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Edição Número 216
Sexta-feira, 5 de Junho de 2009
FELIZ SEMANA
DE PORTUGAL
FELIZ SEMANA
DE PORTUGAL
2
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Sexta-feira 5 de Junho de 2009
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COM
Cristiano
Ronaldo não
gostou
de
perder a final
da Liga dos
Campeões
para o Barcelona. O internacional
português reconheceu que nada correu
bem ao Manchester United, mas
defendeu que o adversário teve sorte
na prova. Já o duelo particular com
Messi foi secundário, garantiu o
melhor jogador do mundo. “Já passei
o suficiente para aguentar a pressão.
Mas é sempre mau perder, seja para o
Chelsea ou o Barcelona, que também
teve alguma sorte, pois não merecia
ganhar a meia-final com o Chelsea.
Correu tudo mal, até a nível táctico,
mas também é preciso dar mérito ao
Barcelona”, admitiu o melhor em
campo dos red devils, referindo-se ao
jogo de Roma, no qual nunca se sentiu
“pressionado, nem perturbado” pelas
comparações com a estrela argentina
do Barça.
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Lisandro López, jogador do F.C. Porto,
o melhor em campo na final da Taça
de Portugal, declarou após a
conquista da final da Taça de Portugal.
O argentino, que marcou o golo da
vitória, recordou que não pôde estar
presente na última edição devido a
lesão:
[Sobre a distinção] O mais importante
foi ganhar, para terminar bem a
temporada.
[Sobre o golo] Para mim foi mais um
golo. Tive a sorte de ser eu a marcar,
mas o que queria mesmo era levantar a
Taça.
[O F.C. Porto não teve adversários à
altura durante esta temporada?] O F.C.
Porto é uma equipa forte e com muita
qualidade. Tem uma estrutura bem
Sexta-feira 5 de Junho de 2009
organizada, que permite aos jogadores
fazerem o seu trabalho com
tranquilidade. Essa é a chave do sucesso.
[A Taça pesa muito?] Não. Não pesa
muito.
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Se o pecado
capital da
Selecção
Nacional tem
sido
a
finalização,
então Carlos
Queiroz já começou a tratar desse
aspecto ao mínimo pormenor.
Chamou a artilharia pesada e deu
instruções para rematar à baliza. De
todos os ângulos e feitios. Os
jogadores, esses, fizeram-lhe a
vontade e colocaram à prova os
reflexos dos guarda-redes Eduardo,
Moreira, Beto e Daniel Fernandes.
Mas este foi, apenas, um aperitivo
para o que viria a seguir-se. Após um
jogo disputado numa parcela do
campo - no qual Duda apontou um
golo de belo efeito -, a sessão
terminou com o ensaio de livres, todos
eles frontais à baliza e com o recurso
de uma barreira. E aí Deco esteve em
particular evidência. Se os golos não
chegarem de bola corrida, os lances
de laboratório poderão, de certa
forma, revelarem-se decisivos no
encontro frente à Albânia, em que
perder é... morrer. Pois neste
particular, o médio do Chelsea fez
questão de mostrar que está com a
mira afinada, sendo um sério
candidato a converter os lances de
bola parada, a par de Simão e de
Cristiano Ronaldo, que ontem
estiveram ausentes por diferentes
motivos. Deco chamou a si o papel de
rei dos livres. Em seis tentativas, o
Mágico acertou três vezes a bola nas
redes e só não fez mais porque lá
estavam os quatro guardiões a
oporem-se ao virtuosismo do Mágico.
Na peugada de Deco, seguiram-se
Nani com dois remates certeiros e
Duda, com um (ainda que tenha feito
mais outro quando Deco já
abandonara a sessão de tiro ao alvo),
outro dos candidatos a melhor
rematador de bola parada. Quem não
esteve numa manhã inspirada foram
Edinho e, sobretudo, João Moutinho,
que acabou a sessão em branco ao fim
de... 10 ensaios. Na ausência de outro
especialista na cobrança de livres Bruno Alves ficou-se pelo ginásio -,
cabe, pois, a Ronaldo e a Deco a
D
T
DIRECTORES:
A RMANDO MENDES, ANABELA SILILVVA, PAULO PEREIRA,
A RTUR V., E DAVID S ILILVVA
Y NEWSP
APER – JORNAL SEMANÁRIO
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1457 Dundas Street West Toronto On M6J 1Y7
E O : (416) 6656-5291
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[email protected]
JESUS2 SIL
[email protected] YAHOO. CA
SILV
D IRECÇÃO E EDIÇÃO DE:
P AULO PEREIRA E DAVID SILILVVA
responsabilidade de fazerem aquilo
que a selecção ainda não logrou obter
nesta fase de qualificação da era
Queiroz: marcar golos na conversão
de livres. Talvez por isso o
seleccionador comece a insistir nesta
lacuna, até porque golos precisam-se
com urgência frente à Albânia,
selecção que, em Braga, impôs um
nulo à equipa lusa. Contra todas as
previsões...
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ÁFRICA DO SUL
O secretário de
Estado
da
Juventude
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D e s p o r t o ,
Laurentino Dias,
disse hoje que
acredita numa
vitória
de
Portugal sobre a
Albânia, sábado, em Tirana,
salientando a importância da presença
no Mundial de futebol de 2010. “Já nos
pregou um susto e agora tem que fazer
pela vida e ganhar porque o futebol
português precisa de ir a este Mundial,
por aquilo que tem sido o seu passado
recente - em finais europeias e
mundiais - e por aquilo que significa a
África do Sul”, disse. Laurentino Dias,
que falou à margem da cerimónia de
assinatura do contrato-programa entre
o Estado e o Comité Olímpico de
Portugal (COP) para os Jogos
Olímpicos de Londres2012, lembrou
os muitos emigrantes na África do Sul.
“Por aquilo que também significa a
África do Sul e o enorme contingente
de milhares de portugueses que vivem
na África do Sul e esperam,
ansiosamente, que Portugal lá esteja”,
disse ainda o secretário de Estado. Para
o governante as contas complicadas no
apuramento não são um facto novo,
lembrando que não seria a primeira vez
que a selecção consegue ser apurada
“só mesmo nos limites”. Portugal é
terceiro no Grupo 1 de apuramento,
com seis pontos em cinco jogos, atrás
da Hungria (seis jogos e 13 pontos) e
da Dinamarca (cinco jogos e 13
pontos), faltando-lhe ainda disputar
cinco jogos. Para o Mundial
qualificam-se o primeiro classificado,
enquanto o segundo disputará um
“play-off”. Nas últimas fases finais
Portugal esteve no Mundial2002 - com
o seleccionador António Oliveira -, no
Euro2004, onde foi anfitrião e finalista
vencido, no Mundial2006, quarto
classificado, e no Euro2008, eliminado
nos quartos-de-final, sempre com o
TO DE BARROS, NATÉRCIA RODRIGUES
SANTOS, CARLOS ROBER
OBERTO
(MONTREAL),) DANIEL DA ROCHA, MANEL BANCADAS,
PROFESSOR BOLINHAS, MANUEL SOUSA, CHRISTTIANNE
OLIVEIRA, FERNANDO MAR
TINS, JOEL E JENNIFER DA NAIA,
ARTINS
Y COUTO, MOTORSPOR
TS, TIAGO
RICARDO FERREIRA, GAR
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OTORSPORTS
A,
FERREIRA, FILIPE MAGALHÃES, ANA PEREIRA, GRAÇA FROT
ROTA
ARMANDO SOUSA, AVELINO TEIXEIRA, MANO BELMONTE, VITOR
PEREIRA CRUZ DOS SANTOS, EUCLIDES CAVACO, FRANCISCO
VIEIRA, RICARDO GOUVEIA, FRANCISCO FEDERICO.
C ORPO REDACTORIAL:
PAULO PEREIRA, DAVID SILILVVA, TERESA FERREIRA, JOAQUIM
AFONSO, FLORA MIRANDA (N
NEW JERSEY), TONY CAMPOS
AR
EPAR
ARTTAMENTO DE PUBLICIDADE
( LONDON),, JOSÉ XAVIER ((HOLANDA),, MÁRIO CESAR FERREIRA, DEP
N ELLIE FAUSTINO, E HÉLDER CAMPOS (L
( LONDON)
PATRICIA MOREIRA, NEL PEREIRA, FRANK FOGGETI, SUZY
PROJECTO GRÁFICO
seleccionador brasileiro Luiz Felipe
Scolari.
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SIMÃO:
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RVOSISMO”
Simão Sabrosa
chegou
esta
quarta-feira a
Óbidos
e
encontrou um
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“motivado para
fazer o melhor”.
O internacional
português assegura que a Seleção
Nacional está tranquila para conseguir
os 3 pontos em Tirana, essenciais para
manter acesa a esperança na
qualificação para o Mundial’2010. “É
mais a pressão do que o nervosismo. Já
estamos habituados a lidar com ela.
Vamos encarar este jogo como todos os
outros, para vencer”, referiu o jogador
do Atlético Madrid. “Estamos muito
tranquilos. Vamos circular bem a bola,
criar oportunidades e procurar
concretizá-las. Temos jogadores que
marcaram muitos golos nos seus
clubes”, continuou. Simão Sabrosa
lembrou que tem faltado uma pontinha
de sorte à Seleção até porque “o mais
difícil no futebol é criar oportunidades”.
“Vamos lutar todos por estar numa
competição tão importante como
Mundial’2010",
assegurou,
considerando que “ainda não podemos
falar de desilusão”. “Não dependemos
só de nós mas sabemos do nosso valor.
Vamos ganhar os jogos que faltam e
esperar pelo que vai acontecer”,
finalizou.
N ING DA FIFA
RANK
Portugal manteve o 11º lugar no
«ranking» da FIFA, na actualização de
Junho de 2009. Mas, se a selecção
nacional não viu a sua posição alterada,
houve muitas mudanças no «top ten»,
numa tabela que tem em conta os
resultados dos últimos 12 meses.
Com a Espanha sólida na frente, a
Holanda «roubou» o segundo lugar à
Alemanha. A Itália também subiu à
quarta posição, com o Brasil a descer
para quinto.
