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35º FAZER A FESTA – Festival Internacional de Teatro
22 Abril a 1 Maio | Porto e Maia
Teatro - Dança - Música - Exposições - Encontros - Tertúlias
1.
O Teatro Art’Imagem, realiza este ano a sua 35º edição do FAZER A FESTA – Festival
Internacional de Teatro, um festival que se organiza desde 1982, por onde já passaram as mais
representativas companhias nacionais e galegas, várias companhias brasileiras e muitas outras
de países europeus. Decorrerá de 22 de Abril a 1 de Maio nos Jardins da Casa das Artes e
Salão Nobre da Junta de Freguesia do Bonfim na cidade do Porto e na Quinta da Caverneira,
em Águas Santas, Maia.
Dez dias seguidos de teatro, dança, música, exposições, encontros e tertúlias, com
espectáculos para adultos, infância e juventude, públicos familiares e escolares. Teatro de
câmara e de rua, performances, novo circo e clowns, leituras de peças e contos. Participam 8
companhias de teatro, 5 nacionais e 3 estrangeiras, provenientes da Galiza-Espanha, Brasil e
Cabo Verde, num total de 17 representações.
Uma boa parte dos espectáculos da programação do Festival é da responsabilidade do Teatro
Art´Imagem, forma encontrada para minorar a falta de apoios, com espectáculos próprios e
outros em co-produção com os músicos Bruno Boaro, brasileiro e Bilan, de Cabo Verde.
Estarão também presentes, como em anos anteriores, uma companhia brasileira, HARÉM
TEATRO, de Teresina, no Piauí, e outra galega XERPO TEATRO, de Porrinho, bem como o Teatro
das Beiras, da Covilhã, Estúdio B, companhia de dança sediada na Maia, Pedro Correia de Vila
do Conde, Rui Paixão de Santa Maria da Feira e António Lago do Porto.
Serão apresentados textos de José Saramago, Manuel João Gomes e Mário Viegas e seus
poetas ditos, do romeno Matei Visniec, do galego Álex Sobrino, do poeta brasileiro Paulo
Leminski e de vários autores cabo-verdianos.
Durante o Festival estará patente no Teatro Carlos Alberto uma Exposição denominada Para Lá
da Memória dos 35 anos do Fazer a Festa - Autópsia de um Festival, suas lembranças, erranças
e naveganças.
Da programação do Festival consta ainda a realização de duas Tertúlias Performativas, a
realizar também no Teatro Carlos Alberto, onde se recordam duas figuras teatrais que
acompanharam de perto o Festival, Manuel João Gomes, crítico de teatro e tradutor e Mário
Viegas, actor e encenador, homenageando-se assim todos os artistas e companhias
participantes nas trinta e cinco edições bem como todas as instituições que o apoiaram e
públicos presentes.
Um encontro aberto e reflexão pública denominado Que Fazer com o Fazer a Festa, 35 anos
depois? na Junta de Freguesia do Bonfim, no Porto, constituirá um dos momentos mais
importantes desta edição , porque nele se discutirá o futuro do Festival.
Leituras de peça, conta contos, a apresentação ao público e à comunidade artística da cidade e
região de quatro festivais de teatro (dois portugueses, um galego e outro brasileiro), uma sala
de teatro da Galiza e uma associação de festivais portugueses de teatro, completam esta
edição deste Fazer a Festa.
2.
O FAZER A FESTA é terceiro Festival Internacional mais antigo do País tendo já recebido a
Medalha de Mérito Cultural da Câmara Municipal do Porto nos inícios dos anos dois mil.
Esta edição do Festival tem um orçamento de 65.000 euros, tendo apenas conseguido para a
sua realização cerca de 15.000 euros em “dinheiro vivo” provenientes da DGArtes/Ministério
da Cultura e do IPDJ, bem como o apoio da Câmara Municipal da Maia, fruto de um protocolo
firmado há anos com a companhia, da Direcção Regional da Cultura do Norte, do Teatro
Nacional S. João, da Junta de Freguesia do Bonfim e da cumplicidade das companhias e artistas
presentes, fruto de uma rede de cumplicidades forjada ao longo de 35 anos da actividade
teatral do Art´Imagem e que se alargou aos quatro cantos do mundo.
Para memória futura assinale-se que, pelo terceiro ano consecutivo, o Pelouro da Cultura da
Câmara Municipal do Porto e o Teatro Municipal Rivoli não dão qualquer colaboração e apoio
à realização do Festival, excluindo-o da sua programação cultural.
Para que não seja a sua última edição, um Bom Fazer a Festa!
Um novo e renovado FAZER A FESTA em 2017!
