Mangueiras_e_Conexões

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Mangueiras_e_Conexões
Parker Hannifin
Filiais
Belo Horizonte - MG
Rua Pernambuco 353 - Conjuntos 306/307
Funcionários
30130-150 Belo Horizonte, MG
Tel.: 31 3261-2566
Fax: 31 3261-4230
[email protected]
Porto Alegre - RS
Av. Frederico Ritter 1100
Distrito Industrial
94930-000 Cachoeirinha, RS
Tel.: 51 470-9144
Fax: 51 470-6909
[email protected]
Campinas - SP
Rua Tiradentes 289 - salas 21 e 22
Guanabara
13023-190 Campinas, SP
Tel.: 19 3235-3400
Fax: 19 3235-2969
[email protected]
Recife - PE
Rua Santa Edwirges 135
Bairro do Prado
50830-000 Recife, PE
Tel.: 81 2125-8000
Fax: 81 2125-8009
[email protected]
Curitiba - PR
Rua Eduardo Sprada 6430
CIC - Cidade Industrial de Curitiba
81290-110 Curitiba, PR
Tel.: 41 2103-4400/0800-414011
Fax: 41 2103-4401/0800-417011
[email protected]
Rio de Janeiro - RJ
Av. das Américas 500 - Bl. 20 - Sl. 233 - Downtown
Barra da Tijuca
22640-100 Rio de Janeiro, RJ
Tel.: 21 2491-6868
Fax: 21 3153-7572
[email protected]
Vale do Paraíba - Jacareí - SP
Av. Lucas Nogueira Garcez 2181
Esperança Caixa Postal 148
12325-900 Jacareí, SP
Tel.: 12 3954-5100
Fax: 12 3954-5262
[email protected]
São Paulo - SP
Rodovia Anhanguera km 25,3
Perus
05276-977 São Paulo, SP
Tel.: 11 3915-8500
Fax: 11 3915-8516
[email protected]
ParkerStore
ParkerStore - Diadema
Rua Bernardo Lobo 22
Vila Nogueira
09942-210 Diadema, SP
Tel.: 11 4076-2474
Fax: 11 4076-2474
[email protected]
FluidConnectors
ParkerStore - Lapa
Rua Guaicurus 375
Bairro Água Branca
05033-000 São Paulo, SP
Tel.: 11 3673-2778
Fax: 11 3673-2227
[email protected]
Manual 4400-3 BR
Março 2005
ParkerStore - Recife
Rua Santa Edwirges 135
Bairro do Prado
50830-000 Recife, PE
Tel.: 81 3227-3376
Fax: 81 3227-6064
[email protected]
Parker Hannifin Ind. Com. Ltda.
Av. Lucas Nogueira Garcez 2181
Esperança Caixa Postal 148
12325-900 Jacareí, SP
Tel.: 12 3954-5100
Fax: 12 3954-5265
M. 4400-3 BR - 03/05
CYAN MAGENTA YELLOW BLACK
FluidConnectors
Manual de Treinamento
Mangueiras e Conexões
Manual de Treinamento
Mangueiras, Conexões e Equipamentos
Linhas Flexíveis para Condução de Fluidos
As linhas flexíveis para condução de fluidos são necessárias na maior parte das instalações onde a compensação de
movimentos e absorção de vibrações se fazem presentes.
Um exemplo típico de linhas flexíveis são as mangueiras, cuja aplicação visa atender a três propostas básicas:
1) conduzir fluidos líquidos ou gasosos;
2) absorver vibrações;
3) compensar e/ou dar liberdade de movimentos.
Cobertura
Reforço
Basicamente as mangueiras possuem três
partes construtivas:
Tubo Interno
PARKER 481
• Tubo Interno ou Alma da Mangueira
Deve ser construído de material flexível e de baixa porosidade, ser compatível química e termicamente com o fluido
a ser conduzido.
Principais materiais utilizados na confecção de tubos internos:
Mangueiras de Borracha
Material
Código Parker
para seleção
para seleção
Nitrílica
NBR
Neoprene
CR
Policloropreno
PKR
EPDM/Butil
Classe ll
Silicone
-
Mangueiras Termoplásticas
Material
Código Parker
Hytrel
Nylon
Teflon
Uretano
Vinil (PVC)
H
N
TFE
U
V
• Reforço ou Carcaça
Considerado como elemento de força de uma mangueira, o reforço é quem determina a capacidade de suportar
pressões. Sua disposição sobre o tubo interno pode ser na forma Trançada ou Espiralada.
Principais tipos de materiais aplicados em reforço de mangueiras:
Fios Metálicos
Aço Carbono Corda de Piano
Aço Inox
Fios Têxteis
Algodão
Rayon
Polyester
Kavler
• Cobertura ou Capa da Mangueira
Disposta sobre o reforço da mangueira, a cobertura tem por finalidade proteger o reforço contra eventuais agentes
externos que provoquem a corrosão ou danificação do reforço.
Borracha
Neoprene
Nitrílica + PVC
CPE
Têxtil
Algodão
Polyester
-
Metálico
Aço galvanizado
Aço inox
-
Termoplástica
Uretano
PVC
Nylon
1
FluidConnectors
Parker Hannifin Ind. Com. Ltda.
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Mangueiras, Conexões e Equipamentos
Classificação das Mangueiras
A Sociedade dos Engenheiros Automotivos Americanos (Society of Automotive Engineers - SAE), ao longo do tempo tem tomado a
dianteira na elaboração de normas construtivas para mangueiras, e por ser pioneira e extremamente atuante, as especificações SAE
são amplamente utilizadas em todo o mundo. Recentemente, passamos a utilizar também a norma DIN (Alemã) nas especificações
de mangueiras, sendo esta, mais exigente que a norma SAE. As especificações construtivas das mangueiras permitem ao usuário
enquadrar o produto escolhido dentro dos seguintes parâmetros de aplicação:
• Capacidade de pressão DINÂMICA e ESTÁTICA de trabalho
A pressão de trabalho indicada em catálogo é DINÂMICA e seu coeficiente de segurança geralmente é 4:1. As mangueiras operando
sob pressões superiores à pressão dinâmica de trabalho terão sua vida sensivelmente reduzida, mesmo que em baixas freqüências
de picos de pressão.
A pressão ESTÁTICA corresponde a duas vezes a pressão dinâmica de trabalho e é utilizada nos testes hidrostáticos pósprodução da mangueira, ou teste não destrutivo de montagem das conexões. A pressão mínima de ruptura indicada em catálogo é do tipo estática e geralmente corresponde a 4 vezes a pressão máxima (DINÂMICA) de trabalho. Testes que ultrapassem
a pressão ESTÁTICA e/ou atinjam a pressão mínima de ruptura deverão ser considerados como teste destrutivo.
• Temperatura MÍNIMA e MÁXIMA de trabalho
As mangueiras poderão operar dentro da faixa de temperatura mínima e máxima de trabalho sem que haja qualquer comprometimento
de sua vida útil. A temperatura máxima indicada em catálogo geralmente é para trabalho contínuo, exceto quando indicado para
trabalho intermitente. As mangueiras têm sua temperatura máxima de trabalho indicada para fluidos à base de petróleo. Portanto,
quando o fluido a ser conduzido tratar-se de ar, água ou emulsão (água/óleo), a temperatura máxima de trabalho reduz sensivelmente.
• Compatibilidade química com o fluido a ser conduzido ou do ambiente externo
É de fundamental importância que a mangueira selecionada seja compatível com os fluidos em contato. Portanto, consulte o catálogo
e assegure que os fluidos sejam compatíveis com o tubo interno e a cobertura da mangueira.
• Resistência ao meio ambiente de trabalho contra a ação do Ozônio (O3), raios ultra-violeta, calor irradiante, chama viva, etc.
Este fator está diretamente ligado ao tipo de cobertura das mangueiras. Cobertura de borracha em Neoprene e cobertura termoplástica
em Uretano são de excelente resistência à abrasão e raios ultra-violeta. Já as coberturas em materiais têxteis são excelentes para
aplicação em ambientes com alta concentração de ozônio e/ou em compartimentos fechados onde o calor irradiante é predominante.
Algumas mangueiras Parker possuem cobertura resistente (retardante) à chama e são identificadas pela gravação MSHA na
cobertura.
• Raio Mínimo de Curvatura
Ao selecionarmos uma mangueira, é de fundamental importância que tenhamos em consideração o seu raio mínimo de
curvatura, bem como se a aplicação em questão requer da
mangueira flexão intensa. Submeter a mangueira a um raio de
curvatura inferior ao mínimo especificado, significa que estamos
condenando esta mangueira, pois esta ação promove a desconformação do reforço sobre o tubo interno, criando interstícios
que provocarão a ruptura da mangueira quando submetida à
pressão.
Eixo de Centro da Mangueira
Interstício
Coeficiente de Correção
do Raio de Curvatura “N”
Outro fator importante a ser considerado, é a flexão intensa exercida sobre um raio de curvatura de ângulo acentuado. Nestes casos
é recomendado que se aplique ao raio mínimo de curvatura especificado um fator de correção encontrado no gráfico abaixo:
1,5
1,4
Ângulo Descrito pela Flexão
1,3
1,2
1,1
1,0
0
20
40
60
80 100 120 140 160 180
Ângulo Descrito pela Flexão Sobre o Raio de Curvatura
2
FluidConnectors
Parker Hannifin Ind. Com. Ltda.
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Mangueiras, Conexões e Equipamentos
Exemplo:
Uma mangueira cujo seu raio mínimo de curvatura é de 180mm e sua aplicação submete a mesma a um regime de flexão intensa,
descrevendo um ângulo de 40O, teremos o coeficiente de correção de raio de curvatura de N = 1,12.
Portanto, o raio mínimo de curvatura desta mangueira nesta aplicação específica, deverá ser considerado de:
180 mm x N = 180 x 1,12 = 201,6 mm
Nota Importante: O raio de curvatura de uma
mangueira deverá ser considerado pela parte
interna da mangueira.
• Vida útil das mangueiras em condições DINÂMICAS de trabalho (impulse-test)
A maior parte das mangueiras cujas construções são normalizadas pelas normas SAE e DIN possuem como requisito básico construtivo
a resistência ao IMPULSO (Golpe de Ariete). Este requisito exigido em norma poderá nos auxiliar na estimativa de vida útil das
mangueiras e ele consiste em:
1 - Selecionar seis corpos de prova do mesmo lance de mangueira com comprimento de 1 metro (três pés).
2 - Montar as conexões nas extremidades e submeter os conjuntos montados à pressão estática de duas vezes a pressão máxima
de trabalho. O gradiente de elevação da pressão com bomba manual não deverá ser superior a 40 /45 golpes por minuto.
3 - Montar os conjuntos de mangueiras na câmara de impulsão de forma que os mesmos descrevam a tragetória de um U, conformando
o raio mínimo de curvatura especificado para a mangueira.
4 - Manter o fluido da câmara de impulsão durante todo o teste na temperatura máxima de trabalho da mangueira, ajustar o pressostato
de zero até 133% da pressão máxima de trabalho da mangueira e a freqüência de pulsos deverá ser entre 40/45 golpes por
minuto, cuja imagem no osciloscópio descreverá a seguinte solenóide:
5 - Uma vez iniciado o teste, o equipamento não deverá ser desligado até completar o número de ciclos exemplificados na tabela
abaixo, sem que ocorra qualquer tipo de vazamento e/ou falha de um dos conjuntos montados.
Importante: As mangueiras Parker classificadas como HI-IMPULSE, além de trabalharem com pressões superiores em até 30%
às especificadas em norma, quando submetidas ao teste de pulsação atingem vida MUITO superior às requeridas por norma.
