BOLETIM MENSAL DOS COMBUSTÍVEIS RENOVÁVEIS

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BOLETIM MENSAL DOS COMBUSTÍVEIS RENOVÁVEIS
 Ministério de Minas e Energia EDIÇÃO No 91 Secretaria de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis Agosto/2015 Departamento de Combustíveis Renováveis
BOLETIM MENSAL DOS COMBUSTÍVEIS RENOVÁVEIS A PRESENTAÇÃO
S UMÁRIO Destaques 2 Nesta edição, são apresentadas informações e dados Biodiesel atualizados relativos à produção e aos preços dos biocombustíveis. Como destaque principal do mês, temos: Produção 3 
BNDES estabelece as regras do Programa de Renovação Capacidade 3 dos Canaviais e do financiamento à estocagem de etanol para a safra 2015/16. Localização 4 Atos Normativos O Boletim é parte do esforço contínuo do Departamento de 5 Combustíveis Renováveis (DCR) em tornar transparentes as Preços e Margens 5 informações sobre biocombustíveis, divulgando‐as de forma consolidada a agentes do setor, órgãos públicos, 6 Entregas dos Leilões universidades, associações, imprensa e público em geral. Preço das Matérias‐Primas 7 O Boletim é distribuído gratuitamente por e‐mail e Participação das Matérias‐
está disponível para consulta no endereço virtual 10 Primas http://www.mme.gov.br/web/guest/secretarias/petroleo‐gas‐
Produção Regional 10 natural‐e‐combustiveis‐renovaveis/publicacoes. Não Conformidades no 11 Diesel B Muito obrigado, 11 Consumo Internacional Produção Internacional 11 A Equipe do DCR Etanol Produção e Consumo 12 Exportação e Importações 13 Frota Flex‐Fluel 13 Preços da Cana‐de‐Açúcar 14 Preços 14 Margens 15 Paridade de Preços 16 Preços do Açúcar 17 Não Conformidades 17 Consumo Internacional 18 Biocombustíveis Variação de Matérias‐
Primas e do IPCA Produção Mundial 19 Números do Setor 19 18 Publicado em 25.09.2015
B O L E T I M M E N S A L D O S C O M B U S T Í V E I S R E N O V Á V E I S NO 91 AGOSTO/2015 D ESTAQUES BNDES estabelece as regras do Programa de Renovação dos Canaviais e do financiamento à estocagem de etanol para a safra 2015/16 O BNDES aprovou a reedição dos programas de financiamento à estocagem de etanol (BNDES PASS) para o ano de 2015. Os programas disponbilizarão para safra 2015 R$ 2 bilhões, mesma quantia do ano anterior. Para esta edição de 2015, o programa passou por algumas alterações, com destaque para o limite de financiamento que será de, no mínimo, R$ 10 milhões por cliente e, no máximo, R$ 500 milhões por cliente ou 20% da Receita Operacional Bruta (ROB) do último exercício fiscal, o que for menor. Em 2014, os recursos eram corrigidos pela TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo), acrescida da remuneração básica do BNDES (que varia com o porte da empresa solcitante) e a da taxa de intermediação financeira, que também depende do porte da empresa solicitante. Em 2015, a linha terá custo financeiro misto, com 25% baseado em TJLP e 75 % em referenciais de mercado, acrescida da remuneração básica do BNDES mais a remuneração da instituição financeira, que será negociada livremente entre o cliente e o banco repassador do crédito. Os valores de referência do etanol anidro e hidratado são os mesmos da versão do ano anterior, R$ 1,50 e R$ 1,35, respectivamente. Fonte: Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (www.bndes.gov.br) Página 2
B O L E T I M M E N S A L D O S C O M B U S T Í V E I S R E N O V Á V E I S NO 91 AGOSTO/2015 BIODIESEL
