MINHA PÁTRIA, MINHA POESIA

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MINHA PÁTRIA, MINHA POESIA
MINHA PÁTRIA, MINHA POESIA Veja nos olhos do povo desse País Que a realidade aqui sem maquiagem Sem montagem é diferente do que se diz Há violência, há miséria, há fome, há corrupção Nas manchetes dos jornais, na Internet e na televisão Tudo em HD, melhor pra se ver, o Brasil em alta definição Veja no rosto daquela criança o futuro da nação Em seus olhos o brilho da esperança tem a fé no coração Meu povo à mercê da ganância, fruto da corrupção Drogas que roubam dos filhos dessa terra A juventude, a infância, os sonhos de uma nação Minha gente refém dessa guerra Padece na favela, dorme na rua, no chão Sob as estrelas da bandeira Da ordem, do progresso, da ilusão Lágrimas do meu povo Da dor, do desprezo, da discriminação Veja no meu sertão tá precisando de água A vida no sertão é dura de amargar Mas sertanejo é cabra macho, não desiste de lutar Mas óia pro céu e vê a chuva que tá pra chegar Fazendo o verde dessa terra renascer A flor da esperança no chão desse Brasil brotar. Pelas ruas que ando ouço seu canto Vejo seu pranto de agonia Quem me dera, meu Deus, ver de novo essa terra Como ela já foi um dia E quando na primavera Meu país, minha flor que era tão bela se colhia. És minha pátria, meu encanto, meu recanto, minha poesia. Minha bandeira de cor brasileira, pura miscigenação Sou negro, sou branco, sou branco, sou negro, sou cidadão Sou brasileiro, de sangue vermelho, De corpo, alma e coração. CAB, 6ª Avenida, nº 600, Centro Administrativo da Bahia. CEP: 41.750-300.
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