Código Parker
421
481
301
381
77C
Norma
SAE100R1
SAE100R1- HI-IMPULSE / DIN 20022 1SN
SAE100R2
SAE100R2- HI-IMPULSE / DIN 20022 2SN
SAE100R12
3
FluidConnectors
Ciclos Mínimos
150,000
200,000
500,000
Parker Hannifin Ind. Com. Ltda.
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Manual de Treinamento
Mangueiras, Conexões e Equipamentos
Principais Tipos de Mangueiras de Borracha
Aplicação
Baixa Pressão
Água/Óleo/Ar - 250 psi
Baixa Pressão
Água/Óleo/Ar - 300 psi
Baixa Pressão
Água/Óleo/Ar - 300 psi
Não Condensa com Água Gelada
Baixa Pressão
Água/Óleo/Ar - 250 psi
Alta Temperatura - PKR
Baixa Pressão
Água/Óleo/Ar - 250 psi
Resistente à Chama - 821FR
Baixa Pressão
Sucção
Norma
Push-Lok
Reforço
Um Trançado Têxtil
Cobertura
Borracha
Ø Interno
Real
Código Parker
801
Push-Lok
Um Trançado Têxtil
Borracha
Real
831
Push-Lok
Um Trançado Têxtil
Borracha
Isenta de Silicone
Real
837BM
Push-Lok
Um Trançado Têxtil
Borracha
Real
836
Push-Lok
Um Trançado Têxtil
Trançado Têxtil
Real
821 / 821FR
SAE 100R3
SAE 100R4
Borracha
Borracha
Real
Real
601
811 / 881
Média Pressão
SAE 100R5
Um Trançado Têxtil
Nominal
201
Média Pressão
Alta Temperatura - PKR
Média Pressão
Média Pressão
Média Pressão - Alta Temperatura
Média Pressão
Cobertura Metálica
Trançado Arame Galvanizado
Alta Pressão
Construção Compacta
Alta Pressão
Alta Pressão
Média e Alta Pressão
Classe 3.000 psi Constante
Cobertura Resistente à Abrasão
Alta Pressão Ester Fosfato
Super Alta Pressão
Super Alta Pressão
Super Alta Pressão
Fluido Sintético
Extra Super Alta Pressão
SAE 100R5
Dois Trançados Têxteis
Um Trançado Têxtil
Fio de Aço em
Forma Helicoidal
Um Trançado Têxtil
Um Trançado de Aço
Um Trançado Têxtil
Um Trançado de Aço
Um Trançado de Aço
Um Trançado de Aço
Um Trançado de Aço
Um Trançado de Aço
Um Trançado Têxtil
Nominal
206
Borracha
Borracha
Borracha
Trançado
Arame
Galvanizado
Borracha
Real
Real
Real
Real
421
481
426
421WC
Real
431
Borracha
Borracha
Borracha
Real
Real
Real
301
381
451TC
Extra Super Alta Pressão
Fluido Sintético
Extra Super Alta Pressão
Extra Super Alta Pressão
Extra Super Alta Pressão
Extra Super Alta Pressão
Fluido Sintético
Refrigeração Industrial - R134
Refrigeração Industrial - R134
Combustível, Freio a Ar
Motores Diesel
GLP
SAE 100R1AT
DIN 20022-1SN
SAE 100R1AT
SAE 100R1AT
SAE 100R16
SAE 100R2AT
DIN 20022-2SN
SAE 100R17
Um ou Dois Trançados
Compactos de Aço
Dois Trançados de Aço
Dois Trançados de Aço
Um ou Dois
Trançados de Aço
SAE 100R2AT
SAE 100R9
SAE 100R12
SAE 100R12
Dois Trançados de Aço
Quatro Espirais de Aço
Quatro Espirais de Aço
Quatro Espirais de Aço
Borracha
Borracha
Borracha
Borracha
Real
Real
Real
Real
304
341
77C
772TC
SAE 100R13
Quatro ou Seis
Espirais de Aço
Quatro ou Seis
Espirais de Aço
Quatro Espirais de Aço
Quatro Espirais de Aço
Seis Espirais de Aço
Seis Espirais de Aço
Borracha
Real
78C/781
Borracha
Real
782TC
Borracha
Borracha
Borracha
Borracha
Real
Real
Real
Real
701
731
791TC
792TC
Trançado Têxtil
Borracha
Trançado Têxtil
Nominal
Nominal
Nominal
244
285
213
Trançado Têxtil
Nominal
SS25UL
SAE 100R13
DIN 20023-4SP
DIN 20023-4SH
SAE 100R15
SAE 100R15
SAE J2064
SAE J2064
SAE J1402
UL21
Um Trançado Têxtil
Um Trançado Têxtil
Um Trançado Têxtil
Um Trançado de Aço
Um Trançado Têxtil
Um Trançado de Inox
4
FluidConnectors
Parker Hannifin Ind. Com. Ltda.
Jacareí, SP - Brasil
Manual de Treinamento
Mangueiras, Conexões e Equipamentos
Seleção de Mangueiras através da Pressão Máxima de Trabalho (psi)
Código
Mangueira
Parker
801
831
837BM
836
821FR
601
881
201
206
421
481
426
421WC
431
301
381
451TC
304
341
77C
772TC
78C / 781
782TC
701
731
791TC/792TC
244
285
213
SS25UL
Bitola da Mangueira
-3
5000
-4
250
300
300
250
350
1250
3000
3000
2750
3250
2750
2750
5000
5000
5800
3000
5000
400
2000
350
-5
3000
3000
2500
3250
5075
1500
350
-6
250
300
300
250
300
1125
-8
250
300
300
250
300
1000
-10
250
300
300
250
-12
250
300
300
2250
2250
2250
3000
2250
2250
4000
4000
5000
3000
4000
4500
4000
4000
2000
2000
2000
2500
2000
2000
3500
3500
4250
3000
3500
4000
4000
4000
1750
1750
1500
2000
1500
6500
6000
5000
400
1500
350
350
400
1250
350
2750
2750
3600
3000
4000
4000
400
1000
350
250
750
300
1500
1500
1250
1750
1250
1250
2250
2250
3100
3000
2250
3000
4000
4000
5000
5000
6000
6000
350
400
750
350
-16
565
250
800
800
1000
1275
1000
1000
2000
2000
2500
3000
2000
3000
4000
4000
5000
5000
-20
-24
-32
-40
-48
200
625
625
625
150
500
500
500
100
350
350
375
350
350
200
625
500
375
1625
2250
1250
1750
1125
1250
2500
3000
3000
5000
5000
2500
2500
5000
5000
2500
2500
5000
5000
3600
175
150
5500
6000
350
4700
6000
350
4200
400
300
250
350
200
Nota Importante:
Além da pressão máxima de trabalho, outros fatores devem ser considerados na seleção correta das mangueiras, tais como: compatibilidade química
com o fluido a ser conduzido, temperatura de trabalho, raio mínimo de curvatura, meio ambiente de trabalho
5
FluidConnectors
Parker Hannifin Ind. Com. Ltda.
Jacareí, SP - Brasil
Manual de Treinamento
Mangueiras, Conexões e Equipamentos
Principais Tipos de Mangueiras Termoplásticas Parflex
Aplicação
Ar Comprimido - Nylon
Espiralada Retrátil
Ar Comprimido - Uretano
Espiralada Retrátil
Média Pressão
Média Pressão - Não Condutiva
Média Pressão - Baixa Temperatura
Média Pressão
Alta Pressão
Alta Pressão - Não Condutiva
Alta Pressão
Alta Pressão - Diagnóstico
Alta Pressão - Limpeza de Galeria
Alta Pressão - Limpeza de Galeria
Alta Pressão - Limpeza de Galeria
Alta Pressão - GNC / CNG
Alta Pressão - GNC / CNG
Alta Pressão - Baixa Expansão
Volumétrica
Super Alta Pressão
Super Alta Pressão - Não Condutiva
Geminadas (Twins)
Geminadas (Twins)
Teflon - Tubo Liso Branco
Teflon - Tubo Liso Preto
Dissipa a Energia Estática
Teflon - Tubo Corrugado Branco
Teflon - Tubo Corrugado Preto
Dissipa a Energia Estática
Norma
OSHA
Reforço
OSHA
––
Cobertura
––
––
––
Ø Interno
Real
Código Parker
FAST-STOR
Real
NoMar
SAE 100R7
SAE 100R7
SAE 100R7
SAE 100R7/R1
SAE 100R8
SAE 100R8
SAE 100R8/R2
6000 psi
2500 psi
3000 psi
4000 psi
3600 psi
5000 psi
5000 psi
Um Trançado Têxtil
Um Trançado Têxtil
Um Trançado Têxtil
Um Trançado de Aço
Um Trançado Têxtil
Um Trançado Têxtil
Um Trançado de Aço
Um Trançado de Fibra
Um Trançado de Fibra
Um Trançado de Fibra
Um Trançado de Fibra
Um Trançado de Fibra
Um Trançado de Fibra
Um Trançado de Fibra
Uretano
Uretano Laranja
Uretano
Uretano
Uretano
Uretano Laranja
Uretano
Uretano
Uretano Laranja
Uretano Azul
Uretano Verde
Uretano Vermelho
Uretano Vermelho
Uretano
Real
Real
Real
Real
Real
Real
Real
Real
Real
Real
Real
Real
Real
Real
540N
518C
55LT
560
520N
528N
590
56DH
S6
S9
S4 / S5
3CNG
5CNG
575X
8000 / 10000 psi
8000 / 10000 psi
SAE 100R7
SAE 100R8
SAE 100R14
SAE 100R14
Um Trançado de Fibra
Um Trançado de Fibra
Uretano
Uretano Laranja
Real
Real
Um Trançado de Inox
Um Trançado de Inox
Nominal
Nominal
HP
HP8
540N-X-X
520N-X-X
919
919B
Um Trançado de Inox
Um Trançado de Inox
Real
Real
939
939B
Seleção de Mangueiras Através da Pressão Máxima de Trabalho (psi)
Código
Mangueira
Parker
Fast-Stor
NoMar
540N
518C
55LT
560
520N
528N
590
PDH
5CNG
HP
HP8
575X
919
919B
939
939B
Mangueira
-2
2500
3000
-3
170
125
3250
3250
3250
3500
5000
-4
170
125
3000
3000
3000
3250
5000
5000
5000
-5
2500
2500
2500
3000
-6
170
125
2250
2250
2250
2750
4000
4000
4000
-8
170
125
2000
2000
2000
2500
3500
3500
3500
5000
8000
8000
5000
2500
2500
1500
1500
5000
-10
1500
1500
2000
2750
2750
3000
-12
170
125
1250
1250
1250
1750
2250
2250
2500
-16
-20
-24
-32
625
625
1000
1000
750
750
250
250
1000
1000
2000
2000
2000
6000
5000
10000
10000
5000
5000
10000
10000
5000
3000
3000
2000
2000
3000
3000
5000
2000
2000
1350
1350
1500
1500
1000
1000
5000
5000
5000
1200
1200
1100
1100
5000
1000
1000
1000
1000
Nota Importante: Além da pressão máxima de trabalho, outros fatores devem ser considerados na seleção correta das mangueiras,
tais como: compatibilidade química com o fluido a ser conduzido, temperatura de trabalho, taio mínimo de curvatura, meio ambiente
de trabalho.
6
FluidConnectors
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Manual de Treinamento
Mangueiras, Conexões e Equipamentos
Determinação do Diâmetro Interno da Mangueira
O gráfico abaixo foi desenhado para auxiliar na escolha correta do diâmetro interno da mangueira, baseada na vazão
do circuito e na velocidade máxima recomendada para a condução do fluido.
Exercício:
Determine o diâmetro interno apropriado para uma mangueira aplicada em uma linha de pressão com vazão de 16 gpm.
