ficha de actividade

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ficha de actividade
PRESSE – Programa Regional de Educação Sexual em Saúde Escolar
Afectividade
Auto-estima
Introdução teórica:
“A Auto-estima é a ideia que a pessoa tem de si própria em termos de características,
relações, capacidades e competências. É a avaliação que a pessoa faz de si própria
no que se refere às suas capacidades, importância, sucesso e valor.
Se as crianças, jovens, se sentirem bem com elas próprias, tomarão bem conta
de si e quando tiverem grandes escolhas a fazer, saberão como fazê-las e aprenderão
a dizer não ao que for prejudicial.” (Ló, 1998)
Objectivos a atingir neste módulo:
1. Definir auto-estima de forma breve, clara e simples e salientar a sua
importância no estabelecimento de relações interpessoais saudáveis.
2. Debater algumas formas de promover e diminuir a auto-estima.
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Afectividade
Auto-estima
FICHA DE ACTIVIDADE: A
PRESSEPORTE
Objectivos:
•
Dar aos alunos a oportunidade de aprender quais as qualidades que os outros
vêem neles.
Duração:
Recursos:
•
Ficha: PRESSEPORTE
(Anexo da ficha de actividade A)
•
Alfinetes (dama)
•
Almofada de tinta de carimbo.
Passo a passo:
•
Dar um presseporte a cada aluno.
•
Fazer grupos de dois alunos.
•
Pedir a cada aluno que preencha os dados pessoais no presseporte do
seu colega.
•
O “dono” do presseporte assina e coloca a impressão digital.
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Afectividade
Auto-estima
ANEXO DA ACTIVIDADE: A
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Auto-estima
FICHA DE ACTIVIDADE: B
“Sou especial porque...”
Objectivos:
•
Incentivar a análise das características próprias
•
Promover a auto-estima
Duração:
Recursos:
•
Ficha: “Sou especial porque.”
Anexo da actividade B
Passo a passo:
•
As crianças devem escrever na ficha algo de especial, único ou diferente
sobre si próprias.
•
Devem partilhar o que escreveram, em pequenos grupos ou em pares, e
memorizar o que cada um disse.
•
Se optar por juntar as crianças em pares, devem descobrir no outro
características especiais, únicas ou diferentes, e depois devem comunicálas ao grande grupo.
Fonte: Dossier Prevenir a Brincar: pág. 95, actividade 9.
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ANEXO DA ACTIVIDADE: B
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Afectividade
Auto-estima
FICHA DE ACTIVIDADE: C
“Auto-estima”
Objectivos:
•
Desdobrar o conceito de auto-estima
Duração:
Recursos:
•
Quadro de parede
Passo a passo:
•
Escrever no quadro a seguinte definição e analisar com as crianças o que cada
frase quer dizer.
•
Auto-estima é:
1. Saber que se é especial, diferente e sentir-se feliz por isso.
2. Reconhecer os seus pontos fortes e fracos, sucessos e fracassos, e
aceitá-los ou mudá-los, se assim se desejar.
3. Respeitar os outros.
4. Ser responsável pelas suas acções e sentimentos.
5.
Receber dos pares estímulos e mensagens positivas.
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Fonte: Dossier Prevenir a Brincar: pág. 101, actividade 8.
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Afectividade
Auto-estima
FICHA DE ACTIVIDADE: D
“O jogo da auto-estima”
Objectivos:
•
Ensinar aos jovens o que é a auto-estima e que coisas a afectam.
Duração:
Recursos:
•
Folhas de papel (todas do mesmo tamanho), uma para
cada aluno.
•
Ficha: Pontos de discussão
Anexo da actividade D
Passo a passo:
1. Pergunte ao grupo se alguém sabe o que significa auto-estima. Se ninguém
souber, explique-lhes que a auto-estima é a forma como uma pessoa se sente
em relação a si mesma, e que a auto-estima está estreitamente relacionada
com a nossa família e o nosso meio ambiente. Explique-lhes que todos os dias
enfrentamos coisas e acontecimentos que afectam a forma como nos sentimos
em relação a nós mesmos. Por exemplo, se nos zangamos com os nossos
pais, ou se um amigo nos critica, isso pode afectar a nossa auto-estima.
2. Entregue uma folha de papel a cada participante, explicando-lhe que
representa a sua auto-estima. Explique-lhes que vai ler uma lista de
acontecimentos que podem ocorrer durante o dia e que afectam a nossa autoestima.
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3. Diga-lhes que de cada vez que ler uma frase, eles devem arrancar um pedaço
da folha, e que o tamanho do pedaço que tirarem significa mais ou menos a
proporção de auto-estima que o acontecimento afectaria. Dê-lhes um exemplo
depois de ler a primeira frase, retirando um bocado da sua folha e dizendo “isto
afecta-me muito” ou “isto não me afecta muito”.
(Continua v.f.p.f)
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Afectividade
Auto-estima
“O jogo da auto-estima” (continuação)
Passo a passo:
4. Leia as frases que considere apropriadas da seguinte lista, ou faça as suas
próprias frases.
5. Depois de ter lido todas as frases que afectam a auto-estima, explique aos alunos
que agora vão recuperar a auto-estima. Diga-lhes para reconstruírem a autoestima por pedaços, da mesma maneira que a “tiraram”.
Fonte: Educación Sexual de Adolescentes y Jóvenes: pág. 62-64.
Nota importante:
Certifique-se de ter pelo menos a mesma quantidade de frases para recuperar a autoestima e para “tirá-la”. Acrescente pormenores às frases ou invente novas frases, que
reflictam o mais fielmente possível as situações que acontecem aos jovens da sua
comunidade.
(Continua v.f.p.f.)
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Afectividade
Auto-estima
ANEXO DA ACTIVIDADE: D
Diminuir a auto-estima
Imagina que, na última semana, te aconteceu o seguinte:
1. Uma zanga com um amigo(a) que ainda não tenha terminado.
2. Um professor zangou-se contigo porque não fizeste os trabalhos de casa.
3. Um grupo de amigos chegados não te convidou para uma festa.
4. Um dos teus pais zangou-se contigo ou chamou-te “malcriado/a”.
5. Um amigo/a revelou a outra pessoa um segredo que lhe disseste em confidência.
4. Um grupo de amigos gozou com o teu penteado ou com a tua roupa.
5. Tiveste má nota num teste ou num trabalho.
6. A tua equipa de futebol favorita perdeu um jogo importante.
7. Um/a rapaz/rapariga de quem gostas rejeitou um convite para sair contigo.
8. Foste dos últimos alunos a ser escolhidos para as equipas na aula de Educação
Física.
