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MATÉRIA SOBRE O PROTOCOLO DE COMUNICAÇÃO MDB-USA
A HISTÓRIA DO PROTOCOLO DE COMUNICAÇÃO MDB
NOVO PADRÃO DE COMUNICAÇÃO AUMENTA A FLEXIBILIDADE DAS MÁQUINAS MDB
A tecnologia das Vending Machines, como muitas outras envolvendo as disciplinas de
engenharia ,possui tendências para padronização e interoperabilidade como um avanço
tecnológico. Na década passada tem sido a indústria dos computadores, como por exemplo
,que moveu-se para os sistemas abertos e tecnologias que poderiam serem transportadas
rapidamente de uma plataforma para outra. Uma comparável mudança de direção e padrões
uniformes e com máxima flexibilidade têm tido lugar nas Vending Machines.
O último desenvolvimento em evolução é o Multi-Drop Bus (MDB protocol), uma interface
entre placa de controle da vending machine e os periféricos que interagem com ela.
No passado as Vending Machines eram mecânicas, e todo o componente em trabalho foi
fisicamente desenvolvido para o próprio sistema.
Modificar cada máquina para fazer alguma coisa diferente que não tenha sido projetado para
fazer como por exemplo : Aceitar diferentes moedas ,ou vender produtos de diferentes
tamanhos ,exigiam dos fabricantes de máquinas novos componentes que iriam anular os já
inclusos originalmente pelo fabricante.
A indústria mostrou grande criatividade e técnica e habilidade, fazendo que com isso ,fosse
desenvolvido um Up-Grade (Atualização) para as vending (Máquinas eletromecânicas), que
foram as melhores ,claro que com algumas limitações.
LINKS ELÉTRICOS
Os equipamentos de Vending Eletromecânico não foram muito diferentes, mas introduziram
um equipamento intercambiável .Desde que o aceitador de moedas ,que então eram
produzidos em modo de pulsos elétricos; tinham o seguinte princípio de funcionamento:
quando o preço correto tinha sido alcançado e que tal pulso ativava uma solenóide e ou um
motor e por consequência executava a entrega do produto, isto foi possível trocando um
aceitador de moedas por um modelo mais novo. Contudo cada um desses mecanismos eram
independentes e a linha de força (Host da Vending Machine –110v) eram também diferentes
para cada fabricante de máquinas ,não havia uma padronização.
MAIS CONFUSÃO
Haviam também os aceitadores de moedas de preços simples (1 Preço) , 4 (quatro) preços e
10 (dez) preços ,aumentando –se assim as dificuldades de trabalho do departamento técnico e
a operação da empresa. E novamente a Engenharia foi muito prática e com habilidade
produziu conversores que permitiam ao componente operar em ambientes, no qual ,não
tinham sido designados .Mas haviam sempre um ponto no qual a modificação tornava-se um
custo muito alto e o benefício a ser esperado poderia não ser alcançado.
O microprocessador foi inventado em 1971, aumentando a revolução e o designer e a
fabricação de componentes eletrônicos, que haviam iniciados com os transistores a 25 anos
atrás.
Com isto foi possível imaginar uma Vending Machine que poderia ser adaptada para diferentes
funções de programação, a medida que as fiações ou componentes mecânicos eram trocados.
O primeiro maior impacto da aplicação de novas tecnologias da Vending foram as trocas dos
complexos sistemas mecânicos de entrega de produtos como: controle de tempos através de
cames com switchs elétricos, estes também usados em máquinas de Assar derivados e
máquinas de bebidas quentes, por um sistema controlador de tempo todo eletrônico que
gerava uma voltagem alta durante um preciso intervalo de tempo, programado pelo operador.
Mas o primeiro uso inteligente eletronicamente foi a mudança de preços e mecanismos de
créditos.
Inteligentes mecanismos foram oferecidos com novas versatilidades e tecnologias com alcance
de preços diferentes e, com devolução de troco.
Foram oferecidos também aos clientes de grande porte características como: devolução de
troco e display de créditos.
Entretanto, estes sistemas se encaixaram em um simples e limitado dialogo .Eles
conversavam com a máquina e ela apenas respondia com um pedido de que a venda tinha sido
feita ou um sinal dizendo que o produto tinha se esgotado e ativando o display pedindo para
fazer outra seleção.
Esta situação tornou-se mais complexa com a aceitação de moedas correntes. Estes
mecanismos tinham aparecidos brevemente nas Vending perto dos anos de 1970.Mas muitas
vendings poderiam não ver méritos
Em fazer pagamento de troco para notas quando á máquina tinha feito uma venda ,por
exemplo com 0,25Cents.
Melhorados, os aparelhos reapareceram uma década depois em Máquinas de refrigerantes e,
foram elas que popularmente espalharam rapidamente para outros tipos de equipamentos.
VOLTANDO Á CONVERSA
Isto adicionou um terceiro e um quarto componente participante na conversação ,tomandose assim ,lugar na transação. O inteligente aceitador de moedas (Coin Mechanism )agora
precisava ser ligado com um aceitador de notas (Bill Validator) no qual providenciaria uma
segunda fonte de informação de crédito.