Solução:
Localize na coluna da esquerda a vazão de 16 gpm e na coluna da direita a velocidade de 20 pés por segundo. Em seguida, trace
uma linha unindo os dois pontos localizados. Verifique que encontramos na coluna central o diâmetro de 0,625 pol. = 5/8”.
Para linhas de sucção e retorno, proceda da mesma forma utilizando a velocidade recomendada para as mesmas.
Vazão em galões
por minuto (gpm)
O gráfico abaixo foi construído baseado na seguinte fórmula:
200
Q x 0,4081
D=
100
90
80
70
Onde:
Q = Vazão em Galões por Minuto (gpm)
V = Velocidade do Fluido em Pés por Segundo
D = Diâmetro da Mangueira em Polegada
V
60
50
40
30
Diâmetro Interno da
Mangueira em pol.
Velocidade do Fluido
em pés por segundo
20
16
32
2”
2
24
1-1/2”
10
9
8
7
20
1-1/4”
16
1
4
6
12
3/4”
5
5
10
5/8”
6
4
8
1/2”
7
8
3
6
3/8”
10
5
5/16”
4
1/4”
15
3
3/16”
20
2
3
Velocidade máxima
recomendada para
linha de sucção
Velocidade máxima
recomendada para
linha de retorno
Velocidade máxima
recomendada para
linha de pressão
30
1.0
.9
.8
.7
.6
.5
.4
7
FluidConnectors
Parker Hannifin Ind. Com. Ltda.
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Manual de Treinamento
Mangueiras, Conexões e Equipamentos
Pressão Máxima de Trabalho em psi por Configuração Frontal da Conexão
Configuração
Frontal da
Conexão
Bitola da Conexão
Código de Configuração
Frontal
Macho NPTF
01
JIC 37° e
03, 05, 06*, 68, 37, 3V,
SAE-ORB
39*, 3W, 41, 3Y, L7 e L9
Flange SAE 61
15, 16, 17, 18, 19, 26, 27 e 89
Flange SAE 62 e
6A, 6E, 6F, 6G, 6N,
Tipo Caterpillar
XA, XF, XG e XN
Seal-Lok
J0, JC, JS, J1, J5, J7 e J9
Macho BSP
91 e D9
Fêmea BSP
92, B1 e B2
JIS / BSP
FU, GU e UT
-4
12000
-6
10000
-8
10000
-10
-12
7500
-16
6500
-20
5000
-24
3000
-32
2500
6000
5000
5000
5000
5000
4000*
3000*
2500*
2500*
5000
5000
4000
4000
3000
6000
6000
6000
6000
6000
6000
5000
5000
4000
6000
4000
4000
3000
4000
3500
3500
2500
4000
3000
3000
1500
3000
3000
1500
5000
6000
9000
9000
5000
6000
8000
8000
5000
6000
6250
6250
5000
6000
5500
* Nas bitolas -16, -20, -24 e -32 as configurações frontais 06 e 39 (JIC 37°) atendem pressão máxima de trabalho de 5000 psi nas conexões série 78.
Código de
Configuração
Configuração
Frontal da
Frontal
Conexão
DIN Série “L”
Boleado sem
Anel “O”
DIN Série “L”
Boleado com
Anel “O”
DIN Série “S”
Boleado sem
Anel “O”
DIN Série “S”
Boleado com
Anel “O”
Banjo
Bitola da Conexão em mm
-6
-8
-10
-12
-14
-15
-16
-18
-20
-22
-25
-28
-30
-35
-38
-42
C3, C5,
1D e 5D
3500 3500 3500 3500
3500
2250
2250
1400
1400
1400
4500 4500 4500 4500
4500
2250
2250
2250
2250
2250
D0, CA,
CE e CF
3D e 7D
9000 9000 9000 9000
5750
5750
5750
3500
3500
9000 9000 9000 9000
6000
6000
6000
6000
4500
C9, 0C,
1C e D2
49
3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000
Nota: A pressão máxima de trabalho de um conjunto montado é a menor pressão entre as pressões da mangueira
e das configurações frontais das conexões.
8
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Mangueiras, Conexões e Equipamentos
Seleção de Mangueiras pelo Fluido e Tipo de Mangueira
Esta tabela é uma referência prática de compatibilidade das mangueiras Parker com vários fluidos.
A intenção é que seja um guia de compatibilidade química com os materiais do tubo interno e o lubrificante de montagem
aplicado internamente.
As recomendações específicas são baseadas em experiências de campo, nas indicações de vários fornecedores de
polímeros ou fluidos, bem como, nas experiências específicas feitas em laboratórios.
É de suma importância esclarecer que estas informações são oferecidas somente como um guia.
A seleção final de uma mangueira depende também da pressão, da temperatura do fluido e do ambiente, bem como de
requisitos especiais ou variações que possam ser desconhecidas pela Parker Hannifin.
Onde possa causar um problema externo de compatibilidade ou para fluidos não listados na tabela, recomendados
consultar a Parker.
Utilize a Tabela da Seguinte Maneira
1 - Procure o fluido que será conduzido pela mangueira.
2 - Selecione o material adequado à mangueira e à conexão, utilizando a referência de desempenho esperado.
3 - Procure o número da mangueira nas colunas I, II e III.
4 - Para saber a disponibilidade do material da conexão em latão ou inox, consulte a Parker.
5 - Verifique as especificações das mangueiras neste catálogo. Consulte a Parker sobre qualquer item que não esteja catalogado.
Resistência de Desempenho Esperado
A = Satisfatório
R = Razoável
X = Insatisfatório
~ = Não recomendado
Observações Especiais Numeradas
(1)
(2)
(3)
(4)
(5)
(6)
(7)
(8)
(9)
(10)
(11)
A mangueira deverá ser perfurada finamente. Use a ferramenta manual 601069.
Regulamentações legais e de seguros devem ser consideradas.
NBR (Borracha Nitrílica) é recomendada.
Temperatura máxima recomendada: +70°C
Mangueiras especiais são fornecidas para gases refrigerantes.
Temperatura máxima recomendada: +85°C
Satisfatório com algumas concentrações e temperaturas, insatisfatório com outras.
Poderá ocorrer alguma descoloração do fluido sem prejudicar as suas prioridades.
Para fluidos de Ésteres Fosfatos consulte a Parker sobre mangueiras de EPDM.
Aceitável para montagens de mangueiras de lavagem a jato.
Consulte a Parker.
Tipos de Mangueiras
Coluna I
• Mangueiras Parker com tubos internos de CR (Neoprene/Policloropreno) ou SBR: 301SN, 421SN, 431, 77C, 78C e 781.
• Mangueiras Parker com tubo interno de NBR (Borracha Nitrílica): 381 e 481.
Coluna II
• Para mangueiras com tubo interno de PKR® consulte a Parker.
Coluna III
• Para mangueiras com tubo interno de Nylon consulte a Parker.
9
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Mangueiras, Conexões e Equipamentos
Seleção de Mangueiras e Conexões
I
Materiais
III
IV
II
Mangueiras
Fluidos
Acetato de “Cellosolve”
Acetato de Etila
Acetileno
Acetona
Ácido Acético
Ácido Bórico
Ácido Carbônico
Ácido Cítrico
Ácido Clorídrico, HCL
Ácido Fórmico
Ácido Fluorídrico, HF
Ácido Fosfórico
Ácidos Láticos
Ácido Nítrico
Ácido Sulfúrico
Ácido Tânico
Água
Água Deionizada
Água do Mar
Água/Glicois
Água Oxigenada, H2O2
Aguarrás
Aguarrás Unocal 66/3
Alcatrão
Álcool Amílico
Álcool Butílico, Butanol
Álcool Etílico
Álcool Isopropílico
Álcool Metílico
Álcool (Metanol-Etanol)
Amoco 32 Rykon
Amônia Anidra
Ampol PE 46
Anderol 495,497,500,750
Anilina
Aquacent Leve, Pesada
Ar (1,4)
Aromático 100,150
Arrow 602P
Asfalto
ATF Dextron
ATF-M
ATF Sintético Amsoil
AW 32,46,68
Barrilha, Carbonato de Sódio
Bissulfato de Sódio
Benz Petraulic 32,4 6, 68, 100, 150,
220, 320, 460
Benzeno, Benzol
Benzina
Borax
Brayco 882
Brayco Micronic 776RP
Brayco Micronic 889
Butano
Castrol 5000
Celulose de Etila
Celluguard
V
VI
I
Conexões
Mangueiras
CR
NBR
PKR
Nylon
Aço
Latão
Aço
Inox
X
X
X
X
X
A
R
(3)
X
X
X
X
X
X
R(7)
(3)
A
A
R
A
X
(10)
(10)
X
X
R
A
A
A
A
(3)
X
X
X
X
(3)
A
(3)
A
X
(3)
(3)
(3)
(3)
A
R
X
R
X
A
A
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
R
A
A
R
A
R
(10)
(10)
R
A
A
R
A
R
X
R
X
X
R
R
X
A
R
A
R
A
A
A
A
A
A
R
A
X
A
X
R
A
A
X
X
X
X
X
X
X
X
A
A
(7)
A
X
(10)
(10)
X
A
A
A
A
A
A
A
X
A
X
A
A
A
A
A
A
A
A
A
X
R
A
A
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
(7)
X
R
R
X
A
X
A
A
X
X
R
R
R
R
R
A
X
A
A
A
A
A
A
A
X
A
A
A
A
A
R
X
A
X
A
X
(7)
X
(7)
(7)
(7)
(7)
X
(7)
X
X
(7)
A
R
R
R
X
A
A
(7)
A
R
A
A
A
A
A
X
A
A
X
A
A
A
A
(7)
A
A
A
A
R
A
A
A
A
A
A
A
R
(7)
X
X
X
(7)
A
(7)
(7)
X
A
A
(7)
A
(7)
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
X
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
R
(3)
A
A
A
A
A
X
X
(3)
(3)
(3)
(3)
(2)
(3)
R
A
R
R
R
A
R
A
R
-
R
A
A
A
A
(2)
(7)
A
A
A
R
A
A
A
A
A
X
A
A
A
A
A
A
A
A
A
R
A
A
A
A
A
A
A
A
A
R
A
Fluidos
Cellulube 90, 150, 220, 300, 550, 1000
CIMSTAR 40
Citgo Glycol FR-40XD
Citgo Pacemaker FR
Citgo Pacemaker Glycol FR-15, 20, 25,
40X
Chevron FLO-COOL 180
Chevron FR-8, 10, 13, 20
Chevron HyJet IV (9)
Clorofórmio
Cloro Gasoso (Sêco)
Cloreto de Amônia
Cloreto de Cálcio
Cloreto de Cobre
Cloreto de Enxofre
Cloreto de Etila
Cloreto de Magnésio
Cloreto Metílico
Cloreto de Potássio
Cloreto de Sódio
Cloreto de Zinco
Cola
Commmonwealth EDM 242, 244
CompAir CN300
CompAir CS100, 200, 300, 400
Coolanol 15, 20, 25, 35, 45
Cosmolubric HF-122, HF-130, HF-144
CPI CP-4000
Daphne AW32
Dasco FR150, 200, 310
Dasco FR300, FR2550
Deicer Fluid 419R
Dicloreto de Etileno
Diesel (Óleo Combustível)
Dióxido de Carbono
Dióxido de Enxofre
Dissulfeto de Carbono
Dow Corning DC 200, 510, 550, 560,
FC126
Dow HD50-4
Dowtherm A,E
Dowtherm G
Duro AW-16, 31
Duro FR-HD
Etanol
Eter de Petróleo
Eteres
Etileno Glicol
Esgoto
Ésteres Fosfato
Ésteres Silicato
Exxon 3110 FR
Exxon Esstic
Exxon Terresstic
Exxon Turbo Oil 2380
Exxon Univolt 60, N61
FE 232 (Halon)
Fenol (Ácido Carbólico)
Obs.: ATF = Fluido de Transmissão Automática
V
VI
Conexões
CR
NBR
PKR
Nylon
Aço
Latão
Aço
Inox
X
(3)
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
R
X
X
X
X
A
A
(3)
X
X
A
X
A
R
A
R
A
X
X
A
(11)
X
A
A
X
(3)
X
(3)
(7)
X
X
R
X
X
X
A
R
X
R
X
A
R
A
A
X
A
R
R
A
X
R
A
A
R
A
R
X
R
A
A
X
X
X
(7)
(7)
R
A
X
X
A
A
X
R
A
X
A
A
A
A
A
A
X
X
A
A
A
X
R
X
R
X
(7)
R
X
A
X
X
X
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
X
A
A
X
A
A
A
A
X
R
X
R
(7)
X
R
(7)
A
R
R
X
R
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
(7)
R
A
A
A
A
X
X
X
X
(7)
R
X
A
(7)
A
R
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
X
A
A
R
A
A
R
A
A
A
A
R
X
X
A
A
A
(3)
A
(3)
X
A
A
A
A
(3)
(3)
X
X
R
R
X
R
R
R
A
A
X
A
A
A
A
R
A
X
A
(7)
(7)
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
R
A
X
A
A
A
A
R
A
A
A
(7)
A
A
A
A
A
A
A
A
X
A
A
A
A
A
A
A
R
(7)
A
A
A
A
A
A
A
A
R
A
A
A
A
A
A
A
A
A
(7)
A
A
A
A
A
A
A
A
A
Nota: A referência de desempenho esperado está na pág. G-2.
