COLÉGIO ESTADUAL PROFESSORA HILDA TRAUTWEIN KAMAL

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COLÉGIO ESTADUAL PROFESSORA HILDA TRAUTWEIN KAMAL
COLÉGIO ESTADUAL PROFESSORA HILDA TRAUTWEIN KAMAL
ENSINO FUNDAMENTAL, MÉDIO E PROFISSIONAL
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
ANO LETIVO
1
2012
ÍNDICE
01 – APRESENTAÇÃO......................................................................................................03
02 – IDENTIFICAÇÃO DA ESCOLA..................................................................................07
03 – OBJETIVOS GERAIS.................................................................................................26
04 – MARCO SITUACIONAL.............................................................................................31
05 – MARCO CONCEITUAL..............................................................................................35
06 – MARCO OPERACIONAL.........................................................................................310
07 – AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL................................................................................315
08 – BIBLIOGRAFIA........................................................................................................316
09 – ANEXOS...................................................................................................................318
2
1. APRESENTAÇÃO
Na sociedade atual, exige-se que a escola desempenhe sua função social
de formar sujeitos cada vez mais capazes de conhecer os elementos de sua
situação no mundo para intervir nela, transformando-a (Savianni, 1986). Além da sua
função, a escola se organiza de modo a relacionar-se ativamente com a
comunidade, constrói currículos, coordena inúmeras atividades e informações
educativas, autoavalia-se, auxilia na formação dos docentes, gera e avalia projetos e
participa na formação de todos ao longo da vida.
A sociedade contemporânea exige da escola compromisso com a formação
de cidadãos que, através do conhecimento compreendam criticamente o contexto
social e histórico de que são frutos e sejam capazes de enfrentar os desafios
criticamente como interventores, criadores de ideias, realizadores de projetos,
avaliadores,
que
pensem
criticamente,
e
saibam
trabalhar
coletivamente,
respeitando a diversidade de ideias para que possam participar das decisões e
promover ações transformadoras.
Mediante esse aspecto, vê-se a importância da aquisição do conhecimento e
a formação da consciência crítica, para que estes jovens possam transformar a
realidade social, econômica e política de seu tempo.
Na perspectiva de uma concepção de educação transformadora é que
buscamos construir coletivamente o Projeto Político Pedagógico baseado na
reflexão das finalidades da escola, bem como na explicitação de seu papel social e
de suas ações a serem empreendidas como um compromisso político e pedagógico
por todos os envolvidos com o processo educativo, baseando-se nos princípios da
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei n° 9394/96, conforme segue:
Art.14. Os sistemas de ensino definirão as normas da gestão democrática do
ensino público na educação básica, de acordo com as suas peculiaridades e
conforme os seguintes princípios:
I participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto
pedagógico da escola;
II participação da comunidade escolar e local em conselhos escolares ou
equivalentes.
Além de possibilitar a promoção de um espaço de discussão e de
participação coletiva, a construção do Projeto Político Pedagógico, como
instrumento da ação educativa, busca refletir a realidade do Colégio Estadual Profª
Hilda T. Kamal, situada num contexto mais amplo da sociedade. Como afirma Veiga
(1996, p. 157), (..) a primeira ação que me parece fundamental para nortear a
organização do trabalho da escola é a construção do projeto pedagógico assentado
na concepção de sociedade, educação e escola que vise a emancipação humana.
Ao ser formulado por intermédio da discussão e do compromisso coletivo o
projeto se constitui como processo e, como tal, reforça o trabalho integrado e
organizado da equipe escolar para que possa coordenar a ação educativa da escola
e venha atingir o seu objetivo político e pedagógico.
É projeto porque se planeja as intenções de fazer, de realizar, dentro do
possível e antever um futuro diferente do presente. É político no sentido de
compromisso com a formação do cidadão para a sociedade em que vive. É
pedagógico no sentido de definir as ações educativas e as características
necessárias à escola de cumprir seus propósitos e suas intencionalidades, baseado
na definição do tipo da escola, da sociedade e do cidadão que desejamos formar.
Entende-se por Projeto Político Pedagógico porque está sendo construído
coletivamente a identidade da nossa escola pública, popular, democrática e de
qualidade para todos. Desse modo, propicia a vivência democrática através da
participação
de
todos
os
membros
da
comunidade
escolar:
professores,
representantes de alunos e de pais, equipe pedagógica, funcionários e direção, com
observância aos princípios democráticos, sendo submetido à aprovação do
Conselho Escolar.
Os princípios, pressupostos e diretrizes contidos no projeto têm como eixos
norteadores a gestão democrática, a Proposta Pedagógica Curricular e a Formação
Continuada dos trabalhadores em educação e dos pais.
A intencionalidade de construirmos um projeto político pedagógico com
qualidade nos remete às seguintes características:
• ser um processo permanente de reflexão e discussão dos problemas da escola,
na busca de alternativas à efetivação de seus ideais;
• ser um processo participativo de decisões;
• organizar o trabalho pedagógico na busca de revelar os conflitos e as
contradições;
• explicitar os princípios baseados na autonomia da escola, na solidariedade entre
os agentes educativos e no estímulo à participação de todos no projeto comum e
coletivo;
• conter opções explícitas para superação de problemas, no decorrer do trabalho
educativo voltado para uma realidade específica;
• explicitar o compromisso com a formação do cidadão crítico e sujeito de
transformação.
Para realizarmos este Projeto Político Pedagógico percorremos os seguintes
caminhos: análise do diagnóstico da escola, levantando as suas reais necessidades;
estudo em pequenos grupos dos temas abordados nas discussões e na elaboração
coletiva do Projeto Político Pedagógico.
2. IDENTIFICAÇÃO DA ESCOLA
Colégio Estadual Professora Hilda Trautwein Kamal - Ensino Fundamental, Médio e
Profissional.
Site: htpp://umrhildakamal.seed.pr.gov.br
E-mail: [email protected]
Código do Município: 2830
Código do Estabelecimento: 0818
Telefones: 44 3622 1556
44 3622 1648
44 3626 2625
Distância do NRE: 3 km
O
Colégio
Estadual
Professora
Hilda
Trautwein
Kamal
-
Ensino
Fundamental, Médio e Profissional está situado na Avenida Ipiranga, n° 4188, no
Município de Umuarama, NRE de Umuarama e é mantido pelo Governo do Estado
do Paraná e Comunidade Escolar.
O Colégio foi criado no ano de 1982, através da Resolução Conjunta n°
07/82, publicada no Diário Oficial n° 184, página 14, de 06/05/1982.
Em princípio denominou-se Escola Professora Hilda Trautwein Kamal Ensino
de 1° Grau. Escolhida como patrono da escola por vários representantes de órgãos
públicos do município, a referida professora, falecida em 31 de dezembro de 1977,
muito contribuiu em prol do Magistério Umuaramense.
A homenagem prestada à professora Hilda T. Kamal que nasceu no dia 11
de janeiro de 1925, na cidade de Tambaú, Estado de São Paulo, deveu-se aos anos
de dedicação aos alunos e ao excelente trabalho exercido nas escolas que
funcionavam no mesmo prédio e que antecederam à implantação da atual escola.
Classificada como estabelecimento de médio porte, iniciou as primeiras
matrículas em 04 de janeiro de 1982. As atividades escolares começaram a partir do
dia 08 de fevereiro de 1982, com 516 (quinhentos e dezesseis) alunos distribuídos
em três períodos.
Resolução: 07/82, 13.0.E. - 06/05/82, autoriza o funcionamento da Escola
Profª Hilda T. Kamal - Ensino de 1° Grau – 1ª a 8ª séries. Renova o reconhecimento
do Ensino Fundamental a partir de 2006 conforme Resolução de Autorização nº
0007/82, parecer nº 2982/06.
Pela Resolução n° 2552/82 foi autorizado o funcionamento da sala especial
para atendimento à criança considerada na época como "portadora de deficiência
mental".
Resolução 4230/83 autoriza o funcionamento de 5ª à 8ª séries noturno.
Em 1990 foi implantado o CBA (Ciclo Básico), num contínuo de dois anos
com três turmas iniciantes, tendo três professores e um auxiliar de regente com dez
(10) horas de contraturno.
Resolução 5040/93, D.O.E., autoriza o funcionamento do 2° Grau Auxiliar
em Enfermagem. Transformando-o em Colégio Estadual Profª Hilda T. Kamal Ensino de 1° e 2° Graus. A Resolução nº 489/2002 Diário Oficial nº 6185 autoriza e
credencia o funcionamento do Curso Técnico em Enfermagem a partir do início do
ano letivo de 2001 que cessa definitivamente a partir de 2006 conforme parecer
1762/06.
Resolução nº 4099/94 altera a denominação de Escola para Colégio
Estadual Professora Hilda Trautwein Kamal-Ensino de 1º e 2º Graus e a Resolução
nº 489/02 acrescenta o termo Profissional no nome, passando a denominar-se
Colégio Estadual Professora Hilda Trautwein Kamal-Ensino Fundamental, Médio e
Profissional.
Resolução nº 1027/06 desde 2008, parecer 179/08 reconhece o Curso
Técnico em Enfermagem – Área Profissional: Saúde, com oferta presencial,
conforme parecer 669/08 que altera o plano de curso a partir de 2008, e regulariza o
período ausente de autorização para funcionamento do curso e convalida os atos
escolares desde 2007 até a presente data.
Autorização de funcionamento do Curso Técnico em Enfermagem-PROEJAParecer 598/08 de 01/01/08.
Deliberação 001/96, CEE - autoriza o funcionamento do Projeto Correção de
Fluxo fase inicial e final.
Resolução 2829/97 D.O. E. - 18/09/97, autoriza o funcionamento do curso de
Educação Geral em implantação gradativa conforme o Parecer 1609/97 reconhecido
através da Resolução 41 de 04/02/03 - Parecer nº 1111/02. A Resolução nº 4225/07
renova o reconhecimento do Ensino Médio conforme Parecer nº 2501/07.
Resolução nº 2621/04 Diário Oficial nº 6800 de 24/08/04. Autoriza o
funcionamento da Sala de Recursos, Ensino Fundamental (5ª a 8ªSérie), área de
Deficiência Mental e distúrbio de aprendizagem por 02 anos a partir do início do ano
letivo de 2004. A Resolução nº 4699/07 prorroga o funcionamento, com 20 horas
conforme Parecer nº 3000/07 e o Parecer nº2963/07 amplia de 20 para 40 horas a
carga horária.
Resolução 208/04-Instrução 04/04 Sala de Apoio: 5ª série.
Resolução nº 2137/2004 de 14/06/04:
CELEM, Ensino
extracurricular e
plurilinguista.
Na direção deste Colégio passaram vários professores que contribuíram
para que o mesmo evoluísse de forma notável, os quais foram:
De 1982 a 1985 - Professora Neusa Simões Nunes.
De 1986 a 1989 - Professor Adgair Vicente Lovato.
De 1990 a 1992 - Professora Haidé Alves de Souza Matheus.
De 1993 a 1995 - Professora Maria Aparecida Ribeiro Pereira.
De 1996 a 2010 - Professor Adalberto Carlos Rigobello
2011 – Professor Gilmar Tamborini
2012 – Jeferson Henrique Trento
ORGANIZAÇÃO DO TEMPO E ESPAÇO DA INSTITUIÇÃO
Em 2012, o Colégio oferta as séries finais do Ensino Fundamental de 9 anos
(6º/9º) e o Ensino Médio com duração de 3 anos, nos períodos matutino, vespertino
e noturno e a Educação Profissional Técnica de nível médio com os cursos de
Técnico em Enfermagem Subsequente, com duração de 2 anos, Técnico em
Enfermagem Integrado - PROEJA, com duração de 3 anos e o curso de Agente
Comunitário de Saúde Subsequente, com duração de 1 ano e meio, todos ofertados
no período Noturno com organização semestral.
Atualmente, o estabelecimento atende 751 (Setecentos e cinquenta e um)
alunos, matriculados no Ensino Fundamental e Médio.
No Ensino Técnico Profissional em Enfermagem estão matriculados 87
(oitenta e sente) alunos. Nas salas de apoio e de Recursos são atendidos 23 (vinte e
três) alunos.
A partir de 2004, o Colégio ampliou as atividades complementares de
contraturno, através da Secretaria de Estado da Educação em parcerias com outras
entidades, que são atividades educativas integradas ao Currículo Escolar, com a
ampliação dos tempos, espaços e oportunidades de aprendizagem, que visam
ampliar a formação dos alunos, aprofundar os conteúdos das disciplinas,
contribuindo de forma significativa no processo ensino e aprendizagem:
• Sala de apoio do 6º ao 9º ano – Período Vespertino;
• Sala de apoio de 6º/7º ano – Período Matutino;
•
Sala de Recursos Multifuncional – Período Matutino;
•
Atividades Complementares de contraturno:
- Aprofundamento em Matemática para os 8ºs e 9ºs anos – Período
Vespertino;
- Treinamento Desportivo para os alunos do Ensino Médio no contraturno,
período Intermediário (Futsal).
•
CELEM (Centro de Línguas Estrangeiras Modernas) – Vespertino e
contraturno
CELEM
Dar-se-á no ensino de LEM, o acesso a conhecimentos linguísticos,
discursivos, culturais e sociopragmáticos, oportunizando o discurso, a percepção de
possibilidades de construção de significados em relação ao mundo em que vive.
Significados sociais e historicamente construídos e passíveis de transformação na
prática social.
A língua estrangeira é um instrumento de comunicação entre os povos. Ela
assume funções de inserir sujeito num contexto global, contribuindo para seu próprio
desenvolvimento e o da comunidade.
Reconhecer
o
aprendizado
da
língua
estrangeira
permite
pensar
criticamente sobre o papel da língua na sociedade, conhecer a diversidade
linguística e cultural, bem como seus benefícios para o desenvolvimento cultural do
ser.
Ensinar e aprender línguas é também ensinar e aprender percepções de
mundo e maneiras de construir sentido, é formar subjetividades, independentemente
do grau de proficiência atingido. O ensino de língua estrangeira amplia as
perspectivas de ver o mundo, de avaliar os paradigmas já existentes e cria novas
possibilidades de construir sentidos do e no mundo.
A partir das reflexões em torno da abordagem comunicativa, identificou-se
na pedagogia crítica, o referencial teórico que sustenta a valorização da escola com
o espaço social, responsável pela apropriação crítica e histórica do conhecimento,
compreensão da realidade social para a transformação da realidade.
Entende-se que a escolarização tem o compromisso de prover aos alunos
meios necessários para que não assimilem o saber enquanto resultado, mas
aprendam o processo de sua produção, bem como as tendências de sua
transformação.
O CELEM é ofertado para alunos do estabelecimento e pessoas da
comunidade, sendo que atualmente possui 106 (cento e seis) alunos, divididos entre
períodos vespertino, noturno e intermediário.
SALA DE APOIO À APRENDIZAGEM DE 6º ao 9º ANOS
O Programa de Sala de Apoio à Aprendizagem tem a finalidade de auxiliar a
ação pedagógica para enfrentamento dos problemas relacionados à aprendizagem
de Língua Portuguesa e Matemática dos alunos matriculados dos 6º ao 9º anos do
Ensino Fundamental, no que se refere aos conteúdos de leitura, escrita e cálculo. O
mesmo acontece em contraturno e conta com o apoio dos pais e/ou responsáveis.
SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAL – TIP0 I EDUCAÇÃO BÁSICA
A Sala de Recursos é uma modalidade de atendimento da Educação
Especial, e como tal é um Serviço Especializado de natureza pedagógica que dá o
suporte e complementa o atendimento educacional realizado em Classes Comuns
aos educandos que apresentam comprometimento na aquisição de conteúdos
básicos, dificuldades de atenção, concentração, raciocínio, memorização, entre
outros, prejudicando a sua aprendizagem. Para atender a essas defasagens,
trabalham-se as áreas do desenvolvimento cognitivo, motor, sócio afetivo e
emocional.
Partindo do pressuposto que todos têm capacidade para aprender, faz-se
necessário realizar adaptações curriculares e atendimento individualizado aos que
dela necessitam.
ESTÁGIO-NÃO-OBRIGATÓRIO
É desenvolvido como atividade opcional para o aluno com idade mínima de
16 anos, acrescido à carga horária regular e obrigatória, não interferindo na
aprovação e reprovação do aluno.
AVALIAÇÃO E RECUPERAÇÃO
Ela é diagnóstica e diversificada para que o estudante consiga se envolver
no processo ensino-aprendizagem, mostrando realmente o que tem absorvido; uma
vez que a função da avaliação serve para diagnosticar e estimular. A recuperação é
paralela, através de retomadas de conteúdos adotando os critérios da avaliação
diagnóstica. E os resultados das avaliações são registrados no livro diário de classe
do professor e repassados aos pais através de boletins em reuniões realizadas
bimestralmente. Para avaliar os alunos, os professores utilizam no mínimo dois
instrumentos diversificados, cuja somatória dos valores atribuídos totalizará 10,0
(dez), observando os exemplos abaixo.
EDUCAÇÃO BÁSICA
Avaliação Avaliação Trabalho Média
X
6,0
4,0
10,0
3,0
3,0
4,0
10,0
6,0
2,0
2,0
10,0
EDUCAÇÃO PROFISSIONAL
Avaliação
8,0
Trabalho
2,0
Média
10,0
NÚMERO DE TURMAS E ALUNOS – 2012
SÉRIE
Nº TURMAS
TURNO
Nº ALUNOS
6º
7º
8º
9º
1 EM
2 EM
3 EM
6º
7º
8º
9º
1 EM
1 EM
2 EM
3 EM
Téc.Enferm.Proeja
02
02
02
03
03
02
02
01
02
01
01
02
01
02
01
01
Manhã
Manhã
Manhã
Manhã
Manhã
Manhã
Manhã
Tarde
Tarde
Tarde
Tarde
Tarde
Noite
Noite
Noite
Noite
51
62
70
65
92
95
61
30
46
35
30
29
41
43
42
35
2 Semestre
4 Semestre
6 Semestre
Téc. Enferm.- Subs.
01
01
01
Noite
Noite
Noite
9
4
38
1 Semestre
2 Semestre
4 Semestre
Téc. ACS- Subs.
01
01
01
Noite
Noite
Noite
26
26
20
2 Semestre
Total
32
898
CELEM – ESPANHOL BÁSICO
1 Serie
1 Série
2 Serie
2 Série
1 Série
TOTAL
01
01
01
01
01
05
Tarde
Interm. Tarde
Tarde
Interm. Tarde
Noite
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO
Matutino
Vespertino
Noturno
07h35min às 12h:00
13h10min às 17h35min
19h00min às 23h15min
23
25
20
20
18
106
RECURSOS HUMANOS
EQUIPE TÉCNICO ADMINISTRATIVO, PEDAGÓGICO E DOCENTES
O Colégio tem em seu quadro de funcionários 104 professores, 08
pedagogas, 1 diretor, 1 diretor auxiliar, 02 coordenadoras dos cursos da educação
profissional, 02 coordenadoras de estágio, 11 Agentes Educacionais II, 16 Agentes
Educacionais I e 01 agente de execução, sendo pertencentes ao QPM, QUP, QFEB
e PSS. Abaixo segue o quadro com especificação da função e formação dos
mesmos.
Alice Remde do Nascimento
Equipe Pedagógica
Pedagogia
Alvaro Barbosa da Silva
Agente Educacional II
Letras
Aparecida Alves dos Santos
Agente Educacional
Pedagogia
Cecilia Turci
Agente Educacional I
Ensino Médio
Celia Maria Gonfio da Silva
Agente Educacional II
Pós graduação:
Gestão Pública
Celso Pereira de Azevedo
Agente Educacional I
Ensino Médio
Claudia Generosa Duarte
Agente Educacional II
Pós graduação:
Gestão Pública
Dalva Silva Gomes dos Santos
Professor
Enfermagem
Elisabeth Furlan bellini
Professor
Enfermagem
Eva Maria dos Reis
Agente Educacional I
Ensino Fundamental
Fabiula Cristina Nunes da Silva
Agente Educacional II
Letras
Francisca da Silva Sartori
Agente Educacional I
Ensino Médio
Garlete Ferratto
Agente Educacional II
Ciências Contábeis
Gildete da Silva Honorato
Agente Educacional I
Pós-Médio em
Alimentação Escolar
Gilmar Tamborini
Diretor
Ciências Biológicas
Gilsamar Ribero de Almeida
Professor
Laboratorista
Helena Aparecida da Silva
Professor
Pedagoga
Ivete de João Malheiros
Equipe Pedagógica
Pedagogia
Jeferson Henrique Trento
Diretor
Letras/Espanhol
Josefina Gomes Pessoa
Agente Educacional I
Ensino Fundamental
Leila de Souza Mateus
Agente Educacional II
Pedagogia
(Especialização)
Lourdes Graciela Silva Luz
Agente Educacional II
Ciências/Biologia
Luzia Aparecida Marcondes
Firmino
Agente Educacional I
Ensino fundamental
Incompleto
Marcio Alves Lopes
Agente Educacional II
Gestão Pública
Maria Antonia Ramalho Paulino
Agente Educacional I
Ensino Médio
Maria Aparecida Coutinho do
Amaral
Professor
Pedagogia
Maria do Carmo Pio
Agente Educacional II
Pedagogia
Maria Harue Takaki
Coordenadora de
Curso
Enfermagem
Maria Helena
Agente Educacional I
Ensino Médio
Maria Lucinda dos Santos Vieira
Agente Educacional I
Pós-Médio(Téc. Em
Alimento)
Miriam Bobbato Ferreira
Agente Educacional I
Magistério
Odete Coltro
Agente Educacional I
Ensino Médio
Ruth Berther Fogaça
Agente educacional II
Pós-graduação
Sara Teixeira da Costa
Equipe Pedagógica
Pedagogia
Sebastiana M. de Oliveira Souza
Agente Educacional I
Ensino Médio
Sueli de Fatima Gardim
Professor
Pedagoga
Vania Gisele Bruno Moreira
Equipe Pedagógica
Pedagogia
Viviane Nunes da Silva
Secretaria Escola
Ensino Médio
Adelaide M. Teixeira Camacho
Professor
Matemática
Ademir Carlos Ziolli
Professor
Geografia
Aline Marimatsu Correia
Professor
Física
Ana Paula da Silva
Professor
Letras
Ana Santos da Silva de Almeida
Professor
Letras/Inglês
Andreia Morando Tupan
Professor
Física
Andreia Naomi Kumagai
Professor
Matemática
Aparecida Fernandes Brito
Professor
Geografia
Cacilda Alves de Almeida
Professor
Arte
Carla Martos de Almeida
Professor
Química
Carlos Alberto martins
Professor
Sociologia
Carlos Roberto de Arruda
Professor
Educação Fisica
Carmo Fogaça
Professor
Educação Física
Cecilia Cividini
Professor
Enfermagem
Cibele Cardoso C. Siqueira
Professor
Ciências Biológicas
Claudemir Miiller
Professor
História
Dalva Ines Amadeu
Professor
Ciências Biológicas
Dalva Silva Gomes dos Santos
Professor
Enfermagem
Dalva do Nascimento
Professor
Geografia
Denise Destro Stevanelli
Professor
Letras/Inglês
Dhiancarlly Fodra Gonçalves
Professor
Matemática
Edicleia Martins
Professor
Enfermagem
Edileia Cristina Beltrame
Professor
Educação Física
Edinei Aparecido Mora
Professor
Biologia
Elisabeth Furlan Bellini
Professor
Enfermagem
Elisabete Alves Rodrigues Carlos
Professor
História
Eunice Fátima de Oliveira
Professor
Letras
Eurides Josefa Dos Santos
Professor
Ciências
Fagner Negri
Professor
História
Fernanda M. de Almeida Teixeixa
Professor
Física
Francisco Enor G. de Castilhos
Professor
Física
Gilmar Tamborini
Professor
Ciências
Gilsamar Ribeiro de Almeida
Professor
Enfermagem
Gilza Benites Rodrigues Orsi
Professor
Letras
Gisele Vanessa Frasson
Professor
Letras/Espanhol
Ivone Dalloca
Professor
Geografia
Jackeline Janeiro Araujo
Professor
Enfermagem
Jaira Veloso
Professor
Psicologia
Janete Tamborini Ferreira
Professor
Letras
Jaqueline Borges Gomes
professor
Enfermagem
Jaquicilene Ignacio da Silva Garcia Professor
Letras
Jediene Bastos Rezende
Professor
Letras/Inglês
José Oscar Silva
Professor
Geografia
José Paulo Bruna
Professor
Geografia
José Provetti Junior
Professor
Filosofia
Josiane Bergo de Oliveira
Professor
Psicologia
Juliana Franciscatto Florencio da
Silva
Professor
Enfermagem
Lidia Adjane Gomes
Professor
Enfermagem
Lidia de Matos Alves
Professor
Geografia
Lisneia Aparecida Bezerra
Professor
Ed. Artística
Lucia Maria de Lima vieira Fassine Professor
Física
Luciana Paula Marquezi
Professor
Letras
Luzia Ant. do Carmo Sanches
Arriaga
Professor
Enfermagem
Luzia Tereza Uliana
Professor
Matemática
Maisa de Oliveira
Professor
Enfermagem
Marcia Alves de Sousa
Professor
Enfermagem
Márcia Dias Menon Simas
Professor
Enfermagem
Márcia Maria de Freitas
Professor
Enfermagem
Margareth V. Luiza Orlandini
Navarro
Professor
Letras
Maria Aparecida de Almeida
Professor
Letras
Maria Aparecida Fernandes Marin
Professor
Matematica
Maria Cristina Ferrarin
Professor
Matemática
Maria Cristina Pelacani
Professor
Matemática
Maria Harue Takaki
Professor
Enfermagem
Marinilda Gosalan Stel
Professor
Ensino Religioso
Marlei de Fatima Tavares
Professor
Letras
Marlene Ap. Pedrini Xavier de Melo Professor
Enfermagem
Marlene Fracasse Gomes
Professor
Arte
Marta Elaine Serafin dos Santos
Professor/Coord. De
Estágio
Enfermagem
Marlene Fracasse Gomes
Professor
Arte
Millene Aparecida Greatti
Professor
Letras
Neucimara Ferreira de Souza
Professor
Letras
Olinda de Souza Caldas
Professor
Ciências Biológicas
Renato Fidelis Ramos
Professor
Pedagogia
Rita de Cássica Struckel
Professor/Coord. De
Curso
Psicologia
Rita de Cassia Veríssimo
Professor
Ciências
Rosinei Aparecida dos Santos
Ferrari
Professor
Química
Rosangela Aparecida Bagatin
Pereira
Professor
Rosinei Aparecida dos Santos
Ferrari
Professor
Química
Shirley da Costa Jardim
Professor
História
Silvia Galerani
Professor
Pedagogia
Silvia Helena Guis
Professor
Letras/Inglês
Suely Mara Boer Potier
Professor
Letras/Inglês
Suzimara da Cunha
Professor
Letras
Tiago Soares dos Santos
Professor
Sociologia
Valcir Bocatto
Professor
Educação Física
Zenira Aparecida Canalli Dorigan
Professor
Letras
AGENTE EDUCACIONAL I e II
a) Agente Educacional II: é o setor que tem a seu encargo todo o serviço de
escrituração escolar e correspondência do Estabelecimento de Ensino.
b) Agente Educacional I: têm o seu encargo a manutenção, preservação,
segurança e Merenda Escolar do Estabelecimento de Ensino.
O espaço físico do Colégio Hilda T. Kamal é composto de:
01 Sala Direção;
01 Sala Secretaria;
01 Sala de Espera;
02 Salas para Pedagogos;
01 Sala dos Professores com 02 Banheiros: um masculino e feminino;
16 Salas de Aula;
01 Sala de Recursos;
01 Sala de Apoio: Matemática/Língua Portuguesa;
01 Sala de Almoxarifado;
01 Sala para Hora-Atividade;
01 Sala de Coordenação de Enfermagem;
01 Cozinha;
01 Refeitório (Ambiente Multiuso);
01 Sala Cantina Comercial;
01 Pátio Coberto;
01 Sala de Educação Física;
01 Laboratório de Ciências, Física, Química e Biologia;
01 Laboratório de práticas para a Educação Profissional;
01 Laboratório de Informática para a Educação Básica;
01 Laboratório de Informática para a Educação Profissional;
01 Biblioteca para a Educação Básica e profissional;
07 Banheiros femininos;
05 Banheiros masculinos;
01 Casa do Caseiro;
03 Quadras de Esportes;
02 Mini Quadras;
01 Pátio sem cobertura;
01 Estacionamento coberto para os professores;
Obs.: Depósito de Merenda improvisado.
BIBLIOTECA
A biblioteca funciona nos três turnos com o auxílio de agentes educacionais
II e professores readaptados em um espaço adequado, contando com um acervo de
livros literários, enciclopédias, livros das áreas epecíficas, revistas e outros
totalizando 6.257 sendo:
• Livros de Literatura: 4.135;
• Paradidáticos – Ensino Básico: 1722;
• Paradidáticos - Ensino Profissional: 400
• Coleções de Enfermagem: 24;
•
Coleções paradidáticas - biblioteca básica: 19;
• Coleções literatura: 26.
Possue ainda: dois computadores com Internet para facilitar o trabalho dos
auxiliadores da biblioteca.
Os alunos têm acesso livre aos livros para leituras e pesquisas na mesma ou
leva-los, devolvendo posteriormente com prazo estabelecido à biblioteca, uma vez
que esta faz parte e favorece o desenvolvimento do estudante complementando,
enriquecendo e desenvolvendo o conhecimento cultural.
LABORATÓRIO DE CIÊNCIAS, FÍSICA, QUÍMICA E BIOLOGIA
O trabalho será desenvolvido, pelos professores com auxílio de uma
Assistente de Execução, concursada e qualificada para tal tarefa;
A Assistente dará axilio técnico ao professor e seus alunos durante a aula
ajudando a manter o bom andamento da atividade prática de laboratório;
Acompanhará as aulas teóricas e após, organizará os materiais para as
aulas práticas;
Junto com o professor estudará o planejamento para propor práticas que
atendam a realidade e a necessidade de cada turma.
LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA
Será monitorado pelos professores das respectivas disciplinas, ficando os
mesmos responsáveis pelo uso para pesquisas e sites consultados com os
estudantes.
Temos um professor readaptado para auxiliar no uso do laboratório. Cada
professor leva seus alunos para aulas práticas de pesquisas.
LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA - CURSO PROFISSIONALIZANTE
Funciona juntamente com a Biblioteca de Enfermagem, onde o aluno tem a
possibilidade de realizar pesquisas bibliográficas tendo como opção a Internet.
LABORATÓRIO DE ENFERMAGEM
Terá um professor laboratorista para a organização geral. As aulas serão
acompanhadas pelo professor das aulas práticas.
QUADRA ESPORTE: Local onde são realizadas as aulas de Educação Física. O
corpo docente e os alunos utilizam com frequência as quadras para realização de
jogos interclasses , e a tradicional Festa Junina.
PÁTIO: O Estabelecimento possui amplo pátio acima de 1000m 2 de calçamento,
espaço necessário para atender as dezenas de alunos por turnos durante os
horários de intervalo. Possui diversos bancos e floreiras para acomodação e
embelezamento.
REFEITÓRIO: A APMF (Associação de Pais Mestres e Funcionários) construiu com
recursos da comunidade um refeitório de 220m 2 para abrigar os alunos no horário do
lanche.
O local serve para realização de assembleias com os pais, palestras, shows,
eventos culturais, etc...
CANTINA: A cantina comercial é administrada pela APMF, e atende necessidades
da comunidade escolar com lanches e bebidas, de acordo com a legislação para o
seu funcionamento.
MERENDA ESCOLAR: A merenda escolar deste Estabelecimento de Ensino é
fornecida pelo Estado. O estabelecimento possui uma merendeira por período,
capacitada para esta finalidade.
DADOS DE DESEMPENHO ESCOLAR NO ENSINO FUNDAMENTAL- 2011
LEVANTAM ENTO RELATÓRIO FINAL DE 2011 -NRE - UM UARAM A
ESTABELECIMENTO DE ENSINO: COLÉGIO ESTADUAL PROFESSORA HILDA T. KAMAL
MUNICÍPIO: UMUARAMA
5ª SÉRIE
Alunos
Disciplina
M atrículados
Aband.
Arte
Ciências
Ed. Física
Geografia
História
L. Port.
LEM
Matemática
TOTAL GERAL
117
0
Transf.
7
Aprov.
97
97
97
97
97
97
97
97
97
Aprov. Sem
Conselho
97
96
97
96
95
95
96
93
-
Aprov.
pelo C.C.
0
1
0
1
2
2
1
4
-
Reprovados
4
7
0
7
6
7
5
8
10
6ª SÉRIE
Alunos
M atrículados
Disciplina
Aband.
Arte
Ciências
Ed. Física
Geografia
História
L. Port.
LEM
Matemática
TOTAL GERAL
76
0
Transf.
4
Aprov.
67
67
67
67
67
67
67
67
67
Aprov. Sem
Conselho
61
66
67
63
65
64
61
60
-
Aprov.
pelo C.C.
6
1
0
4
2
3
6
7
-
Reprovados
3
2
0
1
3
3
2
3
3
7ª SÉRIE
Alunos
M atrículados
Aband.
Transf.
Aprov.
93
93
93
93
93
93
93
93
93
Aprov. Sem
Conselho
112
115
117
101
104
113
113
97
-
Aprov.
pelo C.C.
5
2
0
16
13
4
4
20
-
Reprovados
12
10
0
12
12
11
10
12
12
Aprov.
151
151
151
151
Aprov. Sem
Conselho
148
142
151
134
Aprov.
pelo C.C.
3
9
0
17
Reprovados
9
10
2
12
Disciplina
Arte
Ciências
Ed. Física
Geografia
História
L. Port.
LEM
Matemática
TOTAL GERAL
Disciplina
Arte
Ciências
Ed. Física
Geografia
117
1
8ª SÉRIE
Alunos
Aband.
M atrículados
7
Transf.
ORGANIZAÇÃO DA HORA ATIVIDADE
Os professores têm 20% da sua carga horária semanal para dedicação à
hora atividade. Sendo 10% para estudos, reuniões pedagógicas, pré-conselho de
classe e informações gerais da escola e 10% para preparação de material didático,
elaboração de atividades, avaliações, conforme consta no regimento escolar do
colégio.
Segunda-feira Terça-feira
Quarta-feira Quinta-feira Sexta-feira
História
Língua Portuguesa Matemática
Bilogia
Arte
Geografia
LEM
Ciências
Educação Física
Química
Ensino Religioso
Física
Filosofia
Sociologia
3. OBJETIVOS GERAIS
Esta instituição tem como função social garantir o processo de ensino e
aprendizagem
do
conhecimento
científico
historicamente
produzido
pela
humanidade, contribuindo para que o aluno desenvolva a leitura e a escrita com
significado, bem como para o desenvolvimento cognitivo, social e afetivo,
objetivando formar um cidadão crítico e participativo de modo a vir atuar na
transformação social.
A educação escolar constitui-se em um trabalho intencional sistemático,
planejado e continuado para crianças, adolescentes e jovens durante um período
extensivo de tempo, diferindo-se de processos educativos que ocorram em outras
instâncias, como na família, na mídia, no trabalho, no lazer e nos demais espaços de
construção de conhecimento e valores para o convívio social.
Desse modo, o colégio busca cumprir a sua função, oferecendo uma
educação que através do trabalho com o conhecimento em sua totalidade, forme
sujeitos capazes de atuarem como cidadãos, compreenderem o contexto social e
transformarem a sociedade, formando indivíduos críticos, sabedores de sua
importância num processo de transformação da sociedade, capazes de analisar a
realidade com objetividade, firmeza, justiça, solidariedade respeitando a diversidade
cultural, superando toda forma de preconceito e discriminação.
A Educação Profissional e Tecnológica no cumprimento dos objetivos da
educação nacional integram-se aos diferentes níveis e modalidades de educação e
às dimensões do trabalho, da ciência e da tecnologia, e articulam-se com o ensino
regular e com outras modalidades educacionais: Educação de Jovens e Adultos,
Educação Especial e Educação à Distância(DCNGEB).
A Educação Profissional tem como objetivo, a formação humana para
apreensão dos conhecimentos sócio-históricos, científicos e tecnológicos e deverá
ter como princípios, a articulação com a Educação Básica, o trabalho como princípio
educativo, a integração com o trabalho, a ciência, a cultura e a tecnologia e o
estímulo à educação permanente e contínua, devendo garantir ao aluno uma sólida
formação científico-tecnológica, indispensável ao exercício da cidadania, à efetiva
participação nos processos sociais e produtivos e a continuidade dos estudos.
EDUCAÇÃO BÁSICA
A Educação Básica é direito universal e alicerce indispensável para a capacidade
de exercer em plenitude o direito à cidadania. É o tempo, o espaço e o contexto em que o
sujeito aprende a constituir e reconstituir a sua identidade, em meio a transformações
corporais, afetivoemocionais, socioemocionais, cognitivas e socioculturais, respeitando e
valorizando as diferenças. (DCNGEB)
A interação com outras pessoas é fundamental para o desenvolvimento humano,
uma vez que o mesmo cresce num ambiente social. O homem sem contato humano não
consegue ser humano, no entanto só se é homem vivendo em sociedade. VYGOTSKY,
(1987) afirma que “ao mesmo tempo que o ser humano transforma o seu meio para atender
suas necessidades básicas, transforma-se a si mesmo”.
Para ser considerada como possuidora de certa habilidade, a criança tem que
demonstrar que pode cumprir a tarefa sem nenhum tipo de ajuda. VYGOTSKY, (1987)
denomina essa capacidade de realizar tarefas de maneira independente de nível de
desenvolvimento real. Devemos considerar o nível real da criança e o nível de
desenvolvimento potencial dela para compreender adequadamente o desenvolvimento que
a torna capaz de desempenhar tarefas com a ajuda de adultos ou de colegas mais capazes.
“ O desenvolvimento se dá num ambiente social determinado e a relação co
o outro, nas diversas esferas e niveis da atividade humana, é essencial para
o processo de construção do ser psicológico individual” (OLIVEIRA, 1993).
Partindo
dos
dois
níveis
desenvolvimento proximal (ZDP) como
de
desenvolvimentos,
define-se
a
zona
de
“a distância entre o nível de desenvolvimento
potencial, determinado por meio de solução de problemas sob a orientação de um adulto ou
em colaboração com companheiros mais capazes” (VYGOTSKY, 1987 – p.22). Assim, a
interferência de outros indivíduos é a mais transformadora quando ocorre na zona de
desenvolvimento proximal.
“Só se beneficiará do auxílio na tarefa de amarrar sapatos, a criança que
ainda não aprendeu bem a fazê-lo, mas já desencadeou o processo de
desenvolvimento dessa habilidade” (VYGOTSKY et al, 1988 – p.112).
A situação escolar precisa estar bem estruturada e explicitamente
comprometida com a promoção de processos de aprendizado e desenvolvimento:
neste contexto, entram os brinquedos e os jogos, outros domínios da atividade
infantil que têm relações com o desenvolvimento. Eles criam uma zona de
desenvolvimento proximal na criança. Daí, o grande significado que têm para ela, os
jogos simbólicos. Um, dentre diversos exemplos, é a brincadeira do faz-de-conta privilegiada em sua discussão sobre o papel do brinquedo no desenvolvimento.
“O
comportamento
das
crianças
é
fortemente
determinado
pelas
características das situações concretas em que elas se encontram”
(OLIVEIRA, 1993 - 59).
Quem ensina tem um momento privilegiado ao instigar acriança;
‘bombardeá-la’ de perguntas; pedir sua opinião sobre algo, pois tudo isso favorece o
seu desenvolvimento cognitivo e afetivo, respeitando as suas limitações.
• A atenção – que vai sendo gradualmente submetida a processos de controle
voluntários, em grande parte, fundamentados na mediação simbólica.
• A memória – uma importante função psicológica ao longo do desenvolvimento
e com poderosa influência dos significados e da linguagem.
Por tudo isso, é importante considerar o ensino como uma prática social específica,
a qual ocorre no interior de um processo de educação e que acontece de maneira
espontânea ou sistematizada, intencional e organizada, sempre que mediada pelo
educador.
“O ensino não é, portanto, um movimento de transmissão que termina
quando a coisa que se transmite é recebida, mas o começo do cultivo de
uma mente de forma que o que foi semeado crescerá” (OAKESHOTT, 1968
– p.160).
ESTABELECIMENTO DE ENSINO
Esta instituição tem como função social garantir o processo de ensino e
aprendizagem
do
conhecimento
científico
historicamente
produzido
pela
humanidade, contribuindo para que o aluno desenvolva a leitura e a escrita com
significado, bem como para o desenvolvimento cognitivo, social e afetivo,
objetivando formar um cidadão crítico e participativo de modo a vir atuar na
transformação social.
A educação escolar constitui-se em um trabalho intencional sistemático,
planejado e continuado para crianças, adolescentes e jovens durante um período
extensivo de tempo, diferindo-se de processos educativos que ocorram em outras
instâncias, como na família, na mídia, no trabalho, no lazer e nos demais espaços de
construção de conhecimento e valores para o convívio social.
Desse modo, o colégio busca cumprir a sua função, oferecendo uma
educação que através do trabalho com o conhecimento em sua totalidade, forme
sujeitos capazes de atuarem como cidadãos, compreenderem o contexto social e
transformarem a sociedade, formando indivíduos críticos, sabedores de sua
importância num processo de transformação da sociedade, capazes de analisar a
realidade com objetividade, firmeza, justiça, solidariedade respeitando a diversidade
cultural, superando toda forma de preconceito e discriminação.
4. MARCO SITUACIONAL
O marco situacional busca identificar, explicitar e analisar os problemas e
necessidades presentes no contexto escolar. O Colégio Estadual Profª. Hilda
Trautwen Kamal atende alunos oriundos das mais diferentes classes sociais, de
várias localidades da cidade, de distritos e da zona rural, e como toda instituição
escolar apresenta um quadro grande de dificuldades a serem superadas, para que
consiga promover uma educação de qualidade, buscando atender as necessidades
dos estudantes de diversos contextos sociais e culturais e com diferentes
capacidades e características, assegurando a todos a igualdade do direito à
educação.
Como a função social da escola pública é de ensinar os conteúdos
historicamente produzidos pela humanidade, garantir o princípio democrático de
condições de acesso e de permanência na escola com qualidade, numa perspectiva
emancipadora e de transformação social, o Colégio Profª Hilda Trautwen Kamal tem
um grande desafio pela frente, buscando ações coletivas para reverter o quadro com
os índices do desempenho escolar que se apresentam abaixo, buscando consolidar
uma cultura de avaliação em que o caráter formativo deva predominar sobre o
quantitativo e classificatório, adotando estratégias que favoreçam a aprendizagem
do aluno, de forma articulada.
RESULTADOS AVALIATIVOS DE 2011
Ensino Fundamental
Aprovados
Reprovados
Abandono
85,2%
10,3%
4,5%
Ensino Médio
Aprovados
Reprovados
Abandono
72,5%
13,9%
13,6%
Educação Profissional – Subsequente – 1º
Semestre
Aprovados
76%
Reprovados
Abandono
1,9%
22,1%
Educação Profissional – Subsequente – 2º Aprovados
Semestre
Reprovados
Abandono
Ensino de Jovens e ADULTOS – PROEJA – 1º Aprovados
88,7%
3,8%
7,5%
%
Semestre
Reprovados
Abandono
Ensino de Jovens e ADULTOS – PROEJA – 2º Aprovados
%
%
%
Semestre
Reprovados
Abandono
%
%
Diante deste diagnóstico de 2011, foi definido um plano de ações,
objetivando encontrar soluções para as fragilidades na organização do trabalho
pedagógico.
Na análise destes resultados ficou evidente a necessidade de intervenções
urgentes nas disciplinas de: História e geografia no Ensino Fundamental e Médio,
sendo que o índice de reprova e aprovação por Conselho de Classe é insatisfatório.
Em Língua Portuguesa e Matemática no 1º ano do Ensino Médio, há uma fragilidade
na reprova e aprovação por conselho de classe. Continua, ainda, de maneira
insatisfatória a reprova e aprovação por conselho de classe nos 8ºs e 9ºs anos, na
disciplina de Matemática do Ensino Fundamental.
Há necessidade que toda comunidade escolar reflita continuadamente sobre
o sistema de avaliação para que haja mudança na mesma, em especial o papel do
Conselho de Classe, Pré-Conselho e pós-Conselho neste processo, para que todos
compreendam que este é o espaço de análise e discussão do trabalho pedagógico
desenvolvido; e que é o momento para redefinição das práticas pedagógicas, cujo
objetivo é de superar a fragmentação do trabalho escolar.
O resultado da avaliação do desempenho dos alunos é realizado através de
Pré-conselho e Conselho de Classe bimestral, sendo posteriormente, entregue
através de boletim, aos pais no período da manhã, tarde e noite. Quanto ao período
noturno, o boletim é entregue para os alunos, a não ser em casos excepcionais,
quando apresentam um número excessivo de faltas ou desempenho muito abaixo da
média ,os pais são convocados para tomarem ciência, pois grande parte dos alunos
são maiores de idade.
Outras dificuldades e necessidades presentes e que interferem no processo
ensino-aprendizagem é trabalhar com alunos que apresentam distúrbios de
aprendizagem, desvios de conduta, entre outros. Há dificuldade por parte dos
profissionais do entendimento da linguagem pedagógica; a falta de clareza da
participação da família no processo ensino-aprendizagem, pois os mesmos não têm
conhecimento
da
importância
do
acompanhamento
deste
processo
no
desenvolvimento de seus filhos; a falta de diversificação de metodologias por parte
de alguns docentes; levando o aluno ao desinteresse pela aprendizagem. Há ainda
a falta de compromisso de alguns professores para com a aprendizagem dos alunos.
Há também, dificuldade na organização da hora-atividade, de acordo com a
Instrução da SEED, pois torna-se muito difícil a elaboração do horário escolar, pois
muitos professores trabalham em outras escolas, não tendo, assim, disponibilidade
para atender ao cronograma de hora-atividade proposto pela SEED.
São problemas, também enfrentados pelos professores a falta na primeira
aula, alunos sonolentos, a não realização de tarefas de casa, não trazem materiais
das disciplinas para a realização das atividades propostas, não tem o hábito, nem
responsabilidade de fazer as tarefas e trabalhos propostos pelos professores.
Um grande problema que o Colégio apresenta também é a falta dos
professores, devido a afastamento por problemas de saúde, o que ocasiona
transtornos, pois os substitutos eventuais não conseguem dar continuidade ao
trabalho desenvolvido pelo titular, comprometendo o desempenho dos alunos.
Em relação ao abandono às aulas por parte dos alunos, registra-se que o
encaminhamento da ficha FICA ao Conselho Tutelar não apresenta os resultados
esperados, devido a demora no retorno por parte do órgão responsável, pois muitas
vezes acontece ao final do ano letivo, inviabilizando a volta dos mesmos.
Nas decisões relativas ao trabalho pedagógico, a maioria se envolve, são
comprometidos, porém com alguma dificuldade do entendimento da dimensão
político-pedagógico das mesmas.
Neste contexto, geram algumas dificuldades para a aprovação, para a
organização da equipe pedagógica, para organizar um espaço de discussão e
estudos coletivos, e de executar seu plano de ação, fica evidente devido as
situações postas acima, devendo para isso discutir suas funções com toda a
comunidade escolar.
Já vem sendo feito, desde de 2011, em conjunto com os professores;
discussões sobre a indisciplina dos alunos, que torna o trabalho muito difícil em sala
de aula, pois compromete a prática pedagógica, sendo necessário discutir o conceito
de indisciplina com todos os segmentos da escola para entender os determinantes
que levam a esta indisciplina.
IDEB - RESULTADOS E METAS
8ª SÉRIE/9º ANO
ESCOLA
HILDA TRAUTWEIN KAMAL
IDEB OBSERVADO
2005
2007
2009
2011
3,9
4,5
3,4
4,4
5. MARCO CONCEITUAL
Para que possamos desenvolver um Projeto Político Pedagógico adequado
às necessidades reais da nossa comunidade escolar, é de fundamental importância
nortear a prática pedagógica embasada em concepções que expressam os
fundamentos teórico-metodológicos da escola.
CONCEPÇÃO DE CRIANÇA E ADOLESCENTE
Deve-se compreender a criança e o adolescente como sujeitos histórico e
social, que produz cultura e merece ter vez e voz. Seu desenvolvimento está
marcado por interesses próprios, relacionado aos seus aspectos físico, emocional,
social e cognitivo, em constante interação.
Deverão ser formados para que possam atuar na sua comunidade a partir do
modo como a compreende, saibam se posicionar criticamente, que tenham a
formação necessária para que possam entender e transformar a sua realidade
social.
CONCEPÇÃO DE CIDADÃO
Pessoas capazes de enfrentar os novos desafios do mundo contemporâneo,
conscientes de suas raízes históricas e culturais e que participam de forma crítica na
vida econômica, sociopolítica e cultural de seu país. Portanto, cidadão é um
indivíduo que tem consciência de seus direitos e deveres e participa ativamente de
todas as questões da sociedade. A ideia de cidadania ativa é ser alguém que cobra,
propõe e pressiona o tempo todo. Para o educador brasileiro Demerval Saviani,
2000; ser cidadão significa ser sujeito de direitos e deveres.
“Cidadão” é, pois, aquele que está capacitado a participar da vida da cidade
e extensivamente da vida da sociedade (Demerval Saviani, 2000)
CONCEPÇÃO DE CIDADANIA
Caracteriza-se pelo desenvolvimento do agir e do participar de forma
consciente do sujeito, fazendo uso das competências adquiridas no ambiente
escolar para ser responsável e atuar nas adversidades das constantes sociais,
políticas, econômicas, etc. Deste modo, o sujeito age de forma consciente sobre a
realidade social a qual está inserido, no sentido de cumprir e fazer cumprir seus
direitos e deveres exercendo seu papel de cidadania.
CONCEPÇÃO DE ENSINO-APRENDIZAGEM
No processo ensino e aprendizagem, o professor deve compreender que o
aprender, ensinar, pesquisar, investigar, avaliar não podem ocorrer de modo
indissociável, pois as características das crianças, adolescentes e jovens requerem
outros procedimentos, devido ao acesso precoce às tecnologias da informação e
comunicação que possuem e também, compreender que os sujeitos são diferentes
na forma e no tempo para aprender, devendo portanto modificar as formas de
mediação para que de fato o aluno aprenda. Ensinar e aprender são processos
inseparáveis, porque o ato de ensinar “é produzir, direta e intencionalmente no
sujeito a humanidade que é produzida historicamente pelo conjunto dos homens”
(Saviani), e isso se efetiva quando o sujeito se apropria dos elementos culturais
necessários a sua formação e sua humanização.
Ações coletivas devem garantir o princípio de inclusão, aplicadas a todos os
alunos e não apenas aos alunos com necessidades educacionais especiais. É
alcançada com igualdade de oportunidade a todas as minorias, o acesso à produção
científica, às manifestações artísticas e ao legado filosófico da humanidade, onde
todos sejam respeitados e tenham assegurados os seus direitos, como o acesso e a
permanência com qualidade na instituição escolar. Com a inclusão almeja-se a
construção de uma sociedade compromissada com todos, que valorize a
diversidade, que respeite as diferenças.
A educação inclusiva é construída na escola por toda a comunidade escolar,
e para isso é necessária a mobilização, discussão e organização da prática
pedagógica, visando o atendimento das necessidades específicas e educacionais de
todos os alunos.
A Proposta Pedagógica Curricular deste Estabelecimento deverá contemplar
o disposto na LDB 9394/96, capítulo V, sobre a Educação Inclusiva constante nos
artigos 58, 59 e 60, que assegura aos educandos com necessidades educacionais
especiais um currículo com adequações, que propiciem o avanço no processo de
aprendizagem dos mesmos.
CONCEPÇÃO DE SOCIEDADE
Vivemos num período de transformações sem precedentes na história da
humanidade, que tem recebido muitas denominações, ou seja: sociedade do
conhecimento, era da informação, sociedade em rede, sociedade da comunicação e
sociedade global. Tais transformações modificam a cultura e os costumes da
humanidade.
É a escola que proporcionará a formação de sujeitos com condições de
transformar a sociedade, tornando-a mais justa e igualitária com melhor distribuição
de renda; oportunidade maior de emprego; leis mais claras e cumpridas por todos;
igualdade para todos (saúde, educação, lazer, cultura e justiça).
CONCEPÇÃO DE ESCOLA
A escola, em todos os tempos, em todas as sociedades, seja qual for o
sistema político, sempre teve uma função muito clara, ou seja, a de socializar o
saber sistematizado e historicamente acumulado, necessário ao processo de
tomada de consciência à emancipação e a formação do cidadão. A questão central
da escola passa a ser a socialização do saber. Instrumentalizar o aluno para que ele
obtenha uma compreensão mais clara das relações que se dão na sociedade,
ampliando, a própria capacidade de transformar esta sociedade.
Nesse sentido, a escola enquanto instituição social tem a ver com a
humanização do sujeito. Na medida em que é pela educação que o ser humano
atualiza-se enquanto sujeito histórico, internalizando o saber acumulado pelo
homem ao relacionar-se com os outros homens e com a natureza na produção de
sua existência.
A escola assim constitui um organismo social vivo e dinâmico, uma cultura
