Antônio Koerich

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Antônio Koerich
Antônio Koerich
Diretor presidente das lojas Koerich
Hotel Maison Champs Elysées
Um lugar inesperado que incorpora poesia,
luxo, minimalismo e delicadeza
Mercedes-Benz
CLS 63 AMG
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Editorial
Um novo ano
2012 chegou. O Grupo DVA orgulhosamente apresenta a terceira
edição da DVA MAGAZINE. Para a nossa capa, fomos até o museu da
família Koerich, na Colônia Santana, em São José, para uma entrevista
com Antônio Koerich, presidente da terceira maior rede de lojas de móveis e eletrodomésticos de Santa Catarina.
Vamos curtir o novo cupê da Mercedes-Benz, CLS 63 AMG, com
design inovador, alto desempenho e grau máximo em eficiência e segurança e conhecer alguns imóveis de luxo onde o conforto e a mistura
dos elementos clássicos e contemporâneos traduzem o prazer pessoal
dos moradores. Se você prefere um encontro com as águas, embarque
no novíssimo Grande Azimut 100, a estreia mundial do Grupo Azimut
Benetti para a linha Flybrigde. Um convite sedutor para a arte de fazer
nada, receber amigos e aproveitar o balanço do mar. Quer viajar? Siga para o número 08 da Rue Jean Goujon, em Paris,
e hospede-se no hotel Maison Champs Elysées. Um lugar inesperado
que incorpora poesia, luxo, minimalismo e delicadeza. Temos ainda o festival Summer Soul, que traz, em sua segunda edição, o cantor Bruno Mars e a banda Florence and The Machine. Direto
das pistas, a velocidade, classe, tecnologia e segurança do Mercedes-Benz Grand Challenge, uma categoria nova no automobilismo brasileiro que movimenta autódromos pelo país.
Gosta de música eletrônica? Apresentamos para você o club Green
Valley e o festival holandês Tomorrowland, para viver e presenciar festas que terminam em uma catarse coletiva. No meio cinematográfico, separamos oito duplas dinâmicas que
marcaram a história do cinema e que ainda podem render bons filmes.
A seção “I need you” apresenta produtos como a cadeira ‘The Fifties
Diner’ da marca inglesa Squint Limited. Também vamos degustar a alta
gastronomia da Rojo Criativid ade Gourmet e conhecer o chef Vinícius
Rojo. A exposição “Unbuilt Washington” revela como a capital norte-americana Washington, DC, poderia ter sido construída.
Meios de transporte possuem seu papel funcional de transportar
pessoas de um lado para outro, não é mesmo? Selecionamos alguns
títulos que reúnem as paixões por motos, carros, iates e velocidade. São
livros incríveis para conhecer as histórias, o design e o aperfeiçoamento
dessas máquinas.
Desejamos um novo ano de realizações e muita saúde.
Mercedes-Benz / Swarovski
Entre para o nosso mundo!
Paulo Toniolo Junior
Diretor Grupo DVA
Índice
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expediente
Dolce far niente
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Antônio Koerich
Ghana
Giancarlo Meneghini
Diretor de branding
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It’s Party time
Colaboradores
Bernardo Presser
Fernanda Burigo
Juliana Cesar
Conforto 16
é o novo luxo
Silvia Argenta
Summer Soul
42
28
Revisão
12
CLS
Maison Champs Elysées
Silvia Argenta
63
AMG
O Superesportivo
Produção
Ghana Branding
70
Departamento Comercial
Unbuilt Washington
(48) 3248 9003
74
62
Books
I need you
Tiragem: 5.000 unidades
Este é um produto
desenvolvido pela Ghana Branding
(48) 3248 9003
www.ghana.com.br
48 Mercedes-Benz
DVA Automóveis
Grand Challenge
(48) 3381 1100
DVA Automóveis Blumenau
(47) 3334 4333
DVA Veículos
(48) 3381 2000
www.grupodva.com.br
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Duplas dinâmicas
66 Rojo Gourmet
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CLS 63 AMG
CLS
63 AMG
O Superesportivo
O novo cupê da Mercedes-Benz, o CLS 63 AMG, não é apenas
um carro de passeio sensacional e confortável, mas também se caracteriza por ser um modelo esportivo extremamente estável. Para isso,
apresenta um design inovador, alto desempenho e grau máximo em
eficiência e segurança. O automóvel é mais uma aposta bem-sucedida
na história da família CLS.
A dianteira remete às linhas do SLS AMG, principalmente por causa
da grade do radiador com a ampla estrela da Mercedes-Benz e pelas
faixas horizontais em formato de asa. O capô é outro destaque do modelo, que tem os para-lamas mais largos, o logotipo “V8 BITURBO” e a
saia dianteira específica AMG com viga transversal pintada em preto.
Na traseira, estão incluídos o difusor, a aleta do spoiler AMG na
tampa do porta-malas, o sistema de escapamento esportivo com tubos
duplos cromados e a luz de neblina traseira integrada. O estilo da carroceria segue a tradição do CLS, caracterizada por longas e elegantes
proporções e linha lateral descendente e esportiva na parte superior do
automóvel, logo acima do eixo traseiro.
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CLS 63 AMG
O cockpit tem um efeito integrado com sua linha alta que vem da
porta do motorista pelo suporte do painel de instrumentos e ao longo
da porta do passageiro, ladeado por elementos de revestimento de
alta qualidade, também disponíveis em verniz preto. No interior do
automóvel, equipamentos específicos da AMG asseguram sua exclusividade, que ainda traz bancos esportivos, volante multifuncional
e alavanca de seleção compacta E-SELECT no console central.
O desempenho conta com um consumo reduzido. O motor de
oito cilindros AMG V8 biturbo de 5,5 litros ostenta uma combinação
conversor de torque, mas uma embreagem hidráulica. A função de
start/stop, a embreagem dupla automática e o componente RACE
START também são itens de série. Os sistemas de suspensão, direção e freios do novo CLS 63 AMG complementam o conjunto motor/
câmbio. A suspensão esportiva AMG RIDE CONTROL conta com
acionamentos independentes nas quatro rodas e controle automático de nível. A carga de amortecimento é controlada eletronicamente, ajustando-se às condições de piso e assegurando a neutralidade
direcional do veículo.
-malas são feitas de fibra de carbono. As pinças de freio são pintadas de vermelho, o volante tem desempenho AMG com detalhes
em Alcantara® e a suspensão conta com alto desempenho AMG
RIDE CONTROL. As rodas de liga leve têm design em cinco raios
duplos com pneus 255/35 R 19 na frente e 285/30 R 19 na traseira.
O CLS ainda tem sistema de frenagem com composto de cerâmica,
pacote de carbono para o exterior, elementos de revestimento em
fibra de carbono/verniz preto piano, painéis dos controles das portas
iluminados e limitação eletrônica da velocidade máxima ampliada
para 300 km/h.
Segurança
de componentes high-tech inovadores, como a injeção direta de gasolina por jatos dirigidos, cárter totalmente em alumínio, tecnologia
de quatro válvulas por cilindro com variação do eixo de comando,
inter-resfriamento ar/água e sistema start/stop. O motor V8 desenvolve uma potência máxima de 557 cv e torque de 800 Nm.
O novo CLS 63 AMG é 32% mais econômico do que a sua geração anterior e garante menor emissão de CO2. Uma das responsáveis por essa redução de consumo é a transmissão esportiva de
sete marchas AMG SPEEDSHIFT MCT. Ao contrário de uma transmissão automática convencional, a transmissão MCT não utiliza o
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Outro destaque do CLS 63 AMG é a carroceria inteligente, com
peso leve e alta resistência. As portas do automóvel são totalmente
em alumínio, o que as deixa cerca de 24 kg mais leves do que as
portas de aço convencionais. O capô, as asas dianteiras, a tampa
do porta-malas e as peças grandes do chassi e do motor também
são feitos de alumínio. Além disso, são 10 opções de cores metálicas para você escolher, um preto formal e o marrom rutile especial.
