A Última Oportunidade para o Mundo Uma Nova

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A Última Oportunidade para o Mundo Uma Nova
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A Última Oportunidade para o Mundo Uma
Nova Ordem Mundial está prestes a ser
instituída. Está preparado para ela?
A Última Oportunidade para o Mundo
Uma Nova Ordem Mundial está prestes a ser instituída. Está
preparado para ela?
•
•
•
•
Os EUA e o Papado querem-na
Quando aparecer subjugará o mundo
Prevista há 2000 anos
Como evitar ser sua vítima
“O Papa João Paulo II inaugurou o Ano Novo esta quinta-feira com um apelo renovado
(…) à instituição de uma nova ordem mundial ein.” ”. The Christian Post, 2 de
Janeiro de 2004.
“É uma ideia ambiciosa: uma nova ordem mundial… e só os Estados Unidos têm
simultaneamente estatuto moral e meios para sustentar um tal projecto” Antigo
Presidente George Bush, discurso do Estado da Nação de 29 de Janeiro de 1991.
O nosso mundo irá enfrentar muito em breve (dentro de anos e não de décadas) uma crise global que
prenunciará o seu fim. Por considerarmos que as pessoas, em toda a parte, devem estar preparadas para isso,
estamos a divulgar esta mensagem em muitos países, à custa de grandes despesas e sacrifícios
Para aqueles que se atreverem a continuar a ler,A Última Oportunidade para o Mundo poderá soar absurdo,
senão mesmo irracional, uma vez que, naturalmente, todos temos esperança na instituição de uma paz e
prosperidade à escala global e não numa crise universal que envolva o mundo e acabe com ele.
Tentámos prever a sua reacção e as suas perguntas, pelo que começamos esta viagem ao futuro respondendo a
algumas das suas perguntas, ao mesmo tempo que lhe demonstramos o porquê de afirmarmos que este mundo
ainda está a tempo de aproveitar a sua última oportunidade
A Bíblia como Guia
1. Quem são os responsáveis por este artigo?
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Fazemos parte de um pequeno grupo de pessoas espalhadas pelo mundo que assumem a Bíblia como sendo a
única Lei. Após termos dedicado muito tempo ao seu estudo (principalmente ao dos capítulos que dizem
respeito ao nosso futuro), chegámos à conclusão de que deveríamos partilhar consigo aquilo que aprendemos.
Este conhecimento é de uma importância tal que estamos dispostos a aguentar dificuldades e sacrifícios (até
mesmo o das nossas próprias vidas) para o fazermos chegar até si. Existem forças poderosas a trabalhar
arduamente para silenciar estas informações.
2. Porque levamos a Bíblia tão a sério?
Inicialmente, não levávamos a Bíblia tão a sério. Mas, a dada altura, ficamos atónitos ao descobrirmos o quão
exacta ela é. Tão exacta que até mesmo previsões feitas centenas de anos antes aconteceram exactamente no dia
previsto. Perante isto, fomos obrigados a concluir que existe um Deus omnisciente por detrás da Bíblia, que não
está preso a limites de tempo e sabe como será o fim logo desde a altura da Criação.
Aprendemos também que o nosso Criador nos ama a tal ponto que nos preparou um lugar no Céu. No entanto,
uma vez que estamos infectados pela doença do pecado (e por isso, neste momento, não estamos em condições
de viver com Deus no Céu), o nosso Pai Criador preparou-nos uma cura para essa doença.
Não teríamos levado a Bíblia tão a sério se Deus não tivesse demonstrado ter um controlo e um conhecimento
do futuro de tal maneira completos. Esse controlo é revelado de forma mais evidente em dois livros: o Livro do
Profeta Daniel, no Antigo Testamento, e o Apocalipse, no Novo Testamento.
Profecias Bíblicas Cumpridas
3. Dêem-me um exemplo de uma previsão bíblica que se tenha cumprido.
No Livro de Daniel, no capítulo 2, Deus revelou em sonhos ao rei da Babilónia que, a partir de então e até ao
fim dos tempos, o mundo iria testemunhar o aparecimento de apenas quatro impérios à escala mundial. E a
História provou que aquilo que Deus predestinou foi o que realmente veio a acontecer. Esses quatro impérios
foram o da Babilónia (605 AC-538 AC), o da Medo-Pérsia (538 AC-331 AC), o da Grécia (331 AC-168 AC)
e o de Roma (168 AC-476 DC). Revelou também que Roma seria dividida em dez territórios e que durante o
tempo desses dez territórios o fim chegaria. Ora a História mostrou-nos a exactidão das palavras de Deus: em
476 DC, Roma foi dividida em dez nações que estiveram na base da Europa actual.
Além disso, Deus revelou as características próprias de cada império, nomeadamente o modo como cada um
deles iria ascender e depois cair, bem como as características de cada governo. Ver Daniel 7 e 8. Foram
fornecidos pormenores suficientes para que uma pessoa que faça um breve estudo da História e da Bíblia não
possa chegar a outra conclusão que não seja a de que existe um Deus que está no Céu e que preside aos destinos
do nosso mundo.
4. Qual é a finalidade das profecias bíblicas?
A finalidade das profecias é avisar-nos contra futuras crises. Por exemplo, Deus avisou Noé do Dilúvio,
advertiu Abraão e Lot da destruição das cidades de Sodoma e Gomorra e falou a Moisés das pragas do Egipto.
E todos eles tiveram de obedecer a esses avisos com fé. Esses acontecimentos foram registados para nos
demonstrar que tudo aquilo que Deus prognosticou aconteceu exactamente da forma que Ele disse que
aconteceria. Daí não nos podermos dar ao luxo de ignorar as Suas profecias ainda não cumpridas, dado que
estas servem para nos avisar de que, se Lhe obedecermos, Ele proteger-nos-á quando os tempos difíceis
chegarem.
Assim, as profecias da Bíblia têm uma dupla finalidade: por um lado, deixar bem claro nas nossas mentes que
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Deus existe e que comanda todos os acontecimentos com que o Mundo se depara e, por outro, avisar-nos das
situações de perigo.
Um Aviso Extremamente Assustador e Sério
5. Existe na Bíblia um aviso profético ainda por cumprir?
Sim. Com efeito, a mais séria de todas as profecias bíblicas ainda está por cumprir. E, actualmente, não há nada
mais importante para nós do que compreendermos esta profecia, porque os acontecimentos estão a ocorrer numa
rápida sucessão, indicando o seu iminente cumprimento.
6. Partilhe comigo a profecia mais grave, que está prestes a ser cumprida.
"Um terceiro anjo seguiu-os, dizendo em alta voz: Se alguém adorar a besta e a sua imagem, e aceitar o seu
sinal na fronte ou na mão, há de beber também o vinho da cólera divina, o vinho puro deitado no cálice da sua
ira. Será atormentado pelo fogo e pelo enxofre diante dos seus santos anjos e do Cordeiro. A fumaça do seu
tormento subirá pelos séculos dos séculos. Não terão descanso algum, dia e noite, esses que adoram a besta e a
sua imagem, e todo aquele que acaso tenha recebido o sinal do seu nome. Eis o momento para apelar para a
paciência dos santos, dos fiéis, aos mandamentos de Deus e à fé em Jesus.
" Apocalipse 14: 9-12.
Este aviso assustador fala-nos de dois grupos de pessoas: o primeiro é avisado para não adorar a besta e a sua
imagem, prática que levará os seus elementos a receberem a sua marca; o segundo é visto de um modo positivo,
como sendo composto por pessoas que cumprem os Mandamentos de Deus. Além disso, a descrição da segunda
vinda de Cristo enquadra-se na sequência directa deste aviso. Sabemos assim que este é o último aviso antes da
segunda vinda de Cristo.
7. Como posso evitar adorar a besta e a sua imagem e receber a sua marca?
Boa pergunta. Para que possamos responder-lhe é necessário que identifiquemos o que são a besta, a imagem
da besta e a marca da besta. É lógico supor que Deus não nos avisaria de uma entidade de tal maneira
perigosa sem nos ajudar a identificá-la de uma forma concludente. O Deus que nos ama jamais nos sujeitaria a
jogos de adivinhas quando é o nosso destino para toda a Eternidade que está em jogo. Não é pois de surpreender
que encontremos uma descrição da besta e da respectiva imagem no capítulo anterior, sendo-nos dadas muitas
chaves para descobrir a sua identidade.
Identificar a Besta
8. Como é que a Bíblia descreve a Besta?
"1 Vi, então, levantar-se do mar uma besta que tinha dez chifres e sete cabeças; sobre os chifres, dez diademas;
e nas suas cabeças, nomes blasfematórios. 2 A besta que eu vi era semelhante a uma pantera: os pés como de
urso, e as fauces como de leão. Deu-lhe o Dragão o seu poder, o seu trono e grande autoridade. 3 Uma das suas
cabeças estava como que ferida de morte, mas essa ferida de morte fora curada. E todos, pasmados de
admiração, seguiram a besta, 4 e prostraram-se diante do Dragão, porque dera seu prestígio à besta, e
prostraram-se igualmente diante da besta, dizendo: Quem é semelhante à besta e quem poderá lutar com ela? 5
Foi-lhe dada a faculdade de proferir arrogâncias e blasfémias, e foi-lhe dado o poder de agir por quarenta e dois
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meses. 6 Abriu, pois, a boca em blasfémias contra Deus, para blasfemar o seu nome, o seu tabernáculo e os
habitantes do céu. 7 Foi-lhe dado, também, fazer guerra aos santos e vencê-los. Recebeu autoridade sobre cada
tribo, povo, língua e nação, 8 e hão de adorá-la todos os habitantes da terra, cujos nomes não estão escritos
desde a origem do mundo no livro da vida do Cordeiro imolado. 16 Conseguiu que todos, pequenos e grandes,
ricos e pobres, livres e escravos, tivessem um sinal na mão direita ou na fronte, 17 e que ninguém pudesse
comprar ou vender, se não fosse marcado com o nome da besta, ou o número do seu nome. 18 Eis aqui a
sabedoria! Quem tiver inteligência, calcule o número da besta, porque é número de um homem, e esse número é
seiscentos e sessenta e seis." Apocalipse 13: 1-8, 16-18.
9. A passagem acima está cheia de símbolos. Como poderei compreendê-la?
Temos de deixar que seja a Bíblia a interpretar os seus próprios símbolos. Era de esperar que Deus, para nosso
benefício, revelasse na Bíblia o significado deles. Por isso, aquilo de que necessitamos é de algumas diligências
de estudo para nela encontrarmos a sua interpretação. Através desse método, evitaremos todas as conjecturas e
especulações.
Na realidade, a Bíblia condena as conjecturas e especulações humanas porque "nenhuma profecia (…) é de
particular interpretação" 2 Pedro 1:20. A Bíblia define os seus próprios símbolos. Por exemplo, o livro do
Apocalipse contém 404 versículos. E, desses 404, 278 podem ser encontrados quase à letra noutros livros da
Bíblia, mas em contextos em que o seu significado é explicado.