10
FluidConnectors
Materiais
III
IV
II
Parker Hannifin Ind. Com. Ltda.
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Manual de Treinamento
Mangueiras, Conexões e Equipamentos
Seleção de Mangueiras e Conexões
I
Materiais
III
IV
II
Mangueiras
Fluidos
Fenso 150
Fostato de Amônio
Fluido de Calibração
Fluidos Diester
Fluido de Freio Automotivo
Fluido Hidráulico de Latic. CSS 1001
Formaldeido
Formulações de Uretano
Freons (Veja Refrigerantes)
Fluido Gulf-FR P37, P40, P43, P45, P47
Freon Refrigerante
Freon Refrigerante 12
Freon Refrigerante 22
Freon Refrigerante 502
Fyrguard 150, 150-M, 200
Fyrquel 60, 90, 150, 220, 300, 550, 1000
Fyrquel EHC, GT, LT, VPF
Fyre-Safe 120C, 126, 155, 1090E, 1150,
1220, 1300E
Fyre-Safe 200C, 225, 211
Fyre-Safe W/O
Fyrtek MF, 215, 290, 295
Gardner-Denver GD5000, GD8000
Gasolina
Gasolina sem Chumbo (12)
Gás Hélio
Gás Hidrogênio
Gás Natural
Gás Liquef. de Petróleo GLP
Gás Refrigerante HFC134a
Gás Sulfídrico, H2S
Glicerina, Glicerol
Gorduras Animais
Graxa
H-515 (NATO)
HF-20, HF-28
Halon 1211, 1301
Heptano
Hexano
Hidróxido de Amônio
Hidróxido de Cálcio
Hidróxido de Magnésio
Hipoclorito de Cálcio
Houghto-Safe 271 a 640
Houghto-Safe 419R Deicer Fluid
Houghto-Safe 1055, 1110, 1115, 1120,
1130 (9)
Houghto-Safe 5046, 5046W, 5047-F
HP 100C (Óleo de Martelete Pneum.)
HPWG 46B
Hul-E-Mul
Hychem C, EP1000, RDF
Hydra Safe E-190
Hydra-Cut 481, 496
Hydrafluid 760
Hydrolube
Hydrolubric 120-B, 141
Hydrosafe Glycol 200
V
VI
I
Materiais
III
IV
II
Mangueiras
Conexões
CR
NBR
PKR
Nylon
Aço
Latão
Aço
Inox
(3)
A
A
X
X
(3)
X
A
X
X
(5)
X
X
A
X
X
A
A
R
X
A
A
A
R
X
X
X
X
A
X
X
A
A
A
X
A
R
A
A
(5)
(5)
(5)
(5)
A
A
A
A
X
A
A
X
A
X
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
X
A
A
X
A
R
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
R
A
A
X
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
X
X
A
A
A
A
A
A
X
X
X
X
X
X
(2)
(2)
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A
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(3)
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X
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X
X
X
X
X
X
X
X
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R
A
A
R
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A
A
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-
A
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A(2)
(2)
(2)
(5)
X
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-
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(7)
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(7)
A
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A
A
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A
A
A
A
A
R
X
A
A
X
X
A
A
A
A
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(3)
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
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R
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A
A
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A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
R
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
Fluidos
HyJet IV
Hidróxido de Postássio
Hipoclorito de Sódio
Ideal Yellow 77
Imol de S150 a S550
Isocianatos
Isoctano
Isopar H
Jayflex DIDP
JP3 e JP4
Kaeser 150P, 175P, 325R, 687R
KSL-214, 219, 220, 222
Laca
Lindol HF
Liq. de Arrefecimento SSR
Mercaptanas
Metano
Metanol
Metil Etil Cetona (MEK)
Metil Isopropil Cetona
Metsafe FR303, FR310, FR315, FR330,
FR350
Microzol-T46
MIL-B-46176A
MIL-F-7083
MIL-H-46170
MIL-H-5606
MIL-H-83282
MIL-L-2104, 2104B
MIL-L-23699
MIL-L-7808
MIL-O-6083
Mine Guard FR
Misturas de Ésteres Fosfatos
Misturas de Óleos Sintéticos
Mobil Aero HFE
Mobil DTE
Mobil EAL 224H
Mobil Glygoyle 11, 22, 30, 80
Mobil HFA
Mobil Jet 2
Mobil Rarus 824, 826, 827
Mobil SHC 600 Series
Mobil SHC 800 Series
Mobil Synring 32 PA
Mobil Vactra, Óleo
Mobil XRL 1618B
Mobilfluid 423
Mobilgear SHC 150, 220, 320, 460, 680
Mobilrama 525
Molub-Alloy 890
Moly Lube “HF” 902
Monóxido de Carbono (Quente)
Morfolina (Aditivo Puro)
Nitrato de Amônio
Nafta
Naftaleno
Nitrobenzeno
V
CR
NBR
PKR
Nylon
Aço
Latão
Aço
Inox
X
X
R
A
X
(3)
(3)
X
X
(3)
X
X
X
X
X
X
(2,3)
A
X
X
X
R
X
A
R
A
X
X
R
R
R
R
R
R
X
R
X
R
X
A
R
X
R
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A
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A
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X
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A
A
A
A
A
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A
A
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R
R
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X
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A
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A
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X
A
A
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A
A
A
A
A
A
A
A
A
X
X
A
A
A
A
(3)
X
(3)
(3)
(3)
(3)
A
(3)
(3,6)
(3)
A
X
X
(3)
(3)
(3)
A
(3)
X
X
(3)
(3)
(3)
A
X
(3)
R(3)
A
X
(3)
R
X
A
(3)
X
X
X
A
R
A
A
A
A
A
A
X
X
R
A
X
A
A
A
R
A
A
A
R
X
A
R
R
R
R
R
X
R
A
R
R
X
A
A
A
A
X
A
A
A
A
A
A
A
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(7)
X
A
A
A
A
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A
A
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A
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A
A
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A
A
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A
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R
X
R
A
A
X
A
X
A
A
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A
A
A
A
A
A
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A
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A
A
A
A
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X
X
A
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A
A
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A
A
A
A
(7)
Nota: A referência de desempenho esperado está na pág. G-2.
11
FluidConnectors
VI
Conexões
Parker Hannifin Ind. Com. Ltda.
Jacareí, SP - Brasil
Manual de Treinamento
Mangueiras, Conexões e Equipamentos
Seleção de Mangueiras e Conexões
I
Materiais
III
IV
II
Mangueiras
Fluidos
Nitrogênio
Nitrato de Sódio
NORPAR 12, 13, 15
Nuto H
Nyvac 20, 30, 200, FR
Nyvac Light
Oceanic HW
Óleo ASTM Nº 3
Óleo de Caroço de Algodão
Óleo Combustível
Óleo Hidráulico Super 100, 150, 220
Óleo Hidráulico Monolec 6120
Óleo de Linhaça
Óleo Mineral
Óleos de Petróleo
Óleo de Petróleo Crú
Óleos Processo Ind. Exxon Tellura
Óleo de Rícino
Óleos de Silicone
Óleo de Soja
Óleo Tellus (Shell)
Óleo de Transmissão
Oxigênio
Ozônio
Pacer SLC 150, 300, 500, 700
Parafina Clorada e Óleo de Petróleo
Percloroetileno
Peróxido de Sódio
Plurasafe P 1000, 1200
Polialquileno Glicol
Poliol Ester
Propano
Pydraul 60, 150, 625, F9 (9)
Pydraul 90, 135, 230, 312, 540, MC (9)
Pydraul A-200
Pyro Gard 43, 230, 630 (9)
Pyro Gard C, D, R, 40S, 40W
Pyro Guard 53, 55, 51, 42 (9)
Querosene
Quintolubric 700
Quintolubric 822, 833
Quintolubric 957, 958
Rando
Rayco 782
Reolube Turbofluid 46 (9)
Rotella
Royco 770
Safco-Safe T10, T20
Safety Klean Solvent
Salmoura
Santoflex 13
Santosafe 300
Santosafe W/G 15 a 30
Selantes de Silicone
Shell Comptella
Shell Diala A, AX Óleo
Shell FRM
Shell IRUS 902, 905
CR
NBR
V
VI
I
Conexões
Materiais
III
IV
II
Mangueiras
PKR
Nylon
Aço
Latão
Aço
Inox
R(1) R(1)
R
A
(10) (10)
A
A
A
A
X
(3)
R
R
R
(3)
R
(3)
A
A
A
A
A
A
A
A
R
A
A
(3)
A
A
A
A
A
A
A
A
(3)
A
A
A
X
X
R
R
X
R
X
R
X
X
X
X
(3)
A
R
R
(11)
X
(2)
X
X
X
X
X
X
R
X
X
A
R
X
R
(3)
R
A
A
(11)
X
A
A
A
A
X
X
X
X
A
A
(3)
R
A
A
(10) (10)
R
A
F
X
A
A
X
X
(3)
A
(3)
R
A
A
-
A
A
(10)
A
A
A
A
A
X
A
A
A
A
A
A
R
A
A
A
A
(3)
X
R
X
(7)
A
A
X
(2)
A
A
A
A
A
A
A
A
X
A
A
A
A
A
(10)
R
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
(7)
A
A
A
A
A
A
X
A
A
A
R
X
A
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A
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A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
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A
A
A
R
A
X
A
A
A
A
A
A
A
A
A
(7)
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
(7)
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
X
X
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
R
A
A
A
X
A
A
A
R
A
R
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
X
A
A
A
A
A
(7)
A
A
A
A
A
A
A
A
Fluidos
Shell Pella-A
Shell 140, Solvente
Shell Tellus
Shell Thermia Oil C
Shell Turbo R
SHF 220, 300, 450+A393
Silicato de Sódio
Skydrol (todos) (9)
Soda Cáustica, Hidrox. Sódio
Soluções de Sabão
Solventes Clorados
Solventes para Laca
Solvente Stoddard
Sulfato de Amônia
Sulfato de Magnésio
Sulfato de Postássio
Sulfato de Zinco
Summa-20, Rotor, Recip
Sulfato de Sódio
Sulfato de Cobre
Summit DSL-32,68,100,125
Sun Minesafe, Sun Safe
Sun-Vis 722
Sundex 8125
Suniso 3GS
Syn-FLO 70,90
Syn-O-AD 84,78
Syncon Óleo
Syndale 2820
Synesstic 32,68, 100
Terebentina
Tetracloreto de Carbono
Texaco A-Z, Óleo
Texaco 760 Hydrafluid
Texaco 766, 763 (200 - 300)
Texaco Way Lubricant 68
Thanol-R-650-X
Thermanol 60
Tolueno, Toluol
Trióxido de Enxofre
Tribol 1440
Tricloroetileno
Trim-Sol
Turbinol 50, 1122, 1223 (9)
Ucon Hydrolubes
UltraChem 215,230,501,751
Univis J26
Uréia
Van Straaten 902
Vapor
Varsol
Versilube F44, F55
Verniz
Vinagre
Vital 29, 4300, 5230, 5310
Volt Esso 35
Xileno/Xilol
Zerol 150
V
CR
NBR
PKR
Nylon
Aço
Latão
Aço
Inox
A
(10)
(3)
A
(3)
(11)
A
X
X
(3)
(10)
X
(10)
A
A
A
A
X
A
A
X
(3)
(3)
(3)
A
X
X
X
(3)
X
X
X
A
A
A
A
(3)
X
X
X
(3)
X
(3)
X
(3)
X
A
R
A
X
(3)
A
X
X
X
A
X
A
A
(10)
A
A
A
R
A
X
A
R
(10)
R
(10)
A
A
A
X
R
A
X
R
R
A
R
X
X
X
R
R
R
A
A
A
X
R
R
X
R
R
X
A
R
A
A
A
X
(10)
A
R
R
X
A
X
A
A
(10)
A
A
X
A
A
A
A
(10)
(7)
(10)
R
A
F
A
A
X
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
X
A
A
A
R
X
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
X
A
R
A
A
X
A
A
X
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
(7)
A
A
R
A
A
A
A
X
A
X
A
A
A
A
A
R
A
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A
A
R
(7)
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
X
A
A
A
A
X
F
A
A
A
A
X
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
(7)
A
A
R
A
A
A
A
X
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
R
X
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
R
A
A
R
A
A
A
A
A
(7)
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
(7)
A
A
A
A
A
A
A
X
A
A
A
A
A
A
A
R
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
Nota: A referência de desempenho esperado está na pág. G-2.
