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04 - VERDE
PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO E EDUCAÇÃO CONTINUADA DA SBOT-RJ
ORTOCURSO SBOT-RJ/
TORNOZELO E PÉ
CURSO PREPARATÓRIO PARA O TEOT
27 de Junho de 2015
NOME: ____________________________________________________________
HOSPITAL: ________________________________________________________
( ) R1 ( ) R2
( ) R3
( ) R4
(
) Não Residentes
1) No pé cavo, o pitch do calcâneo está acima do limite de
a) 10º.
b) 30º.
c) 50º.
d) 70º.
Sizínio Herbert, 4a Edição, Ed. Artmed, Cap. 24.1, p. 697.
2) Na lesão osteocondral do tálus, a com fragmento destacado que se mantém no seu leito é
classificada por BERNDT & HARTY como do tipo
a) I.
b) II.
c) III.
d) IV.
Canale S. T. Campbell's Operative Orthopaedics. St. Louis: Mosby. 10th ed., p. 2153.
3) Na instabilidade do tornozelo, é técnica de reconstrução anatômica a de
a) EVANS.
b) BROSTOM.
c) WATSON-JONES.
d) CHRISMAN-SNOOK.
Sizínio Herbert, 4a Edição, Ed. Artmed, Cap. 24.1, p. 1524.
4) Na entorse do tornozelo, o ligamento mais frágil e mais comumente lesado é o
a) fíbulo-calcâneo.
b) deltoide superficial.
c) fíbulo-talar anterior.
d) fíbulo-talar posterior.
RichardsonDR.In: Canale ST, Beaty JH. Campbell’sOperative Orthopaedic. 12Th Edition. Philadelphia,
PA. Saunders Elsevier. 2013. Posição 23280 de 252451 (edição digital Kindle).
5) Na fratura do tornozelo em paciente esqueleticamente imaturo, a de TILLAUX caracteriza-se
por avulsão de fragmento da epífise distal da tíbia em sua porção
a) posteromedial.
b) posterolateral.
c) anteromedial.
d) anterolateral.
Canale S. T. Campbell's Operative Orthopaedics. St. Louis: Mosby. 11th ed., p. 1691.
04 - VERDE
6) Na avaliação radiográfica da fratura do calcâneo, a incidência de BRODEN é realizada com o
tornozelo em rotação
a) medial de 10 a 20°.
b) medial de 30 a 40°.
c) lateral de 10 a 20°.
d) lateral de 30 a 40°.
Canale S. T. Campbell's Operative Orthopaedics. St. Louis: Mosby. 11th ed..
7) Na fratura de JONES, o traço fraturário encontra-se na zona
a) I.
b) II.
c) III.
d) IV.
Massada M, Pereira M, Sousa R et al. Osteossíntese com parafuso intramedular nas fraturas proximais do
quinto metatarsiano do atleta. Acta ortop bras 2012. 20(5):262-5.
8) No tratamento cirúrgico da metatarsalgia, a técnica de WEIL consiste na osteotomia metatarsal
feita na região
a) distal.
b) do colo.
c) proximal.
d) diafisária.
Sizínio Herbert, 4aEdição, Ed. Artmed, Cap. 24.5, p. 724 Sizínio Herbert, 4aEdição, Ed. Artmed, Cap.
24.5, p. 724.
9) O osso navicular acessório gera dor na sincondrose após trauma no classificado como tipo
a) I.
b) II.
c) III.
d) IV.
Canale S. T. Campbell's Operative Orthopaedics. St. Louis: Mosby. 10th ed., p. 4027.
10) Na insuficiência do tendão do tibial posterior, segundo a classificação de JOHNSON
modificada por MYERSON, aumento de volume medial, pé plano valgo, rigidez da subtalar e
artrose do tornozelo ocorrem no tipo
a) I.
b) II.
c) III.
d) IV.
Canale S. T. Campbell's Operative Orthopaedics. St. Louis: Mosby. 10th ed., p. 4190.