Biodiesel: Produção Acumulada e Mensal Dados divulgados pela ANP mostram que a de produção de biodiesel, em julho de 2015, foi de 333 mil m³. No acumulado do ano, a produção atingiu 2.257 mil m³, um acréscimo de 24,5% em relação ao mesmo período de 2014 (1.808 mil m³). Abaixo, são apresentadas, para os períodos de mistura B5 (até junho de 2014), B6 (julho até outubro de 2014) e B7(a partir de novembro de 2014), a produção acumulada anual e, posteriormente, a produção mensal, com a variação percentual em relação ao mesmo período do ano anterior. Biodiesel: Capacidade Instalada A capacidade instalada autorizada a operar comercialmente em junho de 2015 ficou em 7.444 mil m³/ano (620 mil m³/mês). Dessa capacidade, 92% são referentes às empresas detentoras do Selo Combustível Social. Página 3
B O L E T I M M E N S A L D O S C O M B U S T Í V E I S R E N O V Á V E I S NO 91 AGOSTO/2015 Em julho, havia 52 unidades aptas a operar comercialmente, do ponto de vista legal e regulatório, com uma capacidade média instalada de 143 mil m³/ano (398 m³/dia). Dessas, 41 detinham o Selo Combustível Social. Biodiesel: Localização das Unidades Produtoras Região
N
nº usinas
3
Capacidade Instalada
mil m3/ano
%
241
3%
NE
4
476
7%
CO
23
3.066
41%
SE
9
954
13%
S
13
2.707
36%
Total
52
7.444
100%
OBS: contempla apenas usinas com Autorização de Comercialização na ANP
e Registro Especial na RFB/MF. Posição em 31/07//2015.
Página 4
B O L E T I M M E N S A L D O S C O M B U S T Í V E I S R E N O V Á V E I S NO 91 AGOSTO/2015 Biodiesel: Atos Normativos, Autorizações de Produtores e o endereço eletrônico para o Boletim Mensal do Biodiesel emitido pela ANP 
Atos Normativos 
Portaria MDA nº 337/2015 – dispõe sobre os critérios e procedimentos relativos à concessão, manutenção e uso do Selo Combustível Social; Produtores Autorização de Comercialização nº 928/2015 (Potencial – PR, ampliação da capacidade de 477 m³/d para 553 m³/d). 

Boletim Mensal do Biodiesel emitido pela ANP (endereço eletrônico) http://www.anp.gov.br > biocombustíveis > biodiesel > Boletim Mensal do Biodiesel 

Biodiesel: Preços e Margens O gráfico a seguir apresenta a evolução de preços de biodiesel (B100) e de diesel no produtor, na mesma base de comparação (com PIS/Cofins e CIDE, sem ICMS). Em julho de 2015, o preço médio do biodiesel no produtor foi de R$ 2,17, sendo 10,1% superior à média do diesel (R$ 1,97). Os demais gráficos mostram os preços de venda da mistura obrigatória ao consumidor e ao posto revendedor final. Mostra‐se, também, o comportamento das margens de revenda. Página 5
B O L E T I M M E N S A L D O S C O M B U S T Í V E I S R E N O V Á V E I S NO 91 AGOSTO/2015 No mês de julho, o preço médio de venda da mistura ao consumidor, na época com B7, apresentou decréscimo de 0,1% em relação ao mês anterior. No preço intermediário (venda pelas distribuidoras aos postos revendedores), houve acréscimo de 0,5%. A margem bruta de revenda da mistura registrou decréscimo de 4,2%. Biodiesel: Entregas nos Leilões e Demanda Estimada O gráfico a seguir apresenta as entregas nos leilões promovidos pela ANP para atender a demanda obrigatória de B5 (até junho de 2014), B6 (de julho a outubro de 2014) e B7 (a partir de novembro de 2014). Página 6