José Leitão
Director Artístico do Teatro Art´Imagem
PROGRAMAÇÃO
Sexta, 22 de Abril
17h00 Teatro Carlos Alberto | Porto
PARA LÁ DA MEMÓRIA DOS 35 ANOS DO FAZER A FESTA
Autópsia de um Festival de Teatro
EXPOSIÇÂO
Abertura
Patente ao público de 22 Abril a 1 Maio
(terça a sábado das 14h00 às 19h00, domingo das 14h00 às 16h00)
Curadoria José Maia Vídeo Eduardo Morais e Sara Santos Silva Direcção Artística José
Leitão Produção Teatro Art´Imagem Apoio TNSJ
AUTÓPSIA DE UM FESTIVAL DE TEATRO
Lembranças, erranças e naveganças.
O Festival FAZER A FESTA realiza-se ininterruptamente no Porto desde 1981 tendo já ocupado
vários espaços da cidade, desde os seus teatros, associações e juntas de freguesia às suas
principais praças e ruas, estendendo-se a outras cidades do distrito como Maia, Gaia e
Matosinhos, entre outras. No princípio dos anos noventa e durante quase duas décadas, o
Festival construiu nos jardins do Palácio de Cristal uma autêntica Aldeia Teatral onde centenas
de companhias portuguesas e estrangeiras se apresentaram em tendas com os seus
espectáculos que atraíram milhares de espectadores, destes uma fatia enorme de crianças das
escolas que viam pela primeira vez teatro. O FAZER A FESTA era então uma importante festa
do teatro português, e o primeiro Festival Internacional que anunciava a primavera teatral na
cidade e os outros dois festivais que decorriam durante o ano. A sua importância foi
reconhecida pela autarquia portuense e por isso foi por ela galardoado com a Medalha de
Mérito Cultural.
É o terceiro festival internacional mais antigo do país e durante muitos anos o único com uma
programação dedicada ao teatro para a infância e juventude e ao teatro de rua.
Sim, sabemos que isto é passado e que "as cinzas já não ardem", porém com esta
Exposição quisemos fazer o ponto da situação e, para avançar ou parar, torna-se necessário
lembrar este pequeno recorte da pequena história recente do teatro português, resgatar do
olvido e homenagear todos os que o apoiaram e nele participaram, dos criadores e
companhias nacionais e estrangeiras que o tornaram possível, bem como aos milhares de
espectadores que a ele acorriam em festa e devotadamente. Trinta e cinco edições não
permitem alinhavar um discurso fluido e coerente, o FAZER A FESTA passou por diversas
fases, melhores e piores e foi resistindo à espera de melhores dias, mas estes teimam em não
chegar.
Hoje o seu estado é francamente desmoralizador e encontra-se muito debilitado e já não é
mais possível resistir por resistir. Necessitamos de dar um passo mais, procurar um
novo caminho e encontrar um espaço que o torne único e necessário, perante a actual
situação artística da cidade e do país. Esta Exposição foi olhar e estudar o passado para poder
escrutinar o tempo presente e pensar o futuro. Nós sabemos que sem memória não existe
conhecimento e sem este não há criatividade possível, por isso queremos alicerçar o devir,
olhando-nos e dando-nos a ver, passar o testemunho do que fizemos para os que virão
depois, é que nós não somos o princípio da história, ela já existia antes e vai continuar depois
do nosso fim.
O caminho que fizemos foi feito aprendendo a caminhar, caminhando sempre. Este caminho
não tem fim, outros ocuparão o nosso lugar e trilharão outras vias, porque nós sabemos que
os que gostam de aprender são os que se perdem nos caminhos, na esperança de se
encontrarem a si e aos outros. Continuaremos a caminhar.
(Autópsia significa também, vide dicionários, exame minucioso; julgamento feito de modo
austero. Inspecção; exame detalhado de si próprio)
José Leitão
Director artístico
Teatro Art´Imagem
18h00 Teatro Carlos Alberto | Porto
Bum!.. | António Lago
Porto
Performance
20 M
M/12
Gratuito
Um jogo de aniversário, com orquestra, bolo, balões, foguetes, champanhe e
animações. Um espaço encerrado para a livre circulação. Há por fora um universo
negro que rasteja à espera. Há limites, há barreiras, há confusão. Desespera.
Performance de António Lago com a colaboração e participação Alexandre Osório e
Susana Quicca
Sábado, 23 de Abril
16h00 Jardins da Casa das Artes | Porto
Lullaby | Rui Paixão
Santa Maria da Feira
Teatro
45 M
M/6
Uma revelação no universo do clown em Portugal. Lullaby é um espetáculo dinâmico,
com a participação directa do público, numa performance cómica e provocadora que
abre espaço ao jogo de improviso entre um palhaço transgressor e o espectador. Nesta
aventura, partimos todos em busca do riso, da cumplicidade e da emoção,
embarcando num ambiente poético, alimentado pela música ao vivo, rumo a um novo
mundo de brincar.
Recentemente Rui Paixão foi seleccionado pelo Cirque du Soleil para integrar o
elenco das suas novas criações.