12
FluidConnectors
VI
Conexões
Parker Hannifin Ind. Com. Ltda.
Jacareí, SP - Brasil
Manual de Treinamento
Mangueiras, Conexões e Equipamentos
Conexões para Mangueiras (Terminais de Mangueiras)
As conexões para mangueiras podem ser classificadas em dois grandes grupos: Reusáveis e Permanentes.
Conexões Reusáveis
Classificam-se como conexões reusáveis todas aquelas cujo sistema de fixação da conexão à mangueira permite
reutilizar a conexão, trocando-se apenas a mangueira danificada. Apesar de ter um custo um pouco superior em relação
às conexões permanentes, sua relação custo/benefício é muito boa, além de agilizar a operação de manutenção e
dispensar o uso de equipamentos especiais.
As conexões reusáveis podem ser fixadas às mangueiras por diferentes formas:
- Por interferência entre a conexão e a mangueira
- Através do uso de abraçadeira
Parker Push-Lok
Mangueiras 811 e 881 para sucção
com braçadeira tipo HC
- Por meio de uma capa rosqueável, descascando a extremidade da mangueira (tipo SKIVE).
- Por meio de uma capa rosqueável, sem descascar a extremidade da mangueira (tipo NO-SKIVE).
- Por meio de uma capa rosqueável, com o auxílio de uma anilha de travamento entre a cobertura e o tubo interno
da mangueira.
capa
cobertura
anilha
tubo interno
Obs.: Este tipo de conexão é utilizado normalmente com mangueiras de Teflon.
13
FluidConnectors
Parker Hannifin Ind. Com. Ltda.
Jacareí, SP - Brasil
Manual de Treinamento
Mangueiras, Conexões e Equipamentos
Conexões Permanentes
Classificam-se como conexões permanentes todas aquelas cujo sistema de fixação da conexão à mangueira não permite
reutilizar a conexão quando a mangueira se danifica. Este tipo de conexão necessita de equipamentos especiais para
montagem. As conexões permanentes podem ser fixadas às mangueiras pelas seguintes formas:
- Conexões prensadas que necessitam descascar a
extremidade da mangueira (tipo SKIVE).
- Conexões prensadas que não necessitam descascar a
extremidade da mangueira (tipo NO-SKIVE).
Parkrimp
ponto de aplicação de força
Conexões Swage
A capa da conexão sofre um processo de trefilação na
operação de montagem. Este tipo de conexão é aplicada
basicamente em mangueiras do tipo termoplásticas.
matriz bi-partida
copo porta-matriz
Como Requisitar Mangueiras a Granel
Exemplo: Mangueira SAE 100R2AT ø int. 1/2”, 200 metros.
301 -8 200M
Diâmetro Real
-3 = 3/16”
-4 = 1/4”
-5 = 5/16”
-6 = 3/8”
-8 = 1/2”
-10 = 5/8”
-12 = 3/4”
-16 = 1”
-20 = 1.14”
-24 = 1.1/2”
-32 = 2”
-40 = 2.1/2”
-48 = 3”
200m
Comprimento requisitado - especificar unidade
8
Bitola da Mangueiras em 16 avos de polegada
301
Código do Produto
Diâmetro Nominal (Bitola Cano)
-3 = 1/8”
-4 = 3/16”
-5 = 1/4”
-6 = 5/16”
-8 = 13/32”
-10 = 1/2”
-12 = 5/8”
-16 = 7/8”
-20 = 1.1/8”
-24 = 1.3/8”
-32 = 1.13/16”
-40 = 2.3/8”
-48 = 3”
14
FluidConnectors
Parker Hannifin Ind. Com. Ltda.
Jacareí, SP - Brasil
Manual de Treinamento
Mangueiras, Conexões e Equipamentos
Exemplo:
20130-6-8C, conexão reusável série 30 em aço inox, macho NPTF 1/2”-14 fios para mangueira SAE 100 R2AT de
3/8” ø interno.
2 01 30 -8* -6 C
Omitido
B
C
Aço carbono
Latão
Aço inox
6
Bitola da mangueira em 16 avos de polegada
8
Bitola da parte frontal da conexão em 16 avos de polegadas
30
Série construtiva da conexão
01
Código de configuração frontal da conexão
Omitido
1
2
3
Niple Reusável
Conexão Prensada
Conexão Reusável
Conexão Reusável Push-lok
* Exceto nos caso onde a parte frontal da conexão é formada por uma rosca macho ou fêmea NPT/NPTF ou BSPP/BSPT, nos demais casos essa
bitola não representa a medida da rosca da conexão e sim, o diâmetro externo do tubo em 16 avos de polegada que a conexão pode receber ou o
diâmetro externo real em mm do tubo no caso das conexões métricas.
Exemplos:
20120 - 8 - 6
6
Bitola Mangueira - 5/16” bitola cano
8
Rosca 8/16=1/2, rosca 1/2x14 NPTF
20120
Macho NPTF para mangueira de média pressão
8
Bitola Mangueira - 8/16 = 1/2”
8
Rosca 8/16=1/2”, rosca 3/4-16 UNF
20330
Macho JIC para mangueira de alta pressão
20330 - 8 - 8
Considerações para Cálculo do Comprimento de Corte da Mangueira
Como dimensionar o conjunto partindo das extremidades das conexões
Macho Fixo
Fêmeas Giratórias Reta SAE
Exceto Seal-Lok
Fêmeas Giratórias Reta Seal-Lok
Flange Reta
Todas as Flanges Curvas
Todas as Fêmeas
Giratórias Curva
15
FluidConnectors
Fêmeas Giratórias Reta
Métrica e BSPP
Parker Hannifin Ind. Com. Ltda.
Jacareí, SP - Brasil
Manual de Treinamento
Mangueiras, Conexões e Equipamentos
Codificação de Mangueira Montada
Descrição
Mangueira norma SAE 100R2 com diâmetro interno de 1”, montada com conexões prensadas, sendo uma fêmea giratória JIC 37°, curva 45°, rosca
1-5/8x12UN e uma fêmea giratória JIC 37°, curva 90°, rosca 1-5/16x12UN. Comprimento total de 1000 mm e ângulo de montagem de 180°.
F3813739201616-1000MM-180
F
381
Conexão Lado Esquerdo:
Mangueira:
Conexão Lado Direito:
13743-20-16
381-16
13943-16-16
37
39
20
16
16
-
1000MM
Bitola da
Mangueira
Código da
Mangueira
Comprimento
Total em mm
Configuração
Frontal da
Conexão do
Lado Esquerdo
Mangueira Montada
T
F
P
R
F
P
R
Com Conexões
Prensadas Série 48
Com Conexões
Prensadas Séries 43,
70, 71, 73, 78 e 79
Com Conexões
Prensadas Série 26
Com Conexões
Reusáveis Séries 20,
21, 30, 42, 82 e TB
Com Conexões
Prensadas Parflex
Séries 55, 57 e 58
Com Conexões
Prensadas Parflex
Séries 91N e 93N
Com Conexões
Reusáveis Parflex
Séries 51 e 90
Bitola da
Conexão
Lado Esquerdo
Configuração
Frontal da
Conexão do
Lado Direito
Bitola da
Conexão
Lado Direito
16
FluidConnectors
-
180
Ângulo de Montagem
(quando os dois
lados forem curvos).
Alinhe as duas
conexões com
sede de vedação
para baixo. Gire a
conexão próxima
a você no sentido
horário.
Parker Hannifin Ind. Com. Ltda.
Jacareí, SP - Brasil
Manual de Treinamento
Mangueiras, Conexões e Equipamentos
Tabela de Específicação de Mangueiras
431 Mangueira Compacta de Alta Pressão
SAE 100R16 - 2 Trançados
Diâmetro Interno
da Mangueira
Código
431-4
431-6
431-8
431-10
431-12
431-16
pol.
1/4
3/8
1/2
5/8
3/4
1
PARKER 431
Diâmetro Externo
da Mangueira
mm
6,3
10
12,5
16
19
25,4
pol.
0,53
0,68
0,81
0,94
1,09
1,41
mm
13
17
20
24
28
36
Pressão Máxima
de Trabalho
psi
5000
4000
3500
2750
2250
2000
MPa
35,0
28,0
24,5
19,2
15,7
13,8
Pressão Mínima
de Ruptura
psi
20000
16000
14000
11000
9000
8000
MPa
140,0
112,0
98,0
76,8
62,8
55,2
Raio Mínimo
de Curvatura
pol.
2
2 1/2
3 1/2
4
4 3/4
6
mm
50
65
90
100
120
150
Peso
lbs/ft
0,18
0,28
0,34
0,44
0,54
0,82
kg/m
0,27
0,42
0,51
0,66
0,80
1,22
Construção:
Tubo interno de borracha sintética, reforço de dois trançados de fios de aço de alta resistência e cobertura de borracha sintética, que atende às
especificações da Agência de Administração de Segurança e Saúde em Mineração “MSHA”.
Aplicações e Faixas de Temperatura:
Linhas de alta pressão para utilização com fluidos a base de petróleo e óleos lubrificantes na faixa de temperatura de -40°C a +125°C.
Água, soluções de água/glicol e emulsão de água e óleo até +85°C. Ar até +70°C.
Para aplicações com ar ou gás acima de 250 psi (1,7 MPa), a cobertura deverá ser perfurada.
Conexões:
Parkrimp Série 48 (Bitolas 4 a 12), Seção B.
Parkrimp Série 43 (Bitola 16), Seção B.
A cobertura da mangueira não deve ser removida.
