flowtite - Amiantit

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flowtite - Amiantit
FLOWTITE
Guia de instalação para condutas enterradas – AWWA
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01
1 Informações preliminares 4
2 Transporte, manuseamento e armazenamento 6
3 Procedimento de instalação 9
02
03
04
3.1
3.2
3.3
3.4
3.5
3.6
3.7
Inspecção dos tubos ............................................................................................... 6
Reparação dos tubos ............................................................................................... 6
Descarga e manuseamento de tubos ..................................................................... 6
Armazenamento dos tubos no local de trabalho ..................................................... 7
Armazenamento de juntas e lubrificantes . ............................................................. 7
Transporte de tubos ................................................................................................. 8
Manuseamento dos tubos enfiados ......................................................................... 8
Vala standard .......................................................................................................... 9
Leito da tubagem .................................................................................................... 9
Materiais de enchimento ........................................................................................ 10
Tipos de instalação ............................................................................................... 10
Enchimento de vala .............................................................................................. 11
Compactação sobre o tubo . ................................................................................. 12
Deflexão do tubo ................................................................................................... 12
4.1
4.2
4.3
4.4
4.5
Uniões de manguito FLOWTITE ............................................................................ 13
Juntas travadas . ................................................................................................... 15
União flangeada .................................................................................................... 15
União laminada ..................................................................................................... 16
Outros sistemas de união ..................................................................................... 17
5 Maciços de ancoragem, revestimentos betão e ligações
rígidas 18
06
2.1
2.2
2.3
2.4
2.5
2.6
2.7
Prefácio ................................................................................................................... .4
Sistema tubagem-solo ................................................................................. ............4
Assistência técnica . ................................................................................................. 5
Segurança ................................................................................................................ 5
4 Montagem de tubagens 13
05
1.1
1.2
1.3
1.4
5.1
5.2
5.3
5.4
Revestimentos de betão ....................................................................................... 19
Ligações rígidas .................................................................................................... 20
Instalação em galerias ou túneis .......................................................................... 22
Ligações a paredes de betão ............................................................................... 22
6 Ajustamentos em obra 24
6.1 Ajustamentos do comprimento ............................................................................. 24
6.2 Reparação e fecho com manguitos FLOWTITE . ................................................. 24
6.3 Fecho com juntas de outras origens . .................................................................... 25
2
7 Outros procedimentos e considerações de instalação 26
07
8 Utilização de válvulas e câmaras 29
08
9 Acções após a instalação 34
09
10 Instalações alternativas 37
10
Apêndices 39
ap.
7.1
7.2
7.3
7.4
7.5
7.6
7.7
7.8
Valas com várias tubagens ................................................................................... 26
Valas com condutas cruzadas .............................................................................. 26
Valas com fundo instável ...................................................................................... 26
Valas inundadas .................................................................................................... 27
Valas entivadas ..................................................................................................... 27
Valas em solo rochoso .......................................................................................... 27
Condutas em vertente inclinada . .......................................................................... 28
Instalação de condutas em declives ...................................................................... 28
8.1 Ancoragem das válvulas na conduta .................................................................... 29
8.2 Ventosas.................................................................................................................. 32
8.3 Válvulas de limpeza e descarga ............................................................................ 33
9.1
9.2
9.3
9.4
9.5
Inspecção da tubagem instalada . ...........................................................................34
Correcção de um tubo com deflexão excessiva .................................................... 34
Ensaios hidráulicos ............................................................................................... 35
Equipamento de verificação de manguitos na obra . ............................................ 36
Ensaios com ar . .................................................................................................... 36
10.1 Alargamento da vala ........................................................................................... 37
10.2 Enchimento com cimento estabilizado ................................................................ 37
Apêndice AWWA M45 o ATV 127
3
01
1 Informações preliminares
02
03
04
05
06
07
08
09
10
app.
1.1 Prefácio
1.2 Sistema de tubagem-solo
Este manual é parte integrante da documentação
produzida pela FLOWTITE para os utilizadores de
produtos FLOWTITE. Criado para ser utilizado como
Guia de Produtos FLOWTITE, o seu objectivo é
fornecer informação básica ao instalador sobre os
requisitos que deve cumprir e os procedimentos a
seguir para garantir uma manipulação e uma instalação
correcta dos tubos enterrados FLOWTITE. Os
apêndices também podem ser uma boa fonte de dados
para os responsáveis dos projectos.
O comportamento versátil dos solos, combinado com
a resistência e a flexibilidade dos tubos FLOWTITE,
aumentam a possibilidade de obter uma interacção
tubagem-solo que resulta num rendimento excelente do
sistema. A aplicação apropriada da fibra vidro garante a
flexibilidade e a resistência dos tubos, enquanto que a
geometria da vala, associada com a selecção, posição
e a compactação do material de enchimento, assegura
a integridade do sistema.
Em linhas gerais, os tubos são submetidos a dois tipos
de cargas:
O manual contempla as circunstâncias que geralmente
se encontram numa obra. No entanto, podem surgir
situações específicas que requerem considerações
especiais. Quando tal ocorrer, consulte o seu
fornecedor.
1 As cargas externas resultantes do enterramento,
cargas de superfície e movimentos do tráfego, que
exercem, um esforço de deflexão nas paredes dos
tubos.
Além da instalação da tubagem enterrada, existem
outros tipos de instalação (aquelas que não requerem
valas, as subaquáticas ou as exteriormente montadas
sobre apoios) que não são abordados neste manual. No
caso de estar interessado em realizar uma instalação
deste tipo, consulte o seu fornecedor para obter
informações sobre os procedimentos e restrições
aplicáveis.
2
A flexibilidade dos tubos FLOWTITE, aliada ao seu
comportamento estrutural e a natureza dos solos,
cria uma combinação ideal para a transferência das
cargas verticais. A diferença, em relação aos tubos
rígidos, que podem quebrar-se quando são submetidos
a uma excessiva carga vertical, e favorável aos tubos
FLOWTITE, cuja flexibilidade, em combinação com sua
alta resistência, permite a sua deflexão e redistribuição
das cargas para o solo adjacente. A deflexão do tubo
é um indicador da tensão gerada sobre o tubo e da
qualidade da instalação.
O mais importante é ter presente que este manual
de instalação não deve substituir o sentido comum
nem o bom entendimento dos técnicos, os requisitos
de engenharia, a lei actual, as normas ambientais,
a segurança ou de qualquer outro tipo, incluindo
regulamentos locais e as especificações e instruções
do proprietário e dos seus técnicos, a quem peretnce
a última palavra e autoridade sobre todos os trabalhos
realizados. Caso esta informação causar algum tipo
de dúvida sobre a forma adequada de proceder,
recomenda-se que consulte o seu fornecedor e o
responsável técnico do projecto.
A resistência à tensão circunferencial da tubagem
FLOWTITE e lhe conferida mediante a colocação de
um reforço contínuo de fibra de vidro na circunferência
da parede do tubos. A quantidade de reforços de fibra
de vidro é definida pelo nível de pressão e determina a
sua classe de pressão.
Seguir cuidadosamente os procedimentos de instalação
que são descritos neste manual e as sugestões
dos engenheiros de obra para ajudar a garantir a
sustentabilidade e a durabilidade da instalação.
Se tiver qualquer dúvida ou quiser fazer alguma
alteração das recomendações descritas, consulte o seu
fornecedor.
!
As cargas internas que dão lugar a uma tensão
tangencial nos tubos e um impulso desequilibrado
que cria tensões axiais.
A forma mais económica para reduzir os desequilíbrios
produzidos pelas forças de impulsão será através de
maciços de betão, para transferir esses esforços ao
solo natural.
Desta forma, evita-se que seja a tubagem a suportar
esses esforços, transferindo assim o impulso axial
e limita a quantidade de reforço necessário, na
direcção axial da parede do tubo, atenuando os efeitos
secundários. Consequentemente, não é necessário
que as juntas absorvam a carga axial, mas sim que
permitam o movimento dos tubos dentro dos manguitos,
em resultado das mudanças de temperatura e do
efeito Poisson. Em certas casos, o uso de maciços de
contenção pode ser inadequado, devido ao seu peso,
falta de espaço ou outras razões. Nestes casos devem
colocar-se suficientes reforços, o reforço na direcção
axial da parede do tubo, para suportar o impulso
directo. As juntas travadas destes sistemas foram
criadas para suportar a totalidade do impulso axial, que
é transmitida ao solo adjacente por transferência da
carga directa e da fricção.
Nota: Estas recomendações de instalação, são
baseadas no procedimento do projecto estrutural do
AWWA M 45,mas também são válidas para ATV127.
O texto principal cumpre essencialmente com
o manual AWWA. Quanto aos apêndices, contêm
informação específica, segunda ATV, assim como
da AWWA.
4
01
02
03
1.3 Assistência técnica
1.4 Segurança
Quando solicitado pelo comprador e de acordo com
os termos no acordo assinado, entre o fornecedor e
o comprador, o fornecedor pode pôr à disposição do
comprador um serviço de assistência técnica, mediante
a cedência de um técnico de obra. Este técnico
pode proporcionar ao comprador e/ou ao instalador
o aconselhamento necessário para conseguir uma
instalação correcta. Recomenda-se a permanência
do serviço de assistência técnica na obra, desde o
início dos trabalhos de instalação, podendo realizar o
acompanhamento regular de todo o projecto.
O serviço acordado pode incluir o seguimento contínuo
(tempo completo)ou uma assistência periódica, em
função do acordo estabelecido entre o fornecedor e o
comprador.
Os tubos de poliéster reforçados com fibra de vidro
(PRFV), como praticamente todos os tubos fabricados
com materiais petroquímicos, podem arder e, portanto,
não se recomenda o seu uso em aplicações expostas
às chamas ou calor intenso. Durante a instalação
devem-se tomar precauções para evitar que os tubos
estejam expostos a faíscas de soldadura, corte, tochas
ou outras fontes de calor / fogo / eléctricas capazes de
provocar a ignição do material. Esta precaução deverá
estender-se aos trabalhos com produtos químicos
durante o fabrico de uniões laminadas ou à reparação
ou modificação da tubagem na obra.
Esses trabalhos em vala são realizados em
circunstâncias potencialmente perigosas.
Sempre que possível, deve-se entivar, inclinar,
reforçar e/ou sujeitar as paredes da vala para garantir
a segurança das pressões que nela trabalham. Além
disso, devem-se tomar todas as precauções para
evitar que possam cair objectos na vala ou que estas
colapsem, devido ao posicionamento ou movimento
das maquinas ou do equipamento armazenado nas
proximidades da vala. Portanto, deve depositar o
material escavado a uma distância segura da vala e
certificar-se que a proximidade e altura do aterro não
irá pôr em perigo a estabilidade da escavação.
5
04
05
06
07
08
09
10
app.
01
2 Transporte, movimentação e armazenagem
02
03
04
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08
09
10
2.1 Inspecção de tubos
2.3 Descarga e manuseamento dos
tubos
É essencial verificar todos os tubos no local de descarga
para se certificar de que não sofreram quaisquer danos
durante o transporte. Também é recomendável voltar
a inspeccionar cada tubo imediatamente antes de
proceder à sua instalação, tendo em conta o tempo de
armazenagem em estaleiro e a manipulação a que se
tenha sido submetido na obra e a outros factores que
podem influenciar a integridade do tubo. Em todo o caso,
as cargas devem ser revistas da seguinte maneira:
1
app.
A descarga dos tubos é da responsabilidade do cliente,
que deverá controlar o manuseamento do material
durante o processo descarga. O uso de cordas de
guia atadas aos tubos ou às embalagens facilita o
controlo manual do material durante a sua elevação e
posterior manuseamento. Também se podem utilizar
barras sempre que sejam necessários vários pontos de
ancoragem. A finalidade destes métodos é evitar que os
tubos caíam, colidam ou sofram golpes, especialmente
nas suas extremidades.
Efectuar uma inspecção global da carga. Se estiver
intacta, basta uma revisão ordinária no momento da
descarga, para assegurar que os tubos chegaram
ao destino em boas condições.
2
Se a carga se terá movido ou existirem indícios de
que terá sido maltratada, então é necessário rever
com cuidado cada tubo, para detectar os danos
possíveis. Geralmente é suficiente uma inspecção
exterior para detectar as falhas. Quando o tamanho
da tubagem o permite, convém rever a superfície
interior do tubo nos pontos onde se terá localizado
algum tipo de defeito na superfície exterior. É muito
útil determinar se o tubo está em condições para
ser instalado.
3
Confirmar a quantidade recebida de cada tipo de
tubo e acessório face ao material descrito nas
guias de remessa.
4
Anotar no talão quaisquer faltas ou danos causados
durante o transporte e pedir ao transportador que
assine a cópia do talão, para mais tarde proceder a
uma reclamação junto do transportador, de acordo
com suas indicações.
5
Se for detectado alguma falha ou dano no tubo,
separe o tubo afectado do resto do lote e entre em
contacto com o fornecedor.
•
ubos soltos
T
Quando manusear tubos soltos, podem ser
utilizadas cintas ou flexíveis, cordas para as elevar.
Em nenhum caso deve usar cabos de aço ou
correntes para levantá-los ou transportá-los. Os
tubos podem ser levantados por meio de um único
ponto de fixação (Figura 2-1), embora o uso de
dois pontos, conforme a Figura 2-2, possibilite o
controlo do tubo ao ser descarregado. Não se deve
içar nenhum tubo colocando ganchos nas suas
extremidades ou passando uma corda, corrente ou
cabo pelo interior dos tubos, de extremo a extremo.
O Apêndice A inclui informação sobre os pesos
aproximados dos tubos e manguitos standard.
Não deve utilizar nenhum tubo danificado ou defeituoso
na instalação.
2.2 Reparação dos tubos
De uma maneira geral, os tubos com os danos ligeiros
podem ser reparados na obra por pessoal qualificado.
Se existe alguma dúvida sobre o estado do tubo, este
não deve ser utilizado na instalação.
Figura 2–1 Levantamento de tubos suspensos
num ponto
0.2 x L
O técnico do serviço da assistência pode ajudar a
determinar se um tubo requer algum tipo de reparação e
se é possível e prático efectuá-la. Os tipos de reparação
podem variar, em função da espessura e composição
da parede do tubo, a aplicação a que se destina na
conduta e o tipo e extensão da falha detectada. Portanto,
recomenda-se não tentar reparar um tubo danificado
ou defeituoso sem ter consultado previamente o seu
fornecedor, tendo em conta que as reparações devem
ser realizadas por um técnico especializado. Caso os
tubos não tenham sido reparados correctamente, não
deverão ser instalados na conduta.
0.6 x L
0.2 x L
Guia de controle
Figura 2–2 Levantamento de tubos suspensos em
dois pontos
6
01
02
03
•
2.4 Armazenamento dos tubos na
obra
argas unificadas
C
As cargas unificadas podem manusear-se
mediante a utilização de cintas, tal como mostra a
Figura 2-3. Os tubos que não são embalados de
forma unificada, num único volume, não devem
ser içados em conjunto. Os tubos que chegam à
obra sem uma embalagem unificada, devem ser
descarregados e manuseados em separado (um a um).
Normalmente é recomendável armazenar os tubos
sobre madeiras planas, para facilitar o posicionamento
e posterior retirada das cintas em torno dos tubos.
Quando os tubos são colocados directamente sobre
o solo, deve-se inspeccionar a zona para assegurar
que esta é relativamente plana e está livre de pedras
ou outros detritos que possam danificar os tubos. A
experiência tem demonstrado que a colocação dos
tubos sobre o material de enchimento da vala é uma
forma eficaz de armazenar os tubos na obra. Devemse calçar todos os tubos para evitar que possam rolar,
quando ocorram ventos fortes.
Se durante as fases de manuseamento e instalação
os tubos sofrerem danos, tais como incisões, fissuras
ou fracturas, devem ser reparados antes de serem
instalados.
Caso ocorra esta situação, é recomendável entrar em
contacto com o fornecedor para analisar os danos e
aconselhá-lo sobre o modo de proceder à reparação ou
substituição dos tubos. Veja a secção 2.2  .
0.2 x L
0.6 x L
No caso de ser necessário empilhar os tubos,
recomenda-se fazê-lo sobre apoios planos de madeira
(de 75 mm de largura, no mínimo) com os calços
espaçados em quatro pontos (veja a Figura 2-4).
0.2 x L
Sempre que possível, recomenda-se deixar os tubos
na embalagem da origem usada no transporte. É
muito importante assegurar a estabilidade dos tubos
armazenados em situações de ventos fortes, em
lugares de armazenamento irregular ou em situações
que possam ser submetidos a outro tipo de cargas
horizontais. Se forem previstos ventos fortes, é
conveniente atar os tubos com cordas ou cintas. A
altura máxima de empilhamento recomendável é de
3 metros.
Não são permitidas superfícies com relevos, superfícies
planas ou superfícies cuja irregularidade possa
provocar danos nas paredes dos tubos. Os tubos cujas
as condições de armazenamento não tenham em
atenção estas limitações, podem ser danificados.
Figura 2–3 Levantamento de tubos embalados
2.5 Armazenamento de juntas e
lubrificantes
Quando as juntas de borracha e os manguitos chegam
à obra separadamente, devem-se armazenar na sua
embalagem original, em local resguardado da luz e do
sol. As juntas não devem ser expostas a este tipo de
luz, antes de serem montadas na tubagem e de igual
modo, devem-se proteger as juntas do contacto com
gorduras e óleos derivados do petróleo, dissolventes e
outras substâncias prejudiciais.
O lubrificante das juntas deve ser armazenado
cuidadosamente para evitar danos nas embalagens.
As embalagens em utilização devem ser bem fechadas
para evitar qualquer contaminação do lubrificante.
Se, durante a instalação, as temperaturas descerem
abaixo de 5º C, deverão ser protegidas as juntas e os
lubrificantes até ao momento de serem utilizados.
Figura 2–4 Armazenagem/Empilhamento de tubos
7
04
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10
app.
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02
03
04
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10
app.
2.6 Transporte de tubos
2.7 Manuseamento dos tubos
enfiados
É aconselhável colocar os tubos sobre madeiras
planas, com um afastamento máximo de 4 metros
(3 metros para diâmetros ≤ DN 250) e com uma
saliência máxima de 2 metros.
Os tubos podem ser acondicionados entre si, (os
tubos de menor diâmetro enfiados dentro dos de maior
diâmetro). Estes tubos geralmente vão acondicionados
numa embalagem especial e requerem procedimentos
especiais de descarga, manuseamento, armazenamento
e transporte. Se estes procedimentos especiais são
necessários, serão antecipadamente comunicados ao
cliente. Em todo o caso, este tipo de expedição precisa
ter em conta os passos que a seguir se detalham:
A altura máxima de empilhamento recomendável é
de 2,5 metros aproximadamente. Os tubos devem
ser amarrados no camião sobre os pontos de apoio,
usando cintas flexíveis ou cordas (Figura 2-5). Nunca
se deve utilizar cabos de aço ou correntes sem a
adequada protecção, para impedir danos nos tubos.
Não são admitidas superfícies com relevos, superfícies
planas ou outras que provoquem alterações na
curvatura da parede dos tubos. A falta de cumprimento
destas normas de transporte e manuseamento pode
ocasionar graves danos nos tubos.
Figura 2–5 Posicionamento dos tubos em camião
1
ada lote de tubos enfiados ao ser içado deve-se
C
suspendendo-lo em dois pontos de fixação, como
mínimo (Figura 2-6). As limitações relativas à
distância entre cintas ou pontos de fixação
especificadas. Deve verificar-se as cintas para
levantar os tubos têm capacidade suficiente para
suportar o seu peso. Este peso pode ser calculado
utilizando o quadro dos pesos aproximados que
constam do Apêndice H.
2
melhor forma de armazenar os tubos enfiados
A
será mantendo-os acondicionados na embalagem
utilizada para o transporte. A menos que se
especifique o contrario, não é recomendável
empilhar estes lotes embalados.
3
s lotes de tubos enfiados só podem ser
O
transportados utilizando a embalagem original.
Caso existam requisitos especiais para a
configuração do lote, a disposição do veiculo de
transporte e/ou amarração do mesmo, estes serão
especificados para cada caso em concreto.
4
recomendável efectuar a desembalagem e a
É
separação dos tubos introduzidos em local
preparado para tal fim. Os tubos interiores são
extraídos sempre pelo menor diâmetro, levantandoos ligeiramente com um braço do empilhador,
convenientemente protegido que permita manter o
tubo suspenso, e retirá-lo com muito cuidado para
evitar que roce nos outros tubos (Figura 2-7).
Quando as limitações de peso, comprimento ou do
equipamento impedirem a utilização deste método
de desembalagem, o fornecedor irá recomendar os
procedimentos adequados, em função de cada caso.
Guia de controle
Figura 2–7 Desenfiamento com auxilio de empilhador
Figura 2–6 Suspendão dupla para tubos enfiados
8
3 Procedimento de instalação
01
02
03
3.2 Leito da tubagem
O tipo de instalação adequado para os tubos FLOWTITE
varia em função da rigidez dos tubos, a profundidade da
instalação, a largura da vala, as características do solo
natural, as sobrecargas e os materiais de enchimento.
O material do leito deve ser colocado sobre um fundo
firme e estável, com o objectivo de proporcionar à
tubagem um apoio longitudinal adequado. O leito
preparado deve proporcionar um apoio firme, estável e
uniforme ao corpo do tubo e a qualquer protuberância
das suas juntas. É geralmente recomendado um
leito de 100 – 150mm por baixo do corpo do tubo e
75mm por baixo das uniões. Nos casos do fundo da
vala apresentarem solos soltos ou instáveis, pode ser
necessária uma cimentação adicional para garantir
esse leito - ver secção 7.3  .
O material de aterro seleccionado deve ser colocado
na vala para que proporcione à tubagem o apoio
necessário. Os procedimentos de instalação abaixo
detalhados têm por objectivo ajudar o instalador a
realizar uma montagem em perfeitas condições de
funcionamento .
O método de cálculo estático ATV 127 é usado
frequentemente, seguindo a correlação entre a clase de
rigidez do material de aterro constante destas instruções
e os gtupos de solos G1 a G4 do manual de ATV 127,
como seguem:
SC1 corresponde ao melhor dos solos G1.
SC2 corresponde ao mais fraco dos solos G1 e ao melhor
dos solos G2. SC3 corresponde ao mais fraco dos solos
G2 e ao melhor dos solos G3. SC4 corresponde ao mais
fraco dos solos G3 e ao melhor dos solos G4.
É possível ser necessário efectuar o leito da tubagem
com material de empréstimo, com o objectivo de melhor
garantir a graduação e o apoio da tubagem. Nestes
casos, é preferível que se utilize o mesmo material para
o enchimento da vala. Para determinar se o solo natural
é aceitável como material a utilizar no leito, este deve
obedecer a todos os requisitos dos materiais da zona
de enchimento. A verificação do tipo de solo natural
deve efectuar-se com frequência, durante o processo
de instalação, desde que as condições dos solos
naturais sejam diferentes ao longo da conduta.
3.1 Vala standard
A Figura 3-1 mostra as dimensões de uma vala
standard. A dimensão "A" deve ser suficientemente
alargada para permitir a correcta colocação da tubagem
e a compactação do material a aconchegar na sua
ilharga. A dimensão “A” também deve ser bastante larga
para permitir o uso de equipamento de compactação
sem causar qualquer dano à tubagem. Em geral, a
dimensão “A” tem um valor mínimo de DN 0,4, salvo os
casos em que os diâmetros sejam muito pequenos.
O leito deve ser rebaixado na zona de cada manguito
para garantir que a tubagem tem um apoio contínuo.
Estas zonas de união devem ser preenchidas e
compactadas adequadamente depois da montagem
dos manguitos. Veja a Figura 3-2 e a Figura 3-3
para distinguir entre um leito de apoio correcto e um
incorrecto.
Nos casos de tubagem com maior diâmetro, pode-se
atribuir um valor menor a “A”, em função do solo natural,
o material de enchimento e a técnica de compactação.
Por exemplo, nos casos de solos naturais dos grupos
1,2 e 3 e materiais de enchimento SC1 e SC2,que
requerem um esforço de compactação limitado, pode
considerar-se uma vala mais estreita.
!
Nota: Quando no fundo da vala existirem rochas ou
solo endurecido, macios, soltos, instáveis ou
altamente expansivos, pode ser necessário
aumentar a profundidade da camada do leito, para
obter um apoio longitudinal adequado.
Figura 3–2 Leito de apoio correcto
A
DN/2 max. 300 mm
requerido
Aterro
Cama – min. 100 mm
max 150 mm
Fundação de cimento
(se necessário)
DN
Ilharga Zona de
tubagem
Solo natural
Figura 3–3 Leito de apoio incorrecto
Figura 3–1 Nomenclatura aterro do tubo
9
04
05
06
07
08
09
10
app.
01
02
03
04
05
06
07
08
3.3 Material de aterro
3.4 Tipos de instalação
A Tabela 3-1 apresenta os materiais de aterro em
diferentes categorias. As categorias SC1 e SC2 são
as mais fáceis de utilizar e as que menor esforço
de compactação requerem para alcançar um nível
específico de compactação relativa.
É recomendável o uso de dois tipos de execução de
enchimento da vala Figura 3-4 e Figura 3-5. A escolha
depende das características do solo natural, dos
materiais de enchimento, da profundidade de instalação
exigida e das condições de sobrecarga, da rigidez do
tubo e dos requisitos de funcionamento da tubagem.
O tipo 2, de configuração “dividida”, é frequentemente
utilizada em aplicações de menor pressão (PN ≤ 10 bar),
de cargas ligeiras e requisitos limitados de pressão
negativa (vácuo).
10
Independentemente do grupo a que pertença o material
de enchimento e a sua proveniência ( que se encontra
na obra ou tem que se adquirir), aplicar as seguintes
restrições gerais:
app.
1 Respeitar os limites de tamanho máximo de pedras
09
Instalação tipo 1
e partículas que figuram na Tabela 3-2.
• Executar o leito da tubagem de acordo com as
indicações constantes dom item 3.2  .
2 Não admitir a existência de torrões do solo, cujo
tamanho dobre o tamanho máximo das partículas.
• O enchimento da vala será efectuado com material
3 Não permitir o uso de material congelado.
de aterro especificado e compactado (ver o
Apêndice B  ) até 30mm acima do dorso do tubo.
4 Não permitir o uso de material orgânico.
! Nota: Em instalações de baixa pressão (PN ≤ 1 bar)
5 Não permitir o uso de resíduos (pneus, garrafas,
sem cargas de tráfego, pode ser dispensada a
compactação do enchimento da vala, desde a
cama até 300mm acima do dorso da tubagem.
metais, etc.).
rupos de
G
material de Descrição dos materiais de aterro
aterro
SC1
Pedra triturada com < 15% de areia, com
o máximo de 25% de granulagem inferior a
10 mm e o máximo de 5% de finos
SC2
Solos limpos de particulas grossas com < 12% de finos
SC3
Solos limpos de particulas grossas com 12%
ou mais de finos. Solos arenosos e finos com
menos de 70% de finos
SC4
Solos de particulas finas, com mais de 70% de finos
300 mm
DN
Instalação tipo 2
Consultar o apendice D para mais detalhes e o apendice G para defenições
• O leito da tubagem deve ser executado de acordo
com as indicações constantes do item 3.2  . O
Quadro 3–1 Materiais de aterro
aterro da vala, até 60% do diâmetro da tubagem,
será executado com material especificado e
compactado com o nível de compactação exigido.
Quanto ao tamanho máximo das partículas de
enchimento na zona do tubo (até 300mm sobre o seu
dorso):
DN
Tamanho Máx. (mm)
≤ 450
500 - 600
700 - 900
1000 - 1200
≥ 1300
13
19
25
32
40
Figura 3–4
Instalação tipo 1
• Desde 60% do diâmetro dos tubos até 300 mm
acima do seu dorso, o aterro será executado com o
material de enchimento especificado e compactado
de acordo com o exigido.
! Nota: A instalação tipo 2 é aconselhável para
tubagem de pequenos diâmetros.
! Nota: A instalação tipo 2 não é aconselhável para
Quadro 3–2 Tamanho máximo das partículas
situações de instalações com tráfego de pesados.
O material de enchimento sobre o dorso da tubagem
pode ser constituído por materiais da escavação, cujas
partículas tenham um tamanho máximo de 300 mm,
desde que a camada de enchimento sobre a conduta
seja, pelo menos, de 300 milímetros.
Além disso, não se deve deixar cair pedras de
diâmetro superior a 200 milímetros sobre a camada de
enchimento de 300mm que cobre o dorso do tubo, a
uma altura superior a 2 metros.
Figura 3–5
Instalação do tipo 2
DN
10
0.6 x DN
01
02
03
3.5 Enchimento da vala
Deve-se verificar a profundidade do aterro do material
de enchimento sujeita a compactação, assim como a
energia do método de compactação. O enchimento
é geralmente feito em camadas de 100 a 300 mm
de espessura, dependendo do tipo de material de
enchimento e método de compactação seleccionados.
Quando usar gravilha ou pedra triturada como
material de enchimento, será conveniente que seja
em camadas de 300 mm, atendendo a que a gravilha
é relativamente fácil de compactar. A areia e os solos
mais finos requerem maior esforço de compactação,
pelo que a espessura da camada deve ser limitada. É
de salientar a importância de conseguir uma adequada
compactação em cada camada de enchimento para
garantir um apoio adequado da tubagem.
Os materiais de enchimento do tipo SC1 e SC2 são
relativamente fáceis de utilizar e muito fiáveis como
material de enchimento. Estes solos têm uma baixa
sensibilidade à humidade. A compactação do material
pode ser efectuada com um vibrador mecânico, em
camadas de 200 a 300 mm. Ocasionalmente, deve-se
usar uma tela filtrante em combinação com os solos de
partículas grossas para evitar a migração de partículas
finas e a consequente perda de apoio para a tubagem.
Consulte o Apêndice A.
Os solos do tipo SC3 são aceitáveis como material
de enchimento e frequentemente estão disponíveis
na obra. Muitos dos solos locais onde são instaladas
as tubagens são do ripo SC3, pelo que o solo
escavado da vala pode ser reutilizado como material
de enchimento. No entanto, deverão ser tomadas
as devidas precauções, pois estes solos podem ser
sensíveis à humidade. As características dos solos do
tipo SC3 frequentemente são afectadas pela composição
dos seus fins. Pode ser necessário efectuar controlo
de humidade ou compactação do solo, para obter a
densidade desejada com um esforço de compactação
razoável e um equipamento de compactação de fácil
manejo. A compactação pode ser levada a cabo com um
compactador de impacto em camadas de 100 a 200 mm.
Aconselha-se o enchimento da vala imediatamente
após a montagem da tubagem, com o objectivo de
evitar dois riscos: A flutuação da tubagem, devido
chuvas fortes e ao movimento dos tubos devido às
diferenças de temperatura de dia e de noite. A flutuação
da tubagem pode danificar os tubos e causar custos
desnecessários de reinstalação. Os movimentos
de expansão e contracção térmica, causados pela
exposição da tubagem do ambiente, pode ocasionar
uma perda de estanqueidade devido ao efeito do
movimento de vários tubos sobre a mesma junta.
Se o enchimento da vala não acompanhar a montagem
dos tubos, recomenda-se cobrir a secção central de
cada tubo até ao seu dorso, para tentar minimizar a
incidência de movimentos na união. É importante fazer
uma adequada selecção, colocação e compactação
do material de enchimento, para controlar a deflexão
vertical dos tubos e assegurar o funcionamento da
tubagem. Entre outras coisas, deve-se evitar que o
material de enchimento contenha detritos ou outros
corpos estranhos, que possam danificar a tubagem ou
ocasionar um deficiente apoio lateral dos tubos. Devese compactar o material de aterro entre o leito e a parte
inferior do tubo, antes de colocar o resto do material de
enchimento (ver a Figura 3-6 e Figura 3-7).