que não se reduz ao somatório de salas de aula onde os professores são
individualmente responsáveis pelo trabalho pedagógico. A constituição da escola é
tecida por uma rede de significados que se encarrega de criar os elos que ligam
passado e presente, e que estabelece as bases de um processo de construção e
reconstrução permanente, com material didático condizente às necessidades dos
educandos e educadores.
CONCEPÇÃO DE CULTURA
Dar prioridade à valorização da cultura brasileira: indígena, local, regional,
popular, erudita e as influências culturais de outros povos; respeitar a cultura
diversificada do aluno, como forma de partir da sua realidade para posterior
aquisição da cultura geral produzida pela humanidade. Contribuir com a sua
formação no sentido de ampliar seus conhecimentos a respeito da criação da
humanidade e consequentemente na descoberta de seus próprios talentos.
A cultura é um estilo de vida próprio, um modo de vida particular, que todas
as sociedades possuem e que caracterizam cada uma delas. Educar, pois, é
transmitir aos indivíduos os valores, os conhecimentos, as técnicas, o modo de viver,
enfim, a cultura do grupo.
Cultura é algo que se constrói no interior da escola como resultado das
relações entre os fatores internos e externos à escola. Ela constitui uma
variável dependente das condições que entram em jogo na organização e
funcionamento interno da escola e é influenciada pelos contextos: social,
político, econômico e cultural. (FERREIRA, 2003, p.21).
A autora nos remete à reflexão de que qualquer mudança na escola exige
tempo, esforço, dedicação e disciplina. Requer, sobretudo, a construção partilhada
de uma nova ordem mais adequada e mais efetiva de modo a garantir a segurança e
a satisfação de todos os atores envolvidos com a escola. Trata-se de formular uma
nova cultura, e para tanto, substituir crenças e valores ultrapassados que até então
sustentaram a ação pedagógica, atualizando-a de modo mais condizente com o
momento histórico.
CONCEPÇÃO DE CONHECIMENTO
Segundo Kuenzer, o conhecimento é uma construção coletiva e histórica,
que tem sua base no trabalho humano em sua dimensão produtiva e criativa, por
isso é socialmente determinado e apropriado, sendo importante a intervenção ativa
do aluno no processo de aquisição e produção do conhecimento. Deve-se partir do
conhecimento que o aluno possui através de sua vivência para que de posse do
conhecimento sistematizado construa novos saberes. Para isso, o currículo deve
estar baseado nas dimensões científica, artística e filosófica do conhecimento,
possibilitando um trabalho pedagógico que aponte na direção da totalidade do
conhecimento e sua relação com o cotidiano.
CONCEPÇÃO DE AVALIAÇÃO
No processo educativo, a avaliação deve se fazer presente, tanto como meio
de diagnóstico do processo ensino-aprendizagem quanto como instrumento de
investigação da prática pedagógica, sempre com uma dimensão formadora, uma vez
que, o fim desse processo é a aprendizagem, ou a verificação dela, mas também
permitir que haja uma reflexão sobre a ação da prática pedagógica, portanto deve
levar em conta todos os aspectos envolvidos no processo ensino-aprendizagem,
considerando que o sistema de avaliação expressa sua concepção.
A Avaliação deve ser entendida como parte do processo ensinoaprendizagem, sendo que o professor deve analisar e interpretar os resultados das
avaliações, o desempenho do aluno, assim como sua prática pedagógica, tendo
como finalidade auxiliar e melhorar o processo na qual ambos estão inseridos.
RECUPERAÇÃO
A recuperação de estudos acontecerá simultâneamente aos conteúdos
trabalhados, de forma a atender os alunos que não conseguiram obter sucesso na
aprendizagem do momento, pois é um direito do mesmo de se apropriar de
conteúdos não compreendidos.
CONCEPÇÃO DE TECNOLOGIA
A inclusão da tecnologia na prática pedagógica deve ser considerada por
toda a comunidade escolar, favorecendo a inplementação das práticas educacionais
e oportunizando novas formas de ver, ler e escrever o mundo, pois o acesso às
tecnologias da informação e comunicação amplia as transformações sociais e
desencadeia uma série de mudanças na forma como se constroi o conhecimento.
Deve-se destacar o papel de mediação do professor no processo de interação e
colaboração em ambientes virtuais de aprendizagem e nas mídias impressas e
televisivas presentes na escola.
CONCEPÇÃO DE GESTÃO DEMOCRÁTICA
Poder democrático, onde as relações
sejam respeitadas; que todos os
segmentos possam ser ouvidos (Profissionais da educação, alunos e comunidade);
a relação deve ser clara e transparente; as relações de poder devem mudar a partir
do indivíduo, de seu próprio conceito relativo ao poder, independente de como esteja
estabelecido em nossa sociedade.
A Constituição Federal de 1988 definiu no artigo 206 uma série de princípios
dos quais o ensino deverá ser baseado. Entre eles, configura no inciso VI o princípio
da Gestão Democrática na forma da lei.
A Gestão Democrática assume um caráter que vai além das práticas do
processo para escolha do administrador da escola e da constituição formal dos
Conselhos da Escola. O estabelecimento de ensino inserido numa concepção
estratégica mais ampla de articulação dos interesses das camadas populares
extingue a gestão autoritária de outrora, substituindo-a por uma gestão em que
todos os segmentos envolvidos com a escola são sujeitos participativos, pois
colaboram
nas
tomadas
de
decisões,
no
processo
de
avaliação
(instituição/professor/aluno/funcionário) enfim, na busca incessante, desafiadora da
melhoria do ensino e da aprendizagem.
A Gestão Democrática, participativa e autônoma pressupõe uma gestão
compartilhada com a comunidade escolar, na definição de prioridades pedagógicas,
físicas, de manutenção e gerenciamento de recursos financeiros que atendam as
reais necessidades da escola que é subsidiada pelo Governo Estadual.
Ter autonomia não significa ser independente, mas definir coletivamente um
projeto político pedagógico que expresse os objetivos, as necessidades e
expectativas da comunidade envolvida na luta por uma transformação social, bem
como as condições concretas para que tal se realize e que dessa conquista resulte a
efetiva autonomia.
INSTÂNCIAS COLEGIADAS
As instâncias colegiadas são representadas nas escolas públicas através do
Conselho Escolar; Associação de Pais, Mestres e Funcionários (APMF); e Grêmio
Estudantil. Cada colegiado é organizado de acordo com seu prórpio Estatuto e
atuam para melhorar o processo de ensino e aprendizagem da escola.
A
participação destas instâncias possibilita resoluções de problemas ligados à escola
de forma conjunta e não como resultado de uma decisão isolada.
O colégio abre espaço para
o diálogo e fomento de ações solidárias e
culturais que envolvam as famílias, as organizações religiosas e culturais, as
representações políticas e outras formas de expressão social dos vários bairros que
formam a nossa comunidade escolar, relacionando a escola com as experiências
cotidianas dos sujeitos que a compõe. O elemento principal é a comunicação que a
escola estabelece com a sua comunidade, reconhecendo as carências, expectativas
e dificuldades diárias de pais, alunos, funcionários, professores.
CONSELHO ESCOLAR
O Conselho Escolar é um órgão colegiado de natureza deliberativa,
consultiva, avaliativa e fiscalizadora sobre a organização e a realização do trabalho
pedagógico e administrativo do estabelecimento de ensino, em conformidade com a
legislação educacional vigente e orientações da SEED.
ASSOCIAÇÃO DE PAIS, MESTRES E FUNCIONÁRIOS – APMF
É um órgão colegiado que representa a participação efetiva de toda a
comunidade escolar envolvendo os pais, professores e funcionários. A participação
dos pais é de suma importância na Gestão Democrática, pois os pais eleitos
representam todos os pais ou responsáveis da comunidade escolar. É através
destes representantes que são elencadas as prioridades de melhoria tanto dos
aspectos físicos, quanto dos aspectos pedagógicos. A participação da comunidade
escolar num trabalho cooperativo com a Direção se une ao desafio de transformar a
escola pública em uma educação pública de qualidade.
GRÊMIO ESTUDANTIL
O Grêmio Estudantil é o órgão de representação do corpo discente da
escola,que representa a vontade coletiva dos estudantes e promove a ampliação da
democracia,
desenvolvendo
a
consciência
crítica,
promovendo
atividades
educacionais, culturais, cívicas, desportivas e sociais.
REPRESENTANTES DE TURMA
O representante de turma é eleito pela própria turma que frequenta para
representá-los em todas as ocasiões de problemas, sugestões e decisões que
ocorrem em sala de aula. Os representantes também participam do Conselho de
Classe, ouve os relatos dos professores sobre o rendimento e aproveitamento da
turma e contribuem com as ações que viabilizem melhores resultados e a harmonia
entre o corpo docente e discente. Tem como função também a intermediação junto à
direção, coordenação e professores sobre assuntos que dizem respeito à sala e aos
colegas. Outras atribuições que compete ao representante de turma: ser modelo de
conduta e comportamento, ser elo entre um colega e outro, ser monitor na ausência
do professor quando necessário, ser pacificador, respeitar as diferenças de credo,
cor, raça, e ser responsável.
CONSELHO DE CLASSE
O Conselho de Classe se estrutura a partir de três dimensões: O préconselho, o Conselho de Classe e o Pós-conselho.
•
O
Pré-conselho
de
Classe:
este
procedimento
se
configura
como
oportunidade de levantamento de dados, os quais, uma vez submetidos à
análise do colegiado, permitem a retomada e redirecionamento do processo
de ensino, com vistas à superação dos problemas levantados e que não são
privativos deste ou daquele aluno ou desta ou daquela disciplina.
•
O Conselho de Classe: quando os professores se reúnem em Conselho
(grande grupo), são discutidos os diagnósticos e proposições levantados no
pré-conselho, estabelecendo-se a comparação entre resultados anteriores e
atuais, entre níveis de aprendizagem diferentes nas turmas e não entre
alunos.
• A tomada de decisão envolve a compreensão de quais metodologias devem
ser revistas e que ações devem ser empreendidas para estabelecer um novo
olhar sobre a forma de avaliar, a partir de estratégias que levem em conta as
necessidades dos alunos.
A forma como as reuniões são previstas no
calendário levam em conta este modelo de Conselho do qual falamos e não
aquele que simplesmente legitima o fracasso a partir da sua constatação. A
escola tem autonomia para se organizar e realizar reuniões pedagógicas ao
longo do ano, desde que, previstas em calendário.
•
O Pós-conselho de classe: traduz-se nos encaminhamentos e ações previstas
no Conselho de classe propriamente dito, que podem implicar em: retorno aos
alunos sobre sua situação escolar e as questões que a fundamentaram
(combinados necessários); retomada do plano de trabalho docente no que se
refere
à
organização
curricular,
encaminhamentos
metodológicos,
instrumentos e critérios de avaliação; retorno aos pais/responsáveis sobre o
aproveitamento escolar e o acompanhamento necessário, entre outras ações.
Estes encaminhamentos devem ser registrados em ata.
Entendemos que o Conselho de Classe é a mais importante das instanciais
colegiadas da escola. É mais que uma reunião pedagógica, é parte integrante de
processo de avaliação desenvolvido pela escola. É o momento privilegiado para
redefinir práticas pedagógicas e oportunizar formas diferenciadas de ensino que
realmente garantam a todos os alunos a aprendizagem.
Cumpre, portanto, a todos os profissionais da educação enfrentamentos no
sentido de superar a estrutura de conselho de classe autoritária burocrática e
excludente, que serve mais para legitimar o fracasso escolar do que para
reorganizar o trabalho pedagógico e mais especificamente o trabalho educativo
didático que se concretiza na relação aluno-professor.
FORMAÇÃO CONTINUADA
Para que o ensino aprendizagem ocorra com a qualidade que se almeja, não
basta ter um curso de formação profissional, mas faz-se necessário uma atualização
constante, de todos os envolvidos no processo educacional.
O Paraná tem um amplo programa de formação continuada sob várias
formas: centralizadas, descentralizadas, presencial, à distância, por meio de cursos,
simpósios, seminários, grupos de estudos com utilização de vários recursos
tecnológicos e com apoio de materiais impressos, uso de mídias como a Web – TV
Paulo Freire – Portal dia-a-dia da educação, etc.
Esta formação é oportunizada a todos: equipe pedagógica, direção,
docentes, funcionários e instâncias colegiadas, e se constitui em considerar as
dimensões científicas, políticas e pedagógicas de todo o trabalho escolar.
A natureza do trabalho docente, exige um processo de formação dos
sujeitos sociais historicamente envolvidos com a ação pedagógica, sendo
necessário
portanto,
uma
formação
adequada
que
busque
alternativas
pedagógicas, metodológicas e tecnológicas na busca de uma qualidade social da
educação, pois o professor precisa saber orientar, avaliar e elaborar propostas, isto
é, reconstruir o conhecimento, devendo portanto transpor os saberes específicos de
sua área de conhecimento, conhecer e compreender as etapas de desenvolvimento
dos estudantes e deve privilegiar a formação teórico metodológica e a reflexão
sobre conceitos, contribuindo dessa forma para a melhoria da qualidade de ensino.
ESTÁGIO NÃO-OBRIGATÓRIO
Deverá contribuir para a formação do aluno no desenvolvimento de
atividades relacionadas ao mundo do trabalho e deve ser concebido como ato
educativo de modo que possa possibilitar desenvolvimento de atividades práticas
que contribuam para a formação profissional, o desenvolvimento pessoal e social do
educando.
CONCEPÇÃO CURRICULAR
De acordo com a legislação vigente (9394/96) e Diretrizes Curriculares do
Paraná, todos os conteúdos de cada série são pensados e trabalhados de forma
ajustada a realidade e necessidades pedagógicas; e sócio cultural dos alunos o ato
de ensinar e aprender, que envolve também, ordenação, organização, lógica,
hierarquia, precedência, tempo e espaço. O currículo também deve contemplar
identidades de classe, raça, etnia, gênero, território, campo, cidade, periferia, entre
outros e sobre essas imagens construir imagens de alunos.
O Currículo deve ser situado como produto histórico, resultado de um
conjunto de forças sociais, políticas e pedagógicas que expressam e organizam os
saberes que circunstanciam as práticas escolares na formação dos sujeitos que, por
sua vez, são também históricos e sociais.
O Currículo na escola é a seleção intencional de uma porção de cultura,
cultura que por sua vez, refere-se toda produção humana que se constrói a partir
das inter-relações do ser humano com a natureza, com outro e consigo mesmo.
Esta ação essencialmente humana e intencional é realizada a partir do trabalho,
através do qual o homem se humaniza e humaniza a própria natureza.
Neste sentido, à escola cabe erigir seu papel fundamental na transmissão,
apropriação e socialização dos saberes culturais, numa base teológica que
pressuponha uma ação intencional e transformadora da realidade concreta.
Quando o Currículo expressa realidade das políticas educacionais ele está
também expressando as intenções sociais, políticas, ideológicas e econômicas que
se manifestam sobre a escola e sobre as aspirações que se tem sobre ela. Assim o
Currículo acaba se manifestando nas tensões e contradição entre o caminho que se
almeja percorrer, a intenção deste caminho e o ponto de chegada dele.
O Currículo é a expressão das concepções de homem, de mundo, de ensino
e aprendizagem, de método e de educação. Assim o currículo acaba se
manifestando na escola seu papel social das práticas pedagógicas e das relações
nela vividas.
Conceber a função social da escola pública pressupõe, conceber o
fortalecimento do Estado no provimento dos direitos constitucionais, recuperar a
dimensão pedagógica da escola, voltada para a possibilidade da formação para o
mundo do trabalho, tendo o trabalho como princípio educativo e não somente para o
mercado do trabalho.
Com este princípio educativo o currículo da Educação Básica deve oferecer,
ao estudante, a formação necessária para o enfrentamento com vistas à
transformação da realidade social, econômica e política de seu tempo. Esta ambição
remete às reflexões de Gramsci em sua defesa de uma educação na qual o espaço
de conhecimento, na escola, deveria equivaler à ideia de atelier-biblioteca-oficina,
em favor de uma formação, a um só tempo, humanista e tecnológica.
Os conteúdos devem ser tratados de modo contextualizado, estabelecendo
entre eles relações interdisciplinares necessárias para a compreensão da totalidade,
que são estabelecidos quando conceitos, teorias ou práticas de uma disciplina são
chamados à discussão e auxiliam a compreensão de um recorte de conteúdo de
outra disciplina, ou quando buscam-se nos quadros conceituais de outras disciplinas
referenciais teóricos, que possibilitem uma abordagem mais abrangente do objeto de
estudo de uma disciplina, levando ao entendimento de que as disciplinas escolares
não são fechadas em si, mas a partir de suas especialidades, chamam uma às
outras, ampliando assim a abordagem dos conteúdos, buscando dessa forma a
totalidade , numa prática pedagógica que leve em conta as dimensões científicas,
filosóficas e artísticas do conhecimento.
Assumir que o conhecimento envolve uma relação sujeito e objeto é a
maneira de retirar o aluno da condição de expectador passivo. É tratar os conteúdos
disciplinares partindo do contexto social dos alunos como ponto de partida da
abordagem pedagógica, devendo ser reestruturados e sistematizados a partir das
ideias ou dos conceitos que estruturam as disciplinas de referência.
Ao professor como detentor dos fundamentos do conhecimento científico
cabe-lhe o papel de mediador e de encontrar procedimentos, recursos materiais e
discursivos
para
serem
utilizados
no
ensino-aprendizagem,
viabilizando
a
apropriação do conhecimento científico pelo aluno.
Nesta perspectiva de currículo, conhecimento e conteúdo, é preciso situar
que alguns dos Desafios Educacionais Contemporâneos postos à escola hoje,
enquanto marcos legais (exemplo: Lei 10.639/03 trata sobre obrigatoriedade do
ensino da História e cultura afro brasileira e africana – Lei 11.645/08, trata sobre
obrigatoriedade do ensino da História e cultura Afro Brasileira, e indígena - ECA,
Estatuto do Idoso, entre outros) têm uma historicidade ligada ao papel e à cobrança
da sociedade civil organizada, em especial dos movimento sociais. Esta pressão
histórica da sociedade na condução destas discussões também resulta em acordos
internacionais firmados pelos países signatários, a exemplo do acordo Conferência
Mundial de Combate ao Racismo, Discriminação Racial, Xenofobia e Discriminações
Correlatas. (2001). Esta historicidade ajuda a compreender por que algumas
demandas ganham força de lei e outras não. Dessa forma essas temáticas não
poderão ser trabalhadas numa relação artificial e arbitrária, mas devem ser
chamadas pelo conteúdo da disciplina em seu contexto, dentro de uma totalidade,
fazendo parte da intencionalidade do recorte do conhecimento na disciplina.
Na organização da proposta curricular, o conhecimento se explicita nos
conteúdos das disciplinas de tradição curricular: Arte, Biologia, Ciências, Educação
Física, Ensino Religioso, Filosofia, Geografia, História, Língua Estrangeira Moderna,
Língua Portuguesa, Matemática, Química e Sociologia, e o trabalho pedagógico se
dá a partir dos conteúdos estruturantes de cada disciplina. Conteúdos estes,
selecionados a partir de uma análise histórica da ciência de referência, e que são
considerados fundamentais para a compreensão de seu objeto de estudo.
Dos conteúdos estruturantes organizam-se os conteúdos básicos, a serem
trabalhados por séries, compostos tanto por assuntos mais estáveis e permanentes
da disciplina quanto pelos que se apresentam em função do movimento histórico e
das atuais relações sociais e deverão ser significativos, relevantes, necessários e
fundamental para uma mudança de pensamento e atitude do aluno (DCE-PR).
A Proposta Pedagógica Curricular irá expressar os fundamentos conceituais,
metodológicos e avaliativos de cada disciplina da Matriz Curricular, bem como os
conteúdos de ensino nela dispostos de acordo com as Diretrizes Curriculares
Estaduais.
PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR
ARTE
APRESENTAÇÃO
Durante o período colonial, nas vilas e reduções jesuíticas, inclusive onde
hoje se situa o Estado do Paraná, ocorreu à primeira forma registrada de arte na
educação.
Nas reduções jesuíticas, realizaram um trabalho de catequização dos indígenas com
os ensinamentos de artes e ofícios, por meio da retórica, literatura, música, teatro,
dança pintura, escultura e artes manuais.
Por volta do século XVIII, buscou-se a efetiva superação do modelo
teocêntrico medieval.
O governo do Marquês de Pombal expulsou os Jesuítas do território do Brasil
Colônia e estabeleceu uma reforma na educação colonial e em outras instituições,
conhecida como Reforma Pombalina, fundamentada nos padrões da Universidade
de Coimbra, com ênfase ao ensino das ciências naturais e dos estudos literários.
Apesar da formalização dessa Reforma, na prática não se registrou efetivas
Mudanças.
Em 1808, com a vinda da família real de Portugal, chega ao Brasil um grupo
de artistas franceses encarregado da fundação da Academia de Belas-Artes.
Esse grupo ficou conhecido como Missão Francesa e obedecia ao estilo
neoclássico, que entrou em conflito com a arte colonial de características brasileiras.
Um marco importante para a arte brasileira e os movimentos nacionalistas foi
a Semana de Arte Moderna de 1922, que influenciou artistas brasileiros, que
valorizavam a cultura nacional, expressa na educação pela escola nova, que
postulava métodos de ensino em que a liberdade de expressão do aluno era
priorizada.
O movimento Modernista, também denominado de Antropofágico, valorizava
a cultura do povo, pois entendia que, em toda a História dos povos que habitaram o
território onde hoje é o Brasil, sempre ocorreram manifestações artísticas.
Considerava, também, que desde o processo de colonização, a arte indígena, a arte
medieval e renascentista europeia e a arte africana, cada uma com suas
especificidades, constituíram a matriz da cultura popular brasileira.
Nesse contexto, o ensino de Arte teve o enfoque na expressividade,
espontaneidade e criatividade. Pensada inicialmente para as crianças, essa
concepção foi gradativamente incorporada para o ensino de outras faixas etárias.
O ensino de música tornou-se obrigatório nas escolas com a nomeação do
compositor Heitor Villa Lobos como Superintendente de Educação Musical e
Artística, no Governo de Getúlio Vargas.
A música foi muito difundida nas escolas e conservatórios e os professores
trabalhavam com o canto orfeônico, ensino dos hinos, canto coral, com
apresentações para grandes públicos.
A partir da década de 1960, as produções e movimentos artísticos se
intensificaram: nas artes plásticas, com as Bienais e os movimentos contrários a ela;
na música, com a bossa nova e os festivais; no teatro, com o teatro de rua, teatro
oficina e o teatro de arena de Augusto Boal, e no cinema, com o cinema novo de
Glauber Rocha. Esses movimentos tiveram forte caráter ideológico, propunham uma
nova realidade social e, gradativamente, deixaram de acontecer com o
endurecimento do regime militar.
Com o Ato Institucional n. 5 (AI-5), em 1968, esses movimentos foram
reprimidos. Vários artistas, professores, políticos e outros que se opunham ao
regime foram perseguidos e exilados. Nesse contexto, em 1971, foi promulgada a
Lei Federal n. 5692/71, em cujo artigo 7. ° determinava a obrigatoriedade do ensino
da arte nos currículos do Ensino Fundamental (a partir do 6º ano) e do Ensino
Médio.
Contraditoriamente, nesse momento de repressão política e cultural, o
ensino de Arte tornou-se obrigatório. Sob uma concepção centrada nas habilidades
e técnicas, minimizou o conteúdo, o trabalho criativo e o sentido estético da arte.
Cabia então ao professor trabalhar com o aluno o domínio dos materiais que seriam
utilizados na sua expressão.
O ensino de Educação Artística passou a pertencer à área de Comunicação
e Expressão, da mesma forma que a produção artística ficou sujeita aos atos que
instituíram a censura militar. Enquanto o ensino de artes plásticas foi direcionado
para as artes manuais e técnicas, na música, enfatizou-se execução de hinos pátrios
e de festas cívicas.
A partir de 1980, o país iniciou um amplo processo de mobilização social
pela redemocratização e para a nova Constituinte de 1988.
Com a elaboração do Currículo Básico para a Escola Pública do Paraná no
Ensino de 1.o grau e o Documento de Reestruturação do Ensino de 2.o grau. Tais
propostas curriculares tiveram na pedagogia histórico-crítica o seu princípio
norteador e intencionavam fazer da escola um instrumento que contribuísse para a
transformação social. O ensino de Arte retomava, assim, o seu caráter artístico e
estético pela formação do aluno, pela humanização dos sentidos, pelo saber estético
e pelo trabalho artístico.
Após quatro anos de trabalho de implementação das propostas, esse
processo foi interrompido em 1995 e o Currículo Básico foi, aos poucos,
abandonado nas escolas pela imposição dos Parâmetros Curriculares Nacionais
(PCN).
A nova LDB 9394/96 mantém e assegura a obrigatoriedade do ensino de
Arte nas escolas de Educação Básica. Nesse período, também houve mudanças
nos cursos de graduação em Educação Artística que passaram a ter licenciatura
plena em uma habilitação específica.
Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) passaram a considerar a
Música, as Artes Visuais, o Teatro e a Dança como linguagens artísticas autônomas
no Ensino Fundamental e, no Ensino Médio.
Assim, o conceito de estética foi esvaziado do conteúdo artístico.
Em 2003, iniciou-se no Paraná um processo de discussão com os
professores da Educação Básica do Estado, Núcleos Regionais de Educação (NRE)
e Instituições de Ensino Superior (IES) pautado na retomada de uma prática
reflexiva para a construção coletiva de diretrizes curriculares estaduais. Tal processo
tomou professor como sujeito epistêmico, que pesquisa sua disciplina, reflete sua
prática e registra sua práxis. As novas diretrizes curriculares concebem o
conhecimento nas suas dimensões artísticas, filosófica e científica e articula-se com
políticas que valorizam a arte e seu ensino na rede estadual do Paraná.
Reconhece-se que houve muitos avanços no processo histórico recente para
efetivar uma transformação no ensino de Arte. Entretanto, essa disciplina ainda
exige reflexões que contemplem a arte como área de conhecimento e não
meramente como meio para destacar dons inatos, pois muitas vezes é vista
equivocadamente, como prática de entretenimento e terapia.
O ensino de Arte deixa de ser coadjuvante no sistema educacional e passa a
se preocupar também com o desenvolvimento do sujeito frente a uma sociedade
construída historicamente e em constante transformação.
O objeto de estudo aborda o conhecimento em arte a partir dos campos
conceituais que historicamente têm produzido estudos sobre ela:
- o conhecimento estético está relacionado à apreensão do objeto artístico como
criação de cunho sensível e cognitivo. Historicamente originado na Filosofia, o
conhecimento estético constitui um processo de reflexão a respeito do fenômeno
artístico e da sensibilidade humana, em consonância com os diferentes momentos
históricos e formações sociais em que se manifestam. Pode-se buscar contribuições
nos campos da Sociologia e da Psicologia para que o conhecimento estético seja
melhor compreendido em relação às representações artísticas;
- o conhecimento da produção artística está relacionado aos processos do fazer e da
criação, toma em consideração o artista no processo da criação das obras desde
suas raízes históricas e sociais, as condições concretas que subsidiam a produção,
o saber científico e o nível técnico alcançado na experiência com materiais; bem
como o modo de disponibilizar a obra ao público, incluindo as características desse
público e as formas de contato com ele, próprias da época da criação e divulgação
das obras, nas diversas áreas como artes visuais, dança, música e teatro.
A Arte é fonte de humanização e por meio dela o ser humano se torna
consciente da sua existência individual e social; percebe-se e se interroga, é levado
a interpretar o mundo e a si mesmo. A Arte ensina a desaprender os princípios das
obviedades atribuídas aos objetos e às coisas, é desafiadora, expõe contradições,
emoções e os sentidos de suas construções. Por isso, o ensino da Arte deve
interferir e expandir os sentidos, a visão de mundo, aguçar o espírito crítico, para
que o aluno possa situar-se como sujeito de sua realidade histórica.
Com o ensino da arte pretende-se que os alunos adquiram conhecimentos
sobre a diversidade de pensamento e de criação artística para expandir sua
capacidade de criação e desenvolver o pensamento crítico. Propõe-se o ensino da
arte como fonte de humanização, o que implica no trabalho com a totalidade das
dimensões da arte, da parte do artista, para a totalidade humana do espectador.
CONTEÚDOS
Os conteúdos básicos para a disciplina de Arte estão organizados por área e
de forma seriada. Devido ao fato da disciplina de Arte ser composta por quatro áreas
artísticas (artes visuais, música, teatro e dança), o professor fará o planejamento e o
desenvolvimento de seu trabalho, tendo como referência a sua formação, o
desenvolvimento dos conteúdos em cada série deve pautar-se no conteúdo
estruturante “Composição” e seus desdobramentos. Este conteúdo, como eixo
central, direciona o olhar para determinados “elementos formais” e “movimentos e
períodos”, que ao serem abordados e estudados, aprofundam a compreensão e a
apropriação do conhecimento em Arte.
Os conteúdos estão organizados de forma a proporcionar uma unidade, serão
aprofundados em cada série para todas as áreas, relacionando conteúdos referentes
a História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena, atendendo as Leis Federais
10.639/03 e 11.645/08 que estabelece a inclusão dessa temática no currículo da
rede de ensino.
Neste sentido, o trabalho no 6° Ano é direcionado para a estrutura e
organização da Arte em suas origens e outros períodos históricos; nas séries
seguintes prossegue o aprofundamento dos conteúdos, sendo que no 7º Ano é
importante relacionar o conhecimento com o cotidiano do aluno; no 8º Ano o trabalho
poderá enfocar o significado da arte na sociedade contemporânea e em outras
épocas, abordando a mídia e os recursos tecnológicos na arte; no 9º Ano, tendo em
vista o caráter criativo da arte, a ênfase é na arte como ideologia e fator de
transformação social. No Ensino Médio é proposta uma retomada dos conteúdos de
6º ao 9º Ano e aprofundamento destes e outros conteúdos de acordo com a
experiência escolar e cultural dos alunos do Ensino Médio.
Os temas referentes aos Desafios Educacionais Contemporâneos serão
abordados junto aos conteúdos da disciplina.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS - ENSINO FUNDAMENTAL
6º ANO – ÁREA MÚSICA
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
ELEMENTOS FORMAIS
COMPOSIÇÃO
MOVIMENTOS E
PERIODOS
CONTEÚDOS BÁSICOS PARA A SÉRIE
Altura
Ritmo
Greco-Romana
Duração
Melodia
Oriental
Timbre
Escalas:diatônica,pentatôni Ocidental
Intensidade
ca
Densidade
cromática
Africana
Improvisação
7º ANO - ÁREA MÚSICA
ELEMENTOS FORMAIS
COMPOSIÇÃO
MOVIMENTOS E
Altura
Ritmo
PERIODOS
Música popular e étnica
Duração
Melodia
( ocidental e oriental)
Timbre
Escalas
Intensidade
Estrutura
Densidade
Gêneros: folclórico, popular
e étnico
Técnicas:
vocal,instrumental, e mista
Improvisação
8º ANO - ÁREA MÚSICA
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
ELEMENTOS
MOVIMENTOS E
COMPOSIÇÃO
FORMAIS
PERÍODOS
CONTEÚDOS BÁSICOS PARA A SÉRIE
Altura
Ritmo
Indústria Cultural
Duração
Melodia
Eletrônica
Timbre
Harmonia
Minimalista
Intensidade
Tonal, modal e a fusão de Rap, Rock, Tecno
Densidade
ambos.
Técnicas: vocal, instrumental,
eletrônica, e mista
9º ANO - ÁREA MÚSICA
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
ELEMENTOS
COMPOSIÇÃO
FORMAIS
MOVIMENTOS E
PERIODOS
CONTEÚDOS BÁSICOS PARA A SÉRIE
Altura
Ritmo
Música Engajada
Duração
Melodia
Música Popular Brasileira.
Timbre
Harmonia
Música contemporânea
Intensidade
Técnicas: vocal, instrumental,
Densidade
e mista
Gêneros: popular,folclórico e
étnico.
6º ANO – ÁREA ARTES VISUAIS
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
ELEMENTOS
FORMAIS
MOVIMENTOS
COMPOSIÇÃO
E
PERIODOS
CONTEÚDOS BÁSICOS PARA A SÉRIE
Ponto
Bidimensional
Arte Greco-Romana
Linha
Figurativa
Arte Africana
Textura
Geométrica, simetria
Arte Oriental
Forma
Técnicas:
Superfície
arquitetura...
Volume
Gêneros: cenas da mitologia
Pintura,
escultura, Arte Pré-Histórica
Cor
Luz
7º ANO - ÁREA ARTES VISUAIS
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
ELEMENTOS
FORMAIS
MOVIMENTOS
COMPOSIÇÃO
PERIODOS
CONTEÚDOS BÁSICOS PARA A SÉRIE
Ponto
Proporção
Arte indígena
Linha
Tridimensional
Arte Popular
Forma
Figura e fundo
Brasileira e
Textura
Abstrata
Paranaense
Superfície
Perspectiva
Renascimento
Volume
Técnicas:
Cor
escultura,
Luz
gravura...
Pintura,
desenho, Barroco
modelagem,
Gêneros: Paisagem,
retrato,natureza morta...
8º ANO - ÁREA ARTES VISUAIS
E
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
ELEMENTOS
MOVIMENTOS E
COMPOSIÇÃO
FORMAIS
PERIODOS
CONTEÚDOS BÁSICOS PARA A SÉRIE
Linha
Semelhanças
Indústria Cultural
Textura
Contrastes
Arte no Séc. XX
Forma
Ritmo Visual
Arte Contemporânea
Superfície
Estilização
Volume
Deformação
Cor
Técnicas: desenho, fotografia,
Luz
audiovisual e mista
9º ANO - ÁREA ARTES VISUAIS
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
ELEMENTOS
FORMAIS
COMPOSIÇÃO
MOVIMENTOS E PERIODOS
CONTEÚDOS BÁSICOS PARA A SÉRIE
Linha
Bidimensional
Realismo
Forma
Tridimensional
Vanguardas
Textura
Figura-fundo
Muralismo
Superfície
Ritmo Visual
Americana
Volume
Cenografia
Hip Hop
Cor
Técnica:Pintura, Grafite,
Luz
Performance...
Gêneros:
urbana,
cotidiano
6º ANO - TEATRO
Paisagem
cenas
do
e
Arte
Latino-
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
ELEMENTOS
MOVIMENTOS E
COMPOSIÇÃO
FORMAIS
PERÍODOS
CONTEÚDOS BÁSICOS PARA A SÉRIE
Personagem:expressõe Enredo, roteiro.
Greco-Romana
s
Teatro Oriental
Espaço cênico, adereços
corporais,
vocais, Técnicas:
jogos
gestuais e faciais
teatro
indireto
Ação
improvisação,
Espaço
máscara...
teatrais, Teatro Medieval
e
direto, Renascimento
manipulação,
Gênero: Tragédia, Comédia e
circo
7º ANO - TEATRO
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
ELEMENTOS FORMAIS
COMPOSIÇÃO
MOVIMENTOS E
PERIODOS
CONTEÚDOS BÁSICOS PARA A SÉRIE
Personagem:expressõe Representação,
s
corporais,
Leitura Comédia Dell' arte
vocais, dramática, Cenografia.
Teatro Popular
gestuais e faciais
Técnicas: jogos teatrais, Brasileiro e Paranaense
Ação
mímica,
Espaço
formas animadas...
improvisação, Teatro Africano.
Gêneros: Rua e arena
Caracterização
8º ANO - TEATRO
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
ELEMENTOS
MOVIMENTOS E
COMPOSIÇÃO
FORMAIS
PERIODOS
CONTEÚDOS BÁSICOS PARA A SÉRIE
Personagem:expressõe Representação no Cinema e
Indústria Cultural
s
Realismo
corporais,
vocais Mídias
gestuais e faciais
Texto dramático
Expressionismo
Ação
Cenografia
Cinema Novo
Espaço
Maquiagem
Sonoplastia
Roteiro
Técnicas:
jogos
teatrais,
sombra, adaptação cênica...
9º ANO - TEATRO
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
ELEMENTOS FORMAIS
COMPOSIÇÃO
MOVIMENTOS E
PERIODOS
CONTEÚDOS BÁSICOS PARA A SÉRIE
Personagem:expressõe Técnicas:
s
corporais,
Monólogo,
teatrais,direção,
vocais, Teatro-Fórum,..
jogos Teatro Engajado
ensaio, Teatro do Oprimido
Teatro Pobre
gestuais e faciais
Dramaturgia
Teatro do Absurdo
Ação
Cenografia.
Vanguardas
Espaço
Sonoplastia
Iluminação
Figurino
6º ANO - DANÇA
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
ELEMENTOS
MOVIMENTOS E
COMPOSIÇÃO
FORMAIS
PERÍODOS
CONTEÚDOS BÁSICOS PARA A SÉRIE
Movimento Corporal
Kinesfera
Pré-história
Tempo
Eixo
Greco-Romana
Espaço
Ponto de Apoio
Renascimento
Movimentos Articulares
Dança cláss
Fluxo (livre e interrompido)
Rápido e lento
Formação
Níveis (alto, médio e baixo)
Deslocamento
(direto
e
pequeno
e
indireto)
Dimensões
(
grande)
Técnica: Improvisação
Gênero: Circular
7º ANO – DANÇA
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
ELEMENTOSFORMAI
MOVIMENTOS E
COMPOSIÇÃO
S
PERÍODOS
CONTEÚDOS BÁSICOS PARA A SÉRIE
Movimento Corporal
Ponto de Apoio
Dança Popular
Tempo
Rotação
Brasileira
Espaço
Coreografia
Paranaense
Salto e queda
Africana
Peso (leve e pesado)
Indígena
Fluxo
( livre,
conduzido)
interrompido
e
Lento, rápido e moderado)
Níveis (alto, médio e baixo)
Formação,
Direção
Gênero: Folclórica,
Popular e étnica.
8º ANO - DANÇA
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
ELEMENTOS
COMPOSIÇÃO
FORMAIS
MOVIMENTOS E PERIODOS
CONTEÚDOS BÁSICOS PARA A SÉRIE
Movimento Corporal
Giro
Hip Hop
Tempo
Rolamento
Musicais
Espaço
Saltos
Expressionismo
Aceleração
e Indústria Cultural
desaceleração
Direções ( frente, atrás,
direita e esquerda)
Improvisação
Coreografia
Sonoplastia
Gênero: Indústria Cultural e
espetáculo
9º ANO – DANÇA
Dança Moderna
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
ELEMENTOSFORMAI
COMPOSIÇÃO
S
MOVIMENTOS E PERIODOS
CONTEÚDOS BÁSICOS PARA A SÉRIE
Movimento Corporal
Kinesfera
Vanguardas
Tempo
Ponto de Apoio
Dança Moderna
Espaço
Peso
Dança Contemporânea
Fluxo
Quedas
Saltos
Giros
Rolamentos
Extensão (perto e longe)
Coreografia
Deslocamento
Gênero:
Performance
moderna
NSINO MÉDIO
e
ÁREA MÚSICA
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
ELEMENTOS
COMPOSIÇÃO
FORMAIS
MOVIMENTOS E PERIODOS
CONTEÚDOS BÁSICOS PARA A SÉRIE
Altura
Ritmo
Música Popular
Duração
Melodia
Brasileira
Timbre
Harmonia
Paranaense
Intensidade
Escalas
Popular
Densidade
Modal, Tonal e fusão de Indústria Cultural
ambos.
Engajada
Gêneros:
erudito,
clássico, Vanguarda
popular, étnico , folclórico, Ocidental
Pop
Oriental
Técnicas:
Africana
vocal,
instrumental, Latino- Americana
eletrônica,
informática e mista
Improvisação
ARTES VISUAIS
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
ELEMENTOSFORMAI
S
COMPOSIÇÃO
MOVIMENTOS E PERIODOS
CONTEÚDOS BÁSICOS PARA A SÉRIE
Ponto
Bidimensional
Arte Ocidental
Linha
Tridimensional
Arte Oriental
Forma
Figura e fundo
Arte Africana
Textura
Figurativo
Arte Brasileira
Superfície
Abstrato
Arte Paranaense
Volume
Perspectiva
Arte Popular
Cor
Semelhanças
Arte de Vanguarda
Luz
Contrastes
Indústria Cultural
Ritmo Visual
Arte Engajada
Simetria
Arte Contemporânea
Deformação
Arte Digital
Estilização
Arte Latino-Americana
Técnica: Pintura, desenho,
modelagem, instalação
performance, fotografia,
gravura e esculturas,
arquitetura, história em
quadrinhos...
Gêneros: paisagem,
natureza-morta
Cenas do cotidiano,
Histórica, Religiosa, da
Mitologia...
ÁREA TEATRO
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
ELEMENTOSFORMAIS
COMPOSIÇÃO
MOVIMENTOS E PERIODOS
CONTEÚDOS BÁSICOS PARA A SÉRIE
Personagem:
Técnicas:
expressões
teatro
corporais,
mímica, ensaio,
Teatro Brasileiro
vocais, gestuais e
Teatro-Fórum
Teatro Paranaense
faciais
jogos
direto
e
teatrais, Teatro Greco-Romano
indireto, Teatro Medieval
Ação
Roteiro
Teatro Popular
Espaço
Encenação e leitura dramática Indústria Cultural
Teatro Engajado
Gêneros: Tragédia, Comédia, Teatro Dialético
Drama e Épico
Teatro Essencial
Dramaturgia
Teatro do Oprimido
Representação nas mídias
Teatro Pobre
Caracterização
Teatro de Vanguarda
Cenografia,
Teatro Renascentista
sonoplastia,
figurino, Teatro Latino-Americano
iluminação
Teatro Realista
Direção
Teatro Simbolista
Produção
ÁREA DANÇA
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
ELEMENTOS
COMPOSIÇÃO
FORMAIS
MOVIMENTOS E PERIODOS
CONTEÚDOS BÁSICOS PARA A SÉRIE
Movimento Corporal Kinesfera
Pré-história
Tempo
Fluxo
Greco-Romana
Espaço
Peso
Medieval
Eixo
Renascimento
Salto e queda
Dança Clássica
Giro
Dança Popular
Rolamento
Brasileira
Movimentos Articulares
Paranaense
Lento, rápido e moderado
Africana
Aceleração e desaceleração
Indígena
Níveis
Hip Hop
Deslocamento
Indústria Cultural
Direções
Dança Moderna
Planos
Vanguardas
Improvisação
Dança Contemporânea.
Coreografia
Gêneros:
Espetáculo,
industrial
cultural,
étnica,folclórica,
circular,
populares,salão,
METODOLOGIA
O trabalho terá como ponto de partida as Diretrizes Curriculares Estaduais e
o conhecimento produzido em arte.
Os conteúdos serão selecionados a partir do repertório dos alunos
articulados aos conteúdos presentes nas produções e manifestações abordadas
pelo professor. O aluno terá assim, oportunidade de ampliar sua visão de mundo e
compreender as construções simbólicas de outros sujeitos pertencentes às mais
diversas realidades culturais.
Tais conteúdos serão abordados de forma teórica pratica, oportunizando a
vivência artística dos alunos, e contemplando os três momentos da organização
pedagógica: Teorizar; sentir e perceber; e trabalho artístico.
Teorizar: fundamenta e possibilita ao aluno que perceba e aproprie a obra
artística, bem como, desenvolva um trabalho artístico para formar conceitos
artísticos.
Sentir e Perceber: são as formas de apreciação, fruição, leitura e acesso à
obra de arte.
Trabalho Artístico: é a prática criativa, o exercício com os elementos que
compões uma obra de arte.
As atividades serão propostas em diferentes contextos, apresentando, tanto
quanto possível, caráter lúdico e desafiador. Serão propostas atividades artísticas e
culturais com técnicas diferenciadas: pinturas origami, escultura e modelagens.
Aulas explicativas a partir de obras bidimensionais e tridimensionais de diversos
artistas, dados sobre o processo de criação de cada artista e época, pesquisas no
laboratório de informática e explanação na TV Pen-drive assim como levantamento
dos diversos suportes e materiais recicláveis que podem ser utilizados como suporte
para a arte. Os trabalhos serão expostos para que todos possam ver e refletir
efetivamente sobre o que produziram.
AVALIAÇÃO
A avaliação na disciplina de Arte, será diagnóstica e processual, numa
dimensão criadora que envolva o ensino aprendizagem. O conhecimento que o
aluno acumula deve servir como ponto de referência para o professor propor
abordagens diferenciadas, é importante ter em vista que os alunos apresentam uma
vivência e um capital cultural próprio.
A avaliação visa contribuir para a compreensão das dificuldades de
aprendizagem dos alunos, com vistas as mudanças necessárias para que essa
aprendizagem se concretize e a escola se faça mais próxima da comunidade, da
sociedade como um todo, no atual contexto histórico e no espaço onde os alunos
estão inseridos.
Serão estabelecidos em cada conteúdo diversos instrumentos de avaliação,
visando diagnosticar o conhecimento do aluno para possíveis avanços, tais como:
trabalhos artísticos individuais e em grupo, pesquisas bibliográficas e de campo,
debates em forma de seminários e simpósios, provas teóricas e práticas, registros
em forma de relatórios, gráficos, portfólio, audiovisual e outros.
Por meio destes instrumentos, o professor/a, obterá o diagnóstico
necessário para o planejamento e o acompanhamento da aprendizagem durante o
ano letivo, visando às seguintes expectativas de aprendizagem: a compreensão dos
elementos que estruturam e organizam a arte e sua relação com a sociedade
contemporânea, a produção de trabalhos de arte visando a atuação do sujeito em
sua realidade singular e social, a apropriação prática e teórica dos modos de
composição da arte nas diversas culturas e mídias, relacionadas à produção,
divulgação e consumo.
Após serem utilizados os instrumentos de avaliação para diagnosticar o
processo de ensino aprendizagem será proposta uma retomada dos conteúdos que
ainda não foram articulados e apreendidos pelos educandos. Esta retomada terá
outras formas de abordagem e outras formas de avaliação para que todos possam
participar das discussões, inclusive os que já se apropriaram dos conceitos dos
conteúdos destacados. A recuperação de estudos deve acontecer a partir de uma
lógica simples: os conteúdos selecionados para o ensino são importantes pra a
formação do aluno, então é preciso investir em todas as estratégicas e recursos
possíveis para que ele aprenda. A recuperação é justamente isso: o esforço de
retomar, de voltar ao conteúdo, de modificar os encaminhamentos metodológicos,
para assegurar a possibilidade de aprendizagem. Nesse sentido, a recuperação da
nota é simples decorrência da recuperação de conteúdos.
REFERÊNCIAS
 Paraná. Secretaria Estadual da Educação.Diretrizes Curriculares Estaduais.
Arte. Curitiba: SEED/ DEB, 2008.
 Regimento Escolar do Colégio Estadual Hilda T. Kamal- Ens.Fund., Médio e
Profissionalizante.
BIOLOGIA
APRESENTAÇÃO
Ao longo da história da humanidade muitos foram os conceitos elaborados
sobre o fenômeno “vida”, numa tentativa de explicá-lo e, ao mesmo tempo,
compreendê-lo, sendo então o objeto de estudo da Biologia, o fenômeno vida.
Na construção das diferentes concepções sobre esse fenômeno e suas
implicações para o ensino de Biologia, buscou-se na historia da ciência os
contextos-históricos nos quais pressões religiosas, econômicas, políticas e sociais
impulsionaram mudanças conceituais no modo como o homem passou a
compreender a natureza.
Alguns exemplos de concepção históricas das ciências tiveram contribuições
desde a antiguidade com Platão e Aristóteles que fizeram relevantes contribuições à
Biologia referentes à classificação dos seres vivos.
Já na Idade Média, o conhecimento do universo foi associado a Deus e
oficializado pela igreja católica que transformava em dogmas, institucionalizando o
dogmatismo teocêntrico.
Em (1707 – 1778) Carl Von Linné em seu “Systema naturae” mantém a
visão de mundo estático idêntico em sua essência à criação perfeita do Criador.
No fim do século XVIII, a imutabilidade da vida é questionada com as
evidencias de processo evolutivo dos seres vivos. Que iniciou com Darwin, a
concepção teológica criacionista, que falava das espécies imutáveis desde a sua
criação, dá lugar à reorganização temporal do homem.
No século XX, a Biologia começou a ser vista como utilitária pela aplicação
de seus conhecimentos na medicina, na agricultura e em outras áreas.
A importância de se estudar a biologia esta no fato de que se trata de um
tema relacionado com as origens de tudo o que existe no universo e os caminhos
percorridos pelos seres vivos até os dias atuais, desperta a curiosidade do homem,
encontra respostas para muitas questões e proporciona um melhor entendimento
sobre a sua própria existência.
É importante, pois levar o ser humano a refletir sobre a necessidade de
garantir sua sobrevivência, respeitando a natureza e entendendo que benefício
historicamente conquistado pela humanidade deve beneficiar a todos e não apenas
e uma pequena minoria.
Os conceitos biológicos e conteúdos estruturantes trabalhados de forma
integrada, associada e não fragmentada, permite o desenvolvimento conceitual, e
não apenas o conceito pronto, acabado, definido por um gênio da ciência, mas sim
construído por todos que fazem parte do fenômeno vida.
A disciplina de Biologia tem os seguintes objetivos:
•
Reconhecer que a biologia é o ponto referencial para entender a existência da
vida;
•
Descrever processos e características do ambiente ou dos seres vivos ,
observados em microscópios ou a olho nu;
•
Apresentar suposições e hipóteses acerca dos fenômenos biológicos em estudo;
•
Conhecer diferentes formas de obter informações, selecionando aquelas
dúvidas, ideias e conclusões acerca dos fenômenos biológicos;
•
Relacionar fenômenos, fatos, processos e ideias em biologia, elaborando
conceitos;
•
Estabelecer relações entre partes e o todo de um fenômeno ou processo
biológico;
•
Selecionar e utilizar metodologias científicas adequadoas para a resolução de
problemas, fazendo uso do tratamento estatístico na análise de dados coletados;
•
Formular
questões
diagnósticas
e
propor
soluções
para
problemas
apresentados, utilizando elementos da biologia;
•
Identificar as relações entre o conhecimento científico e o desenvolvimento
tecnológico, preservando a vida, as concepções de vida e as concepções do
desenvolvimento sustentável;
•
Reconhecer que a biologia é a ciência dos seres vivos, considerando seus
aspectos estruturais, funcionais, genéticos, evolutivos e embrionários.;
•
Identificar a inferência de aspectos místicos e culturais nos conhecimentos do
senso comum relacionados a aspectos biológicos.
A disciplina de Biologia,contribuirá para formar sujeitos críticos e atuantes
por meio de conteúdos que ampliem seu entendimento acerca do objeto de estudo –
o fenômeno VIDA – em sua complexidade de relações, ou seja: na organização dos
seres vivos; no funcionamento dos mecanismos biológicos; no estudo da
biodiversidade em processos biológicos de variabilidade genética, hereditária e
relações ecológicas e na análise da manipulação genética.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
• ORGANIZAÇÃO DOS SERES VIVOS
A partir do pensamento biológico descritivo baseado na visão macroscópica
dessa natureza, será feita uma análise da diversidade biológica agrupando e
categorizando as espécies extintas e existentes.
MECANISMOS BIOLÓGICOS
Por meio do pensamento biológico mecanicista, será ampliada a discussão
sobre o pensamento biológico descritivo privilegiando o estudo dos mecanismos que
explicam como os organismos funcionam.
BIODIVERSIDADE
Este conteúdo discute os processos pelos quais os seres vivos sofrem
modificações, perpetuam uma variabilidade genética e estabelecem relações
ecológicas, garantindo a diversidade de seres vivos.
MANIPULAÇÃO GENÉTICA
Este conteúdo aborda a aplicação do conhecimento biológico e as
discussões bioéticas decorrentes da manipulação e modificação do material
genético, desenvolvidos pelo homem, interferindo no fenômeno VIDA.
CONTEÚDOS BÁSICOS