Criação e Interpretação Rui Paixão Música e Sonoplastia Carlos Reis
Domingo, 24 de Abril
16h00 Jardins da Casa das Artes - Porto
Mimo’s Dixie Concert| Mimo’s Dixie Band
Música/Mímica/Circo
40 M
M/6
Gratuito
Mimo`s Dixie Concert é a um espetáculo/concerto onde a inovação parte de uma
linguagem única fruto da aliança entre o Jazz Dixieland dos "anos 20", o gesto mímico,
as artes circenses e a comédia, proporcionam ao público um verdadeiro espetáculo de
entretenimento onde todas estas formas de expressão se justapõem entre si. Com
mais de uma hora de música entrecortada por shows de malabarismo, comédia,
entretenimento, em que o gesto está associado a um determinado som e sem se ouvir
uma única palavra das suas bocas. Os Mimo`s mostram que o silêncio é também parte
fulcral do espetáculo onde muitas vezes este serve como interlocutor para uma
completa percepção de um espetáculo total.
Criação e Concepção Mimo`s Dixie Band Direção Artística Carlos Raposo / David
Valente Performers João Tavares – Banjo André Carvalho – Tuba André Ribeiro Trombone Carlos Raposo - Trompete David Valente - Percussão (Washboard) /
Malabarismo Luís Carvalho - Clarinete Miguel Estima - Percussão
18h00 Junta de Freguesia de Bonfim | Porto
Que Fazer com o Fazer a Festa, 35 anos depois?
Encontro Aberto/Reflexão Pública
Um encontro de artistas e companhias que ao longo dos trinta e cinco anos
determinaram o rumo deste Festival. Um encontro antes de mais de autocrítica.
Lembrar os contextos em que o Fazer a Festa decorreu, as diferentes épocas, os
constrangimentos teatrais, culturais, políticos e sociais que o condicionou, na cidade e
no país. A sua relação com as estruturas teatrais do país e da região, o envolvimento
dos públicos e os olhares das entidades autárquicas e do poder central no apoio e ao
seu financiamento. O apogeu e a morte das políticas culturais na cidade, após o Porto
2001. Os doze anos de destruição e censura institucional dos agentes culturais e por
parte de um presidente de Câmara, Rui Rio. Os cortes, ainda antes da chamada crise,
do Ministério da Cultura que estrangulou a actividade cultural em todo o país.
Um Festival teimando em resistir artística e politicamente, à custa dos seus próprios
promotores e quase unicamente apoiado por cumplicidades teatrais e culturais das
companhias nacionais e internacionais que permitiram, ano após anos, construir
programações minimamente credíveis que continuou a contar com um público fiel que
continuava a vir assistir aos espectáculos, sem dinheiro vivo em jogo e praticamente
construído com o trabalho voluntário das companhias profissionais portuguesas e
estrangeira que teimosamente apostavam connosco na continuação deste Festival.
Sempre à espera das mudanças que se avizinhavam e à sombra da terrível pobreza em que
nos fizeram mergulhar. E veio a mudança na cidade, a festa voltou aos teatros, perdão aos
teatros municipais, os outros sempre estiveram em festa sem foguetes nem fogo-deartifício, trabalhando e acolhendo público quase na clandestinidade, resistindo à asfixia
cultural que tomou conta do burgo enquanto o mesmo se vendia ao turismo e se
transformava numa feira hodierna de cidades de plástico para consumos low-coast e
prête-à-porter.
Já vamos para o terceiro ano da nova era artística e cultural da cidade, tudo depressa
muito depressa e sempre muitas coisas a acontecer. O Fazer a Festa devagar, devagar,
continua a lutar para não morrer. Procuramos soluções, caminhos de futuro para que o
Festival continue ou então executar a sentença de morte anunciada.
Chegados aqui, que fazer?
José Leitão
Director artístico do Teatro Art´Imagem
Segunda, 25 de Abril (feriado)
16h00 Jardins da Casa das Artes - Porto
Fábrica das Gravatas | Solo Clown de Pedro Correia
Vila do Conde
Teatro
45 M
M/6
"Fábrica das Gravatas" é um solo de palhaço que aborda de uma forma absurda,
filosófica e poética a condição do homem em relação às máquinas, à tecnologia e ao
trabalho. O dia-a-dia de um palhaço que trabalha numa fábrica de gravatas que é
constantemente interrompido pelos pequenos prazeres da vida. A batalha entre o
tempo, as máquinas e os palhaços começou! Este espetáculo inspira-se no cinema de
Jacques Tati (Playtime), Buster Keaton (the electric house), Charlie Chaplin (Modern
Times) e nos pensamentos do filósofo português Agostinho da Silva sobre a
obrigatoriedade de trabalhar. Este espetáculo está num processo de criação e
experimentação. Neste processo tem sido desenvolvido o cruzamento entre a arte do
palhaço e a multimédia (vídeo e a música).
