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/78-MandlOCa
Bras'ílla, 'tde JU1ho de 1 978
Prezado Senhor
Em dnexo, conforme promet1do, urna copla xerox do
seu traba1ho na versao em Portugues e que fo1 d1str1buido para
todo os tecn1cos que trabalham com mand1oca no Bras11
Sem ma1s para o momento, subscrevemo-nos mu1
Atenc1osamente,
Ckzao (_:¡J;f.ActÚ
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Gorento 1 acHH" 1 d;t Mandioca
I 1m o
Sr
Dr RAFAEL O DIAZ
CENTRO NACIONAL DE AGRICULTURA TROPICAL -CIAT
APARTADO AEREO 6713
CAL! - COLOMBIA
JRS/msrs
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fll'lTO<;_F_I!l_!LI7/\~}IO_ _!Jf
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Autores
Publ1ca~io
INSIIMOS _P_A_IVI 1\ PRODUCIIO
11.\ND!Of/\ N/\ COl OM[ll/\
Ratael O Olaz, Pen
Estrada
P1nstrup-/\ndcr~cn
CLntro !nlernac1onal de /\gr1cultura
ES no 05, Julho de 1975
1
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Ttop1ral-S~r1e
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oouco tcmpo, a ma nd, o~.-a et a 11111
cult110
que receb1a Lxrassa atcn~io pot porte dos p•squ1sadores
1gric~
las e polítJcJs No cntretanco, esta sltUd<,ilo esta m11dando
ao
ser perceb1da a sua 11rportanc1a como al lmPnto b)s,co 11~ plc."s ttop.!_
ca1s e scu potPnc1al como alJmPnto para gado No espa~o de c1nro
anos, do1s 1nst1tutos 1nternaL1ona1S de 1nVLSl1ga~io
a~,f~ola
formaram grupos mul.JdlSClpllnat para 1nvest1gar mand1oca (1)
(1) O Cento Internacional de /\qrJcultura Trop1cal (CIAT), ColombJa e o In~t1tuto InLernac1onal de Agrnultu¡a
TtopH.al '
(liTA), N1'Jena
(*) lraduz1d1 P preparada ••elo [ngo /\gro J/\IRO R!Bl!RO 0/\ SILVA,
Gerente Nac1onal de Mand1oca
-1-
Alquns progr1mas o1C1ona1s de Jnvrst¡ga~oes e>cdO recebendo
um
2
ma1or apoto e est3o se cr1ando novos ptogrdmas nac1ona1s 1 1 A
1ndGstr1a pr1vada e os bancos 1od1cam que ex1ste um crescente 1n
teresse na produ~ao, processamento e exporta~io de mand1oca po1s
ela i cons1derada um 1nvest1mento rentivel e 1lguns governos es
tao comP~ando a tomJr conc1~nc1a de seu potrnc1al para promover
o desenvolv1mento agr1cola t obter d1v1>as 13 1
T~do
parecr 1nd1car que nos fttluro haveri
urna
grande demanda de mand1oca srca para a allmLttla~io do yado,tanlo
nos pa1se> produtorcs romo nos nao produtore,1 4 1 Por um lado,e~
sa demanda i o resultado do aumento dos pre~os dos grio~ usados
para a al1menta~ao an1mal e, por out1o da Pf1c1inc1a da mand1oca
na produ~io de catbO-hldratos
No entretanto, para sa t 1sfa1er a dema'lda poter•qal,
dcve aumentar-se a sua produl1V1dade, que i a meta da ma1or1a das
pesqu1sa~ sobre produ~io desta planta
estas pesqu1sas drvem en
focar problemas a ntvel dr un1dade de ptodu~5o Al~m do ma1s,po~
co se >abr sobre o processo de produ~~o de Mand1oca e a 1mporta~
c1a relat1va do~ fatores 111111 tantes <.la produ~ao l' produ11v1daae'
dev1do a pouca infase que se deu a esse cult1vo ati agora Ass1m
sendo, os economtstas do Programa de Hand1oca do l!AT tcm concen
trados os seus esfor~os nert1 pesqul~d Anal1sP empregadd nestc
~
Alem
de receber fundos publ1cos
dos pa1sP~
produtores, a pP>pa
quJ>a sobre mand1oca a nivel nac1onal e 1nternac1onal, i
troc1nada por v~r1as 1genc1as, entJP outras o Centro Interna=
cJona1s de lnvestJga~ocs pata o Desenvolvlttrento (IDRC) do C1
nada e a OversLas Developmrnt Adm1n1strat1on (ODA) da Ingla
terra
3
1 1Em pa1ses como a Indonis1a e Malas1a, estio se desenvolvcndo'
esquemas para aumentar a produ~ao de mand1oca para exportacio
e al1mentacio de gado dentro de cada pa1s
4
1 >um e>tudo rerente fe1to Trumn Ph1lllps, 1nd1ca r¡uc haveri urna r¡rande de
manda de mand1oca seca na Europa ("Cassava Ut111zat1on and Potent1al
T
11ar~ets", Internat10nal Researrh Centre Otta1va, Carnda, 1974) O Japao e
outro mercado que oferece potenc1al para o futuro AJemalS, na ma1ona dos
paises produtores de mand1oca, ha uma demanda crescente de ahmento para
o gado
(2)
=
-?
