PLANO DE ENSINO SEMESTRE 2014-2

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PLANO DE ENSINO SEMESTRE 2014-2
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CAMPUS DE CURITIBANOS
Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
Curitibanos – Santa Catarina
PLANO DE ENSINO
SEMESTRE 2014-2
I. INFORMAÇÕES GERAIS
Código da
Nome da disciplina
Total de aulas semestrais
disciplina
AGC7101 - Biologia Celular
2 teóricos, 2 práticos
Professor(es) Responsável(is)
Denise Olkoski, Patrícia Maria Oliveira Pierre Castro, Viviane Glaser
II. REQUISITOS:
Não há requisitos
III. CURSO(s) PARA O(s) QUAL (is) A DISCIPLINA É OFERECIDA
551 Ciências Rurais, 552 Medicina Veterinária, 553 Engenharia Florestal, 555 Agronomia
IV. EMENTA
Níveis de organização das estruturas biológicas. Diversidade celular. Organização da célula procariota e
eucariota animal e vegetal. Evolução celular. A Teoria Celular: as células e as funções celulares. Aspectos
morfológicos, bioquímicos e funcionais da célula, de seus revestimentos e de seus compartimentos e
componentes sub-celulares. Integração morfofuncional dos componentes celulares. Divisão celular.
Processos de morte celular. Métodos de estudo em biologia celular.
V. OBJETIVOS
Objetivos Gerais:
Proporcionar aos estudantes a compreensão dos conceitos e fundamentos básicos
da Biologia Celular no que se refere às funções desempenhadas pelos seres vivos
no meio ambiente.
Objetivos Específicos:
O estudante deverá ser capaz de compreender a estrutura geral das células
procarióticas e eucarióticas, além da organização molecular, estrutural e funcional
dos diferentes compartimentos intracelulares das células vegetais e animais, bem
como a interação metabólica entre eles. O estudante deverá ser ainda capaz de
compreender os processos envolvidos na divisão celular. Isto deve permitir ao
estudante inter-relacionar causa e efeito nos processos naturais e biológicos;
compreender e interpretar impactos ao desenvolvimento científico e biotecnológico
na sociedade e no meio ambiente; interagir e comunicar-se adequadamente em
equipes multiprofissionais e com a comunidade; diagnosticar (observar,
sistematizar, analisar e avaliar) e problematizar questões inerentes às Ciências
Biológicas, além de buscar o conhecimento de forma autônoma.
VI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Métodos de estudo da célula: microscopia de luz de campo claro; microscopia de
luz de fluorescência; microscopia eletrônica de transmissão, microscopia eletrônica
de varredura e microscopia de força atômica. Métodos de coloração e técnicas
citoquímicas.
2. Níveis de organização em Biologia; limites e dimensões em biologia celular;
Diversidade celular.
3. Componentes químicos da célula: água, sais minerais e macromoléculas
biológicas: carboidratos, lipídeos, proteínas e ácidos nucleicos.
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
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Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
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4. Origem e evolução da célula; Organização das células procarióticas e
eucarióticas;
5. Membranas celulares: composição química, organização molecular e
ultraestrutura
6. Mecanismos de transporte através da membrana: transporte passivo, transporte
ativo, pinocitose e fagocitose.
7. A célula vegetal: parede celular, vacúolo, plasmodesmos, desmotúbulos e
plastídeos.
8. Matriz extracelular e adesão celular
9. Sinalização celular
10. Citoesqueleto: organização molecular e funções dos filamentos de actina,
microtúbulos e filamentos intermediários.
11.Armazenamento da informação genética: núcleo interfásico. Aspectos
bioquímicos e ultraestrutura do envoltório nuclear e cromatina. Condensação da
cromatina.
12. Transcrição e tradução
13. Divisão celular: mitose e meiose
14.Transformação de energia na célula: mitocôndrias, cloroplastos e peroxissomos
15. Síntese celular: ribossomos, retículo endoplasmático liso (REL), retículo
endoplasmático rugoso (RER) e aparelho de Golgi. Mecanismos de endereçamento
de proteínas entre os compartimentos celulares.
16. Digestão intracelular: ultra-estrutura, composição química e aspectos funcionais
dos lisossomos
17. Morte celular (necrose e apoptose).
VII. METODOLOGIA DE ENSINO / DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA
O conteúdo programático será desenvolvido, principalmente por meio de duas
aulas teóricas expositivas- dialogadas com o auxílio de recursos visuais, aulas de
revisão, aulas práticas em laboratório (Laboratório de Biologia Celular), buscando
incluir exemplos atuais relacionados ao cotidiano dos estudantes. Pode conter
atividades dirigidas.
Atendimento extra-classe: caso haja dúvidas em relação aos conteúdos
ministrados, o professor estará disponível para atendimento em sua sala. Além
disso, haverá um monitor disponível em horários específicos.
VIII. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
A avaliação do desempenho de cada aluno dar-se-á através da realização de: A) Quatro avaliações
escritas individuais. B) Avaliação da apostila de aulas práticas. C) Micro seminários. As aulas práticas
serão realizadas no laboratório de Biologia Celular (CRC 209). Não será permitida a entrada de alunos
sem jaleco. As datas das avaliações encontram-se no cronograma de atividades da disciplina. Será
considerado aprovado o estudante que obtiver média igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme
o cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, de 75% das atividades da disciplina.
Cálculo para média final:
Média final=[PTI (peso 2) + PTII (peso 2) + PTIII (peso 2) + PTIV (peso 2) + Apostila (peso 1) e MS
(peso 1)]
*PTI, PTII, PTIII e PTIV: avaliações teóricas I, II, III e IV.
*MS: Micro seminários
O estudante que perder uma avaliação, por motivo devidamente justificado, poderá refazê-la, após
requerer nova avaliação. Os estudantes deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Segunda chamada: As provas de segunda chamada poderão ser realizadas após justificativa de acordo
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
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com a legislação vigente da UFSC. A segunda oportunidade para avaliação será realizada AO FINAL DO
SEMESTRE LETIVO (de acordo com a data prevista no cronograma abaixo) sendo independente da
avaliação que o estudante perdeu. Esta apresentará TODO o conteúdo abordado no decorrer do semestre.
Caso o estudante tenha perdido mais de uma avaliação, a nota será multiplicada pelo número de
avaliações perdidas.
Recuperação: Não haverá recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de
laboratório definidas pelo colegiado, para as quais a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do
respectivo colegiado, conforme previsto no Art.70 da Resolução n.17/CUN/9730.
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme o
cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação:
A concessão de recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou
clínica não é obrigatória. Nestas disciplinas a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo
Colegiado de Curso, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97.
IX. CRONOGRAMA
TURMAS 01552A, 01552B, 01553A, 01553B, 01555A E 01555B – AULAS TEÓRICAS NA 2ª FEIRA.
DATA CONTEÚDO AULA (72 horas) PROCEDIMENTO
11/08 Recepção aos calouros Teórica
12 e 13/08 Apresentação da disciplina e do plano de ensino Prática
18/08 Métodos de estudo da célula Teórica
19 e 20/08 Aula prática 1. Introdução ao Laboratório de Biologia Celular. Partes e utilização do
microscópio de luz. Prática
25/08 Células procarióticas e eucarióticas animais e vegetais/
origem e evolução da célula Teórica
26 e 27/08 Aula prática 2. Observação microscópica de células procarióticas e eucarióticas animais.
Prática
01/09 Componentes químicos das células Teórica
02 e 03/08 Aula prática 3. Identificação de componentes químicos celulares.
Semana acadêmica do curso de Agronomia Prática
08/09 Membranas celulares: composição química, ultraestrutura e mecanismos de transporte Teórica
09 e 10/09 Aula prática 4. Membrana plasmática e transporte através da membrana. Atlas de micrografias
eletrônicas: membrana plasmática. Prática
15/09 1ª AVALIAÇÃO TEÓRICA Teórica
16 e 17/09 Atividade extraclasse: Moodle Prática
22/09 Núcleo interfásico e organização dos cromossomos. Teórica
23 e 24/09 Aula prática 5: Extração de ácidos nucléicos. Visualização de lâminas permanentes: núcleo e
nucléolo. Atlas de micrografias eletrônicas Prática
29/09 Transcrição e tradução Teórica
30/09 e 01/10 Aula prática 6: Estudo dirigido: exercícios sobre transcrição e tradução Prática
06/10 Síntese e digestão intracelular: RER, Golgi e lisossomos Teórica
07 e 08/10 Aula prática 7: Identificação do aparelho de Golgi em microscopia de luz. Atlas de
micrografias eletrônicas: RE e Golgi Prática
13/10 2ª AVALIAÇÃO TEÓRICA Teórica
14 e 15/10 Micro seminários Prática
20/10 Transformação de energia na célula- mitocôndrias, cloroplastos e peroxissomos Teórica
21 e 22/10 Aula prática 8: Observação de mitocôndrias e cloroplastos. Atlas de micrografias eletrônicas:
ultraestrutura das mitocôndrias e cloroplastos Prática
27/10 Citoesqueleto Teórica
28 e 29/10 Aula prática 9. Confecção de modelos de citoesqueleto em massa de modelar
Data:8 de October de 2014
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Curitibanos – Santa Catarina
Semana acadêmica do curso de Medicina Veterinária Prática
03/11 Divisão celular: mitose e meiose Teórica
04 e 05/11 Aula prática 10. Mitose em células vegetais Prática
10/11 3ª AVALIAÇÃO TEÓRICA Teórica
11 e 12/11 A célula no seu contexto social: matriz extracelular e adesões celulares
Aula prática 11. Visualização de fibras elásticas e colágenas. Exercícios e Atlas de micrografias
eletrônicas: Matriz extracelular e adesões celulares. Teórico-Prática
17 /11 Sinalização celular Teórica
18 e 19 /11 Aula prática 12. Estudo dirigido: Sinalização celular Prática
24/11 Morte celular: necrose e apoptose Teórica
25, 26/11 Aula prática 13. Células do sistema imune e macrófagos. Atlas de micrografias eletrônicas:
morte celular. Prática
01/12 4ª AVALIAÇÃO TEÓRICA Teórica
02 e 03/12 Atividade extraclasse - Moodle Teórica
09/12 SEGUNDA CHAMADA
TURMAS 02552A, 02553F, E 02555A – AULAS TEÓRICAS NA 3ª FEIRA.