Ranking da FIFA (Junho 2009)
1. (1) Espanha
2. (3) Holanda
3. (2) Alemanha
4. (5) Itália
5. (4) Brasil
6. (7) Inglaterra
7. (6) Argentina
8. (8) Croácia
9. (9) Rússia
10. (10) França
11. (11) Portugal
SORAIA PREVIDES
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TAÇA CAMÕES 2009
TORNEIO DE FUTEBOL
LISTA DE EQUIPAS CONCORRENTES
JÚNIOR SUB 8 MASCULINO
Jogo Data
Hora
Equipa
Final 30 de Maio 10H00
0 SUPRA UNITED SC vs. BEIRA-MAR FC 8
Estádio
SUL
JÚNIOR SUB 13 MASCULINO
Jogo Data
Hora
Equipa
Estádio
1 24 de Maio 14H00
4 SPORTING CP vs. CASA DAS BEIRAS 3 PEN. BROCKTON
Final 30 de Maio 12H00
1 BEIRA-MAR FC vs. SPORTING CP 6SUL
JÚNIOR SUB 14 MASCULINO
Jogo Data
Hora
Equipa
Final 30 de Maio 10H00
0 SUPRA UNITED SC vs. SPORTING CP 1
Estádio
NORTE
JÚNIOR SUB 16 MASCULINO
Jogo Data
Hora
Equipa
Final 30 de Maio 12H00
0 SUPRA UNITED SC vs. SPORTING CP 8
Estádio
NORTE
JÚNIOR SUB 17 MASCULINO
Jogo Data
Hora
Equipa
Final 30 de Maio 14H00
0 SUPRA UNITED SC vs. BEIRA-MAR FC 1
Estádio
NORTE
SÉNIOR MASCULINO
Jogo Data
Hora
1
23 de Maio 15H00
2
15 de Maio 20H00
3
23 de Maio 17H00
4
31 de Maio 18H00
5
30 de Maio 12H00
Final 01 de Junho 21H00
Equipa
0 SPORTING CP vs. GIL VICENTE 1
3 PENICHE vs. ARSENAL 0
1 SUPRA UNITED vs. VARZIM FC 3
0 GIL VICENTE vs. PENICHE 1
0 VARZIM FC vs. SPORTING CP 8
1 PENICHE vs. SPORTING CP 0 Penalties
Estádio
BROCKTON
LAMPORT
BROCKTON
BROCKTON
BROCKTON
BROCKTON
VELHA GUARDA MASCULINO
Jogo Data
Hora
EquipaEstádio
1
24 de Maio 10H00
7 SPORTING C P vs. VIT DE SETUBAL 1 BROCKTON
2
24 de Maio 12H00
2 ARSENAL vs. PENICHE 3 PEN
BROCKTON
Final 30 de Maio 16H00
2 SPORTING C P vs. PENICHE 0
NORTE
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8
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Sexta-feira 5 de Junho de 2009
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MUNDIAL
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temporada. Ao que tudo indica, a Federação
Internacional do Automóvel pretende impor 100
milhões de euros em 2010, enquanto que, no ano
seguinte, o valor passará para 45 milhões de euros,
previstos inicialmente.
«Não, absolutamente», afirma Stefano Domenicali,
director-desportivo, citado pelo «site» oficial da
Ferrari, confirmando que a inscrição não implica a
aceitação do tecto orçamental.
«A requisição para tornar os regulamentos de 2009
como ponto de partida significa que não haverá
limite no orçamento», acrescenta o dirigente.
Alexander Wurz, piloto de testes da Brawn GP, é o
director-desportivo apoiado por Christian Baha. Em
2004, Álvaro Parente testou o Superfund SF01.
A Superfund é mais uma nova equipa que pretende
disputar o Mundial de 2010, tal como a Prodrive,
Litespeed, Campos Meta 1 e USPGE, enquanto
Lola e March ambicionam o regresso à grelha de
partida da Fórmula 1.
Alexander Wurz, piloto de testes da Brawn GP,
esteve ligado à Benetton, McLaren e Williams e irá
ser o director-desportivo de um candidato apoiado
financeiramente pelo empresário Christian Baha,
que esteve associado ao patrocínio de equipas de
Fórmula 1. Aliás, em 2004, garantiu a realização de
testes no Autódromo do Estoril, com Álvaro
Parente e Patrick Lemarie ao volante do Superfund
SF01.
A FOTA, composta agora por nove equipas após a
suspensão da Williams, submeteu as condições para
que os seus «sócios» aceitassem a inscrição, tendo
2010 em vista: uma é que todas as partes assinassem
a versão actualizada do Pacto da Concórdia e outra é
que os regulamentos de 2010 teriam algumas
modificações, em relação ao que foi publicado pela
FIA no mês passado.
O dirigente garante que a Brawn GP tem argumentos
para garantir o título de campeão: «Temos pessoal e
orçamento para sermos campeões, mas não penso
desta maneira. Vamos tentar ganhar as corridas
uma a uma. Há uma grande dupla de pilotos,
depois de termos sofrido uma dolorosa
reestruturação da empresa que está atrás de nós e
todos estão envolvidos naquilo que podemos
conseguir.»
M ARCH
C LU
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SSO À
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FÓRMULA 1
Domenicali é bastante claro, ao explicar o que pode
acontecer caso as equipas não vejam cumpridas as
suas condições: «A resposta é simples: as inscrições
das nove equipas seriam inválidas».
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ROSS BRA
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Tal como acontece com outros candidatos, a
Cosworth será a fornecedora de motores.
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FERRARI CO NTIN
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AMENTAL
Stefano Domenicali admite que o incumprimento das
condições impostas pelas equipas pode anular as
inscrições para a próxima época.
A Ferrari voltou a recusar o limite orçamental, depois
de ontem ter confirmado a inscrição na nova
de asas ou carroçarias que levamos para um
grande prémio. Preferimos manter os nossos
fundos onde têm de estar para construirmos um
carro mais rápido», afirma Ross Brawn.
Poupança sem limites tem como objectivo canalizar
todos os recursos para o desenvolvimento do BGP001.
Ross Brawn, proprietário da sensacional Brawn GP,
já não oferece cafés, como costumava acontecer nos
tempos da Honda, antecessora do actual líder do
Mundial de construtores, de modo maximizar a
redução de custos.
O inglês pretende dirigir os recursos financeiros para
o desenvolvimento do BGP001 e não hesita na
poupança de pormenores como a limpeza da fábrica
de Brackley, a electricidade, material de escritório,
enquanto o «staff» viaja em voos «low cost», fica em
hotéis de três estrelas, em vez de quatro ou cinco, e
nem tem carro à disposição.
«Prefiro gastar o orçamento no túnel do vento.
Isso é mais importante para nós do que o número
C MI
Equipa fundada por Max Mosley em 1969 totaliza
197 grandes prémios, três vitórias e 20 pódios.
A March garantiu, a candidatura a uma vaga na
Fórmula 1, seguindo, assim, os passos de equipas
que pretendem competir pela primeira vez, como
Prodrive, Litespeed, Campos Meta 1 e USPGE,
enquanto a Lola, tal como a congénere inglesa,
ambiciona, também, voltar à grelha de partida.
A equipa espreita uma vaga no Mundial de 2010, tal
como avança o F1 live, mas, devido à forte
concorrência, o objectivo pode passar pela
participação nas edições seguintes.
Max Mosley, presidente da Federação Internacional
do Automóvel, fundou a March em 1969, enquanto
a primeira presença na Fórmula 1 aconteceu no ano
seguinte, como fornecedora do chassis da Tyrrell.
Na estreia, Jackie Stewart garantiu a «pole», o
terceiro lugar na África do Sul e a primeira vitória
surgiu em Espanha.
Akira Akagi e Ken Marrable foram outros
proprietários da equipa, enquanto Andrew Filton,
antigo parceiro de Steve Ward, voltou a assumir a
liderança, depois de a March ter disputado 197
grandes prémios, com três vitórias - Vittorio
Brambila e Ronnie Peterson foram outros
vencedores -, 20 pódios, cinco «poles» e 173,5
pontos.
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9
POR::
AUTOMOBILISMO
Velloocidade
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Circuito Ricardo Tomo, em Valência, foi
palco da melhor jornada do português
desde o início da época do Mundial de
Turismo. BMW também já pode sorrir.
Tiago Monteiro garantiu o oitavo lugar
na segunda corrida realizada em
Valência, depois de ter terminado a
primeira prova na segunda posição. O
português arrancou na quarta fila da
grelha de partida ao lado de Yvan
Muller, como consequência do esquema de inversão da tabela, tendo terminado
atrás do campeão do mundo.
Monteiro pontuou, pela primeira vez, nas duas competições do mesmo fim-desemana, somou treze pontos, o que lhe permitiu subir ao décimo segundo lugar da
Geral de pilotos.
A BMW tem, também, razões para sorrir: conseguiu a primeira vitória da época,
por intermédio de Augusto Farfus, depois de Sérgio Hernández ter garantido a
«pole», enquanto que Jörg Müller garantiu o segundo posto, pelo que a Seat só
obteve o último lugar do pódio, através de Gabriele Tarquini.
Como consequência, a BMW, como cinco pilotos nos primeiros seis postos,
totaliza, agora, com 120 pontos, menos 16 do que a equipa espanhola, e, no Mundial
de pilotos, Farfus está a apenas três pontos de Yvan Muller, líder da classificação.
Na Chevrolet, Alain Menu foi o melhor piloto, ao ficar na décima segunda posição,
à frente de Nicola Larini, em contraste com o 22º lugar de Robert Huff.
«Sabíamos que os BMW se iriam defender e tornar muito complicada a nossa
missão. Se arriscássemos podíamos ter comprometido o resultado colectivo,
pelo que a maior preocupação foi mantermo-nos dentro dos lugares
pontuáveis. Em Valência, o nosso carro não foi o mais rápido, mas foi,
seguramente, o mais equilibrado e isso fez toda a diferença. A SEAT Sport
está de parabéns, porque tem tido um trabalho incrível nas várias alterações
que tiveram de fazer no carro durante os últimos meses.Temos um conjunto
muito consistente e é isso que nos permite estar competitivos. Dentro de três
semanas, em Brno, espero continuar a lutar pelo pódio e acredito que podemos
conseguir um bom resultado na defesa do título de construtores», afirmou, no
final, Tiago Monteiro.
MUNDIAL DE TURISMO TOP 10
1. AUGUSTO FARFUS 23:16.075
2. Jörg Müller
+0.540
3. Gabriele Tarquini
+5.426
4. Andy Priaulx
+5.884
5. Alessandro Zanardi +6.676
6. Sérgio Hernández
+7.176
7. Yvan Muller
+11.169
8. TIAGO MONTEIRO +11.569
9. Stefano D’Aste
+13.052
10. Tom Coronel
+16.936
Ral
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E RAL
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D LATHII
LATVAL
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Finlândês indomável ao volante
de um Ford Escort RS 1800,
numa competição marcada pela
destruição do Lancia de
Burghard Brink.
Jari Matti-Latava trocou o
Focus do Mundial de ralis, por
um Ford Escort RS 1800, e, no
Rali Histórico de Lahti, garantiu o primeiro lugar, tal como tinha acontecido na
Sardenha, na última ronda do WRC.
Latvala venceu nove das onze especiais disputadas, tendo terminado à frente de
Mikka Turkki e Pekka Laaksonen, segundo e terceiro classificados, ao volante
de um Opel Ascona 400 e de um Ford Escort RS 2000, respectivamente.
A prova finlandesa foi marcada pelo acidente aparatoso de Burghard Brink, o
que deixou o seu Lancia Stratos bastante danificado.
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Luta pela vitória bastante
intensa numa prova com cinco
Peugeot 207 S2000 nas
primeiras posições.
Krum Donchev venceu o Rali
da Croácia, terceira prova do
Europeu, disputada até ao
último segundo: o búlgaro
celebrou a liderança, depois de Michal Solowow ter chegado à derradeira especial
no comando, mas acabou por ceder o primeiro lugar, ficando a 4,5 segundos do
rival.
Luca Betti garantiu o último lugar do pódio, a 41,5 segundos de Donchev, após
o acidente sofrido em Istambul, enquanto Conrado Fontana, que perdeu três
minutos devido a uma má escolha de pneus, e Davide di Benedetto fecharam o
«top 5». Curiosamente, os cinco primeiros classificados competiram ao volante
de um Peugeot 207 S 2000. Por isso, o melhor piloto sem um carro da marca
francesa foi Valentin Porcisteanu, com um Evo IX, na sexta posição.