Classificação dos seres vivos: critérios taxonômicos e fitogenéticos;

Sistemas biológicos: anatomia, morfologia, fisiologia;

Mecanismos de desenvolvimento embriológico;

Mecanismos celulares biofísicos e bioquímicos;

Teorias evolutivas;

Transmissão das características hereditárias;

Dinâmica dos ecossistemas: relações entre os seres vivos e interdependência
com o ambiente;

Organismos geneticamente modificados.
As Leis 10.639/03 e 11.645/08, que tratam da história e cultura Afro-
brasileira,
Africana
e
Indígena,
assim
como
os
Desafios
Educacionais
Contemporâneos e a Diversidade serão trabalhados dentro do contexto curricular. O
trabalho com a Educação Ambiental em concordância com a Lei 9795/99, que
institui a Política Nacional de Educação Ambiental, deverá ser uma prática educativa
integrada, contínua e permanente no desenvolvimento dos conteúdos específicos,
contextualizando esta abordagem em relação aos conteúdos estruturantes de forma
que as questões ambientais não sejam tratadas isoladamente na disciplina.
METODOLOGIA
A disciplina de Biologia favorece muito a compreensão de seus conteúdos,
desde que a maneira de como ele é exposto seja identificada com a realidade e o
dia-a-dia do estudante. Os conteúdos possibilitam muito a abertura para aulas
práticas, essas aulas experimentais possibilitam uma discussão e reflexão,
possibilitando a interação com fenômenos biológicos, propiciando a criação de
novas interpretações.
O contato do aluno com a natureza, mesmo de forma empírica,
é
fundamental na compreensão de que a ciência não é algo imutável e acabado e sim
essa prática pode levar a uma maior abertura na compreensão e até formulação de
novas idéias e conceitos.
Nas aulas de laboratório a teoria pode ser vivenciada com a observação de
espécimes de animais e vegetais, órgãos, tecidos, células, reações biológicas, etc.
Essa prática desperta um maior interesse do aluno na compreensão de fatos que
pareciam abstratos e agora são realidade. As atividades experimentais deverão ser
o ponto de partida para desenvolver a compreensão de conceitos ou permitira a
aplicação de ideias discutidas em sala, de modo a levar os alunos a aproximarem
teoria e prática.
Jogos didáticos são úteis para gerarem desafios, é um instrumento que pode
abordar muitos conteúdos, inclusive interdisciplinares. Essa prática é muito
importante para que o aluno desenvolva habilidades de resolver problemas com um
raciocínio lógico e possibilidade para traçar planos de ações para atingir
determinados objetivos.
A utilização de imagens possibilita uma melhor compreensão e relação entre
o concreto e o abstrato, melhorando muito na assimilação do conteúdo. Para isso,
lançamos mão de vários recursos apresentados como: TV Multimídia (pen drive),
Laboratório de Informática, CDs, DVDs, Vídeos relacionados com os mais
diversificados assuntos biológicos.
Também as aulas teóricas expositivas são ferramentas de suma importância
na exposição das teorias e conceitos referentes à disciplina. As aulas teóricas são
embasadas em bibliografia com a referência ao conteúdo a ser aplicado.
Os experimentos a serem planejados deverão estar sempre amparados
pelos dispositivos legais vigentes como a Lei Estadual do Paraná 14.037/03, que
institui o Código Estadual de Proteção aos animais, a Lei de Biossegurança, as
Resoluções do Cionama/MMA ( Conselho Nacional de Meio Ambiente e a Política
Nacional da Biodiversidade).
AVALIAÇÃO
Provas objetivas e dissertativas serão aplicadas com o objetivo de avaliar
quanto o aluno aprendeu sobre os dados singulares e específicos do conteúdo, além
de verificar a capacidade de analisar o problema central e abstrair os fatos, formular
ideias e redigi-las.
Nas aulas em sala os seminários serão usados como uma ferramenta de
avaliação, pois possibilitam a transmissão verbal das informações pesquisadas de
forma eficaz, contribuindo para a aprendizagem do ouvinte e do expositor, exigindo
pesquisa, planejamento e organização das informações, além de desenvolver a
oralidade em público.
Relatórios de aulas de laboratório ou saídas de campo verificam se o aluno
adquiriu conhecimentos e se esteve atento a alguns debates. Ainda será possível
avaliar o real nível de apreensão de conteúdos depois de atividades coletivas ou
individuais.
A recuperação de estudos deve acontecer a partir de uma lógica simples: os
conteúdos selecionados para o ensino são importantes para a formação do aluno,
então, é preciso investir em todas as estratégias e recursos possíveis para que ele
aprenda. A recuperação é justamente isso: o esforço de retornar, de voltar ao
conteúdo, de modificar os encaminhamentos metodológicos para assegurar a
possibilidade
de
aprendizagem.
Nesse
sentido,
concomitante ao processo de ensino e aprendizagem.
a
recuperação
ocorrerá
REFERÊNCIAS
Diretrizes Curriculares da Rede Pública de Educação Básica do Estado do
Paraná - Biologia - Secretaria de Estado da Educação. Superintendência da
Educação – Curitiba – 2006 – SEED/PR.
Livro Didático Público – Biologia – Ensino Médio – Vários Autores – Curitiba:
SEED – PR, 2006.
LOPES, Sônia e ROSSO, Sérgio. Biologia. Vol. Único. São Paulo: Editora Saraiva.
2005.
AMABIS, José Mariano e MARTHO, Gilberto Rodrigues. Biologia. Vol.1,2 e 3. São
Paulo: Editora Moderna. 1994.
BRITO, Elias Avancini de e FAVARETTO, José Arnaldo. Biologia: uma abordagem
evolutiva e ecológica. Vol. 1,2 e 3 – 1ª Ed. São Paulo: Editora Moderna, 1997.
JÚNIOR, Cezar da Silva e SASON, Sézar. Biologia. Vol. 1, 2 e 3. São Paulo:
Editora Saraiva. 2005.
CIÊNCIAS
APRESENTAÇÃO
Ao longo da história verificamos que a evolução do mundo segue os
interesses políticos, onde se observa a importância de cidadãos críticos, pensantes
e pesquisadores. Assim a ciência deve ser pensada como construção humana
propiciando uma evolução em que relaciona essa história com as práticas sociais
diretamente vinculada.
Pautada nessa concepção, o processo de ensino e aprendizagem de ciência
deve valorizar a dúvida, contradição, diversidade e a divergência, o questionamento
das certezas e incertezas.
Sob essa visão o referencial do processo de ensino e aprendizagem não
será somente a escola, nem a sala de aula, mas a realidade social.
Nesta perspectiva o ensino de Ciências deve fornecer subsídios para a
compreensão crítica e histórica do mundo natural, do mundo construído e da prática
social, tornando os discentes seus críticos e transformadores do meio em que vivem,
harmonizando Astronomia, Matéria, Sistemas Biológicos, Energia e Biodiversidade
como conteúdos estruturantes.
O ensino de Ciências tem como objeto de estudo o conhecimento científico
que resulta da investigação da natureza, e deve contribuir para que o aluno
compreenda melhor o mundo e suas transformações e possa agir de forma
responsável em relação ao meio ambiente e aos seus semelhantes e reflita sobre as
questões éticas que estão implícitas na relação entre ciência e sociedade.
Nestes aspectos, a ciência aborda os conteúdos básicos como uma
expressão da realidade, deixando de ser vista de forma fragmentada, neutra,
estabelecendo relações entre os conceitos científicos escolares de diferentes
conteúdos estruturantes da disciplina (relações conceituais); entre eles, os
conteúdos estruturantes das outras disciplinas do Ensino Fundamental (relações
interdisciplinares); entre os conteúdos científicos escolares e o processo de
produção do conhecimento científico (relações contextuais).
A integração de conceitos científicos escolares tem, além da abordagem por
meio das relações, a história da ciência, a divulgação científica e as atividades
experimentais como aliadas nesse processo.
CONTEÚDO ESTRUTURANTES
•
Astronomia
•
Matéria
•
Sistemas Biológicos
•
Energia
•
Biodiversidade
Estes
conteúdos
estruturantes
propostos
são
entendidos
como
conhecimentos de grande amplitude que identificam e organizam as disciplinas
escolares além de fundamentarem as abordagens pedagógicas dos conteúdos
específicos e são essenciais para compreender seu objeto de estudo e suas áreas
afins, valorizando os conhecimentos científicos das diferentes Ciências de
referência, Biologia, Física, Química, Geologia, Astronomia entre outras.
A partir de cada conteúdo estruturante, segue a seleção de conteúdos
básicos a serem trabalhados de 5ª à 8ª séries do Ensino Fundamental.
Serão contempladas as Leis 10.639/03 e 11.645/08 que valoriza e insere o
estudo da História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena, assim como os
Desafios Educacionais Contemporâneos sendo que as abordagens serão feitas a
partir dos conteúdos básicos.
CONTEÚDOS BÁSICOS
6º ANO
•
Universo
•
Sistema Solar
•
Movimentos terrestres
•
Movimentos celestes
•
Constituição da matéria
•
Níveis de organização Celular
•
Formas de Energia
•
Conversão de energia
•
Transmissão de energia
•
Organização dos seres vivos
•
Ecossistema
•
Evolução dos Seres Vivos
7º ANO
•
Astro
•
Movimentos terrestres
•
Movimentos celestes
•
Constituição da matéria
•
Célula
•
Morfologia e fisiologia dos seres vivos
•
Formas de energia
•
Transmissão de energia
•
Origem da vida
•
Organização dos seres vivos
•
Sistemática
8º ANO
•
Origem e evolução do universo
•
Constituição da matéria
•
Morfologia e fisiologia dos seres vivos
•
Formas de energia
•
Evolução dos seres vivos
9º ANO
•
Astros
•
Gravitação universal
•
Propriedades da matéria
•
Morfologia e fisiologia dos seres vivos
•
Mecanismos de herança genética
•
Formas de energia
•
Conservação de energia
•
Interações ecológicas
METODOLOGIA
Os conteúdos serão tratados utilizando uma prática que leve à integração
dos conceitos científicos e valorize o pluralismo metodológico.
O trabalho será organizado tendo como referências: o tempo disponível
(horas/aulas semanais); o projeto político pedagógico da escola, os interesses da
realidade local e regional onde a escola está inserida, a análise crítica dos livros
didáticos de Ciências disponíveis e informações atualizadas sobre os avanços da
produção científica.
O trabalho deve ser realizado estabelecendo relações entre os conteúdos,
dos recursos pedagógicos disponíveis, das estratégias de ensino que podem ser
utilizadas e das expectativas de aprendizagem para um bom resultado final.
Para isso é necessário que os conteúdos específicos de Ciências sejam
entendidos em sua complexidade de relações conceituais, não dissociados em
áreas
de
conhecimento
físico,
químico
e
biológico;
estabeleça
relações
interdisciplinares e sejam abordados a partir de contextos tecnológicos, social,
cultural, ético e político que os envolvem.
No ensino de Ciências, a história da ciência, a divulgação científica e a
atividade experimental são alguns aspectos considerados essenciais tanto para a
formação do professor quanto para a atividade pedagógica.
O processo ensino-aprendizagem pode ser mais bem articulado com o uso
de:
•
recursos pedagógicos/tecnológicos que enriquecem a prática docente, tais
como: livro didático, texto de jornal, revista científica, figuras, revista em
quadrinhos, música, quadro de giz, mapa (geográficos, sistemas biológicos,
entre
outros),
globo,
modelo
didático
(torso,
esqueleto,
célula,
olho,
desenvolvimento embrionário, entre outros), microscópio, lupa, jogo, televisor,
computador, DVD, vídeo, retroprojetor, entre outros;
•
de recursos instrucionais como organogramas, mapas conceituais, mapas de
relações, diagramas V, gráficos, tabelas, infográficos, entre outros;
•
de alguns espaços de pertinência pedagógica, dentre eles, feiras, museus,
laboratórios, exposições de ciência, seminários e debates.
Será feito um trabalho sobre a cultura Afro-Brasileira, Indígena e de Campo,
através de atividades interdisciplinares, abordando os aspectos da tradição desses
povos.
Os encaminhamentos metodológicos no ensino de Ciência, tais como: a
problematização, a contextualização, a interdisciplinaridade, a pesquisa, a leitura
científica, a atividade em grupo, a observação, a atividade experimental, os recursos
instrucionais e lúdicos devem ser considerados e valorizados.
AVALIAÇÃO
A avaliação do processo ensino-aprendizagem por meio da interação diária
entre professor e aluno, sendo fundamental que esta avaliação se processe de
forma contínua, considerando os conhecimentos que os alunos possuem, sua
prática social e o meio em que estão inseridos, a partir dos critérios avaliativos
estabelecidos pelo professor, como: confronto de textos, provas escritas, pesquisas,
trabalhos em grupos, produções de textos a partir de determinados conceitos,
ilustrações, elaboração de mural e experimentações onde o professor interage,
participa do processo e direciona, fazendo observações diretas do desenvolvimento
individual e grupal, verificando os possíveis avanços na aprendizagem, observando
assim a necessidade de um redimensionamento ou intervenções coerentes em sua
prática pedagógica.
Quanto aos instrumentos avaliativos serão adotados: observação direta do
desenvolvimento individual e grupal, da produção escrita, da capacidade
argumentativa, da mudança de postura, quanto à observação e preservação
ambiental e corporal, questões que explorem as pesquisas e o entendimento dos
fenômenos materiais e suas influências sobre o meio e seres vivos, e atividades que
oportunizem ao aluno expressar sua opinião e a interação e ação humana no
ambiente e na criação da tecnologia, usando filmes, estudo de casos, etc.
Na recuperação serão reorganizados diversos tipos de atividades para
corrigir possíveis distorções durante o processo a fim de atingir os objetivos
propostos.
REFERÊNCIAS
BARROS, Carlos e Paulino, Wilson Roberto.Ciências. 2. Ed. São Paulo:Ática,2004.
GEWANDSZNAJDER, Fernando. Ciências – O Planeta Terra:São Paulo, 2008.
PARANÁ.
Secretária
Educação.Diretrizes
do
Estado
curriculares
da
de
Educação.Superintendência
ciências
para
o
da
ensino
fundamental.Curitiba, 2008.
PARANÁ.Secretaria do Estado da Educação.Currículo básico para escola pública
do Estado do Paraná.Curitiba:SEED, 1990.
VALLE, Cecília.Coleção Ciências. São Paulo: Positivo, 2004.
EDUCAÇÃO FÍSICA
APRESENTAÇÃO
O trabalho na área da Educação Física tem seus fundamentos nas
concepções do corpo e movimento, concretizando-se nos seus conteúdos
estruturantes, os quais sejam: esporte, ginástica, jogos e brincadeiras, lutas e dança.
Integrada proposta pedagógica da escola, a educação física é componente
curricular obrigatório da educação básica, garantida pela lei nº 10.793/2003.
Historicamente, as praticas pedagógicas escolares de Educação Física
foram fortemente influenciadas pela instituição militar e pela medicina, emergentes
dos séculos XVIII e XIX. Os exercícios sistematizados nesses moldes foram
reelaborados pelo conhecimento médico numa perspectiva pedagógica, para
atender objetivos de adquirir,conservar, promover e restabelecer a saúde. Para este
fim, foram importadas da Europa, práticas conformativas, como o modelo de saúde e
os métodos ginásticos.
No início da década de 1990, um momento significativo para o Estado do
Paraná foi a elaboração do Currículo Básico. Esse processo deu-se num contexto
nacional de democratização do país e resultou de um trabalho coletivo de
profissionais comprometidos com a educação Pública do Paraná, para responder as
demandas sociais e históricas da educação brasileira. Apresentava uma listagem de
conteúdo, vinculando-se ao materialismo histórico dialético, matriz teórica que
fundamentava a proposta de ensino-aprendizagem de todas as disciplinas do
currículo.
A partir de um longo processo de discussão coletiva, ocorrido entre 2004 e
2008, que envolveu os professores da rede estadual de ensino, foram elaboradas as
Diretrizes Curriculares da Educação Básica, que nos dias atuais, fundamentam o
trabalho pedagógico da educação física, contribuindo de maneira decisiva para o
seu fortalecimento.
Assim a área da Educação Física contempla múltiplos conhecimentos
produzidos e reproduzidos pela sociedade a respeito da cultura corporal, que é o
seu objeto de estudo. Entre eles, considera-se fundamentais as atividades culturais
de movimento com finalidade de lazer, expressão de sentimentos, emoções e com
possibilidade de promoção.
Nesse sentido é preciso, garantir o acesso dos alunos as práticas da cultura
corporal, contribuindo para a construção de um processo pedagógico de ensino
aprendizagem na disciplina de Educação Física, visando os conhecimentos das
práticas corporais que desenvolvam suas potencialidades, de forma democrática
tendo em vista a formação do ser humano.
Deve ser vivenciada na escola de forma diversificada, proporcionando um
amplo conhecimento de seus diferentes aspectos, mesmo aqueles que não fazem
parte de seu cotidiano.
Visando romper com a maneira tradicional de trabalhar a Educação Física,
se faz necessário integrar e interligar as práticas corporais de forma mais reflexiva e
contextualizada, o que é possível por meio dos Elementos Articuladores.
Tais elementos não podem ser entendidos como conteúdos paralelos, nem
tampouco trabalhados apenas teoricamente e, ou, de maneira isolada. Os elementos
articuladores alargam a compreensão das práticas corporais, indicam múltiplas
possibilidades de intervenção pedagógicas em situações que surgem no cotidiano
escolar.
A Educação Física deve considerar características da maturação, as
diferenças individuais, as necessidades, as limitações e os interesses do aluno.
Através dos conteúdos estruturantes e da contribuição dos elementos articuladores,
o aluno pode se relacionar com o próprio corpo, com o outro e com o meio social,
desenvolver p senso crítico,preparar-se para a convivência social e política, dentro
de um contexto onde possa compreender e respeitar as diferenças e as diferentes
culturas, dentre elas, a historia e cultura africana, afro brasileira e indígena.
Partindo do movimento humano, expressão da identidade corporal, e da
percepção do mundo que nos cerca, os conteúdos de Educação Física: Dança,
Ginásticas, Esporte, Jogos e Brincadeiras, têm a função social de contribuir para que
os alunos se tornem sujeitos capazes de reconhecer o próprio corpo, ter autonomia
sobre ele e adquirir uma expressividade corporal consciente.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS
Os conteúdos trabalhados devem ampliar o conhecimento da realidade do
educando, estabelecendo relações e conexões entre os fenômenos culturais e
sociais e isto se dará a partir dos elementos articuladores que são os pontos de
ligação entre os diferentes conteúdos estruturantes, sendo eles: Cultura corporal e
ludicidade, cultura corporal e saúde, cultura corporal e mundo do trabalho, cultura
corporal e desportivização, cultura corporal – tática e técnica, cultura corporal e
lazer, cultura corporal e corpo, cultura corporal e diversidade, cultura corporal e
mídia, visando desta forma, romper com a maneira tradicional do
Educação Física.
ESPORTE
•
Coletivos
•
Individuais
•
Radicais
JOGOS E BRINCADEIRAS
• Jogos e brincadeiras populares
• Brincadeiras e cantigas de roda
• Jogos de tabuleiro
• Jogos cooperativos
• Jogos dramáticos
GINÁSTICA
• Ginástica rítmica
• Ginásticas circenses
• Ginástica geral
ensino da
ENSINO MÉDIO
ESPORTE
•
Coletivos
•
Individuais
•
Radicais
JOGOS E BRINCADEIRAS
•
Jogos de tabuleiro
•
Jogos dramáticos
•
Jogos cooperativos
GINÁSTICA
•
Ginástica artística/olímpica
•
Ginástica de condicionamento físico
•
Ginástica geral
A Educação Física na medida em que se dedica à educação do corpo e
mente, procura através das suas atividades valorizar e resgatar a história e a cultura
africana e Afro-Brasileira. Acreditando na importância que o corpo tem para os afros
descendentes , pois estes quando arrancados de suas casas na África ás únicas
coisas que puderam trazer consigo, foram os seus corpos, e neles todo o manancial
de cultura e história que hoje procuramos resgatar trabalhando com a
implementação da lei 10.639/03 e 11.645/08 nas nossas aulas de Educação Física.
Ao trabalhar as danças de raízes africanas os jogos como N’ Txuva, Xadrez
Africano e a capoeira entre outros esportes, os atletas negros e suas influências e
participações nas diversas modalidades esportivas, entre outros, estamos levando
os alunos a valorizarem a diversidade da formação do povo brasileiro e as várias
contribuições que estes povos nos trouxeram, principalmente os africanos que
tiveram durante muito tempo suas contribuições negadas e invizibilizadas em nossas
escolas.
Quando procuramos através da Educação, trabalhar a História e Cultura
Afro, estamos trabalhando por ‘políticas afirmativas’, isto é, políticas de reparação
de reconhecimento e valorização da historia, cultura e identidade da população afro
descendentes. Os Desafios Educacionais Contemporâneos serão trabalhados
quando o conteúdo específico os exigirem.
METODOLOGIA
A corporalidade como concepção orientadora da Educação Física no Ensino
Fundamental e Médio, pretende por meios das praticas corporais, ir
além da
dimensão motriz levando em conta a multiplicidade de experiências manifestas pelo
corpo as quais permeiam estas práticas. A Educação Física se estruturará como
responsável pela organização e sistematização dessas práticas corporais que
possibilitam a comunicação e o diálogo com as diferentes culturas.
Nas aulas de Educação Física, a metodologia desenvolvida terá como eixo
central a construção do conhecimento pela práxis, proporcionando ao mesmo
tempo, a expressão corporal, o aprendizado das técnicas próprias dos conteúdos
proposto e a reflexão sobre o movimento corporal, segundo o princípio da
complexidade crescente em que o mesmo conteúdo é discutido tanto no Ensino
Fundamental quanto no Médio.
Como ponto de partida é necessário a verificação daquilo que o aluno traz
como referência acerca do conteúdo proposto, isto é, partir do conhecimento do
aluno para organizar o encaminhamento metodológico. A partir desta leitura, propor
desafios para aguçar seus questionamentos, tornando-o motivado para assimilar o
conteúdo sistematizado e ter condições de recriar o mesmo.
Propor práticas que contribuam para a ampliação da consciência corporal,
utilizando atividades que expressem as múltiplas relações étnicas, de gênero, de
violência, de sexualidade, dos limites e possibilidades corporais, que expressem
uma linguagem, uma determinada condição de classe.
Desenvolver ações de trabalho voltadas para a utilização das tecnologias
disponíveis no ambiente escolar. Como referencial de pesquisa junto ao
planejamento das atividades educacionais: TV Paulo Freire, portal Dia-a-Dia
Educação, Livro Didático, biblioteca escolar, laboratório de informática, entre outros.
Como recursos, matérias esportivos, jogos didáticos, materiais recicláveis, som CDs,
Dvds, quadras e outros meios para assim, a cada dia, qualificar o trabalho.
AVALIAÇÃO
Será realizada em função de totalidade dos conhecimentos do aluno,
voltados para o julgamento qualitativo resultado do trabalho desenvolvido através
dos conteúdos, ginástica, dança, esportes, jogos e brincadeiras, possibilitando,
assim, que os alunos reflitam e se posicionem, criticamente, com o intuito de
construir uma suposta relação com o mundo.
A realização de provas e trabalhos escritos podem ser utilizados para a
avaliação das aulas de Educação Física, desde que a nota não sirva exclusivamente
para hierarquizar e classificar os alunos em melhores ou piores, aprovados e
reprovados, mas que sirva, também, como referencia para redimensionar sua ação
pedagógica.
Deve-se ter clareza de que a avaliação não deve ser pensada a parte do
processo ensino aprendizagem da escola, mas avançar discutindo sobre as
estratégias didático-metodológicas e entender esse processo como algo contínuo,
permanente e cumulativo.
Os critérios para a avaliação
deverão considerar o comprometimento e
envolvimento dos alunos, ou seja, se entregam as atividades propostas pelo
professor; se houve assimilação dos conteúdos propostos, por meio da recriação de
jogos e regras; se o aluno consegue resolver, de maneira criativa, situações
problemas sem desconsiderar a opinião do outro, respeitando o posicionamento do
grupo e propondo soluções para as divergências; se o aluno se mostra envolvido
nas atividades, seja através de participação nas atividades práticas ou teóricas.
Instrumentos de avaliação que podem nortear o processo seriam a
observação através da participação prática do aluno, observação na apresentação
de trabalhos individuais e em grupos, avaliação escrita através de provas e trabalhos
elaborados, auto avaliação, e concomitante e contínua a recuperação de estudos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BENJAMIN, Walter. Reflexões sobre a criança, o brinquedo e a educação. São
Paulo: Duas Cidades/Editora 34,2002.
BRASIL. Lei 10.793/2003.
BREGOLATO, Roseli A.Cultura Corporal e Esporte. São Paulo: Ícone, 2003.
____________________.Cultura Corporal da Dança. São Paulo: Ícone, 2006.
____________________.Cultura Corporal da Ginástica. São Paulo: Ícone, 2002.
CARLINI, Alda Luiza, A Educação e a Corporalidade do Educando. Descorpo.
São Paulo, n 04, p. 41-60, 1995.
CASTELLANI FILHO, lino. Educação Física no Brasil: A historia que não se
conta 2. ed. Campinas. Papirus, 1991.
DARIDO, S.C e Rangel, I.C.A. Educação Física na Escola :Implicações para a
prática pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
ESCOBAR, M.O. Cultura Corporal na Escola: Tarefas da Ed. Física. In: Revista
Motrivivência, nº08, p. 91-100, Florianópolis, Lijuí, 1995.
GONÇALVES, Maria Cristina. Aprendendo a Educação Física infantil de 1ª a 8ª
série do ensino fundamental. Curitiba: Bolsa nacional do livro, 2002.- Volume I
e II.
MORAES, carla Regina Wingert. Apostila Atividades Físicas para DeficientesUNICS- Palmas – Pr., 2005.
SEED Diretrizes Curriculares estaduais de educação Física para a Educação
Básica, 2008.
TONIAL, Adriano Guilherme Schmaedecke. Higienie Social. Palmas – Pr, 2003.
TEIXEIRA, Hudson Ventura. Educação Física e Desportos. Editora Saraiva,
1995.
ENSINO RELIGIOSO
APRESENTAÇÃO
O Ensino Religioso ao longo da história assumiu diferentes características
pedagógicas e legais.
A disciplina foi instituída inicialmente nas atividades de evangelização,
promovidas pela Companhia de Jesus. Com o advento da República iniciou-se o
processo de uma educação laica. O Estado Novo então propôs um ensino de
temática religiosa, em forma de lei, de frequência facultativa. Isso porém não
garantiu uma postura de respeito a todas as práticas religiosas, pois contemplava-se
as práticas ligadas à religião hegemônica.
Em meados da década de 60, o ensino religioso de matrícula facultativa,
passa a abrir a possibilidade de reelaboração da disciplina numa perspectiva
aconfessional de ensino.
A possibilidade de um ensino aconfessional e público só se concretizam com
a LDB de 96 e sua correção de 97, onde o ensino passa a incluir temas religiosos de
modelo laico e pluralista, procurando impedir qualquer forma de prática catequética
nas escolas públicas.
A importância da disciplina do Ensino Religioso nas escolas públicas é a de
manifestar uma postura de respeito a todas e quaisquer práticas religiosas.
Os objetivos da disciplina são voltados para considerar a diversidade
religiosa no Estado, frente a superação das tradicionais aulas de religião, atender a
necessidade do diálogo e do estudo na escola sobre as diferentes leituras do
Sagrado na sociedade e reconhecer a expressão das diferentes manifestações
culturais e religiosas. É seu objetivo também é a apropriação dos saberes sobre as
expressões e organizações religiosas das diversas culturas na sua relação com
outros campos do conhecimento. Neste contexto o objeto de estudo da disciplina é o
sagrado.
O Conselho Estadual de Educação (CEE) aprovou a Deliberação nº 01/06
que instituiu novas normas para o Ensino Religioso no Sistema Estadual de Ensino
do Paraná. Ensino laico com forte caráter escolar reconhecendo a expressão das
diferentes manifestações culturais e religiosas contemporâneas.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
Os conteúdos estruturantes do Ensino Religioso não devem ser entendidos
isoladamente; mas sim devem ser referenciais que levam intensamente à
compreensão do objeto de estudo que é o Sagrado, pois por meio deste
entendimento do Sagrado, compreende-se historicamente muitos acontecimentos
que marcam a vida da sociedade, pois, isto deve-se a atribuições às manifestações
do Sagrado. São três conteúdos estruturantes:

Paisagem Religiosa

Símbolo

Texto Sagrado
CONTEÚDOS BÁSICOS:
6ºANO

Organizações religiosas;

Lugares sagrados;

Textos sagrados orais e escritos;