Por isso, incentivamo-lo a fazer como os crentes de Bereia (ver Actos 17:10, 11) e testar todos os ensinamentos
à luz das Escrituras. Com efeito, quem estudar a Bíblia com devoção, desejando saber a verdade para melhor
lhe poder obedecer, entenderá as Escrituras: “Se alguém quiser fazer a vontade Dele, pela mesma doutrina
conhecerá se ela é de Deus, ou se falo por mim mesmo.” João 7:17.
10. Que símbolos necessitamos de descodificar para identificarmos a besta e a sua marca?
Existem muitos símbolos relativos à besta: no entanto, bastar-nos-ão apenas os suficientes para que a possamos
identificar. E esses símbolos são: “besta”, “dragão”, “quarenta e dois meses” e “blasfémia”.
Besta: Nas profecias bíblicas, uma besta, ou animal, simboliza um rei ou um reino. “Estes quatro animais, que
são quatro, são quatro reis (…) o quarto animal será o quarto reino (…)” Daniel 7:17, 23. No que diz respeito
à besta, não estamos perante um único reino, pois trata-se não só de um poder espiritual mas também religioso,
porque as pessoas “prostraram-se igualmente diante da besta” Apoc. 13:4.
Dragão: Segundo a Bíblia, Dragão é outro nome para Satanás, o pai da mentira e dos enganos, “o grande
dragão (…) chamado o Diabo, e Satanás, que a todos engana.” Isto deverá significar que, quando Satanás der
“o seu poder, o seu trono, e grande autoridade” à besta, poderemos contar que esta se comporte da mesma forma
enganadora e maléfica que Satanás. Assim, encontraremos uma grande dose de falsidade em tudo o que forem
actos da besta. Apoc. 12:9; 13:2
Mar: Nas profecias bíblicas, o mar é um símbolo de uma grande multidão de gente diferente. “(…) As águas
(…) são povos, e multidões, e nações, e línguas” Apoc. 17:15. Ora, segundo nos é dito, este reino ou força
particular ergueu-se do mar, o que significa que é proveniente de um local do Mundo densamente povoado com
pessoas de diferentes nacionalidades.
Quarenta e dois meses: Este período é equivalente a três anos e meio (42 dividido por 12 meses). E a Bíblia foi
escrita com base no calendário judeu, segundo o qual cada ano tem 360 dias (30 por cada mês). Por isso, três
anos e meio e quarenta e dois meses equivalem a 1260 dias. A razão pela qual estamos a converter os meses no
seu equivalente em dias deve-se ao facto de Deus, nas profecias de tempo, fazer muitas vezes corresponder um
dia a um ano: “…quarenta dias, cada dia representando um ano, levareis sobre vós as vossas iniquidades
quarenta anos (...)” “um dia te dei por cada ano” Números 14:34; Ezequiel 4:6.
Por isso, os quarenta e dois meses proféticos implicam um período de 1260 anos, durante os quais a besta
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recebeu “faculdade de proferir arrogâncias e blasfémias” e foi-lhe permitido “fazer guerra aos santos e vencêlos; recebeu autoridade sobre cada tribo, povo, língua e nação” Apoc. 13:5, 7. Significa isto que, durante este
período, a besta poderá blasfemar, perseguir cristãos e gozar de grande autoridade.
Blasfémia: Na Bíblia, a blasfémia é definida de duas maneiras. A primeira é quando uma pessoa proclama ser
Deus ou seu representante. “Não te apedrejamos por alguma obra boa, mas pela blasfémia; porque, sendo tu
homem, te fazes Deus a ti mesmo” João 10:33.Assim, a besta, essa potência e reino político-religioso, tem
blasfemado contra Deus ao fingir estar no lugar de Deus na Terra. A segunda maneira é conceder absolvições
(reclamando ter poder para perdoar os pecados dos outros). “Porque diz este homem assim blasfémias? Quem
pode perdoar pecados senão Deus?” Marcos 2:7.
A besta, essa potência e reino político-religioso, tem blasfemado contra Deus não só ao assumir o seu lugar na
Terra mas também reclamando para si a capacidade para proceder a absolvições. Não é pois de surpreender que
a besta tenha “nomes blasfematórios” e pronuncie “blasfémias contra Deus, para blasfemar o seu nome”; isto
deve-se ao facto de a besta reclamar para si poderes que são prerrogativa unicamente de Deus. Apoc. 13:1, 6.
Nove Marcas Importantes
Depois de deixarmos a Bíblia revelar o significado dos seus próprios símbolos, podemos agora debruçar-nos
sobre as nove principais marcas de identificação da besta, para determinarmos qual a potência que,
historicamente, se encaixa nesta descrição. Mas estes não são os únicos meios de identificação: existem muitos
mais na Bíblia. Esperamos que a compilação de marcas de identificação que se segue leve os leitores a procurar
mais marcas ainda.
1. A besta é uma potência que combina o poder religioso e o poder político em simultâneo, “prostraram-se (...)
diante da besta” Apoc. 13:4.
2. A besta instalou-se no poder numa zona do mundo densamente povoada, “vi, então, levantar-se do mar uma
besta” Apoc. 13:1.
3. A besta obteve o seu poder e autoridade de Satanás, pelo que é lícito supormos que seja uma entidade cuja
história esteja cheia de falsidades,“deu-lhe [à besta] o dragão o seu poder, e o seu trono, e grande autoridade”
Apoc. 13:2.
4. A besta reinou cruelmente, com absoluta hegemonia (domínio) durante 1260 anos. Este período deverá ter
um ponto de partida claramente definido e terminar com uma “ferida mortal”: “e foi-lhe dado o poder de agir
por quarenta e dois meses.” “Uma das suas cabeças estava como que ferida de morte.” “Foi-lhe dado, também,
fazer guerra aos santos e vencê-los. Recebeu autoridade sobre cada povo, tribo, língua e nação” Apoc. 13:5, 3,
7.
5. A besta perseguiu os cristãos ao longo de 1260 anos. “E foi-lhe dado, também, fazer guerra aos santos, e
vencê-los” Apoc. 13:7.
6. A besta irá recuperar totalmente da sua “ferida de morte” e o mundo ficará maravilhado com isso: “Uma das
suas cabeças estava como que ferida de morte, mas essa ferida de morte for a curada. E todos, pasmados de
admiração, seguiram a besta” Apoc. 13:3.
7. A besta tem a si associado um misterioso 666 que identifica o centro do seu poder e o seu nome, “Quem tiver
inteligência, calcule o número da besta, porque é número de um homem, e esse número é seiscentos e sessenta e
seis.” Apoc. 13:18.
8. A besta blasfema afirmando ser Deus e concedendo absolvições (poder para perdoar os pecados dos outros).
9. A besta fez outras reivindicações blasfemas, chamando a si acções que são prerrogativa exclusiva de Deus.
“Foi-lhe dada a faculdade de proferir arrogâncias e blasfémias, e foi-lhe dado o poder de agir por quarenta e
dois meses” Apoc. 13:5.
Caro leitor, qual a potência historicamente conhecida na qual todas estas marcas se encaixam? Para uma
pessoa honesta com a sua consciência, só há uma resposta: A Igreja Católica Apostólica Romana. A Igreja
Católica Romana é a besta contra a qual Deus, no Seu amor, nos alerta. Não é finalidade deste artigo atacar os
católicos apostólicos romanos, mas sim revelar a verdade sobre o sistema católico. Ninguém deverá ficar
ofendido, mas antes sentir-se incentivado a procurar os factos e uma confirmação.
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11. Por favor confirme esta conclusão com provas e factos históricos.
Verifiquemos todos estes pontos, para vermos como a História aponta exclusivamente para a Igreja Católica
Romana.
1. A Igreja Católica Romana combina o poder religioso com o poder político:
São João viu esta união numa visão profética relativa ao quarto e último reino do mundo e descreveu-a como
“uma mulher sentada sobre uma besta de cor escarlate” Apoc. 17:3.
Na Bíblia, a mulher é um dos símbolos de uma igreja, “como a mulher se aparta aleivosamente do seu marido,
assim aleivosamente te houveste comigo, oh casa de Israel, diz o Senhor.” “porque vos tenho preparado para
vos apresentar como uma virgem pura a um marido, a saber, a Cristo” Jeremias 3:20; 2 Coríntios 11:2.
Acresce que, no estudo das profecias é unanimemente reconhecido que um animal representa uma nação.
Mesmo no mundo de hoje, os países são simbolizados por animais: os EUA surgem associados a uma águia, a
Rússia a um urso e a China a um dragão.
Há muitos anos, Deus revelou a Daniel todos os impérios do mundo até ao fim dos tempos. Numa visão, este
viu o último animal como sendo “diferente de todos os outros” Daniel 7:19. Mas diferente como? Segundo o
Apocalipse (17:3), tal como já vimos, esse animal (país) terá uma mulher (igreja) a presidir aos seus destinos.
Nos nossos dias, haverá uma igreja e um estado trabalhando em conjunto como uma só potência globalmente
reconhecida? A única instituição do mundo que até hoje conseguiu atingir esse estatuto foi a Igreja Católica
Romana.
O Papa católico romano é o líder religioso absoluto de mais de mil milhões de fiéis de todo o Mundo.
"O Romano Pontífice, como sucessor de Pedro, é a fonte e a pedra basilar da união tanto dos bispos como de
todos os fiéis". Concílio Vaticano II (1962-65)
"Todos os clérigos devem obedecer ao Papa, mesmo que ele ordene o que está errado, porque nenhum ser
humano pode julgar o Papa." Papa Inocêncio III (1198-1216)
Simultaneamente, o Papa é o rei do estado independente da Cidade do Vaticano. O Vaticano constitui um minipaís soberano e distinto dentro de Itália. Assim, o Papado é a única potência que combina o poder religioso com
o poder político.
2. A Igreja Católica Romana ascendeu ao poder numa região do Mundo com grande densidade populacional:
Este aspecto remete-nos claramente para a Igreja Católica Romana, que surgiu entre as várias potências e
nações da Europa.