B O L E T I M M E N S A L D O S C O M B U S T Í V E I S R E N O V Á V E I S NO 91 AGOSTO/2015 O desempenho médio das entregas nos leilões públicos promovidos pela ANP é mostrado no gráfico a seguir. Contratualmente, a faixa de variação das entregas permitida é de 90% a 110% na média do leilão, atualmente bimestral. Em julho, a performance ficou em 100%. Biodiesel: Preços das Matérias‐Primas O gráfico abaixo apresenta a evolução do preço da soja em grão no Paraná, Bahia e Mato Grosso. Em seguida, são apresentadas as séries históricas do preço do óleo de soja em São Paulo, Rosário (Argentina) e na Bolsa de Chicago (Estados Unidos), estas últimas convertidas para Real (R$) por litro. Página 7
B O L E T I M M E N S A L D O S C O M B U S T Í V E I S R E N O V Á V E I S NO 91 AGOSTO/2015 No gráfico a seguir, estão as cotações internacionais de outras matérias‐primas utilizadas na produção de biodiesel. Na sequência, tem‐se as cotações do sebo bovino. O gráfico mostra a variação acumulada do óleo e do grão de soja, com referência a janeiro de 2012. Página 8
B O L E T I M M E N S A L D O S C O M B U S T Í V E I S R E N O V Á V E I S NO 91 AGOSTO/2015 No gráfico a seguir, estão as cotações dos preços de exportação e importação brasileiras de matérias‐
primas que podem ser utilizadas na produção de biodiesel. Na sequência, apresentamos uma comparação entre os preços do óleo de soja em São Paulo e os preços do óleo de soja nas exportações brasileiras. Comparados no gráfico abaixo, estão a evolução de preços do biodiesel nos leilões promovidos pela ANP e os de outras commodities. Todos os valores foram convertidos para uma mesma base (US$/BBL), sem tributos. Página 9
B O L E T I M M E N S A L D O S C O M B U S T Í V E I S R E N O V Á V E I S NO 91 AGOSTO/2015 As cotações de insumos alcoólicos utilizados na produção de biodiesel são apresentadas na continuação. Biodiesel: Participação das Matérias‐Primas O gráfico a seguir apresenta a evolução da participação das matérias‐primas utilizadas na produção de biodiesel. Em 2015, no acumulado até julho, a participação das três principais matérias‐primas foi: 78,4% soja, 18,3% gordura bovina e 1,0% algodão. Biodiesel: Distribuição Regional da Produção A produção regional, em julho de 2015, apresentou a seguinte distribuição: 46,5% Centro‐Oeste, 39,9% Sul, 8,9% Sudeste, 4,3% Nordeste e 0,5% Norte. Página 10
B O L E T I M M E N S A L D O S C O M B U S T Í V E I S R E N O V Á V E I S NO 91 AGOSTO/2015 Biodiesel: Não Conformidades no Óleo Diesel (B7) A ANP analisou 2.639 amostras da mistura B7 comercializada no mês de julho. O teor de biodiesel fora das especificações representou 24,1 % do total de não conformidades identificadas. Biodiesel: Consumo em Países Selecionados Em 2014, o Brasil foi o segundo maior consumidor de biodiesel (3,4 milhões de m³), atrás somente dos Estados Unidos (5,3 milhões de m³). Até julho de 2015, estima‐se o consumo brasileiro em 2,5 milhões de m³. Nesse período, não foram registradas exportações significativas. Biodiesel: Produção Internacional Em 2014, os Estados Unidos foram o maior produtor de biodiesel (4,7 milhões de m³). Na sequência, vêm Brasil e Alemanha, (com semelhantes 3,4 milhões de m³), seguidos de Indonésia, Argentina, França, Tailândia e China. A oferta mundial de biodiesel em 2014 foi de 29,7 milhões de m³. Página 11