Símbolos religiosos.
7ºANO
 - Temporalidade sagrada;
 - Festas religiosas;
 - Ritos;
 - Vida e morte.
METODOLOGIA
Incrementar a disciplina como conhecimento com propósito social humano,
respeito e formas de existir. Refletir princípios significativos da Declaração Universal
dos Direitos Humanos: Pessoa – Dignidade – Pessoa com Dignidade (o que infere a
Igualdade) – Solidariedade. Caderno Pedagógico de Ensino Religioso.
A metodologia da disciplina de ensino religioso deve ser voltada para efetivar
uma prática de ensino visando a superação do preconceito religioso, como também
desprender-se do seu histórico confessional catequético para a construção e
consolidação do respeito a diversidade cultural e religiosa.
A disciplina do ensino religioso deve propiciar a compreensão, comparação
e análise das diferentes manifestações do Sagrado, com vista a interpretação de
seus múltiplos significados, subsidiando os educandos na compreensão dos
conceitos básicos no campo religioso e na forma como as sociedades são
influenciadas pelas tradições religiosas, tanto na afirmação quanto na negação do
sagrado.
AVALIAÇÃO
De antemão, é preciso tomar conhecimento que a disciplina de Ensino
Religioso não está condicionada à atribuição de notas e/ou conceitos, por seu
caráter facultativo de matricula na disciplina. Apesar, de não haver aferição de notas
ou conceitos que impliquem aprovação ou reprovação do aluno, é necessário avaliálo mediante:
 de que maneira o educando está assimilando ou compreendendo o conteúdo
trabalhado;
 está havendo por parte do educando aceitação das diferentes manifestações
religiosas;
Cabe portanto, ao professor no seu dia-a-dia perceber as mudanças
ocorridas em relação à turma para então direcionar todo o seu trabalho docente.
REFERÊNCIAS
BRASIL. Estatuto da Criança e do Adolescente. Lei n. 8.069. Brasília, 1990.
BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei n. 9394/96.
Brasília, 1996.
Cadernos Pedagógicos da ASSINTEC.
CISALPIANO, Murilo. Religiões. São Paulo: Editora Scipione Ltda., 1994.
COLÉGIO ESTADUAL HILDA KAMAL. Regimento Escolar, Umuarama, 2010.
CRUZ, Therezinha M. L. Irmãos a caminho. São Paulo: Editora FTD SA, 1989.
Diretrizes Curriculares da Educação Básica – Ensino Religioso - SEED.
Caderno Pedagógico de Ensino Religioso – O Sagrado no Ensino Religioso –
SEED.
ELIADE, Mircea. O Sagrado e o Profano. São Paulo:Martins Fontes,1992.
MARTELLI, Stefano. A religião na sociedade pós-moderna: entre secularização
e dessecularização. São Paulo: Paulinas, 1995.
NARLOCH, Rogério Francisco. Redescobrindo o Universo Religioso. Petrópolis:
Editora Vozes, 2002.
FILOSOFIA
APRESENTAÇÃO
Numa época caracterizada pela complexidade e rapidez das mudanças, a
Filosofia adquire uma forte importância na formação educacional dos nossos
estudantes: ela pode oferecer um suporte fundamental para o desenvolvimento de
pessoas capazes de se autodeterminar, de interpretar a realidade de maneira
adequada, de refletir, de julgar criticamente, de interpretar os sistemas simbólicos e
de re-elaborar o saber de maneira pessoal e construtiva.
Ela permite compreender as ideias fundamentais de uma determinada época
(inclusive a atual) de maneira orgânica. Ela também busca por em evidência o
quadro epistemológico que está à base das diferentes formas de saber.
A Filosofia se fundamenta sobre o
modelo argumentativo, sobre a
necessidade de explicitar as razões das teses pessoais, de analisar as razões do
outro e de aceitar a pluralidade de posições e concepções, fortalecendo assim, a
democracia e incentivando o espírito democrático.
A finalidade do ensino de Filosofia é a de desenvolver capacidades de criar
conceitos. É precisamente a partir desse aspecto que s conteúdos são
principalmente meios para adquiri-la. O núcleo central é aprender a fazer Filosofia a
partir das experiências filosóficas, partindo dos clássicos da História da Filosofia e
da própria realidade dos alunos.
Neste sentido o ensino de Filosofia deve partir da pergunta: o que no
contexto da América Latina e de Brasil, pode melhor contribuir para formar nos
alunos espírito crítico, para desenvolver sua capacidade de reflexão e sua
autonomia de juízo, e para construir uma cultura que seja um instrumento de
inteligibilidade do mundo que os cerca.
Reconhecer desta forma que filosofar implica numa aprendizagem, e, neste
sentido, a diversificação das formas de ensino da Filosofia está vinculada à sua
democratização, ou seja, reconhecer que as capacidades filosóficas próprias de
cada aluno não se expressam nos outros alunos da mesma forma. Ademais, tais
capacidades não podem ser cultivadas com as mesmas modalidades. Deve-se levar
em consideração estes respectivos aspectos da vida dos alunos: o percurso escolar
precedente, sua bagagem cultural, suas relações com a linguagem, sua relação com
a escola, sua convivência com os adultos, seu projeto profissional, e, de modo mais
abrangente seu próprio futuro.
O ensino de Filosofia tem por objetivo se dirigir a todos (as), e por isso devese buscar por aquilo que, nas suas mais variadas formas didáticas, é inseparável da
disciplina por si.
Frente ao amplo contexto histórico da filosofia, de um lado o modelo
tradicional previa uma sequência cronológica, mas existem outros itinerários tais
como, por exemplo, a apresentação de temas ou argumentos com base na
reconstrução das teses mais significativas e presentes na História da Filosofia
mostrando o desenvolvimento das diversas concepções e as relações existentes
entre elas. Esta metodologia (método) engloba tanto a análise vertical (histórica)
quanto a horizontal (comparativa) com a finalidade de compreender melhor o
desenvolvimento e as razões que estão na base das diferentes posições: a
revolução científica, a liberdade e o poder no mundo moderno, a origem das ciências
sociais.
O objeto de estudo da Filosofia é o pensamento, a reflexão filosófica e será
através da
criação de conceitos, trabalhados em cada um dos conteúdos
estruturantes e básicos é que se efetivará o objetivo de instigar o aluno na busca
pelo entendimento da Filosofia, do desenvolvimento e cultivo da reflexão crítica
sobre a realidade na qual está inserido criando conhecimentos com fundamentação
científica e filosófica a fim de uma transformação de sua realidade.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS
Os conteúdos estruturantes e básicos serão abordados e divididos no
decorrer das três séries do ensino médio:
1º ANO DO ENSINO MÉDIO
Mito e Filosofia: Saber mítico; Saber Filosófico; Relação Mito e Filosofia;
Atualidade do Mito; O que é a Filosofia?
Teoria do Conhecimento: Possibilidade do Conhecimento; As formas do
conhecimento; O problema da Verdade; A questão do método; Conhecimento e
Lógica;
2º ANO DO ENSINO MÉDIO
Ética: Ética e Moral; Pluralidade ética; Ética e Violência; Razão, desejo e
vontade; Liberdade: autonomia do sujeito e a necessidade das normas.
Filosofia Política: Relações entre comunidade e poder; Liberdade e
igualdade política; Política e ideologia; Esfera pública e esfera privada; Cidadania
formal e/ou participativa.
3º ANO DO ENSINO MÉDIO
Epistemologia ou Filosofia da Ciência: Concepções de ciência; A questão
do método científico; Contribuições e limites da ciência; Ciência e ideologia; Ciência
e ética.
Estética filosófica ou Filosofia da Arte: Natureza da arte; Filosofia da arte;
Categorias estéticas – feio, belo, sublime, trágico, cômico, grotesco, gosto, etc.;
Estética e sociedade.
Metodologia
O trabalho com os conteúdos de filosofia acima citados serão abordados em
sala de aula a partir de quatro momentos distintos na abordagem de cada um
desses conteúdos, a saber: a mobilização, a problematização, a investigação e a
criação de conceitos. Vejamos cada um deles particularmente.
A mobilização poderá ser feita por meio de algo instigue os alunos à
curiosidade, de algo que se torne interessante ao seu mundo, como a letra de um
rap, funk, poesias e músicas que contemplem o conteúdo estruturante a ser
trabalhado. Tendo os conteúdos específicos adaptados e deliberados pelo docente
de acordo com a realidade de seu alunado.
Posteriormente, o professor conduz ao início do trabalho propriamente
filosófico, pois a partir daquilo que provocou mobilização dever-se-á analisar as
causas, quais os interesses envolvidos, quem se beneficia ou não com a situação
em questão. Quando o aluno tiver concluído esta etapa buscar na história da
filosofia pensadores que já passaram por problemas similares, entender as formas
como eles desenvolveram suas ideias e compreenderam a realidade na qual
estavam inseridos.
O passo seguinte é a investigação, pois é a partir desta que se poderá
concordar, discordar e analisar com as teorias que são defendidas pelos autores
estudados em sala de aula sem a formulação prévia e, por vezes, errônea dos
conceitos dos autores.
O último passo dentro de uma abordagem de um conteúdo filosófico e a
criação própria dos conceitos a respeito dos assuntos contemporâneos trabalhados,
podendo ser até uma nova visita aos assuntos que mobilizaram a curiosidade de
cada um dos alunos e ver como as diferenças de leitura e compreensão se
modificaram com o decorrer desse processo.
Criando conceitos a partir de
problemas, de questões, de análises e de sínteses e exigindo uma reflexão em cima
dessas questões, será garantido aos alunos um pensamento racional e crítico que
os levará a indagação e á reflexão filosófica, ou seja, ao pensamento.
Serão contempladas as Leis 10.639/03 e 11.645/08 que valoriza e insere o
estudo da História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena, assim como os
Desafios Educacionais Contemporâneos sendo que as abordagens serão feitas a
partir dos conteúdos básicos.
AVALIAÇÃO
No ato de avaliar o professor deve respeitar as divergentes posições dos
seus alunos, sua capacidade argumentativa, mesmo que não concorde com elas,
tendo em vista que o principal mecanismo filosófico é a argumentação e a
capacidade de discordar e proporcionar dialogicidade, com fundamentação teórica.
Assim, cabe ao professor da disciplina de filosofia, conforme DCE, avaliar, qual o
discurso que o aluno tenha antes, qual conceito trabalhou, qual discurso tem após
após o conceito trabalhado.
A avaliação, conforme delibera a LDB 9394/96, deve ser diagnóstica e
processual. Isto implica que ela precisa ocorrer em todos os momentos já
explanados na metodologia de trabalho.
Além de diagnosticar falhas de aprendizagem, a avaliação é um mecanismo
que o docente tem para reavaliar sua prática pedagógica e mesmo utilizar da
mesma como um meio de se mobilizar e criar discussões dentro de sala de aula,
como as diferenças entre autoridade e autoritarismo, por exemplo.
Referências
Filosofia. Vários autores. Curitiba: SEED-PR, 2006, 336p.
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DO PARANÁ. Diretrizes da Educação
Básica. Filosofia. 2008
FÍSICA
APRESENTAÇÃO
Muitos foram os estudos e contribuições dos mais diversos povos como os
árabes e os chineses entre outros. Entretanto, a História da Física demonstra que
até o período do Renascimento a maior parte da ciência conhecida pode ser
resumida à Geometria Euclidiana, à astronomia geocêntrica de Ptolomeu ( 150 d.C.)
e a Física de Aristóteles (384 – 322. a. C), muito divulgada na Idade Média a partir
de traduções dos árabes,especialmente Avicena.
O século XIX estava com o cenário preparado para que mudanças
ocorressem em todos os campos. Ocorria então, a unificação na Física, cuja
sistematização coube ao escocês James Clerk Maxwell, por volta de 1861.
No cenário científico mundial, o início do século XX, foi marcado por uma
nova revolução, no campo da pesquisa da Física. Em 1905, Einstein propusera a
teoria da relatividade ao perceber que as equações de Maxwell, não obedeciam às
regras de mudanças de referencial da teoria newtoriana. Ao decidir pela preservação
da teoria, alterava os fundamentos da mecânica e apresentava uma nova visão do
espaço tempo, com a dispensa do éter.
Em 1808, com a vinda da família real ao Brasil, o ensino de Física foi trazido
para o nosso país para atender a corte e os desejos da intelectualidade local. O
ensino de Física ocupou-se com a formação e engenheiros e médicos, de modo a
formar a elite dirigente do país. Portanto não era para todos, visto que esse
conhecimento não fazia parte da grade curricular das poucas escolas primárias ou
profissionais, as quais as classes populares, frequentavam.
A Física tem como objeto de estudo o Universo em toda sua complexidade.
Por isso a disciplina propõe o estudo da natureza. O ensino de Física deve ser
empregado de maneira que o aluno consiga relacionar com o seu cotidiano,
tornando-se um instrumento necessário para a compreensão desse mundo, como
conhecimento insdispensável à formação da cidadania, contribuindo para o
desenvolvimento de um sujeito crítico, capaz de admirar a beleza da produção
científica ao longo da história e compreender a necessidade desta dimensão do
conhecimento para o estudo e o conhecimento sobre o universo de fenômenos que
o cerca. Mas também, que percebam a não neutralidade de sua produção, bem
como os aspectos sociais, políticos, econômicos e culturais desta ciência.
Portanto a Física tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento de
um sujeito crítico.
Justifica-se o ensino de Física, pois possibilita a formação de indivíduos
capazes de refletir e influenciar de forma consciente na tomada de decisões no
campo da tecnologia, na política, na economia como cidadão ativo no processo
cultural do país e propiciar o crescimento do aluno como cidadão, criando sua
própria identidade como cidadão do sue país ou do mundo.
Os
conteúdos
estruturantes:
MOVIMENTO,
TERMODINÂMICA
E
ELETROMAGNETISMO, que serão desmembrados em conteúdos pontuais, serão
organizados de forma ao objeto de estudo da disciplina: o universo, sua evolução,
suas transformações e as interações que nele não conta apenas uma equação
matemática, mas que considere o pressuposto teórico que afirma que o
conhecimento científico é uma construção humana com significado histórico e social.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
•
Movimento;
•
Termodinâmica;
•
Eletromagnetismo.
CONTEÚDOS BÁSICOS:
• Momentum, inércia;
• Conservação de quantidade de movimento (momentum);
• Variação da quantidade de movimento = Impulso;
• 2ª Lei de Newton;
• 3ª Lei de Newton e condições de equilíbrio;
• Energia e o princípio da conservação da energia;
• Gravitação;
• Leis da Termodinâmica:
- Lei zero da Termodinâmica;
- 1ª Lei da Termodinâmica;
- 2ª Lei da Termodinâmica.
•
Carga, corrente elétrica, campo e ondas magnéticas;
•
Força eletromagnética;
•
Equações de Maxwell: Lei de Gauss para eletrostática/Lei de Coulomb, Lei de
Àmpere, Lei de Gauss magnética, Lei de Faraday;
•
A natureza da luz e suas propriedades.
METODOLOGIA
O processo de ensino aprendizagem terá como ponto de partida o
conhecimento prévio trazido pelos alunos, fruto de suas experiências de vida em seu
contexto social. Interessando as concepções alternativas apresentadas pelos
mesmos a respeito de alguns conceitos, as quais influenciam a aprendizagem do
conhecimento científico.
O professor fará uso da experimentação como uma metodologia de ensino
que pode contribuir para fazer a ligação entre teoria e prática.
Como o campo disciplinar da Física mantém relações com outras disciplinas,
os conceitos destas devem ser utilizados para o melhor entendimento do
conhecimento físico e vice-versa.
A Física deverá ser trabalhada em conjunto, ou seja, fazer acontecer entre
professor/aluno e aluno/aluno a torça de experiências através de aulas expositivos,
dinâmicas de grupos, leitura que mostrem a evolução científica e/ ou tecnológica,
práticas, laboratoriais e pesquisas diversas valorizando também o uso da televisão
Pen-drive, internet e demais recursos tecnológicos.
O professor abordará temas relacionados à cultura Afro-Brasileira, de gênero
e diversidade sexual e educação do campo,. Tais como os sons emitidos pelos
instrumentos
produzidos
pelos
povos
e
também
estudar
os
movimentos
provenientes de corridas.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação será contínua diagnóstica e cumulativa. Os alunos serão
avaliados através da verificação da compreensão dos conceitos essenciais para o
entendimento de uma unidade de ensino e aprendizagem planejada; a capacidade
de entendimento de um texto ( compreensão, análise, síntese, etc.) seja ele literário
ou científico; para uma opinião que leve em conta o conteúdo físico. Na leitura de
um texto que não seja de divulgação científica, nos quais os conceitos físicos não
estão explicitados, a avaliação pode partir da elaboração de um novo texto pelo
estudante, cujos conceitos, esperam-se apareçam com mais transparência; a
capacidade de elaborar um relatório tendo como referência os conceitos, as leis,
enfim as teorias físicas sobre um experimento ou qualquer outro evento que envolva
a Física. Avaliar é considerar a apropriação dos objetos da Física, tomá-la como
instrumento para intervir no processo de aprendizagem, cujo objetivo é o
crescimento do aluno.
A recuperação dos conteúdos deverá ser concomitante ao processo ensinoaprendizagem e os docentes e estabelecimento de ensino deverão prover meios e
estratégias de recuperação dos alunos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Paraná, Secretária de Estado da Educação. Diretrizes Curriculares para o ensino
de Física. Curitiba: SEED, 2008;
Biblioteca do professor;
Física/vários autores – Curitiba: SEED – PR, 2006. – p. 232
Luz, Antonio Máximo Ribeiro da, Física Ensino Médio: Luz, Beatriz Alvarenga;
Álvares. – São Paulo: Scipione, 2005;
SAVIANI, D. Escola e Democracia. São Paulo: Autores Associados, 2002;
Sampaio, JOSÉ Luiz, Universo da Física; Jose Luiz /Sampaio, Caio Sérgio
Calçada. – 2. Ed. São Paulo: Atual 2005
GEOGRAFIA
APRESENTAÇÃO
A Geografia como ciência tem como objeto de estudo o espaço geográfico (a
superfície terrestre enquanto espaço onde ocorre a espacialização humana), seu
papel decisivo na formação para a cidadania.
Desde tempos remotos as relações com a natureza e com o espaço fazem
parte das estratégias de sobrevivência do homem. A observação da natureza
através dos vários ciclos permitiu que as sociedades pudessem se relacionar com
ela e modificá-la em prol de si mesmo. Foi nesse contexto que se desenvolveram
outros conhecimentos relativos a Geografia.
Pouco difundida a ciência Geográfica no decorrer dos tempos estava
envolvida em outras ciências, passando a ser uma ciência autônoma a partir do
século XIX, quando foi sistematizada como ciência pelo alemão Frederic Ratzel.
A partir daí passa a ser conteúdo estudado nas universidades da Europa.
No Brasil ela é institucionalizada a partir da década de 30, quando interesses
políticos do Estado (Estado Novo) viam na Geografia uma forma de melhor conhecer
o Brasil.
Em 1964, com o golpe militar o ensino de Geografia transforma-se em
Estudos Sociais tornando-se uma disciplina ilustrativa e superficial comprometida
com a manutenção do “status quo”.
Só a partir da década de 70 e 80 é que a Geografia é abordada como uma
ciência crítica que veio a evidenciar questões econômicas, sociais, políticas
e
culturais como fundamentais para a compreensão do espaço geográfico.
Nos anos 80 e 90 sofre avanços e retrocessos em função do contexto
histórico e das condições políticas dos anos 90 ligados à política Neoliberal que
atingia principalmente a educação.
Em 1996, com a LDB (lei de Diretrizes e Bases) são criados os PCNs
enfocando discussões ambientais e multiculturais.
O estado do Paraná tem dado um importante enfoque ao estudo da sua
Geografia, quando em 2.003 a Geografia do Paraná passou a fazer parte da Grade
Curricular do Paraná.
Para a compreensão desse espaço geográfico essa ciência/disciplina possui
um quadro conceitual de referencia: lugar, território, região, sociedade, paisagem e
natureza. Assim promove uma análise espacial sob a abordagem natural, histórica,
econômica, cultural e política. Levando em consideração as diferentes formas de
organização do espaço, nas escalas local, regional, nacional e global.
O valor educativo da Disciplina de Geografia origina-se no fato de todos os
acontecimentos do mundo têm uma dimensão espacial, visto que o espaço é a
materialização dos tempos da vida social. Há que se empreender uma educação
geográfica, numa perspectiva crítica e de diálogo, subsidiada na relação de
conteúdos teóricos, na prática vivida e no princípio da busca da autonomia moral e
intelectual do cidadão.
A geografia junto com as demais disciplinas do currículo terá o papel de
proporcionar situações que permitam ao estudante pensar sobre o tempo e o espaço
de vivencia. A internacionalização da economia e da informação mudou as noções
de tempo e espaço, mudou as relações de trabalho e as relações de poder político
entre as nações.
Por isso, compreender a organização e as transformações sofridas por esse
espaço é essencial para a formação do cidadão consciente e crítico dos problemas
do mundo em que vive.
É papel da Geografia, tornar o mundo compreensível para os alunos.
A Geografia capacitará o cidadão a fazer uma análise critica das relações sócioespaciais nas diversas escalas geográficas seja local ou global.
O ensino da Geografia fornecerá ao educando embasamentos para
consolidar a área do conhecimento que propicie ao aluno a capacidade de ler e
interpretar criticamente o espaço Terra, considerando as diversidades, as
desigualdades e as complexidades do mundo.
Considerando a abrangência e riqueza que compreende o estudo da
Geografia é de suma importância que o aluno adquira também domínio da
linguagem cartográfica que é a forma de elucidar e localizar fatos e fenômenos
geográficos.
Em cada conteúdo específico aplicado, serão feitas abordagens que
contemplem os quatro conteúdos estruturantes de forma crítica e dinâmica, em
coerência com as várias escalas: local, regional, nacional e global e nas relações
urbano-rurais.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
•
Dimensão econômica do espaço geográfico;
•
Dimensão política do espaço geográfico;
•
Dimensão socioambiental do espaço geográfico;
•
Dinâmica cultural e demográfica do espaço geográfico.
CONTEÚDOS BÁSICOS DO ENSINO FUNDAMENTAL
•
Formação e transformação das paisagens naturais e culturais;
•
Dinâmica da natureza e sua alteração pelo emprego de tecnologias de
exploração e produção;
•
A formação, localização, exploração e utilização dos recursos naturais;
•
A distribuição espacial das atividades produtivas e a (re)organização do espaço
geográfico;
•
As relações entre campo e a cidade na sociedade capitalista;
•
A transformação demográfica, a distribuição espacial e os indicadores
estatísticos da população;
•
A mobilidade populacional e as manifestações socioespaciais da diversidade
cultural;
•
As diversas regionalizações do espaço geográfico/brasileiro;
•
A formação, mobilidade das fronteiras e a reconfiguração do território brasileiro;
•
As manifestações socioespaciais da diversidade cultural;
•
Movimentos migratórios e mundiais e suas motivações;
•
O espaço rural e a modernização da agricultura;
•
A formação e o crescimento das cidades, a dinâmica dos espaços urbanos e
urbanização;
•
A circulação de mão-de-obra, das mercadorias e das informações;
•
A formação, mobilidade das fronteiras e a reconfiguração dos territórios do
continente americano;
•
A nova ordem mundial, os territórios supranacionais e o papel do Estado;
•
O comércio em suas implicações socioespaciais;
•
A revolução técnico-científico-informacional e os novos arranjos no espaço da
produção;
•
O comércio mundial e as implicações socioespaciais;
•
Os movimentos migratórios mundiais e suas motivações;
•
A dinâmica da natureza e sua alteração pelo emprego de tecnologias de
exploração e produção;
•
O espaço em rede: produção, transporte e comunicações na atual configuração
territorial.
ENSINO MÉDIO
•
A formação e transformação das paisagens;
•
A dinâmica da natureza e sua alteração pelo emprego de tecnologias de
exploração e produção;
•
A distribuição espacial das atividades produtivas e a (re)organização do espaço
geográfico;
•
A formação, localização, exploração e utilização dos recursos naturais;
•
A revolução técnico-científica-informacional e os novos arranjos no espaço de
produção;
•
O espaço rural e a modernização da agricultura;
•
O espaço em rede: produção, transporte e comunicação na atual configuração
territorial;
•
A circulação de mão-de-obra, do capital, das mercadorias e das informações;
•
Formação, mobilidade das fronteiras e a reconfiguração dos territórios;
•
As relações entre o campo e a cidade na sociedade capitalista;
•
A formação, o crescimento das cidades, a dinâmica dos espaços urbanos e a
urbanização recente;
•
A transformação demográfica, a distribuição espacial e os indicadores
estatísticos da população;
•
Os movimentos migratórios e suas motivações;
•
As manifestações socioespaciais da diversidade cultural;
•
O comércio e as implicações socioespaciais;
•
As diversas regionalizações do espaço geográfico;
•
As implicações socioespaciais do processo de mundialização;
•
A nova ordem mundial, os territórios supranacionais e o papel do Estado.
METODOLOGIA
O desenvolvimento metodológico da disciplina
geográfica ocorrerá em
função da participação dialogada entre professor e aluno, utilizando mapas, Atlas,
elaboração de questões, relatórios e conforme o assunto haverá pesquisas em
livros, na Internet, além de leituras complementares com discussão e análise de
problemas levantados junto à sociedade e atividades em grupos. Tudo isso para que
o aluno possa questionar seus conhecimentos anteriores e acontecimentos do seu
cotidiano relacionando-os aos conteúdos trabalhados, procurando integrá-los de
forma coerente e lógica na resolução dos exercícios propostos.
Além dos conteúdos específicos trabalhados em todas as séries e bimestres,
contemplamos ainda as Leis 10.639/2003 e Lei 11.645/08, referentes a história e
cultura Afro-brasileira, Africana e Indígena, assim como os Desafios Educacionais
Contemporâneos, inseridos hoje na escola determinados pelos movimentos sociais.
Assim, o ensino de geografia tem a responsabilidade de oportunizar ao
aluno diversas possibilidades interpretativas do espaço geográfico para nele integrar
criticamente, entendendo e relacionando as especialidades da geografia.
AVALIAÇÃO
A avaliação é um momento privilegiado do processo ensino-aprendizagem.
Ela deve estar presente em todas as etapas da aprendizagem.
È fundamental que a avaliação seja mais do que apenas para definir uma
nota ou estabelecer um conceito. A avaliação será contínua e priorizará a qualidade
e o processo de aprendizagem, ou seja, o desempenho ao longo do ano letivo. A
avaliação será formativa, porém não será excluída a avaliação formal somativa do
sistema escolar, mas sim desenvolver as duas formas de avaliação, sendo
registradas de maneira organizada e criteriosa, dando ênfase ao aprender.
Nessa perspectiva,
a avaliação será diagnóstica
e continuada, e
contemplarão diferentes praticas pedagógica, tais como: provas objetivas e
subjetivas, leitura, interpretação e produção de textos geográficos, leitura e
interpretação de fotos, imagens, e principalmente diferentes tipos de mapas,
pesquisas bibliográficas, aulas de campo, leitura e interpretação de diferentes
tabelas e gráficos, relatórios de experiências práticas, entre outros.
REFERÊNCIAS
ADAS, Melhem. Ensino Fundamental: Geografia – O mundo desenvolvido.
Ed.Moderna. 5ª Ed. São Paulo, 2006.
ALMEIDA, Lúcia Marina Alves. RIGOLIN, Tércio Barbosa. Ensino Médio.
Geografia: Geografia Geral e do Brasil. Ed. Ática, 2005.
BOLIGIAN, Levon e Alves, Andressa. Ens.Médio.Geografia. Ed. Atual.2004
Livro Didático – SEED-PR. Geografia Geral. Ensino Médio. Vários autores. 2006.
Diretrizes Curriculares da Rede Pública de Educação Básica do Estado do Paraná - .
Geografia, Curitiba, 2008.
SIMIELLI, Maria Elena. Geoatlas. Ed. Ática, 1997.
TERRA, Lygia. COELHO, Marcos de Amorim. Ensino Médio. Geografia Geral e do
Brasil: o espaço natural e socioeconômico. Ed. Moderna, 2006.
TAMDJIAN, James O. e Mendes, Ivan L., Ensino Médio,Geografia. Ed. FTD 2006
WONS, Iaroslaw. Geografia do Paraná. Ed. Ensino Renovado. Curitiba.1982
Biblioteca do Professor
www.diaadiaeducação.pr.gov.br
www.biblioteca.uol.com.br/atlas
HISTÓRIA
APRESENTAÇÃO
O ensino de História no Brasil passou a ser obrigatório e foi instituído como
disciplina escolar no ano de 1837 com a criação do colégio Pedro II.
No governo Getúlio Vargas (1882 – 1954), o ensino de História esteve
vinculado ao projeto político nacionalista do Estado Novo, e se ocupava em reforçar
o caráter moral e cívico dos conteúdos, tendência esta reforçada durante o Regime
Militar, de 1964 a 1988
Com a aprovação da LDB 5692/71, Lei de Diretrizes e Bases para a
Educação Nacional, o ensino de História incorporou a geografia fazendo parte da
área de Estudos Sociais e sua função passa a ser a de ajustar o aluno ao
cumprimento dos seus deveres patrióticos e privilegiava noções e conceitos básicos
para adaptar a realidade.
No Paraná, no ano de 1990, elaborou-se o Currículo Básico embora com
limitações, deu ao ensino de História uma nova configuração, baseado na
Pedagogia Histórico-Crítico dos conteúdos, valorizando as ações dos sujeitos em
relação às estruturas em mudança que demarcavam o processo histórico da
sociedade.
No ano de 1996, com a aprovação da Lei 9394/96, e com a publicação dos
Parâmetros Curriculares Nacionais, PCNs, o ensino de História passa a fazer parte
da área das Ciências Humanas e ter como objetivo principal resolver problemas
imediatos e próximos ao aluno, numa visão presentista da história.
A partir do ano de 2003, essa visão de ensino passa a ser discutida no
estado do Paraná e surgem às novas Diretrizes Curriculares para a Educação do
Estado do Paraná, com uma nova proposta para o ensino de História.
A finalidade da História é expressa no processo de produção do
conhecimento humano sob a forma da consciência histórica dos sujeitos. É voltada
para a interpretação dos sentidos do pensar histórico dos mesmos, por meio da
compreensão da provisoriedade deste conhecimento.
O ensino de História pode contribuir ao aluno a compreensão do processo
de formação de sua identidade e auxiliar na consolidação de sua cidadania. Em
outras palavras, identidade e cidadania podem assumir centralidade no ensino de
História.
A História visa contribuir para a construção do conhecimento e do respeito à
própria identidade e à identidade do outro. Conhecer e respeitar o “outro” com o qual
convive pessoalmente (outras etnias, religiões, opções sexuais, opções políticas,
outras condições sociais) e com o qual convive enquanto coletividade (outras
religiões, culturas e nações).
Nos últimos anos, o ensino de História tem ganhado novas dimensões, seja
pelas novas políticas governamentais na área da educação, seja pelo empenho dos
professores. Essas mudanças têm colocado em xeque muitas das proposições
sobre as quais se formaram várias gerações de docentes, o que tem obrigado o
professor, de forma positiva, a rever suas concepções de história e sua visão do
processo de ensino-aprendizagem.
A função do ensino de História deve dar conta de superar os desafios,
desenvolver o senso crítico, rompendo com a valorização do saber enciclopédico,
tida como verdade absoluta, socializando a produção da ciência histórica, passando
da reprodução do conhecimento à compreensão das formas como este se produz
formando um homem político capaz de compreender a realidade onde está inserido
e nela interferir, contribuindo assim, para a formação da identidade política /cidadã
do indivíduo, à medida que constrói a capacidade de crítica da própria cidadania a
partir do conhecimento de outras estruturas políticas e sociais, de projetos
alternativos de sociedade que não se efetivaram e do fato de que os acontecimentos
históricos não são naturais nem irreversíveis, mas produzidos por sujeitos coletivos
em relação dialética com seus contextos históricos.
Esta Proposta Pedagógica Curricular relativa ao Ensino de História – Ensino
Fundamental e Médio, foi elaborada levando em consideração o questionamento da
prática de ensino de História tradicional frente às novas abordagens sugeridas pelas
Diretrizes Curriculares de História para o Ensino Fundamental e Médio e em
consonância com o Projeto Político Pedagógico da Escola. Um dos objetivos desta
disciplina é desenvolver no aluno, o comprometimento sobre o ensino de História,
levando-o a contribuir na formação de cidadãos livres, conscientes e participativos
na sua atuação como sujeitos históricos. Nessa perspectiva, o conhecimento da
História estará voltado para o estudo das experiências humanas em seu constante
processo de mudanças, bem como para uma reflexão analítica sobre a existência e
o papel dos seres humanos como sujeitos e produtores da História. O aluno
consciente de seus direitos e deveres, possa adquirir posturas críticas que o leve a
exercer a sua cidadania, participando nos sindicatos, em movimentos sociais que
promovam a discussão e elaboração de leis em sua cidade e comunidade onde
mora e atua, atuando nos
grêmios estudantis e em demais
movimentos
organizados enquanto manifestação de um processo de construção e de
fortalecimento da sociedade civil, requisito básico para a consolidação da
democracia em nosso País.
O ensino de História atravessa um período de transição que merece a
atenção dos profissionais envolvidos nesse processo, para não provocar distorções
no ensino desta disciplina bem como trazer consequências negativas na formação
do educando. Constitui também como uma contribuição à elaboração de um
programa de educação a lei (13.381/2001) que contempla a História Paranaense
para que se conheçam como parte integrante de sua cidadania dentro de seu
Estado e município.
O Estudo da História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena deve
estar presentes nos conteúdos de História e nos currículos escolares conforme
determina a lei n˚. 10.639/2003 e a lei 11.645/2008, evidenciando e valorizando a
cultura negra e indígena como parte integrante da cultura brasileira. Nesse sentido,
trabalhará com conteúdos que contemplem temas relativos a Cidadania e Direitos
Humanos, Educação Ambiental, Fiscal,
Campo,
Enfrentamento a Violência, a
Prevenção ao uso Indevido de Drogas e as Questões de Gênero e Diversidade
Sexual.
Segundo a Diretriz Curricular de História (2008 P.83) é “ desejável que, ao
final do trabalho na disciplina, os alunos tenham condições de identificar processos
históricos, reconhecer criticamente as relações de poder neles existentes, bem como
intervirem no mundo histórico em que vivem de modo a se fazerem sujeitos da
própria História”.
O objeto de estudo dessa disciplina são os processos históricos relativos às
ações e as relações humanas praticadas no tempo, bem como as respectivas
significações atribuídas pelos sujeitos tendo ou não consciência dessas ações,
sendo assim pressupõe que o aluno participe ativa e criticamente do processo.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
Na disciplina de História para o Ensino Fundamental e Médio, as dimensões
da vida humana constituem enfoques significativos para o conhecimento da História.
Assim, os conteúdos estruturantes para esses níveis de ensino são:
•
Relações de poder;
•
Relações culturais;
•
Relações de trabalho.
Essas
relações
serão
contempladas
nas
séries
finais
do
Ensino
Fundamental e do Ensino Médio, porém, a implantação dos conteúdos básicos
acontecerá conforme a realidade da escola em relação à disponibilidade de material
didático e da necessidade de continuação/complementação de um processo de
aprendizagem já iniciado em anos anteriores.
CONTEÚDOS BÁSICOS
6º ANO
• A experiência humana no tempo;
• Os sujeitos e as suas relações com o outro no tempo;
• As culturas locais e a cultura comum;
7º ANO
• As relações de propriedade;
• A constituição histórica do mundo do campo e do mundo da cidade;
• As relações entre o campo e a cidade;
• Conflitos e resistências e produção cultural campo/cidade;
8º ANO
• A história das relações da humanidade com o trabalho;
• O trabalho e a vida em sociedade;
• O trabalho e as contradições da modernidade;
• Os trabalhadores e as conquistas de direito;
9º ANO
•
A constituição das instituições sociais;
•
A formação do Estado;
•
Sujeitos, Guerras e revoluções;
CONTEÚDOS BÁSICOS – ENSINO MÉDIO
•
Trabalho Escravo, Servil, Assalariado e o Trabalho Livre;
•
Urbanização e Industrialização;
•
O Estado e as Relações de Poder;
•
Os Sujeitos, as Revoltas e as Guerras;
•
Movimentos Sociais, Políticos e Culturais e as Guerras e Revoluções;
•
Cultura e Religiosidade.
ENCAMINHAMENTOS METODOLÓGICOS E RECURSOS
DIDÁTICOS/TECNOLÓGICOS
Ao realizar seu trabalho, o professor deverá apresentar aos alunos e, com
eles, retomar constantemente como se dá o processo de construção do
conhecimento histórico, como este é produzido a partir do trabalho de um
pesquisador (que utiliza um método de pesquisa que problematiza o passado e
busca respostas às suas indagações em documentos produzidos sobre seu objeto
de pesquisa).
Considerando que, em seu trabalho, o historiador tem como objeto de
estudo os processos históricos relativos às ações e às relações humanas praticadas
no tempo e os sentidos que os sujeitos deram às mesmas, o que nos remete a
diferentes interpretações de um mesmo acontecimento histórico.
Realizar-se aula expositiva dialógica (Vice-Versa), exposição via televisão ou
via televisão/DVD de filme, documentário, clipe e etc. Exposição de transparências
via TV Pendrive, elaboração de fichamentos, resumos de textos pré-selecionados,
mapeamentos, resolução de exercícios, aplicação de mini aulas com apresentação
de seminários pelos alunos. Utilização de recursos instrucionais (giz, quadro,
apostila, TV, DVD, TV Pendrive, Som e Laboratório de Informática), Livro Didático e
de pesquisa bibliográfico em revista e Jornais, interpretação de documentos
históricos, bem como de outras fontes de pesquisa, inclusiva a oral. Análise e
interpretação de imagens e fatos do cotidiano. Análise e interpretação de filmes,
músicas e de mapas históricos e geográficos. As leituras de imagens, em suas
variadas representações (fotografias, desenhos, pinturas, esculturas) e as legendas
com a linguagem sutil e irônica das charges de acordo com as condições objetivas
de cada sala de aula e do nível da turma.
AVALIAÇÃO E RECUPERAÇÃO
A partir da concepção de avaliação explicitada no Regimento Escolar e no
Projeto Político-Pedagógico da Escola, a
avaliação será contínua, diagnóstica e
cumulativa, realizando a recuperação paralela, oferecendo ao aluno oportunidade
para superar as dificuldades demonstradas.
A Avaliação terá uma relação dialógica, que visa valorizar o conhecimento
como apropriação do saber pelo aluno e o saber produzido a partir da realidade de
cada aluno. Neste sentido será realizada através de produção individual e coletiva,
considerando a utilização de instrumentos e critérios diversificados permitindo a
utilização de diversas fontes e objetos de pesquisa.
Na recuperação serão reorganizados diversos tipos de instrumentos e
critérios diversificados para corrigir possíveis distorções durante o processo a fim de
atingir os objetivos propostos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ABUD, Katia Maria. ”O livro didático e a popularização do saber”. In: Repensando
a História. Rio de Janeiro:Marco Zero,1984.
ALVES, Kátia Corrêa Peixoto, Diálogos com a história, Curitiba: Positivo, 2004.
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. História da Educação, São Paulo, Ed. Moderna,
1996.
ASHTON, T.S. A Revolução Industrial. Rio de Janeiro: Zahar, 1969.
AZEVEDO, Gislane Campos; SERIACOPI, Reinaldo. História: volume único: livro
do professor. 1. edição. São Paulo: Ática,2.005.
BOULOS, Júnior, Alfredo. História – Sociedade & Cidadania. 9º Ano – São Paulo:
FTD.2009
BRASIL. LDB, Lei 9394/96 Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
Brasília: Corde, 1996.
BRASIL. LEI N˚ 10.639/03: História e cultura Afro-Brasileira.
BRASIL. LEI Nº 11.645/08: História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena.
BRASIL. MEC. Diretrizes curriculares nacionais para a educação das relações
etnico-raciais e para o ensino de História e cultura afro-brasileira e africana.
Brasília.
CARDOSO, Ciro Flamarion. Os métodos da história: Introdução aos problemas,
métodos e técnica da história demográfica, econômica e social. Rio de Janeiro:
Graal, 1983.
COTRIM, Gilberto, Saber e Fazer História. São Paulo: Editora Saraiva, 2001.
FAUSTO, Borris. Trabalho Urbano e Conflito Social. São Paulo: Difel, 1976.
FAZOLI, Arnaldo. O Período Regencial. São Paulo: Ática, 1990.
FIGUEIRA, Divalte Garcia. História: Novo Ensino Médio. São Paulo: Ática, 2000.
FREIRE, Paulo; SHOR, Ira. Medo e ousadia o cotidiano do professor. São Paulo:
Paz e Terra S. A, 1986.
HISTÓRIA/vários autores – Curitiba: SEED – PR, 2006.
Lê GOFF, Jacques: PIERRE, Nora. Historia: Novas Abordagens. Rio de Janeiro:
Francisco ALVES, 1976.
MONTEIRO Hamilton M.Brasil Império. São Paulo: Ática, 1990.
MONTELLATO, Cabrini; Catelli. História Temática. São Paulo: Scipione, 2001.
MORAES, José Geraldo Vinci de. História: Geral e Brasil. 2 ed. São Paulo:Atual,
2005.
PRADO JR. Caio. História Econômica do Brasil.São Paulo: Brasiliense, 1993.
PARANÁ SEED. Diretrizes curriculares da Educação Básica História, Paraná
2008.
PARANÁ. Lei n˚13.381/01: História do Paraná. Diário Oficial do Paraná. N˚.
6.134.2001.
PEDRO, Antonio; LIMA, Lizânias de Souza. História por eixos temáticos. São
Paulo: Moderna, 2006.
PETTA, Nicolina Luiza; OJEDA, Eduardo Aparício Baez:DELFINI Luciano.História:
Uma nova abordagem Integrada.São Paulo:Moderna,2005.
PILETTI, Nelson; PILETTI, Claudino, História e Vida Integrada. São Paulo: Editora
Ática, 2007.
Projeto Araribá /obra coletiva, concebida, desenvolvida e produzida pela Editora
Moderna; editora responsável Maria Raquel Apolinário Melani. -1. ed –São
Paulo:Moderna,2006. ed –São Paulo:Moderna,2006.
SCHMIDT, Mário. Nova História Crítica. São Paulo: Editora Nova Geração, 2001.
SCHWARTZ, Yves. Seminário Trabalho e Saber: conferência de abertura. Belo
Horizonte. Maio/2003, Mimeo.
VICENTINO. Viver a História. São Paulo: Scipione,
LÍNGUA PORTUGUESA
APRESENTAÇÃO
O estudo da língua portuguesa pressupõe um entrelaçamento de todas as
partes que a constitui. Considerado as diversas modalidades desta linguagem,
devemos conduzir a linguagem oral à diversas situações de uso, para aprimorar a
leitura, o diálogo e a composição de textos como atividade comunicativa.
A Língua Portuguesa passou a integrar os currículos escolares brasileiros
somente nas últimas décadas do séc. XIX, e a preocupação com a formação do
professor dessa disciplina teve início apenas na década de 30 do séc. XX. Sendo
que em meados do séc. XVIII e Marquês de Pombal, tornou obrigatório o ensino da
Língua Portuguesa em Portugal e no Brasil.
Em 1837, o estudo da Língua Portuguesa foi incluído no currículo através
das disciplinas de Gramática Retórica e Poética ( literatura ). Somente no séc. XIX o
conteúdo gramatical ganhou a denominação de Português, em 1871 foi criado no
Brasil, por decreto imperial, o cargo de professor.
A formação da nação brasileira deve à língua muito da sua identidade.
Nesse aspecto tencionado o uso culto da língua emergem ao nível popular coloquial,
práticas de língua que definem muitos aspectos da transição que hoje correm o risco
de desaparecer sob os influxos da indústria cultural massiva.
Após a década de 80, o ensino da Língua Portuguesa passou a se pautar,
então, em exercícios estruturais de redação e treinamento de habilidades de leitura.
Houve uma multiplicação no número de alunos, relaxamento do trabalho docente, o
que precarizou ainda mais as condições de trabalho de modo que os professores
passaram a buscar alternativas didáticas para facilitar o ensino.
Atualmente o ensino da Língua Portuguesa busca apresentar propostas
pautadas nas teorias da comunicação, envolvendo linguagem verbal e não verbal,
com um viés pragmático e utilitário, aprimorando, também, a capacidade linguística
do falante, das experiências reais de uso da língua materna aos conceitos de texto e
de leitura, levando o educando a aprimorar seus conhecimentos, bem como
reconhecer-se como cidadão.
Segundo as Diretrizes Curriculares da Educação Básica é nas aulas de
Língua Materna que o aluno tem a oportunidade de aprimoramento de sua
competência lingüística, de formar e garantir uma inserção ativa e criativa na
sociedade. É tarefa da escola, possibilitar a participação dos alunos em diferentes
práticas sociais que utilizem a leitura, a escrita e a oralidade.
Como objetivos a língua portuguesa busca hoje:
• Empregar a língua oral em diferentes situações de uso, sabendo adequá-la a
cada contexto e interlocutor, descobrindo as intenções que estão implícitas nos
discursos do cotidiano e posicionando-se diante dos mesmos.
• Desenvolver o uso da língua escrita em situações discursivas realizadas por meio
de partes sociais, considerando-se os interlocutores, os seus objetivos, o assunto
tratado, os gêneros e suportes textuais e o contexto de produção/ leitura.
• Refletir sobre os textos produzidos, lidos ou ouvidos, atualizando o gênero e tipo
de texto, assim como os elementos gramaticais empregados na sua organização.
• Aprimorar, pelo contato com os textos literários, a capacidade de pensamento
crítico e a sensibilidade estética dos alunos, propiciando através da literatura, a
constituição de um espaço dialógico que permita a expansão lúdica do trabalho
com as práticas da oralidade, da leitura e da escrita.
• Conhecer e valorizar as diferentes variedades da língua percebendo e
apropriando o vocabulário de etnias afro-descendentes e indígenas, como parte
da construção e formação da língua materna, procurando combater o preconceito
linguístico.
• Aprimorar a comunicação sobre o padrão culto da língua e a expressão verbal
para interpretar e intervir no mundo que nos cerca, é o objetivo maior da língua
portuguesa.
ENSINO FUNDAMENTAL
6º ANO
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
DISCURSO COMO PRÁTICA SOCIAL
CONTEÚDOS BÁSICOS
GÊNEROS DISCURSIVOS
Para o trabalho das práticas de leitura, escrita, oralidade e análise linguística
serão adotados como conteúdos básicos os gêneros discursivos conforme suas
esferas sociais de circulação. Caberá ao professor fazer a seleção de gêneros, nas
diferentes esferas, de acordo com o Projeto Político Pedagógico, com a Proposta
Pedagógica Curricular, com o Plano Trabalho Docente, ou seja, em conformidade
com as características da escola e com o nível de complexidade adequado a cada
uma das séries.
LEITURA
• Tema do texto;
• Interlocutor;
• Finalidade;
• Argumentos do texto;
• Discurso direto e indireto
• Elementos composicionais do gênero;
• Léxico;
• Marcas linguísticas: coesão, coerência, função das classes gramaticais no texto,
pontuação, recursos gráficas (como aspas, travessão, negrito), figuras de
linguagem.
ESCRITA
• Contexto de produção;
• Interlocutor;
• Finalidade do texto;
• Informatividade;
• Argumentatividade;
• Dicurso direto e indireto;
• Elementos composicionais do gênero;
• Divisão do texto em parágrafos;
•
Marcas linguísticas: coesão, coerência, função das classes gramaticais no texto,
pontuação, recursos gráficos (como aspas, travessão, negrito), figuras de
linguagem;
• Processo de formação de palavras;
• Acentuação gráfica;
• Ortografia;
• Concordância verbal/nominal.
ORALIDADE
•
Tema do texto;
•
Finalidade;
•
Argumentos;
•
Papel do locutor e interlocutor;
•
Elementos extralinguísticos: entonação, pausas, gestos...;LÇ.56ÇL.
•
Adequação do discurso ao gênero;
•
Turnos de fala;
•
Variações linguísticas;
•
Marcas linguísticas: coesão, coerência, gírias, repetição, recursos semânticos.
•
Os desafios educacionais contemporâneos, bem como as Leis 10.639/03 e
11.645/08 serão relacionados aos conteúdos sempre que houver possibilidade.
7º ANO
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
DISCURSO COMO PRÁTICA SOCIAL
CONTEÚDOS BÁSICOS
GÊNEROS DISCURSIVOS
Para o trabalho das práticas de leitura, escrita, oralidade e análise linguística
serão adotados como conteúdos básicos os gêneros discursivos conforme suas
esferas sociais de circulação. Caberá ao professor fazer a seleção de gêneros, nas
diferentes esferas, de acordo com o Projeto Político Pedagógico, com a Proposta
Pedagógica Curricular, com o Plano Trabalho Docente, ou seja, em conformidade
com as características da escola e com o nível de complexidade adequado a cada
uma das séries.
LEITURA
•
Tema do texto;
•
Interlocutor;
•
Finalidade;
•
Argumentos do texto;
•
Contexto de produção;
•
Intertextualidade;
•
Informações explícitas e implícitas;
•
Discurso direto e indireto;
•
Repetição proposital de palavras;
•
Léxico;
•
Ambiguidade;
•
Marcas linguísticas: coesão, coerência, função das classes gramaticais no texto,
pontuação, recursos gráficas (como aspas, travessão, negrito), figuras de
linguagem.
ESCRITA
• Contexto de produção;
• Interlocutor;
• Finalidade do texto;
• Informatividade;
• Dicurso direto e indireto;
• Elementos composicionais do gênero;
•
Marcas linguísticas: coesão, coerência, função das classes gramaticais no texto,
pontuação, recursos gráficos (como aspas, travessão, negrito), figuras de
linguagem;
• Processo de formação de palavras;
• Acentuação gráfica;
• Ortografia;
• Concordância verbal/nominal.
ORALIDADE
• Tema do texto;
• Finalidade;
• Argumentos;
• Papel do locutor e interlocutor;
• Elementos extralinguísticos: entonação, pausas, gestos,etc;
• Adequação do discurso ao gênero;
• Turnos de fala;
• Variações linguísticas;
• Marcas linguísticas: coesão, coerência, gírias, repetição;
• Semântica.
8º ANO
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
DISCURSO COMO PRÁTICA SOCIAL
CONTEÚDOS BÁSICOS
GÊNEROS DISCURSIVOS
Para o trabalho das práticas de leitura, escrita, oralidade e análise linguística
serão adotados como conteúdos básicos os gêneros discursivos conforme suas
esferas sociais de circulação. Caberá ao professor fazer a seleção de gêneros, nas
diferentes esferas, de acordo com o Projeto Político Pedagógico, com a Proposta
Pedagógica Curricular, com o Plano Trabalho Docente, ou seja, em conformidade
com as características da escola e com o nível de complexidade adequado a cada
uma das séries.
LEITURA
Conteúdo temático;
• Interlocutor;
• Intencionalidade do texto;
• Argumentos do texto;
• Contexto de produção;
• Intertextualidade;
• Vozes presentes no texto;
• Elementos composicionais do gênero;
• Relação de causa e consequência entre as partes e elementos do texto;
• Ambiguidade;
• Marcas linguísticas: coesão, coerência, função das classes gramaticais no texto,
pontuação, recursos gráficos (como aspas, travessão, negrito);
Semântica:
•
operadores argumentativos;
•
ambiguidade;
•
sentido figurado;
•
expressões que denotam ironia e humor no texto.
ESCRITA
• Contexto temático;
• Interlocutor;
• Intencionalidade do texto;
• Informatividade;
• Contexto de produção;
• Intertextualidade;
• Vozes presentes no texto;
• Elementos composicionais do gênero;
• Relação de causa e consequencia entre as partes e elementos do texto;
•
Marcas linguísticas: coesão, coerência, função das classes gramaticais no texto,
pontuação, recursos gráficos (como aspas, travessão, negrito);
• Processo de formação de palavras;
• Concordância verbal/nominal.
• Papel sintático e estilístico dos pronomes na organização, retomadas e
sequenciação do texto;
• Semântica;
•
operadores argumentativos;
•
ambiguidade;
•
sentido figurado;
•
expressões que denotam ironia e humor no texto.
ORALIDADE
• Conteúdo temático;
• Finalidade;
• Argumentos;
• Papel do locutor e interlocutor;
• Elementos extralinguísticos: entonação, expressões facial, corporal e gestual,
pausa;
• Adequação do discurso ao gênero;
• Turnos de fala;
• Variações linguísticas (lexicais, semânticas, prosódicas, entre outras);
• Marcas linguísticas: coesão, coerência, gírias, repetição;
• Elementos semânticos;
• Adequação da fala ao contexto (uso de conectivos, gírias, repetições, etc);
• Diferenças e semelhanças entre o discurso oral e o escrito.
9º ANO
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
DISCURSO COMO PRÁTICA SOCIAL
CONTEÚDOS BÁSICOS
GÊNEROS DISCURSIVOS
Para o trabalho das práticas de leitura, escrita, oralidade e análise linguística
serão adotados como conteúdos básicos os gêneros discursivos conforme suas
esferas sociais de circulação. Caberá ao professor fazer a seleção de gêneros, nas
diferentes esferas, de acordo com o Projeto Político Pedagógico, com a Proposta
Pedagógica Curricular, com o Plano Trabalho Docente, ou seja, em conformidade
com as características da escola e com o nível de complexidade adequado a cada
uma das séries.
LEITURA
Conteúdo temático;
•
Interlocutor;
•
Intencionalidade do texto;
•
Argumentos do texto;
•
Contexto de produção;
•
Intertextualidade;
•
Discurso ideológico presente no texto;
•
Elementos composicionais do gênero;
•
Relação de causa e consequência entre as partes e elementos do texto;
•
Partículas conectivas do texto;
•
Progressão referencial no texto;
•
Marcas linguísticas: coesão, coerência, função das classes gramaticais no
texto, pontuação, recursos gráficos como aspas, travessão, negrito;
•
Semântica:
•
operadores argumentativos;
•
polissemia;
•
expressões que denotam ironia e humor no texto.
•
ESCRITA
•
Contexto temático;
•
Interlocutor;
•
Intencionalidade do texto;
•
Informatividade;
•
Contexto de produção;
•
Intertextualidade;
•
Vozes presentes no texto;
•
Elementos composicionais do gênero;
•
Relação de causa e consequencia entre as partes e elementos do texto;
•
Partículas conectivas do texto;
•
Progressão referencial no texto;
•
Marcas linguísticas: coesão, coerência, função das classes gramaticais no
texto, pontuação, recursos gráficos como aspas, travessão, negrito, etc;
•
Sintaxe de concordância;
•
Sintaxe de regência;
•
Processo de formação de palavras;
•
Vícios de linguagem;
•
Semântica:
•
operadores argumentativos;
•
mobilizadores;
•
polissemia.
ORALIDADE
•
Conteúdo temático;
•
Finalidade;
•
Argumentos;
•
Papel do locutor e interlocutor;
•
Elementos extralinguísticos: entonação, expressões facial, corporal e gestual,
pausas,...;
•
Adequação do discurso ao gênero;
•
Turnos de fala;
•
Variações linguísticas (lexicais, semânticas, prosódicas, entre outras);
•
Marcas linguísticas: coesão, coerência, gírias, repetição, conectivos;
•
Semântica;
•
Adequação da fala ao contexto (uso de conectivos, gírias, repetições, etc);
•
Diferenças e semelhanças entre o discurso oral e o escrito.
ENSINO MÉDIO
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
DISCURSO COMO PRÁTICA SOCIAL
CONTEÚDOS BÁSICOS
GÊNEROS DISCURSIVOS
Para o trabalho das práticas de leitura, escrita, oralidade e análise linguística
serão adotados como conteúdos básicos os gêneros discursivos conforme suas
esferas sociais de circulação. Caberá ao professor fazer a seleção de gêneros, nas
diferentes esferas, de acordo com o Projeto Político Pedagógico, com a Proposta
Pedagógica Curricular, com o Plano Trabalho Docente, ou seja, em conformidade
com as características da escola e com o nível de complexidade adequado a cada
uma das séries.
LEITURA
•
Conteúdo temático;
•
Interlocutor;
•
Finalidade do texto;
•
Intencionalidade;
•
Argumentos do texto;
•
Contexto de produção;
•
Intertextualidade;
•
Vozes sociais presentes no texto;
•
Discurso ideológico presente no texto;
•
Elementos composicionais do gênero;
•
Contexto de produção da obra literária;
•
Marcas linguísticas: coesão, coerência, função das classes gramaticais no
texto, pontuação, recursos gráficos como aspas, travessão, negrito;
•
Progressão referencial;
•
Partículas conectivas do texto;
•
Relação de causa e consequência entre as partes e elementos do texto;
•
Semântica:
•
operadores argumentativos;
•
modalizadores;
•
figuras de linguagem.
ESCRITA
•
Contexto temático;
•
Interlocutor;
•
Finalidade do texto;
•
Intencionalidade;
•
Informatividade;
•
Contexto de produção;
•
Intertextualidade;
•
Referência textual;
•
Vozes sociais presentes no texto;
•
Ideologia presente no texto;
•
Elementos composicionais do gênero;
•
Progressão referencial;
•
Relação de causa e consequência entre as partes e elementos do texto;
•
Semântica:
•
operadores argumentativos;
•
modalizadores;
•
figuras de linguagem;
•
Marcas linguísticas: coesão, coerência, função das classes gramaticais no
texto, conectores, pontuação, recursos gráficos como aspas, travessão,
negrito, etc.;
•
Vícios de linguagem;
•
Sintaxe de concodância;
•
Sintaxe de regência.
ORALIDADE
• Conteúdo temático;
• Finalidade;
• Intencionalidade;
• Argumentos;
• Papel do locutor e interlocutor;
•
pausas;
•
Adequação do discurso ao gênero;
•
Elementos extralinguísticos: entonação, expressões facial, corporal e gestual,
Turnos de fala;
•
Variações linguísticas (lexicais, semânticas, prosódicas, entre outras);
•
Marcas linguísticas: coesão, coerência, gírias, repetição;
•
Adequação da fala ao contexto (uso de conectivos, gírias, repetições, etc);
•
Diferenças e semelhanças entre o discurso oral e o escrito.
METODOLOGIA
A metodologia do trabalho pedagógico com a língua materna na natureza
social do discurso e da própria língua, significando compreender que são os
produtos das ações com a linguagem que constituem os objetos de ensino. Assim, é
a partir das experiências dos estudantes que a língua se transforma em objeto de
reflexão, tendo em vista o resultado de sua produção oral ou escrita de sua leitura,
valorizando os alunos enquanto sujeitos da linguagem, os quais selecionam os
recursos mais coerentes para interpretar no caso da leitura, e para significar, quando
produzem o seu próprio produto final.
A Língua Portuguesa e a Literatura representam possiblidades de conhecer,
expressar e transformar a maneira de ver o mundo e de construir significados, as
aulas de Língua Portuguesa e Literatura ocupar-se-ão de questões linguísticas,
culturais e discursivas, assim como de práticas do uso da língua: leitura, oralidade e
escrita.
A leitura estará basicamente ancorada na perspectiva de uma leitura crítica
que leve à possibilidade de elaborar uma nova maneira de entender o mundo e
também entender sobre o funcionamento dos elementos lingüísticos/ gramaticais do
texto. O texto será compreendido de maneira global e não fragmentado. Os gêneros
textuais serão apresentados na sua diversidade.
A escrita ocupar-se-á de atividades de produção textual sóciointeracionais
significativas, adequando o conhecimento adquirido à norma padrão. Serão
utilizados os recursos coesivos que expressem com clareza as idéias a serem
transmitidas, levando à reflexão do trabalho com o texto.
As estratégias da oralidade permitirão que se ultrapasse o uso funcional da
língua, chegando à expressão de ideias, ainda que com limitações, adequando a
linguagem oral em situações de comunicação conforme as instâncias de uso da
linguagem considerando as diferenças léxicas, sintáticas e discursivas que
caracterizam a fala normal e informal.
As aulas de Língua Portuguesa e Literatura serão ministradas de forma
explicativa e interativa, indo da compreensão até a produção, tendo sempre o texto –
verbal e não verbal – como ponto de partida.
Serão desenvolvidas atividades individuais e/ou em grupos, explorando
textos de diferentes gêneros que auxiliarão na conscientização da linguagem e das
representações da realidade como na construção social. Esses textos serão
explorados quanto à função do gênero, composição, distribuição de informações,
grau de informação presente, intertextualidade, recursos coesivos, coerência e
gramática. Assim, serão estudados textos que contemplam a diversidade de gêneros
discursivos, conforme as esferas sociais de circulação: cotidiana, científica, escolar,
produção e consumo, publicitária, midiática, jurídica. Textos em gêneros discursivos
como: poema, carta, história em quadrinhos, bilhete, recado, propaganda, receita,
cartão postal, cartão, convites, exposição oral, provérbios, trava-línguas, biografias,
fábulas, contos, crônicas, poemas, romances literários, letras de música, pesquisas,
charges, anúncio, comercial de TV,, publicidade comercial, rótulos, embalagens,
desenho animado, filmes, etc.
Para a realização das atividades pedagógicas, o professor contará, também,
com livros didáticos, livros literários, dicionários, livros paradidáticos, vídeos, DVD,
CD-ROM, internet, TV multimídia, etc., enquanto recursos disponíveis na escola.
AVALIAÇÃO