DATA CONTEÚDO AULA (72 horas) PROCEDIMENTO
12/08 Apresentação da disciplina e do plano de ensino. Métodos de estudo da célula. Teórica
14/08 Aula prática 1. Introdução ao Laboratório de Biologia Celular. Partes e utilização do microscópio
de luz. Prática
19/08 Células procarióticas e eucarióticas animais e vegetais/origem e evolução da célula Teórica
21/08 Aula prática 2. Observação microscópica de células procarióticas e eucarióticas animais. Prática
25/08 Componentes químicos das células Teórica
28/08 Aula prática 3. Identificação de componentes químicos celulares. Prática
02/09 Semana acadêmica do curso de Agronomia Teórica
04/09 Semana acadêmica do curso de Agronomia Prática
09/09 Membranas celulares: composição química, ultraestrutura e mecanismos de transporte Teórica
11/09 Aula prática 4. Membrana plasmática e transporte através da membrana. Atlas de micrografias
eletrônicas: membrana plasmática.
Semana Acadêmica do curso de Engenharia Florestal Prática
16/09 1ª AVALIAÇÃO TEÓRICA Teórica
18/09 Atividade extraclasse: Moodle Prática
23/09 Núcleo interfásico e organização dos cromossomos. Teórica
25/09 Aula prática 5: Extração de ácidos nucléicos. Visualização de lâminas permanentes: núcleo e
nucléolo. Atlas de micrografias eletrônicas Prática
30/09 Transcrição e tradução Teórica
02/10 Aula prática 6: Estudo dirigido: exercícios sobre transcrição e tradução
07/10 Síntese e digestão intracelular: RER, Golgi e lisossomos Teórica
09/10 Aula prática 7: Identificação do aparelho de Golgi em microscopia de luz. Atlas de micrografias
eletrônicas: RE e Golgi Prática
14/10 2ª AVALIAÇÃO TEÓRICA
16/10 Micro seminários
21/10 Transformação de energia na célula- mitocôndrias, cloroplastos e peroxissomos Teórica
23/10 Aula prática 8: Observação de mitocôndrias e cloroplastos. Atlas de micrografias eletrônicas:
ultraestrutura das mitocôndrias e cloroplastos
27 e 28/10 Semana acadêmica do curso de Medicina Veterinária Teórica
30/10 Semana acadêmica do curso de Medicina Veterinária Prática
04/11 Citoesqueleto Teórica
06/11 Aula prática 9. Confecção de modelos de citoesqueleto em massa de modelar Prática
11/11 Divisão celular: mitose e meiose Teórica
13/11 Aula prática 10. Mitose em células vegetais Teórico-prática
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
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Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
Curitibanos – Santa Catarina
18/11 3ª AVALIAÇÃO TEÓRICA Teórica
20/11 A célula no seu contexto social: matriz extracelular e adesões celulares
Aula prática 11. Visualização de fibras elásticas e colágenas. Exercícios e Atlas de micrografias
eletrônicas: Matriz extracelular e adesões celulares. Prática
25/11 Sinalização celular Teórica
27/11 Aula prática 12. Estudo dirigido: Sinalização celular Prática
02/12 Morte celular: necrose e apoptose Teórica
04/12 Aula prática 13. Células do sistema imune e macrófagos. Atlas de micrografias eletrônicas: morte
celular. Prática
09/12 4ª AVALIAÇÃO TEÓRICA Teórica
11/12 SEGUNDA CHAMADA
X. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia básica
ALBERTS, B.; JOHNSON, A.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K.; WALTER, P. Biologia Molecular
da Célula. 5ª edição. ARTMED. Porto Alegre, 2010. (Há 20 exemplares na biblioteca).
JUNQUEIRA, L.C.; CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular. 8ª Edição. Editora Guanabara
Koogan. 2005. (Há 15 exemplares na biblioteca).
DE ROBERTIS, E.; HIB, J. Bases da Biologia celular e molecular. 4ª edição. Editora Guanabara Koogan.
Rio de Janeiro. 2006. 389p. (Há 10 exemplares na biblioteca).
Bibliografia complementar:
CARVALHO, H.F.; COLLARES-BUZATO, C.B. Células: uma abordagem multidisciplinar. Ed. Manole.
2005. (Há 10 exemplares na biblioteca)
CARVALHO, H.F. & RECCO-PIMENTEL, S.M. A célula. 2ª Edição. Editora Manole. São Paulo. 2009.
380p. (Não há exemplares na biblioteca).
COOPER, G.M.; HAUSMAN, R.E. A célula: uma abordagem molecular. 3ª edição. Editora ARTMED.
2007. (Há 10 exemplares na biblioteca).
DARNELL, J.E.; LODISH, H.; Molecular Cell Biology. 6th. Ed. Freeman, New York. 2007. (Há 1
exemplar na Biblioteca).
LODISH, H.; BERK, A.; ZIPURSKY, S.L.; MATSUDAIRA, P.; BALTIMORE, D.;
DARNELL, J. Biologia celular e molecular. 5ª edição. Editora ARTMED. Porto Alegre. 2004. (Não há
exemplares na biblioteca).
POLLARD, T.D.; EARNSHAW, W.C. Biologia celular. Editora Elsevier. São Paulo. 2006. (Não há
exemplares na biblioteca).
X. OBSERVAÇÕES GERAIS
1)
2)
3)
4)
5)
6)
7)
A frequência às aulas da disciplina é obrigatória, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% das mesmas (parágrafo 2º art. 69,
Res. 017/Cun/97).
Ao aluno que não comparecer às provas ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será atribuída nota 0 (zero), conforme parágrafo 4º, art. 70, Res.
017/Cun/97.
Havendo discordância quanto ao valor atribuído à avaliação, o aluno poderá formalizar pedido de revisão de prova dentro do prazo de prazo de 2 (DOIS) dias
úteis, contadas a partir da divulgação do resultado.
O aluno que, por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar as provas previstas no plano de ensino deverá formalizar pedido de
avaliação à Diretoria Acadêmica, dentro do prazo de 3 (TRÊS) dias úteis, recebendo provisoriamente a menção I (caput, artigo 74, Res. 017/Cun/97). Cessado
o motivo que impediu a realização da avaliação, o aluno, se autorizado pela Diretoria Acadêmica, deverá fazê-la quando, então, tratando-se de nota final, será
encaminhada ao Departamento de Administração Escolar - DAE, pela Secretaria Acadêmica (parágrafo 1º, art. 74, Res. 017/Cun/97).Observação: O julgamento
do motivo que impediu a realização de qualquer uma das provas não é do professor ministrante. No caso da presente disciplina cabe à Diretoria Acadêmica
efetuar o julgamento e, se assim entender, autorizar por escrito que o professor ministrante realize outra avaliação. A avaliação substituta será efetuada em data
e horário fixados pelo professor ministrante.
Prescreve o parágrafo 2º do art. 70 da Res. 017/Cun/97: O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três) e
5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova avaliação no final do semestre.
Prescreve o parágrafo 3º do artigo 71 da Res. 017/Cun/97: O aluno enquadrado no caso anterior (previsto pelo parágrafo 2º do art. 70) terá sua nota final
calculada através da média aritmética entre a média das notas das avaliações parciais e a nota obtida na avaliação estabelecida no citado parágrafo.
Conforme o art. 59 da lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e o artigo Art. 27. do decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 as instituições de ensino
superior deverão oferecer adaptações de provas e os apoios necessários, previamente solicitados pelo aluno portador de deficiência, inclusive tempo adicional
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CAMPUS DE CURITIBANOS
Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
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para realização das provas, conforme as características da deficiência. A pessoa interessada na obtenção do benefício, juntando prova de sua condição, deverá
requerê-lo junto à Diretoria Acadêmica, que determinará as providências a serem cumpridas.
__________________________
Prof(a/s). Dr(a/s). Denise Olkoski, Patrícia Maria Oliveira Pierre Castro, Viviane Glaser
PLANO DE ENSINO
SEMESTRE 2014-2
I. INFORMAÇÕES GERAIS
Código da
Nome da disciplina
disciplina
AGC7206 - Microbiologia Geral
Professor(es) Responsável(is)
Sonia Purin e Glória Regina Botelho
Total de aulas semestrais
2 teóricos, 2 práticos
II. REQUISITOS:
Biologia Celular; Bioquímica.
III. CURSO(s) PARA O(s) QUAL (is) A DISCIPLINA É OFERECIDA
552 Medicina Veterinária
IV. EMENTA
Caracterização e classificação dos grupos de microrganismos. Crescimento, metabolismo e genética
microbiana. Interação parasita-hospedeiro. Fatores de virulência microbiana. Técnicas para avaliação da
diversidade e atividade microbiana. Microbiologia da água.
V. OBJETIVOS
Geral:
Introduzir o acadêmico a conhecimentos básicos, aplicados e práticos da
microbiologia com ênfase em interações microbianas relevantes para a Medicina
Veterinária.
Específicos:
- Despertar o interesse e a curiosidade do acadêmico pela microbiologia através da
discussão do uso histórico e atual dos microrganismos na Medicina Veterinária.
- Introduzir conceitos de microbiologia básica e aplicada que sejam dominados com
clareza e segurança.
- Familiarizar os estudantes com a diversidade funcional e metabólica microbiana,
integrando conceitos de biologia celular e bioquímica.
- Capacitar o futuro profissional a identificar e discutir fatores que influenciam a
ocorrência e a atividade dos microrganismos em animais.
- Desenvolver habilidades laboratoriais básicas para o cultivo, isolamento,
identificação e estimativa da atividade microbiana.
VI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
AULAS TEÓRICAS
1. Introdução à Microbiologia e histórico dos sistemas de classificação de
microrganismos.
2. Morfologia e estrutura funcional de microrganismos procariontes (Bactérias e
Arquéias)
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CAMPUS DE CURITIBANOS
Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
Curitibanos – Santa Catarina
3. Morfologia e estrutura funcional de microrganismos eucariontes (Fungos)
4. Morfologia e estrutura funcional de microrganismos eucariontes (Algas e
Protozoários).
5. Morfologia e estrutura funcional dos vírus.
6. Crescimento microbiano e métodos de controle de microrganismos.
7. Metabolismo microbiano e suas aplicações.
8. Genética microbiana.
9. Aplicação dos microrganismos na engenharia genética e biotecnologia.
10. Classificação e identificação de microrganismos por métodos de morfológicos e
de biologia molecular.
11. Princípios para a avaliação de comunidades microbianas: Técnicas de estimativa
de atividade e diversidade microbiana.
12. Interação parasita-hospedeiro.
13. Fatores de virulência microbiana.
14. Microrganismos e os ciclos biogeoquímicos de nutrientes.
15. Microbiologia da água.
AULAS PRÁTICAS
1. Introdução ao laboratório de Microbiologia: Boas Práticas de Laboratório (BPL) e
Métodos de controle de crescimento microbiano: métodos físicos.
2. Métodos químicos de controle de crescimento microbiano e meios de cultivo.
3. Isolamento, inoculação e repicagem de culturas microbianas.
4. Obtenção de culturas puras bacterianas e fúngicas.
5. Coloração diferencial (teste de Gram) e manutenção de microrganismos.
6. Provas bioquímicas.
7. Desenvolvimento e morfologia de fungos filamentosos.
8. Quantificação de microrganismos: diluição seriada
9. Caracterização do crescimento microbiano: necessidade de oxigênio e
temperatura ótima de crescimento.