Criação e Interpretação Pedro Correia
18h00 Junta de Freguesia do Bonfim- Porto
QUANTOS LEMINSKIS CABEM AQUI | Teatro Art'Imagem/Bruno Boaro
São Paulo-Brasil
Performance Músico-Teatral
São Paulo- Brasil
20 M
M/ 12
Gratuito
Os versos do poeta brasileiro Paulo Leminski encontram música e interpretação numa
performance especial para os 35 anos do Fazer a Festa, em que a criação do paulista Bruno
Boaro, em residência artística no Teatro Art'Imagem e da actriz da companhia Daniela
Pego, passa pela fusão de culturas e sotaques dos dois países, dando corpo e voz a um
labirinto de múltiplos sentidos.
"Parecia fora de si
A silaba silenciosa.
Mandei a frase sonhar,
E ela se foi num labirinto"
Textos Paulo Leminski (Brasil) Criação e Interpretação: Daniela Pêgo e Bruno Boaro Música
Bruno Boaro
18h30 Junta de Freguesia do Bonfim | Porto
Apresentação Festivais Internacionais de Teatro
Encontro Aberto
Portugal, Brasil e Galiza
O FAZER A FESTA – Festival Internacional de Teatro (Teatro Art´Imagem) e a POLIEDRO Associação Informal de Festivais de Artes Performativas promovem um encontro aberto à
comunidade teatral da cidade do Porto e da região e a todos os interessados para dar a
conhecer quatro Festivais Internacionais de Teatro:
. MIT - Mostra Internacional de Teatro de Ribadavia (1984), da Galiza, dirigido por Roberto
Pascoal.
. FESTLUSO - Festival de Teatro Lusófono (2009), de Teresina, Piauí, Brasil, dirigido por
Francisco Pellé (Harém Teatro)
. PERIFERIAS - Festival de Artes Performativas de Sintra (2012), dirigido por João Mello Alvim
(Chão de Oliva)
. FITA - Festival Internacional de Teatro do Alentejo (2014), dirigido por António Revez (Lêndias
de Encantar /Beja)
. Festibero - Festival Ibero-Americano de Teatro de São Paulo, de São Paulo, Brasil,
dirigido por Adriana Belic
A POLIEDRO é uma Associação Informal de Festivais de Artes Performativas que engloba estes
dois últimos festivais de teatro portugueses e o FAZER A FESTA – Festival Internacional de
Teatro (1982).
Terça, 26 de Abril
10h30 e 14h30 Auditório da Quinta da Caverneira |Águas Santas /Maia
A MAIOR FLOR E OUTRAS HISTÓRIAS SEGUNDO JOSÉ | Teatro Art’Imagem
Teatro
(mediante marcação prévia)
50 M
M/6
Inspirado na obra de José Saramago e tendo como base de trabalho dramatúrgico o seu livro
para crianças “A Maior Flor do Mundo”, o Teatro Art´Imagem apresenta uma peça de teatro
para ser vista por adultos e crianças em conjunto. Julgamos que a peça referida poderá
funcionar como uma boa introdução à leitura da obra “A MAIOR FLOR DO MUNDO” que faz
parte do Plano de Leitura do 1º Ciclo assim como introdução à obra geral do autor, podendo,
naturalmente, ser visto por um público mais alargado e para além do contexto escolar.
"Havia uma aldeia e um menino (ou uma menina?).
Havia também os avós com quem a menina (menino?) vivia, mais os vizinhos.
Um dia sai o menino (menina?) pelos fundos do quintal e toca a andar, toca a andar.
Caminhou, caminhou, correu, correu, parou, parou...
Até que chegou ao limite das terras até onde se aventurara sozinha (sozinho?).
- Vou ou não vou?
Foi!
À descoberta de si, à descoberta do mundo.”
Deu a volta ao continente muitas vezes sem sair do seu lugar. Viu coisas nunca vistas e
recordou outras vividas. Encontrou pelo caminho homens e mulheres construindo um
convento a mando do rei, uma cidade de cegos onde um cão enxuga as lágrimas duma mulher
caída no chão e uma menina num balouço que subia alto até ao céu. Passou de menino a
rapaz, depois foi homem. Recordou a sua infância, as brincadeiras, a ajuda nos trabalhos do
campo, a gentes e animais da aldeia, as novas descobertas, os primeiros amores.
Dramaturgia e Encenação José Leitão Interpretação Daniela Pêgo e Flávio Hamilton Pinturas
Agostinho Santos Música Alfredo Teixeira Espaço Cénico Fátima Maio, José Leitão e José Lopes
Figurinos e Adereços Fátima Maio Apoio ao Movimento Renato Vieira e Lígia Vieira Desenho
de Luz Leunam Ordep Fotografia Leonel Ranção Design MOODYSTUDIO Produção Executiva
Sofia Leal Direcção Técnica Pedro Carvalho
17h00 Teatro Carlos Alberto | Porto
MANUEL JOÃO GOMES
UMA ESPÉCIE DE DOCE GUERRILHEIRO NA CRÍTICA DE TEATRO OU UM BOM PRETEXTO
PARA SE FALAR (DA CRÍTICA) HOJE.