trabalho descreve brevunLnte os s1stcmas rll produr:;d"o, o uso
de
recurso~ e custos para os produtore~ de H1nd1oca na Lolomb1a
Fs
te i um 1nforme prel1m1n1r, mas atualmentP ~e est~ preparando um
estudo ma1s amplo e completo sobre e proLesso de produ~io e J 1m
portanc1a relat1va dos fatores que l1m1tanr a produ~io e produt1v1dade
Depo1s deu~a breve expllc,~io da metodolog1a, e
fe1ta urna descr1r:;io da aMo~tra lngo ~e apresPntlm o~ yesultados
e o 1nforme ternnna com ••m brPve 1 esumo u111 aniil1se das lmpllcar:;6es que podem haver na ppsqu1sa e polft1c1 governamental no fu
tu ro
No CIAT pode obter-se um g1 1po de qtndros
resumP os dados obt1dos nas entrev1stas
4ue
11ETODOI Ot.III E lli:.S~RICJ(O 01 Ar!OSTRA
COLFT,, 01:. DADOS
Baseando-so um dados secund~r1os d1sponfve1s, se
recolheu 1nformar:;oes sobre os agr1cultores de 18 departamentos 1
da Colomb1a (f1gura 1) As entrev1stas se efetuaram durante 19/1
Alnda que os dados secundarlOS dP p~odur:;io (! area plantada
de
mand1oca nao seJam prec1osos, parere que os departamentos sele Clonados representam aprox1madamente 92 por cento da produ~io na
c1onal e 80 por cento da iirPa total (1969)
Como nio ex1ste 1nforma~io q11e pe1m1te 1dent1f1car todos os produtores de mand1oca no pais ou nos departamentos
selec1onados, nio fo1 possivel fazer urna amonstra ao acaso
Com
base na 1nforma~io fornec1da pelos extPnSlOnlstas e agentes
de
crid1to da local 1dade e por dtacad1stas e vareJlStas, se
prep~
rou urna l1sta parc1al das reg1oes produtoras e dos produtoresque
nelas trabalham Dessa l1sta, se selec1onou urna amostra de
300
produtes e se obtevP 1nfonnat;1o PntrPVl st 1nrln 1 r,Hh 1gnru 1 tnr
1
-3-
A~ALISIS
DE DADOS
Como os dados sio prel1m1nares, a anil1se se l1
mltOU aO Calculo de m~d1as SlmplLS e pondetadas de d1str1bU1~io'
total e percentual
Pela dnil1se dos dados, as un1dades de ptodu~io
da amostr1 se dov1daram em tr~s grupos segundo a topograf1a, da
manPlta segu1nte
Zona
I
Zona II
Zona III
des de
Produtores de Mand1oca em terreno plano (fora da Rcg1io
da Costa Notte)
Produtores de MandloLa em encostas
Produtores de ~and1oca na Reg1io da Costa NortP
produ~io
Dentro de cada zona se estrat1f1caram as um1da da 1mostra sLgundo o tamanho da irea cult1vada
EstraLo
Estrato
Estaato
Estrato
1
?
3
4
wenos de 2 hectares
2,0 - 3,99 hectares
4,0- 9,99 heLtares
10,0 ou ma1s ltectares
t1nalmLnte, em algumas sec~~es de anil1ses, as
un1dades de ptoducio da amostra se d1V1d1ram em do1s grupos
em
um se 1ncluira•• aquPlas em que a prepata~io do solo i fe1ta ma
nualmente e em outro, as que executam tal prepara~io mecan1camen
te
DESCRI~KO
DA AMOSTRA
421 das un1dadPs de pr~du~io estio local1zados'
na Reg1io da Costa Norte, 30% em terrenos em decliVP e 28%
cm
ateas planas AprOXlmadamente 401 das Unidades de produ~io
tem
menos de do1s hectares de mand1oca e 151 possu1 10 ou ma1s
Por
razoes ev1dcnte, a ma1or1a dos agr1cultores que cult1vam arcas '
decl1vosas, preparam o terreno manualmente Resulta menos ev1de!
te que so urna t~r~a para dos agr1cultores de mand1oca local1Ladus
,.
cm irca~ planas t ncnos da mctade dos agr1cultorcs da Rcg1~o da
Costa Norte uscm maqu1ndr1a para a preparacSo do terreno, pritlca que e mu1tocomum em un1dades de produ~io de grande extensao
O tamanho m~d1o das un1dadcs de produGio da amo~
tra i de 5 hectares na 7ona I e o tamanho m~d1o da unrdade
de
produGio e o 9 hectares na zona 11 e de 3,5 hcctares na lll,apr!
X1madamente
redor de 20/ dos mand1ocultores entrev1stado~
plantam mand1oca em tPrrenos de sua propr1edade Quasr do1s ter
~os sao parce1ros e os restantes paga arrendamento em d1nhe1ro
~o
PRÁTICAS
SISTFIIfiS
DE
DE
PRODUr,~O
ClJI TIVO
flprox1madamentP um ter~o do~ 1nand1ocullores
rn
trPVl~laclos lm cada urna das zonas plantam mand1oc1 cm consorc1o com ou
tros cult1vos O m1lho i o cult1vo que ma1~ frequentemente se rn
contra 1ntercalado com mand1oca, segundo em 1mportanc1a por bana
na, cati 1nhame e felJio (f1gura 2)
PREPARO DE TERRENO E PLANTIO
Com frequenc1a, a preparaGaO manual do terreno i
trad1c1onal e sr l1m1ta a l1mpeza e a cap1na do mesmo Cerca de
St dos cult1vadores na zona 1 planta mand1ora em camalhaes,
ao
passo que essa prit1ca i mu1to excassa em outras zonas Aprox1m!
damente urna tPr~a parte dos cult1vadores plantam as man1vas hor!