Este inteligente mecanismo (Coin Mech) entregava o sinal para a vending machine e também
para o trocador, baseado na informação de crédito recebida de sua própria lógica de
aceitação de moedas tão bem quanto vinda do aceitador de notas (Bill Validator).
Isto também torno-se possível a captura de auditoria de dados (Contabilidade de
Vendas)instalando-se um módulo entre o mecanismo de moedas e a máquina. Isto deu
margem ao crescimento do primeiro sistema de gerenciamento de informação. Isto foi
possível, é claro, mas teve-se que construir um módulo de captura de dados dentro do próprio
mecanismo de moedas.
Fiação e cabos desta maneira cresceram, e os fabricantes diziam que precisavam de pouco
mais de preocupação para acomodar componentes vindos de outros fabricantes. Houve um
grande mercado na terceira metade da década de fornecedores de Kits, que permitiam vários
tipos de interconexão ,com maior ou menor dificuldade e maior ou menor custo.
O próximo passo foi transferir a função de controle do mecanismo de moedas para uma placa
de controle da vending .Na segunda geração as vending machines tiveram o desenvolvimento
das placas de controles para aceitar sinais de entradas, vindo dos aceitadores de notas e
moedas e leitores de cartão, e a resposta com o sinal apropriado para os mecanismos de
entrega de produtos e mecanismos de troco, no caso, o moedeiro. Todos os preços nesta
ocasião ,eram agora colocados diretamente na Vending Machines e todas as informações eram
fixadas na placa de controle da máquina e não mais como era na aceitador de moedas.
Esta placa de controle poderia também suportar memória para captura de dados
(contabilidade da máquina), representados por cada sinal gerado em cada transação.
PADRÕES DESEJADOS
A esta altura, tornou-se evidente que a padronização foi muito necessária. A primeira tentativa
na máquina para alojamento e recuperação de dados foi o famoso “ sistema gerenciador de
informações”, no meio dos anos 1970,que falharam e chamaram a atenção a estes interesses
porque três ou quatro sistemas disponíveis foram patenteados ,e todos os caminho vindo do
módulo de captura de dados para o interrogador foram usados para coletar tais informações.
E partir desta situação a Vending Machine foi sendo construída com a placa de controle que
poderiam ter interface com os aceitadores de moedas e notas e leitores de cartões, terminais
escritos para diferentes fabricantes.
Antes disso, a NAMA- National Automatic Merchandising Association E.U.A– formou um
comitê vindo de representantes de companhias fabricantes de máquinas e desenvolvimento
de softwares para desenvolver os padrões necessários. Dois itens precisavam ser endereçados
.O primeiro á receber mais atenção, foi o formato uniforme para alojamento e captura de
dados e o protocolo padrão que seria utilizado para transmitir ao cliente tais informações. Foi
criado então o componente HHC –Hand Held Computer ,um computador de mão no qual se
extraiam os dados alojados na máquina e também sugestões futuras para criação de sistema
via modem conectados remotamente via computador, via terra ou rádio link .Levando via cabo
isto poderia tornar-se um promissor Sistema de gerenciamento de informações, permitindo
que cada máquina capturasse e aloja-se a transação de dados a um formato padrão.
Na primeira parte o hardware (máquina )e o software desenvolvidos poderiam designar um
sistema para ler estes dados. O operador poderia escolher o melhor sistema e acoplar a sua
operação específica, e confiante que não se tornaria obsoleto para próximas modificações.
O segundo passo foi o padrão de interconexão da máquina controladora com os componentes
periféricos como: Aceitador de Moedas, Aceitador de Notas e Leitor de cartão, ou qualquer
outro componente necessário para mandar a informação para a placa de controle ,ou para
responder a informação editada por ela. Visualizar figuras no site.
FAZENDO O PROGRESSO
O primeiro passo foi a adoção do Padrão da Industria de Transferência de Dados. Isto inclui a
adoção obrigatória e campos opcionais para alojamento de dados na placa de controle tão
bem o uso do DEX\UCS –protocolo de comunicação de dados. DEX/UCS é composto de 3
linhas de comunicação RS-232 que é um protocolo serial familiar ,de computadores de uso
pessoal e originalmente foi desenvolvido para permitir a organização de rota , entrega e ou
abastecimento de produto ao varejo. Posteriormente foi incluído HHC –Hand Held Computer
que puderam se comunicar com os clientes em computadores de loja.
DEX/UCS –abreviado ,significa Data Exchange / Uniform Communication Standard e é mantido
pelo Uniforme Code Council .Simples de ser incluído nos produtos e já utilizado largamente nas
companhias engarrafadoras e produtores de comida e Salgados. O DEX/UCS foi uma escolha
lógica para o mercado também de vending.È tratada como uma pequena loja com o qual ,o
motorista de rota,ou o supervisor ,podem trocar informações de vendas.