TERTÚLIA
Leituras de textos “mais ou menos” performativos de/e sobre Manuel João Gomes e um
espaço aberto para se fazer um mapeamento da crítica e divulgação teatral na comunicação
social.
Acompanhando a Exposição "QUE FAZER SOBRE O FAZER A FESTA 35 ANOS DEPOIS " AUTÓPSIA DE UM FESTIVAL DE TEATRO, achamos por bem lembrar e homenagear duas
pessoas ímpares do teatro português (Manuel João Gomes e Mário Viegas) e que que
acompanharam com muito carinho e entusiasmo este Festival, divulgando-o, participando
nele, tornando-o maior e que muito nos honraram. São os rostos encontrados por nós para
agradecer a todos quantos com a sua presença fizeram com que, trinta e cinco anos depois, o
FAZER A FESTA ainda continue. A sua recordação só será frutífera se for entendida como
olhares de hoje, porque saudades só do futuro.
José Leitão
Director Artístico do Teatro Art´Imagem
Quarta, 27 de Abril
10h30 e 14h30 Auditório da Quinta da Caverneira | Águas Santas/Maia
A MAIOR FLOR E OUTRAS HISTÓRIAS SEGUNDO JOSÉ | Teatro Art’Imagem
Teatro
(mediante marcação prévia)
50M
M/6
Inspirado na obra de José Saramago e tendo como base de trabalho dramatúrgico o seu livro
para crianças “A Maior Flor do Mundo”, o Teatro Art´Imagem apresenta uma peça de teatro
para ser vista por adultos e crianças em conjunto. Julgamos que a peça referida poderá
funcionar como uma boa introdução à leitura da obra “A MAIOR FLOR DO MUNDO” que faz
parte do Plano de Leitura do 1º Ciclo assim como introdução à obra geral do autor, podendo,
naturalmente, ser visto por um público mais alargado e para além do contexto escolar.
"Havia uma aldeia e um menino (ou uma menina?).
Havia também os avós com quem a menina (menino?) vivia, mais os vizinhos.
Um dia sai o menino (menina?) pelos fundos do quintal e toca a andar, toca a andar.
Caminhou, caminhou, correu, correu, parou, parou...
Até que chegou ao limite das terras até onde se aventurara sozinha (sozinho?).
- Vou ou não vou?
Foi!
À descoberta de si, à descoberta do mundo.”
Deu a volta ao continente muitas vezes sem sair do seu lugar. Viu coisas nunca vistas e
recordou outras vividas. Encontrou pelo caminho homens e mulheres construindo um
convento a mando do rei, uma cidade de cegos onde um cão enxuga as lágrimas duma mulher
caída no chão e uma menina num balouço que subia alto até ao céu. Passou de menino a
rapaz, depois foi homem. Recordou a sua infância, as brincadeiras, a ajuda nos trabalhos do
campo, a gentes e animais da aldeia, as novas descobertas, os primeiros amores.
Dramaturgia e Encenação José Leitão Interpretação Daniela Pêgo e Flávio Hamilton Pinturas
Agostinho Santos Música Alfredo Teixeira Espaço Cénico Fátima Maio, José Leitão e José Lopes
Figurinos e Adereços Fátima Maio Apoio ao Movimento Renato Vieira e Lígia Vieira Desenho
de Luz Leunam Ordep Fotografia Leonel Ranção Design MOODYSTUDIO Produção Executiva
Sofia Leal Direcção Técnica Pedro Carvalho
17h00 Teatro Carlos Alberto | Porto
MÁRIO VIEGAS
QUE PENA AS IDEIAS SEREM O QUE SÃO OU ENQUANTO SE ESTÁ À ESPERA DE GODOT
PORQUE NÃO FALAR DE UM RAPAZ CHAMADO MÁRIO VIEGAS?
TERTÚLIA
Leituras de textos “mais ou menos” performativos por actores convidados e um espaço para
intervenções artísticas do público presente sobre o homenageado.
Acompanhando a Exposição "QUE FAZER SOBRE O FAZER A FESTA 35 ANOS DEPOIS " AUTÓPSIA DE UM FESTIVAL DE TEATRO, achamos por bem lembrar e homenagear duas
pessoas ímpares do teatro português (Manuel João Gomes e Mário Viegas) e que que
acompanharam com muito carinho e entusiasmo este Festival, divulgando-o, participando
nele, tornando-o maior e que muito nos honraram. São os rostos encontrados por nós para
agradecer a todos quantos com a sua presença fizeram com que, trinta e cinco anos depois, o
FAZER A FESTA ainda continue. A sua recordação só será frutífera se for entendida como
olhares de hoje, porque saudades só do futuro.
