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SET/OUT 2014
Nº 5
Dia Mundial Contra a Dor
Dia da Saúde Bucal
Outubro Rosa
“Sinal Verde”
COI inaugura
nova unidade
em Niterói
Os moradores de Niterói e regiões
próximas terão uma unidade do Grupo
COI para tratar qualquer tipo de câncer.
A nova unidade será inaugurada em dezembro, em Icaraí, na Avenida 7 de Setembro, nº 179.
Com capacidade para fazer cerca
de duas mil sessões de radioterapia em
até 100 pacientes/mês e mais de 1.200
sessões de quimioterapia, a unidade de
Niterói terá oito consultórios médicos
com a perspectiva de atender outros 300
pacientes em 2.500 procedimentos/mês
em várias especialidades médicas, explica
a Diretora Operacional do Grupo, Chrystina Barros. Ela afirma que essa unidade
foi totalmente idealizada para oferecer
o que há de melhor ao paciente oncológico: da humanização em cada serviço
à tecnologia de ponta. “A unidade de Niterói será um espelho do padrão COI adotado em sua matriz localizada na Barra”,
explica Chrystina. Entre as especialidades
médicas, os moradores da região contarão
Diretora Chrystina Barros
inclusive com atendimento em oncologia,
hematologia, radioterapia, quimioterapia,
além de serviços multiprofissionais como a
psico-oncologia, nutrição oncológica, entre
outros. Estes são apenas alguns exemplos
de uma gama de serviços exclusivos.
Segundo ela, haverá ainda um setor
dedicado à farmácia de manipulação cuja
produção será adaptada às necessidades
dos pacientes e terá como um dos destaques a venda de quimioterápicos orais.
Cerca de 90 profissionais de diversas especialidades se dedicarão ao atendimento individualizado de cada paciente,
além dos médicos que já atuam em outras unidades e passarão também a traba-
lhar em Niterói.
“O paciente pode esperar nessa
nova unidade uma porta de entrada
para o cuidado completo com quimioterapia e radioterapia, com uma das tecnologias mais avançadas nesse campo
que é o RapidArc, de uma empresa líder
em tecnologia para radioterapia. Os pacientes oncológicos de Niterói e redondezas, que escolherem o Grupo COI para
realizar seu tratamento, serão acolhidos
por uma equipe que tem a mais larga
experiência e o maior número de casos
tratados nessa técnica no Brasil”, afirma
Chrystina. Aliado a isso, haverá também
um serviço próprio de imagem com tomografia que auxiliará no planejamento
do tratamento, o que garantirá maior precisão, conforto, incluindo menos efeitos
colaterais e a possibilidade de ser sempre
reavaliado com eficácia.
Sobre os convênios que serão atendidos na nova unidade, Chrystina explica que a
expectativa é levar para Niterói os mais de 60
convênios nacionais e internacionais que hoje
são cobertos no Grupo COI, mas este assunto
ainda está em negociação e a ideia, além de
incorporar os atuais, é também incluir aqueles que são da região de São Gonçalo e outros
municípios próximos. “São negociações que
ainda estão em curso”, finaliza.
