Dezembro 2014 - Colégio Manuel Bernardes

Сomentários

Transcrição

Dezembro 2014 - Colégio Manuel Bernardes
76
COLÉGIO MANUEL BERNARDES
anos
Diretor: Pe. António Tavares • [email protected] • Dezembro 2014 • N.º 89 • Ano: LXXVI (2.ª série)
Fundado 6 de abril de 1938
PUBLICAÇÃO TRIMESTRAL
Colégio Manuel Bernardes
O futuro começa aqui
Ano letivo 2014-2015
Administração e Direção Pedagógica do Colégio vem por este meio agradecer, aos Alunos, Encarregados de Educação, Docentes e a todos os trabalhadores, a excelente classificação obtida, mais uma vez, no Ranking de Escolas 2014.
Esta consistência de sucessos revela que o Colégio ao longo dos seus 79 anos de existência, tem trilhado o caminho certo em termos educacionais, o que significa que esta Instituição se preocupa, não apenas em ensinar,
mas sobretudo educar na formação de Homens e Mulheres do amanhã, num fundamento humanístico, e refletido em princípios básicos como o respeito pelo próximo, justiça, liberdade e solidariedade.
Ciente de que o sucesso, por esta razão, só se alcança com trabalho árduo, disciplina e dedicação, reforçamos este agradecimento sincero com a convicção que no futuro poderão contar sempre com o Vosso Colégio como uma
referência e esteio ao longo da Vossa vida.
Um bem haja a todos.
Concretizar o nosso projeto
Boas Festas
E
ncontramo-nos no momento tradicional que marca a renovação e a esperança no futuro, que é incerto e que nos
deixa a todos com uma marca de desconforto perante as espectativas que podemos conceber perante o curso dos
acontecimentos no nosso país. É por isto que, também, uma época reflete o plano da possibilidade e da abertura a
novas ideias, a novas metas e exigências, a novas práticas e métodos, não porque o caminho passado deva ser remetido para
os baús da memória inconsciente, mas porque as metas, sendo as mesmas, apresentam obstáculos e necessidades com
características diferentes e com exigências diferentes.
O Projeto Educativo do Colégio aponta para o prosseguimento de estudos, alicerçando-se na tríade Alunos, Professores e
Família (auxiliada, naturalmente, pelas demais infraestruturas humanas da instituição). Com as atuais espectativas dos Alunos
portugueses, é fundamental ultrapassar a dependência na motivação extrínseca (seja sob a forma da recompensa, controlo ou
objetivos com um prazo demasiado longo para poderem ser determinados) pois esta, cada vez mais, se revela pouco consistente e minimamente reforçadora da nossa vontade de ultrapassar as dificuldades para alcançar os objetivos individuais.
É necessário, por isso, encontrar o(s) impulso(s) intrínseco(s) que norteie(m) os objetivos dos nossos aprendizes, a motivação
para ultrapassar as dificuldades com a sua natureza específica e diferente das de há 5 ou 10 anos. Eric Jensen aponta-nos,
justamente, que uma das formas principais dos Alunos se motivarem (internamente) são as experiências de autonomia.
Se não existirem experiências de autodeterminação, a tendência é o estudante sentir, essencialmente, tensão e pressão.
A realização de qualquer atividade escolar e a perceção da competência no ultrapassar dos desafios apresentados
melhorarão a motivação intrínseca. Neste sentido, pode-se afirmar que as metas da mestria implicam o aprofundamento da
competência e da autorregulação, diminuindo os comportamentos de fuga (não assumindo a responsabilidade dos seus atos).
A recompensa e o controlo, sem dúvida, levam as pessoas na direção do desejo de sucesso, mas levam a que as mesmas
evitem as tarefas que colocam desafios ou impliquem o risco de falhar. Deste modo, os estudantes que são, repetidamente,
extrinsecamente motivados apresentam um grau maior de dificuldade em resolver problemas. Os jovens que ganharam
a autonomia de ação e que também aprenderam a ensinar outros, apresentam uma maior aprendizagem conceptual,
apresentando–se impulsionados internamente pela autoestima e pela autonomia.
Entre as múltiplas estratégias apresentadas para melhorar a autonomia, Jensen destaca a importância de eliminar as ameaças
que inibem a motivação intrínseca para a aprendizagem; excessiva diretividade, intenso controlo paternal (sobretudo
(continua na p. 2)
A Administração e a Direção
do Colégio Manuel Bernardes desejam a toda
a comunidade educativa um Santo Natal e Feliz 2015.
2
ATUAL
Carta ao Diretor
Mensagem de Natal
Sintra, 5 de Outubro de 2014
Estimado Padre,
Foi com muita emoção que, na passada semana, tive conhecimento
da edição de Julho último de A Nova Floresta, uma voz do Colégio
Manuel Bernardes e de que V.Exa. é Director.
Permita, pois, que nesta minha curta missiva, utilize as regras ortográficas que aprendi nesse Colégio e me ligam, indelevelmente, ao
Colégio Manuel Bernardes.
Posso dizer – por ser essa a convicção de uma criança atenta,
daquela época – que terei sido um aluno de famílias mais pobres a
frequentá-lo. Isso nunca impediu o carinho com que todos, funcionários, professores e colegas, me tratavam e me felicitavam pelas
notas excepcionais que obtinha.
Hoje, com 75 anos, por graça de Deus, a minha memória permite-me ver o rosto do Padre Augusto Gomes Pinheiro, da querida Professora Alice, do meu Padrinho o saudoso Padre Albertino. Também
o Perfeito José Pedro, o Sr. Ramiro e o Carlos, seu irmão.
Recordo muitos colegas desses tempos, entre eles dois que o
Padre Gomes Pinheiro, de alma bondosa mas que um simples olhar
nos metia em respeito, recolheu em Portugal vindos, salvo erro, da
Hungria.
O Colégio Manuel Bernardes fez-me para a vida, não só com os
ensinamentos que me proporcionou como, ainda mais determinante,
os exemplos e padrões de respeitabilidade que nos devem nortear.
Receba, pois, Reverendo Padre António Tavares o reconhecimento
pela peça que publicou, solicitando-lhe a amabilidade de transmitir à
Exma. Direcção do Colégio a minha permanente gratidão.
Com os mais cordiais cumprimentos,
Nossa Senhora vos embala e canta
No coração guardando quanto escuta:
O mistério daquela noite santa
No silêncio da gruta.
(do hino do oficio de Leitura no tempo de Natal)
Nestas festas, celebradas no decorrer deste caminho
sinodal proclamado pelo nosso Patriarca D. Manuel
quanto é oportuno recordar com amor o célebre
ensinamento de Santo Agostinho: Jesus Cristo
incarna-se todos os dias nas mãos do sacerdote,
como se incarnou no seio virginal de Maria.
Diariamente adoramos na Eucaristia pelas mãos
do sacerdote aquele Deus Menino que adoramos
no presépio. Aquele Deus Menino que se torna
alimento para a nossa alma e força para a nossa vida. Natal é este anúncio de paz e amor que tudo
transforma e que nos convida a sermos mais fraternos e mais próximos. É neste sentir que a igreja
de Lisboa se prepara para celebrar em 2016 os três séculos de Patriarcado, por isso o nosso patriarca
convida-nos a fazermos uma preparação repartida em cinco etapas que refletem a exortação apostólica
do Papa Francisco, a Alegria do Evangelho. Assim, de três em três meses há uma reflexão e meditação
sobre os cinco pontos ou capítulos da exortação, sendo esta maneira de preparar o sínodo em 2016.
Rezemos neste natal por esta iniciativa para que ela transforme e envolva cada vez mais os nossos
cristãos a serem testemunhas verdadeiras deste Deus Menino que veio para nos trazer a salvação.
Na noite venturosa do Natal, ajoelhados diante do Salvador, em oração suplicante, por intercessão da
Virgem Maria, pedimos copiosas graças e bênçãos para toda a comunidade escolar do Manuel Bernardes.
Santo Natal e feliz 2015
Pe. António
Fernando José Calabaça Castelo
Homenagem ao Dr. Ludovico Mendonça
Ex.mo Senhor
Fernando José Calabaça Castelo
Após ter recebido a sua carta gostaria de manifestar-lhe o meu agradecimento por tão gentis palavras e por revelar a importância que
este colégio teve na sua educação e formação.
O seu testemunho honra e dignifica esta instituição que quer continuar a ser uma presença marcante na educação dos nossos jovens
e dos futuros homens de amanhã.
O nosso jornal tem também como finalidade promover o que aconteceu, ou seja, ser um meio de comunicação para os antigos alunos
se tornarem presentes e deixarem um estimulo ou incentivo a todos
para se envolverem cada vez mais na construção de uma sociedade
pautada por valores cristãos e humanistas dos quais este colégio
apresenta no seu ideário e regulamento interno.
Para finalizar deixo-lhe uma palavra de amizade que é extensiva a todos os nossos antigos alunos que são esta força da memória que se
torna história e a todos ensina a viver com mais esperança e orgulho
no futuro.
Aceite os meus respeitosos cumprimentos e votos de festas natalícias com a bênção do Deus menino para si e toda a sua família,
o dia 9 de Outubro de 2014 o colégio estava em festa pelo 80.º aniversário do nosso Secretário-geral, Dr. Mendonça. Os alunos manifestaram a sua amizade cantando os parabéns e desejando
muita saúde ao querido Dr. Mendonça. Todos quiseram estar presentes e dizer muito obrigado
pelos seus jovens oitenta anos, desde manhã até à tarde diversos grupos visitaram o aniversariante
levando-lhe muitas alegrias e manifestações de muito afeto e carinho.