José Leitão
Director Artístico do Teatro Art´Imagem
Quinta, 28 de Abril
18h00 Biblioteca da Quinta da Caverneira-Águas Santas/Maia
Velho palhaço precisa-se! de Matéi Visniec | Teatro Art’Imagem
Teatro Falado – Comunidade de Leitores
Entrada livre
M/ 16 anos
O Fundo Teatral Art´Imagem/C.M.Maia (Biblioteca da Quinta da Caverneira) realiza a 4ª sessão
da Comunidade de Leitores, especialmente para o Fazer a Festa – Festival Internacional de
Teatro. A atividade “Teatro Falado - comunidade de leitores”, pretende tornar mais apelativa
a actividade de leitura de textos de teatro, em reflexão e conversa informal sobre os mesmos,
para que os adultos não percam os hábitos e a disponibilidade para a leitura, a compreensão e
a crítica dos livros e do teatro. A propósito da presença do grupo Teatro Harém, do Brasil, no
nosso país e dentro da programação do festival, decidimos dedicar esta quarta sessão ao autor
que se apresentado nessa mesma noite, Matéi Visniec, com a peça Um Bico Para Velhos
Palhaços, numa encenação de Arimatan Martins. A primeira vez que este autor foi encenado
em Portugal foi pelo grupo Teatro Extremo, de Almada, no ano de 2003, com o espetáculo
Velho palhaço precisa-se, a partir do mesmo texto.
Petit Boulot pour Vieux Clown (Velho Palhaço Precisa-se) foi a última peça que Matéi Visniec
escreveu na Roménia em 1987, antes de ter ido para o exílio em França. Na peça é explorada a
temática do velho artista sem trabalho, onde a ternura do clown se mistura com a amargura, e
onde a competição entre os seres humanos constrói uma feroz desumanizaçao. Três velhos
palhaços tentam a todo o custo conseguir um trabalho, num registo de comédia
simultaneamente engraçado e trágico.
Matéi Visniec, dramaturgo, poeta e jornalista nasceu na Roménia em 1956. Na Roménia todas
as obras que escreveu foram recusadas pela censura. Visniec deixou a Roménia em 1987 e
instalou-se em Paris, onde obteve o estatuto de refugiado político e em 1993 a nacionalidade
Francesa. A sua fama a nível internacional começa em 1992 com o êxito da peça Les Chevaux a
la fenêtre (Os Cavalos à Janela) em Lyon, e da peça Petit Boulot pour Vieux Clown (Velho
Palhaço Precisa-se) no Bonner Biennale. Desde então, Visniec passa a ser posto em cena em
vários teatros franceses e seguidamente em diversos países da Europa Ocidental e do Leste,
Canadá, Brasil, etc. Após a queda do regime comunista, Visniec foi redescoberto na Roménia e
passou a ser um dos autores mais encenados, sendo várias vezes premiado. As suas obras
encontram-se publicadas em várias línguas, nomeadamente a francesa e a inglesa. Em
Portugal, nenhuma das suas obras foi ainda publicada.
Direcção da Leitura Micaela Barbosa
21h30 Auditório da Quinta da Caverneira - Águas Santas/ Maia
Harém Teatro | Um Bico Para Velhos Palhaços
Teresina /Piauí – Brasil
Teatro
65 M
M/12
A peça aborda o tema da competição feroz entre as pessoas e também as condições
em que vivem os idosos na nossa sociedade. Uma proposta de reflexão às gerações
futuras. Na peça, respondendo a um anúncio, três velhos palhaços reencontram-se
numa sala para serem recebidos em audição. Esperam conseguir uma oportunidade de
emprego temporário. Enquanto aguardam, relembram o seu velho passado, recheado
de momentos de humor e sarcasmo.
Autor Matéi Visniec Concepção dramatúrgica e encenação Arimatan Martins
Interpretação: Francisco Pellé, Francisco de Castro e Fernando Freitas Desenho de Luz
e Operação Assai Campelo Musica original Daniel Hulk e André de Sousa (Conjunto
Roque Moreira) Figurinos Bid Lima Cenografia e adereços Emanuel de Andrade Visual
gráfico Paulo Moura (irmão de criação) Fotografias Margareth Leite Produção Soraya
Guimarães e Francisco Pellé
Sexta, 29 de Abril
19h00 Biblioteca da Quinta da Caverneira-Águas Santas/Maia
Uma Sala de Teatro Galega
Apresentação da Sala Ingrávida
O Porrinho – Galiza
Pelo Fundo Teatral Art´Imagem/C.M.Maia
Um espaço cultural de denominado Ingrávida - Espazo de Gavitación Artística
recentemente aberto em Porrinho, 10km a seguir a Valença, já na Galiza, vem dar-se a
conhecer à comunidade teatral e artística da cidade do Porto e sua região,
encontrando-se disponível para receber propostas de grupos portugueses para ali se
apresentarem.