B O L E T I M M E N S A L D O S C O M B U S T Í V E I S R E N O V Á V E I S NO 91 AGOSTO/2015 ETANOL Etanol: Produção e Consumo Mensais De acordo com o segundo levantamento da safra 2015/2016 realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), a previsão de moagem de cana para essa safra é de 655 milhões de toneladas. A moagem de cana‐de‐açúcar, de acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), fechou o mês de agosto com um volume total de 391,57 milhões de toneladas, relativas à safra 2015/16. O gráfico a seguir mostra a comparação do cronograma de moagem esperado, de acordo com a previsão de moagem total de cana de açúcar feita pela CONAB, com a moagem realizada. Até o fechamento desta edição do boletim, os dados de produção e de saída das usinas para as distribuidoras, referentes ao mês de junho, não tinham sido liberados. De acordo com a ANP, em maio, a produção de etanol anidro foi de 971,2 milhões de litros. Já a produção de etanol hidratado ficou em 1,9 bilhão de litros. Em junho, o consumo de etanol foi de 2,39 bilhões de litros, sendo 902 milhões de litros de etanol anidro e 1,48 bilhão de litros de hidratado. Destaque para o aumento do consumo de hidratado de junho, que foi 51,6% maior que o mesmo mês do ano anterior e 3,85% maior que o mês passado. Página 12
B O L E T I M M E N S A L D O S C O M B U S T Í V E I S R E N O V Á V E I S NO 91 AGOSTO/2015 Etanol: Exportações e Importações Em agosto, as exportações brasileiras de etanol somaram 112,98 milhões de litros, o que representa um aumento de 144% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Até agosto de 2015, as exportações brasileiras de etanol somaram 865,7 milhões de litros. O preço médio (FOB) das exportações por litro do combustível, em agosto, foi de US$ 0,52. Nesse mesmo mês, o volume importado de etanol foi de aproximadamente 13,2 milhões de litros, a um custo total de aproximadamente US$ 6,4 milhões, o que resulta em um preço médio de aproximadamente US$ 0,48 por litro de etanol importado. Etanol: Frota Flex‐Fuel O número de licenciamentos de veículos leves em agosto de 2015 foi de 259 mil, número aproximadamente 9% menor que o mês de julho e 23% menor em relação ao mesmo período do ano anterior. Desse total, os carros flex‐fuel representaram 88,9%, os carros exclusivamente movidos à gasolina, 5,4% e os carros a diesel, 5,6%. Página 13
B O L E T I M M E N S A L D O S C O M B U S T Í V E I S R E N O V Á V E I S NO 91 AGOSTO/2015 Etanol: Preços da Cana‐de‐Açúcar Etanol: Preços
O preço médio do etanol hidratado no produtor, em agosto, sem tributos, teve uma média de R$ 1,17/litro. O preço médio do etanol anidro ficou em R$ 1,348 por litro. O preço do anidro ficou 1,3% maior que o mesmo mês do ano anterior. E o etanol hidratado teve uma redução de 3,2% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Destaca‐se que o acompanhamento dos preços semanais realizados pela ESALQ refere‐se aos preços praticados no mercado spot, ou seja, não captura os preços praticados nos contratos. Página 14
B O L E T I M M E N S A L D O S C O M B U S T Í V E I S R E N O V Á V E I S NO 91 AGOSTO/2015 Etanol: Margens de Comercialização Página 15
B O L E T I M M E N S A L D O S C O M B U S T Í V E I S R E N O V Á V E I S NO 91 AGOSTO/2015 Etanol: Paridade de Preços – Média Mensal Etanol: Paridade de Preço – Semana de 09.08.2015 a 15.08.2015 Em meados de agosto, a paridade de preços no varejo, em âmbito nacional, esteve abaixo dos 70% (valor que, do ponto de vista econômico, torna o consumo de hidratado mais vantajoso em relação à gasolina). A região centro‐sul, que está em plena safra, contém o conjunto de capitais com paridade favorável ao etanol, reflexo do perfil alcooleiro dessa safra e dos estoques mais elevados. Sete capitais da região norte‐
nordeste ainda apresentaram paridade acima dos 80%. Página 16