zontamente, pril1cas que i comum fora da Rcg1io da Costa Norte
1
/1 den~idadP mrdlu
mas o nGmero var1a
r;ao (quadro 1)
e dP
~ons1deravelmente
8 000 planta~ por hectarP
entre as un1dades de produ
0 espat;amento mJlS COmum
e de
l metro X 1 mPtro,
segu1do de 1,2 metro x 1,2 metto A ma1otia dos cultivadores en
trPVlstados planta urna s6 estara em cada lugar (83X)ao pas~o quP
17% coloca no soto du1s man1va~ JUntas Esta Glt1ma pr3ticas
i
ma1s frequente na Lona I (35% dos agr1~ultores) menos ltnportante na Zona I I (25t) e 1nex 1st< nte na Lona I I I, aondp nenhun dos
agr1cultores entrev1stados planta duas estac1s Juntas Aptoxlmadamente 27% dos cult1vadores dP todas as zonas fazem replant10 e
nenhum trata as man1vas contra doenr;as
Cerca de um terr;o dos mand1ocultorP~ entrevistados plantam do1s ou ma1s Lultl/OS de mand1ora SL1 usar rotar;Ko
Os dema1s prat1cam a rotar;io o~ cult1vam a mand1oca em tctrLnos
aonde Pla nunca hav1a s1do plantada
dos ~gr1cultorcs cult1vam a var1edadP "LlanP
r1'' Os dema1s plantaM var1e~1de que se 1dent1f1cam com 56 nomes
loca1s
51
CIIPIN/IS
Em nenhuma das un1dades de produGKo da amostra ~
fe1to controle mecan1co ou quim1co das ervas dan1nhas /lproxlmadamente a metade dos agriCUltoreS cap1na tres VeLPS durante
O
perlado vegetat1vo ao passo que 26t cap1naram quatro vezes (flgura J) Em midla, o nfimeto dP caplnas e dp 3 2
1
-6-
QUADRO 1
DensHiilde mcdll de plantas e falXil df dJsttlbUl<;ao
(plantds/ha)
-
DISTRIIJUICi'iO
2 OOú
a
6 000
ZONA
(PIANTIO 1 ha)
6 000
10 000
a
14 000
¡¡
1 o 000
NO
I
7
8,4
NO
13
f-.·-
I1
9
1 o' o
23
III
28
22,0
51
%
COlHEITA
44
E
.
1
1 4 '7
DURA~~O
137
--
%
no
Pl/\IH I O
'!
-
~7
68,7
6
7,2
9 999
25,5
51
56,7
7
7,8
9 500
40,2
47
37,0
1
0,8
7 579
51 '6
]li
4' 7
3 300
-
TOTAL
a
16 000
1 5 '7
---
r¡o
MEDIA
1l 000
--
~·-t---
<Y
-
29,0
1 55
---
DO PERTODO VEGrTATIVO
A colhe1ta se efetua totalmente da for,a manual
A duta~ao do periodo VPgetat1vo depende das condlc;5es ecol6g1ca~
varledade, dlsponlbllldade de mao-de-obra para a colhelta,prec;os
da mand1oca e outros fatores A ma1or1a dos dgr1cultores das zo
nas 1 e Il colheu mand1oca com urna 1dade de 12 a 14 meses
mu1
to embora 13% a colha entre
10 e ¡¿meses e outros 13% entre
14 e 16 meses Na Reg1io da Costa Norte, urna terc;a parte
dos
produtores col he aos 6-8 meses cnquanto o rest<~ntt o faz entre 8 e 14
meses (f1gura 4) A 1dade med1a de colhe1ta P de 12,7,12,5 e 9,1
meses nas zonas !, II, Ill, respPct1vamente
1
-7-
USO
DE
INSUI10S
NAO-DE-OBRA
O nivel de mrcan1za~lO na prndu~~o dP mand1oca 1
na Colomb1a e ba1YO e esli l1m1t1do a prepara~io do trrreno cm
urna pequena propor~ao da• un1dades prorlutnra• de mand1oca Ade tal
ma1s, como sera v1sto ad1antr, o uso da tecnolog1a qulm1ca
como herb1c1das, pAra Pconom1zar mio-se-ob11 ~ quase nula E1s o
porque da produ~io de mand1oc1 reguera urna quant1dadP cons¡der~­
vel de mio-se-obra
Os quadros ? e 3 mostram a m~o-de-obra usa
da em cada at1v1dade de produ~io, por zona, lomanho de un1dade 1
de produ~io e método de prPpara~ao do terreno O uso total
de
m~o-de-obra se e~t1mou em 88 homens d1as por hectares quando pr!
paro do terreno fo1 mecin1to e Pm 110 homens dlas/hettares quando se fez manuJlm2nte
A rap1na 1ue utll17J aproA1madamente 40•
da necess1dade total de m~o-de-obra i a at1v1d1de coma
ma1or
percentagem neste 1nsumo (f1gura 5) Segue a colhe1ta e a ~mbala
gem com um pouro menos dP 301 da mio-de-obra, a prepara~io
do
terreno (22) e o plant1o (10)
O uso da miio-de-obr a por 111 e 1are, aumPnta a mPd~
da que cresce a area plantada com mandioca Este e, pnnc¡paliiP.!!_
te, o resultado do aumento no uso da m~o-de-obra para trabalho~
de caplna a medida que a irea e ampliada
1
As ma1ores necess1dades de mio-de-obra por hect!
