Grupo Wilson Sons

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Grupo Wilson Sons
uma publicação do Grupo Wilson Sons
A YEAR FOR
EXPANSION AND
INAUGURATIONS
Wilson Sons invested in its
units with the future of its
businesses in mind
Fevereiro 2013 | ano 9 | nº 48
Ano de
expansões e
inaugurações
Wilson Sons investiu em suas
unidades visando futuro dos negócios
Índice
Editorial
3
Empresa feita de pessoas
Contents
Editorial
Entrevista
3
A company made of people
De olho no crescimento da Bahia –
José Muniz Rebouças, presidente da Codeba
4
Interview
Monitoring the growth of Bahia –
Giro pela WS
José Muniz Rebouças, president of Codeba
Centro de Aperfeiçoamento Marítimo renovado;
175 anos em capítulos;
Novo Centro Logístico em Pernambuco
4
A turn around WS
8
Retrospectiva 2012
Marine Improvement Center renovated;
175 years in chapters;
8
New Logistics Center in Pernambuco
12
Crescendo para crescer mais
Retrospective 2012
12
Growing in order to grow further
Wilson Sons Estaleiros
18
Obras quase concluídas
Wilson Sons Shipyards
18
Building works almost finished
Wilson Sons Ultratug Offshore
20
Novas embarcações ampliam a frota
Wilson Sons Ultratug Offshore
20
New vessels increase the fleet
Wilson Sons Logística
22
Aposta no comércio internacional
Wilson Sons Logistics
22
Banking on international trade
Wilson Sons Rebocadores
24
Premiação e planejamento
Wilson Sons Agência
Wilson Sons Towage
24
Awards and planning
Wilson Sons Shipping Agency
26
Ano de recordes
26
A year for records
SMS
HSE
Wilson Sons recebe prêmio de Gestão
em Saúde e Segurança
Wilson Sons receives an award for Management
in Health and Safety
28
28
Historical Awareness
Memória
30
Criando Laços há cinco anos
NEW,S é uma publicação trimestral do Grupo Wilson Sons, produzida e editada pela Textual Corporativa.
Edição e Redação: Daniel Cúrio
E-mail: [email protected]
Revisão: Liciane Corrêa
Jornalista responsável: Danielle Bastos
Diagramação: Conticom Comunicação Integrada
Fotos: Arquivo Wilson Sons e Codeba (páginas 4 e 5)
GRUPO WILSON SONS - CEO: Cezar Baião
e Estaleiros: Arnaldo Calbucci
30
Five years of Creating Bonds
CFO e Relações com Investidores: Felipe Gutterres
Vice-presidente de Terminais e Logística: Sérgio Fisher
Vice-presidente de Rebocadores, Offshore, Agenciamento
Coordenação editorial: Comunicação & Sustentabilidade
Conselho editorial: Comitê de Comunicação Corporativa - CCC
Os artigos assinados e as opiniões são de total responsabilidade de seus autores. Nenhum material desta publicação pode ser reproduzido sem
prévia autorização.
Empresa associada
Expediente
NEW,S
Fevereiro 2013
2
Editorial
Editorial
A company made
of people
The last few years were intense for the company. We managed to establish ourselves as
one of the largest port, maritime and logistics
operators in the country. This achievement
was possible thanks to all the collaborators
who dream of a company which is great and
have worked to make this a reality.
This edition of NEW,S brings you a retrospective of the main activities of the Wilson
Sons Group in 2012, with a special mention
for the inauguration of the Tecon Salvador
expansion. Thanks to a larger area and more
modern equipment, the terminal contributed
towards attracting investments to the state of
Bahia, which has proved to be a tool for its
development.
In 2012, we also increased the customs
areas of the Santo André Inland Port (EADI) as
well as inaugurating the São Paulo Logistics
Centre in Itapevi. With the incorporation of
these two units, Wilson Sons Logistics is now
able to offer the complete range of logistics
to the state of São Paulo. We also modernized
Brasco’s Sistema Niterói with building works at
the Ilha da Conceição and Guaxindiba bases.
Furthermore, our outlook for 2013 is very
positive. We are to inaugurate the Guarujá
II shipyard, which will double the production
capacity of Wilson Sons Shipyards, allowing for
the construction of larger vessels. In February,
Wilson Sons Logistics started operations in the
Suape Logistics Centre, which is a strategic
area due to its proximity to the port. We are
also planning to deploy new vessels for port
and offshore support fleets.
This edition also features an interview with
the president of the State of Bahia Docks
Company (Codeba), José Muniz Rebouças. In
Tour around WS, NEW,S showcases the new
features of the William Salomon Maritime
Improvement Center and speaks about the
launching of the book on the Group’s 175
year history. And in the Historical Awareness
column, we will learn more about the Creating
Bonds volunteer program, which has been
operating for five years.
Have a nice read!
Cezar Baião
Wilson Sons Group CEO
Empresa feita
de pessoas
O s últimos anos da companhia foram intensos.
Conseguimos nos consolidar
como um dos maiores operadores portuário, marítimo e de
logística do país. Trata-se de
uma conquista que pertence
a todos os colaboradores que
sonham com uma grande
companhia e têm trabalhado
para torná-la realidade.
Esta NEW,S traz uma retrospectiva das principais atividades do Grupo Wilson Sons
em 2012, com destaque para a inauguração da expansão do Tecon Salvador.
Com área maior e equipamentos mais
modernos, o terminal contribui para a
atração de investimento para o estado
da Bahia, tornando-se uma ferramenta
para seu desenvolvimento.
Ainda em 2012, aumentamos a área
alfandegada da Estação Aduaneira de
Interior (EADI) Santo André e inauguramos o Centro Logístico São Paulo,
em Itapevi. Com essas duas unidades, a
Wilson Sons Logística passa a oferecer
malha logística completa para o estado
de São Paulo. Também modernizamos
o Sistema Niterói da Brasco, com obras
nas bases da Ilha da Conceição e de
Guaxindiba.
Além disso, temos perspectivas
muito positivas para 2013. Vamos
inaugurar o estaleiro Guarujá II, e com
isso dobrar a capacidade de produção
da Wilson Sons Estaleiros e permitir a
construção de embarcações maiores. Em
Pernambuco, a Wilson Sons Logística
inicia em fevereiro a operação do
Centro Logístico Suape, em área estratégica próxima ao porto. Vamos
também lançar novas embarcações para
as frotas de apoio portuário e offshore.
Esta edição traz ainda uma entrevista
com o presidente da Companhia das
Docas do Estado da Bahia (Codeba),
José Muniz Rebouças. No Giro pela
WS, a NEW,S conta as novidades do
Centro de Aperfeiçoamento Marítimo
William Salomon e relata o lançamento
do livro sobre os 175 anos do Grupo.
E na coluna Memória, vamos conhecer
mais sobre o programa de voluntariado
Criando Laços, que completou cinco
anos.
Boa leitura!
Cezar Baião
CEO do Grupo Wilson Sons
Rua da Quitanda, 86 - 5º andar | Centro | Rio de Janeiro | RJ | Cep: 20091-005 | T 55 21 3504-4222 | www.wilsonsons.com.br
NEW,S
Fevereiro 2013
3
Entrevista
De olho no
crescimento
da Bahia
Para o presidente da Codeba, José Muniz Rebouças,
estado dará salto de qualidade e seus portos serão beneficiados
U TECON SALVADOR EM SEU PROCESSO DE
COMPANHIA DAS DOCAS DO ESTADO DA BAHIA
(CODEBA), JOSÉ MUNIZ REBOUÇAS, COMEMORA AS CONQUISTAS DE SUA GESTÃO,
INICIADA EM 2009. NESSES TRÊS ANOS A EMPRESA VEM APRESENTANDO CRESCIMENTO ECONÔMICO, COM AUMENTO DE RECEITA, AMPLIAÇÃO DE LUCROS E UM AMPLO
PROJETO DE INVESTIMENTOS E MELHORIAS NA INFRAESTRUTURA PORTUÁRIA.
“UMA DAS CONQUISTAS DA CODEBA FOI O RECONHECIMENTO DA IMPORTÂNCIA
DO SETOR PORTUÁRIO, NÃO SÓ PARA A ECONOMIA BAIANA, MAS TAMBÉM PARA
TODO O NORDESTE BRASILEIRO”, AFIRMA REBOUÇAS. SEGUNDO O EXECUTIVO, AS
PERSPECTIVAS PARA 2013 SÃO POSITIVAS. “VIVEMOS NA BAHIA UM MOMENTO DE
AVANÇOS E CRESCIMENTO. ESTAMOS NOS PREPARANDO PARA UM SALTO DE QUALIDADE NA ECONOMIA DO ESTADO, NÃO APENAS NA ÁREA DE PRODUTOS PRIMÁRIOS,
MAS TAMBÉM NA PROSPECÇÃO DE NOVAS INDÚSTRIAS, E A CODEBA ESTÁ INSERIDA
NESSE CRESCIMENTO.”
M DOS PRINCIPAIS PARCEIROS DO
EXPANSÃO, O PRESIDENTE DA
NEW,S Fevereiro 2013
4
José Muniz Rebouças, presidente
da Codeba: Reconhecimento
do setor portuário cresceu na Bahia
José Muniz Rebouças, president of Codeba:
Recognition of the ports industry grew in Bahia
NEW,S | Quais os desafios encontrados pela Codeba?
José Muniz Rebouças | O principal
desafio nesse período foi recolocar
a empresa em um ciclo virtuoso de
crescimento. Tínhamos saído de um
período de crise entre 2007 e 2009, que
foi muito agudo em relação ao comércio
exterior, com duas crises marcantes:
a europeia e a americana. Essas crises
impactaram na relação comercial entre
os países, e isso reflete, diretamente, na
atividade portuária.
Em linhas gerais, as principais dificuldades encontradas no início da gestão
estavam relacionadas às mudanças da
economia e a questões gerais do mercado portuário nacional e internacional.
NEW,S | Diante disso, quais foram as
ações realizadas?
José Muniz Rebouças | Nossa obri-
gação era retomar o crescimento. Para
isso, foi preciso reorganizar os processos,
apresentar-se ao mercado portuário
nacional e internacional como uma
empresa competitiva e dotada de infra-
Interview
Monitoring the growth
of Bahia
According to the president of Codeba, José Muniz Rebouças, the state will
increase the quality and the ports will be benefited by this
One of the Tecon Salvador’s main partners in its expansion process, the president of the
State of Bahia Docks Company (Codeba), José Muniz Rebouças, celebrates the achievements which have taken place during his time in management, which started in 2009.
During these three years, the company has been displaying economic growth, revenue
has increased and profits have grown, also there is a large investment and improvement
project in place for the port’s infrastructure.
“One of the accomplishments of Codeba was the recognition of the port sector’s importance, not only for Bahia’s economy, but also for the entire north-east of Brazil”, says
Rebouças. According to the executive, the outlook for 2013 is positive. “We are currently
undergoing a moment of advancement and growth in Bahia. We are getting ready for
performing a leap in the quality of the state’s economy, not only in the area of primary
products, but also in the prospecting of new industries, and Codeba is a part of said growth.”
estrutura para atender as necessidades
impostas. Nós nos debruçamos na reorganização das questões operacionais e
administrativas, recuperação de equipamentos portuários, desenvolvimento de
projetos de melhorias na infraestrutura,
captação de recursos para licitação, contatos com clientes antigos e prospecção
desenvolvidas. Tudo isso com o objetivo
de superar a crise e inserir a companhia
em um ciclo de crescimento.
NEW,S | Quais as principais vitórias
de sua gestão?
José Muniz Rebouças | O reconheci-
mento da importância do setor portuário
não só para a economia baiana, mas
também para todo o Nordeste brasileiro.
Isso leva à aplicação de novos investimentos, tanto do governo quanto da
iniciativa privada. Conseguimos fazer o
Brasil lançar um olhar mais preciso para
nossa costa leste, em especial para os portos baianos. Os investimentos no setor
portuário estavam muito concentrados
no eixo Norte-Sul. Então passamos a
reivindicar esses investimentos, não só
nos portos, mas também no acesso a eles.
Com isso, conseguimos destacar ainda
mais nossa competitividade.