B O L E T I M M E N S A L D O S C O M B U S T Í V E I S R E N O V Á V E I S NO 91 AGOSTO/2015 Etanol: Preços do Açúcar e do Petróleo em Relação ao Etanol Em julho, o preço médio do açúcar NY SB11 no mercado internacional foi de US$ 235/ton, preço 11% menor em relação ao mês anterior. O preço do petróleo tipo Brent foi de US$ 46,58/barril, com uma redução de 18% em relação ao mês anterior. Etanol: Não Conformidades na Gasolina C A ANP analisou 2.937 amostras de gasolina C no mês de julho. A não conformidade (NC) teor de etanol, correspondeu a 66,2 % do total das não conformidades. Etanol: Não Conformidades no Etanol Hidratado A ANP analisou 1.539 amostras de etanol hidratado no mês de julho, das quais 21 apresentaram não conformidades. E, na sua maioria, referem‐se à Soma de Massa Específica/Teor de álcool. Página 17
B O L E T I M M E N S A L D O S C O M B U S T Í V E I S R E N O V Á V E I S NO 91 AGOSTO/2015 Etanol: Consumo em Países Selecionados Biocombustíveis: Variação de Matérias‐Primas em Comparação à do IPCA O gráfico a seguir mostra a variação acumulada das principais matérias‐primas de biocombustíveis usadas no Brasil (cana‐de‐açúcar e óleo de soja) em comparação com o Petróleo tipo Brent e o índice de inflação dado pelo IPCA, com referência a janeiro de 2010. Página 18
B O L E T I M M E N S A L D O S C O M B U S T Í V E I S R E N O V Á V E I S NO 91 AGOSTO/2015 Biocombustíveis: Produção Mundial Em 2014, os Estados Unidos foram o maior produtor mundial de biocombustíveis, com 59,0 milhões de m³ (54,3 milhões de m³ de etanol e 4,7 milhões de m³ de biodiesel). O Brasil ficou na segunda posição, produzindo 29,9 milhões de m³ (26,5 milhões de m³ de etanol e 3,4 milhões de m³ de biodiesel). A produção mundial de biocombustíveis foi de 123,7 milhões de m³ (94,0 milhões de m³ de etanol e 29,7 milhões de m³ de biodiesel). Biocombustíveis: Números do Setor em 2013 e 2014
NÚMEROS DO SETOR DE BIOCOMBUSTÍVEIS (2013 e 2014) Produção (safras 2013/14 e 2014/15 – milhões de m³) Produção (ano civil – milhões de m³) Consumo combustível (milhões de m³) Exportações (milhões de m³) Importações (milhões de m³) Preço médio no produtor – EH e B100(1) (R$/L) Preço médio no distribuidor – EH(2) e B5‐B7(2) (R$/L) Preço médio no consumidor final – EH(2) e B5‐B7(2) (R$/L) Capacidade de produção instalada nominal (milhões de m³)
(1) Inclui os tributos federais. (2) Com todos os tributos. Etanol 2013 2014 27,7 28,65 27,8 27,9 23,9 24,4 2,9 1,39 0,13 0,44 1,17 1,19 2,00 2,11 2,29 2,43 n.d. n.d. Biodiesel 2013 2014 n.a. n.a. 2,9 3,4 2,9 3,4 0,04 0,04 ‐ ‐ 2,11 1,96 2,04 2,21 2,32 2,51 7,5 7,5 Ressalva do Editor A reprodução de textos, figuras e informações deste Boletim não é permitida para fins comerciais. Para outros usos, a reprodução é permitida, desde que citada a fonte. Distribuição do Boletim A distribuição do Boletim Mensal dos Combustíveis Renováveis é feita gratuitamente por e‐mail. Os interessados em receber mensalmente essa publicação podem solicitar seu cadastramento na lista de distribuição por meio do envio de mensagem para o endereço [email protected] O Boletim também está disponível para download no sítio http://www.mme.gov.br/web/guest/secretarias/petroleo‐gas‐natural‐e‐
combustiveis‐renovaveis/publicacoes. Equipe do Departamento de Combustíveis Renováveis Ricardo de Gusmão Dornelles (Diretor), Patricia Bragança Soares, Poliana Ferreira de Souza, Luciano Costa de Carvalho, Marlon Arraes Jardim Leal, Paulo Roberto M. F. Costa, Gustavo Luís de Souza Motta e Ricardo Borges Gomide. Página 19

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