidad de Granada, España. Departamento de
Ecología y Geología, Universidad de Málaga. España.
Autor de contacto: [email protected]
La disminución en el espesor de la capa de ozono, la acidificación, y
fluctuantes regímenes de precipitación incrementa la exposición de
los ecosistemas acuáticos a la radiación ultravioleta (RUV, 280-400
nm). El objetivo de este estudio es determinar los efectos ecológicos
de la exposición a UVR ambiente sobre comunidades algales epilíticas
a lo largo de un gradiente altitudinal en los Parque nacionales de Sierra Nevada y Aigüestortes i estany d’Sant Maurici.
En esta comunicación se presentan los primeros resultados del estudio de la composición taxonómica, diversidad de la comunidades epilíticas, producción de clorofila, así como las relaciones con determinados parámetros abióticos en un conjunto de lagunas de alta montaña
situadas a distintas altitudes (3050 La Caldera Sierra Nevada – 1400
m Llebreta Aiguestortes).
El estudio taxonómico de los componentes de la comunidad epilítica
de estos sistemas revela la existencia de especies de diferentes grupos taxonómicos, desde las cianobacterias hasta las algas verdes
pasando por otros grupos de algas de especial importancia en los
procesos de monitorización ambiental como son las diatomeas y las
crisofíceas. El conjunto de estas especies constituyen comunidades
epilíticas de diferente estructura y complejidad, generando un rango
de variación en la concentración de clorofila entre 0.4 y 2 µg cm-2.
Los resultados ponen de manifiesto la existencia de una relación directa entre la intensidad de UVR y la concentración de pigmentos fotosintéticos y fotoprotectores en las comunidades epilíticas. La síntesis
de MAAs no estuvo relacionada con el contenido en nitrógeno disuelto
total, probablemente porque este nutriente no es limitante en los
lagos de Sierra Nevada y Pirineos. Sin embargo, la distribución de
estas moléculas fotoprotectores se relacionó con la intensidad de radiación ultravioleta y más significativamente en el rango de la radiación UVA.
El análisis de los datos disponibles hasta ahora indican que variaciones en la radiaciones UV y la disponibilidad de nutrientes dan lugar
a cambios taxonómicos en el epiliton, radiaciones menos intensan
parecen favorecer el predominio de diatomeas. La diversidad de la
comunidad epilítica se releva como una adecuada herramienta para
evaluar los efectos del cambio global en los ecosistemas acuáticos.
Comunicación procedente de los resultados generados por el Proyecto de Excelencia de la Junta de Andalucía (P07-CVI-02598): Vulnerabilidad de ecosistemas
acuáticos en el sur de la Península Ibérica frente a factores de cambio global:
radiación ultravioleta y aporte de nutrientes minerales.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
FICOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
POSTER (F01)
NOTAS:
DINOFLAGELLATE RESTING CYSTS FROM BALLAST WATER TANKS
SAMPLED IN PORTUGUESE PORTS
1,2
A. Amorim, 1V. Veloso, 1P. Chainho, 1J.L. Costa
& 1,3M.J. Costa
autor de correspondência: [email protected]
Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Centro de Oceanografia,
Campo-Grande 1749-016 Lisboa, Portugal. 2Faculdade de Ciências da
Universidade de Lisboa, Departamento de Biologia Vegetal, Campo-Grande
1749-016 Lisboa, Portugal. 3Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa,
Departamento de Biologia Animal, Campo-Grande 1749-016 Lisboa, Portugal.
1
The introduction of non-native species is currently considered as a
major threat to biodiversity. In coastal and estuarine ecosystems
international shipping, through ballast water exchange, has been
identified as a major vector of unintentional introduction of alien flora
and fauna.
Many species of protists, fungi, bacteria and virus produce resting
stages that allow them to survive the extreme conditions inside ballast tanks for long time periods. Here we present preliminary results
on dinoflagellate cyst abundance and viability in ballast sediments
collected from 2 vessels in Portuguese ports. Results indicate that the
majority of dinoflagellate cysts present in the samples had already
hatched. However, there were still many viable cysts that once incubated hatched and for the case of autotrophic species, allowed the
establishment of cultures.
This work is being developed within a national research project INSPECT (PTDC/MAR/73579/2006) which aims at (1) studying the occurrence of marine alien species (flora and fauna) in Portuguese estuaries and coastal areas, (2) evaluate the existence of environmental
conditions that favour or prevent the establishment of potential invaders and (3) contribute to increase public awareness on this threat.
100
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
RECENT CHANGES IN THE DISTRIBUTION OF FUCUS SERRATUS:
EFFECTS ON ASSEMBLAGES ON ROCKY COAST IN THE NORTHERN
SPAIN
M.C. Astudillo & R.M. Viejo
Departamento de Biodiversidad y Conservación, Universidad Rey Juan Carlos,
ES-28933 Móstoles, Madrid, Spain. [email protected]
FICOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
POSTER (F02)
NOTAS:
Recent changes in the distributional range of species have been associated to anthropogenic effects such as habitat fragmentation or
global warming. The areas where these changes take place can be
considered as broad-scale experiments where it is possible to test the
effects of non-random extinction of species on biodiversity and ecosystem functioning. In the north coast of Iberian Peninsula there is a
clear variation in the composition of intertidal communities, with several fucoids being abundant on the north-western corner and disappearing towards the east, i.e. the inner part of the Bay of Biscay. One
of these species is the canopy-forming Fucus serratus, that in the
Iberian Peninsula presented a southern limit in the north of Portugal
and an ‘eastern’ limit in the north coast of Spain, i.e. Asturian coasts.
This eastern boundary had moved east- and westward during the last
century. A recent survey carried out during the last few years (20042008) shown a dramatic reduction in the abundance of F. serratus in
several locations of the western Asturian coast, suggesting a retraction of its distribution in northern Spain. Also, recent observations
show that this reduction in the abundance of this brown alga is starting to take place also in the east coast of Lugo, but in a less drastic
way. We hypothesized important changes in these ecosystem properties as consequence of the local extinction of this seaweed.
The objective of the study was to investigate the consequences of the
local, non-random extinction of the canopy-forming alga Fucus serratus on the structure of the intertidal assemblage.
The field work was conducted in two areas of northern Spain: Lugo
coast, where F. serratus was relatively abundant, and Asturias coast,
where a dramatic decline in the abundance was recently detected and
the species is practically absent nowadays. Three locations, rocky
platforms exposed to moderate wave action, were chosen per area.
The abundance and composition of assemblages in Lugo and Asturias
coast were estimated and the temporal variation analyzed with a hierarchical sampling survey. Also, in order to examine the hypothesis
that removal of F. serratus canopy in Lugo coast would provoke a
shift in the understory assemblages towards abundances and compositions similar to those presently observed in the Asturias coasts, a
field experiment was carried out in the first area, removing the canopies of Fucus spp. (mostly F. serratus) at two different dates. The
abundance and composition of the assemblages in this area were
compared with the understory assemblage in unmanipulated plots of
the same location in Lugo coast and those in Asturias coast.
The preliminary results indicated the existence of significant differences in the intertidal assemblages of and Asturias coasts, with
higher temporal variability in assemblages of the last area. Results of
the manipulative experiment showed rapid and significant changes in
the assemblages when Fucus spp. was removed, with an increase of
species richness, mostly ephemeral algae and a higher similarity with
assemblages of Asturian coast than with understory assemblages in
control areas of the same location. These results show that, at least
partially, the abundance and composition of assemblages detected in
Asturias coast are a direct consequence of the disappearance of Fucus
serratus in this area.
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
101
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
FICOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
POSTER (F03)
AHNFELTIOPSIS DEVONIENSIS (PHYLLOPHORACEAE,
RHODOPHYCEAE) Y PETALONIA ZOSTERIFOLIA
SCYTOSIPHONACEAE, PHAEOPHYCEAE) EN LAS COSTAS DE
CATALUNYA
NOTAS:
A. Azaola, G. Bellissimo & J. Rull Lluch
Laboratori de Botànica. Facultat de Farmàcia. Universitat de Barcelona.
Av. Joan XXIII s/n. 08028 Barcelona. España.
E-mail: [email protected]
Ahnfeltiopsis devoniensis (Greville) P.C. Silva & DeCew fue descrita
como Fucus devoniensis por Greville (1821) a partir de ejemplares
recolectados en el sur de Inglaterra (Devon). En la actualidad, su
área de distribución se extiende hacia el sur hasta las costas de Portugal, encontrándose también en las islas Azores y de Cabo Verde
(Guiry & Guiry, 2009). En el Mediterráneo, esta especie ha sido citada
únicamente de las costas andaluzas como Gymnogongrus devoniensis
(Greville) Schotter (Conde et al., 1996).
Petalonia zosterifolia (Reinke) Kuntze fue descrita por Reinke (1889)
como Phyllitis zosterifolia, a partir de material procedente del mar
Báltico (Kiel, Alemania). Se trata de una especie ampliamente distribuida en el Atlántico norte, pero también presente en el Pacífico y en
el mar Negro (Guiry & Guriy, 2009). En el Mediterráneo únicamente
ha sido citada de la cuenca oriental (Turquía y Grecia) y de la laguna
de Venecia (Guiry & Guiry, 2009).
En este trabajo se presenta una descripción morfológica y anatómica,
tanto de las estructuras vegetativas como reproductoras, de A. devoniensis y de P. zosterifolia, dos especies que no se habían citado hasta ahora de las costas catalanas.
Los ejemplares se han recolectado durante los años 2008 y 2009 en
dos localidades de la provincia de Barcelona (puerto de Barcelona y
Montgat). El material se ha conservado en una solución de formol y
agua de mar al 4% o prensado y ha sido depositado en el herbario
BCN-Phyc. El estudio de los ejemplares se ha realizado utilizando las
técnicas habituales en ficología, mediante la observación microscópica
de las láminas, tanto en visión superficial como en sección transversal.
Nuestros ejemplares de Ahnfeltiopsis devoniensis y de Petalonia zosterifolia concuerdan con las descripciones consultadas de estas especies. A. devoniensis presentaba cistocarpos en noviembre, febrero y
mayo. La presencia de esta especie en Barcelona permite ampliar su
distribución en el Mediterráneo ya que hasta ahora sólo se había citado (como G. devoniensis) de Andalucía. No obstante, cabe indicar que
la especie ya había sido recolectada de las costas catalanas con anterioridad (Polo, 1978; Rodríguez Prieto & Polo, 1986), aunque confundida con G. crenulatus (Turner) J. Agardh, una especie más ampliamente distribuida en el Mediterráneo (Boudouresque, 1970; Guiry &
Guiry, 2009) y morfológicamente muy similar a A. devoniensis, pero
que presenta nematecios en lugar de cistocarpos. Sería necesaria una
revisión del material de G. crenulatus procedente de las costas catalanas para clarificar su taxonomía en esta área geográfica. P. zosterifolia presentaba esporocistes pluriloculares en marzo. Su presencia en
Barcelona representa la primera cita de la especie en el Mediterráneo
occidental y la segunda en la península Ibérica, donde se conocía
únicamente de las costas Gallegas (Bárbara & Cremades, 1990).
Referencias
Bárbara, I. & Cremades, J. 1990. Petalonia zosterifolia (Reinke) O. Kuntze,
nuevo feófito para la península Ibérica. Anales del Jardín Botánico de Madrid
47: 492-494.
102
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
Boudouresque, C.F. 1970. Distribution et écologie de Gymnogongrus norvegicus
(Rhodophycées, Phyllophoracées) en Méditerranée Occidentale. Bulletin du
Muséum d’Histoire Naturelle de Marseille 30: 253-260.
Conde, F., Flores-Moya, A., Soto, J., Altamirano, M. & Sánchez, A. 1996. Checklist of Andalusia (S. Spain) seaweeds. III. Rhodophyceae. Acta Botanica Malacitana 21: 7-33.
Greville, R.K. 1821. Descriptions of a new species of Fucus, found in Devonshire. Mem. Wernerian nat. Hist. Soc. 3: 396-399.
Guiry, M.D. & Guiry, G.M. 2009. AlgaeBase. World-wide electronic publication,
National University of Ireland, Galway. http://www.algaebase.org; searched on
28 May 2009.
Polo, L. 1978. Estudio sobre las algas bentónicas de la costa catalana. Tesis
doctoral. Universidad Autónoma de Barcelona. 222 pp.
Reinke, J. (1889). Algenflora der westlichen Ostsee deutschen Antheils. Bericht
der Kommission zur Wissenschaftlichen Untersuchung der Deutschen Meere 6:
1-101.
Rodríguez Prieto, C. & Polo, L. 1986. Fenologia i distribució de les algues del
litoral català. Scientia gerundensis 12: 67-86.
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103
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
FICOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
POSTER (F04)
NOTAS:
INTRODUCCIÓN AL CONOCIMIENTO DE LAS CIANOBACTERIAS
BENTÓNICAS MARINAS DE LITORAL DEL ANDALUCÍA
J. de la Rosa Álamos & P.M. Sánchez Castillo
Departamento de Botánica, Facultad de Ciencias, Universidad de Granada,
18071 Granada. España. [email protected]
Las formaciones macroscópicas de cianobacterias marinas (diversos
tipos de tapetes microbianos) son uno de los elementos más característicos y determinantes de las zonas supralitoral y mediolitoral, y a
pesar de su pequeño tamaño, constituyen un elemento fundamental
para el funcionamiento del litoral marino. La diversidad morfológica
observada en estas formaciones responde tanto a su diferente naturaleza taxonómica, como a las diferentes expresiones fenotípicas de
un mismo taxon, resultado de la interacción con las condiciones ambientales propias de cada zona.
En la actualidad llevamos a cabo una catalogación de las especies de
cianobacterias que colonizan el litoral mediterráneo de Andalucía
donde hemos recolectado una gran diversidad de especies desde la
zona más típicamente mediterránea de la provincia de Almería hasta
las zonas de más clara influencia atlántica del litoral oriental de la
provincia de Cádiz. Entre las especies recolectadas destaca un representante, probablemente del orden Nostocales, que destaca por sus
filamentos de longitud definida, curvados en forma de U, con heterocistos intercalares y con los ápices claramente atenuados. Tradicionalmente este morfotipo ha sido incluido bien en el orden Nostocales,
con presencia de falsas ramificaciones bajo el epíteto genérico de
Kyrtuthrix, bien en Stigonematales con presencia de verdaderas ramificaciones bajo la denominación de Brachitrichia.
En la actualidad se citan básicamente dos especies del género Kyrkuthrix, una es K. dalmatita Ercegovic, descrita por Ercegovic (1929)
en el Mediterráneo oriental y que hasta la actualidad ha sido citada
básicamente en la antigua Yugoslavia, Grecia y Francia. Por otra parte K. maculans Umezaki, descrita por Umezaki (1961), taxon de distribución preferentemente tropical con citas en diferentes zonas ecuatoriales, entre otros en Africa (Djibuti), Asia (Hong-Kong) Australia
(Queensland), Micronesia (Isla de Guam), principalmente.
En esta comunicación presentaremos los primeros resultados del estudio de las poblaciones encontradas en el extremo más occidental
del Mediterráneo (Mar de Alborán), tratando de justificar su inclusión
en uno de los dos órdenes antes comentados. Del mismo modo se
estudiará la distribución mundial de cada una de las especies para
tratar de establecer posibles afinidades biogeográficas entre las mismas.
Referencias
Ercegovic, A. 1929. Sur quelques nouveaux types des Cyanophycées lithophytes de la cote adriatique. Arch. Protistenk. 66: 164-174.
Umezaki, I. 1961. The marine blue green algae of Japan. Memoires of the College of Agriculture. Kyoto Univ. 83:1–149.
104
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
A NEW METHODOLOGY FOR THE ASSESSMENT OF THE ECOLOGICAL
STATUS OF THE INTERTIDAL ROCKY COMMUNITIES OF THE
BASQUE COAST UNDER THE EUROPEAN UNION WATER
FRAMEWORK DIRECTIVE
1
1
I. Díez, 2M. Bustamante, 1A. Santolaria, 2J. Tajadura,
1
N. Muguerza & 1J.M. Gorostiaga
FICOLOGIA
Monitorização
Ambiental
POSTER (F05)
NOTAS:
2
Departamento de Biología Vegetal y Ecología; Departamento de Zoología y
Biología Celular Animal. Facultad de Ciencia y Tecnología, Universidad del País
Vasco, Apdo. 644 Bilbao 48080, Spain. [email protected]
Most efforts in ecological status assessment of marine waters have
been focussed on the macroalgal or zoobenthos component, separately. The aim of this work is to develop a new methodology for the
assessment of coastal waters quality of the Basque coast according to
the European Water Framework Directive (WFD, 2000/60/EC) based
on both: algae and invertebrates of rocky intertidal communities. The
used data to develop this new protocol were collected during a monitoring study carried out along a polluted gradient in the Abra de Bilbao and adjacent coast (Basque Country, N Spain). Intertidal communities from five sampling stations distributed along the pollution gradient during the gradual application of a sewerage plan for the metropolitan area of Bilbao from 1996 to 2008, were studied biannually.
Based on two known gradients, an spatial and a temporal one, we
calculated a quality index of rocky intertidal communities: RICQI
(Rocky Intertidal Communities Quality Index). The index is based on
the combination of the abundance of bioindicator species and various
measures of the community: species richness and diversity of algae
and invertebrates, algal cover (%), fauna cover (%), fauna/flora
cover ratio, abundance of different macroalgal functional groups, and
trophic strategies.
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
105
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
APROXIMACIÓN A LAS COMUNIDADES DE DIATOMEAS DE LAS
LOCALIDADES DE REFERENCIA EN LA CUENCA DEL RÍO EBRO
FICOLOGIA
Monitorização
Ambiental
POSTER (F06)
1
NOTAS:
1
1
N. Flor-Arnau, 1A. Galán-Cubero, 1R. Ortiz-Lerín,
J. Cambra-Sánchez, 2E. Vegas Lozano & 3C. Duran-Lalaguna3
Departamento de Biología Vegetal (Unidad de Botánica). Facultad de Biología.
Universidad de Barcelona. Av.Diagonal, 645 (3ª planta). Barcelona 08028.
España. [email protected] 2Departamento de Estadística. Facultad de Biología.
Universidad de Barcelona. Av.Diagonal, 645. Barcelona 08028. España.
3
Confederación Hidrográfica del Ebro.C/Sagasta, 24-28. 50071 Zaragoza.
España.
La Directiva 2000/60/CE de la Unión Europea (Directiva Marco de
Agua, DMA) establece un marco comunitario para la protección de las
aguas epicontinentales de todo tipo. La DMA tiene el ambicioso objetivo de devolver los sistemas acuáticos a un estado ecológico bueno en
2015 y, para que esto pueda mantenerse de manera continua en el
tiempo, promueve el uso sostenible del agua. Esta tarea requiere la
previa identificación de los elementos de calidad biológica, parámetros y métricas que permitan conocer el estado ecológico de las masas de agua. Una vez identificados los organismos bioindicadores, con
tal de poder establecer la desviación observada de la calidad del agua
entre una localidad dada respecto al estado inalterado, se comparan
las comunidades biológicas de la estación de estudio con las de las
localidades de referencia, consideradas así por la total o parcial ausencia de alteraciones antropogénicas, considerando además que
dichas comunidades varían en función de la tipología de la localidad
estudiada.
Del conjunto de 341 localidades fluviales que se visitaron en las 6
campañas realizadas de 2002 a 2008 por toda la cuenca del Ebro, se
seleccionaron únicamente aquellas localidades que tuvieron de manera continuada una valoración de la calidad del agua Buena o Muy
Buena en base al Índice de Poluosensibilidad Específica (IPS). De cada una de estas localidades se escogieron los dos inventarios de diatomeas que contaron con un elevado valor del índice IPS y del índice
de diversidad (H’), no siempre coincidiendo el inventario del mismo
año. De esta manera se han obtenido tablas de frecuencias relativas
de las especies de diatomeas de las localidades estudiadas para cada
una de las 8 tipologías establecidas por la Confederación Hidrográfica
del Ebro (CHE) para la demarcación del río Ebro.
106
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
COMPOSICIÓN, ESTRUCTURA Y DIVERSIDAD DE LAS COMUNIDADES
FITOPLANCTÓNICAS DE BALSAS DE RIEGO DE UNA REGIÓN
MEDITERRÁNEA
1
(ANDALUCÍA, ESPAÑA)
I. Gallego, 1J. Casas, 1F. Fuentes, 1M. Juan,
C. Pérez-Martínez & 3P.M. Sánchez Castillo
2
FICOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
POSTER (F07)
NOTAS:
Autor de contacto: [email protected]
1
Departamento de Biología Vegetal y Ecología, Facultad de Ciencias
2
Experimentales, Universidad de Almería. España. Departamento de Ecología,
3
Universidad de Granada. España. Departamento de Botánica, Universidad de
Granada. España.
El incremento de la demanda de agua destinada a la agricultura intensiva en toda Andalucía ha generado una gran proliferación de balsas de riego en el conjunto del territorio andaluz. Uno de los últimos
inventarios realizados ha detectado sobre 16.500 pequeños cuerpos
de agua artificiales, la mayoría de ellos con fines agrícolas. La finalidad última de este trabajo es evaluar el valor de estos sistemas artificiales como refugios para la conservación de la biodiversidad; para tal
fin se estudiaran todos los organismos que forman parte de estos
ecosistemas (fitoplancton, fitobentos, zooplancton, zoobentos, anfibios, reptiles y aves fundamentalmente. De la misma forma se tratará
de abordar el sistema de manejo más adecuado para estas balsas, de
forma que cumplan una doble misión: conservación de la biodiversidad y una adecuada eficiencia para los mecanismos de regadío.
En esta comunicación presentamos los primeros datos en relación con
el fitoplancton. Se abordarán los resultados procedentes del análisis
de los parámetros estructurales de las comunidades fitoplanctónicas,
fundamentalmente composición taxonómica y diversidad de las mismas, así como su relación con una serie de variables ambientales
(tipo de sustrato, naturaleza del agua, presencia de vegetación macrofítica, etc.). El muestreo extensivo se realizó, en el año
2007, sobre un total de 120 balsas distribuidas a lo largo de toda
Andalucía y con diferentes finalidades (agrícolas, ganaderas, depuración, recreativas, etc.).
La composición de las comunidades fitoplanctónicas estuvo condicionada básicamente por el origen del agua (superficial, de pozo o de
depuración). La riqueza específica fue significativamente mas alta en
balsas con sustrato natural y muy especialmente en aquellas que
desarrollan vegetación sumergida. Los resultados procedentes de
estos análisis pasarán a formar parte de la catalogación de especies
de algas, proyecto de investigación subvencionado por la Consejería
de Medio ambiente de la Junta de Andalucía y destinado a la realización de una Flora Ficológica de Andalucía.
Esta comunicación forma parte de los resultados del Proyecto de Excelencia de
la Junta de Andalucía: “Conservación de la biodiversidad y calidad del agua en
balsas de riego de la agricultura intensiva mediterránea”.
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107
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
FICOLOGIA
Monitorização
Ambiental
POSTER (F08)
NOTAS:
ELIMINACIÓN DE “DISCOS FANTASMAS” EN BIOENSAYOS CON
ULVA SP.
I. González Viana, A. Rey-Asensio & A. Carballeira
Grupo de Ecotoxicología; Área de Ecología; Facultad de Biología; Universidad de
Santiago de Compostela. [email protected]
El uso de las macroalgas como biomonitores de la contaminación
orgánica en medios marinos ha sido ampliamente utilizado. Aunque la
mayoría de los estudios de biomonitorización se centran en el uso de
macroalgas nativas, existe la posibilidad de utilizar la técnica de trasplantes. Uno de los escasos y poco frecuentes métodos de trasplante
son los de discos de Ulva sp.
Pero este método presenta un problema metodológico. Tras el corte
de los discos del fronde principal se produce la activación de la esporulación por los bordes en un porcentaje alto de los discos, los cuales
sufren una decoloración pigmentaria y a continuación pueden llegar a
deshacerse y desaparecer, lo que se conoce como discos fantasmas
(ghost tissue). Esto reduce, el número de discos y la fiabilidad del
bioensayo.
Una solución a este problema puede ser el tratamiento de los discos
recién extraídos con una disolución de hipoclorito de sodio (NaClO),
que puede actuar como cicatrizante de las paredes celulares. El objetivo principal de este trabajo es determinar la dosis óptima
(concentración y tiempo de exposición al hipoclorito de sodio) que
origina el sellado de las células del borde sin provocar daño tisular al
resto del disco. Se ensayaron, en condiciones de laboratorio, seis
concentraciones de NaClO (3, 2, 1, 0.2, 0.5, 0 ml/l) y cinco tiempos
de exposición (300, 180, 60, 30, 15 seg) por concentración. Para la
realización de los bioensayos se extrajeron, de frondes sin daños, 15
discos de 17 mm ∅; para cada tratamiento y réplica. Tras el tratamiento después de 8 días de incubación se contabiliza el porcentaje
de discos enteros y sin daños. Se comprueba que el tratamiento que
mas evita la aparición de discos fantasmas es una concentración de
0.5 ml NaClO/l durante una exposición de 60 segundos.
Una vez conocido el tratamiento óptimo de cicatrización se comprobó
su eficacia en condiciones de campo. Se realizó un bioensayo en la
proximidad de una piscifactoría de rodaballo [Scophthalmus maximus
(Linnaeus, 1758)] situada en Lira (A Coruña, Galicia), disponiendo
cinco estaciones de muestreo (EM) localizadas en forma de gradiente
(50, 100, 200, 400, 800 m) respecto a la salida del vertido hasta una
distancia control. En cada EM se colocó, a 2 m de profundidad, un
dispositivo con cuatro cámaras de incubación cilíndricas de metacrilato transparente por las que fluye el agua lateralmente a través de
una malla (1mm ∅). En cada EM se utilizan dos cámaras para discos
con el tratamiento seleccionado y otras dos para discos control (15
discos/cámara). Tras 6 días de exposición en campo se verificó estadísticamente la validez del tratamiento seleccionado a lo largo del
gradiente de contaminación.
Estudio financiado por el Plan Nacional de Cultivos Marinos (JACUMAR, 2008)
dentro del proyecto interautonómico: “Selección de indicadores, determinación
de valores de referencia, diseño de programas y protocolos y medidas para
estudios ambientales en acuicultura (INDAQUA)”.
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23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
DETERMINACIÓN DE COMPUESTOS DE AS EN ALGAS MEDIANTE
HPLC-ICP/MS
1
1
T. Llorente, 1M.J. Ruiz-Chancho, 2M. Barbero, 1R. Rubio,
1
J.F. López-Sánchez
Dpto. Química Analítica, Universidad de Barcelona, Barcelona. España.
E-mail:[email protected]
2
Dpto. de Biología Vegetal (Botánica), Universidad de Barcelona, Barcelona.
España.
FICOLOGIA
Monitorização
Ambiental
POSTER (F09)
NOTAS:
La especiación de arsénico es de especial interés para conocer los
posibles compuestos de este elemento que se pueden encontrar en
alimentos, muestras medioambientales, entre otros, con el fin de
poder estimar su posible toxicidad. En el caso de las algas estos estudios son importantes ya que hay diversas variedades que se destinan
al consumo humano. Las algas son muy populares en la cocina china
y japonesa, forman parte de su dieta habitual y por lo tanto su consumo es bastante elevado. Hoy en día, su uso también se ha extendido
a países occidentales a causa de su alto contenido mineral y sus propiedades terapéuticas reconocidas. La gran mayoría de las algas estudiadas contienen casi exclusivamente arsenoazúcares. El metabolismo
de estos compuestos derivados de los carbohidratos es casi desconocido, y algunos autores les atribuyen una toxicidad potencial. La información sobre la presencia de las especies de arsénico en las algas
comestibles ayudará a evaluar el riesgo asociado con la entrada de
arsénico en la cadena alimentaria humana.
Uno de los objetivos de este trabajo es el estudio de la especiación de
arsénico en una población natural de algas de una zona del litoral de
la costa catalana (Mar Mediterráneo). En particular el estudio se
centró en los comúnmente llamados arsenoazúcares, los compuestos
de arsénico que se acostumbran a encontrar mayoritariamente en
algas.
Se tomaron muestras de diversas especies de algas en las zonas rocosas de la playa de Santa Cristina de Lloret de Mar (Costa Brava,
Catalunya), en Noviembre de 2008. Algunas algas tenían gran cantidad de epífitos depositados en su superficie que fueron difíciles de
eliminar. Así pues, se procedió a analizar estas muestras sin epífitos y
con epífitos.
En el presente trabajo también se realizó un estudio de especiación
de arsénico en algas comerciales, destinadas al consumo humano,
(procedentes de la Costa Gallega). En particular el estudio se centró
en los arsenoazúcares, los compuestos de arsénico mayoritarios en
algas y también en las especies inorgánicas As(III) y As(V) por su
elevada toxicidad.
El trabajo experimental para llevar a cabo la especiación de arsénico
en algas consistió en llevar a cabo una extracción con agua y agitación mecánica y la medida posterior de las especies de arsénico mediante el acoplamiento HPLC-ICP/MS. Para obtener mayor información
sobre las especies de arsénico se utilizaron dos sistemas cromatográficos,
utilizando intercambio aniónico y catiónico respectivamente.
El contenido total de arsénico de las muestras se determinó por ICPMS después de la digestión ácida de las algas utilizando un equipo de
microondas.
Los resultados obtenidos mostraron un intervalo de concentración de
As total entre 2.0 y 56.8 mg As kg-1. Los rendimientos de extracción
de las especies de arsénico fueron en general elevados, aunque dependieron mucho del tipo de alga y variaron entre el 29% y el 110%.
Se obtuvieron concentraciones más elevadas de As en algas que contenían epifitos, siempre que se compararon algas de la misma especie. En general, dentro de las algas marinas que se encontraban su-
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
109
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
mergidas a la misma profundidad, las algas que pertenecen a la división Chlorophyta contienen mayor concentración de As total que las
que pertenecen a las divisiones Rhodophyta y Heterokontophyta (Cl.
Phaeophyceae). Se identificaron y cuantificaron una gran proporción
de arsenoazúcares en la mayoría de las algas, no obstante, algunas
presentaban altos porcentajes de arsénico inorgánico en forma de As
(V). También se determinaron otras especies minoritarias como MMA,
DMA y As (III). Se detectaron pequeñas cantidades de arsenobetaína
en muchas de las algas estudiadas, que probablemente se podrían
atribuir a la presencia de los epífitos adheridos a la superficie de las
muestras.
110
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
FLORA DULCEACUÍCOLA DEL PARQUE NATURAL DE LA SIERRA DE
LA ENCINA DE LASTRA
1
1
M.C. López Rodríguez, 2M. Leira, 1C. Toural & 1M. Penalta
Departamento de Botánica, Facultad de Biología, Campus Sur, Universidad de
Santiago de Compostela. España. ([email protected]).
2
Departamento de Ciencias de la Tierra, Área de Paleontología, Campus de la
Zapateira, Universidad de A Coruña. España.
FICOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
POSTER (10)
NOTAS:
El parque Natural de la Sierra de la Encina de la Lastra se encuentra
en el sureste gallego de Ourense, limitando con León y tiene una extensión de 3.151,67 Ha. La principal característica de este Parque
Natural que lo diferencia del resto de parques gallegos, es la presencia de sustratos calizos y la influencia de un clima marcadamente
mediterráneo.
El único cauce permanente de agua dulce en la Sierra es el del río
Galir. Dentro de los límites del parque también se incluye el embalse
de Peñarrubia, con 12 Hm3 de capacidad, que recoge las aguas del
río Sil.
Los muestreos se realizaron entre 2006 y 2007 en 3 puntos del río y
en el embalse. También se tomaron medidas de variables físicoquímicas, incluyendo pH, temperatura, conductividad y oxígeno disuelto.
Se ha elaborado un catálogo florístico con los resultados del estudio
ficológico que consta de 97 taxa: 10 Cyanophyta, 4 Rhodophyta, 62
Heterokontophyta (59 Bacillariophyceae y 3 Xanthophyceae), 2 Euglenophyta y 19 Chlorophyta.
Entre los taxa identificados se ha encontrado 1 nueva cita para la
Península Ibérica: Lemanea condensata, 2 nuevas citas España: Cocconeis placentula var. placentula y Lepocinclis ovum, 6 nuevas para
Galicia: Planktothrix agardhii, Achnanthidium subatomus, Cocconeis
placentula var. pseudolineata, Ulnaria biceps, Microspora amoena var.
gracilis y Microspora floccosa. Y 12 nuevas citas para Ourense:
Achnantes subhudsonis, Cymatopleura solea, Diploneis oculata,
Fragilaria capuchina spp. rumpens, Gomphonema minutum, Navicula
cryptotenella, Nupela lapidosa, Rhoicosphenia abbreviata, Vaucheria
prona, Vaucheria sessilis, Cladophora glomerata y Staurastrum
muticum.
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
111
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
FICOLOGIA
Biodiversidade e
Conservação
POSTER (F11)
ESTUDIO MORFOLÓGICO DE POBLACIONES MACROSCÓPICAS DE
(PHORMIDIUM Y CHAMAESIPHON) EN UN RÍO
MEDITERRÁNEO (RÍO GUADALIX, REGIÓN CENTRAL DE ESPAÑA)
CIANOBACTERIAS
1
NOTAS:
1
V. Loza, 1E. Sánchez, 2J. Carmona & 1E. Perona
Departamento de Biología, Facultad de Ciencias, Universidad Autónoma de
Madrid. Madrid, España. 2 Departamento de Ecología y Recursos Naturales,
Facultad de Ciencias, Universidad Nacional Autónoma de México. A.P. 70-620.
Ciudad Universitaria, Coyoacán. 04510. México. D.F.
[email protected], [email protected]
Se han estudiado tres poblaciones macroscópicas de cianobacterias
bénticas localizadas en dos tramos del río Guadalix, afluente del río
Jarama ((región central de España). Ambos tramos de río presentan
unas características químicas y ambientales muy diferenciadas, especialmente en el contenido de nutrientes. El objetivo del presente trabajo es estudiar las variaciones ambientes y el desarrollo de las poblaciones de cianobacterias del río Guadalix. Para ello, se han estudiado en profundidad las características morfológicas y ambientales
de dichas poblaciones a lo largo de un año hidrológico completo
(desde febrero 2008 a febrero 2009). Se han encontrado y estudiado
dos poblaciones de Phormidium y una de Chamaesiphon localizadas
en los dos tramos del río diferenciados. Se han estudiado tanto desde
un punto de vista ambiental como morfológico y fisiológico para así
poder conocer las variaciones de las mismas y su posible relación con
el ambiente al estudiar las poblaciones a lo largo de muestreos realizados en cada una de las cuatro estaciones climatológicas de un año.
Ambas poblaciones de Phormidium resultaron ser de la misma especie pero dado que se localizaban en un ambiente distinto, presentaron
variaciones en cuanto a su morfológica y funcionamiento. La población de Chamaesiphon, tan sólo está presente en el tramo de río ubicado próximo a la cabecera y por tanto con muy poca concentración
de nutrientes aunque el aspecto de su talo fue muy variable a lo largo
del año.
Trabajos de investigación subvencionados por AECID (A/010529/07).
112
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
DISTRIBUTION OF CYANOBACTERIA AT THE GELADA
CAVE (SPAIN) BY PHYSICAL PARAMETERS
A. Martínez & A.D. Asencio
Div. Botánica. Dpto. de Biología Aplicada. Universidad Miguel Hernández. Avda.
Universidad, s/n. 03202 Elche,
Alicante, Spain. [email protected]
FICOLOGIA
Sistemática e
Evolução
POSTER (F12)
NOTAS:
As part of an extensive study of the caves in the Province of Alicante
(SE Spain), the distribution of Cyanobacteria and physical data for the
Gelada Cave are presented. This cave is 9.4 m deep, 0.9-5.0 m high,
1.2 m wide and is located in a Karstic region. Photosynthetic active
radiation, relative humidity and temperature were measured, and the
environmental ranges of conditions where growth occurred fluctuated
between 0.0008-0.06 μEm-2s-1, 55.0-95.0 % and 5.4-18.0 ºC, respectively. All the microorganisms determined from the Gelada Cave
were Cyanobacteria. Other frequently observed groups in caves as
Bacillariophyta and Chlorophyta were not detected because the cave
was too weakly illuminated and dry. Cyanobacteria were found to be
grouped as blue, brown, green or grey patina according to the sampling sites and their constituent organisms. The primary common
stress factor on the distribution of algal communities in the Gelada
Cave is light shortage, followed by humidity, lack of nutrients and
temperature. Twenty-two epilithic Cyanobacteria were identified, ten
of which have not been previously reported in caves. The species
studied are included in the Chroococcales order (77.30 %), followed
by the Oscillatoriales order (13.60 %) and by the Nostocales (4.55
%) and Stigonematales (4.55 %) orders. The extreme values of the
environmental parameters are presented for each taxon in this cave.
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
113
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
FICOLOGIA
Monitorização
Ambiental
POSTER (F13)
NOTAS:
STRESS ON GELIDIUM CORNEUM’S FRONDS: A CASE STUDY OF THE
INCIDENCE OF BLEACHING AND BREAKAGE IN THE COAST OF
BIZKAIA (NORTHERN SPAIN)
M. Pascual, N. Muguerza, I. Díez, A. Santolaria
& J.M. Gorostiaga
Departamento de Biología Vegetal y Ecología. Facultad de Ciencia y Tecnología,
Universidad del País Vasco. España. [email protected]
This work deals with the study of the possible stress of several subtidal populations of Gelidium corneum at the coast of Bizkaia (north of
Spain) as a response to possible changes on climatic conditions. The
raised main hypothesis suggests that the stress symptoms are equal
along the coast and with water depth (3 and 7m). Six open, waveexposed and water clean sites were chosen in an aleatory stratified
way. A transect was placed at each of the sites, obtaining an aleatory
destructive sample (3 replica of 50 x 50 cm) at each depth. Stress
symptoms were quantified based on the breakage frequencies,
bleaching and frond weakness and their relation with the different
size classes.The results point out that NW orientated sites (Bakio,
Ogoño, Lekeitio) showed significant higher standing stock than those
N orientated (Arminza, Gaviota, Ondarroa). Standing stock were
higher at 7 m than at 3 m. Frond robustness was higher at 3 m than
7m. Frond biomass and size relationshowed certain distortion at
Arminza and Bakio (3m depth), while a low value at high size frond
classes at Bakio (3m depth) was also recorded. Proportion of healthy
(no yellow marks) fronds with entire apices was higher at 7 m than at
3 m and at both depths decreased with frond size class increasing.
Proportion of bleached fronds with entire apices was higher at 7 m
than at 3 m, whereas the proportion of bleached fronds with truncate
apices was inverse (higher at 3 m). Taking into account the overall
stress symptoms, 4 localities (Arminza, Bakio, Lekeitio, Ondarroa)
showed patent alteration symptoms whereas Gaviota and Ogoño
seemed to show populations with a normal appearance. To explain
the possible causes of these general alterations observed in the populations of G. corneum, preliminary hypothesis are directed toward the
concurrency of climatic anomalies occurred in the last two decades
(1987-2007). Since 1980, sea surface waters of the Basque coast
have experienced a temperature increase of 0,24ºC per decade. However, the lower stress observed at Gaviota and Ogoño, less bright due
to the shadow of the coastal cliffs, suggest that high light irradiance
could be a stronger stressor factor than temperature. Laboratory and
field experiments of the combined effects of light and temperature on
G. corneum corroborate preliminary hypothesis. The results of this
study reinforce the ability of macroalgae to provide a rapid response
to changes in oceanographic and meteorological-climatic conditions
and their usefulness in monitoring programs.
114
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
SOBRE EL VALOR TAXONÓMICO DE DASYA RIGESCENS ZANARDINI
(DASYACEAE)
1
1
C. Pena Martín, 2M. Verlaque, 1M.B. Crespo
& 3A. Gómez Garreta
Departamento de Ciencias Ambientales y Recursos Naturales. Universidad de
Alicante. Campus Sant Vicent del Raspeig. Apdo. 99. 03080. Alicante (Spain).
2
UMR6540 CNRS, Université de la Méditerranée. Campus de Luminy, 13288
Marseille (France). 3Laboratori de Botànica. Facultat de Farmàcia. Universitat de
Barcelona. Av. Joan XXIII, s/n. 08028. Barcelona (Spain)
FICOLOGIA
Sistemática e
Evolução
POSTER (F14)
NOTAS:
Dasya rigescens Zanardini (Act. Inst. Ven. Sc. 12: 365. 1865) es un
taxon próximo a D. ocellata (Grateloup) Harvey, del que
ocasionalmente se ha considerado como una simple forma: D.
ocellata (Grateloup) Harvey f. rigescens (Zanardini) De Toni (Syl. Alg.
vol. IV, sec. III: 1187-1188. 1903). Debido a su escasa presencia, la
información publicada hasta el momento sobre D. rigescens es muy
limitada (Zanardini, loc. cit.; Ardissone, Le Flor. Ital. Vol. III. Fasc. 2:
145. 1876; De Toni, loc. cit.), lo cual ha dificultado determinar su
posición taxonómica. El estudio detallado de especímenes de D.
rigescens, conservados en los herbarios de Marsella (Herbarium
Verlaque, Centre d'Océanologie), París (P) y Venecia (MCVE), entre
los que se incluye el material original, nos ha permitido demostrar la
validez de dicha especie.
D. rigescens presenta claras diferencias con D. ocellata, relacionadas
con el color, la disposición de las células corticales, y la posición de
las rámulas pseudolaterales y adventicias. Respecto a los caracteres
reproductivos, la diferente disposición de los estiquidios y de los
espermatangióforos es el carácter más claro para separar esta
especie de D. ocellata. Además, D. rigescens se encuentra entre 10 y
40 metros de profundidad, por debajo, por tanto, del límite inferior de
D. ocellata (hasta 6 metros).
Por otro lado, el estudio detallado del protólogo de D. rigescens nos
ha permitido lectotipificar esta especie sobre un ejemplar del material
original (MCVE s/n).
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
115
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
FICOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
POSTER (F15)
CYANOBACTERIAL MORPHOTYPES IN DIM-LIGHT: IMPLICATIONS
FOR CULTURAL PATRIMONY
1
1
NOTAS:
M. Ramírez, 1M. Hernández-Mariné & 2M. Roldán
Departament de Productes Naturals, Biologia Vegetal i Edafologia, Unitat de
Botànica, Facultat de Farmàcia, Universitat de Barcelona, Av. Joan XXIII s/n
08028 Barcelona, Spain.
2
Servei de Microscòpia, Universitat Autònoma de Barcelona, Edifici C,
Facultat de Ciències, 08193 Bellaterra, Spain.
e-mail: [email protected]
Herein is presented an overview of the cyanobacterial morphotypes
that grow under dim light, described in the context of biodeterioration
of cultural sites and objects, and related conservation efforts. Also
discussed is the architecture of the photosynthetic communities
formed by these cyanobacteria in and on surfaces. A total of ten genera have been considered, representing taxa already known to inhabit
show caves, catacombs, and works of art and to be the primary constituents of biofilms. Organisms were identified using ecological, morphological and physiological techniques and based on published molecular data. Light microscopy (LM), scanning electron microscopy in
back-scattered electron mode (SEM-BSE), energy dispersive X-ray
spectroscopy (EDX), X-ray diffraction (XRD), confocal laser scanning
microscopy (CLSM) and transmission electron microscopy (TEM) were
all employed. The morphotypes selected for coccoid and colonial
groups comprised Asterocapsa divina, Chrooccocidiopsis sp., Gloeocapsa spp., Gloeothece sp. and Gloeocapsopsis magma. Filamentous
forms with or without heterocytes, such as Leptolyngbya ssp., Nostoc
spp. and Scytonema spp., were also included. True branched genera
were represented by Geitleria spp. and Loriella sp. Observations of
interactions between the cyanobacteria and their respective substrata
revealed that some of the taxa actually protect the surfaces where
they thrive, whereas others can damage the colonized substrata.