re na produ~io de mand1oca se apresentam nas ireas em decl1VP P
aonde a prepar1~io da terra se faz manualmentr (119 homtns d1a/
hectare) A menor necess1dade de mio-de-obr1 se reg1stra na
re
g1ao da Costa Norte, aonde o preparo do solo se faz mecanlcamentP (67 homens d1a/ha) Cre-se que as razoes pr1nc1pa1s
dessa
grande dlferen~a sao
-:
1- os d1versos m~todos de ptLpara~do do solo,
l- um periodo vegetal1vo ma1s curto na RP91io da
Costa Norte,
3- Cond1~ors ma1s d1fice1~ de trabalho nas arcas
em dccl1ve,
, 4- um solo ma1s favorivel na R· g1io da Costa Nor
te
lis neccss 1da des de miío-de-obt a na Costa Norte sao
nenores que em lcrtenos planos dev1ao ao m~lndo de prPpara~io do
solo e pt1nc1palmerte a d1feren~a nos cuslos dr colheltd
Encontrou-se urna var1a~ao cons1deravel na necesSldade de mio-de-obra entrt> d1versas at1v1dades em cada zona Apr~
Xlmaddmente 38% dos cult1vadores empregam 10 a 20 homens d1as
por hectare para o preparo do terreno, 61 usa n1enos, 301 ut1l1za
20 - 30 homPns d1as/hectarc e aprox1madamente 25% usa ma1s Todos
os mand1ocultotes cntrev1stados na Reg1ao da losta Norte empregam entre 10 e 30 homens d1as/ha Aprox1mad1mcntP a mrtade
dos
agr1cultores empreya 5-10 homens d1as/ha para o plant10, 161 usa
menos e 341 ma1s Somente 71 emprega menos de ¿o homen• d1as/h~
para as cap1nas, 39~ d~ 20 d 40 nomens d1as por hectare e
um
ma1s aa metade dos mand1ocultores emprega ma1s de 40 homens d1a~
ha A ma1or1a dos plantadores de mand1oca na zona 1 e 11 empoega
20 d 40 homens d1as/ha pata trabalhos de colhn¡ta e embalagcmmas
a ma1or1a dos mandJocu1tores da Zona IIIusamcnosde20homens/d¡as'h¡¡,
A preparo mccaolCO da terra rrquer aproxlmadame!
te 8 homens d1as para produz1r urna tonelada de mand1oca enqu1nto
a manual necess1La 10 homens d1as pata a mesma opera~io A necPs
s1dade de mio-de-obra por tonelada de mand1oca vat1a cons1deravelmenle segundo o tamanho da un1dade de produ~io (quadro 4) Es
ta var1a~io e causada em parte pela d1ferenya em quant1dade
de
mio-de-obra pot hectare e em parte por var1a~~es no rend1mento
1
-9
A1nda que a Vdrla~ao na quantHiaoe
expl1cou prev1amente esta anil1se n~o proporc1ona su f¡ c1 ente Jn
forma~ao para rxpl1car as var1a~6es no rend1mento (ver sec~ao so
bre rendlmento)
As anil1ses ad1c1ona¡s sobre o uso atual de maode-obta na produ~ao de mand1oca na Colomb1a e o 1rnpncto PSpPrado
com 1nttodu~ao de tecnolog1a mecin1ca, bJol6g1ca P qulm1ca
na
npcess1dade de mio-de-obra estao cont¡das 110 documento "Pre~•nt
and Potent1al fator Use 1n Cassava Produdurt1on 1n Colomb¡a" por
Per P1nstrup-l\ndersen e Rafael O D1az (Documento aprcsentado el~
rante o TercPlro S1mp~SlO Intetnac1onal de Ralzes Trop1cales,Ib!
dan, N1ger1a, Dezembro 2-9, 1973 No Centro Internac1onal
~e
Agr¡cultura .roplcal hi c~p1as d1spon1Ve1s
IIANIVAS
AproAJm1damente 70% dos mand1ocultores obt~m rndnJvas de colhe1ta anter1or, 16' as comprasr 15' as obtem
como
presente de VlZlnhos e am1gos QuPse todos n~ mand1ocultores da
Reg1ao da Costa Norte obtem man11as de seu pr~pr1o cult1vo Pode
esperar-sP que o nível de ado~ao de man1vas de var1Pdades melhoradas SPJa ma1or entre os agr1cultores que geralmente compram m~
n1vas Se 1sto for fe1to, pode-se esperar uma ma1or fac1l1dade '
de ado~ao fora da Reg1ao Costa Norte que dentro dela
1
')~
~UAORO 2
Cálculo do enprego de mio-de obra na producio de nandioca por hectare ao ser o
ESnATOS
2
o - 2
AT!V!OAOES
0' E~ UlA/ha
Z O 11 A
T
Replant1o
Cap1n4s
1
de rcr 11 a'ltes
ApllCiH;ao c!e lnsetlCldas
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Colhe1 a
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frequente entre os que plar.tam cm terreno planos que -se encon tram fora da Reg1ao da Co~ta Norte (f1gura 6) Quando SP Lmpt~
gam tert1l1zantes, as quant1dadc~ apl1cad1s por h•ct11es sio p~
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rece >er mu1to comum na RPg1io rla Costa Nor tr mas mPnos co11um
em areas planas local17adh fora d~>ssa re;Jiio (f1gt1ra 6)
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c1das para mand1oca
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produ~ao
aparecr nos quddros 5,6,7,8 e 9 Part1u-se da >upors1~io que
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d1ir1a era de 20 pesos Colomb1anos em todas as 7ona> Desse mo
do se calcular1m os cu>tos de mio-de-obra m1rlt1pl1c1ndo por 20
a d1ir1a do empregado Os custos dos 1nsumos foram obt1dos
du
rante as entrevistas Ao custos de mio-de ohta representam apr~
x1madamente 60% do total dos custos var1iVLlS nas un1dades
de
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cm quP se cmplega maqu1rJr1a par~ a prepara~ao do terreno e 90 a 95 1 aonde tal preparar,ilo e fc1ta manualmente
produ~~o
As Jnvers5es em fertlllZJntcs e 1nset1C1das se fa
zem ma1orcs 1 med1da que aumenta o tamanho da un1dade de prod!