A comunidade educativa do colégio quis através de uma celebração
eucarística dar graças a Deus pelo dom da vida do Dr. Mendonça e foi
nesse contexto que com todo o respeito e amizade a nossa Maria Elvira
Oliveira homenageou o nosso secretário com uma poesia que damos a
conhecer a todos os nossos leitores:
N
Dia 9 de Outubro
Dia de felicidade
O Sr. Dr. Mendonça
Faz oitenta anos de idade
Alunos e professores
E todos os funcionários
Também com muitas flores
Os parabéns lhe cantaram
Louvado seja o Senhor
Ele tem tanta energia
Por isso com muito amor
Festejamos com alegria
Mas depois logo em seguida
Celebrou-se a eucaristia
Rezou-se pelo dom da vida
Tal qual ele merecia
Pe. António Tavares
Concretizar o nosso projeto
(continuação)
a interferência em tarefas que são solicitadas aos alunos para as realizar), ausência de feedback nos
trabalhos designados, são exemplos dessas barreiras. Naturalmente que as barreiras emocionais/
relacionais (afinal, os seres humanos têm três necessidades fundamentais – relacionamento,
competência e autonomia) são igualmente um problema no domínio da ação individual.
Uma outra estratégia é a clarificação dos seus objetivos, mas como agente participante dessa
escolha. Isto permite uma responsabilização interiorizada pelo jovem, tal como a análise das
dificuldades que se lhe vão deparar e os recursos para as vencer. Por outro lado, sendo partilhadas as
metas, permite-se a construção de conexões recíprocas com a família, com os pares e com a escola,
aumentando simultaneamente os sentimentos de pertença que induzem à cooperação e, portanto,
ao esforço partilhado e solidário. Esta noção de desempenho partilhado incentiva o esforço de
criação de comunidade, construindo-se aquilo que em psicologia social se chama grupo secundário,
onde se destaca a comunhão de objetivos dentro do próprio grupo. Este comportamento aumenta a
autoeficácia, já que o Aluno é motivado a corrigir e a ser corrigido com maior facilidade, sem que se
Pe. António
interfira na autoestima de modo significativo. Tal comportamento funcionará como retorno autogerido,
estratégia necessariamente presente para que a aprendizagem ocorra. Curiosamente, a importância
dada ao retorno dado pelos pares pode ser tão ou mais importante que o que é dado pelo adulto
(especialmente se atendermos à fase do desenvolvimento cognitivo em que o jovem se encontra).
Naturalmente, o que se procura evidenciar nesta análise é a necessidade do Aluno de hoje encontrar
o seu caminho para a realização pessoal, profissional e relacional. Independentemente das maiores
ou menores expectativas face ao futuro que o mundo contemporâneo nos apresenta, o fundamental é
o desejo interior de traçar objetivos e procurar concretizá-los, autónoma e livremente. Neste sentido,
a nossa tarefa, enquanto instituição educativa, é partilhar desta demanda, juntamente com as
famílias, abrindo o caminho do conhecimento e do pensamento, de forma solidária e mais competente
possível, na incessante busca de concretizar o nosso Projeto que se centra, incontornavelmente,
no Aluno.
Um santo Natal para todos e votos de um próspero Ano Novo!
O Diretor Pedagógico
Hugo Quinta
ATUAL
Cultura
Visitas de estudo
O “Principezinho”
o passado dia onze de novembro, os alunos do 3.º ano do Colégio
Manuel Bernardes assistiram ao Musical de Filipe la Féria, “O
Principezinho” segundo o conto de Antoine de Saint-Exupéry. Foi
com grande emoção e expetativa que nos dirigimos ao Teatro Politeama,
onde todos os anos adoramos ir e onde somos sempre brindados com
um musical exemplar, que alia o mundo imaginário das nossas crianças a
valores fundamentais ao seu desenvolvimento e crescimento como seres
humanos a uma panóplia de saberes e conhecimentos essenciais para a
sua formação académica.
Desta vez, o palco estava mais iluminado… O principezinho
surpreendeu e cativou, não só pela figura especial e marcante que é, da
obra maravilhosa obra que tantas vezes li e reli… pois nele reconheci
os gestos familiares de quem vestia a pele da personagem. O Pequeno
Príncipe deixado voar pelos capítulos da vida.
É com grande orgulho que a nossa instituição assiste ao crescimento/
evolução dos nossos alunos, visto que nos propomos a formar o homem integral e é neste sentido que
vimos o fruto do nosso propósito.
N
Obrigado ao nosso principezinho, João Coelho.
Professora Ana Elena Santos
Centro de Ciência Viva
de Estremoz
A
visita de estudo ao Centro de Ciência Viva de Estremoz
realizou-se no dia 7 de Novembro de 2014, tendo como
destinatários os alunos do 5..ºano de escolaridade.
No centro da cidade de Estremoz encontramos um edifício
designado por Convento das Maltezas ou de S. João da
Penitência; classificado como Monumento nacional, merece por
si só uma visita. Neste edifício está instalado o Centro de Ciência
Viva de Estremoz.
O centro proporcionou experiências e conhecimentos
enriquecedoras. Foi possível viajar pelo Sistema Solar, perceber
a Terra, compreender como é que a Terra se formou e a sua
relação com o Universo. Os fósseis e concomitantemente a
evolução dos seres vivos também foi outra temática abordada
e pesquisada. E para os apaixonados pela água, a exposição
“Rovin dos mares “foi o culminar da visita: a sensação de se
estar num submarino, o visitar o fundo dos oceanos foram
experiências inesquecíveis.
Os alunos participaram ativa e empenhadamente nas atividades
desenvolvidas, concretizando experiências/ projetos didáticos,
globalmente, muito bons e passíveis de ser prontamente
aplicados no conteúdo programático.
Em jeito de balanço final desta visita de estudo, é de salientar
que a mesma foi uma experiência estimulante, cativante
e enriquecedora para os discentes. A troca de ideias e de
experiências, assim como as dúvidas colocadas pelos alunos
dos diversos temas, permitiu comprovar que visita foi um
complemento prático às aulas teóricas de ciências.
Professores:
Andreia Magalhães e Américo Godinho
Visita aos laboratórios
do colégio
Dar liberdade às palavras. Porque não?
esde os primórdios da humanidade, tudo o que o ser humano deseja é liberdade (e ter um iphone de última
geração, mas sobre isso não tenho nada a dizer, pelo menos por hoje).
Ora, esta busca pela liberdade, esta batalha constante e intemporal tem vindo a ser lutada todos
os dias, e todos os dias são vitórias.
À medida que a nossa sociedade se torna cada vez menos desprezível (pelo menos tendo em conta este tema
da liberdade, porque temos sempre o fator casa dos segredos a discutir – mas isso, tal como os iphones, fica
para outro dia) a questão da liberdade torna-se cada vez mais uma certeza.
Agora, para quê esta pequena introdução? Porque é obrigatório fazê-la tendo em conta a estrutura da crónica.
Passando agora para o tema que quero verdadeiramente abordar. E sim, está relacionado com a liberdade.
E sim, eu sei que a introdução está lá para um propósito e não somente porque é uma obrigação. Propósito
este que neste caso (e em todos, acho) é o introduzir (ora aí está) a crónica de maneira a que esta seja melhor
compreendida pelo leitor e mais facilmente escrita pelo cronista, neste caso, eu. (sinto-me lisonjeada por
ter sido considerada cronista, mesmo sabendo que fui nomeada por mim mesma – e depois desta frase já
percebo o porquê de certas pessoas me chamarem triste).
Quem me conhece sabe que eu dou uns quantos erros ortográficos, mas nem toda a gente entende
verdadeiramente o porquê de o fazer. O meu motivo é, nada mais nada menos do que… (escuso de fazer
suspense porque já está escrito no título…) o facto de eu gostar de dar liberdade às palavras e o facto de achar
que elas merecem esta demonstração de respeito.
Já pensaram na vida monótona que uma palavra tem? Sempre escrita da mesma maneira, coitada, sempre
na rotina. Já imaginaram o que seria estar todos os dias sempre a fazer a mesma coisa contrariadamente? (o
que estão para aí a pensar? Claro que a escola não é nada disto) Enfim, um aborrecimento.
E é por isto que eu dou erros ortográficos, para que as palavras possam ter uma escapadela, uma chance de
serem rebeldes. E isto resulta, pelo menos até a professora ler o meu teste e cruelmente riscar esta liberdade e
devolve as palavras à sua rotina interminável.
Por isso, senhores professores, da próxima vez que se sentirem tentados a riscar algo, por favor pensem nos
milhões de palavras em todo o mundo que estão a lutar, incansavelmente, pela sua merecidíssima liberdade.
D
Beatriz Rego, n.º 2596, 10.º A
U
ma manhã diferente a aprender com os colegas do
Secundário
Apesar de já termos ido várias vezes aos laboratórios do colégio
e alguns de nós até andarem na Ciência Viva, é sempre com
curiosidade e alguma excitação que aguardamos o dia da visita.
Depois de algumas recomendações da professora(o que vejo,
lembro e o que faço aprendo…) lá fomos dia 5 de manhã até aos
laboratórios.
