FORTALEZA - CEARA

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FORTALEZA - CEARA
FORTALEZA
-
CEARA
1997
-
BRASIL
PREFEITURA MUNICIPAL DE FORTALEZA
FUNDA<;':AO CULTURAL DE FORTALEZA
,..,
48° SALAO
DE
ABRIL
MAUC - MUSEU DE ARTE
DA UNIVERSIDADE, FEDERAL
DO CEARA
15 DE ABRIL A 25 DE MAIO
FORTALEZA - CEARA - BRASIL
1997
PREFEITURA MUNICIPAL DE FORTALEZA
Jurac! Vieira Mag<1lhacs
FUNDA(:AO CULTURAL DE FORTALEZA
Claudu) Pen.:tra
48° SALAO DE ABRIL
CURADOR GERAL
Joao Jorge Marques Melo
SALA ESPECIAL OCILMA LIMA
EXPOSI(:AO: OBRIGADA, FORTALEZA
CURADORIA
19nez Fiuza
MUSEU DE ARTE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARA
Pedro Eymar
IDEALCLUBE
LUlz Carlos Aguiar
APOIO TECNICO;
Regina Fiuza
Socorro Barros
Cristina Lacerda
Luis Costa
Jane Mapurunga
Paulo Monteiro
Maria Roscl1'Icirc de Oliveira
Jean D:.mtas CavaJcante
Elizio Cartaxo
Antonio Rodolfo
MariaJulia Ribeiro
MONTAGEM:
Murcio Holanda
Afonso AI meida
Marcelo Lima
COLABORACAO;
Rocio Aguiar Rebollc;as
Tfinia Madruga
o
Salao de Abril, mostra de arte inserida no 1'01 das mais 3.ntigas da America Latina, pode SCI' considerado, hojc, uma rcfcrencia.
nacional, no campo das artes.
Para a Funda~ao Cultural de Fortaleza, que Jssumiu 0 Salao
desde 1986, e gratificantc ve-Io cresccr e melhorar a cada ana.
a cuidado com que 0 nosso Salao de Abril vcm scndo tratado
pcb Funda~jo Cultural de Fortaleza, da mostras incqufvocas do respeito dispcnsado pel a Prefcitura Municipal de Fortalcza aos nossos
artlstas.
Cldudio Pereim
Ecomjustificada alegria que assistimos a mais um Salao de Abril.
Prova da rcsistencia c da vitalidade do nasso movimento :trtistico.
Salao de Abril motivo de orgulho para (odos n65, ccarCIlSCS,
e e patrimonio afetivo dos intclectuais e artistas da cidade.
Ao lango destes doze an os em que asslimi a curadoria desta
mostra de anc, em seu gent:ro lima das mais ;mtigas d;, America
Latina, pude vcr seu crcsceme progrcsso. Estc 3no cstamos realizando urn Salao que c urn dos maiores de toda sua hist6ria, mas nia
tivemos condi~6cs de e1aborar pes-as prolllocionais, canazes,
outdoors, para a sua divulga~:lo. C0l110 nos anes antcriorcs.l:1mpouco
pudemos trazer renomados crfticos de artc para integral' a comissao
julgadora como vinhamos fazcndo rod os os anos. Mas C$tc ana 0
Salao tern urn grande feito a comemorar: Fonalcza ganha um Museu da rnais alta catcgoria, 0 Museu de Arte da Universidade Federal
do Ce~ra, nOSSQ etcrno parceiro, que abriga esta Illostra de ant:: t50
importante para todos n6s.
o
c
TolioJorge Marqlles Melo
Curador
J-1IST6RICO
S;l.I~o de Ahril Il~O ~urgiu por inici;ltiva de :l.rtiSt.1S pl:btico~, ncm de "Iglum cntid:l.de cspo:cific;llTIcntc de~timJ:1 h :l.rtcs.
V<;:io por intermedio de um;l agremia~;10 eslud:mtil, ;l. VEE (Uni:"lo b';uJual de Dwdmtcs).
Por urn dcwio de infornus:io (lOm sido consigll:l.do a Railllumio 1\':111 de Olivl'ira 0 posto de presidentc ness;!. :l.gremi:u;::iu,
lJuando ll:l. rC:l.lid:l.de, 0 deito c ocupanle do meSIllO, foi 0 :l.c;tdcmico de Agrononll:l Gilson Leil<: Gondim. Itumundo Ivan foi sell
or:l.dor, 0 jam:!.) 0 Povo registr;l em SU:l. colun:!. "H~ 50 Anus" 0 :l.contecimcntQ e rd.lciona os membros e1cilos, em dez!,:mhro de 42,
para a diretoria ,h VEE. que S:40: presidente, Glbon Leite Gondim~ pnmnro vicc, Slclio Lopes Mcndonp; segundo vice, llkcns
Aguiuj sl'(Tet~rio~ger;ll, Antonio Gir.i:o Fbrroso; segundo-secrct;'iri,,,, Agnelo S;lIl!i~!:iv lorres; tc~oureiro-geral, Ariov~ldo Toledo;
primelrO-tcsourciro. SebAsti:io Pai;cio; scgundo-tesoureiro, Hiezer Monteiro Gondim; hiblioteci:rio, M~ri~ Pcr~k'~ Aires; oradores,
R~irnulldo Ivan de Oliveira e Marinho de Andr:lde.
o pocCl Aluizio Medeiros, cujo nome c: sempre ligado ~o S~Lio, fOl" designado. pela diretori;l eleicl, par~ l)(;up;tr ~ direS-:io do
Deparbmento de Cultur;1 d;l entidade.
Como Aluizio Medeiros. Ihimundo Iv;m. t' Antonio Gir:io cram os m.. is t'l1llKnh.ldos e envolvidos (om a liteutur~ e ~ ~nc e
tornaram-se. nAtur:l.lmenw, as names m:IIS ern t'vidcnci:l no toc.mte ao S'lJiio de Abril ern .'\la cri~lj":io I' hist6ri~.
A4ui fiel a retiticas::io desse pequeno desvio, rt'coloClndo :l vcrd:ldl' hi~{6fic.1 no seu devido Illg~r. A inforlll:l.~:io nos vem de
Gilson Leite GonJim. Agudecemos.
o prime-iro S~l:io de Ahtil re~lizou-se no di:l dczenove de 1')..0 em um e~p.I~·O deix:ldo l'm UIn prcdio, peno d~ Pr:l~-:l do
FerreirA. de onde se mud~f~ urn.. livr.. ri~ ..Ii existente. A ..lx;rtur.l foi!ls 17 hOr:l~ do di,\ dczenove de JbriL
Por ess~ epoGl. j.i luvi~rllOs n,~tiz~do v;irios sal6cs (0010 0 Centro Cultural de BcI~s Arte~ fllndado em 1941 I' que der~ lnicio
;;, reno\":lI\:io u{istie~ do Ceara. 0 S;l1.io de Abril contou. assim. com a p:llticip:l{io de tigur;\~ import\nt"'s COlllO R~imundo Cd:l,
Antonio Ihndeir~, Aldt"ITlir M.. rtins, M:irio B~ratu, por t"Xemplo.
M;lis a UEE ticou .\pcn;l~ no primciro s~no. E ele tiwu interrompido :l(t> 1946 qU;lndo. enuo. a SCAr (Socied:lde Ce~rt'nse de
Artes PUstic~~), fund:IJ;\ em 1')44, 0 ..s.surniu I' fez 0 segundo j:i com qualltidJde maior d", expositores.