3. A história da Igreja Católica Romana está cheia de falsidades:
Os católicos mais informados confirmam prontamente que as falsificações são parte integrante do modo de vida
dos Papas. Hans Kung, padre e teólogo católico que foi consultor durante o Concílio Vaticano Segundo (19621965), afirmou que, logo no século V, os papas “expandiram decisivamente o seu poder recorrendo a
falsificações explícitas.” The Catholic Church: A Short History (traduzido para inglês por John Bowden), p. 61
Um dos exemplos mais conhecidos é o da Doação de Constantino, datada de 30 de Março de 315 DC, que a
igreja Católica Romana falsificou de modo a expandir o seu poder e autoridade. Através deste documento falso,
o Papa Estêvão III (no século VIII) convenceu Pepino, rei dos francos, de que os territórios dos lombardos
tinham sido doados por Constantino à Igreja Católica Romana. Isto levou Pepino a entrar em guerra com os
lombardos e a usurpar as cidades destes, que entregou ao Papa. Em 1440, provou-se que este documento fora
forjado por um adjunto do Papa chamado Lorenzo Valla. No entanto, pontificado após pontificado, nenhum
Papa até hoje admitiu ou confessou a falsificação. Ainda hoje existe uma inscrição no baptistério de São João de
Laterão, em Roma, que perpetua este documento falsificado. O Papa apela à instituição de uma nova ordem
mundial:
“CIDADE DO VATICANO (AP) – O Papa João Paulo II inaugurou o Ano Novo esta quinta-feira com um
apelo renovado (…) à instituição de uma nova ordem mundial baseada no respeito pela dignidade humana e
na igualdade entre as Nações.” Quinta-feira, 1 de Janeiro de 2004. Colocada: 9:21 AM EST (14:21 TMG)
“A característica principal de todo o sistema do Anticristo (a Nova Ordem Mundial) é a fraude evidente. Com
efeito, os autores ao serviço da Nova Ordem Mundial gabam-se das falsidades a que planeiam recorrer, pois
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acreditam arrogantemente que a grande maioria da população mundial é demasiado imbecil e preguiçosa para
saber o que é melhor para si. Apenas os Planificadores da Nova Ordem Mundial sabem aquilo que é melhor
para o Mundo, e decidiram que apenas conseguirão alcançar os seus objectivos através do engano deliberado
das pobres massas.” Bill Cooper, "Behold A Pale Horse” p.49
4. A Igreja Católica Romana reinou cruelmente ao longo de 1260 anos, com domínio absoluto sobre outras
nações. Esse período tem um ponto de partida bem definido e uma “ferida mortal” no seu final:
A Igreja Católica Romana recebeu a sua ferida mortal em 1798 quando o Papa Pio VI foi feito prisioneiro em
França por ordem de Napoleão.
“Em 1798, o General Berthier fez a sua entrada em Roma, aboliu o governo papal e estabeleceu um governo
secular.” Encyclopedia Britannica, edição de 1941.
Uma vez aceite o ano de 1798 como sendo o final da profecia, se recuarmos 1260 anos teremos o ano de 538
DC como data do seu início. Para que esta marca de identificação se aplique ao Papado algo de importante
deverá então ter acontecido nesse ano, assinalando assim o início do período de 1260 anos.
Os dados históricos revelam-nos que, em 533 DC, o imperador romano Justiniano reconheceu a supremacia
eclesiástica do Papa como “chefe” de todas as igrejas, tanto no Ocidente como no Oriente do império romano.
No entanto, foi só em 538 DC que o Papado se viu efectivamente livre do seu último opositor: os ostrogodos,
que professavam o cristianismo ariano e que então reinavam em Itália. Só nessa altura pôde o Papa aparecer
como figura dominante do Ocidente. Assim, em 538 DC, o palco ficou montado para uma ascensão gradual
mas segura do papado.
“Vigílio (...) ascendeu ao trono papal (538 D.C.) sob a protecção militar de Belisário.” História da Igreja
Católica, Vol. 3, p. 327
Conforme o Papado foi aumentando o seu poder, subjugou não só os seus seguidores mas também os
governantes e monarcas da Europa. Para esse fim, os Papas emitiram várias bulas, que salientavam claramente a
sua autoridade sobre os reis europeus:
“É ofício do Papado ter debaixo dos seus pés reis e imperadores.” J.H. Ignaz Dollinger, The Pope and the
Council, (London), p. 35
“Temei, por isso, a nossa ira e os raios da nossa vingança. Porque Jesus Cristo nomeou-nos [aos Papas] pela sua
própria boca juízes absolutos de todos os homens; e até os próprios reis estão submetidos à nossa autoridade.”
Papa Nicolau I (858-867 DC)
Na bula papal de Gregório XI, datada de 1372 DC e intitulada In Coena Domini, o seu autor proclamou o
domínio do Papa sobre todo o Mundo Cristão, secular e religioso, excomungando todos aqueles que não
tivessem obedecido aos Papas e não lhes tivessem pago os respectivos impostos. Esta bula papal viria depois a
ser confirmada por vários dos seus seguidores e, em 1568 DC, Pio V declarou que esse princípio deveria
permanecer como uma lei eterna.
Uma demonstração prática da atitude assumida pela Igreja Católica Romana na sequência dessa proclamação
foi a forma como o Papa Gregório VII tratou Henrique IV, Imperador da Alemanha, em 1077 DC: quando o rei
aparentou desrespeitar a autoridade do Papa, este excomungou-o e destronou-o. Henrique decidiu então
fazer as pazes com Roma e atravessou os Alpes em pleno Inverno, para se humilhar. Quando chegou ao castelo
do Papa, foi obrigado a esperar no pátio exterior por uma autorização para o ver, ficando ali descalço e sem
agasalho, vestido com roupas miseráveis. Foi então obrigado a jejuar e a confessar-se durante três dias para que
o Papa o perdoasse.
Actualmente, o Papado continua a manter esta afirmação de supremacia sobre os líderes de todo o Mundo:
“A Sé Suprema [o Papado de Roma] não é julgada por ninguém. É direito do Pontífice Romano julgar sozinho
(…) aqueles que detêm o cargo civil mais elevado de cada estado (…) Não existe nem apelo nem recurso de
uma decisão ou decreto do Pontífice Romano.” The Code of Canon Law (Paulist Press, 1985), pp. 951, 271
5. A Igreja Católica Romana perseguiu os cristãos durante o período de 1260 anos:
Durante este período da História (também conhecido por Idade Média), a Igreja Católica Romana exerceu um
fortíssimo domínio sobre a Europa, e todos os cidadãos eram obrigados a ser católicos romanos. Tudo o que não
fosse submissão total ao Papa era punível com a tortura e a morte. Isto levou o sistema católico romano a
tornar-se numa das religiões mais persecutórias que o mundo já conheceu, nas palavras do autor Peter de Rosa
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(Vicars of Christ: the Dark Side of the papacy, p. 180).
“A História regista o martírio de mais de cem milhões de pessoas por professarem uma fé contrária à da
Igreja de Roma.” Brief Bible Studies, p. 16
“Devemos classificar a Inquisição (…) como uma das manchas mais negras da História da Humanidade.”
Will Durant, The Story of Civilization, vol. 4, p. 78
“Nenhum protestante com bons conhecimentos de História questionará que a Igreja de Roma já derramou
mais sangue do que qualquer outra instituição que alguma vez tenha existido entre os homens. É impossível
fazer uma ideia completa de todas as suas inúmeras vítimas, sendo indubitavelmente certo que nenhum poder da
imaginação conseguirá compreender adequadamente aquilo que foi o seu sofrimento.” W. E. H. Leeky, History
of the Rise and Influence of the Spirit of Rationalism in Europe, Vol. 2:32, edição de 1910
Na Enciclopédia Católica, Vol. 12, página 266, o leitor encontrará um longo artigo descrevendo a autoridade da
Igreja Católica Romana para punir os “heréticos”, cujo único crime foi serem cristãos fiéis aos seus princípios
de acreditarem na Bíblia.
6. A Igreja Católica Romana recuperará totalmente da sua “ferida mortal” e todo o mundo ficará maravilhado
com isso:
Quando o Papa Pio VI morreu em cativeiro em França, em 1799, o mundo imaginou que aquele seria o fim da
Igreja Católica Romana. No entanto, Deus tinha-nos dito cerca de 2000 anos antes que a besta iria recuperar da
sua ferida mortal. Eis a forma como o New York Times relatou a cura da besta, isto é, do Papado:
“FERIDA MORTAL CURADA: Roma, 7 de Junho.—Desde as 11 horas desta manhã que existe mais um
Estado soberano e independente no Mundo. A essa hora, o primeiro-ministro Mussolini (…) trocou com o
Cardeal Gasparri (Secretário de Estado papal), representante do Papa Pio XI, ratificações dos tratados assinados
no Palácio de Laterão, no dia 11 de Fevereiro. Através desse acto simples, nasceu o Estado soberano e
independente da Cidade do Vaticano.” New York Times, 7 de Julho de 1929
O San Francisco Chronicle relatou a “recuperação” do papado do seguinte modo:
“Mussolini e Gaspari (Cardeal) Assinam Pacto Histórico (…) Curada Ferida de Muitos Anos.” The San
Francisco Chronicle, 7 de Julho de 1929
Será que o mundo de hoje se “maravilha” com o Papado, tal como a Bíblia previu?
“A melhor forma de honrar o Papa João Paulo II, verdadeiramente um dos grandes homens, é levar a sério os
seus ensinamentos. É ouvir as suas palavras e colocar as suas palavras e ensinamentos em prática aqui na
América. É um desafio que devemos aceitar.” Presidente George W. Bush, 21 de Março de 2001
“O Papa João Paulo II é um dos maiores líderes morais e espirituais do nosso século.” Billy Graham,
Saturday Evening Post, Janeiro-Fevereiro de 1980
“Admiro tremendamente o Papa João XXIII. Sinto que trouxe ao Mundo uma nova era”. Billy Graham,
Chicago Tribune, 8 de Junho de 1963
“ Papa João Paulo II celebra uma missa campal em espanhol para mais de um milhão de pessoas na Cidade do
México.” The New York Times, 25 de Janeiro de 1999
“Na quarta-feira à noite, enquanto o Santo Padre caminhava com o Vice-Presidente Gore pela pista (…) para
embarcar no "Shepherd I"e regressar a Roma, as pessoas choravam, acenavam com lenços e gritavam "João
Paulo II, nós amamos-te!"...Foi uma visita breve, mas muito poderosa e comovente, do Papa a St. Louis.” 28
de Janeiro de 1999 (EWTNews)
“Não há dúvidas de que Paulo VI, João XXIII e João Paulo II serão recordados como os três grandes Papas da
Paz, pioneiros de uma importante transição da Igreja Católica para a Nova Era.” Robert Muller, antigo
Secretario-Geral Adujunto da O.N.U.
7. A Igreja Católica Romana tem o misterioso número 666:
O título oficial do Papa é “Vicarius Filii Dei”, o que traduzido significa, “Representante do Filho de Deus”.
Para o confirmar, veja-se o jornal católico Our Sunday Visitor de 18 de Abril de 1915: “As letras gravadas na
Mitra Papal dizem: ‘Vicarius Filii Dei’”. Dado que em latim algumas letras possuem valores numéricos, basta
somá-las para chegarmos a 666.
8. A Igreja Católica Romana blasfema afirmando ser Deus e concedendo absolvições:
“Detemos na Terra o lugar de Deus Todo-Poderoso.” Papa Leão XIII, numa Encíclica datada de 20 de Junho
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de 1894
“O Papa não só é o único representante de Jesus Cristo, como é também o próprio Jesus Cristo, escondido sob
um véu de carne.” The Catholic National, Julho de 1895
“Mas o professor supremo da Igreja é o Pontífice Romano (…) [que] exige (…) total submissão e obediência
de vontade (…), tanta quanto ao próprio Deus.” Papa Leão XIII, the Great Encyclical Letters, p. 193
“Parece que o Papa João Paulo II preside actualmente à Igreja universal a partir do seu lugar na cruz de
Cristo.” De um artigo intitulado “Bispo de Auckland Afirma que o Papa Preside a Partir da Cruz”,
AUCKLAND, Nova Zelândia, 20 de Setembro de 2004, Zenit.org
“Na realidade, não estaremos a ir demasiado longe ao afirmarmos que, tendo em conta o carácter sublime do
seu ofício, os padres são como deuses.” Papa Inocêncio III
A Igreja Católica Romana criou um vasto “mercado” na terra para um tipo de mercadoria exclusivo, o qual não
tem concorrência mas tem uma procura inesgotável: afirmou ter o direito de vender a graça de Deus, o Seu acto
livre de perdoar, aos pecadores. Até hoje, esta potência blasfema mantém o poder de perdoar pecados.