O processo de avaliação será de forma contínua e deverá priorizar a
qualidade do processo de aprendizagem do aluno ao longo de todo do ano letivo.
A Lei 9394/96, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN),
destaca a avaliação formativa, vista como mais adequada ao dia-a-dia da sala de
aula. O professor avaliará através da observação diária e instrumentos variados,
selecionados de acordo com cada conteúdo e objetivo. A avaliação formativa
considera que os alunos possuem ritmos e processos de aprendizagem diferentes.
Ela provoca no professor a necessidade de procurar caminhos para que todos os
alunos aprendam e participem mais das aulas. Assim o professor será capaz de
respeitar as diferenças e promover uma ação pedagógica que possibilite a
construção de relações sociais mais generosas e includentes.
A oralidade será avaliada progressivamente, considerando a participação
do aluno nos diálogos, relatos e discussões. A clareza ao expor suas idéias, a
fluência da sua fala. O seu desembaraço, a argumentação ao defender seu ponto de
vista e, de modo especial, a sua capacidade de adequar o discurso ao texto e aos
diferentes interlocutores e situações.
A leitura será avaliada através de questões abertas, discussões, debates e
outras atividades que
permitam ao professor avaliar a
compreensão, o
posicionamento do aluno diante do tema, bem como, valorizar a reflexão que o
mesmo faz a partir do texto.
A escrita será avaliada através da produção de textos coesos e coerentes,
dentro do gênero previsto, ajustados a objetivos e leitores determinados.
Todo processo avaliativo será contínuo com recuperação paralela,
cumulativa e diagnóstica.
REFERÊNCIAS
CEREJA, William Roberto; MAGALHÃES, Tereza cochar. Português Linguagens –
5ª Ed. – São Paulo, Atual, 2009.
Diretrizes Curriculares da Rede Pública de Educação Básica do Estado do Paraná - .
Língua Portuguesa, Curitiba, 2008.
DUARTE, Denise Aparecida Schirlo; BATISTA, Donizete Aparecido; FIGUEIREDO,
Marly Albiazzetti; ANDRADE, Tânia Maria Vilkas.
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa.
Editora Nova Fronteira. Rio de Janeiro, 2004.
LUFT, Maria Helena. A palavra é sua. Editora Scipione, São Paulo, 2001.
MAIA, João Rodrigues. Português. Ensino Médio. 2ª Ed. – São Paulo: Ática, 2005.
Maria Beatriz Marcondes Helene, Maria Pula Parisi Lauria, Lenira Aparecida
Buscato, Português, Dialogando com Textos. 2ª
ed. Positivo, Curitiba.
PRATES, Marilda. Encontro e Reencontro em Língua Portuguesa. Editora Moderna,
São Paulo, 1998.
Regimento Escolar do Colégio Estadual Profª Hilda T. Kamal – Umuarama, 2009.
LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA - INGLÊS
APRESENTAÇÃO
No processo de ensino-aprendizagem de Língua Estrangeira, a língua,
enquanto objeto de estudo, é concebida como discurso, como construção histórica e
cultural em permanente transformação, como espaço de produção de sentidos
marcado por relações contextuais de poder e, não, como estrutura que intermedia o
contato de um sujeito com o mundo para transmitir sentidos. Dessa forma, a língua
contempla os seguintes aspectos: língua e cultura; ideologia e sujeito; discurso e
identidade.
Além da importância da Língua Estrangeira como elemento fundamental de
comunicação entre povos de outras nações, a Língua Inglesa é considerada
universal, assumindo funções intrínsecas na globalização e valorizando a interação
do aluno no mundo atual e interdependente. Sendo assim, o estudo da Língua
Inglesa tem por finalidade refletir sobre os costumes ou maneiras de agir e interagir,
despertando a consciência crítica e histórica do conhecimento, como instrumento de
compreensão das relações sociais e para transformação da realidade. Há de se
destacar o comprometimento com o plurilinguismo como política educacional, uma
vez que é uma das possibilidades de valorização e respeito à diversidade cultural
identidária linguística, garantido por legislação.
Nessa perspectiva, ensinar e aprender uma nova língua significa
compreender e respeitar outras formas de atuar e pensar o mundo; significa ampliar
as possibilidades de comunicação, independentemente do grau de proficiência
alcançado; significa estimular uma maior compreensão e domínio da língua materna.
Todo esse processo objetiva contribuir para a formação do aluno como um todo –
aspectos cognitivos, sócio-culturais, atitudinais etc. - levando-o a desenvolver uma
consciência crítica a respeito das línguas na sociedade.
Historicamente, o estudo da Língua Inglesa passou a integrar o currículo
escolar quando, em 22 de junho de 1809, D. João VI, com o propósito de aprimorar
a instrução pública e de atender às demandas provenientes da abertura dos portos
ao comércio assinou um decreto criando a cadeira de Inglês. Desde então, essa
disciplina tem feito parte do currículo, vivendo alternâncias de maior e menor
prestígio. Seu estudo tem se utilizado de diferentes métodos – Tradicional; Direto;
Audiovisual; Áudio-oral; Comunicativo – assim como tem estado apoiado em
diferentes abordagens de aquisição de linguagem – Estruturalista; Gramática
Gerativa Transformacional; Inatista; Cognitiva e Construtivista; abordagem de
Vygotsky; até a Comunicativa que, desenvolvida na Europa desde os anos de 1970,
passou, também, a ser discutida no Brasil. Nessa abordagem, a língua é concebida
como instrumento de comunicação ou de interação social, concentrada nos aspectos
semânticos, e não mais no código linguístico.
Assim, na Rede Pública Estadual, pela aprendizagem da Língua Inglesa,
espera-se que o aluno:
•
Adquira meios necessários para que não apenas assimile o saber como
resultado, mas apreenda o processo de sua produção, bem como as tendências
de sua formação;
•
Reconheça e compreenda a diversidade linguística e cultural, de modo que se
engaje discursivamente e perceba possibilidades de construção de significados
em relação ao mundo em que se vive, bem como seus benefícios para o
desenvolvimento cultural de um país;
•
Compreenda que os significados são sociais e historicamente construídos, em
sendo assim, passíveis de transformação na prática social;
•
Seja capaz de usar a língua em situações de comunicação oral e escrita;
•
Vivencie na aula de Língua Estrangeira formas de participação que lhe
possibilitem estabelecer relações entre ações individuais e coletivas;
•
Tenha maior consciência sobre o papel das línguas na sociedade;
•
Articule o ensino da Língua Inglesa com as demais disciplinas da matriz
curricular, objetivando relacionar os vários conhecimentos;
•
Desenvolva uma visão ampla e cultural da Língua Inglesa, levando o aluno a
reconhecer a importância da língua como veículo de mudanças e progresso
sócio-cultural.
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
•
Discurso como Prática Social
CONTEÚDOS BÁSICOS
Gêneros Discursivos: Para o trabalho com as práticas de leitura, escrita,
oralidade e análise lingüística, serão adotados como conteúdos básicos os gêneros
discursivos, conforme suas esferas sociais de circulação, contemplando os Desafios
Educacionais Contemporâneos (História e Cultura Afro- Brasileira e Indígena-Lei
11.645/08; Educação do Campo; Meio ambiente;Sexualidade; Drogadição e
Educação Fiscal ).
Cabe ao professor fazer a seleção de gêneros, nas diferentes esferas, de
acordo com o Projeto Político Pedagógico, com a Proposta Pedagógica curricular,
ou seja, em conformidade com as características da escola e com o nível de
complexidade adequado a cada uma das séries.
Leitura
• Identificação do tema;
• Intertextualidade;
• Intencionalidade;
• Vozes sociais presentes no texto;
• Léxico;
• Coesão e coerência;
• Funções das classes gramaticais no texto;
• Elementos semânticos;
• Discurso direto e indireto;
• Emprego do sentido denotativo e conotativo no texto;
• Recursos estilísticos (figuras de linguagem);
•
Marcas lingüísticas- coesão, coerência, função das classes gramaticais no
texto, pontuação, recursos gráficos (como aspas, travessão, negrito), figuras
de linguagem;
• Variedade linguística;
• Acentuação gráfica;
• Ortografia.
ESCRITA
•
Tema do texto;
•
Interlocutor;
•
Finalidade do texto;
•
Intencionalidade do texto;
•
Intertextualidade;
•
Condições de produção;
•
Informatividade (informações necessárias para a coerência do texto);
•
Vozes sociais presentes no texto;
•
Discurso direto e indireto;
•
Emprego do sentido denotativo e conotativo no texto;
•
Léxico;
•
Coesão e coerência;
•
Funções das classes gramaticais;
•
Elementos semânticos;
•
Recursos estilísticos (figuras de linguagem)
•
Marcas linguísticas: particularidades da língua, pontuação, recursos gráficos
(como aspas, travessão, negrito),
•
Variedade linguística;
•
Ortografia;
•
Acentuação gráfica.
ORALIDADE
•
Elementos extralinguísticos: entonação, pausa, gestos,etc;
•
Adequação do discurso ao gênero;
•
Turnos de fala;
•
Vozes sociais presentes no texto;
•
Variações linguísticas;
•
Marcas linguísticas: coesão, coerência, gírias, repetição;
•
Diferenças e semelhanças entre o discurso oral e o escrito;
•
Adequação da fala ao contexto;
•
Pronúncia.
ENCAMINHAMENTOS METODOLÓGICOS
Partindo do entendimento de que uma Língua Estrangeira representa
possiblidades de conhecer, expressar e transformar a maneira de ver o mundo e de
construir significados, as aulas de Língua Inglesa ocupar-se-ão de questões
linguísticas, sociopragmáticas, culturais e discursivas, assim como de práticas do
uso da língua: leitura, oralidade e escrita.
A leitura estará basicamente ancorada na perspectiva de uma leitura crítica
que leve à possibilidade de elaborar uma nova maneira de entender o mundo e
também entender sobre o funcionamento dos elementos lingüísticos/ gramaticais do
texto. O texto será compreendido de maneira global e não fragmentado. Os gêneros
textuais serão apresentados na sua diversidade.
As estratégias da oralidade permitirão que se ultrapasse o uso funcional da
língua, chegando à expressão de ideias, ainda que com limitações, adequando a
linguagem oral em situações de comunicação conforme as instâncias de uso da
linguagem considerando as diferenças léxicas, sintáticas e discursivas que
caracterizam a fala normal e informal.
A escrita ocupar-se-á de atividades de produção textual sóciointeracionais
significativas, adequando o conhecimento adquirido à norma padrão. Serão
utilizados os recursos coesivos que expressem com clareza as idéias a serem
transmitidas, levando à reflexão do trabalho com o texto.
As aulas de Língua Inglesa serão ministradas de forma explicativa e
interativa, indo da compreensão até a produção, tendo sempre o texto – verbal e não
verbal – como ponto de partida.
Serão desenvolvidas atividades individuais e/ou em grupos, explorando
textos de diferentes gêneros que auxiliarão na conscientização da linguagem e das
representações da realidade como na construção social. Esses textos serão
explorados quanto à função do gênero, composição, distribuição de informações,
grau de informação presente, intertextualidade, recursos coesivos, coerência e
gramática. Assim, serão estudados textos que contemplam a diversidade de gêneros
discursivos, conforme as esferas sociais de circulação: cotidiana, científica, escolar,
produção e consumo, publicitária, midiática, jurídica. Textos em gêneros discursivos
como: poema, carta, história em quadrinhos, slogan, bilhete, recado, e-mail,
outdoors, propaganda, receita, cartão postal, álbum de família, cartão, convites,
diário, exposição oral, fotos, provérbios, trava-línguas, biografias, fábulas, letras de
música, pesquisas, verbetes, cartazes, mapas, charge, horóscopo, anúncio,
comercial de TV, folder, publicidade comercial, rótulos, embalagens, blog, chat,
desenho animado, filmes, fotoblog, home page, reality show, talk show, video clip,
etc.
Os textos a serem estudados serão, ainda, relativos aos temas selecionados
para série e/ou aos desafios educacionais contemporâneos contemplando as Leis
10.639/03 e 11.645/08.
Para a realização das atividades pedagógicas, o professor contará, também,
com livros didáticos, dicionários, livros paradidáticos, videos, DVD, CD-ROM,
Internet, TV multimídia etc., enquanto recursos disponíveis na escola.
AVALIAÇÃO
A avaliação em Língua Inglesa, segundo as DCEs, tem como objetivo
nortear o trabalho do professor bem como propiciar ao aluno uma dimensão do
ponto em que se encontra no processo pedagógico. É importante que na avaliação o
professor observe a participação do aluno considerando que o engajamento
discursivo acontece pela interação verbal, a partir de textos consistentes e de
diferentes formas, produzindo sentido na leitura dos textos trabalhados e levando o
aluno a inferir a partir dos conhecimentos prévios, levantar hipóteses a respeito da
organização
textual,
perceber
a
intencionalidade,
argumentar
etc.
Nessa
perspectiva, a avaliação não deve ser vista como mero instrumento de mediação da
apreensão de conteúdos mas, sim, articulada com objetivos e conteúdos, buscando
uma prática que permita formar cidadãos conscientes, críticos, criativos e
autônomos. A fim de efetivar esse processo, a avaliação será diagnóstica, contínua
e formativa, considerando as práticas de leitura, oralidade e escrita, bem como os
objetivos propostos no Regimento Escolar.
Para avaliar o desempenho dos alunos serão utilizados os seguintes
instrumentos: provas; trabalhos individuais e/ou em grupos, orais e/ou escritos;
tarefas; pesquisas; painéis e produções de textos que demonstrem capacidade de
articulação, dentre outros instrumentos.
A recuperação acontecerá
a partir do momento em que o professor
identificar as dificuldades.
REFERÊNCIAS
Diretrizes Curriculares da Rede Pública de Educação Básica do Estado do Paraná –
Língua Estrangeira Moderna, Curitiba: SEED- 2008
CHIN, Elizabeth Young, ZAOROB, Maria Lucia: Keep in mind – 1ª Ed.- São Paulo:
Scipione, 2009.
Regimento Escolar do Colégio Estadual Profª Hilda t. Kamal Ensino Fundamental,
Médio e Profissional- 2009.
VÁRIOS AUTORES, Língua Estrangeira Moderna – Espanhol / Inglês – E.M.,
SEED – Curitiba PR, 2006.
MATEMÁTICA
APRESENTAÇÃO
A Matemática sempre foi uma necessidade humana, por isso ela é tida como
ciência indispensável e sem a qual não há desenvolvimento, pois permeia todas as
demais ciências dando o suporte necessário às transformações sociais numa busca
incessante por uma melhor qualidade de vida. Nesse sentido, contribui para que a
sociedade pense sobre a vida revendo a história para compreender o presente e
planejar o futuro.
Os primeiros conhecimentos matemáticos foram desenvolvidos pelos povos
das antigas civilizações, por volta de 2000 a.C. Como campo de conhecimento , a
Matemática nasce em solo grego nos séculos VI e V a.C., pois os educadores
gregos vão em busca de um raciocínio abstrato para questões relacionadas à
origem do mundo, procurando justificar a existência de uma ordem universal e
imutável, tanto na natureza como na sociedade
Esta base racional perdurou até o século XVII d.C., quando aconteceu a
sistematização das matemáticas estáticas, ou seja, o desenvolvimento da aritmética,
geometria, álgebra e trigonometria (RIBNIKOV, 1987).
As primeiras práticas pedagógicas do ensino da matemática ocorreu no
século V A.C. através dos sofistas, considerados profissionais do ensino. O grego
Euclides, considerado um grande sábio foi quem influenciou até os dias atuais o
ensino e a aprendizagem, pois apresentou através de sua obra, a base do
conhecimento matemático por meio dos axiomas e postulados, contemplando a
geometria plana, teoria das proporções aplicadas às grandezas em geral, geometria
de figuras semelhantes, a teoria dos números incomensuráveis e esteriometria, que
estuda as relações métricas da pirâmide, do prisma, do cone e do cilindro, polígonos
regulares, especialmente do triangula e do pentágono.
O Séc. XVI demarca um novo período de sistematização deste
conhecimento, denominado de matemáticas de grandezas variáveis, devido a forte
influência dos estudos referentes à geometria analítica e à projetiva, o cálculo
diferencial e integral, à teoria das séries e a das equações diferenciais
(RIBNIKOV,1987), contribuindo desta forma para o progresso científico e econômico
aplicado na construção, aperfeiçoamento e uso produtivo de máquinas e
equipamentos.
A concepção de lei quantitativa que levou ao conceito de função e do cálculo
infinitesimal, elementos que caracterizaram as bases da Matemática, surgiu no
século XVII.
No Brasil, com a chegada da Corte Portuguesa, em 1808, o ensino foi
implementado por meio de cursos técnico-militares, ocorrendo a separação dos
conteúdos em Matemática elementar e Matemática superior, lecionados na escola
básica e nos cursos superiores, respectivamente. No início do século XX, começa-se
a discutir o ensino da Matemática, com a elaboração de propostas pedagógicas que
contribuíram para legitimar a Matemática como disciplina escolar, vinculando seu
ensino com os ideais e exigências advindas das transformações sociais e
econômicas dos últimos séculos.
Entre 1900 a 1914, foram discutidas nos congressos internacionais a
necessidade de pensar um ensino de matemática que articulasse, numa única
disciplina, a Aritmética, a Álgebra, a Geometria, a Trigonometria, sendo que no
Brasil, através das discussões para reforma dos programas educacionais pelos
professores de Matemática do Colégio Pedro II, dá-se esta junção em 1929, através
de decreto do Governo Republicano, dando início a modernização do ensino da
Matemática.
Até o final da década de 1950, a tendência que prevaleceu no Brasil foi a
formalista clássica, caracterizada pela sistematização lógica e pela visão estática, ahistórica e dogmática do conhecimento matemático, cuja finalidade era
o
desenvolvimento do pensamento lógico-dedutivo. Após esta década observou-se a
tendência formalista moderna que valorizava a lógica estrutural da
idéias
matemáticas, com a reformulação do currículo escola, por meio do Movimento da
Matemática Moderna.
O caráter mecanicista e pragmático do ensino da disciplina foi marcante no
decorrer da década de 1970, através da memorização de princípios e fórmulas, o
desenvolvimento e as habilidades de manipulação de algoritmos e expressões
algébricas e de resolução de problemas, numa pedagogia tecnicista centrada nos
recursos e nas técnicas de ensino. A tendência construtivista surgiu no Brasil a partir
das décadas de 1960 e 1970, sendo o conhecimento matemático resultado de ações
interativas e reflexivas dos estudantes no ambiente ou nas atividades pedagógicas.
A base teórica e prática da Etnomatemática, surge através da discussão
sobre a ineficiência do Movimento Modernista, na tendência pedagógica
socioetnocultural. Nessa perspectiva, a matemática deixa de ser vista como um
conjunto de conhecimentos universais e passa a ser considerada como um saber
dinâmico, prático e relativo.
A tendência histórico-crítica surge no Brasil em meados de 1984 com uma
metodologia fundamentada no materialismo histórico, onde a matemática é vista
como um saber vivo, dinâmico, construído para atender as necessidades sociais,
econômicas e teóricas em um determinado período histórico.
De acordo com as Diretrizes Curriculares da Educação Básica, a Educação
Matemática deve possibilitar aos alunos apropriar-se de conceitos, fazer análises,
formular ideias, fazer generalizações e utilizar-se de linguagem adequada para
descrever e interpretar fenômenos matemáticos, a fim de proporcionar a construção
do seu conhecimento. A partir desse conhecimento adquirido, o sujeito terá
condições de fazer uma análise crítica sobre questões sociais, políticas e
econômicas com suporte para desenvolver técnicas e estratégias a serem aplicadas
também em outras áreas do conhecimento.
Sabemos que no mundo contemporâneo, se faz cada vez mais necessário,
indivíduos criativos e versáteis, capazes de entender as transformações sociais,
fazer uma leitura crítica da sociedade e nortear a sua vida de maneira autônoma.
Para atender a essas necessidades, o ensino da Matemática deve ser organizado
de forma a respeitar as diferenças individuais e valorizar o nível de conhecimento e
progresso dos alunos sabendo que estes possuem diferentes interesses e
capacidades.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS
6º ANO
NÚMEROS E ÁLGEBRAS:
• Sistemas de numeração;
• Números Naturais;
• Múltiplos e divisores;
• Potenciação e radiciação;
• Números fracionários;
• Números decimais.
GRANDEZAS E MEDIDAS:
• Medidas de comprimento;
• Medidas de massa;
• Medidas de Área;
• Medidas de volume;
• Medidas de tempo;
• Medidas de ângulos;
• Sistema monetário.
GEOMETRIA
• Geometria plana;
• Geometria Espacial.
TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO
• Dados, tabelas e gráficos;
• Porcentagem.
7º ANO
Números e Álgebra:
• Números inteiros;
• Números racionais;
• Equações e Inequações do 1º grau;
• Razão e proporção;
• Regra de três simples.
GRANDEZAS E MEDIDAS:
• Medidas de temperatura;
• Medidas de ângulos.
GEOMETRIAS:
• Geometria plana;
• Geometria espacial;
• Geometrias não euclidianas.
TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO:
• Pesquisa estatística;
• Média aritmética;
• Moda e mediana;
• Juros simples.
8º ANO
NÚMEROS E ÁLGEBRA:
• Números Racionais e Irracionais;
• Sistemas de equações do 1º grau;
• Potências;
• Monômios e polinômios;
• Produtos Notáveis.
GRANDEZAS E MEDIDAS:
•
Medidas de comprimento;
•
Medidas de área;
•
Medidas de volume;
•
Medidas de ângulos.
GEOMETRIAS:
•
Geometria Plana;
• Geometria Espacial;
• Geometria Analítica;
• Geometrias não euclidianas.
TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO:
• Gráfico e informação;
• População e amostra.
9º ANO
NÚMEROS E ÁLGEBRA:
•
Números reais;
•
Propriedades dos radicais;
•
Equação do 2º grau;
•
Teorema de Pitágoras;
•
Equações irracionais;
•
Equações Biquadradas;
•
Regra de três compostas.
GRANDEZAS E MEDIDAS:
• Relações Métricas no Triângulo Retângulo;
• Trigonometria no Triângulo Retângulo.
FUNÇÕES:
Noção intuitiva de Função Afim;
Noção intuitiva de Função Quadrática.
GEOMETRIAS:
• Geometria Plana;
• Geometria Espacial;
• Geometria Analítica;
• Geometrias não-euclidianas.
TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO:
• Noções de Análise Combinatória;
• Noções de Probabilidade;
• Estatística;
• Juros Compostos.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS DO ENSINO MÉDIO
1º ANO
NÚMEROS E ÁLGEBRA:
• Números Reais;
• Equações e Inequações Exponenciais, Logarítmicas e Modulares.
GRANDEZAS E MEDIDAS
• Medidas de área;
• Medidas de Volumes.
FUNÇÕES:
• Função Afim;
• Função Quadrática;
• Função Logarítmica;
• Progressão Aritmética;
• Progressão Geométrica.
GEOMETRIAS:
• Geometria Plana;
• Geometria Analítica.
TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO:
• Estatística;
• Matemática Financeira.
2º ANO
NÚMEROS E ÁLGEBRA
-Sistemas Lineares;
-Matrizes e Determinantes.
Grandezas e Medidas:
-Medidas de Área;
-Medidas de Volume;
-Trigonometria.
Funções:
-Função Trigonométrica;
-Progressão Aritmética;
-Progressão Geométrica.
Geometrias:
-Geometria Plana;
-Geometria Espacial.
Tratamento da Informação:
-Análise Combinatória;
-Binômio de Newton;
-Estudo das Probabilidades;
-Estatística.
3º Ano
Números e Álgebra:
-Números Reais;
-Números complexos;
-Polinômios.
Grandezas e Medidas:
-Medidas de Grandezas Vetoriais;
-Medidas de Informática;
- Medidas de Energia.
Funções:
-Função Polinomial;
-Função Trigonométrica;
-Função Modular.
Geometrias:
-Geometria Analítica;
-Geometria não - euclidiana.
Tratamento da Informação:
-Binômio de Newton;
-Matemática Financeira.
OBSERVAÇÃO: Em todas as séries e níveis de ensino da educação básica, os
Desafios Educacionais Contemporâneos e a Diversidade serão trabalhados
articulados aos conteúdos sempre que possível.
Metodologia
A abordagem dos conteúdos articulará conhecimentos científicos numa
perspectiva interdisciplinar procurando meios para desenvolver os conteúdos de
forma contextualizada. Os conteúdos serão abordados de forma a proporcionar
situações em que o aluno possa tomar decisões, confrontar resultados e discutir
ideias apoiado numa análise consciente e crítica.
Os trabalhos serão desenvolvidos de maneira a promover as relações
interpessoais propiciando as interações aluno-aluno, aluno-professor e alunoprofessor-conteúdo e para que haja sucesso nessas interações serão utilizadas as
tendências metodológicas, tais como:
•
resolução de problemas (é o meio pelo qual o estudante terá a oportunidade
de aplicar conhecimentos previamente adquiridos, buscar várias alternativas
para a solução e analisar o resultado);
•
modelagem matemática (possibilita ao aluno intervir nos problemas reais do
meio em que vive, contribuindo para sua formação crítica);
•
mídias tecnológicas (os recursos tecnológicos, como o software, a televisão,
as calculadoras, os aplicativos da Internet, entre outros, favorecem as
experimentações matemáticas);
•
etnomatemática (enfatiza o conhecimento matemático produzido pelas
diferentes culturas valorizando a história dos estudantes pelo reconhecimento e
respeito a suas raízes culturais);
•
história da Matemática (é um componente necessário para que o estudante
compreenda a natureza da Matemática e sua relevância na vida da humanidade
);
•
investigações matemáticas (o aluno é chamado a agir como um matemático,
pois ele formula conjecturas testa-as e faz demonstração).
Sempre que possível será promovida uma articulação entre elas visando
facilitar o processo ensino-aprendizagem. Além das tendências metodológicas,
outros recursos serão utilizados: reportagens tanto de revistas como de jornais,
panfletos de propagandas, receitas culinárias.
Avaliação
Avaliar consiste em algo essencial a todas as atividades humanas,
conseqüentemente em toda proposta educacional o objetivo da avaliação é o de
fornecer informações que possibilitem o progresso pessoal do aluno, bem como sua
autonomia. Passa a ser uma forma de verificação da eficácia do método didático
pedagógico do professor. A partir dos resultados das avaliações, o professor tem
como refletir se os elementos de sua prática estão adequados aos objetivos que
pretende atingir e se favorecem a aprendizagem dos alunos, de modo que possa
reorientar sua prática pedagógica quando necessário.
No processo avaliativo é preciso dar aos alunos a oportunidade de verificar
suas dificuldades e necessidades na construção do conhecimento. É através da
avaliação que eles poderão tomar consciência dos conteúdos que já aprenderam e
também identificar se é necessária uma dedicação maior em relação a alguns
assuntos.
O processo de avaliação nessa escola será contínuo, e praticado
diariamente no ambiente escolar, sendo coerente com a proposta pedagógica da
escola e o Regimento Escolar e com a metodologia utilizada pelo professor.
Uma avaliação contínua é uma maneira de o professor estar por dentro das
conquistas da turma e, desse modo, manter-se atento ás falhas que podem ocorrer,
sendo que a recuperação dos conteúdos não apreendidos será feita de forma
concomitante ao processo ensino e aprendizagem.
Bibliografia
BARRETO, Benigno Filho, SILVA, Cláudio Xavier. Aula por aula. FTD. São Paulo.
2009
BURGES, Beth, PACHECO, Elis. Vai um probleminha ai? São Paulo. Moderna.
2000.
DIVERSOS AUTORES. Coleção Vivendo a Matemática. Scipione. São Paulo.1993.
GIOVANNI, José Ruy, BONJORNO, José Roberto. GIOVANI JUNIOR. José Ruy.
Matemática Fundamental. Volume Único. FTD. São Paulo. 1994.
GIOVANNI, José Ruy. CASTRUCCI, Benedito, GIOVANNI JUNIOR, José Ruy. A
conquista da Matemática. São Paulo: FTD, 2009.
GUELLI, Oscar. Coleção: Contando a História da Matemática. São Paulo. Ática.
1993.
IMENES, Luis Marcio e LELLIS, Marcelo, Matemática, Moderna 2009.
IMENES, Luis Marcio, LELLIS, Marcelo Cestari Terra e JACUBOVIC, José . Pra que
Serve a Matemática? São Paulo. Atual. 1994.
JACUBOVIC José. LELLIS, Marcelo. CENTURIÓN, Marília. Matemática na Medida
Certa. São Paulo: Scipione, 2007.
MARCONDES, Carlos Alberto dos Santos. GENTIL, Nelson. GRECO, Sergio Emilio.
Novo Ensino Médio. Volume único. Ática. São Paulo. 2000
Smole, Kátia Stocco, Diniz, Maria Ignez- Matemática/ Ensino Médio: Saraiva 2009
PARANÁ. Secretaria do Estado da Educação, Superintendência da Educação.
Diretrizes curriculares de Matemática para o ensino fundamental. Curitiba, 2008
Bonjorno, José Roberto, Bonjorno, Regina Azenha, Olivares, Ayrton Fazendo A
diferença: FTD São Paulo 2009
Imenes & Lellis: Matemática, Moderna 2009
Cadernos do Ministério da Educação
Projeto Radix, Jackson Ribeiro,Scipione2011
PDE: Programa Gestão da Aprendizagem Escolar.
QUÍMICA
APRESENTAÇÃO
A história da Química está intrinsecamente ligada ao desenvolvimento das
civilizações, a partir das primeira necessidades do homem pré-histórico. O fato mais
importante praticado pelo homem nessa época foi a descoberta do fogo.
Na Idade Antiga, egípcios, gregos, fenícios e chineses, entre outros,
obtiveram metais (ouro, ferro, cobre, chumbo etc.), vidro, tecidos, bebidas alcoólicas
(vinho e cerveja), sabões, perfumes e duas ligas metálicas: o bronze (cobre e
estanho) e o aço (ferro e carvão). No antigo Egito, o fato mais notável foi a
mumificação de cadáveres. Na Grécia, se destacou a defesa da constituição atômica
da matéria.
Do século III da era cristã até o final da Idade Média, a alquimia
desenvolveu-se simultaneamente entre os árabes, egípcios, gregos e chineses. Os
alquimistas buscavam obter o elixir da longa vida; conseguir a pedra filosofal, que
permitiria transformar um metal comum (ferro, cobre, chumbo etc.) em ouro.
Tentando atingir esses objetivos, os árabes obtiveram muitas substâncias (álcool,
ácido clorídrico, ácido nítrico, ácido sulfúrico, água-régia etc.) e construíram
apetrechos químicos usados até hoje ( almofariz e alambique etc).
Durante a Idade Moderna surgiu a química médica ou iatroquímica (século
XVII). Nessa época, os químicos, liderados pelo suíço Paracelso, abandonaram as
duas metas alquimistas e passaram a descobrir substâncias que curavam doenças.
No final do século XVIII, durante a Revolução Francesa, a Química, torna-se
uma ciência exata. O químico Lavoisier descobriu que, durante as transformações
químicas e físicas, ocorre a conservação da matéria,
(Lei da Conservação da
matéria). Foi com Lavoisier que se iniciou, na Química, o método científico, que
estuda os porquês e as causas dos fenômenos.
Embora a ciência Química tenha surgido com o cientista Lavoisier, a
Química tecnológica só vai ter lugar a partir da Primeira Guerra Mundial e ganhar
impulso com a Segunda Guerra.
Graças à Química tecnológica puderam ser construídos aparelhos que
permitem a execução prática das teorias e também a descoberta de centenas de
novas substâncias, muitas das quais importantes para a humanidade.
Portanto, a Química participa do desenvolvimento científico tecnológico com
importantes
contribuições
específicas,
cujas
às
decorrências
tem
alcance
econômico, social e político. A sociedade e seu cidadão interagem com o
conhecimento científico mais avançado possibilitando compreender e repensar a
realidade a qual se insere. Trabalhar com os conteúdos que, embora relacionados
indiretamente ao seu cotidiano, é de relevância nas condições de vida, e
acompanhamento das transformações informativas num processo de trabalho
coletivo oportunizando as descobertas de diferentes instrumentos. O tratamento será
desenvolvido, destacando a crença que o conhecimento não é transmitido, mas
construído pelos alunos levando em conta aquilo que o aluno sabe. Assim, o objetivo
da disciplina de Química é formar um aluno que se aproprie dos conhecimentos
químicos e seja capaz de refletir criticamente sobre o meio em que está inserido,
transformando a realidade social, econômica e política de seu tempo. Objetivo esse
que, ao longo da história, vem sendo construído e contribuindo para o
desenvolvimento educacional.
Ao longo dos tempos, são várias as contribuições da Química na área
educacional. No período de 1863 a 1869, na França, os conhecimentos químicos
eram ministrados de acordo com as necessidades dos alunos (correção do solo,
tintura dos tecidos). Na Inglaterra, década de 1850, dava-se ênfase as experiências
cotidianas trazidas pelos alunos (ensino voltada à classe operária). No início do
século XIX iniciava-se às atividades de caráter educativo em Química no Brasil, na
qual a disciplina foi implantada em 1862 no ensino secundário. Com a 1ª Guerra
Mundial, a industrialização brasileira foi impulsionada, o que proporcionou um
aumento na demanda da atividade dos químicos. Este fato levou a abertura do
ensino de Química de nível superior. Em 1916 foi fundada a Sociedade Brasileira de
Sciencias (Academia Brasileira de Ciências) que levou a criação de outras
comunidades científicas, como a Sociedade Brasileira de Química. Em 1919, com a
crise do café no Brasil, o país deixou de ser predominantemente agrário e passou a
investir na industrialização, provocando a modernização do ensino brasileiro. Nesse
período foi criada a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, incluindo o curso de
Química. Com a Reforma Francisco Campos (1931), a disciplina de Química passou
a ser ministrada regularmente no currículo do ensino secundário no Brasil. Nesta
época, os objetivos de Química eram voltados para a apropriação de conhecimentos
específicos, entre eles, despertar o interesse científico nos alunos e enfatizar sua
relação com a vida cotidiana.
A disciplina estará fundamentada em trocas constantes de experiências, em
um processo dinâmico, buscando destacar o potencial de cada um. Os conteúdos
estruturantes do ensino de Química no ensino médio está calcado em : MATÉRIA E
SUA NATUREZA, BIOGEOQUÍMICA E QUÍMICA SÍNTÉTICA. Seu objeto de estudo
é: substâncias e materiais, sustentados pela tríade: Composição, propriedades e
transformação.
Matéria e sua Natureza é o conteúdo estruturante que identifica a disciplina
de química, por se tratar da essência da matéria. É ele que abre o caminho para um
melhor entendimento dos demais conteúdos estruturantes.
A abordagem da história da química é necessária para a compreensão de
teorias e, em especial, dos modelos atômicos. A concepção de átomo é
imprescindível para que se possam entender os aspectos macroscópicos dos
materiais com que o humano está em contato diário e perceber o que ocorre no
interior dessas substâncias, ou seja, o comportamento microscópico.
A apresentação de aspectos históricos do desenvolvimento da Química
permite ao estudante perceber que as Ciências estão em constante evolução e que
o conhecimento é construído gradativamente.
Relacionando as aplicações cotidianas da Ciência Química aos conteúdos
teóricos como a formação da ferrugem, uma reação de oxidação- redução, evita que
a disciplina seja vista como um conjunto de fórmulas permitindo ainda a visualização
de um comportamento macroscópico da matéria.
O conteúdo estruturante de Biogeoquímica é caracterizado pelas interações
existentes entre a hidrosfera, litosfera e atmosfera. Historicamente constitui-se a
partir de uma sobreposição de biologia, geologia e química.
Os processos de desenvolvimento social, cultural e urbano desencadearam
transformações do próprio ser humano e de suas ações, como a migração de
contingente humano para as grandes cidades, o sedentarismo, monocultura entre
outros fatores que desencadearam e desencadeiam consequências até hoje.
O estudo da Química busca a compreensão da natureza tentando muitas
vezes controlá-la ou até mesmo modificá-la.
Ao longo da história são assinalados vários relatos do uso da Química para
benefício da humanidade e outros com utilizações desastrosas como o BHC.
Hoje possuímos um novo perfil de sociedade, que está se delineando como
consequência dos impactos da tecnologia e da transformação que atinge a todos
nós.
A Química participa e contribui para as relações Sociedade X Meio Ambiente
X Desenvolvimento.
As abordagens dos ciclos globais: do carbono, enxofre, oxigênio e nitrogênio
suas interações na hidrosfera, atmosfera e litosfera são imprescindíveis para a
exploração de todas as funções químicas, para permitir a descaracterização da
dicotomia entre Química Orgânica e Inorgânica.
Em Química Sintética ouve a consolidação a partir da apropriação da
química na síntese de novos produtos e novos materiais e que permite o estudo que
envolva produtos farmacêuticos, a indústria alimentícia, fertilizantes e agrotóxicos. O
avanço dos aparatos tecnológicos atrelado ao conhecimento científico cada vez
mais aprofundado sobre as propriedades da matéria, trouxe algumas mudanças na
produção e aumento das possibilidades de consumo.
A Ciência Química contribui amplamente com descobertas que interferem no
desenvolvimento da própria química em muitos casos, na vida do planeta como um
todo.
Os avanços tecnológicos e os processos de globalização recolocam e
trazem questões de identidade pessoal e social cada vez mais complexo, como o
uso indiscriminado de garrafas PET e outros elementos que levam à vários lixos. O
papel da Química passa a ser repensada, “sintetizar sim, mas também reaproveitar”.
Os novos processos químicos e suas aplicações tecnológicas adquiriram
uma estreita relação com implicações ambientais, sociais e políticas.
Sendo assim, a Química Sintética tem papel importante a cumprir, pois com
a síntese de novos materiais e o aperfeiçoamento dos que já foram sintetizados,
alarga horizontes em todas as atividades humanas. Além disso, o sucesso
econômico de um país não se restringe apenas à fabricação de produtos novos, mas
sim a capacidade de aperfeiçoar, desenvolver materiais e transformá-los.
CONTEÚDOS
Todos os conteúdos estruturantes se inter-relacionam, e desta forma é
possível iniciar-se por um conteúdo estruturante e permear por outros conteúdos
estruturantes.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
MATÉRIA E SUA NATUREZA
CONTEÚDOS BÁSICOS
MATÉRIA
SOLUÇÃO
VELOCIDADE DAS REAÇÕES
BIOGEOQUÍMICA
EQUILÍBRIO QUÍMICO
LIGAÇÃO QUÍMICA
QUÍMICA SINTÉTICA
REAÇÕES QUÍMICAS
RADIOATIVIDADE
GASES
FUNÇÕES QUÍMICAS
Obs.: Cultura Afro-brasileira e Indígena, Educação Ambiental, Prevenção ao
uso Indevido de Drogas, Gênero e Diversidade Sexual e Violência na Escola serão
trabalhados, quando cabível, dentro dos conteúdos básicos.
METODOLOGIA
Será abordado o ensino de química voltado à construção/reconstrução de
significados dos conceitos científicos na sala, ampliando a compreensão do
conhecimento científico e tecnológico para além do domínio estrito dos
conhecimentos de química, o aluno ter contato com o objeto de estudo da matéria e
suas transformações, numa relação de diálogo onde a aprendizagem dos conceitos
químicos se realize no sentido da organização do conhecimento científico. A
Química será tratada com o aluno de modo a possibilitar o entendimento do mundo
e a sua interação com ele. O ensino-aprendizagem na disciplina de química será
baseada nas interações aluno-aluno, aluno-professor e aluno-professor-objeto do
conhecimento. E para que essas interações ocorram com sucesso, serão utilizados
os seguintes recursos: leitura de textos, onde o importante será a discussão de
ideias; experimentação formal, com discussão pré e pós-laboratório e visando a
construção e ampliação de conceitos; demonstrações experimentais, como recurso
para coleta de dados e posterior discussão; participação em atividades como:
eventos, feira cultural e palestras; estudo do meio, através do qual se pode ter ideia
interdisciplinar dos campos do conhecimento (visitas a sistemas produtivos
industriais e rurais); aulas dialógicas, na qual será instigado o diálogo sobre o objeto
de estudo; audio-visual, da mesma forma que o trabalho experimental, envolve
períodos de discussão pré e pós atividade áudio-visual e deve facilitar a construção
e a ampliação dos conceitos; informática, como fonte de dados e informações; uso
da biblioteca, como fonte de dados e informações;
Propostas organizadas por série; conteúdos específicos e estruturantes
ministrados de forma articulada entre as séries.
AVALIAÇÃO
A avaliação é feita a partir do conhecimento prévio do aluno e formação de
conceitos científicos do mesmo.
A avaliação não possui uma finalidade em si mesmo, mas deve subsidiar e
mesmo redirecionar o curso da ação do professor no processo ensinoaprendizagem, tendo em vista garantir a qualidade do processo educacional
desenvolvido no coletivo da escola. A avaliação deve ultrapassar os limites
quantitativos e incorporar quatro dimensões: diagnóstica, processual/ contínua,
cumulativa e participativa.
Ao centralizar o processo de ensino-aprendizagem na dinâmica discursiva
da aula, com atividades diversificadas, o processo avaliativo passa a requerer mais
do que nunca um caráter inclusivo, no sentido de estimular a autoconfiança e a
participação do aluno. Os alunos têm que realmente se sentir sujeitos do processo e
não apenas executores de tarefas escolares com objetivo exclusivo de acumular
pontos para a avaliação final.
Serão utilizados diversos instrumentos de avaliação, tais como: leitura e
interpretação de textos científicos, produção de textos, leitura e interpretação da
tabela periódica, pesquisas bibliográficas, relatórios de aula em laboratório, debates,
provas, resolução de exercícios, testes, apresentação de trabalhos, entre outros.
Assim, ao avaliar, o educador deve superar o autoritarismo, o conteudismo e
o ato de avaliar como objeto de punição e buscar desenvolver no aluno a
competência de questionar o outro, o mundo e a si mesmo, contribuindo para a
formação de um cidadão crítico.
REFERÊNCIAS
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CHASSOT, A. Educação consciência. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2003.
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GOLDFARB, A.M. Da alquímica à química. São Paulo: Landy, 2001.
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SEED/DESG,1993.
PINTO, A. Ciência e existência. São Paulo: Paz e Terra, 1969.
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SARDELLA, A.; FALCONE, M. Química: Série Brasil. São Paulo; Ática, 2004.
SARDELLA, A., MATEUS, E. Dicionário Escolar de Química. 3.ed. São Paulo:
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VIDAL, B. Historia da Química. Lisboa: Edições 70, 1986.
FELTRE, RICARDO. Química, 6ª ed. São Paulo; Moderna, 2004
SOCIOLOGIA
APRESENTAÇÃO
Os acontecimentos que foram fundamentais para o surgimento da Sociologia
e que afetaram diretamente as bases sociais da convivência humana foram:
•
a Revolução Francesa – Séc. XVIII , que trouxe novos ideais políticos e
inaugurou novas formas de organização de poder;
•
Iluminismo – nova forma de pensar e entender o mundo. Foi um movimento
intelectual que tinha como objetivo entender e organizar o mundo à partir da
razão. Esta transformação cultural já vinha ocorrendo a partir do Renascimento
(Séc. XV), que tinha como intenção geral colocar o homem no lugar de Deus.
•
Revolução Industrial – Séc. XIX, com o surgimento das máquinas alterou
completamente as formas de interação humana, aumentando a produtividade e
instaurando novas classes sociais. Junto com as mudanças econômicas vieram
a migração, a urbanização, a proletarização, novas formas de pobreza e uma
série de outros fenômenos sociais.
O surgimento da ciência e do método científico foi fundamental para a
consolidação da Sociologia, pois através da observação e experimentação, teve-se
um instrumento novo para entender a sociedade e enfrentar os dilemas do mundo
moderno
Augusto Comte foi um dos pensadores que criou a Física Social
responder as causas das transformações sociais e reorganizar
para
a sociedade
moderna, usando o método científico para o estudo desta sociedade. Foi o fundador
do positivismo, que é composto por uma dimensão filosófica, que corresponde a
ideia de que a ciência é a única explicação legítima para a realidade e uma
dimensão sociológica que entende que a sociologia deve adotar os mesmos
métodos das ciências da natureza e verificar quais são as leis que operam na
realidade social.
Émile Durkheim, sociólogo francês e seguidor do positivismo de Augusto
Comte, consolida a disciplina de Sociologia como ciência, criando um método de
pesquisa sociológico, no qual formula o tipo de acontecimentos que deveriam ser
estudados : os fatos sociais, que são as maneiras de agir, pensar e sentir exteriores
aos indivíduos, dotados de um poder coercitivo e compartilhados coletivamente. Sua
teoria parte do princípio da integração social, onde a realidade tem uma natureza
própria, não é uma somas de pessoas, mas a combinação de suas idéias. A
explicação da vida social tem seu fundamento na sociedade e não no indivíduo.
Outro clássico de primeira grandeza na sociologia, o sociólogo alemão Max
Weber, faz uma crítica aos positivistas, colocando que a realidade é infinita, portanto
não pode ser explicada totalmente a partir das leis científicas. Para ele a sociedade
não seria algo exterior e superior aos indivíduos, mas compreendida a partir do
conjunto das ações individuais. É sempre a partir dos sujeitos que Weber explica os
fenômenos sociais. Seu método de análise procura compreender e explicar o
significado da ação social, por isso sua teoria sociológica é chamada de metodologia
compreensiva.
Karl Marx é outro teórico clássico da sociologia. Apesar de não ser
sociólogo de profissão, fez um estudo profundo da vida social com o objetivo de
oferecer aos operários explorados pelo sistema capitalista, o entendimento das leis
de funcionamento deste sistema. Para Marx a sociedade está estruturada na
economia, na forma como os homens organizam a produção social de bens que
engloba dois fatores básicos: as forças produtivas, que é o conjunto formado pela
matéria prima e pelos meios de produção de uma sociedade e as relações de
produção, que são as interações que os homens estabelecem entre si nas
atividades produtivas e que corresponde à divisão do trabalho. Sua teoria parte do
princípio da contradição social que busca a explicação da sociedade pelo
materialismo histórico com base na produção econômico-material: o trabalho
humano como único meio de agregar valor aos bens produzidos por ser resultado do
esforço físico e mental de energia humana; a sociedade é dividida entre burgueses
(donos dos meios materiais de produção) e operários (donos da força de trabalho).
Essas teorias sociológicas serão ponto de partida e deverão ser retomadas,
numa perspectiva crítica para fundamentar teoricamente as várias possibilidades de
explicação sociológica. Contemporaneamente Antonio Gramsci, Pierre Bordieu,
Florestan Fernandes entre outros também buscaram responder as questões
surgidas nos diferentes contextos das sociedades, pensando as relações políticas e
sociais.
No contexto brasileiro, a primeira tentativa para implantar a Sociologia foi em
1891, pelo ministro da Educação, Benjamin Constant, nas escolas normais. Em
1901, através de decreto é retirada a disciplina dos currículos escolares, retornando
em 1925, no Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro, sendo que em 1928 passou a ser
ministrada nas escolas de formação de professores. Em 1930 foram criados os
Cursos Superiores de Ciências Sociais em São Paulo e houve uma explosão do
mercado editorial brasileiro com a publicação de Casa Grande e Senzala de Gilberto
Freyre, Evolução Política do Brasil de Caio Prado Junior e Raízes do Brasil de
Sérgio Buarque de Holanda.
Após a instalação do Estado Novo, várias medidas educacionais foram
tomadas no sentido de reforçar as ideias de nacionalismo. A reforma Capanema
(1942) retirou a obrigatoriedade do Ensino da Sociologia nas escolas secundárias.
Na década de 50 e 60, o clima de democracia política favorece a
disseminação das Faculdades de Filosofia, Ciências e Letras e a Sociologia passa a
fazer parte dos cursos de Ciências Sociais e outros cursos. Nos anos 70, a ditadura
militar exclui a disciplinas das grades curriculares. A Lei 5692/71 cria as disciplinas
de Educação Moral e Cívica, Organização Social e Política do Brasil e Ensino
Religioso, que são marcadas por um acentuado caráter moral e disciplinador.
A partir de 82, alguns estados iniciam movimentos reivindicatórios pela
inclusão da Sociologia no Ensino Médio. A LDB 9394/96 abre novas perspectivas
para esta inclusão, mas as DCNEM, alteram profundamente o sentido da Lei e
apresentam como proposta o tratamento interdisciplinar por outras disciplinas das
Ciências Humanas. Em 2001 foi vetado o retorno pelo presidente FHC, alegando
insuficiência de profissionais para suprir a demanda.
Em 2007, o Conselho Nacional da Educação aprova a inclusão da Filosofia e
da Sociologia no EM, sendo que os Conselhos Estaduais de Educação deveriam
regulamentar a oferta dessas aulas. O Paraná a inclui como obrigatória em pelo
menos uma série do EM. Em 02/06/2008 através da Lei nº 11.684 é aprovada
alteração do Art. 36 da LDB 9394/96, para inclusão da Sociologia e Filosofia como
disciplinas obrigatórias em todas as séries do Ensino Médio.
A sociologia tem a função de ir além da leitura e da interpretação teórica da
realidade. Haja vista, a necessidade de e desnaturalizar conceitos tomados
historicamente como irrefutáveis, de forma a melhorar o senso crítico, transformar a
realidade para se conquistar participação mais ativa na e da sociedade.
Os
conteúdos
estruturantes,
os
conteúdos
específicos
devem
ser
trabalhados do modo inter-relacionado.
Os objetivos gerais da Sociologia são:
•
desnaturalização das ações que se estabelecem na sociedade;
•
percepção de que a realidade social é histórica e socialmente construída;
•
explicitar e explicar problemáticas sociais concretas e contextualizadas,
desconstruindo pré-noções e pré-conceitos;
•
questionamento quanto à existência de verdades absolutas, sejam elas na
compreensão do cotidiano, ou na constituição da Ciência;
•
Inserção do aluno como sujeito social que compreende a sua realidade
imediata, mas que também percebe o que se estabelece além dela;
•
desenvolvimento da “imaginação Sociológica;”
•
re-elaborar os fatos do cotidiano, relacionando-os com a realidade social;
•
possibilitar a superação do conhecimento ingênuo, chegando-se à definição
dos sujeitos sociais como seres capazes de intervir e transformar a realidade
social.
Na definição do objeto de estudo da disciplina de Sociologia para o Ensino
Médio é preciso levar em consideração que ela trabalha com as três áreas das
Ciências Sociais: Antropologia (Cultura); Ciência Política (Estados e as Relações de
Poder) e a Sociologia ( Relações Sociais), sendo seu objeto de estudo o
conhecimento e a explicação da sociedade pela compreensão das diversas formas
pelas quais os seres humanos vivem em grupos, das relações que se estabelecem
no interior e entre esses diferentes grupos, bem como a compreensão das
consequências dessas relações para indivíduos e coletividades.
As Leis nº10.639/03 e 11.645/08 referentes à História e Cultura Africana,
Afrobrasileira e Indígena e os Desafios Educacionais Contemporâneos estão
contempladas nos conteúdos da Sociologia.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E BÁSICOS
Há um encaminhamento diferenciado nos conteúdos: O surgimento da
Sociologia e as Teorias Sociológicas, pois apesar de não ser um conteúdo
estruturante, deverá ser iniciado através de uma abordagem histórica e
contextualizada sobre o surgimento do pensamento social, apresentando seus
autores clássicos com suas teorias e sua importância para a compreensão da
realidade brasileira e fundamentando os demais conteúdos estruturantes.
PROCESSO DE SOCIALIZAÇÃO E AS INSTITUIÇÕES SOCIAIS.
Cabe a este conteúdo problematizar os processos institucionais de inserção,
construção e transmissão de valores, normas, regras, possibilitando compreender o
papel destas instituições na formação do ser social. É importante ter clareza de que
a abordagem e problematização destas instituições não podem ser realizadas de
forma dogmática, ou seja, tratando-as a partir de juízos de valor.
As instituições devem ser situadas no tempo e no espaço, ou seja, não é
possível estabelecer comparações entre instituições de sociedades diferentes, e
devem ser estudadas em suas dinâmicas e contradições, entendidas como
construções sociais, passíveis de críticas e mudanças.
CONTEÚDOS BÁSICOS
•
Processo de Socialização;
•
Instituições sociais: Familiares, Escolares, Religiosas;
•
Instituições de Reinserção (prisões, manicômios, educandários, asilos, etc)
CULTURA E INDÚSTRIA CULTURAL
Esse conteúdo deve problematizar os conceitos de cultura e suas
derivações.
As
diferentes
sociedades
e
grupos
sociais
não
podem
ser
hierarquizados entre si e classificados como mais ou menos importantes, pois
possuem desenvolvimento político, econômico e social bastante diversificado.
Os rumos que a dinâmica cultural toma a partir da Revolução Industrial
também devem ser problematizados, propiciando a compreensão da cultura como
mercadoria consumível ou como mecanismo de controle social.
CONTEÚDOS BÁSICOS
•
Desenvolvimento antropológico do conceito de cultura e sua contribuição na
análise das diferentes sociedades;
•
Diversidade cultural;
•
Identidade;
•
Indústria cultural;
•
Meios de comunicação de massa;
•
Sociedade de consumo;
•
Indústria cultural no Brasil;
•
Questões de gênero;
•
Culturas afro-brasileira e africana;
•
Culturas indígenas.
TRABALHO, PRODUÇÃO E CLASSES SOCIAIS
O trabalho deve ser problematizado como relação social inerente à condição
humana. Em suas diferentes formas,
merece ser considerado e explicitado
enquanto prática social.
A reflexão deste conteúdo pode ser realizada tanto a partir de sociedades de
economia capitalista, quanto de sociedades em que a divisão social do trabalho não
está estruturada sob a forma de classe sociais.
Neste conteúdo, pode-se problematizar ainda as mudanças estruturais das
sociedades modernas e contemporâneas e as decorrentes mudanças nas relações
de trabalho.
CONTEÚDOS BÁSICOS
•
O conceito de trabalho e o trabalho nas diferentes sociedades;
•
Desigualdades sociais: estamentos, castas, classes sociais;
•
Organização do trabalho nas sociedades capitalistas e suas contradições;
•
Globalização e Neoliberalismo;
•
Relações de trabalho;
•
Trabalho no Brasil.
PODER, POLÍTICA E IDEOLOGIA
Problematização à respeito da constituição do poder: este não se constitui
por si só, mas possui uma estratégia, um discurso e uma forma para se legitimar.
Portanto, em sua forma de efetivação está embutida a ideologia que se manifesta a
partir de práticas políticas. Os conceitos poderão ser trabalhados separadamente,
mas deverão estar sempre em diálogo.
CONTEÚDOS BÁSICOS
•
Formação e desenvolvimento do Estado Moderno;
•
Democracia, autoritarismo, totalitarismo;
•
Estado no Brasil;
•
Conceitos de Poder;
•
Conceitos de Ideologia;
•
Conceitos de dominação e legitimidade;
•
As expressões da violência nas sociedades contemporâneas.
DIREITO, CIDADANIA E MOVIMENTOS SOCIAIS
A cidadania pode ser expressa por meio de direitos e deveres. Entretanto, a
mera existência formal dos mesmos, não é garantia da mesma.
Este conteúdo articula os conceitos de direito, cidadania e movimentos
sociais, pois na análise dos direitos deve-se considerar que esses foram sendo
inscritos nas leis, lentamente, ou foram sendo conquistados pela pressão dos que
não tinham direitos.
São os direitos que definem a cidadania, ou seja, a possibilidade de sermos
indivíduos atuantes com direitos e deveres. Mas os direitos só se tornam plenos, e
portanto, elementos da cidadania, se forem exercidos no cotidiano das ações dos
sujeitos.
Por isso a vinculação desta temática com os movimentos sociais. Estes têm
sua existência vinculada à criação de novos direitos ou no sentido de fazer valer os
que já estão inscritos na lei.
CONTEÚDOS BÁSICOS
•
Direitos: civis, políticos e sociais;
•
Direitos Humanos;
•
Conceito de cidadania;
•
Movimentos Sociais;
•
Movimentos Sociais no Brasil;
•
A questão ambiental e os movimentos ambientalistas;
•
A questão das ONG's.
METODOLOGIA
A disciplina será iniciada, com uma breve contextualização da construção
histórica da Sociologia, e das teorias sociológicas fundamentais, as quais devem ser
constantemente retomadas, numa perspectiva crítica, no sentido de fundamentar
teoricamente os conteúdos específicos.
Aprender a pensar sobre a sociedade em que vivemos, e a agir nas diversas
instâncias sociais, implica antes de tudo numa atitude ativa e participativa. Os
encaminhamentos metodológicos serão propostos de modo a levar o aluno a ser o
sujeito de seu aprendizado, seja através da leitura, de debates, da pesquisa de
campo, ou da análise de filmes, de imagens ou charges, é importante que o aluno
sinta-se constantemente provocado a relacionar a teoria com o vivido, a rever
conhecimentos e a reconstruir novos saberes.
O professor proporcionará aos alunos o contato com a linguagem
sociológica, apresentando textos clássicos que deverão ser contrapostos às
questões contemporâneas e suas influências na organização ao longo do tempo e
da história, pois aprender a pensar sobre a sociedade atual e a agir nas diversas
instâncias sociais,implica antes de tudo numa atitude ativa e participativa.
Dessa forma, pesquisas, produções de texto, debates e outras atividades
comporão o elenco de atividades a serem desenvolvidas pelos alunos, em sala de
aula, partindo-se do cotidiano para o estudo das diferentes visões da sociedade, à
luz
das
teorias
sociológicas,
atentando
sempre
para
a
proposição
de
problematizações, contextualizações, investigações e análises.
A pesquisa de campo, quando possível, deverá ser proposta de maneira que
articule os dados levantados à teoria estudada, propiciando um trabalho de
compreensão e crítica de elementos da realidade do aluno.
AVALIAÇÃO
O processo da avaliação compreenderá a produção individual e coletiva dos
alunos, privilegiando o trabalho em pequenos grupos e buscando na ação avaliativa
a promoção da melhoria das manifestações de aprendizagem, através de mediação
do professor, observando-se os critérios do Sistema de Avaliação da instituição
escolar.
As formas de avaliação em Sociologia acompanham as práticas de ensino e
de aprendizagem da disciplina. Assim, ao professor compete valorizar a produção
individual, para chegar à produção coletiva, oportunizando aos alunos momentos
diversificados em que possa solidificar sua aprendizagem, através da reflexão crítica
nos debates, que acompanham os textos e filmes, da participação nas pesquisas de
campo, da produção de textos, que demonstrem capacidade de articulação entre
teoria e prática. Será avaliado a mudança na forma de olhar para os problemas
sociais assim como a iniciativa e a autonomia para tomar atitudes diferenciadas e
criativas que rompam com a acomodação
e o senso comum, são dados que
informarão aos professores, o alcance e a importância de seu trabalho no cotidiano
de seus alunos; apreensão de conceitos básicos de ciência com a prática social;
capacidade de argumentação fundamentada teoricamente e clareza e coerência na
exposição de ideias, seja no texto oral ou escrito.
As avaliações ocorrerão de diferentes formas, com clareza nos objetivos que
se pretendem atingir, no sentido da apreensão, compreensão e reflexão dos
conteúdos pelo aluno.
REFERÊNCIAS
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COLETIVO DE AUTORES. Sociologia. Curitiba: SEED -PR, 2006.
GIDDENS, Anthony. Sociologia. Porto Alegre: Artmed, 2005.
PACHECO,
Ricardo
e
MENDONÇA,
Erasto
F.
Educação,
sociedade
e
trabalho:abordagem sociológica da educação. Brasília: UNB, 2006.
PARANÁ. Diretrizes Curriculares de Sociologia para a Educação Básica.
Curitiba – SEED, 2008.
SZTOMPKA, Piotr. A sociologia da mudança social. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 1998.
TÉCNICO EM ENFERMAGEM EM NÍVEL MÉDIO NA MODALIDADE DE
EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS
JUSTIFICATIVA
As desigualdades sócio-econômicas presentes historicamente na sociedade
brasileira trouxeram para o cenário educacional a necessidade para o país da
modalidade de Educação de Jovens e Adultos como forma de resgatar a
escolaridade, uma vez que uma grande parcela da população se encontra excluída
do processo de escolarização e profissionalização. A partir deste contexto, a
modalidade PROEJA tem como perspectiva a proposta de integração da educação
profissional à educação básica buscando a superação da dualidade trabalho manual
e intelectual, assumindo o trabalho na sua perspectiva criadora e não alienante. Isto
impõe a construção de respostas para diversos desafios, tais como, o da formação
do profissional, da organização curricular integrada, da utilização de metodologias e
mecanismos diferenciados que favoreçam a permanência e a aprendizagem do
aluno.
O Curso de Técnico em Enfermagem na modalidade integrada, destaca os