10. Identificação de microrganismos por métodos de biologia molecular.
11. Análise de protozoários
12. Antibiograma
13. Ciclos biogeoquímicos: inoculantes bacterianos.
14. Microbiologia da água: teste presuntivo.
15. Microbiologia da água: teste confirmativo e coliformes fecais.
VII. METODOLOGIA DE ENSINO / DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA
As aulas teóricas serão expositivas e dialogadas, com o uso de recursos interativos
e participação ativa dos estudantes. Serão fornecidos materiais como panfletos de
empresas, boletins técnicos e literatura primária. As aulas práticas serão
ministradas em laboratório e desenvolvidas em grupos, com supervisão do instrutor
e do monitor da disciplina. Todo material apresentado em sala de aula ficará à
disposição dos acadêmicos na plataforma moodle. Serão também utilizados vídeos
como forma de recursos audiovisuais. O instrutor fornecerá guia de estudos e
exercícios de fixação ao longo do semestre.
VIII. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CAMPUS DE CURITIBANOS
Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
Curitibanos – Santa Catarina
A avaliação do desempenho de cada aluno dar-se-á através da realização de três avaliações, relatórios de
aulas práticas e participação em uma atividade de apresentação de artigos. As datas das avaliações
encontram-se no cronograma de atividades da disciplina, podendo ser alterada estando em comum acordo
com os alunos. Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis (6,0),
conforme o cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, em 75% das atividades da disciplina.
Cálculo para média final:
Média final = [(PT1 x 0,2) + (PT2 x 0,2) + (PT3 x 0,2) + (AP x 0,3) + (TG x 0,10)], onde:
PT1 = Nota da primeira avaliação teórica;
PT2 = Nota da segunda avaliação teórica;
PT3 = Nota da terceira avaliação teórica;
AP = Nota para relatórios de aula prática;
TG = Nota de trabalho em grupo.
A nota para aula prática será atribuída da seguinte maneira: Após cada aula prática, os acadêmicos
deverão elaborar um relatório escrito por grupo de trabalho. Cada grupo deverá entregar os relatórios ao
instrutor da disciplina ao final de cada três aulas práticas realizadas. Ao final do semestre, será calculada
uma nota única com base no número de relatórios solicitados. O acadêmico que faltar em uma aula
prática não poderá apresentar relatório referente às atividades desenvolvidas nesta data. Os alunos que
faltarem à (s) prova(s) escrita (s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme o
cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação:
A concessão de recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou
clínica não é obrigatória. Nestas disciplinas a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo
Colegiado de Curso, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97.
IX. CRONOGRAMA
11/08 02 - T Introdução à Microbiologia e histórico dos sistemas de classificação de microrganismos.
12/08 02 - P Introdução ao laboratório de microbiologia: BPL e métodos físicos de controle de
crescimento microbiano.
18/08 02 - T Morfologia e estrutura funcional de microrganismos procariontes (Bactérias e Arquéias)
19/08 02 - P Métodos químicos de controle de crescimento microbiano e meios de cultivo.
25/08 02 - T Morfologia e estrutura funcional de microrganismos eucariontes (Fungos).
26/08 02 - P Isolamento, inoculação e repicagem de culturas microbianas.
01/09 02 - T Morfologia e estrutura funcional de microrganismos eucariontes (Algas e protozoários).
02/09 02 - P Obtenção de culturas puras bacterianas e fúngicas.
08/09 02 - T Morfologia e estrutura funcional de vírus.
09/09 02 - P Teste de Gram e manutenção de culturas microbianas.
15/09 02 - T Primeira avaliação
16/09 02 - P Provas bioquímicas - inoculação.
22/09 02 – T Crescimento microbiano e métodos de controle de microrganismos.
23/09 02 - P Provas bioquímicas - resultados.
29/09 02 - T Metabolismo microbiano e suas aplicações.
30/09 02 - P Crescimento e morfologia de fungos.
06/10 02 - T Genética microbiana.
07/10 02 - P Quantificação de microrganismos: diluição seriada. Parte I.
13/10 02 - T Aplicação dos microrganismos na engenharia genética e biotecnologia.
14/10 02 - P Quantificação de microrganismos: diluição seriada. Parte II.
20/10 02 - T Classificação e identificação de microrganismos por métodos de morfológicos e de biologia
molecular.
21/10 02 - P Análise de protozoários
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
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Curitibanos – Santa Catarina
27/10 02 - T Segunda avaliação
28/10 02 - P Semana Acadêmica de Medicina Veterinária Identificação de microrganismos por métodos
de biologia molecular.
03/11 02 - T Microbiologia da água.
04/11 02 - P Microbiologia da água: teste presuntivo.
10/11 02 - T Fatores de virulência microbiana
11/11 02 - P Microbiologia da água: teste confirmativo e coliformes fecais - inoculação.
17/11 02 - T Interação parasita-hospedeiro
18/11 02 - P Microbiologia da água: teste confirmativo e coliformes fecais - leitura.
24/11 02 - T Microrganismos e os ciclos biogeoquímicos de nutrientes.
25/11 02 - P Ciclos biogeoquímicos: inoculantes bacterianos
01/12 02 - T Terceira avaliação
02/12 02 - P Antibiograma - inoculação
08/12 02 - T Feriado municipal
09/12 02 - P Antibiograma – resultados.
X. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia básica
NOGUEIRA, A.V.; SILVA FILHO, G.N. Microbiologia. Florianópolis: CED/LANTEC/UFSC, 2010.
SILVA FILHO, G.N; OLIVEIRA, V. L. Microbiologia: Manual de aulas práticas. 2. ed. Florianópolis,
SC: Editora da UFSC, 2007.
TORTORA, G.J.; FUNKE, B.R.; CASE, C.L. Microbiologia. 10. Ed. Porto Alegre (RS): ARTMED,
2012.
Bibliografia complementar:
ÁVILA, F.A.; RIGOBELO, E.C.; MALUTA, R.P. Microbiologia Geral. Jaboticabal: FUNEP, 2012
FRANCO, R.M.; MANTILLA, S.P.S.; GOUVÊA, R.; OLIVEIRA, L.A.T. 2010. Resistência
antimicrobiana de Escherichia coli isoladas de carne e dejetos suínos. Acta Veterinaria Brasilica 4: 31-36.
GUERRA, M.G. et al. 2011. Disponibilidade e qualidade da água na produção de leite. Acta Veterinaria
Brasilica 5: 230-235.
LANGE, C.C. et al. 2011. Uso de PCR e sequenciamento do rDNA 16S para identificação de bactérias do
gênero Staphylococcus isoladas de mastite bovina. Pesquisa Veterinária Brasileira 31: 36-40.
MADIGAN MT, MARINKO JM, PARKER J. Microbiologia de Brock. 10. Ed. São Paulo: Prentice Hall,
2003.
X. OBSERVAÇÕES GERAIS
8)
9)
10)
11)
12)
13)
14)
A frequência às aulas da disciplina é obrigatória, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% das mesmas (parágrafo 2º art. 69,
Res. 017/Cun/97).
Ao aluno que não comparecer às provas ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será atribuída nota 0 (zero), conforme parágrafo 4º, art. 70, Res.
017/Cun/97.
Havendo discordância quanto ao valor atribuído à avaliação, o aluno poderá formalizar pedido de revisão de prova dentro do prazo de prazo de 2 (DOIS) dias
úteis, contadas a partir da divulgação do resultado.
O aluno que, por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar as provas previstas no plano de ensino deverá formalizar pedido de
avaliação à Diretoria Acadêmica, dentro do prazo de 3 (TRÊS) dias úteis, recebendo provisoriamente a menção I (caput, artigo 74, Res. 017/Cun/97). Cessado
o motivo que impediu a realização da avaliação, o aluno, se autorizado pela Diretoria Acadêmica, deverá fazê-la quando, então, tratando-se de nota final, será
encaminhada ao Departamento de Administração Escolar - DAE, pela Secretaria Acadêmica (parágrafo 1º, art. 74, Res. 017/Cun/97).Observação: O julgamento
do motivo que impediu a realização de qualquer uma das provas não é do professor ministrante. No caso da presente disciplina cabe à Diretoria Acadêmica
efetuar o julgamento e, se assim entender, autorizar por escrito que o professor ministrante realize outra avaliação. A avaliação substituta será efetuada em data
e horário fixados pelo professor ministrante.
Prescreve o parágrafo 2º do art. 70 da Res. 017/Cun/97: O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três) e
5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova avaliação no final do semestre.
Prescreve o parágrafo 3º do artigo 71 da Res. 017/Cun/97: O aluno enquadrado no caso anterior (previsto pelo parágrafo 2º do art. 70) terá sua nota final
calculada através da média aritmética entre a média das notas das avaliações parciais e a nota obtida na avaliação estabelecida no citado parágrafo.
Conforme o art. 59 da lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e o artigo Art. 27. do decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 as instituições de ensino
superior deverão oferecer adaptações de provas e os apoios necessários, previamente solicitados pelo aluno portador de deficiência, inclusive tempo adicional
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
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para realização das provas, conforme as características da deficiência. A pessoa interessada na obtenção do benefício, juntando prova de sua condição, deverá
requerê-lo junto à Diretoria Acadêmica, que determinará as providências a serem cumpridas.
__________________________
Prof(a/s). Dr(a/s). Sonia Purin e Glória Regina Botelho
PLANO DE ENSINO
SEMESTRE 2014-2
I. INFORMAÇÕES GERAIS
Código da
Nome da disciplina
disciplina
AGC7223 - Agrostologia
Professor(es) Responsável(is)
Kelen Cristina Basso
Total de aulas semestrais
3 teóricos, 1 prático
II. REQUISITOS:
CBV7104 (Bioquímica) e CBV7602 (Anatomia Descritiva dos Animais domésticos II).
III. CURSO(s) PARA O(s) QUAL (is) A DISCIPLINA É OFERECIDA
552 Medicina Veterinária
IV. EMENTA
Importância e situação atual das pastagens no Brasil. Introdução ao estudo daagrostologia. Diferenças
morfológicas entre gramíneas e leguminosas. Pastagens nativas e cultivadas. Características agronômicas
das principais espécies degramíneas. Características agronômicas das principais espécies de
leguminosas.Fisiologia de plantas forrageiras. Manejo de pastagens. Conservação de forragens.
V. OBJETIVOS
Geral: Oportunizar ao acadêmico o estudo e a compreensão dos fundamentos
teóricos e as aplicações da Ciência da Agrostologia.
Específicos:
•
Compreender e aplicar os princípios fisiológicos relacionados com o
comportamento das plantas forrageiras.