Dividiram-nos em 5 grupos para melhor aproveitarmos a visita.
Este ano a matéria era outra! Havia coisas que já tínhamos falado
na aula e outras que não fazíamos ideia!
Quando estávamos a escrever o relatório, a pares, na aula a
Mariana e o Gustavo fizeram uma separação engraçada dos
laboratórios:
O 1.º laboratório o da “Sabedoria”- onde se falou do Sol,
da Terra, da fotossíntese, das rochas tudo com modelos e
experiências que os alunos que faziam de professores nos
mostravam e explicavam. Às vezes ficavam a olhar para os
professores deles para confirmarem se estava tudo certo. Ah!
Ainda estivemos a usar o microscópio.
É claro que saímos dali com mais “ferramentas”.
No 2.º laboratório o do “Espetáculo e da Diversão” fizemos
truques e experiências super divertidas. Os professores e os
colegas crescidos do 10.º ano mostraram – nos como é bom
usar a Ciência.
Obrigada a todos que nos trataram com tanto saber e simpatia.
Mais um dia com história no 4.º B
3
4
ATUAL
Novos desafios
U
m novo ano começou e novos desafios se lançaram aos nossos alunos
no que diz respeito à Matemática. E quão elevada tem sido a sua
resposta! O Departamento de Matemática vem por este meio congratular
o aluno Luís Miguel Gouveia Cipriano Messias, pela MEDALHA DE BRONZE
alcançada nas Olimpíadas de Maio, uma prova realizada em dois níveis (etários)
e por alunos pertencentes a países da América Latina, Espanha e Portugal.
Após a medalha de Ouro nas Olimpíadas Portuguesas da Matemática do ano
passado, esta medalha foi mais uma para o Luís, da qual muito se pode orgulhar,
e mais um motivo de grande alegria para nós, seus professores. Enquanto
coordenador do Departamento, felicito o Luís pelo seu desempenho nas provas
em que participou e agradeço-lhe por ter elevado, com honra e mérito, o seu
próprio nome, o da Matemática e o do Colégio Manuel Bernardes, desejando
que possa continuar a ser um exemplo, a todos os níveis, para os seus colegas,
de dedicação, de mérito, de força de vontade e sobretudo de que o zelo e o
empenho por algo de que se gosta muito, nos pode dar grandes méritos e trazer
boas recompensas. E apesar de ter ficado «em branco», este ano, por motivos
que não interessam recordar, queremos também dar uma NOTA DE LOUVOR ao
aluno DIOGO FERREIRA PINTO, que nos últimos três anos consecutivos arrecadou,
nesta mesma prova das Olimpíadas de Maio, uma MEDALHA DE OURO e duas
MEDALHAS DE BRONZE, as quais, por motivos alheios ao Departamento, só agora
delas tivemos conhecimento. Assim, o Colégio Manuel Bernardes presta a devida
homenagem a estes dois nossos alunos, dos quais muito se orgulha! São poucas
as escolas que têm, por quatro anos consecutivos, uma medalha nas Olimpíadas
Portuguesas da Matemática e uma medalha numa prova Internacional da
Matemática, mas o nosso Colégio é uma delas! Parabéns, Luís e Diogo!
Este ano começámos, também, um novo projecto em parceria com os
Departamentos de Português e de Artes e Tecnologias, intitulado “Conta-me
o que contas”, destinado aos alunos dos 9.os e 10.os anos. Tem por objectivo
que os alunos escrevam um conto subordinado a um tema que lhes foi dado,
relacionado com a Matemática, o qual também deverá incluir uma figura
ilustrativa. Com uma dezena de participantes, a iniciativa arrancou muito bem!
Aproveito para felicitar os nossos audazes alunos pela coragem que tiveram
em participar e abraçar este projecto. No final haverá prémios para os melhores
contos. Aguardemos, portanto, que as suas mentes criativas nos surpreendam
com as suas contagens… em forma de conto. Nas próximas edições da «NOVA
FLORESTA» dar-vos-ei mais notícias sobre este assunto.
Arrancou, pelo quinto ano consecutivo, a disciplina de oferta de escola
«Tópicos de Matemática Avançada», este ano com treze alunos inscritos.
Parabéns a estes corajosos! Para muitos, o número treze é considerado
um azar, mas para nós, portugueses, que habitamos em terras que El-Rei
D. Afonso Henriques chamou de terras de Santa Maria, este número é algo
que muita alegria nos traz, bem como sinal de esperança, pois também aqui,
enquanto muitos tentam «enterrar» a Matemática, há «treze» que se mostram
valentes e com vontade de aprender algo mais que os possa ajudar a preparar
o seu futuro. Vários são os relatos e os testemunhos de antigos alunos que
certificam que aprenderam “conteúdos válidos e de preciosa ajuda no arranque
do seu ensino universitário”. São todos estes sinais que nos fazem ter coragem
de progredir e, mesmo contra muitas dificuldades, seguirmos com confiança
o nosso caminho, na certeza que temos um farol que nos guia, a nós e às
gentes na terra.
Um Santo Natal a todos… com o Menino Jesus, que nasceu e veio para TODOS,
bons e maus, justos e injustos.
Prof. Emanuel Oliveira
Quadradinho da Saúde
Dormir ou não dormir: eis a questão
“D
eitar cedo e cedo erguer dá saúde e faz crescer” (ditado popular). Quem nunca ouviu isto que
atire a primeira pedra!
Quantas manhãs não te sentiste mais irritável, mais agressivo, com dificuldade em decorar
nomes ou datas importantes, com vontade de comer mais do que o costume ou mais adoentado? Isso
pode ser falta de sono!
Sim, sono! Embora os adolescentes dos 13 aos 18 precisem de menos horas de sono por noite do
que as crianças dos 5 aos 12 (que precisam de 10 a 11 horas de sono diário), ainda assim os primeiros
precisam de 8 horas e meia a 9 horas de sono todos os dias para poder manter o seu cérebro no
estado óptimo para aproveitar o melhor do tempo que estão acordados.
Dormir é tão importante para o nosso bem-estar como comer ou respirar. Então porque é que não
lhe damos a importância devida? Simples, porque não estamos habituados a dar importância aos
seus sintomas: irritabilidade, dificuldade em conviver com os amigos, maior agressividade no dia-a-dia, aumento de peso sem motivo aparente, agravamento do acne (sim, ser adolescente pode trazer
problemas, mas acredita que ser adolescente com sono traz ainda mais…)…
E o que podes fazer para combater este problema? Segue esta lista e não te arrependerás:
1 – Faz do sono uma prioridade. Reserva tempo da tua agenda para dormir assim como fazes para
lanchar com os amigos ou fazer o T.P.C.
2 – Fazer sestas rápidas depois do almoço pode melhorar a tua eficiência para o dia-a-dia (idealmente 20 minutos e preferencialmente não durante as aulas…).
3 – Transforma o teu quarto num “Paraíso do sono”. Mantém-no fresco, silencioso e escuro. Não trabalhes na cama e põe todos os estímulos noutro lado! (televisão,
computadores e afins são proibidos!).
4 – Nenhum comprimido, vitaminas ou bebida substitui uma noite bem dormida. Desengana-te!
5 – Estabelece uma rotina pré-sono e cumpre-a! Incluindo hora de ir deitar!
Acredita que se cumprires estes 5 simples passos vais mudar a tua vida de uma maneira que não estavas à espera!
Nota: Como já deves ter reparado eu não aderi ao novo acordo ortográfico. Escrevo hoje como aprendi a escrever no Colégio, não assim há tanto tempo.
Miguel Fróis Borges
Ex-aluno CMB n.º 107
Interno de Cirurgia Geral do Hospital Garcia de Orta
[email protected]
PRÉ-ESCOLA
Fomos comprar legumes...
As visitas de Estudo
O inicio do ano letivo já ficou muito para trás e os meninos da turma A da pré escola,
como os das turmas B, C e D, estão cada vez mais próximos de saltar a barreira que
lhes permitirá aceder ao 1.º ciclo, um caminho que se pretende seja rumo a uma
estrada larga e longa, repleta de felicidade e sucessos.
É nossa firme intenção tornar este ano num manancial de vivências, de partilhas e de
descobertas, num espaço de alegria. É muito importante que as crianças vivam em
pleno de satisfação e aprendizagens este tempo e que, como nós, criem imagens felizes
e guardem memórias agradáveis que as inspirem pela vida fora.
A par das brincadeiras, e com elas, as aprendizagens são um objetivo, superior,
e pretende-se que aconteçam de uma forma lúdica e imaginativa, pois só assim
serão eficazes. A química, a física, a história, a geografia, a biologia, o português e a
matemática podem tornar-se fantásticos brinquedos e grandes brincadeiras e podem
ser experimentadas de forma enriquecedora.
É por intermédio da brincadeira que pretendemos despertar o interesse nas crianças,
muito além de, pura e simplesmente, ensinar. Pretendemos induzir os nossos
pequeninos, futuros cidadãos que queremos plenos de sentido e atitude cívica, a dar
asas á sua imaginação, a percorrer caminhos nunca percorridos, a tornar-se críticos,
livres para expor as suas ideias e pensamentos.