A SCAP deu continuid:l.dc:1O S;t!ao :ltc 195R '1u;lllllo d;l lIlesrn.\ des:lpan:c('u. M;\~ <) Sa1.10 fes~ufgiu, em 1<)(>4 ~ob a tUlda d~
Prefeituf;l Municipal de Fort:llez:l, por sugest.1o do e.scapi:tno Zenon Barreto, e 0 tern conduzido ~tt' hoje, 1', h:i. ~lgllllS anos, sob os
cuid~dos dA Ftlnd~l;:io Cultur~1 de Fortlle7a.
No S;\l;io de 1964 houve um deulhc qUt· coloeou em descomp:ls~o:t cont.1gem do Sal:io - lll:lis unu vez esdarecemos - pois
consignou em seu c~t:!logo. e em noticia~ d~ imprens:l. como Sl:lldo 0 decimo quarto. quando, na rC;llidade. 0 dccimo qU:lno rcalizara-se em 1958.
No S;ll:io de Abril de l')W;l Fundas;ao Cultural de Fnrukz:l, que rc~liza A lllostr~, resolvcu "accrUr 0 p;lSSO" colocando a
conugem do S:lHo em sell numero =to, Icfnendo a verd..d<: d;\ documentA\:io hlst6ric;l 1.' engrenando. COffl't.1rncnte. 0 registro I' ~
cronologia do Sal.i:o.
Ao longo desses ano~ 0 SAlao de Abril vell1-se fazendo, e. :tlXsar de lIldo, deixando sempre urn s:tldo positivo, ..cr('scent.mdo.
;l c:l.da vez, m:ti~ algum;l coisa no nosso p~nor~nn ~rtistico, rnostr.. ndo como ell.' C, ('0010 s(' :lpre~<:nta, C0l110 cvolui. 1', ~te me~mo,
como dcc:l\. Tudo ~ fK'sitivo p;lra;l nurdu ascend<:nte do S~I:io.
A resistcncia I' pcrsistcllci~ IXlr Unto tcmfK', reveb que 0 Sal:io de Abr;l tern uma ~ignifjc:llj":io bern maior do que se pensa I' do
que alguns Ihe qucrem ;ltribuir. E c tt:m sido 0 c;lminho dt: conduzir muitos artistas ;;, revel~lj"ao e ~ nlveis rmis elevados no conceito
:lrtfstico. Ao rne~mo tempo :thre mais a vis:io para ;l manifest:ls;ao cultural do nosso meio 1.' dos nossos artisus.
Pelo S~l:io de Abril pASSJ,r:l.m todos os grandI'S nomes de nOSS;l artc e ~lgulls oulros vindos de for;l. Ele c 0 S~l:io quc revet! e
consagra os blentos, jovens ou n:io, I' os impulsiotl:l p~r~ nuis longt:.
. .
Alem da prescos:~ dos nossos m~iores artisCls 0 S~lao de Abril tem conbdo com ;l presenp de bons critlCos, n;i.o s6 daqul,
como foram Br;lg:l Montenegro, Aluizio Me{leiros, MMio B;lr:l.ttl etc, como criticos vindos de outros csudos, entre os quais Rodngo
N;IVes, Paulo F..steliu Herkenhoff Sheib Leimer, e outros.
P:lr;l 0 S~I.i:o de Abril deste :lno de 1997 alguns outros criticos vir:io, ~hnndo c:lminho para form~lj":io de criticos locais. 0 S"l:io,
por SU;l vez, que (em sido ;lpresen{;ldo em outros esudos do Br~sil, id :loO exterior. E 0 S~l:io Jhr~ngt~ndo m;lIS cspalj"os gr~lj"a~ :to
empenho do presidente d:l Fund:ls;:io Cultur~1 de Forult.za, Cl<'iudio Pereir:l, c seu cur~dor JO:io Jorge. Ede se eSlXrJ.f que os artlS{;lS
;ltu:lis ;lpresentem bons tr:lh;llhos P:lf~ que 0 S..l:io, como S;l!:io, repn;sellte bern ~ geras:ao que :Ii est:!.
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Nilo Firmeza (Estrigas)
Descartes Gadelha
Roberto Galvao
ATA
Nos dias 13 e 15 de abril de 1997, 113 sede do Museu de Artc da
Univcrsidadc Federal do Ceara, rcuniu-se a Comissao de Sck\:lo c
Premia~ao do 4R" Salao Municipal de Abril, formada por Nilo Firmeza (Estrigas), indicado pdo vOto dos artistas inscritos, que prcsIdiu as trabalhos, Descartes Gaclclha c Roberto Galv50, indicados
pcla Fllnda~aL) Cultural de Furtakza.
A comissao cxaminou 0 trabalho das Jrtistas inscritos. sCllcio
selecionados 65 anisras, perfazcndo lUll total 120 de obras porquc 0
juri cntenclcl1 que tkvcria sclccionar apcna" uma obfa de aigulls ar(isras. A Comissao confcriu 0 Premio Pn:fcirura Municipal de For[aleza, no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), ao artista Franze
Chaves (Barrinha), peb qualidadc cstctica da instala(ao aprcst:J1tJda. Ao artista FranciscoAlmcida, pcb qualidJde das obras xilogravllras
aprescntadas, foi c()!Ifcrido 0 Premia Gilherto Cardoso, 110 valor de
R$ 3.000,00 (tres mil reais). E aos escultorcs Marcus Marques e EstcvJO Mendon~a [oi conferido 0 Premia Mestre Naza, no valor de
R$ 1.000,00 (hnm mil reais) para cada. 0 anista Sidney Philocreon,
em bora tcnha sido indicJdo parJ prel11ia~5.o, nao p6dc sc-Io em virtudt: cia exigcncia do regubmt:nta de sumcmc serei'll agraciados COIll
premios artistas cearcllses ou rcsidcnres 110 Ceara h:i mais de dais
anos. Os trabalhos (e)f(Ull coordcnJdos pelo Jrtlsta e curador gcral
cia mostraJoao Jorge Marques Melo. Essa ata fe)i rcuigicb par mil11,
Roberto Galvao, c foi lida e aprovada pclos dcmais I11cmhros cia
Comissao.
[[lJOMENAGEM DO SALAo .
ADEMARALBUQUERQUE
Fot.grafo , Artista Pliistico
Nasceu em Fortaleza em 19 de julho de 1892.
Fundador proprict5rio oa Aba-Filmc, [or6grafo de atelier, tendo tornado pane nos primciros movimcntos de cinematografia em nosso Estado.
COIllC\OIl a pintar aDs 67 :mos. Dada a sua modestia c principalmeme a sua timidez, nao
gostav.J cit: mOSlrar as seus trabalhos, mas era um autodidata de muita scnsibilidadc, selldo
sua pintura considcrada pencnccmc acorrente dos ingCll110s.
Expos no MAUC em 1971 e em Belo Horizome no Horel Del Rey, onde recebeu lllll
6timo respaldo da crrtica. Em 1974. foi selecionado para compor 0 calendario do BNB, que
(eve em cada falha um artista rcprcscmJndo cada Esrado do Nordeste.
Falcceu em 1976. Este ano, 0 Salao de Abril 0 homenag<:ia, pela passagem dos 20 anos de
aniversario de sua morte.
';l1jrrISTAS d::)Ny~~'A.i)()"S=·w~,'._. =.~._.. ..: _,..