r,ao Isto refletP um md1or ntvel de tecnolog1a nas un1dades de
produr,io de ma1or extensio e serve de expl 1car,ilo parc1al
aos
melhores rend1mcntos em un1dadcs de produr,io malares, como ~era
v1sto a segu1r O total de custos var1ivcl~ ~ ma1or nas un1da Isto
des de produ~ao aonde a terta ~ prepdrada mecanJcamellte
se deve em patte, aos ma1ores custos dL prcparar,io mecan1ca do
terteno, e tambem a m1101es nlvc1s de emprego de 1nsumos
Os
custos var1ive1s na Reg1io da Costa Norte silo mu1to ma1s ba1xos
m~d1a
que Pm outras regJ5es Calcula-se que o custo var1ivel
nas unldadPs dP produr,ilo e de 2400 pesos Colombianos/ha
Para calcular o total dos custos de produr,io pa~
t1u-~e da SUplSlr,io qtiC O VH10• mediO da terra e de 15000 peSOS
Colomblanos/IIJ e que o aluquel anual da me~ma e de 12, Ao
Pm
pregar O valor med10 do terreno em lugar do valor rral de Clda
un1dade de produr,io ~o obtcm um valor alto e d1storc1do de (US
tos de produr,i1 nas rBgl5es aonde a terra custa pouco, e u1n valor ba1xo em rcgl5es com alto custo de terras No entretanlo
nio fo1 posslvel obte1 d1dos conf1ive1s sobre o valor da terra
em un1dades de produr.io da amostra Ass1m senda, os custos
to
ta1s foram est1mados como mPdla de todas as un1dades de produ ~ao
Os cus tos de transporte foram obt1dos nas entrev1stas
e
em
as taxa~ de Jllros do cap1tal de opera~5es foram est1madas
24% ao ano Finalmente se ad1c1onou urna quant1dade 1gual a ?0%
dos custos tota1s est1mados para cobr1r os custos nao Jncluldos
prcv1amente, ta1s como, adm,n1strar,io, proter,io contra roubos '
da colhe1ta, etc
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-
•
por hectare Med¡a para todos os agr1cultores
24
5o4 00
2~
T OT AL
JRS/u1s rs
1
1
1
1
1
240 OJ
1
1
$/ha
7
164 00
6 00
1
1
23
1
1
%
604 44
1
Cap1nas
produ~ao
Estimat1va de custos var1ave1s de
9
\;;~
.)v
13
1
2
1
1
2C 1 9 1 1
1
,,] '"'
1
1
z.,
,n..,
1
92
a
33
o
V"t
21 03 1
11 t J
j
17
-,
,_
1
2 876,33
o
)
1
7
3o
1
129
"
1
1"
1
1
00
9
~
11
1
1
2
1
2 3es 20
1
1JJ
•
Co1n base no PX¡•o~to, ~0 est1mou a 1neJ i a dos cus
se
tos tota1s em 6 53b pPsos/ha e em 598 pPso~/t da mane1ra
gu1nte
~esos/ha
~ted1a
~
Pe~os/t
----
de custos var1ave1s
1\luguel do terrPno
Custos de tnn~porte
Juros em rap1tal a t 1vo
Out ros custos
?390
1800
l 64
120
65
576
52
ll 00
lOO
CJstos To ta 1
65J5
598
21/
1\o cimb1o de ?O pesos por um dolar Nortt 1\mer!
cano, o custo por tonelada ser 1a aproxJntadamPnte de 30 dolares
Este pre~o Í> mu1to ma1or quP o pago ao produtor de mand1oca na
Ta1land1a que i o vr1nc1pal pais exportador Ass1m sendo,
a
Colomh1a atualmente nao oarere tPr \.Ond1c;oes ... ompetltJVas
no
mercado mund1al 1\ 1ntroduc;ao de te\.nolog¡a para aumentar
a
produtlVldJ<Ie podPrla reduz11 raprdamente os custos por unldade e colocar a Colo1nb1a,em pos1~ao compet1t1va com rela~ao
ao
pre~o da matir1a-pr1ma para os produtos proce~sados
RI:NDHIENTO
O c5lculo de rend1mento por zona e tamartho
de
Un1dade de produ~ao aparece no quadro 10 O rend1mento ~loba! '
mid1o se est1mou em ll t/ha Os rend1mentos foram relat1vamente
haJXos na Rea1ao ddCosta Norte ao passo qua nas planÍClPS lorallzadas fora da reg1ao foram altos (Zona !) 1\pesar dos rend¡mentos parecerem ser matores nas un1dades dP produc;ao grandes
em
•
compara-;ao comas p• q11rnas, nao <(: r~tuhclerru tPna rclilc;~o drfl
n1da entrr o rend1mento e o tamanho da un1d1tlr de ptoduc;~o
Como os dados s~o de caritr1 p1eli~1nar nao se
tentou eApllcat as d1ferenc;as em renrltmento cntte 7onas d1st1ntas e t1111anhos de un1dades dr produc;io No entretanto, para ter
tima 1d~11 da 1mportanc1a ICldtlva dos fato1rs l11111tantes
do
rPnd¡mento,exclulndo-se as prit1cas rlt pro~tJ-;10 e a ut¡l¡zac;So'
de 1nsumos, SP per~untou aos mand1otultore~ da amostra ~obre os
prtnc1p115 problrmas na produ~io de m1nd1oca Eles lespottderam
que o excesso de 5gua dur1nte a esta-;~o chuvosa i o
problPma
pr1nc1p1l Outros problemas 1ncluem roubo no campo, doen~as
e
1nsetos
CR[DITO E
AS~ISlENCIA
f~CNICA
Aprox1madamente um tr1c;o do• mand¡ocultores da
amostra obt1vrram rrPdlto para a produc;io d¡ mand¡oca Do1s ter
~o dos que recebetdm cr~d1to t1nham menos de Lr~s hectare
de
mand1oca e o crid1to conced1do geralmente nao rxcedem 3000 pesos/ha A Ca1xa Agri11a fo1 a aginc1a cred1tir1a menc¡onada rom
ma1or frequenc1a
Dez mand1ocultores (tris por Lento) ¡nformaram'
haver receb1do Ass1stenc1a Tecn1ca para a produc;ao de m1nd1oca
Se1s deles pertencem a Zona I
1
-2~
1O
QUA ORO
Rend1mcnto cst1mado de mandloLa
TIPO DI:.