Na Geral, Solowow comanda com 34 pontos, mais cinco do que Donchev, segundo
classificado, enquanto Conrado Fontana ocupa a terceira posição, com 22 pontos.
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Sexta-feira 5 de Junho de 2009
TORONTO
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A comunidade açoriana que vive em Toronto, esteve em festa
no último fim de semana quando o governo regional dos Açores
esteve de visita para prestigiar a diáspora no Dia dos Açores.
Na sexta-feira, 29 de Maio, a Casa dos Açores ofereceu um
jantar, onde compareceram mais de 200 convidados para uma
recepção à comitiva vinda dos Açores, quando Carlos César, o
presidente do governo dos Açores clamou a todos da comunidade
a se unirem incentivando a nacionalização e exercício pleno da
cidadania canadiana.
Carlos César fez um apelo, para que as instituições prestem
serviços à comunidade e sejam facilitadores da acção do governo,
“transformando-se em verdadeiras plataformas de ajuda à nossa
comunicação com as autoridades provinciais e locais’.
O presidente considerou a comunidade açoriana em Toronto
como a capital açoriana no mundo, justificando a escolha da
celebração do Dia dos Açores nesta capital como, “um abraço
da alma açoriana e uma homenagem justa e repetida a todos
aqueles que tiveram de sair, trabalhando e prestigiando lugares
espalhados por todo o mundo”.
Carlos César também pediu que as associações continuassem o
trabalho de defender a lingua portuguesa, divulgando a cultura
e manifestações de açorianidade, “que incorporem esta forma
portuguesa diferente de estar”, assim completou.
O presidente lembrou que nos dias de hoje os Açores estão num
nível bem mais elevado de desenvolvimento e modernidade,
impedindo a saída “da nossa gente para outras paragens”.
O Presidente da Assembleia Legislativa dos Açores, Francisco
Coelho, também presente em Toronto para as comemorações
do Dias dos Açores, falou da escolha de Toronto para comemorar
de forma diferente esta data, quando todos os anos distinguem
entre os açorianos aqueles que merecem uma palavra simbólica
de reconhecimento em diversas áreas.
“Mais que os Açores, a nossa valia e a nossa riqueza são os
açorianos”, completou Francisco Coelho, “quando atravessamos
o mar vemos aqueles que pela sua honestidade e trabalho são
notícia e são cidadãos”.
No domingo, 31 de Maio, foram entregues 35 insígnias
honoríficas açorianas no auditório do Liberty Grand numa sessão
solene do Dia dos Açores.
Entre aqueles que receberam reconhecimento este ano, foram
28 personalidades e sete pessoas colectivas: um que recebeu
insígnia autonómica de Valor, oito de reconhecimento, 23 de
Mérito e três de Dedicação . Fernando Menezes, que foi
presidente do Parlamento nas duas anteriores legislaturas,
recebeu a Insígnia Autonómica de Valor, enquanto a Insígnia
Autonómica de Reconhecimento distinguiu os antigos reitores
da Universidade dos Açores, Machado Pires e Vasco Garcia; os
ex-ministros e ex-eurodeputados Medeiros Ferreira e Costa
Neves e ainda os políticos de ascendência açoriana Mário Silva,
deputado no Canadá, e congressistas californianos Dennis
Cardoza, Devin Nunes e Jim Costa. Com a Insígnia Autonómica
de Mérito Cívico foram contempladas as Casas dos Açores de
Winnipeg, do Ontário e do Quebeque, a Banda de Música da
Zona Militar dos Açores e o Fayal Sport Club, que este ano
celebrou 100 anos de existência. A mesma insígnia foi atribuída
ao escritor João de Melo, ao antigo hoquista internacional Jorge
Vicente, ao padre José Lima do Amaral Mendonça, ex-Vigário
Geral da Diocese de Angra, e, a título póstumo, ao padre Eugénio
Coelho Rita, que paroquiou durante mais de 40 anos na ilha do
Corvo, e a Maria Liónia Pereira, a primeira mulher a ser eleita
Presidente de Câmara nos Açores.
A Insígnia Autonómica de Mérito Profissional distinguiu
António Manuel da Silva Melo, o maestro da Orquestra Regional
“Lira Açoriana”, e ainda os docentes universitários Elvino
Silveira de Sousa e José Carlos Moniz Teixeira, radicados no
Canadá, e Frank Fontes Sousa, Irene Maria Ferreira Blayer, José
Francisco Rodrigues Costa e Onésimo Teotónio Pereira de
Almeida, que leccionam nos Estados Unidos.
Com a Insígnia Autonómica de Mérito Industrial, Comercial e
Agrícola, os Açores reconheceram este ano os empresários
Carlos Pacheco, fundador da maior central de produção para
abastecimento da Dunkin Donuts nos Estados Unidos, e David
Nicodemos Tavares, presidente da empresa canadiana GlobeStar
Systems, as conserveiras Cofaco-Açores e Sociedade Corretora
e, a título póstumo, Gilberto Mariano da Silva, ligado aos barcos
e às lanchas do Pico, e Francisco Pessanha, fundador da fábrica
de conservas da Cofaco na Madalena.
Conceição Castro Ramos, especialista em Educação, José
Carreiro de Almeida, antigo Delegado Escolar de Ponta Delgada,
e Luís Brito de Azevedo, especialista em Saúde Pública,
receberam a Insígnia Autonómica de Dedicação.
A abertura musical ficou a cargo do luso-canadiano de origem
aaçoriana, Remigio Pereira, que tem fama intenacional como
cantor, guitarrista, compositor e autor de canções.
Os Hinos do Canadá, Portugal e dos Açores foi interepretado
pelo coral Stela Maris.
O presidente dos Açores, na ocasião, falou que todos os anos se
comemora este Dia simbólico desde de 1980 “quando evocamos
a nossa condição açoriana e requisitamos à nossa memória de
povo outros e acumulados motivos de orgulho... É nosso Dia.
Quero dizer: é o dia em que os açorianos meditam na conciência
que têm de si”.
CONVIDADOS DE HONRA COM A DIRECÇÃO DA CASA DOS AÇORES
CONVIDADOS E AUTORIDADES PRESENTES
EM CONVÍVIO E DESCONTRAÇÃO
EDIÇÃO 216
COMPLEMENTO DE CULTURA
SEXTA-FEIRA, 5 DE JUNHO DE 2009
DAVID TAVARES, LUISA CÉSAR, DRA. MARIA AMÉLIA PAIVA E
CARLOS CÉSAR
LUIS CESAR, CARLOS CÉSAR E LUISA CÉSAR
DURVAL TERCEIRA NA CASA DOS AÇORES
IMPOSIÇÃO
MÁRIO SILVA, UM
DOS
AÇORIANOS AGRACIADOS
PRESIDENTE DA ASSEMBLÉIA
LEGISLATIVA DOS AÇORES,
FRANCISCO COELHO
DE INSIGNIAS NO
LIBERTY GRAND
CORAL STELA MARIS
Missão de Paz
A Associação dos Ex-Combatentes do Ultramar do Ontario convida todos os
ex-combatentes a integrarem-se “numa missão de paz” na sua representação
na Parada do Dia de Portugal.
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TORONTO
MENSAGEM DA CÔNSUL GERAL DE PORTUGAL EM TORONTO
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2009
“QUEM QUIS SEMPRE PÔDE”.
LUÍS VAZ DE CAMÕES, OS LUSÍADAS, CANTO IX, 95,6
de um presidente de Câmara em Kingsville - e os/as jovens têm mostrado de
várias formas o empenhamento em assumirem uma postura mais actuante nas
diversas esferas da vida comunitária.
Caros/as Compatriotas e Luso-descendentes,
No último ano em que celebrarei
convosco o Dia de Portugal, de Camões e das
Comunidades Portuguesas, quero antes de
mais afirmar a muita honra que constituiu para
mim ter sido nestes três anos e meio a
representante do Estado Português nas
Províncias do Ontário e de Manitoba. As
muitas manifestações de confiança, apoio e
mesmo carinho com que fui sempre acolhida
por vós, constituíram um estímulo adicional
para a minha actuação em defesa dos
interesses de Portugal e das comunidades
portuguesas nestas duas províncias.
Antes de mais importa não esquecer que falar
dos portugueses/as na diáspora é falar da
determinação, da coragem, do espírito de
sacrifício que tantos dos nossos antepassados e contemporâneos, homens e
mulheres, postura com que então e hoje, demonstraram e continuam a demonstrar,
em circunstâncias tantas vezes de grande dificuldade e dureza do ponto de vista
físico e espiritual, o grande valor e força que os caracterizam.
Esta comunidade, dizia, junto da qual, com muita honra, represento o Estado
Português enquadra-se no paradigma de tantas outras comunidades portuguesas
espalhadas pelo mundo – trabalhadora, dinâmica e no geral bem sucedida e
razoavelmente integrada – encerra em si mesma um enorme potencial para
alcançar mais elevados patamares de reconhecimento, nomeadamente a nível
económico-social, mas também cívico e político e, em particular nesta última
vertente.
Na realidade, os cerca de 250 mil a 300 mil cidadãos/ãs de origem portuguesa
que vivem hoje no Ontário e de Manitoba podem encontrar-se em todas as áreas
da vida económica, social e cultural destas Províncias.
Mesmo que muitos os queiram ainda “acantonar” e simplisticamente arrumar
nas áreas tradicionais da construção civil e dos serviços domésticos e de limpeza,
bem como na indústria manufactureira e dos serviços, cada vez mais e em números
crescentes são aqueles que desempenham funções no sector bancário (em todos
os níveis, mesmo nos de mais elevada responsabilidade), nos serviços
governamentais e municipais, nas empresas, nas universidades, no exercício da
advocacia ou da medicina, na engenharia, na assistência social, para além de
muitos pequenos e médios empresários e algumas grandes empresas de dimensão
nacional e internacional.
Enfim, os luso-canadianos estão presentes um pouco por todas as áreas, não
esquecendo a comunicação social, a música, o desporto, a moda e as artes em
geral, entre as quais a literatura.
É por essa razão que com muito gosto e pelo 4º ano consecutivo me dirijo às
comunidades de portugueses/as e luso-descendentes destas duas Províncias, por
ocasião de mais uma celebração do Dia de Portugal, de Camões e das
Comunidades Portuguesas, desejando em meu nome pessoal e dos restantes
funcionários/as consulares, que estas comemorações possam mais uma vez elevar
e dinamizar toda a comunidade em torno de Portugal e da cultura e língua
portuguesas.
Num ano em que em Portugal têm lugar vários actos eleitorais, sendo que em
dois deles os portugueses residentes no estrangeiro e que estejam recenseados
são chamados a participar, queria antes de mais apelar ao voto, quer nas eleições
para o Parlamento Europeu que se realizarão a 7 de Junho – poderão votar no
Consulado-Geral e no Consulado Honorário a 5, 6 e 7 de Junho – e mais tarde
nas eleições legislativas, no Outono de 2009.
Esse é um direito e um dever dos que vivemos em democracia – a participação
activa dos cidadãos/ãs na vida cívica e política são a melhor forma de defender e
promover os vossos direitos a título individual e como comunidade.