“Esta autoridade judicial incluirá inclusivamente o poder para perdoar os pecados.” Enciclopédia Católica,
Vol. 12, -artigo “Papa”, p. 265
“E o próprio Deus está obrigado a aceitar o julgamento dos seus sacerdotes e a perdoar ou não perdoar,
conforme neguem conceder a absolvição, desde que o penitente seja susceptível de a receber.” Dignity and
Duties of the Priest, p. 27, New York: Benziger Brothers, Printers to the Holy Apostolic See, 1888
9 A Igreja Católica Romana fez outras afirmações blasfemas ao chamar a si a prática de acções que deveriam
pertencer exclusivamente a Deus:
Eis alguns exemplos das afirmações e ensinamentos blasfemos da Igreja Católica Romana:
“ O sacerdote tem o poder das chaves, ou o poder de evitar que os pecadores vão para o Inferno, de os tornar
merecedores do Paraíso e de os converter de servos de Satanás em filhos de Deus. E o próprio Deus está
obrigado a aceitar o julgamento dos seus sacerdotes (...) O Mestre Soberano do universo apenas segue o seu
servidor confirmando no Céu tudo aquilo que este último decidir na Terra” Liguori, “Duties and Dignities of
the Priest”, pp. 27, 28
“Assim, um sacerdote pode, de certo modo, ser chamado o criador do seu Criador, uma vez que, ao proferir
as palavras da Consagração, está a criar, por assim dizer, Jesus no Sacramento, dado que lhe está a conferir uma
existência sacramental e a criá-lo como vítima a ser sacrificada ao Pai Eterno (…). O poder do sacerdote é o
poder da pessoa divina, dado que a Transubstanciação do Pão exige tanto poder como a Criação do Mundo.”
São Bernadino de Siena
“Os sacerdotes são os salvadores do Mundo.” São Jerónimo
Quanto às acções blasfemas, a Igreja Católica Romana já cometeu a mais grave de todas as blasfémias: alterou a
própria Lei de Deus, ou seja, os Dez Mandamentos. Atreveu-se a cancelar o Segundo Mandamento na sua
totalidade, pois este condenava as suas práticas e rituais. E, pior ainda, mudou o dia da adoração, de que nos
fala o Quarto Mandamento, de sábado para domingo. E isso foi feito mesmo apesar de Deus ter dado a Adão
uma ordem perpétua aquando da criação e nos ter confirmado: “Não quebrarei a minha aliança, não alterarei o
que saiu dos meus lábios” Salmos 89:34.
Os Dez Mandamentos são a única parte da Bíblia que foi proferida pela voz de Deus na presença de uma
congregação de fiéis. E, para se certificar de que Moisés não se enganaria numa única letra, Deus escreveu-os
com o Seu próprio dedo e entregou-lhos. “Estas palavras [Os Dez Mandamentos] proferiu o Senhor para toda a
congregação (…) e nada acrescentou. E escreveu-as em duas tábuas de pedra (…)” Deuterónimo 5:22.
Jesus Cristo reforçou mais ainda a imutabilidade dos Dez Mandamentos quando disse: “Mais facilmente,
porém, passará o céu e a terra do que se perderá uma só letra da Lei” Lucas 16:17. O sol a brilhar no céu e a
terra sólida sobre a qual vivemos são testemunhos de Deus de que a Sua Lei é imutável e eterna. E, embora eles
possam desaparecer, os preceitos divinos permanecerão. Cristo confirmou além disso: “Não julgueis que vim
abolir a lei ou os profetas. Não vim para os abolir mas sim para levá-los à perfeição. Pois em verdade vos digo:
passará o céu e a terra, antes que desapareça um jota, um traço da Lei”Mateus 5:17, 18.
A Igreja Católica não se envergonha de ter alterado o dia da adoração. Na realidade, até se orgulha disso,
encarando essa acção como a “marca” da sua autoridade e superioridade sobre as outras igrejas e religiões.
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“O Sábado, o dia mais conhecido da Lei, foi mudado para o Dia do Senhor. Este e outros dias foram alterados
não devido a instruções recebidas de Cristo (porque ele próprio afirma “não vim para os abolir mas sim para
levá-los à perfeição”), mas à autoridade da Igreja.” Arcebispo de Rheggio, Sermão de 18-01-1562, Mansi
XXIII, p. 526
“O domingo é uma instituição católica, e a afirmação da sua sacralidade só pode ser defendida à luz da
autoridade católica (...). Nas Sagradas Escrituras, desde o princípio até ao fim, não encontramos um único
texto que justifique a transferência do dia de adoração semanal de toda a comunidade do último para o
primeiro dia da semana.” Catholic Press, Sidney, 25-08-1900
“Em parte alguma da Bíblia se afirma que o culto deveria ser mudado de sábado para domingo. O facto é que a
Igreja já existia há vários séculos quando a primeira Bíblia foi dada ao Mundo. Foi a Igreja que fez a Bíblia e
não a Bíblia que fez a Igreja.” Things Catholics Are Asked About, de Martin J. Scott, Ed. 1927, p. 136
“Celebramos o Domingo em vez do Sábado porque a Igreja Católica transferiu a sacralidade do Sábado para o
Domingo no Concílio de Laodiceia no ano de 364 DC.” The Converts Catechism of Catholic Doctrine, from P.
Geiermann, the work of Pope Pius X, a 25-01-1910
Segundo a Igreja Católica Romana, o “Domingo” é a sua marca de autoridade distinta e distinguida.
“O domingo é a nossa marca de autoridade. A Igreja está acima da Bíblia e esta transferência do Sábado
comprova-o.” The Catholic Record, London, Ontário, 1 de Setembro de 1923
“A observância do domingo por parte dos protestantes é uma vassalagem que prestam, apesar de si
próprios, à autoridade da Igreja (Católica),” Plain Talk About the Protestantism of Today, pelo Monsenhor
Segur, p. 213
“Mas a mente protestante não parece compreender que, ao (...) observar o domingo (...) está a aceitar a
autoridade daquele que fala em nome da Igreja, ou seja, do Papa.”Our Sunday Visitor, Catholic Weekly, 5 de
Fevereiro de 1950
“Evidentemente, a Igreja Católica afirma que a alteração foi um acto seu (uma marca do seu poder e
autoridade eclesiásticos em questões religiosas.” Ofício do Cardeal Gibbons, através do Chanceler C. F.
Thomas, 11 de Novembro de 1895
Com base num elevado número de provas, podemos decididamente concluir que as bestas a que se refere o
Apocalipse (13 e 14) são a Igreja Católica Romana, e que a sua marca (a marca da besta) é a observância do
domingo.
Porque será esta marca tão importante? Alguma vez assinou um documento para validar ou confirmar a sua
autenticidade? Alguma vez colocou o seu "selo de aprovação" em algo? É obrigatório em todos os governos.
Um documento só é válido depois de assinado. As declarações governamentais têm sempre de ter uma marca ou
selo oficial. Quais são as características destas marcas ou selos governamentais? Para que um selo ou assinatura
sejam oficiais terão de se fazer acompanhar necessariamente de três informações:
1. O nome de quem os emite
2. O título de quem os emite
3. O território ou domínio da sua autoridade
Por exemplo, quando o presidente dos EUA assina um decreto, convertendo assim um projecto-lei em Lei, tem
de assinar George Washington (nome), Presidente (título) dos Estados Unidos da América (território). Para
serem legais e oficiais, todos os documentos têm de ser assinados desta maneira.
Olhando para o Criador Todo-Poderoso, apercebemo-nos de que Ele possui um Reino Celestial. E que os
documentos que contêm as leis do Seu Reino são Os Dez Mandamentos. Olhando directamente para eles,
encontramos o selo do Deus vivo! “Porque em seis dias o SENHOR fez o céu, a terra, o mar (...)” Êxodo
20:11.
Repare nas três informações distintas:
1. Nome: O SENHOR (“Eu sou o Senhor: esse é o meu nome” Isaías 42:8)
2. Título: CRIADOR (“o SENHOR fez”)
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3. Território: CÉU E A TERRA (“o Céu e a Terra”)
Assim, o selo do Criador encontra-se claramente no Mandamento da sua Lei relativo ao Sábado. Trata-se de um
reconhecimento da Sua autoridade enquanto nosso Criador. Observando o Sábado, transmitimos-Lhe que O
reconhecemos como nosso Criador.
É-nos dada a oportunidade de adorar a Deus como nosso Criador. Quando preservamos o dia santificado por Si
escolhido, proclamamos ao mundo inteiro que o Criador do universo é o nosso Deus! O Diabo, "Lúcifer" está a
atacar o Sábado porque quer ser adorado “como o Altíssimo”Isaías 14:14. O Criador procura a nossa adoração
no Seu dia santo que é o Sábado, enquanto Satanás, procurando ser como o Criador, quer ser adorado ao
domingo. Qual deles escolhe?
“Respeitai santamente os meus sábados, a fim de que sejam um sinal entre mim e vós, e que se saiba que Eu, o
Senhor, é que Sou o Vosso Deus” Ezequiel 20:20.
Identificar a Imagem da Besta
12. Qual é então a imagem da besta, que Deus nos avisa para não adorar?
Para sermos capazes de identificar a imagem da besta, necessitamos em primeiro lugar de identificar a besta de
dois chifres que ajuda a formar a imagem da besta:
“11 Vi, então, outra besta subir da terra. Tinha dois chifres como um cordeiro, mas falava como um dragão. 12
Ela exercia todo o poder da primeira besta, sob a vigilância desta, e fez com que a terra e os seus habitantes
adorassem a primeira besta (cuja ferida de morte havia sido curada). 14 Seduziu os habitantes da terra com os
prodígios que lhe era dado fazer sob a vigilância da besta, persuadindo-os a fazer uma imagem da besta que
sobrevivera ao golpe da espada. 15 Foi-lhe dado, também, comunicar espírito à imagem da besta, de modo que
essa imagem se pusesse a falar e fizesse com que fosse morto todo aquele que não se prostrasse diante dela. 16
Conseguiu que todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, tivessem um sinal na mão direita ou
na fronte, 17 e que ninguém pudesse comprar ou vender, se não fosse marcado com o nome da besta, ou o
número do seu nome.” Apocalipse 13:11-12, 14-17.
Esta besta de dois chifres tem as seguintes marcas de identificação:
1. Esta besta passou a existir mais ou menos na altura em que o papado recebeu a sua ferida mortal, em 1798,
“Vi, então, outra besta subir da terra” Apoc. 13:11.