SINHA D'AMORA
NICE
ESTlliGAS
PREMIO PREFEITURA MUNICIPAL DE FORTALEZA
Njo sci sc sao coisas de dcmonios ou de
santos tsses vultos que 0 Barrinha arranca de
seu cora~ao c joga nos sells trabalhos. Talvez
nem sejam santos nem dcm6nios. Scjam apenas vllitos. Talvez santo ou demonio scja 0
Barrinha.
Os artistas rem cssa qualidadc. Podcm ser
santos c demonios. Podem ser 0 que qucrcll1.
Podem ate nao ser nada. Simplesmentc naJa.
Mas issa l1ao tem importancia alguma. 0 im-
portante sao os vultos, as
pcda~os
que
0
Barrinha arranca do seu cora~ao c, atravCs DOS
seus trabalhos, prega na mente de quem 0lh3
os sellS qUJdros, Ilas nossas mentes, nos 1l0S50S coras:6es. E nao dcsgrlldam mais.
A Arte. Tern essa qualidade. Nao
desgruda da mente de quem olha direto para
cIa. Pareee que quando estamos diamc de umJ
verdadeira obra de arte c ela quem olha para
1165. Ela nos hipnotiza c domina. NuncJ mais
somas a mesma pcssoa dc ames. Os traba1hos do Barrinha tem essa C}ualidade.
o
Barrinha sabc disso c parce(; brinear
eom fogo, pareee jogar eom a ane. Com 0
olhar cortallte de artista, reeolhe, deglute, digerc c se alimcllta de fragmclltos do mundo;
pcla Anc arraneJ pcda~os do sell cora<;ao, do
seu cstolllago, de seu ccrehro c, JlraVCS d;:l
Ane, gruda nos eora)'oes dos outras Utll tlllllldo de sonhos, de mcm{)ria ancestral, de rcfcri:ncias c de realicladc vivida.
Ncssc processso, Barrinha eOllseguc
cUlllprir 0 seu dcstino de COllstrutor e
reconstrutor da hUIlIJnidacie. Nao sci se isso
ccoisa tie artista, santo Oll dcmonio. Acho que
e coisa de artista artist;:l.
Roberto Calvdo
A
PREMIa GILBERTa CARDOSO
Adentrcillos a terra como pcixe Oll fruto
entre 0 sonho e 0 sanguc, entre a ansi;} c 0
milagre: cis 0 convitc. Francisco de Alm<.:idJ
Se faz lavradof cla alma nordestinJ pelos
desvaos cla dcscspcr~lJ1~'a C 0 soprar cla fc.
Pelo dedilhar do preto e branco que cscorrcm dcstas xilogravur:ls, woo c grim, palxao! 0 Nordeste Braslleiro e recriado aqui j
lliz cia call~ao de ninar passando pelo aboio
scrtancjo, indo ao lamcmo das carpidelfas. 0
(ra<;o e tragi co, mas profetico.
o illlagmano sc rcvcste de lllll:l bl1sca
scm fim pcb transcclldcncia poetica do aflcia de viver elll recorrencia f..ltal nesta arte
obstinadamcntc prccnchida de misticismo,
cnvalta em mares de simbolismo pOl' arquipelagos de fantasia.
regional e 0 universal sc ahra<;am ncsta amostragem artisticJ em igual cumplicidade.O homcm nordestino se faz e6smico ao
dcscobrir-se Homcm, creio que esta c a IllCIlsagem maior dcstc mago-artista das plagas do
Cad-TellS.
o
Ha pOllen 0 qllc SCI' dito C Illuito 0 que
SCI' sentido ncstas gravuras, lIma vez que 0
gravador cscolheu orquestrar lIllla materia tao
ilimitada, sutil e profunda, que c a
lmpondcdvcl dm de vivcr.
Diogo FOIltflleile
,
PREMIa MESTRE NOZA
·~,;"'_~<'_'X,·,·_A:
.
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~"_,_,<:,"'.
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._
.MARCOS MARQBESE:
ESTEVAM MENDON<;:A
.
.
Quixada e uma cidade cheia de particularidades, entre uma delas 0 atelier de :Inc em
granito, que tern como proposra principal 0
resgdtc de uma cultura milcnar.
Esse resgatc cultural e Jrtlsrico, dell-se a
partir de urn curso ministrado por urn instrutor frances. que estevc elll Quixada atrayeS do cx-prcfeito IUrio Marques. a curso
no iniciorcvc 35 alul1os, que idealizaram junto
com 0 instruwr uma pra~a toda em pedra trabalhada. Mas nao aconteccu. 0 cursoteve seu
termino com apenas 2 (dois) perseverantes
alunos.
Ap6s 0 retorno do frances a Europa, 0
atelier esteve em baixa por alguns meses, porque dos dais alunos concludentes do curso,
apenas urn :linda tentava dar continuidacle ao
atelier, 0 perscverantc artista Marcos Marques, foi 0 unico remanescentc.
Marcos Marques accrtou com 0 talentoso
artista plastico Estevam Mendonc;a, que tcm
em sua bagagem grande expcriencia com talha em madeira, para montarem uma cxposi-
~ao de
ARTE EM GRANITO. Furam ~2 (oitcnta c dois) dias para criarcm e conclufrcm
alguns novas trahalhos que se somam com
OlttrOS ja conclufdos em 1996. A exposi~ao
conta com trabalhos individuais dos dois artistas c alguns coletivos, que resumcm a produc;ao de 1 ano e 6 meses.
Essa feliz fusao da experiencia de talha
em madei ra com perseveran)"J. da artc em granito, proporcionou belfssimos trabalhos ern
pedra, que resultoll na l' MOSTRA DE
ARTE EM GRANITO DO ESTADO DO
CEARA.
r&1~:tiSTAS p'~RTI¢II'~NTES_~"*",.~.".. L ..
PINTURA
• A:nteuor Lago Costa
"Marcas da Impunidade~
Acrflie.. s/Tela - 2.25 X 0.80
Mascara do Poder ft
Acrilica slTela - 1.80 x 0.78
• Abr-aao Linco Silva de VaJconcelos
"Dcsejo'
Acrflica s/Tela - 1.60 x 1.20
• Elda Batista
"'larra J t' II"
Acrilicil streb - 0.95 x 0.72 - D.H? x
0.70
• Expedito Lima
·0 R~ado·
Acrilica s/Tela 8.75 x 1.20
"Rctir.mte"
Anfhca s/rcb -2.10 x 1.20
• EliseuJoca
Acn1ica s/Tela - 2.00 x 1.40
"Meumortosc"
61eo s/Tcld - 3.00 x 1.50
• BetoceUo
'0 Fervor da BrincJ.dcir.t"
Oleo slTel.! - 2.00 x 1.40
"Pesadelo"
~Mimetisrno"
Acn1ica s/Tcla - 0.60 x 0.80
.. Francisco VidillJr.
