Recorte nº 162 - Porto de Setúbal

Transcrição

Recorte nº 162 - Porto de Setúbal
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Primeiro semestre de 2010
Utilização da ferrovia cresce no porto de Setúbal
23.08.10 - 12:01 Por Paulo Vilarinho
DR
Rodovia continua a ser a principal porta do porto de Setúbal
No primeiro semestre de 2010, confirmou-se a tendência - já registada no ano
anterior - para o aumento da utilização da ferrovia na ligação do porto de Setúbal ao
seu ‘hinterland’, muito embora a rodovia continue a ser preferencialmente usada no
fluxo de entrada e saída de mercadorias nos terminais portuários. Na repartição por
modos de transporte, a ferrovia já representa 22% do volume total de mercadorias
que entram ou saem dos terminais portuários de Setúbal via terrestre (face aos 12%
do período homólogo de 2009), por contraposição à descida verificada no modo
rodoviário, que passou de uma quota de 74% para 68%.
Este crescimento resulta em inúmeros benefícios, não só em termos de eficiência e
rapidez na ligação entre os modos marítimo e terrestre, mas também, no que
respeita ao alargamento do ‘hinterland’ e à protecção do ambiente, pois representa
uma solução mais equilibrada, traduzindo-se numa redução nas emissões de dióxido
de carbono e do tráfego rodoviário, com a consequente diminuição dos
congestionamentos e acidentes nas estradas.
A tendência de aumento da utilização da ferrovia resulta do esforço, tanto dos
concessionários como da administração portuária, em melhorar e incentivar as
ligações terrestres aos terminais comerciais do porto de Setúbal, privilegiando as
ligações ferroviárias directas. Ao mesmo tempo, as ligações rodoviárias directas ao
porto também têm vindo a ser melhoradas, sendo exemplo disso a ligação da autoestrada A2 à península da Mitrena, actualmente em curso.
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TCL cresce 7% até julho
Nos primeiros sete meses do ano, o Terminal de
Contentores de Leixões (TCL) movimentou
274.815 teu, o que representa um crescimento de
7% relativamente ao mesmo período de 2009.
Em número de contentores, o crescimento
percentual alcançado foi de 5%, com 173.146
contentores movimentados entre Janeiro e Julho.
Em Julho, precisamente, o TCL movimentou
42.331 teu, correspondentes a 26.573
contentores. Este resultado mensal é o melhor do
ano corrente, em termos absolutos.
Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o resultado de agora
representa apenas mais 1% em contentores e 3% em teu.
Julho é tradicionalmente um mês de intensa actividade no TCL.
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Estilha em Leixões: Comunidade portuária exorta
à concentração na solução e não no problema
A Comunidade Portuária do Porto de Leixões
(CPPL) convida, em comunicado, “a comunidade
cívica a concentrar-se mais na solução e menos
no problema de modo a continuarem a resolver-se
os impactos negativos da descarga da estilha”.
Congregando várias organizações representativas
de “agentes económicos diversos, cuja actividade
recebe impacto muito positivo da existência deste
porto e do seu bom desempenho”, a CPPL
debruça-se no referido comunicado sobre o facto
do porto de Leixões ser “nestes últimos dias (…) objecto de notícia na imprensa
devido à descarga de estilha”.
Pugnando por uma inserção de qualidade da movimentação das cargas no porto de
Leixões na malha urbana envolvente do porto, sempre respeitando os melhores
procedimentos ambientais, a CPPL salienta o facto do presidente da estrutura ter
apresentado “um conjunto de medidas para resolver os problemas da descarga da
estilha que merecem o nosso acordo”.
A CPPL alude à “desconfiança de um grupo de cidadãos sobre as explicações”
dadas pela APDL e sobre a implementação da solução para o problema,
desconfiança essa de que tomou conhecimento pela Imprensa, e a que a mais
recente alusão terá sido a de Guilherme Pinto, presidente da autarquia, de que neste
espaço demos conta. Salientando que o porto é “uma infra-estrutura fundamental
para o desenvolvimento da economia nacional com relevante destaque para a
economia da Região Norte, por aqui passando 25% do comércio externo português”,
a CPPL recorda que “a Autoridade Portuária investiu milhões de euros na construção
de um acesso rodoviário ao porto, exclusivo, de modo a retirar da malha urbana de
Matosinhos milhares de camiões”. Discorda, por tal facto, de “posições públicas que
não concedem ao diálogo o espaço que as circunstâncias exigem”.
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