Correcto: Tubo firmemente apoiado
O tipo de aterro SC4 só pode ser utilizado caso sejam
tomadas as seguintes precauções:
• Controlar o teor de humidade durante a colocação
e compactação.
Figura 3–6 Enchimento do apoio da Ilharga
• Não deve ser utilizado em valas com soleiras
instáveis ou inundáveis.
• As técnicas da compactação podem exigir um
esforço considerável, pelo que se deve considerar
as limitações práticas da compactação para
conseguir uma densidade aceitável e assim
conseguir uma rigidez do solo necessária.
• Ao realizar a compactação, deve usar camadas de
100 a 150mm compactadas com uma compactadora
de impacto, tipo Whacker, ou uma vibradora de ar
comprimido.
• Deverá testar a compactação com certa frequência,
para verificar se está alcançado o nível de
compactação adequado. Veja o Apêndice F para
maior informação  .
Figura 3–7 Enchimento incorrecto
11
04
05
06
07
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09
10
app.
01
02
03
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10
app.
Compactação de enchimento com areia é muito mais
fácil, quando o material é ou está cerca de seu ponto
óptimo de humidade. Quando o enchimento chega à
altura média do tubo, a compactação deve fazer-se
desde as proximidades das paredes da vala, até ao
tubo. Recomenda-se compactar a zona de enchimento
de tal forma que provoque uma ligeira ovalização do
tubo, no sentido vertical. Esta ovalização vertical,
quando o material de enchimento atinja o dorso do
tubo, não deve ser superior a 1,5% do seu diâmetro.
Tipo de material de aterro
Vibradora de
compacto
manual
Dimensão da
bandeja da
vibradora
O grau do ovalização inicial obtido deverá ser
relacionado com a energia necessária para alcançar a
compactação relativa. Os altos níveis que podem ser
necessários com os tipos de enchimento SC3 e Sc4
podem exceder o limite. Se isto acontecer, pondere
usar um tubo com um grau de rigidez superior, outros
materiais de enchimento, ou ambos.
Estas recomendações resumem-se na Quadro 3-3
Recomendações
300 mm
Tipo SC1
Tipo SC2
200 - 250 mm
Tipo SC3 100 - 200 mm
Tipo SC4 100 - 150 mm
Bastam duas passagens para conseguir uma boa compactação
Duas ou quatro passagens dependendo da altura e da densidade exigida
A altura das camadas e a quantidade de passagens depende da
densidade exigida
Use em ou perto do conteúdo de umidade ótimo.
Verifique a compactação.
Pode exigir esforço de compactação, verifique se o material
contem um optimo ponto de humidade. Verifique a compactação
e aterro em volta do tubo
Quadro 3–3 Recomendações para a compactação do aterro da vala
3.6 Compactação acima do tubo
3.7 Deflexão do tubo
A instalação tipo 1 requer a compactação de uma
camada do solo de 300 mm acima do dorso do tubo. O
enchimento das valas sujeitas a cargas de tráfego deve
ser compactado com maior frequência, para minimizar
o assentamento da superfície do solo. O quadro 3-4
mostra a altura mínima de material de enchimento sobre
o tubo que necessita, para poder começar a utilizar
certos equipamentos de compactação directamente
sobre a tubagem. Deve tomar as devidas precauções
para evitar exercer um esforço de compactação
excessivo sobre a parede dos tubos, o que pode
ocasionar amolgamentos, superfícies planas ou outras
alterações na curvatura da parede do tubo. No entanto,
o material de aterro não se deve deixar solto, devendo
alcançar a densidade específica estipulada.
A deflexão da tubagem em vala aterrada é um bom
indicador quanto à qualidade da instalação. A deflexão
vertical inicial dos tubos, com o aterro compactado do
nível de referência, na maioria das obras, é inferior a
2%. Qualquer valor, para alem desta percentagem,
denuncia que a qualidade da instalação não é a
recomendada e deverá ser corrigida, mediante a
utilização de materiais de aterro mais grossos e melhor
compactado e/ou maior largura das valas, etc.
O quadro 3-5 indica os valores máximos de deflexão
inicial admissíveis. Será conveniente corrigir o aterro e
a compactação, tendo em vista obter uma qualidade
contínua da instalação, em conformidade com o
capítulo 9.1  .
eso do equipamento P
Cobertura minima*(mm)
kg
Compactado
Vibrado
< 50
50 - 100
100 - 200
200 - 500
-
-
250
350
150
200
450
700
300
450
1000 - 2000
900
600
2000 - 4000
4000 - 8000
1200
1500
800
1000
500 - 1000
8000 - 12000
1800
1200
12000 - 18000
2200
1500
*É possivel que se tenha que começar com uma camada mais alta para
que depois de efectuada a compactação, a camada não tenha menor
espessura do que o minimo estabelecido
Quadro 3–4 Camada minima para compactação
acima do tubo
Deflexão
% do diametro
Grandes diametros (DN ≥ 300)
Inicial
3.0
Pequenos diametros (DN ≤ 250)
Inicial
2.5
Quadro 3–5 Deflexão vertical inicial admissível
12
4 Montagem de tubagens
01
02
03
04
Os tubos FLOWTITE são normalmente ligados
através de juntas de manguito FLOWTITE. Os tubos e
manguitos fornecem-se em separado, se bem que os
tubos são fornecidos com o manguito montado num dos
seus extremos. Se os manguitos não vierem montados
de fábrica, recomenda-se uma montagem em zona de
armazenamento ou ao lado da vala, antes de colocar
os tubos na vala. Os manguitos podem ser equipados
com uma junta elastomérica que sirva de topo central
na montagem. Se não existir este topo central, deverá
marcar uma linha no tubo para ajudar a sua montagem.
05
06
07
Figura 4–2 Instalação da junta
Introduzir cada bordo de borracha da junta no interior
da ranhura, pressionando uniformemente. Uma vez
instalada a junta, puxá-la ligeiramente para verificar
se a compressão a que está submetida é uniforme em
toda a sua circunferência. Verificar também se ambos
os lados da junta sobressaem uniformemente da
ranhura em toda a sua circunferência. Caso contrário,
desviar ligeiramente a junta com um maço de borracha
para introduzi-la correctamente.
Os tubos FLOWTITE também permitem o uso de outros
sistemas de ligação, tais como flanges, manguitos
mecânicos e uniões por laminação.
4.1 Uniões de Manguito FLOWTITE
Passo 4 Lubrificação nas juntas
Aplicar uma camada fina de lubrificante sobre as juntas
de borracha, usando um pincel ou um pano limpo
(Figura 4-3). Consultar o Apêndice I para informação
sobre a qualidade do lubrificante a utilizar  .
Limpeza e instalação de juntas
Os passos que se seguem (1 a 5) são aplicáveis a todos
os processos de montagem que utilizam manguitos
FLOWTITE.
Passo 1 Elevação e leito
Rebaixar o leito na posição correspondente a cada
manguito, para garantir que a tubagem tenha um apoio
contínuo e não repousa sobre os manguitos. Encher e
compactar adequadamente as zonas de união depois
de ter completado a montagem do manguito.
Passo 2 Limpeza do manguito
Limpar cuidadosamente as ranhuras e juntas de
borracha do manguito, para garantir que estão livres de
sujidade e gorduras (Figura 4-1).
Figura 4–3 Lubrificação das juntas
Passo 5 Limpeza e lubrificação das espigas
Limpar as espigas do topo dos tubos para eliminar
qualquer tipo de sujidade, gordura, areia, etc. Verificar
se a superfície das espigas não está danificada.
Aplicar uma camada fina de lubrificantes nas espigas,
desde a extremidade do tubo até à faixa preta que se
encontra pintada para referência da montagem. Tomar
precauções para manter limpas as espigas e o manguito
lubrificado. (Figura 4-4). A experiência mostra que é
mais fácil manter limpa as extremidades das espigas e
das juntas, se se colocar um pano ou um plástico com
aproximadamente um metro quadrado por debaixo da
zona de união.
!
Figura 4–1 Limpeza do manguito
Passo 3 Instalação das juntas
Instalar as juntas na ranhura, por forma a que dois
dos quatro bordos fiquem fora da ranhura. Não
utilizar nenhum lubrificante na ranhura nem na
junta nesta etapa da montagem. Pode-se usar água
para humedecer a junta e a ranhura para facilitar o
posicionamento e a inserção da junta (Figura 4-2).
Atenção: É muito importante utilizar um lubrificante
adequado. O fornecedor fornece o
lubrificante suficiente para cada
pedido. Se, por alguma razão,
necessitar de mais lubrificante,
deverá contactar o seu fornecedor
para pedir uma entrega
adicional ou para receber
informação sobre os
outros lubrificantes
alternativos. Nunca se
devem utilizar lubrificantes
derivados de petróleo.
Figura 4–4 Limpeza da espiga
13
08
09
10
app.
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
app.
Braçadeira
Montagem dos manguitos sem o topo central
Se os manguitos não vierem montados de fábrica,
deverão ser montados num lugar limpo e seco, antes de
proceder à união dos tubos. Tal é conseguido através
da colocação de uma braçadeira ou cinta em torno do
tubo, a uma distância de 1 a 2 metros da espiga em
que pretende montar a junta. Deverá conseguir que a
espiga do tubo esteja 100mm acima do solo, para evitar
que entre em contacto com a sujidade. Deve continuar
a montar manualmente a junta na extremidade do tubo
que tem a espiga e colocar uma tábua de madeira de
100 x 50mm de um lado ao outro da junta. Utilizar os
tensores de tracção, colocados entre a madeira e a
braçadeira, para unir os tubos, até que a junta esteja
alinhada com a “linha limite de montagem”, até que a
espiga toque no topo central (veja a Figura 4-5).
Tireford
Figure 4–6 Ligação dos tubos com braçadeiras
linha do limite de montagem. Uma vez finalizada esta
fase, a braçadeira B é deixada na posição e coloca
a braçadeira A sobre o seguinte tubo que vai montar.
Os tubos também podem montar-se com a pá de uma
retroescavadora ou com alavancas (até DN300). Devese proteger as extremidades dos tubos para evitar
danos. O esforço da montagem pode calcular-se como:
Esforço de montagem em toneladas = (DN em mm / 1000) x2.
Os passos que se seguem (6 a 8) são aplicáveis a todos
os procedimentos de montagem dos tubos que utilizam
braçadeiras ou cintas e tensores de tracção. Também se
podem utilizar outras técnicas, desde que se cumpram
os objectivos gerais que são abaixo discriminados. Ter
especial atenção sobre a inserção das espigas dos tubos
nas juntas, pois não deverá ser ultrapassado a linha
limite de montagem, devendo-se igualmente ter maior
cuidado para evitar quaisquer danos nos tubos ou juntas.
Desvio angular do manguito FLOWTITE
O desvio angular em cada manguito, tendo em conta
a combinação do desvio vertical e horizontal, não
deve exceder os valores que figuram na Quadro
4-1. O desvio angular permitido serve para introduzir
mudanças graduais no traçado da conduta. Para
introduzir um ângulo numa conduta, deverá montarse primeiro o tubo em linha recta, aplicando
posteriormente o ângulo de desvio desejado. O desvio
máximo e raio de curvatura correspondente aparecem
na Quadro 4-2 (veja a Figura 4-8 para a definição
destes termos).
Passo 6 Colocação do tubo
Uma vez montado o manguito, colocar o tubo na vala.
Verificar se o leito rebaixado na posição correspondente
a cada manguito para garantir que a conduta tem um
apoio contínuo e não descanso sobre os manguitos.
Passo 7 Montagem das braçadeiras
Montar a braçadeira (ou cinta) A sobre o tubo já
instalado e deixar na posição onde se encontra depois
de montado anteriormente. Montar a braçadeira (ou
cinta) B sobre o tubo que irá ser montado, colocá-lo
alinhadamente com a marca negra marcada na espiga,
a fim de actuar como topo (Figura 4-6).
!
ota: O contacto das braçadeiras com o tubo deve
N
ser acolchoado ou protegido, de forma a evitar
danificar o tubo e obter, ao mesmo tempo, uma força
de fricção elevada com a superfície do tubo. Caso
não haja disponibilidade das braçadeiras, podem-se
usar cintas de nylon ou cordas, tomando as devidas
precauções para manter o alinhamento do manguito.
Diametro
nominal dos
tubos (mm)
Pressão (PN) em bars
Up
to
16
DN ≤ 500
3.0
2.5
2.0
1.5
500 < DN ≤ 900
2.0
1.5
1.3
1.0
20
25
Angulo maximo de
deflexão angular
32
900 < DN ≤ 1800
1.0
0.8
0.5
0.5
DN > 1800
0.5
NA
NA
NA
Quadro 4–1 Deflexão angular com manguitos FLOWTITE
Desvio angular Raio
Angulo
de deflexão
(mm)
de curvatura (m)
Comprimento do tubo Comprimento do tubo
3 m 6 m 12 m 3 m 6 m 12 m
Passo 8 Montagem do manguito
Colocar tensores de tracção em cada lado do tubo e
ligar às braçadeiras. Introduzir o novo tubo no manguito
até que atinja o topo ou até que atinja uniformemente a
50 x 100 mm madera
Braçadeira
Tireford
3.0
2.5
2.0
157
314
628
57
115
136
261
105
209
523
69
137
275
419
86
172
344
1.5
78
157
313
114
228
456
1.3
65
120
240
132
265
529
1.0
52
105
209
172
344
688
0.8
39
78
156
215
430
860
0.5
26
52
104
344
688
1376
Quadro 4-2 Desvio angular e raio de curvatura
Figura 4-5 Montagem do manguito no tubo
14
229
01
02
03
4.2 Juntas travadas (FBC)
manguito
Tubo
As juntas travadas FLOWTITE consistem num manguito
com juntas de borracha e uma anilha de fecho, que
serve para transferir o impulso axial de uma secção da
conduta para a outra. O manguito está equipado, em
cada lado, com uma junta de borracha standard e um
sistema de ranhura-anilha através da qual se transfere
a carga por acção de corte e compressão. A espiga dos
tubos estudados para serem utilizados com estas juntas
travadas possuem uma ranhura para tal finalidade.
Desvio
Angulo de
deflexão
Raio de
curvatura
Figura 4–8 Manguito FLOWTITE, deflexão angular da junta
!
Nota: Estes dados são meramente informativos.
A dimensão mínima permitida varia em função da
pressão nominal, do tipo de aterro e da
compactação, contudo, em nenhum caso deve ser
menor que 3 metros.
05
06
07
08
09
10
app.
Junta
Anilha de fecho em Nylon
Figura 4–10 Junta Travada FLOWTITE
As juntas submetidas a uma deflexão angular são
estabilizados por meio da rigidez do solo que envolve o
tubo e o manguito. Os tubos para condutas sob pressão
(PN>1), as juntas de desvio angular requerem que o
enchimento tenha um nível de compactação de 90% PN.
Em condutas com pressões de funcionamento de 16
bar ou superiores, as juntas com desvio angular vertical,
em que a direcção ascendente é essencial, exige uma
profundidade mínima de enchimento de 1,2 metros.
As juntas são montadas de acordo com os
procedimentos idênticos aos que se utilizam para os
manguitos standards da FLOWTITE, excepto o facto de
não possuírem o topo central. Devem se observados os
passos 1 a 6 atrás referidos. Quanto ao passo 7, puxase o tubo até que se veja a ranhura através da abertura
do manguito, procedendo-se à colocação da anilha de
fecho na posição mediante um martelo.
Manguitos FLOWTITE para saneamento (FSC)
4.3 União flangeada
As borrachas elastomericas utilizadas para saneamento,
é premontada pelo fornecedor que a fixa nas ranhuras
dos manguitos conforme se descreve na figura 4-1
- limpeza dos manguitos para a sua montagem nas
ranhuras, outras instruções de montagem podem ser
adoptadas de acordo com as instruções constantes do
item 4.1 - Uniões de manguito FLOWTITE.
Flanges moldadas por contacto
As flanges de PRFV devem ser montadas segundo os
procedimentos que se detalham a seguir: (Figura 4-11)
1
impar o fundo frontal da flange e da ranhura de
L
alojamento da anilha tórica.
2
Verificar se a junta tórica está limpa e sem defeitos.
3
Colocar a junta tórica na ranhura.
4
Alinhar as flanges que se vão unir.
5
M
ontar os parafusos, anilhas e porcas. Todos os
parafusos devem estar limpos e oleados para
garantir o aperto correcto. Devem ser sempre
usadas anilhas em todas as flanges de fibra de vidro.
6
sar uma chave dinamómetro para apertar todos
U
os parafusos com um esforço de 35 Nm (20 Nm
para diâmetros inferiores a DN 250), de acordo com
uma sequência de aperto standard.
7
epetir o procedimento apertando os parafusos
R
com um esforço de 70 Nm (35 Nm para diâmetros
inferiores) até que as faces das flanges se
contactem. Não se deve exceder este aperto, pois
poderia provocar danos nas flanges de PRFV.
8
Verificar o aperto de todos os parafusos uma hora
depois do aperto final e efectuar o reaperto até
70 Nm de novo (35 Nm para diâmetros inferiores)
caso seja necessário.
Desalinhamento dos tubos
O desalinhamento máximo admissível entre as
extremidades dos tubos adjacentes é de 5 mm
(veja a Figura 4-9). Recomenda-se manter um
acompanhamento cuidadoso do alinhamento junto
dos maciços de ancoragem, às câmaras de válvulas e
outras estruturas similares, assim como nos pontos de
reparação e fecho da instalação.
Desalinhamento
Figura 4–9 Desalinhamento
Metal
Flange
04
Flange de
PRFV
Anél torico
Figura 4–11 União Flangeada
15
01
02
03
04
05
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Flanges loucas
4
Os tubos FLOWTITE também se podem fornecer com
uma flange louca (Van Stone). Com este tipo de juntas,
é fácil rodar a flange para alinha-la com os furos das
flanges a que se vão unir.
5
Montar os parafusos, anilhas e porcas. Todos os
parafusos devem estar limpos e oleados para
garantir que o aperto seja o correcto. É importante
que a superfície de contacto, entre a cabeça dos
parafusos/anilhas e contra-placa do anel, estejam
bem lubrificados, para evitar um aperto excessivo.
6
sar uma chave dinamómetro para apertar todos
U
os parafusos, de acordo com o quadro 4-3,
seguindo uma sequência de aperto standard.
7
erificar o aperto de todos os parafusos uma hora
V
depois do aperto final e ajustá-lo, caso seja
necessário.
08
09
10
app.
Alinhar as flanges que se vão unir.
Tipo de junta
Figura 4–12 Flange louca com junta tórico
As flanges loucas podem ser fabricadas para dois tipos
de uniões estanques, utilizando:
1
2
Uma junta tórica (se necessário uma ranhura na
face central da flange, veja a Figura 4-12)
Uma junta de perfil tórico com anilha de aço para
superfícies planas das flanges (não exige ranhura)
como ilustrado na Figura 4-13.
PN
Aperto maximo Nm*)
Anél tórico
6
50 x Tubo OD (in m)
Anél tórico
10
100 x Tubo OD (in m)
Anél tórico
16, 20
200 x Tubo OD (in m)
Anél tórico
25
125 x Tubo OD (in m)
Perfil tórico Anél Integrado
6
45 x Tubo OD (in m)
Perfil tórico
Anél Integrado
10
75 x Tubo OD (in m)
Perfil tórico Anel Integrado
16, 20
90 x Tubo OD (in m)
Perfil tórico Anél Integrado
25
135 x Tubo OD (in m)
*) Dimensões standard da flanges de acordo com a ISO 7005
Quadro 4–3 Esforço de aperto para uniões com
flanges loucas
!
4.4 União por laminação
Figura 4–13 Flange louca com junta de borracha e
anél de aço
Este tipo de união fabrica-se a partir de reforços de
fibra de vidro e resina de poliéster. Em geral são
necessários cálculos especiais, condições de limpeza
controladas, assim como pessoal devidamente formado
e treinado para as executar. Quando for necessário
este tipo de uniões, será entregue ao cliente uma série
de recomendações específicas para a sua execução
(veja a Figura 4-14)
Os procedimentos de união com ambos os tipos de
junta são idênticos conforme a seguir se descreve.
1
Limpar convenientemente a face da flange e a
ranhura de alojamento do anél tórica.
2
Verificar se a junta tórica está limpa e sem defeitos.
Não se deve usar a junta danificada.
3
Alinhar a junta com a face frontal da flange. Quanto
à junta tórica, verificar se se ajusta perfeitamente
na ranhura do anel tórico. Recomenda-se fixar o
anel tórico com pequenos pedaços de fita adesiva.
ota: Quando se ligam 2 flanges de PRFV, com
N
uma junta tórica, apenas uma delas deve ter
ranhura para a junta tórica.
Figura 4–14 União por laminação
16
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02
03
04
4.5 Outros métodos de união
05
Juntas flexíveis em aço
(Straub, Tee-Kay, Arpol, etc. – veja a Figura 4-15)
Juntas mecânicos de aço
(Viking Johnson, Helden, Kamflex, etc. veja a Figura 4-16)
As juntas flexíveis de aço são utilizadas para unir
tubos FLOWTITE com tubos de diferentes materiais
e diâmetros exteriores. Também se usam para unir
troços de condutas FLOWTITE, por exemplo, no caso
de uma reparação ou num fecho de uma instalação. A
junta consiste numa camisa de aço com um colar de
borracha interior que veda a união.
As juntas mecânicas só devem ser utilizadas para ligar
tubos de diâmetros e materiais diferentes, assim como
para ligar adaptadores com saídas flangeadas. Existe
uma ampla gama de juntas com características que
variam de uma marca para a outra, incluindo o tamanho
e quantidade dos pernes e perfil da junta. Também
existem grandes variações na tolerância de diâmetros
de outros materiais, que muitas vezes resulta num
aperto maior do que será necessário para uma junta
estanque num tubo FLOWTITE
Existem três tipos:
1 Camisa de aço recoberta
Por conseguinte, não se pode recomendar o uso
generalizado de juntas mecânicas para os tubos
FLOWTITE. Apesar disso, se se pretende utilizar juntas
mecânicas para unir um tubo FLOWTITE com outro de
material diferente, então apenas deve usar uma junta
mecânica com sistema de duplo aperto independente
(Figura 4-16).O que permite um aperto independente
do lado do tubo FLOWTITE, que geralmente requer um
aperto menor que o recomendado pelos fabricantes das
juntas.
2 Camisa de aço inoxidável
3 Camisa de aço galvanizado por imersão a quente
Recomenda-se ao cliente que, quando considerar
utilizar juntas mecânicas numa instalação, entre
em contacto com o seu fornecedor local dos tubos
FLOWTITE. Deverá estar preparado para facilitar
adequada informação sobre o tipo específico de junta
(marca e modelo) que pretende utilizar. O fornecedor
dos tubos poderá aconselhá-lo sobre as condições que
podem ser convenientes no uso desse modelo para os
tubos FLOWTITE.
Figura 4–15 Junta flexível de aço
Protecção contra a corrosão
Com este tipo de juntas, o mais importante é controlar
o aperto dos parafusos. Não se deve exceder o aperto
recomendado, uma vez que se podem sobrecarregar os
parafusos com excesso de aperto. Siga as instruções
de montagem do fabricante das juntas, contudo sem
exceder o aperto recomendado pelo fornecedor dos
tubos.
Independentemente do tratamento anti-corrosivo dado
à camisa de aço, é imprescindível proteger o resto da
junta contra os efeitos da corrosão. Geralmente devese usar uma manga deformável de polietileno, que se
ajusta a quente sobre o manguito já instalado.
Peças de ligação de PRFV
Os manguitos FLOWTITE podem ser utilizados para
unir tubos FLOWTITE com outros materiais diferentes,
mas com o mesmo diâmetro exterior (Tabela 6-1)
em condutas que não trabalhem sob pressão. Para
condutas que trabalham em pressão, deve consultar o
fabricante.
Podem fabricar-se manguitos de transição ou peças de
ligação especiais de PRFV para ligar tubos de poliéster
reforçado com fibra de vidro com outros materiais ou
diferentes diâmetros. Consulte o fabricante.
Figura 4–16 Junta mecânica de duplo aperto
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5 Maciços de Ancoragem, revestimentos betão e
ligações rígidas
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app.
Maciços de ancoragem
Quando uma conduta trabalha sob pressão, produzemse desequilíbrios devido às forças de impulso que
actuam sobre as curvas, as reduções, derivações em T,
derivações em Y, comportas e outros acessórios utilizados
para introduzir uma mudança de direcção do fluido. Assim,
devem-se restringir as forças de impulso para impedir
a separação dos tubos nestes pontos. Quando o solo
natural não proporciona a restrição necessária, o mais
económico será recorrer a maciços de ancoragem de
betão, ou, em alternativa a uma transferência da carga
directamente por fricção entre o tubo e o solo.
Os maciços de ancoragem devem limitar o
deslocamento do acessório, com o objectivo de
preservar a estanqueidade da junta do manguito
FLOWTITE. A deflexão angular resultante deve ser a
menor que indicada na Quadro 4-1.
Para mais detalhes acerca da instalação da tubagem e
o sistema de implantação, veja os itens 5.1 e 5.2  .
Quando a pressão da conduta é superior a 10 bar
(PN >10), o maciço deve envolver o acessório em todo
o seu comprimento e circunferência. Para pressões
menores, podem-se obter acessórios especiais que
permitam um enterramento parcial. Os maciços devem
ser colocados sobre o solo natural, sem modificar o
envolvimento dos materiais de aterro, devidamente
compactados para obter a resistência e rigidez original
do solo natural.
Essa mudança directa do impulso - através da
transferência de carga directamente por fricção – é
conseguida mediante o uso das juntas travadas e os
tubos especiais que transferem o impulso axial. Os
acessórios para este tipo de condutas são concebidos
para serem enterrados directamente. Para determinar o
comprimento de fixação do tubo ligado aos acessórios, há
que ter em conta um coeficiente de fricção de 0,5, entre o
tubo FLOWTITE e os solos não coesos.
O departamento técnico do construtor é responsável para
determinar o estudo e requisitos, assim como o nivel de
reforço em aço que é necessário para as estruturas de
betão. Os acessórios FLOWTITE têm sido desenhados
para resistir ao esforço da pressão interna, enquanto a
estrutura de betão deve manter a sua forma e absorver
a carga. Atendendo a que a expansão dos acessórios
das condutas de pressão é habitualmente maior que a
resistência de tracção do betão, deve-se considerar o uso
de um reforço de aço para controlar as fissuras do betão.
São aplicáveis as limitações que se seguem:
Secção A-A
A
A
A
A
Tê
Redutor
A
A
A
A
A
A
A
Curva com um gomo 0-30°
Curva com 2 gomos 31-60°
Figura 5–1 Maciços de ancoragem
18
Curvas com 3 gomos 61-90°
01
02
03
Ancoragem da conduta
Quando a pressão da conduta é superior a 1 bar (100
kPa), e necessário o uso de maciços de ancoragem
para os seguintes acessórios:
Durante a betonagem, o acessório ou tubagem vazia
sofrem forças ascensionais (flutuação). Deve ser evitado
qualquer movimento que sobre as mesmas possa
exercer este tipo de força. Geralmente isto consegue-se
amarando a tubagem com cintas a um bloco de base
ou outro tipo de ancoragem. As cintas devem ser de
material plano, com 25mm de largura e suficientemente
robustas para resistirem às forças ascensionais devido
à flutuação. Devem utilizar-se, pelo menos, duas cintas
por tubo, espaçadas segundo os parâmetros que se
indicam no Quadro 5-2.
As cintas devem apertar o suficiente, para impedir a
flutuação, mas sem causar uma deflexão adicional
sobre a tubagem. (Figura 5–2  ).
1 Todas as curvas, redutores, válvulas de fecho e
flanges cegas.
2 Derivações em T quando a derivação é concêntrica
com o eixo da tubagem principal.
As bocas de acesso (derivações em T com flanges
cegas), tubos de descarga e ventosas, que não geram
impulsos de desequilíbrio durante o seu funcionamento,
não necessitam de maciços de betão, contudo
necessitam de acessórios e ramais com resistência ao
impulso axial, derivado da pressão interna.
! Nota: A forma dos maciços de ancoragem que
Apoios da tubagem
aparecem neste manual é ilustrativa. A forma
exacta dependerá do estudo e requisitos de cada
projecto.
A tubagem deve estar apoiada de forma a que o betão
possa fluir em redor do tubo e por baixo do mesmo.
Os apoios devem ser construídos de maneira a que se
adaptem à forma do tubo (deflexão inferior a 3%, sem
bossas nem zonas planas.
Válvulas
As válvulas devem estar fixadas adequadamente
para absorver o impulso da pressão. Para obter mais
detalhes sobre válvulas e câmaras, veja o capitulo 8.
Betonagem
A betonagem deve realizar-se por etapas, dando
tempo suficiente entre elas, para que o cimento possa
fazer presa (tempos inferiores podem exercer forças
ascensionais). A altura máxima de cada camada, varia
em função da rigidez da tubagem, conforme Quadro 5-3.
Ramais ou derivações
Os ramais são ligações em T que obedecem as
seguintes condições:
1 Diâmetro do ramal ≤ 300mm.
A altura máxima de cada camada corresponde à
quantidade máxima de betão que pode colocar, tendo
em conta cada classe de rigidez nominal da tubagem,
em cada etapa.
2 Diâmetro do ramal principal ≥ 3 vezes o diâmetro
da derivação.
! Nota: Não é necessário revestir com betão as
Espaçamento
máximo Largura da cinta>25mm
ligações com os ramais.
5.1 Revestimentos de betão
Quando os tubos ou acessórios têm que ser revestidos
de betão, como nos casos em que as condutas
necessitam maciços de ancoragem ou tem que
suportar cargas excepcionais, deverão ter-se em conta
os seguintes procedimentos de instalação adicionais.
DN
Folga
Figura 5–2 Ancoragem dos tubos – espaçamento
máximo entre cintas (ver quadro 5-2)
Espaçamento máximo (m)
< 200
1.5
200 – 400
2.5
500 – 600
4.0
700 – 900 5.0
≥ 1000
6.0
SN 2500
5000
10000
Espessura máxima/Camada
O maior de 0.3 m ou DN/4
O maior de 0.45 m ou DN/3
O maior de 0.6 m ou DN/2
Quadro 5–3 Camada máxima de betonagem
Quadro 5–2 Distância máxima entre espias
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5.2 Ligações rígidas
Ligação alternativa
Quando um tubo é submetido a um movimento
diferencial, em relação a uma ligação rígida, podem surgir
esforços excessivos devido à flexão ou esforço cortante.
Isso pode ocorrer nos casos em que um tubo passa
através de uma parede (por exemplo, câmara de válvulas
ou caixa de visita), está revestido com betão, (por
exemplo, maciço de ancoragem), ou esta ligado, através
de uma flange, a uma bomba, válvula ou outra estrutura.
Quando o procedimento da ligação standard não seja
possível, deve-se usar (Figura 5-4) uma banda ou
bandas de tela de borracha standard para embebimento
no betão (Figura 5-5 e Quadro 5-4) para envolver o
tubo antes da instalação, de maneira a que a tela de
borracha sobressaia ligeiramente (25 mm) do betão.
O tubo deve ser colocado de forma a que o primeiro
manguito, que se encontra totalmente fora, conforme
se mostra na Figura 5-4. Este método alternativo não é
recomendado para PN superiores a 16 Bar.
Portanto, ao trabalhar com ligações rígidas, o instalador
deve tomar as precauções necessárias para minimizar o
aparecimento de altas tensões descontínuas ao longo da
conduta. Deve-se evitar deflexões angulares e desajustes
ou defeitos de alinhamento em uniões próximas dos
maciços de ancoragem, no momento da instalação.
Existem duas possibilidades. O procedimento de ligações
standard (preferivelmente) utiliza um manguito embebido
do na superfície de separação do betão com o tubo.