Internamente, as cores variam entre o cinza escuro, vermelho, bege
e preto.
Já as capas de motor, a aba do spoiler AMG e a tampa do porta-
O modelo apresenta sistemas de assistência ao motorista que
alertam sobre situações de risco e ajudam a prevenir acidentes. O
PRE-SAFE, ao detectar uma possível colisão, aciona os ajustes dos
cintos de segurança e regula os bancos, segurando os passageiros
junto aos assentos e evitando assim o chicoteamento da cabeça e o
impacto do airbag em caso de acidentes.
Além disso, o CLS 63 AMG é o primeiro automóvel do mundo a
oferecer faróis com LEDs de alto desempenho de série. Esse sistema vem com o Intelligent Light System (Sistema de Luz Inteligente),
incluindo a função de iluminação ativa com LEDs. O Adaptive Highbeam Assist (Assistente de Farol Alto) usa a tecnologia dos LEDs
para aumentar a segurança quando se dirige à noite.
Outro sistema importante é o Neck-Pro, que são os apoios de
cabeça dos bancos dianteiros acionados em caso de colisão traseira para proteger o pescoço dos ocupantes contra o denominado
“efeito chicote”.
O modelo já está disponível nas concessionárias Mercedes-Benz em todo o Brasil.
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Luxo
Condomínios para pessoas com alto poder aquisitivo ou que se interessam por empreendimentos que abriguem
o máximo de facilidades dentro da própria área útil estão cada vez mais sendo construídos.
Em Santa Catarina, locais com praia parecem ser os preferidos.
Suntuosos e sofisticados, esses prédios ou condomínios contam com uma
estrutura em que o morador acaba saindo menos de casa. Uma ótima opção para reunir amigos é assistir a
filmes. E se na sua casa você tiver uma sala de cinema? Espaços gourmets para arriscar suas habilidades
na cozinha, piscina, sauna, academia de ginástica, massagista à disposição no SPA, playground para as
crianças e, o melhor de tudo, a um aperto do botão do elevador.
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Luxo
O conceito de loft, pé direito alto e mezanino trazem mais conforto, beleza e amplitude aos ambientes. O pé
direito duplo também é trabalhado nas áreas comuns de condomínios, como no hall de entrada e nos espaços de
lazer, garantindo um visual amplo da elegância neoclássica da decoração. Para os acabamentos, equipes exclusivas especializadas em trabalhos artesanais, como marcenaria e modelagem de gesso, finalizam com requinte as
construções. Outros revestimentos que enriquecem os ambientes são o mármore e os papéis de parede. No caso
do mármore, ele pode ser aplicado em pisos de áreas comuns, contornos de paredes, fundos e laterais de piscinas.
Renaissance
DiamondHill
Com sede em Balneário Camboriú, no litoral catarinense, o Grupo Embraed é focado nesse público, sendo responsável por 300 mil m² de área de obras em andamento e por mais de 350 mil m² de área de construções já entregues. O presidente do Grupo, Rogério Rosa, revela que o sucesso de seu desempenho constante está baseado nos
investimentos em trazer as tendências mundiais aos empreendimentos e na atenção extrema aos detalhes - desde
a concepção do projeto e os acabamentos até a exploração na arquitetura e decoração dos espaços.
“Arquitetos, decoradores e designers estão sempre inovando na criação de ambientes internos e externos. A
mistura do clássico com o contemporâneo, os mobiliários nobres, a tapeçaria, as cortinas, as obras de arte, os
lustres e até mesmo a escolha do lugar onde será colocado o piano de cauda é feita de forma estratégica, pensada
para oferecer beleza, prazer pessoal e funcionalidade, sem falar da localização em frente ou bem perto do mar,
que é muito especial”, complementa Rogério.
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www.embraed.com.br
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Luxo
Com o conceito diferentemente surpreendente os quatro condomínios tiveram
inspiração musical, assim como uma melodia bem executada atrai e consegue
encantar pessoas de todas as idades o SIMPHONIA WOA BEIRAMAR tem o
mesmo objetivo, encantar pelo ineditismo, pelos diferenciais, pelo luxo, pela
comodidade e pela liberdade de morar bem.
São apartamentos de alto padrão, planejados com foco na comodidade e
funcionalidade. Um empreendimento diferente dos existentes, que reúne beleza, sofisticação, exclusividade e praticidade. “São apartamentos para todas as
idades e que suprirão todas as necessidades de seus moradores”, afirma Walter
Silva Koerich, diretor da WOA Empreendimentos Imobiliários.
A busca pela liberdade de escolha já é uma tendência nacional quando o
assunto é construção civil, e a mudança no perfil das famílias tem agregado
novas tendências ao mercado imobiliário. Antes exigências apenas de solteiros,
espaços dinâmicos de moradia e agora a demanda que tem impulsionado um
nicho específico da construção civil é a de empreendimentos residenciais de alto
padrão com amplas áreas, com foco no conforto.
“Nosso objetivo é de forma integrada valorizar todos os espaços, seja da área
privativa, seja da área comum do condomínio. No Soprano Hall os moradores
encontrarão apartamentos espaçosos, com áreas de convívio para poder receber
em sua casa seus convidados. Exploramos o conceito de liberdade, de liberdade
de escolha para tudo o que se quer na vida”, completa Koerich.
Simphonia WOA Beiramar
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www.woa.com.br
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Lifestyle
D o l c e
f a r
n i e n t e
Para curtir aquele famoso dolce far niente, nada melhor do que embarcar em um iate luxuoso e invadir o mar. O novíssimo Grande Azimut
100 é a estreia mundial do Grupo Azimut Benetti para a linha Flybrigde.
São 31 metros de comprimento e largura aproximada de sete metros
com todas as características distintas e dinamismo encontrado na coleção de megayachts. Um convite sedutor para a arte de fazer nada,
ou descansar, receber amigos e aproveitar o balanço de ondas tímidas.
O interior vem em duas versões que permitem que o proprietário
combine seu estilo pessoal na decoração com a arquitetura e soluções
oferecidas pelo estaleiro. É a possibilidade de criar um ambiente social cada vez mais agradável, combinando o máximo de privacidade.
O design exterior foi confiado a Stefano Righini, e o interior, a Carlo
Galeazzi.
As áreas de tripulação e a casa de máquinas estão localizadas na
popa. O megaiate possui duas entradas: uma na plataforma de popa
e outra na área externa, oferecendo privacidade para os hóspedes e
livre circulação para o pessoal de serviço. A cozinha, ao lado da sala
de jantar, tem uma segunda entrada independente, permitindo que a
tripulação desempenhe suas tarefas sem a necessidade de passar
pelo salão interno. Ainda possui passagens distintas para convidados
e tripulação na estação de comando, cozinha, flybridge e passadiços.
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Lifestyle
O Grande Azimut 100 é equipado com dois motores
MTU 16V 2000M84, 1.630 kw de potência...
O deck principal apresenta rico mobiliário, grandes janelas que
se abrem para o cockpit e passagem permanentemente livre para
a área social, composta de dois sofás e uma chaise longue rente à
proa através da sala de jantar, onde uma mesa de aço inox e vidro
pode acomodar até dez pessoas. A conexão da sala de jantar com
o mar e a luz natural é assegurada por grandes janelas laterais que
se estendem até o deck, acompanhadas por suaves acabamentos,
eliminando qualquer barreira entre interior e exterior.
Para o interior, duas configurações de layout estão disponíveis,
com quatro ou cinco cabines. Na versão com cinco, a suíte no convés principal ocupa dois níveis, com acesso por um corredor interno.
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Também possui uma área de relaxamento do lado oposto com uma
penteadeira e cinco janelas fixas no teto, que podem ser fechadas
por meio de uma cortina deslizante. Duas janelas no baluarte iluminam o ambiente com a luz natural, criando uma atmosfera elegante
e confortável, entre céu e mar.