116
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
PHOTOSYNTHETIC BIOFILMS ON CULTURAL HERITAGE:
THE ARCHAEOLOGICAL SITE OF PALENQUE, MEXICO
1
1
M. Ramírez, 1M. Hernández-Mariné & 2M. Roldán
Departament de Productes Naturals, Biologia Vegetal i Edafologia, Unitat de
Botànica, Facultat de Farmàcia, Universitat de Barcelona, Av. Joan XXIII s/n
2
08028 Barcelona, Spain. Servei de Microscòpia. Universitat Autònoma de
Barcelona. Edifici C. Facultat de Ciències. 08193 Bellaterra, Spain.
e-mail: [email protected]
FICOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
POSTER (F16)
NOTAS:
Biofilms that grow in and on the surfaces of monuments of cultural
heritage can cause severe aesthetic and structural damage. Exposed
surfaces of buildings at the Mayan archaeological site of Palenque,
Mexico are colonized by photosynthetic microorganisms that form
menacing biofilms. Herein we present the study of biofilms from the
walls of one of the most important of these buildings: “El Palacio”,
whose main substrate component is dolomitic calcite. Biofilms were
sampled from four different areas (denoted sampling sites I, II, III
and IV), and then studied by optical microscopy, confocal laser scanning microscopy (CLSM), scanning electron microscopy in backscattered-electron mode (SEM-BSE), energy dispersive X-ray spectroscopy (EDX), X-ray diffraction (XRD) and transmission electron microscopy (TEM). The biofilms are chiefly composed of the cyanobacteria
Scytonema guyanense, Asterocapsa divina and Leptolyngbya spp.
and the green algae Trentepohlia aurea. The distribution of these
photosynthetic organisms, their relationship with the colonized substrate, and the three-dimensional (3D) structure of the biofilms were
evaluated based on quantitative and qualitative analyses of the fluorescence from their endogenous pigments. The base of the biofilms
comprises coccal and colonial cyanobacteria (Aphanothece castegnei,
Gloeothece palea, Gloeocapsa calcicola, G. quaternata, Chroococcus
spp.), which were found primarily in the cracks of the rock. Filaments
of Scytonema guyanense and Trentepohlia aurea grew entangled in
the base or attached to the rock surface. Sampling sites I and IV,
which are exposed to strong sunlight and dessication, are dominated
by Scytonema guyanense and Trentepohlia aurea, respectively. In
contrast, sampling sites II and III, which are protected from direct
sunlight and rain, featured Gloeocapsa calcicola, G. quaternata and
Asterocapsa divina enclosed in dense mucilage. We describe the differences between local seasonal microenvironments at the Palenque
site and discuss their implications for the growth, development and
permanence of species capable of withstanding extreme conditions in
and on “El Palacio”.
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
117
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
BIOENSAYO DE COLONIZACIÓN DE SUSTRATOS ARTIFICIALES
FICOLOGIA
Monitorização
Ambiental
POSTER (F17)
COMO UNA MEDIDA DE ALTERACIÓN DE LA INTEGRIDAD
ECOLÓGICA EN EL MEDIO MARINO
1
NOTAS:
1
A. Rey-Asensio, 1I.González Viana, 2J.B. Cremades
& 1A. Carballeira
Grupo de Ecotoxicología; Área de Ecología; Facultad de Biología; Universidad
de Santiago de Compostela. España. E-mail: [email protected]
Grupo de Biología Costera; Área de Botánica; Facultad de Ciencias; Universidad de A Coruña. España.
2
Los estudios de impacto ambiental de las granjas piscícolas en jaulas
flotantes se centran en el análisis de los sedimentos que se acumulan
bajo ellas, por ser una de las mejores aproximaciones para valorar
sus efectos a largo plazo. Sin embargo, como habitualmente las instalaciones acuícolas marinas en tierra se instalan habitualmente en
zonas con alto hidrodinamismo, por lo que sus vertidos se dispersan
fuertemente tanto vertical como horizontalmente y sus efectos difícilmente pueden ser estudiados en los sedimentos circundantes al colector de salida. Por ello, el objetivo de este estudio es comprobar si
los vertidos de piscifactorías en tierra de rodaballo [Scophthalmus
Maximus (Linnaeus, 1758)] pueden alterar la composición, estructura
y funcionamiento de la comunidad colonizadora de sustratos artificiales. Estas alteraciones pueden ser debidas a su toxicidad, efecto fertilizador o a una combinación de ambos fenómenos.
El estudio consistió en exponer, a partir de septiembre de 2008, en
dos escenarios diferentes (Lira y Xove, NW de España) y durante 4
meses, distintas boyas con placas de fibra de vidrio (sustrato artificial) ubicadas en forma de gradiente respecto al foco emisor -desde
la proximidad a la salida del vertido hasta una distancia control- lo
cual permite cuantificar el grado de perturbación y delimitar su área
de influencia.
Tanto a los 2 meses como al final del período de exposición se midió
en cada placa la relación isotópica δ N15, la biomasa total y la riqueza/abundancia específica de las comunidades del fouling.
δ N15 se muestra como un magnifico descriptor del grado de exposición al vertido, integrando la carga de nutrientes y la capacidad dispersiva del medio. δN15 disminuye con la distancia al foco y permite
establecer la distancia máxima de influencia potencial (DMIP) del vertido. Dentro de la DMIP son los valores de biomasa y la composición/
estructura de la comunidad colonizadora los que nos informan del
impacto real.
En ambos escenarios se observó un incremento de biomasa en las
superficies próximas a las granjas, debido al mayor aporte de nutrientes, pasando de 14,5 mg/cm2 a 6,1 mg/cm2 en el control de
Lira, y de 19,9 mg/cm2 a 13,1 mg/cm2 en el control de Xove. Se
construyeron también los perfiles ecológicos de las especies colonizadoras y se clasificaron según su comportamiento (sensibles, resistentes u oportunistas) respecto al vertido. Los perfiles ecológicos ayudan
a seleccionar las especies con un alto poder bioindicador
(estenoicidad) del impacto, lo cual facilita la vigilancia ambiental futura. A modo de ejemplo, se mostró como una especie claramente sensible el pequeño rodófito acroquetioide Rhodothamniella caespitosa
(J. Agardh) J. Feldmann, que empieza a estar presente en mitad del
gradiente. Como ejemplo de especies oportunistas podemos señalar a
la mayoría de las cianofíceas y las clorófitas del género Ulva Linnaeus.
Podemos indicar por último que la variación de parámetros macroscópicos, índices de similaridad y tasa de renovación específica entre
comunidades a lo largo del gradiente nos permiten deslindar claramente la zona afectada por los vertidos, en función del grado de per-
118
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
turbación de la integridad ecológica; por lo que este tipo de
bioensayos pueden ser una de las herramientas a considerar dentro
de un plan de vigilancia ambiental de estas instalaciones acuícolas
terrestres.
Estudio financiado por el Plan Nacional de Cultivos Marinos (JACUMAR, 2008)
dentro del proyecto interautonómico: “Selección de indicadores, determinación
de valores de referencia, diseño de programas y protocolos y medidas para
estudios ambientales en acuicultura (INDAQUA)”.
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
119
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
FIRST REPORT OF GLOIOCLADIA FURCATA (FAUCHEACEAE,
RHODOPHYTA) IN THE ATLANTIC COAST OF SPAIN
FICOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
POSTER (F18)
1
1
NOTAS:
N. Sánchez, 2C. Peteiro, 1S. Joher, 1L. Polo & 1A. Vergés
Universitat de Girona, Facultat de Ciències, Campus de Montilivi, 17071 Girona
[email protected] 2Instituto Español de Oceanografía (IEO), Centro
Oceanográfico de Santander, 39004 Santander, Spain
The recent collection of Gloiocladia furcata (Faucheaceae, Rhodophyta) in the North-Eastern Atlantic coast of Spain has revealed that
this species is not only inhabiting in the Mediterranean, as it has been
traditionally considered. In this study, we report the presence of
Spanish Atlantic specimens for the first time. Although this is the first
Atlantic Spanish report of G. furcata, it was already collected by Sauvageau in the late 19th century in the French Atlantic shores. We
compare vegetative and reproductive structures of Atlantic specimens
with those from the Mediterranean and they perfectly coincide. The
presence of this species in the Atlantic shores is confirmed and its
location in the Bay of Biscay can be explained because of the meridional character of this area where the temperature allows the abundance of warm-temperate species.
Study supported by the EMED - Ministerio de Educación y Ciencia (MEC),
REN2001-1473-C03-02
120
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
ESTUDIO COMPARATIVO DE LA COMUNIDAD DE LITHOPHYLLUM
(J.E. ARESCHOUG) HAUCK EN DOS LOCALIDADES
DE LA COSTA CATALANA. RESULTADOS PRELIMINARES
STICTAEFORME
J. A. Silva & J. Rull Lluch
Laboratori de Botànica, Facultat de Farmàcia, Universitat de Barcelona.
Av. Joan XXIII s/n. 08028 Barcelona. España
FICOLOGIA
Biodiversidade e
Conservação
POSTER (F19)
NOTAS:
En el presente trabajo se presentan resultados preliminares de un
proyecto que tiene como objetivo principal caracterizar la comunidad
de Lithophyllum stictaeforme en tres localidades distribuidas a lo largo de las costas de Catalunya (una en la provincia de Girona, otra en
la de Barcelona y la tercera en la de Tarragona). Se dan a conocer los
resultados del estudio de la comunidad situada en Hospitalet de
l’Infant (Tarragona) y se comparan con los de la comunidad de Arenys de Mar (Barcelona) estudiada con anterioridad (Silva et al.,
2008).
El punto de muestreo de Hospitalet de l´Infant se encuentra aproximadamente a 1 milla de la costa y a una profundidad que varía entre
los 28 y los 29 metros. A diferencia del punto de muestreo de Arenys
de Mar (Barcelona) se caracteriza por ser un fondo arenoso con algunos bloques de coralígeno dispersos y de dimensiones reducidas. El
estudio se basa en un total de 6 muestras (2 de primavera, 2 de verano y 2 de otoño) distribuidas al azar y recogidas mediante raspado
total de una superficie de 400 cm2 (20 x 20 cm). La cuantificación de
las especies se ha realizado en términos de recubrimiento. Los parámetros analizados para la caracterización de la comunidad se basan
en la metodología propuesta por Boudouresque (1971) y Ballesteros
(1992).
La comunidad de Hospitalet de l´Infant está constituida por un estrato incrustante poco variable estacionalmente, dominado por Lithophyllum stictaeforme, Neogoniolithom mamillosum y Mesophyllum alternans, sobre el que se desarrolla un estrato formado por especies no o
escasamente calcificadas entre las que destacan diversas ceramiáceas
y distintas especies de Peyssonnelia. Este estrato presenta una variación estacional más acusada, con un desarrollo máximo en verano.
En general, la comunidad de Hospitalet de l’Infant presenta características similares a la de Arenys de Mar. Sin embargo, en la comunidad de Hospitalet de l’Infant el estrato incrustante presenta una menor importancia relativa, tanto des del punto de vista cualitativo como
cuantitativo, ya que el estrato formado por las especies no calcificadas está mejor representado (mayor número de especies y mayor
recubrimiento). Este hecho probablemente sea debido a la menor
profundidad a la que se encuentra la comunidad, lo que favorece el
desarrollo de las especies no calcificadas, más dependientes de la
disponibilidad de luz.
Referencias
Ballesteros, E. 1992. Els vegetals i la zonació litoral: espècies, comunitats i
factors que influeixen en la seva distribució. Arx. Sec. Ciències, 101. Institut
d´Estudis Catalans, Barcelona. 616 pp.
Boudouresque, C.F. 1971. Méthodes d’etude qualitative et quantitative du benthos (en particulier du phytobentos). Téthis 3(1): 79-104.
Silva, J.A., Lavelli, L. & Rull Lluch, J. 2008. Estudio de la comunidad de Lithophyllum stictaeforme (J.E. Areschoug) Hauck en Arenys de Mar (Barcelona).
Algas 39: 8-13.
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
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XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
FOREST FRAGMENTATION AND SPATIAL PATTERN OF LOBARIA
MEDITERRANEAN FRAGMENTED LANDSCAPE
PULMONARIA IN A
R. Belinchón, I. Martínez, G. Aragón, M.A.G. Otálora,
M. de la Cruz & A. Escudero
Área de Biodiversidad y Conservación, Universidad Rey Juan Carlos. c/ Tulipan
s/n, 28933 Móstoles-Madrid. España. e-mail: [email protected]
LIQUENOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
ORAL
NOTAS:
For centuries, large parts of forest ecosystems have been destroyed
or degraded by human-activities, resulting in fragmented landscapes.
Major changes in the distribution and abundance of species have occurred in response to human-induced modifications in ecosystems,
particularly where original vegetation cover is lost or fragmented.
Therefore, the persistence and abundance of species are determined
by a dynamic balance between habitat availability and the ability of
species to disperse and colonize such habitats on both local and regional scales.
This study examined the performance of Lobaria pulmonaria focussing
on two main conservation topics: the effect of forest fragmentation at
different spatial scales and the spatial relationship between L. pulmonaria and stand structure. Our specific objectives were: (1) to test
the hypotheses that not only the level of fragmentation (i.e patch
size, isolation) affects L. pulmonaria populations, but also the habitat
quality (understood as patch longevity and type of forest) and the
nature of surrounding matrix; (2) to evaluate the factors that influence the establishment and growth of the epiphytic lichen L. pulmonaria at small scale.
Our study was carried out in central Spain where L. pulmonaria occurs in two different types of forest fragments: semideciduous oak
(Quercus pyrenaica) and beech (Fagus sylvatica) forests. First, the
presence and abundance of the lichen was recorded from a total of
2039 trees in 31 stands (23 beech forest and 8 oak forests). We recorded habitat quality and landscape variables at three hierarchical
levels: tree, plot and patch. Secondly, we examined the effect of
neighbours on the presence and growth of L. pulmonaria on 17 plots
(12 beech plots and 5 oak plots). We followed a two-fold approach
based on the use of neighbour models and spatial point pattern
analyses only at plot level.
Results showed that L. pulmonaria is sensitive to a decrease in habitat quality linked to habitat fragmentation, being the performance of
the lichen different among tree species. Tree size seemed to be the
most important predictor for the maintenance of populations of L.
pulmonaria. There was a strong positive influence of distance from a
river in beech forests, whereas in oak forests proximity to forest edge
positively affected to the lichen. Additionally, the influence of the surrounding matrix was also an important factor explaining the epiphytic
lichen abundance.
Spatial pattern models showed that dispersal process may not be the
limiting factor for this species, at least at local scale where L. pulmonaria was present randomly on each plot. The abundance of the lichen
displayed variation between host trees and was related with the forest structure. Besides, the neighbour models showed that L. pulmonaria presented different dynamics due to differences in bark structure.
Smooth bark of beech trees linked the lichen with large trees,
whereas stand structure and tree connectivity were not significant. In
oak trees, the mean diameter of colonized trees was smaller, suggesting the importance of bark roughness. Besides, the presence of L.
pulmonaria was positively affected by the proximity to nearby occupied trees. And, the cover of the lichen decreased as number of trees
per plot increased.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
LIQUENOLOGIA
Sistemática e
Evolução
ORAL
NOTAS:
LOBARIA MERIDIONALIS OR L. PULMONARIA VAR.
THE TAXONOMIC IDENTITY OF THE
MACARONESIAN SPECIES OF LOBARIA SECT. LOBARIA
MERIDIONALIS?-
C. Cornejo & C. Scheidegger
Swiss Federal Institute for Forest, Snow and Landscape Research WSL, 8903
Birmensdorf, Switzerland. E-mail: [email protected]
Lobaria pulmonaria (L.) Hoffm. is a widespread species that reveals
an extremely high level of phenotypic plasticity. Thallus size and lobe
width are largely determined by ecological parameters such as light
and moisture availability and lead to morphologically distinct phenotypes. Even form, size and anatomy of the symbiotic propagules may
vary considerably. In L. pulmonaria, the co-existence of both granular, non-corticated soredia and cylindrical, corticated isidia notoriously
raised questions about the phylogenetic relations within and among
these morphologically distinct groups. This difficulty is especially obvious in Macaronesia, where besides the chemically distinct L. immixta
Vain., the taxonomic status of L. pulmonaria and L. meridionalis Vain.
is a controversial issue.
In the present study, 105 specimens and a four loci approach was
used to investigate the taxonomic identity of the Macaronesian species of Lobaria Sect. Lobaria. We first explored the taxonomic relations between the Macaronesian specimens and their connection with
the Asian L. meridionalis. Second, previous studies have shown that
lichen species can exhibit different ranges of genetic variability within
their distribution area and regional subgroups could be misinterpreted
as new species due to incomplete sampling. In the current study,
several individuals of each investigated taxon were sampled from
laurisilva forests in the Azores, the Canary Islands, Madeira and Sintra (European mainland). Additionally, a separate genetic distance
analysis was carried out with 57 specimens of L. pulmonaria from four
continents to assess the taxonomic status of L. meridionalis from
Macaronesia.
126
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
A NEW PHYLOGENY OF THE GENUS DIPLOSCHISTES INFERRED
FROM MOLECULAR DATA
1
S. Fernández, 2E. Gaya, 2F. Lutzoni & 1X. Llimona
1
Departament de Biologia Vegetal (Unitat de Botànica), Facultat de Biologia,
Universitat de Barcelona, Av. Diagonal 645, 08028, Barcelona, Spain
E-mail: [email protected]
2
Department of Biology, Duke University, Box 90338, Durham, North Carolina
27708, U.S.A.
LIQUENOLOGIA
Sistemática
e Evolução
ORAL
NOTAS:
The genus Diploschistes (Thelotremataceae) currently includes c.a. 43
species (Kirk et al. 2008). Traditionally, members of this genus have
been characterized by having Trebouxia as a photobiont, a crustose
thallus, and dark pigmentation in the pseudoparenchymatous exciple
and lateral paraphyses. The delimitation of Diploschistes and its relationships to other genera of the family Thelotremataceae is still controversial. To date, Lumbsch's (1989) morphological and chemical
study of the holartic species is still the most exhaustive revision of
the genus. Previous phylogenetic studies had been based on phenotypic characters (Lumbsch & Tehler 1998) Only one molecular investigation by Martin et al. (2003) focused on this genus using the ITS
region as a molecular marker. In this context, a phylogenetic
study with a broad data sampling across Diploschistes was needed.
Here we report the results from phylogenetic analyses of the nuclear
rDNA internal trancribed spacer (ITS), and mitochondrial SSU sequence data for specimens belonging to the genus Diploschistes.
Collections from several localities of the lberian Peninsula (i.e.,
Spain: Galicia, La Rioja, Cataluña; Portugal: Bragança) are included.
We used these molecular data to test the monophyly of Diploschistes,
the hypothesis that D. ocellatus might represent a distinct lineage
within the Thelotremataceae, and to compare the current phenotypic delimitation of certain species, with an emphasis on the D. interpediens-scruposus complex.
References
Kirk, P.M., Cannon, P.F., Minter, D.W. & Stalpers, J.A. 2008. Dictionary of
the fungi. 10th edition. CABI publishing. Wallingford.
Lumbsch, H.T. 1989. Die holarktischen Vertreter der Flechtengattung
Diploschistes (Thelotremataceae), Journal of the Hattori Botanical Laboratory
66: 133-196.
Lumbsch, H.T. & Tehler, A. 1998. A cladistic study of the genus Diploschistes
(Ascomycotina, Thelotremataceae). Bryologist 101: 398-403.
Martin, M.P., LaGreca, S. & Lumbsch, H.T. 2003. Molecular phylogeny of
Diploschistes inferred from ITS sequence data. Lichenologist 35: 27-32.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
LIQUENOLOGIA
Monitorização
Ambiental
ORAL
BIOMONITOREO CON PARMELIA CAPERATA (L.) ACH. EN
ASTURIAS (NORTE PENINSULAR)
1
1
NOTAS:
1
A.B. Fernández-Salegui, 2 S.A. Rodrigues,
A. Avellanosa Santos & 1A. Terrón Alfonso
Dpto. Biodiversidad y Gestión Ambiental (Botánica), Facultad de CC.
Biológicas y Ambientales, Universidad de León, 24071 León (España).
E-mail: [email protected]
2
CESAM & Departamento de Biologia, Universidade de Aveiro, Campus
Universitário de Santiago, 3810-193 Aveiro, Portugal.
En este trabajo tratamos de poner de manifiesto la relación existente
entre la contaminación atmosférica en Asturias y las variaciones en
la cinética de la fluorescencia de la clorofila a en muestras de Parmelia caperata (L.) Ach.
Se han tomado talos de Parmelia caperata (L.) Ach. de la localidad de
Llanuces (Concejo de Quirós, Asturias) y tras analizar su estado, se
han realizado transplantes en 10 localidades de los alrededores de las
Centráles Térmicas de Lada y C.T. de Soto de la Ribera (Asturias).
Con el fin de poner de manifiesto el efecto que el propio transplante
pueda tener sobre los talos de Parmelia caperata (L.) Ach., hemos
realizado transplantes en la propia localidad control.
Tras 12 meses de exposición, hemos medido en dichos talos transplantados la cinética de la fluorescencia de la clorofila a con un fluorímetro portátil PAM-210 (Walz-Germany). Los parámetros analizados
son los siguientes: Rendimiento cuántico máximo del PSII (Fv/Fm),
Rendimiento cuántico aparente o actual (Φ PSII), Atenuación fotoquímica (qP), Atenuación no fotoquímica (NPQ) y Eficiencia cuántica de la
captación de energía (Φ EXC).
Podemos observar como los valores de los parámetros analizados son
diferentes en los distintos puntos de transplantes, debido principalmente a la diferente calidad del aire entre las distintas localidades.
Estas diferencias se acentúan especialmente en las localidades de
Caleyo y El Robledal, respecto al resto de localidades y a la localidad
control. De los parámetros analizados, el Fv/Fm y NPQ son los que
mayor información ofrecen sobre el estrés causado por la contaminación atmosférica. Finalmente, no se observan cambios significativos
en las muestras transplantadas en la propia localidad control.
Referencias
Calatayud, A., Sanz, M.J., Calvo, E., Barreno, E. & del Valle Tascon, S. 1996.
Chlorophyll a fluorescence and chlorophyll content in Parmelia quercina thalli
from a polluted region of northern Castellón (Spain). The Lichenologist 28(1):
49- 65.
Fernández-Salegui, A.B., Calatayud, A., Terrón, A. & Barreno, E.M. 2006. Chlorophyll a fluorescence in transplants of Parmelia sulcata Taylor near a power
station (La Robla, León, Spain). The Lichenologist 38(5): 457-468.
Gauslaa, Y. & Solhaug, K.A. 1996. Differences in the susceptibility to light
stress between epiphytic lichens of ancient and young boreal forest stands.
Functional Ecology 10: 344-354.
Tretiach, M., Crisafulli, P., Virgilio, D., Baruffo, L. & Jensen, M. 2003. Seasonal
variation of photoinhibition in an epiphytic population of the lichen Parmelia
sulcata Taylor. Bibliotheca Lichenologica 86: 313-327.
128
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
LA CONFIRMACIÓN MOLECULAR DEL GÉNERO PHYSCIELLA
(PHYSCIACEAE)
G. Figueras & N.L. Hladun
Departamento de Biología Vegetal (Botánica), Universidad de Barcelona.
España. [email protected]
LIQUENOLOGIA
Sistemática
e Evolução
ORAL
NOTAS:
La familia de líquenes Physciaceae ha sido muy estudiada durante
años, aún así, continuamente están apareciendo novedades en el
grupo.
Theodore Esslinger, en 1986, describió un nuevo género dentro de
esta familia, el género Physciella. Este género fue creado a partir de
la comparación de caracteres morfológicos relevantes y característicos dentro de la familia Physciaceae.
Durante los estudios moleculares realizados en los géneros foliáceos de esta familia, presentes en la península Ibérica, se ha podido
realizar la confirmación del género Physciella como un grupo monofilético. Las regiones moleculares consideradas en este estudio han
sido la región ITS así como la mitocondrial SSU.
Las muestras utilizadas en este estudio son de la especie Physciella
chloantha, la única especie perteneciente a este género que se encuentra en la península Ibérica.
Este studio ha sido financiado con el Proyecto de Investigación del Ministerio de
Educación y Ciencia CGL2005-04322BOS.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
LIQUENOLOGIA
Ecologia Funcional
e Modelação
ORAL
NOTAS:
DESICCATION TOLERANCE OF LICHEN PHOTOBIONTS IS
AGE-DEPENDENT
F. Gasulla, 2A. Calatayud, 1J. Reig-Armiñana, 1F. García-Breijo
& 1E. Barreno
1
1
Universitat de València, ICBIBE -Jardí Botánic, C/ Dr. Moliner 50,
46100-Burjassot, Valencia, CGL2006-12917-C02-00, Prometeo 174/2008.
Spain. [email protected]
2
Instituto Valenciano de Investigaciones Agrarias (IVIA), Dpto. Horticultura,
Ctra. Moncada-Naquera km. 4.5, 46113-Moncada (Valencia), Spain.
Photosynthetic patterns in lichen thalli vary widely among species.
The highest photosynthesis rates correspond with the highest physiologically active of the growing areas, i.e.: marginal zones (Hypogymia
physodes), central and close-umbilicus spots (Lasallia pustulata),
irregularly-distributed areas within the thalli (Umbilicaria hirsuta) or
branch tips (Cladina stellaris) (Lechowicz 1983; Barták et al. 2000).
In lichens growing in length at lobe or branch tips two different
phases of the photobiont cells cycle has been recognized: Phase 1,
the cells grow till a certain size range and divide actively into endospores, it mainly occurs at the growing margins; Phase 2, the cells
enlarge getting senescent and dying, it happens frequently in the
more mature regions (Hill 1992; Schofield et al. 2003).
In our work, we studied the spatial and temporal changes of photosynthesis after a dehydration/rehydration cycle in different colonies of
isolated photobionts. We cultured the photobiont Trebouxia erici
(UTEX 911) on acetate-cellulose discs with agar Trebouxia Medium.
The algal cells grew building-up circular colonies. Photosynthetic activity was measured with an Imaging-PAM fluorometer. Before drying,
photosynthesis activity was homogeneous in the colonies, however,
after a dehydration/rehydration cycle it was higher at the marginal
zones than at the central ones. Likewise, the Tetrazolium Test
showed that metabolic activity was also greater at peripheral zones.
Microscopic and imaging analysis revealed larger cell sizes in the centre of the discs, while the number of cells in different phases of division was scarce in the central zones but very common at the periphery. Similar studies were carried out in the lichens Flavoparmelia caperata and Parmotrema perlatum. F. caperata showed a maximum of
growth and photosynthetic activity located at the margins of the
lobes, while in P. perlatum, photosynthesis and growth were homogeneous along the thalli.
Our results suggest that probably some of the different photosynthesis patterns observed in lichens by different authors may be a consequence of the desiccation resistance of its photobionts which seems
to be age-dependent. Lichens are subjected to several stress produced by the cycles of dehydration/rehydration, the effects of which
may be accumulated. When getting a certain state of development,
oxidative stress increases progressively in the chloroplasts as cells
age, whereas photosynthesis is reduced (Bond 2000; Munne-Bosch &
Alegre 2002). This does not automatically lead to death, but physiological activity and resistance against stress get lower (Thompson
1988; Munne-Bosch & Alegre 2002).
References
Barták, M., Hájek, J. & Gloser, J. 2000. Photosynthetica 38: 531-537.
Bond, B.J. 2000. Age-related changes in photosynthesis of woody plants.
Trends Plant Sci. 5: 349-353.
Hill, D.J. 1992. Lobe growth in lichen thalli. Symbiosis 12: 43-55.
Lechowicz, M.J. 1983. Age dependence of photosynthesis in the caribou lichen
Cladina stellaris. Plant Physiol. 71: 893-895.
130
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
Munne-Bosch, S. , Alegre, L. 2002. Plant aging increases oxidative stress in
chloroplasts. Planta 214: 608-615.
Schofield, S.C., Campbell, D.A., Funk, C. & MacKenzie, T.D.B. 2003. Changes in
macromolecular allocation in nondividing algal symbionts allow for photosynthetic acclimation in the lichen Lobaria pulmonaria. New Phytologist 159: 709718.
Thompson, J. E. 1988. The molecular basis for membrane deterioration during
senescence. In Senescence and Aging in Plants (L.D. Noodén & A.C. Leopold,
eds): 51-83. San Diego. Academic Press.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
LIQUENOLOGIA
Ecologia Funcional
e Modelação
ORAL
NOTAS:
NUMERICAL APPROACHES TO THE FUNCTIONAL ECOLOGY OF
MEDITERRANEAN LICHENS
P. Giordani
Polo Botanico Hanbury, Dip.Te.Ris., University of Genova. Corso Dogali 1M,
I-16136, Genova, Italy
Lichens are cryptogams representing only a very small part of the
biomass in most temperate ecosystems. Nevertheless, they play
some important functional roles, e.g. in nitrogen fixation, nesting for
several invertebrates and nutrient cycling. Because of their poikilohydric nature, they are strongly influenced by both macro- and microenvironmental variables, which affect their richness, abundance, and
distribution on different spatial scales, from substrate- to regional
level.
The Mediterranean is indeed a relevant hotspot of biodiversity and a
irreplaceable of still poorly known communities of cryptogams. Actually, these ecosystems host unique microhabitats for cryptogams and
are by now severely affected by relatively short-term effects of global
changes (such as desertification processes), which may lead to irreversible alteration of the composition of cryptogamic communities.
Notwithstanding a good knowledge of basic floristic data for cryptogams, the ecological relationships between several substrate- and
stand-related factors are still poorly known from a quantitative point
of view.
In this presentation, I will present some case studies, exploring with
numerical methods the functional ecology of lichens in Mediterranean
ecosystems. Basing on probabilistic sampling designs and the collections of data about several potential predictors, we mainly investigated the relationship between autoecological factors (e.g. propagative strategies, growth forms) and the environmental factors, acting
as limiting factors in the Mediterranean. Particularly, we focused the
attention on the interactions between available light and water, to
discriminate the composition of epilithic and epiphytic lichen communities and to define the borders of ecological niches of different guilds
of species.
A more diffuse use of these approaches may lead to an improved
knowledge on ecological conceptual model, regulating the distribution
of lichens in the Mediterranean. In an applicative perspective, it may
represent the basis for a large scale conservation plan and/or longterm monitoring of loss of biodiversity e.g. due to desertification
processes.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
EL GÉNERO BACIDINA EN LA REGIÓN MEDITERRÁNEA
1,2
1
E. Llop
Universidade de Lisboa, Faculdade de Ciências, Centro de Biologia Ambiental,
Bloco C2, 5º Piso, Campo Grande, 1749-016 Lisboa, Portugal. 2Universitat de
Barcelona , Departament Biologia Vegetal, Avda. Diagonal 645,
08028 Barcelona, Spain. [email protected]
LIQUENOLOGIA
Especiação
e Biogeografia
ORAL
NOTAS:
El concepto del género Bacidina ha pasado por diversas vicisitudes
desde que fue establecido por Vězda (1991). De hecho, el mismo autor ya indicó cuales serían los caracteres diferenciadores del género
cuando definió el grupo de Bacidia phacodes (Vězda 1983). Paralelamente se describieron dos géneros: Woessia y Lichingoldia
(Hawskworth & Poelt 1986), basados en anamorfos. Posteriormente
se comprobó que sus telemorfos correspondían a especies de Bacidina. Este hecho conllevó que diversos autores, a pesar de las recomendaciones (Gams 2001), mantuvieran el uso de Woessia. Otros
autores prefirieron mantener un concepto amplio del género Bacidia
que incluye, entre otros géneros, a Bacidina. Las diferencias entre
ambos géneros, tanto morfológicas (Vězda 1983, 1991; Ekman 1996,
2004a, 2004b; Llop 2007), como moleculares (Ekman 2001) indican
una clara distinción entre ambos. De hecho, algunas especies actualmente incluidas en Bacidia presentan afinidades con otros géneros
como Toninia, Bilimbia o Mycobilimbia (Ekman 2001; Reese Næsborg
et al. 27).
Bacidina s. str. se caracteriza por el talo granular a continuo, con la
superficie con aspecto granular por la presencia de goniocistos; excípulo paraplectenquimático o prosoplectenquimático con diversos estratos constituidos por células globulares; paráfisis poco abundantes
con los ápices hinchados notablemente; ascos de tipo Lecanora o con
un cuerpo axial con forma de huso; y ascosporas aciculares bastante
estrechas.
El estudio del material procedente de paises de la región Mediterránea determinado como Bacidina ha permitido identificar 11 especies.
Se ha aplicado la distribución biogeográfica de Rivas-Martínez et al.
(2004) para analizar la pertenencia de estas especies al elemento
mediterráneo. Se han diferenciado tres grupos:
• Mediterráneo, integrado por especies foliícolas de afinidad tropical o
subtropical: B. apiahica, B. canariensis y B. vasakii.
• Submediterráneo, integrado por especies con una distribución que
va desde el piso supramediterráneo de la región Mediterránea hasta
la región Eurosiberiana, incluye a B. arnoldiana, B. delicata y B.
egenula.
• Eurosiberiano, especies que estan ausentes de la región Mediterránea, a lo sumo se hallan en los pisos superiores de las montañas
mediterráneas, formado por B. assulata, B. caligans, B. chloroticula,
B. inundata y B. phacodes. A este grupo se incluirían especies europeas recientemente descritas, a pesar que dentro de un concepto
amplio de Bacidia, como B. adastra, B. brandii, B. etayana o B.
neosquamulosa.
La presencia de especies estrictamemente mediterráneas en el género Bacidina parece remota. Las especies del grupo mediterráneo corresponden a especies de afinidad tropical o subtropical que también
se encuentran en áreas eurosiberianas como las islas Azores o la costa oriental del Mar Negro.
Las muestras propiamente mediterráneas identificadas como alguna
especie de Bacidina presentan caracteres morfológicos que las situan
en Bacidia en un sentido estricto. De hecho su posición dentro del
género corresponde a un nuevo taxon: Bacidia punica.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
Referencias
Ekman, S. 1996. The corticolous and lignicolous species of Bacidia and Bacidina
in North America. Opera Botanica 127: 1-148.
Ekman, S. 2001. Molecular phylogeny of the Bacidaceae (Lecanorales, lichenized Ascomycota). Mycological Research 105: 783-797.
Ekman, S. 2004a. Bacidia. In: T.H. Nash III, B.D. Ryan, P. Diederich, C. Gries &
F. Bungartz (Eds.), Lichen Flora of the Sonoran Desert Region: 18-28. Lichens
Unlimited, ASU. Tempe, USA.
Ekman, S. 2004b. Bacidina. In: T.H. Nash III, B.D. Ryan, P. Diederich, C. Gries
& F. Bungartz (Eds.), Lichen Flora of the Sonoran Desert Region: 28-32. Lichens Unlimited, ASU. Tempe, USA.
Gams, W. 2001. Report of the Committee for Fungi: 9. Taxon 50: 269-272.
Hawksworth, D.L. & Poelt, J. 1986. Five additional genera of conidial lichenforming fungi from Europe. Plant Systematics and Evolution 154: 195-211.
Llop, E. 2007. Flora Liquenológica Ibérica. Lecanorales. Bacidiaceae I. Bacidia y
Bacidina. Sociedad Española de Liquenología, Barcelona.
Reese Næborg, R., Ekman, S. & Tibell, L. 2007. Molecular phylogeny of the
genus Lecania (Ramalinaceae, lichenized Ascomycota). Mycological Research
111: 581-591.
Rivas-Martínez, S., Penas, A. & Díaz, T. E. 2004. March 4. Biogeographic Map of
Europe. Cartographic Service. University of Leon, Spain. http://www.ucm.es/
info/cif/form/bg_map/index.htm
Vězda, A. 1983. Foliicole Flechten aus der Kolchis (West-Transkaukasien,
UdSRR). Folia Geobotanica et Phytotaxonomica, Praha, 18: 45-70.
Vězda, A. 1991. Bacidina genus novum familiae Lecideaceae s. l. (Ascomycetes
lichenisati). Folia Geobotanica et Phytotaxonomica, Praha, 25: 431-432.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
ESTUDIO TAXONÓMICO DE LA FAMILIA CANDELARIACEAE HAK. EN
LA PENÍNSULA IBÉRICA E ISLAS BALEARES
B. Marcos-Laso
Dpto. de Botánica Facultad de Farmacia Universidad de Salamanca,
37007 Salamanca. España. E-mail: [email protected]
LIQUENOLOGIA
Sistemática
e Evolução
ORAL
NOTAS:
La familia Candelariaceae fué descrita por Hakulinen (1954) y actualmente se incluye en el orden Candelariales, creado por Miadlikowska,
Lutzoni y Lumbsch (Hibbett et al. 2007) para integrarla, dado que
varios estudios filogenéticos demostraron que es distinto de Lecanorales (Hofstetter & al. 2007, Lumbsch & al. 2007, Miadlikowska & al.
2006, Wedin & al. 2005). En taxonomía se coloca entre los Lecanoromycetes inciertos (Hibbet & al. 2007).
Se caracteriza por ser ascomicetes apoteciales asociados con fotobionte clorococoide, de:
• Talo de diferente morfología, amarillo a anaranjado debido a derivados del ac. pulvínico.
• Ascomas apoteciales, sésiles, con o sin margen distinto, amarillo a
anaranjado
• Pared del ascoma formada por hifas retorcidas densamente septadas, paráfisis la mayoría simples.
• Excípulo hialino, himenio amiloide.
• Ascas unitunicadas de tipo Candelaria con la parte inferior de la
cúpula apical amiloide y amplio cojinete apical, a menudo multiesporadas.
• Ascósporas hialinas, sin septos o raramente con 1-septo.
Comprende por el momento, cuatro géneros diferentes: Candelaria,
Candelariella, Candelina y Placomaronea, de los cuales solo encuentran representación en la Península Ibérica Candelaria con una y Candelariella con numerosas especies, en hábitats diferentes ya sea como
epífitas o como saxícolas, más rara vez se instalan directamente en
tierra.
En el presente trabajo presentamos una aproximación a la taxonomía
y distribución de las especies de Candelariaceae representadas en la
Península Ibérica e Islas Baleares. Para ello, se han realizado diferentes prospecciones a distintas localidades de la Península e islas limítrofes. El material se está depositando en el Herbario SALA-Lich. En
España no existía ninguna revisión taxonómica de la familia y en parte se halla aún en estudio el material depositado en distintos herbarios con material español y/o portugués, que hemos solicitado y esperamos poder disponer de él para poder completar la taxonomía y corología del grupo.
La presente comunicación se encuadra dentro del proyecto de Flora Liquenológica Ibérica subproyecto 3, de referencia CGL2007-66734-C03-03/BOS y agradecemos a la DGI la concesión del mismo.
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XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
LIQUENOLOGIA
Sistemática
e Evolução
ORAL
NOTAS:
GENETIC VARIABILITY OF PARMELINA TILIACEA IN SOUTH
WESTERN MEDITERRANEAN REGION
J. Núñez-Zapata, R. del Prado, P. Cubas & A. Crespo
Dpt. Biología Vegetal II, Fac. de Farmacia, Universidad Complutense de Madrid,
Plaza de Ramón y Cajal s/n, 28040-Madrid, Spain. [email protected]
Parmelina tiliacea (Hoffm.) Hale is a species almost restricted to
Europe being one of the commonest epiphytic parmelioid lichens in
South Western Europe. It is morphologically characterized mainly by
a white-gray adnate parmelioid thallus, densely isidiaded and rarely
with apothecia.
Genetic analysis (nuITS rDNA and mtLSU rDNA) of populations in and
around Iberian Peninsula reveals the polyphyly of the species and the
presence of two cryptic lineages within the morphospecies.
Both lineages have been morphologically studied including ascomata
and ascospore features. The results of such analyses did not provide
differential characters between the lineages.
However geographical distribution discriminate both groups of populations. One lineage is widely distributed in Europe, mainly in Mediterranean regions, while the other is restricted to south western low
lands of the Iberian Peninsula suggesting a relictic Macaronesic pattern to confirm in further investigations.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
LOS EJEMPLARES CRUSTÁCEOS PORTUGUESES DE LA FAMILIA
PHYSCIACEAE EN EL HERBARIO PO (PORTO, PORTUGAL)
1
1
G. Paz-Bermúdez & 2M. Giralt
Dpto. ERNMA, Area de Producción Vexetal, EUETF, Universidade de Vigo, Campus A Xunqueira, E-36005 Pontevedra, Spain. [email protected]
2
Departament de Bioquímica i Biotecnologia (Àrea de Botànica), Facultat
d’Enologia de Tarragona, Universitat Rovira i Virgili, Marcel·lí Domingo s/n,
E-43007, Tarragona, Spain.
LIQUENOLOGIA
Sistemática
e Evolução
ORAL
NOTAS:
El herbario de líquenes de la Universidad de Porto en Portugal
(herbario PO) es uno de los más importantes de la Península Ibérica,
al poseer una importante colección de líquenes portugueses; además
de la colección de líquenes africanos procedente de distintas excolonias lusitanas (Angola, Mozambique, São Tomé e Principe). La
revisión de ambas colecciones está constatando o revelando la existencia de material tipo así como la presencia de taxones de gran interés taxonómico y/o corológico (Giralt et al., 2009a,b; PazBermúdez, 2006; Paz-Bermúdez & Elix, 2004; Paz-Bermúdez et al.,
2009).
En este trabajo presentamos los resultados de la revisión de los
ejemplares crustáceos portugueses de la familia Physciaceae depositados en el herbario PO. Estudiamos un total de 191 especimenes que
estaban asignados a esta familia, originariamente agrupados en 5
géneros y 66 taxones, y principalmente incluidos en los géneros Buellia y Rinodina.
Concluimos que la colección contiene 186 ejemplares de la familia
Physciaceae incluidos en 57 especies y 8 géneros (Amandinea, Buellia, Coscinocladium, Dimelaena, Diploicia, Diplotomma, Rinodina y
Sculptolumina), 89 ejemplares han sido reidentificados y a 42 les
hemos actualizado su nomenclatura.
Entre los resultados obtenidos destacamos la presencia de:
• el holotipo de Buellia carballaliana, especie descrita sobre la base
de un único ejemplar depositado en PO, y que dedicamos a la liquenóloga gallega Regina Carballal. Se caracteriza por presentar las
ascosporas pequeñas y lisas de tipo Buellia, el talo grueso
(crustáceo a subescuamuloso), con un característico color “café con
leche” y que contiene ácido 5-O-metilhiáscico, un metabolito secundario hasta el momento solo presente en esta familia en otra especie de Buellia.
• una especie no conocida previamente en Europa: Sculptolumina
japonica, caracterizada por poseer el himenio insperso, grandes
ascosporas tipo Mischoblastia, el talo crustáceo, con pequeñas
manchas anaranjadas debidas a la acumulación de quinonas y antraquinonas, y los conidios falciformes. Precisamente el descubrimiento de los conidios permitió enmendar y revalidar el género,
hasta entonces considerado de dudosa entidad taxonómica.
• nuestra revisión también confirma que Buellia indissimilis es una
especie válida, claramente diferente a otras especies saxícolas de
Buellia que también contienen xantonas, por su elevado contenido
en ácido norestíctico (Giralt et al., 2009b). Esta especie se conoce
sólo de las recolecciones hechas hace unos 100 años en 2 localidades muy próximas, en el norte de Portugal y de la que, únicamente,
existen ejemplares depositados en los herbarios PO (Porto) y H
(Helsinky).
Finalmente, mencionamos una especie no citada anteriormente en la
Península Ibérica: Buellia excelsa, y 7 especies no conocidas previamente en Portugal: Amandinea coniops, Rinodina boleana, R. cana, R.
dubyana, R. euskadiensis, R guzzinii y R. pityrea.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
Además, presentamos por primera vez los datos químicos de Buellia
hypophana (resultado del análisis por HPLC) y proponemos la sinonimia de Rinodina lesdainii con R. cana, y de Rinodina atrocinerella var.
macrospora con R. occulta.