Em termos mais internos, conseguimos
reestruturar a empresa, dentro de uma
visão de autoridade portuária. A Codeba
vinha mantendo comportamento de
operadora. Quebramos esse paradigma
e aos poucos estamos fazendo a empresa
se enxergar e entender como autoridade
portuária, uma empresa de planejamento, fomento e apoio, não só às diretrizes
econômicas de ordem estadual e nacional, mas também a todo o conjunto de
operadoras que militam nas áreas dos
nossos portos.
NEW,S | A empresa teve lucro nos
últimos três anos?
movimentação de carga, de aproximadamente 10% sobre o ano anterior. Essa
é uma resposta positiva do mercado, que
percebeu o potencial dos portos baianos
e hoje opta por movimentar suas cargas
por aqui.
NEW,S | Como você avalia o ano
de 2012?
José Muniz Rebouças | Foi um ano
de conquistas de novas cargas. Houve
maior movimentação operacional e,
consequentemente, a Codeba teve mais
caixa para reinvestir. O que a gente
tem feito é um trabalho de reinvestimento. Os ganhos da empresa sempre
são reaplicados, para que ela consiga se
modernizar nas áreas administrativas, de
pessoal e de equipamentos, entre outras.
José Muniz Rebouças | Sim, essa tam-
bém é uma grande vitória. Tivemos lucros acumulados crescentes nesses anos.
Em 2009, a receita foi de R$ 71 milhões,
em 2010 subiu para R$ 95 milhões, e
em 2011 subiu de novo, desta vez para
R$ 115 milhões. A tendência é fechar
2012 com uma variação positiva na
NEW,S | Quais as perspectivas para 2013?
José Muniz Rebouças | Nossa pretensão é continuar no mesmo ritmo,
tanto na movimentação quanto nos
investimentos. Hoje temos obras de
infraestrutura e manutenção em todos
os três portos. A expectativa para 2013
NEW,S Fevereiro 2013
5
é muito boa. Vivemos na Bahia um
momento de avanços e crescimento. Estamos nos preparando para um salto de
qualidade na economia do estado, não
apenas na área de produtos primários,
mas também na prospecção de novas
indústrias, e a Codeba está inserida nesse
crescimento.
A ampliação do Tecon Salvador e a
adaptação do berço para atracação de
navios de maior porte permitirão, por
exemplo, a atração de novas linhas para
Salvador. A destinação de um berço à
cabotagem é outro potencial que, não
tenho dúvida, merece destaque.
NEW,S | E os investimentos na infraestrutura em Salvador?
José Muniz Rebouças | O Porto
de Salvador já concluiu a obra de
dragagem de aprofundamento para 15
metros, com custo de R$ 55 milhões.
Além disso, a Wilson Sons, que opera
o Tecon Salvador, investiu R$ 180
milhões em novos equipamentos, o
que vai ampliar a movimentação de 250
mil TEU para 530 mil TEU por ano.
Entre os equipamentos adquiridos estão
três novos portêineres com capacidade
Super post-Panamax e seis RTGs elétricos, que são pontes de rolagem para
fazer a movimentação dos contêineres
sobre o pátio.
NEW,S | Quais os investimentos
previstos no Porto de Aratu?
José Muniz Rebouças | O Porto de
Aratu representa 60% da receita da Codeba, por isso temos um olhar especial
para ele. Posso afirmar que lá é onde
temos mais projetos em andamento.
Já concluímos as obras de dragagem e
derrocagem de aprofundamento para
15 metros, no valor de R$ 60 milhões.
Temos nesse porto um dos principais
planos de arrendamento em curso. Há
muitas empresas interessadas em investir
e operar em Aratu. Existem propostas
de construção de um novo terminal
de sólidos, com foco em minério de
ferro, na ordem de R$ 300 milhões,
sendo R$ 50 milhões de investimentos
públicos. Haverá ainda a implantação
do terceiro terminal especializado em
operações com líquidos, o que resultará
em investimento de cerca de R$ 1,05
bilhão, sendo R$ 950 milhões de aporte
da iniciativa privada.
NEW,S | Quais os projetos de ampliação do Porto de Ilhéus?
José Muniz Rebouças | Ilhéus foi o
porto que teve o maior impacto de nossa administração. Quando assumimos a
empresa, ele movimentava aproximadamente 40 mil toneladas. Em 2012, o
total foi de quase 500 mil toneladas. Um
crescimento grande de cargas segmentadas, pioneiras – como o açúcar, que
conseguimos atrair para lá pela primeira
vez. Em termos de projetos, teremos
a obra de dragagem de acesso para 14
metros de profundidade e compensação
ambiental para as praias do norte. No
momento estamos aguardando que o
Ibama libere a licença de dragagem de
manutenção.
NEW,S | Por fim, qual é a sua expectativa com o novo Marco Regulatório
Portuário?
José Muniz Rebouças | O Marco Re-
gulatório aponta diretrizes para a expansão e a modernização do setor e otimiza
a infraestrutura que integra as instalações
portuárias. É um estímulo ao aprimoramento da gestão, da valorização e da
qualificação da mão de obra portuária e
garantia de mais eficiência e segurança
às atividades prestadas. Além disso, o
novo Marco estimula a concorrência,
assegura amplo acesso à infraestrutura
portuária e incentiva a participação do
setor privado. Em resumo, acredito que
ele vai delinear e diversificar um leque
de novas oportunidades portuárias em
todo o país.
.
Rebouças (à esquerda), com o
governador Jacques Wagner (ao
centro) e o diretor executivo do Tecon
Salvador, Demir Lourenço Junior
(à direita), na inauguração da
expansão do
Tecon Salvador, em novembro
Rebouças (left) with the Governor
Jacques Wagner (center) and the
executive director of Tecon Salvador,
Demir Lourenço Junior (right) at the
inauguration of the expansion of Tecon
Salvador, in November
NEW,S
Fevereiro 2013
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NEW,S | Which are the main challenges faced
by Codeba?
NEW,S | Did the company report any profits in
the last three years?
José Muniz Rebouças | The main challenge
we faced during this period was to reorient the
company’s path to a virtuous cycle of growth.
Between 2007 and 2009 we had undergone a
period of crisis which was very severe in terms of
foreign trade, marked by two serious crisis scenarios: the European and the American. These
crises affected commercial relations between
countries, and this exerts a direct impact on port
activities. In general terms, the main difficulties
found at the beginning of the period were related
to changes in the economy and general issues
of the national and international port market.
José Muniz Rebouças | Yes, that is also an
important achievement. We saw growing accumulated profits throughout these years. In
2009, the total revenue was R$ 71 million, in
2010 it rose to R$ 95 million and in 2011 it rose
again, this time to R$ 115 million. We expect
to close 2012 with a positive variation in cargo
movement of approximately a 10% increase on
the previous year. This represents a positive
reaction from the market, which has perceived
the potential of the ports of Bahia and now opts
for moving cargo through here.
NEW,S | Como você avalia o ano de 2012?
NEW,S | In the face of this scenario, which were
the measures taken?
José Muniz Rebouças | Our obligation was to
return to a cycle of growth. In order to do this,
we had to reorganize processes, presenting
ourselves to the national and international ports
market as a company which was competitive and
in possession of the required infrastructure to
attend to the needs at hand. We got to work on
the reorganization of operational and administrative issues, the recuperation of port equipment,
development of infrastructure improvement
projects, securing of resources for tenders,
contacts with old customers and developed
prospecting. All of this with the objective of
overcoming the crisis and placing the company
on a cycle of growth.
NEW,S | Which are the main achievements of
your term as president?
José Muniz Rebouças | The recognition of
the importance of the port sector not only for
the economy of Bahia, but also for the entire
Brazilian north-eastern region. This leads to
new investments, both by the government and
the private sector. We managed to make Brazil
look more closely at our eastern coast, and the
ports of Bahia in particular. Investments in the
port sector were very concentrated around the
north-south axis. Therefore we started to claim
these investments, not only for the ports, but
also for access to these. This allowed us to
further accentuate our competitiveness. In more
internal terms, we managed to restructure the
company to fit the profile of a port authority.
Codeba had been behaving like an operator. We
broke that paradigm and little by little we are
making the company see and understand itself
as a port authority, a planning, furtherance and
support company, not only where the state and
national economic guidelines are concerned,
but also the operators which are present in the
areas of our ports.
José Muniz Rebouças | Foi um ano de
conquistas de novas cargas, isso fez com que
houvesse mais movimentação operacional e,
consequentemente, fez com que a Codeba
tivesse mais caixa para reinvestir. O que a gente
tem feito é um trabalho de reinvestimento. Os
ganhos da empresa são sempre reaplicados,
para que ela consiga se modernizar nas áreas
administrativas, de pessoal e de equipamentos,
entre outras.
NEW,S | What are the prospects for 2013?
José Muniz Rebouças | Our aim is to continue at the same rate, both where traffic and
investments are concerned. We currently have
infrastructure and maintenance work being
carried out in all three ports. The outlook for
2013 is very positive. We are undergoing a
moment of advancement and growth in Bahia.
We are getting ready for performing a leap in
the quality of the state’s economy, not only in
the area of primary products, but also in the
prospecting of new industries, and Codeba
is a part of said growth. The enlargement of
Tecon Salvador and the adapting of the berth
for larger vessels will allow for the attracting of
new lines to Salvador, for example. The allocation of a berth for coasting trade purposes is
another potential which I think is undoubtedly
deserving of a mention.
NEW,S | And the infrastructure investments in
Salvador?
José Muniz Rebouças | The Port of Salvador
has finished dredging works for deepening to 15
meters, at a cost of R$ 55 million. Furthermore,
Wilson Sons, which operates Tecon Salvador, invested R$ 180 million on new equipment, which
will increase movement from 250 to 530 thousand TEU per year. Among the newly-acquired
equipment are three new Super-Post Panamax
container cranes and six electric RTGs, which
are overhead cranes to carry out the movement
of containers over the yard.
NEW,S | Which are the investments planned for
the Port of Aratu?
José Muniz Rebouças | The Port of Aratu
represents 60% of Codeba’s income, therefore
we pay special attention to it. I’m in a position
to confirm that there is where we have the most
number of active projects. We have already
finished the dredging and rock removal works
for deepening to 15 meters at a cost of R$ 60
million. We have one of the main renting plans
of the port underway. There are many companies
interested in investing and operating in Aratu.
There are proposals for the construction of a
new solids terminal focused on iron mining
worth around R$ 300 million, 50 of which will
come from public investment. There will also be
the implementation of the third terminal which
specializes in operations involving liquids, which
will result in an investment of almost R$ 1.05
billion, R$ 950 of which will come from private
sources.
NEW,S | What are the plans for expanding the
Port of Ilhéus?
José Muniz Rebouças | Ilhéus was the port
which had the most impact during our time of
administration. When we took over the company,
it moved around 40 thousand tons. In 2012,
it totaled almost 500 thousand tons. A large
growth in segmented cargo, pioneer, such as
sugar, which we managed to bring to that port
for the first time. As for projects, we will be carrying out access dredging works to 14 meters
depth and environmental compensation works
in the beaches to the north. We are currently
waiting for the Brazilian Institute of Environment
and Renewable Natural Resources (IBAMA) to
grant us the license for maintenance dredging.
NEW,S | And finally, what are your expectations
where the new Port Regulations Framework is
concerned?
José Muniz Rebouças | The Port Regulations
Framework lays out guidelines for the expansion
and modernization of the sector and optimizes
the infrastructure of port installations. It stimulates an amelioration of management, as well as
valuing and training manpower at the port and
guaranteeing improved efficiency and safety of
the activities carried out. Furthermore, the new
Framework stimulates competition, insures
widespread access to the port’s infrastructure
and encourages the participation of the private
sector. In short, I believe that it will define and
diversify a wide range of new opportunities for
ports throughout the country.
NEW,S
Fevereiro 2013
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Giro pela WS
Centro de Aperfeiçoamento
Marítimo renovado
Com um simulador de manobras e aulas teóricas, o espaço é um dos mais
modernos do Brasil para capacitação de tripulantes de rebocadores
A Wilson Sons Rebocadores formou no final de 2012 três turmas
do Programa de Aperfeiçoamento
Contínuo no Centro de Aperfeiçoamento Marítimo William Salomon.
A companhia remodelou os cursos
ministrados a seus profissionais, adotando um formato mais moderno e
abrangente. “Nosso objetivo é aliar a
excelência oferecida pela Wilson Sons
nas operações com rebocadores com
cursos e treinamentos para aperfeiçoar
A turn around WS
Marine
Improvement
Center renovated
The installation is one of the most
modern in Brazil for the training of
tugboat crew, featuring a maneuver
simulator and theoretical classes.