• BiOI Hoppe
"Agenda"
A:rllica s/lela - 1.30 x 1.00
"0 P;lsSdgeirn"
/\erllica s/Ti.. la
"Qucimada"
61eo s{lcl.. - 0.60 x 0.60
• Caetano
ftDeimos·
Acn1ica s/Tela - 1.00 x 1.20
"Fobos"
Acrflica srrela - 1.00 x t .20
• Cleoman Foutellele
"M S. T. - '"
Acrilica s/lela - 1.00 x 1.00
• CanueutOi Fonteuele
Padre Cicero no Ceu·
61eosfTcla -1.00x 1.00
·Ben~;io ao
• Carlos Augusto Amaral de
Moura
"Scm Titulo - leW
Pastel-o.nx 1.13 /0.77x 1.13
.. Jose Moreira Barreto Neto
I c II"
Acrflica s/Tel.. - 1.50 x 1.50 / 1.50 x
150
.. Jose Moreira da Silva
(I. Oliveira)
"Cclula in Clone"
t\crilica s/Tcla - O. 80 x 1.20
.. Jose Carlos AJgusto Diu Vital
"Cabc\a de Ibpadura e Pnt:u c
FMN"
Oleo slTeia ~ 0.51 x 0.50
"Em Busca do Prdzer"
61eo s/Ti:Ja - 0.41 x 0.75
.. Luiz de Araujo Barbosa
"Fccundar;iio"
"Ol1d~s Sonor.. s
6k·o sflela - 1.20 x 0.80
"Aconchego..
.. Mauo AJenear
~Abstra\jo I"
• Gihrando Furtado Figueiredo
1or/ul Visual"
Acn1ica sflCl-l - 2.00 x 1.00
"V6oS76"
Acrllied s{lel:. - 2.00 x 1.45
.. Hilton Queiroz
Acrilica s/Tela - 0.30 x 0.40
·S. O. S."
"Vcndedor de
t\cn1ica s/Icl.. - 2.00 x 1.00
Ilju"
"Danp."
Acrilica slTela - 0.30 x 0040
Acrilica s/Tela - 2.W x 1.00
.. Julio Claudio Cesar de
Campos Marques
"Vt:rnissagc"
Acrilica s/lcla - 1.00 x 1.50
DESENHO
"Cine Diogo - Ultima $cssiio·
Acrilica s/Tcla 1.00 x 1.50
Acn1ica s/Tela - 2.00 x 1.50
.. Manuel Alves Neto (Mauuel
Neto)
"Corrid:l de Jumemo"
Agua do PO\o Santa
.. Edson Ahueida Pereira
"Vida de Jangadeiro"
Dcsenho - 0.29 x 0.32
FOTOGRAFIA
• AJcides Freire Mela
~Sem
Titulo·
Fotografia - 0.30 x 0.40
• Carwen} Lazari
"lipite"
r-otografia • 0.18 x 0.24
"A Pcquena india"
f"Otografia - 0.18 x 0.24
" Paulo Aryawau
·Scm Titulo I ell"
l-utografia - 0.37
X
" Edson Landiw
"Composi,oio Aborigine I t' II
"Cafe, P6 de Pedra, Pigmcmo s/
Lana
1.10 x 1.60 /1.10 x 1.60
" Jaqueline Arag-.o dOl Costa
ijackie Aragio)
"$abado a 'Thrdc'
Modclagem • 0,45 x 0.20 x 0.21
"Porquc Deus Quer"
Modclagem - 0.30 x O.~5 x 0.45
" Jorge Luiz Silveira
"Sao Jose
0.48
OBJETO
" Francisco ZOIuazauau
·Sem Titulo JeW
ObjclO em Madeira
Tccnic-d Misra - 2.:0 x 0.23
·S;"in Fr-dnci5('o
·Tecmc.! Mista - 2.20 x 0.23
• Fernando Saraiva
"PJdmetrosdoA'aso I c 1'Teenic:'! Mista - 0.60 x 2.10 I 0.60 x
2.10
TECNICA MISTA
" Antonio HUton
Machado
"Scm Titulo·
d~
Soma
• Heloisa Ferreil"aJua~aba
~"rquitt"-mas I c [r
"Cad;lI;o Artcs~l1;,1 SI1:UCltcx
2.86 x 1.20 I 0.70 x 1.24
• H. Rolim
"Flor do Senao·
Tecnica Misu - 1.40 x 1.00
"Scm Titulo"
T6:nic:iI, Mista -1.40x 1.00
Bueh"" Madeira e Ferro
O.14xO_13x024
" Alba Alves Barros
°Hrot:l~io·
"Paisagem"
Bucha e Ferro - 1.11 x 0.39 x O.BI)
Tccnica Mista - 0.75 x 0.55
"Dispero;;:ao"
• Jared Jose Barbosa DOlUicio
"Costas do Di.,bo de Cer.imic.,o
TCI:I1lCI Mista - 0.90 x 0.70
"A Ccrc-l que Prcndt';J 'lerr;'"
Ti:cnic., Mista - 0.90 x 0.70
Tccnica Mista - 0.75 x 0.55
" Adersou Medeiros
"Os Sem-Terra"
Tecnica Mista - 2.00 x ,.sO
" KelsOll C. MOlltenegro TeJes
"Gdvida Nw"
Teeniea Mista- 1.61 xO.78
·Bailarina Dan~.. ndo no J.lrdim"
Teeniea Mista - 2.21 x 0.98
• Klauber Bezerra Rocha
"Hela\:Io·
Tccnic:'! Mista - 1.98 x 0.80
"Circul:ldor de Crist<ll"
Tccnied Mist;, - 1.88 x 1.36
• Laura Moraes (Loinha)
·Sem C<lsa - Fomlcza-CE"
Tecnica Mist" - 0.58 x 0.28
·I-Iomt:lcss, New York, .v:
Temica Mist.! - 0.58 x 0.28
• Maria Ester Oiligenti
·Cnnstru(;"io leW
Te<.:niea Mist.'l
1.00 x 1.10jO.83xO.67
• Mauricio Coutiuho
~A Procur., do "L,bwlrJo"
Tccnil::1 Mista - 1.63 x 1.13
"LU"
Tccnica Mist.! - 0.61 x 0.76
" P<lulo de AJeucar
"Entre Qtutro P.lrcdcs·
Teenicd Mista - 0.82 xo.n
·Obsemldor Atento·
Tccnic-. Mist., - D.SO x 0.70
• Solo11 Ribeiro
"Iza"
Teeni('<l Mis!.l - 1.10 x lAO
~D('bor.l"
Tccnic"
Mi:'l~
- 0.55 x 0.43
ESCULTURA
• AtiJa Silva Calvet (ASCAL)
-Floresta da Industria lropical"
Bron2.e e Madeira - InstJlali;io
• Eduardo Frota
·Scm Titulo leW
Escuhun em Madeir.1 - 0.85 x 0.20
x 0.80 / 0.70 x 0.55 x 0.40
• Francisco Maxuno Ferreira da
Silva
ftMulher Gr.ivida
ESLultura em Madeira
M
"Farmas"
Escultura em Madeira
• Joao Bosco Lima de Moraes
"A Cara da Camisa"
Escullura em Ced:rnica - 0.43 x 0.12
"indio Enfeitado"
Escultura em Cer~micJ ·0.45 x 0.21
•Jose EstevalU Alves Meudou~a
"Cogumclo"
Escultura em Pedra - 0.50 x 0.30
•Jose Valber de Sa Benevides
"Scm Titulo"
Espuma de Poliurcuno - 2.00 x 0.50
x l.JD
• Marcelo Santiago
·Pcixc Uroono I"
Estruturd Met~lica - 4.00 x 4.00 x
4.00
• Marcos Antonio GOlllialves
Marques
"Membra I"
Escultur:l em Pcdra
"Pontas"
Escultura em Pcdra
• Vamirez Ar~llIiro GOlllialves
"Tn.nsccdente"
Es..:ultun. em Madeira
u"
Escultura em Maddra
GRAVURA
• Antonio Fonniga
"Lalios do Cotidiano"
Brasileiro I
Monotipla - 0.45 x035
• Alexandre Linhares Rauge-l
"Drag.'io c a Noite"
Xilogr<lvurJ - 0.58 x 0.50
"0 loho Cant;l ,I LU<i"
Xilogravura - 0.58 x 050
• Claudio Dourado
"Solo Fcr;t
Gravura - 0.55 x 0.40
"Nlilj-.'io dos Scm-Terrd"
Gravun. - 0.50 x 037
• Eduardo Freire
"Sonho de Cri;m':j<i I"
Xilogravura - 0.85 x 0.69
"Sonho de Menino II"
Xilogravura - 0.85 x 0.69
• Francisco Antonio Araujo
Baudeira
"0 S<ll1to c 0 Boi Bumbd"
XilogJ;lvurd - 2.00 x 0.90
• Francisco de AJllleida
"N .S. dos Escrib,ls"
Xilogr;lvllr:-l - t .10 x O.1i5
"ChcgJd<i do hthll lit, M,me ,j 'Ierr;."