PREPJIRO DE
TERRENO _
HE CAN 1CJ\
70'~11
>lO
PONIJEtlAD/1
--
17,44
15,59
-
8,97
-- - - - - - - ---
14,05
8,8l
1 ::; , 76
11 , 13
I
16,47
11
-
TOTAL
1
10,71
16,56 --
7,48
11 , 9 6
-
8,75
6,49
1 2, 61
9,23
14 , 2 6
8,41
11,4<J
I
18,82
1
7 Jtl
r----~1ANUAL
rttDI/1
"-10 ha
ha
-·-- r - - - - ---- --
111
---
?-4
0-2 ha
(t/ha)
8,17
-
----18,85
r-
7, JB
r--·-- TOTAL
11 , 71
11 '51
1 - · - - - rTOT/\L DE TODOS
12,06
9,97
05 MANDIOCULlORES
I 11
8' 1 o
6,48
1 1 '7 o
9,86
12,06
9,22
--
-
-
11 '18
11,00
-
8' 53
8,63
1 o' 92
12,.!1
11 '03
-
•
-?6-
r'
_f~
ER_C 1}_D--=0--"-E----'P-'R.;_;:I:. <.:_O S
Pot1co ma1s da metadc dos m1nd1ocultorrs vendcu
a mand1oca na un1dade de p1 odu~ao ao pouco q•ll o restante levou
a produto ao mercado Sete mand1orultores ILndcram mand1oca P!
ra processamcnto e o rcsL1nte vendLU d1retamrnte ao consumo hu
mano S~ tr~s mantllocultorr~ (da lona I) vcndrram a m111d1ora an
tes de colh~-la ~esse caso o comprador se LJIC1rregou da colhe1
ta
rom frequcnc1a 1 man<hoca e produz1da a grandes
d1stanc1as do~ centros de con~umo e as v1as ~e acesso sao d1ferentes ou nio cx1stem AdPrndlS, a ~and1oca ~ um produto volum~
so Ass1m sendo, hi com f1<qucnc1a problemds de transportP
e
se reg1strem altos custos O veTculos ma1s usado pdra o transporte e o cam1nhio m~~ mu1tos m1nd1ocultorcs "mpregam an1ma1s ,
espec1almentc burros para transportar wand1oc¡ ao mLtLado ou a
e~trada aonde a Larga e tran~ladada para L~minhao, on1bus
C\0
consum1dor
A medla dos pre~os pagos aos mandlOCUltores da
amostra antes de real1zar o lcvant1mcnto fo1 de 769 pesos/t En
controu-se urna d1fcren~a cons1derivel entre o~ precos pagos aos
pequenos produtores em cump1ra~ao com os rLceb1dos pelos grandes Os produtores que t1nham urna irra plantada menor que do1s
hectares recebcram 70% do prc~o pago iqueles que possu1am 10 ou
malS hectares (qlladro 11) Os dados obtidOS no levantamPnto nao
1nd1cam claramente a causa dcssa d1fcre~a de preGO~ Urna expllca~ao pode ser a
2co.1om 1 a que reprL>PII ca o tdnanho da
carga
no transporte e outras at1~1dade~ de mercado Adema1s, e possivel que as pequenas un1dades de ptodu~io tPndam a encontrar-se'
local1zadas a m11or d1stanc1as das estrados e dos centros
de
consumo que as un1dadcs de produ~ao ma1ore~. detetm1nartlc altos
•
custos no t1an~porte e que as ~1s1tas dos compradores de mand1~
ca SCJam menos frrquentes No entretanto, ~e necess1La fazet ~~
vest1ga~6es ad1C1ona1s para expllCll sat1sf1tor1amentP a
d1fe
renc1a de pre~os Este ponto oa1ece ser suf1C1entemer1le 1mportantP para garantir esta classe dP 1nvest191Gao
QUADRO 11
Pt e.;os Hcd10 de fland1oca receb1do em cada grupo
(pesos/toneladas)
--
zONA
---o-
2ha
2-4 ha
4-10 ha
>1 O ha
,lf'DIA
PONDERADA
1
651 ,87
736,69
1 061,56
1 117,40
948,8?