•
Conhecer as principais pastagens nativas de Santa Catarina.
•
Compreender, selecionar e aplicar métodos e técnicas adequadas e racionais
de melhoramento conservação e manejo das pastagens.
•
Conhecer as principais forrageiras anuais e perenes, hibernais e estivais.
•
Entender como proceder para conservar as forragens..
VI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
•
Apresentação da disciplina. Introdução, Conceitos básicos; definições de
Agrostologia.
•
Importância da forragicultura.
•
Morfofisiologia e taxonomia das plantas forrageiras.
•
Caracterização e manejo das gramíneas e leguminosas anuais e perenes de
inverno e verão.
•
Pastagens nativas de Santa Catarina.
•
Implantação, melhoramento, conservação e manejo das pastagens.
•
Conservação de forragens.
Data:8 de October de 2014
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VII. METODOLOGIA DE ENSINO / DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA
As aulas serão, em sua maior parte, expositivas utilizando-se como recursos,
alternadamente, o quadro negro, o data show e o retroprojetor visando facilitar o
entendimento e a participação dos alunos. Pode conter apresentação de
seminários, atividades dirigidas, via plataforma moodle.
Atividades extra-classe como leitura de artigos científicos, viagens de estudos
VIII. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
A avaliação será feita por meio de DUAS provas abordando conteúdo teórico e prático dos temas
discutidos com valor de 4,0 pontos cada uma. Além de estudos dirigidos que serão propostos de acordo
com o cronograma da disciplina.
Avaliações (AV): 4,0 pontos cada.
Estudo dirigido (ED): 2,0 pontos
Nota final será a soma dos pontos: 4,0 pontos AV1 + 4,0 pontos AV2 + 2,0 pontos ED = 10,00 pontos
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme o
cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação:
A concessão de recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou
clínica não é obrigatória. Nestas disciplinas a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo
Colegiado de Curso, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97.
IX. CRONOGRAMA
DATA ASSUNTO
13/08 Apresentação da Disciplina, Plano de Curso, Métodos de Avaliação e Cronograma de Aulas
20/08 Morfologia e Taxonomia das plantas forrageiras (Estudo Dirigido)
27/08 Morfologia e Taxonomia das plantas forrageiras
03/09 Características morfológicas e fisiológicas de plantas forrageiras e diferenças agronômicas das
principais espécies
10/09 Características morfológicas e fisiológicas de plantas forrageiras e diferenças agronômicas das
principais espécies (Aula Prática)
17/09 Pastagens nativas e cultivadas da Região Sul
24/09 Pastagens nativas e cultivadas da Região Sul (Estudo dirigido)
01/10 Manejo e conservação do campo nativo (Melhoramento e espécies utilizadas; Diferimento)
08/10 Manejo e conservação do campo nativo (Aula prática)
15/10 Avaliação 1
22/10 Implantação de pastagens (Escolha da espécie, métodos de plantio, taxa de semeadura)
29/10 Implantação de pastagens (Escolha da espécie, métodos de plantio, taxa de semeadura)
05/11 Componentes do sistema de produção de animais a pasto (manejo de pastagens)
12/11 Manejo de pastagens
19/11 Métodos de manejo (Lotação rotativa, Lotação contínua); diferimento e divisão de piquetes
26/11 Processo de produção de silagem, principais forrageiras e processos de fermentação no silo
03/12 Processo de produção de silagem, principais forrageiras e processos de fermentação no silo
10/12 Processo de produção de feno e forrageiras indicadas para conservação
17/12 Avaliação 2
X. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia básica
Data:8 de October de 2014
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CÓRDOVA, U. et al. Melhoramento e manejo de pastagens naturais no Planalto Catarinense.
Florianópolis, EPAGRI. 2004.
DA SILVA, S.C., NASCIMENTO JR, D.N., EUCLIDES, V.B.P. Pastagens: conceitos básicos, produção e
manejo. 1°ed. Viçosa: Suprema, 2008.
FONSECA, D. M. da, MARTUSCELLO, J. A. Plantas forrageiras. Viçosa, MG: Ed. UFV, 2010.
REIS, R.A., BERNARDES, T.F., SIQUEIRA, G.R. Forragicultura: Ciência, Tecnologia e Gestão dos
Recursos Forrageiros. 1°ed. Jaboticabal: FUNEP, 2014.
Bibliografia complementar:
CÓRDOVA, U. et al. Produção de leite à base de pasto em Santa Catarina. Florianópolis. EPAGR, 2012.
PILLAR, V.P. et al. Campos Sulinos: conservação e uso sustentável da biodiversidade. Brasília: MMA,
2009.
VIDOR, M.A., DALL’AGNOL, M., QUADROS, F.L.F. de. Principais forrageiras para o Planalto de
Santa Catarina. Florianópolis: Epagri, 1997. 91 p. (Epagri. Boletim Técnico, 86).
X. OBSERVAÇÕES GERAIS
15) A frequência às aulas da disciplina é obrigatória, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% das mesmas (parágrafo 2º art. 69,
Res. 017/Cun/97).
16) Ao aluno que não comparecer às provas ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será atribuída nota 0 (zero), conforme parágrafo 4º, art. 70, Res.
017/Cun/97.
17) Havendo discordância quanto ao valor atribuído à avaliação, o aluno poderá formalizar pedido de revisão de prova dentro do prazo de prazo de 2 (DOIS) dias
úteis, contadas a partir da divulgação do resultado.
18) O aluno que, por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar as provas previstas no plano de ensino deverá formalizar pedido de
19)
20)
21)
avaliação à Diretoria Acadêmica, dentro do prazo de 3 (TRÊS) dias úteis, recebendo provisoriamente a menção I (caput, artigo 74, Res. 017/Cun/97). Cessado
o motivo que impediu a realização da avaliação, o aluno, se autorizado pela Diretoria Acadêmica, deverá fazê-la quando, então, tratando-se de nota final, será
encaminhada ao Departamento de Administração Escolar - DAE, pela Secretaria Acadêmica (parágrafo 1º, art. 74, Res. 017/Cun/97).Observação: O julgamento
do motivo que impediu a realização de qualquer uma das provas não é do professor ministrante. No caso da presente disciplina cabe à Diretoria Acadêmica
efetuar o julgamento e, se assim entender, autorizar por escrito que o professor ministrante realize outra avaliação. A avaliação substituta será efetuada em data
e horário fixados pelo professor ministrante.
Prescreve o parágrafo 2º do art. 70 da Res. 017/Cun/97: O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três) e
5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova avaliação no final do semestre.
Prescreve o parágrafo 3º do artigo 71 da Res. 017/Cun/97: O aluno enquadrado no caso anterior (previsto pelo parágrafo 2º do art. 70) terá sua nota final
calculada através da média aritmética entre a média das notas das avaliações parciais e a nota obtida na avaliação estabelecida no citado parágrafo.
Conforme o art. 59 da lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e o artigo Art. 27. do decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 as instituições de ensino
superior deverão oferecer adaptações de provas e os apoios necessários, previamente solicitados pelo aluno portador de deficiência, inclusive tempo adicional
para realização das provas, conforme as características da deficiência. A pessoa interessada na obtenção do benefício, juntando prova de sua condição, deverá
requerê-lo junto à Diretoria Acadêmica, que determinará as providências a serem cumpridas.
__________________________
Prof(a/s). Dr(a/s). Kelen Cristina Basso
PLANO DE ENSINO
SEMESTRE 2014-2
I. INFORMAÇÕES GERAIS
Código da
Nome da disciplina
disciplina
CNS7716 - Extensão Rural
Professor(es) Responsável(is)
Luis Alejandro Lasso Gutiérrez
Total de aulas semestrais
3 teóricos
II. REQUISITOS:
Não há requisitos
III. CURSO(s) PARA O(s) QUAL (is) A DISCIPLINA É OFERECIDA
552 Medicina Veterinária
IV. EMENTA
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
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CAMPUS DE CURITIBANOS
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Caracterização do meio rural e da Extensão rural no Brasil: história e bases teóricas sob uma visão
crítica. Revolução verde e modernização da agricultura. Perfil e prática extensionistas. Extensão rural e
sistemas locais de conhecimento e inovação: prática dialógica, comunicação e metodologia. Modelos
pedagógicos, métodos e técnicas sociais em extensão rural. Planejamento da ação extensionista. Estado,
centralização e descentralização: extensão e pesquisa agropecuária. Política Nacional de Assistência
técnica e Extensão Rural, novas instâncias participativas, desafios e perspectivas.
V. OBJETIVOS
- Possibilitar ao aluno uma melhor compreensão das propostas contemporâneas de
assistência técnica e da extensão rural pública governamental como parte de um
projeto político, vinculando essa dinâmica com os modelos políticos e econômicos
hegemônicos ao longo da história recente até a atualidade.
- Entender a vinculação das práticas utilizadas pela Extensão com as práticas de
assistência técnica no primeiro setor (prefeituras municipais, governações,
entidades de pesquisa e extensão), no segundo setor (ou de “fomento” de
empresas privadas e grandes cooperativas), seja no terceiro setor (ONG,
associações).
- Desenvolver competências para a elaboração, implementação e avaliação de
processos e/ou projetos de extensão rural, no contexto das políticas públicas
nacional e estadual (Santa Catarina) vigentes.
- Desenvolver competências para o trabalho comunitário, a educação popular e a
inovação nos médios de comunicação, na assistência técnica e a extensão no meio
rural.
VI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1.Visão sistêmica do mundo, distinção do meio rural e distinção de uma
Comunidade rural.
2. Conceito de Extensão Rural: Agricultura o Agrônomo e a Extensão rural
(Extensão agrícola).
3. Espaço rural e funções no mundo moderno. Paradigmas do desenvolvimento
4. Crescimento econômico x desenvolvimento; agentes de intervenção. Extensão
Rural: origem, história, filosofia e princípios. Compreensão da sua trajetória até os
dias de hoje
5.Políticas de assistência técnica e extensão rural. Planos e programas nacionais e
estaduais. Entidades, organismos, execução e controle.
6.Espaços de participação e estratégias locais. Extensão e participação
7. Comunicação e pedagogia: Processo e princípios de comunicação; Processo de
difusão/adoção de inovações; Meios de comunicação e auxílios audio-visuais;
Processo ensino-aprendizagem; Princípios de educação; Escolas pedagógicas;
Construtivismo e Extensão Rural.
8. Metodologias de extensão rural. Práticas
9. Planejamento e Estratégia de Ação na Extensão Rural
VII. METODOLOGIA DE ENSINO / DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA
As aulas de caráter expositiva/dialogada utilizando-se como recursos, o quadro
negro, o data show, com vistas a facilitar o entendimento e a participação dos
alunos.