11) No pé torto congênito, NÃO constitui vantagem no método de PONSETI, em qualquer fase do
tratamento,
a) menor taxa de cirurgia.
b) menor taxa de recidiva.
c) mais cirurgias articulares.
d) obtenção de maior mobilidade.
Sizínio Herbert, 4a Edição, Ed. Artmed, Cap. 23.1, p. 584.
12) Na coalizão tarsal, o exame físico sugere o diagnóstico de talocalcaneana em relação à
calcaneonavicular na presença de
a) movimentação da subtalar.
b) perda do arco longitudinal.
c) contratura de tendões fibulares.
d) dor ao esforço físico do retropé.
Canale S. T. Campbell'soperativeorthopaedics. St. Louis: Mosby. 10th ed., p. 4037.
04 - VERDE
13) Na fasciíte plantar, NÃO é considerado fator de risco o
a) pé cavo.
b) pé plano.
c) tipo de dureza de piso.
d) calçado acima de nº 42.
Sizínio Herbert, 4a Edição, Ed. Artmed, Cap. 24.1, p. 641.
14) No pé aduto, na classificação por grau de deformidade, o tipo discreto ocorre entre o
a) hálux e o 2º dedo.
b) 2º e 3º dedos.
c) 3º e 4º dedos.
d) 4º e 5º dedos.
Sizínio Herbert, 4a Edição, Ed. Artmed, Cap. 24.1, p. 597.
15) O ângulo assinalado na radiografia abaixo é o de
a)
b)
c)
d)
KITE.
BÖHLER.
GISSANE.
GIANESTRAS.
Canale S.T. Campbell’s operative orthopaedics. St. Louis: Mosby/Manole. 10a ed.
04 - VERDE
16) No hálux valgo representado na radiografia abaixo, a medida do ângulo intermetatarsal
determina graduação
a)
b)
c)
d)
normal.
leve.
moderada.
grave.
Canale S.T. Campbell’s Operative Orthopaedics. St. Louis: Mosby/Manole. 10a ed.
17) O teste de MCBRIDE avalia a
a) redutibilidade do valgismo do hálux.
b) redutibilidade das garras dos artelhos.
c) varização do retropé na ponta dos pés.
d) integridade da articulação tibiofibular distal.
Barros Filho TEP, Lech O. Exame Físico em Ortopedia. São Paulo: Sarvier; p. 291.
18) No podograma, o desvio lateral do maior eixo da imagem oval referente ao retropé é causado
pelo
a) valgismo do retropé ou abdução do antepé.
b) valgismo do retropé ou adução do antepé.
c) varismo do retropé ou abdução do antepé.
d) varismo do retropé ou adução do antepé.
Barros Filho TEP, Lech O. Exame Físico em Ortopedia. São Paulo: Sarvier; p. 280.
19) No pé diabético, considera-se pé insensível em risco quando
a) existe queixa de parestesia e há lesão renal.
b) a diabetes foi diagnosticada há mais de 10 anos.
c) o teste do monofilamento é negativo em 5,07 (10g).
d) a hiperglicemia for superior 200 mg/dl em três exames.
Sizínio Herbert, 4a Edição, Ed. Artmed, Cap. 24.7, p. 743.
04 - VERDE
20) Na artropatia de CHARCOT, segundo a classificação de BRODSKY, o tipo
a) 2 acomete o retropé.
b) 1 acomete o tornozelo.
c) 3-B acomete o mediopé.
d) 3-A acomete o calcâneo.
Sizínio Herbert, 4a Edição, Ed. Artmed, Cap. 24.7, p. 748.
21) No pé reumatoide, NÃO é vantagem da ressonância magnética sobre a TC e o RX simples a
a) identificação de rupturas tendíneas.
b) identificação de massas no seio do tarso.
c) identificação de erosões justa-articulares.
d) diferenciação de nódulo reumatoide de bursite.
Sizínio Herbert, 4a Edição, Ed. Artmed, Cap. 24.6, p. 730.