NEW,S
Fevereiro 2013
8
o conhecimento dos marítimos”, diz o
gerente do Centro de Aperfeiçoamento,
Gerson Luiz Rodrigues da Silva.
Em 2013, será maior o número de
turmas, a fim de atender os demais
marítimos e não somente os comandantes. As aulas serão voltadas para
todos os tripulantes da companhia, e
o conteúdo disciplinar se baseia em
modelos consagrados da comunidade
marítima, submetidos à avaliação de
uma pedagoga. “Nesse contexto, somos
At the end of 2012, Wilson Sons Towage
finished training three classes of the William
Salomon Maritime Improvement Center’s continuous Improvement Program. The company
remodeled the courses for its staff, adopting
a more modern and comprehensive format.
“Our objective is to bring together the excellence offered by Wilson Sons in operations
with tugboats through courses and training
sessions for the improvement and knowledge
of crew members”, says Gerson Luiz Rodriguez
da Silva, the Improvement Centre’s manager.
In 2013, the number of classes will grow,
in order to be able to attend to the rest of the
crew, not only the commanders. The classes
will be aimed at all of the company’s crew
members, and the disciplinary content will
be based on long-standing models of the
maritime community, subject to evaluation
by a pedagogue. “Within this context, we are
pioneers among Brazilian tugboat companies”,
says the manager.
One of the most important differentiating
factors of the Centre, which was inaugurated
in 2010 in Guarujá (SP) is a simulator which integrates the operation of vessels and tugboats,
Simulador de manobras, um dos diferenciais do Centro de Aperfeiçoamento
Maneuver simulator, one of the differentiating features of the Improvement Centre
O Centro de
Aperfeiçoamento
Marítimo William
Salomon, no Guarujá
(SP)
The William Salomon
Maritime Improvement
Center in Guarujá (SP)
be it in port, maritime or offshore support. The
company invested approximately R$ 2 million
in the installations and equipment, which are
able to reproduce extreme situations which
could not be simulated out at sea, such as adverse situations of wind and tides, operational
breakdowns and breakage of towing cables
during maneuvers.
Silva explains that nevertheless, the work
carried out at the Improvement Center should
not be restricted to the simulator. To this end, a
course which touches on issues which are essential for crew members has been developed.
pioneiros entre as empresas brasileiras
de rebocadores”, comenta o gerente.
Um dos grandes diferenciais do
Centro, inaugurado em 2010 no Guarujá (SP), é um simulador que integra
a operação de navios e rebocadores,
seja no apoio portuário, marítimo
ou offshore. A companhia investiu
aproximadamente R$ 2 milhões nas
instalações e nos equipamentos, que
reproduzem situações extremas que não
It includes coastal navigation, navigation
aid equipment operation, maintenance and
operational damages, health, safety and the
environment (HSE) and quality management.
The classes, which include theory, films and
visits to vessels, as well as the use of the
simulator, are imparted by Wilson Sons staff.
Three classes were organized, totaling 30
participants. “The captain must know the
tugboat as a whole, making full use of its
potential whilst always seeking operational
efficiency and safety”, says the Center’s
manager.
poderiam ser simuladas no mar, como
condições adversas de vento e maré,
avarias operacionais e rompimento de
cabo de reboque durante as manobras.
Silva destaca, contudo, que o trabalho no Centro de Aperfeiçoamento
não poderia ficar restrito ao simulador.
Por isso, foi desenvolvido um curso
que aborda temas fundamentais para os
tripulantes, como navegação costeira,
operação de equipamentos para auxílio
à navegação, manutenção e avarias operacionais, saúde, meio ambiente e segurança (SMS) e gestão da qualidade. As
aulas, que mesclam conteúdos teóricos,
filmes e visitas a embarcações, além do
uso do simulador, são ministradas pelos
próprios profissionais da Wilson Sons.
Foram realizadas três turmas, com 30
participantes ao todo. “O comandante
precisa conhecer o rebocador como
um todo, empregá-lo em sua plenitude e potencialidade, buscando sempre
eficiência e segurança nas operações”,
afirma o responsável pelo Centro.
.
NEW,S
Fevereiro 2013
9
175 anos em capítulos
Wilson Sons lança livro para comemorar aniversário
P ara comemorar sua longeva história, o Grupo Wilson Sons
lançou no final de 2012 o livro Wilson Sons 175 anos
Embarcados no futuro. Com textos de Patricia Saboia e reportagens especiais de Silvio Ferraz, o livro traz relatos sobre a
trajetória da companhia a partir do ponto de vista das pessoas
que a compõem.
“Os últimos anos da Wilson Sons foram intensos. Conseguimos, com o esforço de cada um, nos consolidar como um
dos maiores operadores – portuário, marítimo e de logística
– do país. Trata-se de uma conquista que pertence a todos
os colaboradores que sonham com uma grande companhia
e têm trabalhado para torná-la realidade. Por isso, nada mais
natural que contar nossa rica história pela perspectiva das
pessoas”, diz o CEO da Wilson Sons, Cezar Baião.
O livro conta a história da companhia, de Walter Salomon,
que em 1954 adquiriu o controle da Wilson Sons, e de sua
família. Há ainda relatos de colaboradores, que falam sobre
seu envolvimento com a Wilson Sons.
Este não é o primeiro livro sobre a história da empresa. Em
2007, quando a companhia completou 170 anos, foi lançada
A saga da Wilson Sons, que mostrava os principais passos do
grupo inseridos no contexto histórico de cada período.
.
175 years in chapters
Wilson Sons publishes a book
in commemoration of its anniversary
In order to commemorate its longevous history, at the end of 2012, the
Wilson Sons Group published the book Wilson Sons 175 anos Embarcados
no futuro (Wilson Sons, 175 Aboard the Future). With texts by Patricia Saboia
and special reports by Silvio Ferraz, the book includes accounts on the trajectory of the company from the point of view of the people it is comprised of.
“The last few years were intense for Wilson Sons. Through each person’s
effort, we managed to consolidate ourselves as one of the largest port,
maritime and logistics operators in the country. This achievement was
possible thanks to the collaborators who dream of an important company
and have worked hard to make this a reality. Therefore, nothing could be
more natural than telling our rich story from the perspective of people”, says
Cezar Baião, CEO of Wilson Sons.
The book tells the story of the company, as well as that of Walter Salomon, who acquired control of Wilson Sons in 1954, and his family. There
are also stories told by collaborators, who speak about their involvement in
Wilson Sons. This is not the first book about the company’s history. When
the company turned 170, in 2007, A Saga da Wilson Sons (The Wilson
Sons Saga) was published, it spoke of milestones for the Group within each
period’s historical context.
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175 ANOS
EMBARCADOS NO FUTURO
Novo Centro Logístico
em Pernambuco
New Logistics
Center
in Pernambuco
The company invested
R$ 7 million in the unit
Companhia investiu R$ 7 milhões na unidade
J á está em operação uma nova unidade da Wilson Sons Logística. O
Centro Logístico Suape, em Pernambuco, inaugurado em fevereiro, está
localizado no município de Ipojuca, a
1 km da entrada do porto de Suape. O
terminal tem armazém de 23 mil m²,
além de pátio de 25 mil m² preparado
para receber cargas de projeto, com
equipamentos e know-how apropriados.
O Centro Logístico terá foco no atendimento aos armadores de cabotagem
e clientes deste modal, assim como
operações retroportuárias para exportadores e importadores.
A companhia investiu R$ 7 milhões
na nova unidade, montante que abrange
aquisição de máquinas, equipamentos
e software. O Centro foi desenvolvido
para operar com todos os tipos de carga,
inclusive produtos químicos, farmacêuticos, cosméticos, eletrônicos e bens
de consumo variados, e sua estrutura
conta com uma linha de transportes que
conecta a unidade ao porto de Suape
e aos variados destinos e origens das
cargas que passam pela região.
O Centro Logístico Suape possui a
estrutura mais sofisticada e moderna
da região. O terminal tem tecnologia
de ponta, com sistemas de gestão de
pátio de contêineres e sistemas WMS e
TMS para operações de armazenagem
e distribuição fracionada.
.
The new Wilson Sons Logistics unit is in
operation. The Suape Logistics Centre, in
Pernambuco was inaugurated in February; it is
located in the municipality of Ipojuca, 1 km from
the entrance of the port of Suape. The terminal
boasts a 23 thousand m² warehouse, as well
as a 25 thousand m² yard which is prepared
for receiving project cargo, with appropriate
equipment and know-how.
The Logistics Center will be focused on
coaster ship builders and clients of this modality, as well as cargo storage area operations for
importers and exporters.
The company invested R$ 7 million in the
new unit, which went towards the buying of
machinery, equipment and software. The
Center was developed to operate with all sorts
of cargo, including chemical, pharmaceutical,
cosmetic, electronics and consumer products
in general; its infrastructure boasts a transport
system which connects the unit to the port of
Suape and the different destinations and origins
of cargo going through the region.
The Suape Logistics Center has the most
modern and sophisticated infrastructure in
the region. The terminal has state-of-the-art
technology, with container yard management
systems, as well as Warehouse Management
(WMS) and Transportation Management Systems (TMS) for storage and fractioned distribution operations.
A nova unidade da Wilson
Sons Logística
The new Wilson Sons Logistics unit
NEW,S
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Retrospectiva 2012
Crescendo para
Wilson Sons expande e inaugura unidades em 2012 visando o desenvolvimento dos negócios
P
rojetos de infraestrutura, normalmente, têm longo período de
maturação. São empreendimentos que
demandam grandes aportes e longo
tempo de construção. Nos últimos anos,
acreditando no potencial da economia
brasileira, o Grupo Wilson Sons anunciou diversos investimentos e alguns deles foram concluídos em 2012, seguindo
seu Plano de Investimento.
Em julho, a companhia inaugurou o
Centro Logístico São Paulo, em Itapevi,
que, em sinergia com a Estação Aduaneira de Interior (EADI) Santo André,
realfandegada em setembro, oferece
malha logística completa para o estado
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de São Paulo. Já em novembro,
resultado de um investimento
de R$ 180 milhões, foi concluída
a expansão do Tecon Salvador, que
modernizou e aumentou a capacidade
do terminal. Ainda em 2012, o grupo
lançou três rebocadores e dois PSVs e
modernizou o Sistema Niterói da Brasco.
“Foi um ano em que tiramos muitos
projetos do papel. Isso é animador.
Com estas expansões, novas unidades
e embarcações teremos mais vigor para
continuar com nossa trajetória de sucesso”, diz o CEO do Grupo Wilson Sons,
Cezar Baião.
Em 2013, outros esperados inves-
crescer mais
A Wilson Sons investiu R$ 180 milhões
na expansão do Tecon Salvador
Wilson Sons invested R$ 180 million in
the expansion of Tecon Salvador
timentos também serão concluídos,
como a inauguração do Guarujá II,
que dobra a capacidade de produção
da Wilson Sons Estaleiros, o início das
operações do Centro Logístico Suape,
em Pernambuco e o lançamento de
mais embarcações.
TECON SALVADOR MAIS MODERNO
O Tecon Salvador, terminal de
contêiner da capital baiana, já está preparado para receber os maiores navios
em operação no mundo. “Com mais
capacidade, vamos buscar cargas que
saíam por outros portos da Bahia ou
até por outros estados”, diz o dire-
tor executivo do Tecon Salvador,
Demir Lourenço Junior. “Temos
trabalhado ativamente na atração de
cargas do norte do Espírito Santo e do
noroeste de Minas Gerais. Temos um
foco que também será dirigido para os
estados de Goiás e Tocantins.”
A expansão do terminal incluiu a
compra de novos equipamentos. A
companhia adquiriu três portêineres
Super post-Panamax e seis pontes
rolantes sobre rodas (RTGs). Os portêineres, responsáveis pela movimentação dos contêineres entre o cais e o
navio, possuem lanças de 60 metros
de comprimento, capazes de atender
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O Cais de Ligação do Tecon Salvador está preparado para receber navios de cabotagem.
Tecon Salvador’s Cais de Ligação is equipped for receiving coaster ships
embarcações com 22 fileiras de contêineres de largura.
Um dos segmentos que tende a
crescer com a expansão é o de produtos refrigerados. O Tecon investiu no
aumento do número de tomadas reefer
e está focado na atração de cargas deste
tipo no primeiro semestre de 2013.
