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 PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO E EDUCAÇÃO CONTINUADA
ORTOCURSO PUNHO E MÃO
CURSO PREPARATÓRIO PARA O TEOT
25 de Junho de 2016
NOME: ____________________________________________________________
HOSPITAL: ________________________________________________________
(
) R1 ( ) R2 ( ) R3
( ) R4
(
) Não Residentes
1) Na fratura do escafoide, a taxa de ausência de traço de fratura visível na radiografia simples é de
a) 5%.
b) 15%.
c) 25%.
d) 40%.
Cassidy C, Ruby LK. Fractures and Dislocations of the Carpus. In: Browner BD, Jupiter JB,
Levine AM, Trafton PG, Krettek C, editors. Skeletal Trauma: Basic Science, Management,
and Reconstruction. 4Th Edition.Philadelphia, PA. SaundersElsevier. 2009. P1344.
2) No dedo em martelo, o tratamento conservador possui bons resultados funcionais quando é
realizado até o limite de
a) 2 semanas após o trauma.
b) 4 semanas após o trauma.
c) 6 semanas após o trauma.
d) 8 semanas após o trauma.
Cannon DL. Flexor and Extensor tendons injuries. In: Canale ST, Beaty JH editors.
Campbell’s Operative Orthopaedics. 12Th Edition. Philadelphia, PA. Saunders Elsevier.
2013. Posição183058 de 252451 – Kindle Edition.
3) Na lesão do tendão flexor da mão na zona II de VERDAN, o fator de melhor prognóstico é
a) idade maior que 40 anos.
b) imobilização por 6 semanas.
c) reparo primário na abordagem inicial.
d) reconstrução com enxerto em 2 tempos.
Cannon DL. Flexor and Extensor tendons injuries. In: Canale ST, Beaty JH editors.
Campbell’s Operative Orthopaedics. 12Th Edition. Philadelphia, PA. Saunders Elsevier.
2013. Posição 34856 de 252451 – Kindle Edition.
4) A doença de DUPUYTREN ocorre, caracteristicamente, com maior incidência no sexo
a) masculino, em faixa etária mais avançada do que no feminino.
b) masculino, em faixa etária menos avançada do que no feminino.
c) feminino, em faixa etária mais avançada do que no masculino.
d) feminino, em faixa etária menos avançada do que no masculino.
Campbell’s Operative Orthopaedics. 11th Edition. Philadelphia, page 4274.
5) Na rizartrose, o estágio 1 da classificação de EATON caracteriza-se por
a) diminuição do espaço articular com alterações degenerativas.
b) aumento do espaço articular com alterações degenerativas.
c) diminuição do espaço articular sem alterações degenerativas.
d) aumento do espaço articular sem alterações degenerativas.
Campbell’s Operative Orthopaedics. 11th Edition. Philadelphia, page 4229.
6) Na subluxação rotatória do escafoide, WATSON & BLACK classificam a de origem degenerativa
como tipo
a) 1.
b) 2.
c) 3.
d) 4.
Campbell’s Operative Orthopaedics. 11th Edition. Philadelphia, page 4074.
7) Na doença de KIENBÖCK, o tratamento cirúrgico com encurtamento do capitato tem indicação na
presença de
a) variante ulnar neutra.
b) artrose radiossemilunar.
c) artrose semilunocapitato.
d) rotação fixa do escafoide.
Pardini A, Freitas A. Cirurgia da Mão – Lesões Não-Traumáticas, 2ª Edição; página 490.
8) Na lesão da polpa digital, o retalho que NÃO é utilizado para cobertura é o de
a) ATASOY
b) KUTLER
c) MOBERG
d) CORINE-BECKER
J Hand Surgery 1999, 24A: 345-351.
9) O cisto sinovial no punho origina-se mais frequentemente por degeneração mucoide do ligamento
a) escafotrapezoidal.
b) semilunopiramidal.
c) escafocapitato.
d) escafossemilunar.
J Hand Surgery Dez 1976, Vol 1, pg 228-235.
10) No primeiro compartimento extensor do punho estão localizados os tendões
a) abdutor curto e extensor longo do polegar.
b) abdutor longo e extensor curto do polegar.
c) abdutor curto e extensor curto do polegar.
d) abdutor longo e extensor longo do polegar.
Barros Filho TEP, Lech O. Exame Físico em Ortopedia. São Paulo: Sarvier.
11) A polia representada na figura pelo número 8 é a
a)
b)
c)
d)
C1.
C2.
C3.
C4.
Barros Filho TEP, Lech O. Exame Físico em Ortopedia. São Paulo: Sarvier.
12) A dificuldade para realizar flexão da interfalangeana distal (IFD) com a interfalangeana proximal
(IFP) estendida, que melhora com a flexão da IFP, indica rigidez causada pelos
a) ligamentos retinaculares.
b) tendões flexores do dedo.
c) tendões extensores do dedo.
d) músculos intrínsecos da mão.
Barros Filho TEP, Lech O. Exame Físico em Ortopedia. São Paulo: Sarvier.
13) A realização do desvio ulnar do punho com o polegar aduzido e fletido na palma, consiste no teste
de
a) PHALEN.
b) WATSON.
c) FINKELSTEIN.
d) BUNNELL-LITTLER.
Barros Filho TEP, Lech O. Exame Físico em Ortopedia. São Paulo: Sarvier.
14) A fratura do colo do metacarpiano é mais frequente no
a) 2º raio.
b) 3º raio.
c) 4º raio.
d) 5º raio.
Jupiter JB, Axelrod TS, Belsky MR. Fractures and Dislocations of Hand. In: Browner BD,
Jupiter JB, Levine AM, Trafton PG, Krettek C, editors. Skeletal Trauma: Basic Science,
Management, and Reconstruction. 4Th Edition.Philadelphia, PA. SaundersElsevier. 2009.
