versão PDF - Companhia Nacional de Bailado

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versão PDF - Companhia Nacional de Bailado
DIREÇÃO ARTÍSTICA
LUÍSA TAVEIRA
QUEBRA NOZES
QUEBRA NOZES
QUEBRA NOZES
QUEBRA NOZES
Dezembro
dias 5, 6, 12, 13, 17,
18, 19 e 20 às 21h
dias 7, 14 e 21 às 16h
Espetáculo EDP
11 de dezembro às 21h
Escolas
10 de dezembro às 15h
Fernando Duarte
coreografia
André e. Teodósio
encenação
e dramaturgia
Piotr I. Tchaikovski
música
João Pedro Vale
e Nuno Alexandre
Ferreira
cenário e figurinos
Daniel Worm
d’Assumpção
desenho de luz
ORQUESTRA
SINFÓNICA
PORTUGUESA
interpretação musical
José Miguel Esandi
direção musical
Para a produção do
Quebra Nozes Quebra Nozes
Atelier de Costura da CNB
execução de guarda roupa
Adelaide Marinho
mestra
Adelaide Pedro Paulo
Ana, Sofia Fernandes
Cristina Fernandes
Conceição Santos
Diana Almeida
Helena Marques
Leopoldina Garcia
costureiras
BREGAS:
João Maciel
Anna Bertsh
vídeo
Sara Ribeiro Pereira
Ana Lacerda
Fátima Brito
Rui Alexandre
ensaiadores
Sonja Câmara
Bruno Portugal
Rui Freitas
João Cruz
Anze Persin
Gemeniano Cruz
Carlos Almeida
Pedro Rodrigues
Miguel Faro
Diogo & Santos
Estreia absoluta
Lisboa, Teatro Camões
5 de dezembro de 2014
Mike Goes West
execução de
cenários e adereços
A FUNDAÇÃO EDP
É MECENAS PRINCIPAL DA COMPANHIA NACIONAL DE BAILADO
E MECENAS EXCLUSIVO DA DIGRESSÃO NACIONAL
QUEBRA NOZES
QUEBRA NOZES
¯¯¯ André e. Teodósio,
¯¯¯ Novembro de 2014
An Anthropologist Looks at
Ballet as a Form of Ethnic
Dance.
¯¯¯ Joann Kealiinohomoku
[AVISO: Este espetáculo é composto por, pelo menos, duas versões de um mesmo espetáculo em
simultâneo. Enquanto temas culturais podemos
defini-las como sendo uma versão para adultos
e outra versão para crianças. Fica ao critério do
espectador…]
Entrei no universo teórico em torno do bailado denominado Quebra-Nozes artilhado como um antropólogo
mas sem as metodologias deste.
De um espetáculo recusado na sua estreia, ou daquilo
que é herdado como sendo o original, às suas múltiplas
versões e apropriações feitas na ‘terra dos sonhos’,
Quebra-Nozes levou-me a lugar díspares e desconhecidos. Fui de uma primeira parte teatral a uma segunda
parte mais dançada, fui de Petipa a Mark Morris, do
conto de Hoffman à Fantasia da Disney, e das abelhas
de Tchaikovski às colmeias presentes no filme A dança
– Le Ballet de l’Opéra de Paris de Frederick Wiseman.
Um verdadeiro mundo numa casca de noz!
Dei trambolhões sucessivos até chegar a uma frase que
se tornou o início de uma amálgama (a escolha desta
palavra coaduna-se com o mundo dos doces):
Um espetáculo emigrante síncrono com o ritual de passagem da protagonista.
Decididamente era a partir disto que queria trabalhar.
Pensar a ideia de definição da subjetividade (do mundo,
das vidas, dos corpos, das linguagens, das sensações
etc.) não como sendo uma coisa definida cartesianamente mas resultante ou emergente do laissez-faire
constante das nossas atividades complexas na sua
definição e inclusivas, nem que seja em potência. No
fundo, a abolição de qualquer lógica ou argumento definido culturalmente como sendo verdadeiro, autêntico,
factual, original, ou criador de comum.
E contra mim falo que, neste momento, devia estar calado a comer rebuçados e a cariar os dentes em vez de
estar a tentar justificar o que estão prestes a ver!