As quatro cabines localizadas no deck inferior – duas VIPs com
camas de casal e duas com camas de solteiro – ganham luminosidade através de grandes janelas no baluarte, ampliando de forma
generosa os espaços. Um nível abaixo da cabine suíte, um banheiro
equipado com uma banheira de hidromassagem, chuveiro e box separados está localizado próximo à proa. Na versão quatro cabines,
a suíte principal fica no deck inferior.
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Lifestyle
Uma estrutura fixa com teto solar deslizante no
flybridge garante proteção do sol, quando necessário.
No deck principal, na proa, ainda há sala de entretenimento, área
de fitness, estúdio e salão particular com opção de iluminação natural, graças às janelas de vidro no teto.
As áreas externas foram projetadas para dar total conforto ao
ar livre. Na proa, um sofá em forma de C com duas mesas e um
solário permitem um refúgio de prazer durante o percurso com visão ininterrupta da paisagem. No flybridge, que pode ser acessado
por duas passagens distintas (a partir da estação de comando e da
escada no cockpit na popa), encontramos um sofá e uma mesa de
jantar com capacidade para dez pessoas, um sofá grande na área
externa, um bar pessoal, uma jacuzzi ao lado do solário e um terraço
panorâmico com vista para o mar. Uma estrutura fixa com teto solar
deslizante no flybridge garante proteção do sol, quando necessário.
O Grande Azimut 100 é equipado com dois motores MTU 16V
2000M84, 1.630 kw de potência, permitindo-lhe atingir uma velocidade máxima de 26 nós e uma velocidade de cruzeiro de 22,5 nós.
Mais informações:
Florianópolis (48) 3878 - 6800
Curitiba (41) 3343 - 6800
Porto Alegre (51) 3388 - 6800
Bal. Camboriú (47) 3368 – 6870
www.yachtbrasil.com
www.azimutyachts.com
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Viagem
Vestígios do Tempo
Hotel Maison Champs Elysées leva
assinatura de uma das maiores
marcas de luxo e alta-costura
Copyright photo : © Martine Houghton
Diversas marcas de luxo têm investido no setor
hoteleiro. Pode ser um hotel com a própria marca
ou com a decoração assinada por um renomado designer. Na maioria dos casos, o resultado é um luxo
ostensivo, exibido. Indo na contramão dessa maré,
podemos encontrar um exemplar diferente.
Localizado no número 08 da Rue Jean Goujon, em
Paris, o hotel Maison Champs Elysées é uma construção com 200 anos de história. Completamente
restaurado e com decor da Maison Martin Margiela,
o hotel mistura em seus ambientes tradição e
provocação, vanguarda e classicismo.
Um lugar inesperado que incorpora poesia, luxo,
minimalismo e delicadeza.
A Maison Martin Margiela tinha o desejo de colocar
sua marca em uma arquitetura de interiores. A oportunidade surgiu em 2010 com a renovação arquitetônica
do prédio, assinada por Danièle Damon, que iniciou
uma nova fase para essa construção. A equipe de Margiela projetou quartos, restaurante, lounge, fumódromo, bar e a recepção da Maison Champs Elysées.
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Viagem
A identidade da marca de Martin Margiela expressa-se paralelamente
através de suas coleções de moda e trabalhos de design de interiores. Na sede em Paris ou nas lojas espalhadas pelo mundo, é vísivel
a cor branca, o trompe l’oeil, a subversão de objetos e materiais,
a mistura de estilos e eras. O jogo na estética, na linguagem e o
humor são suas características permanentes.
Outra é o minimalismo. No hotel, o branco aparece na pintura das
paredes, nos tecidos de algodão que cobrem os móveis, na musseline
das cortinas. Contrapondo com o branco, o preto também impera em
alguns ambientes com poucos móveis, formas retas e limpas.
O hotel é cheio de contrastes, brincadeiras com proporções, surrealismo, acabamentos “inacabados”, superdimensionamento, projeção
2D e cultura pop. A estética impressiona pela simplicidade.
O hotel é o projeto mais ambicioso confiado à Maison Martin Margiela. São dez salões para recepções e, dos 40 aposentos, 17 foram
decorados pela equipe, chamados quartos da Coleção Couture,
além de outros espaços coletivos.
A ironia foi traduzida no sentido literal da palavra. Um dos
exemplos é a aparência surrealista em oposição à realidade.
A ilusão aparece no restaurante
em que as cadeiras e mesas parecem estar suspensas, mas são
estáveis e confortáveis. Efeitos de iluminação também criam
ilusões como de portas fechadas
que estão abertas. O respeito
é o sentimento pelo edifício e
pelas restrições ao patrimônio. A intenção da Maison foi
melhorar e destacar as características históricas do local,
respeitando as exigências sem
perder em nada o conforto, a
iluminação, a acústica
e a segurança.
Três palavras serviram
de base para a
conceituação do decor:
ironia, ilusão e respeito.
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Viagem
Sobre a Maison Martin Margiela
Foi criada em 1988 por Martin Margiela,
estilista graduado pela Real Academia de
Belas Artes da Antuérpia. Ele trabalhou
como assistente de Jean Paul Gaultier
por três anos e também foi diretor artístico
da Hermès. Atualmente, a Maison Martin
Margiela tem lojas na França, Japão, Itália,
Reino Unido, EUA, Hong Kong, Alemanha,
Dubai, Coreia, Taiwan e Bélgica.
Para Bernadette Chevallier, presidente d’Odo, empresa que administra o hotel, o local é perfeito para apreciadores de ambientes
agradáveis, elegantes e diferenciados.
Nesse caso, o foco é a discrição e não esperar pelos padrões
costumeiros dos hotéis de luxo.
“Esses valores são apresentados através da surpreendente decoração
projetada pela Maison Martin Margiela e do serviço atento
sem ser pomposo, bem educado sem ser formal, planejado
e nunca inoportuno”, diz Bernadette.
A Maison Champs Elysées pode ser considerada um hotel-boutique que
combina 5 estrelas na comodidade e serviços com uma visão não convencional sobre a hotelaria de luxo.
“A ideia é democratizar o luxo, oferecendo liberdade e
qualidade sofisticada, irônica e com foco nos detalhes”
Maison Martin Margiela
http://www.lamaisonchampselysees.com/pt
*Diárias a partir de 225€
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Entrevista
GENTE
NOSSA
Antônio Koerich
Por uma estrada de pedras, nossa equipe chegou ao museu da família Koerich, na
Colônia Santana, em São José, para conversar com Antônio Koerich, presidente da
terceira maior rede de lojas de móveis e eletrodomésticos de Santa Catarina.
Somos recebidos pelo secretário Adílson e dona Ana, que nos oferecem café e
biscoitos. Logo o empresário chegou e nos convidou para sentar à mesa
da cozinha da casa onde nasceu e cresceu.
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35
Entrevista
Em meio à conversa sobre a rivalidade do futebol gaúcho – para
ele, o hino do Grêmio é o mais bonito de todos –, o questionamento
em relação à mortalidade de algumas figuras da música, como Ary
Barroso, e a importância de Steve Jobs, Antônio nos contou a trajetória de sua família, uma das mais tradicionais de Santa Catarina,
desde a construção da casa na Colônia Santana até os caminhos
que seus netos estão tomando. Além, claro, da famosa Lili, um Ford
F-3, de 1948, que acompanhou os Koerich por décadas e hoje está
restaurado e exposto no museu.
Nascido em 8 de abril de 1936, Antônio Obed Koerich, o nono
dos 13 filhos do casal Eugênio Raulino e Zita, trabalhou desde
criança no primeiro armazém de secos e molhados do pai, ao lado
de sua casa. Ele e os irmãos estudavam na Capital e, para isso,
tinham que ir de bicicleta até São José e depois pegar um ônibus
para o destino final. Chegavam em casa por volta de meia-noite e
recomeçavam a rotina no dia seguinte às seis da manhã. Em 1955,
o pai, Antônio, e os irmãos Paulo, Orlando e Walter fundaram a
empresa Eugênio Raulino Koerich e Cia. Ltda. Um ano mais tarde
(1956), devido às dificuldades de locomoção e à necessidade de
crescer, ele e Walter foram morar em Florianópolis para estudar
contabilidade e abriram uma nova faixa de mercado, criando assim
a primeira fiambreria Koerich que depois resultou em 7 lojas.