Xilogr;I\'ura ~ 0.')5 x O.7M
• Francisco Salvino Lobo (Mago)
·Peg.lso·
Xilogravura - 0.46 x 0.45
"Minha Biciclcta Nova"
Xilognvura - 0.48 x 0.45
• Maria Mariene Guerra de A.
Maia
·passaro,·
Xilogravur:I - 0.50 x 0.65
"Gc?neses do Mundo Animal"
Xilogritvura - 0.50 x 0.65
• Sehastiao de Paula
·Sem TilUlo I ell"
Xilogrdvura - 0.70 x 0.95
INSTALA~Ao
• Franze Chaves (Barrinha)
"S<ll<i !'.ITa Rcuni6es EstfJordin.Jrias"
Instalas,'io
• Jose Guedes
"Vitrines·
In~"1.al.l':j;io
• Nauer Spiudola
"('..;InudosM
In$tal:a\ao
• Patricia Fiuza Ary (Patricia AI
Kary)
"Intrdnet do Tr,lb.-llhador~
lnstal:J\;io
IGNEZFIUZA
Seriajusto rim5-la com a palavra Musa, pois grande Scnhara c, c madrinha das ancs, C
lima nobrc tnulher.
Pela for<;a e exprcssJo de sell trabalho, pOI'em, transformol1-sc, CDIll 0 tempo, nUIllJ
vcrcladcira instituilSJo. Por isso, Illclhor stTa flJl1a-la COIll gratidao. A t,'TJticl5.o dos artistas a
quem dell a mao e ~~ud()u com carinho, encor;tiando os mais novos c revercnclJndo as
antigos. Gratidao, por igl.lal, do povo cearcnSt, qlle reconhece e proclaJl1J as sells meritos
IllcomUIlS.
Conhecedora clas artes - Pintura, escultufa c dcscnho - tem sido a patronesse de todos
aqueles que possuem talenro, esse ekmcmo pessoal e insubstitufvcl, que cllvolvc 0 dom de
cnar.
cornercio de arte, em Fonalcza, (em lUll clarfssimo divisor de aguas: antes e dcpois
de Igncz FiuZ3. Foi cia, realmcntc, com Jctermln:l<;ao e idcahslllo, cnfrcntando pOl' vezcs
as nossas limita~6es provincianas, quem Jeu significa~50 c scntido a essa atividadc.
Se e certa que a Ines de Camoes estav3 "posta cm sosscgo", "naqucle cngano d'all1la
ledo e cego / Que a fortuna nao deixa dural' l11uito", a llossa, 30 contrario, a Igllez de wdos
n6s, esta sempre desperta, nas vigflias da esperan~a, rcaccndelldo, 1I1tcrminavelmcntc, a pira
de seu idealisl11o.
Anur Eduardo Benevides
Pocta, Prcsidcntc da Academia Ccarensc de Lctras (trcchos de seu prollunciamcnto,
por ocasiao das comel11ora,oes de 20 Anos da Galeria Ignez Fillza, el11 1990).
a
MEDALHA JEAN PIERRE CHABOLZ
'.'
IGNEZFIUZA
Igllcz Fiuza C 11I1Ia das Jll:lis 1JllpOnJlllCS
figuras 110 JIll1l1do dJS artt:S (f.~~m:nsl'~.
Sua st:nsibllJdadc e cJrlnho .'it: n..:n~blll
qUJndo {fa{;} de expo!" c dl\/ulgJr 1l0SSUS :utis{as.
A Glpacid:Kle de rCllovac.;50. alr~lVCS da (r~l­
jctoria de sua gakria. rCllllindo os lllJis 1111porrantcs artist;]s br3s11ciros, g:lIlllJ vultu
quando se villcllb ao lllllvcrso cducacHllul.
Sell cspa<;o e pcrsollJlizJdo, (ullciol1:l COllll)
memoria ~lfctiva, c (em lIlllJ poslura cl~bsic;I
frente J tradi<;Jo lllodcrna dc 1l0SS0 scclllo, l'
sllstcnta um ddlogo COlll J cella intcrnaci( Ina! cvidellClJlldo J grandiusidadc hi.. .;t{lrlCl da
arte.
foao JOIge Morqlles Me/o
Cllrador do 480 Solao de _-1uri/
SALA ESPECIAL OCILDA LIMA
Exposi<;ao: Obrigada, Fortaleza
CURADORA: IGNEZ FIUZA
ALDEMIR MARTINS nJSCCU no di.. 8 de novcmhro de 1922 em IngJzclTJS, Y.llc do CHiri . .'\ind'j menino,
transfcrc-sc com J bmflid para Vila Gu,liuba, Mllllicipio de
PaC:Hub:J, localizado n,l;; proximid,ldcs da cJpital re.m:nsc.