Aumentar a auto-estima
Imagina que, na última semana, te aconteceu o seguinte:
1. Algum colega de escola pediu-te conselhos sobre um assunto delicado.
2. Um/a rapaz/rapariga de quem gostas convidou-te para sair.
3. A tua mãe ou o teu pai disseram-te que gostam muito de ti.
4. Tiveste boa nota num teste ou num trabalho.
5. Um/a rapaz/rapariga aceitou o teu convite para sair.
6. A tua equipa de futebol favorita ganhou um jogo importante.
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7. Os teus colegas de turma elegeram-te como delegado.
8. Ganhaste um prémio atribuído pela tua escola.
9. O/a rapaz/rapariga de quem gostas mandou-te uma carta/bilhete de amor.
Todos os teus amigos disseram que adoram a tua roupa ou penteado.
NB: os professores podem acrescentar livremente mais frases, com atenção ao facto de que devem ser
em mesmo número (as de “diminuir” e as de “recuperar”).
(Continua v.f.p.f)
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Afectividade
Auto-estima
ANEXO DA ACTIVIDADE: D
(Continuação)
Pontos de discussão
1. Todos recuperaram a auto-estima?
2. Qual foi o acontecimento que mais afectou a auto-estima? Porquê?
3. Qual foi o acontecimento que menos afectou a auto-estima?
4. Qual foi o acontecimento mais importante para recuperar a auto-estima?
5. O que podemos fazer para defender a nossa auto-estima quando nos sentimos
atacados?
6. O que podemos fazer para ajudar os nossos amigos e familiares quando a sua autoestima está em baixo?
Acrescente alguns pontos de discussão para as perguntas que incluir.
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Afectividade
Auto-estima
FICHA DE ACTIVIDADE: E
“Uma entrevista sobre mim”
Objectivos:
•
Dar aos alunos a oportunidade de aprender quais as qualidades que os outros
vêem neles.
Duração:
Recursos:
Entrevista:: 2-3 dias
Discussão em grupo:
•
Ficha: Entrevista sobre mim
Anexo da actividade E
Passo a passo:
1. Introduza esta actividade dizendo ao grupo que algumas vezes as outras pessoas
reconhecem as nossas qualidades muito melhor do que nós mesmos.
2. Distribua a folha de trabalho e peça aos alunos que escrevam o seu nome no
centro da folha e preencham o espaço que diz “Eu mesmo”, escrevendo três
coisas que gostem de si mesmos.
3. Depois, diga-lhes que a sua tarefa é escolher quatro espaços da ficha e
“entrevistar” a pessoa descrita em cada espaço. Durante a entrevista, os alunos
devem formular a pergunta “Quais são as três coisas de que gostas em mim?” e
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registar as respostas no espaço apropriado.
4. Certifique-se que determina uma data e um tempo limite para a realização da
entrevista e determine tempo para discutir esta actividade na sua próxima sessão,
usando os seguintes tópicos de discussão.
5. Comentem os pontos de discussão na próxima sessão.
Continua v.f.p.f
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Afectividade
Auto-estima
Pontos de discussão
1. O que sentes ao saber o que é que as pessoas gostam em ti?
2. Descobriste ou apercebeste-te de algumas qualidades que não sabias que
tinhas?
1. Ficaste zangado/a se ninguém mencionou uma qualidade que consideravas
importante? Como podes consciencializar as pessoas sobre essa qualidade?
2. Mais de uma pessoa mencionou a mesma qualidade sobre ti?
3. Dizes às pessoas que te rodeiam o que gostas delas?
Fonte: Educación Sexual de Adolescentes y Jóvenes: pág. 67-68.
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Afectividade
Auto-estima
ANEXO DA ACTIVIDADE: E
No espaço que “Eu mesmo”, menciona três coisas de que gostes em ti mesmo.
Depois, entrevista 4 das restantes pessoas da ficha e pede-lhes que te digam três
coisas de que gostem em ti como pessoa. Escreve essas respostas nos espaços
apropriados.
Depois, entrevista 4 das restantes pessoas da ficha e pede-lhes que te digam três
coisas de que gostem em ti como pessoa. Escreve essas respostas nos espaços
apropriados.
Eu mesmo
1. ________________
2. ________________
3. ________________
Um dos teus pais ou
tutores
1. ________________
2. ________________
3. ________________
Um irmão ou irmã
1. ________________
2. ________________
3. ________________
Um(a) adulto(a)
1. ________________
2. ________________
3. ________________
___________________
(nome)
Um(a) professor(a)
1. ________________
2. ________________
3. ________________
Um(a) vizinho(a)
1. ________________
2. ________________
3. ________________
Um amigo
1. ________________
2. ________________
3. ________________
Uma amiga
1. ________________
2. ________________
3. ________________
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Afectividade
Auto-estima
FICHA DE ACTIVIDADE: F
“A árvore da minha auto-estima”
Objectivos:
•
Reflectir sobre as próprias qualidades e os seus frutos.
Duração:
Recursos:
•
Ficha: “A árvore da minha auto-estima”
Anexo da actividade F
Passo a passo:
•
Atribuir uma ficha: “A árvore da minha auto-estima” a cada a aluno.
•
Pedir aos alunos que escrevam nos rectângulos (raízes) da árvore as suas
qualidades e nos círculos (frutos) os resultados favoráveis que as suas
qualidades os fizeram alcançar.
•
Cada aluno apresenta a sua árvore à turma.
Fonte: “Educação Sexual em Meio Escolar” (2003). Material de apoio à Formação.
Sub-Região do Saúde do Porto.
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Afectividade
Auto-estima
ANEXO DA ACTIVIDADE: F
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Afectividade
Auto-estima
BIBLIOGRAFIA
Ló, A. C. (1998). Prevenir a Brincar. Projecto VIDA.
Lopez Sanchez, F. (1995). Educación sexual de adolescentes y jóvenes. Madrid: Siglo Veintiuno de
España Editores, S.A.
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Afectividade
Sexualidade e
Puberdade
Introdução teórica:
O conceito de sexualidade é um conceito bastante amplo que não se resume ao sexo
ou à reprodução mas tem que ver com sentimentos, prazer, comunicação interpessoal,
amor, atracção e todo um misto de emoções que se vão aprendendo e fazem parte
integrante da vida de cada um de nós.
“A puberdade é uma fase de transformações físicas, psicológicas e psicoafectivas que
o jovem poderá ter alguma dificuldade em entender e aceitar. O medo de ser diferente
dos outros é algo que começa a estar presente e que deve ser levado em conta no
tratamento deste tema, salientando-se o facto de cada indivíduo ter o seu próprio ritmo
de crescimento” (Frade, Marques, Alverca & Vilar, 2006).