Nestes três anos e meio pude testemunhar alguns progressos para a comunidade
portuguesa destas Províncias – no Ontário foram eleitos dois deputados lusocanadianos para o Parlamento Provincial, tendo um deles responsabilidades
ministeriais e recentemente foi reeleito um deputado a nível federal, para além
Uma maior participação cívica e política da comunidade, visando entre outros
objectivos a salvaguarda dos seus interesses e a preservação dos seus valores para
as gerações futuras neste país multicultural, que é o Canadá, devem ser objectivos
centrais da comunidade e das suas organizações. O apoio económico da
comunidade é fundamental para a sustentabilidade desse outro objectivo, o de
poder contar com um maior número de luso-canadianos em lugares de relevo da
vida política canadiana.
Muitos outros sucessos podem estar ao alcance da comunidade luso-canadiana
em termos, quer de participação cívica e política, mas também nas vertentes da
participação e melhor integração na vida económica, social e cultural canadiana,
mas também da província e das comunidades onde vivem.
Como várias vezes defendi, a comunidade e as suas organizações podem e devem
alargar a sua actuação junto de outros públicos que não apenas o luso-canadiano,
estabelecendo pontes e outras formas de cooperação e de parceria com as
sociedades onde se encontram, dando a conhecer a nossa cultura e tradições, mas
também o Portugal do século XXI.
É fulcral que a comunidade se continue a unir de forma efectiva em torno de
projectos comuns sejam eles de beneficência, culturais, económicos ou políticos,
pois tem todas as condições nomeadamente as económicas para, como outras
comunidades, ser mais visível e interveniente em vários campos, defendendo e
abrindo portas para todos os seus membros mas também para o aprofundamento
de relações mais estreitas entre a Província e Portugal.
As diferentes organizações da comunidade luso-canadiana sempre trabalharam
pela preservação e promoção da língua e cultura portuguesas. Hoje, para além
desse, muitos outros desafios constituem o seu dia-a-dia. Entre tantos outros, a
sucessão e a dificuldade em mobilizar voluntários/as para dar continuidade a
projectos com algumas dezenas de anos, constituem um repto complexo e difícil,
mas ultrapassável.
Os caminhos a percorrer não serão fáceis ou sem obstáculos e terão que passar
obrigatoriamente por uma maior união de esforços e de iniciativas e ainda por um
maior debate e diálogo entre as diferentes gerações que constituem a comunidade.
O diálogo entre gerações implica de parte a parte saber ouvir e escutar os diversos
interesses e experiências, mas também saber decidir sobre o melhor caminho,
respeitando com tolerância, os contributos de todos e de todas. É fundamental a
renovação e participação inclusiva de jovens, mulheres, isto é de cidadãos e de
cidadãs de todas as origens regionais e outras.
As razões de esperança são muitas. Testemunhei nestes anos muitas manifestações
de orgulho na nossa herança cultural e as que me deixaram mais confiante foram
aquelas que me foram transmitidas por muitas/os dos nossos/as jovens.
A língua e cultura portuguesas são a nossa identidade cultural – são aquilo que
nos distingue – pelo que o seu ensino deve ser uma prioridade – quer em casa,
quer na escola. Por outro lado, a educação, nomeadamente a educação universitária
e a qualificação profissional e a promoção dos valores de excelência junto das
nossas crianças e jovens são fundamentais não só para o seu sucesso pessoal e
profissional mas também para a preservação da cultura portuguesa.
Neste contexto, queria sublinhar a importância da actuação organizada e concertada
das muitas e diversas organizações das comunidades portuguesas no Ontário e de
Manitoba. Organizações que, com os seus voluntários e voluntárias, merecem
todo o meu apoio e consideração.
A concluir, e sendo esta a última mensagem que vos dirijo como Cônsul-Geral
por ocasião do 10 de Junho, quero desejar a estas Comunidades uma excelente
celebração do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas e, por
outro a continuação dos maiores sucessos a todos/as os portugueses/as e lusodescendentes que com o seu trabalho, esforço, inteligência e criatividade têm e
continuarão certamente a contribuir para a prosperidade destas províncias.
Mª Amélia Paiva
Cônsul Geral de Portugal em Toronto
29 de Maio de 2009
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CONVIDADOS DE HONRA ENTOANDO OS HINOS DO CANADÁ
TONY SILVEIRA
ACOMPANHADOS NA VOZ DE
ROBERTO MEDEIROS, DRA MARIA AMÉLIA PAIVA, PETER FONSECA,RUI
MELO,CHARLES SOUSA,ARMINDO SILVA E JACK PRAZERES
EDUARDO GOUVEIA-OLEIRO
MARIA VANILDE AMARAL-BORDADOS
JOÃO ANDRADE-CESTEIRO
JOSÉ NUNO ACHADINHA-MINIATURAS
EM
MADEIRA
“O homem sonha...a obra nasce”. Assim tem sido o
Carassauga, um sonho que se tem tornado realidade há
24 anos, quando as culturas se encontram para celebrar
o multiculturalismo da cidade de Mississauga, quando
as culturas que se entrelaçam para se darem a conhecer
melhor e mostrar suas culinárias, artesanatos, músicas,
danças e cultura de um modo em geral.
Na abertura oficial do Pavilhão Português, estiveram
presentes como convidados de honra, Jack Prazeres,
Presidente do Carassauga; Peter Fonseca, Ministro do
Trabalho e Deputado Provincial (MPP); Charles Sousa,
Deputado Provincial (MPP); Dra. Maria Amélia Paiva,
Cónsul-Geral de Portugal em Toronto; Rui Melo,
Presidente da AMISM (Associação de Municípios da
Ilha de São Miguel) e Presidente da Câmara Municipal
de Vila Franca do Campo; Roberto Medeiros,
Coordenador da Presença do artesanato de São Miguel
no Festival Carassauga e vice-Presidente da Câmara
Municipal de Lagoa Açores, que se juntaram aos
Presidente do Executivo e da Assembléia Geral do
Centro Cultural Portugues de Mississauga, Gilberto
Moniz e Armindo Silva, para entoarem os hinos do
Canadá e Portugal, na abertura de mais uma paticipação
no Carassauga.
Neste mês de Maio, entre os dias 22 a 24, como disse o
luso-canadiano Jack Prazeres, Presidente do
Carassauga, “conseguimos viajar o mundo com apenas
10 dólares e sem esperas nos aeroportos”. Sem dúvida
alguma, um raro momento que se pode saborear a
culinária de diversos países e enriquecer o
conhecimento cultural, presenciando, usos e costumes
de diversas nações de todo o mundo.
Jack Prazeres, aproveitou o momento para agradecer
aos mais de 3 mil voluntários que participaram com o
trabalho incansável, atribuindo a estes o grande sucesso
do evento durante estes 24 anos e definiu o Carassauga
como “uma maneira de provar às Nações Unidas como
se pode trabalhar juntos e com harmonia”.
A bem da verdade, é um encontro que emociona,poder
presenciar tantas nacionalidades diferentes, tendo a
liberdade de mostrar suas tradições, suas raízes e reviver
a memória de seu país de origem.
Peter Fonseca, falou do orgulho de ver o Pavilhão
Português no Carassauga, podendo compartilhar a
cultura portuguesa com todos os participantes de mais
uma temporada. O Ministro considera muito importante
este evento, que mostra como uma sociedade pode viver
unida e em paz para atingir um objectivo de
crescimento.
Gilberto Moniz, disse “ser cada vez mais motivo de
orgulho ver o Pavilhão Português sempre cheio”,
mostrando-se optimista de que este ano, mais uma vez,
venham a ser reconhecidos pelos organizadores do
evento como o melhor pavilhão, como foi no ano de
2008, quando venderam 2500 passaportes e desta vez
até sexta-feira já haviam sido vendidos 2800.
Moniz considera como o segredo do sucesso no evento,
“a humildade e muito trabalho”.
Dra. Maria Amélia Paiva, disse sentir um misto de
felicidade e saudade neste momento que se despede
da comunidade portuguesa de Toronto.
A Consul referiu-se ao Pavilhão Português como, “mais
uma vez fazendo bonito”, lembrando que, a presença
do artesanato de São Miguel, vem dar ainda mais vida
à riqueza da criatividade portuguesa. A AMISM,
Associação de Municípios da Ilha de São Miguel,
associou-se pelo segundo ano consecutivo ao festival,
trazendo uma exposição etnográfica sobre aquela ilha,
com a vinda de seis artesãos micaelenses que
trabalharam ao vivo durante o evento, testemunhando
e personificando a riqueza do património dos Açores,
mostrando o génio inventivo, a habilidade manual de
dar sua forma ao objecto trabalhado.
Entre os artesãos presentes estavam, João Andrade,
(cesteiro), do Concelho de Lagoa; Maria Cristina
Borges, do Concelho da Ribeira Grande (com os terços
tradicionais dos romeiros, azulejaria e artesanato
variado); Luisa Amaral, ( bordados e ponto de cruz,
biscoitos e compotas com artesanato diverso), do
Concelho da Povoação; Eduardo Gouveia, (oleiro),
vivendo em Kingston e representando o Concelho de
Lagoa; Maria Zélia Raposo, (tecedeira), do Concelho
do Nordeste; José Nuno Achadinho, (miniaturas em
madeira), do Concelho de Vila Franca do Campo e
Maria Vanilde Amaral, (bordados), do Concelho de
Ponta Delgada.
Mais uma vez, com a mesma motivação e
imaginação, o Pavilhão Português brilhou com o
conhecido orgulho do querer mostrar ao mundo que
a cultura portuguesa está onde estiver um português
que fale a lingua de Camões. Os que por lá passaram
puderam apreciar o sabor da gastronomia, a
qualidade dos vinhos, a cor e a alegria do folclore, a
alegria e diversidade musical na voz de Tony Silveira,
isto sem contar com a melancolia do fado, a canção
nacional, na voz de Tony Câmara.
MARIA ZÉLIA RAPOSO-TECELAGEM
RANCHO DO CENTRO CULTURAL
DE
MISSISSAUGA
MARIA CRISTINA BORGES-TERÇOS TRADICIONAIS, BIJUTERIAS,
AZULEIJOS E ARTESANATO
LUISA AMARAL-BORDADO EM PONTO DE CRUZ
TONY CÂMARA E ACOMPANHAMENTO
RANCHO DA CASA DOS POVOEIROS
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Neste 23 de Maio, a Bento’s Auto Centre na Dundas,
aprensentou uma programação diferente. Uma manhã
de primavera ensolarado, com um churrasco comunitário,
para justificar que as famílias pudessem sair de suas casas
e fossem verificar se os assentos de seus bebés adaptados
nos seus carros, apresentavam a segurança necessária
para as crianças.
Já ainda não eram bem 11 horas, quando os carros
começaram a chegar na Oficina Bento’s Auto Centre,
recepcionados por policias que verificavam a fixação de
carros de bebés, que na grande maioria estavam
inadequadamente colocados, e orientavam os pais no uso
correcto e seguro de levar seus filhos, evitando ferimentos
em casos de acidentes no trânsito.
Os que por ali passavam, também podiam medir sua
pressão e receber livros de orientação para o melhor
cuidado da saúde, como por exemplo, o alivio do stress
e os benefícios da caminhada para o melhor
funcionamento do coração e manutenção de peso
adequado.
