pico do perigoso setor “cab eça da tartaruga”

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pico do perigoso setor “cab eça da tartaruga”
PICO DO PERIGOSO SETOR “CABEÇA DA TARTARUGA” 1 – Via Rod Teixeira (4º VI E1 D1 – 70m)
Conquista: Pedro Bugim e Liane Leobons em 11/10/2009
Uma das poucas vias com mais de uma enfiada, no Pico do Perigoso. Para
acessar sua base, pegue o caminho de pescadores à direita da Praia do
Perigoso, seguindo por lajes de pedra e picadas no capim colonião. A base fica
exatamente à frente do grande bloco de pedra no mar. Protegida em grampos
de ½ polegada, é uma ótima opção para fazer cume, sem subir pela trilha.
2 – Vr. Karol (IIIsup E2 – 20m)
Conquista: Pedro Bugim e Liane Leobons em 11/10/2009
5 – Fiss. Stalingrado (7º VIIIb/A2 E1 – 40m)
Conquista: Pedro Bugim e André Ilha em 11/01/2006
Belíssimo sistema de fendas que percorre todo o negativo da “Cabeça da
Tartaruga”. Inicia em lances atléticos de agarra, com um grampo de inox (único
da via). Evolui para passadas fortes, negativas, até seu crux, pouco antes da
primeira parada. Tirando o lance inicial, a via inteira é feita em fendas perfeitas,
com oposição e entalamento. Parada ao lado de uma árvore, com hexentrics e
friends médios. A metade superior fica mais fácil, seguindo por lances de 6º
grau. Segunda parada em móvel, no topo. Cuidado com marimbondos!
Variante da via “Rod Teixeira”, que evita o crux da mesma.
3 – Você Decide (Vsup – 8m)
Conquista: André Ilha e Henrique Varella em dez/1996
Pequena oposição que conta com um grampo de parada/descida no final. Boa
proteção em friends pequenos e médios, porém, é difícil parar para coloca-los.
4 – Jogo Bruto (VIIa – 20m)
Conquista: André Ilha e Antônio Magalhães em dez/1992
Óbvio sistema de fendas, na qual o crux é a sequência inicial em agarras,
protegida por nuts de cabo e friends pequenos. Sua metade superior possui
uma enorme laca aparentemente firme, mas que deve ser utilizada com
cautela. Termina em uma fenda larga e fácil, que pode ser feita em oposição ou
entalamento de meio corpo. Parada em móvel no topo.
Liane Leobons na conquista da “Rod Teixeira”
6 – A Grande Virada (VIsup E3 – 20m)
Conquista: André Ilha e Henrique Varella em dez/1998
Espetacular escalada que acompanha um grande diedro voltado para a
esquerda e que alterna trechos em grampos com outros com proteção móvel.
Inicia à direita do diedro e sai em agarras para a esquerda, subindo de platô
em platô, até seu primeiro grampo. Daí, a via retorna à direita, até atingir o
diedro, pelo qual segue até um bom platô, onde começa a exigente sequencial
final em grampo. Descida pelo último grampo, antes da compacta barreira de
cactos
André Ilha na conquista da Fiss. Stalingrado
.
Croqui das vias “Rod Teixeira”, “Vr. Karol”, “Você Decide” e “Jogo Bruto”
Croqui das vias “Você Decide”, “Jogo Bruto”, “Fiss. Stalingrado” e “A Grande Virada”
1 – Ch. Do Papai Noel (A2 – 8m)
Conquista: Pedro Bugim e Antonio Dias em 15/11/2006
Pequena via em artificial móvel, que começa por uma chaminé negativa, em
friends grandes, evoluindo para uma fissura bem fina, feita com pittons, rurps e
peckers. O nome da via foi devido à chaminé inicial ter sido o “fogão” do antigo
morador desta localidade, deixando assim uma fuligem incômoda. Ou seja, vá
preparado para se sujar.
PICO DO PERIGOSO SETOR “CASA DO BATATA” 2 – Fiss. Chuva Seca (VIIb / A2 – 14m)
Conquista: Pedro Bugim e Antônio Dias em 30/10/2005
Fissura bem interessante, toda em horizontal/diagonal para a esquerda, com
sua base próxima à base da Cobras e Lagartos. Conquistada originalmente em
artificial móvel, foi escalada posteriormente com as proteções pré-fixadas. Leve
peças pequenas, como pittons, micro-friends e se possuir, ball nutts.
3 – Cobras e Lagartos (V – 20m)
Conquista: André Ilha e Antônio Magalhães em Dez/1992
Belíssima fissura frontal, cujo crux é o lance de agarras inicial, para entrar na
fenda, seguido por lances de oposição e entalamento. Proteção boa com friends
médios. Pouco antes do final da fenda, saia em agarras para a direita, onde um
grampo garante os metros finais até o topo, onde deve ser feita uma parada em
móvel, ou se utilizar um grampo de rapel mais à esquerda.
Pedro Bugim na conquista da via “Um Novo Dia”
4 – Um Novo Dia (IV – 10m)
Conquista: Pedro Bugim e João do Amaral em 15/05/2011
Via iniciada em agarras, até entrar no diedro formado por um enorme bloco.
Friends grandes garantem uma ótima proteção até o final da via, acima de um
pequeno teto, onde existe um grampo para descida.
5 – Highball sem nome (VIIa – 7m)
Conquista: Desconhecido
PICO DO PERIGOSO SETOR “CH. MIRAMAR” Fenda frontal bastante técnica, muito interessante. Não possui grampo no topo
e por ser fina, a fenda não é facilmente protegida. Em geral, é feita em solo,
apesar da altura, ou seja, é um bolder alto, ou “Highball”.