Objectivos a atingir neste módulo:
•
Definir o conceito de sexualidade;
•
Compreender/entender a sexualidade no seu sentido mais amplo;
•
Adquirir conhecimentos fidedignos sobre o funcionamento e as transformações
do corpo feminino e masculino na puberdade.
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Afectividade
Sexualidade e
Puberdade
FICHA DE ACTIVIDADE: A
“Sexualidade é….”
Objectivos:
• Definir o conceito de sexualidade humana;
• Promover o conceito de sexualidade humana nas várias dimensões.
Duração:
Recursos:
• Esferográficas (1 por aluno)
• Fita-cola
• Quadro
• Rectângulos de papel (3 por aluno)
Passo a passo:
•
Entregar a cada participante 3 rectângulos de papel e uma caneta;
•
Pedir para que escrevam de imediato uma palavra (em letras grandes) em
cada rectângulo de papel, após ouvirem a palavra que lhes é proposta;
•
A palavra proposta é SEXUALIDADE;
•
Recolher todos os rectângulos de papel preenchidos;
•
Agrupar de uma forma aleatória todos os rectângulos escritos na parede
ou no quadro;
•
Reorganizar as diferentes palavras de acordo com a sua ligação,
interligação, construindo de forma lógica e coerente o conceito de
sexualidade.
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Afectividade
Sexualidade e
Puberdade
FICHA DE ACTIVIDADE: B
“Microfone mágico”
Objectivos:
• Definir e interiorizar o conceito de sexualidade humana nas várias dimensões.
Duração:
Recursos:
• Microfone mágico (um objecto que simule o microfone)
Passo a passo:
•
Dispor o grupo de participantes em “U”;
•
Faz-se passar por todos os participantes, de forma aleatória, o microfone.
Quem tiver o microfone na mão terá que responder.
A) A sexualidade é…
B) A sexualidade serve para…
C) As pessoas têm sexualidade para…
D) A sexualidade aparece… e acaba quando…
E) Pode existir sexualidade entre…
F) O que mais gostaria de saber sobre sexualidade é…
•
O dinamizador moderando as intervenções e aproveitando todos os
contributos para uma definição abrangente de sexualidade humana.
Fonte: Programa HARIMAGUADA. Dirección General de Promoción Educativa.
Consejería de Educación, Cultura y Deportes del Gobierno Canario.
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Sexualidade e
Puberdade
FICHA DE ACTIVIDADE: C
“Linguagem do corpo”
Objectivos:
•
Identificar os vários nomes possíveis para a mesma parte do corpo;
•
Analisar e desmistificar os termos vulgares associados às diferentes partes do
corpo;
•
Diminuir o desconforto associado à linguagem popular relacionada com a
sexualidade.
•
Uniformizar e adoptar a terminologia sexual adequada.
Duração:
Recursos:
•
Várias mesas com:
−
Vários recipientes (sacos ou caixas de papelão),
cada um deles etiquetado com uma parte do corpo;
•
Folhas de papel.
Passo a passo:
•
Dispor as mesas da sala de aula em forma de circuito, para que os
participantes possam percorrer todas as mesas; colocar em cima de cada
mesa os recipientes;
•
Solicitar a cada participante que escreva nas folhas de papel soltas outra
palavra (em linguagem de rua ou de calão) para denominar a parte do
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corpo escrita em cada recipiente;
•
Amachucar o papel e introduzi-lo no recipiente;
•
O circuito termina quando todos os participantes passarem por todos os
recipientes/partes do corpo.
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Sexualidade e
Puberdade
FICHA DE ACTIVIDADE: D
“Eva
e Adão”
Objectivos:
•
Demonstrar que o valor de cada parte do corpo humano na sexualidade
varia entre as pessoas.
Duração:
Recursos:
•
Cartolinas ou Papel de Cenário
•
Ficha: Adão e Eva (Legendas)
Anexo da Actividade D
Passo a passo:
•
Formar vários grupos de participantes de forma aleatória;
•
Se dispuser de papel de cenário:
− Pedir a um aluno e a uma aluno que se deitem em cima do papel e os colegas
fazem o contorno do seu corpo com marcador fazendo assim uma silhueta
feminina e uma silhueta masculina (Eva e Adão). Pedir aos grupos de trabalho
que relacionem os dois corpos com dois mapas de duas cidades;
•
Se dispuser de cartolinas:
− Pedir aos alunos que desenhem em grupo o corpo de uma mulher e o corpo de um
homem;
•
Solicitar que atribuam uma função na “cidade” a cada parte do corpo, usando os
99
símbolos contidos nas legendas e outros escolhidos por eles;
•
Tentar relacionar com o tema “Somos seres sexuados”;
•
Expor o trabalho de cada grupo à totalidade dos participantes e reflectir sobre o tema.
Fonte: “Educação Sexual em Meio Escolar” (2003). Material de apoio à Formação.
Sub-Região do Saúde do Porto.
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Sexualidade e
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ANEXO DA ACTIVIDADE: D
Outros: (Acrescentar pelos alunos)
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Sexualidade e
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FICHA DE ACTIVIDADE: E
“Álbum fotográfico”
Objectivos:
•
Explorar ad diferenças existentes no desenvolvimento corporal dos rapazes e
raparigas
Duração:
Recursos:
•
Álbum ou dossier.
•
Fotografias dos alunos em várias idades.
Passo a passo:
• Na sessão anterior, solicitar aos alunos que tragam de casa fotografias de
quando eram bebés, de quando tinham dois anos, cinco anos, … até à
actualidade. Também poderão trazer as fotografias dos pais nas várias
idades.
• Comentar, entre todos, as alterações que se notam de umas fotografias para
outras, as semelhanças, …
• Trabalhar conceitos como: “maior”, “mais pequeno que “...
101
• Criar o álbum da turma, recolhendo as diferenças entre sexos e entre idades.
Fonte: Programa HARIMAGUADA. Educación Afectivo-Sexual en la Educación
Primaria: actividad 12.
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Sexualidade e
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FICHA DE ACTIVIDADE: F
“Carrossel de perguntas”
Objectivos:
• Esclarecer dúvidas comuns inerentes à sexualidade humana;
Duração:
Recursos:
•
•
1 Saco;
Folhas de papel.
Passo a passo:
1. Os participantes escrevem numa pequena folha de papel (em letra de imprensa),
uma pergunta a que se sentissem embaraçados a responder.
2. O dinamizador recolhe as questões devidamente dobradas e coloca-as dentro do
saco;
3. Formam-se duas filas: ficando os participantes frente a frente sentados em cadeiras;
Nota: As cadeiras também podem ser dispostas em dois círculos: um interior com os assentos
virados para fora e outro exterior com os assentos virados para dentro.