Participação em Congressos e Eventos - Médicos Grupo COI
Julho e Agosto
Oncologista Clínica Dr.ª Eloá Brabo
Curso de Aperfeiçoamento em Medicina
Interna da UFRJ - 30 jul
Oncologista Clínica Dr.ª Ana Paula Victorino
III Preceptorship de Vida Real do Tratamento
de Pacientes com Carcinoma Hepatocelular - 30 jul
Anestesiologista e Clínica de Dor Oncológica
Dr. Paulo Renato
Sábado da DOR - Sociedade Brasileira para o
Estudo da Dor (SBED) - 09 ago
Oncologista Clínico Dr. Fernando Meton
Encontro Científico do Núcleo de Oncologia
Gastrointestinal do Grupo COI
12 ago | Restaurante Pomodorino - RJ
Oncologista Clínica Dr.ª Tatiane Montella
6th Latin American Lung Cancer (LALCA/IALSC)
21 a 23 ago | Lima / Peru
Oncologista Clínico Dr. Décio Lener
Congresso da Sociedade Brasileira de Transplante Medula Óssea - 14 ago | Belo Horizonte
Oncologista Clínico Dr. Fábio Affonso
Encontro Científico do Grupo de Tumores
Geniturinários do Grupo COI
14 ago | Restaurante Pomodorino - RJ
Oncologista Clínica Dr.ª Clarissa Baldotto
TOP 10 - Lung Cancer - 15 ago
Evento Best of ASCO Salvador - 29 e 30 ago
2º Simpósio do Núcleo de Oncologia
Gastrointestinal - NOG - 22 e 23 ago | Windsor Barra
Médicos Palestrantes:
Dr. Alexandre Palladino - Oncologia Clínica
Dr.ª Ana Paula Victorino - Oncologia Clínica
Dr. Bruno Vilhena - Oncologia Clínica
Dr. Diogo Rodrigues - Oncologia Clínica
Dr.ª Elisa Campana - Radio Oncologista
Dr. Fernando Meton - Oncologia Clínica
Dr. Igor Migowski - Radio Oncologista
Dr.ª Lisa Morikawa - Radio Oncologista
VI Simpósio Nacional de
Cancerologia da AERINCA
22 ago | Auditório do INCA
Médicos Palestrantes:
Dr. Alexandre Boukai - Oncologista Clínico
Dr.ª Elisa Campana - Radio Oncologista
Dr.ª Ana Paula Victorino - Oncologista Clínica
I Simpósio de Nutrição Oncológica do Grupo COI
30 ago | Auditório MD.X. Barra
Médicos Palestrantes:
Adriana Crespo - Enfermeira
Dr.ª Ana Paula Victorino - Oncologista Clínica
Daniela Righetti - Psico-Oncologista
Dr. Everardo Braga - Gerente Multiprofissional
Eliane Viola - Fonoaudióloga
Luciana Fernandes - Nutrição Oncológica
Lucyana Carvalho - Farmacêutica
Dr.ª Miriam Chueke - Oncologista Clínica
Mônica Benarroz - Nutrição Oncológica
17 de outubro - Dia Mundial Contra a Dor
Sentir dor é algo muito mais corriqueiro do que se imagina. Mas apesar
de atingir a quase totalidade da população mundial ao menos uma vez, a dor
não deve ser tratada apenas como um
incômodo habitual. Neste dia 17 de
outubro as atenções ficarão voltadas
para esse sinal, pois a data foi adotada
como Dia Mundial contra a Dor. E é uma
oportunidade para que profissionais de
saúde reflitam e discutam ainda mais
sobre como amenizar aquelas dores crônicas ou agudas que acometem pacientes
com câncer ou outras doenças.
É importante saber que a dor é um
mecanismo de defesa do organismo,
mas quando frequente, forte e sem
uma causa como um traumatismo,
deve ser avaliada e tratada por um médico especialista. Com os avanços tera-
pêuticos, há sempre novos medicamentos com ação cada vez mais rápida e
eficaz sendo lançados no mercado para
alívio das dores.
O Grupo COI, por acreditar que
sempre é possível oferecer mais aos seus
pacientes, possui uma Clínica de Dor,
um setor dedicado exclusivamente para
o tratamento da dor oncológica. Se precisar, agende uma visita.
25 de outubro – Dia da Saúde Bucal
Mais de 14 mil novos casos de
câncer bucal são registrados por ano
no Brasil, a maioria entre homens e,
num ranking mundial, o país ocupa o
terceiro lugar em incidência da doença,
ocasionando 4 mil mortes por ano.