valores ético-profissionais que orientam a atuação deste profissional no mundo do
trabalho necessários a profissão, e também perceba o seu trabalho como forma de
exercer a sua cidadania
Entende-se por competência profissional a capacidade de articular, mobilizar
e colocar em ação os conhecimentos necessários para o pleno desempenho de
atividades requeridas pela natureza do trabalho.
A organização dos conhecimentos prioriza o resgate da formação humana
onde o aluno, como sujeito histórico produz sua existência pelo enfrentamento
consciente da realidade posta, produzindo valores de uso, conhecimento e cultura
por sua ação criativa.
O Curso Técnico em Enfermagem na modalidade integrada está voltado
para atender as necessidades da realidade social, embasado nas diretrizes do
Sistema Único de Saúde (SUS), com responsabilidade e compromisso, nos
diferentes níveis de complexidade das ações de saúde no que diz respeito a
promoção, prevenção, recuperação e reabilitação, de forma a incrementar a
qualidade e a integralidade da atenção à saúde.
O Curso ora estruturado possibilita que ao final do 5º semestre possa ofertar
ao aluno certificação intermediária de auxiliar de enfermagem, pois o conjunto de
disciplinas teóricas, práticas e estágios realizados até então lhe propiciam condições
de exercer a referida atividade profissional.
Com uma concepção de uma formação geral e técnica que articule trabalho,
cultura, ciência e tecnologia como princípios que devem integralizar todo o currículo,
o curso contemplará os seguintes objetivos:
OBJETIVO GERAL
Possibilitar a formação do aluno Técnico em Enfermagem, integrando
a educação profissional à educação básica.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
• Formar técnicos em Enfermagem qualificados para exercer sua prática
profissional orientada pelo saber técnico fundado no conhecimento científico e
humanístico que permitam cuidar dos indivíduos, famílias, grupos sociais e
comunidade e acompanhar os avanços da tecnologia e pesquisa na área da saúde;
• Desenvolver capacidade de reflexão, trabalho em equipe e resolução de
problemas no ambiente de trabalho;
• Ser
capaz
de
desenvolver
o
trabalho
juntamente
multiprofissional, com um relacionamento interpessoal saudável;
com
a
equipe
• Preparar o profissional para atender as demandas do mercado de trabalho,
considerando as transformações sociais, culturais e tecnológicas no contexto em
que estão inseridos;
• Preparar o profissional para que seja capaz de compreender e aplicar normas
do exercício profissional e princípios éticos que regem a conduta profissional;
• Formar profissional que tenha compreensão da dinâmica do Sistema Único de
Saúde, seu processo de construção e determinantes históricos e que coloque em
prática os princípios que regem este sistema.
PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO DE CURSO
O
Profissional
Auxiliar
de
Enfermagem
deverá
apropriar-se
de
conhecimentos técnicos e científicos, respeitando os preceitos éticos e legais, que
garantam condições de atuar na observação, reconhecimento, descrição de sinais
e sintomas, executando ações de menor complexidade, que seja capaz de indicar
os determinantes e condicionantes do processo saúde-doença, identificar a
estrutura e organização do sistema de saúde vigente com e sob a supervisão do
Profissional enfermeiro, desenvolvendo atividades nos níveis de promoção,
prevenção, recuperação e reabilitação da saúde.
EMENTAS E CONTEÚDOS DAS DISCIPLINAS
ARTE
EMENTA: O conhecimento estético e artístico através das linguagens da arte:
música, teatro, danças e artes visuais no contexto histórico e suas aplicações na
educação em saúde.
CONTEÚDOS:
•
A importância da criatividade;
•
Análise conceitual: arte e estética;
ARTE E SOCIEDADE:
•
História e Cultura Afro-Brasileira e Africana;
ELEMENTOS QUE COMPÕEM A LINGUAGEM VISUAL:
•
cor, luz, forma, textura, ponto, linha, superfície;
•
Arte e diversidade cultural;
•
Realização de produções artísticas no âmbito das artes visuais;
•
Artes visuais como objeto de conhecimento;
•
As diversas formas comunicativas das artes visuais;
•
Composição, perspectiva, volume, dentre outros;
•
Tendências estéticas;
•
Apreciação, leitura e análise de produções artísticas em diferentes períodos;
•
A música dança como objeto de conhecimento;
•
Estilos e gêneros: erudito, popular e tradição oral; Apreciação e análise de
produções artísticas;
•
Instrumentos musicais;
•
As artes cênicas como objeto de conhecimento;
ELEMENTOS BÁSICOS DA COMPOSIÇÃO TEATRAL:
•
Texto, interpretação, cenário, figurino, maquilagem;
•
Direção cênica, sonoplastia, trilha sonora, coreografia;
•
Estilos, gêneros e escolas de teatro no Brasil;
•
Leitura, apreciação e análise de produções cênicas;
•
Produção e encenação de peças teatrais.
BIBLIOGRAFIA
AZEVEDO, F. de. A cultura brasileira. 5. ed., rev. e ampl. São Paulo:
Melhoramentos, USP, 1971.
BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes,1992.
BAKHTIN, M. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo: Hucitec, 1999.
BARBOSA, A. M. (org.) Inquietações e mudanças no ensino da arte. São
Paulo: Cortez, 2002.
BENJAMIN, T. Walter. Magia e técnica, arte e política. Obras escolhidas. Vol.1.
São Paulo: Brasiliense, 1985.
BOAL, Augusto. Jogos para atores e não atores. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 1998.
BIOLOGIA
EMENTA: O fenômeno Vida em distintos momentos da história e o meio ambiente
dentro de uma visão ecológica de sustentabilidade.
CONTEÚDOS: Célula, Organelas celulares e funções; tecidos, órgãos e sistemas;
anatomia e fisiologia animal e vegetal; tipos de reprodução; meiose e mitose;
sistema de classificação dos seres vivos, características e reprodução dos vírus,
reinos, suas características e principais importâncias; Microbiologia e Parasitologia:
ciclo dos seres, formas de infestação e contágio das principais doenças; Teorias de
Origem e Evolução da Vida; Ecossistemas e Equilíbrio Natural; ecologia: conceitos e
importância; cadeia e teias alimentares; fluxo de energia; sucessão ecológica;
relação entre os seres vivos; ecologia das populações, desequilíbrios ambientais.
Genética: conceitos e hereditariedade; genética mendeliana e pós-mendeliana,
teorias evolucionistas, provas da evolução, adaptação dos seres vivos ao meio,
evolução humana; clonagem; transgênicos.
BIBLIOGRAFIA
AMABIS, J. Mariano; MARTHO, Gilberto R. .Fundamentos da biologia moderna.
São Paulo: moderna, 1999.
GARDNER, Ernest, et al. Anatomia. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, 1998.
GUYTON, H. Tratado de Fisiologia Médica. Rio de Janeiro; Guanabara Koogan,
1999.
ANATOMIA E FISIOLOGIA HUMANAS . Curitiba: ETECLA, 1983
GARDNER; GRAY; O’RAHILLY.
Anatomia . 3.ed.
Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1971.
GONÇALVES, R.P.; FERREIRA, A L.M.; VALDER, R. de
enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1982. 189 p.
Anatomia para
Grande Atlas de Anatomia – Anatomia . São Paulo: Editora Parma ed. .
KAWAMOTO, E.E. Anatomia e fisiologia humana. São Paulo: EPU, 1988.
VON BRANDIS, H.J.
Anatomia e fisiologia para profissionais da equipe de
saúde. São Paulo: EPU, 1977.
SOBOTTA – Atlas de Anatomia Humana. Tradução de WERNEK, H. – 21ª ed. Rio
de Janeiro. Editora Guanabara Koogan S.A. vol. 1 e 2, 2000.
BRASIL, Ministério da Saúde. Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da
Área de Enfermagem. Profissionalização de auxiliares de enfermagem: cadernos do
aluno: instrumentalizando a ação profissional 2 / Ministério da Saúde, Projeto de
Profissionalização dos Trabalhadores da Área de Enfermagem. – Brasília: Ministério
da Saúde, Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2001. 156 p. : il.
EDUCAÇÃO FÍSICA
EMENTA: Cultura Corporal como processo fundamental da formação humana, a
partir dos diferentes elementos articuladores.
CONTEÚDOS: Esportes individuais e coletivos; brincadeiras populares; construção
de brinquedos alternativos; jogos de salão; jogos de raquete e peteca; jogos
dramáticos e de interpretação; jogos cooperativos; ginástica: rítmica, artística,
acrobática; relaxamento e condicionamento; tipos de artes marciais; danças
regionais; danças folclóricas; danças de salão; expressão corporal; o corpo e seu
funcionamento; alimentação e saúde; atividades de lazer e recreação; organização
de eventos esportivos e culturais (jogos, gincanas e festivais); aspectos fisiológicos,
avaliação postural e qualidade de vida.
BIBLIOGRAFIA
ADORNO, Theodor W. Educação e Emancipação. 2.ed. São Paulo: Paz e Terra,
2000.
MARCUSE, Herbert. Algumas implicações sociais da tecnologia moderna.
In:Tecnologia, guerra e fascismo. São Paulo: UNESP, 1999.
VAZ, Alexandre Fernandez. Treinar o corpo, dominar a natureza: notas para uma
análise do esporte com base no treinamento corporal. Cadernos Cedes, n. 48, p.89108, 1999.
FILOSOFIA
EMENTA: O conhecimento e o agir humanos a partir das diferentes correntes
filosóficas numa perspectiva epistemológica, ética e política.
CONTEÚDOS: Pensamento crítico e não crítico; Pensamento filosófico; Filosofia e
método; O problema do conhecimento e suas perspectivas; Estudo dos fundamentos
da ação humana e o comportamento moral; O homem como ser político (diferentes
perspectivas filosóficas); a formação do estado (conforme alguns pensadores da
filosofia); sociedade política e sociedade civil: democracia; organização do trabalho:
alienação, exploração, expropriação; O conhecimento científico; Pensar a beleza e
Universalidade do gosto.
BIBLIOGRAFIA:
APPEL, E. Filosofia nos vestibulares e no ensino médio. Cadernos PET-Filosofia
2. Curitiba, 1999.
ASPIS, R. O professor de Filosofia: o ensino da Filosofia no Ensino Médio
como experiência filosófica. CEDES. Campinas. n. 64, 2004.
BORNHEIM, G. O sujeito e a norma. In. NOVAES, Adauto. Ética. São
Paulo:Companhia das Letras, 1997.
BRASIL. Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia. Orientações
curriculares do ensino médio. [S.n.t.].
BRASIL. Orientações curriculares do ensino médio. Brasília. MEC/SEB, 2006.
BRASÍLIA. Secretaria de Educação Básica. Orientações curriculares do ensino
médio. Brasília: MEC/SEB, 2004.
CORBISIER, R. Introdução à filosofia. 2 ed. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira,1986, v.1.
DELEUZE, G.; GUATTARI, F. O que é a filosofia? Rio de Janeiro: Ed. 34, 1992.
288 p. (Coleção Trans).
FAVARETTO, C.F. Notas sobre o ensino da filosofia. In: A filosofia e seu
ensino/Paulo Arantes et all; Salma T. Muchail (org) - Petrópolis, Rio de
Janeiro:Vozes; São Paulo: Educ, 1995.
FERRATER MORA. Dicionário de filosofia São Paulo: Loyola, 2001. 4 vol.
FILOSOFIA. Vários autores. Curitiba: SEED-PR, 2006. 336 p. (Livro Didático
Público)
GALLO, S.; KOHAN, W. O. (orgs). Filosofia no ensino médio. Petrópolis: Vozes,
2000.
KOHAN; WAKSMAN. Perspectivas atuais do ensino de filosofia no Brasil.
In:FÁVERO, A; Kohan, W.O.; RAUBER, J.J. Um olhar sobre o ensino de filosofia.
Ijuí: Ed. da UNUJUÍ, 2002.
LANGON M. Filosofia do ensino de filosofia. In: GALLO, S.; CORNELLI, G.;
DANELON, M. (Org.) Filosofia do ensino de filosofia. Petrópolis: Vozes, 2003.
LEOPOLDO E SILVA, F. Por que a Filosofia no segundo grau. Revista estudos
avançados, v.6, n. 14, 1992.
MARX, K. A questão judaica. In: Manuscritos Econômico-filosóficos. Tradução
Artur Morão. Lisboa: Edições 70, 1993.
PARANÁ, Secretaria de Estado da Educação. Proposta curricular para oensino
de filosofia no 2.º grau. Curitiba, 1994.
FÍSICA
EMENTA: Os fenômenos físicos com base nos conceitos do movimento,
termodinâmica e eletromagnetismo, com ênfase na biofísica.
CONTEÚDOS: Divisão da física; Grandezas Físicas: sistemas de unidades,
conversão de unidades, notação científica; Cinemática: Definição e Conceitos:
referencial, trajetória e posição, descolamento escalar, velocidade média e
instantânea, aceleração, Movimento Uniforme, Movimento Uniformemente Variado,
Queda dos Corpos, Vetores, Movimento Circular. Dinâmica: Força e Movimento,
Sistemas de Forças, Energia, Impulso e Quantidade de Movimento, Aceleração da
Gravidade. Gravitação Universal: Histórico, Leis de Kepler, Leis de Newton para
Gravitação Universal. Estática: Equilíbrio dos corpos. Hidrostática: Pressão;
Empuxo. Termologia: Termometria, Dilatação Térmica, Calorimetria, Mudanças de
Fase, Transmissão de Calor, Termodinâmica. Óptica: Conceitos Fundamentais,
Reflexão e Refração da Luz, Espelhos e Lentes Esféricas, Instrumentos Ópticos.
Ondulatória: Movimentos Periódicos, Ondas, Fenômenos Ondulatórios, Acústica.
Eletrologia:
Eletrostática,
Eletrodinâmica.
Eletromagnetismo:
Ímãs,
Campo
Magnético, Força Magnética, Indução Eletromagnética. Física Moderna: Teoria da
relatividade, supercondutividade, dualidade partícula onda, radioatividade.
BIBLIOGRAFIA
Livro Didático – Secretaria de Estado de Educação 2006
GREF. Grupo de Reelaboraçao do Ensino de Física. 2 ed. 3 vol. São Paulo:
EDUSP, 1985;
GONÇALVES FILHO, A; TOSCANO, C. Física para o Ensino Médio. São Paulo:
Scipione, 2002.
MAXIMO. A: ALVARENGA. B. Física: Volume único. São Paulo: Scipione. 1987;
BONJORNO – Física do 2ºgrau – BONJORNO, Regina de Azevedo,
BONJORNO, José Roberto, BONJORNO,
Valter RAMOS Clinton Marcio – São
Paulo, FTD;
CARRON, Wilson, Guimarães, Osvaldo. FISICA, volume único Ed. Moderna;
GEOGRAFIA
EMENTA: O espaço geográfico, produzido e apropriado pela sociedade, composto
por elementos naturais e culturais, em suas dimensões econômica, sócio-ambiental,
cultural, demográfica e geopolítica.
CONTEÚDOS:
•
Coordenadas geográficas e fusos horários;
•
Leituras cartográficas;
•
Geologia, relevo,
•
hidrografia, clima, vegetação: mundial, nacional e local;
•
A nova ordem mundial, fim dos três mundos e atual posição norte e sul;
•
Os atuais conceitos de Estado;
•
Regionalização do espaço mundial;
•
Movimentos sociais e reordenação do espaço urbano;
•
Ocupação de áreas de risco, encostas e mananciais;
•
Dinâmica da natureza – relevo, solos...;
•
Grandes paisagens naturais;
•
Atividades humanas e transformação das paisagens naturais nas diversas
escalas geográficas;
•
Recursos naturais;
•
Crise ambiental;
•
Teorias demográficas e suas implicações populacionais em diferentes países;
•
Relações entre composição demográfica, emprego, renda e situação econômica
do país região e lugar;
•
Crescimento demográfico e suas implicações políticas, sociais e econômicas;
•
Diferentes grupos sociais e suas marcas, urbana e rural;
•
População urbana e população rural: composição etária, de gênero e emprego.
•
O subdesenvolvimento e os países emergentes;
•
O socialismo e capitalismo;
•
Geopolítica atual (terrorismo, narcotráfico, movimentos sociais e ambientais,
biopirataria, conflitos gerais e outros);
•
Blocos econômicos e globalização;
•
Industrialização (mundial, brasileira e paranaense);
•
A produção agropecuária e agroindustrial (mundial, nacional e paranaense);
•
Produção energética e fontes alternativas (mundial e local);
•
Urbanização (história e atualidade mundial e local);
•
As relações campo e cidade;
•
Desenvolvimento econômico e meio ambiente (impactos e sustentabilidade);
•
Temas geográficos contemporâneos.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
APOSTILAS – POSITIVO
Geografia Ensino Médio – Secretaria do Estado da Educação.pr.2006 ( LDP)
MARINA, Lucia e Tércio. Ensino Médio. Geografia. Edit. Moderna.2002.
INDICADA
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PARA CONSULTA
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SP. 1998.
WONS, Iaroslaw. Geografia do Paraná.Edit. Ensino Renovado.Curitiba. 1982.
HISTÓRIA
EMENTA: Processo de construção da sociedade no tempo e no espaço; formação
cultural do homem; ascensão e consolidação do capitalismo; produção cientifica e
tecnológica e suas implicações; aspectos históricos, políticos, sociais e econômicos
do Brasil e do Paraná a partir das relações de trabalho, poder e cultura.
CONTEÚDOS: A Construção do sujeito histórico; A produção do conhecimento
histórico; O mundo do trabalho em diferentes sociedades; As cidades na História;
Relações culturais nas sociedades gregas e romana na antiguidade; Relações
culturais na sociedade medieval européia; Formação da Sociedade Colonial
Brasileira; A construção do
trabalho assalariado; Transição do trabalho escravo
para o trabalho livre: a mão de obra no contexto de consolidação do capitalismo; O
Estado
e as relações de poder: formação dos Estados Nacionais; Relações de
dominação e resistência no mundo do trabalho contemporâneo ( séc XVIII e XIX );
Desenvolvimento tecnológico e industrialização; Movimentos sociais, políticos,
culturais e religiosos na sociedade moderna; O Estado Imperialista e sua crise; O
Neocolonialismo; Urbanização e industrialização no Brasil; O trabalho na sociedade
contemporânea; Relações de poder e violência no Estado; Urbanização e
industrialização no Paraná; Urbanização e industrialização no séc XIX; Movimentos
sociais, políticos, culturais e religiosos na sociedade contemporânea; Urbanização e
industrialização na sociedade contemporânea; Globalização e Neoliberalismo.
BIBLIOGRAFIA
CARDOSO, Ciro Flamarion; VAINFAS, Ronaldo (orgs). Domínios da história.
Campinas: Campus, 1997.
CHARTIER, Roger. A história cultural: entre práticas e representações. Rio de
Janeiro: Bertrand Brasil, 1997.
HOBSBAWN, Erie J. Sobre história. São Paulo: Cia das Letras, 1987.
THOMPSON, Edward P. A formação da classe operária inglesa. Rio de Janeiro:
Paz e Terra, 2004.
LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA
EMENTA: Estudo e reflexões sobre a Língua, enquanto prática social, por meio dos
diferentes gêneros discursivos, que se concretizam nas práticas de oralidade, leitura,
escrita e análise lingüística. Estudo da Literatura como fator que permite a interação
a partir do objeto estético.
CONTEÚDOS: Elementos da comunicação; Funções da linguagem aplicadas ao
discurso; Língua, Fala, Linguagem (verbal e não-verbal); Variações Linguísticas;
Níveis de linguagem; Usos da linguagem; Leituras (informativa e crítica); Elementos
estruturais do texto/ Paragrafação; Elaboração de resumos e resenhas; Discurso e
Organização Textual; Tipologia textual; Estrutura do texto narrativo; Gêneros
textuais em Jornais e revistas: Notícia, Artigo, Reportagem, Crônica e Entrevista.
Charge, Cartum, Tiras; Estrutura do texto dissertativo; Modos de argumentar e
persuadir; Texto argumentativo (debate, mesa-redonda, carta); Texto persuasivo
(publicidade, classificados, anúncios); Comunicação Oral e Cidadania: seminários,
relatos, manifestos, abaixo-assinado; Redação Técnica; O Léxico (vocabulário,
denotação, conotação, polissemia, homonímia); Ortografia (dificuldades gramaticais
); Valores das classes morfológicas aplicadas ao texto; Concordância e regência
verbal e nominal; Particularidades da língua: crase, pontuação, acentuação,
colocação pronominal; Aplicação das diferentes formas de composição textual;
Conceitos Fundamentais: Língua e Literatura; Linguagem Literária; Noções de
Versificação e Estilos de Época.
BIBLIOGRAFIA
CAMPOS, T.C.P. Psicologia hospitalar: a atuação do psicólogo em hospitais.
São Paulo: EPU, 1995.
DANIEL, L. F. Atitudes interpessoais em enfermagem. São Paulo: EPU, 1983.
176p.
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enfermagem : teoria e pesquisa. São Paulo: Sarvier, 1981. 114p.
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Científicos S.A , 1985.
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e monografias. – 5 ed. Atual. – Londrina: Eduel, 2003
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JESUS, A. C. (org). Cadernos de Formação – Gestão da Informação (Pedagogia
Cidadã). São Paulo: Unesp/ Pró-reitoria de graduação, 2005.
BACCEGA, Maria Aparecida. (org.) Gestão de processos comunicacionais. São
Paulo: Atlas, 2002.
BELLUZZO,
R.C.B.
Gestão
da
informação,
do
conhecimento
e
da
documentação. In: JESUS, A. C. (org). Cadernos de Formação – Gestão da
Informação (Pedagogia Cidadã). São Paulo: Unesp/ Pró-reitoria de graduação: 2005
BERLO, D. K. O processo da comunicação. Tradução: Jorge Arnaldo Fontes. 9.ed.
São Paulo: Martins Fontes, 1999.
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DA MATTA, Roberto. A casa e a rua. 4. ed. Guanabara Koogan (cidade e ano não
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FILHO, J. T. Gerenciando conhecimento. 2. ed. Rio de Janeiro: Senac, 2003.
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IANNI, Octavio. A era do globalismo. 4.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,
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maneira de criar e comunicar. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.
LEMOS,
André.
Cibercultura:
tecnologia
e
vida
social
na
cultura
contemporânea. Porto Alegre / RS: Sulina, 2004.
LIMA. Frederico. A sociedade digital: o impacto da tecnologia na sociedade, na
cultura, na educação e nas organizações. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2000
LITTLEJOHN, Stephen W. Fundamentos teóricos da comunicação humana.
Tradução de Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Guanabara, 1978.
MARCONI, Marina de; LAKATOS, Técnicas de pesquisa:planejamento e
execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisas, elaboração,
análise e interpretação de dados. 3 ed. São Paulo: Atlas, 1996.
MCLUHAN, M. Os meios de comunicação como extensões do homem. São
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AMARAL, Emília et al. Português – Novas palavras – Literatura, gramática e
redação. São Paulo: FTD, 2000.
KWENZER, Acácia. Ensino Médio. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2005.
REZENDE, Antonio Muniz de. O saber e o poder na universidade: Dominação ou
serviço? Coleção polêmica do nosso tempo. 4. ed. São Paulo: Cortez, 1986.
MATEMÁTICA
EMENTA: Formas espaciais e as quantidades compreendidas a partir de números e
álgebra, geometrias, funções e tratamento da informação.
CONTEÚDOS: Conjuntos numéricos; Regra de três; Porcentagens; Determinantes;
Matrizes; Sistemas lineares; Polinômios; Números complexos; Função (afim,
quadrática, exponencial, logarítmica, modular, PA e PG, trigonométrica); Geometria
plana: área das figuras geométricas, Teorema de Pitágoras, Geometria espacial,
Geometria
analítica;
Razão
e
proporção;
medidas;
análise
combinatória;
Probabilidade; Binômio de Newton; Bioestatística.
BIBLIOGRAFIA
BICUDO, M. A. V. Educação matemática. São Paulo: Cortez, 1987. p.13-44.
MIGUEL, A.; MIORIM, M. A. História na educação matemática: propostas e
desafios. Belo Horizonte: Autêntica, 2004.
MIGUEL, A.; FIORENTINI, D. ; MIORIN, M. A. Álgebra ou geometria: para onde
pende o pêndulo? Revista Quadrimestral da Faculdade de Educação –
UNICAMP - Proposições. Campinas, n. 1 [7], p. 39-54, mar. 1992.
MIGUEL, A. As potencialidades pedagógicas da história da Matemática em questão:
argumentos reforçadores e questionadores. Revista Zetetiké.Campinas, n. 8, p.73105, jul./dez. 1997.
MIORIM, M. A. O ensino de matemática: evolução e modernização. Campinas,
1995. 218 f. Tese (Doutorado em Educação) – Faculdade de Educação,
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PrimeiroGrau.
Currículo
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Escola
Pública
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Curitiba:SEED/DEPG, 1990.___. Secretaria de Estado da Educação. Departamento
de Ensino de PrimeiroGrau. Reestruturação do ensino de segundo grau no
Paraná. Curitiba:SEED/DEPG, 1993._____. Secretaria de Estado da Educação.
Departamento de Ensino de PrimeiroGrau. Reestruturação do ensino de segundo
grau no Paraná. Curitiba:SEED/DEPG, 1993.
PAVANELLO, R. M. O abandono do ensino da geometria no Brasil: causas
econseqüências. Revista Zetetiké. Campinas, ano 1, n.1, 1993.
PONTE,
J.
P.,
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al.
Didáctica
da
Matemática.
Lisboa:
Ministério
daEducação/Departamento do Ensino Secundário, 1997.
RAMOS, M. N. Os contextos no ensino médio e os desafios na construçãode
conceitos. (2004)
RIBNIKOV, K. História de las matemáticas. Moscou: Mir, 1987.
RONAN, C. A. História ilustrada da ciência. Tradução: FORTES, J. E. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1997.
ROXO, E. M. G. A matemática e o curso secundário. In: VALENTE, W. R. (Org
).Euclides Roxo e a modernização do ensino de matemática no Brasil. São
Paulo: SBEM, 2003, p. 159-189.
SAVIANI, D. Pedagogia histórico-crítica: primeiras aproximações. 2. ed. São
Paulo: Cortez, 1991.______. Do senso comum à consciência filosófica. São
Paulo: Cortez, 1991.
QUÍMICA
EMENTA: A matéria e suas transformações através do conhecimento científico e
tecnológico no cotidiano, com ênfase na bioquímica.
CONTEÚDOS: Estrutura da matéria; Misturas e métodos de separação; Fenômenos
físicos e químicos; Estrutura atômica; Distribuição eletrônica; Tabela periódica;
Ligações químicas; Funções Químicas (orgânicas e inorgânicas); Radioatividade;
Normas de segurança de laboratório; Materiais de laboratório, Soluções;
Termoquímica; Cinética química; Equilíbrio químico; Química do carbono; Funções
oxigenadas; Polímeros; Funções nitrogenadas; Isomeria; Efeitos dos produtos
químicos na natureza; Indústria petroquímica, de alimentos e farmacêutica;
Compostos orgânicos naturais.
BIBLIOGRAFIA
AXT, R. O papel da experimentação no ensino de ciências. In: MOREIRA, M. A;
AXT, R.Tópicos em ensino de ciências. Porto Alegre: Sagra, 1991.
BAIRD,C. Química ambiental. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2002.
BAUMLER, E. Um século de química. São Paulo: Melhoramentos.1970.
BELTRAN, N. O.; CISCATO, C. A .M Química. São Paulo: Cortez, 1991.
BERNARDELLI, M.S. Encantar para ensinar – um procedimento alternativo para o
ensino de química. In: Convenção Brasil Latino América, Congresso Brasileiro e
Encontro Paranaense de Psicoterapias Corporais. 1.,4.,9., Foz do Iguaçu.
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BRADY, J. ; HUMISTON, G. E. Química geral. v.1, ed.2. Rio de Janeiro: LTC, 1981.
BRASIL.
Secretaria
de
Educação
Média
e
Tecnológica.
curricularesnacionais: ensino médio. Brasília: MEC/SEMTEC, 2002.
Parâmetros
BRAVERMAN, H. Trabalho e capital monopolista: a degradação do trabalho
noséculo XX. 3.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1987.
CHASSOT, A . Alfabetização científica: questões e desafios para a educação.Ijuí:
Unijuí, 2003.
CHASSOT, A . A ciência através dos tempos. 2. ed. São Paulo: Moderna, 2004.
CHASSOT, A. Educação consciência. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2003.
CHASSOT, A . Para que(m) é útil o ensino. Canoas: Ed. da Ulbra, 1995.
SOCIOLOGIA
EMENTA: O conhecimento e a explicação da sociedade nas formas de organização
social, do poder e do trabalho.
CONTEÚDOS: Surgimento da sociologia e as teorias sociológicas; Modernidade;
Desenvolvimento das ciências; Dinâmicas do processo de socialização; Instituições
sociais, Conceitos de cultura na antropologia; diversidade cultural; etnocentrismo;
relativismo; questões de gênero e minorias; cultura de massa (cultura popular X
erudito);
sociedade
desigualdades
subemprego
de
sociais;
e
consumo;
globalização;
informalidade;
o
trabalho
nas
desemprego
terceirização;
diferentes
conjuntural
voluntariado
e
sociedades;
e
estrutural;
cooperativismo;
empregabilidade e produtividade; capital humano; reforma trabalhista e organização
internacional do trabalho; economia solidária; flexibilização; neoliberalismo; reforma
agrária e sindical; fordismo, toyotismo; estabilização e privatização, parceria pública
e privada; relações de mercado; conceito de estado moderno; tipos de estado;
conceitos de poder e dominação; política; ideologia e alienação; democracia,
partidos políticos; conceito moderno de direito; cidadania; movimentos sociais,
urbanos, rurais e conservadores, movimentos sindicais, direitos humanos.
BIBLIOGRAFIA
AFONSO, Almerindo J. Avaliação educacional: regulação e emancipação. São
Paulo: Cortez, 2000.
CARVALHO,
Lejeune
Mato
Grosso
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Sociologia
e
ensino
debate.Unijuí: 2004.
GIDDENS, Anthony. Sociologia. Porto Alegre: Artmed, 2005.
HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover.Porto Alegre: Mediação, 2001.
em
PACHECO, Ricardo e MENDONÇA, Erasto F. Educação, sociedade e trabalho:
abordagem sociológica da educação. Brasília: UNB, 2006.
SZTOMPKA, Piotr. A sociologia da mudança social. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 1998.
LEM – INGLÊS
EMENTA: O discurso enquanto prática social nas diferentes modalidades: leitura,
oralidade e escrita, considerando o inglês técnico.
CONTEÚDOS: Intencionalidade dos textos; Adequação da linguagem oral em
situações de comunicação, conforme as instâncias de uso da linguagem; Diferenças
léxicas, sintáticas e discursivas que caracterizam a fala formal e informal;
Compreensão do texto de maneira global e não fragmentada; Contato com diversos
gêneros textuais; Entendimento do aluno sobre o funcionamento dos elementos
linguísticos\gramaticais do texto; Importância dos elementos coesivos e marcadores
de discurso; Trabalho com o texto visando provocar análise, reflexão, transformação;
Adequação o conhecimento adquirido a norma padrão; Clareza na exposição de
idéias; Utilização dos recursos coesivos.
BIBLIOGRAFIA
LIBERATO, Wilson A. Compact English Book. São Paulo, Ed. FTD, 1998.
BERTOLIN & SIQUEIRA, Essencial English., Coleção Horizontes, São Paulo. Ed.
IBEP , 1998.
FERRAM, Marina; RUBIN Sarah, Inglês, de olho no mundo do trabalho. São Paulo,
Ed. Scipione,2003
VÁRIOS AUTORES,Língua Estrangeira Moderna- Espanhol/ Inglês-E.M., SEEDCuritiba PR,2006.
FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM
EMENTA: Organização histórica, social e filosófica da enfermagem e dos serviços
de saúde.
CONTEÚDOS: Organização dos Serviços de saúde: instituições, finalidades, níveis
de complexidade e fluxograma; História da enfermagem: desenvolvimento no mundo
e no Brasil; Perspectivas conceituais na prática de enfermagem: teorias de
enfermagem, sistematização da assistência e humanização; Lei do exercício
profissional, código de ética da enfermagem; Direitos do paciente; Equipe de
enfermagem e multiprofissional; Áreas de atuação da enfermagem; Entidades de
classe,
BIBLIOGRAFIA
BRASIL, Ministério da Saúde. Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da
Área de Enfermagem. Profissionalização de auxiliares de enfermagem: cadernos do
aluno: instrumentalizando a ação profissional 2 / Ministério da Saúde, Projeto de
Profissionalização dos Trabalhadores da Área de Enfermagem. – Brasília: Ministério
da Saúde, Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2001. 156 p. : il.
BRASIL. Código de ética dos profissionais de enfermagem. São Paulo: COREn,
1993
CAMARGO, M. Ética, vida e saúde. 5ªed . [s.l.] :Editora Vozes Ltda, 1980
CIANCIARULLO, T. I.
Instrumentos básicos para o cuidar: um desafio para a
qualidade de assistência. São Paulo: Atheneu, 1997.
DANIEL, L.F. Enfermagem: modelos e processos de trabalho. São Paulo: EPU,
1987.
GELAIN, I. Deontologia e enfermagem. 2.ed. São Paulo: EPU, 1987. 107p.
GERMANO, R.M. A ética e o ensino de ética na enfermagem do Brasil. São Paulo:
Cortez, 1993.
LIRA, N.F. DE & BONFIM, M.E.DE S. História da enfermagem e legislação. Rio de
Janeiro: Cultura Médica, 1989.
OGUISSO, T.; SCHMIDT, M. J.; O exercício da enfermagem: uma abordagem éticolegal. São Paulo: LTr editora, 1999.
PAIXAO, W.
História da enfermagem. 5.ed.ver. e aum. Rio de Janeiro : J.C.
Reis, 1979. 138p.
SANTOS, E.F.; et al.; Legislação em enfermagem: atos normativos do exercício e
do ensino de enfermagem. São Paulo: Atheneu, 20002
INTRODUÇÃO À ASSISTÊNCIA EM ENFERMAGEM
EMENTA: Técnicas básicas para as ações de enfermagem no processo do cuidar.
CONTEÚDOS: Conceito de cuidado e processo de cuidar; Conceitos das técnicas
básicas de enfermagem: Objetivos e Métodos de trabalho; Precauções universais:
Lavagem das mãos; Equipamentos de proteção individual; Conceitos de
descontaminação,
tipos
de
limpeza,
desinfecção,
antissepsia
e
assepsia;
Procedimentos e técnicas básicas; Admissão do paciente, alta e transferência;
Higiene oral e corporal. Tipos de banho; Pedicure e manicure; tricotomia, tratamento
de pediculose e escabiose;
Limpeza e desinfecção da unidade: terminal e
concorrente; Preparo do leito; Descontaminação, limpeza e desinfecção de artigos
odonto-médico-hospitalares; Procedimentos de conforto, contenção e prevenção de
úlceras de pressão; Transporte e Movimentação do paciente; Sinais vitais; Medidas
antropométricas; Administração de medicamentos (cálculos matemáticos) e
venóclise; Oxigênioterapia e nebulização; Aplicações de calor e frio; Sondagens
gástricas e entéricas; Cuidados com sondagem vesical e outras; Enteróclise;
Curativos e bandagens; Coleta de material para exames laboratoriais e preparo para
exames diagnósticos; Anotações de enfermagem e terminologias; Cuidados com o
corpo após a morte; Técnicas de Alimentação;
BIBLIOGRAFIA
BRASIL, Ministério da Saúde. Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da
Área de Enfermagem. Profissionalização de auxiliares de enfermagem: cadernos do
aluno:
fundamentos
de
enfermagem
/
Ministério
da
Saúde,
Projeto
de
Profissionalização dos Trabalhadores da Área de Enfermagem. – Brasília: Ministério
da Saúde, Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2001. 128 p. : il.
BRUNNER,L.S.; SUDDARTH,D. S. Pratica de enfermagem. 2.ed. Rio de Janeiro:
Interamericana, 1980. V 1 e 2. CAMPEDELLI, M.C; GAIDZINSKI, R. R. Escara:
problema na hospitalização. São Paulo: Ática, 2002. 64p.
CASTELLANOS, B.E.P. Injeções: modos e métodos. São Paulo: Ática, 1987. 63p.
CIANCIARULLO, T. I.
Instrumentos básicos para o cuidar: um desafio para a
qualidade de assistência. São Paulo: Atheneu, 1997.
CLARKE, M. Manual pratico de enfermagem. 13.ed. São Paulo : Manole, 1986.
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DICIONÁRIO DE ESPECIALIDADES FARMACÊUTICAS: DEF 03/04. 27.ed. Rio de
Janeiro: Ed.Pub. Científicas, 2004.
FERNANDES, M.V. et al. Manual de procedimentos técnicos e administrativos de
enfermagem. Londrina; EDUEL, 2002
FISCHBACH, F.; Manual de enfermagem: exames laboratoriais & diagnósticos. 6
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GIOVANI, A .M.M.
Enfermagem: cálculo e administração de medicamentos. São
Paulo: Legnar Informática & Editora, 1999
KAWAMOTO, E. E.; FORTES, J. I.
Fundamentos
de enfermagem. São Paulo:
EPU, 1986. 137p
KOCH, R.M. et al. Técnicas básicas de enfermagem. 14.ed. Curitiba: Florence,
1996.
LIMA,A B.D. de; ARONE, E.M.; PHILIPPI,M.L. dos S.
Introdução à farmacologia.
São Paulo : Editora SENAC,1994.
LIMA, A B.D. de; ARONE,E.M.; PHILIPPI,M.L. dos S. Noções sobre medicamentos.
São Paulo: Editora SENAC, 1994 .
LIMA, A B.D. de. Interações medicamentosas.
São Paulo: SENAC. 1994.
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM CLÍNICA
EMENTA: Educação em saúde na assistência integral e humanizada de
enfermagem ao adulto e ao idoso que apresentam alterações clínicas e necessitam
de cuidados paliativos, relacionando com o perfil epidemiológico regional.
CONTEÚDO: Atendimento pré-Hospitalar (desmaio, lipotimia, acidentes com
animais peçonhentos e venenosos, intoxicações, hemorragias, ferimentos, fraturas,
queimaduras, crise convulsiva, afogamento, choques, acidentes com corpos
estranhos, entre outros). Parada Cardio-respiratória na modalidade do Suporte
Básico de Vida; Organização, estrutura e funcionamento das unidades de internação
geral e especialidades; Terminologias clínicas; Assistência humanizada em
enfermagem na promoção, prevenção e recuperação da saúde do adulto e do idoso;
As relações interpessoais com o cliente (indivíduo), família e a equipe
multidisciplinar; Cuidados de enfermagem nos diferentes tipos de dietas;
Características
dos
principais
fármacos
utilizados
nas
afecções
clinicas;
Administração de medicamentos, soroterapia, hemoterapia e interação droga
nutriente; Assistência integral e humanizada de enfermagem nas afecções clínicas
mais comuns ao adulto e ao idoso de acordo com o perfil epidemiológico regional.
Anatomia, fisiologia e fisiopatologia dos sistemas: Cardiovascular: hipertensão
arterial, insuficiência cardíaca congestiva, Infarto Agudo do miocárdio, doença de
chagas, úlcera vascular e outras; Endócrino: diabetes, alterações tiroideanas e
outras; Neurológico: acidente vascular cerebral, Parkinson, Alzheimer e outras;
Respiratório: pneumonia, doença pulmonar obstrutiva crônica, asma, bronquite e
outras; Digestório: esofagite, úlceras gástricas, gastrite e outras; Urinário:
Insuficiência renal aguda e crônica, infecção urinária, litíase e outras; Músculo
Esquelético: fibromialgia, osteoporese, artrite, artrose; Doenças auto-imunes;
Moléstias infecciosas: tipos de isolamento e precauções universais; Oncológicas:
cuidados paliativos; Cuidados de Enfermagem nos exames diagnósticos (exames
laboratoriais, RAIOS X, USG, ECG, EEG e outros); Orientação e preparo do
paciente/família para a alta hospitalar.
BIBLIOGRAFIA
BELAND,I.L.;PASSOS,J.Y. Enfermagem
clinica:
aspectos
fisiopatológicos
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psicossociais. São Paulo : EPU : EDUSP, 1978-79. 3v.
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Área de Enfermagem. Profissionalização de auxiliares de enfermagem: cadernos do
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Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da Área de Enfermagem. – Brasília:
Ministério da Saúde, Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2001. 152 p.
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BURNSIDE, I.M., ED. Enfermagem e os idosos . São Paulo: Organização Andrei,
1979. 547p.
CAMPEDELLI, M.C; GAIDZINSKI, R. R. Escara: problema na hospitalização. São
Paulo: Ática, 1987. 64p.
DICIONÁRIO DE ESPECIALIDADES FARMACÊUTICAS: DEF 03/04. 27.ed. Rio de
Janeiro: Ed.Pub. Científicas, 2004.
DONAHOO, C. A; DIMON III, J. H. Enfermagem em ortopedia e traumatologia.
São Paulo: EPU: EDUSP, 1979. 288p.
FISCHBACH, F.; Manual de enfermagem: exames laboratoriais & diagnósticos. 6
ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
LIMA, I. L.;
et al. Manual do técnico e asuxiliar de enfermagem.
Goiânia: AB
editora, 2000
POLISUK, J.; GOLDFELD, S.
Pequeno Dicionário de Termos Médicos. 4. Ed.
Rio de Janeiro: Atheneu, 1995. 324p.
STAUT, N. da S.; DURAN, M.D.E.M.; BRIGATO, M.J.M.
Manual de drogas e
soluções. São Paulo: EPU, 1986.
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM EM SAÚDE MENTAL
EMENTA: Aspectos da formação da personalidade humana e assistência de
enfermagem integral e humanizada em saúde mental.
CONTEÚDOS: Fases do crescimento e desenvolvimento humano: fisiológico,
estrutural e psicológico; Formação da identidade: auto estima, auto imagem, auto
conhecimento, papéis sociais; Desenvolvimento e formação da identidade sexual;
Relacionamento interpessoal: dinâmica dos grupos, papéis no grupo (alternância),
trabalho em equipe multiprofissional; Relacionamento do profissional com o cliente
(indivíduo) e sua família; Historia da psiquiatria; Políticas públicas de saúde mental;
Organização, estrutura e funcionamento das unidades de atendimento à saúde
mental e transtornos psiquiátrico; Transtornos mentais mais comuns: fatores de
risco, tratamento e complicações; Dependências químicas: drogas lícitas e ilícitas,
medicamentosas; Abordagens ao paciente nos diferentes transtornos; Assistência
integral e humanizada de enfermagem na saúde mental e seus transtornos.
BIBLIOGRAFIA
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ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM EM SAÚDE COLETIVA
EMENTA: A compreensão do processo de adoecimento humano e fatores
determinantes para a promoção da saúde individual e coletiva.
CONTEÚDOS: Conceito de saúde - doença e sua determinação histórico social;
Necessidades humanas básicas e qualidade de vida: habitação, alimentação,
trabalho, transporte, segurança, educação, afetividade, espiritualidade e outras;
Processos de adoecimento: sociais, psicológicos e biológicos; Níveis de atenção à
saúde: primária, secundária e terciária; Introdução à saúde pública, saúde coletiva e
comunitária; Evolução histórica das políticas de saúde e previdenciárias no Brasil;
Sistema Único de Saúde – SUS; Legislação Vigente; Organização da Atenção
Básica em saúde; Estratégia saúde da família – ESF, Programa dos Agentes
Comunitários de Saúde - PACS; Programa de assistência aos adultos: hiperdia,
saúde do trabalhador, Vigilância Alimentar e Nutricional; - Programa de Prevenção
de Doenças sexualmente transmissíveis DST-AIDS;- Programa de prevenção à
hanseníase e tuberculose; Programa de prevenção ao Tabagismo; Programa de
imunização para adulto e idoso;
Programa de portadores de necessidades
especiais; Saúde do idoso; Programa de saúde bucal; Saneamento básico:
abastecimento de água, sistema de esgoto, coleta, remoção e destinação do lixo,
drenagem de águas pluviais, controle de insetos e roedores, higiene, fontes de
contaminação, poluição e medidas profiláticas; Educação em saúde nas doenças
mais comuns veiculadas pela água, por alimentos, transmitidas por vetores e
causadas por ectoparasitas; Política de Práticas Integrativas e Complementares do
SUS: plantas medicinais, fitoterapia, cromoterapia, acupuntura, florais e outros.
BIBLIOGRAFIA
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Procedimentos para Unidades Básicas de Saúde – Ministério da Saúde.
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Epidemiológica.
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BIOSSEGURANÇA E PROCESSAMENTO DE ARTIGOS
EMENTA: Aspectos relacionados a saúde e segurança no trabalho na área da
saúde,
ao
processamento
de
artigos
odonto-médico-hospitalares
e
ao
gerenciamento de resíduos dos serviços de saúde.
CONTEÚDOS: Biossegurança; Medidas profiláticas para a higiene e segurança do
trabalhador em saúde (NR5 e NR32); Riscos e doenças Ocupacionais em saúde,
EPIs e EPCs; Exposição Acidental com Material Biológico; Organização, estrutura e
funcionamento da Central de Material e Esterilização; Classificação das áreas e
artigos odonto-médico-hospitalares; Processamento e reprocessamento de artigos e
controle da qualidade nos diferentes serviços de saúde; Gerenciamento dos
Resíduos dos Serviços de Saúde; Comissão e Serviços de Controle de Infecção nos
serviços de saúde.
BIBLIOGRAFIA
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importantes a serem observados. [ s.l.]: Enfoque, [19--] 11p.
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ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM À CRIANÇA E AO ADOLESCENTE
EMENTA: Avaliação do crescimento e desenvolvimento na assistência integral e
humanizada a criança e ao adolescente nos traumas, afecções clínicas e cirúrgicas.
CONTEÚDOS: História da Pediatria; Políticas públicas de atendimento à saúde da
criança e do adolescente; Estatuto da criança e do adolescente; Crescimento e
desenvolvimento da criança e do adolescente; Programa de Assistência Integral e
humanizada à saúde da criança e do adolescente e família, com enfoque na
imunização, puericultura, gravidez na adolescência e DST; Organização, estrutura e
funcionamento da unidade pediátrica; Assistência integral e humanizada de
enfermagem à criança e ao adolescente e família, com afecções clínicas e
cirúrgicas; Apoio diagnóstico em pediatria;
Administração de medicamentos em pediatria; Nutrição infantil / Aleitamento
materno e alimentação complementarl; Assistência integral e humanizada de
enfermagem em saúde do escolar; Recreação/ludoterapia; Prevenção de acidentes
na infância; Violência na infância.
BIBLIOGRAFIA
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Área de Enfermagem. Profissionalização de auxiliares de enfermagem: cadernos do
aluno: saúde da mulher, da criança e do adolescente / Ministério da Saúde, Projeto
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Projeto Acolher
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ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM CIRÚRGICA
EMENTA: Estrutura, organização e funcionamento da Unidade Cirúrgica, Centro
Cirúrgico, Recuperação anestésica e assistência integral e humanizada de
enfermagem à pacientes cirúrgicos nos períodos pré, trans e pós-operatório.
CONTEÚDOS: Aspectos bio-psico-social do paciente cirúrgico nos diferentes ciclos
de vida; Terminologias cirúrgicas; Classificação das cirurgias quanto à indicação,
finalidade e potencial de contaminação; Fatores de risco para infecção cirúrgica:
ligadas ao paciente, ambiente, material e equipe; Assistência integral e humanizada
de enfermagem no período pré-operatório: admissão, exames pré-operatórios,
preparo e transporte do paciente ao centro cirúrgico; Organização, estrutura e
funcionamento do centro cirúrgico e recuperação anestésica; Preparo do ambiente
para o procedimento cirúrgico, circulação da sala, controle de gastos de materiais e
insumos; Paramentação e instrumentação cirúrgica; Assistência integral e
humanizada de enfermagem ao paciente durante o procedimento anestésico: tipos
de anestesia, principais anestésicos e analgésicos, posicionamento para anestesia,
principais complicações anestésicas; Assistência integral e humanizada de
enfermagem ao paciente durante o procedimento cirúrgico: recepção do paciente,
posições cirúrgicas, monitorização do paciente e anotações de enfermagem;
Assistência integral e humanizada de enfermagem ao paciente durante a
recuperação anestésica e pós-operatório; Complicações pós-operatórias; Cuidados
de enfermagem com: curativos, drenos, sondas, estomas, trações e outros;
Relações interpessoais com o cliente, família e a equipe multidisciplinar; Educação
em saúde, orientação para alta hospitalar.
BIBLIOGRAFIA
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Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e Esterilização. 3ª. Ed
revisada e atualizada. 2007. 157 p.
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM À SAÚDE DA MULHER
EMENTA: Assistência integral e humanizada de enfermagem nos programas de
atenção integral à saúde da mulher, nas afecções ginecológicas, no ciclo gravídico e
puerperal, no período neonatal, nas complicações obstétricas e climatério.
CONTEÚDOS: Saúde da mulher e gênero; Políticas públicas de atenção à saúde da
mulher; Anatomia e fisiologia dos sistemas reprodutores feminino e masculino;
Saúde reprodutiva e Planejamento familiar; Gravidez e desenvolvimento fetal;
Intercorrências no ciclo gravídico: Infecção do trato urinário; Doenças hipertensivas
específicas da gestação; Síndromes hemorrágicas; Diabetes gestacional, Trabalho
de parto prematuro; Isoimunização pelo fator Rh, DST/AIDS e outras; Aleitamento
Materno; Organização, estrutura e funcionamento das unidades obstétrica e
neonatal; Assistência integral e humanizada de enfermagem à saúde da mulher: prénatal (normal e alto risco), parto, puerpério, complicações obstétricas, afecções
ginecológicas, ações preventivas e imunização; Assistência integral e humanizada
de enfermagem ao recém-nascido. Alojamento conjunto; Climatério e menopausa;
Violência à mulher.
BIBLIOGRAFIA
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ou http://www.anticoncepção.com.br
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aluno: saúde da mulher, da criança e do adolescente / Ministério da Saúde, Projeto
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8.ed. Rio de
PROCESSO DE TRABALHO EM SAÚDE
EMENTA: Processos de trabalho da enfermagem, das instituições de saúde e suas
organizações.
CONTEÚDO: O trabalho da enfermagem nos serviço de saúde; Organização,
estrutura e funcionamento dos Serviços de Enfermagem nas Instituições (Hospitais,
clínicas, Unidade Básica de Saude, ambulatórios, asilos, Cooperativas Específicas,
Escolas, etc.); Equipe multiprofissional; Diagnóstico situacional dos serviços e ações
de saúde; Planejamento das ações de saúde; Implementação das ações de saúde;
Supervisão e treinamento de pessoal; Avaliação e controle de qualidade; Atribuições
do Técnico de Enfermagem no atendimento domiciliar; Humanização: usuário e
trabalhador.
BIBLIOGRAFIA
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VASCONCELOS, E. M.
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Educação Popular dos Serviços de Saúde. 3ª ed; São
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM A PACIENTES CRÍTICOS
EMENTA: Unidade de Internação de Alta Complexidade e assistência integral e
humanizada de enfermagem ao paciente crítico nas diferentes fases do ciclo vital.
CONTEÚDO: Organização, estrutura e funcionamento das unidades de internação
de alta complexidade (UTI, CTI, hemodiálise e Oncologia); Assistência integral e
humanizada de enfermagem na promoção, prevenção e recuperação e reabilitação
da saúde ao recém-nascido, criança, adolescente, gestante, adulto e idoso em
situações de alto risco. As relações interpessoais com o cliente, família e a equipe
multidisciplinar frente a situações de alta complexidade; Afecções clínicas e
cirúrgicas graves mais comuns de acordo com o perfil epidemiológico regional;
Apoio diagnóstico a pacientes críticos; Assistência integral e humanizada de
enfermagem na hemodiálise e oncologia; Assistência integral e humanizada de
enfermagem na ventilação assistida, monitorização cardíaca, hemodinâmica
invasiva e nutrição parenteral total; Assistência integral e humanizada de
enfermagem ao paciente queimado; Transferência de Unidade de Internação;
BIBLIOGRAFIA
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3ªed. Curitiba:SESA,2002
BRUNNER, L. S.; SUDDARTH, D. S. Tratado de Enfermagem médico-cirúrgica
. 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002
ASPERHEIM,
M.K-
Farmacologia
Janeiro:Guanabara Koogan, 1994
para
enfermagem,
7
edição
.Rio
de
MINISTÉRIO DA SAÚDE- Protocolos da Unidade de Emergência. 10 edição, 2002
CARVALHO, A . B. R. de (org.) et al.
Rotinas de Neonatologia. Londrina
:EDUEL, 2002
CINTRA, E. A ; NISHIDA V. M.; NUNES, W. A; Assistência de enfermagem ao
paciente gravemente enfermo. 2 ed. São Paulo: Atheneu, 2001.
CASTELLI, M. Enfermagem no Centro de Terapia Intensiva Pediátrica. São
Paulo: Editora Rocca, 1998.
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM EM URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS
EMENTA:
Unidades de Urgências/Emergências e assistência
integral e
humanizada de enfermagem ao ser humano, nas diferentes fases do ciclo vital, em
situações de urgências/emergências.
CONTEÚDOS: Políticas públicas relacionadas a situações de urgências e
emergências (SAMU, SIATE e outras); Organização, estrutura e funcionamento das
unidades de atendimento de urgência e emergência; Assistência integral e
humanizada de enfermagem na promoção, prevenção e recuperação do ser humano
em situações de urgência e emergência; Relações interpessoais com o cliente
(individuo), família e a equipe multidisciplinar frente a situações de urgências e
emergências; Protocolos de atendimento de urgência e emergência; Assistência
integral e humanizada de enfermagem ao paciente politraumatizado; Assistência
integral e humanizada de enfermagem na parada cardio-respiratória; Assistência
integral e humanizada de enfermagem nas emergências clínicas e cirúrgicas;
Administração de medicamentos em urgência e emergência; Educação em saúde.
BIBLIOGRAFIA
BRASIL, Ministério da Saúde. Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da
Área de Enfermagem. Profissionalização de auxiliares de enfermagem:
cadernos do aluno: saúde do adulto: assistência cirúrgica: atendimento de
emergência / Ministério da Saúde, Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores
da Área de Enfermagem. – Brasília: Ministério da Saúde, Rio de Janeiro: FIOCRUZ,
2001. 96 p.
PARANÁ. Secretaria de Estado da Saúde Protocolo de gestação de alto
risco/Secretaria de Saúde do Paraná – 3.ed – Curitiba:SESA,2002
ROGERS, J.H. Enfermagem de emergência: um manual prático. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1992.
VITAL EMERGÊNCIAS MÉDICAS, Protocolo de Atendimento pré-hospitalar
(socorristas e aux. Enfermagem). 1998
ENFERMAGEM NA VIGILÂNCIA EM SAÚDE
EMENTA: Ações de enfermagem na vigilância em saúde (epidemiológica, sanitária
e ambiental), e nos sistemas de informações e estatísticos.
CONTEÚDOS: Vigilância Epidemiológica: Conceito, atribuições, etapas das
atividades, medidas de controle; Indicadores de Saúde; Doenças de Notificação
Compulsória; Sistemas de Informação; Vigilância Sanitária e ambiental: Conceito,
atribuições, campo de atuação e medidas de controle; Ações de enfermagem na
vigilância em saúde; Controle social; Educação em saúde.
BIBLIOGRAFIA
AMATO NETO, V.; BALDY, J.L. da S.; SILVA, L. J. da. Imunizações. 3.ed. São
Paulo: Sarvier, 1991
BRASIL, Ministério da Saúde. Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da
Área de Enfermagem. Profissionalização de auxiliares de enfermagem:
cadernos do aluno: saúde coletiva / Ministério da Saúde, Projeto de
Profissionalização dos Trabalhadores da Área de Enfermagem. – Brasília: Ministério
da Saúde, Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2001. 150 p. : il.
BRASIL, Ministério da Saúde. Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da
Área de Enfermagem. Profissionalização de auxiliares de enfermagem:
cadernos do aluno: saúde da mulher, da criança e do adolescente / Ministério
da Saúde, Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da Área de
Enfermagem. – Brasília: Ministério da Saúde, Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2001. 160
p.
A CLASSIFICAÇÃO DAS PRÁTICAS DE ENFERMAGEM EM SAÚDE COLETIVA E
O USO DA EPIDEMIOLOGIA SOCIAL. Brasília: Assoc. Bras. de Enf., 1997.
ANDRADE, S. M. de; SOARES, D. A . ; CORDONI Jr. L. (org.)
Coletiva . Londrina: EDUEL, 2001
Bases da Saúde
PLANO DE ESTÁGIO
JUSTIFICATIVA
O presente Plano de Estágio teve o cuidado de resgatar as concepções e
princípios gerais que deverão nortear a educação profissional do Curso de Técnico
de Enfermagem do Colégio Estadual Hilda T. Kamal, baseado no compromisso com
a redução das desigualdades sociais, o desenvolvimento sócio-econômico, a
vinculação à educação básica e a uma escola pública de qualidade, baseada no
respeito e no fortalecimento da cidadania.
O estágio supervisionado para o técnico em enfermagem consiste num
elemento transformador do processo educativo, sendo indispensável na formação
dessa categoria profissional e é condição “sine qua non” para a
habilitação e
conclusão do curso técnico de enfermagem, sendo considerado obrigatório pela Lei
5.692/71, pelo Parecer CFE n.º 45/72, pela Lei nº 6.497/77 e Decreto 87.497/82 que
regulamentou os estágios nos cursos profissionalizante, bem como pela Lei do
Exercício Profissional de Enfermagem nº 7.498, DOU de 26/06/1986.
Sobretudo representa muito mais que simples oportunidade de pratica
profissional, embora tenha nascido como eminentemente profissionalizante. Ele não
pode ser considerado apenas como uma oportunidade de “ treinamento em serviço”,
no sentido tradicional do termo, uma vez que representa, essencialmente, uma
oportunidade de integração com o mundo do trabalho, no exercício da troca de
experiências, na participação de trabalhos em equipe, no convívio sócioprofissional, no desenvolvimento de habilidades e atitudes, na constituição de novos
conhecimentos, no desenvolvimento de valores inerentes a cultura do trabalho, bem
como na responsabilidade e capacidade de tomar decisões profissionais, com
crescentes graus de autonomia intelectual.
A Lei Federal n.º 6494/77 Dispõe sobre os estágios de estudantes de
estabelecimentos de ensino superior e ensino profissionalizante de segundo grau e
supletivo, entre outros informa que os estágios somente poderão ser realizados em
locais que proporcionam experiências práticas na linha de formação do curso, que
os estágios devem propiciar a complementação processo de ensino e aprendizagem
promovendo o aperfeiçoamento técnico- científico e cultural com o treinamento
prático, que os estágios não criam vínculo empregatício de qualquer natureza e o
estágio deve compatibilizar com seu horário escolar e com o horário de atividades
da parte concedente do estágio, não ultrapassando 30 horas semanais e 6 horas
diárias.
Os estágios devem ser na modalidade de estágio profissional obrigatório,
em função das exigências decorrentes da própria natureza da habilitação
profissional, planejado, executado e avaliado à luz do perfil profissional de
conclusão o curso, o qual antes de tudo, é uma atividade curricular da escola, em
ato educativo assumido intencionalmente pela escola afim de propiciar uma
integração dos estudantes com a realidade do mundo do trabalho, proporcionando a
qualificação prática pela experiência no exercício profissional e/ ou social
Contudo essa plano de estágio justifica-se pela necessidade de organizar as
atividades inerentes do estágio subsidiando os alunos, professores e coordenador
de estágio nos assuntos referentes ao estágio, bem como estabelecendo atribuições
para todos os envolvidos no processo tais como: instituição de ensino, instituição
concedente, coordenador de estágio, professor–supervisor e aluno.
OBJETIVOS DO ESTÁGIO
OBJETIVO GERAL
Possibilitar a formação integral de profissionais técnicos em enfermagem,
conscientes de sua prática profissional que atendam o perfil do Curso Técnico em
Enfermagem através da experiência prática e o desenvolvimento de competências e
habilidades necessárias à sua formação.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
•
Aprender a conviver e cooperar dentro da equipe de saúde;
•
Aprender a respeitar as dimensões éticas e humanísticas inerentes ao
exercício da profissão desenvolvendo atitudes e valores orientados para a
cidadania e para a solidariedade;
•
Agir de forma humanitária respeitando os princípios bioéticos da autonomia
da beneficência e da não maledicência ao prestar assistência de enfermagem;
•
Refletir sobre a realidade social e buscar a transformação da mesma, através
de ações educativas e de pesquisa, visando a produção de novos
conhecimentos;
•
Adquirir competências e habilidades para prestar assistência de enfermagem
ao cliente nas diferentes etapas do seu ciclo vital, bem como nos diferentes
níveis de complexidade.
•
Desenvolver nos alunos a competência técnico-científica, para prestar
assistência integral à saúde individual e coletiva do ser humano, fundamentada
nos princípios éticos, legais e humanos.
LOCAL DE REALIZAÇÃO DOS ESTÁGIOS:
•
Hospital Geral nas unidades: Clínica, Cirúrgica, Pediátrica, Terapia Intensiva
Adulta e Pediátrica, Urgência e Emergência.
•
Maternidade;
•
Unidade Básica de Saúde e Unidade Saúde da Família;
•
Serviço de Quimioterapia;
•
Hospital Psiquiátrico e Ambulatórios de Saúde Mental;
•
Escolas de Ensino Fundamental e Médio;
•
Secretaria Municipal de Saúde.
DAS ATIVIDADES DO ESTÁGIO:
As atividades de estágio devem estar relacionadas ao saberes que o aluno
construirá durante o curso e nas instituições em forma de:
•
Assistência integral de enfermagem ao ser humano em todo ciclo vital, com
ações de promoção, proteção, recuperação e reabilitação da saúde;
•
Estudos de caso;
•
Observação e análise de situações práticas;
•
Imunização.
ATRIBUIÇÕES DO ESTABELECIMENTO DE ENSINO:
Para caracterização e definição do estágio curricular é necessária a
celebração de convênio, através do Termo de concessão de estágio e Termo de
cooperação técnica, com instituições de ensino ou agentes de integração, públicos
ou privados, sem fins lucrativos, entre o sistema de ensino e setores de produção,
serviços comunidade e governo.
Devendo a Instituição concedente:
•
informar ao curso no final de cada ano letivo, acerca das disponibilidades
para recebimento dos estagiários;
•
possibilitar ao aluno experiência prática, de acordo com seus princípios,
normas e regulamentos;
•
oferecer condições para a execução adequada dos programas designados
pela escola aos alunos;
•
permitir que os professores da escola, mediante prévia comunicação, possam
comparecer aos locais de treinamento dos estagiários, visando a aprimorar o
aproveitamento da aprendizagem pelo aluno.
ATRIBUIÇÕES DO SUPERVISOR DE ESTÁGIO (PROFESSOR):
•
Orientar e acompanhar as atividades teórico-práticas realizadas pelo aluno;
•
Promover atividades que visem à complementação de estudos anteriormente
desenvolvidos em sala de aula, favorecendo a articulação teórico- prática;
•
Conhecer previamente o campo de estágio, sua localização, planta física,
material e equipamentos, pessoal, funcionalidade, para facilitar as informações e
acesso aos alunos;
•
Estabelecer relações cordiais com a equipe da unidade onde se desenvolve o
estágio, a fim de tornar o ambiente agradável;
•
Apresentar-se com aparência adequada, uniforme branco completo e discreto