4. Define-se que uma fila será a “equipa das perguntas” e outra a “equipa das
respostas”;
5. O dinamizador dá instruções para que a equipa das perguntas retire uma pergunta
do saco e leia sem mostrar a ninguém;
102
Continua v.f.p.f.
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Afectividade
Sexualidade e
Puberdade
Carrossel de perguntas”
Passo a passo:
6. Em seguida cada elemento da equipa das perguntas faz a pergunta ao elemento
da outra equipa que está sentado à sua frente em voz baixa a que este responde
da mesma forma;
7. O dinamizador dá pouco tempo para o diálogo. Passado esse tempo faz um sinal
(ex. bate as palmas, emite um som, …) e os participantes que dão as respostas
levantam-se e sentam-se na cadeira à sua direita, levantando-se todos em
simultâneo;
8. A seguir os elementos da equipa das perguntas (que se mantém sentados)
repetem a mesma pergunta a um novo participante. O dinamizador volta a fazer
sinal para trocarem de posição;
9. Este processo repete-se sucessivamente até que todos os elementos da equipa
das respostas respondam a todas as perguntas;
10. Trocam-se posições nos dois grupos. Os participantes que estiveram a responder
passam a fazer perguntas, e vice-versa.
11. Forma-se um círculo o dinamizador convida cada participante a falar sobre a
pergunta que lhe “tocou” e as várias respostas que recebeu.
12. Em seguida todos falam das dificuldades que sentidas ao ter que responder às
perguntas.
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Afectividade
Sexualidade e
Puberdade
OUTRAS ACTIVIDADES…
Actividade
Corpo Masculino/Corpo Feminino
Pág.
Livro/cd*
Autor
Editora
37
Educação Sexual na Escola: Guia
para Professores, Formadores e
Educadores
Frade et al
Texto
Editora
37-38
Educação Sexual na Escola: Guia
para Professores, Formadores e
Educadores
Frade et al
Texto
Editora
40
Educação Sexual na Escola: Guia
para Professores, Formadores e
Educadores
Frade et al
Texto
Editora
A puberdade
40-41
Educação Sexual na Escola: Guia
para Professores, Formadores e
Educadores
Frade et al
Texto
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Esta nova imagem de ti próprio
nem sempre te alegra e buscas o
teu visual
30-32
A minha sexualidade dos 9 aos 13
anos
Robert, J.
Porto
Editora.
Que outro nome tem…?
O que eu era/ O que sou agora
--
CD “Saúde na Escola”.
Quero conhecer-me
Coordenação Nacional
para a Infecção VIH/sida.
* O(s) materiai(s) indicado(s) foram disponibilizados pelo PRESSE.
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PRESSE – Programa Regional de Educação Sexual em Saúde Escolar
Afectividade
Sexualidade e
Puberdade
BIBLIOGRAFIA
CD Saúde na Escola. Coordenação Nacional para a Infecção VIH/sida.
Frade, A., Marques, A. M., Vilar, D. (2006). Educação Sexual na Escola – Guia para Professores,
Formadores e Educadores. Lisboa: Texto Editores.
Robert, J. (2006). A minha sexualidade – dos 9 aos 13 anos. Porto: Porto Editora.
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Afectividade
Reprodução
Humana
Introdução teórica:
A riqueza de significados da sexualidade humana engloba naturalmente o conceito de
reprodução, mas não se limita a este aspecto, embora seja fundamental o seu
conhecimento (Dias, Ramalhete, Marques, Seabra, & Antunes, 2002).
Para que haja reprodução humana é necessário que se processe a fecundação do
óvulo com o espermatozóide, ou seja, a união das células sexuais feminina e
masculina.
O conhecimento dos aparelhos reprodutores, feminino e masculino, e em particular
das diversas fases do ciclo menstrual na mulher, permite compreender o processo de
fecundidade.
Objectivos a atingir neste módulo:
• Conhecer o aparelho reprodutor masculino;
• Conhecer o aparelho reprodutor feminino;
• Compreender a fisiologia do ciclo menstrual.
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Afectividade
Reprodução
Humana
FICHA DE ACTIVIDADE: A
“Jogo das Aventuras do Óvulo, do Espermatozóide e do Futuro Bebé”
Objectivos:
•
Compreender o processo da fecundação na espécie humana;
•
Compreender o funcionamento dos aparelhos reprodutores masculino e feminino
nomeadamente os conceitos de ovulação, ciclo ovulatório, menstruação,
ejaculação, fecundação, gravidez e parto.
Duração:
• Depende do tempo
que o professor
desejar dedicar à
aquisição de
conhecimentos e à
realização do jogo.
• É possível jogar só
a primeira parte (até
abrir a Porta do
Caminho para
Nascer) e
prosseguir com a
segunda parte
noutro dia.
Recursos:
•
Ficha: “Jogo das Aventuras do Óvulo, do Espermatozóide e
do Futuro Bebé” (Reprodução em cartolina)
Anexo da ficha de actividade A
•
Ficha Regras e provas:
Anexo da ficha de actividade A (Continuação)
•
Um dado apenas com os algarismos 1, 2 e 3 (duas faces com
cada um destes três algarismos);
•
Seis peças representando espermatozóides, seis peças
representando óvulos, duas peças representando um futuro
bebé do sexo masculino e duas peças representando um
futuro bebé do sexo feminino*.
•
Cartões com registo das provas referentes a cada casa do
percurso;
•
Uma ou duas bolas, duas mantas, duas vendas para os olhos,
uma dezena de sacos grandes de serapilheira e uma caixa
grande de cartão ou uma arca (onde caibam uma ou duas
crianças);
•
Objectos facultativos: uma baliza, um cesto de basquetebol,
dois pequenos sinos ou campainhas, roupas para teatro.
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Afectividade
Reprodução
Humana
Passo a passo:
•
Trata-se de um jogo para duas equipas e com duas partes distintas.
•
Cada equipa tem a dimensão que se quiser, mas o número de membros não deve
ser inferior a quatro.
•
Na primeira parte do jogo, uma das equipas é responsável pelo movimento do óvulo
ao longo do percurso A (ver figura – anexo XI) e a outra equipa é responsável pelo
movimento do espermatozóide ao longo do percurso B.
•
Ambos os percursos têm nove casas e terminam no Ponto de Encontro (casa 10), o
qual tem duas portas: a Porta da Menstruação e a Porta do Caminho para Nascer.
•
Quando o óvulo atinge o Ponto de Encontro (casa 10), mas não se encontra com o
espermatozóide, sai pela porta da menstruação e a respectiva equipa poderá
reiniciar o percurso A, usando outro óvulo. O mesmo acontece com o
espermatozóide quando não se encontra com o óvulo no Ponto de Encontro (casa
10). Sairá, portanto, pela Porta da Menstruação, será substituído por outro
espermatozóide e reiniciará o percurso B.