Neste espetáculo, que tenta reclamar para si a narrativa com todas as figuras ou esquemas que ao longo do
tempo foram sendo integrados, para além da introdução
de ainda mais figuras e mais esquemas que, espero que
ao longo dos tempos se tornem num movimento cada
vez maior até já só existir um palco cheio de pessoas
a desempenharem funções e nenhum público a assistir
até porque haverá papéis para todos!, dizia eu, para
além de um espetáculo armadilhado com a História do
próprio espetáculo, vão encontrar citações, devaneios,
erros, trocadilhos, ecologia, dança, acrónimos, abusos,
ousadias e coisas metidas a martelo.
Um delírio especulativo ou arte como experiência
cognitiva.
Mas atenção, não valia tudo!
Como no texto da escritora Sophia de Mello Breyner
Andresen que a diretora da CNB Luisa Taveira, a quem
muito agradeço este desafio, escolheu como epígrafe
deste espetáculo no programa da companhia, também
a mim, Maria Clara vestida de abelha com barbas de
flores, tudo o que era informação me “ia e vinha / e a
cada coisa perguntava / que nome tinha.”
Pois embora desconheçamos a origem da maior parte
das tradições que herdamos, já de outras destrinçamos
bem o seu começo.
O bailado Quebras-Nozes é uma dessas tradições inventadas.
E se ela é inventada, então não há nenhum mal em reinventá-la para que acompanhe estas noites brancas que,
de oníricas, longe vão das singularidades do mundo de
uma outra Clara quebrado por um “tio misterioso, artista dir-se-ia”.
No mundo QN-por-vir jamais as vidas complexas serão
cindidas por dicotomias!
No mundo QN há que juntar os pontinhos e colorir o que
acharmos por bem.
É que no fim…
Tudo acaba com as abelhas.
(E isto é e não é uma metáfora). —
Agradecimentos
Luisa Taveira e CNB, a todos os colaboradores artísticos, ao André Godinho, Anna Bertsch, Claudia Jardim,
Elisabete Fragoso, Joana Barrios, Joana Dilão, João
dos Santos Martins, José Maria Vieira Mendes, Mariana Sá Nogueira, Pedro Penim, Pedro Marum, Rita,
Rosário Balbi, Teatro Praga e família.
Rainha dos Doces
Desenho de figurino
FERNANDO DUARTE
COREOGRAFIA
ANDRÉ e. TEODÓSIO
ENCENAÇÃO E DRAMATURGIA
—
—
Fernando Duarte, natural de Lisboa, realizou os seus estu-
André de Mendonça Escoto Teodósio nasceu em Lisboa, em
dos na Academia de Dança Contemporânea de Setúbal sob
1977. Frequentou o Conservatório Nacional de Música, a
orientação de Maria Bessa e António Rodrigues. Foi bailarino
Escola Superior de Música e a Escola Superior de Teatro e
estagiário na CeDeCe – Companhia de Dança Contemporâ-
Cinema. É membro do Teatro Praga, tendo também integrado
nea. Ingressou no elenco da CNB em 1996, sendo promovido
a companhia de teatro Casa Conveniente e colabora assidua-
a Bailarino Principal em 2003. Interpretou vasto repertório
mente com a companhia de teatro Cão Solteiro. Para além dos
clássico, nomeadamente Giselle, O Lago dos Cisnes, A Bela
trabalhos desenvolvidos com o Teatro Praga encenou a solo os
Adormecida, Cinderela, O Quebra-Nozes, Romeu e Julieta,
espetáculos Três mulheres, de Sylvia Plath, Diário de um louco,
A Dama das Camélias, La Sylphide, Coppélia, Raymonda,
de Nikolai Gogol, Super-Gorila e Supernova, co-criados com
Onegin, Les Sylphides, assim como as obras de Balanchine
José Maria Vieira Mendes e André Godinho e Shhhhhhhow.
Apollo, Serenade, Who Cares?, Os 4 Temperamentos, Sinfo-
Recentemente dedica-se a construir espetáculos sobre os
nia em Dó e Sinfonia em Três Movimentos. Dançou ainda
seus amigos integrando-os no ciclo Top Models que inclui
coreografias de Van Manen, Duato, Lightfoot/Léon, Whee-
Susana Pomba (um mito urbano) e Paula Sá Nogueira (um
ldon, O’Day, Forsythe, Keersmaeker, Fielding, Lopes Graça,
bestiário). Encenou as óperas Metanoite, de João Madureira,
Roriz e Wellenkamp, entre outros. De 2005 a 2007 fez parte
Outro Fim, de António Pinho Vargas, Blue Monday, de George
do elenco do Ballet Nacional da Noruega. Paralelamen-
Gershwin, Gianni Schicchi, de Giacomo Puccini e Émilie de
te à carreira de bailarino apresentou-se como coreógrafo
Kaija Saariaho com o artista Vasco Araújo. Escreve regular-
nos Estúdios Coreográficos da CNB em 1999, 2001 e 2003.