(calça ou saia, blusa, jaleco, sapatos fechado), cabelos preso e crachá;
•
Receber o grupo de estágio com cordialidade, fornecendo informações sobre o
estagio e sobre o campo de estágio;
•
Observar que o aluno compareça ao estágio devidamente uniformizado;
•
Observar o não uso de adornos como anéis (exceto de aliança de casamento),
correntes, brincos grandes, tanto para os alunos quanto para os professores;
•
Manter as unhas aparadas, limpas e sem esmalte colorido;
•
Verificar se o aluno dispõe do material de bolso como:
caderneta para
anotações, 11. canetas (azul e vermelha), garrote, luvas de procedimentos, tesoura
sem ponta, termômetro clínico, cortador de unha, relógio com ponteiro de
segundos, carimbo, fita métrica,
se possível adquirir o esfigmomanômetro e
estetoscópio;
•
Manter sempre a coordenação de estágio informada sobre ocorrências no
estágio e estagiário, para que os problemas possam ser resolvidos antes de
transformarem em uma reprova;
•
Comparecer nas reuniões de conselho de classe quando solicitado pela
coordenação, pois sua colaboração será preciosa para promoção do processo de
ensino e aprendizagem e avaliação;
•
Desenvolver os conteúdos devem ser desenvolvidos de forma progressiva do
mais simples para o mais complexo;
•
Recuperar o aluno, com aproveitamento insatisfatório, durante o estágio,
permitindo a evolução do aprendizado;
•
Contribuir com os alunos para resolução de problemas da clientela assistida,
através de uma metodologia ativa, que permita o desenvolvimento da capacidade
de análise e crítica;
•
Orientar o aluno a ter uma postura profissional coerente com os princípios da
ética e da bioética;
•
Ser pontual no horário de chegada e saída, mantendo-se como exemplo para o
grupo, em casos de estrita necessidade de faltar, comunicar o coordenador com
antecedência mínima de 48 horas;
•
Apresentar a ficha de avaliação e a forma de avaliação utilizada no primeiro dia
de estágio, e fazer avaliação final, considerando os pontos positivos e negativos, e
repassando a nota final;
•
Realizar avaliações formais (ficha de avaliação) e informais, visando otimizar
os meios disponíveis para alcance de resultados satisfatórios;
•
Controlar a frequências dos alunos nos dias de estagio previstos;
•
Ter conhecimento da práxis da enfermagem, específica ao estagio assumido;
•
Cumprir a fazer cumprir o plano de estágio.
ATRIBUÍÇÕES DO COORDENADOR DE ESTÁGIO:
•
Fazer edital de convocação e participar da decisão, juntamente com o
coordenador de curso, sobre o sistema de seleção dos candidatos para o curso
e viabilizá-lo;
•
Fazer calendário escolar e cronograma, compatibilizando com o horário da
instituição 3. em que venha ocorrer o estágio, com a disponibilidade dos
professores supervisores de Estágio e com o horário escolar do aluno (aulas
teóricas) ;
•
Organizar a carga horária do estágio de forma que o aluno fique disponível
para o estágio não mais do que 30 horas semanais e 6 horas diárias;
•
Confeccionar os crachás e elaborar declarações de estágio para os alunos;
•
Garantir o quadro docente durante o curso, providenciando e fazendo contato
com os professores com antecedência;
•
Auxiliar o coordenador de curso, quando solicitado na organizar e elaborar
material didático- pedagógico: apostilas, livros, filmes, transparências, álbuns
seriados e outros;
•
Entregar aos professores os plano de ensino do estágio e discutir com eles
cada tópicos;
•
Elaborar ofícios de solicitação para campo de estagio e termos de
cooperação e termos de concessão de estágios curriculares;
•
Visitar as instituições de saúde para negociação dos campos de estágios e
entrega de documentos oficiais e materiais de consumo para os estágios;
•
Providenciar oficialmente e com antecedência campos de estágios;
•
Realizar supervisão nos campos de estágios para verificar as dificuldades e
problemas encontrados com professores, alunos e /ou instituição e possíveis
resoluções das mesmas;
•
Orientar os professores quanto ao desenvolvimento do curso e o
cumprimento do regimento escolar;
•
Realizar em conjunto com os professores e alunos o plano político
pedagógico do curso;
•
Discutir com os professores o material elaborado a ser utilizado com os
alunos bem como os instrumentos de avaliação (ficha de avaliação);
•
Providenciar e controlar o material para as aulas práticas (laboratório),
garantindo o desenvolvimento das mesmas;
•
Acompanhar a frequência e aproveitamento dos alunos e providenciar
recuperação quando necessário;
•
Comparecer, periodicamente, nos campos de estágio, levantando as
dificuldades dos professores e alunos, tomar as decisões necessárias e fazer
alterações que o grupo julgar importante;
•
Ter conhecimento das possíveis mudanças de horário e local, e informar os
alunos com mínimo de 48 horas de antecedência;
•
Entregar quadro de horário prático para os professores e afixá-lo no mural
informativo para os alunos;
•
Fazer mudanças no cronograma, somente após consultar e informar aos
professores, alunos e instituição concedente;
•
Verificar casos de faltas dos alunos ou do professor e organizar formas de
reposição;
•
Fazer o conselho de classe com a direção e professores, ao final de cada
semestre, para análise do rendimento escolar e avaliar o perfil profissional e
após o conselho, chamar os alunos que estão apresentando dificuldades, junto
com os professores e ver o que pode ser feito;
•
Cobrar dos professores a entregar as fichas de estágios, conferindo as
anotações completas, ao final de cada grupo de estágio;
•
Elaborar e afixar em edital o relatório de notas de estágio periodicamente;
•
Manter em local seguro e organizado os registros escolares dos alunos e
demais documentos do curso;
•
Repassar o número de horas/aula estágio dos professores à secretaria
administrativa para fazer demanda junto ao Núcleo Regional de Educação;
•
Entregar para secretaria as notas finais dos alunos, juntamente com as fichas
de avaliação de cada estágio, ao final de cada semestre;
•
Providenciar a Certidão de Responsabilidade Técnica, junto ao Conselho
Regional de Enfermagem;
•
Colaborar com a comissão de formatura na organização de atividades para
reunir recursos para formatura;
•
Orientar e colaborar na organização da cerimônia de colação de grau das
turmas.
ATRIBUIÇÕES DO ESTAGIARIO:
• Estar regularmente matriculado para realização do estágio;
• Cumprir com as normas e rotinas das instituições de saúde;
• Cumprir os preceitos éticos da profissão, especialmente o sigilo, não comentando
sobre os pacientes/ clientes, mesmo que considere a informação insignificante,
nem comentar suas opiniões sobre o atendimento prestado pelos funcionários e
rotina das instituições, qualquer questionamento a respeito da instituição onde
estiver sendo realizado o estágio, ou problema ocorrido, deve ser debatido
somente com o professor supervisor e o grupo, em local discreto, não devendo
jamais ser comentado com terceiros, para que não corra o risco de perder campo
de estágio, sob pena de advertência e exclusão do curso;
• Assumir comportamento compatível com o perfil de profissional de saúde;
• Manter relações de amizade e companheirismo com o colega de grupo de
estágio;
• Dispor do material de bolso completo: caderneta para anotações, canetas (azul e
vermelha), garrote, luvas de procedimentos, tesoura sem ponta, termômetro
clínico, cortador de unha, relógio com ponteiro de segundos, carimbo, fita métrica,
se possível adquirir o esfigmomanômetro e estetoscópio;
• Ser pontual no horário de chegada e saída;
• Apresentar-se com aparência adequada, uniforme branco completo e discreto
(calça ou saia, blusa, jaleco, sapato fechado), cabelos preso e crachá;
• Não utilizar adornos como anéis (exceto de aliança de casamento), correntes,
brincos grandes;
• Manter as unhas aparadas, limpas e sem esmalte colorido;
• Estabelecer relações cordiais com a equipe da unidade onde se desenvolve o
estágio, a fim de tornar o ambiente agradável;
• O aluno deve participar ativamente do processo ensino - aprendizagem;
• Não serão admitidas faltas durante os estágios, em casos estritamente necessário
deverá o aluno apresentar justificativa por escrito para coordenação de estágio e
repor a carga horária do estágio perdida;
• Cumprir 100% da carga horária das disciplinas de estágio, devendo repor em
caso de faltas;
• Ao término do estágio realizar relatório diário e efetuar a “passagem de plantão”
para a equipe do local de estágio;
• Devem conhecer a ficha de avaliação e a forma de avaliação utilizada pelo
professor;
• Buscar ajuda e orientação da coordenação de estágio em todas as situações que
necessitar;
• Estar ciente que o estágio não cria vínculo empregatício, não tendo portanto
nenhum tipo de benefício trabalhista;
• Estar com o esquema de vacinação completo para realização dos estágios
(imunoprofilaxia contra hepatite B, tétano e febre amarela);
• Não fazer trocas de horários ou grupos de estágio sem a prévia aprovação da
Coordenação de estágio;
FORMA DE ACOMPANHAMENTO DO ESTÁGIO
O estágio será acompanhado pelo professor supervisor de estagio na
empresa/instituição
que
recebe
o
estagiário
por
meio
de
orientação
e
acompanhamento do plano de estágio. Será acompanhado pelo profissional
designado na empresa/instituição, por meio de documentação específica de
avaliação.
AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO
A avaliação constará de um processo contínuo por meio de: documentação
de avaliação da empresa/instituição e da instituição escolar, elaboração de relatório
apresentando
as
atividades
realizadas,
resultados
alcançados,
dificuldades
encontradas e a pertinência do conteúdo com a proposta curricular do curso e do
plano
de
estágio,
diagnosticando
avanços
e
necessidades
para
o
redimensionamento da prática, estabelecendo uma nota na escala de zero (0) a dez
(10,0), seguindo a média estabelecida pela norma vigente, com frequência 100%.
DESCRIÇÃO DAS PRÁTICAS PROFISSIONAIS PREVISTAS
Visitas técnicas em: Aterro Sanitário; APAE; Corpo de bombeiros; Creches;
Hemocentros; Instituto Médico legal; Laboratório de anatomia; Serviço de captação e
tratamento de água; Serviços de hemodiálise; Serviços de oncologia.
Participação em: Atividades de prevenção e controle da desnutrição infantil;
Campanha de combate a dengue; Campanhas de imunização; Campanhas de
prevenção do câncer de mama, colo uterino, próstata e pele; Datas comemorativas
em saúde: Dia do Enfermeiro e Técnico em Enfermagem; Dia do desafio, Dia
Mundial da Saúde; Dia Mundial do Meio Ambiente; Dia Nacional da Mulher; Dia
Nacional de Combate a AIDS; Dia Nacional de Combate a Violência Infantil; Dia
Nacional de Combate ao Tabagismo; Dia Nacional de Controle da Hipertensão
Arterial e Diabetes; Dia Nacional do Idoso; Feiras e eventos culturais; Feiras
Municipais de Saúde; Semana Interna de Prevenção de Acidente de Trabalho;
ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS
A organização metodológica das práticas para a Educação Profissional
Integrada à Educação de Jovens e Adultos toma o trabalho como princípio
educativo, princípio este que considera o homem em sua totalidade histórica levando
em conta as diferentes contradições que o processo produtivo contemporâneo traz
para a formação humana.
E importante ressaltar que os conteúdos propostos para o curso são os
mesmos estabelecidos nas Diretrizes Curriculares para o Ensino Médio e devem ser
abordados integralmente, pautando-se numa educação que valoriza a diversidade e
reconhece as diferenças. Assim, o encaminhamento metodológico e a avaliação,
enquanto partes integrantes da práxis pedagógica,estão voltados para atender as
necessidades dos educandos, considerando seu perfil e sua função social,
compromisso na formação da cidadania, na apropriação do conhecimento, no
desenvolvimento da reflexão crítica, na construção da autonomia, entre outros.
Deve-se considerar a heterogeneidade dos educandos em relação aos
saberes adquiridos, a idade e o tempo de afastamento dos estudos.
O currículo proposto caracteriza-se por uma metodologia diferenciada, na
qual, o processo ensino aprendizagem permite a integração entre as práticas
escolares e sociais fundamentadas em valores éticos que favorecem o acesso às
diversas manifestações culturais e privilegia uma diversidade de ações integradas
entre as disciplinas.
O critério para seleção de conteúdos e metodologias refere-se às
possibilidades dos mesmos articularem singularidade e totalidade no processo de
conhecimento. Os conteúdos selecionados devem ser apresentados de forma
integrada, refletindo os elementos da cultura e identificando mudanças e
permanências inerentes ao processo de conhecimento na sua relação com o
contexto social.
Os eixos trabalho, cultura, tempo, ciência e tecnologia devem articular
toda ação pedagógico-curricular nas escolas, os quais foram definidos a partir da
concepção de currículo da educação profissional e da educação de jovens e adultos,
de
forma
a
proporcionar
aos
cidadãos,
independente
de
sua
origem
socioeconômica, acesso e êxito numa escolarização unitária.
Nessa forma de organização curricular, as metodologias são um meio e não
um fim para se efetivar o processo educativo, sendo necessário que essas práticas
metodológicas sejam flexíveis, e que adotem procedimentos que possam ser
alterados e adaptados às especificidades da comunidade escolar.
Assim, a Educação Profissional Integrada à Educação de Jovens e Adultos,
na perspectiva de formação humana, com acesso ao universo de saberes e
conhecimentos
científicos
e
tecnológicos
produzidos
historicamente
pela
humanidade, possibilitará uma nova forma de atendimento, na qual o educando
possa compreender o mundo, compreender-se no mundo e nele atuar na busca da
melhoria das próprias condições de vida.
SISTEMA DE AVALIAÇÃO
A avaliação será entendida como um dos aspectos do ensino pelo qual o
professor estuda e interpreta os dados da aprendizagem e de seu próprio trabalho,
com as finalidades de acompanhar e aperfeiçoar o processo de aprendizagem dos
alunos, bem como diagnosticar seus resultados, e o seu desempenho, em diferentes
situações de aprendizagem.
Preponderam os aspectos qualitativos da aprendizagem, considerada a
interdisciplinaridade e a multidisciplinaridade dos conteúdos, com relevância à
atividade crítica, à capacidade de síntese e à elaboração sobre a memorização, num
processo de avaliação contínua, permanente e cumulativa.
A avaliação será expressa por notas, sendo a mínima para aprovação - 6,0
(seis) e 75% de frequência na carga horária teórico/prática e 100% na carga horária
de estágio.
RECUPERAÇÃO DE ESTUDOS
O aluno cujo aproveitamento escolar for insuficiente será submetido à
recuperação de estudos de forma concomitante ao período letivo.
CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS
ANTERIORES
INTEGRADO – não há aproveitamento de estudos, considerando que o aluno é
egresso do Ensino Fundamental.
CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO:
• Requerimento preenchido pelo aluno solicitando o aproveitamento de estudos,
considerando o perfil profissional do curso técnico e a indicação dos cursos
realizados, anexando fotocópia de comprovação de todos os cursos ou
conhecimentos adquiridos;
• Comissão de professores, do curso técnico, designada pela Direção para análise
da documentação apresentada pelo aluno e decisão pedagógica;
• Indicação dos conteúdos ( disciplinas) que deverão ser estudadas pelo aluno a
fim de realizar a avaliação, com data, hora marcada e professores escalados
para aplicação e correção;
• Resultado final na respectiva ata, elaborada especificamente para essa finalidade,
apontando os conteúdos aproveitados, na forma legal e pedagógica.
TÉCNICO EM AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE
MODALIDADE - SUBSEQUENTE
JUSTIFICATIVA
O Curso Técnico em Agente Comunitário de Saúde na modalidade
Subsequente, justifica-se educacionalmente, por contemplar uma política pública de
Educação Profissional que concebe a formação integral de indivíduos, contemplando
os aspectos pedagógicos imbricada no trabalho, na cultura, na ciência e na
tecnológica.
O objetivo norteador do curso é promover a formação de um cidadão
responsável, capaz de compreender as diretrizes e políticas do Sistema Único de
Saúde e o processo de produção e trabalho, inserindo-se à estes, de forma crítica e
politizada.
Frente ao exposto, o curso, atendendo sua proposta curricular, propõem
uma sólida formação profissional, através da dialética entre as disciplinas teóricas,
práticas e estágios supervisionados.
O processo de mudança na organização e funcionamento da saúde no
Brasil, deslocou-se de uma perspectiva médico-cêntrica e hospitalocêntrica para
uma visão integrada do processo saúde doença com ênfase na saúde preventiva,
tendo como princípio norteador a Política de Atenção Básica.
Essa nova compreensão do processo de construção da saúde dirigiu sua
atenção para as condições de vida da população e para as condições do território
que ela habita ou utiliza. Esta compreensão e práticas fizeram surgir a necessidade
de um profissional que atue na comunidade de forma a identificar os fatores
produtores de doença, assim como a condições ambientais inadequadas geradoras
de risco à saúde. O profissional Agente Comunitário de Saúde desenvolve trabalho
de forma articulada com equipe multidisciplinar dentro do limite territorial da Unidade
Básica de Saúde e articulado com a equipe do Programa Saúde da Família.
Tal realidade orientou o aperfeiçoamento curricular do Curso de formação
Técnica de Agente Comunitário de Saúde que foi então concebido como uma
articulação dos saberes científicos que subsidiam o fazer técnico. A organização
curricular baseou-se na perspectiva de uma concepção integradora, de uma
formação técnica que articula trabalho, cultura, ciência e tecnologia como princípios
que perpassam o desenvolvimento curricular.
A organização curricular proposta orienta para uma formação onde, a teoria
e a prática possibilitam que os alunos compreendam a realidade para além da sua
aparência, onde os conteúdos não têm fins em si mesmos, mas constituem-se em
sínteses da apropriação histórica da realidade material e social pelo homem.
Os conhecimentos foram organizados para promover a formação do Técnico
Agente Comunitário de Saúde enfatizada na formação humana sob uma perspectiva
histórica pelo enfrentamento consciente da realidade, produzindo valores de uso,
conhecimentos e cultura pela sua ação criativa.
OBJETIVOS
• Organizar experiências pedagógicas que levem à formação de sujeitos críticos e
conscientes, capazes de intervir de maneira responsável na sociedade em que
vivem;
• Oferecer um processo formativo que sustentado na educação geral obtida no
nível médio assegure a integração entre a formação geral e a de caráter
profissional;
• Articular conhecimentos científicos e tecnológicos das áreas naturais e sociais
estabelecendo uma abordagem integrada das experiências educativas;
• Formar o Técnico em Agente Comunitário de Saúde com base científica e
técnica, desenvolvendo sensibilidade social e cultural de forma que sua ação
profissional seja pautada pelo compromisso social e pela ética;
• Proporcionar a apropriação das bases científicas e técnicas para que o
profissional possa avaliar as condições socioambientais e identificar os fatores
produtores de doença;
• Desenvolver uma ação pedagógica que permita aos indivíduos a construção da
autonomia intelectual, com ênfase na reflexão coletiva, na valorização da
autonomia
na
construção
do
conhecimento,
consolidando
atitudes
de
responsabilidade e compromisso com os usuários do sistema de saúde;
• Formar o Técnico em Agente Comunitário de Saúde para atuar junto às equipes
multiprofissionais e à comunidade desenvolvendo ações que incidam sobre a
melhoria da qualidade da atenção básica em saúde;
• Destacar em todo o processo educativo a importância da preservação dos
recursos e do equilíbrio ambiental.
PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO DE CURSO
O Técnico Agente Comunitário de Saúde tem formação para atuar integrado
na perspectiva de promoção, prevenção e proteção, orienta e acompanha famílias e
grupos em seus domicílios e encaminha-os aos serviços de saúde. Realiza
mapeamento e cadastramento de dados sociais, demográficos e de saúde,
consolidando e analisando as informações obtidas; participa, com as equipes de
saúde e a comunidade, da elaboração, implementação, avaliação e reprogramação
do plano de ação local de saúde. Participa e mobiliza a população para as reuniões
do conselho de saúde. Identifica indivíduos ou grupos que demandam cuidados
especiais, sensibilizando a comunidade para convivência.
Trabalha em equipe nas unidades básicas do Sistema Único de Saúde
promovendo a integração entre população atendida e os serviços de atenção básica
a saúde.
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR - EMENTAS
ANATOMIA E FISIOLOGIA HUMANA
EMENTA:
Conhecimento do corpo humano, sua estrutura e funcionamento; Noções de
Fisiologia Humana.
CONTEÚDOS:
• Sistema Esquelético;
• Sistema Respiratório;
• Sistema Circulatório;
• Sistema Muscular;
• Sistema Digestório;
• Sistema Excretor;
• Sistema Nervoso;
• Órgãos dos Sentidos;
• Sistema Endócrino.
BIBLIOGRAFIA
GYTON, C. Arthur. Fisiologia Humana. 6 ª ed. Guanabara Koogan,1998.
SOBOTA, J. Atlas de Anatomia Humana. 22ª ed. Guanabara Koogan, 2006.
CASTRO, Sebastião Vicente de. Anatomia Fundamental, 3ª ed. Rio de Janeiro
Pearson Education Editora. 1985.
DIREITOS HUMANOS
EMENTA: A emergência do estado moderno e a concepção de direito e cidadania.
Fundamentos éticos do estado moderno. Dimensão histórica dos processos de
construção dos direitos da pessoa humana. Cartas internacionais de direitos.
Legislação nacional.
CONTEÚDOS:
•
Formação do estado moderno;
•
Concepção de cidadania;
•
Bases éticas do estado moderno e da convivência democrática;
•
Constituição brasileira e leis infraconstitucionais garantidoras dos direitos:
•
Estatuto da Criança e do adolescente;
•
Estatuto do idoso;
•
Lei Maria da Penha;
•
Direito a saúde.
BIBLIOGRAFIA
DIMENSEIN, Gilberto. O cidadão de papel. 13ª ed. Ática, 1997.
BANDEIRA, Lourdes; ALMEIDA, Tânia Mara Campos, CAMPELO, Elaine. Políticas
Públicas e violência contra as mulheres: metodologia de capacitação de
agentes públicos. Brasília, agenda 2006.
LEI MARIA DA PENHA: coíbe a violência doméstica e familiar contra a mulher.
LIBANIO, J.B. Ideologia e cidadania. São Paulo: ed. Moderna, 1995.
ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DO SISTEMA BRASILEIRO DE SAÚDE
EMENTA:
Histórico da Organização do Sistema de Saúde no Brasil. Organização do Sistema
de Saúde. Bases legais do Sistema de Saúde. Gestão do Sistema de Saúde.
CONTEÚDOS:
•
Origens da reforma sanitária;
•
Acordos e organismos internacionais;
•
Construção do Sistema Único de Saúde;
•
Lei orgânica da saúde;
•
Intersetoralidade nas políticas públicas;
•
Controle Social em Saúde (conselhos gestores, conselhos: nacional,
estadual, municipal e local).
BIBLIOGRAFIA
COSTA, Ema. Saúde da Família. Uma abordagem interdisciplinar. Rio de
Janeiro: Editora Rubio Ltda., 2004.
DIAS, Osmar. Estatuto do Idoso e normas correlatas, Congresso Federal.
Brasília, 2003.
PESTANA, Marcus Mendes; VELADA; Eugênio.
Pacto de Gestão: da
municipalização autárquica à regionalização cooperativa. Minas Gerais:
Secretaria de Estado de Minas Gerais, 2004.
FUNDAMENTOS DA DINÂMICA SOCIAL E COMUNITÁRIA
EMENTAS:
Conceitos de sociedade e comunidade. A construção da identidade comunitária.
Organismos comunitários. A relação da comunidade com o seu entorno e com a
dinâmica da cidade.
Dinâmica interna das comunidades. Violência: tráfico e
consumo de drogas, limites da ação do Estado, relações de poder no interior de
grupos socais e inter-grupos.
CONTEÚDOS:
•
Conceito de sociedade, comunidade, grupo, tribos e gangues;
•
Padrões de convivência comunitária;
•
Organizações comunitárias;
•
Construção de lideranças;
•
Resoluções de conflitos;
•
Organização e ação política comunitária;
•
Intervenções do Agente Comunitário de Saúde, o domínio dos territórios
pelas gangues e criminalidade organizada.
BIBLIOGRAFIA
BAUMAN, Z. Comunidade: a busca por segurança no mundo atual. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar, 2003.
BOBBIO, Norberto. Ensaios sobre Gramsci e o conceito de sociedade civil. São
Paulo: Paz e Terra, 1999.
SOARES, A.B. Comunidades e intervenções: olhares em construção. Rio de
Janeiro, 2001.
ZAMORA, M. H. . Raízes e Asas da Psicologia Comunitária. In: Junia de Vilhena.
(Org.). A Clínica na Universidade. 1 ed. Rio de Janeiro; São Paulo: PUC-Rio;
Edições Loyola, 2003, v. 20, p. 123-140.
FUNDAMENTOS DO TRABALHO
EMENTA:
O Trabalho humano nas perspectivas ontológicas e histórica; o trabalho como
realização da humanidade, como produtor da sobrevivência e da cultura; o trabalho
como mercadoria no industrialismo e na dinâmica capitalista. As transformações no
mundo do trabalho: tecnologias, globalização, qualificação do trabalho e do
trabalhador.
CONTEÚDOS:
• O ser social; mundo do trabalho; sociedade;
• Dimensões do trabalho humano;
• Perspectiva histórica das transformações do mundo do trabalho;
• O trabalho como mercadoria: processo de alienação;
• Emprego, desemprego e subemprego;
• O processo de globalização e seu impacto sobre o mundo do trabalho;
• O impacto das novas tecnologias produtivas e organizacionais no mundo do
trabalho;
• Qualificação do trabalho e do trabalhador;
• Perspectivas de inclusão do trabalhador na nova dinâmica do trabalho.
BIBLIOGRAFIA
LOPES, Andrea. Os desafios da gerontologia no Brasil. Campinas: Alínea, 2000.
MENDES, Walter. Home Care: uma modalidade de assistência à saúde. Rio de
Janeiro: UERJ, UnATI, 2001.
PY, Ligia. Tempo de Envelhecer: percursos e dimensões psicossociais. Rio de
Janeiro: Nau, 2004.
SANTOS, Silvia Maria Azevedo. Idosos, família e cultura: um estudo sobre a
construção do papel do cuidador. Campinas: Alínea, 2003.
WITTER, Geraldina Porto. Envelhecimento: referências teóricos e pesquisas.
Campinas: Alínea, 2006.
SANTOS, B. Reinventando a democracia. Entre o pre-contratualismo e o póscontratuialismo. In: Beller, Agnes et al. A crise dos paradigmas em ciências
sociais. Rio de Janeiro: Contraponto, 1999.
CHESNAIS, F. Mundialização do capital. Petrópolis: Vozes, 1997.
FROMM, E. Conceito marxista de homem. Rio de Janeiro: Zahar, 1979.
GENRO, T. O futuro por armar. Democracia e socialismo na era globalitária.
Petrópolis: Vozes, 2000.
GENTILI, P. A educação para o desemprego. A desintegração da promessa
integradora. In. Frigotto, G. (Org.). Educação e crise do trabalho: perspectivas de
final de século. 4 ed. Petrópolis: Vozes, 2000.
GRAMSCI, A. Concepção dialética da história. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 1978.
JAMESON. F. A cultura do dinheiro. Petrópolis: Vozes, 2001.
LUKÁCS, G. As bases ontológicas do pensamento e da atividade do homem.
Temas de Ciências Humanas. São Paulo: [s.n], 1978.
HOBSBAWM, E.. A era dos extremos - O Breve Século XX - 1914-1991. São
Paulo: Editora da UNESP, 1995.
MARTIN, H. P.; SCHUMANN, H. A armadilha da globalização: O assalto à
democracia e ao bem-estar. São Paulo: Globo, 1996.
NEVES, L.M. W. Brasil 2000: nova divisão do trabalho na educação. São Paulo:
Xamã, 2000.
NOSELLA, P. Trabalho e educação. ln: Frigotto, G. (Org.). Trabalho e
conhecimento: dilemas na educação trabalhador. 4 ed. São Paulo:Cortez, 1997.
HIGIENE E SAÚDE
EMENTA:
Medidas higiênicas e de prevenção e o autocuidado.
CONTEÚDOS:
• Higiene pessoal nas diferentes fases da vida;
• Higiene bucal nas diferentes fases da vida;
• Programas públicos;
• Higiene ambiental e saúde;
• Controle de riscos;
• Condições estruturais e sanitárias;
• Coleta, disposição, recolhimento e destinação do lixo;
• Preservação de áreas verdes;
• Saneamento básico;
• Preservação da água;
• Segurança doméstica;
• Auto-segurança do Agente Comunitário.
BIBLIOGRAFIA
CHAVES, M.M. Odontologia Social. 3ª ed. Artes Médicas. 1986.
JACOBI, Pedro. Saúde e Meio ambiente, em uma realidade tão desigual.
Debates Sócios Ambientais. Centro de Estudos de Cultura Contemporânea. São
Paulo, 1998.
PINTO, V.G. Saúde Bucal – Odontologia Social e Preventiva. 2ª ed. Editora
Santos. Manual de Normas e Instruções de Assistência Odonto-Sanitária a Escolas.
Prefeitura Municipal de Curitiba, Departamento de Bem Estar Social, Curitiba, 1972.
METODOLOGIA DE TERRITORIALIZAÇÃO EM SAÚDE
EMENTA:
Conceito. Microárea e área de abrangência. Contradição territorialização e
mundialização. Metodologia da territorialização. Participação Social.
CONTEÚDO
• Conceito de território;
• Metodologia da territorialização: critérios operacionais, definição de prioridades,
magnitude dos problemas e alternativas de intervenção e vulnerabilidade,
participação social e territorialidade virtual;
• Territorialização
em
Saúde:
vigilância
em
saúde,
equidade,
acesso,
intersetorialidade e atores sociais.
BIBLIOGRAFIA
UNGLERT, C.V.S. Territorialização em Sistemas de Saúde. In: Eugênio Villaça
Mendes. Distrito Sanitário: processo social de mudança das práticas do Sistema
Único de Saúde. São Paulo: Hucitec, 1.993.
MONKEN, M. E BARCELLOS,C. Vigilância em Saúde e território utilizado:
possibilidades teóricas e metodológicas. In: Cadernos de Saúde Pública. Vol.21.
no.3. Rio de Janeiro. Mai/jun/2.005
NOÇÕES DE FARMACOLOGIA E MEDICINA ALTERNATIVA
EMENTA:
Noções
de
farmacocinética.
Farmacodinâmica.
Vias
de
administração
de
medicamentos. Fitoterapia. Cromoterapia. Massoterapia.
CONTEÚDOS:
• Políticas de medicamentos do Sistema Único de Saúde;
• Vias de administração de medicamentos;
• Atuação dos medicamentos no organismo – sistemas: cardiovascular, digestório,
respiratório, pele e mucosas, genitourinário;
• Conceitos básicos de fitoterapia;
• Conceitos básicos de cromoterapia.
BIBLIOGRAFIA
GOODMAN, Louis Sanford; GILMAN, Alfred. As bases Farmacológicas da
Terapêutica. 7ª ed. Rio Janeiro: Guanabara, 1985.
GUSTAVO, Schellact. Farmacologia Fundamental, Uma abordagem Didática. 1ª
Ed. 2005.
TESKE, de Magrid; TRENTINI, Anny Margaly Maciel. Compêndio de Fitoterapia. 3ª
ed. Curitiba: Herbarium, 1994.
NOÇÕES DE PATOLOGIA
EMENTA:
Noções das patologias recorrentes e formas de encaminhamento no sistema público
de saúde
CONTEÚDOS:
• Características das principais patologias, prevenção, formas de tratamento e
programas públicos para Hipertensão arterial;
• Diabetes mellitos I e II;
• Tuberculose;
• Hanseníase;
• Doenças respiratórias;
• Doenças crônico-degenerativas;
• Doenças vasculares;
• Doenças oftálmicas e outras.
BIBLIOGRAFIA
FRANCO, Marcello; MONTENEGRO, Mario Rubens ((Edit.)). Patologia: processos
gerais. 4.ed São Paulo: Atheneu, 1999. 320 p
Cotran, Kumar, Collins: “ Robbins Patologia Estrutural e Funcional”, 6ª Edição, Ed.
Guanabara Koogan, 2000.
Montenegro, MR; Franco, MF: “Patologia: Processos Gerais”, 4ª Edição, Ed.
Atheneu,1999.
POLÍTICA DE ATENÇÃO BÁSICA EM SAÚDE
EMENTAS:
Concepção de Atenção Básica em Saúde. Organização da Atenção Básica,
Programas de Atenção Básica e a Unidade Básica de Saúde.
CONTEÚDOS:
• Conceito de Atenção Básica e de Clinica Básica;
• Saúde da Criança;
• Saúde do Adolescente;
• Saúde da Mulher;
• Saúde do Idoso;
• A organização da Unidade Básica de Saúde.
• Vigilância Epidemiológica: programas de combate à dengue, febre amarela,
etc.
BIBLIOGRAFIA
BEAUVOIR, Simone. A velhice. Rio de Janeiro: Nova fronteira, 1990.
BERGER, L.; MAILLOUX-POIRIER, D. Pessoas idosas: uma abordagem global.
Lisboa, Lusidacta, 1995.
LOWEN, Alexander. Medo da vida. Summus editorial. 1980.
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO PARANÁ. Manual do Programa de
Prevenção e Controle do Câncer Ginecológico. Curitiba, 2005
POLÍTICA DE ATENÇÃO INTEGRAL A SAÚDE
EMENTAS:
Conceito de atenção integral. Níveis de Atenção. Programas especiais de atenção à
saúde.
CONTEÚDOS:
• Conceito de Integralidade da Atenção e Modelo de Atenção Integral;
• Níveis de Atenção: Atenção Primaria, Secundária e Terciária;
• Organização dos sistemas locais de saúde;
• Instituições prestadoras de serviço em saúde;
• Programas especiais: tratamento de químico dependência, DST/AIDS,
• Distribuição de medicamentos para patologias raras e de alto custo;
• Programas de prevenção da gravidez precoce;
• Programas de segurança alimentar e nutrição nas diferentes fases da vida;
• Programas de imunização.
BIBLIOGRAFIA
BRASIL, Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção Integral a Saúde da
Mulher. Princípios e diretrizes. Brasília, 2004.
_________. Saúde da família: uma estratégia para a reordenação do modelo de
assistência. Brasília, 1997.
ROUQUAYROL, M.Z. Epidemiologia e saúde. Rio de Janeiro: Medsi, 1999.
SCHRAIBER, L. B. Educação médica e capitalismo: um estudo das relações
educação e prática médica na ordem social capitalista. São Paulo: Hucitec; Rio
de Janeiro: Abrasco, 1989.
SINGER, Paul; CAMPOS, Oswaldo; OLIVEIRA, Elizabeth M. de. Prevenir e curar:
O controle social através dos serviços de saúde. Rio de Janeiro: Forense
Universitária. 2ª ed., 1981.
VALLA, V. V. ; STOTZ, E. N. . Participação Popular, Educação e Saúde: Teoria e
Prática. 1a. ed. RIO DE JANEIRO: RELUME-DUMARÁ, 1997.
PREVENÇÃO E PRIMEIROS SOCORROS
EMENTA
Políticas públicas pré-hospitalar; Estrutura, organização e funcionamento da
Unidade de Emergências e Urgências; Assistência integral e humanizada ao ser
humano nas diferentes fases do ciclo vital, em situações de urgências e
emergências. Medidas de Prevenção e Intervenção em situações de risco.
CONTEÚDOS
• Políticas públicas relacionadas a situações de urgências e emergências
(SAMU, SIATE e outras);
• Organização, estrutura e funcionamento das unidades de atendimento de
urgência e emergência;
• Assistência integral e humanizada na promoção, prevenção e recuperação do
ser humano em situações de urgência e emergência;
• Relações com família e a equipe multidisciplinar frente a situações de
urgências e emergências;
• Protocolos de atendimento de urgência e emergência;
• Assistência integral e humanizada ao paciente politraumatizado;
• Assistência integral e humanizada na parada cardio-respiratória;
• Assistência integral e humanizada nas emergências clínicas e cirúrgicas;
• Educação em saúde.
BIBLIOGRAFIA
BERGERON. J.D.; BIZIJAK, G. Primeiros Socorros, São Paulo: Ed. Atheneu, 1999.
BRASIL, Ministério da saúde. Programa Nacional de Imunizações – 30 anos.
Série C. Projetos, programa e relatórios, Brasília, 2003.
SORRIA, Felipe. Conselhos Práticos para emergências, 1. edição. São Paulo. Ed.
Girassol, 2006.
PROCESSO DE COMUNICAÇÃO
EMENTAS:
Compreensão dos processos de comunicação e utilização das ferramentas do
sistema de saúde.
CONTEÚDOS:
• Processo
e
comunicação
códigos
linguísticos
formas
de
comunicação,
instrumentos e veículos de comunicação;
• Uso da norma culta, linguagem técnica e linguagem popular;
• Manipulação das ferramentas do sistema: cadastros, formulários, guias, fichas
relatórios, etc;
• Leitura compreensiva de textos científicos técnicos e funcionais.
BIBLIOGRAFIA
BRASIL, Ministério da Saúde. O trabalho do Agente Comunitário de Saúde.
Brasília: Secretaria de Políticas de Saúde, 2000.
WATZLAWICK, Paul; BEAVIN, Janet Helmick; JAKSON, Don D. Pragmática da
comunicação humana. Tradução de Álvaro Cabral. 9ª ed. São Paulo: Editora
Cultrix, 1993.
PROCESSO SAÚDE E DOENÇA
EMENTA:
Evolução histórica dos conceitos de saúde. Os profissionais de saúde. A função do
Agente Comunitário de Saúde.
CONTEÚDOS:
• Conceito de saúde;
• Trabalho e Saúde;
• Educação e Saúde;
• Trabalhador em Saúde;
• Agente Comunitário de Saúde;
• Processo do trabalho do Agente Comunitário de Saúde: Identificação, Orientação,
Encaminhamento, Acompanhamento;
• Atribuições do Agente Comunitário de Saúde;
• Ferramentas do Agente Comunitário de Saúde (visitas, fichas e cadastros)
BIBLIOGRAFIA
BELUSCI, Silvia M. Doenças Profissionais do Trabalho. São Paulo: Senac, 2005.
MAENO, M. ou SETTIMI, M.M. ; CARMO, J. C. . Saúde do Trabalhador no SUS.
Aprender com o passado, trabalhar o presente, construir o futuro. 1. ed. São
Paulo: Editora Hucitec, 2005.
PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO HUMANO
EMENTA:
Conceitos de psicologia no desenvolvimento humano, seus relacionamentos e
valores pessoais.
CONTEÚDOS:
• Fases do desenvolvimento humano;
• Características e fatores intervenientes no desenvolvimento;
• Relacionamento interpessoal;
• Desenvolvimento moral.
BIBLIOGRAFIA
Fontes, FONSECA FILHO, José. Psicodrama da Loucura, correlações entre
Buber e Moreno. São Paulo: Agora, 1980.
RINÈRE. Enrique Pichon. Teoria do Vínculo. São Paulo: Editora Martins Fontes,
1982.
SPITZ, René A. O Primeiro Ano de Vida. São Paulo: Editora Martins 1980.
PSICOLOGIA SOCIAL
EMENTA:
Rede de relações do indivíduo e seu impacto na estruturação da personalidade.
CONTEÚDOS:
•
Família; Instituições educacionais e religiosas;
•
Agrupamentos por idade e gênero;
•
Técnicas de dinâmicas de grupo;
•
Fatores intervenientes nos relacionamentos intragrupal e intergrupal: ética,
valores, mitos;
•
Relação interpessoal.
BIBLIOGRAFIA
ALBERTI, Robert E.; EMMANS, Michael J. Comportamento assertivo um guia de
auto-expressão. Belo Horizonte: Interlivros, 1978.
RICHTER, Horst E. A Família como Paciente. São Paulo: Martins Fontes, 1996.
PIAGET. J. Seis Estudos de psicologia. Rio de Janeiro: Forense,1967.
RODRIGUES, Robert E. Psicologia Social para principiantes. Petrópolis: Vozes,
1992.
SAÚDE MENTAL
EMENTA:
Atenção básica aos transtornos mentais, introdução à saúde mental.
CONTEÚDOS:
• Histórico da concepção de saúde mental;
• Reforma psiquiátrica;
• Nosologia psiquiátrica;
• Prevenção em saúde mental;
• Terapia comunitária;
• Distorções conceituais entre doença mental e deficiência mental;
• Principais patologias mentais e de comportamento.
BIBLIOGRAFIA
SOUZA, J. C. ; BALLONE, G. J. ; Guimarães, L.A.M. . Psicopatologia e Psiquiatria
básicas - 2ª edição. 2. ed. São Paulo: Vetor Editora, 2007. v. 1000. 332 p.
GRAEFF, Frederico G. Drogas Psicotrópicas e seu modo de ação. São Paulo:
Editora Pedagógica e Universitária, 1990.
SOUZA, J. C. ; Camargo, D.A. . Psicofarmacologia e Equipe Multidisciplinar - 2ª
edição. 2. ed. Campo Grande, MS: UCDB, 2002. v. 300. 192 p.
SOUZA, J. C. . Psicopatologia - proposta de aprendizagem participativa. Campo
Grande, MS: Sólivros, 1997. 47 p.
SOCIOLOGIA DA SAÚDE
EMENTA:
O desenvolvimento conceitual da Sociologia da Saúde e da Doença. As
determinantes sociais da saúde e da doença. As políticas de saúde e a organização
dos sistemas de prestação de cuidados.
CONTEÚDOS:
• Origem, desenvolvimento e aplicações da sociologia no campo da saúde;
• Medicalização, doença crônica e papel do doente;
• Modelo Biomédico;
• Organização do trabalho em saúde;
• Papel do médico e dos profissionais de saúde;
• Democracia e políticas de saúde: análise do caso brasileiro.
BIBLIOGRAFIA
LANPLATINE, F. Antropologia da Doença. 2.ed. São Paulo: Martins Fontes, 2.004.
MENEZES, A.R. Sociologia da Saúde. 2.ed. Rio de Janeiro: Ed. Do autor, 1.998.
MORRIS, D.B. Doença e Cultura na Era Pós-Moderna. São Paulo: Ed. Martins
Fontes, 2.004.
NUNES, E.D. 2.ed. Sobre a Sociologia da Saúde. São Paulo: Ed.Hucitec, 2.003.
ZANCHI, M.T.; Zugno, P.L. Sociologia da Saúde. Caxias do Sul: EDUCS, 2.004.
DESCRIÇÃO DAS PRÁTICAS PROFISSIONAIS PREVISTAS:
VISITAS TÉCNICAS EM: Aterro Sanitário; APAE; Creches; Serviço de
captação e tratamento de água; Pastoral da Criança.
PRÁTICAS PROFISSIONAIS:
• Visita domiciliar ;
• Preenchimento das fichas de cadastro e acompanhamento dos Programas
Sociais e de Saúde Pública (Hipertensão, Diabetes, Gestantes, Criança,
Tuberculose, Hanseníase) e posterior análise dos referidos dados no Programa
SIAB (Sistema de Informação Ambulatorial);
• Mapeamento de áreas;
• Identificação dos problemas de saúde da comunidade e de seus indicadores;
• Identificar os indicadores de saúde;
• Identificação do perfil da comunidade;
• Participação no planejamento das ações do serviço de saúde;
• Elaboração do Plano de Ação na comunidade;
• Desenvolvimento em conjunto com a equipe de saúde de ações de promoção de
saúde da comunidade e controle social;
• Desenvolver ações de prevenção e monitoramento dirigidas às situações de risco
ambiental e sanitário para a população, conforme o Plano de Ação da equipe de
saúde;
• Participação de reuniões dos Conselhos Local e Municipal de Saúde, assim
como das reuniões de grupos de clientelas específicas;
• Participação em atividades de: Prevenção e controle da desnutrição infantil;
Campanha de combate a dengue; Campanhas de imunização; Campanhas de
prevenção do câncer de mama, colo uterino, próstata e pele; Datas
comemorativas em saúde: Dia do desafio, Dia Mundial da Saúde; Dia Mundial do
Meio Ambiente; Dia Nacional da Mulher; Dia Nacional de Combate a AIDS; Dia
Nacional de Combate a Violência Infantil; Dia Nacional de Combate ao
Tabagismo; Dia Nacional de Controle da Hipertensão Arterial e Diabetes; Dia
Nacional do Idoso; Feiras e eventos culturais; Feiras Municipais de Saúde; Festa
Junina; Feira Cultural Científica; Semana da Enfermagem; Reuniões do Conselho
Municipal de Saúde; Conferência Municipal de Saúde; Congressos na área de
saúde.
METODOLOGIA
Metodologia da problematização, aula expositiva, seminários, pesquisas,
dramatização/fantoches, leitura de textos e artigos, filmes, tempestade cerebral,
painel integrado, técnica do debate.
AVALIAÇÃO:
A avaliação será entendida como um dos aspectos do ensino pelo qual, o
professor estuda e interpreta os dados da aprendizagem e de seu próprio trabalho,
com as finalidades de acompanhar e aperfeiçoar o processo de aprendizagem dos
alunos, bem como diagnosticar seus resultados, e seu desempenho, em diferentes
situações de aprendizagem.
Preponderarão os aspectos qualitativos da aprendizagem, considerada a
interdisciplinariedade e a multidisciplinaridade dos conteúdos, com relevância à
atividade crítica, à capacidade de síntese e à elaboração sobre a memorização,
num processo de avaliação contínua, permanente e cumulativa.
A avaliação será expressa por notas, sendo a mínima para aprovação 6,0
(seis vírgula zero).
Recuperação de Estudos:
O aluno cujo aproveitamento escolar for insuficiente será submetido à
recuperação de estudos de forma concomitante ao período letivo.
CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS
ANTERIORES
SOMENTE NO SUBSEQUENTE
Art. 68 da Deliberação 09/06 CEE/PR
O estabelecimento de ensino poderá aproveitar mediante avaliação,
competência, conhecimentos e experiências anteriores, desde que diretamente
relacionadas com o perfil profissional de conclusão da respectiva qualificação ou
habilitação profissional, adquiridas:
• no Ensino Médio;
• em qualificações profissionais, etapas ou módulos em nível técnico concluídos em
outros cursos, desde que cursados nos últimos cinco anos;
• em cursos de formação inicial e continuada de trabalhadores, no trabalho ou por
meios informais;
• em processos formais de certificação;
• no exterior.
ARTICULAÇÃO COM O SETOR PRODUTIVO
A articulação com o setor produtivo estabelecerá uma relação entre o
estabelecimento de ensino e instituições que tenham relação com o Curso Técnico
em Agente Comunitário de Saúde, através do Termo de Cooperação Técnica que
terá vigência de 03 (três) anos. As parcerias se darão nas formas de estágio
supervisionado, entrevistas, visitas, palestras e reuniões com temas específicos com
profissionais das instituições que firmaram Termo de Cooperação.
TÉCNICO EM ENFERMAGEM
FORMA SUBSEQUENTE
JUSTIFICATIVA
Visando a necessidade de aperfeiçoamento curricular do Curso de Técnico
em Enfermagem, esta proposta apresenta a concepção pedagógica que articula
trabalho, cultura, ciência e tecnologia como princípios para a sua formação.
Elaborada conforme a legislação educacional vigente, com as regras específicas do
exercício da profissão e as competências dos profissionais da referida área.
O Curso destaca os valores ético-profissionais que orientam a atuação deste
profissional no mundo do trabalho, necessários ao profissional em questão. Este
contexto também inspira as práticas da educação profissional para que o aluno
perceba o seu trabalho também como forma de desenvolvimento da cidadania.
Entende-se por competência profissional a capacidade de articular, mobilizar
e colocar em ação os conhecimentos necessários para o pleno desempenho de
atividades requeridas pela natureza do trabalho.
A organização dos conhecimentos prioriza o resgate da formação humana
onde o aluno, como sujeito histórico produz sua existência pelo enfrentamento
consciente da realidade posta, produzindo valores de uso, conhecimento e cultura
por sua ação criativa.
O Curso Técnico em Enfermagem está voltado para atender as
necessidades da realidade social, embasado nas diretrizes do Sistema Único de
Saúde (SUS), com responsabilidade e compromisso, nos diferentes níveis de
complexidade das ações de saúde no que diz respeito a promoção, prevenção,
recuperação e reabilitação, de forma a incrementar a qualidade e a integralidade da
atenção à saúde.
O Curso ora estruturado possibilita que, ao final do 3º semestre, possa
ofertar ao aluno certificação intermediária de auxiliar de enfermagem, pois o
conjunto de disciplinas teóricas, práticas e estágios realizados até então lhe
propiciam condições de exercer a referida atividade profissional. O curso está
direcionado aos sujeitos que concluíram o ensino médio, e que por vezes não foi
oportunizado a este a possibilidade de profissionalizar-se, para que pudesse
ingressar no mundo do trabalho com capacitação a partir de uma proposta curricular
que responde às exigências de formação para as novas demandas na área da
saúde.
OBJETIVOS GERAIS
Formar profissionais técnicos em Enfermagem para autarem nos diversos
níveis de atenção, seja na promoção, prevenção, recuperação, reabilitação e
manutenção da saúde da população.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
• Capacitar Técnicos de Enfermagem qualificados para exercer sua prática
profissional orientada pelo saber técnico fundado no conhecimento científico e
humanístico que permitam cuidar dos indivíduos, famílias, grupos sociais e
comunidade e acompanhar os avanços da tecnologia e pesquisa na área da
saúde;
• Desenvolver capacidade de reflexão, trabalho em equipe, flexibilidade e de
resolução de problemas no ambiente de trabalho;
• Ser capaz de desenvolver o trabalho juntamente com a equipe multiprofisssional,
criando condições para um relacionamento interpessoal saudável;
• Preparar o profissional para atender as demandas do mercado de trabalho,
considerando as transformações sociais, culturais e tecnológicas no contexto em
que estão inseridos;
• Preparar o profissional para que seja capaz de compreender e aplicar normas do
exercício profissional e princípios éticos que regem a conduta profissional;
• Ofertar um processo formativo que sustentado na educação geral obtida no
ensino médio assegure a integração entre a formação geral e a de caráter
profissional;
• Formar profissional que tenha compreensão da dinâmica do Sistema Único de
Saúde, seu processo de construção e determinantes históricos e que coloque em
prática os princípios que regem este sistema.
PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO DE CURSO
O Profissional Auxiliar de Enfermagem deverá apropriar-se de
conhecimentos técnicos e científicos, respeitando os preceitos éticos e legais, que
garantam condições de atuar na observação, reconhecimento, descrição de sinais
e sintomas executando ações de menor complexidade sob a supervisão do
Profissional Enfermeiro, desenvolvendo atividades nos níveis de promoção,
prevenção, recuperação e reabilitação da saúde.
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR - EMENTAS
ANATOMIA E FISIOLOGIA APLICADA À ENFERMAGEM
EMENTA: Estrutura básica dos órgãos que compõem o corpo humano e o
funcionamento
do
sistema:
músculo
esquelético,
tegumentar,
circulatório,
respiratório, digestório, urinário, nervoso, endócrino e reprodutor.
CONTEÚDOS: O Corpo Humano: Constituição (células, tecidos, órgãos e sistemas
); Divisões e planos; Sistema Músculo Esquelético: Ossos, Músculos e Cartilagens,
Articulações, Pele e anexos; Sistema Respiratório: Órgãos e funções, Processo da
respiração; Sistema circulatório: Sangue, Coração e vasos sanguíneos, Pequena e
grande circulação, Linfa; Sistema Digestório: Órgãos e funções, Processo de
digestão; Sistema Urinário e Excretor: Órgãos e funções, Processo de filtragem do
sangue, Composição da urina; Sistema Nervoso: Sistema Nervoso Central, Sistema
Nervoso Periférico, Sistema Nervoso Autônomo, Órgãos dos Sentidos ( visão,
paladar, olfato, audição e tato); Sistema Endócrino: Hipófise, Tireoide, Paratireoide,
Suprarenais, Pâncreas, Ovários, Testículos; Sistema Reprodutor: Órgãos e funções,
Reprodução.
REFERÊNCIAS
AMABIS, J. Mariano; MARTHO, Gilberto R. .Fundamentos da biologia moderna.
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Brasília: Ministério da Saúde, Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2001. 156 p. : il.
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM À CRIANÇA E AO ADOLESCENTE
EMENTA: História da política pública de atenção à criança e ao adolescente;
Crescimento e desenvolvimento; parâmetros vitais; Imunização; Assistência integral
e humanizada de enfermagem nas afecções clínicas e cirúrgicas; Acidentes mais
comuns; Violência; Saúde escolar.
CONTEÚDOS: História da Pediatria; Políticas públicas de atendimento à saúde da
criança e do adolescente; Estatuto da criança e do adolescente; Crescimento e
desenvolvimento da criança e do adolescente; Programa de Assistência Integral e
humanizada à saúde da criança e do adolescente e família, com enfoque na
imunização, puericultura, gravidez na adolescência e DST; Organização, estrutura e
funcionamento da unidade pediátrica; Assistência integral e humanizada de
enfermagem à criança e ao adolescente e família, com afecções clínicas e
cirúrgicas; Apoio diagnóstico em pediatria; Administração de medicamentos em
pediatria; Nutrição infantil / Aleitamento materno e alimentação complementar;
Assistência integral e humanizada de enfermagem em saúde do escolar;
Recreação/ludoterapia; Prevenção de acidentes na infância; Violência na infância.
REFERÊNCIAS
BRASIL, Ministério da Saúde. Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da
Área de Enfermagem. Profissionalização de auxiliares de enfermagem:
cadernos do aluno: saúde da mulher, da criança e do adolescente / Ministério
da Saúde, Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da Área de
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Projeto Acolher
Brasília: ABEn, 2001. 304 p.
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM A PACIENTES CRÍTICOS
EMENTA: Estrutura, organização e funcionamento da Unidade de Terapia Intensiva;
Assistência integral e humanizada de enfermagem ao paciente crítico nas diferentes
fases do ciclo vital.
CONTEUDOS: Organização, estrutura e funcionamento das unidades de internação
de alta complexidade (UTI, hemodiálise e Oncologia); Assistência integral e
humanizada de enfermagem na promoção, prevenção e recuperação e reabilitação
da saúde ao recém-nascido, criança, adolescente, gestante, adulto e idoso em
situações de alto risco; As relações interpessoais com o cliente, família e a equipe
multidisciplinar frente a situações de alta complexidade; Afecções clínicas e
cirúrgicas graves mais comuns de acordo com o perfil epidemiológico regional;
Apoio diagnóstico a pacientes críticos; Assistência integral e humanizada de
enfermagem na hemodiálise e oncologia; Assistência integral e humanizada de
enfermagem na ventilação assistida, monitorização cardíaca, hemodinâmica
invasiva e nutrição parenteral total; Assistência integral e humanizada de
enfermagem ao paciente queimado; Transferência de Unidade de Internação.
REFERÊNCIAS
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Guanabara Koogan, 1994
MINISTÉRIO DA SAÚDE- Protocolos da Unidade de Emergência. 10 edição, 2002
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paciente gravemente enfermo. 2 ed. São Paulo: Atheneu, 2001.
CASTELLI, M. Enfermagem no Centro de Terapia Intensiva Pediátrica. São
Paulo: Editora Rocca, 1998.
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM À SAÚDE DA MULHER
EMENTA: História da política pública; Assistência integral e humanizada de
enfermagem nos programas de atenção integral à saúde da mulher; Assistência
integral e humanizada de enfermagem nas afecções ginecológicas, no ciclo
gravídico e puerperal, no período neonatal e nas complicações obstétricas;
Climatério.
CONTEÚDOS: Saúde da mulher e gênero; Políticas públicas de atenção à saúde da
mulher; Saúde reprodutiva e Planejamento familiar; Gravidez e desenvolvimento
fetal; Intercorrências no ciclo gravídico: Infecção do trato urinário; Doenças
hipertensivas
específicas
da
gestação;
Síndromes
hemorrágicas;
Diabetes
gestacional, Trabalho de parto prematuro; Isoimunização pelo fator Rh, DST/AIDS e
outros; Aleitamento Materno; Organização, estrutura e funcionamento das unidades
obstétrica e neonatal; Assistência integral e humanizada de enfermagem à saúde da
mulher: pré-natal (normal e alto risco), parto, puerpério, complicações obstétricas,
afecções ginecológicas, ações preventivas e imunização; Assistência integral e
humanizada de enfermagem ao recém-nascido. Alojamento conjunto; Climatério e
menopausa; Violência à mulher.
REFERÊNCIAS
Anticoncepção: manual de orientação. Disponível em: http://www.febrasgo.com.br/
ou http://www.anticoncepção.com.br
BURROUGHS, A . Uma introdução à enfermagem Materna. 6ª ed..Porto Alegre:
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ZIEGEL, E.E.; CRANLEY,M. S. Enfermagem obstétrica.
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8.ed. Rio de Janeiro:
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM CIRÚRGICA
EMENTA: Estrutura, organização e funcionamento da Unidade Cirúrgica, Centro
Cirúrgico e Recuperação anestésica; Assistência integral e humanizada de
enfermagem à pacientes cirúrgicos nos períodos pré, trans e pós-operatório.
CONTEÚDOS: Aspectos bio-psico-social do paciente cirúrgico nos diferentes ciclos
de vida; Terminologias cirúrgicas; Classificação das cirurgias quanto à indicação,
finalidade e potencial de contaminação; Fatores de risco para infecção cirúrgica:
ligadas ao paciente, ambiente, material e equipe; Assistência integral e humanizada
de enfermagem no período pré-operatório: admissão, exames pré-operatórios,
preparo e transporte do paciente ao centro cirúrgico; Organização, estrutura e
funcionamento do centro cirúrgico e recuperação anestésica; Preparo do ambiente
para o procedimento cirúrgico, circulação da sala, controle de gastos de materiais e
insumos; Paramentação e instrumentação cirúrgica; Assistência integral e
humanizada de enfermagem ao paciente durante o procedimento anestésico: tipos
de anestesia, principais anestésicos e analgésicos, posicionamento para anestesia,
principais complicações anestésicas; Assistência integral e humanizada de
enfermagem ao paciente durante o procedimento cirúrgico: recepção do paciente,
posições cirúrgicas, monitorização do paciente e anotações de enfermagem;
Assistência integral e humanizada de enfermagem ao paciente durante a
recuperação anestésica e pós-operatório; Complicações pós-operatórias; Cuidados
de enfermagem com: curativos, drenos, sondas, estomas, trações e outros;
Relações interpessoais com o cliente, família e a equipe multidisciplinar; Educação
em saúde, orientação para alta hospitalar.
REFERÊNCIAS
BEYERS, M. Enfermagem médico-cirúrgica: tratado de prática clínica. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1989.
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L. S.;
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D. S.
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ENFERMAGEM ORTOPÉDICA. São Paulo: Icone, 1996.
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LIMA, I. L.; et al. Manual do técnico e auxiliar de enfermagem. Goiânia: AB
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BERRY, E.C.; KOHN, M. L.
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Janeiro: Interamericana,1977. 307p.
BROOKS, S.M.
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CAMPBELL, D.; SPENCE, A A A Anestesia, reanimação e cuidados intensivos .
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FISCHBACH, F.; Manual de enfermagem: exames laboratoriais & diagnósticos.
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JORGE, S. S ; DANTAS, S. R. P. E.; Abordagem multiprofissional do tratamento
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MEEKER, M. H.; JANEC, R.; Cuidados de enfermagem ao paciente cirúrgico. 10
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ROGANTE, M.M.;
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SAMANA, G., ED.. ENFERMAGEM NO CENTRO CIRURGICO. São Paulo: Andrei,
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unidade de centro cirúrgico. São Paulo: EPU: EDUSP, 1982. 89p
FERNANDES, T.; FERNANDES, M.; FILHO, N.R. Infecção hospitalar e suas
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LACERDA, R.A. et al. Buscando compreender a infecção hospitalar no paciente
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MEEKER, M. H.; ROTHROCK, J.C. Alexander: Cuidados ao Paciente Cirúrgico.
10ª ed.. Trad. ARAÚJO, C.L.C. de; CABRAL, I.E. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara
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SOBECC – Sociedade Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico, Recuperação
Anestésica e Centro de Material e Esterilização – Práticas Recomendadas: Centro
Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e Esterilização. 3ª. Ed
revisada e atualizada. 2007. 157 p.
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM CLÍNICA
EMENTA: Assistência integral e humanizada de enfermagem ao adulto e ao idoso
que apresentam alterações clínicas, relacionando com o perfil epidemiológico
regional; Hemoderivados; Cuidados paliativos; Educação em saúde.
CONTEÚDOS: Atendimento pré-Hospitalar (desmaio, lipotimia, acidentes com
animais peçonhentos e venenosos, intoxicações, hemorragias, ferimentos, fraturas,
queimaduras, crise convulsiva, afogamento, choques, acidentes com corpos
estranhos, entre outros); Parada Cardio-respiratória na modalidade do Suporte
Básico de Vida; Organização, estrutura e funcionamento das unidades de internação
geral e especialidades; Terminologias clínicas; Assistência humanizada em
enfermagem na promoção, prevenção e recuperação da saúde do adulto e do idoso;
As relações interpessoais com o cliente, família e a equipe multidisciplinar; Cuidados
de enfermagem nos diferentes tipos de dietas; Características dos principais
fármacos utilizados nas afecções clínicas; Administração de medicamentos,
soroterapia, hemoterapia e interação droga nutriente; Assistência integral e
humanizada de enfermagem nas afecções clínicas mais comuns ao adulto e ao
idoso de acordo com o perfil epidemiológico regional; Sistema Cardiovascular –
hipertensão arterial, insuficiência cardíaca congestiva, Infarto Agudo do miocárdio,
doença de chagas, úlcera vascular e outras; Endócrino – diabetes, alterações
tireoideanas e outras; Neurológico – acidente vascular cerebral, Parkinson,
Alzheimer e outras; Respiratório – pneumonia, doença pulmonar obstrutiva crônica,
asma, bronquite e outras; Digestório – esofagite, úlceras gástricas, gastrite e outras;
Sistema Urinário – Insuficiência renal aguda e crônica, infecção urinária, litíase e
outras; Moléstias infecciosas – tipos de isolamento e precauções universais;
Oncológicas – cuidados paliativos; Doenças autoimunes; Cuidados de Enfermagem
nos exames diagnósticos (exames laboratoriais, RAIOS X, USG, ECG, EEG e outros
); Orientação e preparo do paciente/família para a alta hospitalar.
REFERÊNCIAS
BELAND,I.L.;PASSOS,J.Y. Enfermagem clinica: aspectos fisiopatológicos
e
psicossociais. São Paulo : EPU : EDUSP, 1978-79. 3v.
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Janeiro: Guanabara Koogan, 1989.
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Área de Enfermagem. Profissionalização de auxiliares de enfermagem:
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Enfermagem. – Brasília: Ministério da Saúde, Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2001. 152
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CAMPEDELLI, M.C; GAIDZINSKI, R. R. Escara: problema
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São Paulo: Ática, 1987. 64p.
DICIONÁRIO DE ESPECIALIDADES FARMACÊUTICAS: DEF 03/04. 27.ed. Rio de
Janeiro: Ed.Pub. Científicas, 2004.
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Enfermagem