Para conduzirmos a bom porto esta nossa missão é importante promover a
interligação entre teoria e prática ou seja, entre a escola e a realidade. As visitas
de estudo são um método privilegiado para atingir esse objetivo, para adquirir
conhecimentos e, mais importante que isso, para fazer descobertas mútuas, para
a criança aprender, observar, compreender e respeitar o mundo que a rodeia. É a
estratégia mais estimulante, pois para além de constituir uma saída do espaço escolar,
fator sempre motivador, e de envolver uma componente de brincadeira, também
beneficia as relações interpessoais, sendo um momento único de aprendizagem que
favorece a aquisição de conhecimentos, proporciona o desenvolvimento de técnicas de
trabalho e facilita a socialização.
Relevando a importância de apostar fortemente nas visitas de estudo como fonte de
aprendizagens e de vivências ímpares, muitas foram as que fizemos até este momento.
Por aí…
Decorria o mês de outubro e estando a nossa atenção focalizada nos meios de
transporte e nas regras de segurança, deslocámo-nos ao Departamento de Proteção
Civil de Lisboa. Neste espaço, também conhecido como “Casa do Tinoni”,
participámos na atividade Crescer em Segurança, no decorrer da qual as crianças
aprenderam a identificar os riscos que correm no seu dia-a-dia e as atitudes mais
corretas a adotar em cada situação.
Ouvimos falar de segurança na rua, em espaços públicos e em casa, de sismos, de
prevenção de incêndios e de comportamentos de autoprotecção.
Todos estes temas foram sistematizados em jogos e simulação de situações reais, em
que as crianças participaram de forma ativa, divertida e descontraída e através dos
quais apreenderam conhecimentos importantíssimos.
Dias depois fomos até à Quinta Pedagógica dos Olivais, o que se traduz sempre
em momentos muito divertidos, extremamente emotivos e de grandes e preciosas
aprendizagens. Desta vez não nos limitámos a visitar os animais, a dar-lhes de comer
ou a brincar na Casa da Árvore. Desta vez a nossa missão principal foi participar na
Queima dos Espantalhos, dos nossos espantalhos afinal, da Amélia e do Casimiro, que
de forma tão empenhada e criativa tínhamos construído, e entregue na Quinta, no
passado ano letivo.
Ser português é...
Fomos buscá-los ao local onde estiveram em exposição, transportámo-los para a fogueira
e com as suas cinzas adubámos as árvores do pomar. Pedagógico e MUITO divertido.
Aqui ao lado!
Sem necessidade de nos afastarmos demasiado do nosso colégio, aproveitámos uma
ida ao hipermercado para comprar legumes e fruta. Por essa altura a alimentação
era o tema que dominava as nossas brincadeiras e aprendizagens e na presença de
tão grande variedade de produtos, foi mais fácil ensinar as crianças e orientá-las
relativamente aos alimentos mais saudáveis e à importância da sua utilização numa
dieta salutar e equilibrada, como fator de crescimento e desenvolvimento.
Permitindo que as crianças se envolvessem nesta atividade tentámos contribuir para
que se tornem mais interessadas e façam, desde muito pequeninas, escolhas mais
acertadas no que respeita à sua alimentação.
Também aqui mesmo ao lado, no Jardim da Paz, celebrámos a chegada do outono
com um fantástico passeio, onde a natureza nos brindou com uma imensa quantidade
e diversidade de material, entre castanhas, folhas secas, pauzinhos, etc., para futuros
trabalhos. Mas não foi só, as crianças brincaram em grupo, (re)inventaram brincadeiras
de partilha e cooperação e viveram momentos de genuína alegria e cumplicidade. Pelo
caminho, tendo em conta que fomos a pé, reavivámos aprendizagens sobre segurança
na rua e nos espaços públicos, entre muitas outras.
Não contamos ficar por aqui pois defendemos que, para entender o mundo que as
rodeia as crianças têm que enriquecer as suas vivências e é importante que o façam,
cada vez mais, através da experiência, da observação e da exploração do seu ambiente.
É dessa forma que melhor reorganizarão os seus esquemas de pensamento, que
analisarão e procurarão soluções para as novas situações, o que favorece e promove o
seu desenvolvimento cognitivo.
A Ana Assis é, este ano, a nossa companheira de caminhada e só graças ao facto de
podermos contar sempre com a sua entusiástica e empenhada colaboração é que
podemos continuar a programar novos passos, maiores e mais firmes. Muito obrigada!
Ana Fernandes
(Educadora do grupo A, 5 anos)
Come chocolates!
S
Come chocolates!
Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates.
Fernando Pessoa, “Tabacaria”
Ser português é, enfim, ser um paradoxo constante neste canto
perdido da Europa.
A pergunta inicial que se me afigura aquando da afirmação pessoana de que” não há mais metafísica
do que comer chocolates” é por que razão se pode incluir na mesma sentença “chocolates”, que são do
domínio do físico, e “metafísica”, que diz respeito ao que há para além deste plano.
Tendencialmente paradoxal, Pessoa não poderia ser outra coisa que não a corporização dos seus
próprios conflitos interiores. “Chocolate” é físico e proporciona preenchimento, satisfação a partir da
sensação do paladar, mas também do olfato, do tato, da visão e até da audição, pois que o desembrulhar
do invólucro pode ser tido como a primeira de todas as cinco sensações que se experimentam quando
se come um chocolate ou, até antes, quando se formula o desejo de o fazer. No entanto, ao pensar-se no
comprazimento de se comer um chocolate, estamos a subir ao plano metafísico.
Ao nos referirmos ao prazer de comer, tão simples, tão sensitivo, não nos ficamos pela fisicalidade do
ato, já que o pensamento não é da mesma ordem que o simples sentir, pois pensar sobre a sensibilidade
é já estar no plano da inteligibilidade. Todavia, dificilmente pensaríamos no que seja comer um
chocolate se não o comêssemos.
“Comer chocolates” talvez seja a tentativa do poeta de diminuir o peso do pensamento sobre a sensação.
Pensar sobre isso é que já não está ao alcance de todos.
Madalena Ferreira n.º 249, 11.º B
Prof.ª Maria João Carvalho
er português é ter saudade, é viver num sempiterno
descontentamento. É ser grande mas preferir ser pequeno
porque a grandeza dá muito trabalho. É ter garra e sangue
latino, ter uma força de vontade de ferro, mas, no entanto, fazer
tudo na véspera e em cima do joelho.
É sonhar com D. Sebastião e desprezar tudo o que é português.
É estar sempre indignado com algo ou alguém. É rir e sorrir e
ser alegre e, simultaneamente, chorar e desesperar e gritar.
Ser português é ser único e exasperante. É conduzir como
loucos e cozinhar como poucos. É ser patriótico apenas
quando joga a seleção ou quando o Cristiano Ronaldo aparece
na televisão.
Ser português tem o seu “quê” de flexível e sobrevivente, de
quem esteve no topo do mundo e de quem foi à Índia, mesmo
quando lá era o fim do mundo.
5
6
1.º CICLO
Vencedor do concurso de escrita criativa
A grande aventura
na noite de Halloween
E
ra noite de Halloween. O Gabriel, que era alto e magro,
convidou o Miguel, um rapaz pequeno mas alegre e a Matilde, uma rapariga bonita e inteligente, para uma aventura.
Porém, não era uma aventura qualquer, mas uma aventura numa
casa abandonada, velha e cheia de teias de aranha.
Quando entraram, estavam com bastante receio mas, passados
cinco minutos, já se divertiam. Havia dezenas de teias de aranha,
parecia que a casa ia desabar a qualquer segundo. Não havia
luzes e tiveram de usar uma lanterna.
– Quem me dera ter ido ao cinema! – murmurou Miguel para
consigo.
Gabriel ouviu e apressou-se a responder:
– Não sejas medricas, anda.
As tábuas rangiam: ficava cada vez mais assustador. Ouviam-se
passos como se no andar de cima estivesse uma multidão de
fantasmas.
Miguel não aguentou e saiu porta fora a correr. Ficou surpreendido quando ouviu Matilde rir às gargalhadas: tinha ido ao piso de
cima e descobrira que a multidão de fantasmas eram pequenos
ratinhos a brincar.
Voltaram a casa divertidos e bem-dispostos mas, pelo sim pelo
não, Miguel escondeu-se debaixo da cama.
Visita de Estudo em Rio Maior
uma manhã de outono, dia 17 de
outubro, as turmas do 4.ºano do
C.M.B foram numa visita de estudo
a Rio Maior, onde tiveram a oportunidade
de conhecer as suas Ruínas Romanas, a Casa
Senhorial do rei D. Miguel e as salinas.
O ponto de encontro foi no largo das
camionetas às 8 horas. A viagem durou cerca
de 2 horas, pelo que pouco depois das 10
horas demos inicio à visita.
O nosso grupo começou pelas Ruínas
Romanas. Conhecida por Villa Romana, esta
é datada do século III d.C. até ao século IV
d.C., mas apenas foi descoberta em 1983, ou
seja já no século XX. Aí observámos o chão
característico dessa época – mosaicos pequenos de várias cores, formando desenhos.
A segunda paragem, foi a Casa Senhorial d’el Rei D. Miguel onde visitámos a capela e escavações
românicas. Também nos deram a conhecer instrumentos antigos da produção de sal, painéis de azulejos
e um quadro pintado a óleo do Rei D. Miguel. Sabe-se que a casa foi construída no século XVI na zona
mais rica da cidade. Em 1834, antes da Batalha de Almoster, esta foi a ultima morada do rei D. Miguel.