Referencias
Giralt, M., Paz-Bermúdez, G. & Elix, J.A. 2009a. New data on Sculptolumina
japonica (Physciaceae). The Bryologist 112(2): 397-403.
Giralt, M., Paz-Bermúdez, G. & Elix, J.A. 2009b. The saxicolous, xanthonecontaining species of the genus Buellia s. l. (Physciaceace, Ascomycota) in the
Iberian Peninsula. Nova Hedwigia (en prensa).
Paz-Bermúdez, G. 2006. Typification of names of lichen taxa described by W.
Nylander from Angola and São Tomé e Príncipe. Taxon 55(4): 996-1000.
Paz-Bermúdez, G. & Elix, J.A. 2004. A new species of Parmotrema
(Ascomycota: Parmeliaceae) from Portugal. Mycotaxon 89(2): 505-506.
Paz-Bermúdez, G., Giralt, M. & Elix, J.A. 2009. Buellia carballaliana
(Physciaceae) a new lignicolous species from Portugal. The Bryologist 112(4):
en prensa.
138
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
PHYLOGEOGRAPHY OF THE DISJUNCT LICHEN KAERNEFELTIA
(DU RIETZ) A. THELL & GOWARD (PARMELIACEAE,
ASCOMYCOTA)
MERRILLII
1
1
LIQUENOLOGIA
Especiação
e Biogeografia
ORAL
NOTAS:
S. Pérez-Ortega, 1B. Roca, 2T. Spribille & 1A. Crespo
Departamento de Biología Vegetal II, Facultad de Farmacia, Universidad Complutense, E-28040 Madrid, Spain.
2
Institut für Pflanzenwissenschaften. Karl-Franzens-Universität Graz, Holteigasse 6, A-8010, Graz, Austria.
*Contact: [email protected]
Lichens usually display larger distributional ranges than plants. Thus,
there exist several lichen biogeographic patterns at species level with
disjunct distribution among different continents. One of these patterns is the disjunction between Europe and the Pacific coast of North
America. Kaernefeltia is a small genus of fruticose epiphytic lichens
with two species exhibiting that distribution. K. californica (Tuck.)
Thell & Goward is a hypermaritime species which ranges from central
California to southern Alaska, while K. merrillii (Du Rietz) A. Thell &
Goward seems to have less restricted ecological requirements and
occurs from low elevations to c. 2200 m in western North America,
and between 500 and 1100 m in the Iberian Peninsula. Material from
the Iberian Peninsula was originally described under the name
Cetraria iberica Crespo & Barreno and subsequently synonymised
with K. merrillii based on the absence of notable morphological, anatomical or chemical differences. In this study, we analyse the ITS
region of the nuclear genome from specimens of K. merrillii from
eleven populations covering most of its known distribution (three
from the Iberian Peninsula and eight from the western coast of North
America). Our data show two main results: 1) lack of gene flow between populations of K. merrillii from the Iberian Peninsula and those
from North America, and 2) a drastically lower genetic diversity within
in the Iberian populations than in American populations.
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XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
LIQUENOLOGIA
Sistemática
e Evolução
ORAL
NOTAS:
SOBRE LA BIOTA LIQUÉNICA DE CANARIAS: NUEVAS ESPECIES Y
NUEVAS CITAS
1
I. Pérez-Vargas, 1C. Hernández-Padrón, 1P.L. Pérez de Paz
& 2J.A. Elix
1
Dpto. Botánica, Fac. de Farmacia, Universidad de La Laguna, c/ Astrofísico
Sánchez s/n, 38201 La Laguna, Tenerife, Islas Canarias. Email: [email protected];
[email protected]; [email protected]
2
Research School of Chemistry, Building 33, Australian University, Canberra,
ACT 0200, Australia.
Las Islas Canarias constituyen uno de los Archipiélagos de la Región
Macaronésica, parte de uno de los 25 Puntos Calientes de Biodiversidad a nivel mundial (World Biodiversity Hotspots, Myers et al. 2000),
jugando Canarias un papel fundamental dentro de esta zona (Médail
and Quézel 1997, 1999).
La Biota Liquénica del Archipiélago Canario es muy rica, con cerca de
1500 especies censadas en tan sólo 7447 km2, cifra que se incrementa de forma constante (Elix & Schumm 2003; Hernández-Padrón
et al. 2003; Etayo & van den Boom, 2005; Crespo et al. 2006; PérezVargas et al. 2007; Giralt & van den Boom 2009; Pérez-Vargas &
Pérez de Paz 2009) lo que demuestra que su conocimiento global en
esta zona con gran variedad de ecosistemas, está lejos de considerarse acabado.
La distribución de las especies es una herramienta que unifica sistemática y ecología, y por consiguiente indispensable para la evaluación de la biodiversidad; los datos de distribución son igualmente
importantes a la hora de estimar su riesgo de extinción e inclusión en
las diferentes categorías de amenaza existentes (Litterski & Otte
2002).
Se presentan como nuevas especies para el Archipiélago Canario:
Caloplaca chelyae, especie muscícola perteneciente al subgénero
Gyalolechia, que se describe de las montañas más altas de Tenerife y
La Palma; Xanthoparmelia teydea, descubierta en el P.N. del Teide
(Tenerife) se propone como un nuevo miembro del grupo de Xanthoparmelia pulla; Pertusaria aceroae y Pertusaria calderae, dos especies
lignícolas que se desarrollan sobre coníferas endémicas fueron halladas en el P. N de la Caldera de Taburiente (La Palma).
Asimismo, como novedades corológicas para toda la Región Macaronésica se indican: Acarospora impressula Th. Fr., Aspicilia recedens
(Taylor) Arnold y Umbilicaria cylindrica (L.) Delise ex Duby. var. cylindrica. Probablemente estos taxones no sean raros, pero habían sido
obviados, bien por ser inconspícuos, por haber pasado desapercibidos
o por su similitud con otros.
140
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
FACTORS INFLUENCING LICHEN FUNCTIONAL-DIVERSITY WITHIN A
MEDITERRANEAN FOREST PATCH
P. Pinho, C. Branquinho & C. Máguas
LIQUENOLOGIA
Monitorização
Ambiental
ORAL
NOTAS:
Universidade de Lisboa, Faculdade de Ciências, Centro de Biologia Ambiental,
edifício C2, Piso5, sala 14, 1749-016 Lisboa, Portugal; [email protected]
Mediterranean forest are biodiversity hotspots and an important
Natura 200 habitat, that have undergone an historical, man-driven,
process of fragmentation. As a consequence these habitats are currently restricted to small patches dispersed in a humanized landscape. Quercus faginea spp. broteroi (Portuguese-oak) is one of such
cases, and only a reduced number of small patches can be found in
the Western Iberian Peninsula. These remains, although small, arbour
a rich vegetation, including epiphytes. The objective of this work was
to determine the main environmental factors influencing epiphytic
lichen communities, including factors associated to fragmentation,
orography, vegetation structure and human influence. For that we
determined and mapped epiphytic lichens richness and abundance in
a large Portuguese-oak forest patch (8.46ha) and the main associated
environmental factors. The results have shown that epiphytic lichens
total richness and abundance were not affected by fragmentation or
other factors. However, when lichen functional-diversity was considered, i.e., grouping lichen with green-algae and lichens with cyanobacteria, significant effects were detected. Green-algae lichen were
mostly influenced by orography, measured as the potential incoming
radiation, being more abundant in the areas with higher available
energy. Cyanolichens were shown to be mostly influenced by nearby
zones occupied by artificial areas, being less abundant in the areas
with large influence of those areas. Moreover the most important
edge effect detected in the patch was due to the influence of those
nearby artificial areas, likely due to the dispersion of nitrogen or pollutants from agricultural activities. This edge effect was found to occur up to 100m inside the patch, a distance that must be considered
in conservation policies.
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XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
LIQUENOLOGIA
Ecologia Funcional
e Modelação
ORAL
NOTAS:
MODELLING THE IMPACT OF NITROGEN IN NATURAL AND
SEMI-NATURAL MEDITERRANEAN ECOSYSTEMS USING LICHENS:
FROM LOCAL TO REGIONAL SCALE
P. Pinho, C. Cruz, C. Máguas, M.A. Martins-Loução
& C. Branquinho
Universidade de Lisboa, Faculdade de Ciências, Centro de Biologia Ambiental,
edifício C2, Piso5, sala 14, 1749-016 Lisboa, Portugal; [email protected]
The impact of man-originated nitrogen in the ecosystems is pointed
by the UN as of the largest threats to biodiversity, and the one that is
more likely to increase in the near future. In Europe, including in all
Mediterranean countries, most N is introduced into the ecosystems by
agricultural activities such as fertilizers and livestock breeding. Mediterranean is a biodiversity hotspot but the impact of increasing nitrogen is poorly known, what is especially important because many areas are of high conservation value and a Natura 2000 habitat. Knowing the impact of nitrogen in high value conservation areas is therefore crucial for managing and developing successful conservation policies to contribute to the preservation of biodiversity. In this work we
will present how we have used lichen-diversity based indicators,
namely lichen-functional diversity and nitrogen concentration in lichens, to map the impact of nitrogen in several ecosystems, including
natural forest and woodlands. This mapping is of high spatial resolution and is a value tool in managing natural areas. We will consider
the impact of point sources of nitrogen, such as cattle barns and diffuse sources, such as extensive cattle pasture, and analysis made at
a local and regional scales. Additionally, we will also show how we
have used lichens to determine the critical level of ammonia for the
ecosystem, that is, the concentration of ammonia above which a
damage can be detected. Lichens have been shown to be one of the
most sensitive organism of ammonia, and were therefore used, at the
European level, in establishing the critical level for this pollutant.
142
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
CLADONIA SUBULATA Y CLADONIA REI DOS ESPECIES
CONFLICTIVAS
1
1
R. Pino-Bodas, 1A. R. Burgaz & 2M. P. Martín
LIQUENOLOGIA
Sistemática
e Evolução
ORAL
NOTAS:
Departamento de Biología Vegetal I, Facultad de Biología, Universidad
Complutense de Madrid. España. [email protected], [email protected]
2
Real Jardín Botánico de Madrid, CSIC. España. [email protected]
El estatus taxonómico de Cladonia subulata (L.) Weber ex Wigg. y
Cladonia rei Schaerer es controvertido. Hay pocos caracteres morfológicos diferentes, y sólo los metabolitos secundarios que sintetizan son
definitorios para una correcta identificación. C. subulata contiene ácido fumarprotocetrárico, y C. rei ácido homosekikaico, a veces, acompañado de ácido fumarprotocetrárico. Sin embargo, no todos los autores están de acuerdo en cual debe ser el estatus de ambos taxones.
Así, Sipman (1977) y Paus et al. (1993) han considerado, que a pesar
de los pocos caracteres morfológicos, la preferencia por hábitats diferentes merecía la consideración de rango específico. Spier & Aproot
(2007), por el contrario, consideran que no son taxones independientes, sino que deben ser considerados quimiótipos de la misma especie. Nuestro objetivo es intentar esclarecer cual es el estatus taxonómico de ambos mediante el uso de marcadores moleculares.
Han sido revisados 268 especímenes procedentes de los herbarios
MACB, MA-lichen, BRA, S, L, UPS. Se ha realizado una revisión de los
caracteres morfológicos y químicos mediante TLC. Para el estudio
molecular se han empleado tres marcadores génicos, ITS rDNA, rpb2
y EF1α. Para la amplificación de estas regiones se utilizaron los pares
de iniciadores ITS1F/ITS4, RPB25F/RPB27R y CLEF3F/CLEF3R respectivamente. El alineamiento de las secuencias obtenidas se realizó
mediante los programas SEQAPP y SE-AL v2.0. Los análisis filogenéticos se realizaron con el programa PAUP 4.0.b.10 (Swofford 2003) y
MrBayes (Huelsembeck & Ronquist 2001).
El estudio morfológico ha revelado diferencias anatómicas en los podecios de ambas especies. Nuestros resultados demuestran que el
test de UV, utilizado por otros autores para distinguir ambos táxones
tiene una alta fiabilidad. Los análisis de máxima parsimonia y bayesiano de los tres marcadores diferencian dos clados monofiléticos que
se corresponden con Cladonia subulata y C. rei. Los dos quimiótipos
encontrados en C. rei son igual de frecuentes.
Trabajo financiado parcialmente con el Proyecto CGL2007-66734-C03-01/BOS.
Ministerio de Educación y Ciencia.
Referencias
Huelsenbeck, J., Ronquist, F. 2001. MrBAYES: Bayesian inference of phylogenetic trees. Bioinformatic 17: 754-755.
Paus, S., Daniels, F. & Lumbsch, T. 1993. Chemical and ecological studies in the
Cladonia subulata complex in northern Germany (Cladoniaceae, lichenised Ascomycotina). Bibliotheca lichenologica 53: 191-200.
Sipman, H. 1977. Nieuwe Cladonia-soorten voor Nederland. Gorteria 8: 206211.
Spier L. & Aproot, A. 2007. Cladonia rei is a chemotype and synonym of Cladonia subulata. Lichenologist 39: 57-60.
Swofford, D.L. 2003. PAUP*: Phylogenetic analysis using parsimony (*and other methods), Version 4.0b10. Sinauer Associates: Sunderland, MA, USA.
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XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
LIQUENOLOGIA
Sistemática
e Evolução
ORAL
MOLECULAR PHYLOGENY OF CATAPYRENIUM S.STR.
(VERRUCARIACEAE, LICHEN-FORMING ASCOMYCOTA) AND
RELATED GENUS PLACIDIOPSIS
NOTAS:
1
1
M. Prieto, 1I. Martínez, 1G. Aragón, 1M.A.G. Otálora
& 2F. Lutzoni
Área de Biodiversidad y Conservación, Universidad Rey Juan Carlos, C/ Tulipán
s/n, 28933 Móstoles, Madrid, Spain. ²Department of Biology, Duke University,
Box 90338, Durham, NC 27708, USA.
Recent phylogenetic studies have confirmed the division of
Catapyrenium s.l. into different genera, which are nested within different monophyletic groups of the Verrucariaceae family.
Catapyrenium s.str. was reported as sister to Placidiopsis within the
Staurothele group, a clade distantly related from a lineage containing
several members previously included in Catapyrenium s.l. (i.e.,
Placidium, Clavascidium and Neocatapyrenium). Based on morphological and anatomical characters, Catapyrenium s.str. and
Placidiopsis were traditionally thought to be closely related, because
the presence of a transversal septum in the ascospores of Placidiopsis
was the only character state separating them.
Although both Catapyrenium s.str. and Placidiopsis seem to be monophyletic in recent phylogenetic analyses, only two species of each
genus were included in these analyses. Consequently, the monophyly
of both genera is still considered an open question and more taxon
sampling is needed in order to clarify whether these current genera
are well-delineated.
The purpose of this study is to reconstruct a molecular phylogeny of
Catapyrenium s.str. and Placidiopsis in order to evaluate the monophyly of each genus and of two Placidiopsis species that are difficult
to distinguish phenotypically.
To reach these goals, a first phylogenetic analysis was done at the
family level by implementing a backbone constraint tree (using both
weighted Maximum Parsimony and Maximum Likelihood) derived from
a previous multilocus phylogenetic study of the family Verrucariaceae.
The goal of this first set of analyses restricted to nuLSU was to define
the ingroup for a second phylogenetic analysis centered on
Catapyrenium s.str. and Placidiopsis, which was based on nuITS and
nuLSU.
The nuLSU-based analysis of the Verrucariaceae resulted in all
Catapyrenium and Placidiopsis species falling within the expected
Staurothele group, except for C. dactylinum, which was part of a
grade basal to the Verrucula group. Consequently, Catapyrenium
s.str. was found to be not monophyletic. Based on this broad analysis
at the family level, we also found the genus Placopyrenium to be
polyphyletic. Within the Staurothele group, the phylogenetic analyses
of the nuITS and nuLSU revealed that Catapyrenium s.str. (excluding
C. dactylinum) and Placidiopsis constitute two sister monophyletic
entities. Our results do not support Placidiopsis cinerascens and P.
tenella as two distinct species, since no characters (genotypic or phenotypic) can be used to distinguish them. Thus, P. tenella is here reduced to synonymy with P. cinerascens.
Acknowledgements
This study is supported by the research projects CGL2004-04795-C04-04,
CGL2007-66066-C04-04, and a PhD grant from “Universidad Rey Juan Carlos”
to M. Prieto.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
THE LICHEN GENUS CATAPYRENIUM S.L. IN THE IBERIAN
PENINSULA AND THE BALEARIC ISLANDS: A FINAL REVIEW
M. Prieto, G. Aragón & I. Martínez
Área de Biodiversidad y Conservación, Universidad Rey Juan Carlos,
C/ Tulipán s/n, 28933 Móstoles, Madrid, Spain.
E-mail: [email protected]
LIQUENOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
ORAL
NOTAS:
A taxonomic treatment of the genera included in Catapyrenium s.l. in
the Iberian Peninsula and the Balearic Islands is provided.
The revision is based on the study of ca. 2000 specimens from both
herbaria and fresh material collected by the authors from 2005 to
2009.
Six of the eight genera included in Catapyrenium s.l. are present in
the region, with a total of 33 species, constituting seven of them new
records from the Iberian Peninsula. The genera are Anthracocarpon
Breuss, Catapyrenium Flot. (Catapyrenium s.str.), Heteroplacidium
Breuss, Involucropyrenium Breuss, Neocatapyrenium H. Harada and
Placidium A. Massal. The genus Neocatapyrenium is for the first time
cited in this region. Clavascidium liratum, the only species representative of the genus Clavascidium, has been reduced to synonymy with
Anthracocarpon virescens.
Heteroplacidium acervatum, H. congestum and Involucropyrenium
pusillum were only previously known from the Balearic Islands, North
America and Austria, respectively. Placidium norvegicum, an arcticalpine species appearing in the Holarctic region, together with P.
subrufescens and P. tenellum, two mainly Mediterranean species, are
also new records from the Iberian Peninsula. Many of the remainder
species show considerable expansions of their distribution ranges.
Anatomical and morphological data are provided for distinguishing
genera and species in the group. For each taxa ecological and distributional data (with maps) are discussed.
Acknowledgements
This study is supported by the research project CGL2004-04795-C04-04, as
part of the project “Flora Liquenológica Ibérica”, and a PhD grant from
“Universidad Rey Juan Carlos” to M. Prieto.
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XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
LIQUENOLOGIA
Ecologia Funcional
e Modelação
ORAL
NOTAS:
ECOPHYSIOLOGICAL COMPARISON OF DIFFERENT TYPES OF
CRUSTOSE LICHENS ADAPTED TO HIGH MOUNTAIN ENVIROMENTS
J. Raggio, T.G.A. Green, A. Pintado & L.G. Sancho
Departamento de Biología Vegetal II, Facultad de Farmacia,
Universidad Complutense de Madrid, 28040, Madrid, Spain.
E-mail:[email protected]
Crustose lichens are one of the most important types of vegetation on
high mountain landscapes, where the climatic conditions can be extremely hard due to many factors, such as frost, snow, or strong irradiance.
High mountain lichen physiology has been already studied by several
authors, trying to understand mechanisms of adaptation to such hard
climatic conditions. However, high mountain crustose lichens are
poorly understood, mainly due to methodological constrains.
Cold adapted lichens, such as those colonizing both poles and high
mountains can probably be the most sensitive to climatic change in
any of its aspects because those ecosystems are the most fragile in
the face of environmental disturbances.
We have chosen a wide range of species with clear morphological
differences for trying to understand on a broad way mechanisms of
adaptation to alpine environment.
The chosen species have been Dimelaena oreina (Ach.) Norman, Lecanora rupicola (L.) Zahlbr., Lecanora concolor Ramond, Pertusaria
corallina (L.) Arnold, Ophioparma ventosa (L.) Norman and the foliaceous Xanthoria elegans (Link) Th. Fr. and Rhizoplaca melanophtalma (Ram.) Leuck & Poelt, with the objective of getting a gradient of photosynthetical activity related with morphological development.
With a wide amount of ecophysiological data such as water relations,
assimilation rates, light compensation points and chlorophyll contents
we try to study in depth adaptation strategies and possible consequences of environmental changes.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
GENETIC AND MORPHOLOGIC VARIABILITY IN THE RHIZOCARPON
GEOGRAPHICUM GROUP (RHIZOCARPACEAE, ASCOMYCOTA)
B. Roca-Valiente, S. Pérez-Ortega, L.G. Sancho & A. Crespo
Departamento Biologia Vegetal II, Facultad de Farmacia. Universidad
Complutense de Madrid. Plaza de Ramon y Cajal s/n. 28040 Madrid. Spain.
[email protected]
LIQUENOLOGIA
Sistemática
e Evolução
ORAL
NOTAS:
The species of Rhizocarpon geographicum group are among the most
important primary colonizers in deglaciated landscapes, and are often
used in lichenometry for dating moraines. The study of this group has
traditionally been based on the analysis of morphological and chemical characters. However, the limited success to clarify the intraspecific variation of the complex in previous works makes necessary
the use of a dual strategy: combining the use of traditional taxonomy
and molecular techniques.
Specimens mostly from the Iberian Peninsula were studied together
with samples from America (North, Central and South America), Antarctic Region, India and Macaronesia. Species and subspecies included in the R. geographicum group as well as other closely related
groups were analysed in order to clarify whether it exist several different taxa coexisting in the same ecological environment or only a
single species shows a large phenotypic plasticity. In order to address
this objective, we compared information retrieved from morphological
and chemical characters with molecular data obtained from the ITS
region of nuclear ribosomal DNA of > 80 specimens. Phylogenetic
inference was performed using maximum likelihood and Bayesian
MCMC tree sampling.
Our results showed that all the specimens studied and previously
classified as members of the R. geographicum group formed a monophyletic clade, supported by high posterior probability. Morphological
characters traditionally used in the identification of species and subspecies were proved to be insufficient and inconsistent, leading to a
fuzzy taxonomy within this group. We hypothesized that the morphological variability observed is likely due to the plasticity of the characters and their adaptation to different ecological conditions.
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XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
LIQUENOLOGIA
Sistemática
e Evolução
ORAL
LECANORA SOREDIOMARGINATA, UM LÍQUEN NOVO PARA A
CIÊNCIA DESCOBERTO EM PORTUGAL
1
NOTAS:
S.A. Rodrigues, 2A.Terrón Alfonso, 3J.A. Elix, 4T. Tønsberg,
A.B. Fernández-Salegui, 5J.V. Vingada & 1A.M.V.M. Soares
2
1
CESAM & Departamento de Biologia, Universidade de Aveiro, Campus Universitário
2
de Santiago, 3810-193 Aveiro, Portugal. E-mail: [email protected]; Departamento
de Biodiversidad y Gestión Ambiental, Facultad de Ciencias Biológicas y Ambientales,
Área Botánica, Universidad de León, Campus de Vegazana, 24071 León, Spain;
3
Department of Chemistry, Building 33, Australian National University, Canberra ACT
4
0200, Australia; Museum Natural History, University of Bergen,
5
N-5007 Bergen, Norway; CESAM & Departamento de Biologia, Universidade do
Minho, Campus de Gualtar, 4710-057 Braga, Portugal.
A espécie Lecanora sorediomarginata é descrita como nova para a ciência. Foi encontrada epifítica sobre Pinus pinaster, mas também sobre P.
pinea em pinhais dunares do litoral português. A descrição da espécie é
baseada em material recolhido na localidade tipo, Dunas de Quiaios
(Figueira da Foz), onde foi inicialmente descoberta. Caracteriza-se por
um talo crustáceo, de cor esbranquiçada a acinzentada ou esverdeada,
que na zona marginal é muito fino e varia de endosubstrato a episubstrato, tornando-se mais grosso em determinadas zonas do centro. Na sua
margem formam-se pequenas verrugas, que originam sorálios por ruptura. Estes são inicialmente isolados e em pequeno número, tornando-se
mais densos e confluentes em zonas mais velhas do talo, conferindo-lhe
uma aparência granular. Os sorálios são compostos por consorédios
esverdeados na parte superior e esbranquiçados na parte inferior. Os
consorédios, grossos e um pouco alongados, são constituídos por sorédios finos, também um pouco alongados. Não foi observada medula. O
fotobionte é do género Trebouxia. Os apotécios são raros, aparecendo
isolados ou agrupados, sendo do tipo lecanorino e sésseis, com um diâmetro geralmente inferior a um milímetro. O disco é epruinoso, castanho
claro a escuro. O excípulo talino é flexuoso, sorediado e da mesma cor do
talo; é geralmente persistente. O epihiménio é acastanhado devido à
presença de pequenos cristais castanhos, solúveis em KOH e insolúveis
em HNO3 (tipo pulicaris), que estão também mais ou menos presentes
no himénio e no subhiménio (POL+); e está interpenetrado com pequenas gotas de óleo. Os ascos têm uma forma clavada. Os esporos são
elipsóides, simples ou monoseptados. As paráfises são septadas, ramificando-se na base do himénio ou no subhiménio, sendo não capitadas do
tipo leptodermatoso e encontrando-se ligeiramente dobradas perto da
extremidade. O hipotécio é hialino, não possuindo uma camada de algas.
O anfitécio é inteiro em estádios muito iniciais, tornando-se sorediado
desde estádios juvenis, sendo completamente composto por consorédios.
Não apresenta medula nem córtex, mas possui pequenos cristais (POL+).
Quimicamente, o talo reage P-, K-/+amarelo, KC+vermelho e
C+vermelho. L. sorediomarginata contém os ácidos 3,5-dicloro-2'-Ometilestenospórico [maior], 3,5-dicloro-2’-O-metilanziaico [menor], 3,5dicloro-2’-O-metildivaricático [menor], 5-cloro-2'-O-metilanziaico [traço],
bem como atranorina [menor], cloroatranorina [menor] e ácido úsnico
[traço]. É quimicamente semelhante às espécies L. lividocinerea e L.
sulphurella. A primeira é conhecida de regiões costeiras da região Mediterrânica, incluindo Portugal, e também da Austrália (Paz-Bermúdez &
López de Silanes, 2007); enquanto que a segunda é conhecida da região
Macaronésica (Lumbsch & Feige 1992).
Referencias
Lumbsch, H.T. & Feige, G.B. 1992. Comments on the exsiccat "Lecanoroid Lichens" I. Mycotaxon 45: 473-488.
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XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
Paz-Bermúdez, G. & López de Silanes, M.E. 2007. The identity of two lichen species
described from Portugal by J. Harmand. The Bryologist 110 (1): 119-122.
TERRICOLOUS BRYOPHYTE AND LICHEN COMMUNITIES OF TWO
NEOLITHIC TEMPLES IN MALTA
1
1
S. Sammut, 2I. Álvaro,
2,3
E. Llop & 2A. Gómez-Bolea
LIQUENOLOGIA
Monitorização
Ambiental
ORAL
NOTAS:
Diagnostic Scientific Laboratories, Conservation Division, Heritage Malta. Bighi,
Kalkara CSP12, Malta. 2Dept. de Biologia Vegetal – Botànica, Fac. Biologia,
Universitat de Barcelona. Diagonal 645, 08028 Barcelona. Spain
3
Universidade de Lisboa, Facultade de Ciências, Centro de Biologia Ambiental.
Bloco C2, 5º piso. Campo Grande. 1749-016 Lisboa. Portugal.
[email protected]
Archaeological sites provide several habitats such as grounds, walls,
or roofs, and made of different substrate, where cryptogamic communities develop. We will focus on the diversity and distribution of lichen
and bryophyte communities growing on soils of two megalithic complexes in Malta: Ħaġar Qim and Mnajdra temples. Both temples were
built in the Neolithic period (3500–2500 BC). Presently, temporary
shelters are being put up in both temples to relieve the impact of
climatic weathering, mainly of solar radiation and rain. The study was
carried previous to the shelter building, in order to obtain main information on current cryptogamic communities and to assess the feasible changes due to the alteration of environmental conditions due to
the shelters.
The examined soils are occupied by permanent and seasonal communities. Ground soils are protected from trampling by visitors. We
gather data on species composition, distribution patterns, and habitat
and/or microhabitat preferences within both temples.
The total diversity of bryophytes and lichens recorded, until now, is
over 30 species. Liverworts are dominated by thallose species like
Petalophyllum ralfsii or Sphaerocarpos michelii, and several species of
the genus Riccia. Among the moss flora, the order Pottiales is notably
abundant along with species of Fissidentales and Bryales. Lichen flora
in ground soils is dominated by Collema species.
The mean species diversity is similar in both temples with just few
species only present in the Mnajdra temple. The relative composition
and abundance on species of bryophytes and lichens depend on environmental variables such as presence of soil crust, flooding period,
wall’s shading. Lichens predominate in hard soil communities whilst
bryophyte communities are more common on softener soils. Ephemeral communities thrived from November to March/April.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
LIQUENOLOGIA
Ecologia Funcional
e Modelação
ORAL
DATING RECENT DEGLACIATION IN TIERRA DEL FUEGO USING
TWO LICHEN SPECIES WITH VERY DIFFERENT GROWTH RATES
1
NOTAS:
1
L.G. Sancho, 2D. Palacios, 1T.G.A. Green & 1A. Pintado
Departamento de Biología Vegetal II, Facultad de Farmacia, Universidad
Complutense, Madrid, 28040 Spain. [email protected]
Departamento de Geografía Física, Universidad Complutense, Madrid 28040,
Spain.
2
The main goal of this study was to provide an accurate determination
of the annual growth rate of two key lichen species for lichenometric
studies in Tierra del Fuego. A secondary aim was to add to the information about glacier movements in the southernmost mountain range
of South America by dating the retreat of glaciers after the Little Ice
Age (LIA).The research was carried out on recent moraines in front of
the termini of two major glaciers, named Pia 1 and Pia 2 that are in
the East Arm of Pia Bay, a fiord off the Beagle Channel. Aerial photographs (scale 1:30,000, 1943 and 1:70,000, March 2001) from the
Aerial Photography Service of Chile’s air force and Landsat orthogeoreferenced images for 1990, 2000 and 2006 were the main resources used in dating. Lichenometric measurements were made at
selected localities by measuring maximum and minimum axes on the
largest 5 thalli of Rhizocarpon geographicum and Placopis perrugosa.
The termini of the Pia Glacier were at their most recent maxima in
1943 and have since retreated steadily leaving moraines that date
photographically to 2005. The growth rate of R. geographicum was
estimated from dated surfaces to be 0.63 mm y-1, and moraine ages
using this rate coincided closely with those from photographs. P. perrugosa had a mean growth rate of 10mm y-1 but grew faster when
young (up to 11.4 mm y-1), and slower when old. Both species had
an almost linear increase in radial size with distance form the glacier.
The very divergent growth rates of the two species allowed both
young and old moraines to be dated accurately. The rapid colonisation and growth of the lichens is mirrored by the higher plants especially by Nothofagus trees, which show an annual growth of 15 cm y1. The high abundance of nitrogen fixing organisms may explain this
active plant colonisation.
150
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
DIFFERENCES IN PHOTOSYNTHETIC PERFORMANCE OF
POPULATIONS OF LASALLIA HISPANICA (FREY) L. G. SANCHO &
A. CRESPO WITHIN AN ALTITUDINAL GRADIENT FROM SIERRA DE
GREDOS, CENTRAL SPAIN
LIQUENOLOGIA
Ecologia Funcional
e Modelação
ORAL
NOTAS:
M. Vivas, A. Pintado & L.G. Sancho
Departamento de Biología Vegetal II, Facultad de Farmacia, Universidad
Complutense, E-28040 Madrid, Spain. *Contact: [email protected]
Lasallia hispanica, a saxicolous lichen in the family Umbilicariaceae
(Lecanorales, Ascomycota) has a distribution restricted to medium to
high elevations in the Mediterranean area, growing on sunny siliceous
rocks from 1000 to 2500 m. a. s. l. Lasallia hispanica, as the rest of
members in Umbilicariaceae, is attached to the substrate by a central
umbilicus. Lasallia differs from Umbilicaria in its upper surface
densely pustulate and its 1-2 spored asci. Lasallia hispanica often
coexists with L. pustulata, the other species of this genus present in
the Iberian Peninsula, much more frequent, and differs from it by its
abundant black apothecia and its smaller size. This wide altitudinal
range entails very different microclimatic conditions in terms of irradiance, temperature, and hydrological regime that obviously affect the
physiology of this species. The aim of this work is to find out whether
the differences in altitude and its associated climatic conditions affect
photosynthetic performance in this single species. To that end, we
collected L. hispanica thalli from different populations following an
altitudinal gradient in Sierra de Gredos (Central Spain) in order to
carry out gas exchange measurements. Main photosynthetic optima
were identified under controlled conditions and light saturation curve
was produced for each population. We compared also the chlorophyll
content of the different localities and tried to explain the differences
founded.
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151
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
LIQUENOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
POSTER (L01)
NOTAS:
EL GÉNERO USNEA HILL EN EL PARQUE NATURAL DA
BAIXA LIMIA — SERRA DO XURÉS (ORENSE)
E. Araujo, E. Seriña & M.R. Arroyo
Departamento Biologia Vegetal I, Facultad de Biologia,
Universidad Complutense, 28040 Madrid. España. [email protected]
El Parque Natural da Baixa Limia – Serra do Xurés se encuentra situado en el SO de la provincia de Orense. Declarado Parque Natural en el
año 1993, alberga una superficie de 20.920 ha y tiene continuidad
natural en Portugal con el Parque Nacional de Peneda-Gerés, con el
que forma un espacio protegido de gran amplitud e importancia en el
contexto del noroeste peninsular. El parque se articula en torno a una
serie de estribaciones de sustrato granítico, con altitudes desde 300 a
1.500 m. Debido a las dos regiones biogeográficas que se dan cita en
este parque, la variedad en la vegetación es muy elevada. Así, bosques caducifolios de robles y abedules alternan con formaciones perennifolias con alcornoques o madroños.
La taxonomía de Usnea es muy compleja debido a la plasticidad de
sus caracteres morfológicos, por lo que actualmente la identificación
de las especies del género se basa en la combinación de caracteres
tanto morfológicos como anatómicos y químicos (Azami et al. 2004;
Clerc 2006; Clerc & May 2007; Fos & Clerc 2000; Herrera–Campos et
al. 2001; Tõrra & Randlane 2007).
Este trabajo está basado en un total de 200 especímenes recolectados en 6 localidades del Parque y sobre diferentes sustratos, tanto
epífitos sobre diferentes forófitos como saxícolas y muscícolas.
Todas las muestras se han estudiado desde el punto de vista morfológico, anatómico y químico. Se han calculado las medidas relativas del
córtex, médula y eje (CMA) (Clerc 1984) y el número total de muestras ha sido analizado químicamente por TLC (Orange et al. 2001).
Los especímenes estudiados se han asimilado a 16 especies: Usnea
ceratina Ach., U. cornuta Körb., U. esperantiana P. Clerc, U. aff. filipendula Stirt., U. flammea Stirt., U. florida (L.) F.H. Wigg., U. fragilescens Hav. ex Lynge, U. fulvoreagens (Räsänen) Räsänen, U. glabrescens (Nyl. ex Vain.) Vain., U. hirta (L.) F.H. Wigg., U. rubicunda
Stirt., U. subfloridana Stirt., U. substerilis Motyka, U. wasmuthii
Räsänen, U. wirthii P. Clerc y Usnea sp.
De estas especies, 11 han resultado químicamente uniformes y 5 han
mostrado variabilidad química intraespecífica: Usnea cornuta, U. esperantiana, U. filipendula, U. fragilescens y U. wasmuthii.
Los taxones más abundantes y frecuentes han sido U. cornuta, U.
flammea y U. wirthii, siendo los más escasos U. fragilescens, U. fulvoreagens, U. glabrescens, U. hirta y U. substerilis.
Trabajo financiado por el Proyecto de Investigación del Ministerio de Educación
y Ciencia CGL2007-066734-C03-01/BOS
Referencias
Azami, N., Seriñá, E. & Arroyo, R. 2004. The Usnea species of Morocco in R.–G.
Werner´s Herbarium. The Bryologist 107(2): 180–188.
Clerc, P. 1984. Contribution a la révision de la systématique des Usnées
(Ascomycotina, Usnea) d´Europe. I. – Usnea florida (L.) Wigg. emend. Clerc.
Cryptogamie, Bryologie et Lichénologie 5: 333–360.
Clerc, P. 2006. Synopsis of Usnea (lichenized Ascomycetes) from the Azores
with additional information on the species in Macaronesia. Lichenologist 38 (3):
191–212.
Clerc, P. & May, P.F. 2007. Usnea flammea (Lecanorales) new for North America. The Bryologist 110 (1): 126–128.
Fos, S., & Clerc, P. 2000. The lichen genus Usnea on Quercus suber in Iberian
cork–oak forest. Lichenologist 32 (1): 67–88.
152
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
Herrera–Campos, M. A, Nash III, T.H. & Zambrano García, A. 2001. Preliminary
Study of the Usnea fragilescens Aggregate in Mexico. The Bryologist 104 (2):
235–259.
Orange, A., James, P.W. & White, F.J. 2001. Microchemical methods for the
identification of lichens. British Lichen Society.
Tõrra, T. & Randlane, T. 2007. The lichen genus Usnea (lichenized Ascomycetes, Parmeliaceae) in Estonia with a key to the species in the Baltic countries.
Lichenologist 39 (5): 415–438.
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153
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
LICHENISED AND LICHENICOLOUS FUNGI FROM THE PITIÜSES
ARCHIPELAGO (EIVISSA, FORMENTERA, SA CONILLERA AND
ES VEDRÀ), BALEARIC ISLANDS, SPAIN
LIQUENOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
POSTER (L02)
1
NOTAS:
V. Atienza, 2V. Jiménez Rico, 3E. Araujo, 3M.R. Arroyo, 3A.R.
Burgaz, 4G. Figueras, 4A. Gómez-Bolea, 4 N. Hladun,
4
X. Llimona, 4E. Llop, 5M.E. López de Silanes, 6B. Marcos-Laso,
7
I. Pérez-Vargas, 3R. Pino, 3E. Seriñá & 8A. Terrón
1
Departament de Botànica, Facultat de Cièncias Biològiques, Universitat de
València, c/ Doctor Moliner 50, 46071 Burjassot, València, Spain, e-mail:
[email protected] 2Departamento de Biología Vegetal II, Facultad de
Farmacia, Universidad Complutense, 28040 Madrid, Spain, e-mail:
[email protected] 3Departamento de Biología Vegetal I, Facultad de Biología,
Universidad Complutense, 28040 Madrid, Spain. 4Departament de Biología Vegetal (Botànica), Facultat de Biología, Universitat de Barcelona, Avgda. Diagonal
645, 08028 Barcelona, Spain. 5Departamento de Ingeniería de los Recursos Naturales y Medio Ambiente, E.U.I.T. Forestal, Universidade de Vigo, Campus A
Xunqueira, 36005 Pontevedra, Spain. 6Departamento de Botánica, Facultad de
Farmacia, Campus Universitario Miguel de Unamuno, 37007 Salamanca, Spain.
7
Departamento de Biología Vegetal (Botánica), Facultad de Farmacia, Universidad
de La Laguna, c/ Astrofísico Sánchez s/n, 38071 La Laguna, Tenerife, Spain.
8
Departamento de Biodiversidad y Gestión Ambiental (Botánica), Facultad de
Ciencias Biológicas y Ambientales, Campus de Vegazana s/n, 24071 León, Spain.
The SEL Society (Spanish Lichenology Society) within the Iberian
Lichenological Flora Project framework organises biannual lichen collecting field trips in The Iberian Peninsula and the Balearic Islands. In
September 2008 the selected location was the Illes Pitiüses. The
Balearic Islands include the Pitiüses Archipelago which is formed by
Ibiza (Eivissa) and Formentera Islands and numerous isles. Calcareous rocks, limestone dolomite and marl strata are common substrata.
Climate is typically Mediterranean with a dry ombroclimate (400 mm
mean annual rainfall) and marked sea influence. Trees and shrubs
include Pistacia lentiscus, Juniperus phoenicea, Pinus halepensis and
Quercus coccifera which are characterised by Cneorum tricocon to
form communities belonging to Cneoro-Pistacietum lenticii. The highest locality is Sa Talaia (475 m) in Eivissa. Previous data on lichens in
the Pitiüses Islands are scarce. Klement’s synopsis (Nova Hedwigia 9:
435-501. 1965) stands out and includes flora, vegetation and 141
lichen species (Eivissa 125, Formentera 44, Tagomago 28 and Sa
Conillera 1).
Here we present the results obtained from the field collections in 12
localities: 6 on the Illa de Eivissa, 3 on Formentera, 2 on Sa Conillera
and 1 on Es Vedrà. The preliminary checklist for the Illes Pitiüses contains 320 lichen and lichenicolous fungus species of 56 genera. Muelerella lecanactidis Diederich & van den Boom is a new record for
Europe. For the Balearics, we consider 20 taxa new records. For Illes
Pitiüses, 159 species are new of which 140 are new for Eivissa Island,
and 76 taxa for Formentera, 64 for Sa Conillera (La Conejera) and 29
for Es Vedrà.
The best represented genera are Caloplaca (32), Lecanora (17), Opegrapha (15), Verrucaria (15) and Cladonia (12) and the best thallus
types are crustose (74%) as opposed to squamulose (8%), foliose
(8%), fruticose (7%) and dimorphic (3%). The highest locality, Sa
Talaia proved to be the richest in foliose, fruticose and dimorphic lichens than the others located near the sea where crustaceous lichens
abound as the climate is drier and given the sea winds influence.
Acknowledgements: CICYT CGL2007-66734-C03-01 project; Josefina Martín
Ferreira (Govern de les Illes Balears as director of Espais de Natura Balear) and
the directors of the two Ibiza Natural Parks Mariana Viñas Torres and Paula
Governa for their facilities during the field trips, also to our good friends Miguel,
Oscar and Jaime.
154
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
LICHENS AS BIOMONITORS OF RADIONUCLIDES FROM
INDUSTRIAL SOURCES
1
S. Augusto, 1C. Branquinho, 2F. P. Carvalho, 2J.M. Oliveira
& 2M. Malta
1
University of Lisbon, Faculty of Sciences, Centre for Environmental Biology
(CBA); FCUL, Campo Grande, C2, Piso 5. 1749-016 Lisboa, Portugal. 2Nuclear
and Technological Institute, Department of Radiological Protection and Nuclear
Safety, E.N. 10, 2686-953 Sacavém ([email protected])
LIQUENOLOGIA
Monitorização
Ambiental
POSTER (L03)
NOTAS:
Lichens have been shown to be good biomonitors of heavy metal [1] and
of organic compounds such as PAHs and PCDD/Fs from several industrial
and urban sources [2,3]. Moreover the use of living organisms will help
us on the understanding of the effects of the biotransformation processes
which are particularly important in determining the pollutants persistence, availability, bioaccumulation and toxicity. Lichens have also been
used to monitor atmospheric deposition of radionuclides mainly associated with Chernobyl accident and with the Kosovo conflict, due to the
impact of depleted uranium.