•
Quando o óvulo e o espermatozóide se encontram no Ponto de Encontro, abrem
juntos a Porta do Caminho para Nascer e começa a segunda parte do jogo. Então,
deixa de haver duas equipas e passa a haver apenas uma equipa, formada pelos
membros das duas anteriores. Esta equipa única é a responsável pelo movimento do
Futuro Bebé (ou, porque não, de dois futuros bebés gémeos) ao longo do Caminho
para Nascer, que tem também 9 casas. Os movimentos do óvulo, do espermatozóide
e do futuro bebé vão ser determinados pelo lançamento do dado (duas faces com o
algarismo 1, duas com o 2 e duas com o 3) e pelos resultados das provas que as
equipas vão fazendo.
* Estas peças só são necessárias se o jogo for construído em tamanho pequeno e não
possam, portanto, ser as próprias crianças a representar o espermatozóide, óvulo e o futuro
bebé.
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Afectividade
Reprodução
Humana
1ª Parte
Cada uma das equipas poderá ter de prestar determinadas provas, conforme se refere mais
à frente (ver regras e provas). O objectivo desta primeira parte é que o espermatozóide e o
óvulo cheguem ao Ponto de Encontro (casa 10) e se encontrem, pois só dessa forma
poderão abrir a Porta do Caminho para Nascer.
No entanto, este encontro pode não acontecer por duas razões:
a) Uma das equipas pode estar na casa 8 e o dado marcar o algarismo 3 ou estar na
casa 9 e o dado marcar o algarismo 2 ou 3 (na casa 9, a equipa tem o direito de fazer
duas tentativas para tentar que saia o nº 1). Quando acontecer que o espermatozóide
ou o óvulo não acertem na casa 10, então saem pela Porta da Menstruação e as
respectivas equipas poderão retomar o jogo desde o início, à procura de atingir o
Ponto de Encontro (casa 10).
b) Uma equipa pode ter chegado ao Ponto de Encontro mas a outra equipa não chegar lá
na jogada seguinte. Então, ainda tem o direito de ficar ali e esperar por mais uma
jogada da outra equipa. Mas, se esta continuar a não atingir a casa 10 nessa jogada, o
óvulo ou o espermatozóide que ali estava terá de sair pela Porta da Menstruação e a
equipa deverá voltar ao início do jogo, retornando a fase inicial de progressão, com o
objectivo de se realizar o encontro do óvulo e do espermatozóide no Ponto de
Encontro.
Nota: Cada vez que o óvulo ou o espermatozóide saem pela Porta da Menstruação e a
equipa retoma o jogo do início, deve recorrer a um óvulo ou espermatozóide diferente, para
simbolizar que o jogo foi retomado noutro momento com um novo ciclo ovulatório e uma
nova entrada de espermatozóides no aparelho reprodutor feminino.
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Afectividade
Reprodução
Humana
2ª Parte
Quando o óvulo e o espermatozóide se encontram na casa 10 e após realizada com êxito a
Porta do Encontro (ver regras e provas), deixa de haver duas equipas separadas e passa a
haver apenas uma equipa onde todos cooperam para chegarem ao fim do caminho. O
objectivo final do jogo é, portanto, o nascimento do bebé.
Fonte: Educação Sexual no 1º Ciclo. Um Guia para Professores e Formadores: pág.
73-82, actividade 8.
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ANEXO DA ACTIVIDADE: A
Afectividade
Reprodução
Humana
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Afectividade
Reprodução
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ANEXO DA ACTIVIDADE: A
(Continuação)
Regras e Provas
Nota Introdutória: Uma das vertentes importantes deste jogo é a criatividade, o que
também se aplica às próprias regras e provas nele incluídas. Consoante as
características do grupo que participa no jogo, e à medida que os seus conhecimentos
evoluem e que certas provas começam a correr o risco de se tornarem desinteressantes
pela sua repetição e pelo grau de conhecimentos já adquiridos, poderão ser introduzidas
novas provas mais adequadas a cada situação e ao sabor da própria criatividade do
animador. Assim, o que a seguir apresentamos é assumido, sobretudo, como ponto de
partida, aberto a reformulações. É por esta razão que propomos que as provas sejam
redigidas em cartões – um cartão para cada casa – podendo assim fazer-se sucessivas
substituições dos cartões iniciais, conforme se for considerando mais adequado. Em
relação às casas que não têm provas com jogos especiais, a tarefa proposta nos
cartões é apenas a de identificar e descrever a localização do óvulo, do espermatozóide
ou do futuro bebé, com apoio dos quadros respectivos. Quando se verificar que os
conhecimentos necessários a estas localizações já estão adquiridos, poderão ser
criados cartões alternativos com perguntas para avaliação de outros conhecimentos,
que podem ser colocadas a todo o grupo, ou a um dos elementos, por forma sorteada
ou rotativa. Por fim, chama-se a atenção para o facto de se ter procurado escolher
provas acessíveis sem materiais muito complexos, mas que têm algo a ver com a
localização da casa onde estão o óvulo, o espermatozóide ou o futuro bebé. Outras
provas podem ser concebidas com a mesma perspectiva consoante a imaginação dos
autores e os recursos que disponham.
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Afectividade
Reprodução
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Regras:
1. Na primeira parte do jogo, cada equipa lança o dado alternadamente. Sorteia-se a
equipa que faz o primeiro lançamento. Na segunda parte do jogo, as duas equipas
iniciais formam uma única equipa.
2. Após o lançamento do dado, a equipa vai ver o conteúdo do cartão correspondente à
marca onde ficou e realiza a respectiva prova.
3. Se após a realização da prova, saltar ou recuar para outra casa, não realiza a prova
que corresponde a essa casa.
CARTÕES PARA O PERCURSO A
Nº 1 – Jogo da roda cada vez mais larga
Num dos ovários, há um óvulo que começa a amadurecer e fica cada vez maior. Para
representar esse fenómeno, a equipa deve fazer uma roda que começa só com duas
pessoas e onde vai entrando mais uma pessoa de cada vez, ao ritmo de uma cantiga,
ficando a roda cada vez maior.
Objectivo realizado: Salta para a casa nº 3
Objectivo não realizado: Fica na casa nº 1
Nº 4 – Jogo de penalty
O óvulo vai ser atirado do ovário para a trompa. É preciso pontaria como para marcar um
golo. Para representar este fenómeno, a equipa escolhe um dos seus membros para marcar
um penalty – dar um pontapé numa bola, atirando-a para dentro de uma baliza (ou de um
espaço que “faça de conta” que é a baliza). Consoante o grau de dificuldade, pode haver
entre uma e três tentativas.