Para ajudar no trabalho, a empresa
introduziu a Reefer Inteligence, um
atendimento especializado para cargas
refrigeradas.
NAVEGAÇÃO DE CABOTAGEM
Como parte de sua ampliação, o
Tecon Salvador reinaugurou o Cais de
Ligação, um espaço preferencial para
navegação de cabotagem. Com berço
de 240 metros de cumprimento e 12
metros de calado, o cais é adequado
para receber embarcações focadas
nessa modalidade. Além da cabotagem, o berço pode também receber
embarcações de longo curso de menor
dimensão.
NEW,S
Fevereiro 2013
14
Para incentivar o uso da cabotagem,
tanto o Tecon Salvador quanto o
Tecon Rio Grande, também operado
pela Wilson Sons, realizaram eventos
no ano passado.
Na Bahia, o seminário Vantagens da
Cabotagem, promovido em outubro
em parceria com a Codeba, a Federação
das Indústrias do estado da Bahia (Fieb),
o Instituto de Logística e Supply Chain
(Ilos) e armadores, discutiu os fatores
que explicam o potencial de crescimento da cabotagem, como a tendência
de maior utilização de contêineres no
meio marítimo, a expansão da intermodalidade e investimentos em berços ou
portos exclusivos para a modalidade.
“As condições do Brasil, que possui
uma enorme costa navegável e concentra boa parte da riqueza no litoral, são
extremamente favoráveis à navegação
de cabotagem. Porém, alguns fatores
ainda desestimulam o crescimento do
modal, como a alta burocracia e falta de
incentivos que desonerem os custos dos
combustíveis.”, destaca Patricia Iglesias,
gerente comercial do Tecon Salvador.
Segundo ela, a companhia desenvolveu
uma área comercial voltada exclusivamente para a cabotagem e planeja para
este ano a abertura de um escritório
em Manaus (AM). “Queremos mostrar
para as empresas as vantagens deste tipo
de modal. Esperamos que a cabotagem
cresça pelo menos 15% este ano, e
estamos trabalhando para isso.”
Já no Rio Grande do Sul, o seminário
Cabotagem: Uma Alternativa Logística, realizado pelo Tecon Rio Grande
em Porto Alegre, reuniu armadores e
representantes da indústria. O evento,
que teve apoio da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do
Sul (Fiergs), contou com cerca de 140
participantes.
A cabotagem vem crescendo muito
nos últimos anos, embalada pelo vigor
da economia doméstica, destaca o diretor comercial do Tecon Rio Grande,
Thierry Rios. Em 2010, passaram pelo
Tecon 21.774 contêineres destinados
a este modal. No ano passado, esse
número aumentou 23%, passando para
26.798 contêineres.
“Atualmente, temos crises econômicas nos Estados Unidos e na Europa,
tradicionalmente os mercados mais
fortes. No Brasil, com o aumento do
poder aquisitivo da população, o mercado interno se fortaleceu e as empresas
têm olhado mais para o próprio país. Isso
estimula a cabotagem”, diz o executivo.
No evento, os armadores de cabotagem puderam apresentar cases de
sucesso para as empresas participantes.
“São muitas as vantagens da cabotagem em relação ao modal rodoviário”,
comenta Thierry Rios. “Os contêineres não oferecem risco de avaria
às cargas e as empresas não precisam
arcar com os gastos de seguro contra
roubos, tão comuns nas estradas. Além
disso, a cabotagem é mais sustentável,
reduzindo drasticamente as emissões
de gases de efeito estufa.”
Rios ressalta ainda que o custo da cabotagem é menor. “Quanto maior a distância, maior é a economia. As empresas
podem poupar de 20% a 30% do gasto
com logística utilizando a navegação de
cabotagem. E com a implementação da
nova lei que limita a jornada de trabalho
dos caminhoneiros o modal se torna a
melhor alternativa para que as entregas
sejam feitas no prazo.”
TECON RIO GRANDE FOCADO EM 2013
Se 2012 foi um ano difícil para o
Tecon Rio Grande, a expectativa é
muito positiva para 2013. No ano
passado, o cenário mundial mostrava
desde o início que seria complicado.
“Mesmo assim, conseguimos manter
estável o número de contêineres movimentados”, conta o diretor comercial. Foram 636 mil TEU em 2012,
em linha com os 639,1 mil do ano
anterior. Mesmo com o desempenho
estável, alguns segmentos aumentaram
o volume de carga. O tabaco cresceu
16%, as cargas congeladas aumentaram 35% e a madeira evoluiu 14%.
A instalação do armazém refrigerado
da Martini Meat foi um importante
trunfo para os negócios, gerando
cerca de 3 mil novos contêineres
em 2012. Este volume saía antes por
portos de Santa Catarina.
Thierry Rios também destaca a
relevância da intermodalidade para
os negócios do Tecon Rio Grande.
O volume de cargas que chega diretamente ao terminal por meio da
ferrovia da Brado cresceu 41%. A
carteira de clientes também aumentou nesta modalidade e atualmente já
são mais de 50.
O executivo está otimista para
2013, já que há expectativa de safra
recorde no Rio Grande do Sul. “Estamos apostando em atrair o granel
agrícola para o contêiner”, diz o diretor. “Já tivemos boas experiências
e vamos intensificar as ações neste
segmento.”
.
Tecon Rio Grande está
otimista com a atração de
commodities agrícolas em
2013
Tecon Rio Grande is optimistic
about attracting agricultural
commodities in 2013
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Retrospective 2012
Growing in order to grow further
Wilson Sons expands and inaugurates units in 2012 with the development of businesses in mind
Normally, infrastructure projects undergo a long
maturing process. They are endeavors which require much input and long construction periods. In
the last few years, and believing in the potential of
the Brazilian economy, the Wilson Sons Group announced a number of different investments, some
of which were concluded in 2012, in keeping with
the Investment Plan.
In July, the company inaugurated the São Paulo
Logistics Center in Itapevi which, in conjunction with
the Santo André Inland Port (EADI), customs-bonded
in September, is now able to offer the entire range of
logistics to the state of São Paulo. In November, as a
result of an R$ 180 million investment, the expansion
of Tecon Salvador, which modernized and increased
the capacity of the terminal, was concluded. Also in
2012, the group launched three tugboats and two
PSVs and modernized Brasco’s Sistema Niterói.
“It was a year in which many projects ceased to
be only on paper. That is heartening. Thanks to
these expansions, new units and vessels, we will
be stronger in continuing our successful trajectory”,
says the CEO of the Wilson Sons Group, Cezar Baião.
In 2013, other expected investments will also be
concluded, such as the inauguration of Guarujá II,
which doubles the production capacity of Wilson
Sons Shipyards, the start of operations of the Suape
Logistics Centre in Pernambuco and the launching
of more vessels.
TECON SALVADOR MODERNIZED
Tecon Salvador, the container terminal of the
capital of Bahia, is already preparing for receiving the
world’s largest vessels in operation. “With improved
capacity, we will seek cargo which leaves from other
ports of Bahia or even different states”, says the
executive director of Tecon Salvador, Demir Lourenço
Junior. “We have worked actively in the attracting of
cargo from the north of the state of Espírito Santo
and the north-west of Minas Gerais. We also have
a business focus which will be directed towards the
states of Goiás and Tocantins.”
The expansion of the terminal included buying new
equipment. The company acquired three Super-Post
Panamax container cranes and six rubber tired
gantry cranes (RTGs). The container cranes, which
move containers from the quay to the vessels, have
60-metre long booms which are capable of attending
to 22 container-wide ships.
One of the segments which tends to grow in conjunction with expansion is that of refrigerated products. Tecon invested in an increase in the number
of reefer sockets and is focused on attracting cargo
of this type in the first semester of 2013.
In order to help in this endeavor, the company in-
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16
troduced Reefer Intelligence, specialized attendance
for refrigerated cargo
COASTING TRADE NAVIGATION
As part of its expansion process, Tecon Salvador
re-inaugurated the Cais de Ligação, a preferential
space reserved for coasting trade navigation. With
a 240 meter-long and 12-metre deep berth, the
quay is prepared for receiving vessels focused on
that modality. As well as coaster ships, the berth will
also be able to receive long haul and smaller vessels.
In order to stimulate the use of coasting, both
Tecon Salvador and Tecon Rio Grande, which is also
operated by Wilson Sons, carried out events last year.
At the seminar “Advantages of the Coasting
Trade”, which took place in October in association
with Codeba, the Federation of Industries of the
state of Bahia (Fieb), the Logistics and Supply Chain
Institute (Ilos) and ship builders, the factors which
explain the potential of growth in the coasting trade
were discussed, these include the trend towards a
higher usage of containers at sea, the expansion of
intermodal transport and investments in berths and
exclusive ports for attending to this modality.
“Conditions in Brazil, which has an enormous area
of navigable coast and concentrates a large part of
its riches near the coast, are extremely favorable
for coasting trade navigation. However, there are
some factors which still hinder the growth of this
mode, such as the amount of red tape and the lack
of incentives to cushion fuel costs.”, says Patricia
Iglesias, Tecon Salvador sales manager.
She states that the company developed a commercial area which caters exclusively for the coasting
trade and that they are planning to open an office in
Manaus (AM). “We wish to showcase the advantages
of this modality to companies. We expect the coasting
trade to grow by at least 15% this year, and that’s
what we are working towards.”
In the state of Rio Grande do Sul, the seminar “The
Coasting Trade: A Logistic Alternative”, organized
by Tecon Rio Grande in Porto Alegre gathered ship
builders and representatives from the industry. The
event, which was sponsored by the Federation of
Industries of the State of Rio Grande do Sul (Fiergs),
and almost 140 participants attended.
The coasting trade has been growing very much
in the last few years, boosted by the vigor of the
country’s economy, says Tecon Rio Grande’s sales
director Thierry Rios. In 2010, 21,774 containers
destined for the coasting trade went through Tecon.
Last year, this number grew 23%, reaching 26,798
containers.
“We are currently seeing a crisis in the United
States and Europe, which are traditionally the
strongest markets. In Brasil, due to the increase
in the population’s buying power, the internal
market has strengthened and companies have
increasingly been turning their sights towards
within the country. This stimulates the coasting
trade”, explains the executive.
At the event, the coasting trade ship builders
were able to showcase instances of success to
the participating companies.
“There are many advantages of coasting when
compared to the road network transport option”,
says Thierry Rios. “The containers are not at risk of
breaking down and the companies do not have to
pay for insurance for theft, which is commonplace
on the roads. Furthermore, the coasting trade is
more sustainable, drastically reducing greenhouse
effect gas emissions.”
Rios further states that the costs derived from
coasting are lower. “The larger the distance,
the higher the savings. Companies could save
between 20% and 30% in logistics costs using
coasting navigation. And with the implementation
of the law which limits truck driver working hours,
the modality has become the best alternative for
orders to be delivered on schedule.”
TECON RIO GRANDE FOCUSSED ON 2013
If 2012 was a difficult year for Tecon Rio Grande,
the outlook for 2013 is very positive. Since the
beginning, the global prospects for last year were
harsh. “In spite of this, we managed to keep the
number of containers moved stable”, says the
sales director. They came to 636 thousand TEU
in 2012, compared to the 394 thousand for the
previous year.
Even when taking into account the stable performance, some sectors increased the cargo volume.
Tobacco grew 16%, frozen cargo increased 35%
and wood rose 14%. The installation of a Martini
Meat refrigerated warehouse meant an important
achievement for business, generating almost 3
thousand new containers in 2012. This volume
had been leaving via the ports of Santa Catarina.
Thierry Rios also points at the relevance of
intermodal transport for the businesses of Tecon
Rio Grande. The cargo volume which reaches the
terminal through the Brado rail line grew 41%.
The client base for this modality also grew, and
currently there are more than 50. The board has
high expectations for 2013, as it is expected that
Rio Grande do Sul will see record high numbers.
“We are hoping to attract agricultural bulk to
containers”, states the director. “We have already
seen good results and will intensify actions in
this sector.”
Modernização da Brasco
garante excelência
das operações
Na Brasco, o ano foi marcado pela modernização do Sistema Niterói, que inclui a base da Ilha da Conceição, o prédio
administrativo e a retroárea de Guaxindiba. Para a diretora
executiva da Brasco, Renata Pereira, a modernização faz
parte da busca permanente da companhia pela excelência.