O espírito empreendedor é a marca da família, que ao longo dos
anos fundou empresas em diversas atividades. Nos anos 60, surgiram o Supermercado Koerich, a loja de moda masculina Koerich
Magazine e a Casa Atacadista, distribuidora de louças, artigos de
alumínio, vidros, brinquedos e outros produtos para várias cidades
catarinenses. Também foi inaugurada, no centro da Capital, a primeira loja de móveis e eletrodomésticos da rede Koerich. O sucesso do novo empreendimento fez com que o setor de fiambrerias fosse desativado. A Empresa resolveu investir no ramo de automóveis
e lançou a primeira concessionária Volkswagen de Florianópolis, a
Koesa, além do Consórcio Koerich.
Já na década de 1970, juntamente com as Empresas Brasilpinho e Cassol, foi fundada a Kobrasol Empreendimentos Imobiliários, tomando iniciativa que deu origem ao Kobrasol, um dos bairros
mais importantes de São José. Criou ainda a Zita Empreendimentos Imobiliários e a Lojas Kilar para atuar no segmento de móveis
mais sofisticados. O objetivo era investir em setores diversificados
para que não houvesse dificuldades no futuro.
Antônio sempre trabalhou como diretor comercial das empresas, ligado diretamente ao desenvolvimento e à mercadologia. Era
o responsável pelas compras de todos os negócios: eletrodomésticos, móveis, supermercados, confecções masculinas. Um dos orgulhos do empresário era o espírito de inovação do Grupo. Eles não
esperavam o fato acontecer, íam ao encontro dele. “Nosso sentimento de crescer era tão grande que a gente chegava à frente do
próprio mercado”, afirma.
Depois de criar empresas bem-sucedidas em diversos setores,
os irmãos Koerich decidiram que era hora de dividir o patrimônio
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Museu da família Koerich /Colônia Santana - São José.
37
Entrevista
para uma maior autonomia. Em outubro de 1993, no mesmo ano
em que o Shopping Beiramar foi inaugurado pela família em Florianópolis, Antônio ficou responsável pela rede de lojas Koerich,
junto com os filhos Ronaldo e Sérgio. A Kilar, Zita Empreendimentos Imobiliários, Koerich Construção e Participação, Kimoto e
Consórcio Koerich foram divididas entre os outros três irmãos, que
começaram o negócio lá em 1955. Apesar da cisão das empresas,
todos continuam bem relacionados. Ainda com um sentimento de
continuidade, Walter, Orlando e Antônio criaram, em 2009, a WOA,
empresa de empreendimentos imobiliários. Tomando como essência da marca Woa as iniciais do nome de Walter, Orlando e Antônio.
Na entrevista a seguir, Antônio nos fala sobre a linha familiar dos
negócios e como surgiu seu espírito empreendedor para conseguir
crescer e vencer. Também conta os seus planos para o futuro e as
expectativas do comércio para o final do ano depois das medidas
tomadas pelo ministro Guido Mantega para estimular a economia.
Revista DVA: A rede de lojas tem um aspecto familiar, não só
comercial. Como essa característica influencia os negócios?
Antônio: Tudo faz parte de uma concorrência, de um enfrentamento. Hoje a pessoa não é inteligente porque quer; ela se torna
inteligente através do estudo. Então, não deixa de ser um empreendedor também, um líder. E aquele que não deseja se tornar um líder
ou coisa parecida é por falta de interesse, da própria capacidade que
está inerente a ele, mas que não é buscado. E esse é um sentimento
que nós procuramos buscar e passar todos os dias.
RDVA: Como manter os valores da empresa e transmitir esse
interesse para os colaboradores?
Lili, um Ford F-3, de 1948, que acompanhou os Koerich por décadas e hoje está restaurado e exposto no museu Koerich.
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A: Muito fácil explicar. Todas as coisas provêm de uma determinada necessidade. A carência nos força a ser melhores do que
os outros, além da superação das nossas atividades quando falta a
própria competência. Não se busca a sabedoria nos livros, mas nos
atos. É uma consequência de saber aquilo que está fazendo. Dar
uma continuidade a esses valores já é uma situação de carência e
superação. Você pode não ter o maior exército, mas você precisa ter
o que está mais bem ensaiado, você precisa da melhor estratégia. A
história nos conta isso e quando efetivamente os maiores estrategistas perdiam numericamente partiam para um tratado de paz. E assim
é também na nossa atividade empresarial. A simpatia do nosso colaborador é evidentemente uma situação de treinamento, educação,
disciplina. E se investe muito nisso. Costumo dizer que nossa marca
não foi feita, foi forjada no trabalho. Como um ferro quente, ela foi
preparada, moldada, adicionada e impregnada de ética, valores, sabedoria e, acima de tudo, muita força de vontade.
RDVA: O slogan “Koerich, Gente Nossa” passa uma ideia de proximidade com o consumidor. Qual a sua relação com os clientes?
A: Tenho bastante contato e me identifico muito bem com o cliente, mas não sou vendedor. Talvez se eu interferir um pouco, sou capaz de perder a venda. Mas tenho um contato muito próximo com
o consumidor. Quando desço e vou para a loja, eu me sinto bem.
Pela própria situação, os clientes me deixam efetivamente mais à
vontade. Como sentem que eu sou da geração dos fundadores, automaticamente aquelas pessoas que estão mais próximas da minha
idade fazem questão de dizer que são clientes há muitos anos, que
só compram no Koerich, e isso nos dá motivação e poder de superação. Apesar de não sermos os maiores, temos que procurar disputar
pela qualidade. A qualificação não vem apenas através do poderio,
mas de atos, ações, trabalho, superação e educação. Uma das coisas que me deixa mais feliz é a impregnação dos valores e do sentimento de desejo.
RDVA: Sua família ampliou os negócios para diversos setores.
De onde vem esse espírito empreendedor?
A: Veio de acordo com a necessidade. A gente não compra o
empreendedorismo. Ele vem com voluntariedade, com sentimento de vocação. A pessoa empreendedora já tem o espírito voltado
para isso. O meu pai era uma pessoa bem interessada e inovadora;
não se acomodava. Arregaçava as mangas e procurava enfrentar
desafios. A nossa chegada em Florianópolis foi nada mais do que
enfrentar um desafio na tentativa de vencer, já que na região de Colônia Santana a gente não poderia prosperar de maneira tão rápida
e eficiente. Através de uma carência, fomos quase que forçados a
iniciar isso. Mesmo se não tivéssemos o sentimento, o sangue do
empreendedorismo, a necessidade nos fazia querer e crescer.
RDVA: Seus filhos e netos trabalham com o senhor. Existe alguma preparação e exigência para que essas gerações entrem na
empresa?
A: Levando em consideração apenas três gerações que trabalham hoje em comum acordo na mesma atividade, as coisas vão surgindo naturalmente. Eu costumo dizer que, apesar da naturalidade,
sempre existe um trabalho por trás disso. Um trabalho de psicologia,
de simpatia entre os familiares. Procuramos preparar, não fazer favores. Se eles tiverem competência ficam na empresa. Somos uma
família pequena. Não se força a nada, só vai sentindo a vocação. Se
você joga uma semente de qualquer fruta na terra vem exatamente o
39
Entrevista
fruto daquela semente que você plantou. Agora, a qualidade do fruto
é outra história. A semente ajuda muito, mas não é todo o essencial.
Tem de regar, adubar, fazer alguma coisa para ficar boa.
RDVA: O senhor pretende continuar à frente das lojas Koerich ou
já se prepara para a sucessão?