Presenteno local, oferecendo suporte na área de saúde e
cuidados da família, também esteve presente uma equipa
do Heart and Stroke Foundation e do St. John’s
Ambulance.
O Deputado Provincial, Tony Ruprecht, que esteve
prestigiando o evento, considerou importante a iniciativa
de Bento São José, e na ocasião falou de problema actual
que sofrem as oficinas independentes, quando os novos
motores têm sua manutenção feita por computadores, e
as fábricas não liberam os programas, a não ser para as
concessionárias.
Ruprecht mencionou ainda a Lei Federal que está sendo
proposta, a qual obriga os fabricantes a liberarem o
programa para as oficinas independentes e assim gerar a
possibilidade de uma concorrência.
Bento São José, falou da satisfação de puder tentar ajudar
as famílias a transportar suas crianças com segurança,
“se houver crianças no carro elas não venham a sofrer
acidentes”, completou Sr. Bento.
Sean Lanfesty, Sargento da 11ª Divisão, falou da
necessidade daquela ação, “são muitas as pessoas que
usam a forma manual para fixar os assentos do bebê”. O
Sargento completou dizendo que entre os carros
checados, uma cerca de 80% estavam com os assentos
colocados incorretamente.
Durante a operação, os pais eram orientados em suas
dúvidas, inclusive a idade correcta de se levar o bebé
nos assentos, o que seria até 8 anos.
Bento São José falou-nos da iniciativa do churrasco, que
era um incentivo a mais para que as famílias não
deixassem de vir por ter de preparar o almoço e também
uma forma de gerar donativos para ajudar as crianças
carentes nas escolas, que “ficam com dificuladade de
aprendizagem se não tiver uma boa alimentação”.
Os donativos arrecadados foram destinados para o lanche
das crianças da St. Luigi Catholic School na área da
Simyngton, que estava representada por Tereza
Rodrigues e Jack Fava.
Fica sempre um pouco de perfume, nas mãos que
oferecem rosas e sabem ser generosas. E naquela manhãtarde de primavera, com certeza este perfume ficou nas
mãos do sr. Bento São José e sua equipa, que prepararam
de forma cuidadosa o evento, visando beneficiar não só
as famílias portuguesas, mas famílias de todas as
nacionalidades, dando uma verdadeira aula de amizade,
preocupação comunitária e solidariedade.
BENTO SÃO JOSÉ COM TONY RUPRECHT, COLABORADORES E
AMIGOS NO CHURRASCO DE PRIMAVERA, SAÚDE E SEGURANÇA
DONATIVOS PARA O LANCHE DA ST. LUIGI CATHOLIC SCHOOL
ÁREA DA SYMINGTON
POLICIA DA 11ª DIVISÃO EM AÇÃO DE FIXAR OS ASSENTOS
MOMENTO DE VERIFICAR TAMBÉM A SAÚDE
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INFANTIS NOS CARROS
O BBQ COMPLETOU A ALEGRIA DO EVENTO
TARDE DE PRIMAVERA COM DESCONTRAÇÃO
BENTO’S BBQ
SARGENTO SEAN LANFETY
TERESA RODRIGUES, BENTO SÃO JOSÉ, JACK FAVAS
EM MOMENTO DE ORIENTAÇÃO ÀS
FAMÍLIAS
NA ACÇÃO DE PROTECÇÃO À FAMÍLIA
BENTO SÃO JOSÉ E SUA
EQUIPA DE COLABORADORES
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A cidade do aço derreteu-se e moldou-se ao talento de Clara
Santos. Participante do Concurso de Cantores Amadores do
João Santos, a jovem Clara Santos acreditou nas suas
capacidades e deitou mãos à obra, gravando o disco “Corro
P’ra Ti” nos estudios Alegre Brothers Recording Studio. O local
para a apresentação foi Hamilton, a cidade que a acolheu quando
os seus pais decidiram emigrar para o Canada. As memórias da
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sua terra natal estão bem implicitas no seu novo trabalho
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MARIO
discográfico e a música Vagueira Vagueira é bem um exemplo
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CARNEIRO
disso. Se no passado a familia Santos viajou para o Canada à
procura de um futuro melhor, desta feita foram os seus amigos a correr para ela
para encherem o National Union Station. Pedro Alegre forjou este trabalho na
sua refinaria de Cambrige, que foi ouvido nota por nota numa sala requintada e
elegante. Mais uma vez as referências familiares são mais que muitas e a musica
Daddy, eu te amo comoveu
nitidamente a jovem cantora.
Mas o espectáculo teve outras
peças que completaram esta
engrenagem, isto para continuar
a usar uma linguagem
siderúrgica tão comum numa
cidade como Hamilton. João
Carlos Silva foi o apresentador
do evento e Rita Francis, Kayla
de Brito,e Sandra Silva,
elementos que também já
participaram no concurso do
João Santos, quiseram contribuir
com a sua voz para a festa da
amiga Clara. O motor que tem
impulsionado todos estes
talentos, o Duo Santos, fechou
a festa com animação e muita
dança. O jornal Flash deseja o
maior sucesso para esta jovem
artista da nossa comunidade.
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Sharing in
In these uncertain economic times, our government is taking real action to help
Canadians. We have moved quickly to ensure that the support provided through
our Economic Action Plan, Budget 2009, is available to workers and employers
across the country.
Recognizing the uncertainty facing many businesses, our government introduced
improvements to the Work-Sharing program, and we are seeing results. Currently,
there are more than 3,300 Work-Sharing agreements nationally protecting over
110,000 jobs.
In Ontario, there are now over 1,700 agreements involving more than 62,000
workers. One of these agreements is with Toyotetsu in Simcoe. Established in
2006, the company is a stamping and welding facility that manufactures
automotive parts for Toyota. At Toyotetsu, more than 200 workers have been
participating in Work-Sharing since March 1, 2009. There is also an agreement
with Reiter Automotive Mastico Ltd. This Tillsonburg company, founded in 1995,
manufacturers sound absorbing automotive components for the three major
automakers. Work-Sharing has been protecting about 200 jobs at Reiter since
January 18, 2009.
As part of our Economic Action Plan, our government extended Work-Sharing
agreements, over the next two years, by 14 weeks to a maximum of 52 weeks to
allow companies a longer time to recover. We are also increasing access to
Work-Sharing by providing greater flexibility in the qualifying criteria and by
streamlining processes for employers. This means that more Canadians can
continue working while companies experience a temporary slowdown.
Work-Sharing, an element of the Employment Insurance (EI) program, has been
assisting businesses that are experiencing a temporary slowdown caused by
factors beyond their control. The program is designed to help companies avoid
layoffs by offering EI income benefits to qualifying workers willing to work a
reduced work week while their employer recovers.
Our government knows that, by keeping Canadians working, we can minimize
the impact of this difficult economic time. Work-Sharing is a good deal for
everyone.
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A 22ª Semana Cultural Madeirense teve início no dia
22 de Maio com a cerimónia do içar das bandeiras, um
Madeira de Honra e apresentação do grupo folclórico
madeirense. Teve continuidade nos oito dias que se
seguiram, com actividades destinadas a realçar algumas
das principais características culturais e gastronómicas
da Ilha da Madeira. No sábado, a música ficou por conta
de J. Enterpraise, quando ainda se apresentaram os
artistas Al Raposo, Júlia Leal e Natacha Pinheiro. Já
no domingo, a animação foi pelo DJ da Casa da
Madeira, com a actuação dos Ranchos Folclóricos da
Casa do Alentejo, dos Povoeiros, Cantares e Bailares
de São Miguel e o Rancho da Casa da Madeira. Dando
seguimento às actividades da Semana Cultural
Madeirense, na segunda foi o Dia da Bordadeira,
quando aconteceu uma grande exposição de bordados.
Na terça foi o Dia dos Concelhos de Funchal, Câmara
dos Lobos, Ribeira Brava, Ponta do Sol e Colheita. e
na Quarta foi considerado o Dia dos Concelhos de Porto
Muniz, São Vicente, Santana, Machico, Santa Cruz e
Porto Santo, com apresentação de música de gaita por
João Ferraz. Na Quinta, actuou o pequeno artista
Jonathan Garcia e na sexta aconteceu o grande desfile
de trajes regionais, que segundo o Director do
Executivo, João Abreu, “foi um grande espectáculo”,
pois apesar de já terem se apresentado em outras casas,
este dia parecia ter sido mais perfeito. Na parte artística,
actuou a portuguesa animadora de festa, Katy. Olívia
Abreu da Direcção Cultural, considerou a Semana
Cultural como um sucesso, quando receberam muitas
visitas e a participação de muitas pessoas. “Tem sido
bastante trabalho, mas com a colaboração de todos, é
que podemos continuar”, assim completou. O Director
Executivo, João Abreu, disse ter sido “uma semana bem
passada, como em todos os anos”. Falando dos
projectos da direcção para o próximo ano, João Abreu
classificou como prioridade de dar continuidade aos
projectos já em andamento, como a reforma do
pavilhão do Madeira Park na sua cozinha e casas de
banho, além de algumas reformas na sede do Clube,
que pretende pelo menos começar ainda este ano.
Durante toda a semana, foi possível saborear a
gastronomia madeirense, quando a cada dia era servido
um prato típico da região, como o bacalhau assado no
forno com grão de bico, espetada madeirense e milho
frito, bife de atum, dobrada com arroz, macarrão
guisado, cozido à madeirense e espada preta com
batatas. O Centro Comunitário Casa da Madeira
também comemorou seu 46º aniversário no sábado,
quando do encerramento de sua 22ª Semana Cultural.
A celebração teve início pelas 7 horas, com um Madeira
de Honra, seguido do jantar de gala e o tradiconal corte
do bolo. Durante a noite de aniversário, o rancho da
casa, que está a preparar-se para viajar para a Ilha da
Madeira brevemente, fez uma impecável apresentação,
finalizando com quase todo o público presente a dançar
consigo a dança do pézinho. Na parte artística actuaram
o jovem André Cerneiro e Jorge Carvalho, tendo na
parte musical o conjunto Ritz a animar o baile.
SALOMÉ GONÇALVES, OLIVIA ABREU, JOSÉ
ABREU E JOSÉ MÁRIO
DE
FREITAS,JOÃO
OLIVIA ABREU E JOÃO ABREU
RANCHO FOLCLÓRICO
SEMANA CULTURAL
JONATHAN GARCIA CANTANDO PARABÉNS PARA A CASA DA
MADEIRA
DA CASA NO ENCERRAMENTO DA
ANDÉ CARNEIRO, VENCEDOR DO CONCURSO
AMADORES NA CATEGORIA JUVENIL
JOSÉ DA SILVA E JOÃO ABREU
DOS
22º
GRUPO RITZ
CANTORES
MIUDOS
GIGANTES NO FOLCLORE MADEIRENSE
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Sexta-feira 5 de Junho de 2009
25
TORONTO
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ORO
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L EM TO
Como tradicionalmente acontece
todos os anos, a abertura oficial da
22ª Semana das comemorações da
cultutura portuguesa, deu-se na
sede do Consuldo Geral de
Portugal na passada Sexta-Feira,
28 de Maio, com a presença de
representantes das colectividade
participantes da Aliança dos
R
POR
Clubes e Associações do Ontário
G
A
F
GRAÇA
FROTA
e o colorido sugestivo dos
estandartes de vários Ranchos Folclóricos.