Radionuclides are of great concern to the environment and to human
health. Industrial emissions especially those that burn coal might be a
source of some radionuclides. In this work we propose to use lichens to
biomonitor the contamination produced by an industrial area located in
Sines, SW of Portugal. This region encompasses several important industrial facilities established since the late 1970’s: a coal-fired power station,
an oil refinery, a chemical plant and, more recently, an industrial landfill
as well as many other smaller industries, mainly based on the transformation of oil products. Moreover, urban development has recently increased. For that purpose, 6 lichen samples of the species Parmotrema
hypoleucinum (Steiner) Hale were collected at a number of sites in a
transect of 8 km starting on the industrial area that extended along the
prevailing direction of winds. The lichen P. hypoleucinum was selected
because it is ubiquitous and tolerates a variety of land-uses, such as urban, industrial, forestry and also background areas. The sample collection
was made mainly from branches and trunks of trees and lichens were
packed in brown glass bottles, protected from sunlight and immediately
stored at 4ºC. Following complete acid digestion and radiochemical separation of radioelements, the collected lichen samples were analysed for
238U, 235U, 234U, 230Th, 226Ra, 210Po, and 232Th by alpha spectrometry [4]. Moreover for source apportionment of the radionuclides in
lichens other pollutants (heavy metals, PAHs, sulphur and nitrogen) were
also investigated in order to confirm the origin of atmospherically deposited pollutants [5]. The results showed that, in general, the studied radionuclides significantly decrease with increasing distances from the industrial area, in particular 238U, 234U and 226Ra. However 232Th increased with increasing distance from industrial area showing that these
industrial sites were not the source of this radionuclide. Similar patterns
between 210Po and 238U where gaseous SO2 were found, suggestion
similar origins. The relative impact of resuspended soil on the levels of
radionuclides present in lichens is further discussed.
References
[1] Branquinho, C. 2001. In: Prasad MNV, editors. Metals in the environment:
analysis by biodiversity. New York: Marcel Dekker :117-158.
[2] Augusto, S., Pereira, M.J., Soares, A. & Branquinho, C. 2007. International
Journal of Hygiene and Environmental Health 210: 433-438
[3] Augusto, S., Catarino, F. & Branquinho, C. 2007. Science of the Total Environment 377: 114-123.
[4] Carvalho, F.P. & Oliveira, J.M. 2007. Journal of Radioanalytical and Nuclear
Chemistry 274: 167-174.
[5] Pinho, P., Augusto, S., Martins-Loução, M.A., Pereira, M.J., Soares, A.,
Máguas, C. & Branquinho, C. 2008. Environmental Pollution 154: 380-389.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
LIQUENOLOGIA
Monitorização
Ambiental
POSTER (L04)
NOTAS:
MICROCLIMATIC MEASUREMENTS IN ANTARCTIC AND
SUBANTARTIC REGIONS
¹J.M. Blanquer, ¹A. Pintado, ¹J. Raggio, ²B. Schroeter
& ¹L.G. Sancho
¹ Departamento Biología Vegetal II Fac. Farmacia, Universidad Complutense de
Madrid E-28040. España. ² Botanisches Institut , Universität Kiel,
Olshausentraβe 40,D-24098 Kiel, Germany
The objective of this research is to determine the factors that control
the activity and productivity of lichens in Antarctic (South Shetland
Islands) and Subantarctic (Tierra del Fuego) regions and to discriminate the role of micro- and macroclimate in the lichen vegetation.
This was achieved by establishing a comparison between both localities by mean of two continuously measuring microclimatic stations
operating with the same species, the fruticose lichen Usnea aurantiaco-atra, during one year. In this study we show the results obtained during the year 2008 in both stations of the following parameters: Photosynthetic Photon Flux Density (PPFD), air relative humidity
and thallus temperature. Values were measured every two minutes
and the average recorded every 15 minutes. Additional air temperature, PPFD and air relative humidity sensors were used to measure
the climatic conditions of these localities.
156
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
EL GÉNERO PLACYNTHIUM (HONGOS LIQUENIZADOS) EN LA
PENÍNSULA IBÉRICA
A. R. Burgaz & L. Mauro
Departamento de Biología Vegetal I, Facultad de Biología, Universidad
Complutense de Madrid. España. [email protected]
LIQUENOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
POSTER (L05)
NOTAS:
El género Placynthium es un liquen saxícola que tiene preferencia por
los substratos básicos. Se caracteriza por poseer talos crustáceos
epilíticos, que forman rosetas de color pardo oliváceo, a veces, muy
obscuras. En algunas especies aparece un hipotalo azul obscuro casi
negro, muy conspicuo. Posee apotecios con desarrollo hemiangiocárpico, sin excípulo talino. Presenta ascósporas hialinas simples o con
un número variable de septos. Liqueniza con cianobacterias pertenecientes a los géneros Dichotrix o Scytonema. La presencia en la
península Ibérica está refrendada por 11 especies (Hladun & Llimona
2002-2007). Se aportan los datos del grupo de especies con lóbulos
filiformes, y se amplían los que teníamos del grupo de Placynthium
nigrum (Burgaz et al. 2002).
Han sido revisados 300 especímenes procedentes de los herbarios
BCC, GZU, LEB, LISU, MA-lichen, MACB, MUB, PO, SANT, VAB, junto
con las nuevas recolecciones efectuadas. Se ha realizado una revisión
de los caracteres morfológicos. Se aporta clave de identificación y los
mapas de distribución peninsulares.
El grupo de Placynthium nigrum caracterizado por poseer rosetas
continuas y un hipotalo negro azulado más o menos conspicuo, está
representado por P. dolichoterum (Nyl.) Trevis., P. garovaglioi (A.
Massal.) Malme, P. hungaricum Gyeln., P. nigrum (Huds.) Gray, P.
tantaleum (Hepp) Hue y P. tremniacum (A. Massal.) Jatta. Otro conjunto de especies presenta también rosetas continuas, pero con lóbulos filiformes y carecen de un hipotalo conspicuo. Estas son: P. asperellum (Ach.) Trevisan, P. filiforme (Graov.) M. Choisy y P. pannariellum (Nyl.) H. Magn. Hay un tercer grupo de especies, que también
tienen lóbulos marginales, pero crecen formando semicírculos muy
característicos, como son P. lismorense (Nyl. ex Cromb.) Vain. y P.
subradiatum (Nyl.) Arnold. El número de especies se aproxima a los
datos aportados por Jørgensen (2007) y Czeika & Czeika (2007), que
reportan 12 especies para Escandinavia y 15 especies para centroeuropa respectivamente.
P. nigrum y P. subradiatum son las especies más frecuentes y abundantes, aunque ambas tienen requerimientos ecológicos muy diferentes. P.
nigrum crece sobre rocas próximas al suelo donde se mantiene por más
tiempo la humedad. Mientras que P. subradiatum crece en rocas extraplomadas y con la superficie muy lisa, siempre en orientación norte.
Trabajo financiado con el Proyecto CGL2007-66734-C03-01/BOS. Ministerio de
Educación y Ciencia.
Referencias
Burgaz, A. R., Rodríguez de Lope, I. & Martínez, I. 2002. The Placynthium nigrum group in the Iberian peninsula. Cryptogamie, Mycol. 23: 367-375.
Czeika, H. & Czeika, G. 2007. Placynthium in den Alpen und Karpaten sowie in
benachbarten Gebieten. Herzogia 20: 29-51.
Hladun, N. & Llimona, X. 2002-2007. Checklist of the lichens and lichenicolous
fungi of the Iberian Peninsula and Balearic Islands. http://botanica.bio.ub.es/
checklist/ checklist.htm
Jørgensen, P. M. 2007. Placynthiaceae. Nordic Lichen Flora 3: 134-142.
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
157
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
DISTRIBUIÇÃO POTENCIAL DAS ESPÉCIES DE COLLEMA
NA PENÍNSULA IBÉRICA
LIQUENOLOGIA
Ecologia Funcional
e Modelação
POSTER (L06)
NOTAS:
1
1
P. Carvalho1 & 2R. Figueira
Jardim Botânico, Museu Nacional de História Natural, Rua da Escola
Politécnica, 58, 1250-102 Lisboa, Portugal ([email protected]).
2
Instituto de Investigação Científica Tropical, Jardim Botânico Tropical,
Trav. Conde da Ribeira, 9, 1300-142 Lisboa, Portugal
Os modelos baseados nos nichos ecológicos são ferramentas muito
úteis na predição da distribuição potencial das espécies. Nas últimas
duas décadas, estes modelos têm sido utilizados com maior frequência na avaliação de risco ambiental ou em estudos sobre os impactos
das mudanças climáticas na biogeografia de espécies.
O género Collema, representado na Península Ibérica por 32 espécies
(32 em Espanha e 28 em Portugal), ocorre na maioria do território
ibérico desde o nível do mar até aos 3000 m de altitude, sobre os
mais diversos tipos de substrato. A frequência, o tipo e o número de
espécies que se observam em cada local dependem das condições
ambientais existentes e das amplitudes ecológicas das espécies.
O objectivo principal deste trabalho consistiu em analisar a distribuição potencial de cada uma das espécies, visando a conservação da
diversidade e de modo a seleccionar futuras áreas de prospecção.
O estudo sobre a ecologia das espécies de Collema na Península Ibérica foi baseado quer nos dados obtidos durante as colheitas de campo e nas informações contidas na etiqueta de herbário, quer em
dados ambientais e estacionais que se adicionaram posteriormente.
Para muitos exemplares de herbário foi necessário proceder à sua
georeferenciação, porque não existia ou não estava correcta. Durante
o presente estudo foram examinados 3500 espécimes de Collema da
Península Ibérica, dos quais 1500 são material de herbário e 2000
resultado de colheitas de campo, em mais de 900 locais da Península.
Para além das variáveis estacionais, como a altitude, longitude e latitude (em formato de coordenadas rectangulares), outras foram incluídas, relativas ao tipo e uso do solo e ao clima, num total de 30 variáveis.
Todas as variáveis foram processadas com recurso a um sistema de
informação geográfica, do que resultou uma matriz de dados ambientais, posteriormente cruzada com os dados de presença das espécies
através de análise multivariada.
Com o objectivo de seleccionar as variáveis que condicionam a distribuição das diferentes espécies de Collema na Península Ibérica, foi
efectuada numa primeira fase a Análise Factorial de Correspondências
Múltiplas.
Para a produção da cartografia da distribuição potencial existe um
conjunto de métodos que produzem modelos, com base no princípio
de nicho ecológico. Um destes métodos foi implementado no programa Maxent, versão 2.3. A avaliação da robustez do modelo de cada
espécie foi efectuada com recurso à análise do gráfico Receiver Operating Characteristic. A validação dos modelos foi efectuada com os
dados bibliográficos de Degelius e dados de campo que não foram
incluídos na modelação.
Os modelos da distribuição potencial das espécies permitem identificar áreas onde poderão existir falhas actuais de inventariação, evidenciando a importância de futuros estudos florísticos em diversas
áreas de Espanha, nomeadamente nas zonas calcárias do centro de
Espanha, nos Pirinéus e nas Cadeias Catalãs, na medida em que
revelaram elevada probabilidade de aí ocorrerem diversas espécies de
Collema. Para além disso, e para futuras modelações da distribuição
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
de espécies raras, confirmou-se a importância de anotar as ausências
em trabalhos de campo.
Os modelos da distribuição potencial obtidos neste trabalho poderão
servir de base a estudos sobre o efeito das alterações climáticas da
Península Ibérica no género Collema. As espécies terrícolas, nomeadamente C. tenax e C. crispum são, em muitas áreas da Península,
dos taxa mais abundantes nas comunidades das crostas do solo, contribuindo para a sua formação e estabilidade. Como tal, o conhecimento dos efeitos das alterações do clima, principalmente da temperatura e precipitação, na abundância e distribuição destas espécies
será particularmente importante na gestão de vastas áreas onde os
riscos da erosão são elevados.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
A RAPID AND COST-EFFICIENT DMSO-BASED METHOD FOR
ISOLATING DNA FROM CULTURED LICHEN PHOTOBIONTS
LIQUENOLOGIA
Ecologia Funcional
e Modelação
POSTER (L07)
NOTAS:
1
1
E.M. del Campo, 1A. del Hoyo, 1L.M. Casano,
2
F. Martínez-Alberola & 2E. Barreno
Dpto. de Biología Vegetal. Universidad de Alcalá. Edificio de Ciencias. Campus
Universitario. 28871 Alcalá de Henares, Madrid. 2Universitat de València,
ICBIBE, C/ Dr. Moliner 50, 46100-Burjassot, Valencia, CGL2006-12917-C02-00,
Prometeo 174/2008. Spain.
We have developed a simple and fast procedure for the purification of
PCR-quality DNA from cultured lichen photobionts. This new one-step
method uses the solvent dimethyl sulfoxide (DMSO) combined with
heat treatment to chemically breakdown algal and plant tissues. The
DMSO-DNA extracts may be directly precipitated and purified by standard techniques. Compared to other DNA extraction protocols, the
DMSO-based method suppresses the need for liquid nitrogen, any
extraction buffer, grounding, phenolization and long incubation or
centrifugation steps, thereby eliminating many opportunities by which
cross-contamination is most likely to occur. In addition, minimal
amounts of starting material produce sufficient amounts of purified
DNA either from liquid culture or individual algal cultures grown on
solid-state media, making it a practical option for colony screening.
This method works well in a wide range of cultured lichen photobionts
and reduces the amount of labor-intensive steps and time consumed
by other multi-step procedures, allowing for efficient processing of an
increased number of samples. This procedure for DNA extraction also
worked with both vascular (e.g. Malva sylvestris, Pelargonium zonale,
Petroselinum crispum) and non-vascular (e.g. Porella platiphylla,
Equisetum spp.) plants.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
APPLICATION OF IMAGING CHLOROPHYLL FLUORESCENCE
TECHNIQUES IN PHOTOSYNTHESIS MONITORING OF ISIDIA IN
PSEUDEVERNIA FURFURACEA AND PARMELINA TILIACEA
(PARMELIACEAE, LECANORALES, ASCOMYCOTA)
P. García Broncano, M. Vivas & L.G. Sancho
LIQUENOLOGIA
Ecologia Funcional
e Modelação
POSTER (L08)
NOTAS:
Departamento de Biología Vegetal II, Facultad de Farmacia,
Universidad Complutense, E-28040 Madrid, Spain
The recent development of macroscopic 3D fluorescence systems
allows observing the evolution of photosynthesis in real time and in
whole vegetal units, as little plants, leaves or mosses and lichens
thalli. This system increases extraordinarily the research possibilities
in fields such as pollution effect in plants, growth and senescence
processes, effects of parasites and pests, etc. In poikilohydric organisms it allows monitoring in real time the effect in photosynthesis of
whole thalli of moisturizing and drying.
In this work, we have applied this system to evaluate the photosynthesis of thalli of two lichen species: Pseudevernia furfuracea (L.)
Zopf and Parmelina tiliacea (Hoffm.) Hale, with special emphasis on
the photosynthetic performance of isidia, obtaining visual maps of
steady-state fluorescence yield (Ft) and quantum yield of photosystem II (ÖPSII).
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
FACTORS RULING THE DIVERSITY OF EPIPHYTE LICHENS IN AN
LIQUENOLOGIA
Monitorização
Ambiental
POSTER (L09)
URBAN ENVIRONMENT
1,2
1
NOTAS:
E. Llop, 1P. Pinho & 1C. Branquinho
Universidade de Lisboa, Faculdade de Ciências, Centro de Biologia Ambiental,
Bloco C2, 5º Piso, Campo Grande, 1749-016 Lisboa, Portugal.
2
Universitat de Barcelona , Departament Biologia Vegetal, Avda. Diagonal 645,
08028 Barcelona, Spain. [email protected]
Cities are not the most suitable environment for lichens, the emissions of pollutants by traffic, house heating, and near industrial areas
are the main causes of the impoverishment on lichen diversity. However, the extent of this pauperization depends on the size of the city,
its placement and the amount of pollutants emitted.
We have studied the epiphyte lichen flora of the city of Sines
(Portugal). The city is placed in the Atlantic coast of the Alentejo region. The main industrial areas are placed several kilometres away
from the city, and the main winds prevent the arrival of industrial
pollutants to the city, therefore main pollutant sources are traffic and
domestic use of fuels. Because of its placement, the marine aerosols
are a factor to be considered when analyzing the factors affecting the
lichen diversity.
The lichen diversity has been analyzed in terms of lichen diversity
values (LDV) and total species richness (TSR). 78 trees have been
examined, for each tree bark roughness, bark pH, and location have
been considered. Four different kind of location have been differentiated: residential, park, traffic and open areas. All the lichens present
in trunks: crustose, foliose and fruticose, have been used to calculate
LDV and TSR. LDV methodology follows Asta et al. (2002). TSR was
obtained between 50 cm and 200 cm above ground.
The study brought out 30 species of epiphyte lichens from the surveyed areas of Sines. However, the TSR of each tree varies between
0 and 15 species, with a median of 6 species. LDV of trees ranges
between 0 and 107, with an average of 31.27 (±2.68). Both indicators correlated significantly and positively.
Epiphyte lichen diversity, expressed as LDV or TSR, correlates highly
significantly and negatively with bark pH, and significantly with bark
roughness and location of tree. In addition, bark pH is significantly
correlated with bark roughness. To elucidate which factor really affects lichen diversity, the univariate analyses of the variance reveals
that the main effect is due to location. Trees on traffic areas bear less
lichen species and have a higher pH than trees from other areas in
the city.
If we consider functional groups instead of total species, the incidence
of location is also notorious when considering functional groups
among the identified species. Traffic areas hold lower values, in terms
of LDV for each functional trait, than the remnant urban areas. On
the other hand, bark roughness has a significant effect in few groups,
such oligotrophic, hygrophytic or mesohygrophytic species, which are
more abundant on smooth bark than rugose one.
References
Asta, J., Erhardt, W., Ferretti, M., Fornasier, F., Kirschbaum, U., Nimis, P.L.,
Purvis, O.W., Pirintsos, S., Scheidegger, C., van Haluwyn, C. & Wirth, V. 2002.
Mapping lichen diversity as an indicator of environmental quality. In: Monitoring
with Lichens - Monitoring Lichens (P.L. Nimis, C. Scheidegger, P.A. Wolseley,
eds.). Nato Science Series. IV. Kluwer Academic Publishers, Dordrecht, pp.
273-279.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
SAXICOLOUS AND TERRICOLOUS LICHENS FROM THREE ROCK ART
CÔA VALLEY ARCHAEOLOGICAL PARK (PORTUGAL)
SITES OPEN TO PUBLIC VISIT AT THE
1
1
J. Marques & 2G. Paz Bermúdez
CIBIO, Universidade do Porto, Via Panorâmica, 36, 4150 Porto, Portugal.
[email protected]
2
E.U.E T. Forestal, Universidad de Vigo, Campus A Xunqueira,
E-36005 Pontevedra, Spain. [email protected]
LIQUENOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
POSTER (L10)
NOTAS:
Côa Valley Archaeological Park is a territory that extends for over 17
km on the cliff faces bordering the Côa River, and includes a complex
of 28 rock art sites dated from the Upper Paleolithic to the Iron Age.
These petroglyphs and associated protection zones were classified as
National Monument and included in the UNESCO’s World Heritage List
as one of the most significant archaeological sites in Europe.
The area is situated on the northern extremity of the Iberian Meseta
and is part of the Douro hydrographical basin. This region is characterized by particularly harsh conditions, that include a difficult topography and an extreme dry warm climate, with the temperature reaching over 45ºC in summer and very low precipitation. A large portion
of the territory is composed of metamorphic formations belonging to
the Schist-Greywacke Complex, which are frequently intercalated with
carbonate rocks. These peculiar conditions together with the fact that
no extensive lichenological studies have ever been carried out in the
area, make it one of the most appealing regions in the country for
biodiversity study purposes.
More than 2000 individual engravings have been identified so far, on
approximately 400 different rocky surfaces but little is known about
the weathering dynamics, both geological, biological or mechanical,
that affects their preservation (FERNANDES, 2004). The purpose of
this study is to collect information concerning the lichen flora colonizing these surfaces, which can be used as a baseline for a future study
on the role played by lichens on the deterioration of those schist engravings.
The preliminary list presented here is based on collections from the
three sites opened to public: Canada do Inferno, Penascosa and
Ribeira de Piscos.
Approximately forty species are reported in this study. The outcrop horizontal surfaces show a proliferation of nitrophilic species
such as Neofuscelia pulla (Ach.) Essl. and Xanthoparmelia
conspersa (Ehrh. ex Ach.) Hale. The predominantly vertical and
overhanging panel surfaces are colonized by Peltula euploca and
Caloplaca cf. irrubescens dominated communities, especially
when water and nutrients are more available from the horizontal
beds (LLIMONA & EGEA, 1985).
The more exposed, warm and dry surfaces are characterized by
the presence of Acarospora hilaris (Dufour) Hue and Acarospora
epithallina H. Magn., Caloplaca carphinea (Fr.) Jatta and Dimelaena oreina, closely resembling the communities described by
CRESPO et al. (1976) from similar areas in the Iberian Peninsula.
There is also a high representation of calcicolous species rarely
observed over siliceous rocks, probably associated with the already mentioned occurrence of carbonate rock intercalations
among the schist dominated outcrops. The peculiar natural conditions of the area favour the occurrence of some species with restricted distribution in the Iberian Peninsula, namely Squamarina
concrescens (Müll.Arg.) Poelt, Peltula patellata (Bagl.) Swinscow
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
et Krog and Toninia toepfferi (Stein) Navàs, reported here for the
first time in continental Portugal.
References
Crespo, A., Barreno, E. & Follman, G. 1976. Sobre las comunidades liquénicas
rupiculas de Acarospora hilaris (Duf.) Hue en la Peninsula Iberica, Anal. Inst.
Bot. Cavanilles, 33: 189-203.
Fernandes, A.P.B. 2004. O Programa de Conservação do Parque Arqueológico
do Vale do Côa: Filosofia, objectivos e acções concretas. Revista Portuguesa de
Arqueologia. Lisboa.
Llimona, X. & Egea, J.M. 1985. Las comunidades liquénicas de las superficies de
escorrentía de las rocas silíceas mediterráneas. Anales Jard. Bot. Madrid, 41
(2): 429-444.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
EL GENERO CALICIUM EN LA PENÍNSULA IBÉRICA
D. Muñiz & N.L. Hladun
Biologia Vegetal (Botànica) Universitat de Barcelona, Diagonal 645,
08028-Barcelona, España. [email protected]
El género Calicium fue descrito por Persoon (1794) e inicialmente
considerado dentro del extinto orden Caliciales y actualmente dentro
del Orden Lecanorales (Wedin & Tibell 1997), su posición taxonómica
parece estar íntimamente vinculada con el género Cyphelium (Tibell
2003) dentro de la familia Physciaceae (Wedin et al. 2002).
En este trabajo mostramos los resultados preliminares del estudio
combinado de los genes ITS nuclear y SSU mitocondrial, de un pequeño número de taxones. Dichos resultados parecen indicar que no
existen razones de peso para distinguir ambos géneros, y que éstos,
junto con los géneros de calicioides afines como Texosporium, Thelomma y Tholurna, forman un grupo dentro de las Physciaceae, cuyas
relaciones deberían ser estudiadas con más detenimiento.
El género Calicium, en el sentido más clásico, engloba más de cuarenta especies, de las cuales trece se encuentran en la Península Ibérica. En el trabajo que presentamos, ofrecemos una clave de identificación para dichas especies así como apuntes interesantes sobre su
morfología y ecología.
Calicium
Calicium
Calicium
Calicium
Calicium
Calicium
Calicium
Calicium
Calicium
Calicium
Calicium
Calicium
Calicium
Calicium
LIQUENOLOGIA
Sistemática
e Evolução
POSTER (L11)
NOTAS:
abietinum Pers.
adspersum Pers.
corynellum (Ach.) Ach.
denigratum (Vain.) Tibell
glaucellum Ach.
hyperelloides Nyl.
montanum Tibell
lentinculare Ach.
parvum Tibell
pinastri Tibell
quercinum Pers.
salicinum Pers.
trabinellum (Ach.) Ach.
viride Pers.
References
Persoon, C.H. 1794. Einige Bemerkungen über die Flechten: Nebst Beschreibungen einiger neue Arten aus dieser Familie der Aftermoose. Uster’s Annalen der
Botanick 7: 1-36.
Tibell, L. 2003. Tholurna dissimilis and generic delimitations in Caliciaceae inferred from nuclear ITS and LSU rDNA phylogenies (Lecanorales, lichenized Ascomycetes). Mycological Research 107 (12): 1403-1418.
Wedin, M., Baloch, E. & Grube, M. 2002. Parsimony analyses of mtSSU and
nITS rDNA sequences reveal the natural relationship of the lichen families Physciaceae and Caliciaceae. Taxon 51: 655-660.
Wedin , M. & Tibell, L. 1997. Phylogeny and evolution of Caliciaceae, Mycocaliciaceae and Sphinctrinaceae (Ascomycetes), with notes on the evolution of the
prototunicate ascus. Canadian Journal of Botany 75: 1236-1242.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
LIQUENOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
POSTER (L12)
NOTAS:
ESTUDIOS DE BIODIVERSIDAD LIQUÉNICA EN TRES ÁREAS
INEXPLORADAS DE CATALUÑA
D. Muñiz, X. Llimona et col.
Departament de Biologia Vegetal (Botànica), Universitat de Barcelona,
Av. Diagonal 645, 08028, Barcelona, España. email: [email protected]
Dentro del marco del proyecto del IEC “Biodiversitat Liquenològica de
Catalunya”, hemos realizado un estudio de los líquenes de, hasta la
fecha, tres localidades seleccionadas entre los cuadrados UTM de 10
x10 km de los que se tenían muy pocos o ningún dato sobre su flora
liquénica.
- Penya-segats de la Muga: Se presenta un catálogo de 105 taxones
entre líquenes y hongos liquenícolas, caracterizados, en su mayoría,
por colonizar afloramientos de conglomerados rojos de garumniense,
parecidos a los rodenos, pero de matriz más o menos carbonatada,
en un clima mediterráneo bastante húmedo y térmico. Destacamos
como especies de interés: Placidium adami-borosi, Buellia olivaceofusca y Caloplaca castellana, que son primera cita para la Península
Ibérica. También destaca la presencia de especies como Toninia tristis
y Psora vallesiaca, primeras citas para Cataluña.
- Les Garrigues: zona geográficamente comprendida entre Fulleda,
Senan, L’Espluga Calba y Els Omellons, limitada por la Vall de Vinaixa
y la Sierra de Viloví. Dentro de este estudio, presentamos un catálogo
de 135 taxones, entre líquenes y hongos liquenícolas, recolectados
sobre suelos carbonatados, afloramientos de arenisca calcárea o caliza de grano fino, o epífitos sobre Quercus faginea y otros forófitos, en
un clima seco. Aunque los efectos de la actividad agrícola y ganadera
banalizan significativamente la flora, son de destacar algunos hallazgos como Arthonia albopulverea, a 40 km más al interior de las localidades antes conocidas, Bilimbia sabuletorum, Buellia epigaea, Caloplaca dalmatica, C. lobulata, Catillaria atomarioides, C. endodesmia,
C. scotinoides, Megaspora verrucosa, Mycocalicium llimonae, esta vez
a gran distancia del litoral, Placidiopsis tenella, Placynthium anemoideum, Protoblastenia siebenhaariana, Rinodina malangica, Toninia
episema, etc.
- El Montgrí: Un primer contacto ha revelado el interés de los suelos
desnudos, someros, sobre afloramientos calizos, con costra superficial, en los que destaca la presencia de Acarospora schleicheri sensu
stricto y Diploschistes diacapsis, con interesantes especies terrícolas,
como Toninia toepfferi, Endocarpon pallidum, Lichenochora epifulgens
(parásita sobre Fulgensia). También interesantes son los paredones
calcáreos no soleados, en los que encontramos líquenes endolíticos
con Trentepholia (Porina aenea, P. oleriana, Petractis luetkemuelleri),
y Solenopsora olivacea, Hymenelia coerulea, etc. Entre los epífitos,
destacan Pertusaria dispar y Buellia punctiformis. Mycocalicium llimonae crece no sólo sobre piñas, su hábitat habitual, sino sobre ramas
muertas de pino albar, en posición óptima para recibir el rocío.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
PHYLOGENY AND BIOGEOGRAPHIC HISTORY OF A LICHEN SPECIES
COMPLEX WITH A DISJUNCTIVE DISTRIBUTION PATTERN INFERRED
FROM TWO RIBOSOMAL RDNA- AND ONE PROTEIN-CODING GEN.
M.A.G. Otálora, M. Prieto, I. Martínez, G. Aragón & M.C. Molina
Área de Biodiversidad y Conservación, Universidad Rey Juan Carlos, C/ Tulipán
s/n, 28933 Móstoles, Madrid, Spain
LIQUENOLOGIA
Especiação
e Biogeografia
POSTER (L13)
NOTAS:
Leptogium furfuraceum complex exhibits an intercontinental disjunction pattern. Populations of this complex are found in Western North
America, Southern South America, Africa, and Southern Europe. We
conducted a phylogenetic study to reconstruct the biogeographic history of this species complex. The phylogenetic analyses using nrITS,
nrLSU and RPB2 (RNA polymerase II second largest subunit) revealed
that the complex comprises four geographically restricted genetic
lineages. A sister relationship was found between populations from
the same Hemisphere, contrary to previous assumptions that relied
upon morphological and continental classification. The results suggest
that vicariance could explain the current distribution of this species
complex. It also supports the view that cryptic speciation is a common phenomenon among lichens. Finally, we used a Bayesian approach implementing a relaxed-Clock model to determine age of species divergence.
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
LIQUENOLOGIA
Ecologia Funcional
e Modelação
POSTER (L14)
NOTAS:
MEDULLAR ANATOMY IN UMBILICARIACEAE (ASCOMYCOTA), AN
PERSPECTIVES FROM A
ECOLOGICALLY INFLUENCED CHARACTER?
PHYLOGENETIC FRAMEWORK
S. Pérez-Ortega, M. Vivas, A. Crespo & L.G. Sancho
Departamento de Biología Vegetal II, Facultad de Farmacia, Universidad Complutense, E-28040 Madrid, Spain. Contact: [email protected]
Umbilicariaceae is a well-known foliose lichen family with world-wide
distribution. Species are mostly saxicolous in acidic rocks and they
are usually associated to moderate to high elevations in mountain
ranges. Easily recognized by its central umbilicus, Umbilicaria and
Lasallia, the two members of the family, also show a special set of
characters on which its taxonomy is based, e.g. apothecial types,
presence of rhizines or occurrence of thalloconidia. Among these
characters, medullar structure has been the focus of several studies,
discussing its value for the taxonomy of the group and also its importance from an ecophysiological point of view. Six different types of
medullar anatomy have been described for Umbilicaria and Lasallia:
i.e., crustulosa, decussata, deusta, havaasii, ruebeliana and vellea;
ranging from arachnoidal medulla (e.g. in U. havaasii) to scleroplectenchymatic (e.g. in U. ruebeliana). The importance of medullar
‘tissues’ in the water relations of the Umbilicaria species has been
long discussed in the literature, identificating two main strategies in
the uptake and retention of water: substrate-hygrophytic species (e.
g. U. spodochroa) and aero-hygrophytic species (e. g. U. decussata).
Substrate-hygrophytic species tend to have denser medullae, usually
rhizines and they retain water longer. Here we examine the evolution
and meaning of medullar types within a phylogenetic framework. For
this purpose, we produced a tree for the Iberian members of the family Umbilicariaceae by mean of Bayesian and ML inference based on
nuclear protein encoding regions and the internal transcriber spacer.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
SETTING UP THE CRITICAL LEVELS OF COPPER IN SEMI-ARID
AREAS USING LICHENS
P. Pinho, C. Máguas & C. Branquinho
Universidade de Lisboa, Faculdade de Ciências, Centro de Biologia Ambiental,
edifício C2, Piso5, sala 14, 1749-016 Lisboa, Portugal; [email protected]
LIQUENOLOGIA
Monitorização
Ambiental
POSTER (L15)
NOTAS:
Copper dispersion in the environment due to human activities such as
mining and transportation of ore influences nearby ecosystems due to
increased copper concentration. In southern Iberian Peninsula the
cork and holm-oak woodlands are a man- made ecosystem with high
conservation value, and may be affected by copper pollution. The
objective of this work was to establish which indicators can be used to
determine the ecosystem critical levels for copper, that is, the copper
concentration above which a change can be detected in the ecosystem. To do so we have used lichens, one of the ecosystem more sensitive organisms, as focal-organisms to detect the early-signs of cooper impact. We have sampled lichen diversity around a copper mine
in southern Portugal using standard methodologies from which we
calculated several lichen-diversity based indicators, including species
richness and abundance indexes (LDV), and also indicators based in
functional groups, such as growth form and eutrophication tolerance.
Additionally, in the same sites, we analysed copper concentration in
lichens thallus. We have then used geostatistics techniques to map
and analyze the spatial patterns of lichen diversity and Cu concentration, in a GIS. The results have shown that Cu was dispersed around
the mine in the direction of the prevailing winds. The impact of increased copper concentration could be detected up to a distance of
several Km as a decrease in lichen diversity and abundance. The
analysis of lichens functional groups revealed that fruticose species
were the most sensitive to increased copper concentrations. These
species could therefore be used to determine the earliest signs of a
change in the ecosystem and therefore be used to establish the critical levels of copper.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
LIQUENOLOGIA
Sistemática
e Evolução
POSTER (L16)
NOTAS:
REVISIÓN TAXONÓMICA DE CLADONIA SUBTURGIDA Y C. IBERICA
1
1
R. Pino-Bodas, 1A.R. Burgaz & 2M.P. Martín
Departamento de Biología Vegetal I, Facultad de Biología, Universidad
Complutense de Madrid. [email protected], [email protected]
2
Real Jardín Botánico de Madrid, CSIC. [email protected]
Cladonia subturgida Samp. y C. iberica Burgaz & Ahti, son dos especies terrícolas, caracterizadas por poseer el talo primario escuamuloso, muy desarrollado, y el talo secundario pocas veces presente. C.
subturgida descrita por Sampaio (1918), se caracteriza por contener
ácido fumarprotocetrárico y atranorina. Burgaz & Ahti (1994) la relacionaron con C. iberica Burgaz & Ahti, que presenta atranorina y ácido protoliquesterínico. Además, indicaron la necesidad de una revisión exhaustiva de la variabilidad de ambas especies en la península
Ibérica. Durante los muestreos posteriores llevados a cabo para el
desarrollo del Proyecto de Flora Liquenológica Ibérica, se han encontrado numerosos especímenes con morfología y química intermedia
(Burgaz & Ahti 2009). Nuestro objetivo es testar la independencia de
ambos taxones y establecer los límites entre ellos.
Se han estudiado 167 especímenes, incluido el material tipo de ambas especies. Se han realizado análisis morfológicos, químicos mediante TLC, y moleculares empleando tres marcadores, ITS rDNA,
rpb2 y mtLSU. Para la amplificación de estas regiones se utilizan los
pares de iniciadores ITS1F/ITS4, RPB25F/RPB27R y ML3A/ML4A respectivamente. El alineamiento de las secuencias obtenidas se realizó
mediante los programas SEQAPP y SE-AL v2.0. Los análisis filogenéticos se realizaron con el programa PAUP 4.0.b.10 (Swofford 2003) y
MrBayes (Huelsembeck & Ronquist 2001).
La combinación de los tres marcadores utilizados en este estudio genera un único clado monofilético para C. subturgida y C. iberica sugiriendo que ambos taxones deben ser tratados como coespecíficos. C.
subturgida presenta gran variabilidad morfológica y química. Se aportan nuevos datos a la descripción de C. subturgida aportada por Sampaio (1918). Las escuámulas del talo primario presentan un color que
varia de verde glauco a verde oliváceo en la cara superior, y de blanco hasta pardo violáceo en la cara inferior. Las escuámulas miden de
3-25 mm de largo x 2-5 mm de ancho. El grosor de la escuámula es
de 188-300 μm. El quimiótipo más frecuente es el que contiene ácido
protoliquesterínico y atranorina.
Trabajo financiado parcialmente con el Proyecto CGL2007-66734-C03-01/BOS.
Ministerio de Educación y Ciencia.
Referencias
Burgaz, A.R. & Ahti, T. 1994. Contribution to the study of the genera Cladina
and Cladonia in Spain II. Nova Hedwigia 59(3-4): 399-440.
Burgaz, A.R. & Ahti, T. 2009. Cladoniaceae. Flora Liquenológica Ibérica, 4. Sociedad Española de Liquenología. Madrid (en prensa).
Huelsenbeck, J., Ronquist, F. 2001. MrBAYES: Bayesian inference of phylogenetic trees. Bioinformatic 17: 754-755.
Sampaio, G. 1918. Contribuções para o estudo dos líquenes Portugueses. Ann.
Sci. Acad. Polytechn. Porto 13: 24-38.
Swofford, D.L., 2003. PAUP*: Phylogenetic analysis using parsimony (*and
other methods), Version 4.0b10. Sinauer Associates: Sunderland, MA, USA.
170
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XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
FOUR YEARS RECORDING ACTIVITY AND MICROCLIMATE OF
DIPLOSCHISTES DIACAPSIS IN THE TABERNAS DESERT (ALMERÍA)
1
1
A. Pintado, 1L.G. Sancho, 1T.G.A. Green, 1J.M. Blanquer
& 2R. Lázaro
Biología Vegetal II, Universidad Complutense de Madrid, 28040 Madrid, Spain.
Estación Experimental de Zonas Áridas, Consejo Superior de Investigaciones
Científicas, General Segura, 1, 04001 Almería, Spain.
LIQUENOLOGIA
Ecologia Funcional
e Modelação
POSTER (L17)
NOTAS:
2
Diploschistes diacapsis is the dominant lichen in the biological soil
crust covering Tabernas Desert badlands. This area in southeast of
Spain is the driest of Western Europe with a mean annual precipitation of about 240 mm. As part of a Project focussing in the relationship between different types of water sources and different types
of biological soil crust we installed a monitoring station of microclimate and activity of this species which have been running continuously for more than four years and continues nowadays. The aim was
to establish the main periods of activity during the year, water
sources and the annual productivity of this species which is considered crucial for soil stabilization, water retention and, consequently,
facilitation of vascular vegetation. The microclimatic measurements
comprise recording of the photosynthetic photon flux density (PPFD),
thallus and air temperature and relative air temperature both at
ground level and one meter above ground. Lichen activity was measured by chlorophyll fluorescence indicating quantum yield of photosystem II. This coupled with PPFD, gives the electron transport rate
(ETR) that is considered a productivity indicator. Data reveal that late
fall and winter were the most productive seasons although D. diacapsis was active all months except for summer. Strong differences in
microclimatic conditions were detected between active and inactive
periods being activity under natural conditions far from the physiological optimum obtained for the species in the laboratory. Conditions
under which the thalli are active resemble the ones of lichens from
temperate and cold regions. The calculation of ETR in the field together with the measurements of CO2 exchange in the laboratory
under different ranges of light, water content and temperature will
allow us to develop a model correlating ETR with growth rate.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
LIQUENOLOGIA
Ecologia Funcional
e Modelação
POSTER (L18)
MONI-DA: A NEW AND PROMISING ELECTRONIC SYSTEM FOR
LIVINGSTON ISLAND, SOUTH SHETLAND
ISLANDS, ANTARCTICA
LICHEN MONITORING ON
1
NOTAS:
1
J. Raggio, 1J.M. Blanquer, 2R. Gademann, 1T.G.A. Green,
1
A. Pintado, 1M. Vivas & 1L.G. Sancho
Departamento de Biología Vegetal II, Facultad de Farmacia, Universidad
Complutense, 28040, Madrid, Spain. E-mail: [email protected]
2
Gademann Instruments, Wurzburg, Germany.
Lichens are well known for their ability to withstand extreme environments. However, this resistance is often by avoidance, their poikilohydric lifestyle means that they are often dormant due to desiccation
when conditions are extreme. When they are active it is very likely
that the environmental conditions are much more moderate. Equipment that can continuously monitor both microclimate and lichen
potential photosynthetic activity allows us to separate active from
inactive habitat conditions.
We present details of a new monitoring system, the Moni-da
(developed with Gademann Instruments, and Walz GmbH, Germany)
that measures chlorophyll a fluorescence (including saturation pulse
giving yield and electronic transport rate), temperature and light for
four samples at a selected time interval and reports this to a server
by Iridium satellite phone, mobile phone or connection to a local Lan
network. The system is fully weather resistant and powered by a solar
panel. We will show data from a system that is now running on
Livingston Island, maritime Antarctica and recoding the activity of 3
samples of Usnea aurantiaco-atra and one of Umbilicaria antarctica.
The combination of metabolism and microclimate monitoring is a
powerful tool for understanding how much and how long lichens grow
and their adaptation to extreme conditions. The installation of more
plant monitoring systems in different parts of the world as continental
Antarctica and Navarino Island in Tierra del Fuego will give us a great
global perspective, opening very interesting research possibilities
such us predicting the effects of, and monitoring, climate change.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
LOS LÍQUENES EPIFITOS SEIROPHORA VILLOSA Y RAMALINA
TREBOUXIA Y SIMBIONTES
BACTERIANOS, EN LOS ECOSISTEMAS DUNARES DE
JUNIPERUS TURBINATA
LACERA COMPARTEN FOTOBIONTES DE
1
1
C. Royo, 1F. Martínez-Alberola, 3F. García-Breijo,
J. Reig-Armiñana, 1G. Salvà, 2E.M. del Campo & 1E. Barreno
LIQUENOLOGIA
Especiação
e Biogeografia
POSTER (L19)
NOTAS:
1
Universitat de València, ICBIBE -Jardí Botánic, C/ Dr. Moliner 50.
46100-Burjassot, Valencia, CGL2006-12917-C02-00, Prometeo 174/2008;
2
Department of Plant Biology, University of Alcalá, 28871-Alcalá de Henares
3
(Madrid); Dpto. Ecosistemas Agroforestales. U. Politécnica de Valencia. Camino
de Vera s/n. 46020-Valencia, Spain
Los líquenes fruticulosos Seirophora villosa (Ach.) Frödén y Ramalina
lacera (With.) J.R.Laundon coexisten en España, creciendo en las
ramas del pequeño árbol Juniperus turbinata Guss., en ecosistemas
dunares marítimos. En la literatura se dispone de datos contradictorios sobre la selectividad de los micobiontes con respecto a sus fotobiontes.
Seirophora villosa es un liquen con reproducción sexual que vive en
hábitats muy restringidos y está limitado a ecosistemas poco o nada
alterados. Ramalina lacera se reproduce por propágulos vegetativos y
tiene un área de distribución más amplia, siendo capaz de ocupar
otros tipos de hábitat.
En este trabajo se ha tratado de analizar -en ambas especies- el grado de selectividad de los fotobiontes en relación con el tipo de hábitat
y de distribución. En principio, se han caracterizado los simbiontes incluyendo los agregados bacterianos del córtex- con el uso de metodologías morfológicas, anatómicas y moleculares. Adicionalmente, se
han utilizado las pruebas de FISH para las comunidades bacterianas.
La identificación y variabilidad de los ficobiontes se ha llevado a cabo
mediante las secuencias de nucleótidos de las regiones nrITS nucleares y las LSU rDNA del cloroplasto (large subunit de rRNA).
Para tratar de poner de manifiesto la existencia de asociaciones especie-específicas entre los simbiontes fúngicos, algales y bacterianos, se
recolectaron diferentes poblaciones de estos líquenes, tanto en Baleares como en Almería. Con objeto de evaluar el grado de selectividad
de los micobiontes de S. villosa y R. lacera con respecto a sus ficobiontes, se han usado los nrITS tanto de hongos como de algas, amplificados a partir del ADN aislado de los talos recolectados.
Nuestros resultados, todavía preliminares, indican que tanto Seirophora villosa como Ramalina lacera podrían albergar la misma especie
de Trebouxia como ficobionte. Los análisis de las secuencias nucleares (nrITS) indicarían que se trata de la especie Trebouxia decolorans
Ahmadjian. Sin embargo, el análisis filogenético basado en las secuencias de cloroplastos (genes LSU rDNA y psbA) la separan como
un taxon diferente, aunque claramente relacionada con T. decolorans.
Se necesitarán estudios posteriores para llegar a comprender la compleja composición de simbiontes de estos líquenes en relación a las
respuestas ecofisiológicas de sus talos.
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XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
LIQUENOLOGIA
Ecologia Funcional
e Modelação
POSTER (L20)
NOTAS:
DIFERENCIAS FISIOLÓGICAS Y ESTRUCTURALES ENTRE LAS FORMAS
DE SOL Y DE SOMBRA DEL LIQUEN SEIROPHORA VILLOSA (ACH.)