A: Já estou me preparando naturalmente para a sucessão. Não
com as pedras determinadas, mas com as pedras prontas e preparadas para dar encaminhamento. Tem uma expressão manezinha
que diz “enquanto eu não tiver estorvando, eu vou tocando”. Estou
gradativamente me afastando para que não tenha medo e não sofra
um baque com uma saída violenta, drástica. Você tem de se preparar
e reconhecer. Enquanto meus filhos e gestores não sentirem que eu
preciso sair definitivamente, prefiro dar continuidade, levando a vida
com a maior naturalidade.
“O nosso objetivo é
crescer, mas de forma
estabilizada, serena e
tranquila.”
RDVA: A rede pretende abrir mais dez lojas até o final de 2012.
Os planos incluem expandir os investimentos para outros estados?
A: Dez lojas é simplesmente um número limite. Um compromisso
que não temos pautado é o crescimento pela quantidade de lojas
que deveremos abrir. O nosso objetivo é crescer, mas de forma estabilizada, serena e tranquila. Nosso capital foi gerado com muito
sacrifício ao longo de 50 e poucos anos. Não queremos colocar em
risco essa nossa sustentabilidade. Então, o que procuramos fazer?
Não temos apenas essa atividade, não somos apenas uma loja de
eletrodomésticos. Temos a nossa própria financeira, nossa empresa
de investimento dentro do setor imobiliário, a RKS, além da WOA.
Essa não é uma empresa oportunista, mas uma empresa que estuda oportunidades, que vê possibilidades. Na hora que ela enxergar
alguma possibilidade, ela fará, mas sempre dentro de uma determi-
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nada cautela. Não temos uma empresa de risco, mas uma empresa
calculada. Ela faz seus próprios investimentos com responsabilidade
e respeitabilidade. Nosso plano estratégico é determinado e estudado cuidadosamente. Temos metas que são renovadas a cada mês e
ainda um levantamento de resultados. Essa é uma filosofia de vida
que aplicamos desde que chegamos a Florianópolis.
RDVA: Quais as perspectivas de consumo para este final de ano
após as medidas tomadas por Guido Mantega para estimular a economia?
Nós estamos bastante otimistas. Em 2009, crescemos 21%; no
ano passado, em torno disso também; e agora, em 2011, seria um
crescimento na ordem de 20%, mas não deveremos alcançá-lo. O
fechamento do ano ficará em torno de 15%. O ritmo no segundo semestre diminuiu um pouco e agora, no último trimestre, está sendo
o mais controlado. Porém pode ser considerado um grande crescimento, não tenho dúvida nenhuma. O crescimento quantitativo foi
superior porque o produto, de uma forma geral, baixou. Aumenta a
qualidade, diminui o preço. É a tecnologia, o próprio material, mais
velocidade, mais vantagem.
RDVA: Que dicas você poderia dar para quem está começando?
A: As dicas não mudam nunca. As dicas do passado são as de
hoje e serão as mesmas do futuro. Superação e muito trabalho, trabalho e trabalho. Se você quiser ter uma vida acomodada e ter bons
resultados, não adianta colocar gente para trabalhar por você. Existe
o trabalho porque existe o capital, existe o capital porque existe o
acionista, aquele que disponibiliza o dinheiro e, para fazer seu ganho financeiro, aplica em quem tiver mais conhecimento, qualidade
e preparo. Essa seleção do capital vai diretamente para um trabalho
que seja mais produtivo e eficiente. É uma lei natural das coisas, a
dica é sempre a mesma. Se a pessoa que estiver iniciando não quiser trabalho e pensar que vai levar a vida no mole não vai chegar a
lugar algum. Nada vem à toa.
RDVA: O que o senhor gosta de fazer fora do trabalho?
A: Gosto de jogar dominó com os amigos, batendo um bom-papo.
Também adoro escutar música, jogar um baralhinho e pescar. Sou
pescador de rio. Desde a década de 1980 temos um grupo de pesca
dentro da própria empresa. Já faz uns dez anos que sempre vamos
para o Pantanal do Mato Grosso, numa fazenda em que o acesso se
dá somente de barco ou avião. Vamos até Cuiabá e depois pegamos
mais 40 minutos de voo para chegar diretamente na área pesqueira
com todo conforto. E ali a gente se diverte por uma semana todos os
anos. É religioso. Passo o meu aniversário por lá, que coincide com
a abertura da pesca. Não é nada preparado, mas é tudo previsto.
41
Música
MUSIC
Summer Soul
Bruno Mars e Florence and The Machine
Dois shows musicais prometem agitar o início de 2012. Em janeiro, o Summer Soul, festival que trouxe a cantora Amy Winehouse
para o Brasil há um ano, traz em sua segunda edição, como principais atrações, Bruno Mars e Florence and The Machine. Com tantas
músicas bacanas na curta discografia deles, resolvemos fazer um
perfil de cada um para você conhecê-los melhor.
Florence and The Machine é considerada a última das grandes
revelações da música britânica junto com Amy Winehouse, Joss Stone, Adele, Duffy e Estelle. A cantora inglesa Florence Welch é dona
de uma das maiores vozes do momento. Mas não é somente a voz
que chama a atenção. Ruiva e cheia de estilo, conquistou designers
e marcas famosas e já foi vista com vestidos Valentino, Gucci e, no
último desfile da Chanel, cantou a trilha ao vivo a convite de Karl
Lagerfeld, estilista da marca. Em 2011, foi eleita a segunda mulher
mais bem vestida da Inglaterra, ficando atrás apenas da princesa
Kate.
O som da banda tem sido descrito como uma combinação de
vários gêneros, incluindo rock, indie, folk e soul. The Machine (A Máquina) é o nome atribuído à banda de apoio de Florence, composta
essencialmente por músicos instrumentistas.
A BBC teve grande importância na divulgação da banda para o
grande público. A partir da apresentação no programa ‘BBC Introducing”, Florence and the Machine ganhou mais atenção e passou
a tocar nos grandes festivais da Inglaterra, como Reading, Leeds
e o Glastonbury. O álbum de estreia, intitulado “Lungs”, foi lançado
no dia 6 de julho de 2009 e ficou no top 40 no Reino Unido por 65
semanas consecutivas, tornando-se um dos discos mais vendidos
entre 2009 e 2010.
Harpas, coros, tambores, quarteto de cordas, suspiros e sons de
metal. Ouvir algumas de suas músicas é como entrar em um mundo
de fantasia, às vezes mais sombrio, com leves influências góticas. O
som da banda ainda remete aos anos 80. Tudo isso é coroado com
a voz límpida e etérea de Florence, que tem domínio absoluto sobre
suas cordas vocais, transitando entre força, potência e suavidade.
Florence participou do álbum de 2010 de David Byrne e Fatboy
Slim intitulado “Here Lies Love”, sobre Imelda Marcos. Em 2011, na
entrega dos prêmios Grammy, Florence juntou-se a Christina Aguilera, Jennifer Hudson, Yoland Adams e Martina McBride em um tributo
à Aretha Franklin, tendo a performance mais elogiada e aclamada
pelo público.
A banda ganhou projeção mundial ao compor “Heavy in Your
Arms”, que faz parte da trilha sonora de “Eclipse”, terceiro filme da
saga Crepúsculo. Mas o grande hit do primeiro disco é a música “Dog
Days are Over”.
“Eu quero que minha música soe como se estivesse sendo jogada para fora de uma árvore ou de um prédio alto ou ainda cause a
impressão de que você está sendo sugado para dentro do oceano e
não pode respirar”, diz Florence Welch.
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www.florenceandthemachine.net
Sobre suas letras, Florence diz que o processo de composição é
muito simples. “Tudo é sobre os meninos! As pessoas acham minhas
letras loucas, mas os álbuns são honestos e sinceros, sobre o amor e
a dor”. Em outubro de 2011, foi lançado o segundo álbum da banda,
intitulado “Ceremonials” .