Entre os ranchos representados na cerimónia, esteve
o Rancho Folclórico do Sporting, As Tricanas,
Arsenal do Minho, Ilhas e Províncias de Portugal,
Migrantes de Barcelos, Os Camponeses de Toronto,
Transmontanos, Rancho Folclórico do Nazaré,
Rancho da Casa da Madeira, Estrêla do Norte,
Acadêmicos de Viseu e Rancho Folclórico do Minho
e da Casa dos Povoeiros.
A cerimónia foi dirigida pelo Vice-Presidente da
Comissão Administrativa da ACAPO, Laurentino
Esteves, que juntamente com o Presidente da ACAPO,
José Maria Eustáquio; do Ministro do Trabalho, Peter
Fonseca e da Cônsul-Geral de Portugal em Toronto,
Dra. Maria Amélia Paiva dirigiram a cerimónia da
abertura formal da Semana de Portugal em Toronto.
Uma semana que diga-se na verdade, e um mês de
festejos.
José Eustáquio, na ocasião, apresentou os nomes
daqueles que foram distinção no ano pelo trabalho
em diversas áreas, como tem sido feito ao longo dos
anos. Na área das Artes, António Louvado; na
Comunicação Social, António Perinú; no Desporto,
João Almeida; na Juventude, Kris Cardoso, na
Literatura, Rui Balsemão da Silva; na Música, Steven
Dias Vieira e Dra Maria João Dodman como prémio
principal.
Eustáquio também agradeceu aos Clubes e
Associações que fazem parte da ACAPO e aos
voluntários por tudo que tem sido feito para que a
Semana de Portugal no ano de 2009 venha a ser um
sucesso. O presidente encerrou desejando a todos uma
boa temporada cultural e que participassem e
aproveitassem ao máximo os eventos.
Peter Fonseca, como representante do governo do
Ontário, disse sentir-se honrado de participar deste
evento, e entre seus agradecimentos destacou José
Eustáquio pelo excelente trabalho que sempre tem
realizado nestas comemorações, como líder nos
últimos 13 anos.
Peter convocou a comunidade a participar unida, num
único esforço, para partilhar com a grande Toronto
toda a beleza da cultura portuguesa. “É bom ver as
outras comunidades fazer parte destas comemorações,
e ver nossa comunidade ser bem vista por tudo que
tem sido feito em termos profissionais e sociais”,
continuou o Ministro.
Dra. Maria Amélia Paiva, lembrou ser este o último
ano em que celebra com a comunidade Portuguesa
de Toronto, o Dia de Portugal, como Cônsul Geral,
reafirmando a honra que teve nestes três anos e meio
ABERTURA OFICIAL DA SEMANA DE PORTUGAL-LAURENTINO
ESTEVES,PETER FONSECA, DRA. MARIA AMÉLIA PAIVA E JOSÉ
EUSTÁQUIO
de representar o Estado Português nas Provincias de
Ontário e Monitoba, e agradeceu a confiança e
simpatia com a qual sempre foi acolhida.
“Antes de mais, importa não esquecer que falar dos
portugueses e portuguesas na diáspora é falar da
determinação, da coragem, do espírito de sacrifício
que tantos dos nossos antepassados e contemporâneos,
homens e mulheres, demonstraram e continuam a
demonstrar, em circunstâncias tantas vezes de grande
dificuldade e dureza do ponto de vista físico e
espiritual, o grande valor e força que os caracterizam”,
lembrou a Cônsul.
Do futuro, a mesma referiu-se que, “As razões de
esperança são muitas. Testemunhei nestes anos muitas
manifestações de orgulho na nossa herança cultural e
, as que me deixaram mais confiantes, foram aquelas
que me foram transmitidas por muitos e muitas dos
nossos jovens”.
Dra Maria Amélia, mais uma vez, incentivou o luso
canadiano a ir mais à frente, “levar Portugal mais
longe”; e não se intimidar, “ como várias vezes
defendi, a comunidade e as suas organizações podem
e devem alargar a sua actuação junto de outros
públicos que não apenas o luso-canadiano,
estabelecendo pontes e outras formas de cooperação
e de parceria com as sociedades onde se encontram,
dando a conhecer a nossa cultura e tradições, mas
também o Portugal do século XXI”.
Como parte da cerimónia, o acto solene dos hinos do
Canadá e de Portugal foram interpretados por Sara e
Rosemary da Silva, da Sociedade Musical de Santa
Helena.
Dando continuidade a programação, muitos dos que
ali estavam seguiram para o Trinity-Bellwoods Park,
para prestar o Tributo ao Voluntário.
Desta feita, José Eustáquio mais uma vez enalteceu
o trabalho dos voluntários. “Não há voluntário
como na comunidade portuguesa”, lembrando que
muitos passam naquele parque quase todos os dias,
e raramente pensam no que aquela pedra representa.
“A comunidade portuguesa ficou mais rica depois
da inauguração desta pedra. A comunidade
portuguesa é rica por causa de vosso trabalho e
dedicação”, completou Joe Eustáquio.
DURVAL TERCEIRA COM REPRESENTANTE DO RANCHO
FOLCLÓRICO ACADÊMICOS DE VISEU
REPRESENTAÇÃO
DE
13 RANCHOS FOLCLÓRICOS
NO
CONSULADO
PARA A CERIMÔNIA
TRIBUTO AOS VOLUNTÁRIOS NO MONUMENTO DO TRINITYBELLWOODS PARK
OS RANCHOS FOLCLÓRICOS
NO
TRIBUTO VOLUNTÁRIO
26
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Sexta-feira 5 de Junho de 2009
R
A
C V
POR FRANCISCO
RA
VIEIRA
FE
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V ÃO DA CA NÇÃO
O
FESTIV
AL
S GRATID
O ONDE
N
E A NOSSA
IDÃO,
ES
S TÁ?
A semana passada escrevi uma pequena notícia alusiva ao
Festival da Eurovisão. Foi o seguimento de um artigo mais
alargado que escrevi há dois meses, a quando do
apuramento em Portugal, da música que nos representaria
este ano naquele certame, na cidade de Moscovo, na Rússia,
país ganhador da edição de 2008.
No artigo a que me refiro, fiz (em jeito de desabafo) uma
comparação entre quatro das nossas participações naquele
festival, desde o António Calvário, até aos dias de hoje.
Uma tentativa de despertar mentalidades para o facto de
que estamos já num novo século, que o mundo mudou e
que o festival da Eurovisão, como nós o conhecíamos, já
não existe.
“Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades” e os
costumes também. O Festival hoje é muito diferente daquilo
que se podia ver no século passado (não necessariamente
melhor). Na minha opinião, perdeu muito da sua identidade.
Hoje a esmagadora maioria dos países leva músicas que
pouco ou nada tem a ver com a cultura do país. Quase
todas cantadas em inglês, (por razoes comerciais), mas num
inglês de má qualidade, o que a meu ver deveria ser proibido
pela organização. “Eurovisão” é sinónimo de Europeu, e a
Europa não fala toda em inglês.
Sou do tempo em que ouvíamos os Países cantarem cada
um na sua língua oficial. Nesse tempo estávamos em pé de
igualdade. Era tão difícil para os Romenos entenderemnos, como para nós, entendermos os Checos.
Para aqueles que não acompanham este assunto, este ano
estamos representados em Moscovo por o grupo Flor-deLis, com o tema “Todas as ruas do Amor”. Um grupo
recém-formado (tem apenas 9 meses de existência) que
integra a nova geração da Música Popular Portuguesa.
Concorreu ao Festival RTP da canção e ganhou. Reconheço
que merecidamente. Alem deles e da música interpretada
pela Luciana Abreu “Juntos vamos conseguir”, não vi mais
nada à altura. A meu ver, a Luciana foi a sua única “rival”,
de todas as que foram a concurso.
Acho a “Todas as ruas do Amor” uma canção alegre.
Tipicamente Portuguesa, com os nossos sons tradicionais.
Uma música que transpira Portugalidade. Não posso negar
que gostei de ver na semi-final, em Moscovo, o nosso
cavaquinho, o nosso acordeão, a nossa guitarra, as roupas
dos Flor-de-Lis, tipicamente Portuguesas. Eles com traços
do Alentejo. Elas com as saias rodadas, inspiradas nas sete
saias da Nazaré.
Mas continuamos no mesmo. Falta-nos força! Falta-nos
uma música forte, sonante, que caia no ouvido de toda a
gente. Não percebo porque é que, depois de 53 anos de
existência deste certame, ainda não tenhamos percebido o
espírito daquilo, as tendências de quem tem algum poder
de voto...
Isto porque não quero acreditar que em Portugal não exista
alguém capacitado para fazer uma canção capaz de ganhar
aquele concurso...
Este ano não foi excepção. Passamos (com alguma
surpresa) à final, mas depois, quando foi a sério,
“desaparecemos” no quadro de pontuações. É lógico que
não culpo os “Flor-de-Lis! A meu ver, fizeram o seu melhor.
Com profissionalismo, com alegria, com Amor à Pátria.
Mas faltou-lhe aquilo que sobrou ao país ganhador. O
mesmo que faltou aos outros 52 concorrentes que antes
deles foram à Eurovisão representar Portugal; Uma canção
com ESPÍRITO DE VITORIA!!! Uma canção FEITA
PARA GANHAR, não apenas para ir lá representar
Portugal. Bom, ficamos mais ou menos a meio da tabela.
Não foi muito mal...Ninguém estava à espera que ganhassemos. Numa forma geral, foi um bom festival de cantigas.
Grandes musicas, grandes interpretações, grandes vozes.
Resumindo, um grande festival. Nota 10 também para a
organização. O maior palco de sempre neste certame. Um
recinto extraordinário, com uma lotação de vinte mil
pessoas. Um palco espectacular, o “último grito” em
questões de tecnologia, no som e efeitos especiais.
Da canção que ganhou (Noruega), tenho a destacar o
intérprete, que também fez a letra, a música e ainda
acompanhou com o seu fantástico violino. Grande
interpretação! Merecia ganhar?! Fica ao critério de cada
um...Mas tem que se felicitar este jovem, pelo talento e a
garra com que representou o seu país.
Aos Flor-de-Lis, parabéns mais uma vez e votos de uma
grande carreira repleta de sucessos.
Mais uma vez
vou-vos falar da
América.
Sei que corro o
risco de ser
olhado de lado
por causa disso.
Tenho
plena
consciência do
sentimento antiamericanismo,
comum
nos
quatro cantos do
mundo.
Eu
próprio
entro
muitas vezes em
desacordo com
alguns amigos,
cidadãos deste país, sobre temas diversos, embora evite
sempre aprofundar demasiado algumas questoes, por
achar normal eles defenderem a sua pátria, tal como
eu defendo a minha. Mesmo sobre temas que não
concordo em Portugal, nunca gostei de os ver
criticados por terceiros.
Faz-me lembrar os problemas familiares. Por muito
que nos queixemos dos nossos, não gostamos de ouvir
falar mal deles por pessoas de fora.
A minha relação com a América é mais ou menos
assim:
Apesar de ser um pais que me “abraçou” (tenho dupla
nacionalidade) e de me ter dado oportunidades que na
maioria dos países, eu dificilmente conseguiria, sempre
tive alguma aversão a algumas “Americanices”,
principalmente no que toca à sua política externa.