FRÖDÉN
G. Salvà, F. Gasulla, F. Martínez-Alberola, C. Royo & E. Barreno
Universitat de València, ICBIBE -Jardí Botánic, C/ Dr. Moliner 50. 46100Burjassot, Valencia, CGL2006-12917-C02-01, Prometeo 174/2008, España.
La aclimatación de los líquenes a medios con diferente intensidad luminosa implica diferentes tipos de ajustes morfológicos y fisiológicos. Por
ejemplo, se ha demostrado que algunas modificaciones de la estructura
anatómica, como el incremento del grosor de la capa cortical, reducen
la intensidad luminosa que alcanza al fotobionte (Ertl, 1951; Büdel &
Lange, 1994; Unal et al. 2009). El contenido de clorofilas aumenta en
los líquenes de sombra, lo que se ha interpretado como una adaptación
encaminada a incrementar la absorción de luz por el aparato fotosintético (Tretiach & Brown, 1997; Sojo et al., 1997). Sin embargo, la información acerca de las posibles diferencias fisiológicas o las relaciones
funcionales que puedan existir entre la estructura del talo y la respuesta fisiológica entre formas de sol y de sombra en líquenes es muy escasa. El objetivo de nuestro estudio ha sido analizar las posibles diferencias fisiológicas y estructurales entre las formas de sol y de sombra del
liquen Seirophora villosa (Ach.) Frödén.
Los ejemplares de Seirophora villosa se recolectaron sobre Juniperus
turbinata en las localidades de Ses Salines d’Eivissa (Ibiza) y Es Caragol (Mallorca). Los talos de sol se recolectaron en ramas expuestas
directamente al sol y los de sombra en ramas del interior del arbolillo.
La actividad fotosintética fue calculada a través de mediciones de la
fluorescencia de la clorofila a (Cla). La concentración de los pigmentos fotosintéticos fue medida con un espectrofotómetro. La estructura
anatómica de los talos fue realizada mediante técnicas microscópicas
y de análisis de imagen.
Los talos de sol (SOL) y de sombra (SOM) muestran marcadas diferencias fisiológicas y estructurales. Las respuestas fotosintéticas de
las SOL reflejan una clara adaptación a los ambientes heliófilos, con
una mayor disipación no radiativa y un mayor punto de compensación. Además, las SOL muestran, con respecto a las SOM, un menor
rendimiento fotosintético máximo, que podría ser consecuencia de la
fotoinhibición por estrés fotooxidativo; al mismo tiempo, se observa
un elevado índice de feofitinización de la Cla, así como una menor
proporción de Ca/Cb, en relación a las muestras SOM. La concentración de pigmentos en los talos de sol y de sombra también parece
reflejar la plasticidad de S. villosa para adaptarse a estos diferentes
ambientes. En los talos SOM, la concentración de clorofilas a y
b siempre es más alta. Generalmente, una menor concentración de
clorofilas en las especies de sombra está relacionada con el incremento de la absorción de luz (Tretiach & Brown, 1997), o todo lo contrario, para reducirla cuando la irradiancia es excesiva (Sancho & Kappen, 1989; Unal et al. 2009). En nuestro estudio, esta mayor concentración de pigmentos en los talos de sombra está relacionada con un
incremento en la densidad de algas. Así mismo, los líquenes de sombra presentan una morfología más aplastada que les serviría para
incrementar la superficie de absorción de luz.
References
Ertl, L. 1951. Planta 39: 245-270.
Büdel, B. & Lange, O. 1994. Cryptogamic Botany 4: 262-269.
Tretiach, M. & Brown, D.H. 1997. Annals of Botany 75: 627-632.
Sojo, F., Valladares, F. & Sancho, L.G. 1997. The Bryologist 100: 171-179.
Sancho, L.G. & Kappen, L. 1989. Oecologia 81: 473-480.
Unal, D., Tuney, I., Esiz-Dereboylu & Sukatar, A. 2009. J. Photochemistry and
Photobiology B-Biology 94 (1): 71-76.
174
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XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
LICHEN COLONIZATION FOLLOWING GLACIER RETREAT IN
FROM THE LITLE ICE AGE TO THE
TROPICAL MEXICAN VULCAN.
PRESENT
1
L.G. Sancho, 2D. Palacios, 3J.J. Zamorano & 1A. Pintado
1
Departamento de Biología Vegetal II, Facultad de Farmacia,
Universidad Complutense, Madrid, 28040 Spain. [email protected]
2
Departamento de Geografía Física, Universidad Complutense,
Madrid 28040, Spain.
3
Instituto de Geografía, Universidad Autónoma de México, México DF.
LIQUENOLOGIA
Ecologia Funcional
e Modelação
POSTER (L21)
NOTAS:
Lichenometric studies related with glacier retreat have been mainly
carried out in polar regions and alpine extra tropical mountains. Very
few data are available from tropical mountains, which is serious constrain for understanding the colonization process following glacier
retreat in a global context. Transmexican Volcanic Belt offers a unique
opportunity of relative accessible high tropical mountains with an
amazing diversity of glacier systems. This work was carried out in
Iztaccíhualt Vulcan (19º10’20’’N, 98º38’30’’W, 5230 m asl), at the
central zone of the Transmexican Volcanic Belt and was kindly supported by the Universidad Nacional Autónoma de Mexico. This Vulcan
has kept quiet for thousands of years allowing the development of an
extensive glacier system and a rich lichen vegetation. After the end
of the Little Ice Age these glaciers has suffered a staidly retreat creating a sequence of moraine bands and erratic boulders ranging from
4600 m asl till 4930 m asl. Aerial photographs were the main resources used in dating. Lichenometric measurements were made at
selected localities by measuring maximum and minimum axes on the
largest 5 thalli of Rhizocarpon geographicum. An annual growth rate
of 0.21 mm was obtained for this species. All of the lichen species
found in this area were also recorded analyzing their abundance and
distribution through different transects. Results are compared with
those reported from other regions of the world.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
LIQUENOLOGIA
Ecologia Funcional
e Modelação
POSTER (L22)
NOTAS:
ECOPHYSIOLOGICAL AND ANATOMICAL DIFFERENCES BETWEEN
TERATOMORPHS OF CETRARIA ACULEATA
(SCHREBER) FR. (PARMELIACEAE, ASCOMYCOTA) IN CENTRAL
IBERIAN PARAMERAS
NORMAL SPECIMENS AND
M. Vivas, S. Pérez-Ortega, J. Raggio, & L.G. Sancho
Departamento de Biología Vegetal II, Facultad de Farmacia, Universidad Complutense, E-28040 Madrid, Spain.
*Contact: [email protected]
Steppe highlands are habitats characterised by their hard climatic
conditions for plant life, which highly determine their floristic contingents. Organisms must bear the heat and dryness of summers and
the extreme cold of winters. These conditions mean a barrier to many
species, and some of those adapted to these extreme environments
usually show morphological and/or structural changes. Parameras in
central Iberian Peninsula represent the westernmost example of
steppe climates in Europe. One of the species adapted to these special features is the lichen Cetraria aculeata, a terricolous lichen with a
worldwide distribution. Cetraria aculeata is a shrubby species, up to 5
cm tall, profusely branched, with concave, elongate pseudocyphellae.
It shows a considerable broad ecology, able to live in such a different
habitats as grasslands or rocky places, both siliceous and calcareous,
and from medium to high elevations. This wide ecological range includes the steppe highlands in the Iberian Peninsula. Here, the usual
morphological appearance of C. aculeata coexists with an abnormal
form, only known up to now from these extreme habitats. These teratomorphs have much larger thalli with broader lobes, and are much
less branched. Although a few intermediate specimens were found
during our surveys, it seems that these two morphotypes represent
independent populations coexisting in the same place. We made ecophysiological and anatomical measurements in order to characterize
and compare specimens of both morphotypes from three different
localities in central Spain. Our aim is to elucidate whether these morphological differences are related with photosynthetic performance
and could help to a better environmental adaptation.
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XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
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XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
PHALLUS MADERENSIS Y ASEROË RUBRA (PHALLALES,
BASIDIOMYCOTA), NOVEDADES PARA PORTUGAL Y ESPAÑA
F. D. Calonge, 2M.M. Sequeira, 3E. Rocha
& 4O. Requejo
1
1
4
Real Jardín Botánico, C.S.I.C., Plaza de Murillo, 2. 28014 Madrid, España.
E-mail: [email protected]
2
Universidade da Madeira, Depto. de Biologia, Funchal, Madeira, Portugal.
3
Associaão dos Amigos do Parque Ecológico do Funchal, Jardins do Monte,
9050-208 Funchal, Madeira, Portugal.
Grupo Micolóxico Galego, Calle Coruña, 12-2º A, 36470, Salceda de Caselas,
Pontevedra, España.
MICOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
ORAL
NOTAS:
Phallus maderensis Calonge, se encontró en la isla de Madeira, Portugal, viviendo en un talud de un bosque de laurisilva y fue publicado
como especie nueva para la ciencia recientemente (Calonge & al.,
2008). Se distingue y caracteriza por presentar indusio errupente,
basal, blanco, a partir de la cara interna de la volva, así como receptáculo rosado y volva de igual color. El pseudoestípite es blanco.
La gleba es de color negruzco y olor fétido. Es afín a P. rubrovolvatus,
pero éste presenta indusio colgante, receptáculo blanco y volva roja.
Aseroë rubra Labill., se ha encontrado en la provincia de Pontevedra,
España, viviendo en tierra bajo Castanea sativa y Quercus rubra
(Calonge, 2009; Calonge & Requejo, 2009). Se diferencia por presentar un basidioma que emerge a partir de un primordio ovoide, blanco,
con un pseudoestípite cilíndrico de color púrpura que termina en un
receptáculo estrellado constituido por 4-6 brazos bífidos, de color
púrpura violáceo o rojizo. La gleba es de color verdoso oscuro, maloliente, se sitúa en el centro del receptáculo. Es un hongo cuyo origen
geográfico está en nuestras antípodas, Tasmania, Australia, Nueva
Zelanda, pero actualmente presenta una distribución pantropical. El
cambio climático ha propiciado su presencia en Inglaterra (Spooner,
1994) y ahora lo hemos encontrado en el NO de España, siendo ésta
la segunda cita para Europa.
Referencias
Calonge, F.D. 2009. Guía de bolsillo para el buscador de setas. Ed. MundiPrensa. 158pp.
Calonge, F.D. & Requejo, O. 2009. Aseroë rubra (Phallales), a new record for
Spain. Micol. e Veget. Mediterranea (en prensa).
Calonge, F.D., Sequeira, M. M., Freitas, T., Rocha, E. & Franquinho, L. 2008.
Phallus maderensis sp. nov., found in Madeira, Portugal. Bol. Soc. Micol. Madrid
32: 101-104.
Spooner, B.M. 1994. Aseroë rubra at Oxshott. Mycologist 8: 153.
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XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
MICOLOGIA
Sistemática
e Evolução
ORAL
NOTAS:
RE-EVALUACIÓN DE LAS ESPECIES DE SAPROLEGNIALES
(OOMICETES) INVOLUCRADAS EN LA CONSERVACIÓN DE ANIMALES
ACUÁTICOS AMENAZADOS
J. Diéguez-Uribeondo & M.P. Martín
Departamento de Micología, Real Jardín Botánico CSIC. Madrid
El orden Saprolegniales (Cromista, Oomicota) contiene un grupo de
organismos que viven en hábitats acuáticos o terrestres húmedos,
que se caracterizan por tener hifas no-tabicadas, y por formar zoosporas biflageladas. Dentro de los Oomicetes, el orden Saprolegniales
es uno de los grupos menos investigado. Sin embargo recientemente,
el estudio de su sistemática y evolución ha experimentado un creciente interés debido a su influencia en la conservación de especies acuáticas de animales amenazados, como anfibios, crustáceos y peces
(Blaustein et al., 1994; Diéguez-Uribeondo et al., 2007, 2009; Van
West, 2006; Phillips et al., 2008). El conocimiento sobre biología,
sistemática y evolución de especies Saprolegniales involucradas en el
declive de poblaciones de animales acuáticos amenazados (por ejemplo, anfibios, cangrejos de río y salmónidos), es limitado y preliminar.
Los principales problemas en el estudio de los Saprolegniales son: (i)
la dificultad en la identificatión a nivel de especie, (ii) el escaso número de especies descritas, (iii) la falta de aplicación de nuevas técnicas
de microscopía y moleculares, y (iv) el escaso número de estudios
filogenéticos. En este trabajo presentamos un resumen de los recientes avances en los estudios taxonómicos y filogenéticos en los géneros Saprolegnia y Aphanomyces. La resolución de estos grupos
taxonómicos y el establecimiento de caracteres claros para su identificación son claves en estudios de conservación y manejo de estas especies amenazadas.
Referencias
Blaustein, A.R, Hokit, D.G., O'Hara, R.K. 1994. Pathogenic fungus contributes to
amphibian losses in the Pacific Northwest. Biol. Conserv. 67:251-254.
Diéguez-Uribeondo, J., Fregeneda-Grandes, J.M., Cerenius, L., Pérez-Iniesta,
E., Aller-Gancedo, J.M., Tellería, M.T., Söderhäll, K., Martín, M.P. 2007. Reevaluation of the enigmatic species complex Saprolegnia diclina-S. parasitica
based on morphological, physiological and molecular data. Fungal Gen. Biol. 44:
585-601.
Diéguez-Uribeondo. J., García, M.A., Cerenius, L., Kozubíková, E., Ballesteros,
I., Windels, C., Weiland. J., Kator, H., Söderhäl,l K., Martín, M.P. 2009. Phylogenetic relationships among plant and animal parasites, and saprobionts in
Aphanomyces (Oomycetes). Fungal Gen. Biol. 46: 365-376.
Phillips, A.J., Anderson, V.L., Robertson, E.J., Secombes, C.J., van West, P.
2008. New insights into animal pathogenic Oomycetes. Trends Microbiol. 16:
13-19.
Van West, P. 2006. Saprolegnia parasitica, an oomycete pathogen with a fishy
appetite: new challenges for an old problem. Mycologist 20:99-104.
180
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XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
HONGOS CORTICIÁCEOS DE ISLAS OCEÁNICAS
(HTTP://WWW.RJB.CSIC.ES/CORTICIOIDFUNGI)
1
M. Dueñas, 1M.T. Tellería, 2E. Beltrán-Tejera, 3J. Cardoso,
1
M.P. Martín, 3I. Melo, 1J. Muñoz, 2J. L. Rodríguez-Armas
& 4I. Salcedo
MICOLOGIA
Especiação
e Biogeografia
ORAL
NOTAS:
1
Real Jardín Botánico (CSIC), Plaza de Murillo 2, 28014 Madrid. España.
2
Dpto. de Biología Vegetal (Botánica), Facultad de Farmacia, Universidad de La
3
Laguna, 38271 La Laguna, Tenerife. España. Jardím Botânico (MNHN)/CBAFCUL, Universidade de Lisboa, Rua da Escola Politécnica 58, 1269-102 Lisboa.
4
Portugal. Dpto. de Biología Vegetal y Ecología, Facultad de Ciencia y
Tecnología, UPV/EHU, Apdo. 644, 48080 Bilbao. España.
E-mail: [email protected]
Se presenta esta página web con el propósito de hacer públicos los
resultados del proyecto de investigación Interconexiones biogeográficas de los Corticiáceos (Aphyllophorales, Basidiomycota) macaronésicos (CGL2005-01192/BOS); proyecto que se planteó con el objetivo
de abordar el estudio de los corticiáceos s.l. (Aphyllophorales, Basidiomycota) de tres archipiélagos de Macaronesia –Canarias, Azores y
Madeira– y analizar sus posibles relaciones biogeográficas. Se ha pretendido crear una página dinámica y atractiva, en la que se reflejen
los resultados del proyecto actual, así como los de proyectos futuros
relativos a este grupo de hongos en las islas de origen volcánico.
Los corticiáceos, incluídos tradicionalmente en los Aphyllophorales s.
auct. y, en la actualidad en varias familias de Polyporales y Russulales (Basidiomycota) – Kirk et al., 2008 –, es un grupo polifilético de
organismos que tienen en común sus basidiomas resupinados, su
hábitat generalmente lignícola y una amplia distribución.
Las islas oceánicas originadas por la actividad volcánica de los fondos
marinos, sin contacto con los continentes, por lo general de reducido
tamaño y aisladas por barreras oceánicas, se han considerado desde
hace tiempo laboratorios naturales, lugares idóneos donde abordar
estudios de evolución, especiación, biogeografía y distribución
(Emerson 2002).
Con los datos procedentes de bibliografía y los resultados del proyecto se ha creado esta página web que contiene dos menús de navegación: uno horizontal y uno vertical.
El menú horizontal, confeccionado fundamentalmente con datos procedentes de la bibliografía, consta de varios submenús: el proyecto,
en el que se hace una descripción del mismo; islas oceánicas, en el
que se relacionan las islas, agrupadas por archipiélagos, con información relativa a las mismas; corticiáceos, en el que se podrá obtener la
información, mediante listados, de los géneros y especies citados
para cada isla, así como de distribución que se podrá visualizar en
mapas de Google; bibliografía, en el que se incluirán las referencias a
las publicaciones que tienen información sobre corticiáceos de islas
oceánicas.
El menú vertical, comprende dos apartados: uno referente al equipo
de investigación y otro relativo a los resultados, cada uno de ellos con
varios submenús. En el equipo se incluirá información de cada miembro del equipo investigador del proyecto. En resultados se podrá encontrar la información sobre corticiáceos ordenada con diferentes
criterios: por islas oceánicas, con un listado de especies por isla; por
especies, cada especie podrá llevar a su vez información adjunta como descripción, iconografía, mapa de distribución, etc. Se incluirá también un submenú con las publicaciones que se vayan generando.
Para que la información sea abierta y dinámica se encuentra organizada en bases de datos relacionadas: islas oceánicas.mdb, contiene
información de descripciones, geografía, imágenes, etc., relativa a las
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XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
islas; corticiaceos.mdb, con datos de las especies de corticiáceos citadas para cada isla, extraídos de la bibliografía; especímenes.mdb,
contiene los resultados de los muestreos realizados; las descripciones
de las especies más interesantes se almacenan en la tabla descripciones.mdb, y las ilustraciones en imágenes.mdb.
Trabajo financiado por el Plan Nacional I+D+i en el marco del proyecto nº CGL2005-01192/BOS
Referencias
Emerson, B.C. 2002. Evolution on oceanic islands: molecular phylogenetic approaches to understanding pattern and process. Molecular Ecology 11: 951966.
Kirk, P.M., Cannon, P.F., Minter, D.W. & Stalpers, J.A. (Eds.) 2008. Dictionary
of the Fungi, 10th Edition. CAB International.
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XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
A NEW SPECIES OF PHALLUS FROM PAKISTAN
1
1
G. Moreno & 2A.N. Khalid
Department of Biología Vegetal, University of Alcalá, 28871 Alcalá de Henares,
Madrid, Spain. [email protected]
2
Department of Botany, University of the Punjab, Lahore, Pakistan.
[email protected]
MICOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
ORAL
NOTAS:
Phallus calongei G. Moreno & Khalid, from Pakistan is described and
illustrated. This new species is characterized by volva white, scarcely
developed; stipe large, fusiform, light pink; the receptacle surface
strongly reticulated by pinkish ridges and indusium absent. Micrographs of all relevant features are presented.
According to Kreisel (1996) these specimens could be included in subgenus Phallus section Flavophallus Kreisel, comprising 6 species:
Phallus flavocostatus Kreisel, P. tenuis (E. Fisch.) Kuntze, P. formosanus Kobayasi, P. callichrous (Möller) Lloyd, P. multicolor (Berk. &
Broome) Cooke and P. cinnabarinus (W.S. Lee) Kreisel, but the new
proposed species, Phallus calongei is characterized by volva white,
scarcely developed; pseudostipe large, fusiform, white, white pink to
light pink; the receptacle surface strongly reticulate by pinkish ridges
and indusium absent.
We know only one Phallus species with a reddish receptacle surface:
P. rubicundus, but receptacle shows a conical, rugose surface. Other
described species without indusium, having pinkish tones in other
zones of basidioma are: P. formosanus, with pale pinkish pseudostipe
and volva; P. macrosporus B. Liu et al., with a reddish volva and P.
hadriani Vent., with a purple volva.
Acknowledgments: We express our gratitude to Prof. H. Kreisel and Prof. F. D.
Calonge for reviewing the manuscript and adding a number of useful comments.
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
183
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
MICOLOGIA
Especiação e
Biogeografia
ORAL
NOTAS:
BIOTA DE CORTICIÁCEOS DE AZORES: COMPOSICIÓN, RIQUEZA DE
ESPECIES Y AFINIDADES BIOGEOGRÁFICAS
1
M.T. Telleria, 2I. Melo, 1M. Dueñas, 3I. Salcedo, 2J. Cardoso,
4
J. L. Rodríguez-Armas, 1M.P. Martín & 4E. Beltrán-Tejera
1
Real Jardín Botánico, CSIC, Plaza de Murillo 2, 28014 Madrid, España
Jardim Botânico (MNHN), Universidade de Lisboa / CBA-FCUL, Rua da Escola
Politécnica 58, 1250-102 Lisboa, Portugal
3
Dpto. de Biología Vegetal y Ecología (Botánica), Universidad del País Vasco.
Aptdo. 644, 48080 Bilbao, España
4
Dpto. de Biología Vegetal (Botánica), Universidad de La Laguna, 38071 La
Laguna, Tenerife, Islas Canarias, España
2
Se analiza la composición, riqueza y afinidades de la biota de corticiáceos de las Azores y se relaciona ésta con la de otros archipiélagos macaronésicos (Madeira y Canarias) y territorios circundantes.
Para ello se han utilizado datos propios (Dueñas et al. 2008, Melo et
al. 2008, Telleria et al. 2009a, 2009b), algunos aún inéditos, dada la
escasa información previa disponible (Dennis et al. 1977).
El archipiélago de las Azores, situado en medio del Atlántico (entre
36º45’ - 39º43’N y 24º45’ - 31º17’ W), comprende nueve islas principales, todas de origen volcánico, divididas en tres grupos: Sao Miguel
y Santa María al Este, Terceira, Graciosa, Sao Jorge, Pico y Faial en el
grupo central y Flores y Corvo al Oeste. Para este estudio se muestrearon 52 localidades: 14 en Flores, 8 en Faial, 9 en Pico, 6 en Terceira y 15 en Sao Miguel en las que se examinaron todos los potenciales substratos, tanto endémicos como introducidos. El número de
especímenes estudiados fue de 1454.
Los corticiáceos (Agaricomycetes, Basidiomycota) es un grupo polifilético de organismos (Larsson, 2007) que presentan, en general,
una amplia distribución geográfica (Hallenberg, 1991). El catálogo de
Azores está integrado, hasta ahora, por 132 especies repartidas en
56 géneros. Trechispora (13 especies), Hyphodontia (10 especies),
Botryobasidium (8 especies) e Hyphoderma (7 especies) son los mejor representados y un 55% de los géneros lo está por una sola especie. Destacamos, especialmente, la diversificación en el área de estudio de géneros minoritarios como Sistotremastrum, Repetobasidium,
Brevicellicum y Cylindrobasidium, entre otros. Se analiza la riqueza
de especies por localidades en relación a su vegetación y substratos
utilizando el índice de Margalef (Marrugan, 1988), se comentan los
patrones de distribución de algunos táxones concretos y se determinan las posibles afinidades de la biota azórica con la de Madeira, Canarias, Marruecos, Península Ibérica, Reino Unido, Irlanda y costa
este de USA, utilizando para ello, entre otros, el índice de OchiaiBackman (Bolton 1991).
Referencias
Bolton, H.C. 1991. On the mathematical significance of the similarity index of
Ochiai as a measure for biogeographical habitats. Australian Journal Zoology
39: 143-156.
Dennis, R.G.W., Reid, D.A. & Spooner, B.M. 1977. The fungi of the Azores. Kew
Bulletin 32: 85-136.
Dueñas, M., Telleria, M.T., Melo, I., Rodríguez-Armas, J.L. & Beltrán-Tejera, E.
2008. A new species of Candelabrochaete. Mycotaxon 103: 299-305.
Hallenberg,
N.
1991.
Speciation
and
distribution
in
Corticiaceae
(Basidiomycetes). Plant Systematics & Evolution 177: 93-110.
Larsson, K.H. 2007. Re-thinking the classification of corticioid fungi. Mycological
Research 111: 1040-1063.
Marrugan, A.E. 1988. Ecological Diversity and Its Measurement. Princeton University Press, New Jersey.
184
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
Melo, I., Dueñas, M. & Telleria, M.T. 2008. Repetobasidium azoricum
(Basidomycotina, Sistotremataceae), a new species from Azores Islands. Synopsis Fungorum 25: 6-10.
Telleria, M.T., Melo, I., Dueñas, M.D., Rodríguez-Armas, J.L., Beltrán-Tejera, E.,
Cardoso, J. & Salcedo, I. 2009a. Diversity and richness of corticioid fungi
(Basidiomycota) on Azores Islands: a preliminary survey. Nova Hedwigia 88:
285-308.
Telleria, M.T., Melo, I., Dueñas, M.D., Salcedo, I., Cardoso, J., RodríguezArmas, J.L. & Beltrán-Tejera, E. 2009b. Corticioid fungi (Basidiomycota) from
Azores Islands: Flores and São Miguel. Mycotaxon: en prensa.
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
185
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
MICOLOGIA
Monitorização
Ambiental
ORAL
NOTAS:
YEARLY AND SEASONAL VARIATION IN INDOOR AND OUTDOOR
FUNGUS PROPAGULES IN A HOSPITAL
1
R. Tormo Molina, 1S. Fernández Rodríguez, 2A. Gonzalo Garijo
& 3I. Silva Palácios
1
Universidad de Extremadura, Facultad de Ciencias, Badajoz, España
[email protected]; [email protected]
2
Hospital Infanta Cristina, Departamento de Alergia, Badajoz, España
[email protected]
3
Universidad de Extremadura, Escuela de Ingenierías Agrarias, Badajoz,
España. [email protected]
Indoor fungi presence in a hospital is an indicator of its air quality.
The aim of the present work was to monitor the spatial and temporal
variations in fungus propagules (spores and hyphae) for two years
indoors and outdoors at a hospital.
Sampling was from April-2007 to March-2009. A total of 60 samples
were taken, weekly in spring and fortnightly the rest of the year. Five
sampling sites were selected, one outdoors and four indoors (an isolated room and a ward on each of the ground and third floors). A personal volumetric sampler was used for 10 minutes in the morning
with petrolatum white as adhesive to catch airborne propagules.
Monthly values of rainfall, temperature, and relative humidity were
compared with monthly propagule concentrations.
The total average concentrations outdoors were 2502 propagules/m3
and indoors 1152 propagules/m3. More than 60 propagule types were
identified. The most abundant (75%) were, in decreasing order:
Cladosporium cladosporioides, Ustilago, Cladosporium herbarum, Aspergillus-Penicillium, Leptosphaeria, and hyphae. Between the two
years, there were 19.2% and 25.6% increases in the indoor and outdoor concentrations, but without statistical significance. The indoor/
outdoor ratio was 0.35. The season with the lowest concentrations
both indoors and outdoors was winter, but the season with the highest concentrations was not the same in the two years either indoors
or outdoors. There was a significant positive correlation between temperature and outdoor propagules of Cladosporium, hyphae, Alternaria, and Ustilago. For relative humidity, this correlation was negative. For indoor propagules, hyphae, Alternaria, and Ustilago were
positively correlated with relative humidity on the third floor.
There was a major decrease by a factor of about 3 from outdoors to
indoors in propagule concentrations. Indoors, the bottom floor room
was the site with the lowest concentrations of airborne propagules,
while the levels in the two wards and the third floor room differed
little from each other. The reduction from outdoors to indoors was by
about a half for Ustilago and Aspergillus-Penicillium. Temperature and
relative humidity influenced the outdoor presence of most fungi
propagules, increasing and decreasing their amounts respectively,
but indoors only relative humidity affected the concentrations and
then only in some cases.
186
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
APROXIMACIÓN AL CATÁLOGO MICOLÓGICO DE LA PROVINCIA DE
SORIA
T. Ágreda Cabo, L.M. Fernández-Toirán & F. Martínez-Peña
Dief Valonsadero (Junta De Castilla Y León). Aptdo. 175. 42080 Soria. España.
[email protected]
MICOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
POSTER (M01)
NOTAS:
Se hace una aproximación al conocimiento de la riqueza fúngica de la
provincia de Soria, a través de la revisión de distintos trabajos, publicaciones y colecciones. Se parte de los estudios realizados en el Departamento de Investigación Forestal de Valonsadero (DIEF VALONSADERO, JUNTA DE CASTILLA Y LEÓN), así como del herbario de esta
institución (JCYL-Fungi, www.gbif.com). Además, se maneja la bibliografía disponible y se consultan bases de datos accesibles, como son
determinados herbarios nacionales con presencia de especies cuya
procedencia es la provincia de Soria.
Con todas esas fuentes documentales, se ha llevado a cabo la tarea
de recopilación, cuyo resultado se presenta aquí y que consta de un
total de 1022 especies, pertenecientes a 118 familias. De éstas un
9,8% corresponden a la Div. Ascomycota, y un 83,4% a la Div Basidiomycota. Dentro de estas últimas, un 44,5% al Orden Agaricales,
un 10,2% Russulales, un 8,5% a Boletales, un 7,8% Polyporales y un
3% al orden Gomphales.
Así, en el presente trabajo, se muestra el listado de las especies incluidas en el catálogo micológico de la provincia de Soria, así como
sus localizaciones. En cuanto a la nomenclatura y clasificación de los
táxones, se ha seguido la utilizada en Dictionary of Fungi (Kirk et al.
2001) y en Fungal Families of the World (Cannon y Kirk 2007).
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
187
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
CONTAMINACIÓN FÚNGICA EN BIBLIOTECAS DE LA HABANA
MICOLOGIA
Monitorização
Ambiental
POSTER (M02)
1
1
NOTAS:
M.J. Aira, 2T.I. Rojas, 3E. Martínez, 2Y. Alvarado, 2M. Benítez,
2
M. Maragoto, 2A. Batista, 2A.G. Guerra & 2S. González
Departamento de Botánica. Facultad de Farmacia, Campus sur. Universidad de
Santiago de Compostela, 15782-Santiago de Compostela, España.
email: [email protected] 2Departamento de Microbiología, Facultad de
Biología, Universidad de La Habana, La Habana. Cuba. 3Laboratorio Central de
Cuarentena Vegetal, Centro Nacional de Sanidad Vegetal, La Habana. Cuba
En este trabajo se presentan los resultados de un estudio de contaminación fúngica realizado en cinco bibliotecas de la ciudad de La Habana. Todas ellas atesoran colecciones de gran valor cultural y patrimonial, por lo que se han identificado los agentes causantes del biodeterioro, con el fin de favorecer medidas para su conservación.
La recogida de las muestras se realizó en el interior de los edificios
usando un equipo volumétrico viable (Aeroscopio Chirana), equiparable a los sistemas más utilizados en aerobiología (Aira et al., 2005;
Rojas et al., 2008). Como complemento, se aislaron por hisopado una
serie de cepas en las que se determinó su capacidad en la producción
de ácidos, celulasas y pigmentos, utilizando métodos contrastados
por el Departamento de Microbiología de la Universidad de La Habana.
Los niveles promedio de contaminación fúngica han oscilado entre
552 ufc/m3 (Biblioteca Físicas) y 1050 ufc/m3 (Archivo Nacional), con
niveles también muy elevados en dos locales de la Biblioteca Central
(1250 y 992 ufc/m3 en la Hemeroteca y el depósito de Libros Raros
respectivamente).
Entre los géneros más abundantes han destacado Aspergillus (2965% de densidad relativa según el local), Cladosporium (5-23% D.R.)
y Penicillium (9-26% D.R.), y en menor proporción Alternaria, Chrysonilia, Chaetomium, Fusarium, Helminthosporium, Monocillium, Mycotypha, Nigrospora, Paecilomyces, Rhizopus, Syncephalastrum y
Trichoderma además de algunas Levaduras.
La identificación a nivel especifico se llevó a cabo en los recintos donde la contaminación fúngica ha resultado más elevada, destacando
por su abundancia dentro del género Aspergillus: A. niger, A. flavus,
A. terreus y A. ochraceus; del género Cladosporium: Cl. cladosporioides y del género Penicillium: P. purpurogenum, P. citrinum y P. simplicissimum. Resultados similares a los encontrados en otros ambientes
de interior de la misma ciudad (Aira et al, 2002; Rojas et al., 2007).
En las muestras tomadas por hisopado se identificaron 10 géneros de
hongos y un grupo de levaduras, muchos de ellos comunes con los
del ambiente (Aspergillus, Cladosporium, Chrysonilia, Nigrospora,
Paecilomyces, Penicillium, y Syncephalastrum). El estudio de la capacidad de biodeterioro se ha realizado en las especies más comunes
(Aspergillus flavus, A. fumigatus. A. niger, A. sydowii, A. terreus,
Cladosporium cladosporioides, C. oxysporum, Penicillium citrinum, P.
corylophylum, Chaetomium bostrychodes, Ch. indicum, Chrysonilia
sitophyla y Curvularia lunata), resultando que la totalidad tienen capacidad celulolítica, 10 de ellas producen ácidos y 2 de ellas pigmentos de coloraciones ámbar o amarilla.
Referencias
Aira, M.J., Rojas, T.I. & Jato, V. 2002. Fungi associated with three houses in
Havana (Cuba). Grana 41: 114-118.
Aira, MJ., Jato, V. & Iglesias, I. 2005. Calidad del aire. Polen y esporas en la
comunidad gallega. Xunta de Galicia, 237pp.
Rojas, T.I., LLanes, N., Benitez, M., Aira, M.J. & Malagón, H. 2007. El género
Aspergillus en la atmósfera de la Habana (Cuba). Boletin Micológico 22: 41-46.
Rojas, T.I., Martínez, E., Aira, M.J. & Almaguer, M. 2008. Aeromicota de ambientes internos: Comparación de métodos de muestreo. Boletin Micológico 23:
67-73.
188
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
MICOBIOTA DEL PARQUE NACIONAL DEL TEIDE
(TENERIFE, ISLAS CANARIAS)
E. Beltrán-Tejera, M.J. Díaz-Armas, J.L. Rodríguez-Armas,
L. Quijada & Á. Bañares
Dpto. de Biología Vegetal (Botánica). Universidad de La Laguna.
38071 La Laguna. Tenerife. Islas Canarias. España. [email protected]
MICOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
POSTER (M03)
NOTAS:
Después de nuestra experiencia en el estudio de los hongos de los
Parques Nacionales de la Caldera de Taburiente, en La Palma y Garajonay en la Gomera (Beltrán-Tejera et al., 2004 y 2008), en enero de
2008 comenzamos la investigación sobre la micobiota del Parque Nacional del Teide, desarrollada en el contexto de un proyecto más amplio, que incluye además el estudio de los briófitos de ese espacio
natural protegido, con una duración programada de 3 años.
Este Parque Nacional, creado en 1954, cuenta con una superficie de
18.990 ha y ocupa por su extensión el quinto lugar de los Parques
Nacionales españoles. Se encuentra coronado por el estratovolcán
pico Teide, que alcanza los 3.718 m de altura, y que recientemente
ha sido declarado Patrimonio Mundial por la UNESCO. La altura del
circo de Las Cañadas oscila entre 2.000-2.200 m. El Parque ocupa la
posición central de Tenerife y se localiza entre los 28º 09’-28º 20’
Latitud Norte y 16º 29’-16º 44’ Longitud Oeste. Las variadas formaciones geológicas, malpaíses, conos volcánicos, ríos de lava, las grandes paredes acantiladas que bordean el anfiteatro de Las Cañadas,
etc., son las señas de identidad geológicas más aparentes del paisaje.
La climatología es extrema, con escasas precipitaciones y fuerte fluctuación térmica diaria e interanual, humedad atmosférica muy baja y
nieve invernal generalmente frecuente. Desde el punto de vista de la
vegetación, los matorrales de leguminosas (Spartocytisus supranubius, Adenocarpus viscosus, etc.), de alta montaña dan carácter a
este espacio natural.
Las características que definen la situación del Parque, no favorecen
el desarrollo de los hongos, organismos exigentes en cuanto a requerimientos hídricos se refiere. No obstante, ha sido sorprendente comprobar la existencia de un elevado número de especies lignícolas
xerotolerantes ligadas a sustratos leñosos, capaces de retener agua
durante periodos más largos que el suelo, hábitat en el que se han
observado de manera excepcional algunos especímenes terrícolas en
las cortas épocas de lluvia.
Desde el punto de vista metodológico y con el fin de llevar a cabo un
muestreo sistemático, se ha dividido la superficie del Parque en 237
cuadrículas de 1 km de lado, realizando en cada una al menos un
muestreo de una superficie mínima aproximada de 300 m2. La elección de la estación en la mayor parte de los casos es subjetiva, obedeciendo a diferentes causas, entre las que figuran la composición
florística de las distintas comunidades y en consecuencia los sustratos
a muestrear, el buen estado de conservación del hábitat, la existencia
de puntos húmedos como fuentes, galerías artificiales, etc.
Hasta el momento hemos muestreado 130 estaciones que corresponden a otras tantas cuadrículas. El material recolectado supera las
1.500 muestras, de las cuales se han identificado alrededor del 54%,
generando una lista preliminar de 120 especies.
Aphyllophorales s.l. (Basidiomycota) es por el momento el grupo mejor representado en el Parque, constatándose que ciertas especies
son constantes y muy frecuentes en la mayor parte de la superficie
explorada. Entre estas cabe mencionar: Peniophora nuda (Fr.) Bres.,
Aleurodiscus cerussatus (Bres.) Höhn. & Litsch., Trechispora farinacea
(Pers.) Liberta, Phanerochaete xerophila Burds. y Peniophorella praetermissa (P. Karst.) K.H. Larss. Los Ascomycota, tanto xilariáceos
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
189
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
como discomicetes, se han revelado como un grupo importante en el
área de estudio, tanto en diversidad como en distribución y frecuencia.
Entre los objetivos planteados, como son la realización del inventario
de la biodiversidad fúngica de la zona, distribución y ecología de los
taxones estudiados, análisis de abundancia y frecuencia de los mismos, etc., nos proponemos además, una vez finalizado el proyecto y
con los datos definitivos, establecer las relaciones que puedan existir
entre las micobiotas de los retamares de las zonas de cumbre de Taburiente y El Teide, así como las de pinar y de comunidades hidrohigrófilas, bien representadas en el primero y puntuales en el segundo.
Proyecto subvencionado por el Organismo Autónomo de Parques Naturales
(Ministerio de Medio Ambiente del Gobierno Español). Ref. 811009 ULL/FUNEMP
Referencias
Beltrán Tejera, E., Rodríguez-Armas, J.L., Bañares Baudet, Á., Barrera Acosta,
J. & Lado Rodríguez, C. 2004. Hongos. En Beltrán Tejera, E. (Ed.). Hongos,
Líquenes y briófitos del Parque Nacional de la Caldera de Taburiente (La Palma,
Islas Canarias). O. A. de Parques Nacionales. Serie Técnica. Ministerio de Medio
Ambiente. Madrid, 53-232.
Beltrán Tejera, E., Rodríguez-Armas, J.L., Bañares Baudet, Á. & Lado Rodríguez, 2008. Hongos. En Beltrán Tejera, E. (Ed.). Hongos, Líquenes y Briófitos
del Parque Nacional de Garajonay (Gomera, Islas Canarias). Org. Autónomo de
Parques Nacionales, Serie Técnica. Ministerio de Medio Ambiente. Madrid, 41390.
190
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
CARACTERIZACIÓN DE LA AEROMICOTA EN UN VIÑEDO DE LA D.O.
RIBEIRO: CORRELACIÓN CON LAS FASES FENOLÓGICAS
1
2
1
P. Castiñeiras, 2 M. Fernández-González,
F.J. Rodríguez-Rajo, 2V. Jato & 1M.J. Aira
Departamento de Botánica. Facultad de Farmacia, Campus sur. Universidad de
Santiago de Compostela, 15782-Santiago de Compostela, España.
email: [email protected] 2 Departamento de Biología Vegetal y Ciencias
del Suelo. Facultad de Ciencias de Ourense. Universidad de Vigo.
32004-Ourense, España.
MICOLOGIA
Monitorização
Ambiental
POSTER (M04)
NOTAS:
Se ha realizado un estudio de la concentración atmosférica de esporas de hongos en un viñedo de la comarca del Ribeiro (Cenlle, Ourense, España), en donde se producen vinos de gran calidad y fama
mundial que se encuadran en la Denominación de Origen Ribeiro. Los
datos obtenidos han permitido caracterizar la aeromicota de la zona e
identificar a los fitopatógenos más importantes para el cultivo
(Botrytis, Uncinula y Plasmopara), relacionando su abundancia con
las distintas fases fenológicas de la vid.
El estudio aerobiológico se ha realizado con un captador volumétrico
Lanzoni VPPS-2000 siguiendo la metodología propuesta por la Red
Española de Aerobiología (Galán et al., 2007). El estudio fenológico se
ha realizado en las variedades más representativas de esta denominación de origen (Treixadura, Godello y Loureira), aplicando la escala
de Lorenz et al. (1994). Ambos aspectos, aerobiológico y fenológico,
se han evaluado durante el período activo de las cepas (marzoseptiembre) en dos años consecutivos.
En las muestras aerobiológicas se han contabilizado 384.303 esporas
que corresponden a 48 géneros fúngicos. Aunque las más abundantes
han sido las de Cladosporium (327.424 esporas) y Coprinus (22.740
esporas), el estudio se ha centrado en los agentes productores de
podredumbre gris, oídio y mildiu por ser las enfermedades que pueden causar más daño al cultivo, destacando Botrytis y Uncinula
(7.500 y 4.280 esporas respectivamente) frente a Plasmopara (485
esporangios).
La correlación del nivel de patógenos con las fases fenológicas ha
puesto de manifiesto una mayor abundancia de esporas de Botrytis
durante desarrollo de las hojas (Estadio 5), a partir de la fase fenológica 55 (inflorescencias hinchándose) y 57 (inflorescencias desarrolladas completamente) y, en la floración (Estadio 6). De forma similar,
la concentración de esporas de Uncinula comienza a incrementarse en
el aire a partir del inicio del Estadio 5, alcanzando sus valores máximos en la fase final de dicho estadio (Fase 57) o bien en la floración
(Estadio 6) y los esporangios de Plasmopara son más frecuentes en
los Estadios 5, 6 e inicio del 7, con un ligero repunte en el final del
Estadio 8.
El patrón de comportamiento de los fitopatógenos ha sido bastante
homogéneo en ambos años de estudio a pesar de las diferencias en la
concentración atmosférica de sus esporas y coincide con los resultados de estudios anteriores (Albelda et al., 2005). Entre los factores,
que pueden condicionar el grado de infección tienen una gran influencia, las variables meteorológicas, así como algunas prácticas culturales (irrigación, manejo del cultivo con excesivo movimiento del follaje), o la aplicación de fungicidas a presiones elevadas ya que pueden
favorecer la dispersión de las esporas.
Referencias
Albelda, Y., Rodríguez-Rajo, F.J., Jato, V. & Aira, M.J. 2005. Concentraciones
atmosféricas de propágulos fúngicos en viñedos del Ribeiro (Galicia. España).
Boletin Micológico 20:1-8
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
191
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
Galán, C., Cariñanos, P., Alcazar, P. & Domínguez, E. 2007. Manual de Calidad
y Gestión de la Red Española de Aerobiología. Servicio de Publicaciones. Universidad de Córdoba, 61pp.
Lorenz, D.H., Eichorn, K.W., Bleiholder, H., Klose, R., Meier, U. & Weber, E.