The Machine
Florence and
Música
45
Bruno
Música
Mars
Se ele queria tanto ser um bilionário, está no caminho. Cantor,
compositor e produtor musical nascido em Honolulu, Havaí, vem
de uma família de músicos. Bruno, que se chama na verdade Peter
Gene Hernandez, cresceu acompanhando apresentações dos pais
nos estilos Motown, medleys doo-wop e clássicos dos anos 50. Junto
a isso, Honolulu ainda reunia outros ritmos como o rock, reggae e
música popular local. “O Havaí fica, basicamente, no meio do mundo,
então você está exposto a todo tipo de música por lá”, explica Mars,
que ganhou de seu pai o apelido de “Bruno” aos dois anos de idade
por sua semelhança com o ex-lutador profissional de wrestling Bruno
Sammartino.
Assim que se formou no colegial, Mars partiu para Los Angeles
com o sonho de lançar sua carreira. Lá, formou o time de produtores
The Smeezingtons, ao lado de Philip Lawrence e Ari Levine. Durante
os primeiros meses como contratado da gravadora, o cantor co-escreveu os arranjos para músicas como “Nothin’ on You”, de B.o.B, e
“Billionaire”, de Travie McCoy. Ele também participou da composição
dos hits “Right Round”, do rapper Flo Rida, “Wavin’ Flag”, de K’naan
e “Fuck You!”, de Cee Lo Green.
Em 2010, lançou seu álbum de estreia, intitulado “Doo-Wops &
Hooligans”. Em seu site oficial, Mars fala sobre como suas escolhas
foram importantes para o desenvolvimento como artista. “Eu percebi
que você tem que ir para essa indústria como um artista de visão
clara e com uma compreensão de quem você é. Sendo tão jovem
quando comecei, eu não tinha um senso de quem eu queria ser. Agora as coisas estão acontecendo porque tudo que eu estou cantando,
escrevendo e compondo é realmente de mim”.
O sucesso dos singles “Grenade” e “Just The Way You Are”, ambos n° 1 nas paradas mundias, faz de Mars um dos seis artistas masculinos na história que alcançaram o topo da Billboard com os dois
primeiros singles de um único álbum.
O Brasil é um dos cinco países onde Mars faz mais sucesso. Seu
primeiro álbum já alcançou a marca de 200 mil cópias e está presente na lista dos mais vendidos. O primeiro single, “Just The Way You
Are”, foi a 50° música mais tocada do ano passado e conseguiu a
liderança em 2011. A música “Talking to the Moon” é a sétima faixa
do seu primeiro álbum e fez parte da trilha da novela Insensato Coração, da Rede Globo. Essa canção foi essencial para Bruno se tornar
um dos cantores internacionais mais populares no Brasil.
A carreira de Bruno Mars consiste em 61 indicações e 12 prêmios ganhos. “Just the Way You Are”, “Grenade”, “Nothin ‘on You” e
“Billionaire” já venderam um total combinado de mais de 11 milhões
de cópias nos EUA.
Animado em seus shows ao vivo, Bruno conta com uma equipe de dançarinos e cantores que o acompanham em apresentações
com estética inspirada em grupos da Motown. Paletós coloridos,
óculos escuros, gravatas e cabelo cuidadosamente arrumado, com
atenção especial para o topete, fazem parte do figurino de toda a
banda e da equipe que sobe ao palco. Bruno tem estatura baixa,
mas, no palco, o carisma, a simpatia e o topete compensam qualquer
falta de centímetros.
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SummerSoul Festival 2012
São Paulo - 24/01 no Anhembi
Rio de Janeiro - 25/01 no HSBC Arena
Florianópolis - 28/01 no Stage Music Park
Ingressos no site www.livepass.com
www.brunomars.com
47
Mercedes-Benz
Grand Challenge
Classe, design, sofisticação, tecnologia e segurança são palavras que resumem o campeonato automobilistico de gran-turismo
Mercedes-Benz Grand Challenge, que em 2011, passou a fazer parte do calendário nacional. É uma categoria nova no automobilismo
brasileiro e integrante da programação do Itaipava GT Brasil, evento
que movimentou autódromos pelo país.
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01
Grand Challenge
49
Grand Challenge
Mas a Mercedes-Benz não é nenhuma novata
em competições automobilísticas. Participou da
primeira em 1984 até sua volta ao campeonato de
Fórmula 1 na temporada de 2010. No ano seguinte, sentiu a necessidade de realizar seu próprio
campeonato. Uma marca como a Mercedes-Benz
promove seus produtos e paixões para além do
circuito da prova. Considera-se o custo extra das
corridas de uma necessidade absoluta se é para
defender a posição correta da marca na competição internacional.
O desenvolvimento de tecnologia para veículos de corrida provou ser importante para o avanço na indústria automobilística em todos os níveis
e na rotina de trabalho nos laboratórios, oficinas e
salas de produção.
O Mercedes-Benz Grand Challenge possui 20
automóveis Mercedes-Benz, modelo C 250 Turbo, preparados exclusivamente para competição
pela WB Motorsports e sob a supervisão da SRO
Latin America. O trabalho de transformação do
carro para as corridas passa por itens de segurança, troca por cintos e bancos de competição,
redução de peso do veículo e um ligeiro aumento
de potência, o que permite que os carros entrem
na pista com 245 HP. As portas, capô e tampa traseira, originalmente em aço, são substituídos por
50
componentes feitos de uma fibra especial, que
garante mais leveza e resistência ao automóvel.
A estrutura de segurança é feita de aço cromo
molibdênio, desenvolvida de acordo com as especificações da FIA (Fédération de l ‘Automobile). O
conjunto motor e câmbio é lacrado durante o ano,
para não ter suas características alteradas e manter a igualdade entre os competidores.
A competição tem oito etapas, divididas entre
seis circuitos localizados nas cidades de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Curitiba (PR), Campo
Grande (MS), Nova Santa Rita (RS) e Santa Cruz
do Sul (RS). Cada etapa conta com duas corridas
de trinta minutos, uma realizada no sábado e a
outra, no domingo.
O campeonato é destinado apenas a pilotos
não profissionais, criando o ambiente perfeito
para quem deseja iniciar suas competições de
alto desempenho ou para aqueles que contam
com alguma experiência, mas não desejam conviver com os níveis de exigência das demais categorias. Os pilotos podem correr sozinhos ou em
duplas, sendo que, neste caso, cada um pilota o
carro em uma das etapas. O campeão é decidido pelo maior número de pontos no somatório de
todas as corridas. Nesta primeira temporada, os
vencedores João Campos e Márcio Campos conquistaram o título geral antes da última etapa.
O Mercedes-Benz Grand Challenge é promovido pela SRO Latin America e pela Auto+ Entretenimento, com
patrocínio da Pirelli, Della Via, Petronas Syntium e Scorro e apoio da Mercedes-Benz do Brasil. O Brasil é o único
local do mundo que realiza esse campeonato com o selo Mercedes-Benz.
www.mercedes-benz.com.br/grandchallenge
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Festas de música eletrônica costumam ser um momento de catarse coletiva. Atrações
admiradas por muitas pessoas diferentes que se reúnem no mesmo lugar para celebrar a
música, pura e simplesmente. É aquele contato com o artista que você ouve no carro ou em
festas, canta músicas que podem ter um significado especial para você ou que provocam uma
sensação de liberdade e alegria. No meio de estranhos, acaba-se descobrindo a música em
comum e momentos como esses normalmente se tornam mágicos.
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O Green Valley é uma das grandes referências nacionais para a realização das melhores festas no Brasil. Localizado na cidade de Camboriú, o super club é cercado de Mata Atlântica combinado com a mais alta tecnologia de luz e
som. Recém-consagrado como o “3º Melhor Club do Mundo”, a casa surpreendeu a exigente indústria do setor eletrônico ao aparecer no alto da lista mais respeitada do planeta, os Top 100 Clubs da revista britânica Dj Mag. Atualmente,
o Green Valley é considerado o fenômeno da década quando se fala em casas noturnas no Brasil.
Planejamento, investimento e ousadia são os ingredientes para o sucesso da casa, que conta com um elemento
extra destacado pelos DJs nacionais e internacionais que exibem seus set lits: a energia das pessoas. “A vibração da
casa impressiona, e inclusive nós mesmos, que sempre estamos no club, ainda nos surpreendemos com a resposta do
público a cada show”, diz Ricardo Flores, sócio do Green Valley.