Mas nalguns aspectos, são uma raça que eu admiro.
Sempre admirei a forma como defendem o que é seu.
A forma como acarinham e protegem os seus cidadãos
além fronteiras. Admiro a sua capacidade de aplicarem
as leis, independentemente de concordar ou não com
elas.
A forma como protegem as suas crianças e a terceira
idade. A gratidão com que tratam os seus veteranos
de guerra e a como recordam os que caíram em defesa
da sua bandeira, em qualquer parte do mundo.
É sobre isso que vos escrevo hoje, por ser na América
o Memorial Day. Um dos principais feriados
Americanos. O dia em que recordam e homenageiam
os seus soldados mortos. O monumento que postei com
este texto é o Túmulo do Soldado Desconhecido, no
Cemitério Nacional de Arlington, na cidade de
Washington, Distrito de Colúmbia.
Construído em cima de uma campa rasa, onde no dia
11 de Novembro de 1921, foi sepultado o cadáver não
identificado de um soldado que morreu em Franca, na
Primeira Guerra Mundial. O Monumento, como se
pode ver hoje, só foi inaugurado a 11 de Novembro
de 1932.
Em 1958, outros dois cadáveres de soldados mortos
na guerra, um na Segunda Guerra Mundial e o outro
na Guerra da Coreia, foram a sepultar naquele túmulo.
Os restos mortais de um outro soldado, morto na
Guerra do Vietname foram aí sepultados em 1984,
para serem removidos anos mais tarde, por se ter
conseguido identificar o cadáver que era até aí
considerado desconhecido, graças às novas tecnologias
que se foram desenvolvendo no final do século
passado, como os testes de ADN e outros.
Em 1999, o Pentágono anunciou que no futuro, jámais
um soldado Americano iria a sepultar sem ser
identificado e o Túmulo do Soldado Desconhecido foi
selado definitivamente. Claro que muitos outros
soldados destas quatro guerras foram a sepultar sem
identificação, mas estes quatro cadáveres foram ali
depositados num gesto simbólico. Um de cada grande
guerra em que a América se tinha envolvido até à data.
Este Monumento tem ainda a particularidade de ter
uma Guarda de Honra permanente (24 x 7 x 365). Um
gesto nobre, a meu ver, que mostra a gratidão de um
pais àqueles que morreram em sua defesa.
Serviu-me de mote este tema e o dia celebrado hoje
pelos Americanos, para tentar, mesmo que de uma
forma muito superficial ( evito sempre envolver-me
ou opinar sobre temas políticos), fazer aqui uma
comparação entre a forma como eles tratam os seus
Veteranos e as suas famílias, e a forma como isso foi
feito em Portugal em relação aos nossos soldados das
Guerras do Ultramar, já para não falar dos da Primeira
Grande Guerra, onde combateu também o meu Avô.
A nossa gratidão, onde está? Que apoio foi dado aos
que voltaram feridos, ou às famílias dos mortos?...
Fica aqui esta singela homenagem a todos eles e o
meu agradecimento. Se somos o país que somos hoje,
mesmo com os prós e os contras que nos são familiares
(como todos os outros países), devemos-lhe a eles
também o nosso carinho e gratidão.
Bem hajam
S O GRANJA
N A
VASC
Há vários dias que “oiço” falar neste homem em
todo o lado.
Que foi responsável por isto e por aquilo, que
“introduziu assim e que fez assado”...Claro que
me lembro do Vasco Granja, mas onde esteve
este homem nos últimos 20 anos?
Há quanto tempo não se falava dele? Quantos
jovens menores de 25 anos sabem quem foi
Vasco Granja?
Agora, depois da sua morte, “ressuscitaram” o
“Pai da banda desenhada” em Portugal. Quantos
“Vascos Granjas” não estão por aí “apagados”
em fim de vida, sem que ninguém fale deles e da
sua obra?! Estarão à espera que morram?
Curioso o facto de aparecerem agora tantos
“amigos” seus, na net, nos jornais, na televisão
a falar dele. País de ingratos. Terra de Hipócritas!!!
Tenho a certeza de que o Vasco, se adivinhasse
esta repentina “Ressurreição”, tinha-se “deixado
morrer” há mais tempo...
O FRANCISCO
N IS
IR A
POR
VIEIRA
NO MÍNIMO
IN
MÍNIMO,, INSÓL
IT O
IINSÓLI
Esta história poderia fazer parte de um filme qualquer de
Hollywood, mas aconteceu na vida real. Mostra-nos a
falta de humanismo e o lado materialista que predomina
no mundo de hoje.
Um homem de 25 anos, nos Estados Unidos da América,
tomou uma overdose de anti-depressivos e saiu de casa
desorientado, entrando numa enorme floresta. Horas mais
tarde, a família chamou a policia, que rapidamente activou
uma enorme operação de busca, num perímetro que
acharam possível o homem ter-se deslocado, naquele
espaço de tempo.
Informados de que o homem teria consigo o telemovel,
contactaram a operadora para tentar descobrir a localização
da antena que lhe estaria a dar rede naquele momento.
Informação que, logicamente, seria muito útil nas buscas.
Para grande surpresa de todos, a assistente que atendeu a
chamada informou que aquele cliente tinha o serviço
suspendido por falta de carregamento.
Apesar das explicações da policia, sobre a importância
da reactivação do serviço, nem que fosse apenas por cinco
minutos, a operadora recusou fazê-lo, sem que fosse
efectuado um carregamento mínimo de 15 euros naquele
cartão, sabendo que esse gesto poderia salvar uma vida.
Felizmente, o homem acabou por ser encontrado.
Inconsciente, mas vivo. Fica no entanto esta pergunta no
ar. Que mundo cão é este em que vivemos, onde a ganância
e lucros estão acima da vida humana? É que este homem
até nem estava em divida com a companhia. Apenas não
tinha, por algum motivo, efectuado o tal carregamento
obrigatório.
www.venuscreations.ca/flashnews
Sexta-feira 5 de Junho de 2009
27
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RAÇÃO…
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Com frequência
mencionamos nesta
coluna, que a
Imigração
não
a c e i t a
documentação, que
seja apresentada
P OR
JOEL
NAIA por pessoas, que
L DA N
L
C
E C
LICENCIADO
CENC
PELA sendo pagas, não
CSIC/CMI
pertençam
ao
quadro da CSIC ou advogados. Uma
nova campanha iniciada pelo presente
Ministro da Imigração Jason Kenney,
está a dar frutos positivos para
eliminar os falsos conselheiros.
Recentemente, uma pessoa sem
licença de conselheiro, na área de
Mississauga, foi punida pela
Imigração, e condenada a 18 meses
de prisão, mas devido à sua idade e
ao seu estado de saúde, parte da
sentença foi aplicada sob prisão na
sua própria casa. Este conselheiro,
depois de julgado e condenado,
devolveu milhares de dólares às suas
vítimas!
Quando quiser saber se o seu
conselheiro é autorizado a apresentá-
lo na Imigração, consulte o sítio de
Internete www.csic-scci.ca e aí terá a
informação necessária. Com certeza
que irá ficar supreendido com os
nomes de consultores de origem
portuguesa, que foram retirados do
quadro e, os mesmos, continuam a
fazer trabalhos de Imigração
ilegalmente.
Recentemente, estávamos no Centro
de Imigração do 6900 Airport Road,
quando presenciámos a triste cena de
uma pessoa que recentemente perdeu
a sua licença de consultor de
Imigração, a ser recusada a sua
entrada, para representar a sua cliente.
Na opinião da “conselheira” ela teria
toda a autoridade de representar o
cliente, porque a sua licença ainda
estava em vigor, quando inicialmente
assinou os documentos e os mandou
para a Imigração.
Obviamente que a conselheira estava
errada, e fazia um melhor papel se
estivesse calada, porque falando da
maneira como falou, alto e a bom
som, deu a conhecer a sua ignorância.
Aconselhamos a todas as pessoas, que
sejam representadas por advogados
ou consultores licenciados pela CSIC,
que quando pagam para os serviços
que os seus representantes fazem,
para pedirem uma factura com a
discrição e valor dos serviços
prestados. Se eles forem autorizados
a fazerem o trabalho de Imigração,
com certeza que não vão ter qualquer
problema em lhes darem a factura.
Mas, se não o forem, com certeza que
eles nunca lhes passarão a tal factura
com o valor dos serviços ou a
discrição dos mesmos!
H
O
N
HOUVE
MUDA NÇAS
S CONTR
N TRAT
NOS
TOS D
DE
RABALHO…
O…
TR
As aplicações para os contratos de
trabalho, são agora feitos com um
formato diferente do usual, e outros
documentos serão necessários, para
que os Recursos Humanos aceitem os
processos.
Desde o dia 27 de Abril, do corrente
ano, que os Recursos Humanos
terminaram com as extensões dos
contratos de trabalho. Agora, para
aqueles trabalhadores que queiram
renovar os seus contratos, o patrão
terá de preencher um novo contrato e
não uma extensão, o qual, se for
aprovado pelos Recursos Humanos do
Canada, depois, vai dar entrada com
outro documento, quando a pessoa
pedir a extensão do Permite de
Trabalho à Imigração.
Damos por conselho para entrarem
em contacto com representantes
competentes, a tempo e horas, para
que estes o ajudem, para assim
minimizar o número de processos
recusados.
Joel e Jennifer da Naia, são
colaboradores do Jornal Flash e são
licenciados pela Sociedade dos
Consultores de Imigração do
Canadá. Podem ser contactados,
para
qualquer
informação,
ou conselho pelo telefone
416-654-5229.
28
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Advogados
Sexta-feira 5 de Junho de 2009
Companhias de Construção
Fernando Martins
905 College St, Toronto, ON, M6H 1A1
416-536-5488
Associações
Casa da Madeira Community Centre
1621 Dupont St. Toronto, ON, M6P 3S8 –
416-533-2401
Casa do Alentejo
1130 Dupont St., Toronto, ON M5H 2A2 416-537-7766
Portuguese C. C. Mississauga
53 Queen St N, Mississauga, ON L5N 1A 2
905-286-1311
Automóveis bate chapas e pintura
Sv Auto Collision
28 Howard Park Ave, Toronto, ON, M6R 1V5
416-588-9087
Automóveis reparações mecânicas
Bento’s Auto Service Centre
2000 Dundas Street West, Toronto, ON
416-533-2500
Automóveis - Serviço completo
Tony’s Auto Centre
30 Howard Park Ave,Toronto ON
416 - 588- 6116
Eurowoodcarpentry2000Inc
140 Regina Rd Unit 12 –
Woodbridge, On L4L 8N1 905 265. 9255
Euroconcret and forming Inc
140 Regina Rd Unit 12 Woodbridge On L4L 8N1
905 265. 9400
Gremore Contracting Inc
Residential/commercial/
industrial - Milton – Carlos
Gonçalves – 905 -6939011
Lopies Excavating Demolition
5 Blaketon Road – Etobicoke ON
M9B 4V8 - 417 697 - 0503
Verte Construction Group Inc –
Jose Vertentes - 416-258-8322
Universal Construction
Avelino Cell 416-875-0620
Universal Structural Restoration
435 Bowes Road Unit 1, Concord ON-L4K 1J5 - Tel: 905.669.0105
Decoração
Decor Terminal Inc.