Por último, visitámos as salinas, onde nos explicaram o processo de extração do sal. Concluímos com
uma caça ao tesouro muito competitiva entre cinco equipas. Quem ganhou a prova foram as equipas
das turmas A e E. As raparigas do 4.º B, do qual faço parte, formaram a equipa das Salgadas. Perdemos
por falta de atenção, mas mesmo assim, recebemos como prémio um pacote de sal.
Já me ia esquecendo! A professora, simpática como é, pagou um pote de sal a quem não tinha dinheiro.
Cada um ficou a dever 1 euro à professora, mas a dividida depressa será saldada…
Penso que esta visita de estudo foi bem-sucedida!
N
Joana Queirós
4.º B
N.º 1843
Eva Dias Pereira
4.º C
N.º 1609
Uma aula de História
o dia 6 de Outubro veio à nossa sala a Professora Margarida
Quintal para nos vir falar um pouco sobre a História de
Portugal.
Primeiro falou-nos sobre os documentos históricos, que são
documentos onde o Homem pode conhecer e reconstruir o seu
passado. Podem ser documentos escritos (um livro, uma escrita
antiga) ou documentos materiais (uma pintura, um prato antigo,
um anel…).
Depois falou-nos sobre os povos recoletores, que viviam da caça e
da recoleção, abrigavam-se em cavernas ou grutas e vestiam-se de
peles de animais. Para caçar utilizavam lanças de osso e pedra que
eles próprios faziam. E inventaram o fogo.
Logo a seguir informou-nos sobre as comunidades agro-pastoris,
que se abrigavam em casas fixas e praticavam agricultura, criação
de animais e pastoricia; inventaram a foice, a enxada em pedra
e também inventaram uma das invenções mais importantes no
mundo: a roda. Vestiam-se de panos grosseiros, de lã ou linho e
faziam tecelagem, cerâmica e cestaria.
Depois falou sobre os povos do Mediterrâneo, os Fenícios, os
Gregos e os Cartagineses. Os povos trocavam as suas armas,
tecidos, estatuetas e peças em vidro e em cerâmica pelo nosso
ouro, prata, estanho e cobre.
N
Visita de estudo à Microsoft
ostei muito de voltar (porque eu
já tinha ido à Microsoft, o meu pai
trabalha lá) à Microsoft, desta vez
com a minha turma.
Fizemos muitas coisas divertidas,
aprendemos muito e também jogamos
imenso!
Com o novo Magalhães, jogamos no
computador e exploramo-lo. Trabalhamos
no Fresh Paint, que eu já sabia da sua
existência, tenho 2 Surfaces em casa.
Adorei a visita e gostei muito de conhecer
a Susana que nos ajudou muito. Também
gostei muito de o meu pai ter estado disponível para me acompanhar na visita de estudo.
Adorei!!!!
G
Mariana Fernandes
4.º B, N.º 1913
10 de novembro de 2014
Visita ao laboratório do colégio
Semana das ciências
o dia 5 de novembro, a turma do 4.ºD foi ao laboratório do colégio. Era a semana das ciências.
Comecei por ir à parte da física. Lá, fiz 4 experiências.
A primeira foi sobre o “pH”, onde usei soluções para descobrir ácidos e bases.
A segunda foi sobre a gravidade. Fizemos um jogo que consistia em equilibrar dez pregos em cima de
um. O truque: encontrar um ponto de equilíbrio.
A terceira foi sobre a densidade. Usámos óleo de milho, água, óleo, álcool e petróleo. Cada um era
menos denso que o outro. Deitámos um efervescente no copo e ele misturou todos os produtos, menos
o petróleo, porque era muito pouco denso.
A última foi sobre eletricidade, onde nos conectámos à terra e a um fio para acender uma lâmpada.
Depois fomos para a parte da química, onde fiz experiências sobre a terra, as rochas, observei a
estrutura das plantas ao microscópio e dei uma aula sobre um esqueleto. É verdade!
Adorei a visita ao laboratório.
N
Eram povos mais evoluídos, e trouxeram o uso da moeda com
os Gregos, as escrita Fenícia com os Fenícios e a conservação dos
alimentos em sal com os Cartagineses.
No final como agradecimento por esta aula maravilhosa, fizémos
um «Momento de Poesia» à Professora Margarida Quintal.
Adorei este dia!!!
Maria Almeida
4.º B
José Miguel Costa
4.º D
n.º 1370
QUADRO DE HONRA
Discurso do Diretor Pedagógico na sessão solene da entrega de medalhas e diplomas dos Quadros de Mérito
O mérito deve ser sempre valorizado
Percorrem-se os incontáveis milhões de anos já decorridos e vê-se a teimosia da vida a esforçar-se por se libertar do lodo deixado pelas marés, a lutar de forma em forma e de poder
em poder, rastejar e depois marchar confiante em terra firme, lutar ao longo das gerações na conquista do ar, mergulhar na escuridão das profundezas; vêmo-la virar-se contra si
própria, levada pela raiva e pela fome e tomar forma de novo, uma forma cada vez mais elaborada, cada vez mais parecida connosco, perseguindo implacavelmente o seu projeto até
que por fim o seu ser pulse no nosso cérebro e nas nossas artérias…É possível crer que todo este passado seja o início de um início, e que tudo aquilo que é e foi mais não é do que
o primeiro reflexo da alvorada. É possível crer que tudo aquilo que o espírito já realizou seja só o sonho que antecede o despertar…[Na nossa linhagem], hão-de nascer espíritos
que nos irão observar, na nossa pequenez, para depois melhor nos conhecerem do que nós nos conhecemos. Virá um dia, um dia na infinita sucessão dos dias, em que seres ainda
latentes nos nossos pensamentos, ocultos nos nossos flancos, se erguerão sobre esta Terra, como sobre um pedestal e rirão e estenderão as mãos às estrelas (e ao futuro).
ste pequeno extrato do texto de H.G. Wells, The Discovery Of The Future (A Descoberta
do Futuro), fala da natural resiliência da vida, da sua luta recorrente com os elementos
do ambiente, procurando primeiro a sobrevivência e, depois de múltiplos avanços e
retrocessos, constituir-se como um ser curioso, pensante, que procurava não apenas a sua
sobrevivência pessoal enquanto mero organismo vivo e reativo, que se preocupava apenas com o
presente, mas sobretudo que visava aquilo que se encontrava além do horizonte da sua visão. É
uma elegante, mas crua analogia com a existência humana. Uma dia-a-dia que se constrói através
de sucessos alcançados e de metas que ainda estão por conquistar. De ilusões e desilusões, de
sonhos e realidade. Esta é a condição humana e é, sem dúvida, o caminho que todos vós, que
aqui se encontram, tiveram que percorrer para estarem hoje nesta cerimónia. É por esta razão
que o mérito deve ser, sempre, valorizado. Não porque foi fácil ou porque vos foi oferecido,
mas porque foi difícil e porque vos levou a superar obstáculos. Não porque a boa fortuna vos
agraciou como um manto confortável, mas porque exigiu esforço, porque vos obrigou a romper
com a cultura da facilidade e da inércia. Por isto é igualmente importante compreenderem que
esta é a condição da vida: se existe um futuro que vos aguarda, esse exigirá uma ação firme e
convicta no sentido da sua construção. Porque o trabalho académico não se sustenta em aptidões
inatas. Estas poderão abreviar o caminho, proporcionam inclusive uma vantagem no ponto de
partida, mas a mestria em qualquer ofício ou arte só se consegue com o empenho inexorável de
cada um. Desde desenhar a primeira letra, de pintar dentro do traços que separam as cores, de realizar adições e subtrações até ao interiorizar conceitos ou ideias, realizar
cálculos matemáticos, de memorizar datas históricas, de compreender o pensamento de autores, de desenhar um autorretrato, no fundo, de crescer e desenvolver as nossas
aptidões inatas até ao limite do possível, resulta de um propósito deliberado e de uma vontade transcende a mera vivência subalterna às distrações e adições, ao prazer
furtuito e efémero. Sem dúvida que a vivência da criança e do adolescente é extremamente complexa nos dias que correm, pois encontra-se rodeada da multiplicidade de
estímulos que com dificuldade podem evitar mas que, sem sombra de dúvida, não passam de mero ruído. E este é também o vosso mérito, pois perceberam, por vós mesmos,
ladeados pela família e professores, o que é essencial para o futuro, deixando o que é meramente acidental e temporário. Esta atitude enquadra-se numa necessidade intrínseca
a qualquer estudante: o aprender a aprender, até porque os campos do saber são inesgotáveis, evoluem depressa e carecem de permanentes reajustes a novas realidades. É
preciso perceber que, dentro de 5, 10, 20 anos vão existir campos de investigação, profissões, áreas do conhecimento de hoje não existem. A mobilidade e adaptabilidade do
conhecimento é igualmente uma exigência que ultrapassa o mero amontoar de conhecimentos e, na verdade, constitui um instrumento de diálogo e interação com a sociedade
e a cultura, em constante mutação. Isto significa, por outro lado, que nenhum saber é desenraizado da vivência e da inquietação do homem em busca do entendimento do
mundo e de si próprio. Nem o saber é indiferente à vida e às características das sociedades. O conhecimento tem que ser enquadrado num contexto humano e social. Por
isso, esta cerimónia também se associa a um projeto educativo que visa a humanização dos nossos Alunos. A própria busca do saber, comum a todas as disciplinas, comporta
uma atitude central para a educação do homem enquanto ser social. O desejo e o prazer de compreender, de explicar a realidade, de questionar para procurar alternativas,
de conhecer para agir conscientemente são, sem dúvida, fatores essenciais na formação de indivíduos responsáveis e intervenientes. Neste sentido, não é indiferente na nossa
formação como pessoas e no modo como entendemos o mundo ter ou não ter estudado Ciências Naturais, ter lido Eça de Queirós ou Lewis Carrol. “Ser um cidadão bem
formado e interveniente passa afinal, também, em larga
medida, por aquilo que se aprende.”