mente para diversas publicações sendo autor dos textos Ceno-
Para a CeDeCe criou: Fantasia em (len)sol maior (2002),
fobia editado pela Fundação Culturgest e Império editado pela
O Corvo e a Raposa (2009) e Pão de Brites (2010). Para a
Documenta e colabora com artistas de diversas áreas como
V Gala Internacional de Bailado de Lisboa da CNB criou, em
cinema, literatura, artes visuais e dança. É ainda coautor do
2010, Cimbalo Obbligato sobre música do compositor Carlos
bailado Perda Preciosa para a Companhia Nacional de Bai-
Seixas. Em coautoria com Solange Melo apresentou Cindere-
lado recipiente do prémio Sociedade Portuguesa de Autores
la em bicos de pés – A Gata Borralheira contada e dançada
em 2012 na categoria de melhor espetáculo de dança. Tem
para as crianças (2008), um espetáculo único em Portugal na
apresentado os seus trabalhos em muitos teatros portugueses
apresentação de bailado clássico ao público mais jovem assim
e estrangeiros (França, Alemanha, Espanha, Israel, Hungria,
como Dó, Ré, Mi, Perlimpimpim – Uma viagem musical para
Eslovénia, Reino Unido, Áustria, Itália e Bélgica) com muita
bebés dos 3 meses aos 3 anos (2011) sobre música inédita de
regularidade. Foi nomeado, pelo Jornal Expresso, como um
Mário Franco. Desde setembro de 2011 que acumula funções
dos 100 portugueses mais influentes de 2012. —
de professor e ensaiador na CNB, passando oficialmente
a Mestre de Bailado em setembro de 2013. Foi o principal
responsável na remontagem dos bailados Savalliana de Lopes
Graça, A Bela Adormecida e Cinderela, versões de Ted Brandsen
e Michael Corder respetivamente. A convite da Direção Artística da CNB estreou a sua própria versão de O Lago dos Cisnes
a 14 de fevereiro de 2013. —
Quebra-Nozes
Desenho de figurino
JOÃO PEDRO VALE
NUNO ALEXANDRE FERREIRA
CENÁRIO E FIGURINOS
—
João Pedro Vale, nascido em Lisboa, no ano de 1976, sempre
quis ser bailarino. Realiza agora o sonho de uma vida. Por
sua vez, Nuno Alexandre Ferreira, nasceu em Torres Vedras,
em 1973, e sempre gostou de dançar. Como não havia aulas
de ballet na província, aprendeu tudo o que sabe no elenco
do Rancho Folclórico As Flores do Oeste. Assinam trabalhos
em conjunto desde 2008. A sua obra tem sido exposta a nível
nacional e internacional, estando representada em coleções
públicas e privadas tanto em Portugal como no estrangeiro. —
DANIEL WORM D’ASSUMPÇÃO
DESENHO DE LUZ
ANNA BERTSH
VÍDEO
—
—
Nasceu em Lisboa, em 1964. Desenhador de luz independente
Intérprete visual de música, texto e espaço, sempre explora
firmado em Lisboa, iniciou a sua carreira profissional de técnico
fronteiras facultadas para preencher aquele espaço de
de luz em 1984, trabalhando em instituições como Ballet Gul-
imagem com um determinado ambiente, um sentimento
benkian, ACARTE, Teatro Nacional S. João, no Porto e Teatro
e sensação. Tendo estudado Arte Multimédia em Sal-
Camões-Expo98. Desde 1987 que presta colaboração de tra-
zburg, uma busca visual conduziu-a a festivais, pal-
balhos de iluminação com encenadores, coreógrafos e com-
cos de teatro, espaços de exposições, encomen-
positores como Constança Capdeville, João Natividade, Clara
das de projetos e trabalhos em desenvolvimento
Andermatt, Margarida Bettencourt, Aldara Bizarro, Rui Lopes
contínuo. Enquanto annablume, Anna Bertsch
Graça, Duarte Barrilaro Ruas, Ricardo Pais, Luís Miguel Cintra,
é sempre uma sensação de que a noção é
Giorgio Barberio Corsetti, Christine Laurent, Nuno Carinhas,
transmitida e compreendida. —
Fernanda Lapa, Francisco Camacho, Lucia Sigalho, Miguel
Loureiro, Carlos Pimenta, Paula Diogo, Joaquim Horta, Nuno
Nunes, Tim Carroll, Inês de Medeiros, Luca Aprea, Pedro Penim, André e. Teodósio, Tonan Quito, Paulo Castro, Patrícia Portela, Jorge Andrade, Paula Sá Nogueira, Vasco Araújo, entre
outros. Atualmente é colaborador regular das companhias de
teatro: Teatro da Cornucópia, Teatro Praga e Truta Associação
Cultural. Para a CNB colaborou com Rui Lopes Graça no bailado
Savalliana em 2000 e em 2012 no bailado Perda Preciosa do
mesmo coreógrafo em coautoria com André e. Teodósio. —
Algodão Doce
Desenho de figurino
JOSÉ MIGUEL ESANDI
DIREÇÃO MUSICAL
ORQUESTRA SINFÓNICA
PORTUGUESA
—
—
Iniciou os estudos musicais no seu país natal, a Argentina,
Criada em 1993, a Orquestra Sinfónica Portuguesa (OSP) é um
onde tocou trompa na Orquestra Nacional da Juventude.