A data de 25 de outubro marca o
Dia da Saúde Bucal e para esclarecer e
alertar sobre prevenção do câncer nessa região, o jornal Boas Novas foi conversar com o Dr. Héliton Spíndola,
cirurgião-dentista do Grupo COI, sobre dicas de prevenção, sintomas
mais frequentes e incômodos de
quem esta passando por um tratamento contra o câncer.
BN: Como se pode prevenir um
câncer bucal?
HS: Para prevenir o câncer bucal,
o paciente deve evitar os fatores de risco como: tabagismo, alcoolismo; dieta
Niterói Av. Sete de Setembro, 179
rica em gorduras ou pobre em proteínas, vitaminas (A, E, C, B2) e alguns
minerais, tais como cálcio e selênio.
Além disso, o paciente deve visitar de
forma regular o dentista.
BN: Quais são os principais sintomas da doença?
HS: Ferida na boca (úlcera) sem
cicatrização em 15 dias (sintoma mais
comum), dor na boca que não passa
(também muito comum, mas em fases mais tardias), aumento de volume
na bochecha, dificuldade ou dor para
mastigar ou engolir, mal adaptação
da prótese causada por edema, enfartamento ganglionar na região cervical.
BN: O que os pacientes com
câncer bucal podem fazer para auxiliar no tratamento?
HS: Os pacientes devem seguir rigorosamente as orientações da equipe mul-
tiprofissional como: abandonar o alcoolismo e tabagismo, manter uma boa
higiene oral, seguir a dieta recomendada,
utilizar os medicamentos prescritos, etc.
BN: Alguns pacientes em tratamento contra o câncer perdem a vontade de
comer e têm efeitos colaterais como enjoos. Quais as dicas que daria para eles?
HS: Para os enjoos, os pacientes devem ingerir os medicamentos prescritos.
Quanto à anorexia, os pacientes devem
seguir as orientações da nutricionista para
reposição proteico-calórica.
BN: Qual é o diferencial do Grupo
COI no trato da saúde bucal?
HS: O Grupo COI é o único Serviço de
Oncologia do Rio de Janeiro que disponibiliza avaliação e atendimento odontológico, incluindo laserterapia, aos pacientes
com câncer, em especial aos pacientes
com câncer de cabeça e pescoço.
Outubro Rosa é marca de sucesso
Drª. Monica Schaum
Tudo começou em 1990, na primeira corrida pela cura do câncer, realizada em Nova York. Após sete anos, se
espalhou pelos Estados Unidos com
atividades sobre a importância do diagnóstico precoce e da prevenção. Além
dos laços cor de rosa, símbolo da campanha, no mês de outubro diversos
monumentos em cidades espalhadas
pelo mundo são iluminados com a
mesma cor, como o Cristo, no Rio de
Janeiro. Para marcar esta data, o Jornal
Boas Novas conversou com a oncologista clínica do Grupo COI, Dr.ª Monica
Schaum sobre aspectos relacionados ao
câncer de mama em mulheres jovens.
BN: Por que o câncer de mama
tem aumentado em mulheres jovens?
MS: Cerca de 80 a 90% dos casos
são diagnosticados em mulheres acima
dos 40 anos. Porém, existe uma tendência ao aumento da incidência em
populações mais jovens. No Brasil, não
temos dados que confirmem de forma
inequívoca essa tendência.
Entre as possíveis causas estão hábitos de vida não saudáveis como o sedentarismo, aumento da ingestão de
bebida alcóolica e sobrepeso. Outros
fatores são: a primeira menstruação
precoce, gravidez em idade mais avançada ou ausência de gestação. Nessa
faixa etária, existe também maior incidência de câncer hereditário.
Os tumores de mama em mulheres mais jovens tendem a se apresentar
de forma mais agressiva. Nesta faixa
etária é mais frequente o diagnóstico
de tumores triplo negativos, que se caracterizam por alto índice de proliferação tumoral. Além disso, muitas vezes
o diagnóstico é realizado em fase mais
avançada fruto de baixo índice de suspeição da doença.