A NAMA e o comitê de padrões também ratificaram protocolo de comunicação de dados
,DDCMP popularmente conhecido na Europa usa o DEX/UCS e a sua estrutura de dados, mas
emprega o modulo lightbeam –troca de informação por sensores infra-vermelho ao invés de
um cabo de transferência de dados vindo da vending Machines para o Hand Held Computer
(HHC).
MULTI DROP BUS (MDB)
O segundo passo tem sido resolvido com a adoção do protocolo de comunicação MDB no qual
fornece confiança e uma tremendo método de expansão para interação entre a Vending
Machines e os periféricos nelas instalados. O MDB é um outro passo a frente com tendência
para fazer a vending machines mais flexíveis.
Há grandes tendências para que ás máquinas fabricadas sejam todas padronizadas neste
protocolo ,ou então,pelo menos uma opção de saída do protocolo MDB ,já que ,a maioria das
máquinas no continente Europeu e Asiático ,possuem outros protocolos de comunicação
,dentre eles ,o Executive ou protocolo A.
O MDB é um sistema que dá aos componentes periféricos (Aceitadores de Notas ,Moedas e
outros)uma inclusão com capacidade única ,um simples contexto ,no qual, eles podem ser
reconhecidos pela placa de controle da Vending ,e que podem trocar informações dentro
delas. O MDB é um padrão externo que pode ser comparados a um computador ,onde se pode
colocar vários periféricos ,como impressora ,scanner e outros.
O padrão que inclui a definição do protocolo MDB é a definição de voltagem que é de 34VDC e
podem ser colocados até 32 periféricos simultaneamente que o protocolo será reconhecido.
Cada componente terá um único endereço. O MDB utiliza 5 fios dois para alimentação
(34VDC) e três para comunicação de dados (sendo transmissão de dados, recebimento de
dados e sinal de comunicação).
O MDB atualmente está habilitado para 6 endereços dos 32 endereços disponíveis e três deles
são altamente utilizados nas Vending Machines .O Aceitador de moedas ( Endereço
1);Aceitador de notas (Endereço 6);Leitor de cartões e terminais de impressão (endereço 2);
Display de Mensagens ( Endereço 4),sistema de Auditoria com relógio em tempo real
(endereço 3) e o controlador de energia da Vending Machine (ender. 5), no qual vão fazer o
possível gerenciador de energia ,caracterizado.
Todos estes podem ser designados e construídos simplesmente utilizando o padrão
BUS.(MDB).Dois endereços são reservados o (30&31) para periféricos específicos, e o resto
estão disponíveis para futura tecnologia ,limitado apenas pela imaginação .Possíveis novos
periféricos podem ser incluídos em algum endereço como a máquina SLAVE machine , no qual
é controlada por uma máquina MASTER-Central .
VISUALIZAR FIGURAS no site
FIAÇÕES COMUNS
Benefícios adicionais para o MDB incluem sua simplificação final para interconexão de cabos.
São utilizados em plugs Molex –6 vias conector padrão do protocolo. Pouco circuito é exigido
dentro da máquina ,e a facilidade de se fazer um Plug & Play ou atualizações sem trocar as
tradicionais fiações.
Desta maneira , há também uma economia maior pois ,não é preciso utilizar transformadores
independentes ou reguladores de voltagens para trabalhar com a Vending. Complexidade e
Manutenção podem ser levados em conta devido ao seu baixo custo.
Entusiasmo também pode ser obtido sobre um fácil up-grade e customização de aceitadores
de notas que podem continuar com avanços na sua programação. Cada modificação de notas
nos países correntes ,através de bancos que gerenciavam as moedas( Banco Central) ,tinham
que serem retornadas para o centro de serviço para as devidas reprogramações. Hoje com o
protocolo MDB é possível recarregar novos programas dentro do aceitador de notas sem
removê-lo da máquina.
A disponibilidade de se fazer um hand held (computador de mão) tornou-se muito fácil com o
protocolo MDB, fazendo com que os próprios fabricantes de leitores de notas desenvolvam
uma ferramenta , e solucionem os problemas como critérios de validação dos aceitadores de
notas. Citamos como por exemplo, O Zapper Transmissor (COINCO)-um controle remoto
utilizado diretamente na máquina ,no qual, pode-se fazer calibração óptica de sensores e
atualização de notas mais recentes impressas pelo Banco Central
A NAMA tem trabalhado com a EVA (European Vending Association ) com sede na Bélgica para
que os fabricantes de máquinas da Comunidade Européia ,desenvolva as máquinas com um
protocolo de dados externos, claro ,utilizando o protocolo MDB universalizando assim ,tal
protocolo, e facilitando a vida de todos.
Para que afinal, qualquer máquina produzida em qualquer lugar do mundo, possa funcionar
também em qualquer território do planeta ,preocupando-se assim somente com os
aceitadores de notas e moedas para as moedas correntes de cada país.
Maiores informações técnicas podem ser retiradas ,adquirindo o MDB_ICP (Internal
Communication Protocol) .Um livro com todas as informações internas do protocolo MDB.
Contate-nos:A/c de Hermes Porto Pires

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