Il
917,52
800,93
8?0,45
q 00,77
8ú8,ll
1 11
5ld,ll
6fl7,41
907,41
6 31. 7 o
J87,5l
656,21
7 41 • 68
9!>4,00
9SS,07
7b9 3(
-
-
TOTAl
-
-
· - - -------- -
---------------------------------- ---------------
Tendo-se em conta a natu1e1a prel1m1nar
dos
dados obt1dos, a ampla v1r1a.;ao dos custos, pre~os e rend1mPn tos entre as d1fetentes un1dade~ de ptodu~ao e a fdltd de
c51
culos prec1sos sobre o valor da terra, qualquer calculo que se
f1zesse das ut1l1dades lfqu1das para o mand1ocultot ser1a
~u
perf1c1al Adema1s, tantos os pre~os como rr1stos aumentaram
cons1deravelmente depo1s do levantamento ter sido conclufdo flo
entretanto, pa1ece que os pre~os da mandioca aumentaram
ma1s
que os custos de produ~ao Oessa mane11a, os lucro~ liqu1dos
aqu1 est1mados podem ser menores que as rea1s no momento
em
que este 1nforme esta sendo red1g1do
- '1 -
TLndo cm con.a o• pontos unt<>r 1orm¡ ntc ncnc1on~
dos o lucro llqunlo e ralculado em 1396 pc~os/ha e cm 171 pesos
/t da manc1ra segJlnte
Pesos/t
Valor da produ~ao
Custo~ tota1s
Lucro llqu1do
RESUMO
E
348?
769
6'iB6
598
18%
1 71
COHrtUSO~S
Este 1nforme de~crPVP o proc ~so dP produ~io de
mandiOCa na Colombia A dL~Crl~io e breve e a lnforna~io i
dP
cariter prcl1m1na1 Fo1 dadJ enf1sc a rlcscr1~io das prat1cas de
produ~ao e ao uso e custos de 1nsumos
Os resultados dessc cstu
do derdm subsld1o~ p1ra rcal1zar urna an~l1sc ma1s ampld e compl!
ta dos fatores que l1m1tam a produ~ao e pro• 1ut1v1dade da mand1o
ca, 1 qual esta senda plPsentemente real1z1da
forar1
Os dados Pmpregados para esta analiSe
obt1dos em 300 un1dades de produ~io de 17 departamentos Colom b1anos
de
produ~io
As prat1cas de cult1vo na ,,,,,or1a das
da amost1a consrstem cm
un1dades
1) preparo do solo, em mu1 tos casos de forma l u
d1mentar,
2) plant1o,
3) caplnds,
4) colhe1ta
1
"dema1s, se faz 1eplant1o e se aplFdlll 111~el1cl
das e fert1l1zantes em algtJma~ un1dades de ¡Jtodu~ao "mandlOLa
cd fe
é produz1da como cultl•/o Intercalar com m1ll.o, banan1,
da
1nhame ou felJaO numa tet~a parte da un1dadc de ptodu~ao
amostra
" nTvel de tecnoloy1a para a produ~ao de mand1~
ca foi aba1xo Vcr1f1cou-~c que o preparo do 'erreno se faz tiiL
can1camente cm r• duz1do numet o de un t<hde~ <le pt odur;1o Nao se
constatou o uso de nenhuma outra rlas<e da míqtllnas 111 produt;ao'
de ma n d 10 e a O e mp re g o de fe r t 1 11 7 d n tes e 1 n s" t 1 e 1 da~ f o 1 11 m_1
tado e herb1c1da nao e apl1cado Nenhum do~ agncullores
usa
1rr1ga~ao
0 USO de cred1t0 e ass1stenc1a lccn¡ca para a produt;io de mand1oca fo1 l1m1tado
Conclu1-~r
que a produ~io le mand1oca na Colom
b1a se base1a em met¡dos trat11cton11S e que il terra e
mao deobra tepreSPIItam a grande h1a1orta dos rccutsos emprcgJdos
uso da I'IJo-de-obt el IJOr hcr tal e, va1 1 ou les de
67 homens d1a, na qeg1ao da Costa Norte ondeo trtrtno é preparado rnPcanlcamentP, até 119 homens d1a nas rncostas, ondeo pr~
paro do terreno~ manual
Em med1a os mand1ocultotcs
que
preparam o terr~nomrcan1C111Lnt?, gastat am 88 l•nmem-d1a/ha enquanto
que com preparo manual do tert~no se gastaral'l 110 homens-dla/ha
As cap1nas fo1 a at1v1dade que emprcgou urna ma1or quant1dade de
mio-de-obra, segu1da pela colhe1ta e rmbalJgcm, preparo do solo
e plant1o Calcula-se que o emprego de mio-dr-obra por tonelada
de mand1oca é aprox1madamcnte 8 e 10 homens-d1a com ptcparo ma
nual e mecanlCO do terreno, respeCllvamente
O
0 rend1ment0 med10 de mandlOLa foi P~t1mado Cm
11 t/ha mu1to embora se reg1strasse urna var1n~io cons1deravtl
entre as un1dades de produ~io Nio fo1 encontrada nenhuma rela~io def1n1da entre o nivel de rend1mento e L1manho de
un1dade
de produ~io
- ~~
Os custos lota1s foram, cJlrtrlados en
6586 '
pesos/ha P em 598 peso~/t O l•Jcro lfqu1do fo1 c1lculado
em
1896 ptsos/ha e 1/1 pesos/t Dado ao catiler ptel1m1nar
das
anal1ses e a falta de dados conf1ive1s sobre certos componentes
dos custos, os calculas dos LUStos e lucros tota1s devem cons1derar-se Lomo valore~ aprox1mados e nao como exatos