BN: Como evitar o câncer de mama?
MS: Devemos ter hábitos saudáveis, como praticar atividade física e
manter uma dieta equilibrada evitando o sobrepeso. Restringir o uso
de bebidas alcóolicas e realizar a avaliação médica periódica com exame
clínico das mamas, por profissional
especializado, e mamografia a partir
dos 40 anos.
Existem algumas situações como:
casos de câncer de mama em parentes
de primeiro grau, câncer de ovário ou
câncer de mama bilateral ou em membros do sexo masculino que sugerem
população de alto risco para desenvolver a doença. Essas mulheres devem
iniciar rastreio mais precoce e ser estudadas com a ressonância magnética das mamas.
Outra dica é avaliação por médico oncogeneticista que definirá, baseado na história familiar, o risco de câncer hereditário e a opção de realizar
testes para pesquisa de mutação dos
genes BRCA1 e 2.
BN: O tratamento em mulher
jovem é semelhante ao de uma mulher mais velha?
MS: A abordagem cirúrgica faz
parte dos estadios iniciais e tanto a opção de cirurgia conservadora como de
mastectomia variam de acordo com as
características do tumor.
A avaliação do comprometimento axilar, através da pesquisa do linfonodo sentinela, é rotina adotada. Os
cirurgiões só fazem o esvaziamento
axilar em casos de comprometimento
dos gânglios nas axilas. Além disso,
sempre que necessária, haverá avaliação com equipe de cirurgia reconstrutora. Hoje, as técnicas de oncoplastia
estão bastante desenvolvidas e contribuem para melhorar a autoestima.
Um dos principais efeitos colaterais nesta população é o risco de menopausa precoce e infertilidade, e muitas dessas mulheres ainda não
gestaram e desejam fazê-lo. Diferente
do que se pensava antigamente, a
gestação não confere maior risco de
recorrência da doença e existem estudos que apontam inclusive para um
fator protetor. Pensando nisso, o risco
deve ser explicado às pacientes jovens
e ainda discutir com elas as opções
para preservação da fertilidade que
vão desde uso de medicamentos que
inibem o funcionamento ovariano
durante a quimioterapia e teriam
efeito protetor no tecido ovariano, até
técnicas de preservação de óvulos
para posterior fertilização in vitro.
Outro aspecto importante é o
apoio psicológico durante todas as fases do tratamento e, principalmente,
entre as mulheres jovens em virtude
das questões relacionadas à autoestima que podem interferir na sexualidade
e na qualidade de vida.
BN: Quais sinais nas mamas devem despertar a atenção?
MS: Retração de mamilo, alteração
da consistência, aparecimento de nódulos, secreção nos mamilos, aparecimento de linfonodos aumentados na axila.
BN: Qual é a atual recomendação
para o exame das mamas?
MS: Exame das mamas anual por
médico e realização de mamografia a
partir dos 40 anos. No entanto, é importante que a mulher observe sempre
qualquer alteração no aspecto da mama
e procure auxilio médico para melhor
esclarecimento.
“Meu sinal ficou vermelho, vem amarelando
e logo estará verde”
Caroline Micceli
“Durante a quimioterapia, minha tia me chamou para ir ao Programa do Faustão, da TV Globo, e aceitei.
Chegando ao Projac, fiquei sabendo
da participação de um cantor, que
havia conhecido através de um clipe
que ele dedicou às mulheres que estão em tratamento e que meu marido canta para mim todos os dias. Na
mesma ocasião, conheci a atriz que
contracenou com o cantor.”
“Um belo dia, numa segunda
quimioterapia no COI, estava olhando
meu celular e vi que a Tha Lopes, a
atriz do clipe, estaria doando a peruca que usou nas filmagens. Na mesma hora, resolvi contar minha história e falar porque merecia ganhá-la.
Na verdade, não acreditei que pudesse ganhar. Afinal, muitas escreveriam.