78C / 781 Mangueiras de Super Alta Pressão
PARKER 78C
SAE 100R13, EN 856 Tipo R13 e ISO 3862 Tipo R13
Diâmetro Interno
da Mangueira
Código
78C-12
78C-16
781-20
781-24
78C-32
pol.
3/4
1
1 1/4
1 1/2
2
Diâmetro Externo
da Mangueira
mm
19,1
25,4
31,8
38,1
50,8
pol.
1,26
1,52
1,96
2,26
2,80
mm
32
39
50
57
71
Pressão Máxima
de Trabalho
psi
5000
5000
5000
5000
5000
MPa
35,0
35,0
35,0
35,0
35,0
Pressão Mínima
de Ruptura
psi
20000
20000
20000
20000
20000
MPa
140,0
140,0
140,0
140,0
140,0
Raio Mínimo
de Curvatura
pol.
9 1/2
12
16 1/2
20
25
mm
240
300
420
500
630
Peso
lbs/ft
1,07
1,48
2,48
3,22
5,03
kg/m
1,59
2,20
3,69
4,79
7,48
Construção:
Tubo interno de borracha sintética, reforço de múltiplos* espirais de fios de aço de alta resistência e cobertura de borracha sintética, que atende às
especificações da Agência de Administração de Segurança e Saúde em Mineração “MSHA”.
Aplicações e Faixas de Temperatura:
Linhas de super alta pressão para utilização com fluidos a base de petróleo e óleos lubrificantes na faixa de temperatura de -40°C a +125°C.
Água, soluções de água/glicol e emulsão de água e óleo até +85°C. Ar até +70°C.
Para aplicações com ar ou gás acima de 250 psi (1,7 MPa), a cobertura deverá ser perfurada.
Conexões:
Parkrimp Série 78, Seção D.
A cobertura da mangueira não deve ser removida.
* Quatro espirais nas bitolas 12 e 16.
Seis espirais nas bitolas 20 a 32.
17
FluidConnectors
Parker Hannifin Ind. Com. Ltda.
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Mangueiras, Conexões e Equipamentos
Tabela de Específicação de Conexões para Mangueiras
06 - Fêmea Giratória JIC 37° - Reta
68 - Fêmea Giratória JIC 37° e SAE 45° - Reta
Diâmetro Interno
da Mangueira
Código
DN
pol.
Bitola
mm
Rosca
UNF/UN
A
mm
B
mm
H
pol.
W
pol.
16848-4-4-SA
16848-5-4-SA
10648-6-4-SA
16848-4-6-SA
10648-6-6-SA
16848-8-6-SA
16848-10-6-SA
10648-6-8-SA
16848-8-8-SA
16848-10-8-SA
10648-12-8-SA
16848-8-10-SA
16848-10-10-SA
10648-12-10-SA
16848-10-12-SA
10648-12-12-SA
10648-16-12-SA
10643-16-16
10643-20-16
10643-20-20
10643-24-24
10643-32-32
6
6
6
10
10
10
10
12
12
12
12
16
16
16
20
20
20
25
25
32
38
50
1/4
1/4
1/4
3/8
3/8
3/8
3/8
1/2
1/2
1/2
1/2
5/8
5/8
5/8
3/4
3/4
3/4
1
1
1 1/4
1 1/2
2
-4
-4
-4
-6
-6
-6
-6
-8
-8
-8
-8
-10
-10
-10
-12
-12
-12
-16
-16
-20
-24
-32
6,3
6,3
6,3
9,5
9,5
9,5
9,5
12,7
12,7
12,7
12,7
15,9
15,9
15,9
19,1
19,1
19,1
25,4
25,4
31,8
38,1
50,8
7/16-20
1/2-20
9/16-18
7/16-20
9/16-18
3/4-16
7/8-14
9/16-18
3/4-16
7/8-14
1 1/16-12
3/4-16
7/8-14
1 1/16-12
7/8-14
1 1/16-12
1 5/16-12
1 5/16-12
1 5/8-12
1 5/8-12
1 7/8-12
2 1/2-12
52
54
55
50
52
57
59
46
56
62
48
57
60
64
61
67
71
91
96
99
98
120
29
30
31
27
30
34
36
22
32
38
24
32
35
39
35
41
45
51
56
57
63
75
9/16
9/16
9/16
11/16
11/16
11/16
7/8
13/16
13/16
1 1/4
15/16
15/16
1 1/16
1 1/16
1 1/16
1 1/4
1 3/8
1 3/8
1 5/8
1 7/8
2 1/8
2 1/2
9/16
5/8
9/16
9/16
9/16
7/8
1
9/16
7/8
1
1 1/4
7/8
1
1 1/4
1
1 1/4
1 1/2
1 1/2
1 1/2
2
2 1/4
2 7/8
1C - Fêmea Giratória Métrica Boleada com Anel “O” - DIN 20078 - Curva 90° - Série Pesada
Diâmetro Interno
da Mangueira
Código
11C78-25-12
11C78-30-16
11C78-30-20
11C78-38-20
DN
pol.
Bitola
mm
Rosca
Métrica
20
25
32
32
3/4
1
1 1/4
1 1/4
-12
-16
-20
-20
19,0
25,4
31,8
31,8
M36x2
M42x2
M42x2
M52x2
18
FluidConnectors
Diâmetro
Externo
do Tubo
mm
A
mm
B
mm
E
mm
W
mm
25
30
30
38
101
122
138
151
52
72
73
87
59
73
74
78
46
50
50
60
Parker Hannifin Ind. Com. Ltda.
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Mangueiras, Conexões e Equipamentos
Exercícios Propostos
1 - Requisitar 200 m de mangueira SAE 100R5 (referência Parker 201) c/ diâmetro interno de 13/32”
2 - Requisitar Conexão reusável fêmea giratória reta sede JIC 37°, para tubo 3/8” (rosca 9/16”-18 fios UNF), para montar
com mangueira SAE 100R1AT, referência Parker 421 de 3/8” de diâmetro interno
3 - Requisitar um conjunto montado com as seguintes características:
- mangueira SAE 100R5 ø 13/32”, ref. Parker 201-8;
- conexão reusável macho NPTF 3/8”-18 fios, ref. Parker 20120-6-8;
- conexão reusável fêmea giratória sede JIC 37º, rosca 3/4”-16 fios bitola tubo1/2”, ref. Parker 20620-8-8;
- comprimento total OAL igual a 1067 mm (42”).
-
Determine também o comprimento de corte da mangueira para o conjunto acima
4 - Especifique quais mangueiras Parker podem trabalhar com pressão de 3000 psi em todas as bitolas
5 - Quais mangueiras Parker podem trabalhar com fluido sintético?
19
FluidConnectors
Parker Hannifin Ind. Com. Ltda.
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Mangueiras, Conexões e Equipamentos
6 - Monte o código da mangueira montada:
- mangueira: 431-8
- conexão 1: 1J048-8-8-SA
- conexão 2: 1J948-18-8-SA
- comprimento total: 1200 mm
- mangueira: 77C-16
- conexão 1: 11971-16-16
- conexão 2: 11C71-30-16
- comprimento total: 2000 mm
- mangueira: 919-10
- conexão 1: 14191M-10-10C
- conexão 2: 10191M-8-18C
- comprimento total: 1200 mm
7 - Especifique os componentes das mangueiras montadas:
T381683Y080806-700mm
- mangueira:
- conexão 1:
- conexão 2:
- comprimento total:
F782TC6A6N161216-4000mm
- mangueira:
- conexão 1:
- conexão 2:
- comprimento total:
F575X0106080808C-1000mm
- mangueira:
- conexão 1:
- conexão 2:
- comprimento total:
20
FluidConnectors
Parker Hannifin Ind. Com. Ltda.
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Mangueiras, Conexões e Equipamentos
Acessórios
A Parker Hannifin dispõe de uma ampla gama de acessórios para mangueiras.
- Juntas oscilantes Série “S” 3.000 psi
- Flange avulsa ou kits de flange SAE e ISO
B (Fixo)
A (Móvel)
A
A
Ponto Fixo
A
B (Fixo)
A
A
Junta
Oscilante
A
Junta Oscilante
Parker
A
B
Direção do Movimento
Sem Junta Oscilante
a Mangueira Sofre
Torção
Com Junta Oscilante
a Mangueira Não
Sofre Torção
- Armaduras de polietileno
Spring Guard (SG)
PolyGuard (HG)
Armor Guard (AG)
Parkoil (PG)
- Proteção contra fogo ou fagulhas FIRESLEEVE
- Proteção contra abrasão Partek®
FluidConnectors
A
Direção do Movimento
- Armaduras de arame ou fita de aço
21
B
Parker Hannifin Ind. Com. Ltda.
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Mangueiras, Conexões e Equipamentos
Máquina Portátil Karrykrimp
Para uso com castanhas e conexões das Séries 48 e 43.
Modelo 82C-061 inclui
Máquina Portátil Karrykrimp (unidade base)
Suporte (2 peças)
Anel da Castanha - Prata
Anel da Castanha - Preto
Mangueira e Conexão com Engate Rápido
Código
82C-080
832021
82C-R01
82C-R02
82C-00L
Especificações
Dimensões
380 mm largura, 305mm profundidade, 685 mm altura
Peso
Força de Cravamento
Capacidade Máxima
Tempo de Preparação
22,65 Kg sem a unidade de força
30 toneladas força à pressão máxima de 10.000 psi
SAE 100R2 1 1/4”
20 segundos
Ciclo de Operação
30 segundos com bomba elétrica
Δ
Para instruções de montagem, consulte a Seção F.
Máquina Portátil Karrykrimp 2
Para uso com castanhas e conexões das Séries 48, 43, 71 e 78.
Modelo 85C-061 inclui
Máquina Portátil Karrykrimp 2 (unidade base)
Suporte (2 peças)
Anel da Castanha - Prata
Anel da Castanha - Preto
Mangueira e Conexão com Engate Rápido
Código
85C-080
832021
85C-R01
85C-R02
82C-00L
Especificações
Dimensões
356 mm largura, 380mm profundidade, 762 mm altura
Peso
Força de Cravamento
Capacidade Máxima
Tempo de Preparação
45 Kg sem a unidade de força
60 toneladas força à pressão máxima de 10.000 psi
SAE 100R2 1 1/4” / SAE 100R12 1 1/4” / SAE 100R13 1”
20 segundos
Ciclo de Operação
Depende da bitola da mangueira e estilo da conexão
Δ
Para instruções de montagem, consulte a Seção F.
Máquina Estacionária 60T
Para uso com castanhas e conexões das Séries 48, 43, 71 e 78.
Modelo 60T-061 inclui
Máquina 60T com Unidade de Força 110/220V - monofásico
Anel da Castanha - Prata
Anel da Castanha - Preto
Código
60T-081
80C-R01
80C-R02
Modelo 60T-062 inclui
Máquina 60T com Unidade de Força 220/380V - trifásico
Anel da Castanha - Prata
Anel da Castanha - Preto
Código
60T-082
80C-R01
80C-R02
Especificações
Dimensões
760 mm largura, 495mm profundidade, 620 mm altura
Peso
Força de Cravamento
Capacidade Máxima
Tempo de Preparação
150 Kg com unidade de força
60 toneladas força à pressão máxima de 3.500 psi
SAE 100R2 1 1/4” / SAE 100R12 1 1/4” / SAE 100R13 1”
20 segundos
Ciclo de Operação
15 segundos
Δ
Para instruções de montagem, consulte a Seção F.
22
FluidConnectors
Parker Hannifin Ind. Com. Ltda.
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Manual de Treinamento
Mangueiras, Conexões e Equipamentos
Máquina Estacionária Parkrimp 2
Para uso com castanhas e conexões das Séries 48, 43, 71 e 78.