Victor e Marina Tavares – 1554 Dundas
St W- Toronto On
M6K 1T8
416-537-3468
Electrodomésticos –venda e
reparações
Kanada – General Repairs
LTD
Fernando Melo
416-537-1317
BANCOS
Banco Santander Totta
1110 Dundas St W,
Toronto, ON - M6J 1X2 Tel: 416-538-7111
Canalizadores
Silva Drain Service Limited
416-588-0813 ou 416-537-5538
Catering - restaurants
Ambiance Banquet Hall – Victor Couto
501 Alliance Ave. Toronto, ON
(416) 766-5620 ou (416) 537-1048
New
Casa
Abril
–
Restaurant & Catering
75 Oakwood Avenue,
Toronto ON M6E 2W4 - 416.654.9696
Entretenimento
Olé Toiro , Fernando Marques
4279 Creeks End, Mississauga ON
L4Z 1L6
Tel.:416-561-8550
Hollywood Productions, Sports
& Entertainment
3 Westmoreland Ave, Toronto 416-532-3666
Ervanárias
Ervanaria Mundial
425 Rogers Road , Toronto ON,
M6M 1A4
416-654-9133
Desenhadores-arquitectos
Contabilidade
Lismont Boookkeeping
bookkeeping,
accounting,
income tax Ligia Monteiro –
1255 St. Clair Ave West, 2nd floor – 416-238 4558
Churrasqueiras
Brasas Churrasqueira
Rotisserie & Grill
2385 Burnhamthorpe Rd. W.,
Mississauga, ON 905- 593-2727
Farol Churrasqueira
3635 Cawthra Rd, Unit 9 – entrega
ao domícilio/ take out 905- 272-4459
Churrasqueira Nova Esperanca
110 Brickyard Way, Unit #2, Brampton
905-457-5592
St. Matthew’s BBQ Chicken
527 Rogers Rd, Toronto, ON, M6N 1B4
416-658-4126
Cartões – telefone
Amigo Phone Card
416-827-1787
ON, M6N 1J1
V. Rosa Designs Ltd
1762 St. Clair Ave West, Toronto
416-588-0001
Floristas
Amar Flowers and Gifts
1268ª St. Clair Ave West
416-645-0180
Verdi Florist
1380 St. Clair Ave West
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1597 Dundas St. W., Toronto, On, M6K
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1631 Dundas St W. Toronto, ON M6K 1V2
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1454 Dundas Street West Tel: 416- 539-8323
Kingsview Sports Bar Restaurant
1675 Dundas St. W., Toronto, ON
416-534-3333
Soalhos
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1120 Caledonia Road, Toronto ON,
M6A 2W5
416-784-0064
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Ontario L4X 1K7 905- 277-0677
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Sexta-feira 5 de Junho de 2009
TORONTO
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ORAÇÃO
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IDA À CALIFÓRNIA
IFÓRNIA
A minha vida das cantigas poderá não me ter tornado famoso,
porque mesmo isso nunca foi o meu intento pois reconhecia
não ter qualidades para tal, mas levaram-me a conhecer outros
países com os quais eu sempre havia sonhado desde criança.
Um deles era os Estados Unidos da América. Creio que essa
curiosidade ficou-se devendo em parte à presença das forças
americanas estacionadas na Base Aérea das Lajes, na minha
POR
O
OR
Ilha Terceira, cujos soldados visitavam com frequência Angra
AV
LN
AVELINO
do Heroismo, sempre com os bolsos atulhados de moedas cujo
TEIXEIRA
IX IIRA
RA
tilintar penetrava de uma forma agradável nos nossos ouvidos,
e fazia inveja aos mais pobres, como eu. Por outro lado talvez fosse aquele Ya…
e aquele Ok… dito de uma forma descontraída que me contagiava e me levava a
querer aprender aquele idioma que hoje reconheço que, apesar de gostar dele
porque me dá a facilidade de comunicar com o mundo inteiro, em nada
gramaticalmente é mais rico, ou mais bonito que o meu. Talvez quem sabe se
pelo contrário. Mas deixemos isso para os entendidos na matéria.
quem afirme que efectivamente a maior descoberta fôra feita por Augustus T.
Dowd um jovem que então trabalhava para a Union Water Company. Este deparouse com as Sequoias ou Redwoods enquanto caçava em 1852 ao perseguir o
chamado Grizzly Bear.
Depois de ter-mos passeado pelo parque e feito dezenas de fotos era tempo para
merendar-mos. Eu e a Carolina localizámos uma mesa enquanto que a minha
prima Iria e seu marido António Martins foram buscar a merenda ao carro. Colocase então a toalha sobre a mesa e logo se nota a falta dos pratos e dos garfos.
Afortunadamente ainda encontrámos alguns em plástico deixados por discuido
no canto da caixa. Mas os pratos… ha…estes tiveram que ser substituídos por
papel de prata… Comemos até mais não querer e tivemos por sobremesa uma
escancarada risada que marcou a nossa ida ao Calaveras Big Trees State Park.
Dali fomos para o Yosemite National Park onde se encontra uma enorme barragem
que ostenta a àgua que deriva da neve que cai na montanha Monte Lyell que mede
Para quem tenha a curiosidade e a audácia de ler os meus escritos, se assim se
podem chamar, procure as próximas edições do Flash ou a www.venuscreations.ca
onde vai encontrar a página ONTARIO na coluna amarela do lado esquerdo da
página principal, e acompanhe-me numa viagem pela Califórnia que teve como
motivo primeiramente um convite para participar numa noite de Fado em Elk
Grove integrada no programa das festividades em honra do Divino Espírito Santo
daquela localidade, no dia 22 de Maio de 2009, e depois umas bem merecidas
férias na companhia de alguns familiares dispersos por aqueles vales que iriam
parecer perder-se no infinito se não fossem as montanhas cobertas pela relva
resseqida devido à falta da chuva, e bordadas pelas árvores de Carvalho que se
propagam por elas próprias. Essas montanhas, chamadas cabeços pelos
portugueses, dividem pequenas cidades que vistas da nave em que viajávamos
pareciam autênticos presépios. É impressionante rumar pelos vales, no meu caso
o de S. Joaquim, quando fui a
Calaveras, passando por, de
entre outras pequenas cidades,
Sonoma e Calaveras, para ver
as sequoias, àrvores com mais
de tresentos pés de altura e
vinte e quatro de diâmetro, que
derivaram de outras que
existiram há mais de 180
milhões de anos, e eram
conhecidas por Mammoth
Trees, Giant Sequoias or
Redwoods, cujos resíduos têm
sido encontrados dispersos
pelo Hemisfério Norte. Estas
impressionantes e gingatescas
árvores conhecidas na gíria por
Big Trees, antes da chegada
dos brancos áquelas paragens,
já eram conhecidas e
reverenciadas pelos índios
norte americanos. De entre as
primeiras descobertas destas
raras preciosidades, conta-se a
de John Bidwell em 1841 e a
de um grupo de homens
comandado por William B.
Prince em 1849. Contudo há
13. 114 pés de altitude acima do nível do mar. Esta àgua depois vai pela ribeira
Twolumne River que depois fornece 85 por cento da àgua potável usada por 24
milhões de habitantes.
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Ontário
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LONDON
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Nos passados dias 23 e 24 de Maio, na cidade de London,
foram levadas a cabo a comemorações em honra do
SENHOR SANTO CRISTO DOS MILAGRES, numa
iniciativa da Comissão de Festas da Igreja Santa Cruz de
London.
No primeiro dia de festa, sábado, após a celebração da
eucaristia, aconteceu o tradicional desfile religioso,
simbolizando a mudança e transferência do Andor do
Senhor Santo Cristo, que saiu do altar onde está
normalmente todo o ano tendo sido colocado à mercê para
que no dia seguinte, este pudesse seguir novamente na
procissão que teve lugar após a celebração da missa de
domingo.
Muitos foram os fiéis que participaram na Procissão de
domingo, onde se inseriram o Sr. Pe. Luis Carlos, pároco
desta Igreja, um grupo de romeiros, entidades
representadoras de outras associações e clubes locais e
arredores.
Musicalmente, as Bandas Filarmónicas de Santa Cecília
e a Lira do Divino Espírito Santo ambas de London
provocaram um panorama bem natural nesta que afinal é
tradicionalmente português.
A cave e o magnífico jardim da Igreja foram os locais de
eleição para proporcionar ao público presente um
autêntico momento de comemoração bem à portuguesa.
No sábado e domingo, houve baile até às 23h00 pelo “D.J.
SERVICE PEOPLE´S CHOICE”.
Domingo, após o final da Procissão todos os caminhos
foram dar à cave da Igreja onde foi servido o almoço aos
cerca de 250 fiéis, e pela tarde na rectaguarda da Igreja,
houve arraial pelas filarmónicas e muito bem
acompanhadas pelo fantástico serviço de “comes-e-bebes”
colocados ao dispor de todos.
No final da festa, Luis Silva, considerado o “cérebro” de
todo o processo, agradeceu a todos os presentes e aos
voluntários por mais uma vez demonstrarem respeito e
dedicação ao panorama religioso-cultural português.
Deixando simultaneamente um convite para o ano de
2010, que foi acompanhado um pedido bem antigo mas
muito certo que foi o de: “...ficarem todos um pouco com
DEUS... pois um pouco com DEUS é muito... e muito
sem DEUS é nada...”.
A título de análise sobre esta efeméride, verificamos que
afinal existe união bem evidente na comunidade local e
um respeito e dedicação sem precedentes. Assim vale a
pena, mesmo nós jornalistas voluntários, ceder algum
tempo assim como outro tipo de voluntariado. Um reparo
para o exemplar desempenho bem profissional do
“PEOPLE’S CHOICE D.J. SERVICE”, onde o seu
operador e proprietário João Almeida demonstrou que
tem durante das cerca de 2 décadas de existência deste
seu “serviço” desenvolvido tecnologicamente para melhor
servir os seus clientes em casamento, festas sociais,
festivais de musicais, etc... (continua na próxima edição)
FUTEBOL INFANTIL NO PCLONDON
REALIDADE A CAMINHO DA DÉCADA
Já vai a caminho dos 10 anos de existência a
organização do Torneio Anual de Futebol Infantil
no Clube Português de London. Neste ano de 2009,
o pontapé-de-saída aconteceu no passado sábado,
dia 23.
Mais de uma centena de crianças com idades entre
os 4 e 10 anos, foram os “craques” que ofereceram
ao público presente as suas traquinices que
misturadas com alguns recortes técnicos
futebolisciamente
falando,
conseguiram
engrandecer, uma vez mais, o primeiro dia deste
torneio e que teve no novo Director Desportivo,
JORGE COTA, um responsável organizado, digno
e que nos pareceu transparecer respeito e dignidade,
e que concerteza irá ser acompanhado de outras
individualidades no sentido de levaram este “barco”
a bom porto. Pois esta á uma tarefa que durará até
finais de Agosto, onde todas as manhãs de sábado
serão ponto de atracção e de paragem obrigatória
naquele magnífico complexo desportivo do Clube
Português de London.
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FELIZ SEMANA DE PORTUGAL
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