Aos II anas e cnviJdo ao Cn!cglo MiliCirdt: Fortalc7J, no
qual pcrmanccc 5 ,mas, tr,lllsfcrindo-sc em sC£lIid.l parJ 0
atcncll Sao Jose Aldcmir, dcscnh:l desde TnCllltlO. Nn
Coleglo Milit,IT, torn,!-sc Illonitorde Jcsenbo de Sti,l d;l~st"
c no Exercito, para u qual e cOllvo..:ado ;lpa;; fazcr a Com~
panhi,l de Quadros (1941) c no qU:JI permJllCCC ate 1945,
dcscnha 0 Il1:-\pa <lCrotl)top;r;lll1ctri-:o d;l. cid.lde de hlft,I)CZ,I,
c venee l:oncurso Il:lS oticinas de lll:lterial belKu, torn.md()se elba Pintar. No inioo dus <lnos 40, Aldt"mir M;jrtin~
cria,junLlmentc corn M,irio Bar;IHa, Barbas;" L("itt:, Antonio N,ldclra, CamClio Cruz, Inim;i de hula e O\ltru.~, l)
GrupoArtys e a SCAP - Soocdade Ce;lrense de Am:s Plastic,ls, rt'sponsaveis pela rt:nova\":10 do ambiente artistico
ccarerlSC. Em 1942 expoe, pcb pnmeira vez, no J I Sal:lo de
Pintur;1 do Ce<ld. f-az ilustra<;6es para osjorJuis "0 Unit,trio", "0 Correia do Ccar;i" e "0 Estadu" c para Iivros de
1nteleetu<lis cearenses. Aldemlr transfere-se, em 1945, para
a Hio de Janeiro, onde participa de uma coktiva na Galcria
Asbnasi e do Salao Nacional de Belas Artes. Urn <1110 de·
poisest~ em Sao P'lUloondc realizasua pnmclra individual,
na seS-<lO paullsta do Instituto dos Arquitctos do Brasil. Em
1947 c convidado a p<trticipar da e),:posi<;ao "19 Pintores",
qUt: marca a emergcnci;l de Ulna nova gcra\"ao de artist,ls
brasileiros. Desde ent.l0, Aldemir Martins paruop<t ativamente do movllnento artistico brasileiro. Concorn: aos
principals saloes de arte do Pafs, recebendo numerosos
premios entre as quais a "Premio Viagem;lo Ex:teflor" do
Sa lao N<l.ciona! de Arte Moderna (1954). Participa Jinda de
outras mostras competitivas como J Bienal de Sao P:lulo e
a llienal de Venaa. Na I Bienal de Sao Paulo reccbe 0 Premio de Desenho "da Olivia Gucdcs Pcnteado" C n<l 11,0
pr';lnio "N~dlr h~l1t:lrnlu:'>.A".1:1111 'J.';("AJdcnllr M.lr1lll~
conquista a laure,l ll1<li~ imp()rt,1 ntt: de SU,l c,irrei r:l:. 0 Premlo Intcrnacion,l1 do: Dest:nho d.• Bicll.11 de Vcncza, que 0
cansagra dcfinitiv~lm('nte. Em 19R:21hc l~)i ouwrg;ldo 0 titulo Doutar Honoris CJUSJ pela Umversid'lde Fcclcr.ll do
CCJr:l. Em 1985;l MWM lans;ouo livre "Aldcmir M.lrtins
Linha, Cor e Forma" e, em 1990, a Hest Se11er cditou 0
volume "Dcsenhosde ROlllJ",que reune trab,llllos rcali7;\dos ror A1dcmir Martins qU;lI1do cstcvc 11.1 clpit;ll iU!i;llU
dcsfrutando 0 prenllo Viagem .10 c>..1:crior.
Dcscnhus e pmtur,ls de su.\ .mtor!.! for;lI11 rcprodu7 i~
dos em numerosos produtos industri.lls t.IIS coml) pr,ltos,
handejJs, xfcar:ls, tccidos, emhaJ.lgens (' n.1 abeTtur.l de
"'1'crras SClll'llll
I'''''GI
I e r,lva e l~"Inc l"dJ
C
,l )fle:l,
a , c org"
An1.ldo,o que a tarnou llll1 dus .mist.ls pJ:isticos mais conhccidos do Pais. Ao longo de SU,1 clrreir,l ,Aldcmir M.lrtins
p:lrticipou de malS tie 150 cxposi<;ocs colctivas C indivlduais
no Brast! e no l;X"t('flOr.
BRUNO PEDROSA
$c no BrasIl clc C lim sucesso de critius, nJ. It:ili;l
nao e nada difcrentc. Bruno Pcdras;J C reconhcCldo intcTnaeionalmcnte como lim das gr:lndes names do
abstracionislllo. Elc salU do $cnJo nordestino p;lfJ ]cv:Jf .1
anc e a scntimcnto a [talia e pua tado 0 mundo.
Diante da oponunidadc, Pedros<l nao pensou duas
vezes em ir com toda a f;l.lnflia para (l PicITlolltc, regtao ao
norte da Itilia onde sell $ogro nascctl. Segundo 0 :mista,:l
viagclTI dcvcria durat :lpenas lim ano, scna para estahclccn
cantatas COIll galenstas. Mas n;IO foi :lSSim. POllCt.) tempo
depois de conheccr a rcgi:io dl) Piemnnte, ele foi 111m-aT Cill
Bass;mo del Grappa, no Veneto, "parJ ficaT nuis prOXI1ll0
do centro ('ultural iraliallo, VCl1cza". U esci :!tc hojc, Se{l'
Jnos depois, fazendo lTIuito SUCl'~SO c l:xpondo ~t:us tr<lb:llhos IlaS pnnClpais feir:l.~ europcias_
Seus tralSoS sensibiliz:.!ram bTT;mdt>s expoClltcs br:1SIbros: Carlos Drummond de Andrade, Gilberta heyre c
Jorge Amado s::io alguns deles. "Pedrosa quer sonwnte tr,lbalhar e criar, pintar e dcsenhar, melo Ilele e verdJdelTO L'
autcntico, a sua 3rtc a Sll;'l rcalidJde de todos os Jias. Dcsf.:nhlsu Jus Ill'lis ~cguros l' .. dllllr.ldns, super:l,j Sl proprio n.l
pmtura abstratd. Nas suas cores leva para a mundo <I <lrtc e (J sentimellto do nosso N(lrdc~tc. Simbolo do povo,deste pavo
que Bruno Pedrosa c urn dos bTT<lndes interprctcs", atlrmoll./orge Amado, mais rcspcilado cscritor hrasilelro.
Sua reput:u;ao Ctamanha que ate mesmo 0 Papa Jo:io Paulo I (pediu-lhe ulila obra para a gJlcriJ de artc do V:lticll1o.
"Eu nao acreditei que meu quadro fosse ficar c,,-vosto, m:.!s fUl pessoalmclltc confcrir c cstav,ll~".
Em Sassano del Grappa, Pedrosa afirma cstJ.r em caSJ. Sua famfliJ. j:i se intc!,>Tou ~ ptlpulat:;ao local c cle, apcsar de
nao ter a cidadama italiana, se considcra um nativo. Par ironia do dl'stino, Pedros:1 saiu do Nordeste do BrJsil c fOl parar
no Nordeste da !talia, onde, apesar da distancia, cultiva a If nb'lKI pnrtllb'llesa c malltcrn uma biblioleca com malS de 500
livros de sua terra nat<ll, 0 Ceara.
A1em de suas tclas:l 61eo, na It:ilia, Pedros<l acrescentoll em Sll.! carreira ll1:l.is llma nl.lncir,1 de tazer artc: vidros dt'
Murano. Ha tres <lnos ele se dedica J lrabalhos com vidros, ~UlllIIll'fsi, mllna fundil.;:io de Murano, onde Picasso, Braque,
Chag<!l1, Matisse, fupl, entre outros lamosos i1rtisL1S, tilmbem frcquenl:lf'Il11. 0 (ruto dessa nova modalidaue fOi 0 lem.1
cia exposi~ao que ete inaugural! no mes de agosto na Galcria A do Ril) Design Center.
c
°
CARLOS SCLlAR
Carlos Seliar nasccu
("Ill 53m3
Mana, RS. em
1920
A partir do anc de 1931 corncc;a a colaborar
nos cadcrnos juvcnis e infantis dos jornais Diario
de Noticias e Correio do Pove, assim como na Revista do Glebo de Porto Alegre e oJomal do Rio de
Janeiro, cscrevendo c ilustrando pocmas, contOS c
Ilovelas.
Em 1935 particlpa como pinter-amador da exposiliio do Ccntenario Farroupilha em Porto Alegre. Em 1938 e urn des fundadores e primclro secred.rio da Associac;ao de Anes Plasticas Francisco
Lisboa.
Em 1940, em S50 Paulo, colabora oa revista
ellftl/ra. Faz sua primcira mostra individual de pillulra. Integra a Familia Artlstica Pauhsta.
Ganha em 1940 medalha de prata ern pUltura na Divisao de Anc Modema do SalaD N acional de
Bclas Anes.