Modelo 83C-081 inclui
Máquina Parkrimp 2 (parte superior)
Gabinete e Unidade de Força 230/460V - 50/60Hz - trifásico
Copo Adaptador
Anel Espaçador
Disco Espaçador
Código
83C-080
83C-S40
83C-0CB
83C-R02
83C-R02H
Especificações
Dimensões
711 mm largura, 559 mm profundidade, 1778 mm altura
Peso
Força de Cravamento
Capacidade Máxima
Tempo de Preparação
382 Kg com unidade de força
125 toneladas força à pressão máxima de 5.000 psi
SAE 100R2 2” / SAE 100R12 2” / SAE 100R13 2”
30 segundos
Ciclo de Operação
30 segundos sem copo adaptador
20 segundos com copo adaptador
Fluido Hidráulico
SAE 30W
Δ
Para instruções de montagem, consulte a Seção F.
Castanhas
Série 48 (Dourada)
-4 (1/4”) - Vermelha
-6 (3/8”) - Amarela
-8 (1/2”) - Azul
-10 (5/8”) - Laranja
-12 (3/4”) - Verde
Código
80C-C04
80C-C06
80C-C08
80C-C10
80C-C12
Série 43 (Prata)
-16 (1”) - Preta
-20 (1 1/4”) - Branca
-24 (1 1/2”) - Vermelha
-32 (2”) - Verde
Código
80C-A16
80C-A20
83C-A24
83C-A32
*
*
Código
83C-D06
83C-D08
83C-D12
83C-D16
83C-D20
83C-D24
83C-D32
*
*
Código
80C-L12
80C-L16
83C-L20
83C-L24
83C-L32
*
*
*
*
Usada somente na máquina Parkrimp 2.
Série 71 (Preta)
-6 (3/8”) - Amarela
-8 (1/2”) - Azul
-12 (3/4”) - Verde
-16 (1”) - Preta
-20 (1 1/4”) - Branca
-24 (1 1/2”) - Vermelha
-32 (2”) - Verde
*
Usada somente na máquina Parkrimp 2.
Série 78 (Oliva Escuro)
-12 (3/4”) - Verde
-16 (1”) - Preta
-20 (1 1/4”) - Branca
-24 (1 1/2”) - Vermelha
-32 (2”) - Verde
*
Usada somente na máquina Parkrimp 2.
23
FluidConnectors
Parker Hannifin Ind. Com. Ltda.
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Mangueiras, Conexões e Equipamentos
Bomba Manual 82C-0HP
Para uso com máquina Karrykrimp. Capacidade 10.000 psi.
Especificações
Comprimento
576 mm
Largura
Altura
Acoplamento da Mangueira
Fluido Hidráulico
82 mm
118 mm
3/8” NPTF
SAE 30W
Bomba Manual 85C-0HP
Para uso com máquinas Karrykrimp e Karrykrimp 2. Capacidade 10.000 psi.
Especificações
Comprimento
735 mm
Largura
Altura
Acoplamento da Mangueira
Peso
Fluido Hidráulico
308 mm
280 mm
3/8” NPTF
27 Kg
SAE 30W
Bomba Ar / Óleo 82C-0AP
Para uso com máquinas Karrykrimp e Karrykrimp 2. Opera com 80 a 120 psi de ar comprimido.
Especificações
Comprimento
375 mm
Largura
Altura
Peso
Acoplamento Entrada Ar
150 mm
146 mm
6 Kg
1/4” NPTF
Acoplamento Saída Óleo
Fluido Hidráulico
3/8” NPTF
SAE 30W
Bomba Elétrica 82C-0EP
Para uso com máquinas Karrykrimp e Karrykrimp 2. Capacidade 10.000 psi.
Especificações
Comprimento
308 mm
Largura
Altura
Acoplamento da Mangueira
Peso
Fluido Hidráulico
Motor
328 mm
381 mm
3/8” NPTF
14 Kg
SAE 30W
115/230V, 60Hz monofásico
Bomba Elétrica 85C-0EP
Para uso com máquinas Karrykrimp e Karrykrimp 2. Capacidade 10.000 psi.
Especificações
Comprimento
359 mm
Largura
Altura
Acoplamento da Mangueira
241 mm
578 mm
3/8” NPTF
Peso
Motor
24 Kg
115/230V, 60Hz monofásico
Nota: Maior capacidade de vazão que a bomba 82C-0EP, seu ciclo de operação é mais rápido.
24
FluidConnectors
Parker Hannifin Ind. Com. Ltda.
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Mangueiras, Conexões e Equipamentos
Máquinas de Corte 239 e 339
Especificações
Modelo
239 - Motor 230V - 60Hz - 3HP - monofásico
339 - Motor 230V - 60Hz - 3HP - trifásico
Dimensões
Peso
Capacidade
Disco de Corte
559 mm largura, 1067 mm profundidade, 610 mm altura
97 Kg
Todas as mangueiras até 2”
24248 - tipo escalopado
Máquinas de Corte MCM3000
Utiliza sistema de refrigeração com óleo solúvel.
Especificações
Modelo
MCM3000-220/380V-TRIF - trifásico
MCM3000-110/220V-MONO - monofásico
Dimensões
Peso
691 mm largura, 926 mm profundidade, 649 mm altura
60 Kg
Capacidade
Todas as mangueiras até 2”
Máquina de Corte Portátil Karrykut
Especificações
Modelo
631075
Peso
Motor
97 Kg
115V (13 amp) corrente alternada universal
Capacidade
Mangueiras com reforço trançado até 2”
Mangueiras com reforço espiralado até 1-1/4”
580661
631076
Disco de Corte
Grampo de Fixação Universal
25
FluidConnectors
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Manual de Treinamento
Mangueiras, Conexões e Equipamentos
Instruções de Montagem para Máquinas 60T e Karrykrimp 2
Série 48
Disco
Diâmetro Interno
da Mangueira
DN
pol.
6
6
10
10
12
12
16
16
20
20
1/4
1/4
3/8
3/8
1/2
1/2
5/8
5/8
3/4
3/4
Bitola
-4
-4
-6
-6
-8
-8
-10
-10
-12
-12
mm
Tipo de Mangueira
Série da
Conexão
Castanha
6,3
6,3
9,5
9,5
12,7
12,7
15,9
15,9
19,1
19,1
421SN - 431 - 481
301SN - 381
421SN - 431 - 481
301SN - 381
421SN - 431 - 481
301SN - 381
421SN - 431 - 481
301SN - 381
421SN - 431 - 481
301SN - 381
48
48
48
48
48
48
48
48
48
48
80C-C04
80C-C04
80C-C06
80C-C06
80C-C08
80C-C08
80C-C10
80C-C10
80C-C12
80C-C12
Prata
R01
Preto
R02
Profundidade
de Inserção
Mangueira
mm
X
X
19
19
20
20
21
21
22
22
23
23
Preto
R02
Profundidade
de Inserção
Mangueira
mm
X
X
X
X
X
X
X
X
Diâmetro de Prensagem
mínimo
mm
máximo
mm
16,40
17,40
20,35
21,35
23,35
24,40
26,65
27,70
30,50
31,50
16,90
17,90
20,85
21,85
23,85
24,90
27,15
28,20
31,00
32,00
Série 43
Disco
Diâmetro Interno
da Mangueira
DN
pol.
25
25
32
32
1
1
1 1/4
1 1/4
Bitola
-16
-16
-20
-20
mm
Tipo de Mangueira
Série da
Conexão
Castanha
25,4
25,4
31,8
31,8
421SN - 431 - 481
301SN - 381
481
381
43
43
43
43
80C-A16
80C-A16
80C-A20
80C-A20
Prata
R01
X
41
41
43
43
X
X
X
Diâmetro de Prensagem
mínimo
mm
máximo
mm
40,40
41,40
50,05
51,05
40,90
41,90
50,55
51,55
Instruções de Montagem para Máquina Parkrimp 2
421SN - 431 - 481
301SN - 381
481
381
481
381
481
381
1
1
1 1/4
1 1/4
1 1/2
1 1/2
2
2
1) Anel Espaçador
-16
-16
-20
-20
-24
-24
-32
-32
25,4
25,4
31,8
31,8
38,1
38,1
50,8
50,8
2) Disco Espaçador
Castanha
43
43
43
43
43
43
43
43
80C-A16
80C-A16
80C-A20
80C-A20
83C-C24
83C-C24
83C-C32
83C-C32
2)
83C-RO2H
Tipo de Mangueira
25
25
32
32
40
40
50
50
Série da
Conexão
83C-R02
Diâmetro Interno da Mangueira
DN
pol.
Bitola
mm
1)
83C-OCB
Série 43
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
3)
Profundidade de Diâmetro Prensagem
Inserção Mang.
mínima
máxima
mm
mm
mm
41
41
43
43
38
38
46
46
40,40
41,40
50,05
51,05
58,15
59,15
69,45
70,45
40,90
41,90
50,55
51,55
58,65
59,65
69,95
70,95
3) Copo Adaptador
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Mangueiras, Conexões e Equipamentos
Recomendações na Aplicação
Ao projetar ou reformar um circuito de condução de fluidos, sempre que possível tenha em consideração as seguintes
recomendações:
- Evite ao máximo utilizar mangueiras. Utilize tubos, pois a perda de carga em tubos é menor e sua vida maior.
- Evite ampliações ou reduções bruscas no circuito, a fim de não ter aumento de turbulência e consequente aumento de pressão e
de temperatura.
- Evite utilizar conexões fora de padrão em todo o circuito e em especial as conexões (terminais) de mangueira, pois estas deverão
ser substituídas com maior freqüência nas operações de manutenção.
- Evite especificar conjuntos montados de mangueira com dois terminais macho fixo, pois a operação de instalação se torna mais
difícil. Procure usar macho fixo de um lado e fêmea/macho giratório do outro lado.
- Mesmo que aparentemente mais caras, procure especificar mangueiras que atendam aos requisitos do meio ambiente externo de
trabalho, evitando assim a necessidade de acessórios especiais tais como: armaduras de proteção, luva anti-abrasão, entre outros.
Dicas para Instalação de Mangueiras
1. A mangueira enfraquece quando utilizada de forma torcida, seja pela
instalação ou pela aplicação. Neste caso, a ação da pressão tende a
desprender a conexão da mangueira. Estude os movimentos de torção
da mangueira e procure eliminá-los com o uso de Juntas Oscilantes.
2. Raios de curvatura mais amplos evitam o colapso e a restrição do
fluxo na linha.
3. Situações onde o raio mínimo de curvatura é excedido provocam
redução da vida útil da mangueira.
4. O uso de adaptadores e/ou conexões curvas, quando necessário,
evitam o uso de comprimentos excessivos de mangueira e tornam a
instalação mais fácil para a manutenção.
5. Pressão pode alterar o comprimento da mangueira em até 2%.
Considere uma folga na linha para compensar as variações de comprimento da mangueira.
6. Utilize abraçadeiras para melhorar a instalação da mangueira, evitando
assim, proximidade com ambientes de alta temperatura ou abrasão.
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Mangueiras, Conexões e Equipamentos
Análise de Falhas das Mangueiras
HPD-HFA #1
Sintomas:
Vida da mangueira em serviço
A mangueira rompeu e o reforço precipitou-se levemente para fora
da cobertura, concentrado em uma pequena área.
Causas:
A mangueira atingiu o fim de sua vida, provavelmente tenha sido
submetida a um grande número de picos de pressão ou a flexão
continua concentrada na região onde rompeu.
Soluções:
Reavaliar a aplicação e substituir o conjunto.
HPD-HFA #2
Sintomas:
Profundidade de inserção da mangueira na conexão
A conexão soltou-se da mangueira.
Causas:
A mangueira não foi inserida totalmente na conexão antes da
prensagem da capa. Todos os dentes da capa da conexão são
necessários para fixar a conexão na mangueira, porém o último
dente sozinho é responsável por aproximadamente 25% da
capacidade de fixação da conexão na mangueira.