“A Brasco opera de forma segura e eficiente, aprimorando continuamente sua infraestrutura e seus processos, bem
como qualificando e investindo em seu time. Dessa forma,
garantiremos a excelência em nossas atividades e a satisfação
de nossos clientes e colaboradores”, diz Renata. explica que
a empresa fez uma análise detalhada de suas necessidades e
determinou a execução de diversos projetos de infraestrutura,
visando melhorias de SMS, operações e sistemas e adequações
a demandas e exigências de clientes.
O trabalho teve início em maio de 2011 e deve ser concluído até meados de 2013. Ao todo, os projetos demandam
investimento de R$ 15 milhões. O executivo explica que o
objetivo da Brasco é tornar o Sistema Niterói mais seguro e
competitivo, do ponto de vista da infraestrutura.
“Segurança é um valor e nosso principal produto”, comenta Salomão. “Somos uma empresa de operações seguras. É
assim que o mercado nos enxerga e pretendemos continuar
desta maneira.”
Na base de Niterói, as obras estão em fase final e abrangem
pavimentação, drenagem, reforço dos berços e reformas no
prédio administrativo, entre outras ações. Já em Guaxindiba,
os projetos incluem desde pequenas mudanças no pátio de
tubos até a construção de uma sede administrativa. A conclusão das obras na unidade está prevista para 2013.
CARTEIRA DE CLIENTES
Em 2012, a Brasco manteve operações regulares para Chevron, Anadarko, Statoil, Repsol, WesternGeco e Petrobras,
esta última no Porto de São Luís (MA). Este ano, a companhia
mantém a mesma base de clientes em Niterói, mas realizará
ainda operações para a Total, no segundo semestre, e para a
British Petroleum (BP), no Porto de Salvador.
“Temos alguns desafios pela frente”, afirma o gerente
comercial da Brasco, Thiago Freitas. “Um deles é ampliar
nosso foco de atuação no segmento das empresas prestadoras
de serviços para o mercado de petróleo e gás.”
The modernizing of Brasco
guarantees operational
excellence
At Brasco, the year was marked by the modernizing of Sistema Niterói, which included the base
at Ilha da Conceição, the administration building
and the Guaxindiba cargo storage area. According
to Brasco’s executive director Renata Pereira, the
modernization is part of the company’s on-going
quest for excellence.
“Brasco operates in a safe and efficient manner,
continuously improving its infrastructure and processes as well as training and investing in its team.
In this way, we are able to guarantee excellence in
our activities as well as the satisfaction of our clients
and collaborators”, says Renata.
Diogo Salomão, Planning and Logistics manager
at Brasco, explains that the company carried out a
detailed analysis of its needs and decided on a variety of infrastructure projects, with HSE, operations
and systems as well as changes to accommodate
the demands and requirements of clients in mind.
Work started in May 2011 and is expected to finish
before mid-2013. All in all, the projects require an
investment of R$ 15 million. The executive explains
that Brasco’s objective is to make Sistema Niterói
more secure and competitive from the point of view
of infrastructure.
“Safety is an asset and also our main product”, says
Salomão. “We are a company of safe operations. That
is how the market sees us and we intend to keep
it that way.” The works are at a final stage at the
base in Niterói, they cover paving, drainage, berth
reinforcement and renovations to the administration
building among other actions. As for Guaxindiba, the
projects cover different issues, such as small changes
in the pipe yard or the construction of an administrative building. Works at the unit are expected to
finish in 2013.
CLIENT BASE
In 2012, Brasco regularly operated for Chevron,
Anadarko, Statoil, Repsol and WesternGeco; also
Petrobras in Porto de São Luís (MA). This year, the
company maintains the same client base in Niterói,
but they will also carry out operations for Total in the
second semester and British Petroleum (BP) at the
Port of Salvador.
“We are faced with challenges”, says Brasco’s sales
director, Thiago Freitas. “One of which is to broaden
the focus of our activities to include the companies
which provide services for the oil and gas industry.”
NEW,S
Fevereiro 2013
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Wilson Sons Estaleiros
Obras quase
concluídas
Estaleiro Guarujá II entra em operação em março
F As obras da nova
unidade estão
praticamente
concluídas
The works for the
new unit are almost
finished
alta muito pouco para a
capacidade de produção da
Wilson Sons Estaleiros dobrar.
Está em etapa final a construção do
estaleiro Guarujá II, que deve entrar
em operação em março. A companhia
investiu US$ 60 milhões na unidade.
“Com a nova unidade, vamos
aumentar a capacidade de produção
e otimizar os processos. O grande
diferencial é o dique seco, que permitirá no futuro a realização de reparos nas embarcações”, diz o diretor
executivo da Wilson Sons Estaleiros,
Adalberto Souza.
O dique seco possui 26 metros de
Wilson Sons Estaleiros recebe prêmio
A Wilson Sons Estaleiros foi novamente agraciada com o Prêmio
Naval de Qualidade e Sustentabilidade (PNQS). Nesta segunda edição da premiação, organizada pelo
Sindicato Nacional da Indústria da
Construção e Reparação Naval e
Offshore (Sinaval) e pela Fundação
NEW,S
Fevereiro 2013
18
Aro, a Wilson Sons foi reconhecida
pelas ações sociais promovidas pelo
programa de voluntariado Criando
Laços. O vice-presidente de Rebocadores, Offshore, Agenciamento
e Estaleiros, Arnaldo Calbucci,
representou a companhia.
O evento, realizado em novembro
no Rio de Janeiro, homenageou o
ministro da Fazenda, Guido Mantega,
e contou com a presença de diversas
personalidades, como a presidente da
Petrobras, Maria das Graças Foster.
Na primeira edição do PNQS a
companhia também figurou entre as
melhores do setor.
boca, enquanto a carreira do Guarujá I tinha apenas 16 metros de boca.
Enquanto as obras avançam na nova
unidade, no Guarujá I o trabalho é
intenso. Em 2012 foram lançados três
rebocadores (Pictor, Hamal e Delphinus)
e dois PSVs (Sterna e Batuíra). Com
a atual capacidade de processamento
de 4,5 mil toneladas de aço por ano,
o estaleiro produziu, desde 2004, 40
embarcações sendo 28 rebocadores e
12 PSVs.
Além destas embarcações, que atendem
às frotas da Wilson Sons Ultratug Offshore
e da Wilson Sons Rebocadores, a
Wilson Sons Estaleiros inicia este ano
a construção de um Remotely Operated Vehicle Support Vessel (ROVSV).
Encomendada pela Fugro Brasil, a
embarcação será entregue no início
de 2014.
“Nosso histórico de entregas é
muito bom. Nossa equipe já está preparada para construir o ROVSV”, diz
o executivo.
.
Estaleiro Guarujá II tem dique
seco com capacidade para construir
embarcações maiores
Wilson Sons Shipyards
Building works almost finished
Guarujá II shipyard starts operations in March
In a very short period of time the production capacity of Wilson Sons Shipyards will
double. The Guarujá II shipyard, which should
start operations in March is currently in its
final stage of construction. The company
invested R$ 60 million in the unit.
“This new unit will allow us both to increase the production capacity and optimize
processes. The graving dock is its largest
differentiating feature, it will allow for the
carrying out of repairs on vessels in the
future”, says the executive director of Wilson
Sons Shipyards, Adalberto Souza.
The breadth of the graving dock is 26
meters, whereas the Guarujá I building berth
had only 16 meters. While the works are
underway at the new unit, work at Guarujá
I is intense. In 2012, three tugboats (Pictor,
Hamal and Delphinus) and two PSVs (Sterna
and Batuíra) were launched. With a current
processing capacity of 4.5 thousand tons of
steel per year, since 2004 the shipyard has
produced 40 vessels, 28 of which were tugboats and 12 PSVs.
As well as these vessels, which service the
Wilson Sons Ultratug Offshore and Wilson Sons
Towage fleets, Wilson Sons Shipyards are starting the construction of a Remotely Operated
Vehicle Support Vessel (ROVSV) this year. Fugro
Brasil ordered it and the vessel will be delivered
at the beginning of 2014.
“We have an excellent track record for delivery. Our team is now ready for building the
ROVSV”, says the executive.
Wilson Sons Shipyards receives an award
Once again, Wilson Sons Shipyards was
granted the Naval Award for Quality and
Sustainability (PNQS). In this second edition
of the award, which was organized by the
National Naval and Offshore Construction
and Repair Trade Union in conjunction with
Offshore (Sinaval) and the Aro Foundation,
Wilson Sons was rewarded for the social
actions carried out by means of the Creating
Bonds volunteer program. Arnaldo Calbucci,
who is the Tugboat, Offshore, Agency and
Shipyards Vice President attended in representation of the company. The event, which
was organized in Rio de Janeiro paid homage
to the Finance Minister, Guido Mantega and
there were a number of important dignitaries
present, such as Maria das Graças Foster,
president of Petrobras. The company also
rated among the best in the sector in the first
edition of PNQS.
The Guarujá II shipyard has a graving
dock with sufficient capacity for
building larger vessels
NEW,S
Fevereiro 2013
19
Wilson Sons Ultratug Offshore
Novas embarcações
ampliam a frota
Com dois PSVs lançados em 2012 e mais cinco previstos para 2013,
Wilson Sons Ultratug Offshore amplia suas operações
uas novas embarcações e uma
base de operação. Esses foram
os grandes destaques de 2012 da
Wilson Sons Ultratug Offshore, joint
venture entre o Grupo Wilson Sons
e a chilena Ultramar. Atualmente, a
companhia possui 14 Platform Supply
Vessels (PSVs), todos em contrato com
a Petrobras.
A companhia incorporou à sua frota
os PSVs Sterna, em março, e Batuíra, em
agosto. As embarcações foram constru-
D ídas no estaleiro da Wilson Sons, no
Guarujá (SP), e iniciaram contrato de
longo prazo com a Petrobras.
“Essas são as maiores embarcações da
companhia”, comenta o diretor executivo da Wilson Sons Ultratug Offshore,
Gustavo Machado. “O Sterna e o
Batuíra possuem sistema híbrido de
carga para granel seco e líquido, um
diferencial no mercado.”
Tanto o Batuíra quanto o Sterna
têm 87,4 metros de comprimento,
PSV Sterna, uma das
embarcações que ampliou
a frota da companhia em
2012
The PSV Sterna, one of the
vessels which increased the
company’s fleet in 2012
16 metros de boca, calado de 6,19
metros, além de 4,5 mil toneladas de
porte bruto e velocidade de 13 nós. As
embarcações têm potência instalada
de 6.512 kw, e sistema de propulsão
diesel-elétrico.
Os PSVs contam com tecnologia
e projeto de engenharia Damen e
financiamento do Fundo da Marinha
Mercante (FMM), por meio do
Banco Nacional de Desenvolvimento
Econômico e Social (BNDES).
Wilson, Sons UltraTug Offshore
New vessels
increase
the fleet
With two PSVs launched in 2012
and a further five foreseen for
2013, Wilson Sons UltratugOffshore
broadens its operations
NEW,S
Fevereiro 2013
20
Desafio em 2013 é iniciar as operações de cinco embarcações
Challenge in 2013 is start operations of five vessels
NOVA ENCOMENDA
Diversificando sua car teira de
fornecedores, a empresa encomendou em setembro do ano passado
um PSV ao estaleiro Pacific Ocean
Engineer ing & Trading (POET),
de Singapura. A embarcação terá
por te br uto de 3.500 toneladas
e irá atender a demanda do setor
de óleo e gás por embarcações de
apoio.
Two new vessels and an operations base.
These were Wilson Sons Ultratug Offshore’s main
highlights for 2012, as well as the joint venture
between the Wilson Sons Group and the Chilean
group Ultramar. The company currently has 14
Platform Supply Vessels (PSVs), all of which are
contracted to Petrobras.
The company added the PSVs Sterna in March and
the Batuira in August to its fleet. The vessels were
built at the Wilson Sons shipyard in Guarujá (SP),
and started a long-term contract with Petrobras.
“Those are the company’s largest vessels”, says
Wilson Sons Ultratug Offshore’s executive director,
Gustavo Machado. “The Sterna and the Batuira are
in possession of a hybrid cargo system for both dry
and liquid bulk transportation, which differentiates
them in the market.” August. The vessels were
built at the Wilson Sons shipyard in Guarujá (SP),
and started a long-term contract with Petrobras.