O club é uma grande arena com estrutura distribuída em uma área de 10 mil m². São dois lagos, seis bares, um
lounge e uma loja com produtos exclusivos com a marca GV. A atmosfera foi inspirada nos melhores clubs do mundo,
sem esquecer das referências brasileiras. O local atrai milhares de turistas durante a temporada de verão e nas festas
realizadas durante o ano. Em 2011, por exemplo, cerca de 40% do público que frequentou o Green Valley era de fora
de Santa Catarina e também de outros países.
Com a conquista de 17 prêmios em quatro anos, incluindo Melhor Super Club do Brasil (Coll Awards e Dj Sound
Awards) e 3º Melhor Club do Mundo (Top 100 Dj Mag), o Green Valley ganhou visibilidade. “Sua posição geográfica,
junto a um importante pólo turístico no litoral norte de Santa Catarina, ajudou o Green Valley a se tornar passagem
obrigatória para os turistas que buscam entretenimento quando visitam esta região, em especial na alta temporada”,
explica Eduardo Philipps, um dos sócios que compõem o quarteto, além de Ricardo Tolazzi e Duda Cunha.
O Green Valley investe no line up e aposta alto. Já trouxe para o Brasil os maiores nomes da música eletrônica,
como Tiesto, Fat Boy Slim, David Guetta, Armin Van Buuren, Afrojack, Bob Sinclair, Sebastian Ingrosso, Axwell, Steve
Angelo e Avicii.
Para a temporada 2012, a equipe do Green Valley adianta algumas novidades. Uma nova supertela de led irá emoldurar o palco, atualmente um dos preferidos dos Djs internacionais no Brasil. Entre as inovações, estão a disponibilização gratuita de serviços de maquiagem e cabelereiro no banheiro feminino e os atendimentos de garçons e seguranças
exclusivos para cada um dos mais de 40 camarotes da casa.
www.greenvalley.art.br
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Tradicionais durante o verão europeu, os festivais de música atraem milhares de pessoas. Os dias mais longos,
quando o sol se põe lá pelas dez horas da noite, animam o público a aproveitar cada minuto. Seguindo essa ideia, é
realizado na Bélgica, na cidade de Antuérpia, o festival Tomorrowland. Esse evento traz atrações da música eletrônica
de todo o mundo, reunindo os nomes mais quentes e importantes do cenário atual. Para acompanhar as batidas e mixagens tecnológicas, a “terra do amanhã” constrói, a cada edição, um mundo diferente e fantasioso onde cada detalhe
é pensado para agradar um crescente número de visitantes.
O Tomorrowland acontece no mês de julho. São três dias, e, em cada um deles, durante 12 horas, os visitantes
podem curtir o melhor da música eletrônica e diversas outras atrações como parque de diversões, pausas à beira de
lagos, lounges temáticos e uma ambientação explosiva com alta carga criativa e performers fantasiados espalhados
por todos os cantos. O espaço conta com cenários e palcos gigantescos cheios de elementos lúdicos, psicodélicos e
com uma overdose de cores e luzes quando a noite chega.
A primeira edição contou com a presença de 10 mil visitantes.
A quinta, realizada em 2010, reuniu 120 mil pessoas. Além desse considerável crescimento, o festival também ganhou títulos de importantes revistas do segmento da música e do entretenimento. Em 2011, os leitores da publicação
francesa Only for Djs escolheram Tomorrowland como o Melhor Festival Europeu. O evento também foi indicado na
categoria Melhor Festival Global no IDMA (Internacional Dance Music Awards), ao lado dos consagrados Coachella
(USA) e Creamfields (Reino Unido).
Para a última edição, no line-up, a organização trouxe grandes nomes como David Guetta, Swedish House Mafia,
Faithless Soundsystem, Tiesto, Carl Cox, Dimitri Vegas & Like Mike, Above & Beyond, Steve Aoki, Avicil, Sander van
Doom, 2 Many Dj’s, Laidback Luke, Uffie, Afrojack, Sasha, Groove Armada, entre outros espalhados em onze palcos
e tendas.
Para os mais jovens ou aventureiros, as acomodações podem ser no camping do evento, em um espaço confortável
que disponibiliza infraestrutura como banheiros e energia elétrica, além da atmosfera que segue os mesmos conceitos
do local onde os shows são realizados. Hotéis são outra opção para quem prefere descansar em um lugar mais sossegado.
www.tomorrowland.be
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No meio cinematográfico, podemos observar algumas colaborações de sucesso entre diretores e atores. Quase um casamento! Existem diversos exemplos entre pessoas dessa indústria
que encontraram afinidade e entendimento na produção de filmes. Separamos para você dez
duplas que marcaram a história do cinema e que ainda podem render bons filmes.
Penélope Cruz e Pedro Almodóvar
Almodóvar adora encher seus filmes com personagens femininas
fortes e Cruz ama interpretá-los. Simples assim, soma-se a isso a
herança castelhana e o senso de humor negro que partilham.
Quantos filmes? Quatro
Os destaques: Volver, Abraços Partidos, Tudo Sobre Minha Mãe.
Melhor filme: Volver. Um filme forte, divertido e emocional. Penélope encarna o melhor papel de sua carreira.
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Billy Wilder descobriu Jack Lemmon, transformando-o de ator
figurante para personagem protagonista. Wilder provou ser capaz
de extrair performances hilárias, mas contidas, e que permanecem
icônicas.
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Os destaques: Quanto Mais Quente Melhor, Se Meu Apartamento Falasse, The Front Page
Melhor filme: Se Meu Apartamento Falasse. Imperdível o diálogo
brilhante escrito por Wilder como uma sátira à sociedade do início
dos anos 60.
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James Stewart e Alfred Hitchcock
James Stewart, no início de Hollywood, sempre encarnava o ideal
de masculinidade americana - algo que Hitchcock não perdeu tempo
em virar de cabeça para baixo. Hitchcock deu a Stewart sentimentos
que passavam por obsessão, ciúme e má influência. A julgar pelos
desempenhos de Stewart, ele aproveitou a oportunidade, e os filmes
que eles fizeram não estão apenas entre os melhores de Stewart,
mas provavelmente são os melhores da filmografia de Hitchcock.
Quantos filmes? Quatro
Os destaques: Janela Indiscreta, O Homem Que Sabia Demais
e Vertigo
Melhor filme: Empate entre Janela Indiscreta com seus momentos de obsessão, quase tensão insuportável; e Vertigo sobre mania,
medo, alturas e paranoia.
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O designer Omar Ronda desenhou a KEKAZZE,
uma luminária de polietileno em forma de galo simpático. O objeto pode decorar interiores ou ficar de
guarda no jardim.
Valor: sob consulta
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www.casamania.it
Assinada pelo designer Fabio Novembre, a Prateleira Robox tem a altura do criador e é feita de
metal. O sonho de infância materializado para os
adultos. Além dos diversos nichos para objetos e
livros, o robô gigante ainda tem um coração.
Valor: sob consulta
/
www.casamania.it
Cadeira ‘The Fifties Diner’ da marca inglesa
Squint Limited.
Valor: £ 1.440,00
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www.squintlimited.com
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Bandejas/quadros da Ibride
www.benedixt.com.br
O modelo Caloi Urbe é dobrável e feito de alumínio,
pesa 11,90 kg, tem rodas de 20 polegadas com paredes duplas, câmbio Shimano de sete marchas e
selim confortável. Além de para-lamas dianteiro e
traseiro, descanso lateral, bagageiro e sacola para
transporte.
Valor: R$ 1.499,00
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www.caloi.com.br
Sapato de couro Yves Saint Laurent
Valor: R$ 2.460.00
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www.farfetch.com
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Gastronomia
Rojo
Gourmet
Um buffet de espírito jovem aliado à alta gastronomia e com especial atenção aos detalhes. Essa é a Rojo Criatividade Gourmet,
que conta com a liderança do Chef Vinícius Rojo. A empresa existe
há quatro anos e é o ponto de mudança na carreira de Vinícius,
que por nove anos trabalhou no mundo corporativo como executivo. Sem conhecer exatamente o trabalho de um chef, ele foi buscar
especializações no Senac, nos cursos de Cozinheiro Chef Internacional e Gastronomia para Eventos.