Não é por acaso que os regimes totalitários declararam
morte à cultura e reduziram drasticamente o tempo de
escolaridade e o acesso ao saber.
Por tudo isto, hoje é o vosso dia. Este é reconhecimento
que todos os que aqui se encontram – as famílias,
claro está, que vos acompanham nesta cerimónia com
natural entusiasmo e alegria, porque caminham lado a
lado convosco, porque partilham e vivem as tristezas
e rejubilam com as vossas conquistas – Os vossos
professores, que trabalham convosco todos os dias,
que vos vêem crescer, física e intelectualmente e que
dia-a-dia procuram despertar o desejo e a vontade de
aprender – e todos os demais que nos encontramos
aqui hoje, que vos elogiamos a dedicação, o trabalho
e empenho- é o nosso reconhecimento à vontade, à
coragem e dedicação. E, como tal, é um dia de fruição
e alegria, mas é também um dia de renovação da
esperança face ao futuro tão incerto, pois tal como se
encontra nas palavras de Wells, sereis vós que se irão
rir e estender as mãos às estrelas (e ao futuro).
E
O Diretor Pedagógico
Hugo Quinta
7
8
QUADRO DE HONRA
Cerimónia de entrega
QUADRO DE HONRA
de diplomas e medalhas
9
10
QUADRO DE HONRA
Quadros de Mérito – ano letivo 2013-2014
Mérito Excelência
Mérito Pessoal
Mérito Desportivo
50 – Sara França Moreira (12.º A)
252 – Tomás Miguel Bernardo Bastos (12.º A)
464 – Pedro André Varela Ramos (12.º B)
62 – Henrique Menezes de Almeida
Bernardo Albuquerque (12.º E)
46 – Mariana Esteves (12.º A)
1393 – Marta Neves (6.º B)
Finalistas – discurso de despedida
Não é fácil falar em nome de todos
m primeiro lugar, gostava de dirigir os meus sinceros cumprimentos a todo o corpo docente, à administração do Colégio Manuel Bernardes e a todos os familiares e encarregados de educação aqui presentes.
Foi para mim uma enorme honra aceitar o convite que me foi feito para estar hoje aqui, a dirigir-vos
estas breves, mas tão sentidas palavras. Uma tarefa que parece relativamente simples. E a palavra-chave é
“parece”. Experienciei várias “fases” enquanto escrevia este discurso. Primeiro, senti uma honra imensa.
Essa honra foi progressivamente suplantada por algum receio, porque não é tarefa fácil falar sobre o nosso
percurso no CMB; não é fácil falar em nome de todos os meus colegas. A esse receio aliou-se um “bloqueio
de escritor”, vamos pô-lo nestes termos; não conseguia encontrar as palavras certas para vos demonstrar
como é ser parte desta família.
Este ano decidi fazer algo um pouco diferente. Não pretendo enumerar os elementos do corpo docente
que fizeram parte das nossas vidas e que se cruzaram no nosso caminho ao longo dos anos. Por um
simples motivo: cada um de nós tem a sua própria forma de viver e experienciar os vários momentos da
sua vida. Cada um de nós tem as suas recordações, as suas preferências.
Tendo personalidades distintas, cada um de nós vive as situações à sua maneira e, por isso, aquele que
para mim terá sido o melhor professor, o mais simpático, o mais bondoso ou o mais rigoroso, pode não
o ser aos olhos dos meus colegas. E não querendo correr o risco de não mencionar algum elemento do
corpo docente, visto que não tive a oportunidade de me cruzar com todos durante os 15 anos que aqui
estudei, deixo desde já o meu mais sincero agradecimento a todos eles.
Sem distinção, todos fizeram parte das nossas vidas, todos nos marcaram, de uma forma ou de outra. Todos contribuíram para a nossa evolução, todos ajudaram a que nos
tornássemos nas prometedoras pessoas que hoje somos.
Desde o momento em que entrámos pela porta da infantil que nos tornámos parte desta família. Nenhum de nós alguma vez esquecerá os seus anos nesta casa, a forma
como fomos tão bem recebidos e acolhidos, os amigos instantâneos que fizemos. Sem termos consciência, estávamos a dar os primeiros passos na nossa formação. Porque
características como a persistência, a vontade de aprender e a disciplina têm de ser incutidas desde cedo.
Quando entrámos para o primeiro ciclo, deixámos para trás as sestas a meio da tarde e o cantinho de brincar que tínhamos na sala de aula e foram-nos atribuídas mais
responsabilidades.
A mudança para o segundo ciclo foi, na minha opinião, a mais difícil. Deixámos de ter a nossa professora, aquela que fez parte da nossa vida durante 4 anos e que nos ensinou
quase tudo o que até aí sabíamos. O número de disciplinas aumentou e a dificuldade também. Para além disso, tivemos o nosso primeiro contacto com uma pessoa que nos iria
acompanhar até ao final do nosso percurso no Colégio: o Sr. Ramiro. Um homem de pulso firme, cujo nome punha os alunos em sentido. Nos primeiros anos era temido por
todos, mas ao longo do tempo, esse “medo” deu lugar ao respeito e à amizade. E por esse motivo, não podíamos deixar de lhe agradecer toda a dedicação e disponibilidade.
A transição para o terceiro ciclo foi acompanhada de algum receio. Novas disciplinas (algumas com nomes nada apelativos e sinceramente algo aterrorizadores), cada vez
mais responsabilidades e um nível cada vez maior de exigência.
Por fim, o secundário. Para mim, os melhores anos de todos. Com personalidades mais moldadas, com mais noção de quem somos e do que queremos, escolhemos a área com a
qual mais nos identificávamos, na esperança de termos acertado. Começámos a pensar de forma mais consciente no nosso futuro e na importância das nossas escolhas e decisões.
Começámos a perceber cada vez melhor a essência da dedicação e do trabalho. Uma nota pior num teste ou num exame podia arruinar a nossa esperança de um futuro promissor.
A nossa vida académica podia ficar em risco e os nossos sonhos também. Mas os anos de secundário não foram só de estudo e responsabilidades. Foram também os anos de maior
liberdade e diversão, permitiram-nos estreitar os laços entre colegas e entre alunos e professores. O nosso sentimento de pertença foi-se tornando cada vez mais evidente.
Não podia deixar também de referir o papel que as nossas famílias desempenham na nossa educação e na nossa formação enquanto seres humanos. Na escola ensinam-nos, em
casa educam-nos. Falando agora de forma um pouco mais pessoal, não podia deixar de referir os meus pais e os meus irmãos, que contribuíram em larga medida para que eu
me tornasse na pessoa que sou hoje. Obrigada por todo o apoio, por toda a motivação. Obrigada por sempre me terem incentivado a perseguir os meus sonhos e a ultrapassar os
meus medos e os meus limites. Obrigada por terem tentado sempre aliviar a pressão que eu colocava sobre mim própria. Obrigada por nunca terem duvidado de mim.