Pedro Bugim no Higball sem nome
1 – Highball sem nome
Vide via nº 5 da página XX.
2 – Vírus Polimórficos (VII 8ºa/A2 – 20m)
Conquista: André Ilha em Out/1998
Óbvia fissura vertical no bloco da esquerda do anfiteatro no setor da Ch.
Miramar, precedida de uma delicada sequência em agarras e aderência,
protegida por três grampos. A fenda pode ser feita em um fácil artificial móvel
(friends e nuts de cabo), devendo as peças grandes serem reservadas para a
parada, que é feita no platô que existe antes do fácil lance de agarras final. Em
livre, é aconselhável pré-colocar as proteções antes de guiar, mesmo assim, as
colocações para caso de quedas são bem precárias.
3 – Fiss. Fim dos Tempos (VI – 15m)
Conquista: Pedro Bugim & Antonio Dias em 15/05/2011
Bela via, que inicia ainda dentro da caverna formada pelos blocos deste setor,
em lances verticais, com ótimas agarras. Depois, passa por um diedro
levemente negativo, que junta com uma fenda perfeita, em horizontal para a
esquerda. O crux é a saída desta fenda horizontal, na virada para os lances
fáceis finais, até o topo do bloco. A proteção no topo deve ser feita em móveis
ou em um enorme bico de pedra. Friends médios a grandes são indispensáveis.
4 – Chuva de Lacraias (VIIb – 15m)
Conquista: Pedro Bugim e Liane Leobons em 11/10/2009
Uma das poucas vias da região, com proteção fixa em sua totalidade. O crux
fica exatamente acima do primeiro grampo, num domínio em micro agarras. A
dificuldade segue bem constante até o topo, onde existe um grampo de descida.
5 – Chaminé Miramar (II – 15m)
Conquista: Antônio Magalhães e André Ilha em Dez/1992
Chaminé média clássica, precedida de uma calha larga de pequena extensão.
Embora não faça nenhuma costura, até porque ela é muito fácil, a ancoragem
no cume é feita com material móvel (friends pequenos e médios e nuts de
cabo). Ótima sequência de chaminé para principiantes, sendo inclusive muito
utilizada em cursos básicos de alguns clubes de montanhismo da cidade.
6 – Bonitinha Mas Ordinária (VI – 15m)
Conquista: André ilha e Henrique Varella em Set/1998
Bonita escalada que acompanha pela direita, a Ch. Miramar. Ela começa pela
fácil fissura ao lado da calha inicial desta e depois segue o evidente diedro
voltado para a direita, que é quase todo “cego”, sendo por isso, de difícil
proteção (nuts de cabo, inclusive RPs e micro-friends). No ponto mais crítico,
um grampo alivia a pressão, mas mesmo assim, esta é uma via delicada, que
deve ser abordada com cuidado, ou então, com corda de cima.
7 – Festa no Céu (IV – 20m)
Conquista: André Ilha e Eduardo Cabral em Jan/1993
Escalada que começa em diagonal para a esquerda, sob um grande teto e que,
depois de chegar a um pequeno platô com vegetação (que divide com a
“Bonitinha Mas Ordinária”), segue em oposição por uma estreita fissura em
diagonal para a direita. Boa proteção em friends médios no início e nuts de cabo
e friends pequenos na metade superior. No topo, parada em móvel, na qual,
hexentrics grandes são bem vindos.
Pedro Bugim na conquista da “Fim dos Tempos”
Croqui da Fiss. Fim dos Tempos
Croquis das vias “Chuva de Lacraias”, “Ch. Miramar”, “Bonitinha Mas Ordinária” e
“Festa no Céu”
1 – Mamão Com Açúcar (IIIsup – 15m)
Conquista: André Ilha, Kate Benedict e Henrique Varella em Nov/1998
Óbvia chaminé e fissura no bloco da esquerda (dos dois que existem abaixo da
antiga morada do “Batata”). Começa com uma fácil chaminé larga em diagonal
para a direita e, na parede acima, onde a chaminé prossegue para a direita
cada vez mais fácil, ela sai para a esquerda, buscando uma evidente fissura
larga. A entrada desta fissura, que é o crux da via, tem ótima proteção em
friends médios e grandes, mas o trecho abaixo é desprotegido. Há um grampo
no final, para parada/descida.
PICO DO PERIGOSO SETOR ABAIXO DA CASA DO BATATA 2 – Mamão Sem Açúcar (VIsup [2] – 10m)
Conquista: André Ilha e Benito Esteves em Dez/1998
Difícil fissura situada no bloco à direita da via anterior, e que também conta com
um grampo da parada/descida no topo. Inteiramente protegida por friends
médios e grandes, “Mamão Sem Açúcar” começa por uma chaminé sem fundo,
tem uma passada em meio corpo e depois, prossegue por uma exigente fissura
do tipo “off-hands”, isto é, um pouco mais larga que uma fissura de punhos, mas
mais estreita que uma de meio corpo, onde dois pontos de apoio foram
utilizados. Recomenda-se o uso de calça e camisa compridas e de joelheiras!
Antonio Dias e Uwe na “Chaminé Miramar”
1 – Muquirana (IVsup – 30m)
Conquista: André Ilha e Henrique Varella em Dez/1996
PICO DO PERIGOSO SETOR FALÉSIA DA MUQUIRANA Bem mais exigente do que parece à primeira vista, esta via acompanha uma
larga e óbvia fissura em diagonal – quase horizontal – para a esquerda, para
depois subir até o grampo de parada/descida, no final da parede. Ela apresenta
lances de agarras, oposição e chaminé, e a proteção, nem sempre boa, é feita
com friends diversos e nuts. Este via possuía, e talvez ainda possua, muitas
lacas soltas, portanto, cuidado ao escala-la.

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