2. Esta besta surgiu da terra, contrariamente à primeira, que surgiu do mar. Se o “mar” representa muita gente e
muitas nações, então a “terra” representa uma região fracamente povoada. Assim, este país terá atingido um
lugar preponderante depois de ter surgido numa zona com poucos habitantes.
3. Esta besta tem dois chifres semelhantes aos de um cordeiro. Segundo a Bíblia, um chifre representa o poder.
“Tinha chifres (…) e aí se escondia a sua força” Habacuque 3:4. Assim, o país em questão tem dois poderes
separados, distintos um do outro. Além disso, o cordeiro é um símbolo de Cristo, pelo que podemos deduzir que
a sua fundação foi feita com base em princípios cristãos nobres e puros.
4. Contudo, esta besta fala como um dragão. Ora um país “fala” através das suas autoridades legislativas e
judiciais. E os “chifres semelhantes aos de um cordeiro” e o “falar como um dragão” remetem-nos para um
forte contraste entre as declarações de intenções pacíficas desse país e a forma como realmente actua.
Caro leitor, mais uma vez lhe perguntamos: qual o país que corresponde a todas estas marcas de identificação?
Só há uma resposta: os Estados Unidos da América.
1. Os EUA foram fundados por volta de 1798: São o único país que estava a surgir na altura em que o Papado
perdeu o poder, em 1798. Esta profecia aponta por isso directamente para os EUA, que foram organizados como
república federal sob uma Constituição comum em 1787.
2. Os EUA surgiram numa zona fracamente povoada: não no Velho Mundo, que estava sobrelotado com as
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suas multidões pululantes, mas sim no Novo Mundo, com os seus relativamente poucos habitantes.
3. Os EUA têm dois poderes separados, fundamentados em princípios cristãos: Gozam de uma forma de
governo muito própria, na qual a igreja e o Estado gozam de liberdades asseguradas pela Constituição. Devido a
este sistema de governo, os EUA são na realidade uma República (um reino sem rei) e um país protestante
(igreja sem Papa), encontrando-se ambos os poderes completamente separados. Além disso, as suas qualidades
de cordeiro fizeram deste país um refúgio para os perseguidos e oprimidos de muitas nações.
“O Criador procura a nossa adoração no Seu dia santo que é o Sábado, enquanto Satanás, procurando ser como o
Criador, quer ser adorado ao domingo. Qual deles escolhe?”
4. Os EUA falam como um dragão: A Lei fundamental dos EUA, escrita na sua Constituição, garante a
liberdade de consciência individual. Nada é mais caro ou mais fundamental para um cidadão. Contudo, este país
já começou a repudiar (e em breve terá repudiado completamente) todos os princípios da sua Constituição. E
aquilo que confere maior significado a estas movimentações é o facto de o principal objectivo de tudo isto ser o
obrigar à observância do domingo.
Uma tal atitude será directamente contrária aos princípios da sua organização política, ao espírito das suas
instituições livres, à Declaração de Independência e à Constituição. A Constituição estipula que “O Congresso
não legislará tendo em vista a adopção de religiões ou a proibição do seu exercício” e que “nenhum requisito
religioso será alguma vez exigido como qualificação para um cargo de responsabilidade pública nos Estados
Unidos.”
A incoerência de uma tal acção não é maior do que aquela que se encontra representada no seu símbolo. É a
besta com chifres de cordeiro (nas suas declarações de intenções pura e inofensiva) que fala como um dragão.
Basta ver nas notícias aquilo que se está a passar e aquilo que se passou num passado recente para confirmar
esta descrição bíblica.
“E apoio decididamente a iniciativa com base na fé que estamos a propor, porque não creio que viole a linha de
separação entre a igreja e o Estado e acredito que irá transformar a América num lugar melhor.” George W.
Bush, fazendo uma referência confusa à Cláusula Institucional, citado por Conrad Goeringer, AANEWS #889
(28 de Fevereiro de 2001), American Atheists. Esta afirmação vai contra a Declaração de Direitos da
Constituição, que proíbe o governo norte-americano de legislar “tendo em vista a adopção de religiões”.
“As nossas prioridades são a nossa fé.”
George W. Bush, Greensboro, Carolina do Norte, 10 de Outubro de 2000, citado por Jacob Weinberg, “The
Complete Bushisms”
“A mensagem nua e crua transmitida pelo novo governo é de que a América de George W. Bush é um país
cristão e de que os não cristãos são bem-vindos nesta casa desde que concordem em aceitar o seu estatuto de
minoria tolerada em vez de um estatuto de cidadãos de pleno direito.” Alan M. Dershowitz, em "Bush Starts Off
by Defying the Constitution," Los Angeles Times, 24 de Janeiro de 2001
Profecia a Cumprir Brevemente
13. É evidente que a besta com os dois chifres representa os EUA. Mas qual é a relação entre este país e a
imagem da besta?
Embora os EUA tenham sido fundados com base em princípios opostos aos do Papado, podemos observar hoje
em dia a forma como Washington e o Vaticano estão a trabalhar mais juntos, de modo a tornar a sua influência
mais proeminente. A Bíblia diz-nos que um dia, num futuro não muito distante, os EUA irão aprovar uma lei
que exija que os seus cidadãos (e depois o mundo) prestem culto à primeira besta, ou seja, ao Papado.
“Ela [EUA] exercia todo o poder da primeira besta [Papado], sob a vigilância desta, e fez com que a terra
[primeiro os EUA e depois todo o Planeta] e os seus habitantes adorassem a primeira besta [honrassem o
domingo dos papistas], cuja ferida de morte [1798] havia sido curada [1929] (…) Seduziu os habitantes da terra
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com os prodígios que lhe era dado fazer sob a vigilância da besta , persuadindo-os a fazer uma imagem da besta
[imitando o Papado quando este utilizou o poder civil para impor dogmas religiosos] que sobrevivera ao golpe
da espada” Apoc. 13:12, 14.
Em breve, os EUA irão renunciar à sua liberdade religiosa para imporem a observância do domingo (a marca da
besta).Isto significa que as Igrejas Protestantes irão controlar o governo de modo a imporem os seus
objectivos. Quando isto acontecer, os EUA terão feito uma imagem à Igreja Católica Romana, unindo a igreja
ao Estado. Nessa altura, os EUA falarão “como um dragão” e exercerão “todo o poder da primeira besta” Apoc.
13:11, 12. Irão ter o mesmo espírito intolerante e persecutório revelado pela primeira besta, ou seja, pelo
Papado.
Por isso, uma vez perdida a liberdade religiosa, assistir-se-á inevitavelmente a uma perseguição das minorias
divergentes e acontecerá uma repetição da intolerância religiosa da Idade Média: “Foi-lhe dado, também,
comunicar espírito à imagem da besta [leis relativas ao domingo aprovadas] (…) e fizesse com que fosse morto
todo aquele que não se prostrasse diante dela [santificando o sábado e não o domingo]. Conseguiu que todos,
pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, tivessem um sinal na mão direita ou na fronte, e que
ninguém pudesse comprar ou vender, se não fosse marcado com o nome da besta [aqueles que observam o
verdadeiro sabbath serão proibidos de comprar e vender], ou o número do seu nome (…)” Apoc. 13:15-17
Alguns receberão a marca “na fronte” porque escolhem ser “induzidos em erro” 2 Tessalonicenses 2:11. Outros,
embora convencidos de que o domingo não é o verdadeiro sabbath, submeter-se-ão para manter o seu meio de
subsistência, recebendo assim a marca “na mão direita”, que é um símbolo do trabalho.
14. Para que isto seja verdade, deverão existir provas de que o Papado esteja neste momento a trabalhar
para que o domingo passe a ser observado nos EUA e que os protestantes deste país (inimigos históricos
de Roma) mudem de atitude, revelando-se prontos a colaborar na adopção de leis que levem a santificar
o domingo. Existirão tais provas?
Hoje em dia, a maioria dos protestantes vê o Papado com bons olhos e isto levou Roma a procurar activamente
que a observância do domingo fosse instituída:
“Todos os americanos fariam bem em solicitar ao Presidente e ao Congresso que fizessem uma lei federal (e
uma emenda à Constituição, se necessário) para restabelecer o (falso) Sabbath como Dia de Descanso
nacional.”CATHOLIC TWIN CIRCLE, 25 de Agosto de 1985, Artigo “Sacking Sunday”
“Nesta matéria, o meu predecessor Papa Leão XIII (…) falou do descanso ao domingo como um direito dos
trabalhadores que o Estado deve garantir.” Papa João Paulo II-DIES DOMINI, 31 de Maio de 1998
“Por isso (…) os cristãos irão naturalmente empenhar-se para que a legislação civil respeite o seu direito de
santificar o domingo. Em qualquer dos casos, são obrigados em consciência a organizar os seus domingos de
modo a que possam participar na Eucaristia, abstendo-se de trabalhar e de se dedicarem a actividades
incompatíveis com a santificação do Dia do Senhor (…)” Papa João Paulo II, DIES DOMINI, 31 de Maio de
1998
“(…) Os Cristãos [em toda a parte] deverão lutar pelo reconhecimento do domingo e dos Dias Santos da
Igreja como feriados instituídos.”Catecismo da Igreja Católica, edição popular e definitiva, 2000, par 2188
A maioria dos líderes protestantes dos EUA estão prontos a enterrar o machado de guerra contra os católicos:
“Chefes das igrejas protestantes americanas e da Igreja Ortodoxa Oriental que estiveram reunidos com o Papa
João Paulo II na sexta-feira saudaram o seu primeiro debate amplamente representativo como sendo um marco a
caminho de uma maior unidade (...). O Reverendo Donald Jones, da Igreja Metodista Unificada e director do
departamento de estudos religiosos da Universidade da Carolina do Sul, classificou o encontro como “o
encontro ecuménico mais importante do século”. Por sua vez, o Reverendo Paul A. Crow Jr., de Indianápolis,
director da Igreja Cristã (Discípulos de Cristo) para os assuntos ecuménicos, classificou esta ocasião como “um
novo dia para o ecumenismo”, que abriu as portas para um futuro no qual Deus “nos aproxima uns dos
outros” The Montgomery Advertiser, 12 de Setembro de 1987
Billy Graham: “Descobri que as minhas crenças são essencialmente as mesmas do que as dos católicos
romanos da linha ortodoxa.” McCall’s, Janeiro de 1978. Além disso, também classificou o Papa João Paulo II
como: “O maior líder religioso do mundo moderno.” The Saturday Evening Post, Janeiro-Fevereiro de 1980
Paul Crouch: “Estou a erradicar a palavra “protestante” do meu vocabulário (…). Não estou a protestar contra
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nada (…) é tempo de católicos e não católicos se juntarem Espírito e no Senhor.” Programa “Praise the Lord”,
Trinity Broadcasting Network, 17 de Outubro de 1989
Robert Schuller: “É tempo de os protestantes irem ao pastor [o Papa] e dizerem: “O que temos de fazer para
vir aqui?” Los Angeles Herald Examiner, 19 de Setembro de 1987, página de religião.