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Gastronomia
“Fiz o curso porque, quando troquei a vida executiva para montar
uma pequena empresa de eventos na área da gastronomia, senti muita necessidade de entender como funcionava uma cozinha.
Não tinha dinheiro para contratar um bom Chef na época, então
fui aprender para poder dar ordens. Foi excelente! Tenho certeza
de que jamais a Rojo teria a projeção que está tendo no mercado
se eu não tivesse estudado gastronomia. Posso dizer que hoje sou
um empreendedor que está totalmente envolvido com o coração
do meu negócio, a cozinha”, explica Vinícius. Ele também já esteve em muitos restaurantes estrelados na Espanha, França, Itália,
Japão, Inglaterra e EUA e acumula vivência com grandes nomes,
como o conceituado chef Alex Atala, do restaurante D.O.M., e o
chef Murakami, do Kinoshita.
Vinícius acredita que o sentimento e os sentidos são fundamentais
para a culinária. “A comida tem que estimular a pessoa com os
cinco sentidos. Não dá mais para contar só com o cheiro e com o
gosto”, avalia Vinícius, que aposta em novidades que surpreendem
e caracterizam seu trabalho como uma gastronomia diferenciada.
Entre as criações excêntricas de Vinícius Rojo estão pratos como
Pirulitos de Cordeiro com Chocolate, Croque Monsieur com Chantilly de Gruyère e Ervas de Provence e Mil Folhas de Pato Confitado
com Valrhona.
Com foco na inovação, a Rojo abusa da criatividade e ousadia para
criar pratos sofisticados, saborosos e diferenciados, tendo sido treinada para oferecer o melhor atendimento com cardápio exclusivo
e personalizado. Além da alta e impecável qualidade do buffet, oferece seu próprio serviço de bar, com bebidas de vanguarda como
o sólido Dadinho de Mojito e drinques temáticos que harmonizam
com a decoração do evento. Além disso, conta com um serviço especial de baristas, que aposta em inovações como o Baileys Foam
Frappuccino, um frapê de Baileys com café e espuma do próprio
licor.
No caso de buffets, o cardápio deve ser variado para atender diferentes públicos e ocasiões tanto em banquetes para eventos sociais e corporativos, seja um petit-comité para amigos ou uma festa de casamento moderna e despojada, quanto em ocasiões que
reúnem milhares de convidados como o GP de Fórmula 1 e Salão
Internacional do Automóvel. Viagens e visitas a outros restaurantes
espalhados pelo mundo são importantes para conhecer o que está
sendo feito fora do país, as novidades gastronômicas e até como o
alimento pode ser servido. Vinícius conta que já visitou alguns dos
melhores restaurantes do mundo, entre eles The Fat Duck, El Bulli,
Alain Ducasse, El Celler, Paco Roncero e Arzak para trazer novidades para o Brasil e implantar algumas coisas que tenham aceitação
no mercado, especialmente em catering.
Rojo Criatividade Gourmet
Rua Belmiro de Almeida, 73, Vila Mariana
Tel.: (11) 5083 6111
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/
www.rojo.art.br
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Unbuilt Washington
Uma das passagens da história conta que, em
1792, o presidente George Washington e o secretário de Estado Thomas Jefferson, um arquiteto amador, mas talentoso, autorizaram um concurso para a
concepção do Capitol. Os resultados não foram bons.
A maioria dos inscritos apresentou projetos mal proporcionados ou mundanos. A proposta de James Diamond, por exemplo, poderia ter sido convincente se
não fosse o catavento no topo da cúpula, que mais
parecia uma galinha gigante.
A exposição “Unbuilt Washington” revela como a
capital norte-americana Washington, DC, poderia ter
sido construída, apresentando projetos de design arquitetônico e urbano de toda a história da cidade propostos, mas que, por motivos variados, nunca foram
executados.
Projetos como esse geralmente revelam muito sobre as aspirações e os gostos de uma determinada sociedade. A exposição mostra ideias inspiradoras que
poderiam ter se tornado construções incríveis, outras
comuns e nem tão brilhantes assim. Alguns desses
projetos exerceram uma profunda influência sobre o
que foi construído e podem servir de lição ou material
para ser debatido em cursos, seminários e mesas redondas em relação à concepção e ao desenvolvimento
de Washington e também de outras cidades.
O caráter físico de Washington atualmente é o resultado único de inúmeras decisões, debates, sucessos, fracassos, reconsiderações, oportunidades perdidas e golpes de sorte. Para moradores e turistas, é
difícil imaginar que a cidade poderia ter sido completamente diferente. Nada é predestinado, e vários fatores
podem influenciar a construção ou o planejamento de
uma obra.
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Capitol Building
Elevação principal do Capitol proposta por James
Diamond, 1792. O catavento no centro do edifício não
agradou. Cortesia do Historical Society Maryland,
1976.88.51
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Unbuilt Washington
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Proposta para a Casa do Presidente, por AZ (atribuída a Thomas Jefferson), 1792. Cortesia do Historical
Society Maryland, 1976.88.6
Projeto para o National Mall. Comissão, 1901-1902.
A piscina circular e os jardins foram pensados para
proporcionar uma base mais digna para o monumento.
Cortesia da Comissão U. S. de Belas Artes.
Biblioteca do Congresso por Leon Beaver, 1873. Biblioteca do Congresso, gravuras e fotografias, LC-DIG-ppmsca​​-31512
Design para Galerias Nacionais de História e Arte por
Franklin Webster Smith, 1900. Galerias Nacionais de
História e Arte: o engrandecimento de Washington (FW
Smith, 1900)
Proposta preliminar para o Centro Nacional de
Cultura (mais tarde Kennedy Center), por Edward Durell Stone, 1959. Edward Durell Stone Collection (MC
340), casa 104. Coleções Especiais da Universidade de
Arkansas Bibliotecas, Fayetteville.
Melhorias previstas para o Monumento e Washington National Mall por BF Smith, 1852. Nenhuma
das propostas foi executada. Biblioteca do Congresso, gravuras e fotografias, LC-DIG-ppmsca​​-31534
Ponte proposta em honra do general Grant EUA por
Smithmeyer & Pelz, 1887. O local sugerido é aproximadamente o mesmo onde está localizada a atual Memorial
Bridge. Biblioteca do Congresso, gravuras e fotografias,
LC-DIG-ppmsca​​-31532
Proposta de “Housing on the Avenue” de Hugh
Newell Jacobsen, 1974. O terraço foi inspirado nas cidades italianas localizadas em colinas. Cortesia Jacobsen
Arquitetura, LLC
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BOOKS
Transporte
Livros
Luxury Toys
Top of the World, de Nick Jeffery
R$ 146,25
C
M
Y
CM
MY
CY
CMY
K
The Art of the Racing Motorcycle,
de Phillip Tooth.
R$ 107,50
Meios de transporte possuem seu
papel funcional de transportar pessoas
de um lado para outro, não é mesmo?
Porém existem diversas maneiras de
mobilidade, e muitas delas podem ter
essa função aliada a ferramentas de diversão e objetos para colecionadores
entusiastas.
De um lado, os modelos vintage,
originais, antigos. O olhar voltado para
o passado. Do outro, o crescimento e
o aperfeiçoamento de pesquisas e tecnologia, aumento de velocidade e o desejo por conforto.
Aqui nesta seção, selecionamos
para você alguns títulos que reúnem as
paixões por motos, carros, iates e velocidade. São livros incríveis para conhecer as histórias, o design e o aperfeiçoamento dessas máquinas, símbolos de
modernidade do século XX que continuam a nos surpreender.
Behind the Wheel - The Great
Automobile Aficionados, de
Robert Puyal. R$ 107,39

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