Em 1943 e convocado pcla FEB. Em 1944 segue para J. Julia. Nas horas de folga, dcscnha tudo que
Ihe cerca: paisagens, interiores e retratos, que mlldam sua trajct6ria inicial C0l110 pintor.
Em 1947 viaja para Paris, Fran~a. Participa imcnsamente dos movimcntos na Dcfcsa da Paz entre os
Povos.
Em fins de 1950 retorna ao Brasil e se fixa em POrtO Alegre em busca de suas ralzes. Participa da
cria~ao do Cluhe de Gravllra, embriao que sc cspalhou pelo Pais e ate pelo exterior.
Em 1956, no Rio, e convidado por Vinfcios de Moraes como consultOr pl:istico de Orftll cJa COl/cei(00. Em 1958 tOrna-se diretor de ute da revista Sml'lOr, considerada lim marco 110 setor editOrial brasileiroo
A partir de 1960 passa a viver exclusivamcnte C0l110 pintOr. Rcaliza ill(ll11eras l110stras lndividuais de
pintura, desenho c gravura, trabalhos criados nos atclics de Cabo Frio c Ouro Preto. Tambcl11 integra
centenas de colctivas no Brasil e exterior.
Tern obras em museus e colc~Ocs nacionais e estr3ngciras.
CLAUDIO TOZZI
Nasceu em Sao Paulo, em 1944, on de vive.
ParticipOli de varias exposi~()es coletivJ$ entre
as quais: "Sienal de Sao Paulo" (1967); "0 Artist;1
Brasilciro e J. Icol1ografia de Massa" m, ESDI do
Rio de Janeiro; "Javern Ane Contempodnca" no
MACSP; "Panorama de Ane Brasilcira" no MAM
de Sao Palllo; "Arre Agora" no MAM do Rio de Janeiro; "Objcw na Arre-Brasll Ana 60" no Museu
de Arlc Brasileira em Sao Paulo; "Tradi~5.o e Rllptura" na Sienal de Sao Paulo; "Os Ritmos C JS Formas-Artc Brasileira" no SESC-PolllpCia, Sao Paulo
c "Bienal de Sao Paulo" (1991).
Participou de varias e;... posi~6es colctivas no
exterior entre as quais: "Blenal de VCllcza"(1976);
"Sienal de Paris" (1980); "Bienal de Medellin" na
Colombia (1981); "VanguJrda Brasilefta" 110 CAYC
em Buenos Aires (1974); "Bienal Americana de An....s GrHicJs" t'm Cab, Colombia ( 1iJ7(»); "Latlll America 76" na Funda~ao Juan Mir6 elll Barcelona, Espanh:l: "Trienal Latino Americana del Grabado" ('m
Buenos AIres (1979); "Bienal de Havana" (1986); "GenselkJrchen Museum" oa Alemanlu (11)84);
"Modern Braslhansk Billedkunst" na Dinamarca (1989), "Latin America Gallery", N agoya,Japao (1991)
e "Bienal de MakurazakJ" no JJpao (1991).
Rccelltemente realizou exposi~ao IIlclividualno Museu cia CJsa Brasilcira ern Sao PJuio e no Museu cle Arte ModernJ clo Rio de Janeiro (1993). ParllClpOU da mostra "Brasil Blel1;\1 Scculo XX" na Blenal
de Sao Paulo (1994); e cia mostra "Cinco Vcrsacs da. Modernidade" no Muscu Brasllelro e1a Escultura em
Sao Paulo (1996).
Recebeu varios prcllllos entre os quais: Premio dc Viagem ao Exterior no SaLio Naclonal de Ane
Moderna em 1979.
Realizoll palllcis em cspa~os pllblicos: Pa.ille! Zebra na PralSJ d3 RCpllbhca em Sao Paulo, P;llllcl
SESC-Vila NOVJ, Paille! para a estat;ao Sc do Metro de S50 Paulo, Palllellu scele do BCN-Alphaville,
Palllel para a Ulllversidadc de MlaIni, Paine! para J csta~50 Barra Fumb - Memorial da Allll~ri("J LIlIlIJ
do Metro de Sao Paulo.
FLORIANO TEIXEIRA
Nasceu CIll Cajapi6, Maranhao em 08 de
IllJn;o de 1923.
ParticipOll de \I1(1I11cra5 exposH;:6cs em
IllUSCUS c ga1crias, indiviuais (; coktivas, 110
Brasil c no exterior. ParticipOll de bicnais nacionais, scnclo que 113 P foi-Ihc aufcriclo "0
Grande Premia", abr;lIlgcntc de codas as tccI1lcas.
Dono absoluto do dcscnho, a sua grande
luta C0l110 pimor sCl1lprc foi sc c1ivorciar do
dcsenhista. 0 toque do bom descnho na Sll;\
pintura e de extrema bcleza, pois ell.: COIlSCguc ullir as duas coisas.
Conhccido pelo talemo c argtkia CIll rc\ \
\
{ratar a natureza, captando sellS rnovimemos
c seus comornos, se tornOll lim Jm3nte dos
bichos, das mulhercs c das crjan~as e as rerrata corn lltTlJ pitada belll forte de alegria.
o seu cstilo e uma soma do rico aprcndizado. UIll autodielata que souhe digenr em um
tra~ado elahorado a influencia de escolas as mais diversas (academica, impressionista,
expressionista, surrealista, cubista, abstrata).
Domina alem da pintura e desenho, as tccnicas de aqua reb, bico de pena, pastel, gravllra,
escliltura, acrescendo ainda a tudo isso a criatividadc quanto as ilustra~6es para livros de
grandes escritores brasileiros.
LUIZAQUILA
Luiz Aquila cia Roella Miranda nasccu no
Rio de Janeiro ell1 27 de fevereiro de 1943.
Dcsde 1965, panicipoll de inumcras cxposic;6cs no Brasil c no cA'1crior onde dcstJcall1-sc <I.
17';1 Bienal de VcnCZJ. a 18J Bienal
Internacional de 550 Palllo, a c:\:posic;50 rClros-
pccliva no Museu de Ant: Mod(;fJla-RJ elll
1992 c as (res exposic;6t::s simuhancas till Sao
Palllo
CIll
1993, no Muscu de Artc Contcm-
purallca da USP - retrospcctiva, 110 Museu de
Ane de Sao Paulo Assis Charcaubriand MASp, e obras recentes na DAN Galeria.
Em 1965 viajou para Paris com Bolsa do
Govcfno Frances: para trabalhar c residir na
Cite Intcrnacional des Arts.
Luiz Aquila foi professor tia Ulliversidadc de Braslli;] c tambclll da cscola de Ancs VislIais do Parque Lagc-Rj, onne excrCClI, nJ dccada de 80, grande influcncia nJ formac;ao da nova
gera<;ao de pintares. Mais tarde, 110 periodo 1988-90, foi dir«or da I11CSl11a EAY.
o artisra e prcsidcmc da A:,socia~Jo dc Amigos do Pa~o Imperial do Rio de Janeiro c
membro do Conselho do Museu Nacional de Belas Artes e do Consclho Curador do Jardim
Boranico do Rio de janeiro.
A obra de Luiz Aquila esta presente !laS cole<;oes do Museu de Arte Moderna do Rio Je
Janeiro, Museu Naciollal de Bclas Anes. Muscu dc Ane Comclllporanca de Nircr6i (Colc~ao Joao S:mamini), Museu de Ane Conrt.:mpodnea de Cuririba, Minisrcrio das Rcla~6es
Exteriorcs, VARIG, IBM, BNDES e Chase Manhattan Bank.