O procedimento de ligação alternativo, consiste em
revestir o tubo com uma tela de borracha, para facilitar a
transição desde o interior do betão até ao exterior.
Recomendações de construção
1 Quando considerado o uso de estruturas de betão,
deve ter-se em conta que qualquer assentamento
excessivo da estrutura , em relação a tubagem,
pode causar rotura nesta última.
2 O uso de um troço curto (tubo de oscilação) junto
da ligação rígida, tem revelado ser um bom método
para defender a conduta de assentamentos
diferenciais (veja a Figura 5-3 e Figura 5-4). O
comprimento mínimo do tubo de oscilação deve ser
maior que DN nominal ou 1 metro, enquanto que o
seu comprimento máximo deve ser maior de que 2x
DN nominais ou 2 metros. Para tubos de menor
diâmetro (DN < 300 mm) o comprimento do tubo
mais curto deve estar compreendido entre 300 e
500 mm. O tubo de oscilação é utilizado para
permitir os assentamentos diferenciais que possam
ocorrer. Este tubo deve estar perfeitamente
alinhado com a estrutura de betão, no momento da
instalação para permitir a máxima flexibilidade em
movimentos posteriores.
Não se deve usar vários tubos de oscilação ou de
pouco comprimento, uma vez que a pouca
separação entre manguitos pode dar lugar a uma
situação instável. Os problemas de falta de
alinhamento devem ser resolvidos, voltando a
ajustar o leito de todas as secções da conduta que
conduzam ao tubo de oscilação.
Ligação standard
Quando seja possível, deve-se embeber o manguito
no betão, na superfície da separação com o exterior
(Figura 5-3). Com isso consegue-se que o primeiro
tubo que se encontra fora do betão tenha total liberdade
de movimentos (dentro dos limites impostos pela
junta). Para PN superiores a 16 Bar, deve usar-se este
método standard e respeitar os parâmetros máximos
de comprimento dos troços de tubo que aparecem na
Figura 5-3.
! Precaução: Ao embeber um manguito no betão é
necessário manter a sua circunferência, para que a
união posterior se possa efectuar com facilidade.
Alternativamente, pode-se ligar o manguito fora do
revestimento de betão, antes de proceder à
betonagem.
! Precaução: Uma vez que o manguito encaixado
está rígido, é importante minimizar a deflexão
vertical e a deformação do tubo adjacente.
Tubo de oscilação:
Comprimento maximo of 2 m ou 2 x DN
Comprimento minimo of 1 m ou 1 x DN
Max. 25 mm
Material de aterro SC1 ou
SC2 (estabelizado) bem
compactado
Max. 45°
Figura 5–3 Ligação standard – junta Betonada
20
01
02
03
04
Diametro
1-3
100 - 250
-
6
SN 2500
Pressaõ, bar
9-10
12
-
-
-
15-16 SN 5000
ou superior
Todas as pressões
-
A
300 - 700
A
A
A
A
A
A
800 - 900
C
C
C
C
C
A
1000 - 1200
C
C
C
C
C
C
1300 - 1400
C
C
C
C
-
C
1500 - 1600
C
C
C
-
-
C
1800 - 2000
C
C
-
-
-
C
2200 - 2400
C
-
-
-
-
C
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10
app.
3 Devem-se tomar precauções adicionais para
Tipo A:
10 mm
150 mm
Tipo C:
20 mm
10 mm
300 mm
Colocação de revestimentos de tela de borracha
Figura 5–5 Configuração do tipo de revestimento
com tela de borracha 50 durometro de neoprene
1 Coloque a tela de borracha conforme se indica a
Figura 5-4 e a Figura 5-5.
2 Utilize uma cinta para pegar todas as juntas e
arestas, com o objectivo de assegurar que não se
cole ao betão, entre a tela borracha e o tubo ou
entre as telas de borracha.
O maior
D/2 e 400
Material de aterro SC1
ou SC2 (estabelizado)
bem compactado
Max. 25 mm
Tela de
borracha
Tubo de oscilação:
Comprimento maximo 2 m ou 2 x DN
Comprimento minimo 1 m ou 1 x DN
Max. 45°
Figura 5–4 Ligações alternativa - Revestimento com tela betonada
21
06
07
Quadro 5–4 Quantidade e configuração das telas de borracha
reinstalar e compactar adequadamente o aterro
adjacente à estrutura de betão. A construção de
estruturas de betão requer frequentemente uma
re-escavação para a execução de cofragens, etc. ;
A este material escavado deve restituir-se um nível
de densidade compatível com o material que o
envolve, Caso contrário, pode ocasionar um
excesso de deformação ou uma rotação da junta
adjacente à estrutura. Os aterros do tipo SC1 ou
SC2, compactados a 90% de densidade standard
de compactação, devem cobrir 60% do diâmetro do
tubo na sua união com a estrutura rígida (veja a
Figura 5.3 e Figura 5.4) antes de começar uma
diminuição progressiva. O aterro estabilizado
(cimento) também se pode usar para prevenir
excessos de deformação nas juntas dos tubos.
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app.
5.3 Instalação em galerias ou túneis
Ao instalar uma conduta no interior de um túnel ou
de uma galeria, deve ter-se em conta as seguintes
recomendações:
1 Os tubos podem ser instalados no interior da galeria
por meio de tracção (método de extracção) ou por
meio de impulso (método de hinca).
Figura 5–7 Peça distanciadora de plástico
2 Os tubos devem ser protegidos dos danos que
possam ocorrer durante o deslizamento, utilizando
calços de madeira fixados ao tubo por meio
de cintas, como mostra a Figura 5-6, ou anéis
distanciados de plástico, como mostra a Figura 5-7.
Estas peças devem ter uma altura suficiente para
permitir a introdução dos manguitos e deixar espaço
entre o manguito e a parede do túnel.
SN
2500
Pressão máxima da calda de cimento (bar)
5000
0.70
10000
1.35
0.35
Quadro 5–5 Pressão máxima de injecção da calda
de cimento (parte mais baixa do tubo)sem apoios
internos
3 Para se facilitar a inserção no túnel, deve usar
lubrificante entre os calços e a parede do túnel.
Não deve usar lubrificantes derivados de petróleo,
uma vez que podem prejudicar as juntas dos
manguitos.
Também podem utilizar-se sistemas de condutas com
juntas alinhadas.
4 O espaço anelar que fica entre a túnel e a tubagem
deve ser preenchido com areia, gravilha ou uma
calda de cimento. Deverá adoptar as precauções
necessárias para evitar uma sobrecarga ou um
esmagamento da tubagem, durante esta operação,
especialmente quando se utiliza cimento líquido. O
quadro 5-5 indica a pressão máxima de injecção
da calda de cimento.
Calço de
madeira
Figura 5–8 Junta embebida
Cinta
5.4 Ligações a paredes de betão
Quando o tubo tiver de passar através de uma parede
de betão, deverão ser tomadas as necessárias
precauções para garantir a estanqueidade do sistema.
Os sistemas de ligação dividem-se em 2 categorias:
1 Executados no local
2 Pré-fabricados
20°
Typ.
Colar de
borracha
Figura 5–6 Disposição típica dos calços
! Nota: Não calce nem introduza o tubo de forma a
que possam ser criadas zonas locais de tensão ou
concentrações de cargas sobre a tubagem.
Consulte o seu fornecedor antes de iniciar esta
operação, para se assegurar do método a escolher
para esta operação.
! Note: Se o espaço anelar não for preenchido e a
Cinta
metálica
tubagem for submetida a pressões negativas, a
combinação rigidez da tubagem-instalação, deve
ser suficiente para resistir às cargas. Consulte o
seu fornecedor para mais informações.
Figura 5–9 Colar de Borracha
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01
02
03
04
Ligações no local
Ligação pré-fabricada
As ligações no local ocorrem quando a betonagem
é executada na própria obra. Em certas ocasiões, o
tubo é encapsulado, por completo na base de betão,
procedendo-se em seguida ao corte da ponta do
tubo. Nestes casos não é necessária uma ligação.
Noutros casos, só se embebem as extremidades do
tubo na cofragem, de modo a que o betão entre em
contacto com essa parte do tubo. Em ambos os casos,
existem anéis de tela de borracha que são fixados às
extremidades do tubo antes da betonagem.
As ligações pré-fabricadas são produzidas em fábrica
e instalam-se após a presa do betão. Os orifícios de
entrada e saída são dimensionados pelo fabricante da
peça no momento da produção inicial com o objectivo
de ajusta-lo ao tubo FLOWTITE e conseguir uma
vedação estanque, entre a parede exterior do tubo
FLOWTITE e a abertura pré-dimensionado na parede
de betão.
Existe um fabricante que produz uma junta
especialmente calculada para ligações de tubos que
passam através de muros ou paredes de betão. Este
produto está disponível para toda a gama de tubos
FLOWTITE. A junta instala-se na abertura de betão
segundo mostra a Figura 5-10.
Em primeiro lugar, sujeita-se o anel de tela borracha
ao tubo, utilizando cintas de aço inoxidável. Em
seguida procede-se a betonagem de todo o conjunto.
Devido à forma do anel, consegue-se uma vedação
completamente estanque entre o betão e o tubo
(Figura 5–9).
A abertura no muro pode ser efectuada de duas
maneiras:
! Nota: O anel de estanqueidade não deve ser
considerado um ponto de ancoragem ou de
transferência de carga ou o que geralmente é
conhecido como um anel de retenção.
1 Utilizando uma broca de vazar com ponta de
Os procedimentos de instalação recomendados para
este anel de estanqueidade são os que seguem:
2 Utilizando um molde cilíndrico, com diâmetro
diamante (só aconselhado para diâmetros
pequenos), ou
exterior necessário, durante a fabricação da
abertura.
1 Marcar a extremidade do tubo FLOWTITE no lugar
donde pretende colocar o anel, assim como a
parede exterior de betão. O anel deve ser colocado
no ponto central da parede de betão após
conclusão.
A junta mantém-se no lugar por compressão.
A vedação é efectuada mediante a compressão/
deformação dos lábios.
2 Limpar a superfície exterior do tubo que vai entrar
em contacto com o betão, especialmente debaixo
da zona onde se pretende colocar o anel. Deve-se
polir qualquer rasgo profundo para garantir uma
vedação perfeita do anel de borracha.
3 Colocar o anel de borracha na extremidade do
tubo. Assegurar-se de que o anel fique colocado no
ponto central da parede de betão.
Colar de
Borracha
4 Instalar as cintas de aço inoxidável para exercer
pressão sobre o anel e desta forma, fixa-lo. Com o
objectivo de aperfeiçoar a vedação, o que em geral
se recomenda é que a calda de cimento que entre
em contacto directo com o anel seja de betão fino
(sem grandes partículas). Estes anéis podem usarse como combinação com o tubo ou com a junta
FLOWTITE. Se o que pretende é conseguir uma
união flexível, recomenda-se o uso de um manguito
FLOWTITE e montar o anel directamente sobre
este manguito.
Figura 5–10 Colar de borracha na parede de betão
23
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app.
01
6 Ajustamentos em obra
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6.1 Acerto do comprimento
Largura da
espiga
L
Uma quantidade importante dos tubos fornecidos pelos
fabricantes da tecnologia FLOWTITE, têm o diâmetro
exterior do corpo do tubo dentro da margem de
tolerância das pontas calibradas (Quadro 6-1). Estes
tubos vêm marcados como “Tubos de Ajuste” ou um
nome idêntico. Os seguintes procedimentos permitem
realizar um acerto correcto do comprimento:
09
Parede do tubo
t
Figura 6-1 Definição de dimensões da espiga e do
bisel para juntas de manguito
1 Verificar se o diâmetro do tubo está dentro da
! Nota: Para o fecho de carretes em obra, será
necessário dobrar a largura da espiga.
margem de tolerância da espiga.
10
2 Determinar o comprimento que precisa e marcar
app.
O dimensionamento dos tubos não exige nenhum tipo
de vedação adicional nas espigas ou extremidades dos
tubos, depois de efectuar o corte. Se as leis nacionais
exigem a vedação, por exemplo devido à manutenção
da saúde industrial e normas de segurança, tal
exigência deve ser observada.
uma linha de corte perpendicular ao eixo.
3 Cortar o tubo no lugar marcado, usando uma serra
circular com um disco de diamante. Não esquecer
de utilizar o equipamento de protecção adequado
para os olhos e ouvidos e uma mascara contra o pó
para nariz e boca. Consulte o fornecedor para
qualquer recomendação de equipamento.
! Nota: Em relação a este capítulo, será de grande
importância realizar um correcto chanfre na
extremidade do tubo de ajuste, depois de efectuar
um corte.
4 Limpar a superfície na zona de união, lixar
suavemente as zonas rugosas e biselar a
extremidade do tubo com um disco de pedra para
facilitar a montagem (veja a Figura 6-1). Não é
necessário nenhum outro tipo de rectificação.
Dia-
DN
metros (mm)
B2
B2
B2
Minimo
OD
(mm)
Diametro ext.
espiga OD
6.2 Reparação e fecho com
manguitos FLOWTITE
Máximo Largura L
da espiga (mm)
OD
(mm)
(mm)
100
115.5
116.0
110.0
3
150
167.5
168.0
110.0
4
200
4
220.0
220.5
110.0
B2
B2
250
271.6
272.1
110.0
6
300
323.4
324.5
130.0
6
B2
B2
350
375.4
376.4
130.0
8
400
426.3
427.3
130.0
10
B2
500
529.1
530.1
130.0
14
B1
600
616.0
617.0
160.0
17
B1
B1
700
718.0
719.0
160.0
20
800
820.0
821.0
160.0
20
B1
900
922.0
923.0
160.0
20
B1
B1
1000
1200
1024.0
1228.0
1025.0
1229.0
160.0
160.0
20
20
B1
B1
1400
1600
1432.0
1636.0
1433.0
1637.0
160.0
160.0
20
20
B1
1800
1840.0
1841.0
160.0
20
B1
2000
2044.0
2045.0
160.0
20
B1
2400
2452.0
2453.0
160.0
20
B1
2600
2656.0
2657.0
160.0
20
B1
B1
2800
3000
2860.0
3064.0
2861.0
3065.0
160.0
160.0
20
20
Os manguitos FLOWTITE podem ser usados para
realizar reparações e fechos da instalação em obra. O
comprimento mínimo do tubo de fecho deve ser de um
metro. Além disso, o tubo de fecho não deve ser
colocado junto a um tubo de oscilação, ou seja, o tubo
curto destinado a proporcionar flexibilidade nas
ligações rígidas. (veja a Figura 5-4  ).
Procedimento
Meça a distância entre as extremidades dos tubos no
local onde se irá colocar o tubo de fecho da instalação.
O tubo de fecho deve ser de 10mm a 20mm mais curto
que o espaço medido. Quanto mais estreito é o espaço
do tubo a tubo, mais fácil será de realizar o fecho.
Quadro 6-1 Dimensões e tolerâncias das espigas
! Nota: A série B2 faz concordância com o diâmetro
exterior da espiga dos tubos de ferro dúctil. A serie B1
é a série de diâmetros correspondentes à conduta de
PRFV. Em alguns países a série B2, correspondente
aos tubos de ferro dúctil, não é utilizada.
24
01
1
02
03
1
2
1
2
2
3
Figura 6–2 Montagem da secção de fecho
3
04
05
06
07
Selecção do tubo
biselada dos tubos. Repita o processo com o
segundo manguito noutra extremidade.
3
Escolha um tubo que esteja dentro da margem de
tolerância da espiga. Estes tubos têm a dimensão
exterior da espiga exigida ao longo de toda a sua
extensão. Caso seja possível, escolha um tubo cuja
dimensão exterior esteja abaixo da gama da espiga
(veja a Quadro 6-1).
5 Marque as linhas limite de montagem nas
extremidades-macho dos tubos adjacentes, para
controlar a uniformidade do movimento até ao tardoz
da junta. A localização da linha base calcula-se da
seguinte forma:
HL = (Wc-Wg)/2
HL – Linha de limite de montagem
Wc – Largura do manguito
Wg – Largura do espaço entre o tubo de fecho
e o tubo adjacente (medido).
Preparação do tubo
Determine o comprimento do tubo exigido, marque
a linha do corte perpendicular ao eixo e corte o
tubo no sitio marcado, usando uma serra circular,
preferivelmente com um disco de diamante. Utilize uma
ferramenta de rectificar para ter um ângulo oblíquo
de 20º na extremidade do tubo e para bolear as
arestas. Assegure-se de que a espessura resultante
na extremidade macho do tubo não seja menor do que
metade da espessura do tubo. Também é importante
conseguir uma dimensão mínima de bisel, L, para
conduzir as extremidades do tubo sem danificar a junta.
Sigas as recomendações de comprimento que figuram
na Quadro 6-1. Depois de biselar, utilize uma lixa de
papel para eliminar qualquer aresta viva na superfície
do tubo que tenha resultado do corte. Alise qualquer
zona rugosa da espiga.
6 Coloque o tubo de fecho na vala alinhando-o com os
tubos adjacentes e deixando o mesmo espaço livre
em ambos os lados. Evite qualquer ângulo ou
inclinação, pois isso só dificultará o processo de
montagem.
7 Limpe a extremidade-macho dos tubos adjacente e
lubrifique-os, aplicando uma camada fina de
lubrificante. Instale as ferramentas especiais para
colocar o manguito em posição de fecho (para obter
maior informação sobre estas ferramentas, consulte o
seu fornecedor). Recomenda-se colocar os
manguitos sobre ambas as extremidades, manter o
tubo de fecho bem centrado e minimizar o contacto
com as extremidades dos tubos. Deixe de puxar
quando o bordo do manguito toque a linha do limite
de montagem. Nos tubos de grandes dimensões,
pode ser vantajoso que alguém supervisione o
processo de montagem, desde o interior do tubo.
! Nota: A largura da espiga deverá ser, pelo menos,
igual à largura do manguito, o que deverá ser duas
vezes o valor que aparece na Quadro 6-1.
Assegure-se que não existem ranhuras na superfície e
que o OD da espiga está dentro dos limites que figuram
na Quadro 6-1.
8 A compactação do material de aterro, à volta dos
Instalação
1 Seleccione duas juntas, retire os topos centrais de
montagem e deixe as juntas de borracha posicionadas.
Limpe os manguitos, caso seja necessário. A ranhura
da junta deve estar livre de sujidade para permitir a sua
deformação sem restrições.
tubos de fecho de uma instalação, é muito importante
e não deve ser inferior a 90% Próctor Normal.
Frequentemente escava-se a área de fecho para
facilitar o seu acesso. Recomenda-se conseguir um
nível mínimo de compactação estipulado para prevenir
movimentos excessivos e/ou rotativos das juntas.
! Nota: Uma vez que o manguito se encontra em
posição final, deve-se verificar se os lábios das juntas
estão orientados correctamente com uma espátula.
2 Lubrifique as juntas abundantemente, incluindo a zona entre os lábios.
3 Lubrifique também a extremidade-macho dos tubos
6.3 Fecho com juntas de outras
origens
de fecho usando uma fina camada de lubrificante.
Não se esqueça das superfícies biseladas.
4 Monte um dos manguitos na extremidade do tubo de
fecho para que a junta entre em contacto com toda a
circunferência. Empurre ou puxe o manguito
uniformemente e verifique se se encontra
perfeitamente encaixado na extremidade macho do
tubo. Poderá ser necessário ajudar a passar o
segundo anel do manguito sobre a extremidade
Siga os procedimentos indicados no item 6.2  com a
única diferença de que o tubo de fecho não deve ter
espigas mecanizadas. Deve seguir com rigor, os
procedimentos de instalação da junta que vai utilizar.
(veja o item 4.5  ).
25
08
09
10
app.
01
7 Outros procedimentos e considerações de instalação
02
03
04
05
06
07
08
09
10
app.
7.1 Valas com várias tubagens
Quando se instalam duas ou mais condutas em paralelo
na mesma vala, a distancia de separação entre elas
deverá ser a que indica na Figura 7-1, enquanto que a
distancia entre as condutas e a parede da vala deverá
ser a que aparece na Figura 3-1. É importante que
quando se instala as condutas de diâmetros diferentes
numa mesma vala, estas sejam colocadas de forma a
que o leito das duas condutas esteja ao mesmo nível.
Se isso não for possível, deve-se utilizar um material de
aterro do tipo SC1 ou SC2 para encher o espaço entre o
fundo da vala e a parte baixa da conduta mais elevada.
O material deve ser compactado a um nível adequado
para assegurar o leito da conduta (min. 90% PN).
2 x D1
D1
Profundidade de instalação até 4 m: Profundidade de instalação superior 4 m:
C ≥ (D1 + D2)/6
C ≥ (D1 + D2)/4
mas nunca inferior a 1,50 mm, com espaço suficiente para
colocar e compactar o material de aterro
D2
C
2 x D2
Figura 7–3 Vista superior do aterro em cruzamento
de condutas
D2
D1
7.3 Valas com fundo instável
Figura 7–1 Distância de separação entre tubos na
mesma vala
Considera-se que o fundo de uma vala é instável
quando é constituído por solos brandos, soltos ou
altamente expansivos. Se o fundo de uma vala é
instável, deve-se estabiliza-la antes de colocar a
tubagem. Em alternativa, poderá construir uma base de
cimento para minimizar as diferenças de assentamento
do fundo da vala. Neste último caso, recomenda-se o
uso de gravilha arenosa bem graduada compactada
a um nível de compactação de 90% PN, ou de pedra
triturada.
7.2 Valas com condutas cruzadas
Quando se cruzam duas condutas, de forma a que
uma passe por cima da outra, a distância vertical
entre os tubos e a instalação da conduta inferior deve
efectuar-se segundo a Figura 7-2. Em certas ocasiões
é necessário instalar uma conduta por debaixo de uma
conduta já existente. Nestes casos, devem-se tomar
precauções adicionais para não danificar a conduta
existente. Para isso deve-se fixar a conduta a uma viga
de aço que terá de cruzar a vala da nova instalação.
Mesmo assim é recomendável envolver a conduta para
protegê-la contra possíveis danos por impactos. Uma
vez colocada a nova conduta, o material de enchimento
do tipo SC1 ou SC2 deve voltar a ser colocado na vala
e compactado manualmente (nível de compactação
mínimo de 90% PN), de modo a que o material fique
perfeitamente distribuído em redor das condutas, até
uma altura de 300mm por cima do dorso da conduta
superior. Este aterro deve estender-se a ambos os
lados da vala até que ocupe, pelo menos, duas vezes o
diâmetro do tubo em cada vala (veja a Figura 7-3).
Profundidade de
instalação até 4 metres
D + D2
f≥ 1
6
nunca inferior a 150 mm
A espessura da camada de gravilha ou pedra triturada
da argamassa depende das condições em que se
encontra o fundo da vala, no entanto, em nenhum caso
deve ser inferior a 150mm. Sobre essa argamassa
é construída o leito normal da tubagem. Quando a
argamassa contem pedra triturada, recomenda-se
o uso de uma tela filtrante para envolver o material
da argamassa e assim impedir que esse material se
misture com o leito, o que poderia ocasionar uma
perda do apoio debaixo da conduta. Não é necessário
utilizar tela filtrante quando usa o mesmo material
para a argamassa e o leito, ou quando utiliza gravilha
arenosa graduada na argamassa. Adicionalmente,
o comprimento máximo dos tubos instalados, entre
manguitos flexíveis, deve ser de 6 metros.
profundidade de instalação
superior 4 metres
D + D2
f≥ 1
4
D1
f
Figura 7–2
Cruzamento de
condutas
Usar unicamente materiais
de aterro do tipo A e tipo B
compactados, no mimimo a
90% do PN.
D2
Leito
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01
02
03
7.4 Valas inundáveis
Deve-se verificar se existem ocos ou faltas de material
de aterro, entre a parte exterior dos painéis e o solo
natural, até a uma altura de um metro acima do dorso
do tubo. Use apenas materiais de aterro do tipo SC1 ou
SC2, entre a entivação provisória e o solo natural, com
uma compactação ao nível de 90% PN.
Quando o nível freático está acima do fundo da
vala, deve-se escoar essa agua de modo a por a
descoberto o fundo da vala (preferivelmente 200mm
por abaixo do fundo), antes de proceder à preparação
do leito. Para isso pode-se recorrer a diferentes
procedimentos, em função da natureza do solo natural.
Para solos arenosos ou lodosos, recomenda-se um
sistema de drenagem por pontos, ligados a uma
conduta principal e a uma bomba. A distância entre
cada ponto de aspiração e a profundidade a que se
deve instalar depende do nível de águas freáticas e
da permeabilidade do solo. É importante colocar um
filtro em redor do ponto de sucção (areia de grande
granulagem ou gravilha) para impedir que se entupa
por efeito das partículas finas do solo natural. Quando
o solo natural consiste em argila ou rocha firme, o
sistema de aspiração por pontos não é adequado.
Nestes casos a drenagem da vala é mais difícil quando
o nível das águas freáticas é alto. Para conseguir essa
drenagem, recomendamos o uso de bombas e drenos.
Se não conseguir manter a água abaixo do leito, deve
instalar uma sub-drenagem. As sub-drenagens podem
realizar-se mediante o uso de gravilha de uma só
medida (20-25 mm) alojados num tecido filtrante. A
profundidade a que se deve colocar a sub-drenagem
por debaixo do leito, depende da quantidade de água
que exista. Se, mesmo assim, não conseguir manter
o nível de água abaixo do leito, deve-se utilizar uma
tela filtrante para revestir o leito (assim como a zona
da tubagem se for necessário) para impedir que se
contamine com o material do solo natural. Deve utilizar
gravilha ou pedra triturada para o leito e o aterro.
Durante a drenagem deve tomar as seguintes
precauções:
app.
• Evite bombear a longas distâncias através
Junta flexivel no ponto
de transição
Manguito
fléxivel(typ.)
Troço de tubo curto:
Comprimento máximo 2 m ou 2 x D
Comprimento minimo 1 m ou 1 x D
• Não desligar o sistema de drenagem até que a
Troço de tubo
standard
Troço de transição
Tubo
curto
Tubo
standard
7.5 Entivação das valas
Rocha
Ponto de transição
Leito
Solo
natural
Fundação (se necessário)
Figura 7–4 Método de construção da vala e
instalação do tubo em vala com transição rochasolo, ou com mudanças abruptas nas condições do
leito.
27
07
Os procedimentos de aterro são os mesmos que os das
instalações standard. As entivações permanentes têm a
mesma exigencia que os solos naturais de tipo 1.
Em alternativa, o uso de um material de aterro
estabilizado com cimento (veja a item 5.2) para a
argamassa e o leito dos tubos, na zona de transição
rocha-solo, não torna necessário o uso de uma junta
flexível neste ponto. O método de construção da vala
depende das condições do solo natural.
Devem-se tomar as precauções necessárias para
assegurar um bom nível de apoio, entre o solo natural
e o material de aterro, no momento de retirar os painéis
utilizados para entivar a vala. Um procedimento gradual,
por etapas, em que se vão retirando os painéis, ao
mesmo tempo que se compacta material de aterro da
zona do tubo, contra a parede natural da vala. Esta é a
melhor forma de garantir o apoio da conduta e do aterro,
nos possíveis ocos que frequentemente se formam atrás
dos painéis. Se a entivação é retirada depois de estar
concluído o aterro, o material situado na zona da conduta
tenderá a ocupar o espaço livre deixado pelos painéis,
reduzindo o apoio da conduta. Para minimizar essa
perda de apoio, durante o processo de desmontagem e
remoção deve-se vibrar os painéis.
06
08
As dimensões mínimas para a instalação dos tubos
numa vala rochosa constam do item 3.1  . No local
onde termina a rocha e começa o solo (ou vice-versa)
deve usar uniões flexíveis como mostra a Figura 7-4.
conduta esteja coberta com material suficiente para
impedir a sua flutuação.
05
No caso de entivações permanentes, utilize painéis de
dimensão suficiente para distribuir adequadamente as
cargas laterais dos tubos, pelos menos 300mm acima
do dorso da tubagem. A qualidade dos painéis de
entivação deve permitir uma vida útil igual à da conduta.
7.6 Valas em solos rochosos
materiais de aterro ou do solo natural, pois isso
poderia causar uma perda de apoio da conduta já
instalada, devido ao movimento de materiais ou
migração de solos.
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7.7 Sobre-escavação acidental
proceder à colocação do tubo seguinte na vala.
• Deve proteger-se toda a superfície da vala para
Qualquer excesso de escavação das paredes ou
do fundo da vala, na zona da argamassa, do leito
ou do tubo, deve-se encher com material de aterro
compactado ao nível, de pelo menos 90% PN.
evitar a erosão, resultante da escorrencia da água.
• Os tubos devem ser instalados em traçados rectos
(mais ou menos 0,2º) com um espaço mínimo entre
as espigas dos tubos.
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10
app.
7.8 Instalação de condutas em declives
• O movimento absoluto a longo prazo do material de
aterro, no sentido axial do tubo, deve ser menor de
20mm.
• A instalação deve permitir a drenagem adequada,
Generalidades
para evitar a fuga de materiais e assegurar a
resistência do solo, ao esforço cortante.
• O ângulo em que uma pendente se torna instável
depende da qualidade do solo. Em geral, quanto
maior for o ângulo de inclinação, maior será o risco
de instabilidade.
• A estabilidade de cada tubo deve ser vigiada e
controlada durante as fases de construção e as
primeiras fases de funcionamento. Tal pode ser
efectuado controlando o espaço entre as espigas
dos tubos.
• Em linhas gerais, não se devem instalar tubos em
declives superiores a 15º, ou em áreas onde se
suspeite que a pendente é instável, a não ser que
tenha realizado um estudo geotécnico para verificar
o estado das condições do solo.
• Caso seja necessário um estudo especial, consulte
o seu fornecedor de tubos.
Instalação perpendicular ao declive
Instalação de condutas aéreas
• O método mais utilizado para instalar uma conduta
Recomenda-se recorrer a um engenheiro geotécnico
quando os tubos se instalam perpendicularmente ao
declive natural com uma inclinação superior a 15°, para
assegurar que a inclinação permanece estável.
com pendente pronunciada, é acima do solo, uma
vez que as estruturas de instalação necessárias,
tais com os apoios da tubagem, são mais fáceis de
definir; a qualidade da instalação é mais fácil de
vigiar e controlar, e o assentamento da conduta é
mais fácil de vigiar.
A superfície da vala escavada deve ser perfilada de
modo a que se elimine qualquer depressão e se exclua
a possível formação de bolsas de água, as quais
podem reduzir a estabilidade da mesma.
• Para mais informação, consulte o catálogo de
instalação de condutas aéreas  .
Instalação de condutas enterradas
Recomendável obter a colaboração de um engenheiro
geotécnico, antes de proceder à instalação de uma
conduta enterrada, em solos com pendentes superiores
a 15º. Os tubos FLOWTITE podem ser enterrados com
pendentes superiores a 15º, sempre que se consigam
as seguintes condições mínimas:
• Um estudo geotécnico adequado pode garantir a
estabilidade a longo prazo da instalação.
• Em zonas com pendentes superiores a 15º, deve
utilizar materiais de aterro SC1 ou estabilizados
com cimento na zona do tubo.
• Em zonas com pendente superior a 15º deve
utilizar-se um ponto de fixação na parte central de
cada tubo.
• A instalação deve iniciar-se sempre no ponto mais
baixo da pendente e progredir para cima. Deve
aterrar-se a vala adequadamente, até ao nível do
solo, na zona envolvente de cada tubo, antes de
28
8 Utilização de válvulas e câmaras
01
02
03
Geralmente, a maioria das condutas que funcionam sob
pressão devem incluir válvulas para isolar um sector
da rede de abastecimento ou distribuição, ventosas
em pontos mais altos da conduta, para libertar ar
acumulado na rede e assim evitar obstruções, ou para
permitir a entrada de ar e assim prevenir a criação de
sub-pressões e câmaras de descarga. Todos estes
acessórios podem ser ligados aos tubos FLOWTITE.