Trabalho em grupo desenvolvido ao longo do semestre incluindo um seminário e
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saída a campo ou trabalho prático
Constantes práticas sobre as metodologias participativas dentro do Campus e nas
propriedades rurais vizinhas
A apresentação de seminários pelos discentes também compõem a estratégia de
aprendizagem e trocas de informações entre o grupo. Pesquisas a campo. Leitura e
fichamento de livros e artigos ou elaboração de resenha.
Palestras e discussões com visitantes e/ou visitas de conhecimento serão utilizadas
dentro do possível e viável a executar.
VIII. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
A avaliação do desempenho de cada aluno dar-se-á através do computo de quatro itens com o mesmo
peso de 25%, assim:
- Trabalhos de caráter individual (4) e participação individual ao longo do semestre (25%).
- Trabalho em grupo ao longo do semestre (25%)
- Trabalho em grupo final (Seminário e trabalho escrito – 25%)
- Prova final individual (Fichamento mais perguntas gerais – 25%)
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), e
que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação:
Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97.
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme o
cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação:
A concessão de recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou
clínica não é obrigatória. Nestas disciplinas a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo
Colegiado de Curso, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97.
IX. CRONOGRAMA
1- Introdução e apresentação do plano de ensino, cronograma e proposta de trabalhos – Introdução ao
conceito de Extensão Rural - Aula expositiva/Trabalho individual em grupo
2 – Visão Sistêmica de Mundo. Paradigmas do desenvolvimento. Conceito de Meio rural
3 - O que é Paradigma? O que é Sistema? Sistemas naturais, sistemas sociais. Introdução ao paradigma
da complexidade
4 - Quebra paradigmática. Níveis de complexidade. e Introdução ao pensamento Sistêmico.
5 - Modelos de desenvolvimento. Trajetória da modernização da agricultura e efeitos no ambiente rural e
revolução verde. Paradigmas da extensão rural. Modernização conservadora em Santa Catarina.
6 - Origens e trajetória da Extensão Rural no mundo e no Brasil. Extensão Rural e sua introdução no
Terceiro Mundo: Análise crítica da “Revolução Verde”: origens, ações e consequências; agricultura
familiar e Segurança Alimentar e Nutricional.
7 - Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural – PNATER 2003-2010. Programa nacional
de Assistência técnica e Extensão Rural – PRONATER. Trajetória avanços e desafios. Modelos de Ater:
Fomento; Assistência Técnica e Extensão Rural – seus conceitos, diferenças e consequências. Estado,
centralização e descentralização, redução dos gastos públicos e serviços públicos de desenvolvimento
rural.
8 - Metodologias de Extensão Rural - uso diferenciado dos métodos sob nova proposta pedagógica;
Trabalho em grupos
9 - Diagnóstico situacional. Trabalho em grupo. Mapa de Influências. Iterações conflituosas, Interações
cooperativas DRP
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Curitibanos – Santa Catarina
10 - Saída a campo.
11- Enfoques metodológicos de intervenção na Extensão Rural. Apresentação Especialista Externo
12 – Participação social. Ater e Movimentos sociais. Discussão com Técnicos e profissionais da Extensão
Rural. Epagri e Cooptrasc.
13 - Níveis de participação, empoderamento e Diagnóstico rural Participativo. Ferramentas participativas,
manuais e Trabalho grupal: Árvore de problemas e árvore de soluções. Projeto
14 - Tópicos finais sobre extensão rural e metodologias participativas. Trabalho em grupos
15- Seminários 1: apresentação dos Projeto de Desenvolvimento e Extensão Rural (Trabalhos de grupo);
16 - Seminários 2
17 - Prova final
18 - Recuperação
19- Recuperação
X. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia básica
BROSE, M. Participação na Extensão Rural. Experiências inovadoras de desenvolvimento local. Porto
Alegre: Editorial Tomo, 2004.
OLINGER, G. 50 anos de extensão rural: breve histórico do serviço de extensão rural no Estado de Santa
Catarina 1956 a 2006. Florianópolis, SC EPAGRI - Empresa de Pesquisa Agropecuária e Difusão de
Tecnologia de SC, 2006.
PLOEG, V. der J. D. Camponeses e impérios alimentares: Lutas por autonomia e sustentabilidade na era
da globalização. Série estudos rurais. Editora UFRGS. Porto Alegre, 2008.
RAMOS, L.; TAVARES, J. (Org.). Assistência técnica e Extensão Rural: construindo o conhecimento
agroecológico. Manaus: Ed. Bagaço, 2006.
Bibliografia complementar:
ARROYO, M. G. Por uma Educação do Campo. Petrópolis: Vozes, 2004.
BROSE, M. (org.) Metodologia Participativa: Uma introdução a 29 instrumentos. 2. ed. Porto Alegre:
Tomo Editorial, 2010.
BUARQUE, S. C. Construindo o desenvolvimento local sustentável: Metodologia de planejamento. 1.
ed. Editora: GARAMOND, 2002.
MATURANA, H. R.; VARELA, F.J. A árvore do conhecimento. As bases biológicas da compreensão
humana. 8. ed. São Paulo: Palas Athena, 2010.
SABOURIN, E. Camponeses do Brasil: Entre a troca mercantil e a reciprocidade. Rio de Janeiro:
Garamond, 2009.
X. OBSERVAÇÕES GERAIS
22) A frequência às aulas da disciplina é obrigatória, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% das mesmas (parágrafo 2º art. 69,
Res. 017/Cun/97).
23) Ao aluno que não comparecer às provas ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será atribuída nota 0 (zero), conforme parágrafo 4º, art. 70, Res.
017/Cun/97.
24) Havendo discordância quanto ao valor atribuído à avaliação, o aluno poderá formalizar pedido de revisão de prova dentro do prazo de prazo de 2 (DOIS) dias
úteis, contadas a partir da divulgação do resultado.
25) O aluno que, por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar as provas previstas no plano de ensino deverá formalizar pedido de
26)
27)
28)
avaliação à Diretoria Acadêmica, dentro do prazo de 3 (TRÊS) dias úteis, recebendo provisoriamente a menção I (caput, artigo 74, Res. 017/Cun/97). Cessado
o motivo que impediu a realização da avaliação, o aluno, se autorizado pela Diretoria Acadêmica, deverá fazê-la quando, então, tratando-se de nota final, será
encaminhada ao Departamento de Administração Escolar - DAE, pela Secretaria Acadêmica (parágrafo 1º, art. 74, Res. 017/Cun/97).Observação: O julgamento
do motivo que impediu a realização de qualquer uma das provas não é do professor ministrante. No caso da presente disciplina cabe à Diretoria Acadêmica
efetuar o julgamento e, se assim entender, autorizar por escrito que o professor ministrante realize outra avaliação. A avaliação substituta será efetuada em data
e horário fixados pelo professor ministrante.
Prescreve o parágrafo 2º do art. 70 da Res. 017/Cun/97: O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três) e
5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova avaliação no final do semestre.
Prescreve o parágrafo 3º do artigo 71 da Res. 017/Cun/97: O aluno enquadrado no caso anterior (previsto pelo parágrafo 2º do art. 70) terá sua nota final
calculada através da média aritmética entre a média das notas das avaliações parciais e a nota obtida na avaliação estabelecida no citado parágrafo.
Conforme o art. 59 da lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e o artigo Art. 27. do decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 as instituições de ensino
superior deverão oferecer adaptações de provas e os apoios necessários, previamente solicitados pelo aluno portador de deficiência, inclusive tempo adicional
para realização das provas, conforme as características da deficiência. A pessoa interessada na obtenção do benefício, juntando prova de sua condição, deverá
requerê-lo junto à Diretoria Acadêmica, que determinará as providências a serem cumpridas.
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CAMPUS DE CURITIBANOS
Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
Curitibanos – Santa Catarina
__________________________
Prof(a/s). Dr(a/s). Luis Alejandro Lasso Gutiérrez
PLANO DE ENSINO
SEMESTRE 2014-2
I. INFORMAÇÕES GERAIS
Código da
Nome da disciplina
disciplina
CBV7103 - Ecologia Geral
Professor(es) Responsável(is)
Julia Carina Niemeyer, Alexandre Siminski, Karine Santos
Total de aulas semestrais
2 teóricos, 2 práticos
II. REQUISITOS:
Não há requisitos
III. CURSO(s) PARA O(s) QUAL (is) A DISCIPLINA É OFERECIDA
551 Ciências Rurais, 552 Medicina Veterinária, 553 Engenharia Florestal, 555 Agronomia
IV. EMENTA
Conceitos fundamentais em Ecologia. Níveis hierárquicos de organização. Biomas. Conceito de
ecossistema, principais componentes e dinâmica. Fatores Bióticos e Abióticos. Ciclos biogeoquímicos.
Ecologia trófica, cadeias e teias alimentares. Fluxo de energia e Ciclagem de materiais. Fatores
ecológicos. Dinâmica de populações. Estrutura de comunidades. Sucessão ecológica. Diversidade das
comunidades biológicas. Evolução e dinâmica. Biodiversidade e Usos de Recursos Naturais.
V. OBJETIVOS
O estudante deverá aplicar princípios ecológicos em sistemas agropecuários e
florestais, entendendo o espaço agrícola como um complexo sistema natural, fruto
da evolução biológica e da cultura humana.
VI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Introdução.
1.1 Escopo da Ecologia.
1.2.Conceitos ecológicos básicos
2. Ecossistemas
3. Energia nos sistemas ecológicos
4. Ciclos biogeoquímicos
5. Fatores limitantes e regulatórios
6. Ecologia de População
7. Ecologia de Comunidades
8. Desenvolvimento do ecossistema (sucessão ecológica)
9. Ecologia da paisagem
10. Ecologia associada às Ciências Rurais
11. Proteção e Restauração Ambiental
VII. METODOLOGIA DE ENSINO / DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA
As aulas serão teóricas e práticas, com textos e bibliografia para leituras.
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
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CAMPUS DE CURITIBANOS
Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
Curitibanos – Santa Catarina
Caso haja dúvidas em relação aos conteúdos ministrados, os professores estarão
disponíveis para atendimento. Além disso, esta disciplina dispõe de monitor.
VIII. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
A nota final de aproveitamento da disciplina será composta de dois instrumentos de avaliação, sendo
balizadas pelas normas estabelecidas por esta Instituição (Resolução 017/Cun/1997). Três provas com
peso de 90% da média final, com data estabelecida no cronograma. O segundo item da avaliação será a
participação nas discussões (debate) em sala de aula e relatórios de aulas práticas, em um processo
contínuo ao longo do transcorrer da disciplina, que corresponderá a 10% da média final.
OBSERVAÇÕES:
1- O aluno que por motivo plenamente justificado deixar de realizar as avaliações previstas no plano de
ensino deverá formalizar pedido de avaliação dentro do prazo de 72 horas, contadas a partir da realização
da prova na qual o mesmo encontrava-se ausente (Resolução 017/CUn/97).