David Wells: “Se o Catolicismo se tornar mais católico no futuro, que é o que eu prevejo que venha a acontecer
tendo em conta o Papa actual, as diferenças teológicas tornar-se-ão mais acentuadas, mas por outro lado a nossa
aliança com os católicos contra a cultura secular tornar-se-á mais profunda. Decididamente, estou pronto para
um acordo.” Eternity Magazine, Setembro de 1987
J. L. Packer: “Os ensinamentos carismáticos católicos e protestantes relativamente à vida cristã são, para todos
os efeitos, idênticos. Não será isto significativo para o futuro do cristianismo?” J. I. Packer, Christianity Today,
22 de Junho de 1992
Neal C. Wilson: “Embora seja verdade que houve um período na vida da Igreja Adventista do Sétimo Dia em
que a sua designação assumiu um cunho declaradamente anti-católico romano (...) essa atitude (…) já foi
atirada para o cesto dos papéis da História no que diz respeito à Igreja Adventista do Sétimo Dia.” Neal C.
Wilson, antigo presidente da Conferência Geral Adventista do Sétimo Dia, 1974
Como Evitar a Marca da Besta
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15. Como poderei evitar receber a marca da besta?
Eis a pergunta mais importante. Deus, no Seu amor infinito, avisou-nos para não adorarmos a besta, o que faria
com que recebêssemos a respectiva marca. Aquele que receber a marca da besta “há de beber o vinho da cólera
divina, o vinho puro deitado no cálice da sua ira[sem piedade]. Será atormentado pelo fogo e pelo enxofre
diante dos seus santos anjos e do Cordeiro. Não terão descanso algum, dia e noite, esses que adoram a besta
[honram o Papado santificando os domingos] e a sua imagem [os EUA implementando a observância do
domingo], e todo aquele que acaso tenha recebido o sinal do seu nome.” Apoc. 14:10, 11.
Trata-se de um aviso extremamente sério da parte de Deus. A sua ira será proporcional à gravidade das ofensas.
Santificarmos o domingo, prática originada por Satanás através do Papado, equivale a prepararmo-nos
para receber a marca da besta. Satanás quer enganar o máximo de pessoas possível de modo a fazê-las
santificar o seu dia falsificado. Para aperfeiçoar a sua falsidade, escolheu o domingo (o dia da Ressurreição de
Cristo), sabendo que a maioria das pessoas acreditaria que a observância do domingo seria mais apropriada do
que a do sábado, uma vez que honra a ressurreição de Cristo. Mas a única forma que temos de não receber a
marca da besta é recusarmo-nos a santificar um dia que não foi escolhido por Deus. O único dia que Deus
proclamou como sendo sagrado foi o sabbath, ou sábado. Honrando-o, receberemos &ldq uo;o selo do Deus
vivo” Apoc. 7:2.
Se quisermos honrar a morte e a ressurreição de Cristo, a Bíblia afirma claramente que o poderemos fazer
através do sacramento do baptismo (imersão total). Ver Romanos 6:3-5. Entrando na água (sendo enterrado)
reconhecemos a Sua morte. E, ao sairmos dela (levantando-nos) reconhecemos a Sua ressurreição.
16. E os milhares de milhões de cristãos do passado que santificaram o domingo e não o sábado?
Também receberam, sem saber, a marca da besta? E os cristãos de hoje que acreditam honestamente que
o domingo corresponde ao sabbath a que a Bíblia se refere?
A maioria dos cristãos das gerações passadas santificaram o domingo, pensando que estavam a santificar o
sabbath da Bíblia. E hoje existem cristãos verdadeiros em todas as igrejas (inclusivamente na Católica Romana)
que acreditam que o domingo é o Dia do Senhor. Ninguém é responsável pelos seus erros desde que não lhe
tenha sido dada a possibilidade de ver a luz. Porque o Senhor “pisca o olho” aos nossos tempos de ignorância.
Ver Actos 17:30. Só somos julgados tendo em conta a quantidade de luz que nos foi dada oportunidade de
receber. Mas, quando a lei universal do domingo for instituída, a questão ficará clara perante todos e, nessa
altura, quem quer que transgrida aquilo que Deus nos ordena para obedecer a um preceito que não tem uma
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autoridade maior do que meramente a de Roma, receberá a marca da besta.
Em breve, todos iremos ser submetidos a esta prova, cujo resultado será eterno: respeitar os Mandamentos de
Deus ou o Papado. De que lado irá o leitor ficar?
Não Há Espaço para a Neutralidade
1. Wer sind die Menschen hinter diesem Beitrag?
17. Porquê preocupar-me? Porque não deixar que sejam os religiosos a resolver o problema?
O sério aviso que Deus nos dá no capítulo 14 do Apocalipse não deixa margem para a indiferença: Jesus disse:
“Quem não é por mim é contra mim” Lucas 11:23. Deus conta todos os homens como estando decididamente a
favor da verdade ou contra ela. Este aviso é feito independentemente da pessoa ou da sua classe, condição ou
religião: dirige-se a toda a humanidade.
Não é necessário escolhermos o reino da escuridão para cairmos sob o seu domínio: para que esse mal nos
aconteça basta só que não nos aliemos ao reino da luz. Nada daquilo que diz respeito ao bem eterno das almas
deverá ser encarado com indiferença. Deus detesta a indiferença quando se trata de assuntos religiosos.
O Que Devo Fazer?
1. Wer sind die Menschen hinter diesem Beitrag?
Sendo a neutralidade uma coisa inaceitável para Deus, e sabendo que, para evitar receber a marca da besta, é
necessário honrar o sábado mesmo que o domingo nos seja imposto por uma lei cujo não cumprimento será
punível com a pena de morte:
18. Por etapas práticas, qual deverá ser o meu primeiro passo depois de aceitar como válido tudo o que
foi dito acima?
Deus está desejoso de estabelecer uma relação séria consigo. Na verdade, Ele quer que se torne Seu filho ou
filha. Pense no privilégio que seria ser filho ou filha do Rei dos Reis e Senhor dos Senhores. Esta oportunidade
sincera é-lhe oferecida a si, pois Ele espera ansiosamente para poder conceder-lhe esta elevadíssima honra.
Contudo, a palavra de Deus para si é: “Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis: porque que
sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? 15 E que concórdia há entre
Cristo e Belial? Ou que parte tem um fiel com um infiel? 16 E que consenso tem o templo de Deus com os
ídolos? Porque vós sois o templo do Deus vivente; como Deus disse, neles habitarei e entre eles andarei, e Eu
serei o Seu Deus e eles serão o Meu povo. 17 Pelo que saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor, e não
toqueis nada imundo; e Eu vos receberei, 18 E Eu serei para vós Pai, e vós sereis para Mim filhos e filhas, diz o
Senhor Todo-Poderoso. 7:1 Depositários de tais promessas, caríssimos, purifiquemo-nos de toda a imundície da
carne e do espírito, realizando plenamente a nossa santificação no temor a Deus” 2 Coríntios 6:14-18; 7:1.
Esta importante passagem bíblica encerra em si os seguintes princípios:
1. Deus não permite qualquer tipo de mistura entre a verdade e o erro (mesmo que seja 99% verdade). Apenas
Satanás mistura a verdade com o erro para maximizar as suas falsidades. Desta forma, qualquer sistema
religioso que apresente erros (tais como o de domingo ser o Dia do Senhor) lado a lado com a verdade não é
de Deus. Porque “que comunhão tem a luz com as trevas?” “Deus é luz, e nenhuma sombra ou escuridão pode
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existir Nele” 2 Coríntios 6:14; 1 João 1:5. A verdade é 100% verdade ou então deixa de ser verdade. Não existe
lugar para ensinamentos ou tradições fabricados pela mão do homem.
“A separação é o primeiro passo para se tornar filho(a) de Deus”
2. O dever de uma pessoa que aspire a estar em harmonia com Deus é não ser membro de qualquer igreja ou
sistema religioso que assente numa base satânica, ou seja, na mistura da verdade com o erro. Esta separação
representa a primeira etapa prática que deverá cumprir se quiser tornar-se filho(a) de Deus e rejubilar Nele
enquanto seu Pai no amor.
Através da separação, podemos tornar-nos filhos(as) de Deus. Porque já aqui foi demonstrado que só existem
dois tipos de sistemas religiosos neste mundo: os de Deus e os de Satanás, pelo que escolhemos de nossa livre
vontade cortar com tudo o que nos ligue aos sistemas do segundo tipo.
3. Sabendo que, ao abandonarmos os sistemas religiosos satânicos, perderemos amigos, familiares, influência,
trabalho, etc., Deus assegura-nos: “EU SOU o Todo-Poderoso”. Isso significa que Ele nos compensará
largamente por tudo aquilo que perdemos. Jesus promete-nos: “Em verdade vos digo que ninguém há que tenha
deixado casa, ou irmãos, ou irmãs, ou mãe, ou pai, ou filhos, ou campos por amor de mim e por amor do
evangelho, que não receba, já no presente, o cêntuplo de casas, irmãos, irmãs, mães, filhos e campos, com
perseguições; e, no mundo por vir, a vida eterna” Marcos 10:29, 30.
4. Após abandonarmos os sistemas religiosos satânicos, o Senhor poderá conduzir-nos, pela influência do seu
Espírito Santo (que nos limpará e manterá afastados do pecado), e então poderá ser estabelecida a comunicação
entre Deus e o homem. No entanto, Deus deseja que Lhe obedeçamos e que O sirvamos, não por obrigação mas
sim de livre vontade. O amor a Deus como forma de gratidão por aquilo que Ele fez para tornar esta
reconciliação possível é um fundamento da própria religião. Mas dedicarmo-nos ao Seu serviço apenas pela
esperança na recompensa ou pelo medo da punição não terá qualquer valor.
Reconciliação com Deus
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19. O que é a “reconciliação com Deus” e porque existe necessidade dela?
Quando Deus criou Adão e Eva, estes eram perfeitos em carácter e intenções, vivendo ambos em obediência à
Lei de Deus. Para que Lhe obedecessem com naturalidade, Deus gravou os Dez Mandamentos nos seus
corações. Além disso, revelou-lhes que qualquer infracção à Sua Lei seria punida com a morte. “A paga pelo
pecado é a morte” Romanos 6:23. Todos os governos exigem leis claras e punições claramente definidas para a
violação destas leis. Imagine o estado em que o mundo ficaria se as punições fossem abolidas. Seria seguro
viver num local onde os infractores à lei não fossem sujeitos a sanções?
Mas, se bem que Deus tenha gravado a sua Lei nos corações de Adão e Eva para que estes Lhe obedecessem
com naturalidade, não lhes retirou o livre arbítrio. Deus poderia ter criado o homem sem lhe dar capacidade
para infringir a Sua Lei. Mas, nesse caso, o homem jamais seria um agente moral livre, mas sim um simples
autómato. Sem livre arbítrio, a obediência não teria sido voluntária mas sim forçada.
Lamentavelmente, Adão e Eva escolheram de sua livre vontade desobedecer ao Criador, pelo que o pecado
criou uma barreira entre o homem e Deus. Por infringirem a Lei de Deus, ficaram sujeitos à pena de morte.