E
Catarina Amoroso Salvador
QUADRO DE HONRA
Colégio Manuel Bernardes
Ano Letivo 2013/2014
QUADRO DE HONRA
4.º ANO – TURMA A
1034 – Gonçalo de Fontoura Madureira Namorado dos Vultos
1085 – Francisco Martins Elvas Bívar Neves
1104 – Rodrigo Miguel Gomes Amaral Leitão
1113 – Dinis Gonçalves Rodrigues
1132 – Maria Guerra de Gouveia
1244 – Miguel Duarte Silva Teixeira
1517 – Marta João Bernardes Cunha Marques
2004 – Vera Ferreira Rodrigues de Oliveira
4.º ANO – TURMA B
1025 – Mafalda Maria Verdasca Videira
1072 – Maria Lopes Matias da Cunha Ribeiro
1199 – Francisca Lourenço Duarte de Faria Alves do Carmo
1300 – João Costa Palrão
1311 – Beatriz Puga Viana Melo
1327 – Rita Mateus da Silva Xavier Pereira
4.º ANO – TURMA C
1059 – Matilde Moiteiro Abril Sequeira Carlos
1060 – Pedro Manuel Gomes Ferreira Cabrita de Resende
1145 – Laura Palma dos Reis
1161 – Mafalda Andringa Matos Machado
1179 – Sara Leal Pintado de Carvalho Pinto
1185 – Maria Inês Beja da Costa Soromenho de Alvito
4.º ANO – TURMA D
1051 – Diogo Teixeira Dias Grima
4.º ANO – TURMA E
1174 – Afonso Diogo Moriano
1272 – Francisco Miguel Bernardo Bastos
1325 – Manuel Falé Leandro Branco Simões
1542 – Beatriz dos Santos Paulo Lona Cid
1574 – Luís Nascimento Ferreira Janeiro
2228 – Inês Brandão Alves
5.º ANO – TURMA A
1055 – Catarina Viola de Oliveira
1350 – Pedro Manuel Manteu Santos
1359 – Inês Santos Silva Pinto de Abreu
1408 – Diogo Portugal Gomes Marques
1432 – Tomás Montês dos Santos Gomes
1437 – Guilherme Pinto Martins Candeias
1448 – Bernardo Afonso de Abreu Lopes Duarte Mateus
1452 – Tiago Gomes Freire de Carvalho Moutinho
1521 – Francisco Maria Domingos Simão Graça Leitão
1524 – Constança Madalena Morais Martins Justino Januário
1548 – Beatriz Duarte Ruivo de Sancho Gavilan
1552 – Marta Zeferino Moleiro Santos
1553 – Joana Zeferino Moleiro Santos
2340 – Joana Aniceto Mira Vaz Ribeiro
5.º ANO – TURMA B
1338 – Margarida Almeida Pinto Ferreira
1361 – Ana Maria de Paulo da Silva Veríssimo
1368 – Filipa dos Ramos Peixeira
1443 – Beatriz Palma Gonçalves Nobre Esteves
1457 – Sofia Martins Marques
1463 – Mafalda Ribeiro Brás
1484 – Inês Viegas Barbosa
1500 – Maria Miguel Castanho Martins
1506 – Carlos Bernardo Nascimento Silva
1515 – Gonçalo João Cabriz Simões
1523 – Pedro Ferreira Reis Nunes
2360 – Rodrigo Silva Soares Carvalho Pereira
2397 – Inês Falcato Beja de Brito Lopes
5.º ANO – TURMA C
1112 – Miguel Vicente Martins Campião Grade
1181 – Martim Afonso Ribeiro da Silva de F. Carvalhosa
1247 – Bruno Rogério Raposo e Martins Carrola
1336 – André da Silva Preto Cordeiro Branco
1389 – Rita do Jogo Alves de Mendes Matias
1465 – Francisca Maria Henriques Carneiro
1468 – João Cruz de Almeida Nunes de Lacerda
1488 – Joana Isabel Marques Pão Duro Fernandes
1508 – Francisco Miguel Noronha de Almeida
1550 – Bárbara Ferreira Lopes Ribeiro
2366 – Mariana Sofia Bonifácio Carmo
2367 – Miguel Pinheiro Coelho
5.º ANO – TURMA D
1346 – Carolina dos Santos Silva Filipe de Carvalho
1394 – Beatriz Xufre Matias
1400 – Beatriz Alves Dias Capelas Lampreia
1412 – Nuno Gonçalo Formosinho Rodrigues
1431 – Inês Margarida do Valle Araújo Saraiva Wemans
1467 – Marta Ramos de Sá Dias Pedro
1475 – Francisco Garcia Leandro Barros Neves
1479 – Mariana Rodrigues Parrot Branco
1480 – Alexandre Miguel Ribeiro Costa
1544 – Vasco Maria Cabral Pires Lopes Gaspar
2344 – João Luís Magalhães Esquível Pereira
2384 – Inês Torres da Costa Ferreira
6.º ANO – TURMA A
1030 – Ana Catarina Coelho Antão
1070 – Mariana Pedro Pereira
1156 – Manuel Francisco Teles Inácio
1268 – Maria Nogueira Paixão Celorico Drago
1292 – Joana Ribeiro Costa Ramalho Alves
1296 – Beatriz Antunes Monteiro de Sousa
6.º ANO – TURMA B
1041 – Afonso Lobato Milho Correia de Oliveira
1062 – Sofia Marcos Alves
1083 – Tomás Manuel Jerónimo Janeiro Dias Curto
1087 – Carolina Porto Pinto Sena e Silva
1121 – Leonor Macedo Franco Ferreira
1127 – Bernardo Manuel Dinis Cardoso Marques Afonso
1220 – Tiago Alexandre Rosário Eiras
1393 – Marta Farias Fatela Aires das Neves
1406 – Samuel Costa Cabral
2262 – Mariana Henriques Rodrigues
2266 – Margarida Maria Ratinho Pinheiro
6.º ANO – TURMA C
1054 – Inês Pinto de Freitas Gonzalez de Oliveira
1093 – Mariana dos Santos Cristino Contente
1110 – Marta Pires Pereira
1140 – Ana Patrícia Aguiar de Sá Cabral
1142 – Francisco Lopes de Sousa
1200 – Miguel da Silva Preto Cordeiro Branco
1215 – Leonor Maria Payan Carreira da Silva Hilário
1224 – Tiago Manuel Tavares de Almeida Silva Simplício
1275 – Vítor Gonçalo Andrade Fernandes
2280 – Rita Sofia Lobato Correia Chagas
2285 – Maria Carolina Antunes Inácio Rodrigues
2289 – Pedro Daniel Soares de Albergaria Figueiras
6.º ANO – TURMA D
1010 – Martim Esteves Nunes Henriques Rodrigues
1105 – Manuel Maria Cardoso Resende Gomes
1135 – Francisco Vaz Pardal da Silva Dias
1138 – Maria Manuel Salvador Esteves Martins Pais
1153 – Matilde Ferreira de Oliveira Brito
1193 – Madalena Sales Henriques Maldonado Lopes
1225 – José Maria Mourão Pinto
1243 – Leonor Ferreira de Almeida
1261 – Martinho Proença Coura Realista da Nóbrega
1279 – Martim Pereira da Silva Dionísio Botelheiro
1281 – Afonso Maria Brites Feliciano Sousa Tapadinhas
1313 – Francisco Viana de Sousa Santos
2279 – Catarina Gomes Henriques
6.º ANO – TURMA E
1038 – Tiago Albuquerque Bárbara dos Reis
1066 – Catarina Mendes Ilharco
1082 – Maria Soares Matias Carvalho
1115 – Inês de Almeida Pacheco
7.º ANO – TURMA A
1036 – Diogo da Silveira Branco
1184 – Bernardo Pereira Henriques Barreiros dos Santos
1186 – Carlota Maria Gonçalves de Almeida
1219 – Diogo António Pais Ferreira Monteiro Rocha
1267 – Gonçalo Cotrim Guedes de Melo
1273 – Manuel Garcia Leandro Barros Neves
1343 – Guilherme Marques Antunes
1360 – Leonor Roldão Salgado Rodrigues Baptista
1439 – Matilde Vicente Ramires de Matos Pacheco
7.º ANO – TURMA B
1040 – Beatriz Esteves Rato
1086 – Inês Filipa Pena Cartaxeiro
1099 – Raquel Rebocho Nóbrega
1123 – João Afonso Bernardes Cunha Marques
1131 – Gonçalo Miguel Columbano Magalhães
1189 – Madalena Isabel Manteu Santos
1201 – Inês Isabel Gouveia Cipriano Piedade Moreira
1228 – Maria Ana Domingos da Cruz Fernandes
1236 – Sofia Filipa Saraiva Rebola
1269 – Miguel Sousa Lopes Almeida Monteiro
1306 – António Maria de Oliveira Porto e Alcoforado Alves
1326 – Margarida Mateus da Silva Xavier Pereira
1363 – António Pedro Gomes Coutinho Leopoldo Marques
1434 – Rafaela Gabriel Duarte
7.º ANO – TURMA C
81 – Luís Miguel Gouveia Cipriano Messias
1095 – Mariana Sobral Galacha
1205 – Duarte Miguel Grade Ramos
1436 – Beatriz Maria Espada Feiteira do Carmo da Cruz
7.º ANO – TURMA D
1011 – Inês Marcão Cortes Magessi
1065 – Beatriz Rodrigues Santos Lóia Reis
1178 – Gonçalo Porto Pinto Sena e Silva
1221 – Maria Costa Palrão
1223 – Ana Rita Pinto Pires
1471 – Maria Margarida Beja da Costa Soromenho de Alvito
8.º ANO – TURMA A
21 – Mariana Félix Lamelas da Silva Soares
317 – Carolina Pureza Correia
378 – David Ribeiro Pinheiro de Mendonça Costa
701 – Rute Rita Cruz Alves
714 – Carolina Sofia Gamelas Batalha
813 – Tomás Fernandes da Silva Perdigão da Costa
8.º ANO – TURMA B
26 – Vicente Aser Marques Rebelo Castillo Lorenzo
185 – Rodrigo João Cabriz Simões
844 – Carolina da Nóbrega Quintal Furtado
8.º ANO – TURMA C
15 – Guilherme João Verdasca Videira
341 – Mariana Gouveia de Sousa
394 – Filipa Antunes Monteiro Sousa
609 – Inês Alves Esteves
8.º ANO – TURMA D
108 – Inês Filipa Parreira da Silva
145 – Duarte José Coelho Antão
440 – Diogo Miguel Preto Cordeiro Branco