A responsabilidade final do estudo destes sistemas,
é do director do projecto. No entanto, com o passar
dos anos os engenheiros da FLOWTITE Technology
conseguiram criar diferentes métodos de utilização
destes acessórios, numa conduta constituída por tubos
FLOWTITE. Este capitulo permite proporcionar ao
engenheiro responsável pelo projecto do sistema, ou
ao empreiteiro, certas informações sobre a utilização de
válvulas e câmaras, numa conduta de pressão FLOWTITE.
uma dimensão razoável. O maciço de betão deve resistir
ao impulso de uma válvula fechada, cuja manobra não
prejudique a estanqueidade da junta. Devem observar-se
as normas que a seguir se descrevem, para calcular um
projecto do sistema de tipo I:
1 A dimensão do maciço da ancoragem de betão
depende da rigidez do solo natural, dos materiais
de aterro e das condições da instalação. Deve
limitar-se o movimento da junta a 15mm.
2 Os troços flangeados não devem medir mais de
500 mm de comprimento, com um manguito
FLOWTITE na parte exterior do tubo que liga ao
troço com o tubo de oscilação (veja Figura 5-4  ).
Tipo 2 O método de ancoragem neste caso é
semelhante ao do tipo I, excepto no que se refere ao
corpo da válvula (veja a Figura 8-2). Este sistema
permite uma instalação relativamente fácil e um acesso
à válvula para revisão, manutenção e reparação. A
limitação do uso deste método depende da resistência
do troço do tubo de aço ou fundição dúctil e do anél
de ancoragem. Para pequenas cargas de impulsão,
somente se deverá ancorar um dos lados da válvula.
8.1 Ancoragem das válvulas nas
condutas
Os tubos FLOWTITE foram estudados para resistir às
cargas axiais nominais, segundo a norma, mas não
para suportar os esforços cortantes e os impulsos
que podem criar-se, em consequência da montagem
das válvulas ao sistema da conduta. Estas cargas
devem ser contidas de modo externo, segundo
as especificações AWWA C600-93. Em seguida
descrevem-se os diferentes métodos de ancoragem
das válvulas. O método mais adequado depende das
condições específicas de funcionamento de cada
sistema. Em geral, o melhor método deve ter em conta
o diâmetro do tubo e a pressão da conduta. Existem
dois tipos básicos de válvulas: as que são acessíveis de
forma directa (instaladas em câmaras) e as que não são
(enterradas). Em geral, as válvulas de diâmetro mais
pequeno enterram-se directamente, sem utilizar caixas
de betão que facilitem o seu acesso. As indicações que
se seguem abrangem estes dois casos.
PRFV
Junta fléxivel
ou mecânica
Troço
curto
Troço
flangeado
em aço ou
ferro ductil
PRFV
Ligador flange
FLOWTITE
≤1m
Maciço de ancoragem
Figura 8–2 Tipo 2 - Maciço de ancoragem contíguo
á válvula
Válvulas enterradas
Tipo 1 O metodo mais económico e mais fácil de
instalar uma válvula de diâmetro pequeno, será enterra-la
embebida no seu maciço de ancoragem de betão (veja
a Figura 8-1). Este método também se pode utilizar em
válvulas de maior dimensão, sempre que o maciço tenha
Devem ser observadas as normas que se seguem para
calcular um estudo do sistema tipo II:
1 A dimensão do maciço de ancoragem depende da
rigidez do solo local, dos materiais de aterro e das
condições de instalação. Deve-se limitar o
movimento lateral do tubo, para manter a
estanqueidade da junta.
2 Os troços flangeados não devem medir mais de um
metro de comprimento. O troço, com anél de
ancoragem ou flange, é ligado ao tubo de
comprimento curto FLOWTITE, com um manguito
standard FLOWTITE.
3 Sem utilizar troços de aço ou ferro dúctil,
recomenda-se o uso de manguitos flexíveis de aço
ou mecânicos de transição (duplo aperto).
Figura 8–1 Tipo 1 - Maciço de ancoragem
envolvendo a válvula
29
04
05
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07
08
09
10
app.
01
02
03
04
05
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09
10
app.
2 O tubo standard FLOWTITE deve estar equipado
Câmaras
com uma tela de borracha ou uma junta de borracha,
à saída do tubo da parede de betão, para reduzir os
esforços locais ocasionados pela contenção da
expansão radial durante a pressurização.
Tipo 3 Este método pode ser utilizado em quase todas
as válvulas, salvo as de maiores dimensões e pressão.
O limite da sua utilização depende da possibilidade
de se colocar o sistema de apoio estrutural dentro
da câmara da válvula. O sistema de apoio deve ser
estudado de modo a que absorva a totalidade do
impulso axial, sem provocar impulso excessivo sobre
as flanges das válvulas ou das paredes de betão
reforçado da câmara que actua como um maciço de
ancoragem e deve ser estudada como tal. A contenção
do impulso provoca a compressão da válvula para
transferir o impulso directamente à parede da câmara.
A outra extremidade do sistema ganha uma liberdade
relativa do movimento axial, o que permite absorver os
movimentos devidos às mudanças da temperatura e
aos efeitos de Poisson.
3 A câmara de válvulas deve resistir ao impulso axial
e ao peso vertical da válvula. É necessário um
reforço localizado de cimento nas paredes da
câmara de válvulas, para suportar os esforços
axiais nos pontos de união.
4 A câmara de válvulas deve ser calculada como se
Pela observação da Figura 8-3, parece que o impulso
só actua numa direcção. Não obstante, também se deve
considerar a possibilidade da existência de contra pressão
sobre uma válvula fechada, criando uma carga de impulso
na direcção oposta. Para prevenir esta eventualidade, o
sistema de apoio estrutural pode-se calcular para resistir
a cargas em ambas as direcções. Os detalhes dependem
do engenheiro projectista.
5 Deve colocar-se um tubo curto fora da câmara de
válvulas, em conformidade com as praticas normais
de instalação.
6 O impulso é contido mediante a compressão do
Devem-se observar as seguintes normas para calcular um
sistema de tipo III:
sistema de apoio estrutural, por forma a evitar
qualquer carga axial para o tubo.
7 Deve-se usar um aterro estabilizado com cimento
1 As cargas de impulso e os esforços cortantes da
fosse um maciço de ancoragem, para resistir ao
impulso axial. A selecção, colocação e
compactação do material de aterro deve ser o
suficiente para resistir ao assentamento e às forças
laterais criadas pelo fecho da válvula. Deve limitarse o movimento lateral para preservar a
estanqueidade da junta.
válvula são contidos por meio de um sistema de
apoio formado por uma viga de aço. Podem-se
fornecer tubos e flanges standard da FLOWTITE
para este método.
ou gravilha compactada a uma densidade de
compactação relativa de 90%, para preencher o
vazio por debaixo do tubo, que sai da estrutura da
câmara de válvulas (veja a Figura 5-3  ).
PRFV
PRFV
Estrutura de apoio
em aço
Troço
desmontavél
Aterro estabilizado ou gravilha (typ.)
Figura 8–3 Tipo III – sistema de apoio estrutural para resistir as forças de impulso
30
Junta
estanque
01
02
03
Tipo 4 Tipo 4 Este método (Figura 8-4) pode ser
usado para ancorar qualquer tipo de válvula com
pressões até 16 bar. As limitações sobre a utilização
deste método derivam dos limites práticos do reforço
dos tubos FLOWTITE e do comprimento das flanges
com anéis de retenção. Estas flanges colocam-se no
lado de compressão da válvula, funcionando a parede
da câmara como suporte das cargas, como se fosse
um maciço de ancoragem. O outro lado do tubo na
câmara, fica com liberdade relativa de movimento axial
para absorver os movimentos devidos às mudanças de
temperatura e do efeito de Poisson.
Devem observar-se as normas que se seguem para
calcular um sistema de tipo IV:
4 A câmara de válvulas deve ser concebida como um
5 O tubo “especial” deve incorporar um manguito
1 Será fornecido de fábrica um tubo “especial” com
uma flange e anel de retenção de PRFV, no lado
onde se verifica a compressão. A qual é embebida na
parede da câmara de válvulas para servir de
ancoragem.
fora da câmara de válvulas, em conformidade com
as praticas normais de instalação (veja o Figura
5-4  ).
7 Deve ser usado um aterro estabilizado com cimento
axial através de uma junta de estanqueidade na
parede da câmara de válvulas.
3 O peso da válvula recai sobre a base da câmara de
embebido na parede da câmara. O tubo “especial”,
dentro da câmara, deve ser reforçado para suportar
as cargas axiais e esforços locais no interior da
câmara de betão. Deverá informar o fornecedor de
tubagem FLOWTITE sobre as cargas de impulso
máximas que se prevêem, com o objectivo de
poder conceber o reforço adequado para o tubo
“especial”.
6 Deve ser colocado um tubo de comprimento curto
2 A outra parte do tubo tem liberdade de movimento
maciço de ancoragem para resistir ao impulso
axial. A selecção, colocação e compactação do
material de aterro deve resistir às forças laterais e
de assentamento, criadas pelo fecho da válvula.
O movimento lateral deve ser limitado a 15mm.
válvulas. A quem deve ser concebida para suportar
toda a carga do impulso axial da válvula. As
paredes da câmara devem reforçar-se
convenientemente para resistir às cargas axiais da
flange com anel de retenção.
PRFV
ou gravilha, compactado, com uma densidade
relativa a 90%, para preencher o vazio por debaixo
do tubo que sai da estrutura da câmara de válvulas
(veja a Figura 5-3  ).
PRFV
Flange
com anél
de retenção
em PRFV
Troço
desmontavél
Junta estanque
Aterro estabilizado ou gravilha (typ.)
Figura 8–4 Flange com anel de retenção para resistir as forças de impulso
31
04
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08
09
10
app.
01
02
03
04
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06
07
08
09
10
app.
Tipo 5 Este método de ancoragem (Figura 8-5) pode
ser utilizado em qualquer aplicação. A única limitação
deriva das dimensões da câmara de válvulas. A câmara
deve ser concebida como um maciço de ancoragem.
Quando as dimensões do maciço de ancoragem
forem superiores às dimensões físicas da câmara de
válvulas, devem aumentar-se as dimensões inferiores
da câmara para satisfazer os requisitos do maciço
da ancoragem. A flange de contenção do impulso
será colocada no lado da compressão da válvula,
para transferir o impulso directamente à parede da
câmara, que funciona como um bloco de contenção.
A outra extremidade do sistema da conduta possui
liberdade relativa de movimento axial, para absorver os
movimentos devidos às mudanças de temperatura e do
efeito de Poisson. Devem ser observadas as normas
que se seguem para calcular um sistema de tipo V:
5 Deve colocar-se um tubo curto fora da câmara de
válvulas, em conformidade com as praticas
normais de instalação (veja a Secção 5-2  ).
6 Deve usar um aterro estabilizado com cimento ou
8.2 Ventosas
Devem colocar-se ventosas – válvulas de purga de ar
ou de purga de ar/vazio – nos pontos mais elevados
de uma conduta de grande desenvolvimento. As
ventosas de purga de ar devem permitir a libertação
gradual do ar que se tenha acumulado no ponto mais
alto da conduta e que pode limitar ou bloquear o fluxo
de fluido. Da mesma forma, as ventosas de vazio
limitam a quantidade de pressão negativa que se pode
acumular numa conduta, por meio da sua abertura
quando a válvula detecta uma depressão. O cálculo e
dimensionamento destas válvulas esta fora do âmbito
deste guia de instalação. Contudo, a seguir se indicam
as normas para o calculo de acessórios e estruturas
para a instalação destes elementos auxiliares. Existem
duas formas de inserir este tipo de ventosas num
sistema FLOWTITE. O método mais comum consiste
em montar a ventosa directamente sobre um ramal
vertical flangeado. Alternativamente, no caso de
ventosas pesadas, também se pode conceber um
ramal tangencial para facilitar a montagem. A seguir se
indicam detalhes sobre ambos os tipos de instalação:
1 O peso da válvula deve recair sobre a base da
câmara de válvulas. O impulso de uma válvula
fechada deve ser absorvido pelo troço de tubo de
aço ancorado na parede da câmara de válvulas,
mediante uma flange soldada no lado da
compressão da válvula.
2 Deve-se usar um manguito flexível de aço ou um
manguito mecânico de transição, para a transição
entre o troço de aço e o tubo de comprimento curto
standard FLOWTITE fora da câmara de válvulas.
3 A outra parte do tubo, possui liberdade de
movimento axial, através de uma junta de
estanqueidade na válvula. As paredes da câmara
devem ser reforçadas convenientemente, para
resistir às cargas axiais da flange com anel de
retenção.
4 A câmara de válvulas deve ser calculada como um
gravilha compactada, a uma densidade de
compactação relativa de 90%, para preencher o
vazio por debaixo do tubo que sai da estrutura da
câmara de válvulas (veja a Figura 5-3  ).
Ventosas pequenas
maciço de ancoragem, para resistir ao impulso
axial. A selecção, colocação e compactação do
material de aterro deve ser o suficiente para resistir
ao assentamento e às forças laterais criadas pelo
fecho da válvula. Deve limitar-se o movimento
lateral a 15mm.
A maneira mais fácil de ligar uma ventosa pequena
a uma conduta, consiste em montar a válvula
directamente sobre um ramal vertical flangeado que
ascende da conduta principal. Geralmente, a válvula
PRFV
PRFV
Junta
estanque
Troço de aço
com anél de
retenção
Troço
desmontavél
Junta de aço
flexivél ou
mecânica
Aterro estabilizado ou gravilha (typ.)
Figura 8–5 Ancoragem
32
01
02
03
8.3 Válvulas de limpeza e descarga
é colocada numa câmara de betão que permite
uma circulação fácil e segura do ar através deste
equipamento. Quando se concebe e constrói a câmara
directamente sobre o tubo, é importante verificar se
o peso da câmara de betão não seja transferido ao
ramal vertical, e consequentemente ao tubo FLOWTITE
donde sai o ramal. Tal pode-se evitar fazendo com
que o orifício vertical, na base da câmara, seja maior
que o diâmetro exterior do ramal da saída FLOWTITE.
A Figura 8-6 permite uma ilustração geral destas
características desejáveis.
O manguito das válvulas de limpeza e descarga é
idêntico ao das ventosas de liberação de ar de grande
diâmetro, salvo se o tubo ramal é tangencial à parte
inferior da conduta. São aplicáveis as mesmas regras
sobre o uso de maciços de contenção de impulso e
de impulso/deformação. Se o diâmetro do tubo do
ramal tangencial (comprimento da corda) é maior do
que 50% do diâmetro da conduta principal, então será
necessário um maciço de ancoragem de impulso/
deformação (capitulo 5  ). caso contrario, só será
necessário um maciço de ancoragem. A Figura 8-8
mostra disposições típicas de manguito deste tipo de
acessório numa conduta de pressão FLOWTITE.
Ventosas grandes (>100mm)
No caso das ventosas maiores, o método mais utilizado
para instalar estas válvulas mais pesadas, consiste
num ramal tangencial que evita que o seu peso recaía
directamente sobre o tubo de subida e obriga á instalação
da válvula numa câmara contígua. O ramal tangencial
pode estar em paralelo com eixo horizontal ou com um
ligeiro ângulo vertical (<22,5º), com uma curva.
Consulte a capitulo 5  , Maciços de ancoragem, para
averiguar se basta um maciço de ancoragem por si
só, ou se é necessário uma combinação de maciço de
ancoragem e de contenção da deformação. Geralmente,
se o diâmetro do ramal tangencial (comprimento da
corda) é maior que 50% do diâmetro da conduta principal
é necessário um maciço de ancoragem do impulso/
deformação. De outra forma, só será necessário um
maciço de ancoragem. A Figura 8-7 permite uma
ilustração geral sobre a forma de ligar uma ventosa
grande a um tubo FLOWTITE.
150
150
PRFV
505
150
200
300
Maciço de ancoragem de impulso ou
impulso/deslocamento
Figura 8–7
Montagem de uma ventosa de grande diâmetro
Tampa e estrutura
com fecho
Espaço minimo
superior a 300 mm
Aterro estabilizado com
cimento ou gravilha
compactada a 90% da
densidade relativa
Figura 8–6 Montagem de uma ventosa de pequeno
diâmetro
Figura 8–8 Montagem de válvulas de limpeza e
descarga
33
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05
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09
10
app.
01
9 Acções a promover após a instalação
02
03
04
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09
10
app.
9.1 Inspecção da conduta instalada
5 Calcule a deflexão vertical:
Os valores de deflexão diametral máximas da conduta
instalada não devem exceder os valores de deflexão
inicial e a longo prazo que figuram no Quadro 9-1. Não
se admitem empolamentos, zonas planas ou outras
mudanças bruscas da curvatura da parede do tubo. Se
os tubos instalados não estiverem ajustados a estas
limitações, podem ter problemas de funcionamento.
A verificação do cumprimento dos requisitos iniciais
é fácil de realizar e deve efectuar-se imediatamente
após a instalação da tubagem (no período de 24 horas
seguintes). A deflexão inicial prevista para a maioria
das instalações, após atingir a máxima cobertura de
enchimento da vala é aproximadamente 2%. Portanto,
qualquer valor em excesso, é indicativo de que a
instalação não se encontra nas melhores condições e
que a montagem deve ser melhorada nos tubos que se
seguem (por exemplo, aumentando a compactação da
zona de aterro da conduta, utilizando materiais de aterro
mais grossos, junto ao tubo, cavando valas mais amplas,
etc.). A verificação da deflexão deve iniciar-se assim que
se tenha aterrado a zona dos primeiros tubos, até ao
nível do solo, e deve continuar a realizar-se regularmente
ao longo de toda a conduta, para verificar a qualidade
da instalação. Não se deve permitir, em nenhuma
circunstância, a instalação de uma extensão importante
da conduta sem antes se verificar a sua qualidade. Tal
permite detectar e corrigir a tempo qualquer método
inadequado da instalação e minimizar o número de tubos
instalados incorrectamente. Os tubos cuja deflexão inicial
exceda os valores indicados no Quadro 9-1, deverão
ser instalados de novo para que a sua deflexão inicial
se ajuste aos limites marcados naquela tabela. Consulte
o capitulo 9.2, correcção de um tubo com deflexão
excessiva, considerando as limitações aplicáveis a este
tipo de trabalhos.
% deflexão =
O DI Real pode-se determinar pela medição os
diâmetros de um tubo que não tenha sido ainda
instalado, colocado sobre um solo razoavelmente plano
(sem tubos empilhados). Calcule como segue:
DI Real =
Figura 9–1
determinação do DI
em tubos ainda não
instalados
9.2 Correcção de um tubo com
deflexão excessiva
Quando a deflexão diametral vertical de um tubo
exceda os valores indicados na Quadro 9-1, deverá
corrigir-se a instalação para garantir a qualidade da
tubagem a longo prazo.
Procedimento
Tubos com deflexões até 8%:
1 Escavar até à zona de apoio, ou a um nível
2 Complete a retirada das entivações (caso tenham
sido utilizados).
utilizado).
4 Meça e registe o valor do diâmetro, na vertical.
apresentar danos, deve proceder à sua reparação
ou substituição.
3 Voltar a compactar o material de aterro na zona de
Nota: Para tubos de pequeno diâmetro, pode
utilizar-se uma matriz pelos tubos, para se verificar
o seu diâmetro na vertical.
Deflexão
% do Diametro
apoio, assegurando-se de que este não tenha sido
contaminado pelo solo que não cumpre os
requisitos do material de aterro.
4 Voltar a aterrar a zona da tubagem com material
3.0
Pequenos Diametros (DN ≤ 250)
Quadro 9–1 Deflexão vertical admissível
aproximadamente equivalente a 85% do diâmetro
da conduta. As escavações que são levadas a cabo
nas imediações do tubo, devem ser executadas
com ferramentas manuais, para evitar o impacto de
equipamentos pesados sobre o tubo (Figura 9-2).
2 Verificar se o tubo não se encontra danificado. Se
3 Desligue o sistema de drenagem (caso tenha sido
Grandes Diametros (DN ≥ 300)
ID
ID
1 Complete o aterro até ao nível do solo.
DI vertical + DI horizontal
2
(Ver Figura 9-1)
O procedimento para verificar a deflexão diametral
inicial em tubos já instalados é a seguinte:
DI Real – DI Vertical Instalado
x 100
DI Real
adequado, em camadas, compactando cada camada
à densidade de compactação relativa requerida.
5 Aterrar até ao nível do solo e verificar se a deflexão
do tubo não supera os valores iniciais da Quadro 9-1.
2.5
Tubos com deflexões superiores a 8%: Os tubos com
deflexões que superem o valor de 8% devem ser
substituídos.
34
01
02
03
! Precaução: Não tente recuperar a circunferência
de um tubo instalado com deflexão excessiva,
apertando ou esforçando-o, pois poderá danificar o
tubo.
O aterro deverá estar concluído (VEJA A
CAPITULO A.6  SOBRE PROFUNDIDADE
MÍNIMA DE INSTALAÇÃO E LIMITAÇÕES DE
ALTA PRESSÃO E ENSAIO).
• As válvulas e bombas devem estar montadas.
• O aterro e a compactação do material de
enchimento junto das estruturas e tubos de
fecho, devem ter sido executadas de forma
adequada.
Se se escavarem várias troços de condutas, deve ter
cuidado de não colocar o material escavado de uma
conduta sobre a adjacente, pois o peso adicional e a
redução de apoio lateral podem aumentar uma situação
de deflexão excessiva.
Possivel
escavação
mecânica
Escavação com
ferramentas manuais
•
300 mm
Voltar a
compactar
Figura 9–2 Escavação do aterro de um tubo com
deflexão excessiva
9.3 Ensaios hidráulicos
Algumas especificações de projecto requerem que se
realizem ensaios hidrostáticos da instalação, antes
de proceder à sua aprovação e colocada em serviço.
Este tipo de ensaio é muito útil, já que permite detectar
e corrigir, antes da entrada em serviço, os possíveis
tubos danificados, defeitos de instalação, etc. Caso se
especifique um ensaio hidráulico em particular, deverá
efectuar periodicamente, à medida que se instala a
conduta. É considerado boa prática construtiva efectuar
um ensaio em cada 1000 metros, no máximo, com o
objectivo de avaliar adequadamente a qualidade da
instalação. O primeiro ensaio hidráulico deverá incluir,
pelo menos, uma ventosa ou uma câmara de drenagem, a
fim de avaliar todo o sistema. Para alem dos cuidados de
rotina, as precauções normais e os procedimentos típicos
adoptados neste tipo de ensaio, devem ter-se em conta as
seguintes sugestões.
2 Encher a conduta com água – Abrir as válvulas e
ventosas para deixar sair todo o ar durante o
enchimento da conduta e evitar sobrepressões.
3 Pressurizar a conduta lentamente. Quando uma
conduta esta sob pressão, armazena grande
quantidade de energia, a qual deve ser tomada em
consideração.
4 Verificar se o do manómetro indica a pressão mais
alta da conduta, e se se encontra montado
adequadamente. As posições mais baixas da
conduta apresentam pressões mais altas, devido à
carga estática adicional.
5 Verificar se a pressão máxima de ensaio não
excede 1,5 x PN. Normalmente, a pressão de
ensaio de vala será um múltiplo da pressão de
funcionamento ou da pressão de funcionamento
acrescida de um certo incremento. Todavia, a
pressão de ensaio de campo não deve exceder
1,5 x PN em nenhuma circunstância.
6 Se depois de um breve período de estabilização da
conduta, esta não se manteve a uma pressão
constante, deve-se verificar se tal se deva ao efeito
térmico (mudança de temperatura), à expansão do
sistema ou à presença de ar aprisionado na
conduta. Se se detecta que a conduta tem uma
fuga difícil de localizar, os seguintes métodos
podem contribuir para detectar a origem do
problema:
•
•
•
•
1 Preparação prévia do ensaio – Verificar a
instalação após finalizada, para verificar se todos
os trabalhos estão executadas correctamente. Os
pontos mais críticos são:
• A deflexão inicial do tubo deve estar dentro dos
limites estabelecidos na Quadro 9-1.
• Os manguitos devem estar montados
correctamente.
• Os sistemas de amarração da conduta (por
exemplo, os maciços de betão e outras
ancoragens) devem estar colocados
adequadamente e secos.
• As flanges devem estar fixadas com o aperto
indicado nas instruções.
35
Verificar as zonas onde existem flanges e
válvulas.
Verificar os pontos de derivação da conduta.
Usar um equipamento de detecção por som.
Efectuar ensaios em troços curtos, para isolar
a fuga.
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09
10
app.
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10
app.
9.4 Equipamento de verificação de
manguitos na obra
5 Durante o período de estabilização recomenda-se a
O cliente pode solicitar um equipamento portátil de
verificação hidráulica de manguitos já instalados,
caso os diâmetros da instalação sejam de 800mm ou
superiores. Este equipamento serve para verificar os
manguitos pelo seu interior. Antes de iniciar este o
ensaio, é necessário verificar se os tubos adjacentes ao
manguito sob observação, foram aterrados o suficiente
para prevenir o seu movimento, durante o teste. O
Serviço de Assistência Técnica do seu fornecedor
poderá facilitar informação adicional sobre este tipo de
verificação.
verificação de todos os pontos tamponados e
ligados, utilizando uma solução de sabão para
detectar qualquer fuga. Se encontrar uma fuga,
deve desligar o sistema de pressão e proceder à
sua reparação, recomeçando no ponto 3.
6 Depois do período de estabilização, ajustar a
pressão do ar a 0,24 bar e cortar ou desligar o
fornecimento do ar.
7 A conduta passa o teste, caso a queda da pressão
seja de 0,035 bar ou menos, durante os períodos
indicados na Quadro 9-2.
8 Se a conduta não corresponder aos requisitos do
ensaio, devem-se aproximar as ligações
pneumáticas uma da outra, o que permite repetir o
ensaio em cada ponto até que se detecte a fuga.
Este método de localização é muito preciso e
permite localizar fugas numa distância
compreendida entre um e dois metros. Assim se
minimiza a área de escavação e reduz os custos de
reparação.
! Precaução: DURANTE A PRESSURIZAÇÃO É
ARMAZENADO UMA GRANDE QUANTIDADE
DE ENERGIA NA CONDUTA. TAl É
ESPECIALMENTE CERTO, QUANDO O ENSAIO
É EFECTUADO POR MEIO O AR (INCLUINDO AS
BAIXAS PRESSÕES). POR ISSO DEVE-SE
VERIFICAR SE A CONDUTA ESTÁ
CONVENIENTEMENTE ANCORADA NAS
MUDANÇAS DA DIRECÇÃO E SEGUIR AS
PRECAUÇÕES DE SEGURANÇA DO
FABRICANTE NOS DISPOSITIVOS, TAIS COMO
O OBTURADOR DE AR COMPRIMIDO.
Figura 9–3 Equipamento de verificação de
manguitos
! Precaução: Este equipamento foi concebido para
verificar se os manguitos se encontram montados
correctamente, com as juntas adequadas e na
posição indicada. O equipamento está limitado a
uma pressão máxima de teste de 6 bar.
! Nota: Este ensaio determina a rapidez com que
a pressão de ar se liberta de uma secção isolada
da conduta. Este tipo de ensaio é utilizado para
determinar a presença ou ausência de defeitos
na conduta e/ou para determinar se os manguitos
terão sido montados correctamente.
9.5 Ensaios por meio de ar
Para sistemas de condutas por gravidade (PN 1 bar)
existe um ensaio alternativo de verificação de fugas,
que se realiza com ar, em vez de água. Alem dos
cuidados rotineiros, as precauções normais e os
procedimentos típicos adoptados durante o ensaio,
devem ter-se em conta as seguintes sugestões:
Diametro
(mm)
1 Tal como no caso do ensaio hidráulico, deve-se
ensaiar a conduta em secções curtas, utilizando os
troços entre caixas para o realizar.
2 Verificar se a conduta e todos os materiais, troços
curtos, acessos, etc., estão convenientemente
vedados ou ligados e fixados para suportar a
pressão interna.
100
Tempo
(min.)
2.50
Diametro
(mm)
Tempo
(min.)
1000
25.00
150
3.75
1100
27.50
200
5.00
1200
30.00
250
6.25
1300
32.50
300
7.75
1400
35.00
350
8.75
1500
37.50
400
10.00
1600
40.00
500
12.50
1800
Table
9–1 Allowable
Vertical Deflection.
3 Pressurizar lentamente o sistema a 0,24 bar. A
pressão deve regular-se para impedir uma
sobrepressão (máximo 0,35 bar).
4 Esperar que a temperatura do ar estabilize durante
alguns minutos, enquanto se mantém a pressão a
0,24 bar.
45.00
600
15.00
2000
50.00
700
17.50
2200
55.00
2400
60.00
800
20.00
900
22.50
Quadro 9–2 Tempo de ensaio - ensaio por meio de ar
36
10 Instalações alternativas
01
02
03
Compactação
Se depois de seleccionar a rigidez do tubo, o tipo de
instalação e o grupo do solo natural, se a profundidade
de instalação excede os limites de compactação,
devem ser consideradas soluções alternativas para a
instalação.
O aterro de cimento estabilizado atinge um alto nível de
rigidez sem necessidade de uma elevada compactação.
Deve-se colocar o material de aterro por debaixo
das ilhargas da tubagem e deve compactar-se com
uma ferramenta adequada. Para compactar o aterro
de cimento estabilizado junto ao tubo é necessário
um rolo compactador tipo Whacker. Uma passagem
do compactador por cada camada de 300mm basta,
na maioria dos casos, quando a profundidade da
camada é inferior a 2 metros. Há que rever a deflexão
do tubo para se assegurar de que a compactação é
adequada para conter a conduta. Se a deflexão inicial
é superior a 2,5%, deve-se aumentar a compactação
ou adoptar camadas mais finas de aterro, com
cimento estabilizado, até que atinja a presa após um
ou dois dias . Se o que se pretende é colocar uma
cobertura profunda antes que o enchimento de cimento
estabilizado atinja a presa, então, será necessário um
maior nível de compactação para evitar uma deflexão
excessiva do tubo. Verifique se a deflexão inicial não
supera os 2,5%. O esforço da compactação necessária
varia em função da profundidade do aterro, a espessura
de cada camada e o tipo de solo utilizado na mistura.
Existem três soluções de instalações alternativas:
• Alargamento da vala
• Entivação permanente (ver a item 7.5  )
• Aterro com cimento estabilizador
10.1 Alargamento da vala
Este método consiste em aumentar a largura da
vala, o que permite distanciar o solo natural do tubo,
possibilitando assim uma instalação mais profunda
e valores mais altos de pressão negativa admissível
(vazio).
10.2 Aterro com cimento estabilizado
Também será recomendável usar material de aterro
estabilizado nas áreas próximas de grandes maciços
de betão ou câmaras de válvulas e onde tenha havido
zonas de sobre escavação.
Utilização
Cria-se uma mistura do cimento com o solo arenoso
húmido. Esta mistura coloca-se na vala e compacta-se
da mesma forma que qualquer outro material de aterro.
A quantidade de cimento Pórtland do tipo 3 que se
deve juntar ao solo arenoso, será de aproximadamente,
4 a 5 partes por cada 100 de solo. O nível de humidade
da mistura deve ser de 5 a 10%. A densidade de
compactação necessária depende da profundidade
da camada, antes do material de enchimento atingir
a presa. Se pretende uma camada pouco profunda, a
densidade requerida será baixa. O material estabilizado
tem que atingir a presa, no máximo, entre 24 a 48
horas, antes que se possa aterrar a vala ate ao nível do
solo. A profundidade máxima do aterro é de 5 metros.