113
Objectivo realizado: Salta para a casa nº 6.
Objectivo não realizado: Fica na casa nº 4.
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Reprodução
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CARTÕES PARA O PERCURSO A (continuação)
Nº 7 – Jogo do Dão Badalão
O óvulo não tem mobilidade própria. Vai avançando lentamente pela trompa, empurrado
pelas contracções ondulantes das paredes da própria trompa. Para representar isto, uma
das crianças deita-se no chão, em cima de uma manta. As outras crianças e o professor
pegam na manta, levantam-na um pouco e afastam a manta de forma suave, ondulante,
fazendo a criança nela deitada rebolar um pouco, mas sem movimentos bruscos que lhe
provoquem susto. A criança deve fechar os olhos e sentir-se bem, embalada pelos
movimentos.
Objectivo realizado: Salta para a casa nº 9.
Objectivo não realizado: Fica na casa nº 7.
Nº 2, nº 3, nº 5, nº 6, nº 8, nº 9
A equipa tem de identificar qual é a sua posição, apontando-a no respectivo quadro e
explicar o que está a acontecer.
CARTÕES PARA O PERCURSO B
Nº 1 – Jogo do espermatozóide gigante
A partir da puberdade, começa a produzir-se nos testículos milhões de espermatozóides,
que parecem girinos com “cabeça e cauda”.Para os representar, a equipa é desafiada a
encenar uma figura feita em conjunto por todos os seus membros, formando alguns a
cabeça e os outros a cauda usando duas mantas (estilo de representação do “Dragão” na
cultura oriental), e devendo o espermatozóide gigante ser capaz de se deslocar de maneira
114
bem articulada, com movimentos ondulantes da cauda.
Objectivo realizado: Salta para a casa nº 3.
Objectivo não realizado: Fica na casa nº 1.
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CARTÕES PARA O PERCURSO B (continuação)
Nº 4 – Jogo de andar às escuras
Os espermatozóides avançam com a ajuda das suas caudas por um canal (canal deferente)
que desemboca depois numa via normal (a uretra), que atravessa o pénis. Podemos
imaginar que este percurso é um longo caminho feito às escuras. Para representar isto, um
dos membros da equipa faz de conta que é um espermatozóide e coloca uma venda nos
olhos, sendo conduzido através da voz por alguém da equipa ao longo do percurso (pode
ser um corredor, por exemplo) sem chocar com obstáculos.
Objectivo realizado: Salta para a casa nº 6.
Objectivo não realizado: Fica na casa nº 4.
Nº 7 – Corrida de sacos
Depois de percorrerem o caminho ao longo do canal deferente e da uretra, os
espermatozóides saem do corpo masculino e entram na vagina, por onde seguem até à
descoberta da entrada do útero e, depois, dentro do útero, terão de descobrir as entradas
para as duas trompas, seguindo uma por outra à procura de encontrar o óvulo, que pode
nem sequer estar lá. Para complexificar mais as coisas, há milhões de espermatozóides,
mas só o primeiro a encontrar o óvulo é que tem sorte de fecundá-lo, entrando dentro dele.
Para representar isto, a equipa é desafiada a fazer uma corrida de sacos (ou ao “pé
coxinho”).
Se for possível, o percurso da corrida poderá bifurcar-se e só num dos dois caminhos finais
é que estará o óvulo (para além da rapidez, será preciso alguma sorte para acertar no
caminho que leva ao óvulo).
115
Objectivo realizado: Salta para a casa nº 9.
Objectivo não realizado: Fica na casa nº 7.
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CARTÕES PARA O PERCURSO B (continuação)
Nº 2, nº 3, nº 5, nº 6, nº 8, nº 9
A equipa tem de identificar qual é a sua posição, apontando-a no respectivo quadro, e
explicar o que está a acontecer.
Objectivo realizado: Fica na casa onde estava.
Objectivo não realizado: Recua uma casa.
CARTÃO SOBRE O ACESSO AO PONTO DE ENCONTRO
Pode-se chegar ao Ponto de Encontro (casa 10) a partir das casas nº 7, 8, 9 dos percursos
A e B.
No entanto, se estiver na casa 8 e o dado marcar 3, ou se estiver na casa 9 e o dado marcar
2 ou 3, é-se obrigado a sair pela Porta da Menstruação, voltando a respectiva equipa ao
princípio do jogo, com um novo óvulo ou um novo espermatozóide.
Chama-se ainda a atenção para a possibilidade de, a partir da casa 9, se usar o direito de
recorrer a uma segunda tentativa para o lançamento do dado, caso na primeira o resultado
tenha sido diferente de 1.
CARTÃO SOBRE O ACESSO AO PONTO DE ENCONTRO (casa 10)
Quando uma equipa chega ao Ponto de Encontro, não realiza nenhuma prova e pode decidir
se prefere esperar que a outra equipa lá chegue, aguardando que esta realize, no máximo,
duas jogadas, ou pode sair de imediato pela Porta da Menstruação, para retomar o jogo,
outra vez, do início.
O professor poderá explicar que os espermatozóides e os óvulos conseguem manter-se
vivos nas trompas entre um e três dias, à espera que possa ocorrer a fecundação.
No caso de a equipa ter decidido esperar e quando se esgotam sem êxito as duas jogadas
da outra equipa, terá então de sair pela Porta da Menstruação e voltar ao início do jogo.
No caso de as duas equipas conseguirem juntar-se no Ponto de Encontro (casa 10) então
realiza-se a:
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PROVA DO ENCONTRO
Às vezes um óvulo é cercado por muitos espermatozóides, mas só há um para quem ele
abre a porta da membrana que o envolve. Parece que se reconhecem um ao outro.
Para representar o momento da fecundação (união do óvulo e do espermatozóide), há uma
criança que representa o óvulo (membro da equipa que fez parte do percurso A) e outra que
representa o espermatozóide (membro da equipa que fez o percurso B).
Ambas as crianças ficam longe uma da outra com os olhos vendados. Se o número de
crianças das duas equipas for grande, poderão fazer entre todas uma roda, delimitando o
espaço onde o óvulo e o espermatozóide vão procurar-se um ao outro.
Se houver duas pequenas campainhas, o óvulo e o espermatozóide poderão usá-las para se
orientarem na procura. Também poderão usar a própria voz. A prova acaba quando se
tocarem e reconhecerem.
A seguir, lançam ambos um dado, que corresponde a ter-se aberto a Porta do Caminho para
Nascer e ao início desse caminho.