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FISCHBACH, F.; Manual de enfermagem: exames laboratoriais & diagnósticos.
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LIMA, I. L.; et al. Manual do técnico e asuxiliar de enfermagem. Goiânia: AB
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Rio de Janeiro: Atheneu, 1995. 324p.
STAUT, N. da S.; DURAN, M.D.E.M.; BRIGATO, M.J.M.
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Manual de drogas e
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM EM SAÚDE COLETIVA
EMENTA: História das políticas de saúde; SUS; Ações de enfermagem
nos
programas de saúde para o adulto e o idoso; Educação em saúde.
CONTEÚDOS: Introdução à saúde pública, saúde coletiva e comunitária; Evolução
histórica das políticas de saúde e previdenciárias no Brasil; Sistema Único de Saúde
– SUS; Legislação Vigente; Organização da Atenção Básica em Saúde – Estratégia
saúde da família – ESF, Programa dos Agentes Comunitários de Saúde - PACS;
Programa de assistência aos adultos: hiperdia, saúde do trabalhador, Vigilância
Alimentar e Nutricional; Programa de Prevenção de Doenças sexualmente
transmissíveis DST-AIDS; Programa de prevenção à hanseníase e tuberculose;
Programa de prevenção ao Tabagismo; Programa de imunização para adulto e
idoso; Programa de portadores de necessidades especiais; Saúde do idoso;
Programa de saúde bucal; Educação em saúde nas doenças mais comuns
veiculadas pela água, por alimentos, transmitidas por vetores e causadas por
ectoparasitas; Política de Práticas Integrativas e Complementares do SUS: plantas
medicinais, fitoterapia, cromoterapia, acupuntura, florais e outros.
REFERÊNCIAS
AMATO NETO, V.; BALDY, J.L. da S.; SILVA, L. J. da. Imunizações. 3.ed. São
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BIER Otto. Microbiologia e Imunologia. São Paulo: Melhoramento. 1994.
BRASIL. Estatuto do idoso e legislação correlata. São Paulo: Editora Revista
dos Tribunais, 2004
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Área de Enfermagem. Profissionalização de auxiliares de enfermagem:
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Manual de Vigilância Epidemiológica, Manual de Imunização e Manual de
Procedimentos para Unidades Básicas de Saúde – Ministério da Saúde.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Divisão Nacional de Epidemiologia. Manual de Vigilância
Epidemiológica.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Divisão Nacional de Epidemiologia. Programa Nacional
de Imunizações. Manual de Imunização.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Manual de Procedimentos para Unidades Básicas de
Saúde .
SOERENSEM, B.; MARULLI, K. B. B. Manual de Saúde Pública – Ed. Arte e
Ciência.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Guia Prático do Programa Saúde da Família. Brasília:
Ministério da Saúde, 2001.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Manual de Hanseníase e Tuberculose.
Brasília:
Ministério da Saúde, 2002.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Cadernos de Atenção Básica. Hipertensão arterial
sistêmica e Diabetes mellitus: protocolo. Brasília: Ministério da Saúde, 2001.
Norma Operacional da Assistência à Saúde / SUS – NOAS – SUS, 01/2001. Portaria
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SUS: Doutrinas e princípios. Brasília: Secretaria Nacional de Assistência, 1990.
LIMA, I. L.; et al. Manual do técnico e auxiliar de enfermagem. Goiânia: AB
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DUARTE, Y. A O DIOGO, M. J. D.; Atendimento domiciliar: um enfoque
gerontológico. São Paulo; Atheneu, 2000.
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM EM SAÚDE MENTAL
EMENTA: Fases do crescimento e desenvolvimento humano; Sexualidade.
Relacionamento interpessoal; História da psiquiatria; Política nacional de saúde
mental; Assistência integral e humanizada de enfermagem à saúde mental e seus
transtornos.
CONTEÚDOS: Fases do crescimento e desenvolvimento humano – fisiológico,
estrutural e psicológico; Formação da identidade – autoestima, autoimagem,
autoconhecimento, papéis sociais; Desenvolvimento e formação da identidade
sexual; Relacionamento interpessoal – dinâmica dos grupos, papéis no grupo
(alternância), trabalho em equipe multiprofissional; Relacionamento do profissional
com o cliente e sua família; História da psiquiatria; Políticas públicas de saúde
mental; Organização, estrutura e funcionamento das unidades de atendimento à
saúde mental e transtornos psiquiátrico; Transtornos mentais mais comuns – fatores
de risco, tratamento e complicações; Dependências químicas – drogas lícitas e
ilícitas, medicamentosas; Abordagens ao paciente nos diferentes transtornos;
Assistência integral e humanizada de enfermagem na saúde mental e seus
transtornos.
REFERÊNCIAS
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Profissionalização dos Trabalhadores da Área de Enfermagem. – Brasília: Ministério
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KEYS, J. J.; HOFLING,C. K. Conceitos básicos em enfermagem psiquiátrica .
4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1986.
551p.
MANUAL DO AUXILIAR PSIQUIÁTRICO. Traduzido NATIVIDADE, E.M., 3ª ed. São
Paulo: Rhodia, 1973. Nota: texto original “HANDBOOK FOR PSYCHIATRIC AIDES”
STUART, G. W; LARAIA, M.T.; Enfermagem psiquiátrica: princípios e prática. 6
ed. Porto Alegre: Artmed, 2001.
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM EM URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS
EMENTA: Políticas públicas pré-hospitalar; Estrutura, organização e funcionamento
da Unidade de Emergências e Urgências; Assistência integral e humanizada de
enfermagem ao ser humano, nas diferentes fases do ciclo vital, em situações de
urgências e emergências.
CONTEÚDOS: Políticas públicas relacionadas a situações de urgências e
emergências (SAMU, SIATE e outras); Organização, estrutura e funcionamento das
unidades de atendimento de urgência e emergência; Assistência integral e
humanizada de enfermagem na promoção, prevenção e recuperação do ser humano
em situações de urgência e emergência; Relações interpessoais com o cliente,
família e a equipe multidisciplinar frente a situações de urgências e emergências;
Protocolos de atendimento de urgência e emergência; Assistência integral e
humanizada de enfermagem ao paciente politraumatizado; Assistência integral e
humanizada de enfermagem na parada cardio-respiratória; Assistência integral e
humanizada de enfermagem nas emergências clínicas e cirúrgicas; Administração
de medicamentos em urgência e emergência; Educação em saúde.
REFERÊNCIAS
BRASIL, Ministério da Saúde. Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da
Área de Enfermagem. Profissionalização de auxiliares de enfermagem:
cadernos do aluno: saúde do adulto: assistência cirúrgica: atendimento de
emergência / Ministério da Saúde, Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores
da Área de Enfermagem. – Brasília: Ministério da Saúde, Rio de Janeiro: FIOCRUZ,
2001. 96 p.
PARANÁ. Secretaria de Estado da Saúde Protocolo de gestação de alto
risco/Secretaria de Saúde do Paraná – 3.ed – Curitiba:SESA,2002
ROGERS, J.H. Enfermagem de emergência: um manual prático. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1992
VITAL - EMERGÊNCIAS MÉDICAS, Protocolo de Atendimento pré-hospitalar
(socorristas e aux. Enfermagem). 1998
BIOSSEGURANÇA E PROCESSAMENTO DE ARTIGOS
EMENTA:
Biossegurança;
Higiene
e
segurança
do
trabalho
em
saúde;
Processamentos de artigos odonto-médico-hospitalares; Central de materiais e
esterilização (CME); Gerenciamento dos resíduos de saúde; Comissão e Serviço de
Controle de Infecção nos serviços de Saúde.
CONTEÚDOS: Biossegurança; Medidas profiláticas para a higiene e segurança do
trabalhador em saúde (NR5 e NR32); Riscos e doenças Ocupacionais em saúde,
EPIs e EPCs; Exposição Acidental com Material Biológico; Organização, estrutura e
funcionamento da Central de Material e Esterilização; Classificação das áreas e
artigos odonto-médico-hospitalares; Processamento e reprocessamento de artigos e
controle da qualidade nos diferentes serviços de saúde; Gerenciamento dos
Resíduos Sólidos de Saúde; Comissão e Serviços de Controle de Infecção nos
serviços de saúde.
REFERÊNCIAS
JUNQUEIRA, M. S. e col.
Acondicionamento de materiais hospitalares :
pontos importantes a serem observados. [ s.l.]: Enfoque, [19--] 11p.
ASSOCIAÇÃO
PAULISTA
DE
ESTUDOS
E
CONTROLE
DE
INFECÇÃO
HOSPITALAR. Esterilização de artigos em unidades de saúde. São Paulo:
APECIH, 2003.
ASSOCIAÇÃO
PAULISTA
DE
ESTUDOS
E
CONTROLE
DE
INFECÇÃO
HOSPITALAR. Limpeza, desinfecção de artigos e áreas hospitalares e antisepsia. São Paulo: APECIH, 2004.
BARBOZA, L.F.
Guia de Recomendação: manutenção e cuidados com o
instrumental cirúrgico endoscópico. Rio de Janeiro. Rev.4. 2002.
FERNANDES, T.; FERNANDES, M.; FILHO, N.R. Infecção hospitalar e suas
interfaces na área da saúde. 10.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2000
LACERDA, R.A. et al. Buscando compreender a infecção hospitalar no paciente
cirúrgico. São Paulo: Atheneu, 1992.
MOURA, M.L.P. de A. Enfermagem em centro de material e esterilização. 8ª ed.
Ver. e Ampl. – São Paulo: Ed. Senac São Paulo, 2006 – (série Apontamentos). 80p.
SANTOS, N.C.M. Enfermagem na prevenção e controle da infecção hospitalar.
São Paulo: Látria, 2003, 123p.
SILVA, A A organização do trabalho na unidade de centro de material. . Rev Escola
de Enfermagem da USP, v. 32, São Paulo, USP. 1996
SILVA, A Trabalhador de enfermagem na unidade de centro de material e os
acidentes de trabalho. São Paulo, Escola de Enfermagem da USP, 1996
SOBECC – Sociedade Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico, Recuperação
Anestésica e Centro de Material e Esterilização – Práticas Recomendadas: Centro
Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e Esterilização. 3ª. Ed
revisada e atualizada. 2007. 157 p.
BRASIL. Ministério da Saúde. Biossegurança para os trabalhadores de saúde.
S.d
BRASIL, Ministério da saúde. Saúde, Meio ambiente e condições de trabalho.
Conteúdos básicos para uma ação sindical – CUT, Ministério do trabalho.
Brasília. 1995.
BRASIL, Ministério da saúde. Doenças relacionadas ao trabalho: manual de
procedimentos para os serviços de saúde. OPAS / MS. Brasília. 2001. 580 p.
BRASIL, Ministério da saúde. Manual de condutas em exposição ocupacional a
material biológico. Brasília. 2001.
SARQUIS, L.M.M. et al O uso dos equipamentos de proteção individual entre os
trabalhadores
de
enfermagem
acidentados
com
instrumentos
pérfuro-
cortantes. Rev. Bras. Enfermagem, v.53, n.4, p.564-573, out / dez. 2000.
TEIXEIRA, P.; VALLE,S. (org) Biossegurança: uma abordagem multidisciplinar. Rio
de Janeiro: Fiocruz, 1996. 362 p.
ENFERMAGEM NA VIGILÂNCIA EM SAÚDE
EMENTA: Ações de enfermagem na vigilância em saúde (epidemiológica, sanitária
e ambiental) com sistemas de informações e estatísticos; Participação social;
Educação em Saúde.
CONTEÚDOS: Vigilância Epidemiológica: Conceito, atribuições, etapas das
atividades, medidas de controle; Indicadores de Saúde; Doenças de Notificação
Compulsória; Sistemas de Informação; Vigilância Sanitária e ambiental: Conceito,
atribuições, campo de atuação e medidas de controle; Ações de enfermagem na
vigilância em saúde; Controle social; Educação em saúde.
REFERÊNCIAS
AMATO NETO, V.; BALDY, J.L. da S.; SILVA, L. J. da. Imunizações. 3.ed. São
Paulo: Sarvier, 1991
BRASIL, Ministério da Saúde. Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da
Área de Enfermagem. Profissionalização de auxiliares de enfermagem:
cadernos do aluno: saúde coletiva / Ministério da Saúde, Projeto de
Profissionalização dos Trabalhadores da Área de Enfermagem. – Brasília: Ministério
da Saúde, Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2001. 150 p. : il.
BRASIL, Ministério da Saúde. Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da
Área de Enfermagem. Profissionalização de auxiliares de enfermagem:
cadernos do aluno: saúde da mulher, da criança e do adolescente / Ministério
da Saúde, Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da Área de
Enfermagem. – Brasília: Ministério da Saúde, Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2001. 160
p.
A Classificação das Práticas de Enfermagem
em Saúde Coletiva e o Uso da
Epidemiologia Social. Brasília: Assoc. Bras. de Enf., 1997.
ANDRADE, S. M. de; SOARES, D. A . ; CORDONI Jr. L. (org.)
Coletiva. Londrina: EDUEL, 2001
Bases da Saúde
FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM
EMENTA: Organização dos serviços de saúde; História da enfermagem, legislação,
entidades de classe e ética profissional.
CONTEÚDOS: Organização dos Serviços de saúde – Instituições, finalidades, níveis
de complexidade e fluxograma; História da enfermagem – desenvolvimento no
mundo e no Brasil; Perspectivas conceituais na prática de enfermagem – teorias de
enfermagem, sistematização da assistência e humanização; Ética, bioética e direitos
do paciente; Lei do exercício profissional, código de ética da enfermagem; Equipe de
enfermagem e multiprofissional; Áreas de atuação da enfermagem; Entidades de
classe.
REFERÊNCIAS
BRASIL, Ministério da Saúde. Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da
Área de Enfermagem. Profissionalização de auxiliares de enfermagem:
cadernos do aluno: instrumentalizando a ação profissional 2 / Ministério da
Saúde, Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da Área de Enfermagem. –
Brasília: Ministério da Saúde, Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2001. 156 p. : il.
BRASIL. Código de ética dos profissionais de enfermagem. São Paulo: COREn,
1993
CAMARGO, M. Ética, vida e saúde. 5ªed . [s.l.] :Editora Vozes Ltda, 1980
CIANCIARULLO, T. I. Instrumentos básicos para o cuidar: um desafio para a
qualidade de assistência. São Paulo: Atheneu, 1997.
DANIEL, L.F. Enfermagem: modelos e processos de trabalho. São Paulo: EPU,
1987.
GELAIN, I. Deontologia e enfermagem. 2.ed. São Paulo: EPU, 1987. 107p.
GERMANO, R.M. A ética e o ensino de ética na enfermagem do Brasil. São
Paulo: Cortez, 1993.
LIRA, N.F. DE & BONFIM, M.E.DE S. História da enfermagem e legislação. Rio
de Janeiro: Cultura Médica,
1989.
OGUISSO, T.; SCHMIDT, M. J.; O exercício da enfermagem: uma abordagem
ético-legal. São Paulo: LTr editora, 1999.
PAIXAO, W.
História da enfermagem. 5.ed.ver. e aum. Rio de Janeiro : J.C.
Reis, 1979. 138p.
SANTOS, E.F.; et al.; Legislação em enfermagem: atos normativos do exercício
e do ensino de enfermagem. São Paulo: Atheneu, 20002
INTRODUÇÃO À ASSISTÊNCIA EM ENFERMAGEM
EMENTA: Técnicas básicas para as ações de enfermagem no processo do cuidar.
CONTEÚDOS:Conceito de cuidado e processo de cuidar; Conceitos das técnicas
básicas de enfermagem: Objetivos e Métodos de trabalho; Precauções universais:
Lavagem das mãos; Equipamentos de proteção individual; Conceitos de
descontaminação,
tipos
de
limpeza,
desinfecção,
antissepsia
e
assepsia;
Procedimentos e técnicas básicas – Admissão do paciente, alta e transferência;
Higiene oral e corporal; Tipos de banho; Pedicure e manicure; tricotomia, tratamento
de pediculose e escabiose; Limpeza e desinfecção da unidade: terminal e
concorrente; Preparo do leito; Descontaminação, limpeza e desinfecção de artigos
odonto-médico-hospitalares; Procedimentos de conforto, contenção e prevenção de
úlceras de pressão; Transporte e Movimentação do paciente; Sinais vitais; Medidas
antropométricas; Administração de medicamentos (cálculos matemáticos) e
venóclise; Oxigênioterapia e nebulização; Aplicações de calor e frio; Sondagens
gástricas e entéricas; Cuidados com sondagem vesical e outras; Enteróclise;
Curativos e bandagens; Coleta de material para exames laboratoriais e preparo para
exames diagnósticos; Anotações de enfermagem e terminologias; Cuidados com o
corpo após a morte; Técnicas de Alimentação.
REFERÊNCIAS
BRASIL, Ministério da Saúde. Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da
Área de Enfermagem. Profissionalização de auxiliares de enfermagem:
cadernos do aluno: fundamentos de enfermagem / Ministério da Saúde, Projeto
de Profissionalização dos Trabalhadores da Área de Enfermagem. – Brasília:
Ministério da Saúde, Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2001. 128 p. : il.
BRUNNER,L.S.; SUDDARTH,D. S. Pratica de enfermagem. 2.ed. Rio de Janeiro:
Interamericana, 1980. V 1 e 2. CAMPEDELLI, M.C; GAIDZINSKI, R. R. Escara:
problema na hospitalização. São Paulo: Ática, 2002. 64p.
CASTELLANOS, B.E.P. Injeções: modos e métodos. São Paulo: Ática, 1987. 63p.
CIANCIARULLO, T. I. Instrumentos básicos para o cuidar: um desafio para a
qualidade de assistência. São Paulo: Atheneu, 1997.
CLARKE, M. Manual pratico de enfermagem. 13.ed. São Paulo : Manole,
1986. 323p
DICIONÁRIO DE ESPECIALIDADES FARMACÊUTICAS: DEF 03/04. 27.ed. Rio de
Janeiro: Ed.Pub. Científicas, 2004.
FERNANDES, M.V. et al. Manual de procedimentos técnicos e administrativos
de enfermagem. Londrina; EDUEL, 2002
FISCHBACH, F.; Manual de enfermagem: exames laboratoriais & diagnósticos.
6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
GIOVANI, A .M.M. Enfermagem: cálculo e administração de medicamentos.
São Paulo: Legnar Informática & Editora, 1999
KAWAMOTO, E. E.; FORTES, J. I. Fundamentos de enfermagem. São Paulo:
EPU, 1986. 137p
KOCH, R.M. et al. Técnicas básicas de enfermagem. 14.ed. Curitiba: Florence,
1996.
LIMA,A B.D. de; ARONE, E.M.; PHILIPPI,M.L. dos S. Introdução à farmacologia.
São Paulo : Editora SENAC,1994.
LIMA, A B.D. de; ARONE,E.M.; PHILIPPI,M.L. dos S. Noções sobre
medicamentos. São Paulo: Editora SENAC, 1994 .
LIMA, A B.D. de. Interações medicamentosas.
São Paulo: SENAC. 1994.
PROCESSO DE COMUNICAÇÃO E INFORMAÇÃO EM ENFERMAGEM
EMENTA: Processo de comunicação; Diferentes tipos de linguagem; Codificação e
decodificação de informações em diferentes meios; Estratégias pedagógicas.
CONTEÚDOS: Processo de comunicação: emissor, receptor e mensagem; Tipos de
comunicação: escrita, verbal e não verbal; Normas e padrões da linguagem escrita e
oral (ortografia, sintaxe, concordância....); Linguagem: científica, técnicas, informal,
matemática, artística, jornalística, informacional (informática); Leitura, análise,
compreensão e
interpretação de
diferentes tipos de
texto:
domínio das
representações estatísticas, matemáticas, gráficas e textuais; Levantamento
bibliográfico e busca na internet; Produção de textos: relatórios, anotações de
enfermagem, descrição de procedimentos, fichamento, resumo; A prática educativa
em saúde e seus objetivos. Educação versus informação. Planejamento de ensino.
Estratégias pedagógicas para a educação em saúde. Utilização de recursos
audiovisuais: confecção de cartazes, folders, banners, álbum seriado, dinâmicas,
retroprojetor, data show, etc.
REFERÊNCIAS
CAMPOS, T.C.P. Psicologia hospitalar: a atuação do psicólogo em hospitais.
São Paulo: EPU, 1995.
DANIEL, L. F. Atitudes interpessoais em enfermagem. São Paulo: EPU, 1983.
176p.
MANZOLLI, M.C.; CARVALHO, E.C. de; RODRIGUES, A R.F. Psicologia em
enfermagem : teoria e pesquisa. São Paulo: Sarvier, 1981. 114p.
MOSCOVICI, F. Desenvolvimento Interpessoal. Rio de Janeiro: Livros Técnicos
e Científicos S.A , 1985.
MUNCK, s. (coord); et al.; Registros de saúde. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz,
1999
VASCONCELOS, E. M. Educação Popular dos Serviços de Saúde. 3ª ed; São
Paulo: Cortez, 1997.
MENDES, I.A.C. Pesquisa em enfermagem, São Paulo: EDUSP, 1991, 153p. M
MINAYO, M.C.S. (org); et al.; Pesquisa Social: Teoria, método e criatividade.
Petrópolis , Rio de Janeiro: Editora Vozes, 2000.
MULLER, M.S.; CORNELSEN, J.M.; Normas e padrões para teses, dissertações
e monografias. – 5 ed. Atual. – Londrina: Eduel, 2003
ALBINO, J.P. A sociedade do conhecimento e as comunidades virtuais. In:
JESUS, A. C. (org). Cadernos de Formação – Gestão da Informação (Pedagogia
Cidadã). São Paulo: Unesp/ Pró-reitoria de graduação, 2005.
BACCEGA, Maria Aparecida. (org.) Gestão de processos comunicacionais. São
Paulo: Atlas, 2002.
BELLUZZO,
R.C.B.
Gestão
da
informação,
do
conhecimento
e
da
documentação. In: JESUS, A. C. (org). Cadernos de Formação – Gestão da
Informação (Pedagogia Cidadã). São Paulo: Unesp/ Pró-reitoria de graduação:
2005
BERLO, D. K. O processo da comunicação. Tradução: Jorge Arnaldo Fontes. 9.ed.
São Paulo: Martins Fontes, 1999.
CASTELLS, M. A sociedade em rede. 6 ed. São Paulo: Paz e Terra, 2002.
DA MATTA, Roberto. A casa e a rua. 4. ed. Guanabara Koogan (cidade e ano não
identificados). Mimeo.
FILHO, J. T. Gerenciando conhecimento. 2. ed. Rio de Janeiro: Senac, 2003.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da indignação. São Paulo: UNESP, 2000.
IANNI, Octavio. A era do globalismo. 4.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,
1999.
JOHNSON, Steven. Cultura da interface: como o computador transforma nossa
maneira de criar e comunicar. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.
LEMOS,
André.
Cibercultura:
tecnologia
contemporânea. Porto Alegre / RS: Sulina, 2004.
e
vida
social
na
cultura
LIMA. Frederico. A sociedade digital: o impacto da tecnologia na sociedade, na
cultura, na educação e nas organizações. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2000
LITTLEJOHN, Stephen W. Fundamentos teóricos da comunicação humana.
Tradução de Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Guanabara, 1978.
MARCONI, Marina de; LAKATOS, Técnicas de pesquisa:planejamento e
execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisas, elaboração,
análise e interpretação de dados. 3 ed. São Paulo: Atlas, 1996.
MCLUHAN, M. Os meios de comunicação como extensões do homem. São
Paulo: Cultrix, 2000.
PROCESSO DE TRABALHO EM SAÚDE
EMENTA: Processos de trabalho em saúde; Diferentes processos de trabalho em
enfermagem; Práticas participativas em equipe multiprofissional.
CONTEÚDOS: Processo de trabalho em saúde e enfermagem; Organização,
estrutura e funcionamento dos Serviços de Enfermagem nas Instituições (Hospitais,
clínicas, UBS, ambulatórios, asilos, Cooperativas Específicas, Escolas, etc.); Equipe
multiprofissional; Diagnóstico situacional dos serviços e ações de saúde;
Planejamento das ações de saúde; Implementação das ações de saúde; Supervisão
e treinamento de pessoal; Avaliação e controle de qualidade; Atribuições do Técnico
de Enfermagem no atendimento domiciliar; Humanização: usuário e trabalhador.
REFERÊNCIAS:
CAMPEDELLI, M. C. (Org). Processo de enfermagem na prática. São Paulo:
Ática, 1989. 136p.
CAMPOS, J. de Q. O Hospital e sua organização administrativa. São Paulo: LTr,
1978.
CAMPOS, V. F.
TQC: controle da qualidade total (no estilo japonês).
Belo
Horizonte: Fundação Christiano Ottoni : Escola de Engenharia da UFMG : Bloch,
1992.
MELO, Cristina. Divisão social do trabalho de enfermagem,. São Paulo, Corterz,
1986.
BUSS, P. Qualidade de vida e saúde: ciência e saúde coletiva. ABRASCO, v.4,
nº 1, 2000
GENTILE, M. Os desafios do município saudável. Programação da
saúde/município saudável: Ministério da Saúde, m. 1, ago/out 1999.
FELDMANN,M. A ; GELAIN, I. Administração do serviço de enfermagem.
[São Paulo: Sociedade Beneficente São Camilo], [19-]. 205p.
KRON, T.; GRAY, A Administração dos cuidados de enfermagem ao paciente:
colocando em ação as habilidades de liderança. 6.ed. Rio de Janeiro:
Interlivros, 1989. 302p.
KURCGANT, P (Coord). Administração em enfermagem. São Paulo: EPU,
1991. 237p.
MUNCK, s. (coord); et al.; Registros de saúde. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz,
1999.
SANTOS, I. do. Supervisão em enfermagem. Rio de Janeiro: Cultura Medica,
1987. 88p
SCHURR, M. C. Enfermagem e administração. São Paulo: EPU, 1976. 102p
VASCONCELOS, E. M. Educação Popular dos Serviços de Saúde. 3ª ed; São
Paulo: Cortez, 1997.
PROCESSO SAÚDE DOENÇA
EMENTA:
Determinação
social
do
processo
saúde
doença;
Ecossistema;
Necessidades humanas básicas; Cadeia epidemiológica das doenças, sistema
imunológico, higiene e profilaxia.
CONTEÚDOS: Conceito de saúde - doença e sua determinação histórico social;
Ecossistema: seres vivos e meio ambiente, equilíbrio e perpetuação das espécies;
Necessidades humanas básicas e qualidade de vida: habitação, alimentação,
trabalho, transporte, segurança, educação, afetividade, espiritualidade e outras;
Processos de adoecimento: sociais, psicológicos e biológicos; Principais Agentes
etiológicos macro e microbiológicos; Microbiologia: Bactérias, vírus, fungos,
ricketsias, prions – conceito, nomenclatura, características gerais, ciclo evolutivo,
formas de infestação, contágio e principais doenças; Parasitologia: protozoários,
helmintos e artrópodes - conceito, nomenclatura, características gerais, ciclo
evolutivo, formas de infestação, contágio e principais doenças; Sistema imunológico:
relação antígeno-anticorpo, resistência e imunidade natural e adquirida; Níveis de
atenção
à
saúde:
primária,
secundária
e
terciária;
Saneamento
básico:
abastecimento de água, sistema de esgoto, coleta, remoção e destinação do lixo,
drenagem de águas pluviais, controle de insetos e roedores, higiene, fontes de
contaminação, poluição e medidas profiláticas.
REFERÊNCIAS
Neves, David Pereira. Parasitologia humana. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1979.
Spicer, John W. Bacteriologia, Micologia e parasitologia Clínica. Rio de Janeiro,
RJ.
Guanabara Koogan.
BRASIL. Ministério da Saúde. Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da
Área de Enfermagem. Profissionalização de auxiliares de enfermagem: cadernos do
aluno: Parasitologia e microbiologia. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2003.
VERONESI, Ricardo. Doenças infecciosas e parasitarias. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2000.
BIER, O. Microbiologia e Imunologia. São Paulo: Melhoramento. 1994.
CIMERMAN, B.; CIMERMAM. S.; Parasitologia humana e seus fundamentos
gerais. 2 ed. São Paulo, Atheneu, 2001M
MIKAT, D. M. & MIKAT, K. W. Dicionário de bactérias: um guia para o médico.
1.ed. [s.l.] : Eli Lilly do Brasil , 1981.
Ministério da Saude do Brasil. Representação no Brasil da OPAS/OMS. Elizabeth
Costa Dias e colaboladores Idelberto Muniz Almeida et al. Brasilia: Ministério da
Saude do Brasil, 2001.
NEVES, D. P.; MELO, L; GNEARO, O. Parasitologia humanas. Rio de Janeiro:
Atheneu, 2000.
O TRABALHO HUMANO
EMENTA: O Trabalho humano nas perspectivas ontológicas e histórica; o trabalho
como realização da humanidade, como produtor da sobrevivência e da cultura; o
trabalho como mercadoria no industrialismo e na dinâmica capitalista. As
transformações no mundo do trabalho: tecnologias, globalização, qualificação do
trabalho e do trabalhador.
CONTEÚDOS:
Dimensões do
trabalho
humano; perspectiva
histórica
das
transformações do mundo do trabalho; o trabalho como mercadoria: processo de
alienação; Emprego, desemprego e sub emprego; o processo de globalização e seu
impacto sobre o mundo do trabalho; o impacto das novas tecnologias produtivas e
organizacionais no mundo do trabalho; qualificação do trabalho e do trabalhador;
perspectivas de inclusão do trabalhador na nova dinâmica do trabalho.
AVALIAÇÃO
A avaliação será entendida como um dos aspectos do ensino pelo qual
o professor estuda e interpreta os dados da aprendizagem e de seu próprio
trabalho, com as finalidades de acompanhar e aperfeiçoar o processo de
aprendizagem dos alunos, bem como diagnosticar seus resultados, e o seu
desempenho , em diferentes situações de aprendizagem.
Preponderão os aspectos qualitativos da aprendizagem, considerada a
interdisciplinariedade e a multidisciplinariedade dos conteúdos, com relevância
à atividade crítica, à capacidade de síntese e à elaboração sobre a
memorização, num processo de avaliação contínua, permanente e cumulativa.
A avaliação será expressa por notas, sendo a mínima para aprovação 6,0 (seis) e 75% de freqüência na carga horária teórico/prática e 100% na carga
horária de estágio.
RECUPERAÇÃO DE ESTUDOS
O aluno cujo aproveitamento escolar for insuficiente será submetido à
recuperação de estudos de forma concomitante ao período letivo.
CRITÉRIOS
DE
APROVEITAMENTO
DE
CONHECIMENTOS
E
EXPERIÊNCIAS ANTERIORES
Integrado – não há aproveitamento de estudos, considerando que o aluno é
egresso do Ensino Fundamental.
Subsequente – o estabelecimento de ensino procederá o aproveitamento de
estudos, mediante avaliação, desde que os conhecimentos estejam relacionados
com o perfil profissional de conclusão do curso adquiridos:
• no Ensino Médio;
• em qualificações profissionais, etapas ou módulos em nível médio concluídos
em outros cursos técnicos, desde que cursados nos últimos cinco anos;
• em cursos de formação inicial e continuada de trabalhadores, no trabalho ou
por meios informais;
• em processos formais de certificação;
Critérios para avaliação:
• Requerimento preenchido pelo aluno solicitando o aproveitamento de
estudos, considerando o perfil profissional do curso técnico e a indicação dos
cursos realizados anexando fotocópia de comprovação de todos os cursos ou
conhecimentos adquiridos;
• Comissão de professores, do curso técnico, designada pela Direção para
análise da documentação apresentada pelo aluno e decisão pedagógica;
• Indicação dos conteúdos (disciplinas) que deverão ser estudadas pelo aluno
a fim de realizar a avaliação, com data, hora marcada e professores
escalados para aplicação e correção;
• Resultado final na respectiva ata, elaborada especificamente para essa
finalidade apontando os conteúdos aproveitados, na forma legal e
pedagógica.
VII – ARTICULAÇÃO COM O SETOR PRODUTIVO
A articulação com o setor produtivo estabelecerá uma relação entre o
estabelecimento de ensino e instituições que tenham relação com o Curso
Técnico em Enfermagem, nas formas de entrevistas, visitas, estágios, palestras,
reuniões com temas específicos com profissionais das Instituições conveniadas.
6 - MARCO OPERACIONAL
Propostas e linhas de ações para a reorganização do trabalho pedagógico
Plano de Ação da Equipe Pedagógica
O objetivo deste plano tem como pressuposto a ação conjunta da equipe
pedagógica, corpo docente, direção, bibliotecários e, todos os envolvidos direta e
indiretamente no processo educativo, onde a tomada de decisões seja um resultado
do trabalho coletivo, o que é imprescindível, pois a prática pedagógica deve ser
entendida numa visão de totalidade.
Num projeto coletivo, podemos trabalhar para uma formação consciente do
professor que está atuando na escola, oportunizando a análise crítica da sua própria
ação pedagógica, indo além dos conteúdos programáticos, visando também às
questões mais problemáticas como:
•
índice de repetência e aprovação por Conselho de Classe;
•
indisciplina;
•
inclusão social;
•
diversidade cultural;
•
discriminação racial e de credo
• família multifacetada;
• falta de limites em relação pais/filhos; filhos/pais, no que se diz respeito à escola.
O plano de ação significativo deve considerar a realidade socioeconômica
cultural dos alunos, suas necessidades e interesses, a avaliação e a própria
organização escolar como um todo. Serão necessários momentos existentes dentro
do calendário escolar para debates, discussões, seminários, entrevistas, visitas e
observações entre outros.
Na escola o atendimento ao professor é uma função imprescindível ao
desenvolvimento pedagógico, no cumprimento do calendário escolar, e no subsídio
a Direção para definição de:
•
organização das classes (turmas);
•
horário de aulas;
•
distribuição de aulas;
•
elaboração do Projeto Político Pedagógico;
•
elaboração do Regulamento da Biblioteca escolar;
•
subsidiar a escolha do acervo literário;
•
orientar o funcionamento da biblioteca e garantir o espaço pedagógico;
•
subsidiar o diretor e o Conselho Escolar, com dados e informações relativas
ensino aprendizagem dos alunos;
•
promover e coordenar reuniões sistemáticas de estudo e trabalho para o
aperfeiçoamento constante de todo o pessoal envolvido nos serviços de ensino;
•
elaborar com o corpo docente os planos de Recuperação Paralela para serem
proporcionados aos alunos que obtiverem resultados de aprendizagem abaixo
dos desejados;
• analisar e emitir parecer sobre adaptação de estudos em casos de recebimento
de transferência de acordo com a legislação vigente;
• instituir uma sistemática permanente de avaliação do plano anual do
estabelecimento de ensino, a partir do rendimento escolar, do acompanhamento
de egressos, de consultas e levantamentos junto à comunidade;
• coordenar as dependências de disciplinas dos alunos e progressão parcial junto
ao professor, assessorando no planejamento, avaliação e metodologia apropriada
para a realidade do colégio;
• participar sempre que convidado ou convocado em cursos, seminários, reuniões,
encontros, grupos de estudos e outros eventos.
AÇÕES DA EQUIPE PEDAGÓGICA E EQUIPE DIRETIVA
• Estudo com professores na hora – atividade das Diretrizes Curriculares Estaduais;
• Discutir os encaminhamentos metodológicos das várias disciplinas;
• Discussão da Proposta pedagógica Curricular e dos conteúdos a serem
trabalhados;
• Discutir sobre os instrumentos e critérios de avaliação e Recuperação de Estudo;
• Analisar com os professores das diversas disciplinas o Plano de Trabalho
Docente;
• Os professores deverão deixar claro para os alunos os objetivos dos conteúdos
trabalhados e os critérios de avaliação e recuperação de Estudo utilizados, de
modo que todos possam entender de forma clara;
• Analisar os resultados aferidos nos instrumentos de avaliação e Recuperação de
Estudo com a comunidade para replanejamento das atividades, bimestralmente
através de gráficos.
• Estudar com professores, a questão da indisciplina na sala de aula, procurando
formas de resolver os problemas apresentados;
• Discutir formas de encaminhamentos metodológicos e materiais didáticos
diferenciados, assim como a utilização de espaços externos para realização de
atividades;
• Disponibilizar a utilização de recursos didático-pedagógicos como: TV Multimídia,
Laboratórios, Biblioteca do Professor e do aluno;
• Acompanhar as atividades complementares desenvolvidas no contraturno e a
articulação entre o trabalho pedagógico e a melhoria da aprendizagem.
• Procurar formas de superar as dificuldades de diálogo entre escola/família e
aluno/professor;
• A equipe escolar deverá procurar formas de entendimentos de esclarecer e
facilitar o entendimento da linguagem pedagógica para envolver as instâncias
colegiadas nas decisões relativas à melhoria da escola, enfatizando que a sua
participação influencia no desempenho dos alunos;
• Organizar reuniões com a equipe escolar e os pais dos alunos para discutir as
necessidades da escola e dos alunos e colocar a sua importância nas decisões
tomadas coletivamente;
• Realizar palestras sobre “sexualidade e drogas” para os alunos, como forma de
orientação e esclarecimento preventivo na preservação da saúde e integridade
dos mesmos, dessa forma, mostrando a função social da escola, para incluí-los
como sujeitos corresponsáveis pelo processo educativo;
• Organizar reuniões para formação das Instâncias Colegiadas, levando-os a
compreender a sua importância na gestão democrática da escola pública;
• Discutir com toda a comunidade escolar os dados de desempenho escolar interno
e externo, e a importância desta avaliação para a comunidade escolar;
• Discutir com toda a comunidade escolar a alta taxa de evasão do noturno,
diagnosticando as causas e possíveis ações, levando em conta as características
dos jovens e adultos trabalhadores, garantindo aos mesmos o acesso e a
permanência na escola.
NECESSIDADES DE ORGANIZAÇÃO DOS ESPAÇOS ESCOLARES
• Laboratório de Ciências, Química, Física e Biologia mais equipados;
• Cozinha com capacidade real para atender a demanda da escola;
• Equipamentos elétricos eletrônicos em condições de uso;
• A.P.C. (Alunos aprovados por Conselho de Classe Final e Reprovados):
• Os alunos A.P.C. e reprovados terão acompanhamento com mais atenção pelos
professores e equipe pedagógica;
• Os pais dos alunos A.P.C e reprovados (menores de idade) serão convocados
pela escola bimestralmente juntamente com o aluno para verificação do Ensino
Aprendizagem;
• Os alunos maiores terão a conscientização da disciplina de aprovação por
conselho e/ ou reprova, acompanhamento do pedagogo;
• A equipe pedagógica passará para os professores a relação nominal do ano
seguinte dos alunos A.P.C. e reprovados do ano anterior, por turma e por
disciplina;
• Trabalhar os docentes de maneira que diminua o índice de A.P.C (Aprovados por
Conselho).
Progressão Parcial:
Será oferecido no horário oposto exceto no período noturno, através de
conteúdos programáticos da série por bimestre, em forma de pesquisa e prova de
consulta com valor 6,0 (seis vírgula zero) para pesquisa e 4,0 (quatro vírgula zero)
para prova, somando um total de 10,0 (dez vírgula zero) por bimestre.
EQUIPE MULTIDISCIPLINAR
Fazer um diagnóstico etnicorracional do Colégio;
Formação de grupos de estudo para uma fundamentação teórica sobre a temática;
Análise do PPP, PPC, PTD, Regimento Escolar e inserção da ERER;
Análise e orientações das possíveis situações de discriminação étnico-racial;
Análise dos materiais utilizados pelo estabelecimento.
ESTÁGIO NÃO-OBRIGATÓRIO
É desenvolvido como atividade opcional para o aluno com idade mínima de 16 anos,
acrescido à carga horária regular e obrigatória, não interferindo na aprovação e
reprovação do aluno.
CENTENÁRIO DA ESCRITORA HELENA KOLODY
Helena Kolody será trabalhada com os alunos durante este ano de 2012
pelos professores de diversas áreas de ensino da qual se abordará vida e obras da
escritora Paranaense. Pretende-se que os alunos tenha acesso ao conhecimento de
uma das grandes escritoras do Paraná através de suas obras. Desenvolver-se-á
atividades semanalmente e culminar-se-á com atividades de apresentações das
atividades propostas anteriormente e enfatizar a vida e obras da autora no 3º
Bimestre.
7 – ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO
PEDAGÓGICO
A avaliação institucional contempla os vários elementos que constituem a
escola em função de sua finalidade e características, através de reflexões que
possibilitem uma gestão democrática comprometida com a construção da cidadania
e de uma transformação social.
É autoavaliação: tomada de consciência das pessoas que fazem parte da
instituição, participação/reflexão, comprometimento na melhoria da qualidade da
educação.
A avaliação do Projeto Político Pedagógico é realizada no mês de novembro,
mediante reunião com as Instâncias Colegiadas, Professores e Funcionários.
LEIS ABORDADAS
•
Lei 11.769/08 - publicada no Diário Oficial da União de 19/08/2008.
• Lei 9795/99 – Dec. 4.201/02 - Dispõe sobre a educação ambiental, institui a
Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências.
•
Lei Federal nº 11.525/07 - Direitos das crianças e dos adolescentes no
currículo do ensino fundamental.
•
Lei 13.381/01 – Obrigatóriedade do Ensino da História do Paraná no
Ensino Fundamental e Médio da Rede Pública.
•
Lei 11.645/08 - as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no
currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e
Cultura Afro-Brasileira e Indígena”.
•
Lei Nº 10793/03 - diretrizes e bases da educação nacional
• Lei Nº 11343/06 - Institui o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre
Drogas - Sisnad; prescreve medidas para prevenção do uso indevido,
atenção e reinserção social de usuários e dependentes de drogas; estabelece
normas para repressão à produção não autorizada e ao tráfico ilícito de
drogas; define crimes e dá outras providências.
•
Lei Nº 8069/90 - ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE - Esta Lei dispõe
sobre a proteção integral à criança e ao adolescente
•
Lei Nº 10.741/03 - O idoso goza de todos os direitos fundamentais inerentes à
pessoa humana
•
Lei Nº 9.503/97 - Institui o Código de Trânsito Brasileiro.
• Lei Nº 11.161/05
• Lei Nº 1143/99, Portaria 413/02
• Deliberação Nº 01/06
• INSTRUÇÃO N. 015/2011 – SUED/SEED
• Lei N. 9.394/96, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional
e suas alterações;
•
Deliberação N. 02/02 – CEE, que incluiu, no período letivo, dias destinados às
atividades pedagógicas;
•
Resolução N. 4901/2011-GS/SEED, que definiu o Calendário Escolar – 2012
para a rede pública estadual e conveniada;
8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BRASIL.
Constituição
Federal
de
1988.
Disponível
em:
htpp://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constitui%E7ao.htm
KUENZER, A. Ensino médio – uma proposta para os que vivem do trabalho. São
Paulo: Cortez, 2000.
DCEs – (Diretrizes Curriculares do Estado do Paraná) 2008
FERREIRO, E. Reflexões sobre a alfabetização. 12ª ed. São Paulo, Cortez, 1988.
OAKESHOTT, M. Aprendizagem e ensino.IN: PETERS, R.S. London, Routledge,
1968.(Trad. Helena Meidani e José Sérgio Carvalho).
OLIVEIRA, M. K. de. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento – um processo
sócio-histórico. São Paulo, Scipione, 1993, p. 20 – 72.
REGO, T.C. Vygotsky – uma perspectiva histórico-cultural da educação. Rio de
Janeiro, Vozes, 1999, p. 85.
RIOS, T. A. Ética e competência. 6ª ed. São Paulo, Cortez, 1997, p.67.
VYGOTSKY, L.S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1984,
p.37 – 95.
_______________. Pensamento e Linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1987,
p.22 – 37.
VYGOTSKY, L.S.et al.Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. São Paulo:
Ícone/Edusp, 1988. p.103-17.
Umuarama-PR. 28 de maio de 2012
COLÉGIO ESTADUAL PROFESSORA HILDA TRAUTWEIN
KAMAL
ENSINO FUNDAMENTAL, MÉDIO E PROFISSIONAL
ANEXOS
UMUARAMA-PR
2012
PROGRAMAS E FESTIVIDADES DESENVOLVIDAS
São atividades de cunho científico, artístico, esportivo, ecológico, cultural e
filantrópico, cuidadosamente preparados e acompanhados por professores dentro
do contexto pedagógico ( Show de Talentos – Festa Junina).
As atividades extraclasse serão realizadas em períodos contrários do normal
de aula, incluindo pesquisa, leitura, vôlei, futsal entre outros.
Tradicionalmente o colégio realiza três eventos durante o ano: Show de
Talentos: desenho, poesia, música, instrumento musical, teatro e/ou outros.
A Festa Junina é a maior festa de integração da comunidade. O evento
reúne todos os alunos dos três turnos, juntamente com suas famílias. É uma noite
onde se procura manter a tradição das festas juninas com apresentações de danças
e brincadeiras.
Durante o ano letivo paralelamente aos estudos são realizadas palestras,
atividades, teatros, cinemas, etc.
DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA
O Colégio Estadual Profª Hilda T. Kamal incorporou todo o conteúdo histórico
da Cultura Afro descendente aos conteúdos da disciplina de história, em todos os
níveis e modalidades de ensino da Proposta Pedagógica e também trabalha os
conteúdos referentes à história e cultura no âmbito de todo o currículo escolar.
O colégio realizará atividades especiais em homenagem aos Afros
descendentes no dia 20 de novembro ( Dia Nacional da Consciência Negra).
INTERCLASSES
Data de realização: mês de março
O interclasses é uma das atividades realizadas pela escola que serve
para integrar a comunidade escolar dos 3 (três) períodos de funcionamento do
estabelecimento. O interclasses no inicio do ano serve para selecionar os atletas
que representarão o Estabelecimento nas competições dos Jogos Colegiais do
Paraná, em sua fase Municipal, e por ventura conseguir classificar-se para as outras
fases de realização dos jogos. Outro objetivo proposto é oportunizar todos os alunos
a participarem de um evento esportivo como finalidade de desenvolvimento humano,
social e qualidade de vida ao cidadão. O evento deve contar com a parceria dos
formandos para arrecadar recursos financeiros para as solenidades de formatura, e
do Curso de Educação Física da Unipar – Universidade Paranaense.
SEMANA DE ENFERMAGEM
Data de realização: mês de maio
Ciclo de palestras, coleta de material para prevenção de câncer uterino,
exame de mama. Os professores de enfermagem, com parcerias com profissionais
da área médica, estará aberto à comunidade.
FESTA JUNINA
Data de realização: mês de junho
A realização da Festa Junina é a maior festa de integração de toda a
comunidade escolar. Neste evento o envolvimento de todos é fundamental para o
sucesso da festa. Os professores de Educação Física, Artes, Acadêmicos de
Educação Física da Unipar e voluntários, se envolvem com ensaios de danças
tradicionais, mantendo firme a tradição junina. Em seguida toda a preparação de
enfeites, tais como: bandeirinhas, balões, cartazes, pinturas, entre outras. Um
trabalho árduo para buscar bambus e preparar as barracas, abrigando todas
atividades planejadas. Além das comidas típicas, refrigerantes, cama elástica,
piscina de bolinhas, cadeia, correio elegante, traque e bombinha, fazem a alegria da
criançada. A APMF-Associação de Pais, Mestres e funcionários juntamente com o
Conselho Escolar ficam responsáveis pelo caixa e organização. Além da integração
de pais, alunos e convidados os professores e funcionários de outros períodos se
encontram para dar duro. A alegria fica por conta da garotada que se apresentam e
arrancam aplausos de todos que prestigiam. Ao final um sorteio de prêmios encerra
a festa.
OLIMPHILDA'S
Data de realização: mês de setembro
Uma grande gincana
envolverá
alunos do Ensino Fundamental, Ensino
Médio e Profissional. Diversas atividades estão sendo organizadas inclusive de
cunho filantrópico, na arrecadação de alimentos a serem doados para uma
instituição cadastrada na Secretaria de Desenvolvimento Social.
A organização das equipes ficará a cargo de Professores, Professores de Educação
Física, Voluntários, Acadêmicos da Unipar em geral, Ex-alunos e Pais.
Queremos realizar uma grande festa do esporte e lazer.
O evento contará com a participação do Grêmio Estudantil, bem como dos
formandos como fins de arrecadar recursos para as solenidades de formatura.
COLÉGIO ESTADUAL PROFª.HILDA TRAUTWEIN KAMAL
ENSINO FUNDAMENTAL, MÉDIO E PROFISSIONAL.
REGULAMENTO INTERNO PARA OS ALUNOS EM 2012.
AVALIAÇÃO E RECUPERAÇÃO: A avaliação da aprendizagem será realizada
bimestralmente através de no mínimo duas atividades avaliativas, utilizandose de no mínimo dois instrumentos diversificados, cuja somatória dos valores
atribuídos totalizará 10,0 (dez vírgula zero). Os professores da educação
básica deverão usar um dos seguintes cálculos conforme escolha no seu
plano de trabalho docente:
1º ) 6,0+4,0 = 10,0 ou
2º ) 3,0+3,0+4,0 = 10,0 ou
3º ) 6,0+2,0+2,0 = 10,0.
Os professores dos cursos técnicos em Enfermagem e Agente Comunitário
em Saúde deverão usar o seguinte cálculo conforme consta no seu Plano de
Trabalho Docente:
8,0 + 2,0 = 10,0.
2- METODOLOGIA: As aulas serão de acordo com a opção do professor de acordo
com o plano docente 2012.
3- APROVAÇÃO: Para ser aprovado o aluno deve alcançar a média 6,0 (seis vírgula
zero) e frequência mínima 75% da carga horária.
4- DEPENDÊNCIA: (Progressão parcial) A Equipe pedagógica passará o
regulamento de como deverá ser os trabalhos para os alunos.
5- REQUERIMENTO PARA SEGUNDA CHAMADA DE PROVA: O aluno deverá
solicitar dentro do prazo de 72 horas. Pegar o requerimento na coordenação
pedagógica, preencher com a assinatura do pai ou responsável e entregar para o
professor, após deferimento da equipe pedagógica (somente com justificativa escrita
como: atestados médicos, declarações, certidões de óbito, comunicado dos pais ou
responsáveis etc.).
6- BIBLIOTECA E LABORATÓRIOS (QUÍMICA/FÍSICA E ENFERMAGEM): Tem seu
regulamento próprio (afixado) devendo ser seguido por todos que usufruem.
7- SALA DE INFORMÁTICA: O aluno poderá usufruir da sala de informática somente
na presença de um professor, e cumprir com o regulamento que está afixado na
respectiva sala.
8- UNIFORME: O uso é obrigatório, para todas as séries de ensino, inclusive nas
aulas de educação física, trabalhos treinamentos, ensaios, projetos, etc.. Ficando
proibido o uso de outra camiseta sobre a do uniforme, camiseta modificada e
desenhada. A camiseta do curso de Espanhol deverá ser usada somente para a aula
de Espanhol. É vedada a entrada de alunas com saias ou shorts curtas ou blusas
decotadas.
9- ADMINISTRAÇÃO: Uso restrito aos representantes de turmas, quando
convidados ou convocados ou ainda para solicitar documentos na secretaria,
coordenação ou direção. É vedada a permanência de alunos nos recintos
destinados a professores e funcionários.
10- DOCUMENTAÇÃO NA SECRETARIA: Providenciar na regularidade da
documentação na secretaria, para evitar problemas de emissão de históricos,
transferências, diplomas e rematriculas.
11- JUSTIFICATIVAS DE FALTAS: Atestado médico, declaração em papel timbrado
da empresa onde trabalha ou bilhete escrito pelos pais ou responsáveis, passar para
a coordenação. Apresentar dentro do prazo de 72 horas.
12- OCORRÊNCIAS: Primeiro momento: em sala de aula com o professor. Segundo
momento: com equipe pedagógica com advertência escrita e com a presença dos
pais. Terceiro momento: Com a Direção para tomar as providências cabíveis. Quarto
momento: Com o Conselho Escolar. Quinto momento: Com o Conselho Tutelar.
13- REPRESENTANTE DE SALA: Serão escolhidos pelo colegiado da própria sala.
14- CANTINAS: (escolar e comercial), Respeitar a ordem de chegada (fila).
15- REFEITÓRIO: Colocar as sobras no lixo. Os pratos, talheres e copos sujos,
colocar em seus respectivos lugares.
16- PÁTIO: É proibida a permanência nos corredores ou janelas em horário de aula.
Em caso de aulas vagas, ficar somente nas mesinhas.
17- BICICLETAS : Obrigatório no bicicletário anexo ao pavilhão administrativo.
(estacionamento de bicicletas).
18- RECUPERAÇÃO CONCOMITANTE DE ESTUDOS : Para todos os alunos que
não atingirem 60% de aprendizagem nas atividades avaliativas serão convocados
por escrito. Os alunos que não ficarem para recuperação, deverão permanecer na
sala de aula com atividades paralelas. Todos os alunos têm direito à recuperação.
19- PATRIMÔNIO PÚBLICO: Vamos deixar a escola cada dia mais linda, paredes,
carteiras, cortinas, ventiladores, quadras, canteiros e outros.
20- Viagens: Somente com a autorização por escrita dos pais ou responsáveis.
21- Atrasos: Somente será permitido o atraso esporádico (quando extremamente
necessário) com justificativa escrita ou por telefone dos pais ou responsáveis na
primeira aula para os períodos matutino, vespertino e noturno.
22- Saída antecipada: Somente com autorização por escrito dos pais ou
responsáveis e confirmação via telefone.
23- Escolher turma: Nenhum aluno poderá escolher qual sala irá estudar.
24- Limpeza das salas: Na última aula, deixar salas fechadas, limpas, carteiras e
ventilador desligado.
25- Adiantar aula: Só poderá ser adiantada aula, com autorização da Equipe
Pedagógica.
26- Ausência de todos da sala de aula: “matar aula” O professor deverá dar falta
para todos e registrar conteúdo.
27- Objetos pessoais: O colégio não dispõe de lugar para a guarda de objetos
pessoais dos alunos como: dinheiro, celular, jóias, capacetes, guarda-chuvas, etc.
Nem se responsabilizará por extravios.
28- Baralho: Fica expressamente proibido trazer ou jogar baralho nas dependências
do colégio.
29- Objetos Diversos: É terminantemente proibido trazer de casa: Brinquedo, bola,
edredom, cobertor, aparelho eletrônico, corretivo líquido, estilete, refrigerante, tererê,
bebida alcoólica, skate entre outras que não diz respeito aos materiais escolares.
30- Interclasses, Jogos, Treinamentos e Projetos: Todos têm direito, desde que
tenham um bom desempenho escolar.
31- Meio Ambiente: Proteger plantas, arbustos, árvores, flores, gramas, entre outros.
32- Respeito: Os alunos deverão respeitar a todos no ambiente escolar: diretor,
diretor auxiliar, equipe pedagógica, professores, funcionários e colegas. Aos
infratores será aplicada a Lei do Desacato, Art. 331 do código penal, com
acompanhamento da Patrulha Escolar.
33- Fotocópias: Somente a vista na biblioteca.
34- Mesa de Tênis: Somente no interior do refeitório.(exceto na hora do recreio)
35- Os alunos e pais deverão respeitar horário de entrada no início de aula sendo
que: Período da manhã 7h35min. Período da tarde 13h10min. Período noturno 19h.
O abuso excessivo ao não cumprimento do horário de entrada (1ª aula), acarretará
encaminhamento aos órgãos competentes (Conselho Tutelar ou Ministério Público).
36- Não será permitido comemorações inconvenientes e exageradas, bem com o
uso de farinha, ovos, creme dental etc.
37- É proibido namorar no colégio.
39- Não é permitido durante as aulas, comer, tomar refrigerantes (inclusive mascar
chicletes, chupar balas, pirulitos), bem como sair do colégio para comprar lanche,
refrigerante etc.
38- Não é permitido comprar pelo telefone nas panificadoras e pedir para entregar
no colégio.
40- É expressamente proibido trazer parentes ou amigos para o colégio.
41- É terminantemente proibido o uso do celular, MP3, MP4 eletrônicos em geral em
sala de . Em casos de danos ou furtos o colégio não se responsabilizará. Caso o
aparelho venha a ser recolhido, será devolvido somente para os pais ou
responsáveis.
42- É proibido ao aluno ocupar-se no período de aula de atividades contrárias ao
processo pedagógico ou na aula de um professor fazer atividades de outro.
43- É proibido fumar bem como consumir ou manusear qualquer tipo de drogas nas
dependências do estabelecimento de ensino.
44- É direito da turma participar do Pré-conselho de classe que será realizado em
sala de aula ou outra dependência do ambiente escolar.
45- É facultativo a participação do aluno representante da turma no Conselho de
Classe.
Umuarama, 07 de fevereiro de 2.012.
Pedagogo(a) responsável por trabalhar o regimento interno:
_____________________________________Turma: ________________
Assinatura do Pai ou Responsável:________________________________
COLÉGIO ESTADUAL PROFª HILDA T. KAMAL
Ensino Fundamental, Médio e Profissional
REGULAMENTO DOS JOGOS ESCOLARES INTERCLASSES
Art.1º- Os alunos que participarem dos Jogos Escolares Interclasses, são
considerados conhecedores deste Regulamento, com relação às regras e dos atos
administrativos que estão contidos neste regulamento.
Art.2º- São objetivos dos Jogos Escolares Interclasses:
I- promover o desporto educacional através de jogos que envolvam
várias modalidades esportivas, dando oportunidade de participação a um maior
número de alunos, despertando o gosto pela prática dos esportes, com fins
educacionais e formativos;
II- congregar os alunos das várias classes(séries) deste
estabelecimento, propiciando o estímulo recíproco, intercâmbio social, a vivência e
reflexo sobre os aspectos positivos do esporte, contribuindo para situar a escola
como centro cultural desportivo e formativo da comunidade;
III- propiciar a oportunidade para o surgimento de novos talentos
esportivos, sem perder de vista os valores educacionais dos jogos escolares
interclasses.
Art.3ºOs Jogos Escolares Interclasses serão organizados,
administrados e supervisionados pela direção, professores de educação física e
APMF que discutirão os rumos a serem tomadas nestes jogos, objetivando o melhor
desenvolvimento do desporto educacional neste estabelecimento de ensino.
Art. 4º- As inscrições das equipes participantes dos Jogos Escolares
Interclasses far-se-ão através da ficha de inscrição, que será preenchida pelo
responsável da equipe, o qual responderá por quaisquer irregularidades
relacionadas às informações.
Art. 5º- Somente poderão participar dos jogos escolares interclasses os
alunos que estão devidamente matriculados e com frequência mínima de 75% do
total de aulas dadas até a data de início da competição.
Art. 6º- Cada aluno-atleta somente poderá participar ou jogar por uma
única equipe não poderá completar uma outra, a equipe que utilizar um atleta que já
jogou por outra estará automaticamente desclassificada.
Art. 7º- Haverá premiação com medalhas aos integrantes das equipes
campeãs, vice-campeãs e terceiras colocadas.
Art. 8º- Estará, automaticamente, suspenso dos jogos o aluno-atleta que
for expluso(a) por brigas, xingamentos, ou qualquer outra atitude antidesportiva.
Art. 9º- A equipe que desistir, não comparecer para a disputa do jogo,
comparecer fora do prazo (horário), ou sem condições materiais exigidas pelas
regras específicas da modalidade para atuação, será considerado perdedor por W x
0, sendo desclassificado do evento.
Art. 10º- Cada sala, turma ou organização poderá participar dos jogos
escolares interclasses com no máximo duas equipes.
Art. 11º- Deverão se inscrever no máximo 12 jogadores por equipe.
Artº 12- Os casos omissos deste Regulamento serão solucionados pela
direção, professores de educação física e equipe pedagógica, buscando-se soluções
que harmonizem com o sistema legal adotado por este estabelecimento de ensino.
Umuarama, 05 de abril de 2012.
COLÉGIO ESTADUAL PROFª HILDA T. KAMAL
INTERCLASSES – FICHA DE INSCRIÇÃO
MODALIDADE:________________________________________________
ENSINO
FUNDAMENTAL
SEXO
TURNO
ENSINO MÉDIO
6º (
)
(
) MASC.
(
) MATUTINO
1º (
)
7º (
)
(
) FEM.
(
) VESPERTINO
2º (
)
8º(
)
(
) NOTURNO
3º (
)
9º(
)
NOME DA EQUIPE: _____________________________________________________
COORDENADOR DA EQUIPE:_____________________________________________
COLÉGIO ESTADUAL PROFª HILDA T. KAMAL
INTERCLASSES – FICHA DE INSCRIÇÃO
MODALIDADE: _______________________________________________________
ENSINO
FUNDAMENTAL
SEXO
TURNO
ENSINO MÉDIO
6º (
)
(
) MASC.
(
) MATUTINO
1º (
)
7º (
)
(
) FEM.
(
) VESPERTINO
2º (
)
8º (
)
(
) NOTURNO
3º (
)
9º (
)
NOME DA EQUIPE: _____________________________________________________
COORDENADOR DA EQUIPE:_____________________________________________
COLÉGIO ESTADUAL PROFª HILDA T. KAMAL
INTERCLASSES – FICHA DE INSCRIÇÃO
MODALIDADE: _______________________________________________________
ENSINO
FUNDAMENTAL
SEXO
TURNO
ENSINO MÉDIO
6º (
)
(
) MASC.
(
) MATUTINO
1º (
)
7º (
)
(
) FEM.
(
) VESPERTINO
2º (
)
8º (
)
(
) NOTURNO
3º (
)
9º (
)
NOME DA EQUIPE: _____________________________________________________
COORDENADOR DA EQUIPE:_____________________________________________
COLÉGIO ESTADUAL PROFª HILDA T. KAMAL
INTERCLASSES 1º SEMESTRE 2012
FICHA DE INSCRIÇÃO
MODALIDADE:___________________________________________________________
___________
SÉRIE:_________________________
TURMA:____________________________________________
NOME DA
EQUIPE:______________________________________________________________
RELAÇÃO DOS ATLETAS (NOME LEGÍVEL)
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
DATA DO JOGO 14/04/12
COLÉGIO ESTADUAL PROFª HILDA T. KAMAL
INTERCLASSES 1º SEMESTRE 2012
FICHA DE INSCRIÇÃO
MODALIDADE:___________________________________________________________
SÉRIE:_________________________
TURMA:____________________________________________
NOME DA
EQUIPE:______________________________________________________________
RELAÇÃO DOS ATLETAS (NOME LEGÍVEL)
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
DATA DO JOGO 14/04/12
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
Anex o da Re soluçã o N º 4901/2011- GS/SEED
CALENDÁRIO ESCOLAR – 2012
Consi derados c omo di as letivos: semana pedagógi c a (06 di as); formaç ão c ontinuada (02 dias); replanej amento (01 dia);
reuni ão pedagógic a (01 di as) – Delib. 02/02-CEE
D
S
Ja ne iro
T Q
Q
1
2
3
8
9 10
15 16 17
22 23 24
29 30 31
4
11
18
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5
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1 Dia Mundial da Paz
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20 a 22 Carnaval
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1 Dia do Trabalho
6 Paixão
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Se te mbro
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7 Corpus Christi
21 Tiradentes
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Julho
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dias
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07 D ia do F uncionário de Escola
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Novembro
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Dezembro
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7 Independência
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12 N. S. Aparecida
2 Finados
19 Emancipação Política do PR
15 Dia do Professor
15 Proclamação da República
25 Natal
20 Dia Nacional da Consciência Negra
Fé ria s Discente s
Janeiro
31
fevereiro
7
julho
18
dezembro
12
Total
68
Início/Término
Planejamento
Férias
Recesso
Semana Pedagógica
Formação Continuada SEED e NRE
Féria s/Re cesso/Docentes
30
janeiro/férias
15
janeiro/julho/recesso
12
dez/recesso
3
outros recessos
Total
60

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