Mistura
100 partes do solo (peso seco), 4 a 5 partes de cimento
Pórtland tipo 3 e 12% de água (±6%). Deve-se ter em
conta a humidade natural do solo antes de adicionar a
água. O solo pode ser do tipo SC2 ou SC3. O tipo de
solo SC2 é mais fácil de misturar; no entanto, também
pode utilizar o tipo SC3. A mistura pode efectuar-se no
solo, estendendo uma fina camada de cimento sobre
uma camada de material de enchimento e misturando
as duas. A mistura pode fazer-se manualmente, com
uma enxada, ou mecanicamente, com um equipamento
adequado. O aterro deve ser colocado na vala ao fim de
duas horas após à criação da mistura.
37
04
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10
app.
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38
Apêndice AWWA M45
01
02
03
Apêndice
Apêndice
Apêndice
Apêndice
Apêndice
Apêndice
Apêndice
Apêndice
Apêndice
Apêndice
A Calculo da instalação.................................................................................... 40
A.1 Princípios de calculo.................................................................................. 40
A.2 Grupos de rigidez de solos naturais........................................................... 42
A.3 Módulo confinado do material de aterro, Msb. ........................................... 42
A.4 Largura da vala.......................................................................................... 44
A.5 Pressão negativa........................................................................................ 44
A.6 Profundidade mínima de instalação........................................................... 45
A.7 Cargas sísmicas......................................................................................... 45
A.8 Migração de materiais de aterro................................................................ 46
B Tabelas de instalação................................................................................... 46
C Classificação e características dos solos naturais....................................... 62
D Classificação e características dos materiais de aterro............................... 63
E Ensaios de classificação de solos naturais em obra.................................... 65
F Compactação do aterro................................................................................. 65
G Definições e terminologia............................................................................. 67
H Pesos aproximados de tubos e manguitos.................................................. 68
I Requisitos de lubrificante por união.............................................................. 69
J Limpeza de condutas de saneamento FLOWTITE....................................... 69
39
04
05
06
07
08
09
10
ap.
01
Appendix
02
03
04
05
06
07
08
09
10
ap.
Apêndice A
Calculo da instalação
varia em função das características do solo natural, da
profundidade da instalação, das condições de carga
e da disponibilidade de materiais de aterro. O solo
natural e o material de aterro da vala devem envolver
adequadamente o tubo, para oferecer um apoio
adequado à tubagem.
Para garantir uma longa vida e um bom funcionamento
dos tubos FLOWTITE, é necessário manipular e
instalar os tubos adequadamente. Os tubos FLOWTITE
são flexíveis e permitem ao projectista do sistema
utilizar o leito e a zona de enchimento ao lado do
tubo como apoio. Juntos, o tubo e o material do leito
formam um sistema de tubagem-solo que garantem o
funcionamento a longo prazo da instalação.
O nível de apoio do solo circundante é definido em
termos do módulo do solo confinado ou uniaxial,
Ms, na zona do tubo. Para determinar o Ms de uma
conduta enterrada, devem-se determinar, em separado,
os coeficientes do solo natural, Msn, e do material
de aterro em redor do tubo, Msb, e combiná-los, em
função da largura da vala.
As metodologias de cálculo mais aceitáveis, em
relação ao projecto de uma instalação de tubos PRFV,
é baseada no trabalho do Abwassertechnischen
Vereinigung (ATV)da Alemanha e a American Water
Works Association (AWWA) dos Estados Unidos.
Ambos os métodos têm sido utilizados com êxito
durante décadas. Este Apêndice baseia-se no enfoque
actual da AWWA.
Os parâmetros mais importantes do cálculo de uma
instalação aparecem na Figura A-1. A rigidez do solo
natural, profundidade de instalação, o nível freático,
as cargas de superfície (normalmente tráfego) e o
vazio interior, são determinados de acordo com as
condições impostas ao longo da instalação. Baseandose nesta informação e no material de aterro disponível,
estabelece-se o nível de compactação do aterro, a
largura da vala e a rigidez da tubagem.
A.1 Princípios de calculo
Os tubos flexíveis, como os FLOWTITE, sofrem uma
deflexão quando são submetidos a cargas de solo e/ou
de tráfego. Uma vez deflacionado, o aumento do seu
diâmetro horizontal desenvolve uma resistência passiva
ao solo que contraria a deflexão. A quantidade de
deflexão necessária para gerar uma pressão suficiente
do solo para resistir a qualquer carga dependerá,
principalmente, da rigidez do material de enchimento
e do solo natural, assim como da largura da vala.
Assim, a deflexão inicial do tubo, medido após ter-se
aterrado a vala até ao nível final, será considerada
como um indicador directo da qualidade da instalação
da tubagem.
Nivél do solo
O assentamento e a consolidação dos solos, em
redor da conduta, aumentam a deflexão do tubo com
o tempo. A maior parte do aumento da deflexão tem
lugar durante os primeiros anos após a conclusão da
instalação. Após este tempo, a deflexão estabiliza-se.
Nivel de camada freática
As deflexões iniciais não devem superar os valores
indicados na Quadro A-1. Se não se respeitam estes
limites de instalação, é provável que os tubos não
funcionem como é devido.
Rigidez do tubo
O tipo de instalação adequada dos tubos FLOWTITE
Deflexão
% do Diametro
Grandes Diametros (DN ≥ 300)
3.0
Pequenos Diametros (DN ≤ 250)
2.5
Vazio interior
Quadro A-1 Deflexão Vertical Admissivel
40
01
02
03
O Apêndice B  . incorpora uma série de tabelas de
calculo de instalação de tubagens, onde figura a
compactação mínima de aterro. Estas tabelas cobrem as
instalações e as condições de funcionamento mais
comuns, inclui tabelas para combinações específicas de
(1) nível da camada freática, (2) carga de tráfego, (3)
vazio interior e (4) largura da vala. As tabelas mostram a
compactação mínima do material de aterro necessária
em diferentes níveis de instalação para toda uma série
de combinações práticas de material de aterro, solo
natural e rigidez do tubo. Todas estas tabelas são válidas
para pressões de funcionamento entre a pressão
atmosférica e a pressão nominal do tubo.
nos tubos seguintes (mediante uma maior compactação
do material de aterro na zona do tubo, uma selecção de
materiais de aterro de granulação com menos finos ou
uma vala mais larga).
Os Apêndices C a G contem informação sobre os solos
naturais e de aterro.
04
05
06
07
08
• Apêndice C – Classificação e características dos
solos naturais
• Apêndice D – Classificação e características de
materiais de aterro
Na maioria das instalações que figuram no Apêndice
B, a deflexão inicial prevista é menor que 2%. Portanto,
enquanto as deflexões iniciais que aparecem na
Tabela A-1 são aceitáveis para o funcionamento
de um tubo, um valor em excesso da quantidade
prevista indica que não se tenha conseguido o nível da
instalação pretendida e que esta deverá ser melhorada
• Apêndice E –Ensaios de classificação de solos
naturais na obra
• Apêndice F – Compactação do aterro
• Apêndice G – Definições e terminologia
Cargas superficiais (Trafégo)
Profundidade da instalação e
desnsidade do solo
Classe de rigidez do aterro,
compactação e nivél de esforço vertical
Rigidez do solo natural na zona
do tubo
Largura da vala
Figura A–1 Parâmetros aplicáveis ao estudo da instalação
41
09
10
ap.
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
ap.
A.2 Grupos de rigidez dos solos
naturais
Para efeitos do cálculo de uma instalação, os materiais
adequados de aterro dividem-se em 4 categorias
de rigidez: SC1, SC2, SC3 e SC4. O quadro A-3
proporciona uma breve descrição destas categorias.
O nível de apoio que proporciona o solo natural é
definido em função do módulo do solo confinado ou
uni-axial Msn na zona da conduta. Para efeitos do
cálculo de uma instalação, os solos agrupam-se por
classes de rigidez. O Quadro A-2 proporciona uma
breve descrição dos grupos de rigidez dos solos
naturais. O Apêndice C apresenta as definições mais
detalhadas destes grupos  .
Independentemente da categoria de rigidez do material
de aterro, quanto mais alta for a compactação, mais
elevado será o modulo do solo e o nível de apoio.
Adicionalmente, o módulo do solo também aumenta
com o nível de pressão vertical do solo, ou seja, com a
profundidade da instalação.
Os Quadros A-4 a A-7 mostram os valores Msb para as
categorias de rigidez SC1, SC2, SC3 e SC4, em função
da % PN (densidade proctor normal) e do nível de carga
vertical. Estes valores são aplicáveis a tubos instalados
acima do nível freático. No caso dos tubos instalados
abaixo deste nível, o módulo do solo reduz-se para os
dos solos de menor rigidez e menor compactação (veja
os valores que aparecem entre parêntesis). O nível da
carga vertical é a força vertical efectiva do solo sobre o
dorso do tubo. Em geral, é calculado com base no peso
unitário do solo multiplicado pela profundidade do aterro.
O impulso da água sobre o solo deve ser utilizado nas
instalações situadas abaixo do nível freático.
Devem realizar-se ensaios do solo natural com certa
frequência e em especial nos sítios em que se suspeita
que possam existir mudanças. São particularmente
importantes os resultados obtidos na zona do leito e
da conduta. A recontagem do número de golpes deve
mostrar a condição mais adversa (débil) que se pode
encontrar durante um período de tempo representativo.
Geralmente, a condição mais adversa tem lugar quando
o nível freático alcança o seu nível máximo.
A.3 Módulo confinado do material de
aterro, Msb
Para uma descrição das categorias de rigidez dos
materiais de enchimento, consulte o Apêndice D  .
O nível de apoio que proporciona o material de aterro
expressa-se na forma do módulo confinado Msb em MPa.
Grupo de solo
natural
1
2
Solos granulares
Número de golpes1
> 15
Solos coesivos
Descrição
qu kPa
Compacto
8 - 15
Ligeiramente compacto
3
4-8
Solto
4
2 - 4
5
1-2
Muito solto
6
0-1
Muito, muito solto
> 200
Descrição Módulo
Msn
Muito firme
34.50
100 - 200
Firme
20.70
50 - 100
Médio
10.30
25 - 50
Brando
13 - 25
Muito brando
1.40
Muito, muito brando
0.34
0 - 13
4.80
1 Ensaio de penetração standard segundo a norma ASTM D1586
Quadro A–2 Classificação dos solos naturais. Valores do módulo confinado, Msn
Categoria de rigidez
do solo de aterro
Descrição do solo de aterro
SC1
Pedra triturada com menos de 15% areia, máximo 25% menos de 9,5mm e máximo 5% de finos2).
SC2
Solos de partículas grossas limpas SW, SP1), GW, GP ou qualquer solo que comece com
um destes símbolos com 12% ou menos de finos2).
SC3
Solos de partículas grossas limpas com finos: GM, GC, SM, SC ou qualquer solo que
comecem com um destes símbolos com 12% ou mais de finos2).
Solos arenosos ou gravilha com partículas finas: CL, ML (o CL-ML, CL/ML, ML/CL) com
30% ou mais retido no tamiz número 200.
SC4
Solos de partículas finas: CL, ML (o CL-ML, CL/ML, ML/CL) com 30% ou menos retido no
tamiz numero 200.
Nota: Os símbolos da tabela correspondem à Classificação Standard dos Solos ASTM D2487
1) A areia fina, SP, com mais de 50% de finos passa pelo tamiz número 100. Tem um nível de sensibilidade a humidade muito
elevado e não se recomenda como material de aterro.
2) A % de finos do aterro é referida pelo peso percentual das partículas do solo que passam pelo tamiz de 200 com abertura da malha de 0,076mm.
Quadro A–3 Classificação de materiais de aterro
42
01
02
03
Profundidade de 04
Compactação, % máximo do PN
Nível de instalação (densidade carga vertical
do solo 18.8 kN/m3)
Compactação
05
Sem compactação
m
kPa
MPa
MPa
0.4
6.9
16.2
13.8
1.8
34.5
23.8
17.9
3.7
69.0
29.0
20.7
7.3
138.0
37.9
23.8
14.6
276.0
51.7
29.3
09
22.0
414.0
64.1
34.5
10
06
07
08
Quadro A–4 Msb dos solos de aterro SC1
Nível de instalação (densidade carga vertical
do solo 18.8 kN/m3)
ap.
Profundidade de
m
kPa
Compactação, % máximo de PN
100
95
90
MPa
MPa
MPa
85
MPa
0.4
6.9
16.2
13.8
8.8 (7.5)
3.2 (2.4)
1.8
34.5
23.8
17.9
10.3 (8.8)
3.6 (2.7)
3.7
69.0
29.0
20.7
11.2 (9.5)
3.9 (2.9)
7.3
138.0
37.9
23.8
12.4 (10.5)
4.5 (3.4)
14.6
276.0
51.7
29.3
14.5 (12.3)
5.7 (4.3)
22.0
414.0
64.1
34.5
17.2 (14.6)
6.9 (5.2)
Quadro A–5 Msb dos solos de aterro SC2 (valores reduzidos aplicáveis abaixo do nível freático entre
parêntesis)
Profundidade de
Nível de instalação (densidade
carga vertical
do solo 18.8 kN/m3)
Compactação, % máximo de PN
100
95
MPa
90
MPa
85
m
kPa
MPa
0.4
6.9
-
9.8 (4.9)
4.6 (2.3)
MPa
1.8
34.5
-
11.5 (5.8)
5.1 (2.6)
2.7 (1.4)
3.7
69.0
-
12.2 (6.1)
5.2 (2.6)
2.8 (1.4)
2.5 (1.3)
7.3
138.0
-
13.0 (6.5)
5.4 (2.7)
3.0 (1.5)
14.6
276.0
-
14.4 (7.2)
6.2 (3.1)
3.5 (1.8)
22.0
414.0
-
15.9 (8.0)
7.1 (3.6)
4.1 (2.1)
Quadro A–6 Msb dos solos de aterro SC3 (valores reduzidos aplicáveis abaixo do nível freático entre
parêntesis)
Profundidade de
Nível de instalação (densidade carga
vertical
3
do solo 18.8 kN/m )
m
Compactação, % máximo de PN
100
95
90
kPa
MPa
MPa
MPa
85
MPa
0.4
6.9
-
3.7 (1.11)
1.8 (0.54)
0.9 (0.27)
1.8
34.5
-
4.3 (1.29)
2.2 (0.66)
1.2 (0.36)
3.7
69.0
-
4.8 (1.44)
2.5 (0.75)
1.4 (0.42)
7.3
138.0
-
5.1 (1.53)
2.7 (0.81)
1.6 (0.48)
14.6
276.0
-
5.6 (1.68)
3.2 (0.96)
2.0 (0.60)
22.0
414.0
-
6.2 (1.86)
3.6 (1.08)
2.4 (0.72)
Quadro A–7 Msb dos solos de aterro SC4 (valores reduzidos aplicáveis abaixo do nível freático entre
parêntesis)
! Nota: Os valores de Msb nos níveis intermédios de carga vertical que não figuram nas Quadros A-4 a A-7
podem obter-se por interpolação.
! Nota: A máxima densidade Proctor normal indica a densidade seca do solo compactado como percentagem da
densidade seca máxima determinada sob a norma ASTM D698.
43
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
ap.
A.4 Largura da vala
A.5 Pressão negativa
O nível de apoio que uma conduta necessita numa
instalação, sob a forma do módulo composto confinado
do solo, Ms, depende do módulo confinado, tanto do
material de enchimento, como do solo natural, Msb e
Msn, assim como da largura da vala.
A fim de proporcionar o apoio necessário à conduta,
recomenda-se uma profundidade mínima de instalação
de 1,0 metros, em situações de pressão negativa
(vazio) de mais de 0,25 bar, para tubos de SN 2500 ou
de 0,5 bar para tubos de SN 5000.
Nas condutas instaladas em solos naturais brandos o
Msn é inferior ao Msb, o módulo composto, Ms, é menor
do que o módulo do material de enchimento, Msb. O
efeito é menos pronunciado nas valas mais largas e
isso pode evidenciar-se em valas cuja largura seja
5 vezes maior do que o diâmetro da conduta. O que
significa que uma vala mais larga oferece um apoio
maior do solo.
A pressão máxima negativa (vazio) admissível numa
conduta em funcionamento depende da profundidade
de instalação, do solo natural, da rigidez do solo, tanto
o natural como do enchimento, e largura da vala. Ver
o Apêndice B  Para os requisitos de compactação
do material de aterro nos casos de tubagem sujeita a
pressão negativa.
Nas instalações realizadas em solos naturais firmes,
onde o Msn é superior ao Msb, o módulo composto é
maior que o do material de enchimento. Este efeito é
menos pronunciado nas valas mais largas, o que, neste
caso, proporcionam menos apoio do solo.
Troços de condutas não enterradas
Alguns troços da conduta não enterrada, como
sejam os casos das câmaras de válvulas, não existe
o apoio do solo. Uma vez que não é possível contar
com o apoio estabilizador do solo, a capacidade de
suportar uma pressão negativa é limitada e deve ser
estabelecida em separado.
A quadro A-8 apresenta as máximas pressões
negativas admitidas em tubos de comprimentos livres,
compreendidas entre os 3, 6 e 12 metros.
A vala deve ser sempre suficientemente larga para
permitir uma adequada colocação e compactação
do material de enchimento, em toda a volta do
tubo. Também deve ser bastante larga para permitir
o funcionamento seguro do equipamento de
compactação, sem provocar danos na conduta.
DN
SN 2500
SN 5000
SN 10000
mm
3 m
6m
12 m
3 m
6m
12 m
3 m
6m
12 m
100
-
-
-
-
-
-
1.00
1.00
-
150
-
-
-
-
-
-
1.00
1.00
-
200
-
-
-
-
-
-
1.00
1.00
-
250
-
-
-
-
-
-
1.00
1.00
-
300
0.28
0.25
0.25
0.53
0.50
0.50
1.00
1.00
1.00
350
0.30
0.25
0.25
0.55
0.50
0.50
1.00
1.00
1.00
400
0.32
0.25
0.25
0.58
0.50
0.50
1.00
1.00
1.00
450
0.32
0.26
0.25
0.61
0.51
0.50
1.00
1.00
1.00
500
0.39
0.26
0.25
0.66
0.51
0.50
1.00
1.00
1.00
600
0.48
0.27
0.25
0.78
0.52
0.50
1.00
1.00
1.00
700
0.66
0.28
0.25
1.00
0.54
0.50
1.00
1.00
1.00
800
0.74
0.30
0.25
1.00
0.56
0.50
1.00
1.00
1.00
900
0.77
0.32
0.25
1.00
0.59
0.50
1.00
1.00
1.00
1000
0.82
0.36
0.26
1.00
0.64
0.51
1.00
1.00
1.00
1200
0.95
0.46
0.26
1.00
0.77
0.52
1.00
1.00
1.00
1400
1.00
0.62
0.28
1.00
0.98
0.53
1.00
1.00
1.00
1600
1.00
0.73
0.29
1.00
1.00
0.56
1.00
1.00
1.00
1800
1.00
0.77
0.32
1.00
1.00
0.59
1.00
1.00
1.00
2000
1.00
0.81
0.35
1.00
1.00
0.63
1.00
1.00
1.00
2400
1.00
0.94
0.45
1.00
1.00
0.76
1.00
1.00
1.00
Quadro A–8 Máxima pressão negativa admissível (bar), em secções de tubo não
enterrado. Comprimento do tubo livre de 3, 6 e 12 metros
44
01
02
03
A.6 Profundidade mínima de
instalação
Pressão negativa
Recomenda-se uma profundidade de instalação mínima
de um metro, em situações de pressão negativa (vazia,)
onde a pressão negativa seja maior que 0,25 bar, para
tubos de SN 2500 e de 0,5 bar para tubos de SN 5000.
Generalidades
A profundidade mínima de instalação recomendada,
para tubos com uma pressão de funcionamento de 10
bar ou menos, é de 0,5 metros, sempre que a conduta
não tenha qualquer desvio angular vertical. Os cuidados
a ter em atenção em condutas cujo funcionamento
esteja sujeito a cargas de tráfego, pressão negativa,
pressões elevadas, nível freático elevado ou gelo são
as que figuram nos capítulos que se seguem.
Cargas de tráfego rolante
Em situações que exijam que a tubagem seja enterrada
numa via, ou onde se prevejam condições de carga
de tráfego contínuos, o material de enchimento deve
ser compactado até ao nível do solo. Consulte as
normas de construção de caminhos para as normas e
recomendações locais. As restrições de profundidade
mínima podem ser reduzidas, em função da utilização
de instalações especiais, tais como revestimentos
de betão, lajes de betão de distribuição, outro tipo
protecções, etc.
Carga (kN) de Tipos de carga
tráfego (por roda)
ATV LKW 12
40
0.6
ATV SLW 30
50
0.6
AASHTO HS20
72
0.8
AASHTO HS25
90
1.0
90
1.0
ATV SLW 60
BS153 HA
100
1.0
MOC
160
1.5
Cooper E80
Railroad Engine
3.0
09
Instalação de condutas em zonas geladas
O nível mínimo de aterro que é exigível para a tubagem
FLOWTITE, tal como para qualquer outro tipo de material,
é aquele que permita enterrar a tubagem por abaixo da
zona gelada prevista. Será conveniente consultar as
normas utilizadas localmente, para obter mais informação
sobre as técnicas a utilizar para instalar tubos neste tipo
de instalações.
A.7 Cargas sísmicas
Cargas de tráfego durante a execução da obra
Devido à sua flexibilidade, os tubos FLOWTITE tem
demonstrado um excelente comportamento sísmico. As
análises estruturais efectuadas aos tubos, submetidos
a uma carga sísmica, são específicas a cada ponto
da instalação, sendo as principais variáveis a ter em
conta, a magnitude do momento, as características do
solo e a probabilidade de terramotos. Para obter mais
informações sobre estes considerandos de cálculo,
assim como as análises específicas a ter em conta
sobre este assunto, consulte o seu fornecedor.
Nalguns casos, podem existir na obra equipamentos
pesados de movimento de terras ou gruas de
construção, próximo da zona da instalação. Este tipo de
equipamentos podem ocasionar cargas de superfície
localizadas muito elevadas. Nesses casos, deverão
ser analisados e avaliados os efeitos destas cargas,
caso a caso, para estabelecer os procedimentos e as
limitações pertinentes.
45
07
As pressões elevadas exigem que se tenha em conta
o efeito de potenciais forças ascensionais sobre as
juntas, durante o funcionamento ou qualquer ensaio
hidroestático que seja efectuado na obra.
Para pressões de funcionamento iguais ou superiores
a 16 bar, a profundidade mínima de instalação deve
ser de 1,2 metros, para tubos DN igual ou superior a
300mm e de 0,80 metros para tubos de DN <300mm.
Nestes casos, o aterro mínimo da conduta deverá
ser de 0,75 do diâmetro do tubo (nível mínimo de
densidade aparente do solo de 19 KN/m3) para evitar
a flutuação da tubagem. Em alternativa, podem-se
ancorar os tubos durante a instalação. Caso seja
escolhida esta última solução, devem-se usar cintas
constituídas por um material plano, com 25mm
de largura, colocados em intervalos de 4 metros,
no máximo. Para obter mais informações sobre a
ancoragem e profundidades mínimas de instalação
com ancoragens, consulte o seu fornecedor.
Quadro A–9 Profundidades mínimas de instalação
com cargas de tráfego em condições standard
06
08
Nível freático elevado
Profundidade
mínima de instalação (metros)
05
Pressões elevadas
Durante os ensaios hidroestáticos que se efectuem a
pressões até 16 bar, devem-se aterrar as juntas, pelo
menos, até ao seu dorso, e os tubos até á profundidade
mínima de aterro, antes de se proceder aos ensaios.
Nos tubos com desvio angular, deve-se aterrar os tubos
e as juntas até ao nível de aterro final, antes de efectuar
o ensaio de pressão.
As tabelas de instalação que figuram no Apêndice B
baseiam-se numa carga AASHTO HS20. Geralmente,
no que se refere a cargas de tráfego, as boas práticas
de construção recomendam uma profundidade de
instalação mínima de um metro, utilizando solos
granulares bem compactados, como material de aterro.
O quadro A-9 apresenta a profundidade mínima de
instalação para outras cargas de tráfego.
04
10
ap.
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
ap.
Apêndice B
Normas de instalação
A.8 Migração de materiais de aterro
Quando se coloca um material de aterro de tamanho
uniforme, em conjunto com um material com partículas
mais finas, este ultimo pode migrar até ao material
mais grosso, por acção das infiltrações das águas
subterrâneas. Esta situação pode ocorrer numa vala
onde a conduta esteja sujeita a infiltrações hidráulicas
significativas durante a construção, quando os níveis de
água são controlados através de bombagem ou depois
da construção, quando os materiais premiáveis do
leito ou do aterro actuam como drenagem, ao subirem
os níveis de água subterrâneo. A experiencia de obra
demonstra que essa migração pode ocasionar percas
significativas no apoio da tubagem e aumentar a deflexão
dos tubos. A graduação e o tamanho relativo das
partículas do aterro devem ser compatíveis com as dos
materiais adjacentes, com o objectivo de minimizar essa
migração. Em geral, nos lugares onde se preveja um
fluxo significativo de aguas subterrâneas, deve-se evitar
colocar materiais de calibre grosso de tamanho uniforme,
tal como SC1, por debaixo ou ao lado de materiais mais
finos, a menos que sejam utilizados métodos especiais
para impedir a migração, tais como a utilização de um
filtro de solo ou de uma tela geotextil filtrante, na fronteira
marcada por aqueles materiais incompatíveis. Podem
ser utilizados os seguintes critérios de graduação, para
restringir a migração de finos até aos ocos de materiais
mais grossos, sob uma corrente hidráulica:
As normas de cálculo de instalações que constam
deste apêndice incluem os níveis mínimos de
compactação a que se deve submeter o material de
aterro, pelo que se proporcionam dados para diferentes
profundidades de instalação e combinações práticas
de categoria de rigidez do terreno, grupo de rigidez de
solo natural e rigidez da tubagem, que prevejam valas
standard Bd /D = 1,8 e valas largas Bd /D = 3,0.
Os quadros a seguir também mostram as possibilidades
de combinação de (1) nível de camada freática, (2)
carga de tráfego, (3) vazio interior. Estes quadros são
válidos para pressões de funcionamento que vão desde
a pressão atmosférica até á pressão nominal do tubo. A
compactação mínima do material de aterro é expressa
sob a forma de percentagem de densidade Proctor
Normal, para as categorias de material de aterro SC2,
SC3 e SC4.
Quanto ao uso de pedra triturada, como material de
aterro, com a categoria SC1, a compactação mínima
expressa-se para material não compactado (D), ou
compactado (C). Será conveniente tomar em conta
que o material de aterro SC1 deve ser colocado
adequadamente na zona inferior do tubo, mesmo em
situações em que se dispensa a compactação.
Os valores de compactação recomendados devem ser
considerados como valores mínimos e as densidades
em obra devem ser iguais ou superiores às que se
especificam. Não esquecer de tomar em consideração
as variações atmosféricas, ao avaliar o conteúdo de
humidade potencial, tanto dos solos naturais, como
dos materiais de aterro. As tabelas de compactação do
material de aterro são calculadas com base na norma
actual da AWWA, que pressupõem as propriedades do
solo e material de aterro que a seguir se indicam:
• D15 /d85 < 5 sendo que D15 é a abertura da malha do
tamiz que permite a passagem de 15% do peso do
material mais grosso e d85 a abertura da malha do
tamiz que permite a passagem de 85% do material
mais fino
• D 50 /d50 < 25 sendo que D 50 é a abertura da malha
do tamiz que permite a passagem de 50% do peso
do material mais grosso e d50 a abertura da malha
do tamiz que permite a passagem de 50% do
material mais fino. Este critério não será de
aplicação obrigatória, quando o material mais
grosso está bem graduado (ver norma ASTMD2487).
• Factor de retardamento da deflexão, DL= 1,5
• Peso unitário do aterro em seco, GS,
seco =18,8 kN/m3
• Peso unitário do aterro húmido, GS,
húmido = 11,5 kN/m3
Se o material fino resulta de uma argila com uma
plasticidade media a alta (CL ou CH), então pode-se
utilizar o critério seguinte, em vez do critério D15 /d85
criteria: D15<0,5mm, donde D15 e a abertura da malha
do tamiz que permite a passagem de 15% do peso do
material mais grosso.
Este critério pode ser necessário modificar, caso um
dos materiais esteja graduado escalonadamente. Os
materiais seleccionados para serem utilizados com
base num critério de graduação de filtragem, devem ser
manipulados e colocados de forma a que se minimize a
segregação.
Quando não se pode evitar o uso de materiais
incompatíveis, estes deverão ser separados por meio
de uma tela filtrante de vida útil equivalente à da
tubagem, que impeça a migração desses materiais. A
tela filtrante deve recobrir a totalidade do leito e da zona
de aterro e deve fechar-se na parte superior da zona da
tubagem, para impedir a contaminação do material de
aterro seleccionado.
• Coeficiente do leito (instalação enterrada típica)
k x = 0,1
As tabelas de compactação foram calculadas para
as condições de carga e instalação que figuram nos
quadros B-1, B-2 e B-3.
O quadro B-1 mostra as combinações para tubos de
grande diâmetro DN≥300 mm, instalados com aterro
tipo 1 (ver figura 3-4)  .
! Nota: Para instalações com nível freático abaixo da
cama do tubo, caso se tenham que considerar
cargas de tráfego, assim como de vazio, use o valor
de compactação mais alto dos quadros B-5 e B-6.
Para instalações com o nível freático a nível do solo,
nas mesmas condições de tráfego e vazio, utilize o
valor mais alto dos quadros B-8 e B-9.
46
01
02
03
Carga de Vazio interior
Nível freático
tráfego
Largura da vala no
ponto médio do tubo
AASTHO
0
0
Debaixo do tubo
1.8 e 3.0
Tabela B–4
HS 20
0
Debaixo do tubo
1.8 e 3.0
Tabela B–5
0
1
Debaixo do tubo
1.8 e 3.0
Tabela B–6
0
0
Ao nível do solo
1.8 e 3.0
Tabela B–7
HS 20
0
Ao nível do solo
1.8 e 3.0
Tabela B–8
0
1
Ao nível do solo
1.8 e 3.0
Tabela B–9
bar
Bd/D
Tabela de
instalação
04
05
06
07
08
09
10
Quadro B–1 Combinações de carga para instalações do tipo 1 com tubos de DN ≥ 300 mm
ap.
A tabela B-2 mostra as combinações para tubos de pequeno diâmetro DN ≤ 250 mm, instalado com um de aterro do
tipo 1, veja a figura 3-4  .
Carga de Vazio interior
Nível freático
tráfego
AASTHO
Largura da vala no
ponto médio do tubo
bar
Tabela de instalação
Bd/D
0
0
Debaixo do tubo
1.8 e 3.0
Tabela B–10
HS 20
0
Debaixo do tubo
1.8 e 3.0
Tabela B–10
0
1
Debaixo do tubo
1.8 e 3.0
Tabela B–10
0
0
Ao nível do solo
1.8 e 3.0
Tabela B–11
HS 20
0
Ao nível do solo
1.8 e 3.0
Tabela B–11
0
1
Ao nível do solo
1.8 e 3.0
Tabela B–11
Tabela B–2 Combinações de carga para instalações do tipo 1 com tubos de DN ≤ 250 mm
! Nota: Em instalações em que, tanto possa ocorrer uma carga de tráfego como um vazio, deve usar-se o valor
de compactação máximo dos utilizados em situações de cargas.
A tabela B-2 apresenta combinações para tubos de grande diâmetro, DN ≥ 300 mm, instalados com um aterro do
tipo 2 (dividido), ver a figura 3-5  .