CARTÕES PARA O PERCURSO C
Nº 1 – Jogo da bola ao cesto
Logo que o óvulo e o espermatozóide se juntam, a célula resultante da união entre os dois
começa a dividir-se em 2, 4, 8, 16 e por aí adiante, enquanto continua a viagem pela trompa.
Assim, quando chega ao útero, o futuro bebé já tem tamanho que se veja e precisa agora de
fazer ninho, onde vai ter o alimento de que necessita para crescer cada vez mais.
Para representar a nidação, faz-se a prova da bola ao cesto. O conjunto de crianças, que
agora forma uma única equipa, responsável pelo movimento do futuro bebé, escolhe 5 de
entre elas. Cada uma faz um lançamento de bola ao cesto (pode ser uma bola de ténis para
um cesto de papeis ou uma de basquetebol para um cesto próprio).
Para que o objectivo seja realizado, é preciso que haja, pelo menos, três tentativas
conseguidas.
Objectivo realizado: Salta para a casa nº 3.
Objectivo não realizado: Fica na casa nº 1.
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Reprodução
Humana
CARTÕES PARA O PERCURSO C (continuação)
Nº 4 – Jogo dos sons
Durante cerca de nove meses, o futuro bebé vai-se desenvolvendo dentro do útero. Aos
poucos, começa a mexer as mãos, a dar pontapés e a virar-se para um lado ou para outro.
Também gosta de sentir, de vez em quando, as paredes do útero a fazer-lhe festinhas em
todo o corpo, e percebe quando a mãe está quietinha ou quando vai a andar ou está a
comer. Abre os olhos mas não vê nada, porque está tudo muito escuro, mas consegue ouvir
a voz da mãe e do pai, quando fala perto, e muitos sons à sua volta. Assim vai aprendendo a
reconhecer aqueles que são mais habituais.
Para dramatizar esta cena, uma criança que representa o futuro bebé fica de olhos
vendados, dentro de uma grande caixa de cartão (ou de uma arca) e o resto da equipa vai
produzir 5 sons ou ruídos diferentes, estando realizado o objectivo se a criança identificar
pelo menos 3.
Um dos sons deve ser o de uma voz de outra das crianças, outro deve ser o de um
instrumento musical e os outros serão criados livremente pela equipa.
Pode aproveitar-se este momento para outras experiências relacionadas com a vivência do
futuro bebé no útero: fazer uma festinha na cabeça, andar com a caixa de um lado para o
outro, etc.
Objectivo realizado: Salta para a casa nº 6.
Objectivo não realizado: Fica na casa nº 4.
Nº 2 e 3
O futuro bebé chegou ao seu ninho.
A equipa deve identificar o percurso que o futuro bebé realizou desde o ponto de encontro
(fecundação) até ao ninho (nidação), apontando-o no quadro esquemático do aparelho
reprodutor feminino, e dizer o que sucedeu ao futuro bebé ao longo deste caminho.
Objectivo realizado: Fica na mesma posição.
Objectivo não realizado: Recua uma casa.
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CARTÕES PARA O PERCURSO C (continuação)
Nº 5 e 6
O futuro bebé está a desenvolver-se dentro do útero da mãe.
A equipa deve identificar no quadro do aparelho reprodutor feminino onde é que isto
acontece e falar das capacidades que o futuro bebé vai adquirindo.
Objectivo realizado: Fica na mesma posição.
Objectivo não realizado: Recua uma casa.
Nº 7, 8 e 9 – Jogo do nascer
Agora chegou o momento de o bebé nascer.
O útero abre-se em baixo, a vagina alarga-se, a mãe faz força e o bebé percorre um
corredor estreito até sair do corpo da mãe.
Para representar o parto, um dos membros da equipa que faz de “futuro bebé”, atravessa
rastejando e de olhos fechados um corredor formado pelas pernas abertas dos outros
membros da equipa. Só deve abrir os olhos quando chega ao fundo deste “túnel”.
Mas como o Jogo das Aventuras do Óvulo, do Espermatozóide e do Futuro Bebé acaba
com esta prova, todas as crianças podem também fazer o percurso do bebé a nascer.
Assim, quando o primeiro faz o percurso e chega ao fim, levanta-se e coloca-se à frente da
fila do grupo, de pernas abertas, enquanto o última da fila começa por sua vez a rastejar de
olhos fechados e assim sucessivamente até todos terem “nascido”.
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FICHA DE ACTIVIDADE: B
“Aparelhos reprodutores”
Objectivos:
•
Conhecer os aparelhos reprodutores masculino e feminino.
Duração:
Recursos:
•
Ficha: Aparelhos reprodutores
Anexo da actividade B
Passo a passo:
•
Distribuir aos alunos um diagrama dos órgãos genitais externos e internos do
homem e da mulher para que façam a sua legenda.
•
Seguidamente, projectar um acetato legendado para que possam confrontar as
suas respostas e eventualmente emendar ou completar alguma delas.
Fonte: Imagens: http://www.netexplica.com
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Afectividade
Reprodução
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ANEXO DA ACTIVIDADE: B
Aparelho reprodutor feminino
Legenda:
1. ________________________
2. ________________________
3. ________________________
4. ________________________
5. ________________________
6. ________________________
7. ________________________
8. ________________________
9. ________________________
10. ________________________
11. ________________________
12. ________________________
13. ________________________
Continua v.p.p.f.
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Afectividade
Reprodução
Humana
ANEXO DA ACTIVIDADE: B
(Continuação)
Aparelho reprodutor masculino
Legenda:
1. ________________________
2. ________________________
122
3. ________________________
4. ________________________
5. ________________________
6. ________________________
7. ________________________
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Continua v.p.p.f.
Afectividade
Reprodução
Humana
ANEXO DA ACTIVIDADE: B
Soluções: Aparelho Reprodutor Feminino
Legenda:
1. Pavilhão da trompa
7. Orifício urinário
8. Orifício genital
2. Ovário
9. Lábios
3. Trompa
10. Coluna vertebral
4. Útero
11. Bexiga
5. Colo do útero
12. Intestino
6. Vagina
13. Ânus
Soluções: Aparelho Reprodutor Masculino
Legenda:
1. Canal deferente
2. Vesícula Seminal
3. Próstata
4. Pénis
5. Epidídimo
6. Glande
7. Prepúcio
8. Orifício Genital
9. Bexiga
10. Coluna Vertebral
11. Intestino
12. Ânus
13. Uretra
123
14. Testículo
15. Escroto
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Afectividade
Reprodução
Humana
BIBLIOGRAFIA
Dias, A., Ramalheira, C., Marques, L., Seabra, M. & Antunes, M. (2002). Educação da
sexualidade no dia-a-dia da prática educativa. Braga: Edições Casa do Professor.