“Those are the company’s largest vessels”, says
Outra novidade da companhia é
a base de operações, inaugurada no
segundo semestre na Ponta d’Areia,
em Niterói (RJ). A unidade, antigo
estaleiro do Grupo Wilson Sons, tem
cais, área para armazenagem e escritórios e será um importante ponto de
apoio para as operações da empresa.
Localizada na Baia de Guanabara, a
área é estratégica e tem localização privilegiada para apoiar as embarcações
em operação na Bacia de Campos e na
Bacia de Santos, além de ser próxima a
bases de apoio logístico offshore.
Para 2013, Machado afirma que o
desafio é iniciar a operação das cinco
embarcações previstas. A primeira,
em construção no estaleiro Guarujá I,
será entregue em março. Há ainda
mais três PSVs sendo fabricados pela
Wilson Sons Estaleiros, além do que foi
encomendado ao estaleiro POET.
Wilson Sons Ultratug Offshore’s executive director,
Gustavo Machado. “The Sterna and the Batuira are
in possession of a hybrid cargo system for both dry
and liquid bulk transportation, which differentiates them in the market.” Both the Batuira and
the Sterna are 87.4 meters in length, 16 meters
breadth, 6.19 meters draft, are able to transport
4.5 tons of deadweight cargo and their speed is of
13 knots. The vessels’ engine power is 6,512 kw
and they have a diesel-electric propulsion system.
The PSVs technology and engineering projects are
Damen, and have financing from the Merchant
Marine Fund (FMM), through the Banco Nacional
de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
be 3,500 tons and it will attend to the oil and gas
sector’s need for support vessels.
Another innovation in the company is the
operations base, inaugurated in the second semester at Ponta d’Areia, in Niterói (RJ). The unit,
which is an old Wilson Sons Group shipyard has
quays, an area for storage and offices, and it will
be an important support base for the company´s
operations. It is located in the Bay of Guanabara,
which is a strategic area and is in a privileged
location for supporting vessels operating in the
Campos and Santos Basins, as well as being
near the offshore logistic support bases.
Machado says that in 2013, the challenge
will be to start operations of the five foreseen
vessels. The first, under construction at the
Guarujá I shipyard, will be delivered in March.
There are three more PSVs being built by Wilson
Sons Shipyards, as well as the one ordered from
the POET shipyard.
NEW ORDER
In September last year, the company ordered a
PSV to the Singapore-based shipyard Pacific Ocean
Engineering & Trading (POET) thus diversifying its
list if suppliers. The vessel’s gross deadweight will
.
NEW,S
Fevereiro 2013
21
Wilson Sons Logística
Aposta no comércio
internacional
Realfandegamento do EADI Santo André a inauguração
do CL São Paulo marcaram 2012
ão Paulo, a pr incipal porta
de entrada de cargas do país,
re c e b e u u m a n ova u n i d a d e d a
Wilson Sons Logística, o Centro
Logístico São Paulo, em Itapevi, e viu a
Estação Aduaneira de Interior (EADI)
Santo André ter sua área totalmente
realfandegada.
Além do realfandegamento, inaugurado em setembro, a unidade também
foi expandida. O EADI ganhou 10,8
mil m² de armazém e 7 mil m² de pátio alfandegado, totalizando uma área
de 92 mil m² totalmente alfandegada.
Atualmente, a unidade de Santo André
já lidera o ranking dos Portos Secos
que estão sob a jurisdição da Alfândega
de São Paulo, com 3.800 Declarações
de Importação por mês. A expectativa
é que esse número cresça com a oferta
de mais espaço alfandegado.
S EADI Santo André foi
realfandegado em 2012
EADI Santo André entirely customsdocked in 2012
NEW,S
Fevereiro 2013
22
O EADI Santo André atua em sinergia com o Centro Logístico São Paulo,
em Itapevi, inaugurado em julho.
Juntos, fazem parte da rede logística
da Wilson Sons em São Paulo, constituída por unidades de transportes que
integram o Porto de Santos e os aeroportos de Guarulhos eViracopos a esses
terminais. “A Wilson Sons Logística é
reconhecida por atender de maneira
completa a demanda de seus clientes
no estado de São Paulo”, explica
o diretor executivo da companhia,
Thomas Rittscher III.
CENTRO LOGÍSTICO
No Centro Logístico São Paulo, a
Wilson Sons Logística investiu R$ 10
milhões para trazer para a unidade a
mais moderna estrutura para importação, armazenagem e distribuição.
“Nossa proposta é integrar toda a
cadeia logística para garantir aos
nossos clientes soluções completas e
sob medida”, afirma Rittscher. “Em
nossas unidades, desenvolvemos so-
luções para segmentos que definimos
como chave em nossa estratégia de
desenvolvimento.”
Dentre estes segmentos está o de
produtos farmacêuticos e cosméticos.
Para estes clientes, além dos serviços
tradicionais, a Wilson Sons Logística
oferece espaços segregados e câmaras
frias. A empresa também desenvolve
soluções para cargas de projetos, envolvendo equipamentos de grandes
dimensões que requerem planejamento e recursos operacionais específicos.
Outro setor de interesse para a
companhia é o automotivo, voltado para clientes onde a importação
é um fator de peso nos negócios.
Atualmente, a Wilson Sons Logística
já atende importadores, movimentando automóveis, motocicletas e
autopeças. A empresa tem foco ainda
no segmento de alimentos e bebidas,
especialmente para produtos premium, como vinhos.
Ao final de 2012, o CL São Paulo
atingiu taxa de ocupação de 70%
no armazém. Os principais clientes
foram L’Occitane (cosméticos), GE
Healthcare (equipamentos), BMW
(motos) e Ansell (luvas de proteção).
No segmento de vinhos, os destaques
foram Winebrands e Mercovino e a
companhia está iniciando operação
para a New Wine.
Em 2013, o Centro Logístico terá
algumas novidades, como a construção de uma área totalmente climatizada dedicada exclusivamente à GE.
As obras devem estar concluídas até
maio.
.
Wilson, Sons Logistics
Banking on international trade
Customs-docking of EADI Santo André and the inauguration of São Paulo Logistics Centre (CL) marked 2012
São Paulo, which is the main entry point of cargo in the country,
received a new Wilson Sons Logistics unit, the São Paulo Logistics Centre in Itapevi, and had the Santo André Inland Port (EADI)
entirely customs-docked.
As well as the customs dock, which was inaugurated in September, the unit was also expanded. The EADI gained 10.8 thousand
m² storage and 7 thousand m² bonded yard, totaling an area of 92
thousand m² which is totally bonded. Currently, the Santo André
unit already heads the ranking of graving docks which are under
the jurisdiction of the São Paulo Bonded Area, with 3,800 Import
Declarations per month. The expectations are to have this number
grow in conjunction with the growth of customs-bonded space.
EADI Santo André operates in conjunction with the São Paulo
Logistics Centre, which was inaugurated in July. Together, they
comprise the Wilson Sons logistic network in São Paulo, made up
of transport units which link the Port of Santos and the Guarulhos
and Viracopos airports to these terminals. “Wilson Sons Logistics
is renowned for comprehensively attending to the needs of our
clients in the state of São Paulo”, explains the company´s executive
director, Thomas Rittscher III.
LOGISTICS CENTER
Wilson Sons Logistics invested R$ 10 million on the São Paulo
Logistics Centre to bring the most modern infrastructures for
import, storage and distribution to the unit. “Our proposal is to
integrate the entire logistics chain in order to guarantee comprehensive and customized solutions”, says Rittscher. “At our
unit, we develop solutions for segments we define as key in our
development strategy.”
Amongst these segments are pharmaceutical products and
cosmetics. As well as the traditional services, Wilson Sons Logistics offers segregated spaces and refrigerated chambers for
these clients. The company also offers solutions for project cargo,
involving equipment of large dimensions which requires planning
and specific operational resources.
The automotive sector is of interest to the company, as it is
geared towards clients for whom import is an important business
factor. Currently, Wilson Sons Logistics already caters for importers, circulating vehicles, motorbikes and spare parts. The company
is also focused on the alimentary and drinks sector, especially for
premium products such as wine.
At the end of 2012, the São Paulo Logistics Centre reached 70%
occupancy at the warehouse. The main clients were L’Occitane
(cosmetics), GE Healthcare (equipment), BMW (motorbikes) and
Ansell (protective gloves). As for the wine segment, the main clients
were Winebrands and Mercovino, and the company is starting
operations for New Wine.
In 2013, the Logistics Centre will see some novelties, such as
the building of an entirely acclimatized area exclusively dedicated
to GE. The works should be finished before May.
NEW,S
Janeiro 2013
23
Wilson Sons Rebocadores
Premiação
e planejamento
Prêmio concedido pela Petrobras e ampliação de ferramenta para rastrear
embarcações comprovam a qualidade dos serviços de rebocagem
O ano de 2012 foi marcado
não só pela expansão da frota
da Wilson Sons Rebocadores, mas
também pelo reconhecimento da
qualidade de seus serviços e por estratégias para aumentar a segurança
e o planejamento das operações. O
reconhecimento em questão veio por
meio do prêmio do Programa Parceria Responsável (PPR) da Petrobras,
concedido em maio. A Sobrare, parte
da Wilson Sons Rebocadores, foi considerada empresa destaque na categoria
Serviços Operacionais de 2011. Esta
foi a quarta vez que a companhia participou do PPR.
Para o diretor de Operações da
Wilson Sons Rebocadores, Sérgio Guedes,
a homenagem foi um reconhecimento
do bom trabalho feito pela Sobrare.
“Sermos considerados empresa destaque no PPR mostra a evolução
da nossa parceria com a Petrobras.
Nossas embarcações estão entre as
mais modernas do mercado e estamos
preparados para atender qualquer tipo
de demanda”, afirmou o executivo.
Em 2012, a companhia lançou três
NEW,S
Fevereiro 2013
24
novas embarcações – Pictor, em janeiro, Hamal, em maio, e Delphinus, em
novembro. Os três rebocadores de
propulsão azimutal foram construídos
no estaleiro Guarujá I e contam com
tecnologia e projeto de engenharia
da Damen.
Este ano, a frota vai crescer ainda
mais. A empresa recebe em fevereiro o
rebocador Telescopium e se prepara para
a entrega de mais duas embarcações,
que são parte de um ciclo financiado
pelo Fundo de Marinha Mercante
(FMM). Em 2011, o Fundo aprovou
linha de financiamento de US$ 150
milhões para custear a fabricação de
12 embarcações azimutais.
“O primeiro rebocador deste ciclo
deve entrar em operação em outubro
deste ano. Essas embarcações serão
construídas pela Wilson Sons Estaleiros,
no Guarujá (SP)”, conta o executivo.
“Ter um estaleiro no Grupo é um
grande diferencial competitivo, pois
nos permite contínua atualização da
tecnologia e garante as entregas nos
prazos previstos.”
No ano passado, a companhia rea-
lizou também importantes operações
especiais. Para a Petrobras, foram
feitas manobras para deslocamento da
P-58, em Rio Grande, e da P-62, em
Suape. A Wilson Sons Rebocadores
participou ainda do lançamento do
petroleiro Zumbi dos Palmares, segunda embarcação do Programa de
Modernização e Expansão da Frota
(Promef) da Transpetro, e da chegada
de novos portêineres para o Porto de
Santos.
A Wilson Sons Rebocadores possui
a maior frota de apoio portuário do
Brasil, com mais de 70 embarcações
espalhadas por toda a costa do país, das
quais 53 possuem tecnologia azimutal,
com performance muito superior.
OPERAÇÕES PLANEJADAS
E SEGURAS
Para ampliar a segurança e a eficiência de suas operações, a Wilson Sons
Rebocadores ampliou no ano passado
o número de embarcações rastreadas
pela Central de Operação de Rebocadores (COR). Resultado de um investimento de R$ 1,5 milhão, a Central
Wilson Sons Towage
Rebocadores da Wilson Sons participam
de operação especial no Porto de Santos
Awards and planning
Wilson Sons tugboats will partake of the
special operation at the Port of Santos
Award granted by Petrobras and the expansion of the tool used for tracking
vessels showcase the quality of towage services
2012 was marked not only by the expansion of
Wilson Sons Towage, but also by the acknowledgement of the quality of its services and strategies to increase operational safety and planning.
Said acknowledgement came in the form of the
Petrobras Responsible Partnership Program (PPR)
award, which took place in May. Sobrare, a part of
Wilson Sons Towage, was considered a prominent
company in the category of Operational Services
in 2011. It was the fourth time the company had
partaken of the PPR.