Vazio Nível interior freático
bar
0
Debaixo do tubo
Largura da vala Aterro no ponto médio abaixo de do tubo
0.6xDN
Bd/D
1.8 e 3.0
Categoria
SC1, SC2 Aterro acima de
0.6xDN
Categoria
SC3
Tabela de
instalação
% SPD
85
Tabela B–12
0
Debaixo do tubo
1.8 e 3.0
SC1, SC2
SC4
90
Tabela B–12
0.5
Debaixo do tubo
1.8 e 3.0
SC1, SC2
SC3
85
Tabela B–13
0.5
Debaixo do tubo
1.8 e 3.0
SC1, SC2
SC4
90
Tabela B–13
1
Debaixo do tubo
1.8 e 3.0
SC1, SC2
SC3
85
Tabela B–14
1
Debaixo do tubo
1.8 e 3.0
SC1, SC2
SC4
90
Tabela B–14
0
Ao nível do solo
1.8 e 3.0
SC1, SC2
SC3
85
Tabela B–15
0
Ao nível do solo
1.8 e 3.0
SC1, SC2
SC4
95
Tabela B–15
0.5
Ao nível do solo
1.8 e 3.0
SC1, SC2
SC3
85
Tabela B–16
0.5
Ao nível do solo
1.8 e 3.0
SC1, SC2
SC4
95
Tabela B–16
1
Ao nível do solol
1.8 e 3.0
SC1, SC2
SC3
85
Tabela B–17
1
Ao nível do solo
1.8 e 3.0
SC1, SC2
SC4
95
Tabela B–17
Quadro B–3 Combinações de carga para instalações do tipo 2 com tubos de DN ≥ 300 mm
Para informações sobre outros tipos instalações e/ou condições de funcionamento, consulte os documentos da AWWA
ou da ATV relativos aos cálculos de instalações.
47
SC4
48
10000
5000
2500
10000
85
85
85
85
85
90
90
90
95
85
85
85
85
85
90
90
95
95
85
85
85
85
85
90
90
95
95
85
85
85
85
85
90
90
95
100
85
85
85
85
90
90
95
95
100
85
85
85
85
90
90
95
100
100
85 85 85 85 90 90 90
85 85 85 85 90 90 90
85 85 85 85 90 90 90
85 85 85 85 90 90 90
85 85 85 85 95 95 90
90 90 90 90 95 95
90 95 95 95
90 95
95
85 85 85 85 90 90 90
85 85 85 85 90 90 90
85 85 85 85 90 90 90
85 85 85 85 90 90 90
85 85 85 85 95 95 90
90 95 90 90 95
90 95 95 95
95
95
85 85 85 85 90 90 90
85 85 85 85 90 90 90
85 85 85 85 90 90 90
85 85 85 85 90 90 90
85 85 85 85 95 95 95
90 95 95 95
90 95 95 95
95
95
85 85 85 85 90 90 90
85 85 85 85 90 90 90
85 85 85 85 90 90 90
85 85 85 85 90 90 90
85 90 85 85 95 95 95
90 95 95 95
90 95 95 95
95
100
85 85 85 85 90 90 90
85 85 85 85 90 90 90
85 85 85 85 90 90 90
85 85 85 85 95 90 90
85 95 90 85 95
90 95 95 95
95
95
100
85 85 85 85 90 90 90
85 85 85 85 90 90 90
85 85 85 85 90 90 90
85 90 85 85 95 95 90
90 95 95 95
90 95 95
95
100
100
Grupo 2
Grupo 1
D 85
D 85
D 85
D 85
D 85
D 90
D 90
D 90
C 95
D 85
D 85
D 85
D 85
D 85
D 90
D 90
C 95
C 95
D 85
D 85
D 85
D 85
D 85
D 90
D 90
C 95
C 100
D 85
D 85
D 85
D 85
D 90
D 90
D 90
C 95
C 100
D 85
D 85
D 85
D 85
D 90
D 90
C 95
C 95
C 100
D 85
D 85
D 85
D 90
D 90
D 95
C 95
C 100
C
Quadro B–4 Instalação do tipo 1, DN (≥) 300mm, com nível freático por debaixo do tubo
Compactação de aterro mínima, %PN (D = não compactado, C = compactado)
5000
2500
10000
10000
10000
5000
2500
10000
5000
2500
10000
5000
2500
D
D
D
D
D
D
D
D
C
D
D
D
D
D
D
D
C
C
D
D
D
D
D
D
D
C
C
D
D
D
D
D
D
D
C
C
D
D
D
D
D
D
C
C
C
D
D
D
D
D
D
C
C
C
5000
<= Solo Natural
SC3
Grupo 3
SC2
2500
ap.
5000
10
SC1
2500
09
SC4
1.0
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
1.5
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
2.0
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
3.0
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
5.0
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
8.0
D D D 85 85 85 85 85 85 95 95 95 D
12.0
D D D 90 90 85 90 90 85 95 D
20.0
D D D 90 90 90 95 95 95 D
30.0
C C C 95 95 95 C
1.0
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
1.5
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
2.0
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
3.0
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
5.0
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
8.0
D D D 85 85 85 85 85 85 95 95 95 D
12.0
D D D 90 90 90 95 95 90 D
20.0
C D D 95 90 90 95 C
30.0
C C C 100 100 100 C
1.0
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
1.5
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
2.0
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
3.0
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
5.0
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
8.0
D D D 90 90 85 90 90 85 95 95 95 D
12.0
D D D 90 90 90 95 95 95 D
20.0
C C C 100 100 100 C
30.0 C
1.0
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
1.5
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
2.0
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
3.0
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
5.0
D D D 85 85 85 85 85 85 95 95 90 D
8.0
C D D 95 90 90 95 95 95 D
12.0
C C C 100 100 95 D
20.0 C
30.0 C
1.0
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
1.5
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
2.0
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
3.0
D D D 90 90 85 95 90 85 95 90 D
5.0
C C D 95 95 90 95 D
8.0
C C C 100 100 100 D
12.0 C
20.0 C
30.0 C
1.0
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
1.5
D D D 90 85 85 90 85 85 95 90 90 D
2.0
D D D 90 90 85 95 90 85 90 D
3.0
C C D 95 95 90 95 D
5.0 C 100 D
8.0 C
12.0 C
20.0 C
30.0
Altura do
aterro, m
06
08
SC3
Tubo SN
05
07
SC2
Grupo 4
04
SC1
Vala larga, Bd/D = 3.0
Grupo 5
Aterro
Vala Standard, Bd/D = 1.8
Grupo 6
10000
03
5000
02
Tipo 1Sem carga de tráfego – sem vazio interior – nível freático por debaixo do tubo
DN ≥ 300
2500
01
01
Tipo 1Carga de Tráfego AASHTO HS 20 – sem vazio interior – nível freático por debaixo do tubo
DN ≥ 300
SC3
SC4
Quadro B–5 Instalação do tipo 1, DN ≥ 300, carga de tráfego - com nível freático por debaixo do tubo
Compactação de aterro mínima, %PN (D = não compactado, C = compactado)
49
10000
5000
2500
10000
5000
2500
85 85 85 85 90 90
85 85 85 85 90 90
85 85 85 85 90 90
85 85 85 85 90 90
85 85 85 85 95 95
90 90 90 90
90 95 95 95
90 95
95
85 85 85 85 90 90
85 85 85 85 90 90
85 85 85 85 90 90
85 85 85 85 90 90
85 85 85 85 95 95
90 95 90 90
90 95 95 95
95
95
85 85 85 85 90 90
85 85 85 85 90 90
85 85 85 85 90 90
85 85 85 85 90 90
85 85 85 85 95 95
90 95 95 95
90 95 95 95
95
95
85 85 85 85 95 90
85 85 85 85 90 90
85 85 85 85 90 90
85 85 85 85 95 90
85 90 85 85 95 95
90 95 95 95
90 95 95 95
95
100
85 85 85 85 95 95
85 85 85 85 90 90
85 85 85 85 90 90
85 85 85 85 95 95
90 95 90 90
90 95 95 95
95
95
100
85 90 90 85 95 95
85 85 85 85 95 95
85 85 85 85 95 95
85 90 90 85 95 95
90 95 95 95
90 95 95
95
100
100
90
90
90
90
95
95
03
04
05
06
07
85
85
85
85
85
90
90
90
95
85
85
85
85
85
90
90
95
95
85
85
85
85
85
90
90
95
95
85
85
85
85
85
90
90
95
100
85
85
85
85
90
90
95
95
100
85
85
85
85
90
95
95
100
100
10000
5000
2500
D 85
D 85
D 85
D 85
D 85
D 90
D 90
D 90
C 95
D 85
D 85
D 85
D 85
D 85
D 90
D 90
C 95
C 95
D 85
D 85
D 85
D 85
D 85
D 90
D 90
C 95
C 100
D 85
D 85
D 85
D 85
D 90
D 90
D 90
C 95
C 100
D 85
D 85
D 85
D 85
D 90
D 90
C 95
C 95
C 100
D 85
D 85
D 85
D 90
D 90
D 95
C 95
C 100
C
D
D
D
D
D
D
D
D
C
D
D
D
D
D
D
D
C
C
D
D
D
D
D
D
D
C
C
D
D
D
D
D
D
D
C
C
D
D
D
D
D
D
C
C
C
D
D
D
D
D
C
C
C
C
10000
5000
2500
10000
5000
2500
10000
5000
2500
10000
5000
2500
10000
5000
Altura do
aterro, m
1.0
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
1.5
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
2.0
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
3.0
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
5.0
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
8.0
D D D 85 85 85 85 85 85 95 95 95 D
12.0
D D D 90 90 85 90 90 85 95 D
20.0
D D D 90 90 90 95 95 95 D
30.0
C C C 95 95 95 C
1.0
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
1.5
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
2.0
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
3.0
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
5.0
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
8.0
D D D 85 85 85 85 85 85 95 95 95 D
12.0
D D D 90 90 90 95 95 90 D
20.0
C D D 95 90 90 95 C
30.0
C C C 100 100 100 C
1.0
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
1.5
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
2.0
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
3.0
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
5.0
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
8.0
D D D 90 90 85 90 90 85 95 95 95 D
12.0
D D D 90 90 90 95 95 95 D
20.0
C C C 100 100 100 C
30.0 C
1.0
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
1.5
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
2.0
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
3.0
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D
5.0
D D D 90 85 85 90 85 85 95 95 95 D
8.0
C D D 95 90 90 95 95 95 D
12.0
C C C 100 100 95 D
20.0 C
30.0 C
1.0
D D D 90 85 85 95 90 85 95 90 D
1.5
D D D 85 85 85 85 85 85 95 90 90 D
2.0
D D D 85 85 85 90 85 85 95 95 90 D
3.0
D D D 90 90 85 95 95 85 90 D
5.0
C C D 95 95 90 95 D
8.0
C C C 100 100 100 D
12.0 C
20.0 C
30.0 C
1.0
C D D 95 90 90 95 D
1.5
D D D 90 90 85 95 95 90 95 D
2.0
C D D 95 90 90 95 90 D
3.0
C C D 95 95 90 95 D
5.0 C 100 D
8.0 C
12.0 C
20.0 C
30.0
Grupo 1
SC2
08
09
10
ap.
90
90
90
90
95
95
90
90
90
90
95
90
90
90
90
95
90
90
90
90
95
90
90
90
95
Grupo 2
SC1
<= Solo Natural
Vala larga, Bd/D = 3.0
SC4
Grupo 3
SC3
Grupo 4
SC2
Tubo SN
2500
Vala Standard, Bd/D = 1.8
SC1
Grupo 5
Aterro
Grupo 6
02
Quadro B–6 Instalação do tipo 1, DN ≥ 300, vazio 1,0 bar - com nível freático por debaixo do tubo
Compactação de aterro mínima, %PN (D = não compactado, C = compactado)
50
<= Solo Natural
10000
90
90
90
90
90
95
2500
10000
5000
2500
85 85 85 85 95 90
85 85 85 85 95 90
85 85 85 85 95 90
85 85 85 85 95 95
85 90 85 85 95 95
90 95 90 90 95
90 95 95 95
90 95
95
85 85 85 85 95 90
85 85 85 85 95 90
85 85 85 85 95 90
85 85 85 85 95 95
85 90 85 85 95
90 95 90 90
90 95 95 95
95
95
85 85 85 85 95 90
85 85 85 85 95 90
85 85 85 85 95 90
85 90 85 85 95 95
85 95 85 85 95
90 95 95 95
90 95 95
95
95
85 90 85 85 95 90
85 85 85 85 95 95
85 90 85 85 95 95
85 90 85 85 95 95
85 95 90 85 95
90 95 95 95
90 95 95
95
100
85 90 85 85 95 95
85 90 85 85 95
85 90 85 85 95
85 95 90 85 95
85 95 95 85
90 95 95
95
95
100
85 95 90 85 95
85 95 90 85 95
85 95 90 85
85 95 95 85
90 95 95 95
90 95 95
95
100
100
D 85 85
D 85 85
D 85 85
D 85 85
D 90 85
D 90 90
D 90 90
D 95 90
C 100 95
D 85 85
D 85 85
D 85 85
D 85 85
D 90 85
D 90 90
D 90 90
C 95 95
C 100 95
D 85 85
D 85 85
D 85 85
D 90 85
D 90 85
D 90 90
D 95 90
C 95 95
C 100 100
D 85 85
D 85 85
D 90 85
D 90 85
D 90 90
D 90 90
D 95 90
C 100 95
C 100
D 90 85
D 90 85
D 90 85
D 90 90
D 90 90
D 95 90
C 95 95
C 100 95
C 100
D 90 90
D 90 90
D 90 90
D 90 90
D 95 90
D 95 90
C 100 95
C 100 100
C
10000
5000
2500
Altura do
aterro, m
1.0
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D D
1.5
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D D
2.0
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D D
3.0
D D D 85 85 85 85 85 85 95 90 90 D D
5.0
D D D 85 85 85 85 85 85 95 90 90 D D
8.0
D D D 90 85 85 90 85 85 95 95 95 D D
12.0
D D D 90 90 85 95 90 85 95 D D
20.0
C D D 95 90 90 95 95 C D
30.0
C C C 100 95 95 C C
1.0
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D D
1.5
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D D
2.0
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D D
3.0
D D D 85 85 85 85 85 85 95 90 90 D D
5.0
D D D 85 85 85 85 85 85 95 90 90 D D
8.0
D D D 90 85 85 90 85 85 95 95 D D
12.0
D D D 90 90 90 95 95 90 D D
20.0
C D D 95 90 90 95 C C
30.0 C C 100 100 C C
1.0
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D D
1.5
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D D
2.0
D D D 85 85 85 85 85 85 90 90 90 D D
3.0
D D D 85 85 85 85 85 85 95 90 90 D D
5.0
D D D 90 85 85 90 85 85 95 95 90 D D
8.0
D D D 90 90 85 95 90 85 95 95 D D
12.0
C D D 95 90 90 95 95 C D
20.0 C C 100 100 C C
30.0 C C
1.0
D D D 85 85 85 85 85 85 95 90 90 D D
1.5
D D D 85 85 85 85 85 85 95 90 90 D D
2.0
D D D 85 85 85 85 85 85 95 90 90 D D
3.0
D D D 90 85 85 90 85 85 95 90 90 D D
5.0
D D D 90 90 85 95 90 85 95 90 D D
8.0
C D D 95 90 90 95 95 D D
12.0 C C 100 95 C D
20.0 C C
30.0 C
1.0
D D D 90 90 85 95 90 85 90 D D
1.5
C D D 95 90 85 95 95 85 95 D D
2.0
C D D 95 90 85 95 85 95 D D
3.0
C D D 95 90 90 95 90 D D
5.0
C C D 100 95 90 95 D D
8.0 C C 100 100 C D
12.0 C C
20.0 C C
30.0 C
1.0 C D 95 90 95 D D
1.5 C D 95 90 95 D D
2.0 C C 95 95 95 D D
3.0 C C 100 95 D D
5.0 C 100 C D
8.0 C D
12.0 C C
20.0 C C
30.0
10000
5000
2500
10000
5000
2500
10000
5000
2500
Tubo SN
Grupo 1
SC4
90
90
90
90
90
95
90
90
90
90
95
90
90
90
90
95
90
90
90
95
95
95
95
95
95
Grupo 2
SC3
Grupo 3
ap.
SC2
Grupo 4
10
SC1
Grupo 5
09
Vala larga, Bd/D = 3.0
SC4
Grupo 6
08
SC3
5000
07
SC2
10000
06
Vala Standard, Bd/D = 1.8
SC1
5000
05
Aterro
2500
04
10000
03
5000
02
Tipo 1Sem carga de tráfego – vazio interior de 1,0 bar – nível freático por debaixo do tubo
DN ≥ 300
2500
01
01
Tipo 1Sem carga de tráfego – sem vazio interior – nível freático ao nível do solo
DN ≥ 300
SC2
SC3
SC4
51
04
05
07
95
95
95
95
03
06
08
09
10
ap.
95
95
95
95
95
95
95
95
95
95
95
95
95
95
95
Grupo 5
Quadro B–7 Instalação do tipo 1, DN ≥ 300, - com nível freático ao nível do solo
Compactação de aterro mínima, %PN (D = não compactado, C = compactado)
10000
5000
2500
10000
5000
2500
10000
5000
2500
10000
5000
2500
10000
5000
2500
10000
5000
2500
10000
5000
2500
10000
5000
Altura do
aterro, m
1.0
D D D 85 85 85 85 85 85 95 95 95 D D D 85 85 85 85 85 85 95 95
1.5
D D D 85 85 85 85 85 85 95 95 95 D D D 85 85 85 85 85 85 95 95
2.0
D D D 85 85 85 85 85 85 95 95 95 D D D 85 85 85 85 85 85 95 95
3.0
D D D 85 85 85 85 85 85 95 95 D D D 85 85 85 85 85 85
5.0
D D D 85 85 85 85 85 85 D D D 90 90 85 95 95 85
8.0
D D D 90 90 90 95 95 95 D D D 90 90 90 95 95 95
12.0
D D D 90 90 90 95 95 95 D D D 90 90 90
20.0
C D D 95 90 90 C C C 95 95 95
30.0
C C C 100 95 95 C C C 100 95 95
1.0
D D D 85 85 85 85 85 85 95 95 95 D D D 85 85 85 85 85 85 95 95
1.5
D D D 85 85 85 85 85 85 95 95 95 D D D 85 85 85 85 85 85 95 95
2.0
D D D 85 85 85 85 85 85 95 95 95 D D D 85 85 85 85 85 85 95 95
3.0
D D D 85 85 85 85 85 85 95 95 D D D 85 85 85 85 85 85
5.0
D D D 85 85 85 85 85 85 D D D 90 90 85 95 95 85
8.0
D D D 90 90 90 95 95 95 D D D 90 90 90 95 95 95
12.0
D D D 90 90 90 95 95 95 D D D 90 90 90
20.0
C C C 95 95 95 C C C 95 95 95
30.0 C C 100 100 C C C 100 95 95
1.0
D D D 85 85 85 85 85 85 95 95 95 D D D 85 85 85 85 85 85 95 95
1.5
D D D 85 85 85 85 85 85 95 95 95 D D D 85 85 85 85 85 85 95 95
2.0
D D D 85 85 85 85 85 85 95 95 95 D D D 85 85 85 85 85 85 95 95
3.0
D D D 85 85 85 85 85 85 95 95 D D D 85 85 85 85 85 85
5.0
D D D 85 85 85 85 85 85 D D D 90 90 85 95 95 85
8.0
D D D 90 90 90 95 95 95 D D D 90 90 90 95
12.0
D D D 95 90 90 D D D 95 90 90
20.0 C C 100 100 C C C 95 95 95
30.0 C C C 100 100 100
1.0
D D D 85 85 85 85 85 85 95 95 95 D D D 85 85 85 85 85 85 95 95
1.5
D D D 85 85 85 85 85 85 95 95 95 D D D 85 85 85 85 85 85 95 95
2.0
D D D 85 85 85 85 85 85 95 95 95 D D D 85 85 85 85 85 85 95 95
3.0
D D D 85 85 85 85 85 85 95 95 D D D 85 85 85 85 85 85
5.0
D D D 90 90 85 95 95 85 D D D 90 90 90 95 95 95
8.0
C D D 95 95 90 D D D 90 90 90 95
12.0
C C C 100 100 100 C D D 95 95 95
20.0 C C C 100 95 95
30.0 C C 100 100
1.0
D D D 85 85 85 85 85 85 95 95 95 D D D 85 85 85 85 85 85 95 95
1.5
D D D 85 85 85 85 85 85 95 95 95 D D D 85 85 85 85 85 85 95 95
2.0
D D D 85 85 85 85 85 85 95 95 D D D 85 85 85 85 85 85 95
3.0
D D D 90 90 85 95 95 85 D D D 85 85 85 85 85 85
5.0
C C D 95 95 95 D D D 90 90 90 95 95 95
8.0 C 100 D D D 95 90 90
12.0 C C C 95 95 95
20.0 C C C 100 100 100
30.0 C C 100 100
1.0
D D D 85 85 85 90 85 85 95 95 D D D 85 85 85 85 85 85 95 95
1.5
D D D 90 85 85 95 85 85 95 D D D 85 85 85 85 85 85 95
2.0
D D D 90 90 85 95 85 95 D D D 85 85 85 85 85 85
3.0
C C D 95 95 90 D D D 90 90 85 95 95 85
5.0 C 100 D D D 90 90 90 95
8.0 C C D 95 95 95
12.0 C C C 95 95 95
20.0 C C 100 100
30.0
Grupo 1
SC1
<= Solo Natural
Vala larga, Bd/D = 3.0
SC4
Grupo 2
SC3
Grupo 3
SC2
Tubo SN
2500
Vala Standard, Bd/D = 1.8
SC1
Grupo 4
Aterro
95
95
95
Grupo 6
02
SC3
Vala Larga, Bd/D = 3.0
SC4
SC1
SC2
SC3
SC4
10000
5000
2500
10000
5000
2500
10000
5000
2500
10000
5000
2500
10000
5000
2500
10000
5000
2500
Tubo SN
Quadro B–8 Instalação do tipo 1, DN ≥ 300, com carga de tráfego - com nível freático ao nível do solo
Compactação de aterro mínima, %PN (D = não compactado, C = compactado)
52
Grupo 2
ap.
Grupo 3
10
Grupo 4
09
Grupo 5
08
Grupo 6
07
Grupo 1
Altura do
aterro, m
1.0
D D D 85 85 85 90 85 85 95 95 D D D 85 85 85 90 90 85 95
1.5
D D D 85 85 85 85 85 85 95 95 90 D D D 85 85 85 85 85 85 95
2.0
D D D 85 85 85 85 85 85 95 95 90 D D D 85 85 85 85 85 85 95
3.0
D D D 85 85 85 85 85 85 95 D D D 85 85 85 85 85 85
5.0
D D D 85 85 85 85 85 85 D D D 90 90 85 95 95 85
8.0
D D D 90 90 90 95 95 95 D D D 90 90 90 95 95 95
12.0
D D D 90 90 90 95 95 95 D D D 90 90 90
20.0
C D D 95 90 90 C C C 95 95 95
30.0
C C C 100 95 95 C C C 100 95 95
1.0
D D D 85 85 85 90 85 85 95 95 D D D 85 85 85 90 90 85 95
1.5
D D D 85 85 85 85 85 85 95 95 90 D D D 85 85 85 85 85 85 95
2.0
D D D 85 85 85 85 85 85 95 95 90 D D D 85 85 85 85 85 85 95
3.0
D D D 85 85 85 85 85 85 95 D D D 85 85 85 85 85 85
5.0
D D D 85 85 85 85 85 85 D D D 90 90 85 95 95 85
8.0
D D D 90 90 90 95 95 95 D D D 90 90 90 95 95 95
12.0
D D D 90 90 90 95 95 95 D D D 90 90 90
20.0
C C C 95 95 95 C C C 95 95 95
30.0 C C 100 100 C C C 100 95 95
1.0
D D D 85 85 85 90 85 85 95 95 D D D 85 85 85 90 90 85 95
1.5
D D D 85 85 85 85 85 85 95 95 90 D D D 85 85 85 85 85 85 95
2.0
D D D 85 85 85 85 85 85 95 95 90 D D D 85 85 85 85 85 85 95
3.0
D D D 85 85 85 85 85 85 95 D D D 85 85 85 85 85 85
5.0
D D D 85 85 85 85 85 85 D D D 90 90 85 95 95 85
8.0
D D D 90 90 90 95 95 95 D D D 90 90 90 95
12.0
D D D 95 95 90 D D D 95 90 90
20.0 C C 100 100 C C C 95 95 95
30.0 C C C 100 100 100
1.0
D D D 85 85 85 90 85 85 95 D D D 85 85 85 90 90 85 95
1.5
D D D 85 85 85 85 85 85 95 95 90 D D D 85 85 85 85 85 85 95
2.0
D D D 85 85 85 85 85 85 95 95 90 D D D 85 85 85 85 85 85 95
3.0
D D D 85 85 85 85 85 85 95 D D D 85 85 85 85 85 85
5.0
D D D 90 90 85 95 95 85 D D D 90 90 90 95 95 95
8.0
C D D 95 95 90 D D D 90 90 90
12.0
C C C 100 100 100 C D D 95 95 95
20.0 C C C 100 95 95
30.0 C C 100 100
1.0
D D D 90 85 85 95 90 D D D 85 85 85 95 90 90
1.5
D D D 90 85 85 95 85 85 95 D D D 85 85 85 85 85 85 95
2.0
D D D 90 85 85 95 85 85 95 D D D 85 85 85 85 85 85 95
3.0
D D D 90 90 85 95 85 D D D 90 85 85 95 85 85
5.0
C C D 95 95 95 D D D 90 90 90 95 95 95
8.0 C 100 D D D 95 90 90
12.0 C C C 95 95 95
20.0 C C C 100 100 100
30.0 C C 100 100
1.0
C D D 95 95 90 D D D 90 90 85 95 95 90
1.5
C D D 95 90 90 95 D D D 90 85 85 95 85 85
2.0
C D D 95 95 90 95 D D D 90 85 85 95 95 85
3.0
C C D 95 95 95 D D D 90 90 85 95 95 85
5.0 C 100 D D D 90 90 90 95
8.0 C C D 95 95 95
12.0 C C C 95 95 95
20.0 C C 100 100
30.0
<= Solo Natural
SC2
10000
06
Vala Standard, Bd/D = 1.8
SC1
5000
05
Aterro
2500
04
10000
03
Carga de tráfico AASHTO HS 20 - Sem vazio interior - Nivél freático ao nivél do solo
5000
02
Tipo 1
DN ≥ 300
2500
01
01
Tipo 1Sem carga de tráfego – vazio interior de 1,0 bar – nível freático ao nível do solo
DN ≥ 300
Aterro
SC1
SC2
SC3
02
Vala larga, Bd/D = 3.0
SC4
SC1
SC2
SC3
SC4
03
04
05
06
Altura do
aterro, m
1.0
D D D 85 85 85 90 85 85 95 D D D 90 85 85 95 90 85
1.5
D D D 85 85 85 85 85 85 95 D D D 90 85 85 95 85 85
2.0
D D D 85 85 85 85 85 85 95 D D D 90 85 85 95 85 85
3.0
D D D 90 85 85 95 85 85 D D D 90 90 85 95 95 85
5.0
D D D 90 85 85 95 85 85 D D D 90 90 85 95 95 85
8.0
D D D 90 90 90 95 95 95 D D D 90 90 90 95 95
12.0
D D D 90 90 90 95 95 C D D 95 90 90
20.0
C C D 100 95 90 C C C 100 95 95
30.0 C C 100 95 C C C 100 100 95
1.0
D D D 85 85 85 90 85 85 95 D D D 90 85 85 95 90 85
1.5
D D D 85 85 85 85 85 85 95 D D D 90 85 85 95 85 85
2.0
D D D 85 85 85 85 85 85 95 D D D 90 85 85 95 85 85
3.0
D D D 90 85 85 95 85 85 D D D 90 90 85 95 95 85
5.0
D D D 90 85 85 95 85 85 D D D 90 90 85 95 95 85
8.0
D D D 90 90 90 95 95 D D D 95 90 90 95
12.0
C D D 95 90 90 95 C D D 95 95 90
20.0 C C 95 95 C C C 100 95 95
30.0 C 100 C C 100 95
1.0
D D D 85 85 85 90 85 85 95 D D D 90 85 85 95 90 85
1.5
D D D 85 85 85 85 85 85 95 D D D 90 85 85 95 85 85
2.0
D D D 85 85 85 85 85 85 95 D D D 90 85 85 95 85 85
3.0
D D D 90 85 85 95 85 85 D D D 90 90 85 95 95 85
5.0
D D D 90 90 85 95 95 85 D D D 90 90 90 95 95
8.0
D D D 95 90 90 95 95 D D D 95 90 90 95
12.0
C C D 100 95 90 C D D 95 95 90
20.0 C 100 C C C 100 95 95
30.0 C C 100 100
1.0
D D D 85 85 85 95 90 85 95 D D D 90 85 85 95 90 90
1.5
D D D 90 85 85 95 85 85 95 D D D 90 85 85 95 85 85
2.0
D D D 90 85 85 95 85 85 95 D D D 90 90 85 95 95 85
3.0
D D D 90 90 85 95 95 85 D D D 90 90 85 95 95 85
5.0
C D D 95 90 90 95 95 D D D 90 90 90 95 95
8.0 C D 95 90 C D D 95 90 90 95
12.0 C C 100 100 C C D 95 95 95
20.0 C C C 100 100 95
30.0 C C 100 100
1.0
C D D 95 90 85 95 90 D D D 90 90 85 95 95 90
1.5
C D D 95 90 90 95 D D D 90 90 85 95 95 85
2.0
C D D 95 90 90 95 D D D 90 90 85 95 95 85
3.0
C C D 100 95 90 D D D 90 90 90 95 95
5.0 C C 100 95 D D D 95 90 90 95
8.0 C 100 C D D 95 95 90
12.0 C C C 100 95 95
20.0 C C 100 100
30.0 C 100
1.0 C D 95 95 D D D 90 90 85 95 95
1.5 C C 100 95 D D D 90 90 90 95 95
2.0 C C 100 95 D D D 90 90 90 95 95
3.0 C 95 D D D 95 90 90 95
5.0 C D D 95 90 90
8.0 C C D 100 95 95
12.0 C C C 100 100 95
20.0 C 100
30.0
10000
5000
2500
10000
5000
2500
10000
5000
2500
10000
5000
2500
10000
5000
2500
10000
5000
2500
10000
5000
2500
10000
5000
Tubo SN
2500
Vala Standard, Bd/D = 1.8
<= Solo Natural
Quadro B–9 Instalação do tipo 1, DN ≥ 300, vazio de 1,0 bar - com nível freático ao nível do solo
Compactação de aterro mínima, %PN (D = não compactado, C = compactado)
53
Grupo 1
07
08
09
10
Grupo 6
Grupo 5
Grupo 4
Grupo 3
Grupo 2
ap.