1994. Phänologische Entwicklungsstadien der Weinrebe (Vitis vinifera L. ssp.
vinifera). Codierung und Beschreibung nach der erweiterten BBCH-Skala, Vitic.
Enol. Sci. 49: 66–70.
192
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
CONTRIBUCIÓN AL CONOCIMIENTO DE LA MICOBIOTA ASOCIADA A
JARALES EN EL NORDESTE TRANSMONTANO (PORTUGAL)
M.L. Castro
Facultad de Biología. Universidad de Vigo. 36310-Vigo, España.
[email protected]
MICOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
POSTER
(M05)
NOTAS:
La región portuguesa conocida como Nordeste Transmontano pertenece al distrito de Bragança, que limita al Sur con el río Duero, al
norte y este con las provincias españolas de Ourense, Zamora y Salamanca y, al oeste con el distrito portugués de Vila Real.
El clima de esta región puede definirse como mediterráneo - subcontinental, con acentuadas amplitudes térmicas, inviernos muy fríos
(hasta -10ºC) y veranos muy calientes y secos (hasta 40ºC), especialmente en las áreas de menor altitud, más encajadas y abrigadas.
En la clasificación biogeográfica de Rivas-Martínez (1987) se incluye
en la provincia Carpetano – Ibérico - Leonesa, sector LusitanoDuriense, subsector Trasmontano.
Los suelos son ácidos, aunque esporádicamente existen inclusiones
de rocas ultrabásicas (serpentinitas y anfibolitas), que le dan un cierto carácter de basicidad, que se pone de manifesto en la aparición de
diversos macromicetos con afinidad calcícola.
La vegetación en la parte norte está caracterizada por la presencia de
árboles caducifolios (Quercus pyrenaica, Castanea sativa, Fraxinus
angustifolia, Salix salvifolia, ...); sin embargo en el sur predominan
encinares (Quercus ilex subsp. ballota), alcornocales (Q. suber), semicultivados para aprovechamiento del corcho, matorrales tanto de
leguminosas (Cytisus sp. pl., Genista sp. pl.) como de cistáceas
(Cistus ladanifer, C. psilosepalus, C. salvifolius, Halimium viscosum,
etc.) y poblaciones casi puras de Juniperus oxycedrus, aunque bastante degradadas.
El objetivo de este trabajo es el de contribuir a un mejor conocimiento de la micobiota asociada a Cistus en el Nordeste Transmontano
(Portugal), estudio comenzado por Torrejón (2008). Se mencionan
especies de Basidiomycota recolectados, durante todo el año, en matorrales de cistáceas, puros o con dosel arbóreo de alcornoque, ya
que en este caso el sotobosque está constituido básicamente por Cistus ladanifer y Lavandula stoechas subsp. stoechas.
Se presentan 35 Agaricales pertenecientes a los géneros Agaricus,
Amanita, Armillaria, Clitocybe, Coprinus, Cystoderma, Entoloma,
Gymnopus, Hygrocybe, Hygrophorus, Lentinellus, Lepiota, Lepista,
Leucoagaricus, Macrolepiota, Marasmius, Mycena, Omphalina, Psathyrella, Stropharia y Tricholoma; 5 Boletales, a Leccinum y Xerocomus; 9 Cortinariales, a Cortinarius, Hebeloma e Inocybe; 5 Russulales, a Lactarius y Russula y 3 Gasteromycetes, a Bovista, Scleroderma y Torrendia.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
MICOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
POSTER (M06)
EL GÉNERO LIMACELLA EARLE EN LA PENÍNSULA IBÉRICA E
ISLAS BALEARES
1
1
NOTAS:
M.L. Castro & 2A. Justo
Facultad de Biología, Universidad de Vigo, E-36310-Vigo, España.
e-mail: [email protected]
2
Biology Department, Clark University, 01610-Worcester (MA, USA),
e-mail: [email protected]
El género Limacella Earle abarca unas 20 especies a nivel mundial
(Kirk et al., 2001), saprófitas o micorrícicas.
Se caracteriza por los basidiomas pluteoides, con láminas libres o
subadnadas, blancas, crema o rosadas, con o sin velo parcial y carente de velo general. Trama laminar divergente, sin cistidios, con fíbulas, esporas lisas o verrucosas, no amiloides.
Dentro del marco del proyecto Flora Micológica Ibérica se estudia la
diversidad de este género. Para ello, además de recolecciones propias, se ha revisado material procedente de herbarios oficiales (MAFungi, LOU-Fungi, COFC-Fungi, CUSSTA, VAL-Fungi, GDAC-Fungi,
LEB, ...) y particulares (Aranzadi, A. Caballero, L. Parra, ...).
Simultaneamente se ha revisado la bibliografía ibérica para analizar la
importancia corológica de los taxa en este territorio.
Se presenta el catálogo de los taxa estudiados en la Península Ibérica: Limacella furnacea (Letell.) J.-E.Gilbert; L. glioderma (Fr.) Maire;
L.guttata (Pers.: Fr.) Konr. & Maubl.; L. illinita (Fr.: Fr.) Murrill var.
illinita y L. illinita var. ochraceolutea (P.D. Orton) Neville & Poumarat.
194
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
DIVERSIDAD GENÉTICA DE LAS ESPECIES DEL GÉNERO
CONIOPHORA EN LA PENÍNSULA IBÉRICA
I. de Cárdenas, M.P. Martín & M.T. Tellería
Real Jardín Botánico de Madrid, CSIC, España
MICOLOGIA
Sistemática
e Evolução
POSTER (M07)
NOTAS:
Según Ginns (1982) el género Coniophora (orden Boletales) está integrado por 15 especies de amplia distribución mundial. En la Península Ibérica conocemos citadas C. arida, C. fusispora, C. hanoiensis, C. ladoi, C.
olivacea, C. opuntiae y C. puteana. Este género tiene importancia económica, ya que su actividad degradadora de la madera puede producir
grandes pérdidas al atacar construcciones y sótanos donde encuentra un
ambiente con la humedad adecuada para su desarrollo (Rodríguez,
1998). Si bien el género está bien caracterizado, resulta mucho más
complicado identificar sus especies pues son pocos los caracteres diferenciales que además son bastante inestables (Schmidt et al., 2002).
El objetivo del trabajo es analizar la variabilidad, delimitar las especies y
establecer las relaciones filogenéticos entre las de la Península Ibérica.
El material utilizado proviene principalmente del herbario del Real Jardín
Botánico de Madrid CSIC (MA-Fungi). Además se han utilizado ejemplares de los de la Universidad de Oslo (O), la Universidad de Harvard (FH),
US department of agriculture (NRRL), la Universidad de de Arizona
(ARIZ), ARC-Plant Protection Reseach Institute (Prem), New Zealand
Fungal Herbarium (PDD) y Royal Botanic Garden Kew (K).
El estudio se inició con una aproximación molecular al problema para
lo cual se realizaron extracciones de ADN, amplificaciones de la región
de nrDNA comprendida entre los iniciadores ITS1F e ITS4B y secuenciación de las mismas. En el alineamiento de las secuencias consenso
obtenidas se incluyeron 27 secuencias depositadas en el GenBank por
otros autores. A continuación, se realizó un análisis filogenético basado en la máxima parsimonia en el que se incluyeron como grupo externo dos especies del género Serpula. En el cladograma se mapearon los siguientes caracteres morfológicos: tamaño, forma y reacción
dextrinoide de las esporas, tamaño de los basidios, presencia/ ausencia de cistidios, tipo de hifas, presencia de incrustaciones en las mismas, formación de cordones y la presencia/ ausencia de fíbulas; caracteres todos ellos que han sido utilizados tradicionalmente para
diferenciar las especies de este género.
No se han obtenido secuencias de la especie C. ladoi. El género Coniophora es monofilético, con un alto apoyo estadístico. El clado formado por los ejemplares de C. fusispora (clado A), es el grupo hermano del resto de las especies estudiadas (clado B), presenta la autopomorfia de esporas fusiformes. En el clado B (esporas elipsoides),
las distintas secuencias obtenidas de una misma especie aparecen en
grupos monofiléticos, excepto las secuencias de C. hanoiensis, que se
incluyen en tres grupos distintos. La especie C. arida es la que presenta mayor variación intraespecífica; mientras que C. puteana y C.
olivacea, próximas filogenéticamente, presentan poca variabilidad
intraespecífica. C. olivacea es la única especie que presenta cistidios.
De entre los caracteres morfológicos observados, tanto la forma como
el tamaño de las esporas han resultado ser los más discriminantes.
Esta investigación ha sido financiada por el proyecto Flora Micológica Ibérica
(CGL2006-12732-CO2-01/BOS)
Referencias
Ginns, J. 1982. A monograph of the genus Coniophora (Aphyllophorales, Basidiomycetes). Opera Botánica 61: 1-61.
Rodríguez, J. 1998. Patología de la madera. Ediciones Mundi-Prensa. España. 37-94.
Schmidt, O., Grimm, K. & Moreth, U. 2002. Molecular Identity of Species and
Isolates of the Coniophora Cellar Fungi. Holzforschung 56: 563-571.
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195
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
MICOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
POSTER (M08)
NOTAS:
EL GÉNERO PENIOPHORA (APHYLLOPHORALES S.L.,
BASIDIOMYCOTA), EN LAS COMUNIDADES DE LEGUMINOSAS DE LA
ALTA MONTAÑA CANARIA
M.J. Díaz-Armas, J.L. Rodríguez-Armas & E. Beltrán-Tejera
Departamento de Biología Vegetal (Botánica). Universidad de La Laguna, 8071
La Laguna, Tenerife, Islas Canarias, España. [email protected]
El género Peniophora está representado por un total de 78 especies
(Parmasto et al., 2004), ampliamente distribuidas en ambos hemisferios. Presente en todo el Archipiélago Canario, con especies como
Peniophora lycii (Pers.) Höhn. & Litsch., distribuida por todas las islas,
u otras como P. limitata (Chaill.: Fr.) Cooke, citada hasta ahora para
la Gomera y La Palma (Beltrán Tejera et al., 2008).
Peniophora incarnata (Fr.) P.Karst. fue la primera especie del género
mencionada por Ryvarden (1974) para Canarias, concretamente para
la isla de Tenerife. A esta cita siguieron otras del mismo autor (1976),
hasta el trabajo de Rodríguez-Armas & Beltrán-Tejera (1995) que
recoge de forma monográfica las especies de Aphyllophorales del
Monteverde Canario. Otras publicaciones (Beltrán-Tejera & Rodríguez-Armas, 1993, 1999a, 1999b; Rodríguez-Armas et al., 1994,
2003), han aportado novedades corológicas a este grupo, convirtiéndolo en uno de los mejores estudiados de Canarias. Hasta el momento, se han citado 10 especies del género para el archipiélago (BeltránTejera, 2004). En el trabajo de Beltrán-Tejera et al. (2004), sobre los
hongos del Parque Nacional de La Caldera de Taburiente, se abordan
los hongos del matorral de leguminosas de las cumbres de La Palma,
entre otras comunidades vegetales prospectadas, presentes en este
espacio natural. El trabajo reúne una serie de datos obtenidos a partir
del análisis de un gran volumen de muestras recolectadas en 119
estaciones de muestreo y distribuidas en todas las comunidades vegetales del Parque. De estas 119 estaciones, 28 se localizan en el
matorral de leguminosas de las cumbres, vegetación que a demás de
en esta isla, sólo se encuentra en Tenerife, ya que son las islas de
mayor altura del archipiélago. En las localidades de las cumbres palmeras, el género Peniophora es el que cuenta con una mayor biodiversidad, seguido de Trechispora (Beltrán-Tejera et al., 2004).
En estos momentos estamos desarrollando un proyecto sobre los
hongos del Parque Nacional del Teide, ubicado en la cumbre de Tenerife y en cuyo ámbito dominan comunidades de leguminosas de la
alta montaña canaria. El área de estudio se ha dividido en 237 cuadrículas de 1 km de lado y hasta el momento hemos muestreado 130. El
género Peniophora se halla representado aproximadamente en el
90% de las estaciones muestreadas, con una biodiversidad similar a
la que se observa en estas mismas situaciones en La Palma.
La similitud de la vegetación de las cumbres de ambas islas, modelada por factores climáticos, altamente condicionantes por su aridez
extrema, propicia la aparición de especies xerotolerantes como las del
género que nos ocupa, permitiendo establecer relaciones taxonómicoecológicas entre las presentes en ambas formaciones isleñas.
Referencias
Beltrán Tejera, E., 2004. Fungi. En Izquierdo, I., Martín, J.L., Zurita, N. & M.
Arechavaleta, M. (Eds.): Lista de especies silvestres de Canarias (hongos, plantas y animales terrestres) 2004. Consejería de Medio Ambiente y Ordenación
Territorial, Gobierno de Canarias: 21-57.
Beltrán Tejera, E. & Rodríguez-Armas, J.L. 1993. Aphyllophorales
(Basidiomycotina) de las Islas Canarias. Novedades corológicas. I. Estudios
Canarios. Anuario Inst. Est. Canar. 9-39.
196
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
Beltrán Tejera, E. & Rodríguez-Armas, J.L. 1999a. Aphyllophorales
(Basidiomycotina) of arid habitats of the Canary Island. Preliminary data. Mycotaxon 70: 111-125.
Beltrán Tejera, E. & Rodríguez-Armas, J.L. 1999b. Aphyllophorales
(Basidiomycotina) de las Islas Canarias. Novedades corológicas. II. Rev. Acad.
Canar. Cienc. XI (3-4): 223-243.
Beltrán Tejera, E., Rodríguez-Armas, J.L. , Bañares Baudet, Á., Barrera Acosta,
J. & Lado Rodríguez, C. 2004. Hongos. En Beltrán Tejera, E. (Ed.). Hongos,
líquenes y briófitos del Parque Nacional de la Caldera de Taburiente. O. A. de
Parques Nacionales, Serie Técnica. Ministerio de Medio Ambiente. Madrid, 55232.
Beltrán Tejera, E., Rodríguez-Armas, J.L. , Bañares Baudet, Á. & Lado Rodríguez, C. 2008. Hongos. En Beltrán Tejera, E. (Ed.). Hongos, líquenes y briófitos
del Parque Nacional de Garajonay (La Gomera, Islas Canarias). O.A. Parque
Nacionales, Serie Técnica. Ministerio de Medio Ambiente. Madrid, 41-389.
Parmasto, E., Nilsson, H. & Larsson, K.-H. CORTBASE. A nomenclatural database of corticioid fungi (Hymenomycetes).Version 2.02 (Dec 2006)[http://
andromeda.botany.gu.se/cortbase.html]
Rodríguez-Armas, J.L. & Beltrán Tejera, E. 1995. Contribución al estudio de los
Aphyllophorales (Basidiomycotina) del Monteverde de las Islas Canarias.
Band.160 Bibliotheca Mycologica, J. Cramer, Berlin. Stuttgar. 456pp.
Rodríguez-Armas, J.L., Beltrán Tejera, Barrera Acosta, J. & Bañares Baudet, Á.
2003. Diversidad de los Aphyllophorales (Basidiomycota) del Parque Nacional
de Garajonay (La Gomera, Islas Canarias). Vieraea 31: 339-363.
Rodríguez-Armas, J.L., Beltrán Tejera, E. & Bañares Baudet, Á.1994. Estudio
micológico de la Reserva de la Biosfera “El Canal y Los Tiles” (La Palma, Islas
Canarias). I. Aphyllophorales (Basidiomycotina). Doc. Micol. 23 (92): 31-38.
Ryvarden, L. 1974. Studies in the Aphyllophorales of the Canary Islands. 2.
Some species new to the islands. Cuad. Bot. Canar. 20: 3-8.
Ryvarden, L. 1976. Studies in the Aphyllophorales of the Canary Islands. 3.
Some species from the western islands. Cuad. Bot. Canar. 26/27: 29-40.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
MICOLOGIA
Sistemática
e Evolução
POSTER (M09)
NOTAS:
RIMBACHIA PARADOXA, A REMARKABLE NEW RECORD FROM
COSTA RICA
M. Heykoop & G. Moreno
Dpto. de Biología Vegetal (Botánica), Universidad de Alcalá,
E-28871 Alcalá de Henares, Madrid, Spain
[email protected]
The genus Rimbachia was proposed by Patouillard in Patouillard & De
Lagerheim (1891), based on material collected in Quito (Ecuador),
establishing R. paradoxa as type species. It was named after M. A.
Rimbach because of his contribution in collecting and providing several specimens of fungi to the author.
Rimbachia is included in the family Tricholomataceae R. Heim ex
Pouzar and consists of ten species with a tropical distribution (Kirk &
al. 2008). This genus is close to stipitate forms of the genus Arrhenia
Fr., but the latter always has its hymenophore facing the ground.
According to Patouillard, Rimbachia is also close to Cyphella Fr., but
with an upside-down hymenophore.
During a foray to tropical forests one of us (M.H.) collected Rimbachia
paradoxa which is now reported as a new record to the costarican
mycobiota. It is a rare species which has not been reported frequently
in the mycological literature. Therefore a taxonomic, morphological
and chorollogical study has been carried out and macrophotographs
of its characteristic basidiocarps are added.
References
Kirk, P.M., P.F. Cannon, P.F., Minter, D.W. & Stalpers, J.A. 2008. Ainsworth &
Bisby’s Dictionary of the Fungi. 10th edition. CABI Bioscience. Surrey. UK. 771
pp.
Patouillard, N. & De Lagerheim, G. 1891. Champignons de l’Équateur. Bull. Soc.
Mycol. France 7: 158-184.
198
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
RUSSULA CAMAROPHYLLA ROMAGN., UNA RARA ESPECIE DE LA
ARCHAEINAE (RUSSULALES, BASIDIOMYCETES), NUEVA
CITA PARA LA PENÍNSULA IBÉRICA
SECCIÓN
1
1
J. Llistosella, 2I. Olariaga, 3P.M. Pasaban & 4J.I. López-Amiano
Institut de Recerca de Biodiversitat (IRBIO); Departament de Biologia Vegetal;
Universitat de Barcelona; Av. Diagonal, 645; 08028 Barcelona. España
2
[email protected] Euskal Herriko Unibertsitatea (UPV/EHU); Landare Biologia
eta Ekologia Saila (Botanika); Zientzi eta Teknologia Fakultatea;
Leioako kanpusa; P.K. 644-48080 Bilbo, Bizkaia. España
3
4
Santa María, 6, 5º, 20400 Tolosa, Gipuzkoa. España. Barrio Amaroz, 29, 3ºB,
20400 Tolosa, Gipuzkoa. España
MICOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
POSTER (M10)
NOTAS:
La sección Archaeinae del gènero Russula (Russulales, Basidiomycetes) está formada actualmente por tres especies de distribución muy
restringida. Por una parte, R. archaea R. Heim, procedente de Madagascar y que motivó al autor francés a proponer la sección como nueva (Heim, 1938) y, por otra parte, hay descritas dos especies europeas más, consideradas como muy raras y de las cuales se conocen
muy pocos registros. R. archaeosuberis Sarnari, fue descrita de Italia
(Sarnari, 1991 y 1998) y ha sido recientemente citada también en
Cataluña (Pérez-de-Gregorio et al., 2009); por su parte, R. camarophylla Romagn. tenía hasta ahora una distribución restringida a Francia
e Italia (Beller, 1971; Romagnesi, 1968; Sarnari, 1991; Buyck et al.
2003) que, con nuestra aportación, se amplia a la Península Ibérica.
Se describen y se ilustran los caracteres macroscópicos y microscópicos de esta interesante especie a partir del material recolectado en
dos localidades de Gipuzkoa. A su vez, se discute y argumenta su
posición taxonómica y se complementa el trabajo con un estudio
comparativo de su ornamentación esporal a partir de las observaciones al microscopio óptico y las realizadas con el microscopio electrónico de barrido (SEM).
Referencias
Beller, J. 1971. Une russule trés particuliere a Irraty: Russula camarophylla
Romagn. Bull. Soc. Mycol. Bearn, 45 (Avr): II.
Buyck, B., Hériveuau, P. & Roger, M. 2003. Quelques récoltes récentes de Russula camarophylla. Bull. Soc. Mycol. France, 119(3-4): 217-229.
Heim, R. 1938. Les Lactairio-Russulés du domaine oriental de Madagascar.
Essai sur le classification et la phylogénie des Astérosporales Prodrome à un
flore mycologique de Madagascar et dépendances. Éd. MNHN, 1: 196 pp.
Pérez-de-Gregorio, M.A., Carbó, J. & Roqué, C. 2009.- Algunos hongos interesantes de Girona. Funghi non delineati XLIV, Ed. Candusso.
Romagnesi, H. 1967. Les russules d'Europe et d'Afrique du Nord. J. Cramer
(reimp. 1985), Vaduz 1030 pp.
Romagnesi, H. 1968. Une espèce européenne nouvelle de la section malgache
des Archaeinae Heim: R. camarophylla nov. sp. Bull. Soc. Linn. Lyon, 37
(3):104-108.
Sarnari, M. 1991. Russula nuove o interessanti dell’ Italia centrale e mediterranea, XIV contributo. Boll. Assoc. Micol. Ecol. Romana, 23: 7-17.
Sarnari, M. 1998. Monografia illustrata del genere Russula in Europa. I. Ed.
Assoc. Micol. Bresadola, Trento, 799 pp.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
MICOLOGIA
Sistemática
e Evolução
POSTER (M11)
NOTAS:
ENTOLOMA TRICHOMARGINATUM, A NEW SPECIES FROM
CATALONIA (SPAIN)
L. Llorens van Waveren & J. Llistosella
Departament de Biologia Vegetal -Unitat de Botànica-, Facultat de Biologia,
Universitat de Barcelona. Av. Diagonal 645, 08028 Barcelona, Spain.
[email protected]
In the course of a study of the macrofungi of the Natural Park of
Cadí-Moixeró (Catalonia, Spain) between 2002 and 2008, we gathered a species of Entoloma, subgenus Leptonia, that could not be
named with the existing selected literature, and that is described as a
new species based on morphological and ecological features.
The Natural Park of Cadí-Moixeró is located in the north of Catalonia
and belongs to the mountain range of the Pre-Pyrenees; it is dominated by a mediterranean climate in the lowlands and a warm continental climate in the highlands. Both climatological and lithological
factors, enable a wide range of different habitats with a high mycofloral diversity, among which some interesting findings of Entoloma
have already been published (Llorens van Waveren & Llistosella,
2004, 2006).
Entoloma trichomarginatum belongs to subgenus Leptonia on account
of the collybioid habit, together with the typically trichodermoid
pileipellis, the blue colours of the pileus and stipe, and the absence of
clamp-connections. The combination of the strongly fimbriate structure and blue-black pigmentation of the lamellae edge, entirely composed of dense clusters of cylindrical to clavate sterile hyphae, are
characteristic of stirp Serrulatum.
The Serrulatum group seems to be microscopically monotonous, and
most species in this stirp are mainly distinguished on macroscopical
characters, such as the colour of the fruit bodies and its chromatic
variability on aging, and some are also supported for their habitat
preferences. Nevertheless, E. trichomarginatum, with its deep blue to
almost black uniformly coloured basidiocarp, is mainly characterised
by two microscopical characters: the blue pigmented hyphae of the
hymenophoral trama and the blue pigmented cheilocystidia more
than three times longer than the average in this stirp. In this species,
cheilocystidia are obviously made up of clavate to cylindrical chains of
sterile hyphae that protrude out of the lamellae edge giving it an extraordinary flocculose appearance. According to the literature (Horak,
1978; Noordeloos, 1992, 2004; Vesterholt, 2002) none of the species
of the genus Entoloma known to date produces cheilocystidia of this
size. Furthermore, all species in stirp Serrulatum are described as
odourless, while E. trichomarginatum exhales a weakly farinaceous
smell.
References
Horak, E. 1978. Entoloma in South America. I. Sydowia 30: 40-111.
Llorens van Waveren, L., Llistosella, J. 2004. Contribució a la flora dels Fongs
del Parc Natural del Cadí-Moixeró (Catalunya). I. El gènere Entoloma (Fr.) P.
Kumm. Revista Catalana de Micologia 26: 165-176.
Llorens van Waveren, L., Llistosella, J. 2006. El gènere Entoloma (Fr.) P. Kumm. a
Catalunya. I. Notes florístiques. Revista Catalana de Micologia 28: 87-91.
Noordeloos, M. E. 1998. Flora Agaricina Neerlandica. Critical monographs on
families of agarics and boleti occurring in the Netherlands. Entolomataceae. 1.
Balkema. Rotterdam.
Noordeloos, M E. 1992. Entoloma s.l. Fungi Europaei. vol. 5. Giovanna Biella.
Saronno, Italia.
Noordeloos M E. 2004. Entoloma s.l. (Supplemento). Fungi Europaei. vol. 5a.
Massimo Candusso, Alassio, Italia.
Vesterholt J. 2002. Contribution to the knowledge of species of Entoloma subgenus Leptonia. Fungi non delineati XXI: 1-63.
200
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
CONTRIBUCIÓN AL CONOCIMIENTO DE LOS ASCOMYCETOS DE LA
PENÍNSULA IBÉRICA E ISLAS BALEARES
B. Marcos-Laso
Dpto. de Botánica Facultad de Farmacia Universidad de Salamanca,
37007 Salamanca. España. E-mail: [email protected]
MICOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
POSTER (M12)
NOTAS:
Durante la prospección liquenológica de algunas localidades de la
Península Ibérica y de las Islas Baleares, hemos tenido ocasión de
recolectar algunas especies de hongos no liquenizados de los géneros
Dennisiella (anamorfo en Microsiphium), Phyllosticta, Tubeufia y
Guignardia, ascomicetes y anamorfos de ascomicetes, que aparecen
epífitos sobre hojas de Erica multiflora, Hedera helix e incluso sobre
briófitos. Dado que creemos que han sido poco citadas en la Península e islas limítrofes, tratamos dar a conocer una mayor amplitud de su
área de distribución.
La presente comunicación se encuadra dentro del proyecto de Flora Liquenológica Ibérica subproyecto 3, de referencia CGL2007-66734-C03-03/BOS y agradecemos a la DGI la concesión del mismo.
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201
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
MICOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
POSTER (M13)
NOTAS:
A OCORRÊNCIA DE CRUSTODERMA OPUNTIAE (FUNGI, BASIDIOMYCOTA) NA PENÍNSULA IBÉRICA
1
1
I. Melo, 1J. Cardoso, 2M. Dueñas, 3I. Salcedo & 2M.T. Tellería
Jardim Botânico, Museu Nacional de História Natural / CBA-FCUL, Universidade
de Lisboa, Rua da Escola Politécnica 58, 1250-102 Lisboa, Portugal.
2
Real Jardín Botánico (CSIC), Plaza de Murillo 2, 28014 Madrid, Espanha
3
Dpto. de Biología Vegetal y Ecología, Facultad de Ciencia y Tecnología, UPV/
EHU, Apdo. 644, 48080 Bilbao, Espanha
Crustoderma opuntiae, uma espécie de fungo corticioide, foi descrito
por Nakasone & Gilbertson em 1982, tendo por base uma colecção
colhida sobre Opuntia fulgida, no sul do Arizona, E. U. A. Referem
também que este fungo é agente causador de uma podridão castanha
e, microscopicamente, muito semelhante a Hyphoderma sp. de Vries
488 (Eriksson & Ryvarden 1975). Em 1987, Vries descreveu Hyphoderma cryptocallimon, baseado em colecções colhidas sobre Juniperus communis, na Alemanha, Holanda e Suécia. Como sublinhou o
autor, a espécie tinha sido provisoriamente descrita em 1975, por
Eriksson & Ryvarden, sob o nome Hyphoderma sp. de Vries 488. A
sua distribuição foi depois alargada à França (Bon et al. 1994), Itália
(Bernicchia 2000, Bernicchia et al. 2007) e Ucrânia (Kuffer et al.
2004), fazendo ainda parte das listas de espécies da Bélgica, Reino
Unido e Irlanda, e a lista de hospedeiros passou a incluir também
Abies, Fagus, Picea, Pinus e Populus. Analisando as descrições de
ambas as espécies e respectivas ilustrações conclui-se que se trata do
mesmo taxon e assim as duas espécies devem ser sinonimizadas.
Pensamos que a espécie deve ser considerada no género Crustoderma porque causa uma podridão castanha da madeira e não branca
como acontece com as espécies do género Hyphoderma.
Em 1992, Melo & Telleria citaram erradamente sob o nome de Hyphoderma multicystidium (Hjortstam & Ryv.) Hjortstam & Telleria var.
multicystidium, um fungo que crescia sobre Pinus sylvestris na região
norte de Portugal. A mesma espécie foi depois encontrada no sul do
país, sobre Eucalyptus. As colecções foram estudadas por Karl-Henrik
Larsson (Goteborg, Suécia) que as identificou como Hyphoderma
cryptocallimon.
A espécie caracteriza-se pelos seus basidiomas finos, resupinados e
adnados; com himenóforo liso ou levemente poruloso (à lupa piloso
devido aos cistídios projectados), creme-esbranquiçado a acinzentado, com margem mais clara, levemente fibrilhosa. Sistema de hifas
monomítico, hifas com fíbulas, as basais dispostas paralelamente;
cistídios grandes, até 150x10 µm, cilíndricos, com base levemente
dilatada e ápice obtuso, de membrana fina a mais espessada; basídios subaclavados, sinuosos, 30-70x7-10 µm, geralmente com 4
esterigmas; esporos elipsóides, 7-11(-12)x5-6 µm, de protoplasma
denso e com gotículas lipídicas.
Espécimes estudados
Portugal, Trás-os-Montes e Alto Douro: Bragança, França, 29TPG8742, 730 m,
em ramo seco de Pinus sylvestris, 29.01.1991, 5378 IM, LISU 170433; idem,
5379 IM, LISU 170462. Baixo Alentejo, Mértola, Corte do Pinto, Mina de S.
Domingos, 29SPB3270, 200 m, em soca apodrecida de Eucalyptus sp.,
14.12.1994, 6495 IM, LISU 170965.
Referências
Bernicchia, A. 2000. Wood-inhabiting Aphyllophoraceous fungi on Juniperus
spp. in Italy. Mycotaxon 75: 241-256.
Bernicchia, A., Savino E. & Pérez Gorjón, S. 2007. Aphyllophoraceous woodfungi on Pinus spp. in Italy. Mycotaxon 101: 5–8.
Bon, M., Courtcuisse, R. & Duhem, B. 1994. Journées mycologiques de Noyon
(Oise), 7-10 octobre 1993: commentaires sur quelques espèces intéressantes.
Bull. Soc. Linn. Nord-Picardie 1 : 55-69.
202
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
Eriksson, J. & Ryvarden, L. 1975. The Corticiaceae of North Europe: Coronicium-Hyphoderma. Vol. 3. Fungiflora, Oslo.
Melo, I. & Telleria, M.T. 1992. Novidades para a micoflora portuguesa
(Aphyllophorales, Basidiomycota). Portugaliae Acta Biol., Ser. B, Sist. 16: 1150.
Nakasone, K.K. & Gilbertson, R. 1982. Three brown-rot fungi in the
Corticiaceae. Mycologia 74(4) : 599-606.
Kueffer, N., Lovas, P.S. & Senn-Irlet, B . 2004. Diversity of wood-inhabiting
fungi in natural beech forests in Transcarpathia (Ukraine): a preliminary survey.
Mycologia Balcanica 1: 129–134.
Vries, B.W.L. 1987. Some new corticioid taxa. Mycotaxon 28(1): 77-90.
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
203
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
MICOLOGIA
Sistemática
e Evolução
POSTER (M14)
NOTAS:
REVISION TAXONÓMICA Y FILOGENÉTICA DE TRES RARAS
ESPECIES IRPICOIDES DE MERULIACEAE
G. Moreno, M.N. Blanco & J. Checa
Dpto. Biología Vegetal (Botánica), Facultad de Biología, Universidad Alcalá de
Henares. 28871 Madrid,
España. [email protected]
Las áreas mediterráneas ibéricas de España y Portugal presentan una
importante riqueza fúngica de interés taxonómico y nomenclatural,
debido a su amplía diversidad vegetal, con una representación de
bosques y matorrales variados que conforman el sustrato ideal para
el desarrollo de hongos saprotrofos de la madera. Por ello, en estos
dos países en los últimos años se han realizado importantes estudios
taxonómicos, que han llevado a las primeras check-list de Polyporales
(Tellería, 1980; Melo et al., 2007) y a las primeras monografias sobre
algunos de estos hongos (Tellería & Melo, 1995).
En este trabajo se describen y se comparan tres raras especies irpicoides una de ellas Mycoacia nothofagi recogida en los abedulares
relíctos del Parque Nacional de Cabañeros situados en el centro de la
península Ibérica y que fue descrita originalmente de Australia, y
Steccherinum lusitanicum recogida sobre madera de eucalipto en el
sur de España, de la que solo se conoce en la actualidad el material
tipo descrito Portugal. Ésta última se compara con material tipo de
Hyphodontia setulosa recogida sobre madera de Liquidambar en USA.
Se confirma que ambas especies son coespecificas, siendo éste último
el epíteto prioritario.
Los resultados moleculares nos indican que ambos taxones deben
ubicarse en el género Phlebia.
Agradecimientos
Agradecemos a K.H. Larsson (Sweden) y Nils Hallenberg (Sweden) sus comentarios taxonómicos. Este trabajo ha sido realizado dentro del Proyecto
REN2002-01965.
Referencias
Melo, I., Cardoso, J. & Tellería, M.T. 2007. Annotated list of polypores for the
Iberian Peninsula and Balearic Islands. Biblioth. Mycol. 203: 1- 183.
Tellería, M.T. 1980. Contribución al estudio de los Aphyllophorales españoles.
Biblioth. Mycol. 74: 1-464.
Tellería, M.T. & Melo, I. 1995. Aphyllophorales resupinatae non poroides, I.
Acanthobasidium-Cystostereum. Flora Mycologica Iberica. Vol. 1. Ed. Real
Jardín Botánico de Madrid & J. Cramer. 223 pp.
204
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
DETECCIÓN DE PATRONES ESPORALES Y CARACTERES
HYDNUM RUFESCENS EN LA
PENÍNSULA IBÉRICA
CORRELACIONADOS EN EL COMPLEJO
I. Olariaga & I. Salcedo
Lab. Botánica. Dpto. Biología Vegetal & Ecología. Universidad del País Vasco/
EHU. Apdo. 644. 48080 Bilbao. España.
MICOLOGIA
Sistemática
e Evolução
POSTER (M15)
NOTAS:
Son dos las especies de Hydnum que han sido tradicionalmente aceptadas en la literatura europea: H. repandum L. y H. rufescens Pers.
Maas Geesteranus (1976) examinó numerosas colecciones, y aunque
separó ambas especies, destacó una alta variabilidad morfológica en
ambos taxones. Actualmente, ambas especies se separan unánimemente. No obstante, son varios los trabajos que apuntan a que, H.
rufescens, es en realidad un complejo de especies morfológicamente
similares que han pasado inadvertidas hasta la actualidad. Por una
parte, Ostrow & Beenken (2004) describieron H. ellipsosporum en
base a datos morfológicos y moleculares, nueva especie caracterizada
por sus esporas elipsoidales, que difieren de las esporas globosas de
H. rufescens. Por otra parte, tras detectar la presencia de tres patrones esporales diferentes en material noreuropeo, Huhtinen & Ruotsalainen (2006) adscriben uno de estos patrones a una tercera especie,
H. umbilicatum Peck, especie caracterizada por tener esporas globosas mayores que H. rufescens. La variabilidad de la región ITS, documentada por Grebenc et al. (2001, 2006) también pueden indicar que
H. rufescens se trata de un complejo de especies. Los caracteres derivados del complejo H. rufescens parecen ser los basidiomas relativamente poco carnosos, el estípite normalmente más largo que el diámetro del píleo, así como un tenue olor afrutado ausente en H. repandum.
Como resultado de la realización de una síntesis monográfica de Hydnum en la Península Ibérica, han sido morfológicamente estudiadas
alrededor de 170 colecciones del complejo H. rufescens. Al igual que
Huhtinen & Ruotsalainen (2006), han sido detectados patrones esporales característicos, y diferentes entre sí. Adicionalmente, se han
hallado correlaciones entre los patrones esporales mencionados y
caracteres ecológicos o morfológicos. Tras la realización de este estudio, se deduce la presencia de al menos 4 especies en el complejo H.
rufescens en la Península Ibérica: H. ellipsosporum, H. rufescens, y
otras dos especies caracterizadas por poseer esporas ovoides, las
cuales provisionalmente se han denominado como H. pallidicolor y H.
ovoidisporum. A la espera de poder completar este trabajo con datos
moleculares, en el presente trabajo se ofrece iconografía y una clave
de identificación para las especies del complejo H. rufescens en la
Península Ibérica.
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205
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
MICOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
POSTER (M16)
NOTAS:
CONTRIBUCIÓN AL CONOCIMIENTO DEL GÉNERO ORBILIA
(ORBILIALES, ASCOMYCOTA) EN LAS ZONAS ÁRIDAS-SEMIÁRIDAS
DE TENERIFE (ISLAS CANARIAS). DATOS PRELIMINARES
L. Quijada, H.-O. Baral & E. Beltrán-Tejera
Dpto. de Biología Vegetal (Botánica). Universidad de La Laguna,
38071 La Laguna. Tenerife. Islas Canarias. España.
[email protected]
La mayoría de los estudios de hongos realizados para Canarias y la
región Macaronésica han sido llevados a cabo en los ecosistemas más
favorables para su desarrollo, tales como el monteverde o laurisilva y
el pinar. Los trabajos realizados por Beltrán-Tejera & RodríguezArmas (1999), en Aphyllophorales, y Lado et al. (1999, 2007), Mosquera et al. (2000, 2003) y Beltrán-Tejera et al. (2004, 2009), sobre
Myxomycetes, están mostrando la importante representación de estos
organismos en las zonas áridas y semiáridas de las Islas Canarias.
Dentro de los considerados hongos xerotolerantes, diferentes grupos
de Helotiales (Ascomycota) destacan para este tipo de condiciones
(Sherwood, 1981 y Baral & Marson, 2005) y atendiendo a los discomycetes descomponedores de restos leñosos, el género Orbilia es uno
de los más importantes en dichos ecosistemas según Baral & Marson
(2005), coincidiendo con nuestras propias observaciones, en las que
muchas especies sólo pueden detectarse durante un corto periodo de
tiempo y sobre sustratos específicos.
En Canarias, en las zonas áridas y semiáridas se desarrolla una vegetación singular de tipo suculento, denominada “Tabaibal-Cardonal”,
en la que adquiere especial importancia el género Euphorbia, representado por diferentes especies como: E. balsamifera, E. canariensis,
E. lamarckii, E. atropurpurea y E. aphylla. El género Orbilia ha sido
mencionado para Canarias y la Macaronesia en los trabajos de
Beltrán-Tejera et al. (1989, 2004 y 2008), Korf (1992) y Karasch et
al. (2005), habiendo sido estudiado sobre todo para las zonas secas,
subhúmedas y húmedas y en la mayoría de los casos sobre otro tipo
de sustratos.
El presente trabajo tiene como objetivo destacar la importancia del
género Orbilia en las zonas áridas-semiáridas de Tenerife, mostrando
las especies encontradas sobre Euphorbia, así como su abundancia y
determinadas características ecológicas.
Referencias
Baral, H.-O. & Marson, G., 2005. In vivo veritas. Over 10000 Images of Fungi
and Plants (microscopical drawings, water colour plates, photo macro- & microphraphs), with materials on vital taxonomy and xerotolerance. DVD, 3nd edition.
Beltrán Tejera, E., Bañares Baudet, Á., Rodríguez-Armas, J. L., Losada-Lima, A.
& Leon Arencibia, M.C. 1989. Contribución al estudio de la flora micológica del
Monte de Aguas y Pasos (Los Silos, Tenerife). III. Doc. Mycol. 76: 41-58.
Beltrán, E., Mosquera, J. & Lado, C. 2009. Myxomycetes diversity from aridsemiarid zones of the Canary Islands (Spain). (en prensa).
Beltrán Tejera, E. & Rodríguez-Armas, J.L. 1999. Aphyllophorales
(Basidiomycotina) of arid hábitats of the Canary Islands. Preliminary data. Mycotaxon 70: 111-125
Beltrán Tejera, E., Rodríguez-Armas, J.L., Bañares Baudet, Á., Barrera Acosta,
J. & Lado Rodríguez, C. 2004. Hongos. En Beltrán Tejera, E. (Ed.). Hongos,
líquenes y briófitos del Parque Nacional de la Caldera de Taburiente. O. A. de
Parques Nacionales, Serie Técnica. Ministerio de Medio Ambiente. Madrid, 53232.
Beltrán Tejera, E., Rodríguez-Armas, J.L., Bañares Baudet, Á. & Lado Rodríguez, C. 2008. Hongos. En Beltrán Tejera, E. (Ed.). Hongos, líquenes y briófitos
del Parque Nacional de Garajonay (Gomera, Islas Canarias). O. A. de Parques
Nacionales, Serie Técnica. Ministerio de Medio Ambiente. Madrid. 41-390.
206
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
Karasch, P., Damon, W., Jaklitsch, W. & Baral, H.O. 2005. Beiträge zur Pilzflora
der Kaneren-Insen La Palma 2. Weitere bemerkenswerte Pilzfunde auf Chamaecytisus proliferus. Österr. Z. Pilzk. 14: 275-289.
Korf, R.P., 1992. A preliminary discomycete flora of macaronesia: part 8, Orbiliaceae. Mycotaxon 15: 503-510.
Lado, C., Mosquera, J. & Beltrán Tejera, E. 1999. Cribraria zonatispora, development of a new myxomycete with unique spores. Mycologia 91(1): 157-165.
Lado, C., Mosquera, J., Estrada-Torres, A., Beltrán Tejera, E. & Wrigley de Basanta, D. 2007. Description and culture of a new succulenticolous Didymium
(Myxomycetes). Mycologia 99(4): 602–611.
Mosquera, J., Lado, C., Estrada-Torres, A. & Beltrán Tejera, E. 2000. Trichia
perichaenoides, a new myxomycete associated with decaying succulent plants.
Mycotaxon 75: 319-328.
Mosquera, J., Lado, C., Estrada-Torres, A., Beltrán Tejera, E. & Wrigley de Basanta, D. 2003. Description and cultura of a new myxomycete, Licea succulenticola. Anales Jar. Bot. Madrid 60 (1): 3-10.
Sherwood, M.A. 1981. Convergent evolution in discomycetes from bark and
wood. Bot. J. Linn. Soc. 82: 15-34.
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207
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
MICOLOGIA
Monitorização
Ambiental
POSTER (M17)
MONITORIZACIÓN DE LA MICOFLORA DE LAS ZONAS DUNARES DEL
LITORAL VASCO
1
1
NOTAS:
I. Salcedo, 1I. Olariaga, 2R. Picón & 1E. Sarrionandia
Lab. Botánica. Dpto. Biología Vegetal & Ecología. Universidad del País Vasco/
EHU, Apdo. 644, 48080 Bilbao. España. 2Sociedad Micológica de Portugalete,
Apdo. 92, 48920 Portugalete. España
Los ecosistemas dunares representan uno de los ecosistemas costeros más amenazados en Europa, según datos del satélite Netcoast. En
España sólo queda el 45% de los sistemas dunares que había en
1900, motivo por el cual, estos ecosistemas han sido incluidos en el
Anexo I de la Red Natura 2000.