Então, por que seria a escolhida?”
Passada a quimioterapia, Caroline Micceli foi para casa, dormiu
e nem ligou o celular. Só foi ligá-lo
no dia seguinte e lá estava a resposta: ela havia ganhado a peruca. “Que
felicidade! Não acreditei na hora,
mas adorei!!!”
Esta é apenas parte da história
de superação de Caroline Mattos Micceli dos Santos. Com apenas 32 anos,
formada em Direito, a empresária é
casada e tem dois filhos: uma menina
de 8 anos e um menino de 5 anos.
Ela conta que, inicialmente, imaginou
que ficar careca fosse seu maior desafio. Na verdade não. No início usou
lenços, mas achou que não ficou bem
e, como ganhou a peruca da Tha Lopes, sente que esta é a sua força.
“Estou em tratamento ainda,
mas acredito que estarei curada rápido. Tenho muita força, foco e fé.
Aliás, são aliados que andam comigo
todos os dias. Aprendi que o simples
é melhor, que o tempo é precioso e
que somos mais fortes do que imaginamos. Penso que meu sinal ficou
vermelho, vem amarelando e logo estará verde.”
Caroline descobriu o câncer de
mama em fevereiro deste ano e isso
tem lhe ensinado a viver melhor. “Engraçado como a vida nos prega peças
que achamos muito difícil de enfrentar.”
A descoberta aconteceu através
de um autoexame depois de uma
conversa com uma tia, segundo ela,
um anjo em sua vida. “Estava há uns
dois anos sem visitar meu médico e
nunca pensei que acharia qualquer
coisa nessa idade.”
Depois do autoexame e antes
da biópsia, muitos falavam que estava doida. Que com certeza, não era
nada. Mas ela conta que, no fundo
sabia. E sabia mais: que o tempo era
seu aliado.
Após a biópsia, partiu para uma
consulta com o mastologista, que
como ela diz, foi outro anjo. “Sempre
muito realista, me contou sobre tudo
o que eu deveria fazer e tudo que eu
iria passar.” Em menos de um mês,
ela fez a cirurgia e o tempo foi realmente seu aliado, pois o nódulo tinha
menos de dois centímetros e não havia avançado.
A cada exame realizado, uma comemoração familiar. Caroline elogia a
família e diz que foi a base de tudo.
“Quanto maior, melhor, pois todos ficam com forças esgotadas”, disse.
“Meu marido estava abalado.
Acho que foi a única vez que o vi assim.” Quando foram ao consultório
médico para retirada dos pontos, ela
conta que a grande surpresa ainda
estava por vir: “uma viagem para o
lugar onde sempre estamos felizes
e sempre nos fazem felizes!” Durante a consulta, seu marido perguntou
ao médico mastologista se poderiam
viajar para Orlando.
“Sinceramente, nem eu acreditei, mas adorei a ideia de sair da
minha realidade. Acho que a surpre-
sa foi tão grande que nem o médico
parou para pensar e logo autorizou.
Seria um ano difícil e eu deveria voltar renovada.”
“Tenho muita força, foco e fé”
Quando voltou, Caroline conta
que a realidade veio à tona, mas se
sentiu mais amada e confiante. Então,
vieram as tão esperadas quimioterapias. “Li muito sobre, pensei em desistir algumas vezes, mas lembrei que
devemos estar sempre preparados,
pois temos pessoas que dependem da
gente, que nos amam e que torcem
por nós.”
Ela confessa que todos os dias
faz uma analogia entre a vida e uma
flecha. “Minha vida está puxada para
trás, mas quando soltar, pegará um
impulso e sempre seguirá para frente
e direto.”
Para aqueles que estão enfrentando situação semelhante, ela faz
um pedido: “que nunca percam a
esperança e vontade de viver; fazer o
bem sem olhar a quem; viver do simples; amar, beijar e curtir a família.
Viver cada segundo intensamente,
como se não existisse o amanhã.”

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