P1254-56.
15) Na instabilidade carpal, segundo a classificação de MAYFIELD, o estágio II corresponde à
a) luxação semilunocapitato.
b) luxação perilunar do carpo.
c) ruptura do ligamento semilunocapitato.
d) fratura do escafoide e⁄ou dissociação escafossemilunar.
Rockwood & Green’s - Fraturas em Adulto - Editora Manole - 7ª edição - Volume 1 página 819.
16) A fratura com depressão do processo estiloide radial em jovens está associada à elevada frequência
de lesão do ligamento
a) ulnossemilunar.
b) radiossemilunar.
c) escafossemilunar.
d) piramidal-capitato.
Rockwood & Green’s - Fraturas em Adulto - Editora Manole - 7ª edição - Volume 1 página 864.
17) Na fratura-luxação de BENNETT, os desvios principais são em
a) adução e pronação.
b) adução e supinação.
c) abdução e pronação.
d) abdução e supinação.
Rockwood & Green’s - Fraturas em Adulto - Editora Manole - 7ª edição - Volume 1 página 767.
18) No descolamento epifisário distal do rádio do tipo II de SALTER-HARRIS, a irredutibilidade
geralmente se deve à interposição do periósteo ou do
a) pronador quadrado.
b) flexor radial do carpo.
c) abdutor longo do polegar.
d) extensor curto do polegar.
Rockwood & Wilkins- Fraturas em Crianças - Editora Manole - 5ª edição - página 392.
19) A síndrome do túnel do carpo NÃO está associada
a) ao alcoolismo.
b) à diabetes mellitus.
c) ao hipotireoidismo.
d) à exposição a solventes industriais.
Canale e Beaty: Campbell's Operative Orthopaedics, 11th ed., pg 4285.
20) Na tenossinovite estenosante de DE QUERVAIN, NÃO faz parte do diagnóstico diferencial
a) o neuroma.
b) a síndrome de intersecção.
c) a artrite trapeziometacarpiana.
d) a dissociação escafossemilunar.
Canale e Beaty: Campbell's Operative Orthopaedics, 11th ed.
21) No dedo em gatilho tratado por tenólise percutânea com agulha, deve ser liberada a polia
a) da aponeurose palmar.
b) A1.
c) A2.
d) A3.
Canale e Beaty: Campbell's Operative Orthopaedics, 11th ed.
22) Na artrite reumatoide, a articulação interfalangeana proximal pode apresentar deformidade em
a) botoeira somente.
b) botoeira ou martelo.
c) martelo ou pescoço de cisne.
d) botoeira ou pescoço de cisne.
Canale e Beaty: Campbell's Operative Orthopaedics, 11th ed., pg 4195.
23) Na doença de MADELUNG, observa-se frequentemente
a) variante ulna minus.
b) subluxação dorsal do carpo.
c) deficiência da fossa semilunar.
d) diminuição da inclinação distal do rádio.
Morrissy RT, Weinstein SL. Lovell & Winter’s Pediatric Orthopaedics. Philadelphia:
Lippincott Williams & Wilkins.p.938.
24) Na mão torta radial, é frequente a associação com
a) anemia de FANCONI e síndrome de HURLER.
b) síndrome de VACTERL e trombofilia hereditária.
c) síndrome de HOLT-ORAM e anemia de FANCONI.
d) síndrome de HURLER e síndrome de HOLT-ORAM.
Morrissy RT, Weinstein SL. Lovell & Winter’s Pediatric Orthopaedics. Philadelphia:
Lippincott Williams & Wilkins.p.931.
25) Na sindactilia da mão, o espaço interdigital mais frequentemente envolvido é o
a) primeiro.
b) segundo.
c) terceiro.
d) quarto.
Morrissy RT, Weinstein SL. Lovell & Winter’s Pediatric Orthopaedics. Philadelphia:
Lippincott Williams &Wilkins.p. 943.
26) A banda amniótica congênita tipo II de PATTERSON corresponde
a) à acrossindactilia.
b) à amputação intrauterina.
c) ao anel profundo com linfedema.
d) ao anel simples ao redor do membro ou dedo.
Herring JA. Tachdjian’s Pediatric Orthopaedics. Philadelphia: Saunders; 4th ed p.594.
27) A lesão do tendão extensor no nível da articulação metacarpofalangeana, segundo KLEINERT e
VERDAN, ocorre na zona
a) 3.
b) 4.
c) 5.
d) 6.
Canale S. T. Campbell's Operative Orthopaedics. St. Louis: Mosby. 11th ed., p. 3909.
28) Na fratura articular das falanges da mão, há indicação de fixação quando o fragmento articular
representa
a) dois terços ou mais da superfície articular.
b) um terço ou mais da superfície articular.
c) mais da metade da superfície articular.
d) 10% da superfície articular.
Canale S. T. Campbell's Operative Orthopaedics. St. Louis: Mosby. 11th ed., p. 3967.
29) Na luxação metacarpofalangeana, a maior causa de irredutibilidade é a interposição
a) do ligamento transverso superficial.
b) do ligamento natatório.
c) do tendão flexor.
d) da placa volar.
Canale S. T. Campbell's Operative Orthopaedics. St. Louis: Mosby. 11th ed., p. 3942.
30) Na amputação do dedo indicador, a ressecção de todo o raio é mais bem indicada quando a primeira
amputação é no nível da
a) falange média ou mais proximal.
b) articulação metacarpofalangeana.
c) articulação interfalangeana distal ou mais proximal.
d) articulação interfalangeana proximal ou mais proximal.
Canale S. T. Campbell's Operative Orthopaedics. St. Louis: Mosby. 11th ed., p. 650.

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