Programa espectáculos multidisciplinares nomeadamente teatro, circo, magia,
programação infantil e acções de formação, oficinas e encontros. Dirigida pelo Xerpo
Teatro, que nesta Sala estreia as suas criações e que está neste Fazer a Festa em
intercâmbio com o Teatro Art´Imagem.
Esta é uma acção organizada pelo Fazer a Festa e a Poliedro-Associação Informal de
Festivais de Artes Performativas de que fazem parte além do FAZER A FESTA- Festival
Internacional de Teatro, o FITA- Festival Internacional de Teatro do Alentejo e do
Periferias- Festival de Artes Performativas de Sintra.
21h30 Auditório da Quinta da Caverneira | Águas Santas/Maia
Ello - Trabalhos Coreográficos | Estúdio B
Maia
Dança (Comemorações do Dia Mundial da Dança)
50 M
M/6
Cada corpo é um pedaço só,
E são precisos mais, para um abraço.
Fervilha de uma intensão, de uma causa ou de uma revolta,
E lá se escapa uma palavra.
Um tom,
Uma voz,
Outra moda.
Sem coro, não passa de algazarra.
Numa hora de amanhã,
Há-de ouvir-se o eco de todos os gestos.
Mesmo daqueles que foram deixados no silêncio.
E sim, estavam acompanhados.
São elos de uma única corrente.
Trabalhos coreográficos desenvolvidos com os Alunos do Estúdio B Direcção e
Coreografia Ana Lígia Vieira e Renato Vieira Produção executiva Ana Lígia Vieira
Sábado, 30 de Abril
16h00 Biblioteca Quinta da Caverneira/Fundo Teatral Art’Imagem/C.M. Maia
Águas Santas/Maia
O silêncio da Água de José Saramago | Teatro Art’Imagem
Hora do Conto
40 M
M/6
Gratuito
A Hora do conto, um momento de partilha do gosto pela leitura e do incentivo
à mesma.
"Em uma tarde silenciosa, um garoto vai pescar à beira do Tejo e é surpreendido por
um peixe enorme que lhe puxa o anzol. Infelizmente, a linha arrebenta, deixando-o
escapar. Ele corre até a casa dos avós, com a esperança de voltar, rearmar a vara e
“ajustar as contas com o monstro”.
Direcção e Leitura Daniela Pego
21h30 Auditório da Quinta da Caverneira | Águas Santas/Maia
Metamorfoses | Xerpo Teatro
Porrinho – Galiza
Teatro
60 M
M/12
Gregor Samsa é um programador que trabalha para uma empresa que abusa de seus
serviços, é um mileurista do que depende toda a sua família e, em seu tempo livre,
trabalha em um emulador do pensamento humano que, em teoria, seria capaz de
reproduzir o pensamento uma pessoa concreta. A falta de financiamento ea curiosidade
levam a experimentar em suas carnes a técnica. Assim começa um trabalho como o
"monstruoso inseto" da Metamorfose original é convertido em um inseto social, um
incompreendido, um inadaptado.
Ideia e Dramaturgia Álex Sobrino Assessoria de Direcção Irene Moreira Assessoria de
Interpretação Mariana Carballal Assessoria tecnológica Francisco Javier Ribadas Pena
(UVIGO), Juanma LoDo, Xosel Díez (CinemaSticado) y Viscepátix
23h00 Bar da Quinta da Caverneira| Águas Santas/Maia
QUANTOS LEMINSKIS CABEM AQUI | Teatro Art’Imagem/Bruno Boaro
São Paulo - Brasil
Performance Músico-Teatral
20 M
M/ 12
Gratuito
Os versos do poeta brasileiro Paulo Leminski encontram música e interpretação numa
performance especial para os 35 anos do Fazer a Festa, em que a criação do paulista Bruno
Boaro, em residência artística no Teatro Art'Imagem e da actriz da companhia Daniela
Pego, passa pela fusão de culturas e sotaques dos dois países, dando corpo e voz a um
labirinto de múltiplos sentidos.
"Parecia fora de si
A silaba silenciosa.