Tinham que morrer. Além disso, a inclinação pura que tinham para obedecer a Deus ficou corrompida após
escolherem desobedecer à Sua Lei. Os seus corações tinham agora adquirido uma tendência mais forte e
teimosa para a desobediência.
Perante a infracção de Adão e Eva, que iria o nosso Deus do amor fazer? Abandoná-los à morte? Será que os
pais terrenos também abandonam os filhos quando estes escolhem desobedecer-lhes? Ou pior, iria retirar a
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punição pela infracção para conforto deles? Poderá um governo, terreno ou celestial, sobreviver e prosperar sem
punições claramente definidas? Certamente que não.
Em suma, se Adão e Eva tivessem que pagar eles próprios pela sua infracção, a espécie humana teria acabado
ali. Ou se Deus tivesse criado novamente um Adão e uma Eva, não teria garantia de que estes não iriam, tal
como os seus antecessores, escolher desobedecer-Lhe, fazendo com que todo o processo se repetisse. É pois
evidente que o Criador teria de arranjar uma solução externa (fora do reino dos pecadores). Tudo se resolveu
com um plano celestial, que Deus preparara muito antes de ter necessidade de recorrer a ele.
A Bíblia afirma que se trata do “mistério que esteve oculto dos séculos, e das gerações; mas agora foi manifesto
aos seus santos” Colossenses 1:26. O plano de Deus contemplava a solução para trazer a espécie humana de
volta à harmonia com o seu Criador, sem debilitar a Sua Lei ou governo porque, por muito que Deus odeie o
pecado, Ele ama o pecador.
Esta solução implicava que mais alguém, inocente, pagasse pela infracção com a pena de morte, pelo que a sua
morte seria em benefício dos pecadores. Através da morte desse alguém, o pecador que acreditasse ficaria
reconciliado com Deus, como se nunca tivesse pecado, pelo que (desta forma) a justiça de Deus e o Seu amor
pela Humanidade deixariam de estar em conflito um com o outro. Sem o pagamento pelos pecados, nunca
haveria reconciliação entre o homem e Deus. E a reconciliação é necessária para se estar em harmonia com
Deus e viver com Ele no Céu para toda a eternidade.
Além disso, a pessoa externa que deveria morrer para salvação dos pecadores deveria mostrar aos homens como
viver na Terra sem pecar, de modo a que a reconciliação eles e Deus fosse permanente. Qual o interesse de uma
reconciliação se acabarmos por cair novamente em pecado e precisarmos por isso de uma nova reconciliação?
Obviamente, o plano de Deus incluía uma forma de dar ao homem a possibilidade de viver em vitória sobre o
pecado! Desse modo, embora através da infracção à Lei de Deus Adão tenha perdido o Paraíso, através da
obediência à Lei do Pai e da fé no sangue purificador daquela pessoa externa, esse Paraíso pode ser recuperado.
20. Quero reconciliar-me com Deus. Quero vencer o pecado na minha vida. Que devo fazer em primeiro
lugar?
Devemos recordar-nos de duas questões importantes: em primeiro lugar, o coração orgulhoso luta por conseguir
a salvação, mas tanto o nosso direito ao Céu como a nossa aptidão para a reconciliação encontram-se na
rectidão da pessoa externa. Em segundo lugar, Deus nada pode fazer em prol da reconciliação com cada um de
nós até que, convencidos da nossa própria fraqueza, e despidos da nossa jactância, nos submetamos ao Seu
comando.
No entanto, a pergunta indica que o leitor já está consciente dos seus pecados e que não está contente consigo
mesmo. O primeiro passo que deve ser dado, de todos os que fazem parte do caminho de regresso a Deus, é o
arrependimento. “Arrependei-vos (...) e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados” Actos 3:19.
Lamentamo-nos muitas vezes porque as nossas más acções trazem consequências desagradáveis para nós. Mas
isso não é arrependimento: o verdadeiro arrependimento é mais do que lamentarmo-nos por um pecado. É um
afastamento resoluto do mal. Nenhum arrependimento é verdadeiro se não levar a uma melhoria do nosso
comportamento. No entanto, será o homem capaz de se arrepender de si próprio? Não mais do que aquilo que é
capaz de se perdoar ou expiar. O arrependimento é uma dádiva de Deus, tanto como o perdão, e só pode ser
experimentado quando é dado à alma.
Quando o coração se encher de arrependimento, rendendo-se à influência do Espírito de Deus, o pecador
começará a discernir o carácter sagrado da Santa Lei de Deus. Sentirá um ardente desejo de viver uma vida pura
e santa e de estar em paz constante com Deus. E, conforme lutarmos diariamente por caminharmos mais
próximo de Deus, “(...) Ele se chegará” para nós, e os nossos caracteres serão cada vez mais o reflexo do Seu,
conforme os nossos antigos hábitos pecaminosos forem morrendo “todos os dias”. Tiago 4:8; 1 Coríntios
15:31.
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Vitória sobre o Pecado através de Cristo
21. Por favor digam-me mais sobre a identidade daquela pessoa externa. É verdadeiramente possível,
através dela, alcançarmos a vitória sobre o pecado enquanto vivemos neste mundo?
Houve apenas uma pessoa capaz de cumprir essa missão com sucesso. E essa pessoa não foi outro senão o
Filho de Deus. Porque razão foi o Filho de Deus a única pessoa capacitada para essa missão? Porque o Filho é o
Criador de todas as coisas, “Esta é a imagem do Deus invisível (…) porque por ele todas as coisas foram feitas.”
E o Filho possui todas as qualidades e capacidades de Deus porque é “(...) o resplendor da glória e a expressão
exacta do seu Ser (…)”. Cristo tem também vida em Si próprio, acabando por se situar num plano acima de
todos os seres humanos que nascerão ao longo dos tempos e que virão a ter necessidade da Sua morte
sacrificial. Assim, o Seu sacrifício fará cumprir a sanção imposta pela justiça divina, dele beneficiando todos os
pecadores que aceitarem a sua morte sacrificial, reforçada pela Sua misericórdia e amor. No Filho,
“Encontraram-se a graça e a verdade, a justiça e a paz se beijaram.”E, ao ser igual a Deus, o Filho é
verdadeiramente a única pessoa que poderia revelar ao homem os admiráveis atributos de Deus e reconciliá-lo
com o seu Criador. Colossenses 1:15, 16; Hebreus 1:3; Salmos 85:10.
Contudo, para que isto aconteça e para que a justiça de Deus seja cumprida, o Filho teve que assumir a nossa
fraca natureza humana, com a sua inclinação para o mal. “Porque, em verdade, não assumiu a natureza dos
anjos mas sim a semente de Abraão.” Só através de um passo assim seria justo para o Filho ser o nosso exemplo
perfeito: “(...) deixando-vos [a nós] exemplo para que sigais os seus passos: O qual não cometeu pecado.” Por
um lado, através da Sua divindade, Cristo é Deus, e, por outro, através do seu carácter humano, também é
homem. Desta forma, nenhum outro senão o Filho poderia ser responsável por essa dádiva preciosa que é a
reconciliação. “Visto, pois, que os filhos têm participação comum de carne e sangue, destes também ele [o
Filho] igualmente, participou”; “(…) Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo”; “Porque (…)
quando inimigos, fomos reconciliados com Deus por intermédio da morte do Seu Filho.” Cristo assumiu a nossa
natureza humana mas, no entanto, viveu uma vida sem pecado. É esta vida vitoriosa sobre o pecado que Ele nos
quer dar a possibilidade de viver. Hebreus 2:16; 1 Pedro 2:21, 22; Hebreus 2:14; 2 Coríntios 5:19; Romanos
5:10.
O ideal de Deus para os Seus filhos ainda é mais elevado do que aquilo que o mais elevado pensamento humano
poderá alcançar. “Portanto, sede perfeitos, como perfeito é o vosso Pai celestial”; “(…) segundo é santo Aquele
que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento”; “para que vos torneis
irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração pervertida e corrupta (…)”;
“Segui (…) a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor”. Tudo aquilo que nos pede é passível de ser
cumprido. Deus não faz exigências sem fazer tomar medidas para o seu cumprimento. Mateus 5:48; 1 Pedro
1:15; Filipenses 2:15; Hebreus 12:14.
“Portanto, sede perfeitos, como perfeito é o vosso Pai celestial. - Mateus 5:48”
Ninguém precisa de falhar na tarefa de alcançar a perfeição do carácter cristão. Através do sacrifício de
Cristo, foram tomadas providências para que todos os crentes recebam em excesso e abundância tudo
aquilo que é necessário para alcançarem o objectivo desejado. Deus chama-nos para que alcancemos a
perfeição e coloca perante nós o exemplo do carácter de Cristo. No seu carácter humano, aperfeiçoado
por uma vida de resistência constante contra o mal, Cristo demonstrou que, através da cooperação com a
Divindade, o ser humano pode alcançar a perfeição de carácter nesta vida. Esta é a garantia que Deus nos
dá de que também nós temos capacidade para obter a vitória.
Agradecemos a Deus, que “nos dá a vitória por intermédio de Nosso Senhor Jesus Cristo”1 Coríntios
15:57.
22. Como conseguiu Cristo viver uma vida sem pecado neste mundo perverso?
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Nenhuma vida foi tão cheia de trabalho e de responsabilidade como a de Cristo. Contudo, quantas e
quantas vezes não foi visto em oração? A sua comunhão com Deus era incrivelmente constante!
Repetidamente, na história da sua vida terrena, encontramos passagens como esta: “De manhã, tendo-se
levantado muito antes do amanhecer, Ele saiu e foi para um lugar deserto, e ali se pôs em oração”; “Ele
costumava retirar-se para lugares solitários, onde ficava em oração”; “Naqueles dias, Jesus retirou-se a
uma montanha para rezar, e passou aí toda a noite orando a Deus” Marcos 1:35; Lucas 5:16; 6:12.
A comunhão permanente com o Seu Pai era indispensável para Cristo. E deveria sê-lo também para nós
hoje em dia. Unido a nós, compartilhador das nossas necessidades e fraquezas, Ele estava totalmente
dependente de Deus e, no local secreto de oração, procurava a força divina para poder avançar, pronto
para cumprir o seu dever e sofrer a provação. Num mundo de pecado, Cristo aguentou lutas e a tortura
da alma. Em comunhão com Deus, pôde aliviar-se das mágoas que O esmagavam. Ali encontrou conforto
e alegria. Como homem, suplicou ao trono de Deus até a sua humanidade ser carregada com uma
corrente celestial que ligava a sua humanidade à divindade. Através da comunhão contínua, recebeu
força para viver uma vida sem pecado. E a Sua experiência poderá ser a de todos nós.