22) No tartamento cirúrgico do hálux valgo, é técnica de osteotomia diafisária do primeiro
metatarsal a de
a) AKIN.
b) SCARF.
c) LAPIDUS.
d) CHEVRON.
Sizínio Herbert, 4a Edição, Ed. Artmed, Cap. 24.3, p. 686.
23) A fratura do pilão tibial, no sistema AO/OTA, recebe a codificação numérica
a) 42.
b) 43.
c) 44.
d) 45.
Fraturas em Adultos – Rockwood & Green – Editora Manole - 7 ª edição – Volume 2 – página 1933.
24) Na incidência radiográfica oblíqua do pé a 30º, é normal o alinhamento da borda
a) lateral do 3° metatarsal com o cuneiforme lateral.
b) lateral do 3° metatarsal com o cuneiforme medial.
c) medial do 3° metatarsal com o cuneiforme lateral.
d) medial do 3° metatarsal com o cuneiforme medial.
Fraturas em Adultos – Rockwood & Green – Editora Manole - 7 ª edição – Volume 2 – página 2132.
25) Na fratura do maléolo medial por cisalhamento vertical, com fíbula íntegra, necessariamente há
lesão do ligamento
a) tíbio-fibular posterior.
b) tíbio-fibular anterior.
c) fíbulo-calcâneo.
d) tíbio-calcâneo.
Carr J. In: Browner BD, Jupiter JB, Levine AM, Trafton PG, Krettek C, editors. Skeletal Trauma: Basic
Science, Management, and Reconstruction. 4Th Edition.Philadelphia, PA. SaundersElsevier. 2009. P252931.
26) Na fratura desviada do colo do tálus, o cuidado que se deve tomar ao realizar o acesso
cirúrgico, para diminuir o risco de necrose avascular, é a
a) tenotomia do Aquiles.
b) tenotomia do tibial posterior.
c) osteotomia do maléolo lateral.
d) osteotomia do maléolo medial.
Banerjee R, Nickisch F, Easley ME, DiGiovanni CW. In: Browner BD, Jupiter JB, Levine AM, Trafton
PG, Krettek C, editors. Skeletal Trauma: Basic Science, Management, and Reconstruction. 4Th Edition.
Philadelphia, PA. SaundersElsevier. 2009. P2590.
04 - VERDE
27) No tratamento da lesão aguda do tendão de Aquiles, o risco de re-ruptura, quando comparado
ao de complicações cutâneas e infecção, é
a) pouco aumentado no conservador, com baixo índice de complicações.
b) alto no conservador, com baixo índice de complicações.
c) baixo no cirúrgico, com alto índice de complicações.
d) baixo no cirúrgico, com baixo índice de complicações.
•
•
Willits K, Amendola A, Bryant D, Mohtadi NG, Griffin JR, Fowler P, Kean CO, Kirkley A..
JBJS-A. 2010.
Khan RJK, Fick D, Keogh A, Crawford J, Brammar T, Parker M. JBJS-A. 2005
28) Na figura abaixo, que ilustra o aspecto lateral do pé, a sensibilidade cutânea da região
representada pelo número 2 é suprida pelo nervo
a)
b)
c)
d)
sural.
safeno.
fibular profundo.
fibular superficial.
Barros Filho TEP, Lech O. Exame Físico em Ortopedia. São Paulo: Sarvier; p. 272.
29) Na figura abaixo, o tipo de pé representado é o
a)
b)
c)
d)
grego.
egípcio.
romano.
quadrado.
Barros Filho TEP, Lech O. Exame Físico em Ortopedia. São Paulo: Sarvier; p. 276.
30) A limitação da extensão do tornozelo, tanto com o joelho estendido quanto flexionado, indica
encurtamento
a) isolado do sóleo.
b) isolado do gastrocnêmio.
c) combinado do gastrocnêmio e sóleo.
d) combinado do gastrocnêmio, sóleo e tibial anterior.
Barros Filho TEP, Lech O. Exame Físico em Ortopedia. São Paulo: Sarvier; p. 288.

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