MONICA BARI(I
Nasccu no Rio de Jmeiro ern 1956. Es(udoll no Centro de Pesquisa de Ane - Ivan
Serpa, Bruno Tausz-Rj. Fez gradua,ao em
Cornllnica~ao Visual e Liccnciatura em Anes
Plasticas - PUC-RJ e estudou Litografia, Ccramica c Pintura l1a EAV- Parque Lajc-RJ
Participou de varios saloes, entre os qUJ.is
citalllos; Salao Nacional de Anes Plas(lcas Museu de Arte Nacional-RJ; Salao Nacional
de Bela Horizonte - Museu de Artc dJ
Pampulha-MC (Premio Aquisi,ao); Salan
Carioca de Artc-RJ; Mostra Allual de Gravufa Curitiba (Premia Aquisic;jo); Sali(l
Parallacnsc - Curitiba (Premia Aquisi<;ao).
QUJnta as exposi~6es individuais, dentrc as 4ue rcalizotl, dt:stacJlllos: Gakria do Cell-
tro de Pcsquisa de Arte-RJ; Caleria do Centro Cultural Candido Mendes-RJ; Itaugalcria
Vit6ria - Craal Escrit6rio de Arte-SP; Museu de Arte Moderna da Bahia; Sala Miguel Bakun
- Cutitiba e Galcria Anna Maria Niclllcyer-RJ; Institute Culturztl Villa Mariana-RJ; Museu
Imperial de Petr6polis-Rj.
Participoll de muitas colctivas, com destaquc para: Bicnallbcro-Amcricana dc Pilllur:lMexico; "0 Mestre aMostra" - Parque Laje-RJ; "Novas Valores da Ane Latino-AmcricanaBrasileira"; 2P Bienal Internaciol1al de Sao Paulo; "Avcnida Central" - Museu Naciol1al dc
Belas Artes-RJ; "Paixao do Olhar" - Museu de Artc Moderna-RJ; "Dc Todas as Cores" Solar Crandjean de Montigny - PUC-RJ; "Um Olliar Sabre 0 Outro" - (Exposi,ao com
Luis Aquila) - Rcfcrencia Galeria de Anc - Brasf1Ja; "Amlgos do CalOllstc" - Centro de Artc
Caloustc Culbenkian-RJ e "Facleadas [maginanas" - Arcos da Lapa-RJ
Monica c pintora e gravurista de renQme nacional.
SIEGBERT FRANI(LIN
Nasccu em Fortalcz:I 110 dia 02 de julhu dc
1957. Artista phistico, piIHor, dcsenhista c gravador de renome nacional.
Participou de varios salocs aliciais, UClllfL'
os quais se destacam: VII Salao Nacional do
Estado do Ceara - Forta1cza-CE; rv Salao Nacional de Artcs PI.\sticas (FUNARTE) MAMRJ; XlV Bienal de Sao Pallio - Noeleo I-SP;
47° Sa lao de Bel::ts Ant's de $,10 Paulo - Pavi11-150 Bicnal-SP; 16° Sal:i.o Nacional de Ant de
Minas - Museu de Anc de Bela Horizolllc-MG:
IV MostTa cia Gravura Cidadc de Cllritiha - Pan
AllIcric:ma-PR; Panorama 84 - arte sabre pape!
- MAM-SP; VII Exposi,ao de Belas Anes Braf
sil- Japao - T6kio - Osaka - KiotO; IV Salao de
Anc Conrcmporanca de Sao Paulo c III Bienal de Sal1los-SP.
Rcccbeu divcrsos prcmios, (a is como: VII Salao Nacional d0 Ceara; 32° Salao de Abril Premia Museu de Anc-Fonalcza; S:tlao Pirdli - MASP - Prcmio Aql1isi~ao-SP; Curitiba Arh.' II
- Premio Viagcm-PR; Colctiva de Pinrorcs Bra~ikirus - Thl" Intcrn<ltional Museulll of CCntlll)'
Arts and Cultural CClHcr; The Brasilian Instituu; of Arizolla - Petcrson Fine Art - USA.
Das suas inlimcras cxposi~6cs, rl'ssaltamlls: Luzl's do Equador - S:lla Inter:lrtc - Centro
Cultural Brasil-Alemanh:l - Fonalcza-CE; Gall'ria Salall1andra - Porro Alegre; Brinqucdos Pcrigosos - Gall'ria Dcgani - Sao Paulo, Brinqm:dus II - DuaJlihc Galcria - Fortalcza-CE; Signos Galcria Igncz Fiuza - Fortalcza-CE; Aquarclas (COlli Bernardo Kraslliansky) - Galcria ChrolluSP; pinturas - Galcria Paulo Prado-SP; Pinturas Rccclltcs - Galcria Oscar Scrallco-Brasllia; pintmas - Galeria MontcssJmi Roeskr-SP; PilHuras - G;llcria Aq l1arcla Artc Cnnt(.'rnporallca - Calllpil1:ls-SP; Pinturas - LM Escrit6rio de Anc - Fonalcza-CE; Pilltllras - Jardilll ContcmporancoRibcirao PrctQ-SP'
TOMIE OHTAI(E
Tomic Oluakc IlJSCCll em Kyoto,Japao, J
21 de novembro de 1913 e chegnu ao Brasil
em 1936, naruralizando-se brasilei ra ern 1967.
Iniciou-se nas ancs pl5sticas cm1952.
Nos anas 50 c 60, participou de bienais t:
sal6cs nacionais c regionais, tendo reccbido
premia na maiaria ddcs. Na Bienal de San
Paulo, rcccbeu 0 Premia Itamaraty. No exterior, entre outras cxposi~6es, foi cOl1viJada a
participar da Bienal de Veneza em 1972.
Em 1983, rcalizQu uma cxposlc;ao retrospectiva com 150 obras, quando {oi lanc;ado seu
livro, como 250 rcprodw;6es em cores, prcfa-
cio de P.M. Bardi, tcxto de Casimiro Xavier
de Mendon,a (252 paginas, 29 x 32 cm). Ern 1988, (eve outra exposiC;:io retruspectiva no
Hara Museum of Contemporary Art, de To~l'0'
Realizou 32 cxposj~6es individuais de pintura scndo 12 no c:\.'1crior C U111 grande l1umCfO
de mostras de gravuras.
Nos ultimos aTlas, realizQu varias obras p\lblicas, C0l110 0 painelnoAnhangabau (1.200m!),
csculrura nojardim da Galeria Paulo Figueiredo; cscllltllra na Lagoa Rodrigo de Freitas, Rio;
escultura comcmorativa aos 80 Anos de Imigra~ao Japonesa no Brasil, l1a Av. 23 de Maio;
painel ocupando as 16 andarcs do ediffcio na Rua Baltazar da Veigd; paincl no Instituto de
Estudos Brasileiros da USP; conjunto de 4 painCis na csta~ao do I11ctr() Consola~jo; escultura
no jardim do Museu Metropolitano de Curitiba, e 0 te(o do Teatro Municipal Pedro II de
Ribcirao Prcto.
Na ultima Bienal de Sao Paulo (1996), rccchcu convite e participou com ullla sala especial COIll 6 esculturas.
HOTElS
OTHON
Yduzl
Cluue
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panorama
CIA DA lUZ
~FUNDACAOCULTURAL
. . . . . DE FORTALEZA
Credito Direto an Consumidor
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BICBAI\ICO
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Nos nao temos c/{ente.f; lemos s6cios.-
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fORTALEZA
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