2- Havendo discordância quanto ao valor atribuído à avaliação, o aluno poderá formalizar pedido de
revisão de prova dentro do prazo de 48 horas, contadas a partir da divulgação do resultado.
Recuperação:
Não haverá recuperação final em disciplinas de caráter prático. A avaliação ficará a critério do respectivo
Colegiado, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/9730.
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme o
cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação:
A concessão de recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou
clínica não é obrigatória. Nestas disciplinas a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo
Colegiado de Curso, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97.
IX. CRONOGRAMA
Encontros (2 h/a) CONTEÚDO AULA
12 e 13/08/14 Apresentação da disciplina. Introdução à Ecologia. Conceitos básicos em Ecologia.
13/08/14 Aula prática: Introdução à Ecologia
19 e 20/08/14 Interações ecológicas
20/08/14 Aula prática: Interações Ecológicas/Trilha
26/08/14 e 27/08/14 Fatores Ecológicos
27/08/14 Aula Prática: Fatores Ecológicos
02 e 03/09/14 Energia nos Ecossistemas
03/09/14 Aula Prática: Energia
09 e 10/09/14 Ciclos Biogeoquímicos
10/09/14 Aula Prática: Ciclos Biogeoquímicos
16 e 17/09/14 PROVA 1
17/09/14 Discussão da prova
23 e 24/09/14 Ecossistemas e Biomas
24/09/14 Aula Prática: Observações ecológicas
30/09 e 01/10/14 Ecossistemas e Biomas
01/10/14 Aula Prática: Ecossistemas associados a Floresta Ombrófila Mista
07 e 08/10/14 Ecologia de Populações
08/10/14 Aula Prática: Ecologia de Populações
14 e 15/10/14 Ecologia de Populações
15/10/14 Aula Prática: Ecologia de Populações
21 e 22/10/14 PROVA II
22/10/14 Aula Prática: Discussão da prova
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
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28 e 29/10/14 Biodiversidade
29/10/14 Aula Prática Biodiversidade
04 e 05/11/14 Ecologia de Comunidades e Sucessão
05/11/14 Aula Pratica: sucessão
11 e 12/11/14 Espécies exóticas e contaminantes biológicos
12/11/14 Aula Prática: Controle de espécies exóticas
18/11/14 e 19/11/14 Paisagem e Restauração Ecológica
19/11/14 Aula Prática: Paisagem e Restauração Ecológica
25 e 26/11/14 PROVA III
26/11/14 Aula Prática: Discussão da prova
02 e 03/12/14 Avaliação da disciplina
OBS: As aulas práticas podem sofrer alterações em função das condições climáticas.
X. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia básica
1. ODUM, E.P. Ecologia. 2ed. São Paulo, Pioneira, 1986. 434p.
2. ODUM,E. P. & G.W. BARRETT. Fundamentos de Ecologia 5ed. Thompson Learning. São Paulo
2007.
3. BEGON, M.; TOWNSEND, C. R.; HARPER, J. L. Ecologia: De Indivíduos a ecossistemas. 4. ed.
Porto Alegre: Artmed, 2007. 740p.
4. RICKLEFS, R.E. A economia da natureza. 3 ed. Editora Guanabara Koogan. 1993. 470p.
Bibliografia complementar:
1. ALTIERI, M. A. Agroecologia: Bases científicas da agricultura alternativa. São Paulo, PTA-FASE,
1989. 240p.
2. BONILLA, J.A. Fundamentos da Agricultura Ecológica. São Paulo, Nobel, 1992. 260 p.
3. FUTUYMA, D. J. Biologia evolutiva. 2 ed. Ribeirão Preto, Sociedade Brasileira de Genética/CNPq,
1992. 646p.
4. LARCHER, W Ecofisiologia vegetal. São Carlos, RiMa Artes e Textos, 2000. 532p.
X. OBSERVAÇÕES GERAIS
29) A frequência às aulas da disciplina é obrigatória, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% das mesmas (parágrafo 2º art. 69,
Res. 017/Cun/97).
30) Ao aluno que não comparecer às provas ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será atribuída nota 0 (zero), conforme parágrafo 4º, art. 70, Res.
017/Cun/97.
31) Havendo discordância quanto ao valor atribuído à avaliação, o aluno poderá formalizar pedido de revisão de prova dentro do prazo de prazo de 2 (DOIS) dias
úteis, contadas a partir da divulgação do resultado.
32) O aluno que, por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar as provas previstas no plano de ensino deverá formalizar pedido de
33)
34)
35)
avaliação à Diretoria Acadêmica, dentro do prazo de 3 (TRÊS) dias úteis, recebendo provisoriamente a menção I (caput, artigo 74, Res. 017/Cun/97). Cessado
o motivo que impediu a realização da avaliação, o aluno, se autorizado pela Diretoria Acadêmica, deverá fazê-la quando, então, tratando-se de nota final, será
encaminhada ao Departamento de Administração Escolar - DAE, pela Secretaria Acadêmica (parágrafo 1º, art. 74, Res. 017/Cun/97).Observação: O julgamento
do motivo que impediu a realização de qualquer uma das provas não é do professor ministrante. No caso da presente disciplina cabe à Diretoria Acadêmica
efetuar o julgamento e, se assim entender, autorizar por escrito que o professor ministrante realize outra avaliação. A avaliação substituta será efetuada em data
e horário fixados pelo professor ministrante.
Prescreve o parágrafo 2º do art. 70 da Res. 017/Cun/97: O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três) e
5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova avaliação no final do semestre.
Prescreve o parágrafo 3º do artigo 71 da Res. 017/Cun/97: O aluno enquadrado no caso anterior (previsto pelo parágrafo 2º do art. 70) terá sua nota final
calculada através da média aritmética entre a média das notas das avaliações parciais e a nota obtida na avaliação estabelecida no citado parágrafo.
Conforme o art. 59 da lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e o artigo Art. 27. do decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 as instituições de ensino
superior deverão oferecer adaptações de provas e os apoios necessários, previamente solicitados pelo aluno portador de deficiência, inclusive tempo adicional
para realização das provas, conforme as características da deficiência. A pessoa interessada na obtenção do benefício, juntando prova de sua condição, deverá
requerê-lo junto à Diretoria Acadêmica, que determinará as providências a serem cumpridas.
__________________________
Prof(a/s). Dr(a/s). Julia Carina Niemeyer, Alexandre Siminski, Karine Santos
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
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PLANO DE ENSINO
SEMESTRE 2014-2
I. INFORMAÇÕES GERAIS
Código da
Nome da disciplina
disciplina
CBV7104 - Bioquímica
Professor(es) Responsável(is)
Greicy Michelle Marafiga Conterato
Total de aulas semestrais
4 teóricos
II. REQUISITOS:
Não há requisitos
III. CURSO(s) PARA O(s) QUAL (is) A DISCIPLINA É OFERECIDA
551 Ciências Rurais, 552 Medicina Veterinária, 553 Engenharia Florestal, 555 Agronomia
IV. EMENTA
Objeto de estudo da Bioquímica; Química e importância biológica de aminoácidos, proteínas,
carboidratos, lipídeos, enzimas, coenzimas, vitaminas. Bioenergética; Metabolismo de carboidratos,
lipídeos e aminoácidos; Integração e regulação do metabolismo, respiração celular.
V. OBJETIVOS
Objetivo geral
A disciplina tem como objetivo geral proporcionar ao acadêmico o conhecimento
das moléculas presentes nos organismos vivos, enfatizando suas estruturas e
propriedades químicas, bem como o modo pelo qual essas moléculas se organizam
em macromoléculas importantes para os sistemas celulares. Além disso, visa
demonstrar como ocorre o fluxo de energia dentro dos sistemas vivos e como as
reações metabólicas afetam o organismo no nível macroscópico, através da
integração das células, tecidos e sistemas.
Objetivos específicos
Ao final da disciplina objetiva-se que o aluno possa:
a) Caracterizar, reconhecer a estrutura e correlacionar com a função dos
componentes moleculares das células e compostos químicos biologicamente
importantes;
b) Descrever as reações que as células utilizam no metabolismo de carboidratos,
proteínas e lipídios;
c) Compreender as interações moleculares que se realizam nos organismos vivos e
as adaptações bioquímicas encontradas ao longo da escala evolutiva.
VI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Introdução à Bioquímica.
2. Aminoácidos
3. Peptídeos e proteínas
4. Enzimas
5. Vitaminas, coenzimas e nucleotídeos
6. Carboidratos
7. Lipídios
8. Princípios de Bioenergética
9. Introdução ao metabolismo
Data:8 de October de 2014
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10.
11.
12.
13.
14.
Metabolismo de carboidratos
Oxidações biológicas: ciclo de Krebs, cadeia respiratória e fosforilação oxidativa
Metabolismo dos Lipídios
Metabolismo dos aminoácidos e proteínas
Inter-relações metabólicas
VII. METODOLOGIA DE ENSINO / DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA
As aulas serão teóricas, expositivas, dialogadas, com utilização de quadro, giz e
aparelhos audiovisuais com bibliografias para leitura.
Alguns tópicos serão abordados através da elaboração de estudos dirigidos pelos
alunos e/ou solicitados na forma de questões.
Os estudantes receberão apoio pedagógico através de tutor para a disciplina de
Bioquímica. Aqueles estudantes que forem indicados pelo professor para reforço
dos conhecimentos prévios do ensino médio necessários à disciplina, deverão
frequentar regularmente as aulas de reforço com o tutor.
Dúvidas em relação aos conteúdos ministrados, o professor estará disponível para
atendimento em sua sala (preferencialmente, nas quintas-feiras das 13h30min às
15h30min). Além disso, a disciplina contará com dois monitores para atender às
dúvidas dos estu
VIII. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
Após a leitura das bibliografias recomendadas e da participação nas aulas, os alunos serão avaliados
através de três (03) provas teóricas, cada uma com peso de 3,0 (totalizando 9,0), mais um trabalho com
peso 1,0 (totalizando 10).
No início do semestre, todos os estudantes serão submetidos a uma avaliação dos conhecimentos prévios
de conteúdos do ensino médio que servem de base para a disciplina de Bioquímica. Os que obtiverem
uma nota inferior a 6,0 serão indicados pelo professor a frequentar regularmente as aulas de reforço com
o tutor. Os estudantes que forem indicados a frequentar as aulas de reforço, e que obtiverem nessas aulas
75% de frequência, a última avaliação semestral da disciplina de Bioquímica terá o peso de 4,0 em vez de
de 3,0, totalizando como somatório dos pesos ao fim do semestre o valor de 11 (em vez de 10).