A ~onf1a
b1J1dade dos caJrulos se vrr1f1Ca1a COm ba~e nos resultados de
um estudo mu1to ma1s amplo e completo
Os nre~os tPCPbldos pPlos agr1rultorPs v1r1aram
LOnslderavelmente Os pequenos agticullore' p11ecen recebPr p1~
~os mu1to ma1s ba1xos que os yrandes
Em m~d11, o prP~o r~cebl­
do pelo aqr1culto1 que tem mPnos de dors htctates de mand1oca ~
cerca de 70% do pre~o recPb1do pelo mand1ocultor que tem
ma1s
de 4 heclares A rela~io entre o nivel de pre~os e o tamanho da
un1dade de ptodu~io i mu1to mareante na Req1~o da Costa Norte '
aonde os mand1orultores que t~m menos de do1s l1ectarcs rPcebetam aprox1maaamento 60% do
pre~o pago aos qut t~m 10 htctare~
ou ma1s Em tela~io com as etonom1as dP escala n1 produ~io
de
mand1oca na Colomb1a, parerP as d1fercn~as dp prc~os sio ma1s
1mportantes que as de custos e rend1mentos No Pntretanto,
~e
cess1ta-se dados aú1c1onals pdra ver1f1ca1 ~sJ1 af1rm1t1va
vest1ga~io
1
2
Combase nesta anal1se, se reromenda fazer
ad1c1ona1s nos aspectos sPgu1ntes
1n
Fatores que PXpllcam as d1feren~as de rend1mento entre un1
dades de produ~ao e reg1oes Esta 1nvest1ga~ao deve estar
enfocada na 1dent1f1ca~ao dos fatores I1M1tantes do 1end1 mento e no calrulo da sua 1mportanc1a 1elat1va em p1odu9ao
e produt1v1dade
Este trabalho esta senda atualmente real1
zado,
o papel dos cultlVOS Intercalados Deverla dar-se enfase
1
-- !. -
a) ao cilculo do lucro liqu1do rclat110 e do r1sco 1nrltri
do cm ~~~tLmas de cult1vo 1lterno• nos qua1s se
usa
tecnolog1a melhorada d1sponivel att11lmente
b) aos lucros liqtlldos que e~pera o ilgncul tor receber ao
empreg1r s1stem1s altPrnados
1
A rcla~io rntre o tamanho da un1dade de
produ~io
e o pr~
~o rrcebHio pelos m1nd1ocultorrs
os rnd1c1os mostr1dos '
por estP e~tudo dPvrm ~er ver1f1cados e se conf1rmados,d~
ver1am fazcr-sc esfor~os patd cxpliLar a d1fercn~1 de pr~
~os
O propós1to destr estudo nao e de suger1r pr1~
ndadrs em 1nvest1ga~oes b1olo<pca em rela¡;iio a mand1oca No ett
tretanto os rrsultados do mesmo 1nd1cam que se pode levar-se a
cabo 1nvest1ga~ao para
l
l~lrular
rela~~o
2
ldent1f1car me1os de ba1xo custo para controlar o "malo'' '
nos cult1vos de mand1oca,
3
Calcular o Impacto de d1ferentes s1stemas de prepara~ao de
solo nos rend1mentos de mand1oca O pr•paro do terreno re
presenta urna parte cons1derivel dos custos tota1s de prod~
¡;io de algurnas un1dades de produ¡;io, ao passo que em
ou
tras e so de pequena ImportanCia Npr e~ Sita-se l'Xpcnmen tos controlados para determ1nar dS v1nt1gens da prPpara¡;iio
rnelhorada do terreno
ex1stentP entre o ni 1el de erv1s
nhas e os rend1menlos de mand1oca ~~tr trabalho se real1za atualmente,
a
dctalharlo
Espera-se que o estudo ma1s 1mplo ~
que atualmente se real1za, de subs1d1os p11a o estabelec1mento'
de outras pr1or1dades b1olog1cas sobre mand1oca
1
-l't-
Este~
ma1s um t1 1balho sobiP mandloLa quP cstu
da a rcdlldach
Como SP ve e um trabalho ~1mplcs que
poden a
ser fc1to pcrfe1tamente ao mesmo tempo em que se rLJl1za o t1a
balho nonn1l dells~1st¡;nqa T1rnlca
Que tal Senhorcs GerPntes ~stadua1s rle Mand1ora
se real1zisscmos um P~tudo semelhante em c1da urna das Unidades
da Fcdera~io ~m que estio sediAdos? Cont~m rom a FMRRArER e Pm
part1cular como seu GP1ente Nac1onal para aJudi-los se neces~a
rlO
BrasÍl1a-DF, 06
JRS/msrs
de Jane1r0 de 1978
•
(J
lond1ocd L
lnhame
fa
11M d1oca
[]]]]li)
tllndlOCil r rl1lllo
40 >orcentagem dos 1\gtlcul to1 L~ r71/
l~
112 n d 1 OC 1
e
Bu nana
0 O1 S
CU] t
ou ma1s
35
--lonas
Zona 1
Zona 11
F1gura 2 Sistema! de cult1v03 mt•rcitlados
lon• 111
Total
l V C\ 5
F1gura 1 Numero de
qncultor~"s
entrev•stados por rCJIOn
•
L::::J 70NI\ 1
PorcPn ta9un de 1\<J r1 cul1 01 es
Ll
r:J ZONA 111
1
50
ZONA 11
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45
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(Os agn CJltores prep::ram o terreno nanua lmente)
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