For Sérgio Guedes, Wilson Sons Towage Operations director, the tribute was an acknowledgement of work well done by Sobrare. “To be considered prominent company at the PPR showcases
the evolution of our partnership with Petrobras.
Our vessels are amongst the most modern in the
market and we are prepared for attending to any
type of demand”, he said.
In 2012, the company launched three new vessels - Pictor in January, Hamal in May and Delphinus in November. The three Azimuthal-propelled
tugboats were built at the Guarujá I shipyard and
have Damen technology and project engineering.
This year, the fleet will grow even further. In February, the company will receive the Telescopium
tugboat and is preparing for the delivery of two
further vessels, as part of a cycle founded by the
Marine Merchant Fund (FMM). In 2011, the Fund
authorized a US$ 150 million loan to pay for the
building of 12 azimuthal vessels.
“The first tugboat of this cycle should start
operations in October this year. The vessels will
be built by Wilson Sons Shipyards, in Guarujá
(SP)”, says the executive. “To have a shipyard in
the group represents an important competitive
differentiating factor, as it allows us to update
the technology and guarantees deliveries within
the foreseen deadlines.”
Last year, the company also carried out important
special operations. The relocation manoeuvres of
the P-58 in Rio Grande, and the P-62 in Suape
were carried out for Petrobras. Wilson Sons Towage also partook of the launching of the Zumbi
dos Palmares oil tanker, the second vessel of
Transpetro´s Fleet Modernization and Expansion
Program (Promef), as well as of the arrival of new
container cranes to the Port of Santos.
Wilson Sons Towage has the largest port
support fleet in Brazil, with over 70 vessels
throughout the country´s coastline, of which 53
have azimuthal technology, which means their
performance is far superior.
PLANNED
AND SECURE OPERATIONS
In order to increase operational safety and
efficiency, last year Wilson Sons Towage increased the number of vessels tracked by the
Tugboat Operation Center (*COR*). The Center
is a technological resource which remotely tracks
the company´s vessels and generates indicators
on the use of tugboats, collaborating in strategic
planning and minimizing the risk of accidents,
it is the result of an R$ 1.5 million investment.
The COR´s pilot project started in 2010 by
studying the technology available. The company
sought software which was already available in
the market and analyzed whether these software
tools were adequate or whether they would have
to develop their own. As a result of these studies,
Wilson Sons Towage opted for using Vessel Traffic Service (VTS), provided by Transas.
“The tool which proved to be more appropriate was VTS. In order to test the quality of the
software, we visited a Canadian company which
also uses it. We were impressed by what we
saw”, says Sérgio Guedes.
After the training period, the COR became
operational at the Santos unit in 2011, looking
after the vessels operating in the ports of Santos
and São Sebastião. The tugboats catering for
the ports of Rio de Janeiro and Sepetiba were
connected to the Centre last year. The company
is currently working to integrate the vessels
which operate in the Ports of Paranaguá and
Vitória. Once this is done, the COR will track 23
tugboats in all.
é uma ferramenta tecnológica que
rastreia remotamente as embarcações
da empresa e gera indicadores sobre o
uso dos rebocadores, colaborando na
elaboração de estratégias e reduzindo
os riscos de acidentes.
O projeto piloto da COR teve
início em 2010, com o estudo da
tecnologia. A companhia buscou ferramentas que já existiam no mercado
e analisou se esses softwares eram adequados ou se seria necessário desenvolver soluções próprias. A partir da
pesquisa, a Wilson Sons Rebocadores
optou por usar o VTS (Vessel Traffic
Service), da empresa Transas.
“A ferramenta que se mostrou mais
apropriada foi o VTS. Para atestar a
qualidade do software, visitamos uma
companhia canadense que utiliza a
mesma ferramenta. Ficamos impressionados com tudo o que vimos”, diz
Sérgio Guedes.
Após o período de aprendizagem,
a COR entrou em operação na filial de Santos, em 2011, cuidando
das embarcações que operavam nos
portos de Santos e São Sebastião. Os
rebocadores que atendem os portos
do Rio de Janeiro e de Sepetiba
foram conectados à Central no ano
passado. A companhia trabalha agora para integrar as embarcações que
operam nos portos de Paranaguá e
Vitória. Com isso, a COR rastreará
23 rebocadores.
.
NEW,S
Fevereiro 2013
25
Wilson Sons Agência
Ano de recordes
Wilson Sons Agência conquista sua melhor marca
O Cimenteira em construção, na unidade
da Cimento Tupi
Cement plant under construction, in Cimento
Tupi’s factory
Eventos
internacionais
no Brasil podem
impulsionar
a TransVisas
NEW,S
Fevereiro 2013
26
ano de 2012 já entrou para a
história da Wilson Sons Agência.
A companhia fechou o ano com
o melhor resultado. “Estamos registrando crescimento ano a ano,
mesmo passando por períodos de
crise. Isso mostra o acerto de nossa
estratégia”, afirma o diretor executivo, Christian von Lachmann.
No segmento Tramp, registrou
3.137 escalas de navios, sendo a primeira vez que ultrapassou a marca das
3 mil escalas. A empresa passou a ser
agente de navios para os embarques da
ThyssenKrupp. Houve ainda aumento no atendimento a outros clientes,
como a Sinergy, a Noble e a Vale.
“Este aumento de escalas foi impulsionado pela aposta certeira de aten-
der navios dos embarques de graneis
solidos para clientes internacionais.”,
diz o gerente geral de Agenciamento
Tramp, Frederico Sawabini.
Já no segmento Liner, foram 3.680
escalas, o melhor desempenho dos últimos seis anos. Os principais clientes
foram os armadores Mitsui e Hanjin,
confirma a gerente da Central de
Serviços Compartilhados (CSC) e
Projetos, Flavia Carvalho.
O principal destaque do ano foi
um dos trabalhos mais desafiadores da
companhia e que contou com o apoio
de toda a equipe. A empresa foi responsável pela coordenação da logística
internacional na importação de uma
cimenteira da China para o Brasil. Os
equipamentos, encomendados pela
Se os olhos do mundo vão estar voltados para o Brasil nos próximos anos
com a realização de diversos eventos internacionais, a TransVisas, empresa
da Wilson Sons Agência, pretende ampliar a gama de serviços que oferece
para estrangeiros que venham trabalhar no país. Atualmente, a companhia está
focada em vistos temporários e permanentes de trabalho para estrangeiros,
principalmente para o atendimento de tripulantes de embarcações offshore
e de navegação de cabotagem.
“O Brasil vai sediar o Rock in Rio, a Copa das Confederações de 2013, a
Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. Esses eventos vão
atrair grande quantidade de estrangeiros e eles precisam de uma empresa
sólida como a TransVisas, com o respaldo do Grupo Wilson Sons, que possa
Wilson Sons Shipping Agency
A year for records
Wilson Sons Shipping Agency beats its own record
2012 has made itself a place in the history of
Wilson Sons Shipping Agency. The company closed
the year with its best result. “We are reporting
growth year after year, despite the crisis. This
showcases the good judgment of our strategy”,
says Christian von Lachmann, executive director.
As for the Tramp segment, it registered 3,137
vessel stopovers, this being the first time it had
surpassed the 3 thousand stopover mark. The
company also started to act as a shipping agent
for ThyssenKrupp embarkations. There was also an
increase in the attendance to other clients such as
Sinergy, Noble and Vale.
“This increase in stopovers was driven by the
well-placed judgment call of attending vessels
embarking solid bulk for international clients.”,
said Frederico Sawabini, general Tramp manager.
As for the Liner segment, there were 3,680 stopovers, the best performance of the last six years.
The main clients were the Mitsui and Hanjin ship
builders, confirms the Shared Service Hub (CSC)
and Projects Manager, Flavia Carvalho.
The main highlight of the year was one of the
most challenging jobs for the company, and one
which had the support of the entire team. The
company was responsible for the coordination of
the international logistics for the import of a cement
plant from China to Brazil. The equipment, which
was ordered by Cimento Tupi for the duplication
of their Pedra do Sino factory, in Carandai (MG),
started embarkation in December 2011 and lasted
until September 2012. Successful completion was
only possible thanks to the knowledge acquired by
the business managers.
Wilson Sons Shipping Agency was responsible for
contracting oceanic transport for Tupi, the terminals
for embarkation in Shanghai and Rio de Janeiro for
unloading, the cargo inspection for both ports, the
supervision of loading and offloading of the vessels,
the customs house broker with expertise in duty
exemption and special heavy cargo road transportation for delivery at final destination.
The success of this work was guaranteed by
Wilson Sons Shipping Agency expertise and its
logistics manager, Renato Couto. In total there were
8 embarkations, 5 of which were from Shanghai
and the other 3 were residual (far smaller quantities) from Europe.
International events in Brasil may boost TransVisas
If the eyes of the world are to be turned
towards Brazil in the next few years with the
carrying out of the different international events,
TransVisas, which is a Wilson Sons Shipping
Agency company, intends to broaden the range
of services offered to foreigners who come to
work in our country. Currently, the company
focusses on temporary and permanent work
visas for foreigners, mainly crew members from
offshore and coasting navigation vessels.
“Brazil is to host Rock in Rio, the Confedera-
tions Cup in 2013, the World Cup in 2014 and the
Olympic Games in 2016. These events will attract
a large amount of foreigners and they will be in
need of a solid company such as TransVisas, with
the backing of Wilson Sons, to help them along the
process”, says Christian von Lachmann, Wilson
Sons Shipping Agency´s executive director.
TransVisa works on the legalizing of foreigners
who have come to live in Brazil and work for large
companies or industries. Currently, the company
operates within the chemical, navigation, offshore
and naval construction industries as well as
other technical areas. For example, TransVisas
is a pioneer in the process of importing maritime
manpower from Mercosul. In conjunction with
the port authorities, the company managed to
allow the issuing of obligatory documents for
work on-board vessels with Brazilian flags for
foreigners in possession of a temporary visa
and who are registered through the Mercosul
Agreement, providing a more comprehensive
interpretation of the existing legislation.
Cimento Tupi para duplicação de sua
fábrica de Pedra do Sino, em Carandaí
(MG), começaram a ser embarcados
em Dezembro de 2011 até Setembro
de 2012. O sucesso só foi possível
graças ao conhecimento adquirido dos
gestores do negócio.
A Wilson Sons Agência ficou res-
ponsável por contratar para a Tupi, o
transporte oceânico, os terminais em
Xangai para embarque e no Rio de
Janeiro para descarga, a inspeção da
carga em ambos portos, a supervisão
do carregamento e descarga dos navios, o despachante aduaneiro com expertise em ex-tarifários e o transporte
rodoviário especial carga pesada, para
entrega no destino final.
O sucesso do trabalho foi garantido
pela expertise da Wilson Sons Agência e
seu gestor logístico, Renato Couto. No
total, foram 8 embarques, sendo 5 de
Xangai e os outros 3 embarques residuais
(quantidades bem menores) da Europa.
ajudá-los neste processo”, diz o diretor executivo da Wilson Sons Agência,
Christian von Lachmann.
A TransVisas trabalha na legalização de estrangeiros de grandes empresas
e indústrias que venham se instalar no Brasil. Atualmente, a companhia atua
na indústria química, navegação, offshore, construção naval e outras áreas
técnicas. Na navegação, por exemplo, a TransVisas é pioneira no ingresso de
mão de obra marítima do Mercosul. A empresa conseguiu junto a autoridades
portuárias que passasse a ser permitida a emissão de documentos obrigatórios
para o trabalho a bordo de embarcação de bandeira brasileira para estrangeiros
com visto temporário e registrados através do Acordo Mercosul, dando uma
interpretação mais abrangente na legislação envolvida e já existente.
.
NEW,S
Fevereiro 2013
27
SMS
Wilson Sons recebe
prêmio de Gestão em
Saúde e Segurança
WS+, implantado no estaleiro do Guarujá, ganha reconhecimento nacional
e é ampliado para outras áreas de negócios do Grupo
O projeto WS+ da área de Saúde,
Meio Ambiente e Segurança
(SMS) da Wilson Sons conquistou em
dezembro o primeiro lugar do Prêmio
DuPont 2012 de Gestão em Saúde e
Segurança do Trabalhador. Implantado desde 2011 no estaleiro do Guarujá
(SP), o programa foi analisado por uma
Comissão Avaliadora independente,
formada por lideranças e pesquisadores
da área de SMS e apoiado por entidades reconhecidas no segmento.