Perante todos está a maravilhosa possibilidade de se ser como Cristo, obediente a todos os princípios da
Lei Divina. Mas, cada um por si, nada conseguiremos. Esta sacralidade só pode ser alcançada se nos
treinarmos em submeter-nos permanentemente às influências refreadoras do Espírito Santo. O poder
capacitante de Cristo ajudará a que sejamos perseverantes em ultrapassar todas as falhas. Devemos orar
constantemente a Cristo, da mesma forma que Ele esteve em constante comunhão com o Pai, para nos
ajudar a vencer as nossas fraquezas inerentes. Este processo de nos limpar das nossas fraquezas é
contínuo. Dia após dia, devemos cooperar com Deus, avançando com os nossos esforços perseverantes em
busca do cultivo dos hábitos certos. Cristo irá conceder-nos de bom grado a força necessária e as bênçãos
na nossa luta contra os males que nos assolam.
A Fé em Cristo aliada ao Esforço Pessoal
23. Estão a dizer que a fé em Cristo não será suficiente para substituir os meus esforços pessoais na
guerra constante contra o pecado? Para ser salvo, não me basta acreditar em Cristo e naquilo que Ele fez
por mim?
Todos aqueles que recebem Cristo como Salvador pessoal têm o privilégio de possuir os Seus atributos.
Contudo, aqueles que estão à espera de ver uma mudança mágica no seu carácter sem que haja da sua
parte um esforço decidido no sentido de vencerem o pecado irão sofrer uma desilusão. Deveremos
manter-nos sempre vigilantes, não vá a nossa antiga natureza voltar a dominar-nos, o que daria ao
inimigo a possibilidade de detectar uma brecha pela qual se poderia apoderar novamente de nós.
Devemos desenvolver a nossa “salvação com temor e tremor. Porque é Deus quem (…) realiza em vós o
querer e o executar.” Filipenses 2:12, 13.
Cristo não nos deu qualquer garantia de que alcançar a perfeição seria fácil. Um carácter nobre e bem
acabado não é algo que se herda. Não chega até nós por acidente. Um carácter nobre é conquistado
através do esforço individual, através dos méritos e da força de Cristo. Deus dá o talento e a força de
espírito. Mas nós é que formamos o nosso carácter. E este é formado através de batalhas violentas e
decididas contra o nosso próprio ser. Devemos pois travar combates sem conta contra as nossas
tendências hereditárias.
Teremos de nos autocriticar bastante, e não permitir que um único defeito fique sem correcção. Trata-se
por vezes de um trabalho muito doloroso e desencorajador porque, conforme vamos detectando as
imperfeições do nosso carácter, passamos a olhar sempre para elas, quando afinal deveríamos olhar, isso
sim, para Jesus. Mas toda a gente que entrar pelos portões de pérolas da Cidade de Deus fá-lo-á como
conquistador e a sua maior conquista terá sido a conquista do seu próprio ser.
Não deixemos que alguém diga “Não posso remediar as minhas falhas de carácter”. Se essa pessoa se
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convencer disso, não irá certamente conseguir obter a vida eterna. A impossibilidade só existe na cabeça
das pessoas. A verdadeira dificuldade advém da corrupção de um coração não santificado e de uma
relutância em submeter-se ao comando de Deus.
A obediência ao Senhor é de extrema importância quando caminhamos com Ele. As duas principais
características de um crente são a obediência à Sua Lei e a fé em Cristo. Ver Apocalipse 14:12. Por isso, o
simples “acreditar” em Cristo não é, por si só, suficiente. Se o fosse, então o próprio Satanás ganharia um
lugar no Reino dos Céus, pois está escrito, “também os demónios crêem e tremem” Epístola de São Tiago
2:19.
Por exemplo, o que foi que levou Adão e Eva a serem expulsos do Éden? Não tinham problemas em
acreditar em Jesus, dado que Ele caminhava com eles com a maior das naturalidades. Ver Génesis 3:8.
Foi então a desobediência que lhes saiu cara. Por isso, poderemos ser salvos pelas obras? “não pelas
obras de justiça que tivéssemos praticado, mas unicamente em virtude de sua misericórdia, ele nos
salvou” Epístola a Tito 3:5. Não é para sermos salvos que respeitamos a Lei. Respeitar os Mandamentos é
a marca que Cristo afirmou que caracterizaria os seus seguidores.
A Lei prova que temos necessidade de um Salvador: olhando para ela como um “espelho” para os
cristãos, conseguimos ver os nossos defeitos de uma forma mais evidente. Ver Epístola de São Tiago 1:2325. É ela que nos faz compreender que é impossível alcançarmos a perfeição sem Cristo. A Lei não pode
salvar: apenas pode salientar a nossa necessidade de termos um Salvador. Para exemplificar, se
caíssemos num lamaçal conseguiríamos ver a nossa sujidade olhando-nos ao espelho. Mas seria o espelho
capaz de nos limpar? Não. Seria apenas capaz de evidenciar a nossa necessidade de sermos limpos.
24. É verdadeiramente possível que, se eu confiar no poder de Cristo juntamente com uma guerra pessoal
constante contra todos os meus defeitos pessoais, o meu carácter será aperfeiçoado?
Os anjos celestiais trabalharão com todos aqueles que busquem a perfeição do seu carácter. A todos
aqueles que se dedicarem a esse trabalho, Cristo diz: estarei junto a vós para vos ajudar “porque sem
mim [Jesus] nada podeis fazer” João 15:5. Lembre-se disto! Sejamos tão verdadeiros como a agulha da
bússola que aponta o norte, de modo a que nenhuma tentação nos possa corromper. Não desiludamos
Aquele que nos ama ao ponto de ter dado a Sua vida para remissão dos nossos pecados.
Se já cometeu erros, irá certamente obter uma vitória se os contemplar e vir neles fogueiras de alerta.
Assim, transformará a derrota em vitória, desiludindo o inimigo e honrando o seu Salvador. Nessa
altura, ao cooperar com a vontade de Deus, a sua vontade tornar-se-á omnipotente.
O Reparador da Brecha
25. Compreendo agora a importância de saber identificar a besta, a sua marca e a sua imagem: a
perfeição seria impossível se eu fosse enganado no sentido de violar a Lei de Deus. Que posso fazer
agora?
Ficámos já a saber que o domingo é a marca do Papado (da besta) e que em breve Satanás tornará
impossível que santifiquemos o sétimo dia sagrado do descanso de Deus, utilizando os EUA para impor
leis globais que santifiquem o domingo. Devemos começar por honrar o sábado (treinando-nos desde já
enquanto a situação não é demasiado difícil) e por partilhar esta verdade com outros, de modo a
tentarmos conquistar o máximo de almas possível.
A ordem está dada: “Clama em voz alta, sem constrangimento; faze soar a tua voz como a corneta.
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Denuncia a Meu povo suas faltas (...)”. Nela, não é o mundo pagão mas sim aqueles que o Senhor designa
por “Meu povo” que deverão ser reprovados pelas suas faltas. Deus declara ainda:“Contudo, eles
procuram-me dia após dia, desejam conhecer o comportamento que me agrada, como uma nação que
houvesse sempre praticado a justiça, sem abandonar a lei do seu Deus”. Isaías 58:1, 2.
Eis aqui um grupo de pessoas que se considera virtuoso e parece manifestar grande interesse no serviço
de Deus. Mas a severa repreensão do Criador reprova-os por infringirem os preceitos divinos.
O profeta Isaías salienta depois qual a lei que foi abandonada: “(…) chamar-te-ão o reparador de
brechas (…) Se te abstiveres de calcar aos pés o sábado, de cuidar de teus negócios no dia que Me é
consagrado, se achares o sábado um dia maravilhoso, se achares respeitável o dia consagrado ao Senhor,
se tu o venerares não seguindo os teus caminhos, não te entregando às tuas ocupações e às tuas
conversações: então encontrarás tua felicidade no Senhor” Isaías 58:12-14.
Mas em breve, através de leis globais que obrigarão a santificar o domingo, Satanás fará com que a obediência a
Deus seja considerada um crime
Isto também se aplica a si: a brecha foi feita na Lei de Deus quando o sabbath foi alterado pela Igreja Católica
Romana. Chegou a altura de a observância desse dia divino ser restaurada. A brecha tem de ser reparada.
E escolhemos estar entre aqueles que repararão a brecha. Gostaria de se tornar um reparador da
brecha?
Gostaria de começar a manter o sábado santificado, abstendo-se de trabalhar, não procurando o seu
prazer pessoal e não pronunciando as suas palavras às horas sagradas do dia do sabbath do Senhor?
Onde Prestar Culto
26. Sim, seria para mim uma honra ser um reparador da brecha na Lei de Deus. Contudo, não conheço
nenhuma igreja que pratique a observância do sábado, seguindo apenas a Bíblia e denunciando o
Papado. Por isso, onde poderei prestar culto?
Fique descansado que não é a única pessoa a enfrentar este dilema. As pessoas envolvidas neste projecto
tiveram que enfrentar essa mesma situação. Tivemos que abandonar as nossas igrejas quando
descobrimos o quão pouco elas amam a verdade. Mesmo as igrejas que afirmam honrar o sábado não o
fazem verdadeiramente. Apenas o fazem quando lhes é possível ou conveniente fazê-lo. Quando surgirem
circunstâncias em que tal seja proibido (tornando mais difícil a observância dos sábados), estas igrejas
irão isentar os seus elementos do seu dever de santificar o sábado. Mas as palavras de Deus dizem-nos:
“Importa obedecer antes a Deus do que aos homens” Actos 5:29.
Em breve, através de leis globais que obrigarão a santificar o domingo à escala global, Satanás fará com
que a obediência a Deus seja considerada um crime. Devemos estar preparados para sermos classificados
como criminosos por santificarmos o sábado em vez de obedecermos à lei humana passando por isso a ser
culpados de desobediência a Deus. Em breve, todos os habitantes do Planeta serão confrontados com este
dilema: A quem deverei obedecer, ao homem ou a Deus? Nós escolhemos obedecer a Deus
(independentemente das pressões ou punições a que possamos vir a ser sujeitos), dado que buscamos um
reino celestial.
Entretanto, tendo abandonado todas as igrejas e religiões opostas à verdade de Deus, começámos a
prestar culto nas nossas casas, tentando conquistar familiares, amigos e vizinhos para a verdade até que
consigamos formar pequenos grupos de crentes. Assim, poderemos reivindicar a promessa de Cristo
“Onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome, Eu estarei no meio deles” Mateus 18:20.
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Asseguramos que, quando nos tivermos separado das igrejas e das falsas religiões, em obediência àquilo
que Deus nos ordena (ver pergunta 18), apreciaremos um sentimento de liberdade e libertação.
“Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” João 8:32. Que a nossa alegria seja a sua alegria
quando se decidir a separar-se das igrejas para se tornar um filho ou uma filha de Deus. “O vencedor
herdará todas as coisas” Apoc. 21:7.
----------------------Rezamos para que escolha ser um reparador da brecha na Lei de Deus e assuma o seu posto na luta pelo
salvamento de tantos quantos estejam dispostos a ser salvos da falsidade que envolve um mundo que se
encontra perante a sua última oportunidade antes da já não muito distante segunda vinda de Nosso
senhor e Salvador Jesus Cristo à Terra. ÁMEN!
Todos os versículos da Bíblia são retirados da versão revista e actualizada de João Ferreira de Almeida
(adaptação para Portugal).