85
85
85
85
85
90
90
95
95
85
85
85
85
85
90
90
95
100
85
85
85
85
85
90
90
95
100
85
85
85
85
90
90
95
95
100
85
85
85
85
90
90
95
100
100
85
85
85
90
90
95
95
100
85
85
85
85
85
95
95
85
85
85
85
85
95
95
85
85
85
85
85
95
95
85
85
85
85
90
95
85
85
85
85
95
95
90
85
85
90
95
D
D
D
D
D
D
D
D
C
D
D
D
D
D
D
D
C
85
85
85
85
85
85
90
90
95
85
85
85
85
85
85
90
95
85
85
85
85
85
85
95
95
90
90
90
90
90
95
85
85
85
85
85
90
90
95
95
85
85
85
85
85
90
90
95
100
85
85
85
85
85
90
90
95
100
85
85
85
85
90
90
95
95
100
85
85
85
85
90
90
95
100
100
85
85
85
85
90
95
95
100
85
85
85
85
85
95
95
90
90
90
90
95
85
85
85
85
85
85
95
D 85
D 85
D 85
D 85
D 85
D 90
C 95
C 100
D 85
D 85
D 85
D 85
D 90
C 95
C 100
D 85
D 85
D 85
D 90
C 95
D 85
D 85
D 85
C 95
90
90
90
90
90
95
85
85
85
85
85
95
90
90
90
90
90
85
85
85
85
90
90
90
90
90
95
85
85
85
90
90
90
90
95
85
85
85
90
90
95
85
85
85
85
85
95
95
90
90
90
90
95
85
85
85
85
85
95
95
90
90
90
90
95
85
85
85
85
90
95
85
85
85
85
95
95
85
85
85
85
95
D 85
D 85
D 85
D 85
D 85
D 90
C 95
C 100
90 D 85
90 D 85
90 D 85
90 D 85
95 D 90
C 95
C 100
90 D 85
90 D 85
90 D 85
90 D 90
C 95
90 D 90
90 D 90
90 D 90
95 C 95
85
85
85
85
85
85
95
D 85
D 85
D 85
D 85
D 85
D 90
C 95
C 100
D 85
D 85
D 85
D 85
D 90
C 95
C 100
D 85
D 85
D 85
D 90
C 95
D 90
D 90
C 95
C 95
90
90
90
90
90
95
85
85
85
85
85
95
90
90
90
90
90
85
85
85
85
90
90
90
90
90
95
85
85
85
90
90
95
95
95
95
95
Quadro B–10 Instalação do tipo 1, DN ≤ 250, - com nível freático por debaixo do tubo
Compactação de aterro mínima, %PN (D = não compactado, C = compactado)
54
D
D
D
D
D
D
D
C
C
D
D
D
D
D
D
D
C
C
D
D
D
D
D
D
D
C
C
D
D
D
D
D
D
C
C
C
D
D
D
D
D
D
C
C
C
D
D
D
D
D
C
C
C
85
85
85
85
85
95
95
<= Solo Natural
D
D
D
D
D
D
D
C
C
D
D
D
D
D
D
D
C
C
D
D
D
D
D
D
D
C
C
D
D
D
D
D
D
C
C
C
D
D
D
D
D
D
C
C
C
D
D
D
D
D
C
C
C
10000
85
85
85
85
85
85
95
95
85
85
85
85
85
85
95
85
85
85
85
85
95
85
85
85
85
90
90
85
85
95
95
95
Grupo 1
85
85
85
85
85
85
90
90
95
85
85
85
85
85
85
90
95
90
90
90
90
95
Grupo 2
Altura do
aterro, m
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
30.0
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
30.0
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
30.0
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
30.0
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
30.0
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
30.0
85
85
85
85
85
95
95
90
90
90
90
95
Grupo 3
D
D
D
D
D
D
D
D
C
D
D
D
D
D
D
D
C
Tubo SN
85
85
85
85
90
95
90
90
90
90
95
Grupo 4
90
90
90
90
95
4
85
85
85
85
95
95
90
90
90
95
Grupo 5
85
85
85
85
85
95
95
1
85
85
85
85
95
95
95
95
95
Grupo 6
85
85
85
85
85
90
90
95
95
85
85
85
85
85
90
90
95
100
85
85
85
85
85
90
90
95
100
85
85
85
85
90
90
95
95
100
85
85
85
85
90
90
95
100
100
85
85
85
85
90
95
95
100
3
10000
D
D
D
D
D
D
D
C
C
D
D
D
D
D
D
D
C
C
D
D
D
D
D
D
D
C
C
D
D
D
D
D
D
C
C
C
D
D
D
D
D
D
C
C
C
D
D
D
D
D
C
C
C
2
10000
4
10000
90
90
90
90
90
95
3
85
85
85
85
85
85
95
95
2
10000
85
85
85
85
85
85
90
90
95
85
85
85
85
85
85
90
95
1
10000
10000
D
D
D
D
D
D
D
D
C
D
D
D
D
D
D
D
C
2
Bd/D = 3.0
4
10000
1
Bd/D = 1.8
3
10000
4
10000
1
10000
3
10000
4
10000
2
10000
ap.
1
10000
10
4
10000
09
3
Sem carga de tráfego
Vazio interior de 1,0 bar
Nível freático por debaixo do tubo
Bd/D = 3.0
3
10000
08
2
Bd/D = 1.8
2
10000
07
Bd/D = 3.0
10000
06
1
10000
05
Bd/D = 1.8
Aterro
10000
04
Vala
10000
03
Sem carga de tráfego
Carga de tráfego AASHTO HS 20
Sem vazio interior Sem vazio interior
Nível freático por debaixo do tubo Nível freático por debaixo do tubo
10000
02
Tipo 1
DN ≤ 250
10000
01
1
2
3
Bd/D = 1.8
4
1
2
3
Bd/D = 3.0
4
1
2
3
Bd/D = 1.8
4
1
2
3
Bd/D = 3.0
4
1
2
3
4
95
95
95
95
85
85
85
85
95
95
95
95
95
85
85
85
95
95
95
95
85
85
95
95
95
D 85
D 85
D 85
D 90
D 90
C 95
C 100
85
85
85
85
95
95
95
95
85
85
85
85
95
95
95
95
85
85
85
85
95
95
95
95
85
85
85
95
95
95
95
95
95
85
85
85
85
90
90
90
95
100
85
85
85
85
90
90
95
95
100
85
85
85
85
90
90
95
95
100
85
85
85
85
90
90
95
100
100
85
85
85
90
90
95
95
100
85
85
85
85
95
95
85
85
85
85
85
95
95
95
95
85
85
85
85
85
95
95
95
85
85
85
85
95
95
95
95
90
95
95
Quadro B–11 Instalação do tipo 1, DN ≤ 250, - com nível freático ao nível do solo
Compactação de aterro mínima, %PN (D = não compactado, C = compactado)
55
D
D
D
D
D
D
D
C
C
D
D
D
D
D
D
D
C
C
D
D
D
D
D
D
C
C
C
D
D
D
D
D
D
C
C
C
D
D
D
D
D
C
C
C
D 85
D 90
D 90
D 90
D 90
C 95
C 100
10000
85
85
85
85
85
95
03
04
05
06
07
Grupo 1
10000
85
85
85
85
85
10000
95
95
95
10000
85
85
85
85
95
D 85
D 85
D 85
D 85
D 85
D 90
D 90
C 95
C 100
D 85
D 85
D 85
D 85
D 85
D 90
D 90
C 95
D 85
D 85
D 85
D 85
D 85
D 90
C 95
D 85
D 85
D 85
D 85
D 90
C 95
D 85
D 90
D 90
D 90
C 95
D 95
C 95
C 95
C 95
95
95
95
95
90
85
85
85
95
95
90
85
85
85
95
90
85
85
85
95
90
85
85
85
95
90
85
85
95
95
D 85 95
D 85 85
D 85 85
D 90 95
D 90
C 95
C 100
10000
85
85
85
85
85
95
85
85
85
85
90
90
90
95
100
85
85
85
85
90
90
95
95
100
85
85
85
85
90
90
95
95
100
85
85
85
85
90
90
95
100
100
85
85
85
90
90
95
95
100
10000
D
D
D
D
D
D
D
C
C
D
D
D
D
D
D
D
C
C
D
D
D
D
D
D
C
C
C
D
D
D
D
D
D
C
C
C
D
D
D
D
D
C
C
C
10000
85
85
85
85
85
95
85
85
85
85
85
95
85
85
85
85
85
85
85
85
85
95
95
85
85
10000
D 85
D 85
D 85
D 85
D 85
D 90
D 90
C 95
C 100
D 85
D 85
D 85
D 85
D 85
D 90
D 90
C 95
D 85
D 85
D 85
D 85
D 85
D 90
C 95
D 85
D 85
D 85
D 85
D 90
C 95
D 85
D 85
D 85
D 90
C 95
D 95
D 90
D 90
C 95
10000
95
95
95
10000
10000
85
85
85
85
95
95
10000
10000
85
85
85
85
90
90
90
95
100
85
85
85
85
90
90
95
95
100
85
85
85
85
90
90
95
95
100
85
85
85
85
90
90
95
100
100
85
85
85
85
90
95
95
100
10000
10000
D
D
D
D
D
D
D
C
C
D
D
D
D
D
D
D
C
C
D
D
D
D
D
D
C
C
C
D
D
D
D
D
D
C
C
C
D
D
D
D
D
C
C
C
10000
10000
95
95
95
95
10000
10000
85
85
85
85
85
95
10000
10000
D 85
D 85
D 85
D 85
D 85
D 90
D 90
C 95
C 100
D 85
D 85
D 85
D 85
D 85
D 90
D 90
C 95
D 85
D 85
D 85
D 85
D 85
D 90
C 95
D 85
D 85
D 85
D 85
D 90
C 95
D 85
D 85
D 85
D 90
C 95
D 85
D 85
D 90
C 95
10000
10000
Altura do
aterro, m
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
30.0
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
30.0
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
30.0
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
30.0
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
30.0
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
30.0
<= Solo Natural
Bd/D = 3.0
4
85
85
85
85
95
85
85
85
85
95
90
85
85
85
95
90
85
85
95
95
95
95
95
95
3
08
09
10
ap.
Grupo 2
2
Tubo SN
10000
1
02
Grupo 3
Bd/D = 1.8
Aterro
01
Grupo 4
Vala
Carga de tráfego AASHTO HS 20 Sem carga de tráfego
Sem vazio interior
Vazio interior de 1,0 bar
Nível freático ao nível do solo
Nível freático ao nível do solo
Grupo 5
Sem carga de tráfego
Sem vazio interior Nível freático ao nível do solo Grupo 6
Tipo 1
DN ≤ 250
85
85
85
85
85
90
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
85
85
85
85
85
90
85
85
85
85
85
90
90
D
D
D
D
D
D
85
85
85
85
85
90
90
85
85
85
85
85
90
90
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
85
85
85
85
85
90
90
85
85
85
85
85
90
90
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
90
85
85
85
85
85
90
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
90
85
85
85
85
85
90
85
85
85
85
90
85
85
85
85
85
90
85
85
85
85
85
90
D
D
D
D
D
D
85
85
85
85
90
85
85
85
85
90
85
85
85
85
85
90
D
D
D
D
D
D
85
85
85
85
90
85
85
85
85
90
85
85
85
85
90
90
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
<= Solo Natural
D
D
D
D
D
D
D
85
85
85
85
85
85
90
10000
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
90
90
95
Grupo 1
D
D
D
D
D
D
D
85
85
85
85
85
90
90
D
D
D
D
D
D
85
85
85
85
85
90
5000
85
85
85
85
85
85
90
95
D D
D D
D D
D D
D D
D D
D D
C
2500
85
85
85
85
85
85
90
D
D
D
D
D
D
10000
85
85
85
85
85
85
90
85
85
85
85
85
85
90
D
D
D
D
D
D
D
C
85
85
85
85
85
85
5000
85
85
85
85
85
85
SC2
2500
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
10000
D
D
D
D
D
D
5000
D
D
D
D
D
D
SC1
2500
85
85
85
85
85
85
85
90
SC4
90% SPD
SC2
10000
85
85
85
85
85
85
90
90
5000
85
85
85
85
85
85
90
2500
D
D
D
D
D
D
D
D
10000
D
D
D
D
D
D
D
D
SC1
5000
10
D
D
D
D
D
D
D
SC3 85% SPD
SC2
2500
09
5000
08
SC1
2500
07
SC2
10000
06
Tubo SN
Altura do
aterro, m
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
SC1
5000
Aterro
SC4
90% SPD
2500
04
05
SC3 85% SPD
10000
Aterro
superior
2500
03
10000
02
Tipo 2Sem carga de tráfego – sem vazio interior – nível freático por debaixo do tubo
DN ≥ 300
Vala Standard, Bd/D = 1.8
Vala larga, Bd/D = 3.0
5000
01
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
D
D
D
D
D
D
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
D
D
D
D
D
C
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
D
D
D
D
C
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
D
D
D
C
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
C
85
85
85
85
85
90
85
85
85
85
85
90
90
85
85
85
85
85
95
85
85
85
85
85
95
85
85
85
90
95
D 85
D 85
D 85
D 90
C 100
85
85
90
95
D 85
D 90
D 90
D 100
D
D
D
C
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
C
D
D
D
D
C
85
85
85
85
85
85
90
D
D
D
D
D
D
85
85
85
85
85
90
100
D
D
D
D
D
85
85
85
85
95
D
D
D
D
85
85
85
90
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
C
D
D
D
D
D
C
D
D
D
D
C
D
D
D
D
C
D
D
D
C
D
D
D
D
85
85
85
85
85
90
85
85
85
85
90
85
85
85
90
85
90
90
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
95
85
85
85
85
85
95
85
85
85
90
95
85
85
85
85
95
85
85
90
95
85
85
85
90
D
D
D
D
D
D
85
85
85
85
85
90
D
D
D
D
D
D
C
85
85
85
85
90
90
D D
D D
D D
D D
D D
D D
C
85
85
85
85
90
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
C
85
85
85
85
85
90
85
85
85
85
90
D
D
D
D
D
85
85
85
85
85
90
95
85
85
85
85
90
90
85
85
85
90
90
85
85
85
85
85
90
95
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
85
85
85
85
90
95
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
85
85
85
90
Quadro B–12 Instalação do tipo 2, DN ≥ 300, sem vazio - com nível freático por debaixo do tubo
Compactação de aterro mínima, %PN (D = não compactado, C = compactado)
56
85
85
85
85
90
85
85
85
85
90
Grupo 3
D
D
D
D
D
D
Grupo 4
D
D
D
D
D
D
D
Grupo 5
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
Grupo 6
Grupo 2
ap.
Tipo 2
Sem carga de tráfego – vazio interior de 0,5 bar – nível freático por debaixo do tubo
DN ≥ 300
Vala Standard, Bd/D = 1.8
Vala larga, Bd/D = 3.0
01
Aterro
superior
03
D
D
D
D
D D
D D
D D
D D
D D
D
85
85
85
85
85
90
90
85
85
85
85
85
90
85
85
85
85
85
90
90
85
85
85
85
85
90
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
90
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
90
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
90
<= Solo Natural
D D
D D
D D
D D
D D
D
85
85
85
85
85
90
85
85
85
85
85
05
07
Grupo 1
85
85
85
85
85
D
D
D
D
D
D
D
D
04
06
D D
D D
D D
D D
D D
D D
D
85
85
85
85
85
85
85
85
85
90
90
10000
85
85
85
85
85
D D
D D
D D
D D
D D
D
85
85
85
85
85
90
5000
D D
D D
D D
D D
D D
D D
D
2500
D
D
D
D
D
85
85
85
85
85
85
90
10000
85
85
85
85
85
85
90
85
85
85
85
85
85
SC2
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
5000
D D
D D
D D
D D
D D
D D
D
D D
D D
D D
D D
D D
D D
D
2500
85
85
85
85
85
90
D
D
D
D
D
SC1
10000
D
D
D
D
D
85
85
85
85
85
85
90
5000
85
85
85
85
85
85
90
95
85
85
85
85
85
85
2500
85
85
85
85
85
5000
85
85
85
85
85
85
90
5000
D D
D D
D D
D D
D D
D D
D
SC4
90% SPD
SC2
10000
85
85
85
85
85
D
D
D
D
D
2500
D D
D D
D D
D D
D D
D D
D
85
85
85
85
85
85
85
90
SC1
10000
85
85
85
85
85
85
2500
D D
D D
D D
D D
D D
D D
D D
C
85
85
85
85
85
85
90
SC3 85% SPD
SC2
10000
85
85
85
85
85
85
SC1
2500
D D
D D
D D
D D
D D
D D
D D
D
5000
2500
10000
SC2
10000
D
D
D
D
D
D
5000
Tubo SN
Altura do
aterro, m
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
SC1
2500
Aterro
SC4
90% SPD
5000
SC3 85% SPD
02
08
09
10
D
D
D
D
D
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
D
D
D
D
D
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
D
D
D
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
D D 85
D D 85
D D 85
D D
C
D
D
D
85
85
85
90
D
D
D
D
D
D
85
85
85
85
85
D D
D D
D D
D D
D D
C
85
85
85
85
85
85
85
85
85
90
D
D
D
D
85
85
85
85
95
D
D
85
85
85
D
D
D
D
D
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
90
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
95
D D 85 85
D D 85 85
D D
85
D
85
85
85
85
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
85
85
85
85
90
D D
D D
D D
D D
D D
D
85
85
85
85
D
D
D
D
D
D
D
D
D
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
90
85
85
85
85
90
85 D D D 85
D D D 85
D D D 85
D D
D
85
85
85
85
85
90
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D D 85
D D 85
D D 85
D D
D
D
D D 85 85
D D
85
D D
85
D
85
85
85
85
90
D
D
D
D
Quadro B–13 Instalação do tipo 2, DN ≥ 300, vazio de 0,5 bar - com nível freático por debaixo do tubo
Compactação de aterro mínima, %PN (D = não compactado, C = compactado)
57
85
85
85
85
Grupo 3
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
Grupo 4
D
D
D
D
D
Grupo 5
D
D
D
D
D
D
Grupo 6
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
Grupo 2
ap.
85
85
85
85
85
90
D D 85 85
D D 85 85
D D 85 85
D D
85
D D
85
D
85
85
85
85
85
90
D D
85
D D 85 85
D D
85
D D
85
D
85
85
85
85
85
D D
D D
D D
D
D
85 85
85 85
85 85
85
85
D D
D D
D D
D
D
85 85
85 85
85 85
85
85
D D
D
D
D
85 85
85
85
85
<= Solo Natural
85
85
85
85
85
10000
85
85
85
85
85 85
85 85
85 85
85
85
Grupo 1
D D
D D
D D
D D
D D
D
D D
D D
D D
D
D
85
85
85
85
85
85
5000
85
85
85
85
85
90
2500
85
85
85
85
85
85
90
85
85
85
85
85
10000
85
85
85
85
85
90
85
85
85
85
5000
D D 85 85
D D 85 85
D D 85 85
D D
85
D D
85
D
D D
D D
D D
D D
D D
D
2500
D
D
D
D
5000
D
D
D
2500
85
85
85
85
85
85
90
10000
85
85
85
85
85
85
5000
85
85
85
85
85
85
SC2
85
85
85
85
D D 85 85
D D 85 85
D D 85 85
D D
85
D D
85
D
10000
D D
D D
D D
D D
D D
D D
D
D
D
D
5000
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
90
SC1
2500
D D
D D
D D
D D
D D
D D
D
85
85
85
85
85
85
90
SC4
90% SPD
SC2
10000
10
85
85
85
85
85
SC1
2500
09
D D
D D
D D
D D
D D
D D
D D
D
SC2
10000
08
D
D
D
D
D
SC1
SC3 85% SPD
5000
07
SC2
2500
06
Tubo SN
Altura do
aterro, m
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
SC1
10000
Aterro
SC4
90% SPD
5000
04
05
SC3 85% SPD
2500
Aterro
superior
2500
03
10000
02
Tipo 2
Sem carga de tráfego – vazio interior de 1,0 bar – nível freático por debaixo do tubo
DN ≥ 300
Vala Standard, Bd/D = 1.8
Vala larga, Bd/D = 3.0
5000
01
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
D
D
D
D
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
D
D
D
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
D
D
D
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
D D 85
D D 85
D D 85
D D
D
D
85
85
85
85
85
85
85
85
85
90
85
85
85
85
85
85
85
D D 85
D D 85
D D 85
D D
D
D
85
85
85
85
D
D
D
D
D
D
D
85
85
85
85
85
90
D
D
D
D
D
D
85
D D
D D
D D
D
D
85 85
85 85
85 85
85
85
D
D
D
85
85
85
85
85
85
85
85
D
D
D
Grupo 3
D
D
D
D
D
D
D
D
D
85
85
85
85
Quadro B–14 Instalação do tipo 2, DN ≥ 300, vazio de 1,0 bar - com nível freático por debaixo do tubo
Compactação de aterro mínima, %PN (D = não compactado, C = compactado)
58
Grupo 4
D
D
D
D
D
Grupo 5
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
Grupo 6
Grupo 2
ap.
Tipo 2
Sem carga de tráfego – sem vazio interior – nível freático ao nível do solo
DN ≥ 300
Vala Standard, Bd/D = 1.8
Vala larga, Bd/D = 3.0
01
Aterro
superior
03
85
85
85
85
90
85
85
85
85
90
85
85
85
90
85
85
85
85
85
85
85
85
D
D
D
D
D
85
85
85
85
D
D
D
D
D
85
85
85
85
85
85
85
85
90
<= Solo Natural
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
85
85
85
85
05
07
Grupo 1
D
D
D
D
D
85
85
85
85
04
06
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
90
D
D
D
D
D
10000
85
85
85
85
85
85
85
85
85
90
90
D
D
D
D
5000
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
2500
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
85
85
85
85
85
90
10000
85
85
85
85
85
85
85
85
85
90
90
SC2
85
85
85
85
85
85
85
85
85
90
5000
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
2500
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
SC1
10000
D
D
D
D
D
5000
D
D
D
D
85
85
85
85
85
2500
85
85
85
85
85
90
90
85
85
85
85
85
SC4
95% SPD
SC2
10000
85
85
85
85
2500
D
D
D
D
D
SC1
10000
D
D
D
D
D
5000
2500
85
85
85
85
85
D
D
D
D
SC3 85% SPD
SC2
10000
D D
D D
D D
D D
D D
D D
C
85
85
85
85
85
90
90
5000
85
85
85
85
85
90
2500
D
D
D
D
D
D
D
85
85
85
85
85
90
SC1
10000
2500
85
85
85
85
85
90
D
D
D
D
D
D
5000
10000
SC2
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
5000
Tubo SN
Altura do
aterro, m
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
SC1
2500
Aterro
SC4
95% SPD
5000
SC3 85% SPD
02
08
09
10
D
D
D
D
D
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
D
D
D
D
D
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
D
D
D
D
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
D
D
C
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
C
85
85
85
85
90
D
D
D
D
C
85
85
85
90
85
85
85
85
85
90
85
85
85
85
90
85
85
85
90
85
85
85
85
85
90
95
D
D
D
D
85
85
85
85
85
95
D
D
D
D
85
85
85
85
95
D
D
D
D
D 85 85
D 90 85
D 95 90
D
85
85
85
95
D
D
D
D
D
D
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
D
D
D
D
D
D
D
85
85
85
90
D
D
D
85
90
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
85
85
85
85
90
D
D
D
D
D
D
85
85
85
85
90
D
D
D
D
D
85 85 D
85 85 D
90 85 D
D
85
85
85
85
90
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
85
85
85
85
90
85
85
85
85
90
90
D
D
D
D
85
85
85
85
90
85
85
85
90
85
85
85
90
85
85
85
85
85
90
85
85
85
85
90
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
85
85
85
85
90
D
D
D
D
85
85
85
85
90
85
85
85
85
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
Quadro B–15 Instalação do tipo 2, DN ≥ 300, sem vazio - com nível freático ao nível do solo
Compactação de aterro mínima, %PN (D = não compactado, C = compactado)
59
85
85
85
85
90
85
85
85
85
85
85
85
85
90
85
85
85
85
85
85
85
85
90
85
85
85
85
85
85
90
85
85
85
85
85
85
90
85
85
85
90
85
85
85
85
85
85
85
85
Grupo 3
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
85
85
85
85
85
90
Grupo 4
D
D
D
D
D
D
Grupo 5
D
D
D
D
D
D
Grupo 6
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
Grupo 2
ap.
D
D
D
D
D
85
85
85
85
90
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
D D
D D
D D
D
85
85
85
85
85
85
85
D D
D D
D D
D
<= Solo Natural
D
D
D
D
D
10000
D
D
D
D
85
85
85
85
85
Grupo 1
85
85
85
85
85
85
85
85
85
90
85
85
85
85
85
85
85
D D
D D
D D
D
D
D
D
D
D
5000
85
85
85
85
D
D
D
D
D
85
85
85
85
85
2500
D
D
D
D
85
85
85
85
90
10000
85
85
85
85
85
85
85
85
85
SC2
85
85
85
85
D D 85
D D 85
D D 85
D D
D
D
D
D
D
D
5000
D
D
D
D
D
85
85
85
85
D
D
D
D
D
2500
85
85
85
85
D D 85
D D 85
D D 85
D D
D
D
D
D
D
10000
D
D
D
85
85
85
85
85
5000
85
85
85
85
85
90
85
85
85
85
SC1
2500
D D
D D
D D
D D
D D
D
D D 85
D D 85
D D 85
D D
D
10000
85
85
85
85
85
D
D
D
5000
D
D
D
D
D
D
85
85
85
85
85
90
10000
85
85
85
85
85
5000
85
85
85
85
85
SC4
95% SPD
SC2
2500
10
D
D
D
D
D
D
SC1
10000
09
D
D
D
D
D
SC2
5000
08
D
D
D
D
D
SC1
SC3 85% SPD
2500
07
SC2
2500
06
Tubo SN
Altura do
aterro, m
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
SC1
10000
Aterro
SC4
95% SPD
5000
04
05
SC3 85% SPD
5000
Aterro
superior
2500
03
2500
02
Tipo 2
Sem carga de tráfego – vazio interior de 0,5 bar – nível freático ao nível do solo
DN ≥ 300
Vala Standard, Bd/D = 1.8
Vala larga, Bd/D = 3.0
10000
01
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
D
D
D
D
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
D
D
D
D
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
90
85
85
85
85
85
85
85
85
85
90
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
D D
D D
D D
D
85
85
85
85
85
85
85
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D
D D
D
D
85 85
85
85
D
D
D
D
85
85
85
85
85
85
85
85
85
85
D
D
D
D
D
85
85
85
85
85
85
85
85
D D 85
D D 85
D D 85
D D
D
85
85
85
85
85
85
85
85
90
D D
D D
D
D
85 85
85 85
85
85
D D
D D 85
D D 85
D D
D
85
85
85
85
85
85
85
85
90
D D
D
D
85 85
85
85
D
D
D
D
D
D
85
85
85
85
85
85
D
D
Quadro B–16 Instalação do tipo 2, DN ≥ 300, vazio de 0,5 bar - com nível freático ao nível do solo
Compactação de aterro mínima, %PN (D = não compactado, C = compactado)
60
Grupo 3
D
D
D
D
D
85
85
Grupo 4
D
D
D
D
D
Grupo 5
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
Grupo 6
Grupo 2
ap.
Tipo 2
Sem carga de tráfego – vazio interior de 1,0 bar – nível freático ao nível do solo
DN ≥ 300
Vala Standard, Bd/D = 1.8
Vala larga, Bd/D = 3.0
01
Aterro
superior
03
85
85
85
D
D D
D D
D
D
85
85 85
85 85
85
85
D
D
D
85
85
85
D
D D
D D
D
D
85
85 85
85 85
85
85
85
85
85
85
85
D
D
D
85
85
85
D
D
85
85
D
D
D
85
85
85
D D
D
D
<= Solo Natural
10000
5000
2500
10000
SC2
04
05
06
5000
2500
10000
5000
2500
Grupo 1
07
10000
5000
2500
5000
2500
SC1
D
D
D
85
85
85
85
85
90
10000
SC2
D D
85
D D D 85 85
D D D 85 85
D D
85
D D
85
D
5000
SC1
85
85
85
85
85
90
D D
85
D D 85 85
D D 85 85
D D
85
D D
85
D
D
D
SC2
SC4
95% SPD
2500
SC1
SC3 85% SPD
10000
5000
2500
SC2
10000
5000
Tubo SN
Altura do
aterro, m
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
SC1
2500
Aterro
SC4
95% SPD
10000
SC3 85% SPD
02
08
09
10
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
D
D
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
85
85
85
85
D
D
D
D
85
85
85
85
85
85
D
85
D
85
85 85
85
85
Quadro B–17 Instalação do tipo 2, DN ≥ 300, vazio de 1,0 bar - com nível freático ao nível do solo
Compactação de aterro mínima, %PN (D = não compactado, C = compactado)
61
Grupo 4
D
D
D
D
85
85
85
85
Grupo 5
D D
D D 85
D D 85
D D
D
Grupo 6
D
D
Grupo 3
1.0
1.5
2.0
3.0
5.0
8.0
12.0
20.0
Grupo 2
ap.
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
ap.
Apêndice C
Classificação e características dos
solos naturais
Correlação com outros métodos de ensaio
Existem diferentes métodos para ensaiar a penetração
em todo o mundo. Dada a variação que existe entre
eles, pode-se obter uma correlação aproximada na
contagem de golpes do penetrometro standard, N
segundo a norma ATM D1586. Atendendo ao resultado
de prova de penetração, (qu), expressado em Kg/cm2, a
contagem de golpes do penetrometro standard (N, é de:
N = qu/4 para penetrometros mecânicos
N = qu/3 para penetrometros eléctricos
Para efeitos de análise das exigências de uma
instalação, os solos naturais dividem-se em seis
grupos, em função da densidade ou da rigidez do
solo. Tal pode ser determinado em conformidade com
a contagem do número de golpes, de acordo com o
ensaio standard da norma ASTM D1586. Os solos
naturais que formam as paredes das valas podem variar
entre solos muitos estáveis, solos granulares densos
e solos coesivos muito duros, até solos orgânicos
relativamente pobres em partículas finas. Estes solos
naturais podem ser utilizados como material de aterro.
O quadro C1 apresenta uma classificação de solos
naturais de acordo com as recomendações da norma
AWWA M/45. A contagem do número de golpes deve
representar a condição mais adversa que se pode
encontrar durante um período de tempo representativo
(o menor valor encontrado durante um período de
tempo prolongado). Em geral, a condição mais adversa
tem lugar quando o solo esteve exposto a condições
húmidas durante um período prolongado.
1 Golpes por ponto conforme ensaio de penetração
standard da norma ASTMD1586.
2 Para contagens superiores, os valores M sn
aumentam até 345 Mpa para rocha.
3 O uso de geotextil na zona da tubagem aumentam
os valores do Msn dos solos pobres.
4 Se forem utilizadas entivações permanentes na
zona da tubagem, com vida útil igual à da conduta,
o módulo do solo deve ser baseado unicamente no
módulo do aterro.
Solos granulares
Grupo de s
olo natural Número de golpes1 Descrição
1
> 15
Solos coesivos
qu kPa
Compacto
> 200
2
8 - 15
Ligeiramente compacto
3
4 - 8
Solto
4
5
6
Descrição Módulo
M sn
Muito firme 34.50
100 - 200
Firme
20.70
50 - 100
Médio
10.30
2 - 4
25 - 50
Brando
4.80
1 - 2
Muito Solto
13 - 25
Muito brando
1.40
0 - 1
Muito muito solto
Muito muito brando
0.34
0 - 13
1 Ensaio de penetração standard da norma ASTM D1586
Tabela C-1 Grupos de rigidez nos solos naturais. Valores do módulo do solo Msn
62
01
02
03
Apêndice D
Classificação e características dos
solos de aterro
Categoria de rigidez de solos 3, SC3
Os materiais do tipo SC3 proporcionam um nível de apoio
menor, em comparação da sua densidade especifica
com a dos materiais do tipo SC1 ou SC2. Exigem maior
nível de esforço de compactação e um nível de humidade
quase óptimo, para se conseguir o nível de densidade
necessário. Não obstante, uma vez que se consiga o
nível de densidade exigido, estes materiais oferecem um
nível de apoio razoável à tubagem.
A escolha de um bom sistema de tubagem/solo,
depende do uso de um material de aterro que ofereça
um bom apoio para a tubagem, tanto no momento das
instalação com a longo prazo. A serie de solos que
se pode utilizar como material de aterro é ilimitada.
O material de aterro pode ser o do próprio solo que
se vai escavando para abrir a vala ou um material de
empréstimo (quando os solos naturais que provêem
da vala não são adequados) a escolha pratica do
material de aterro depende do esforço necessário para
conseguir a densidade exigida e a disponibilidade de
materiais. Os solos que se podem utilizar como material
de aterro, dividem-se em quatro categorias de rigidez.