O WS+ tem como objetivo criar
uma cultura de segurança na empresa com a consultoria da DuPont,
reconhecida internacionalmente por
sua atuação na área. Sua aplicação no
estaleiro começou como um projeto
piloto e, após a sua conclusão em novembro de 2012, se tornou modelo e
já está sendo ampliado para outras áreas
de negócios da Wilson Sons.
“Somos movidos a desafios. Este
prêmio é fruto do esforço coletivo de
nosso time. O estaleiro realmente
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tem passado por grandes transformações”, comemora o diretor executivo da Wilson Sons Estaleiros,
Adalberto Souza.
Os resultados são expressivos. Em
pouco mais de um ano e meio, a
redução da taxa de frequência de
acidentes típicos com afastamento
foi de 60% no estaleiro. “Antes da
implantação do projeto, nossa própria
percepção de cultura de segurança era
reativa, segundo uma pesquisa feita na
unidade. Avançamos para um estágio
dependente, o que demonstra uma
efetiva mudança de comportamento”,
diz o gerente corporativo de SMS da
Wilson Sons, João David Santos.
A diretora de Desenvolvimento Organizacional do Grupo Wilson Sons,
Aléa Fizpan Steinle, afirma que os
principais fundamentos que a companhia busca reforçar são o reconhecimento de todos pelas responsabilidades
em SMS, a disciplina no cumprimento
das regras, o engajamento das lide-
ranças e a administração dos desvios.
“Em uma empresa com cerca de 7 mil
funcionários, é essencial a incorporação dessa cultura por todos, na busca
pela interdependência em segurança”,
comenta a executiva.
Segundo a diretora de Soluções Sustentáveis da DuPont para a América
do Sul, Denise Grun, na época da elaboração do projeto, a DuPont também
propôs um maior envolvimento das
lideranças da companhia nos assuntos
de SMS. “Se a diretoria não estiver
envolvida não é possível realizar as
transformações necessárias”. Esse diferencial, para ela, é um dos grandes
responsáveis pelo alto nível de engajamento no projeto. “A empresa logo
percebe as vantagens para os negócios,
pois SMS alavanca a organização e a
produtividade.”
Em 2012, o WS+ foi estendido
para mais quatro negócios do Grupo
(Agenciamento, Rebocadores, Tecon
Rio Grande e EADI Santo André).
Saúde e
segurança nas
operações da
Wilson Sons
Além do WS+, o Grupo Wilson Sons
investe em outros programas de
Saúde, Meio Ambiente e Segurança (SMS). Dois importantes
exemplos que completaram um ano
em 2012 são o Compromisso Brasco
e o Você 100%.
Com o objetivo de prevenir o uso
indevido de álcool e outras drogas
em suas unidades, a companhia implementou o Você 100% em 2011,
inicialmente no Tecon Salvador,
Brasco e em unidades da
Wilson Sons Ultratug Offshore.
Em 2012, a companhia expandiu
o programa para outros negócios
e unidades e já começa a colher
os resultados, com operações com
menos riscos.
Outro caso de sucesso é o
Compromisso Brasco, que visa
fortalecer ainda mais a cultura de
segurança da Brasco. Em setembro, quando o programa completou um ano, foram premiados os
campeões anuais de segurança,
sendo um da base de Niterói e
outro da base de Guaxindiba.
HSE
Wilson Sons receives Health and
Safety management award
Implemented in the Guarujá shipyard, WS+ was acclaimed nationally
and extended to other business areas of the Group
Wilson Sons´ WS+ project in the Health,
Safety and the Environment areas (HSE) was
rewarded in December by coming first in the
2012 Dupont Award for Health and Safety
Management of Staff. Implemented at the
Guarujá (SP) shipyard in 2011, the program was
analyzed by an independent Evaluation Committee comprised of dignitaries and researchers in
the area of HSE, and supported by established
organizations of the sector.
The objective of WS+ is to create a culture of
safety in the company through the DuPont consulting firm, which is internationally renowned
for its expertise in the field. Its implementation
at the shipyard started as a pilot project and,
on conclusion in November 2012, it started
became a model and is already being spread to
other business areas of the Wilson Sons Group.
“We are driven by challenges. This award is
the result of a collective effort by our team. The
shipyard has really undergone great changes”,
says Wilson Sons Shipyards ‘executive director,
Adalberto Souza.
The results are significant. In just over a year
and a half, there has been a 60% reduction in
the frequency rate of lost time type accidents
at the shipyard. “Before the implementation of
the project, our own perception of a culture
of safety was reactive, according to a study
carried out in the unit. We are moving towards
a stage of dependence, which showcases an
actual change in behavior”, says João David
Santos, Wilson Sons HSE corporate manager.
Aléa Fizpan Steinle, Wilson Sons Group Organizational Development director says that the main
issues the company seeks strengthening are the
acknowledgement of all HSE responsibilities, discipline in the fulfillment of its rules, participation of
management and the administration of deviations.
“In a company which has almost 7 thousand
workers, it is essential that all incorporate that
culture, on a quest for interdependence in safety
issues”, says the executive.
According to Denise Grun, DuPont´s Sustainable Solutions director for South America,
whilst the project was being designed, DuPont
also proposed increased involvement of the
company´s management in issues to do with
HSE. “If management is not involved, it is not
possible to carry out the necessary changes”.
In her view, that differentiating feature is one of
the main reasons for the project´s high level of
involvement. “The company quickly perceives
the advantages for the business, as HSE levels
out the organization and productivity.”
In 2012, WS+ was extended to four more businesses in the Group (Maritime Agency, Towage,
Tecon Rio Grande and EADI Santo André).
An HSE Executive Committee comprised of the
company´s management was also created. The
proposal is to implement the project in all of
Wilson Sons units before the first semester of
2014. As for the Guarujá I shipyard, continuity of the project will be carried out through
continuous monitoring and quarterly critical
analysis cycles.
Health and safety in Wilson Sons Operations
Também foi criado um Comitê Executivo de SMS composto pela alta
diretoria da empresa. A proposta é
implantar o projeto em todas as unidades da Wilson Sons até o primeiro
semestre de 2014. Já no estaleiro
Guarujá I, a continuidade do projeto
se dará por meio de monitoramentos
contínuos e ciclos de análises críticas
a cada três meses.
.
As well as WS+, the Wilson Sons Group
invests in other programs to do with Health,
Safety and the Environment (HSE). Two important examples which turned one year in 2012
were Brasco Commitment (Compromisso
Brasco) and Você 100% (100% You). With the
objective of preventing inappropriate use of
alcohol and other substances in its units, the
company implemented Você 100% in 2011,
initially in Tecon Salvador, Brasco and Wilson
Sons Ultratug Offshore Units.
In 2012, the company expanded the program
to other businesses and units and has started
to see results, as operations are less at risk.
Another success story is the Compromisso
Brasco, which aims at strengthening the
culture of safety at Brasco even further. In
September, when the program completed
one year in functioning, the annual safety
champions were rewarded, one of which was
in the Niterói base and the other in Guaxindiba.
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Memória
Criando Laços há
cinco anos
Programa de voluntariado da Wilson Sons teve início em 2007
Vice-presidente Arnaldo Calbucci
recebe o Prêmio Naval de Qualidade e
Sustentabilidade, concedido ao Criando Laços
Vice president Arnaldo Calbucci received the Naval
Award for Quality and Sustainability, awarded to
Creating Bonds
E m 2012, o Criando Laços,
programa de voluntariado do
Grupo Wilson Sons, completou cinco
anos. Porém, o comprometimento
da companhia com a responsabilidade social tem início bem antes do
ano de 2007. As primeiras iniciativas
ocorreram em 1994, com a criação do
Comitê de Ações Sociais Wilson Sons
(CAWS), que tinha como um de seus
principais objetivos promover ações e
campanhas de utilidade pública.
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Ao longo dos anos, as ações desenvolvidas nas filiais espalhadas pelo
Brasil, revelaram um espontâneo engajamento por parte dos colaboradores
com a causa social. Eles estiveram na
linha de frente na luta em prol de
crianças e adolescentes carentes de
várias cidades brasileiras.
Em 2007, cada vez mais consciente
da importância das ações voluntárias, a
Wilson Sons lançou o Criando Laços,
programa corporativo que veio orga-
nizar e estruturar as ações já realizadas.
Em outubro do mesmo ano, o
Criando Laços já implementava a
sua primeira ação solidária através do
projeto Craque na Escola – Craque na
Bola, realizado no bairro Jardim Catarina, em São Gonçalo (RJ), em parceria com a ONG Viva São Gonçalo. O
projeto teve por finalidade a retirada
de jovens da marginalidade, por meio
do esporte e do reforço escolar.
Ainda em 2007, a Wilson Sons
Voluntários da Wilson Sons participam de ação do Criando Laços
Wilson Sons volunteers partake of a Creating Bonds action
participou, com mais 34 empresas, da
fundação do Conselho Brasileiro de
Voluntariado Empresarial (CBVE),
rede de empresas, institutos e fundações comprometidas com o voluntariado.
Coroando o crescente reconhecimento do valor das ações do Criando Laços no meio empresarial, em
novembro de 2012 a Wilson Sons,
representada pelo vice-presidente de
Rebocadores, Offshore, Agenciamento e Estaleiros, Arnaldo Calbucci, foi
premiada por seu destaque em iniciativas de sustentabilidade na indústria
naval offshore.
Durante esses cinco anos de atuação,
o Criando Laços não só contribuiu
para que muitos jovens pudessem
reescrever os seus caminhos, como
também marcou a história do próprio
Grupo, que tem agora os esforços de
centenas de colaboradores reunidos
em prol de duas nobres causas: a construção de uma sociedade mais justa, e
de um planeta sustentável.
.
Historical Awareness
Five years of Creating Bonds
The Wilson Sons volunteer program started in 2007
In 2012, Creating Bonds, the Wilson Sons
Group volunteer program completed five years
in operations. However, the company´s commitment towards social responsibility started
long before 2007. The first initiatives took place
in 1994 with the creation of the Wilson Sons
Social Actions Committee (CAWS), its main
objectives being promoting actions and campaigns which were of use for the general public.
During the course of the years, the actions
carried out at the units throughout the country
showcased a spontaneous adherence by collaborators to the social cause. They were on the
front line in the fight in favor of poor children
and adolescents in several Brazilian cities.
In 2007, increasingly aware of the importance
of volunteer actions, Wilson Sons launched Creating Bonds, a corporate program to organize
and structure the actions already carried out.
Also in October 2007, Creating Bonds
implemented its first charity action through the
project Crack in School - Crack in Soccer, which
was carried out at the Jardim Catarina neigh-
borhood, in São Gonçalo (RJ), in conjunction
with the Viva São Gonçalo NGO. The objective
of the project is to remove young people from
marginality through sports and tutoring.
Also in 2007, Wilson Sons partook, in conjunction with another 34 companies, institutes and
foundations committed to volunteer work, of the
founding of the Brazilian Corporate Council for
Volunteer Work (CBVE).
In November 2012 , as a culmination of the
recent acknowledgement of the worth of the
actions carried out by Creating Bonds, Wilson
Sons - represented by its Tugboat, Offshore,
Agency and Shipyards Vice President, Arnaldo
Calbucci - was rewarded for its prominence
in sustainability initiatives within the offshore
naval industry.
During these five years, Creating Bonds did not
only contribute towards many children re-writing
their futures, but also shaped the future of the
Group, with hundreds of collaborators now united
in favor of noble causes: the construction of a
fairer society and a sustainable planet.
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Wilson Sons Estaleiros.
Produção, saúde e segurança
em movimento.
Wybo Overmeer trabalha na Wilson Sons
há mais de um ano e meio.
O Programa WS+ de Cultura de Segurança
conquista prêmio e ganha reconhecimento nacional.
O Programa WS+ conquistou o 1º lugar no Prêmio Dupont 2012 de Gestão em Saúde e Segurança
do Trabalhador. O programa foi implementado no Estaleiro Guarujá em 2011 para desenvolver
uma conscientização com relação à segurança e alcançou uma redução de 60% de acidentes com
afastamento. A Wilson Sons é movida a desafios e não para por aí: a meta agora é implantar o
projeto nas outras empresas do grupo até o final do primeiro semestre de 2014.
Wilson Sons sempre em movimento. Desde 1837.
www.wilsonsons.com.br

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