Mandei a frase sonhar,
E ela se foi num labirinto"
Textos Paulo Leminski (Brasil) Criação e Interpretação Daniela Pêgo e Bruno Boaro Música
Bruno Boaro
Domingo, 1 de Maio
16h00 Auditório da Quinta da Caverneira | Águas Santas/Maia
Cavaleiro Procura-se | Teatro das Beiras
Covilhã
Teatro
50 M
M/3
É em primeiro lugar uma homenagem aos saltimbancos, trota mundos, e ao seu teatro
ambulante. É neste universo imaginário do teatro itinerante que encontramos os
nossos heróis de carne e osso, é nas suas aventuras e dissabores que descobrimos uma
curiosa metáfora entre o teatro e a realidade. Neste universo de ficção, que tanta vez
se mistura com a vida, um casal de atores dos tempos modernos, profissionais
talentosos, recorrem à arte teatral para contar, de terra em terra, as ancestrais
histórias de capa e espada. Entre muitas malas, trapos, bonecos, cores, personagens,
objetos e muitas artes de magia, somos convidados a descobrir como o tão valente em
valentia Cavaleiro conseguiu salvar a Princesa de dois monstros maléficos!
O teatro vence batalhas!
Encenação e Interpretação Marco Ferreira e Sónia Botelho Cenografia e
figurinos Marco Ferreira e Sónia Botelho Costureiras Ana Antão e Isabel Antão Apoio
técnico Jay Collin Cartaz Bibiana Nunes Secretariado Eugénia Nunes Fotografia do
cartaz Fernando Sena Fotos de cena Paulo Nuno Silva Vídeo Ivo Silva
19h00 Auditório da Quinta da Caverneira | Águas Santas/Maia
NÔTE D’ MINDELO | Bilan & Flávio
Cabo Verde/Portugal
Música e Poesia de Cabo Verde
45 M
M/6
Nôte d’Mindel
Ê sabe e silenciosa
Nôte d’Mindel
Ê branca e luminosa
Nôte d’amor
De luar sim c´ma prata(...)
(Morna do compositor B. Léza)
Mindelo é o seu porto!, dizia-se.
Há já algum tempo que esta afirmação caiu em desuso. Contudo, o Mindelo de hoje
será a consequência directa dos tempos áureos do seu Porto Grande. A descendência
mindelense possui traços de carácter indelevelmente marcados por esse contacto com
o mundo que aportava na sua baía. Mindelo é uma cidade cosmopolita na sua
essência. Designada de capital cultural de Cabo Verde, mindelo sempre foi a cidade do
acontecimento e das grandes transformações culturais. Cidade de poetas e artistas
variados, é a mais “cantada” de todas as cidades do arquipélago. Mindelo é a utopia
em permanência. Cidade patologicamente poética, é à noite que desabrocha
esplendorosamente para lá das fronteiras da realidade concreta do dia-a-dia. Dizia o
poeta na morna “Nôte d’Mindel” que a noite do Mindelo é sedutora como os olhos de
uma mulata. Foi precisamente essa morna que nos serviu de mote para, à nossa moda,
contar a cidade. A nossa viagem é necessariamente poética. A cidade que aqui
trazemos é uma espécie de Olimpo, onde talvez os deuses já não governam mas
continuam a sonhar.
Textos adaptação a partir de Manuel Ferreira, Vasco Martins, Tchalé Figueira,
Baltasar Lopes e outros Música BILAN e Interpretação FLÁVIO HAMILTON actor
residente do Teatro Art’Imagem
20h30 Bar da Quinta da Caverneira| Águas Santas/Maia
Encerramento
FICHA TÉCNICA
Produção | Teatro Art´Imagem
Director Artístico | José Leitão
Concepção e Direcção de Montagem | Pedro Carvalho
Coordenação de Produção e Assistente de Programação| Sofia Leal
Produção Executiva | Daniela Pêgo e Carina Moutinho
Apoio à Produção | Flávio Hamilton, Jorge Mendo, Bruno Boaro e Ana Teixeira
Coordenação das Tertúlias | Micaela Barbosa
Web Design | Inácio Barroso
Fotografia e Vídeo | Leonel Ranção
Design | Sofia Carvalho
EQUIPA TÉCNICA
Coordenação | Pedro Carvalho
Técnico Maquinista | José Lopes
BILHETEIRA AUDITÓRIO QUINTA DA CAVERNEIRA - MAIA
5,00€ | Normal
3,00€ | Desconto para estudantes, M/65, Profissionais das Artes Cénicas e Desempregados
Horário
Uma hora antes do início de cada espectáculo.
Nota: Todos os Espectáculos de rua que decorrem no Porto na Casa das Artes são GRATUITOS.
+ INFO
TEATRO ART'IMAGEM
22 208 40 14 | 93 53 09 952 | 91 08 18 719
[email protected] | www.teatroartimagem.org
LOCAIS DE ESPECTÁCULOS, TERTÚLIAS E EXPOSIÇÃO
Auditório da Quinta da Caverneira
Avenida Pastor Joaquim Eduardo Machado
4425-253 Águas Santas – Maia
Casa das Artes
Tem acesso pela Rua António Cardoso 175 e também pela Rua Ruben A, 210
4150-639 Porto
Junta de Freguesia do Bonfim
Campo 24 Agosto, 294
4300-506 Porto
Teatro Carlos Alberto
Rua das Oliveiras, 43
4050-449 Porto

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