Categoria de rigidez de solos 1, SC1
Os materiais de tipo de SC são os que maior nível de
apoio oferecem à tubagem, a um nível de compactação
adequado, devido ao seu baixo conteúdo de areia e
partículas finas. Com um pequeno esforço, estes solos
classificam-se e atingem níveis relativamente altos de
rigidez, com uma grande capacidade de absorção de
humidade. Adicionalmente, a elevada permeabilidade
dos materiais do tipo SC1 pode ajudar a controlar o
conteúdo de água numa vala, pelo que podem ser
usados para formação de leitos em valas de pedra, nas
quais se encontra água com frequência.
Não obstante, se se prevê um fluxo de águas
subterrâneas, deve-se considerar a possibilidade de
uma migração de finos de materiais adjacentes até ao
material SC1. Ver capítulo A.8  .
Categoria de rigidez de solos 2, SC2
Os materiais do tipo SC2 proporcionam um elevado nível
de apoio á tubagem, sempre que sejam compactados. No
entanto, estes grupos com granulações de tamanho
uniforme, podem ser susceptíveis de migração, pelo que
se deve verificar a sua compatibilidade com os materiais
contíguos, ver capitulo A.8  .
06
07
08
09
10
Os materiais do tipo SC4 necessitam ser submetidos a
uma avaliação geotécnica, antes de serem utilizados.
O nível de humidade deve ser quase óptimo, para se
conseguir o nível de densidade necessário. Quando
são colocados e compactados adequadamente, os
materiais SC4 podem proporcionar um nível de apoio
razoável á tubagem. Não obstante, estes materiais não
são adequados para instalações profundas com carga
de tráfego, ou para compactações com equipamentos
vibratórios e comprimidos com equipamentos de alto
esforço. Os materiais do tipo SC4, não devem ser
utilizados em valas inundáveis que impeçam uma
colocação e compactação adequadas. O quadro D.1
contem uma série de princípios gerais para classificar
os materiais de aterro, em diferentes categorias de
rigidez. Para qualquer classe de rigidez, uma maior
compactação resulta num maior módulo de solo e
de apoio. Adicionalmente, o módulo do solo também
aumenta com o nível de carga vertical desse solo, ou
seja com a profundidade da instalação. Os quadros
D2 a D5 proporcionam os valores Msb (módulo de
resistência passiva do material de aterro), para as
categorias sd rigidez SC1, SC2, SC3 e SC4, em função
da densidade Proctor (PN) e do nível de carga vertical.
Os valores são aplicados a tubagens instaladas acima
do nível freático. Para os tubos instalados abaixo
do nível freático, o módulo de solo será reduzido
para os solos com menor nível de rigidez e menor
compactação, (ver os valores entre parênteses). O nível
de carga vertical refere-se a carga vertical efectiva do
solo sobre o dorso do tubo, o que em geral, se calcula
utilizando o peso unitário do solo, multiplicado pela
ap.
Descrição do material de aterro
SC1
Rocha triturada com menos de 15% de areia, máximo de 25% menor de 9,5 mm e máximo 5% de finos2).
SC2
Solos de partículas grossas limpas: SW;SP1), GW, GP ou qualquer solo que
comece com um destes símbolos com 12% ou menos de finos2).
SC3
Solos limpos de partículas grossas com finos: GM, GC, SM, SC ou qualquer
solo que comece com um destes símbolos com 12% ou mais de finos2).
Solos de areia ou gravilha com partículas finas: CL, ML (ou CL-ML, CL/ML, ML/CL)
com 30% ou mais de retenção no tamiz nº 200.
SC4
Solos de partículas finas: CL, ML (ou CL-ML, CL/ML, ML/CL) com 30% ou menos de retenção no tamiz nº 200.
Nota: Os símbolos da tabela correspondem à classificação standard de solos ASTM D2487
1) Areia firme uniforme SP, em que mais de 50% dos finos passam pelo tamiz nº100 (0,15mm), tem um nível muito alto de
sensibilidade à humidade e não se recomenda como material de aterro.
2) % de finos refere-se ao peso percentual de partículas do solo que passam pelo tamiz de 200 com abertura da malha de 0,076 mm.
63
05
Categoria de rigidez do solo 4, SC4
Categoria de rigidez
do material de aterro Tabela D–1 Classificação dos materiais de aterro
04
01
Profundidade
da instalação (densidade do
solo 18,8 kM/m3)
m
0.4
02
03
04
05
06
07
08
Nível de carga vertical
Compactação, % máxima do PN
Compactado
Não compactado
kPa
MPa
MPa
6.9
16.2
13.8
1.8
34.5
23.8
17.9
3.7
69.0
29.0
20.7
7.3
138.0
37.9
23.8
14.6
276.0
51.7
29.3
22.0
414.0
64.1
34.5
Tabela D–2 Msb dos solos de aterro SC1
Profundidade
Nível de carga da instalação vertical
(densidade do
solo 18,8 kM/m3)
m
kPa
0.4
6.9
09
10
ap.
Compactação, % máxima do PN
100
95
90
MPa
MPa
MPa
85
MPa
16.2
13.8
8.8 (7.5)
1.8
34.5
23.8
17.9
10.3 (8.8)
3.2 (2.4)
3.6 (2.7)
3.7
69.0
29.0
20.7
11.2 (9.5)
3.9 (2.9)
7.3
138.0
37.9
23.8
12.4 (10.5)
4.5 (3.4)
14.6
276.0
51.7
29.3
14.5 (12.3)
5.7 (4.3)
22.0
414.0
64.1
34.5
17.2 (14.6)
6.9 (5.2)
Tabela D–3 Msb dos solos de aterro SC2 (valores reduzidos aplicáveis abaixo do nível freático entre parênteses)
Profundidade
Nível de carga da instalação vertical
(densidade do
3
solo 18,8 kM/m )
m
kPa
0.4
6.9
Compactação, % máxima do PN
100
95
MPa
MPa
90
MPa
-
9.8 (4.9)
4.6 (2.3)
85
MPa
2.5 (1.3)
1.8
34.5
-
11.5 (5.8)
5.1 (2.6)
2.7 (1.4)
3.7
69.0
-
12.2 (6.1)
5.2 (2.6)
2.8 (1.4)
7.3
138.0
-
13.0 (6.5)
5.4 (2.7)
3.0 (1.5)
14.6
276.0
-
14.4 (7.2)
6.2 (3.1)
3.5 (1.8)
22.0
414.0
-
15.9 (8.0)
7.1 (3.6)
4.1 (2.1)
Tabela D–4 Msb dos solos de aterro SC3 (valores reduzidos aplicáveis abaixo do nível freático entre parênteses)
Profundidade
da instalação (densidade do
solo 18,8 kM/m3)
m
0.4
Nível de carga vertical
Compactação, % máxima do PN
100
kPa
MPa
6.9
-
95
MPa
3.7 (1.11)
90
MPa
85
MPa
1.8 (0.54)
0.9 (0.27)
1.2 (0.36)
1.8
34.5
-
4.3 (1.29)
2.2 (0.66)
3.7
69.0
-
4.8 (1.44)
2.5 (0.75)
1.4 (0.42)
7.3
138.0
-
5.1 (1.53)
2.7 (0.81)
1.6 (0.48)
14.6
276.0
-
5.6 (1.68)
3.2 (0.96)
2.0 (0.60)
22.0
414.0
-
6.2 (1.86)
3.6 (1.08)
2.4 (0.72)
Tabela D–5 Msb dos solos de aterro SC4 (valores reduzidos aplicáveis abaixo do nível freático entre parênteses)
! Nota: Os valores de M sb nos níveis intermédios de carga vertical que não figuram nas tabelas D2 a D5 podem
obter-se por interpolação. A % máxima da densidade Proctor normal indica a densidade seca do solo compactado
com uma % da máxima densidade seca determinada de acordo com a norma ASTM D698.
profundidade do aterro. O peso unitário submergido
deve ser utilizado quando a tubagem esteja abaixo do
nível da camada freática. Frequentemente utiliza-se
o método alemão de cálculo estático, para tubagens
enterradas ATV127A. Seguidamente aparece a
correlação entre as categorias de rigidez dos solos de
aterro indicadas neste guia de instalação e o0s grupos
de solo G1 a G4 da ATV127A: SC1 corresponde aos
melhores solos G1. SC2 corresponde aos solos G1 e
aos melhores solos G2. SC3 corresponde aos solos G2
mais débeis e aos melhores solo G3. SC4 corresponde
aos solos G3 mais débeis e aos melhores solos G4.
64
01
02
03
Apêndice E
Ensaios de classificação de solos
naturais em obra
Grupo de
solo natural
Características medíveis
1
Dificilmente penetrável
com o polegar
2
Penetrável com o
polegar até 4mm
3
Penetrável com o
polegar até 10 mm
4
Penetrável com o
polegar até 25 mm
5
Penetrável com o
polegar até 50 mm
6
Penetrável com o
polegar até 25 mm
devem-se efectuar ensaios com certa frequência
para garantir que sejam compridos os critérios de
compactação relativa e deflexão do tubo. Graças a
esta correlação, pode-se “calibrar” uma técnica para a
compactação de um tipo de solo específico e pode-se
reduzir a frequência dos ensaios. Mesmo assim, com
essa correlação os trabalhadores adquirem um bom
entendimento sobre as condições da instalação, quando
se utiliza um tipo de aterro específico para um conjunto
de requisitos específicos (ASTMD5080, proporciona um
método razoável para medir a densidade a e humidade
dos solos, de forma rápida, no local). Existem muitos
métodos para medir a densidade do aterro compactado
no local da instalação. O cálculo da variação do
diâmetro vertical do tubo permite um indício razoável do
esforço de compactação utilizada durante a instalação
e é outra boa ferramenta de “calibração”. Se o material
de aterro for colocado e compactado adequadamente,
em redor da tubagem, a medição do diâmetro vertical
resulta numa boa forma de avaliar a compactação do
aterro, desde que a mesma tenha sido efectuada até
ao dorso da tubagem. No entanto deve-se ter presente
que os grandes esforços de compactação podem dar
lugar a um aumento excessivo do diâmetro vertical do
tubo. Caso tal ocorra peça ajuda ao fabricante e não
continue a instalação dos tubos com o mesmo método
que provocou esse aumento excessivo. Os materiais
de aterro devem ser colocados e compactados em
camadas uniformes, de ambos os lados do tubo. Para
a colocação do tubo e compactação do aterro, em
redor da tubagem, deve-se começar a compactar a
terra por debaixo do tubo e continuar a faze-lo até
ao seu dorso. Nas zonas laterais das tubagens a
compactação pode progredir melhor, quando se inicia a
compactação do aterro a partir da parede da vala, até
ao tubo. De um modo geral, quanto maior for o numero
de passagens do equipamento de compactação (a
uma velocidade constante de movimento) melhor será
a compactação relativa. Uma boa forma de determinar
o método de compactação adequado, consiste em
medir a compactação relativa, em função do número
de passagens do equipamento de compactação.
Use esse número de passagens e outros critérios,
como sejam, o conteúdo de humidade no solo e a
deflexão vertical do tubo, como meio de controle do
procedimento de instalação. Tenha em consideração
que, caso mude de equipamento de compactação, pode
ser necessário alterar o número das suas passagens,
para alcançar um grau de compactação específico.
Os pratos vibradores mais pesados e largos, em
geral, compactam mais profundo que as mais ligeiras
e estreitas. Do mesmo modo, os compactadores de
impacto ligeiros e a pequenos são menos eficazes que
os compactadores de maior tamanho e peso.
Ao compactar a zona sobre a tubagem, deve verificar
se há suficiente material de aterro por cima do tubo, a
fim de evitar danos. Uma camada de 150mm deveria
bastar, nos casos em que se use um prato vibratório;
no entanto, recomendam-se camadas de 300mm,
quando se utilize um compactador de impacto manual.
Não é realista esperar que se alcance um grau de
compactação relativa superior a 85% PN, ao terminar
a primeira compactação da camada de 300mm sobre
o tubo. Os materiais granulados permitem um alto grau
de rigidez com um esforço mínimo de compactação.
Quadro E 1 Ensaio de campo para determinar o
grupo de solo1)
1) Based on Peck, Hanson and Thornburn, “Foundation engineering”, 2nd Ed., John Wiley and Sons, Inc., 1974
and ASTM D2488.
Apêndice F
Compactação de aterro
Este apêndice inclui uma serie de conselhos úteis
sobre a compactação dos diferentes tipos de solos
de aterro. As profundidades de instalação permitidas,
tanto máximas como mínimas, variam em função
da selecção e compactação do material de aterro
na zona da conduta. Quanto mais firme seja o solo,
mais profunda pode ser a instalação, para conseguir
o nível limitado de deflexão ou vazio. Este manual
oferece informação geral sobre o comportamento
dos solos para facilitar a compreensão deste critério
de instalação. Ao avaliar o conteúdo de humidade
potencial do solo natural local e dos materiais de aterro,
devem ter-se em conta as variações climatéricas. O
valor de compactação recomendado para obter um
valor de módulo específico, deve considerar-se com o
valor de compactação mínimo e as densidades obtidas
na instalação devem ser iguais ou maiores do que esse
requisito. Para “calibrar” um método de instalação com
o tipo de aterro específico, recomendamos que seja
prestada atenção especial às técnicas e resultados
da compactação durante a colocação das primeiras
secções de tubagem. Mediante a correlação da
compactação relativa (em função do tipo de solo) um
método de colocação do aterro em redor da tubagem,
os métodos de compactação nessas áreas, a altura
das camadas do solo, o conteúdo de humidade do solo,
o numero de passagens da vibradora permite obter
uma ideia bastante precisa do esforço que é exigido
na instalação. Uma vez instalados os primeiros tubos,
65
04
05
06
07
08
09
10
ap.
01
02
03
04
05
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10
ap.
Os solos granulares compactos tem pouca tendência
para migrar ou consolidar-se com a passagem do
tempo. Os solos granulares são também menos
sensíveis à humidade, tanto na altura da sua colocação,
como a longo prazo. Quando se tratem de solos de
graduação mais fina como aterro, em geral resulta
na redução do apoio dado á tubagem. Os solos com
granulação de mais de 12% de finos (solos com
tamanhos de partículas de menos 75 mícron) são
afectados pelas características dos materiais mais
finos. Se os finos se tratarem de solos lodosos, na
sua maior parte (de 37 a 75 mícron), os solos serão
sensíveis à humidade e com tendência para migrarem
com a água e requerem um esforço adicional de
compactação. Se os finos são de argila, na sua maior
parte, (menos de 37 micron e coesivos), os solos serão
mais sensíveis à humidade, o que reduzirá a sua rigidez
e serão arrastados com o passar do tempo. Para alem
disso, geralmente necessitam de um maior esforço de
compactação para alcançar a densidade específica. A
não utilização de solos com um conteúdo de humidade
(limite liquido) superior a 40% elimina a possibilidade de
utilização de solos demasiado sensíveis a humidade e
plásticos.
Os solos do tipo SC4, somente podem ser usados
como material de aterro se forem tomadas as seguintes
precauções:
• Deve ser controlada a humidade durante a
colocação e a compactação do aterro.
• Não devem ser usados em instalações que tenham
fundações instáveis ou água estagnada na vala.
• Deve-se ter em conta que as técnicas de
compactação podem atingir um esforço
considerável. De qualquer modo tem que se
considerar as limitações da compactação relativa e
a rigidez do solo resultante.
• Tem que ser compactada em camadas de 100 a
150mm, com um equipamento de impacto (tipo
Whacker), ou um maço de ar comprimido (Pogo
Stick).
• Devem ser efectuadas provas de compactação
Os materiais de aterro do tipo SC1 e SC2 são fáceis
muito fiáveis. Estes solos têm uma baixa sensibilidade à
humidade. A compactação do aterro pode ser efectuada
com um prato vibratório por camadas de 200mm ou
300mm. Ocasionalmente deverá usar-se uma tela
filtrante, em conjunto com o solo de gravilha, para evitar
a migração de finos e assim evitar a consequente perda
de apoio da tubagem (ver capitulo A.8 para critérios) 
.
Os solos do tipo SC3 são aceitáveis e facilmente
utilizáveis como material de aterro na instalação de
tubagem. Muitos dod solos locais onde se instalam
estas condutas, são do tipo SC3, pelo que o solo da
vala pode ser utilizado como material de aterro. No
entanto, ao executa-lo, devem ter-se em conta certas
precauções, uma vez que estes solos podem ser
sensíveis à humidade. As características dos solos
SC3, frequentemente são afectadas pelas propriedades
dos seus finos, pelo que pode chegar a ser necessário
controlar a humidade quando se compacta o solo para
conseguir a densidade desejada. Em geral, pode-se
conseguir um grau de compactação relativa exigido,
usando um compactador de impacto, em camadas de
100 a 200mm.
periódicas, para verificar se se vão alcançando os
níveis de compactação adequados. Para mais
informação, consulte o apêndice D  .
A compactação com materiais arenosos resulta muito
mais fácil, quando o material esta no seu ponto óptimo
de humidade.
Quando o aterro chega à altura do meio do tubo,
a compactação deverá realizar-se, desde as
proximidades da parede da vala até ao tubo.
É recomendável colocar e compactar a zona de aterro,
por forma a que provoque uma ligeira ovalização do
tubo no sentido vertical. A referida ovalização vertical,
medida de quando o material de aterro atingiu o dorso
do tubo, não deve ser superior a 1,5% do diâmetro do
tubo. A ovalização inicial encontrada estará relacionada
com o esforço exigido para chegar ao nível de
compactação relativa necessária. Os elevados níveis
de esforço que podem chegar a ser necessários com
aterro do tipo SC3 e SC4, podem ultrapassar o limite.
Se tal ocorrer, considere a necessidade de utilizar um
grau de rigidez superior e/ou outros materiais de aterro,
ou ambos.
66
01
02
03
04
Apêndice G
Definições e terminologia
05
06
Nomenclatura
Descrição
07
Diâmetro Nominal, DN
A classificação do diâmetro de um tubo expressa em milímetros.
08
Pressão Nominal, PN
A classe de pressão de um tubo expressa em bar.
Rigidez Nominal, SN
A rigidez inicial mínima, EI/D3, de um tubo medido em função da carga necessária para deflexionar um anel de tubo, expressa em N/m2.
Dorso do Tubo
A parte superior do tubo.
Interior do tubo
Face interior do lado inferior do tubo.
Profundidade da vala
A altura do aterro sobre o dorso dos tubos.
Deflexão
A diferença entre o diâmetro vertical expresso em forma de percentagem do diâmetro nominal do tubo.
Altura média de um tubo
A altura medida nas posições de 90º e 270º de um tubo, em relação ao seu
centro superior.
Nódulo do solo confinado, Ms
Módulo secante do solo medido num ensaio de compressão
unidimensional que se utiliza para descrever a rigidez do solo.
Densidade Proctor Normal PN
A máxima densidade seca que se obtém em condições de humidade óptima quando se aplica o ensaio da norma ASTM D698, usado para definir o 100% da compactação Proctor Normal.
Percentagem de densidade Proctor Normal
A densidade seca alcançada/ máxima densidade seca expressa em percentagem.
Recontagem de golpes
O número de impactos de um martelo de 64 kg (140Ibs) que caia de uma altura de 76 cm (30”) para cravar um punção de 30 cm (12”) segundo a norma ASTM D1586.
67
09
10
ap.
01
02
03
04
05
Apêndice H
Pesos aproximados de tubos e manguitos
06
Manguito
SN 2500
SN 5000
SN 10000
Coupling
SN 2500
SN 5000
SN 10000
Manguito
kg
kg/m
kg/m
kg/m
kg
kg/m
kg/m
kg/m
kg
-
-
-
-
8.2
11.1
14.5
18.4
23.0
32.0
43.0
55.0
70.0
86.0
125.0
170.0
220.0
275.0
340.0
410.0
485.0
570.0
660.0
760.0
-
2.5
-
4.9
-
7.2
-
10.8
10.4
12.7
14.3
17.3
18.5
23.0
24.0
29.0
30.0
35.0
40.0
48.0
54.0
66.0
69.0
86.0
87.0
110
110.0 135.0
155.0 195.0
210.0 260.0
270.0 340.0
345.0 425.0
420.0 530.0
510.0 640.0
610.0 750.0
710.0 890.0
820.0 1030.0
940.0 1170.0
2.0
3.0
4.0
6.0
13.0
15.0
16.8
18.8
21.0
32.0
37.0
42.0
48.0
54.0
66.0
78.0
90.0
105.0
120.0
130.0
145.0
280.0
310.0
335.0
-
-
-
-
7.9
10.6
13.5
16.8
21.0
28.0
38.0
49.0
61.0
75.0
110.0
145.0
190.0
240.0
295.0
355.0
420.0
490.0
570.0
650.0
11.8
15.6
21.0
26.0
31.0
42.0
56.0
72.0
91.0
115.0
160.0
220.0
16.7
19.3
19.3
22.0
23.0.
36.0
45.0
53.0
60.0
68.0
90.0
120.0
kg
kg/m
kg/m
kg/m
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
9.2
12.2
15.5
19.1
24.0
32.0
42.0
55.0
68.0
84.0
120.0
165.0
11.5
15.4
19.6
25.0
30.0
40.0
54.0
70.0
88.0
110.0
155.0
210.0
16.7
19.3
19.9
22.0
24.0
39.0
47.0
54.0
64.0
79.0
110.0
145.0
68
Manguito
9.3
12.3
15.8
19.6
24.0
32.0
43.0
56.0
70.0
86.0
125.0
165.0
SN 10000
7.4
9.9
12.6
15.5
18.9
26.0
34.0
44.0
55.0
67.0
96.0
130.0
SN 5000
kg/m
-
-
-
-
7.5
10.0
12.6
15.8
19.3
26.0
35.0
45.0
56.0
69.0
98.0
135.0
175.0
220.0
270.0
320.0
380.0
445.0
520.0
580.0
SN 2500
SN 10000
kg/m
2.0
3.0
4.0
6.0
13.7
15.8
17.9
19.6
22.0
34.0
39.0
46.0
53.0
60.0
74.0
88.0
105.0
120.0
135.0
155.0
170.0
325.0
355.0
385.0
Manguito
SN 5000
kg/m
-
2.5
-
4.9
-
7.2
-
10.8
10.3
12.7
13.8
17.3
17.6
23.0
22.0
29.0
27.0
35.0
37.0
48.0
49.0
66.0
64.0
86.0
81.0 110.0
100.0 135.0
145.0 195.0
195.0 260.0
255.0 340.0
320.0 425.0
390.0 530.0
470.0 640.0
560.0 750.0
660.0 890.0
760.0 1030.0
870.0 1170.0
PN 32
SN 2500
SN 10000
mm
300
350
400
450
500
600
700
800
900
1000
1200
1400
kg/m
PN 25
SN 5000
kg/m
PN 20
SN 2500
DN
kg/m
Manguito
ap.
SN 10000
mm
kg/m kg/m kg/m
kg
100
150
200
250
300
9.1
11.3
14.1
7.0
350
12.2
15.1
18.9
8.0
400
15.5
19.4
25.0
9.0
450
19.4
25.0
30.0
10.1
500
24.0
30.0
37.0
11.1
600
33.0
41.0
50.0
12.8
700
44.0
55.0
67.0
15.2
800
57.0
71.0
87.0
18.1
900
72.0
88.0 115.0
21.0
1000
88.0 110.0 140.0
24.0
1200
130.0 160.0 200.0
30.0
1400
175.0 215.0 270.0
37.0
1600
230.0 280.0 345.0
44.0
1800
290.0 355.0 440.0
51.0
2000
355.0 435.0 540.0
61.0
2200
425.0 530.0 650.0
71.0
2400
510.0 630.0 770.0
82.0
2600
600.0 740.0 910.0 110.0
2800
690.0 850.0 1050.0 120.0
3000
790.0 970.0 1210.0 135.0
PN 16
SN 5000
10
PN 10
SN 2500
09
PN 6
Coupling
SN 2500
08
Gravidade
SN 10000
DN
SN 5000
07
kg
kg/m
kg/m
kg/m
kg
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
11.3
15.0
19.0
24.0
29.0
39.0
52.0
68.0
85.0
105.0
150.0
205.0
16.7
19.3
22.0
25.0
27.0
44.0
56.0
66.0
95.0
115.0
135.0
170.0
-
2.5
-
4.9
-
7.2
-
10.8
9.5
12.2
12.6
16.3
16.1
21.0
19.9
26.0
25.0
32.0
33.0
44.0
45.0
59.0
58.0
76.0
73.0
95.0
89.0 120.0
130.0 170.0
175.0 230.0
225.0 295.0
285.0 375.0
350.0 460.0
420.0 560.0
495.0 660.0
580.0 770.0
680.0 900.0
770.0 1030.0
2.0
3.0
4.0
6.0
14.1
16.4
18.5
21.0
23.0
35.0
42.0
50.0
58.0
66.0
81.0
100.0
125.0
01
02
03
Apêndice I
Necessidade de lubrificante por união
Diametro Nominal do tubo (mm)
Quantidade Nominal
de Lubrificante
por união
100 a 250 0.050
300 a 500
0.075
600 a 800
0.10
900 a 1000
0.15
1100 a 1200
0.20
0.25
1300 a 1400
1500 a 1600
0.30
1800
0.35
2000
0.40
2200
0.45
2400
0.50
2600
0.55
2800
0.60
3000
0.65
Apêndice J
Limpeza de condutas de
saneamento FLOWTITE
04
Existem vários métodos de limpeza de condutas de
saneamento por gravidade. Estas variam em função do
diâmetro, do grau e da natureza da obstrução. Todas
necessitam de energia mecânica ou hidropneumática,
para limpar o interior dos tubos. Nos casos em que se
recorra a meios mecânicos, aconselha-se o uso de
raquetes de plástico, para evitar danos na superfície
interna dos tubos.
07
Em alguns países, são utilizadas mangueiras de
égua sob pressão ou com agulhetas de jacto. Este
procedimento pode provocar danos na maioria dos
materiais, caso não sejam controlados correctamente.
A experiência demonstra que, para evitar danos na
tubagem de PRFV utilizadas nas redes de saneamento,
deve proceder-se de acordo com as seguintes
recomendações.
Limpeza de condutas de saneamento por gravidade
e pressão (FS e FPS)
1 A pressão máxima da entrada de água deve ser
! Nota: A quantidade de lubrificante tem em conta os
de 120 bar*. Dada a superfície lisa do acabamento
interior de tubagem de PRFV, é possível eliminar
qualquer obstrução e efectuar uma limpeza
adequada com esta pressão.
requisitos da lubrificação de duas juntas de
borracha e dos extremos-macho por cada união.
As juntas montadas em fábrica só necessitam
metade das quantidades que figuram nesta tabela
por cada união..
2 Os limpadores devem incorporar, de preferência,
varias saídas em redor da circunferência da
agulheta. Deve evitar-se usar limpadores com
correntes ou arames, assim como agulhetas
rotativas ou agressivas.
3 O ângulo de saída da água da agulheta deve
ser inferior a 30º. Um ângulo inferior a 20º é
normalmente suficiente para os tubos de PRFV,
uma vez que a superfície lisa dos tubos evita a
aderência, assim apenas será necessária uma
operação de lavagem.
4 A agulheta deve ter, pelo menos entre seis a oito
orifícios, de 2,4mm.
5 A superfície exterior da agulheta deve ser lisa
e o seu peso não deve ser superior a 4,5 Kg.
O comprimento da agulheta correspondente
a este peso, será de cerca de 170mm. Para
diâmetros pequenos e médios (DN100-800mm)
devem ser utilizadas agulhetas mais pequenas
(aproximadamente 2,5 kg).
6 O movimento de avanço e recuo da agulheta deve
limitar-se a uma velocidade de 30 metros/mN. Não
devem ser permitidos movimentos incontrolados
da agulheta. Quando a agulheta é inserida na
tubagem, deve evitar-se que esta produza golpes
na parede do tubo.
69
05
06
08
09
10
ap.
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
ap.
7 As agulhetas com deslizadores aumentam a
Limpeza de tubagens de pressão (FP)
distância entre a agulheta e a parede do tubo. Como
consequência, é possível obter uma limpeza menos
agressiva.
As indicações que a seguir se descrevem, são para as
tubagens FLOWTITE quando utilizadas em aplicações
de saneamento.
8 O uso de equipamentos ou pressões que não
1 A pressão máxima de entrada de água deve ser
estejam de acordo com estes critérios poderão
produzir danos na tubagem instalada.
de 80 bar. Dada a superfície lisa do acabamento
interior das tubagens de PRFV, pode-se eliminar
qualquer obstrução e efectuar uma limpeza
adequada com pressões inferiores.
O descasque local da camada de abrasão não se pode
considerar que afecte as condições de funcionamento
da tubagem.
2 Os limpadores devem incorporar, de preferência,
Para obter informação adicional consulte o seu
fornecedor.
várias saídas em redor da circunferência da
agulheta. Deve evitar-se o uso de limpadores
com correntes ou arames, assim como agulhetas
rotativas ou agressivas.
3 O ângulo de saída da água da agulheta deve situar-
se entre 6 e15º, tendo como referencia o eixo do tubo.
4 A agulheta deve incorporar, pelo menos, entre seis
e oito orifícios de 2,4mm, no mínimo.
5 A superfície exterior da agulheta deve ser lisa e o
Figura J–1 Agulheta com saídas de jacto á roda da
sua circunferência (4,5 Kg)
seu peso não deve exceder os 2,5 Kg.
6 O movimento de avanço e recuo da agulheta deve
estar limitado a uma velocidade de 30 metros/m.
Não deve ser permitido o movimento incontrolado
da agulheta. Quando se insere a agulheta na
tubagem, deve evitar-se que esta produza golpes
nas paredes do tubo.
7 As agulhetas com deslizadores aumentam a
distancia entre a agulheta e a parede do tudo
Em consequência, obtêm-se uma limpeza menos
agressiva (ver figura J-3).
Figura J–2 Agulheta com saídas de jacto em redor
da sua circunferência (2,5 Kg)
8 O uso de equipamentos ou pressões que não
*A limpeza pode ser realizada apenas com uma agulheta de 600 W/mm2
de potência. Com base na nossa experiencia, se seja utilizada uma
agulheta como atrás se descreve, com um caudal de 300 L/m, obterse-á uma pressão de 120 bar."
estejam de acordo com estes critérios, pode
provocar danos na tubagem instaladas.
Para obter mais informações consulte o seu
fornecedor.
6° a 15°
Figura J–3 Agulheta com deslizadores
70
Este guia de instalação de condutas enterradas é
propriedade intelectual da FTEC. Todos os direitos
reservados.
Nemhuma parte deste guia de instalação pode ser
registada ou trasmitida por qualquer sistema de
recuperação de informação, nem ser reproduzida, em
todo ou em parte, por nemhum meio, seja electronico,
seja mecânico, por fotocopia, gravação ou qualquer
outro, sem o consentimento prévio, por escrito, do
proprietário da propriedade intelectual
Codigos dos sombreados
Leito/Cimento
compactado
Betão
Leito/Cimento
Madeira
Material de
Aterro
Pedra
Material de aterro compactado
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que aparecem nas especificações
de produto são nominais. Podem
obter-se resultados insatisfatórios
na utilização dos produtos devido
a flutuações ambientais, ás
variações nos procedimentos de
funcionamento ou interpolação
de dados. Face ao referido,
recomendamos aos interessados
na utilização destes dados que
possuam formação especializada e
experiencia suficiente na aplicação
destes produtos, sua instalação e
suas condições de funcionamento.
Será sempre aconselhável
consultar o departamento tecnico
de engenharia, antes de instalar
qualquer destes produtos, para
verificar a sua adequação aos
objectivos e aplicações pretendidas.
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declaramos que não poderemos
aceitar qualquer responsabilidade
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que possam resultar da instalação
ou uso de qualquer dos produtos
constantes deste manual, caso
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