Marques, A. M., Vilar, D., Forreta, F. (2002). Educação Sexual no 1º Ciclo – Um Guia para
Professores e Formadores. Lisboa: Texto Editora.
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Afectividade
Higiene
Corporal
Introdução teórica:
A higiene corporal faz parte integrante da saúde do indivíduo. A importância dos seus
procedimentos correctos e a sua periodicidade devem constituir hábitos individuais
que devem ser treinados com os alunos, em particular lavagem das mãos e
escovagem dos dentes. Além disso deve ser fomentado o banho diário e a lavagem
mais cuidada dos órgãos genitais.
Objectivos a atingir neste módulo:
•
Compreender a importância da higiene corporal para a saúde do indivíduo:
−
Identificar a importância do banho;
−
Identificar a importância de lavar as mãos;
−
Identificar a importância da escovagem dos dentes;
−
Conhecer a importância e a especificidade da lavagem dos órgãos
genitais.
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Afectividade
Higiene
Corporal
FICHA DE ACTIVIDADE: A
“Os meus hábitos de higiene”
Objectivos:
•
Reflectir sobre a importância dos hábitos de higiene pessoal.
Duração:
Recursos:
•
Questionário e pontuação: “Os meus hábitos de higiene”
Anexo da Actividade A
Passo a passo:
•
Aplicar o questionário “Os meus hábitos de higiene” individualmente.
•
Atribuir a pontuação a cada aluno;
•
Reflectir sobre os resultados e sobre a importância da higiene pessoal para a
saúde do ser humano.
Fonte: www.forma-te.pt.
126
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Afectividade
Higiene
Corporal
ANEXO DA ACTIVIDADE: A
Questionário sobre a higiene pessoal
1. Tomas banho:
a) Todos os dias
b) Duas vezes por semana
c) Uma vez por semana
2. Lavas o cabelo:
a) Quando está muito sujo
b) Todos os dias
c) Uma a duas vezes por semana
3. Mudas de roupa interior:
a) Todos os dias
b) Quando está suja
c) No fim-de-semana
8. Cortas as unhas:
a) Todos os dias
b) Sempre que estão grandes
c) Regularmente, para nunca
crescerem muito
9. Lavas os dentes:
a) Nunca lavo
b) De manhã e à noite
c) De manhã, depois de comer e à
noite
4. Quando vais a sanitários públicos:
a) Sento-me na sanita
b) Não me sento na sanita
c) Protejo o tampo com papel
5. Arejas o teu quarto:
a) Ao fim-de-semana
b) Quando está um dia de sol
c) Todos os dias
6. Lavas as mãos:
a) Sempre que como
b) Sempre que se justifique
c) De manhã e à noite
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7. Usas desodorizante:
a) Todos os dias, depois do banho
b) Sempre que transpiro
c) Quando sinto que estou a
cheirar mal
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Afectividade
Higiene
Corporal
ANEXO DA ACTIVIDADE: A
(Continuação)
Resultados
Soma os pontos de acordo com a tabela:
Questão
1
2
3
4
5
6
7
8
9
a
2
0
2
0
1
1
2
0
0
b
1
0
1
2
1
2
0
2
1
c
0
2
0
0
2
0
0
2
2
Se obtiveste de 15 a 18 pontos…
Parabéns! Tens certamente bons hábitos de higiene. Continua a proceder assim.
Se obtiveste de 11 a 14 pontos…
Atenção! Tens de melhorar os teus cuidados de higiene diária.
Se obtiveste de 5 a 10 pontos…
Cuidado! Tens poucos hábitos de higiene pessoal.
Se obtiveste de 0 a 6 pontos… muito cuidado!
Não tens hábitos de higiene pessoal.
Tens de alterar o teu comportamento porque a tua saúde está em risco.
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Afectividade
Higiene
Corporal
FICHA DA ACTIVIDADE: B
“Procedimentos para o banho”
Objectivos:
•
Conhecer as etapas/procedimentos que compõem o banho.
Duração:
Recursos:
•
Cartões.
Passo a passo:
•
Elabore cartões com fases relativas ao banho (desenhos ou frases):
−
Despir
−
Molhar
−
Ensaboar (sabão/sabonete); o cartão “ensaboar” poderá ser completado
com sub-cartões relativos à lavagem das diferentes partes do corpo, em
particular: cabeça, tronco, membros e genitais.
•
−
Lavar (evidenciar o não uso de esponja)
−
Enxaguar (retirar o sabão)
−
Secar/limpar
Coloque os alunos em pequenos grupos para que possam discutir o tema, e
chegar a uma conclusão sobre as etapas/procedimentos que compõem o
banho.
Fonte: www.forma-te.pt.
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Afectividade
Higiene
Corporal
FICHA DA ACTIVIDADE: C
“Procedimentos para lavar as mãos”
Objectivos:
•
Conhecer o procedimento correcto da lavagem das mãos;
•
Adoptar este procedimento no quotidiano.
Duração:
Recursos:
•
Cartões com imagens do procedimento da lavagem das
mãos;
•
Fases do procedimento da lavagem das mãos
Anexo da actividade C
Passo a passo:
•
Recorte os cartões;
•
Divida a turma em grupos e entregue a cada grupo um conjunto de cartões
com a ilustração da lavagem de mãos e um conjunto de frases que descrevem
cada uma das imagens para que os alunos façam a devida correspondência;
•
Posteriormente os alunos devem fazer a simulação do procedimento
correctamente;
•
Pode tornar esta actividade num jogo lúdico, introduzindo tempo ou prémios
para as melhores respostas;
•
Depois de todos os alunos conhecerem o procedimento, devem praticá-lo e
promovê-lo junto da família e amigos.
Fonte: www.forma-te.pt. Imagem: www.dgs.pt
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Afectividade
Higiene
Corporal
ANEXO DA ACTIVIDADE: C
(Continuação)
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Afectividade
Higiene
Corporal
ANEXO DA ACTIVIDADE: C
(Continuação - Soluções)
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Afectividade
Higiene
Corporal
ANEXO DA ACTIVIDADE: C
(Continuação)
Fases do procedimento da lavagem das mãos
1. Lavagem da palma sobre costas
2. Lavagem de palma contra palma,
com os dedos ligeiramente entrelaçados
3. Lavagem entre os dedos
4. Lavagem das unhas da mão esquerda,
na palma da mão direita
5. Lavagem das unhas da mão direita,
na palma da mão esquerda
6. Lavagem do polegar esquerdo
7. Lavagem do polegar direito
8. Lavagem da palma esquerda com a mão direita
133
9. Lavagem da palma direita com a mão esquerda
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BIBLIOGRAFIA
Site www.forma-te.pt – acedido a 14 de Novembro de 2008.
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