651 – Afonso Vira dos Santos Camarão
684 – Constança Moreira Simas de Oliveira Santos
716 – Beatriz de Campos Bernardino
790 – Rita Nunes de Serpa
807 – Matilde Brandão e Roselló
841 – Maria Francisca Bargão Robalo das Neves
860 – João Maria Soares Oliveira Moreira de Jesus
8.º ANO – TURMA E
27 – Gonçalo Filipe Morais da Silva
328 – Leonor Gander Schulze Ferreira Fernandes
334 – Carolina Alexandra Henriques Carneiro
758 – Marta de Oliveira Mendes Castanheira
827 – João Nascimento Ferreira Janeiro
835 – Rita Carvalho Soares de Pinho
9.º ANO – TURMA A
170 – Mafalda Carreira de Oliveira
174 – David de Morais Caldas Cipriano Thomati
203 – Francisca Fonseca e Costa
247 – Inês Lobato Milho Correia de Oliveira
258 – João Paulo Ribeiro Costa Ramalho Alves
576 – Mateus Gaspar do Nascimento Rodrigues
700 – Flávia Fidalgo Torres da Costa
9.º ANO – TURMA B
595 – Leonor de Freitas Gonzalez
638 – Inês Furtado do Val Oliveira Nunes
641 – Catarina da Silva Delgado Valente
9.º ANO – TURMA C
12 – Diogo dos Santos Paulo Ferreira Pinto
451 – Diogo Oliveira Machado
539 – Ricardo Afonso Correia Mendes
708 – Maria João Lino de Sousa Estevão
709 – Margarida Lino de Sousa Estevão
729 – Laura Catarina Manso Ribeiro Amador Manteigas
730 – Constança Maria Manso Ribeiro Amador Manteigas
9.º ANO – TURMA D
23 – Margarida Carlos Nobre Pires
72 – Joana Santos Silva Pinto de Abreu
372 – Joana Pais Correia
422 – Leonor Montalto e Frade de Alves Pereira
510 – Raquel França Moreira
748 – Diogo Filipe Pacheco Ferreira
10.º ANO – TURMA A
166 – Sofia Maria Verdasca Videira
201 – Manuel João Santos Lopes da Silva
10.º ANO – TURMA B
47 – Catarina Afonso Silva Eusébio
55 – Guilherme Puim de Azevedo
239 – José Miguel Godinho Carvalho
249 – Madalena Maria Dias Ferreira
281 – Miguel Alexandre Formosinho Rodrigues
316 – Isabel Ferreira de Almeida
335 – Maria Inês de Mendonça Ferreira
2399 – Maria João Godinho Mourinho Carvalho de Barros
10.º ANO – TURMA D
425 – Diogo Miguel Lopes Esteves
490 – João Afonso Sintrão de Carvalho Sousa da Fábrica
10.º ANO – TURMA E
369 – Beatriz Maria de Carvalho Gonçalves
11.º ANO – TURMA A
558 – Afonso Ferreira Reis Nunes
614 – Afonso Manuel Vieira Machado Barros de Carvalho
618 – Gonçalo Gaspar do Nascimento Rodrigues
764 – João Guilherme Serra Coelho de Souto Gonçalves
11.º ANO – TURMA B
240 – Miguel de Lacerda e Costa Serra do Nascimento
331 – Guilherme Brites Ramos
11.º ANO – TURMA D
432 – Beatriz de Andrade Milheiro Ribeiro Paula
546 – Maria Carolina Santo Venâncio
11.º ANO – TURMA E
198 – Madalena Santos Silva Pinto de Abreu
681 – Francisca Cardoso Resende Gomes
12.º ANO – TURMA A
46 – Mariana de Carvalho Vidal Reis Esteves
50 – Sara França Moreira
135 – Francisco João Gaspar Machado
230 – Maria Inês Pinto Casqueiro Alexandrino
252 – Tomás Miguel Bernardo Bastos
338 – Maria Nunes Esberard
496 – Beatriz Montalto e Frade de Alves Pereira
596 – Júlia Roque Gonçalves
760 – Miguel Diogo Ferreira São Braz
2453 – Maria do Pilar Castilho Portela
12.º ANO – TURMA B
45 – Ana Sofia Dória e Silva Lopes
216 – Afonso Jorge Nunes Aires
241 – Maria Carolina Silva Ferreira
457 – Pedro Miguel Matias Augusto
464 – Pedro André Varela Ramos
12.º ANO – TURMA D
136 – Sofia Antunes da Silva Cabral
356 – Carolina Alcobio Sardica Barreto
567 – Constança Soares Correia de Matos
12.º ANO – TURMA E
62 – Henrique Menezes de Almeida Bernardo Albuquerque
184 – Beatriz Santos Lopes da Silva
577 – Catarina Amoroso Salvador
11
Propriedade e Administração: COLÉGIO MANUEL BERNARDES
Morada: Qta. dos Azulejos – Lg. Padre Augusto Gomes Pinheiro, 44 – Paço do Lumiar 1600-549 Lisboa
Telefone: 217 570 501 • Fax: 217 572 311 • email: [email protected] • site: cmb.pt
Direção/Redação: Pe. António Tavares – Jorge Amaro
Design: Quiná • Paginação e impressão: Gráfica 99, Lda • Dep. Legal: 19238
Basquetebol
TORNEIO ESCOLAR INICIADOS FEMININOS
Rumo ao 3.º Título?!
As datas dos jogos oficiais do Torneio Escolar de
Iniciados Femininos são, este ano as seguintes: 6
DEZ – St.ª Iria Azóia; 10 JAN – local a definir; 28
FEV – Caneças e a FINAL de Lisboa Oriental a 14
MARÇO de 2015 – na Esc. Sec. Forte da Casa.
Vamos trabalhar para ir ao REGIONAL em
Setúbal a 23 Maio de 2015 e ao NACIONAL
no Algarve na 2.ª quinzena de Junho, após os
exames do 9.º ano. Valor para isso existe, vamos
ver se é possível juntar todas as vontades. Já
vencemos duas vezes o Nacional de Iniciados em
Lisboa 97 e Porto 98 e lutaremos pelo 3.º título.
TORNEIO INFANTIS
TAÇA Prof. MÁRIO LEMOS,
na Sec. D. Dinis em Chelas
Vamos para a 5.ª participação num Torneio que
já vencemos 3 vezes e que é o resultado não só de
vitórias (essas conseguimos a maioria) mas também
de elevada participação de alunos, já que cada
aluno e equipas somam pontos para a classificação
final. Este ano também há novidades: pela primeira
vez participamos com equipas masculinas. A primeira jornada é já a 13 de Dezembro e depois em 17
de Janeiro, 7 de Fevereiro, 14 de Março, 18 de Abril e a Festa dos Prémios em 16 de Maio.
IV TORNEIO DR. LUDOVICO MENDONÇA
Decorreu no dia 11 de Outubro a 4.ª edição do Torneio Dr.º
Ludovico Mendonça sob o formato de 3x3 em ½ campo com a
participação de cerca de 60 jovens alunas e alunos e algumas ex-alunas mais “experientes”. Portanto três novidades: primeira
participação masculina do CMB Basket ao longo desde 26 anos de
existência; e o formato 3x3;
a participação de equipas
de outras escolas e clubes.
Houve vencedores, claro,
mas todos receberam uma
medalha de ouro, de prata
ou bronze. Foi animada a
festa e no final a Taça do
Torneio foi atribuída à ex-aluna mais “experiente”,
Sónia Teixeira, por sinal
ainda ligada à modalidade
ao mais alto nível pois é
árbitro internacional com as
insígnias da FIBA!
RÁDIO CMB
Ano Letivo 2014-2015
Das 13h15 às 13h35
De 6 de outubro a 30 de janeiro
DIA
25.º ESTÁGIO
na Serra da Estrela
De 9 a 12 Abril na Quinta do Crestelo em Seia para
os mais empenhados “atletas” do CMB Basket.
Aqueles que mais treinam. Treinos bi-diários e o IV
Torneio Serra da Estrela com equipas da Região, é
um estágio que nos permite trabalhar para as Finais
de Maio e Junho.
Postais solidários
Boas Festas
Este ano, uma vez mais, entregamos o seu
presente ao Serviço de Pediatria do Instituto
Português de Oncologia.
Um gesto de solidariedade que também será seu.
As crianças agradecem-lhe. Nós também.
GRUPO
2.ª Feira
Caixote CMB
1019
1260
81
3.ª Feira
TVD CMB
1342
624
226
Tomás Nunes
David Figueiras
Valter Pimentel
8.º C
4.ª Feira
M&MC
2301
2279
1082
Mariana Gouveia
Catarina Henriques
Maria Carvalho
7.º D
7.º D
7.º B
5.ª. Feira
CMB FM
1224
1142
1162
Tiago Simplício
Francisco Sousa
Vítor Filipe
7.º C
7.º A
7.º C
6.ª Feira
CCI Music
1066
1366
2294
Catarina Ilharco
Carolina Costa
Inês Zhu
7.º D
8.º C
8.º D
8.º C
DIA
GRUPO
2.ª Feira
R.M.V. Rádio
1007
1357
1323
Miguel Matos
Rodrigo Figueiredo
Vicente Correia
7.º C
7.º B
7.º B
3.ª Feira
TVD CMB
1342
624
226
Tomás Nunes
David Figueiras
Valter Pimentel
8.º C
4.ª Feira
DIC – Com
1238
as músicas do 1241
movimento
1079
Inês Bacharel
Diogo Bacharel
Carolina Camões
7.º C
7.º C
7.º D
1062
2266
2262
Sofia Alves
Margarida Pinheiro
Mariana rodrigues
7.º A
1116
1268
1195
João Coelho
Maria Drago
Inês Raposo
7.º A
6.ª Feira
Desenho de Leonor Marques, n.º 1907 do 4.º D
João Esteves
Afonso Viola
Luìs Messias
De 1 de fevereiro a 12 de junho
Quinta a
5.ª. Feira
dançar
Desenho de Inês Alvito, n.º 1185 do 5.º A
CONSTITUIÇÃO
De barriga
cheia
CONSTITUIÇÃO

Documentos relacionados