OBSERVAÇÕES:
1- O aluno que por motivo plenamente justificado deixar de realizar as avaliações previstas no plano de
ensino deverá formalizar pedido de avaliação dentro do prazo de 72 horas, contadas a partir da realização
da prova na qual o mesmo encontrava-se ausente (Resolução 017/CUn/97).
2- Havendo discordância quanto ao valor atribuído à avaliação, o aluno poderá formalizar pedido de
revisão de prova dentro do prazo de 48 horas, contadas a partir da divulgação do resultado.
AVALIAÇÃO FINAL:
Conforme estabelece a Resolução 17/CUn/97 o aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas
de avaliações do semestre entre 3,0 (três vírgula zero) e 5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova
avaliação teórica (cumulativa) no final do semestre. A nota final será calculada através da média das
notas das avaliações parciais e a nota obtida na nova avaliação.
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme o
cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação:
A concessão de recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou
clínica não é obrigatória. Nestas disciplinas a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo
Colegiado de Curso, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97.
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
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IX. CRONOGRAMA
13/08 Introdução à Bioquímica.
15/08 Aminoácidos
20/08 Aminoácidos
22/08 Avaliação teórica de conhecimentos prévios do ensino médio
27/08 Química e importância biológica das proteínas
29/08 Enzimas
03/09 Enzimas
05/09 Vitaminas e coenzimas
10/09 Química e importância biológica dos carboidratos
12/09 Química e importância biológica dos carboidratos
17/09 Química e importância biológica dos lipídios
19/09 Química e importância biológica dos lipídios
24/09 Química e importância biológica dos nucleotídeos
26/09 Avaliação I: Prova de Bioquímica
01/10 Princípios de bioenergética e introdução ao metabolismo
03/10 Princípios de bioenergética e introdução ao metabolismo
08/10 Metabolismo dos carboidratos: glicólise e o catabolismo das hexoses
10/10 Metabolismo dos carboidratos: glicólise e o catabolismo das hexoses
15/10 Oxidações biológicas: ciclo de Krebs
17/10 Oxidações biológicas: cadeia respiratória e fosforilação oxidativa
22/10 Metabolismo dos carboidratos: gliconeogênese
24/10 Metabolismo dos carboidratos: glicogenólise e glicogênese
29/10 Avaliação II: Prova de Bioquímica
31/10 Metabolismo dos lipídios: beta oxidação e cetogênese
05/11 Metabolismo dos lipídios: biossíntese de ácidos graxos
07/11 Metabolismo dos lipídios: biossíntese dos triacilgliceróis e colesterol
12/11 Metabolismo das lipoproteínas
14/11 Avaliação III: Trabalho de Bioquímica
19/11 Metabolismo dos aminoácidos e proteínas
21/11 Metabolismo dos aminoácidos e proteínas
26/11 Regulação hormonal do metabolismo
28/11 Inter-relação metabólica
03/12 Avaliação IV: Prova de Bioquímica
05/12 Exame de Bioquímica
10/12 Divulgação das notas
X. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia básica
CHAMPE, P. C.; HARVEY, R. A.; FERRIER, D. R. Bioquímica ilustrada. 4. ed Porto Alegre: Artmed,
2009.
LEHNINGER, A.L.; NELSON, D. L.; COX, M. M. Princípios de bioquímica de Lehninger. 5. ed. Porto
Alegre (RS): ARTMED, 2011.
MARZZOCO, A.; TORRES, B. B. Bioquímica Básica. 3. ed Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
VOET, D.; VOET, J. G.; PRATT, C. W. Fundamentos de bioquímica: a vida em nível molecular. 2. ed.
Porto Alegre: ARTMED, 2008.
Bibliografia complementar:
BAYNES, J. W.; DOMINICZAK, M. H. Bioquímica médica. 3. ed. Editora: Elsevier, 2011.
CAMPBELL, M. K. Bioquímica. 3. ed. Porto Alegre: ARTMED, 2000.
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
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CAMPUS DE CURITIBANOS
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Curitibanos – Santa Catarina
DEVLIN, T. M.; MICHELACCI, Y. M. Manual de bioquímica: com correlações clínicas. São Paulo:
Edgard Blücher, 2007.
HARPER, H. A.; MURRAY, R. K. Harper: bioquímica ilustrada. 26. ed. São Paulo: Atheneu, 2006.
STRYER, L. Bioquímica. 6. ed. Editora: Guanabara Koogan, 2008.
X. OBSERVAÇÕES GERAIS
36) A frequência às aulas da disciplina é obrigatória, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% das mesmas (parágrafo 2º art. 69,
Res. 017/Cun/97).
37) Ao aluno que não comparecer às provas ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será atribuída nota 0 (zero), conforme parágrafo 4º, art. 70, Res.
017/Cun/97.
38) Havendo discordância quanto ao valor atribuído à avaliação, o aluno poderá formalizar pedido de revisão de prova dentro do prazo de prazo de 2 (DOIS) dias
úteis, contadas a partir da divulgação do resultado.
39) O aluno que, por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar as provas previstas no plano de ensino deverá formalizar pedido de
40)
41)
42)
avaliação à Diretoria Acadêmica, dentro do prazo de 3 (TRÊS) dias úteis, recebendo provisoriamente a menção I (caput, artigo 74, Res. 017/Cun/97). Cessado
o motivo que impediu a realização da avaliação, o aluno, se autorizado pela Diretoria Acadêmica, deverá fazê-la quando, então, tratando-se de nota final, será
encaminhada ao Departamento de Administração Escolar - DAE, pela Secretaria Acadêmica (parágrafo 1º, art. 74, Res. 017/Cun/97).Observação: O julgamento
do motivo que impediu a realização de qualquer uma das provas não é do professor ministrante. No caso da presente disciplina cabe à Diretoria Acadêmica
efetuar o julgamento e, se assim entender, autorizar por escrito que o professor ministrante realize outra avaliação. A avaliação substituta será efetuada em data
e horário fixados pelo professor ministrante.
Prescreve o parágrafo 2º do art. 70 da Res. 017/Cun/97: O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três) e
5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova avaliação no final do semestre.
Prescreve o parágrafo 3º do artigo 71 da Res. 017/Cun/97: O aluno enquadrado no caso anterior (previsto pelo parágrafo 2º do art. 70) terá sua nota final
calculada através da média aritmética entre a média das notas das avaliações parciais e a nota obtida na avaliação estabelecida no citado parágrafo.
Conforme o art. 59 da lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e o artigo Art. 27. do decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 as instituições de ensino
superior deverão oferecer adaptações de provas e os apoios necessários, previamente solicitados pelo aluno portador de deficiência, inclusive tempo adicional
para realização das provas, conforme as características da deficiência. A pessoa interessada na obtenção do benefício, juntando prova de sua condição, deverá
requerê-lo junto à Diretoria Acadêmica, que determinará as providências a serem cumpridas.
__________________________
Prof(a/s). Dr(a/s). Greicy Michelle Marafiga Conterato
PLANO DE ENSINO
SEMESTRE 2014-2
I. INFORMAÇÕES GERAIS
Código da
Nome da disciplina
disciplina
CBV7109 - Biologia do Parasitismo
Professor(es) Responsável(is)
Alexandre de Oliveira Tavela
Total de aulas semestrais
2 teóricos, 2 práticos
II. REQUISITOS:
CBV7103 - Ecologia Geral
III. CURSO(s) PARA O(s) QUAL (is) A DISCIPLINA É OFERECIDA
552 Medicina Veterinária
IV. EMENTA
Relações simbióticas. Evolução do parasitismo. Estudo das relações históricas entre parasito e
hospedeiro. Métodos de estudo da evolução e relações históricas entre parasito-hospedeiro. Ciclos
biológicos dos parasitos. Ecologia do parasitismo.
V. OBJETIVOS
OBJETIVOS GERAIS DA DISCIPLINA
1. Conhecer os processos envolvidos na interação entre parasitos e seus
respectivos hospedeiros.
2. Conhecer o ciclo biológico e a ecologia das diversas classes de parasitos.
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CAMPUS DE CURITIBANOS
Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
Curitibanos – Santa Catarina
3. Compreender os fatores determinantes para a existência e manutenção dos
parasitos em determinado ambiente.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA
1. Conhecer as principais relações simbióticas entre indivíduos;
2. Definir o parasitismo e suas implicações;
3. Conhecer a respeito da evolução da relação parasito-hospedeiro;
4. Conhecer a respeito dos principais categorias de parasitos: Artrópodes;
Helmintos e Protozoários.
COMPETÊNCIAS, HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO
Competências (o saber agir) que devem ser desenvolvidas:
1- Capacidade para compreender as relações entre parasitos e seus hospedeiros.
2- Capacidade para entender, identificar e diferenciar os principais parasitos que
acometem espécies de animais e plantas.
3- Capacidade para classificar de maneira generalista os helmintos, artrópodes e
protozoários.
4- Capacidade para interpretar e relacionar a ocorrência de determinados parasitos
em certas localidades ou populações.
Habilidades (o saber fazer) que devem ser desenvolvidas:
1- Habilidade de classificar genericamente os principais parasitos e suas formas
pré-parasitárias.
2- Aplicar os conhecimentos adquiridos em situações-problema na qual irá
enfrentar.
Atitudes (o saber ser) que devem ser priorizadas:
1- Demonstrar iniciativa, pró-atividade e coragem na busca da solução de desafios.
2- Demonstrar uma postura profissional ante aos problemas apresentados.
3- Demonstrar laços de cooperação, visando a consolidação de trabalhos em
equipe.
4- Interessar por aprimorar os conhecimentos, de inovar se possível e de
improvisar, se necessário.
VI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA PARASITOLOGIA
1.1 Introdução ao estudo da Parasitologia.
1.2 Relações simbióticas.
1.3 Parasitismo: o processo biológico.
1.4 Parasitismo: estudo da interface parasito-hospedeiro.
1.5 Tipos de parasitismo.
1.6 Ecologia do parasitismo.
2. CLASSIFICAÇÕES DOS SERES VIVOS
2.1 Classificações dos seres vivos.
3. PROTOZOA
3.1 Características dos protozoários
3.2 Ciclo biológico dos protozoários
4. PLATYHELMINTHES
4.1 Características dos platelmintos
4.2 Ciclo biológico dos platelmintos
5. ACANTHOCEPHALA
5.1 Características dos acantocéfalos
5.2 Ciclo biológico dos acantocéfalos
6. NEMATODA
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
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6.1 Características dos nematoides
6.2 Ciclo biológico dos nematoides
7. ARTHROPODA
7.1 Características dos artrópodes
7.2 Ciclo biológico dos artrópodes
VII. METODOLOGIA DE ENSINO / DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA
Aulas expositivas e práticas laboratoriais, para que o conteúdo administrado seja
assimilado de maneira integrada, possibilitando uma análise crítica e objetiva para
resolução de problemas.