Soluções:
Substitua o conjunto. Para assegurar-se de que a mangueira tenha
sido inserida até o fundo da capa da conexão, sobreponha a
extremidade da mangueira sobre a capa da conexão até o início da
gola da pré-prensagem da capa no niple, marque com um risco
à caneta sobre a cobertura da mangueira, o comprimento que a
mangueira deverá ser inserida na conexão. Se preferir, verifique
no catálogo qual o comprimento a ser inserido.
HPD-HFA #3
Sintomas:
Prensagem da conexão insuficiente ou excessiva
O conjunto vaza entre a capa da conexão e a mangueira, ou a
conexão soltou-se da mangueira.
Causas:
A capa da conexão foi prensada insuficiente ou excessivamente em
relação ao diâmetro de prensagem especificado.
Soluções:
Substitua o conjunto e certifique que esteja utilizando a conexão
correta e reveja as instruções de montagem e utilização das
castanhas apropriadas.
HPD-HFA #4
Sintomas:
Corte do tubo interno na montagem (Conexões Reusáveis)
A mangueira apresenta vazamento, pequenas bolhas no tubo
interno, bolhas na cobertura perto da conexão, rompeu perto da
conexão com sinais de corrosão dos arames do reforço ou todos
esses sintomas juntos.
Causas:
O tubo interno foi danificado durante a montagem da conexão,
provavelmenta devido à falta de lubrificação apropriada ou
montagem imprópria da conexão, permitindo a entrada de umidade
ao redor da capa da conexão, promovendo a corrosão do reforço.
Soluções:
Rever os procedimentos de montagem e substituir o conjunto.
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Mangueiras, Conexões e Equipamentos
HPD-HFA #5
Sintomas:
Torção da mangueira (Conexões Reusáveis)
A cobertura da mangueira está danificada externamente.
A mangueira rompeu na área onde visivelmente sofreu torção.
Os arames do reforço estão rompidos na região da falha.
Causas:
A mangueira sofreu torção durante a montagem da conexão devido à
falta de lubrificação apropriada. Instalação imprópria pode causar
torção não desejada.
Soluções:
Rever os procedimentos de montagem. Substitua o conjunto, e guiado
pela linha da gravação de identificação da mangueira, assegure-se de
que a mangueira flexione em um único plano.
Caso necessário, oriente o plano de flexão usando braçadeira, ou
junta oscilante Parker série “S”.
Nota Importante: A flexão em diferentes planos não é recomendada também para conjuntos com conexões prensadas.
HPD-HFA #6
Sintomas:
Abrasão na cobertura da mangueira
A cobertura foi arrancada ou deteriorada. Os arames de reforço
apresentam sinais de ter sido roçado ou de oxidação.
Causas:
Excessivo contato da mangueira contra objetos externos, tais como
outras mangueiras, abraçadeiras não apropriadas ou impactos contra
bordas cortantes e suportes.
Soluções:
Substitua o conjunto. Use capas ou luvas de proteção e se necessário
use abraçadeira apropriada para evitar o contato com outros objetos.
HPD-HFA #7
Sintomas:
Ruptura da mangueira através do desgaste da cobertura
A mangueira rompeu na área onde a cobertura foi deteriorada.
Os arames do reforço apresentam sinais de corrosão.
Causas:
Contínuo contato da mangueira contra outras mangueiras ou impacto
contra bordas cortantes e suportes.
Soluções:
Substitua o conjunto. Use capa ou luva de proteção e se necessário
use braçadeira apropriada para evitar o contato com outros objetos.
HPD-HFA #8
Sintomas:
Raio mínimo de curvatura
A mangueira rompeu na parte externa ao raio de curvatura. Apresenta
secção transversal ovalisada na região da curvatura. Os arames do
reforço estão rompidos na região externa ao raio de curvatura. Em
aplicações com Vácuo ou Sucção, a mangueira apresenta achatamento na região da curvatura que causa a restrição do fluxo. Vinco
da mangueira na região da ruptura.
Causas:
Raio de curvatura inferior ao mínimo recomendado ou a curvatura
inicia no pé da conexão.
Soluções:
Substitua o conjunto. Aumente o raio de curvatura de acordo com o
recomendado. A curvatura deverá iniciar no mínimo duas vezes o
diâmetro da mangueira após o pé da conexão. Use abraçadeira
apropriada, se necessário.
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Mangueiras, Conexões e Equipamentos
HPD-HFA #9
Sintomas:
Incompatibilidade química com o fluido
O tubo interno está muito deteriorado, apresentando sinais de
enrugamento, escoamento e parcial deslocamento em direção à
extremidade.
Causas:
Incompatibilidade química do fluido com o material do tubo interno da
mangueira.
Soluções:
Substitua o conjunto por outro com mangueira que seja
compatível química e termicamente estável com o fluido que está
sendo utilizado, ou substitua o fluido por outro que seja compatível
com a mangueira.
HPD-HFA #10
Sintomas:
Enrigecimento da mangueira
A mangueira está enrigecida, quebradiça e apresenta trincas quando
flexionada à temperatura ambiente. O conjunto permanece na mesma
posição após removido do local de aplicação e apresenta sinais visíveis
de ressecamento ou queimadura.
Causas:
A mangueira foi exposta ao calor excessivo e alterou as características
dos plastificantes que dão flexibilidade ao elastômero.
Óleo com ar incluso causa oxidação do elastômero do tubo interno e
da cobertura e enrigecimento da mangueira. Qualquer combinação de
oxigênio e calor, irá acelerar o enrigecimento do tubo interno. Cavitação
indica presença de ar no sistema e também pode causar o mesmo
efeito. Mangueiras velhas podem apresentar o mesmo sintoma.
Soluções:
Rever a aplicação reduzindo a temperatura do sistema para o limite de
temperatura de trabalho da mangueira, ou substitua a mangueira por
outra que possa operar na temperatura do sistema. Se a fonte de calor
for externa, instale capa ou luva de proteção na mangueira
HPD-HFA #11
Sintomas:
Migração do fluido pela cobertura
Várias bolhas aparecem na cobertura. O tubo interno e/ou a cobertura
apresentam-se inchados e moles.
Causas:
Incompatibilidade do fluido com o material da mangueira. As bolhas
podem conter fluidos, graxas ou substâncias, as quais, combinadas,
podem alterar as características do elastômero das mangueiras. Isto
ocorre com freqüência em mangueiras que trabalham imersas e/ou
expostas ao banho de fluidos externos à mesma.
Soluções:
Substitua o conjunto por outro que seja compatível com o fluido, ou
substitua o fluido por um que seja compatível com a mangueira.
HPD-HFA #12
Sintomas:
Envelhecimento pela ação de Ar/Gás seco
O tubo interno possui várias pequenas trincas, porém continua flexível.
As trincas não são encontradas onde a conexão está montada.
Causas:
O ar que circula internamente na mangueira está muito seco. Isto ocorre
quando utilizamos ar comprimido gerado por compressor que
dispensa lubrificação (Lube- Free Compressor), ou Gás Refrigerante
que possua sistema de secagem.
Soluções:
Substitua o conjunto por outro cuja mangueira seja compatível com
Ar/Gás extremamente seco.
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Mangueiras, Conexões e Equipamentos
HPD-HFA #13
Sintomas:
Ressecamento da cobertura
A mangueira apresenta enrigecimento e trincas na cobertura quando
flexionada à temperatura ambiente.
Causa:
Provavelmente a mangueira está operando em um compartimento
fechado onde o calor irradiante (calor soprado) é excessivo, ou
exposta a um ambiente com alta concentração de ozônio.
Soluções:
Substitua o conjunto por outro com mangueira que possua cobertura
têxtil e temperatura de trabalho compatível com o meio.
As mangueiras com cobertura têxtil possuem excelente resistência
ao ozônio.
HPD-HFA #14
Sintomas:
Exposição a baixas temperaturas
O tubo interno e a cobertura apresentam rachaduras, porém
continuam flexíveis e macios à temperatura ambiente.
Causas:
A mangueira está operando com movimentos de flexão em ambiente
onde a tempetura de trabalho é inferior aos limites recomendados
para a mangueira. Típicas aplicações são encontradas com
nitrogênio ou em câmaras frias.
Soluções:
Substitua o conjunto por outro cuja mangueira possa operar com
esse tipo de fluido ou parâmetros de baixa temperatura do
meio-ambiente.
HPD-HFA #15
Sintomas:
Pressão excessiva
A mangueira rompeu após pequeno período de aplicação e pode ter
ocorrido em qualquer ponto ao longo da mangueira. Normalmente a
ruptura se apresenta limpa e bem concentrada, sem sinais evidentes
de corrosão dos arames do reforço ou desgaste da cobertura por
abrasão.
Causas:
A mangueira foi submetida à pressão excessiva ou muito próximo da
pressão de ruptura.
Soluções:
Ajuste a pressão do sistema dentro da pressão recomendada para a
mangueira ou utilize uma mangueira compatível com a pressão de
trabalho do sistema. Substitua o conjunto.
HPD-HFA #16
Sintomas:
Restrição do tubo interno
O núcleo interno da mangueira apresenta restrição de área,
provocada pelo deslocamento do tubo interno e o seu
descolamento do reforço. A aparência externa da mangueira
apresenta sinais de achatamento.
Causas:
Vácuo excessivo, vinco ou achatamento da mangueira provocados
por raio excessivo de curvatura poderão provocar o descolamento do
tubo interno. Em alguns casos, o problema poderá ocorrer por baixa
adesão ou vulcanização incorreta do tubo interno.
Soluções:
Substitua o conjunto por outro cuja mangueira atenda aos limites de
aplicação em Vácuo. Se o problema estiver ocorrendo por raio de
curvatura excessivo, amplie o raio de aplicação ou utilize uma
mangueira com raio de curvatura compacto. Se o problema estiver
ocorrendo por baixa qualidade do produto, solicite garantia
do mesmo.
31
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Mangueiras, Conexões e Equipamentos
HPD-HFA #17 Alta velocidade ou contaminação do fluido
(Vazão Excessiva)
Sintomas:
A mangueira apresenta vazamento acentuado ao longo de seu corpo.
O tubo interno apresenta sinais de erosão ou de ter sido comprimido
através do reforço da mangueira em uma região bastante abrangente.
Causas:
A erosão ou danificação do tubo interno é provocada pela alta
velocidade do fluido atritando na superfície do tubo interno, ou por
partículas (metálicas ou não) de contaminação do fluido.
Soluções:
O conjunto deverá ser substituído por outro cujo diâmetro interno
da mangueira seja compatível com a vazão do sistema, e/ou
uma análise sobre a contaminação do fluido deverá ser efetuada.
HPD-HFA #18 Ruptura da mangueira no pé da conexão
Sintomas:
A mangueira rompeu no pé da conexão e os arames do reforço ficam
visivelmente expostos.
Causas:
A mangueira se movimentou ou foi tracionada da conexão, devido a
movimentos excessivos provocados por golpes de Ariete.
O comprimento do conjunto é curto ou o raio de curvatura inicia no pé
da conexão. Uma outra causa poderá ser provocada pelo diâmetro
de prensagem da conexão incorreto.
Soluções:
O conjunto deverá ser substituído. O comprimento e a trajetória do
conjunto deverão ser revisados, de forma que não trabalhem
tracionados. Considere que os conjuntos de mangueiras, quando
pressurizados, podem ter seu comprimento reduzido em até 4%. A
curvatura da mangueira deverá iniciar no mínimo de duas vezes o
diâmetro interno da mesma, após o termino da conexão, também
conhecido como pé da conexão. Se necessário, o uso de
abraçadeira deverá ser considerado para evitar movimentos.
Reveja os procedimentos de prensagem da conexão.
32
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