La distribución espacial que actualmente presentan las especies vegetales y fúngicas, viene determinada, en parte, por procesos históricos
y evolutivos donde los parámetros climáticos como la temperatura y
precipitación marcan los límites de distribución de las mismas. Desde
un punto de vista ecológico, los sistemas dunares representan un
medio inhóspito y extremo para muchos seres vivos. Son ecosistemas
dinámicos, con una notable deficiencia hídrica, determinada por el
suelo arenoso y el aporte salino que reciben debido a la proximidad al
mar. Las dunas presentan, además, una escasa cobertura vegetal,
por lo que las especies fúngicas y animales deben soportar oscilaciones térmicas mayores que en otros hábitats. A consecuencia de ello,
las dunas poseen una biota particular adaptada a estas condiciones,
siendo los hongos y las comunidades fúngicas, especialmente sensibles a la pluviometría y la temperatura. Cambios en cualquiera de
estos parámetros originarían, por lo tanto, alteraciones en la micocenosis de estos ecosistemas. El conocimiento detallado de la composición específica de las comunidades fúngicas, así como de su fenología, puede aportar, en consecuencia, datos sobre los posibles efectos
del cambio climático.
El establecimiento y seguimiento de parcelas permanentes para el
estudio de los hongos, permite obtener un conocimiento bastante
exhaustivo de la micoflora presente en el lugar. Sin embargo, el
carácter efímero de la mayoría de carpóforos en los que se basan
estos estudios, y la variabilidad interanual en la fructificación, precisa
un seguimiento continuo de las parcelas durante varios años. Las
dunas del litoral cantábrico han sido prospectadas sistemáticamente
durante años por diversos micólogos entre los cuales destacamos a
Rafael Picón por su constante labor en la elaboración y recopilación
de información en estos ecosistemas (Picón 2007, inéd.). De este
modo, el presente trabajo parte con una sólida base de referencia,
indispensable para realizar comparaciones y observar cambios.
Con esta perspectiva, se seleccionaron 2 de las localidades que poseen los ecosistemas dunares en mejor estado de conservación del litoral del País Vasco: Gorliz y Zumaia. Se establecieron parcelas de seguimiento de 400 m2 de forma estratificada en la duna secundaria,
terciaria y en la duna fija, con un número suficiente de réplicas para
obtener conclusiones más generales, así como tener soporte estadístico. Durante el otoño de 2008, se realizaron muestreos de las parcelas en los que se registraron las especies y el número de carpóforos
de las mismas. Como resultado de esta primera fase, se ha obtenido
una primera matriz de datos bibliográficos y además se ha creado
una base de datos de 419 especies de macromicetos asociados a los
sistemas dunares. Los datos obtenidos en los muestreos sirven ya de
una primera comparación con la información histórica que se poseía.
Hay que señalar que la estimación de abundancia, mediante la medida de fructificaciones, tiene una fuerte aleatoriedad interanual debida
a que es altamente dependiente de las condiciones meteorológicas y
208
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
de los ciclos plurianuales propios de cada especie. Por ello resulta
indispensable obtener una serie de datos lo suficientemente larga
como para abarcar estos ciclos y tener una idea fiable de la dinámica
poblacional y composición específica de las micocenosis estudiadas.
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209
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
MICOLOGIA
Monitorização
Ambiental
POSTER (M18)
NOTAS:
ASPERGILLUS AND PENICILLIUM IN THE AIR OF A HOSPITAL
USING VIABLE AND NON-VIABLE CAPTURE METHODS
1
R.Tormo Molina, 1S. Fernández Rodríguez, 2A. Gonzalo Garijo
& 3I. Silva Palácios
1
Universidad de Extremadura, Facultad de Ciencias, Badajoz, España.
[email protected]; [email protected]
2
Hospital Infanta Cristina, Departamento de Alergia, Badajoz, España.
[email protected]
3
Universidad de Extremadura, Escuela de Ingenierías Agrarias, Badajoz,
España. [email protected]
Aspergillus and Penicillium are some of the fungi with the smallest
spores (conidia), with great production as well as being among the
most dangerous for human health. Indoors in hospitals, they are usually monitored by viable methods. Nevertheless, to understand their
indoor presence it is necessary to know their outdoor concentration
and to use non-viable methods that capture all kinds of propagules,
even though in this case the two genera are indistinguishable morphologically.
Samples were taken in the Hospital Infanta Cristina of Badajoz (SW
Spain) from April-2007 to March-2009, weekly in spring and fortnightly the rest of the year for a total of 60 samples. Five sampling
sites were selected, one outdoors and four indoors (an isolated room
and a ward on each of the ground and third floors). Two volumetric
personal sporetraps were used, one capturing propagules on petrolatum white as adhesive and the other on a Petri dish with SDA as
growth medium. Data were expressed as spores/m3 in the first case
and CFU/m3 in the second.
The total average concentrations of Aspergillus and Penicillium were
116.7 spores/m3 outdoors and 56.1 spores/m3 indoors, and 8.2 CFU/
m3 outdoors and 6.9 CFU/m3 indoors. Penicillium CFU were about
twice as abundant as Aspergillus CFU. There were no statistically significant differences between years or between outdoor and indoor
concentrations, or between the four indoor samples. Between seasons, there were statistically significant differences only for Aspergillus CFU. There was a statistically significant correlation in the temporal variation of the spores and the sum of Aspergillus plus Penicillium
CFUs.
Outdoor and indoor concentrations of Aspergillus and Penicillium were
similar, with the apparent greater outdoor spore abundance not being
statistically significant. Except for Aspergillus CFU, there were no
clear seasonal patterns. Comparing the two sampling methods, the
spore counts captured with the non-viable method were from 8 to 14
times greater than the viable method CFU counts since very many
Aspergillus and Penicillium spores do not grow on the growth medium
used, although also other fungus spores might have been included in
the Aspergillus-Penicillium spore type. In general, Aspergillus and
Penicillium are little affected by room isolation and seasonality.
210
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
CARACTERES MORFOLÓGICOS VS. MOLECULARES EN LAS ESPECIES
PENINSULARES DEL GÉNERO GEASTRUM
J.C. Zamora, F.D. Calonge & M.P. Martín
Real Jardín Botánico, CSIC, Dept. de Micología, Plaza de Murillo 2,
28014 Madrid, España
MICOLOGIA
Sistemática
e Evolução
POSTER (M19)
NOTAS:
Las especies del género Geastrum (Basidiomycota gasteroides) presentan unos caracteres morfológicos particulares, como son un peridio complejo, que sufre dehiscencia estrellada en la madurez, y un
himenio angiocárpico, donde se forman basidios con numerosos esterigmas, caracteres poco frecuentes en Basidiomycota. En los análisis
filogenéticos recientes (Hosaka et al., Mycologia 98(6): 949-959,
2006; Hibbett et al., Mycol. Res. 111(5): 509-547,2007), las especies
de género Geastrum y otros géneros afines aparecen en un clado
aislado denominado orden Geastrales.
De acuerdo con trabajos previos (Calonge, Fl. Mycol. Iber. 3: 1-271,
1998; Calonge & Zamora, Bol. Soc. Micol. Madrid 27: 59-61, 2003;
Zamora & Calonge, Bol. Soc. Micol. Madrid 31: 139-149, 2007), el
catálogo provisional para este género en la Península Ibérica asciende
a 25 táxones; número muy significativo, ya que se aceptan unas 50
especies en todo el mundo. (Hawksworth et al., Ainsworth & Bisby’s
dictionary of the fungi 8th ed. 1995).
En nuestro estudio se plantea realizar una revisión de los táxones
recolectados en la Península con el fin de: i) Identificar aquellos caracteres morfológicos con importancia taxonómica, que permitan delimitar a las especies de forma adecuada; ii): Establecer las relaciones
filogenéticas entre las diferentes especies; iii) Aportar más datos sobre la posición filogenética real de Geastrum dentro del árbol evolutivo de los Basidiomycota.
Se han revisado más de 1000 colecciones de los herbarios MA-Fungi
(Real Jardín Botánico, Madrid) y AH (Univ. Alcalá de Henares, Madrid); y más de 300 colecciones depositadas en el herbario personal
del primer autor. Para el análisis de los caracteres macroscópicos y
microscópicos se ha seguido a Sunhede (Synopsis Fungorum 1: 1534, 1989). Se han obtenido secuencias de nucleótidos de las regiones ITS1 e ITS2 (internal transcriber spacers), incluida la subunidad
5.8S del nrDNA. Se han realizado análisis filogenéticos de los caracteres morfológicos y moleculares por separado, así como análisis combinado mediante los programas PAUP y Mr. Bayes.
El estudio morfológico revela que los caracteres macroscópicos son
muy importantes desde el punto de vista taxonómico, aunque deben
ser complementados por los microscópicos para realizar una correcta
determinación de las especies, ya que la mayoría de las estructuras
poseen caracteres microscópicos útiles en la identificación de las mismas. En el catálogo actual, se admite como especie independiente a
G. morganii, considerada coespecífica de G. badium ss. Staněk por
Calonge (op. cit.), y a G. pseudolimbatum, tratada con el rango
taxonómico de forma de G. coronatum en el trabajo antes citado.
Además, se actualiza la nomenclatura del género, al considerar como
binomios correctos a G. elegans y G. schmidelii, tratados como G.
badium ss. Staněk y G. nanum, respectivamente, en CALONGE (op.
cit.). Los resultados preliminares de los análisis filogenéticos parecen
confirmar algunas de nuestras hipótesis basadas en los caracteres
morfológicos, como la independencia de G. parvistriatum (nueva especie descrita en Zamora & Calonge, 2007).
Esta investigación ha sido financiada por los proyectos Flora Micológica de Castilla-La Mancha y Flora Micológica Ibérica (CGL2006-12732-CO2-01/BOS).
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XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
GAMETÓFITO Y APOGAMIA EN ARGYROCHOSMA NIVEA (POIR.)
WINDHAM (PTERIDACEAE)
J.M. Gabriel y Galán
Departamento de Biología Vegetal I, Facultad de Ciencias Biológicas,
Universidad Complutense de Madrid, Avda. Jose Antonio Nováis, 2,
28040- Madrid, España. [email protected]
PTERIDOLOGIA
Sistemática
e Evolução
PTE_01_GALAN_02
ORAL
NOTAS:
Argyrochosma nivea (Poir.) Windham es una especie rupícola de distribución andina, que aparece en Ecuador, Perú, Bolivia y N de Argentina y Chile. Desde hace tiempo se conoce que esta especie presenta
apogamia obligada; sin embargo, no está documentado el desarrollo
completo del gametófito y los estudios de las estructuras esporofíticas
tempranas son incompletos. Con el objetivo de estudiar la fase gametofítica de la especie y la génesis apógama de los esporófitos, se realizaron cultivos en agar de dos individuos diferentes recolectados en
la misma localidad.
Las esporas, que se forman en número de 32 por esporangio, germinaron con vitalidad, según un patrón de tipo Vittaria, alcanzando 82%
de germinación en 7 días. Las fases filamentosa y espatulada son
efímeras y dan paso rápido al protalo adulto. Algunos de los protalos
alcanzan una forma cordada típica, pero una mayoría comienza a
producir lobulaciones que les terminan por otorgar un aspecto muy
irregular. El proceso total de desarrollo dura 25-30 días desde la germinación.
A partir de ese momento, los gametófitos generan zonas proliferantes
bajo la escotadura, de las que surgirán los esporófitos apógamos. En
ningún caso se han observado gametangios.
Las zonas de proliferación desarrollan (1)2-5 largos pelos pluricelulares, con la célula apical capitada. Transcurridos unos 15 días, comienza a surgir el esporófito apógamo. Sin formación de raíz, se desarrolla
inicialmente una masa celular gruesa y cortamente cónica, que al
poco adopta una forma más espatulada. Según se va desarrollando el
esporófito, surgen de su margen nuevos pelos pluricelulares, cortos y
ascendentes. Ya desde un principio, se observa la secreción de gránulos de farina blanca en algunos esporófitos.
A los 30-40 días de su surgimiento, la masa celular se ensancha notablemente en el ápice, formando una lámina trilobulada. En este estado, se observan claramente traqueidas, estomas y pelos bicelulares
glandulares en la superficie.
El hecho de presentar farina en el esporófito pero no en el gametófito
apoyaría la segregación de esta especie del género Notholaena hacia
Argyrochosma, tal como se propone en las revisiones actuales del
grupo.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
PTERIDOLOGIA
Sistemática
e Evolução
ORAL
MICROSATELLITES REVEAL EXTREME INBREEDING IN THE DIPLOID
FERN DRYOPTERIS AEMULA
1
A. Jiménez, 2R. Holderegger, 2D. Csencsics & 1L.G. Quintanilla
1
NOTAS:
Departamento de Biología y Geología, ESCET, Universidad Rey Juan Carlos,
E-28933 Móstoles, Madrid. 2WSL Swiss Federal Research Institute,
CH-8909 Birmensdorf, Switzerland
[email protected]
Two mainstream approaches have been traditionally employed to
infer the breeding systems of homosporous ferns: the observation of
sexual ontogenies of gametophytes under laboratory culture and the
adjustment to Hardy-Weinberg equilibrium of allozyme data obtained
from wild populations. Both methods have their limitations, as gametophyte responses in the laboratory may not match those under
natural conditions, and allozymes may show no variation and, thus,
no information about breeding systems. More powerful techniques,
such as the hypervariable, codominant microsatellite markers, have
proven useful in answering numerous questions about the biology of
species, including breeding systems. However, microsatellite technology has seldom been applied to ferns.
Here we use five polymorphic microsatellite loci developed for Dryopteris aemula (Aiton) Kuntze, an antheridiogen-producing homosporous fern with null allozymic diversity detected, to unveil its breeding
system. Three Iberian and one Azorean populations were sampled. All
five loci remarkably departed from Hardy-Weinberg equilibrium in the
four populations, with observed heterozygosities (HO) being much
lower than expected heterozygosities (HE). Consequently, fixation
indexes (F = 1 – HO/HE) showed exceptionally high positive values.
The most likely explanation for the observed deficit of heterozygotes
is that D. aemula is subject to a strong tendency to inbreeding. Although its gametophytes produce antheridiogen, which promotes
unisexuality and outcrossing, some environmental conditions favor
the apparition of male and female organs in the same individual,
which provides an opportunity for self-fertilization. Recent (postglacial) colonization events, which are more likely for self-fertilizing
individuals, may explain the high inbreeding coefficients found in D.
aemula.
216
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
LAND-USE HISTORY INFLUENCE ON PTERIDIUM AQUILINUM
INVASIVENESS
M.J. Pinto
Botanic Garden, National Museum of Natural History, University of Lisbon, Rua
da Escola Politécnica 58, 1250-102 Lisboa, Portugal. [email protected]
PTERIDOLOGIA
Especiação
e Biogeografia
ORAL
NOTAS:
Pteridium aquilinum (L.) Tvuhn -bracken- is a successful invasive
weed that could have unambiguous pathways to spread across the
landscape within a region. A dispersal pathway is the combination of
processes and opportunities resulting in the movement of propagules
from one area to another, including aspects of the vectors involved
and features of the original and recipient environments.
In the south of Portugal under Mediterranean climate, bracken is geographically scattered in localities with precise environmental conditions, manly relating evapotranspiration control under tree canopy
shadowing, soil moisture or water logging in periodically disturbed
grazing areas. In the study area, N 38º 05’ W 8º 45’, bracken colonizes a range of sandy-dry to sandy-moisture soils, where it is associated to a wide variety of disturbed habitats, such as riverine margins,
serial sclerophylous communities in cork-oak "montados" and
downslope pinewoods.
It is hypothesized in this study, that bracken dispersion takes place
along a short time span, from encroached downslope leading-edges
populations, to neighbor drier locations upslope, performing a biogeographic phenomenon intrinsically linked to human-mediated diffusion. Historical information about ecosystem management, assessed
from public inquiry and old aerial imagery combined with landscape
metrics, are statistically evaluated as predictors of spread and invasion in a General Linear Model. Two comparative models are discussed, focusing the strength of the cost-effect of soil-moisture constraint on the invasiveness at the scale of the region.
Historical re-creation of bracken invasion has the benefit of elucidating sites of early suitable places, favourable habitats for sporophyte
encroachment and successful spread. Encroachment takes place in
dark shadowed places independently of the position in the relief and
landscape matrix. Encroached bracken is resilient to control efforts
and competes with sclerophylous shrubs. Downslope areas are primary places to hold encroached populations characterized by a deep
rhizome network. A dispersal pathway is formed following relevant
shifts in landscape uses and practices, such as the abandonment of
repeated soil ploughing for crop rotation, in the adjacency of old preexistent encroachment areas. Invasion is prone to be due rhizome
propagules propagation. Pinewoods or “montados”, despite their origin in the time, are equally susceptible to be invaded if landscape
cohesion in-between source and recipient is great. Linear length of
the encroachment place is also an important factor for invasion if
cohesion is still relevant. This dispersal pathway is sensitive to soilmoisture, which mostly seems to influence the spatial incidence of
dispersal, therefore affecting invasiveness at the regional scale.
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
217
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
PTERIDOLOGIA
Sistemática
e Evolução
ORAL
NOTAS:
ON MARKER GENES FOR MOLECULAR PHYLOGENETIC STUDY OF
SELAGINELLACEAE
A.V. Troitsky, V.K. Bobrova, I.A. Milyutina & S.Yu. Morozov
A.N.Belozersky Institute of Physicochemical Biology, M.V.Lomonosov Moscow
State University, Leninskie Gory. Moscow, 119991, Russia.
E-mail: [email protected]
There are over 700 species of spikemosses and some of thems are
hardly distinguished. After A. F. Spring (1850), spikemosses are usually treated as a single genera Selaginella of Selaginellaceae family,
however up to four genera have been recognized earlier and a number of clearly defined sections and subgenera are distinguished by
anatomo-morphological traits. As it was pointed recently a full revision of the family is needed (Valdespino 1993). On this way, multigene molecular phylogenetic data seems to be indispensable. Previously published phylogenetic reconstructions based on chloroplast
rbcL and nuclear 26S rDNA sequences already revealed some new
groupings in Selaginellaceae (Korall and Kenrick 2004). We sequenced nuclear ribosomal internal transcribed spacers ITS 1-2 from
several Selaginella species and combined them with data on the same
region from GenBank deposited by Therrien et al. (2000). The Selaginella ITS sequences are hardly alignmentable due to numerous
base substitutions and indels. Such extraordinary for land plants infrageneral polymorphism indicates a relevance of subdividing Selaginellaceae on several genera. ITS1 of one species (Selaginella
spp.) is quite long and consists of 1291 bp, whereas in other 58 species its length varies from 274 to 405 bp (320 in the mean). There
are no common regions in ITS1 of this and other species, while by
5.8S rDNA−ITS2 section it is almost identical to S. denticulata (emb
X91873.1 submitted by Maggini et al. 1998) differing by three nucleotide substitutions and four mononucleotide indels. This sort of mosaicism may originate from intracistronic recombination during interspecies hybridization. Suitability of other molecular markers for inferring phylogenetic relationships in Selaginellaceae is considered. Preliminary data on usefulness for this purpose of containing seven introns single copy nuclear At-4/1 gene are discussed. This gene comprising about 3 kbp codes a protein of ca. 250 amino acids, which is
presumably involved in the process of intercellular transport in plants.
The study was supported by RFBR grant and by Scientific School Support program.
218
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
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XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
FIRST REPORT OF FERN (CULCITA MACROCARPA) SPORE
(APODEMUS SYLVATICUS)
CONSUMPTION BY A SMALL MAMMAL
1
1
M.L. Arosa, 1J.A. Ramos, 2L.G. Quintanilla & 3D. Brown
Institute of Marine Research (IMAR), Department of Zoology, University of
Coimbra, 3004-517 Coimbra, Portugal ; 2Departamento de Biología y Geología,
Universidad Rey Juan Carlos, Calle Tulipán s/n, 28933 Móstoles (Madrid),
Spain; 3Cardiff School of Biosciences, Cardiff University, Museum Avenue, CF10
3US Cardiff, UK.
PTERIDOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
POSTER (P01)
NOTAS:
Few vertebrates are known to consume ferns regularly. Several species of mammals consume leaves to some extent but the consumption of fern spores is much rare; to our knowledge it is only documented for the short-tailed bat (Mystaina tuberculata), and for the
Azores bullfinch (Pyrrhula murina). Fern phytochemical defences are
possibly the explanation for a restricted fern diet. However, and despite the fact that the distribution of chemical toxins in ferns is poorly
known not all fern species seem equally toxic as evidenced by selective browsing of tree ferns (Dicksonia spp.) by white-tailed deer
(Odocoileus virginianus) in New Zealand and the selection of fern
spores and leaves by the Azores bullfinch in Azores (Portugal). In
Galicia, northwest Spain, we noticed conspicuous marks of consumption on fertile leaves of C. macrocarpa and set out to identify the species, the extent of the herbivory, whether the consumer feeds only in
fertile leaves (spores) or also on unfertile leaves, and whether it was
a predator or a disperser.
We established two study populations 34 km apart (Eume and Capelada). On December 2007 we selected 90 individuals in each population along transects and randomly marked one fertile leave per individual. Marked leaves were observed every 15 days, until March
2008, to record sterile and fertile pinnules with marks of herbivory.
From February to March spore release in marked leaves was also assessed to document the end of spore availability, counting the number of sori that had released spores. To identify the consumer and for
germination trials we used two methods, on both Capelada and
Eume, in December 15 pieces of cotton fabric were randomly placed
under fertile leaves, to collect any droppings, and in January we used
30 Sherman live capture traps (Forestry suppliers, Inc.). In late
March we visited 15 populations in Galicia (Spain) to estimate the
degree of sori consumption for each population in relation to population size. In each population we counted the number of mature individuals in a sample of 90 fertile leaves.
Throughout Galicia there was a significant increase in fern consumption rate as the population size of C. macrocarpa increased. The consumer was identified as Woodmouse (Apodemus sylvaticus) by DNA
analysis of its droppings and by capture of live animals. Consumption
began in December and finished by mid February, and occurred before spore release, which happened later in Capelada than in Eume,
probably influenced by differences in altitude. The consumption was
higher in Capelada than in Eume (55.7% vs 36.2%), which might be
associated with the higher abundance and diversity of food sources in
Eume. The forest in Eume is characterized by native species such as
Castanea sativa, Corylus avellana, Q. pyrenaica and Quercus robur
with higher availability of winter fruits, whereas in Capelada the forest is fragmented and surrounded by Eucalyptus globulus and pastures. Therefore, differences in the density of Woodmouse populations between the two areas may also contribute to explain differences in the consumption, but we did not examine this aspect. It
would be interesting to study the population density and movements
of Woodmouse before and after spore release to assess if the rodents
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XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
move to C. macrocarpa populations to feed when mature spores are
available.
This study shows that the spores of the few populations of the endangered fern C. macrocarpa in Galicia are highly consumed by Woodmouse and that only a very small minority may survive the digestion,
as only germinated 1% and 0.3% of the spores. In addition, detailed
research needs to be done in ecosystems where ferns are abundant,
because spores of ferns seem to be important for rodents.
220
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
SPORE MATURATION AND RELEASE OF TWO EVERGREEN
MACARONESIAN FERNS, CULCITA MACROCARPA AND
WOODWARDIA RADICANS, ALONG AN ALTITUDINAL GRADIENT
1
M.L. Arosa, 2L.G. Quintanilla, 3J.A. Ramos, 4R. Ceia
& 4H. Sampaio
PTERIDOLOGIA
Monitorização
Ambiental
POSTER (P02)
NOTAS:
1
IMAR-Institute of Marine Research, Department of Zoology,
University of Coimbra, 3004-517 Coimbra, Portugal. 2Department of Biology
and Geology, University Rey Juan Carlos, 28933 Móstoles, Spain. 3IMARInstitute of Marine Research, Department of Zoology, University of Coimbra,
3004-517 Coimbra, Portugal. 4Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves,
Av. da Liberdade 105-2nd, 1250-140 Lisboa, Portugal
Our work deals with the influence of altitude and canopy cover on
spore maturation and release of Culcita macrocarpa and Woodwardia
radicans in the island of São Miguel, Azores. These ferns occur in a
warm-temperate range that extends discontinuously through
Macaronesia (Azores, Madeira and Canary islands), the Atlantic coast
of the Iberian Peninsula and, in the case of W. radicans, some locations in the Mediterranean region. C. macrocarpa and W. radicans
abound in the Azores, the wettest and northernmost Macaronesian
archipelago, where they occur along a large altitudinal gradient of
300-1000 m for C. macrocarpa and 50-950 m for W. radicans. This
makes Azorean populations a suitable model to study the effects of
altitude-correlated environmental factors on spore maturation and
release. Our specific questions were: (1) What are the effects of altitude on temperature, humidity and vegetation cover? (2) Is the timing and success of spore maturation influenced by temperature, humidity and vegetation cover? (3) Does the altitudinal gradient affect
the dates of spore release?
The study was conducted in Serra da Tronqueira, the largest fragment of native laurel forest of the island. This forest type, dominated
by evergreen trees and shrubs, has been largely converted to plantations of Cryptomeria japonica (300-900 m) or invaded by alien species: Hedychium gardneranum (0-950 m), Clethra arborea (500-900
m) and Pittosporum undulatum (50-650 m). Ferns are rare to absent
in patches of dense homogenous exotic vegetation.
The studies were carried out during one sporing season (October
2006 - May 2007) at three altitudes (400, 600, and 800 m). At each
altitude 12 mature individuals (i.e., with at least one fertile leaf) of
each species were randomly selected and tagged, yielding a total of
72 marked individuals (12 individuals × 3 altitudes × 2 species), the
six study populations were visited every ca. 10 days to assess
whether timing of spore maturation and release differed with altitude.
Temperature and relative humidity measures were obtained with a
thermohigrometer at each altitude, whilst canopy cover was determined with hemispherical photographs over each tagged individual
fern.
Main conclusions were that C. macrocarpa and W. radicans have similar timing of spore maturation and release. Maturation is completed in
autumn and is neither affected by altitude nor by canopy cover.
Spores of both species are not released until late winter due to a requirement for dry weather conditions. Dispersal occurs earlier at
lower altitude, as a consequence of higher temperature and lower
humidity. Our results could be supported by transplant experiments
moving individuals from one habitat to another or experiments manipulating the physical environment experienced by individual ferns
will clarify the relative importance of environmental and genetic factors on spore phenology traits.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
PRAIA DA PEDRA DA BICA (ZAMBUJEIRA DO MAR, ODEMIRA,
BEJA) - UMA NOVA LOCALIDADE DE ELEVADO VALOR NATURAL
PTERIDOLOGIA
Biodiversidade
e Conservação
POSTER (P03)
PARA POPULAÇÕES DE BRIÓFITOS E PTERIDÓFITOS
1
NOTAS:
1
P. Arsénio, 2C. Neto, 1T. Monteiro-Henriques, 1J.C. Costa
& 3,4C. Sérgio
Instituto Superior de Agronomia, Universidade Técnica de Lisboa, Tapada da
Ajuda 1349-017 Lisboa, Portugal;
[email protected]; [email protected]; [email protected]
2
Instituto de Geografia e Ordenamento do Território, Universidade de Lisboa,
Alameda da Universidade 1600-214, Lisboa, Portugal; [email protected]
3
Universidade de Lisboa. MNHN - Jardim Botânico/CBA. Rua da Escola
Politécnica. 1269-170 Lisboa, Portugal. 4Faculdade de Ciências, Universidade de
Lisboa, Rua da Escola Politécnica n.º 58, 1250-102 Lisboa, Portugal;
[email protected]
Foi recentemente localizada nas arribas a norte da Praia da Pedra da
Bica (Zambujeira do Mar, Odemira, Beja) uma comunidade briopteridofítica de elevado interesse natural, dado que no conjunto de
briófitos nela identificados figuram espécies de ocorrência rara no
sudoeste de Portugal (e.g. Bryum alpinum Huds. ex With., Cephalozia
bicuspidata (L.) Dumort. e Jungermannia gracillima Sm.), ou cuja
área de distribuição natural se vê alargada por esta localização (e.g.
Sphagnum auriculatum Schimp.). Para algumas das espécies citadas
esta constitui a primeira localidade no Baixo Alentejo alargando, desta forma, a sua área de distribuição.
No que respeita aos pteridófitos, foram também identificadas espécies
que, apesar de não serem raras no referido território, ocorrem usualmente de forma pontual e em populações pouco numerosas (e.g.
Asplenium marinum L. e Osmunda regalis L.), pelo que a sua ocorrência nesta localidade contribui também para o valor natural desta
comunidade.
Refere-se ainda que a comunidade em estudo se encontra em condições de extrema sensibilidade ecológica, dadas as condições que
decorrem da sua posição topográfica (logo a montante de um vale
suspenso, com condições de elevada instabilidade geomorfológica) e
da flutuação dos caudais provenientes das escorrências de água
situadas no topo da arriba e das quais a comunidade está dependente, sobretudo durante o Verão. Acresce o facto da comunidade se
resumir a um reduzido número de ‘tapetes’ (não mais de quatro) cuja
área não excede (individualmente) um metro quadrado. Assim,
salienta-se a necessidade de assegurar a protecção da comunidade
conhecida e de prosseguir trabalhos de prospecção na área geográfica
do Sudoeste Alentejano de forma a poder identificar outras comunidades semelhantes e assim ampliar o conhecimento corológico da
flora brio-pteridofítica do sudoeste da Península Ibérica.
222
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
¿SON LOS HELECHOS CAPACES DE ACLIMATARSE A LA LUZ EN SU
GENERACIÓN GAMETOFÍTICA?
B. Fernández-Marín, S.J. Arroyo, J.M. Becerril
& J.I. García-Plazaola
Departmento de Biología Vegetal y Ecología, UPV/EHU, Apdo. 644,
48080 Bilbao, España. [email protected]
PTERIDOLOGIA
Ecologia Funcional
e Modelação
POSTER (P04)
NOTAS:
La generación gametofítica de pteridofitos frecuentemente es fotosintética y, en algunas especies, sus requerimientos ecológicos difieren de las de sus esporófitos parentales. El objetivo del presente trabajo es saber si los gametófitos de helechos presentan la potencialidad de aclimatarse a diferentes ambientes lumínicos de manera similar a como lo hace su generación esporofítica. Para testar esta hipótesis, se sembraron esporas de tres aspleniáceas con distintas características ecológicas (Asplenium trichomanes, Asplenium scoloprendrium y Ceterach officinarum) y se cultivaron a tres intensidades diferentes de luz (PFD 10, 50 y 100 ìE m-2 s-1). Nuestros resultados
prueban que, desde los primeros estadíos tras la germinación de la
espora, los gametófitos son capaces de desarrollar cierto grado de
aclimatación fotosintética, presentando los patrones típicos de respuesta tanto a baja como a elevada intensidad lumínica. Estas diferencias, se mantuvieron o incluso se acentuaron en fases más tardías
del desarrollo de los gametófitos (gametófitos con forma acorazonada). En concordancia con los patrones de aclimatación fotoquímica, la
composición pigmentaria y de compuestos fotoprotectores también
mostró evidencias de aclimatación lumínica, correspondiendo elevados contenidos de pigmentos del ciclo de las xantofilas así como de átocoferol con los gametófitos crecidos a mayor irradiancia. Los ratios
de clorofila a/b y á/â caroteno, típicamente utilizados como indicadores de óptima aclimatación del aparato fotosintético a la captura o
disipación de energía sustentaron igualmente la hipótesis inicial. Considerando en su conjunto los resultados obtenidos, puede concluirse
que los gametófitos de los helechos estudiados presentan mecanismos fotosintéticos y fotoprotectores que les permiten una efectiva
aclimatación al ambiente lumínico desde los estadíos más iniciales de
su desarrollo.
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
223
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
PTERIDOLOGIA
Sistemática
e Evolução
POSTER (P05)
IS GENDER EXPRESSION GENETICALLY FIXED IN FERNS? A STUDY
OF CULCITA MACROCARPA
1,2
1
NOTAS:
L. Ghosh, 1A. Jiménez & 1L.G. Quintanilla
Departamento de Biología y Geología, ESCET, Universidad Rey Juan Carlos,
E-28933 Móstoles, Madrid. Rspaña.
2
Department of Botany, Rajshahi University, Rajshahi-6005, Bangladesh.
[email protected]
An individual’s sex can be genetically fixed at conception (genetic sex
determination, GSD) or decided afterwards according to its immediate
environment (environmental sex determination, ESD). When environments differentially influence male and female performance, ESD
might evolve. Homosporous ferns are the only plant group in which
ESD is predominant. In many fern species, immature gametophytes
become female or male under rich or poor growth conditions, respectively. Several culture studies have found that Culcita macrocarpa is
first male and then hermaphrodite, even in conditions supposed to be
optimal for growth. Here we studied whether this gender sequence is
fixed under a combination of two light levels (PAR 5.5 or 60 µmol ×
m–2 × s–1) and three nutrient levels (Dyer medium diluted 0, 100 or
10000 times) . At low light level gametophytes grew slowly, irrespective of nutrient level, and most became male. In addition, there were
some hermaphrodites but no females. At high light level gametophytes showed faster growth, especially with mid and high nutrient
levels, and although most gametophytes became male, some were
females. These results are thus in agreement with the ESD theoretical
framework. It can be concluded that any realistic assessment of gender sequence in fern gametophytes must consider a broad range of
culture conditions.
224
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
ASSESSING THE MORPHOLOGICAL AND GENETIC DIVERSITY OF
FAMILY AZOLLACEAE
1,2
A.L. Pereira, 3M.C. Martins, 4M. Oliveira & 2F. Carrapiço
PTERIDOLOGIA
Sistemática
e Evolução
POSTER (P06)
1
CIIMAR-LEGE, Rua dos Bragas 289, 4050-123 Porto, Portugal,
E-mail: [email protected]
Universidade de Lisboa, Faculdade de Ciências, Departamento de Biologia
Vegetal, Centro de Biologia Ambiental, C2, Campo Grande, 1749-016 Lisboa,
Portugal. 3IGC, Apartado 14, 2781-901 Oeiras, Portugal.
4
IBET/ITQB, Quinta do Marquês, 2784-505 Oeiras, Portugal
2
NOTAS:
The Azollaceae Family has seven species but their taxonomy is still
controversial due to the several classifications proposed all over the
years. Due to the scarcity of sporophytes with reproductive structures, the Azolla classification have been made with vegetative characters but the high variability of some of those characters can lead to
misinterpretations. The molecular techniques employed by several
authors’ points to a better clarification of the hierarchical classification. The goals of the present research were the comparative study of
Azolla Family taxonomy with polymorphic vegetative and RAPD data.
The polymorphic vegetative characters were analyzed by Jaccard
similarity coefficient and clustered UPGMA. The dendrogram showed
two main clusters: Cluster I with A. nilotica and A. pinnata (SJ=0.55)
and Cluster II with A. filiculoides, A. microphylla, A. rubra, A. caroliniana and A. mexicana (SJ=0.61). Those clusters joined in a single
group with a very low similarity coefficient (SJ=0.14). Some of the 13
polymorphic vegetative characters allowed cluster distinction. Cluster
I differed from cluster II in five characters: sporophyte shape, rhizome papillae, dorsal lobe apex shape, apex dorsal lobe angle and
hyaline border symmetry. On the cluster I, two characters – deltoid
branching pattern and ventral leaf lobe stomata – allowed the distinction of A. pinnata from A. nilotica. In the cluster II, the species distinction can be made with the polygonal branching pattern, type of
dorsal lobe papillae and ventral leaf lobe stomata.
The 211 bands obtained with the 17 RAPDs primers were analyzed by
Jaccard similarity coefficient and clustered with UPGMA. The dendrogram showed two main clusters: Cluster I with A. nilotica and A. pinnata (SJ=0.19) and Cluster II with A. filiculoides, A. microphylla, A.
rubra, A. caroliniana and A. mexicana (SJ=0.19). The clusters I and II
joined in a single group with a very low similarity coefficient
(SJ=0.17). Also, A. rubra grouped with the A. pinnata species
(SJ=0.23).
The analysis of the 17 RAPD primers showed the occurrence of specific bands for four species: A. pinnata subsp. imbricata (OPA09-2520
bp); A. nilotica (OPA10-700 bp, OPA10-380 bp, OPC04-1700 bp,
OPE01-910 bp and OPE02-880 bp); A. mexicana (OPA09-360 bp);
and A. rubra (OP11-420 bp, OPC10-1000 bp and OPD18-2300 bp).
Those can be employed to identify new specimens of Azolla when its
classification by vegetative characters is uncertain.
The morphological and molecular data gave similar clusters but within
those clusters, the species grouping were different since the RAPDs
gave higher diversity in comparison to vegetative characters. The
molecular tools are important to clarify some misinterpretations and
maybe considered as a valuable tool, but should not be considered as
more important than vegetative characters. With the vegetative and
RAPD markers, it was possible to identify all the Azolla species. Nevertheless, since the morphology is the principal method use to identify the collected field specimens, it is important to have few but valuable and easy characters to a rapid identification of the Azolla species. In addition, there is a clear distinction of the New World species,
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
225
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
which disagree with some authors that intend to group those five
species in only two species (A. filiculoides and A. cristata).
We showed that both methods gave similar dendrograms and both
may be useful for the Azolla species identification.
226
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
ESTUDIOS PRELIMINARES DEL COMPLEJO ASPLENIUM OBOVATUM
VIV. EN LAS ISLAS CANARIAS
T. Sanchez Velázquez
I.E.S. "Domingo Rivero. Arucas", C/Cuevas Morenas nº 41. El Palmar.
Teror, 35330. Gran Canaria. Las Palmas. España
E- mail: [email protected]
PTERIDOLOGIA
Sistemática
e Evolução
POSTER (P07)
NOTAS:
Del complejo Asplenium obovatum Viv., solamente hay una subespecie A. obovatum Viv. subsp. lanceolatum (Fiori) P. Silva que para la
mayoría de los pteridólogos presenta un gran polimorfismo y vive en
Canarias.
Los taxones del grupo como
A. terorense G.Kunkel
(KUNKEL, 1966) se describe como especie endémica para Gran Canaria, de la que sería necesario hacer estudios citológicos ya que es
muy similar a A. obovatum Viv. subsp. lanceolatum (Fiori) P. Silva
y también tiene el máximo interés estudiar A. obovatum Viv. subsp.
obovatum de la que no hay ninguna referencia firme de su presencia
en las islas Canarias (Kunkel, 1966, 1971) por lo que es cita dudosa
para Gran Canaria y El Hierro.
Con los primeros estudios citológicos de una población de A. terorense confirmamos que es tetraploide. Con este trabajo queremos confirmar con datos citotaxónomicos, si esta especie es una entidad independiente o una forma tripinnatisecta de A. obovatum Viv. subsp.
lanceolatum (Fiori) P. Silva.
Referencias
Kunkel, G. 1966. Zur Pteridophytenflora der Insel Gran Canaria. Ber. Schweiz.
Bot. Ges. 76: 42-58. Basel, Genf, Zürich.
Kunkel, G. 1971. Lista revisada de los Pteridofitos de las Islas Canarias. Cuad.
Bot. Canar. 13: 21-46.
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ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
PTERIDOLOGIA
Monitorização
Ambiental
POSTER (P08)
FOREST FRAGMENTATION PATTERNS AND LOSS OF HABITAT FOR
20TH CENTURY
(1957-2003) IN FRAGAS DO EUME NATURAL PARK
(NW SPAIN)
THREATENED FERNS DURING THE SECOND HALF OF
NOTAS:
1
1
A.L. Teixido, 1L.G. Quintanilla,2F. Carreño & 1D. Gutiérrez
Área de Biodiversidad y Conservación, Escuela Superior de Ciencias Experimentales y Tecnología, Universidad Rey Juan Carlos, Tulipán s/n,
Móstoles, E-28933 Madrid, Spain. 2Área de Geología, Escuela Superior de
Ciencias Experimentales y Tecnología, Universidad Rey Juan Carlos, Tulipán s/n,
Móstoles, E-28933 Madrid, Spain. E-mail address: [email protected]
Changes in forested landscapes may have large consequences for
ecosystem services and biodiversity conservation. In northern Spain,
major land use changes have occurred during the second half of the
20th century, but their impacts on forests have not been quantified.
Fragas do Eume Natural Park (NW Spain) is one of the best remaining
forests in the Atlantic coast of Europe and has important populations
of threatened Ibero-Macaronesian ferns in its riparian forests: Culcita
macrocarpa, Dryopteris aemula, D. guanchica, Hymenophyllum tunbrigense, Trichomanes speciosum and Woodwardia radicans. We
evaluated the dynamics of landscape and forest distribution patterns,
including riparian forests, between 1957 and 2003 in this protected
area. We used orthoimages and a set of standard landscape metrics
to determine transitions between land cover classes and to examine
forest distribution patterns. Eucalypt plantations showed the largest
increase in area (197%) over time. In addition, changes on all major
land cover classes were transitions to eucalypt plantations. Forest
showed a net decline of 20% in total area and represented 30% of
landscape area in 2003. Forest decline resulted from losses mostly
due to eucalypt plantations and to a water reservoir, although there
were some gains by shrubland, meadows and cultivated fields been
recolonised. Forest patches declined in size and core area, and increased in edge length over time. In turn, there was an increase in
mean distance between forest patches, and in adjacency to eucalypt
plantations and to a water reservoir. In the particular case of riparian
forests, they were well represented in the landscape in 2003, covering 76% of total water course length. However, there was a strong
net decline of 34% associated with the building of a water reservoir
and the impact of eucalypt plantations. The results suggested an increase in the degree of forest fragmentation between 1957 and 2003,
as well as a change in the nature of habitat surrounding forest
patches. This study also shows that land use changes, mostly from
eucalypt plantation intensification, negatively affected forested habitats, especially those of riversides, although some regeneration was
ongoing throughout ecological succession from land abandonment.
Forest restoration in the damaged riversides must be a priority action
to conserve the threatened ferns in these forests.
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DISPONIBILIZAÇÃO DA
INFORMAÇÃO
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XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
OCHO AÑOS DE GBIF
F. Pando
GBIF.ES, Unidad de Coordinación; Real Jardín Botánico – CSIC; Plaza de
Murillo, 2; 28014 Madrid, Spain - [email protected]
Disponibilização
da Informação
NOTAS:
La Infraestructura Mundial de Información en Biodiversidad, GBIF de
sus siglas en inglés “Global Biodiversity Information Facility”) es una
organización intergubernamental creada en el 2001 y de la que Portugal y España son miembros fundadores.
GBIF se propone poner en Internet, de forma gratuita, toda la información disponible sobre los organismos vivos conocidos a nivel mundial. Hasta el momento actual, la red de datos de GBIF conecta más
de 7.000 bases de datos repartidas por todo el mundo que dan acceso a más de 170 millones de registros de biodiversidad (véase http://
data.gbif.org).
La participación luso-española en GBIF se eleva a más de cincuenta
centros y proyectos que en su conjunto publican en la red de datos de
GBIF más de 4 millones de registros. De ellos, la parte de criptógamas es pequeña pero en activo crecimiento como veremos en nuestra
presentación.
Si bien los datos son el elemento nuclear del la actividad de GBIF,
esta iniciativa abarca otros aspectos de la información científica sobre
biodiversidad y de su manejo, tales como:
• Como los centros y proyectos pueden participan en GBIF y beneficiarse
• Como esta información disponible “en línea” se puede usar y cuales son las reglas del juego
• Que herramientas bioinformáticas existen, para que sirven y como
se puede aprender su manejo o adaptase a cada caso
• Como las redes de personas son tan importantes como las de datos para estudiar y conocer la biodiversidad
En nuestra presentación pasaremos revista a estos aspectos, que se
pretende, que se ha hecho y también a los problemas que se presentan. Todo esto tanto a nivel internacional como desde la óptica de un
nodo nacional de GBIF como puede ser el español (www.gbif.es).
Por último recalcar que GBIF pretende ser una infraestructura científica útil y utilizada por los científicos. Contamos con vuestra participación activa hacer que esta intención se haga un poco más real.