dos corpos artísticos do Teatro Nacional de São Carlos e tem
Obteve o Bacharelato na New World School of the Arts, em
vindo a desenvolver uma atividade sinfónica própria, incluin-
Miami, EUA. Prosseguiu estudos na Universidade de Música
do uma programação regular de concertos, participações em
de Viena, Áustria, onde se diplomou com distinção, em 1998.
festivais de música nacionais e internacionais. No âmbito de
Maestro filiado do Estúdio de Ópera do Conservatório Real de
outras colaborações destaque-se também a sua presença nos
Haia, Países Baixos, dirigiu produções das óperas L’ Enfant
seguintes acontecimentos: 8.º Torneio Eurovisão de Jovens
et les sortilèges, A Flauta Mágica, Albert Herring, As duas
Músicos transmitido pela Eurovisão para cerca de quinze paí-
viúvas de Bedřich Smetana, As Bodas de Fígaro e La Colombe
ses (1996); concerto de encerramento do 47.º Festival Inter-
de Charles Gounod. Mais recentemente, dirigiu O Elixir do
nacional de Música e Dança de Granada (1997); concerto de
Amor numa nova produção de Donizetti, Manon Lescaut e La
Gala de Abertura da Feira do Livro de Frankfurt; concerto de
Bohéme de Puccini na Ópera de Graz, La Rondine no Teatro
encerramento da Expo 98; Festival de Música Contemporânea
Nacional de São Carlos em Lisboa, La Bohème no Théâtre de
de Alicante (2000); e Festival de Teatro Clássico de Mérida
la Monnaie, Rigoletto e Carmen na Opéra National da Lorrai-
(2003). No âmbito das temporadas líricas e sinfónicas, a OSP
ne, La Bohème na Ópera de Los Angeles e A Flauta Mágica no
tem-se apresentado sob a direção de notáveis maestros, tais
Teatro de Hagen. Em concerto dirigiu, entre outras, as orques-
como Rafael Frühbeck de Burgos, Alain Lombard, Nello Santi,
tras Filarmónica de Roterdão, Filarmónica de Haia, Sinfónica
Alberto Zedda, Harry Christophers, George Pehlivanian, Mi-
da Rádio de Viena, Filarmónica de Marselha, Filarmónica da
chel Plasson, Krzysztof Penderecki, Djansug Kakhidze, Milán
Academia de Viena, Sinfónica e Lírica de Nancy, Filarmónica
Horvat, Jeffrey Tate e Iuri Ahronovitch, entre outros. A dis-
Nacional do México e a Orquestra do Teatro Argentino. Foi
cografia da OSP conta com dois CD’s para a etiqueta Marco
assistente de grandes nomes da direção musical, nomeada-
Polo, com as sinfonias números 1, 3, 5 e 6, de Joly Braga San-
mente James Conlon, Hartmut Hänchen, Carlo Rizzi, Valeri
tos, as quais gravou sob a direção do seu primeiro maestro
Guerguiev e Yannick Nézet-Séguin, em produções de ópera
titular, Álvaro Cassuto, e Crossing Borders (obras de Wagner,
apresentadas, por exemplo, na Ópera dos Países Baixos,
Gershwin, Mendelssohn), sob a direção de Julia Jones, numa