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AUTORES DAS COMUNICAÇÕES
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XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
ÍNDICE DE AUTORES
Aboal, J.R. - 23, 29, 50, 53, 72, 93
Aboal, M. - 81
Ágreda Cabo, T. - 187
Aira, M.J. - 188, 191
Alonso, M.Á. - 64
Alvarado, Y. - 188
Álvaro, I. - 149
Amorim, A. - 100
Aragón, G. - 125, 144, 145, 167
Araujo, E. - 152, 154
Ares, Á. - 50
Arosa, M.L. - 219, 221
Arroyo, M.R. - 152, 154
Arroyo, S.J. - 223
Arsénio, P. - 222
Asencio, A.D. - 113
Astudillo, M.C. - 101
Atienza, V. - 154
Augusto, S. - 51, 155
Avellanosa Santos, A. - 128
Azaola, A. - 102
Bañares, Á. - 189
Baral, H.-O. - 206
Bárbara, I. - 86, 92
Barbero, M. - 109
Barceló Martí, M.C. - 92
Barreiro, R. - 84
Barreno, E. - 27, 130, 160, 173, 174
Barrón, A. - 55
Barroso, J.M. - 47, 74
Batista, A. - 188
Becerril, J.M. - 223
Belinchón, R. - 125
Bellissimo, G. - 102
Beltrán, Y.P. - 96
Beltrán-Tejera, E. - 181, 184, 189, 196, 206
Benítez, M. - 188
Benítez-Mora, A. - 66
Bergamini, A. - 24, 38, 52, 74
Blanco, M.N. - 204
Blanquer, J.M. - 156, 171, 172
Bobrova, V.K. - 218
Boquete, M.T. - 23, 53
Borges, P.A.V. - 26, 59
Branquinho, C. - 27, 51, 141, 142, 155, 162,
169
Brown, D. - 219
Brugués, M. - 25, 55, 76
Bullejos, F. - 99
Burgaz, A.R. - 143, 154, 157, 170
Bustamante, M. - 105
Calatayud, A. - 130
Calonge, F.D. - 179, 211
Calvo, S. - 95
Calvo Aranda, S. - 26
Cambra-Sánchez, J. - 82, 89, 91, 106
Caparrós, R. - 56
Carballeira, A. - 23, 29, 50, 53, 72, 85, 93, 97,
108, 118
Carballeira, C. - 85, 97
Cardoso, J. - 181, 184, 202
Carmona, J. - 83, 96, 112
Carrapiço, F. - 18, 225
Carreño, F. - 95, 228
Carrillo, P. - 99
Cartagena, M. - 96
Carvalho, F.P. - 155
Carvalho, P. - 158
Casano, L.M. - 160
Casas, J. - 107
Castiñeiras, P. - 191
Castro, M.L. - 193, 194
Catalá, M. - 27
Ceia, R. - 221
Chainho, P. - 100
Checa, J. - 204
Claro, D. - 57
Comas González, A. - 88
Cornejo, C. - 126
Costa, J.C. - 222
Costa, J.L. - 100
Costa, M.J. - 100
Cremades, J. - 84, 86, 118
Crespo, A. - 136, 139, 147, 168
Crespo, M.B. - 115
Cristóbal, J.C. - 81
Cros, R.M. - 55, 76
Cruz, C. - 142
Cruz de Carvalho, R. - 27
Csencsics, D. - 216
Cubas, P. - 136
de Cárdenas, I. - 195
de la Cruz, M. - 125
de la Rosa Álamos, J. - 104
de Orte, M.R. - 85
del Campo, E.M. - 160, 173
del Hoyo, A. - 160
del Prado, R. - 136
Delgado, V. - 58
Díaz, P. - 86
Díaz-Armas, M.J. - 189, 196
Diéguez-Uribeondo, J. - 180
Díez, I. - 105, 114
Draper, I. - 40
Dueñas, M. - 181, 184, 202
Duran-Lalaguna, C. - 82, 89, 91, 106
Ederra, A. - 58, 63
Elix, J.A. - 140, 148
Escudero, A. - 125
Esquível, M.G. - 47
Estébanez, B. - 56, 71
Fabón, G. - 39, 70
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
235
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
Fanés Treviño, I. - 88
Fernández, J.Á. - 23, 29, 50, 53, 72, 93
Fernández, S. - 127
Fernández-González, M. - 191
Fernández-Marín, B. - 223
Fernández Rodríguez, S. - 186, 210
Fernández-Salegui, A.B. - 128, 148
Fernández-Toirán, L.M. - 187
Figueira, R. - 34, 38, 43, 158
Figueiredo, A.C.S. - 47, 74
Figueras, G. - 129, 154
Figueroa, F.L. - 99
Flor-Arnau, N. - 82, 89, 91, 106
Fontinha, S. - 47, 74
Fuentes, F. - 107
Fuertes, E. - 66, 67
Gabriel y Galán, J.M. - 215
Gabriel, R. - 26, 30, 59, 60
Gademann, R. - 172
Galán-Cubero, A. - 82, 89, 91, 106
Gallego, I. - 107
Garcia, C. - 31, 43, 47, 61
García-Breijo, F. - 130, 173
García Broncano, P. - 161
García-Plazaola, J.I. - 223
Garilleti, R. - 40, 65
Gasulla, F. - 130, 174
Gaya, E. - 127
Ghosh, L. - 224
Giordani, P. - 132
Giralt, M. - 137
Goffinet, B. - 65
Gómez-Bolea, A. - 149, 154
Gómez-Garreta, A. - 92, 115
González, C. - 51
González, S. - 188
González-Mancebo, J.M. - 33
González Viana, I. - 93, 97, 108, 118
Gonzalo Garijo, A. - 186, 210
Gorostiaga, J.M. - 105, 114
Goryunov, D. - 62
Gradstein, S.R. - 16
Granzow-de la Cerda, Í - 35, 45
Green, T.G.A. - 146, 150, 171, 172
Guerra, A.G. - 188
Gutiérrez, D. - 228
Hernández-Mariné, M. - 116, 117
Hernández-Padrón, C. - 140
Hespanhol, H. - 34
Heykoop, M. - 198
Hladun, N.L. - 129, 154, 165
Hofmann, H. - 52
Holderegger, R. - 216
Homem, N. - 30
Iglesias, N. - 63
Ignatov, M.S. - 62
Ignatova, E.A. - 62
Infante, M. - 55
Jato, V. - 191
Jiménez, A. - 216, 224
236
Jiménez Rico, V. - 154
Joher, S. - 120
Jover, M. - 35
Jover, N. - 64, 73
Juan, M. - 107
Justo, A. - 194
Khalid, A. - 183
Kökinger, H. - 42
Konstantinova, N.A. - 77
Korbee, N. - 99
Kruijer, H. - 48
Lara, F. - 31, 40, 56, 65
Larraín, J. - 66
Lázaro, R. - 171
Leira, M. - 94, 111
León, C. - 66, 67
Linares, E. - 99
Llimona, X. - 127, 154, 166
Llistosella, J. - 199, 200
Llop, E. - 133, 149, 154, 162
Llorens van Waveren, L. - 200
Llorente, T. - 109
Lloret, F. - 33
Lo Giudice, R. - 40
Lobo, C. - 37, 47, 68, 74
Lobo, J.M. - 26
López-Amiano, J.I. - 199
López de Silanes, M.E. - 154
López Rodríguez, M.C. - 94, 111
López-Sánchez, J. - 109
Loza, V. - 83, 96, 112
Luís, L. - 38, 47, 68, 74
Lutzoni, F. - 127, 144
Maciel, E. - 60
Máguas, C. - 51, 141, 142, 169
Malta, M. - 155
Maneiro, I. - 84
Manrique, E. - 71
Maragoto, M. - 188
Marcos-Laso, B. - 135, 154, 201
Marques, J. - 163
Marques da Silva, J. - 27
Martín, M.P. - 143, 170, 180, 181, 184, 195,
211
Martínez, A. - 113
Martínez, B. - 95
Martínez, E. - 188
Martínez, I. - 125, 144, 145, 167
Martínez-Abaigar, J. - 39, 70
Martínez-Alberola, F. - 160, 173, 174
Martínez-Peña, F. - 187
Martins, M.C. - 225
Martins, S. - 47, 69, 74
Martins-Loução, M.A. - 142
Mauro, L. - 157
Mazimpaka, V. - 40, 56, 65
Medina, N.G. - 40, 56
Medina, R. - 65
Medina-Sánchez, J. - 99
Melo, I. - 181, 184, 202
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
Merloni, E. - 99
Milyutina, I.A. - 62, 218
Molina, M.C. - 167
Monteiro-Henriques, T. - 222
Moreno, G. - 183, 198, 204
Morozov, S.Yu. - 218
Muguerza, N. - 105, 114
Muñiz, D. - 165, 166
Muñoz, J. - 181
Neto, C. - 222
Núñez-Olivera, E. - 39, 70
Núñez-Zapata, J. - 136
Ochoa, R. - 71
Olariaga, I. - 199, 205, 208
Oliván, G. - 66, 67
Oliveira, J.M. - 155
Oliveira, M. - 225
Ortiz, M.J. - 71
Ortiz-Lerín, R. - 82, 89, 91, 106
Otálora, M.A.G. - 125, 144, 167
Palacios, D. - 150, 175
Pando, F. - 231
Pasaban, P.M. - 199
Pascual, M. - 114
Patterson, D.J. - 17
Paz-Bermúdez, G. - 137, 163
Pedro, L. - 47, 74
Penalta, M. - 94, 111
Pena-Martín, C. - 115
Pereira, A.L. - 225
Pérez de Paz, P.L. - 140
Pérez-Llamazares, A. - 72
Pérez-Martínez, C. - 107
Pérez-Ortega, S. - 139, 147, 168, 176
Pérez Ruzafa, I. - 92
Pérez-Vargas, I. - 140, 154
Perona, E. - 83, 96, 112
Peteiro, C. - 120
Picón, R.M. - 208
Pinho, P. - 141, 142, 162, 169
Pino, R. - 154
Pino-Bodas, R. - 143, 170
Pintado, A. - 146, 150, 151, 156, 171, 172,
175
Pinto, M.J. - 217
Polo, L. - 120
Prieto, M. - 144, 145, 167
Puche, F. - 64, 73
Purvis, O.W. - 15
Quijada, L. - 189, 206
Quintanilla, L.G. - 216, 219, 221, 224, 228
Raggio, J. - 146, 156, 172, 176
Ramírez, M. - 116, 117
Ramos, J.A. - 219, 221
Rams, S. - 41
Real, C. - 93
Reig-Armiñana, J. - 130, 173
Requejo, O. - 179
Rey-Asensio, A.I. - 97, 108, 118
Ribera Siguan, M.A. - 92
Roca, B. - 139
Roca-Valiente, B. - 147
Rocha, E. - 179
Rodrigues, S.A. - 128, 148
Rodríguez-Armas, J.L. - 181, 184, 189, 196
Rodríguez-Rajo, F. - 191
Rojas, T.I. - 188
Roldán, M. - 116, 117
Ros, R.M. - 41, 42
Rosillo, S. - 99
Royo, C. - 173, 174
Rubio, R. - 109
Ruiz, E. - 55
Ruiz-Chancho, M.J. - 109
Rull Lluch, J. - 92, 102, 121
Salcedo, I. - 181, 184, 202, 205, 208
Salvà, G. - 173, 174
Sammut, S. - 149
Sampaio, H. - 221
Sánchez, E. - 83, 96, 112
Sánchez, N. - 120
Sánchez Castillo, P.M. - 88, 99, 104, 107
Sánchez Velázquez, T. - 227
Sancho, L.G. - 146, 147, 150, 151, 156, 161,
168, 171, 172, 175, 176
Santolaria, A. - 105, 114
Sarrionandia, E. - 208
Scheidegger, C. - 126
Schroeter, B. - 156
Secilla, A. - 86
Seguí, L. - 99
Séneca, A. - 34, 49
Sequeira, M.M. - 179
Sérgio, C. - 25, 31, 34, 43, 49, 55, 57, 61, 76,
222,
Seriñá, E. - 152, 154
Siddiqa, M. - 45
Silva Palácios, I. - 186, 210
Silva, J.A. - 121
Sim-Sim, M. - 31, 37, 38, 47, 61, 68, 69, 74 ,
Soares, A.M.V.M. - 148
Spribille, T. - 139
Stech, M. - 37, 47, 48, 68, 69, 74
Stow, S. - 76
Suárez Santiago, V. - 88
Tajadura, J. - 105
Teixido, A.L. - 228
Tellería, M.T. - 181, 184, 195, 202
Terrón Alfonso, A. - 128, 148, 154
Tomás, R. - 39, 70
Tønsberg, T. - 148
Tormo Molina, R. - 186, 210
Toural, C. - 111
Troitsky, A.V. - 62, 77, 218
Ungricht, S. - 52
Vassal’lo, J. - 71
Vegas Lozano, E. - 106
Velasco-Batlle, E. - 82
Veloso, V. - 100
Vergés, A. - 120
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
237
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
Verlaque, M. - 115
Vieira, C. - 47, 49
Vieira, R. - 51
Viejo, R.M. - 95, 101
Villar, M. - 99
Villares, R. - 93
Vilnet, A.A. - 77
Vingada, J. - 148
Vivas, M. - 151, 161, 168, 172, 176
Werner, O. - 41, 42, 81
Zamora, J. - 211
Zamorano, J.J. - 175
238
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
LISTA DE PARTICIPANTES
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
23
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
240
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
Alba Vergés - Department of Environmental
Sciences, Faculty of Sciences, University of
Girona, Av. Montilivi, 17071 Girona, Espanha
Alberto L. Teixido - Area de Biodiversidad y
Conservación, Dept. Biologia y Geologia,
Universidad Rey Juan Carlos, c/Tulipán s/n,
28933 Móstoles, Madrid, Espanha
Alejo Carballeira Ocaña - Dpto. Biología
Celular y Ecología, Grupo de Ecotoxicología,
Facultad de Biología, Universidad de Santiago de Compostela, Lope Gomez de Marzoa
sn-Campus Sur, 15782 Santiago de Compostela, Espanha
Universidad de León, Campus Vegazana,
24071 León, Espanha
Ana Isabel Rey Asensio - Depto. Biologia
Celular y Ecologia (Area Ecologia), Facultad
de Biologia, Universidade de Santiago de
Compostela, 15782 Santiago de Compostela, Espanha
Ana Luisa Frazão Pereira - CIIMAR-LEGE,
Universidade do Porto, Rua dos Bragas 289,
4050-123 Porto, Portugal
Ana Pintado Valverde - Departamento de
Biología Vegetal II, Facultad de Farmacia,
Universidad Complutense, Plaza Ramón y
Cajal s/n., 28040 Madrid, Espanha
Aleksey Troitsky - A.N.Belozersky Institute of
Physiol.Biology, M.V.Lomosov Moscow State Ana Rosa Burgaz - Depto. Biologia Vegetal I,
Facultad de Ciencias Biológicas, Universidad
University, Leninskie Gory 1, MSU, 119991
Complutense de Madrid, 28040 Madrid,
Moscow, Russia
Espanha
Alfonso Benítez Mora - Depto. de Ecologia,
Ángela Ares Pita - Depto. Ecologia, Facultad
Facultat de Biologia, Universidad de Alcalá,
de Biologia, Universidade de Santiago de
c/Madrid-Baercelona km 33,600, 28871
Compostela, Campus Universitario SUR,
Alcalá de Henares, Espanha
15782 Santiago de Compostela, Espanha
Alicia Ederra - Depto. Botánica, Facultad de
Ciencias, Universidad de Navarra, Irunlarrea Antón Manoel Leira Campos - Área de Ecología, Facultade de Ciencias, Universidade
s/n, 31008 Pamplona, Espanha
da Corunha, 15071 A Corunha, Espanha
Alicia Galán Cubero - Dept. Biologia Vegetal,
Facultat de Biologia, Universitat de Barcelo- Antonia Dolores Asencio Martinez - Universidad Miguel Hernández, Avda. Universidad
na, Av. Diagonal 645, 08028 Barcelona,
s/n, 03202 Elche, Espanha
Espanha
Alicia Pérez-Llamazares - Grupo de Ecotoxi- Antonio Gómez-Bolea - Depto. de Biologia
Vegetal (Botànica), Facultat de Biologia,
cología, Facultad de Biologia, Universidade
Universitat de Barcelona, Avda. Diagonal
de Santiago de Compostela, Campus Univer645, 08028 Barcelona, Espanha
sitario SUR, 15782 Santiago de Compostela,
Espanha
Ares Jiménez Soria - Deptp. Biologia y Geologia, Area Biodiversidad y Conservación,
Amelia Gómez-Garreta - Laboratori de BotàESCET - Universidad Rey Juan Carlos, c/
nica, Facultat de Farmàcia, Universitat de
Tulipán s/n, 28933 Móstoles (Madrid), EspaBarcelona, Av. Joao XXIII s/n, 08028 Barcenha
lona, Espanha
Ana Amorim - Instituto de Oceanografia,
Faculdade de Ciências, Universidade de Lisboa, 1749-016 Lisboa, Portugal
Ariel Bergamini - Swiss Federal Institute for
Forest, Zuercherstr. 111, 8903 Birmensdorf,
Suiça
Arsenio Terrón Alfonso - Depto. BiodiversiAna Avellanosa Santos - Depto. Biodiversidad y Gestión Ambiental (Botánica), Faculdad y Gestión Ambiental (Botánica), Faculdad de Biología y Ciencias Ambientales, Unidad de Biología y Ciencias Ambientales, Universidad de León, Campus Vegazana, 24071
versidad de León, Campus Vegazana, 24071
León, Espanha
León, Espanha
Ana Belén Barrón Barrio - Botànica, Facultat Augusto Comas González - Centro de Estudios Ambientales, Grupo de Gestión Ambiende Biociènces, Universitat Autònoma de Bartal, Calle 17 esq. Ave 46, Cienfuegos, Cuba
celona, 08193 Bellaterra, Espanha
Beatriz Fernández-Marín - Depto. Biología
Ana Belén Fernández Salegui - Depto. BioVegetal & Ecologia, Universidad del Pais
diversidad y Gestión Ambiental (Botánica),
Vasco/EHU, Apdo. 644, 48080 Bilbao, EspaFaculdad de Biología y Ciencias Ambientales,
nha
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
241
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
Beatriz Roca Valiente - Dpto. Biología Vegetal II, Facultad de Farmacia, Universidad
Complutense de Madrid, Madrid, Espanha
David J. Patterson - Encyclopedia of Life,
Marine Biological Laboratory, Woods Hole,
02540 Massachusetts, USA
Belén Estébanez Pérez - Edif. Biología, Universidad Autónoma de Madrid, c/Darwin, 2,
28049 Madrid, Espanha
Elena Araujo Caviró - Depto. Biología Vegetal
I, Facultad de Biología, Universidad Complutense de Madrid, C/ José Antonio Novais, 2,
28040 Madrid, Espanha
Bernarda Marcos Laso - Depto. de Botânica,
Facultad de Farmacia, Universidad de Salamanca, Campus Miguel de Unamuno, 37007
Salamanca, Espanha
Elvira Perona - Depto. Biologia, Universidad
Autónoma de Madrid, C/Darwin, 2, Campus
de Cantoblanco, 28049 Madrid, Espanha
Brezo Martínez - Area de Biodiversidad y
Conservación, Departamental I, D, Universidad Rey Juan Carlos, c/Tulipán s/n, 28933
Móstoles, Madrid, Espanha
Encarnación Núñez-Olivera - Complejo
Científico-Tecnológico, Universidad de la
Rioja, Cct. Madre de Dios, 51, 20006 La
Rioja, Espanha
Carlos Alberto Ferreira Lobo - Secretaria
Regional do Ambiente e dos Recursos Naturais, Jardim Botânico da Madeira, Quinta do
Bom Sucesso, 9064-512 Funchal, Madeira /
Portugal
Esperanza Beltrán Tejera - Depto. Biologia
Vegetal (Botánica), Universidad de La Laguna, 38071 La Laguna, Tenerife / Ilhas Canárias (Espanha)
Carolina Cornejo - Swiss Federal Institute for
Forest, Snow and Landscape Research WSL,
Zuercherstr. 111, 8903 Birmensdorf, Suiça
Estela Seriñá Ramírez - Depto. Biología
Vegetal I, Facultad de Biología, Universidad
Complutense de Madrid, C/ José Antonio
Novais, 2, 28040 Madrid, Espanha
Carolina León Valdebenito - Depto. Biologia
Vegetal I, Facultad de Ciencias Biológicas,
Universidad Complutense de Madrid, c/José
Antonio Novais, 2, 28040 Madrid, Espanha
Esteve Llop - Depto. Biologia Vegetal, U.
Botànica, Universitat de Barcelona, Avda.
Diagonal. 645, 08028 Barcelona, Espanha
Carolina Pena-Martín - Depto. Cienc.
Ambient. y Rec. Naturales, Universidad de
Alicante, Campus de Sant Vicent del Raspeig, Apdo. 99, 03080 Alicante, Espanha
Cecília Sérgio - Jardim Botânico, Museu
Nacional de História Natural, Universidade
de Lisboa, Rua da Escola Politécnica 58,
1250-102 Lisboa, Portugal
César Garcia - Jardim Botânico, Museu Nacional de História Natural, Universidade de
Lisboa, Rua da Escola Politécnica 58, 1250102 Lisboa, Portugal
Cristiana Costa Vieira - Depto. de Botânica,
Faculdade de Ciências, Universidade do Porto, Edificio FC4, Sala 1.29, Rua do Campo
Alegre s/n, 4169-007 Porto, Portugal
Cristina Branquinho - Centro Biologia
Ambiental (CBA), Faculdade de Ciências,
Universidade de Lisboa, 1749-016 Lisboa,
Portugal
Cristina Máguas - Depto. Biologia Vegetal,
Faculdade de Ciências, Universidade de Lisboa, 1749-016 Lisboa, Portugal
David Claro - Jardim Botânico, Museu Nacional de História Natural, Universidade de
Lisboa, Rua das Escola Politécnica, 50,
1250-102 Lisboa, Portugal
242
Eulàlia Velasco-Batlle - Depto. Biología
Vegetal, Facultad de Biología, Universitat de
Barcelona, Av. Diagonal, 645, 08028 Barcelona, Espanha
Eva Barreno - Depto. Botanica & ICBIBE,
Facultad de Ciencias Biológicas, Universitat
de València, c/ Dr. Moliner, 50, 46100 Burjassot (Valencia), Espanha
Fernando Martínez Alberolla - ICBIBE, Universitat de València, C/ Dr. Moliner 50,
46100 Burjassot (Valencia), Espanha
Francisco Carrapiço - Depto.de Biologia
Vegetal, Centro de Biol. Ambiental, Faculdade de Ciências, Universidade de Lisboa, Edifício C2, Campo Grande, Lisboa, Portugal
Francisco de Diego Calonge - Real Jardín
Botánico (CSIC), Plaza de Murillo 2, 28014
Madrid, Espanha
Francisco Gasulla - Depto. Botanica & ICBIBE, Facultad de Ciencias Biológicas, Universitat de València, c/ Dr. Moliner, 50, 46100
Burjassot (Valencia), Espanha
Francisco Lara - Depto. de Biologia
(Botánica), Universidad Autónoma de Madrid, c/Darwin 2, 28049 Madrid, Espanha
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
Francisco Pando - GBIF.ES, Unidad de Coordinación, Real Jardín Botánico – CSIC, Plaza
Murillo 2, 28014 Madrid, Espanha
Isabel Draper - Depto. Biologia Vegetal,
Facultad de Biologia, Universidad de Murcia,
Campus Espinardo, 30100 Murcia, Espanha
Francisco Xavier Martins - Associação Micológica A Pantorra, Macedo do Peso, 5200401 Mogadouro, Portugal
Isabel Salcedo Larralde - Depto. Biología
Vegetal & Ecologia, Universidad del Pais
Vasco/EHU, Apdo. 644, 48080 Bilbao, Espanha
Gabriel Moreno - Depto. Biologia Vegetal,
Universidad de Alcalá de Henares, 28871
Alcalá de Henares, Espanha
Gemma Figueras Balaguer - Depto. Biologia
Vegetal (Botànica), Universitat de Barcelona, Avda. Diagonal, 645, 08028 Barcelona,
Espanha
Giancarlo Bellissimo - Dept.Products Naturals, Facultat de Farmàcia - Inutat de Botànica, Av. João XXIII s/n, 08028 Barcelona,
Espanha
Gisela Oliván - Depto. Biologia Vegetal I,
Facultad de Biologia, Universidad Complutense de Madrid, c/José Antonio Novais, 2,
28040 Madrid, Espanha
Graciela Paz Bermúdez - Escola Univers.
Enxeñeria Técn. Forestal (E.U.E.T.F.), Universidade de Vigo, Campus a Xunqueira,
36005 Pontevedra, Espanha
Israel Pérez-Vargas - Depto. Biologia Vegetal (Botánica), Universidad de La Laguna,
Ava. Astrofísico Sánchez, s/n, 38071 La
Laguna, Tenerife / Ilhas Canárias (Espanha)
Jano Alex Núñez Zapata - Depto. de Biologia
Vegetal II, Facultad de Farmacia, Universidad Complutense de Madrid, Plaza de
Ramón y Cajal s/n, 28040 Madrid, Espanha
Jaume Cambra Sánchez - Dept. Biologia
Vegetal, Facultat de Biologia, Universitat de
Barcelona, Av. Diagonal 645, 08028 Barcelona, Espanha
Jaume Llistosella Vidal - Depto. de Biologia
Vegetal (Botànica), Facultat de Biologia,
Universitat de Barcelona, Avda. Diagonal,
645, 08028 Barcelona, Espanha
Javier Carmona Jiménez - Departamento de
Ecología y Recursos Naturales, Fac. Ciencias, Universidad Nacional Autónoma de
Helena Hespanhol - Depto. Botânica / CIBIO,
México, A.P. 70-620. Ciudad Universitaria,
Faculdade de Ciências, Universidade do PorCoyoacán, 1749-016 México. D.F., Mexico
to, Rua do Campo Alegre s/n, 4169-007
Porto, Portugal
Javier Cremades Ugarte - Dpto. Biología
Animal, Biología Vegetal y Ecología, Facultad
Ibai Olariaga - Depto. Biología Vegetal & Ecode Ciencias, Campus da Zapateira s/n,
logia, Universidad del Pais Vasco/EHU, Apdo.
15071 A Coruña, Espanha
644, 48080 Bilbao, Espanha
Javier Diéguez-Uribeondo - Departamento
Ignacio Bárbara - Facultad de Ciencias, Unide Micología, Real Jardín Botánico CSIC,
versidad de A Coruña, Campus de la ZapaPlaza de Murillo 2, 28014 Madrid, Espanha
teira s/n, 15071 A Coruña, Espanha
Javier Martínez-Abaigar - Complejo CientífiInés de Cárdenas de Nó - Real Jardín Botánico-Tecnológico, Universidad de la Rioja, Cct.
co (CSIC), Plaza de Murrillo 2, 28014
Madre de Dios, 51, 20006 La Rioja, Espanha
Madrid, Espanha
Jesús Aboal Viñas - Área de Ecologia, FaculInes González Viana - Dpto. Biología Celular
tad de Biologia, Universidade de Santiago de
y Ecología, Grupo de Ecotoxicología, FaculCompostela, Campus Universitario SUR,
tad de Biología, Universidad de Santiago de
15782 Santiago de Compostela, Espanha
Compostela, Lope Gomez de Marzoa snCampus Sur, 15782 Santiago de Composte- Jesus Laura Rodríguez-Armas - Depto. Biologia Vegetal (Botánica), Universidad de La
la, Espanha
Laguna, 38071 La Laguna, Tenerife / Ilhas
Iñigo Granzow de la Cerda - Botànica,
Canárias (Espanha)
Facultat de Biociènces, Universitat Autònoma de Barcelona, 98193 Bellaterra, Espanha Joana Maria Mendonça Marques - Depto. de
Botânica, Faculdade de Ciências, UniversidaIreneia Melo - Jardim Botânico, Museu Naciode do Porto, Edificio FC4, Rua do Campo
nal de História Natural, Universidade de
Alegre s/n, 4169-007 Porto, Portugal
Lisboa, Rua da Escola Politécnica 58, 1250102 Lisboa, Portugal
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
243
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
João Luis Baptista-Ferreira - Centro de
Micologia, Universidade de Lisboa, Rua da
Escola Politécnica 58, 1250-102 Lisboa, Portugal
Leopoldo Garcia Sancho - Depto. Biologia
Vegetal II, Facultad de Farmacia, Universidad Complutense de Madrid, 28040 Madrid,
Espanha
Jonathan Díaz Armas - Depto. Biologia Vege- Li-Fang Zhang - Laboratory of Biodiversity
and Biogeography, Kunming Institute of
tal (Botánica), Universidad de La Laguna,
Botany, Chinese Academy of Sciences, 132
38071 La Laguna, Tenerife / Ilhas Canárias
Lan Hei Rd., Hei Long Tan, Kunming, Yun(Espanha)
nan 650204, R.P. China
Jordi Rull Lluch - Lab. Botànica, Facaultad de
Farmàcia, Universitat de Barcelona, Av, Joan Lipika Ghosh - Departamento de Biología y
Geología, ESCET, Universidad Rey Juan CarXXIII s/n, 08028 Barcelona, Espanha
los, Tulipan s/n, 28933 Móstoles (Madrid),
José Ángel Fernández Escribano - Área de
Espanha
Ecologia, Facultad de Biologia, Universidade
de Santiago de Compostela, Campus Univer- Luis Quijada Fumero - Depto. Biologia Vegetal (Botánica), Universidad de La Laguna,
sitario SUR, 15782 Santiago de Compostela,
38071 La Laguna, Tenerife / Ilhas Canárias
Espanha
(Espanha)
José António Morais e Silva - Departamento
Luz Marina Fernández Toirán - Escuela Unide Produtos Naturais, Faculdade de Farmáversitaria de Ingenierías Agrarias, Universicia, Universidade de Barcelona, Facultat de
dad de Valladolid, Campus Duques de Soria,
Farmàcia Joan XXIII, 08028 Barcelona,
42004 Soria, Espanha
Espanha
Manuel João Pinto - Jardim Botânico, Museu
José Cardoso - Jardim Botânico, Museu
Nacional de História Natural, Universidade
Nacional de História Natural, Universidade
de Lisboa, Rua da Escola Politécnica 58,
de Lisboa, Rua da Escola Politécnica 58,
1250-102 Lisboa, Portugal
1250-102 Lisboa, Portugal
Margarita Dueñas Carazo - Real Jardín BotáJosé Manuel Blanquer Lorite - Departamennico (CSIC), Plaze de Murill0, 2, 28014
to de Biología Vegetal II, Facultad de FarMadrid, Espanha
macia, Universidad Complutense, Plaza
Maria
Amélia Martins-Loução - Jardim BotâRamón y Cajal s/n., 28040 Madrid, Espanha
nico, Museu Nacional de História Natural,
José Maria Gabriel y Galan - Depto. Biología
Universidade de Lisboa, Rua da Escola PoliVegetal I, Facultad de Ciencias Biológicas,
técnica 58, 1250-102 Lisboa, Portugal
Universidad Complutense de Madrid, C/ José
Maria Carme Barceló Martí - Laboratori de
Antonio Novais, 2, 28040 Madrid, Espanha
Botànica, Facultat de Farmàcia, Universitat
José Raggio Quilez - Departamento Biología
de Barcelona, Av. Joao XXIII s/n, 08028
Vegetal II, Facultad de Farmacia, UniversiBarcelona, Espanha
dad Complutense de Madrid, Plaza Ramón y
Maria Carmen Astudillo - Deptº de ConserCajal s/n, 28040 Madrid, Espanha
vación y Biodiversidad, Escuela Sup.de
Juan Carlos Zamora Señoret - Real Jardín
Cienc.Experim.y Tecnol.(ESCET), UniversiBotánico (CSIC), Plaza de Murillo, 2, 28014
dad Rey Juan Carlos, Tulipan s/n, 28933
Madrid, Espanha
Móstoles (Madrid), Espanha
Juana María González-Mancebo - Depto.
Biologia Vegetal (Botánica), Universidad de
La Laguna, Av. Astrofisico Sánchez, s/n.,
38071 La Laguna, Tenerife / Ilhas Canárias
(Espanha)
Maria Carmen López Rodriguez - Depto.
Botánica, Facultad de Biologia, Universidade
de Santiago de Compostela, Campus Universitario SUR, 15782 Santiago de Compostela,
Espanha
Laura Llorens van Waveren - Depto. Biología Vegetal I, Universitat de Barcelona, Av.
Diagonal, 645, 08028 Barcelona, Espanha
Maria Elena Ruiz Molero - Botànica, Facultat
de Biociènces, Universitat Autònoma de Barcelona, 08193 Bellaterra, Espanha
Leena Luís - Jardim Botânico, Museu Nacional
de História Natural, Universidade de Lisboa,
Rua da Escola Politécnica 58, 1250-102 Lisboa, Portugal
Maria Eugenia López de Silanes - Escola
Univers. Enxeñeria Técn. Forestal
(E.U.E.T.F.), Universidade de Vigo, Campus
a Xunqueira, 36005 Pontevedra, Espanha
244
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
Michael Stech - Nationaal Herbarium NederMaria Felisa Puche Pinazo - Facultad de
lend, Universiteit Leiden branch, P.O.Box
Ciencias Biológicas, Universidad de Valencia,
9514, 2300 RA Leiden, Holanda
C/Dr. Moliner, nº 50, 46100 Burjassot
(Valencia), Espanha
Michel Heykoop Fung-a-You - Depto. Biologia Vegetal, Facultad de Biologia, UniversiMaria Isabel Alvaro Martín - Depto. Biologia
dad de Alcalá, Edificio Ciencias, Ctra. MaVegetal (Botánica), Universitat de Barcelodrid-Barcelona, km 33,600, 28871 Alcalá de
na, Avda. Diagonal 645, 08028 Barcelona,
Henares, Espanha
Espanha
Maria Jesus Aira - Depto. Botanica, Facultade Miguel Jover Benjumea - Department of
Environmental Sciences, Faculty of Sciences,
de Farmacia, Universidade de Santiago de
University of Girona, Av. Montilivi, 17071
Compostela, Campus Sur, 15782 Santiago
Girona, Espanha
de Compostela, Espanha
Maria Luisa Arosa González - IMAR, Institu- Mónica Ramírez Vázquez - Depto. Productes
Natur., Biol.Veg. i Edafologia, Facultat de
te of Marine Research, Department of ZooFarmàcia, Universitat de Barcelona, Av. Joan
logy, University of Coimbra, 3004-517
XXIII s/n, 08028 Barcelona, Espanha
Coimbra, Portugal
Maria Luisa Castro Cerceda - Depto. Bioloxía Montserrat Brugués Domènech - Botànica,
Facultat de Biociènces, Universitat AutònoVexetal e Ciencia do Solo, Facultade de Bioma de Barcelona, 08193 Bellaterra, Espanha
loxía, Universidade de Vigo, Campus As
Lagoas-Marcosende, 36310 Vigo, Espanha
Nahiara Muguerza Latorre - Departamento
de Biología Vegetal y Ecología, University of
Maria Manuela Sim-Sim - Depto. Biologia
the Basque Country, 48080 Bilbao, Espanha
Vegetal, Faculdade de Ciências, Universidade de Lisboa, 1749-016 Lisboa, Portugal
Néstor Luis Hladun Simón - Depto. Biologia
Vegetal (Botánica), Universitat de BarceloMaría Paz Martín - Real Jardín Botánico
na, Avda. Diagonal 645, 08028 Barcelona,
(CSIC), Plaza de Murillo 2, 28014 Madrid,
Espanha
Espanha
Maria Prieto Álvaro - Dept. Biología y Geología, Universidad Rey Juan Carlos, Tulipan s/
n, 28933 Móstoles (Madrid), Espanha
Noemí Iglesias - Depto. Botánica, Facultad
de Ciencias, Universidad de Navarra, Irunlarrea s/n, 31008 Pamplona, Espanha
Maria Samantha Fernández Brime - Depto.
Biologia Vegetal, Fac. Biologia, Universitat
de Barcelona, 08028 Barcelona, Espanha
Noemí Salvador Soler - Dept. Productes
Naturales, Facultat de F armacia, Universitat
de Barcelona, c/ Joan XXIII, 27-31, 08028
Barcelona, Espanha
Maria Teresa Telleria - Real Jardín Botánico
(CSIC), Plaze de Murill0, 2, 28014 Madrid,
Espanha
Marina Aboal Sanjuro - Área de Ecología,
Facultad de Biologia, Universidad de Murcia,
Campus espinardo, 30100 Murcia, Espanha
Noemí Sanchez Ruiz - Department of Environmental Sciences, Faculty of Sciences,
University of Girona, Av. Montilivi, 17071
Girona, Espanha
Núria Flor Arnau - Dept. Biologia Vegetal,
Facultat de Biologia, Universitat de BarceloMariona Hernández-Mariné - Depto. Producna, Av. Diagonal 645, 08028 Barcelona,
tes Natur., Biol.Veg. i Edafologia, Facultat
Espanha
de Farmàcia, Universitat de Barcelona, Av.
Joan XXIII s/n, 08028 Barcelona, Espanha
Nuria Jover Romero - Depto. Ciencias
Ambientales, Universidad de Alicante, Apdo.
Mercedes Barbero Castro - Depto. Biologia
99, 03080 Alicante, Espanha
Vegetal (Botànica), Facultat de Biologia,
Universitat de Barcelona, Avda. Diagonal
O. William Purvis - Department of Botany,
645, 08028 Barcelona, Espanha
Natural History Museum, Cromwell road,
SW7 5BD London, Reino Unido
Mercedes Pilar Vivas Rebuelta - Depto.
Biolgía Vegetal II, Facultad de Farmacia,
Palmira Carvalho - Jardim Botânico, Museu
Universidad Complutense de Madrid, 28040
Nacional de História Natural, Universidade
Madrid, Espanha
de Lisboa, Rua da Escola Politécnica 58,
1250-102 Lisboa, Portugal
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
245
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
Paolo Giordani - Laboratorio di Biologia e
Biodiversita' Lichenica, Polo Botanico Hanbury, Dip.Te.Ris, Università degli Studi di
Genova, Corso Dogali 1M, 16136 Genova,
Itália
S. Robbert Gradstein - Dept. Systematic
Botany, University of Göttingen, Unter Karspülle 2, 37073 Göttingen, Alemanha
Rocío Belinchón Olmeda - Dept. Biología y
Geología, Universidad Rey Juan Carlos, Tulipan s/n, 28933 Móstoles (Madrid), Espanha
Susana Rams Sánchez - Depto. Biologia
Vegetal (Botànica), Facultad de Biología,
Universidad de Murcia, Campus Espinardo,
30100 Murcia, Espanha
Sandrina Rodrigues - CESAM & Depto. de
Biologia, Universidade de Aveiro, Campus
Universitário de Santiago, 3810-193 Aveiro,
Pedro M. Sanchéz Castillo - Depto. Botánica,
Portugal
Facultad de Ciencias, Universidad de Granada, Campus Fuentenueva, 18071 Granada,
Santiago Fernández Rodríguez - Faculad de
Espanha
Ciencias, Universidad de Extremadura,
Avda. Elvas s/n, 06071 Badajoz, Espanha
Pedro Miguel Ramos Arsénio - Inst. Sup. de
Agronomia / CBAA, Universidade Técnica de
Santiago Garcia Català - ICBIBE, Facultat de
Lisboa, Tapada da Ajuda, 1349-017 Lisboa,
Ciències Biologiques, Universitat de ValènPortugal
cia, C/ Dr. Moliner 50, 46100 Burjassot
(Valencia), Espanha
Pedro Pinho - Centro Biologia Ambiental
(CBA), Faculdade de Ciências, Universidade
Sarah Stow - Jardim Botânico, Museu Naciode Lisboa, 1749-016 Lisboa, Portugal
nal de História Natural, Universidade de
Lisboa, Rua da Escola Politécnica 58, 1250Pilar Díaz Tapia - Laboratorio de Agas Mari102 Lisboa, Portugal
ñas, Facultade de Ciencias, Universidade da
Coruña, Campus da Zapateira s/n, 15071 A
Sergio Pérez-Ortega - Departamento BiologCoruña, Espanha
ía Vegetal II, Facultad de Farmacia, Universidad Complutense, Plaza Ramón y Cajal s/
Rafael Tormo Molina - Faculad de Ciencias,
n, 28040 Madrid, Espanha
Universidad de Extremadura, Avda. Elvas s/
n, 06071 Badajoz, Espanha
Silvia Calvo Aranda - Museo Nacional de
Ciencias Naturales, Departamento de BiodiRaquel Pino Bodas - Depto. Biologia Vegetal
versidad y Biologia Evolutiva, C/ José GuiI, Facultad de Biologia, Universidad Complutiérrez Abascal, 2, 28006 Madrid, Espanha
tense de Madrid, c/José Antonio Novais, 2,
28040 Madrid, Espanha
Soraia Martins - Jardim Botânico, Museu
Nacional de História Natural, Universidade
Ricardo Cruz de Carvalho - Dept. Biologia
de Lisboa, Rua da Escola Politécnica 58,
Vegetal, Faculdade de Ciências, Universida1250-102 Lisboa, Portugal
de de Lisboa, Campo Grande, 1749-016
Lisboa, Portugal
Stephanie Sammut - Heritage Malta, Diagnostic Scientific Laboratories, Conservation
Ricardo Garilleti - Depto. Botánica, UniversiDivision, Heritage Malta, Bighi, Kalkara
dad de Valencia, Avda. Vicente Andrés EstelCSP12, Malta
lés s/n, 46100 Valencia, Espanha
Rosa María Ros - Depto. de Biología Vegetal,
Facultad de Biología, Universidad de Murcia,
Campus Espinardo, 30100 Murcia, Espanha
Rosalina Gabriel - Dep Ciências Agrárias,
CITAA, Universidade dos Açores, Terra Chã,
9700-851 Angra do Heroísmo, Açores /
Portugal
Rosario Arroyo Cabeza - Depto. Biología
Vegetal I, Facultad de Biología, Universidad
Complutense de Madrid, C/ José Antonio
Novais, 2, 28040 Madrid, Espanha
Ruth del Prado Millán - Depto. de Biologia
Vegetal II, Facultad de Farmacia, Universidad Complutense de Madrid, Plaza de
Ramón y Cajal s/n, 28040 Madrid, Espanha
246
Teresa Ágreda Cabo - DIEF Valonsadero,
Junta de Castilla y León, Apto. 175, 42080
Soria, Espanha
Teresa Boquete Seoane - Área de Ecología,
Facultad de Biologia, Universidade de Santiago de Compostela, Campus Universitario
SUR, 15782 Santiago de Compostela, Espanha
Tomás Sánchez Velazquez - I.E.S. "Arucas
Domingo Rivero. Arucas", C. Cuevas Morenas nº 41., El Palmar, 35330 Teror, Gran
Canaria / Ilhas Canárias (Espanha)
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
ÍNDICE
XVII Simpósio de Botânica Criptogâmica
Verónica Delgado - Depto. Botánica, Facultad
de Ciencias, Universidad de Navarra, Irunlarrea s/n, 31008 Pamplona, Espanha
Vicente Mazimpaka - Depto. Biologia, Universidad Autónoma de Madrid, C/ Darwin, 2,
28049 Madrid, Espanha
Victor Jiménez Rico - Depto. De Biologia
Vegetal II, Facultad de Farmacia, Universidad Complutense de Madrid, Plaza de
Ramón y Cajal s/n, 28040 Madrid, Espanha
Violeta Atienza - Depto. Botanica, Facultad
de Ciencias Biológicas, Universidad de
Valencia, C/Dr. Moliner, nº 50, 46100 Burjassot (Valencia), Espanha
Virginia Loza Calvo - Depto. Biologia, Fac.
Ciencias, Universidad Autónoma de Madrid,
Ctra. Colmenar km 15, Campus de Cantoblanco, 28049 Madrid, Espanha
Xavier Llimona Pagès - Depto. Biología
Vegetal I, Universitat de Barcelona, Av. Diagonal, 645, 08028 Barcelona, Espanha
23>26 SET′09 Tomar [Portugal]
247
ÍNDICE

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