Vlaamse Oper, Opéra National de Paris e Festival de Salzbur-
gravação ao vivo pela Antena 2. No cargo de maestro titular,
go. Futuros compromissos incluem a ópera La Bohéme com
seguiram-se José Ramón Encinar (1999/2001), Zoltán Peskó
a Ópera de Graz, bem como diversos concertos do repertório
(2001/2004) e Julia Jones (2008/2011); Donato Renzetti de-
sinfónico e uma produção de dança intitulada Die Liebe einer
sempenhou funções de Primeiro Maestro Convidado entre
Königin, com obras de Rachmaninov, dirigindo a Orquestra
2005 e 2007. Atualmente, a direção musical está a cargo de
Sinfónica de Graz. Numa primeira colaboração com a Compa-
Joana Carneiro. —
nhia Nacional de Bailado, dirigiu a Orquestra Sinfónica Portuguesa, na interpretação de La Valse, de Ravel, e A Sagração
da Primavera, de Stravinski. —
Arlequim e Columbina
Desenho de figurinos
DIREÇÃO ARTÍSTICA Luísa Taveira
BAILARINOS PRINCIPAIS Adeline Charpentier; Ana Lacerda; Barbora Hruskova; Filipa de Castro; Filomena Pinto; Inês Amaral; Peggy Konik;
Solange Melo; Alexandre Fernandes; Carlos Pinillos; Mário Franco; BAILARINOS SOLISTAS Fátima Brito; Isabel Galriça; Mariana Paz; Paulina
Santos; Yurina Miura; Andrea Bena; Brent Williamson; Luis d’Albergaria; BAILARINOS CORIFEUS Andreia Pinho; Annabel Barnes; Catarina
Lourenço; Henriett Ventura; Irina de Oliveira; Maria João Pinto; Marta Sobreira; Seong-Wan Moon; Armando Maciel; Dominic Whitbrook; Freek
Damen; Miguel Ramalho; Tom Colin; Xavier Carmo CORPO DE BAILE África Sobrino; Alexandra Rolfe; Almudena Maldonado; Andreia Mota;
Carla Pereira; Catarina Grilo; Charmaine Du Mont; Elsa Madeira; Filipa Pinhão; Florencia Siciliano; Inês Ferrer; Inês Moura; Isabel Frederico;
Júlia Roca; Leonor de Jesus; Margarida Pimenta; Maria Santos; Marina Figueiredo; Melissa Parsons; Patricia Keleher; Shanti Mouget;
Sílvia Santos; Susana Matos; Tatiana Grenkova; Zoe Roberts; Christian Schwarm; Dukin Seo; Filipe Macedo; Francesco Colombo; Frederico
Gameiro; João Carlos Petrucci; José Carlos Oliveira; Kilian Souc; Lourenço Ferreira; Mark Biocca; Nuno Fernandes; Ricardo Limão; Tiago Coelho
BAILARINOS ESTAGIÁRIOS Calum Collins; Joshua Earl;
MESTRES DE BAILADO Fernando Duarte (coordenador); Maria Palmeirim ENSAIADOR Rui Alexandre ADJUNTO DA DIREÇÃO
ARTÍSTICA João Costa COORDENADORA MUSICAL Ana Paula Ferreira COORDENADORA ARTÍSTICA EXECUTIVA Filipa Rola
COORDENADOR DE PROJETOS ESPECIAIS Rui Lopes Graça INSTRUTOR DE DANÇA NA PREVENÇÃO E RECUPERAÇÃO DE
LESÕES Didier Chazeu PROFESSORES DE DANÇA CONVIDADOS Boris Storojkov**; Guilherme Dias** PIANISTAS CONVIDADOS
Humberto Ruaz**; Jorge Silva**; Hugo Oliveira**
OPART E.P.E.
CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Presidente José António Falcão; Vogal Adriano Jordão; Vogal João Pedro Consolado DIREÇÃO
DE ESPETÁCULOS Diretora Margarida Mendes; Carla Almeida (coordenadora); Bruno Silva (digressão e eventos); Natacha Fernandes
(assistente); ATELIER DE COSTURA Paula Marinho (coordenadora); Adelaide Pedro Paulo; Cristina Fernandes; Conceição Santos; Helena
Marques DIREÇÃO TÉCNICA Diretora Cristina Piedade; Sector de Maquinaria Alves Forte (chefe de sector); Miguel Osório; Carlos Reis*
Sector de Som e Audiovisuais Bruno Gonçalves (chefe de sector); Paulo Fernandes Sector de Luz Vítor José (chefe de sector); Pedro
Mendes Sector de Palco Ricardo Alegria; Frederico Godinho; Marco Jardim DIREÇÃO DE CENA Diretor Henrique Andrade; Vanda França
(assistente / contrarregra) Conservação do Guarda Roupa Carla Cruz (coordenadora) DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO Cristina de
Jesus (coordenadora); Pedro Mascarenhas Canais Internet José Luís Costa Vídeo e Arquivo Digital Marco Arantes Design João Campos**
Bilheteira Ana Rita Ferreira; Luísa Lourenço; Rita Martins ENSAIOS GERAIS SOLIDÁRIOS Luis Moreira*** (coordenador) PROJETOS
ESPECIAIS Fátima Ramos*** DIREÇÃO FINANCEIRA E ADMINISTRATIVA OPART Diretora Sónia Teixeira; António Pinheiro; Edna
Narciso; Fátima Ramos; Marco Prezado (TOC); Susana Santos Limpeza e Economato Lurdes Mesquita; Maria Conceição Pereira; Maria
de Lurdes Moura; Maria do Céu Cardoso; Maria Isabel Sousa; Maria Teresa Gonçalves DIREÇÃO DE RECURSOS HUMANOS OPART
Diretor Paulo Veríssimo; Sofia Teopisto; Vânia Guerreiro; Zulmira Mendes GABINETE DE GESTÃO DO PATRIMÓNIO Nuno Cassiano
(coordenador); António Silva; Armando Cardoso; Artur Ramos; Carlos Pires; Carlos Santos Silva; Daniel Lima; João Alegria; Manuel Carvalho;
Rui Rodrigues e Sandra Correia GABINETE JURÍDICO OPART Fernanda Rodrigues (coordenadora); Anabela Tavares; Inês Amaral; Juliana
Mimoso** Secretária do Conselho de Administração Regina Sutre OSTEOPATA Vasco Lopes da Silva** SERVIÇOS DE FISIOTERAPIA
Fisiogaspar** SERVIÇOS DE INFORMÁTICA Infocut
* Licença sem vencimento
** Prestadores de serviço
*** Regime de voluntariado
PRÓXIMOS
ESPETÁCULOS
BILHETEIRAS E RESERVAS
Teatro Camões
Quarta a domingo
das 13h às 18h (01 nov – 30 abr)
das 14h às 19h (01 mai – 31 out)
Dias de espetáculo até meia-hora após
o início do espetáculo.
Telef. 218 923 477
—
TEATRO CAMÕES
2015
Teatro Nacional de São Carlos
Segunda a sexta das 13h às 19h
Telef. 213 253 045/6
A PERNA
ESQUERDA DE
TCHAIKOVSKI
Ticketline
www.ticketline.pt
Telef. 707 234 234
Lojas Abreu, Fnac, Worten,
El Corte Inglés, C.C. Dolce Vita
5 FEV—15 FEV
TIAGO RODRIGUES
MÁRIO LAGINHA E
BARBORA HRUSKOVA
CONTACTOS
Teatro Camões
Passeio do Neptuno, Parque das Nações,
1990 - 193 Lisboa
Telef. 218 923 470
BG
PROGRAMA DE HOMENAGEM
AO BALLET GULBENKIAN
12 MAR—29 MAR
Não é permitida a entrada na sala enquanto
o espetáculo está a decorrer (dec. lei nº315/95
de 28 de Novembro); É expressamente
proibido filmar, fotografar ou gravar durante
os espetáculos; É proibido fumar e comer/
beber dentro da sala de espetáculos; Não
se esqueça de, antes de entrar no auditório,
desligar o seu telemóvel; Os menores de 6
anos não poderão assistir ao espetáculo nos
termos do dec. lei nº23/2014 de 14 de abril;
O programa pode ser alterado por motivos
imprevistos.
Espetáculo M/6
OLGA RORIZ
VASCO WELLENKAMP
HANS VAN MANEN
OHAD NAHARIN
GEORGES GARCIA
ORQUESTRA DE CÂMARA
PORTUGUESA
TÁBUA RASA
ANTÓNIO CABRITA
HENRIETT VENTURA
SÃO CASTRO
XAVIER CARMO
O PÁSSARO
DE FOGO
18 JUN—28 JUN
FERNANDO DUARTE
CARLOS PIMENTA
ORQUESTRA SINFÓNICA
PORTUGUESA
WWW.CNB.PT
WWW.FACEBOOK.COM/CNBPORTUGAL
CAPA © CLÁUDIA VAREJÃO
29 ABR—10 MAI
21 MAI—23 MAI
INFORMAÇÕES AO PÚBLICO
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