AULAS PRÁTICAS
Visualização dos parasitos e seus estágios evolutivos, observados em lâminas por
microscopia óptica ou macroscopicamente com ou sem auxílio de estereoscópico.
Caracterização morfológica macroscópica e microscópica dos principais grupos de
parasitos. Chaves de classificação de parasitos.
Obs: As aulas práticas ocorrerão em laboratórios da UFSC, sendo obrigatório o uso
de trajes adequados a esses ambientes: sapatos fechados e calça. O uso de jaleco
é indispensável, sendo inadmissível a permanência de alunos sem tal vestimenta
no ambiente laboratorial.
OUTRAS DIRETRIZES
1. Atribui-se nota zero ao aluno que se utilizar meio fraudulento em qualquer
avaliação de rendimento.
2. As provas escritas são documentos de verificação do aprendizado e deverão ser
realizadas a caneta. Provas a lápis não serão corrigidas.
3. Trabalhos que demandem apresentação de slides obrigatoriamente deverão ter
um roteiro da apresentação associado e uma parte escrita, de revisão literária,
acompanhada da apresentação em si.
4. Os trabalhos de revisão literária deverão ser confeccionados pelo aluno ou pelo
grupo de alunos seguindo as normas da ABNT. Os trabalhos serão verificados
quanto a sua originalidade por softwares anti-plágio.
5. Os critérios de avaliação de provas escritas e de trabalhos de revisão serão:
clareza na exposição de ideias; objetividade; conteúdo; originalidade e capacidade
de raciocínio lógico sobre o tema abordado.
6. Os critérios de avaliação dos trabalhos de apresentação de slides serão: clareza
na exposição de ideias; objetividade; conteúdo; confecção dos slides e capacidade
de raciocínio lógico sobre o tema abordado.
VIII. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
Avaliação do processo ensino-aprendizagem:
1- Atividades avaliativas:
Três provas escritas individuais (70%);
Dois seminários em grupo (20%);
Relatórios de aulas práticas (10%).
1.1. Provas individuais: valor 70%
Serão realizadas nos dias 15/09/2014 (valor 20%), 27/10/2014 (valor 20%) e 01/12/2014 (valor 30%) e
contemplarão os tópicos abordados neste Plano de Ensino.
1.2. Apresentação de Seminários 20%
As apresentações de seminários serão realizadas em grupo de 5 pessoas e ocorrerão impreterivelmente no
dia marcado por sorteio a ser realizado na primeira aula prática.
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
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1.3. Relatórios de aulas práticas 10%
Relatórios referentes às aulas práticas deverão ser confeccionados individualmente e entregues na semana
seguinte a aula prática correspondente.
2- Informações relevantes e critérios para aprovação
2.1. A verificação do rendimento escolar compreenderá a frequência e a eficiência nos estudos, as quais,
desde que não atingidas, em conjunto ou isoladamente, inabilitam o aluno na disciplina. (conforme Artigo
72 e 73 do Regimento Interno da UFSC e Artigo 69 da Resolução Nº 17/CUn/97, de 30 de setembro de
1997).
2.2. Artigo 69 da Resolução Nº 17/CUn/97, de 30 de setembro de 1997:
É obrigatória a frequência às atividades correspondentes a cada disciplina, ficando nela reprovado o
aluno que não comparecer a setenta e cinco por cento, no mínimo, das aulas e demais trabalhos escolares
programados para a integralização da carga horária fixada.
§ 4º - Cabe ao aluno acompanhar, junto a cada professor, o registro da sua frequência às aulas.
2.3. Artigo 70 da Resolução Nº 17/CUn/97, de 30 de setembro de 1997:
A verificação do alcance dos objetivos em cada disciplina será realizada progressivamente, durante o
período letivo, através de instrumentos de avaliação previstos no plano de ensino.
§ 1° - Até no máximo 10 (dez) dias úteis após a avaliação, respeitado o Calendário Escolar, o professor
deverá divulgar a nota obtida na avaliação, sendo garantido ao aluno o acesso à sua prova, podendo
solicitar cópia da mesma ao Departamento de Ensino, arcando com os custos da mesma.
§ 2° - O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três)
e 5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova avaliação no final do semestre, exceto nas disciplinas
que envolvam Estágio Curricular, Prática de Ensino e Trabalho de Conclusão do Curso ou equivalente,
ou disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou clínica definidas pelo
Departamento e homologados pelo Colegiado de Curso, para as quais a possibilidade de nova avaliação
ficará a critério do respectivo Colegiado do Curso.
§ 4° - Ao aluno que não comparecer às avaliações ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será
atribuída nota 0 (zero).
§ 5º - No início do período letivo, o professor deverá dar ciência aos alunos do plano de ensino da
disciplina, o qual ficará à disposição dos interessados no respectivo Departamento de Ensino e secretaria
do Colegiado do Curso para consulta.
2.4. Artigo 71 da Resolução Nº 17/CUn/97, de 30 de setembro de 1997:
§ 1º - As frações intermediárias, decorrentes de nota, média final ou validação de disciplinas, serão
arredondadas para a graduação mais próxima, sendo as frações de 0,25 e 0,75 arredondadas para a
graduação imediatamente superior.
§ 2° - A nota final resultará das avaliações das atividades previstas no plano de ensino da disciplina.
§ 3º - O aluno enquadrado no caso previsto pelo § 2º do art. 70 terá sua nota final calculada através da
média aritmética entre a média das notas das avaliações parciais e a nota obtida na avaliação estabelecida
no citado parágrafo.
2.5. Artigo 72 da Resolução Nº 17/CUn/97, de 30 de setembro de 1997:
A nota mínima de aprovação em cada disciplina é 6,0 (seis vírgula zero).
2.6. Artigo 74 da Resolução Nº 17/CUn/97, de 30 de setembro de 1997:
O aluno, que por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar avaliações previstas
no plano de ensino, deverá formalizar pedido de avaliação à Chefia do Departamento de Ensino ao qual a
disciplina pertence, dentro do prazo de 3 (três) dias úteis, recebendo provisoriamente a menção I.
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme o
cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação:
A concessão de recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou
clínica não é obrigatória. Nestas disciplinas a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo
Colegiado de Curso, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97.
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
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IX. CRONOGRAMA
11/08/2014 – Aula inaugural. Apresentação do plano de ensino, do professor e alunos. Apresentação e
orientação sobre as avaliações da disciplina.
13/08/2014 – Apresentação e orientação sobre as atividades práticas da disciplina.
18/08/2014 – Relações Simbióticas.
20/08/2014 – Relações Simbióticas (prática).
25/08/2014 – Parasitismo: interface parasito-hospedeiro.
27/08/2014 – Tipos de parasitismo; Ecologia do Parasitismo (prática).
01/09/2014 – Classificação dos seres vivos.
10/09/2014 – Classificação dos seres vivos (prática).
15/09/2014 – Avaliação I.
17/09/2014 – Seminários I.
22/09/2014 – Características e biologia de Protozoa I.
24/09/2014 – Características e biologia de Protozoa I (prática).
29/10/2014 – Características e biologia de Protozoa II.
01/10/2014 – Características e biologia de Protozoa II (prática).
06/10/2014 – Características e biologia de Platyhelminthes I.
08/10/2014 – Características e biologia de Platyhelminthes I (prática).
13/10/2014 – Características e biologia de Platyhelminthes II.
15/10/2014 – Características e biologia de Platyhelminthes II (prática).
20/10/2014 – Características e biologia de Acanthocephala.
22/10/2014 – Não haverá aula – CBPV
27/10/2014 – Avaliação II.
29/10/2014 – Não haverá aulas - SAVUFSC
03/11/2014 – Características e biologia de Nemathelminthes I.
05/11/2014 – Características e biologia de Nemathelminthes I (prática).
10/11/2014 – Características e biologia de Nemathelminthes II.
12/11/2014 – Características e biologia de Nemathelminthes II (prática).
17/11/2014 – Características e biologia de Arthropoda I.
19/11/2014 – Características e biologia de Arthropoda I (prática).
24/11/2014 – Características e biologia de Arthropoda II
26/11/2014 – Características e biologia de Arthropoda II (prática).
01/12/2014 – Avaliação III
03/12/2014 – Seminários II
08/12/2014 – Feriado Municipal
10/07/2014 – Revisão de provas
X. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia básica
BARNES, R.S.K.; CALOW, P.; OLIVE, P.J.W. Os invertebrados - uma nova síntese. São Paulo: Ed.
Atheneu, 2ª edição, 1995.
RUPPERT, E.E.; FOX, R.S; BARNES, R.D. Zoologia dos invertebrados. São Paulo: Ed. Roca, 7ª edição,
2005.
TAYLOR, M.A; COOP, R.L.; WALL, R.L. Parasitologia Veterinária. Rio de janeiro: Ed. GuanabaraKoogan, 2010. Tradução da 3ª edição (2007).
Bibliografia complementar:
BLANKENSTEYN, A. Zoologia dos invertebrados II. Florianópolis: Ed. Biologia – EAD – UFSC, 1ª
edição, 2010.
BRUSCA, R.C.; BRUSCA, G.J. Invertebrados. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara Koogan, 2ª edição, 2007.
Data:8 de October de 2014
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MOREIRA, A.P.T. Zoologia dos invertebrados I. Florianópolis: Ed. Biologia – EAD – UFSC, 1ª edição,
2009.
TRIPLEHORN, C.A.; JOHNSON, N.F. Estudo dos Insetos. Tradução da 7ª edição de Borror and
Delong's Introduction to the Study of Insects. São Paulo: Cengage Learning, 2011.
PERIÓDICOS INDICADOS
Trends in Parasitology
Veterinary Parasitology
Veterinary Research
Journal of Helminthology
Parasitology Research
Livestock Research
Experimental Parasitology
Revista Brasileira de Medicina Tropical
Revista Brasileira de Parasitologia Veterinária
Arquivo Brasileiro de Veterinária e Zootecnia
X. OBSERVAÇÕES GERAIS
43) A frequência às aulas da disciplina é obrigatória, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% das mesmas (parágrafo 2º art. 69,
Res. 017/Cun/97).
44) Ao aluno que não comparecer às provas ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será atribuída nota 0 (zero), conforme parágrafo 4º, art. 70, Res.
017/Cun/97.
45) Havendo discordância quanto ao valor atribuído à avaliação, o aluno poderá formalizar pedido de revisão de prova dentro do prazo de prazo de 2 (DOIS) dias
úteis, contadas a partir da divulgação do resultado.
46) O aluno que, por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar as provas previstas no plano de ensino deverá formalizar pedido de
47)
48)
49)
avaliação à Diretoria Acadêmica, dentro do prazo de 3 (TRÊS) dias úteis, recebendo provisoriamente a menção I (caput, artigo 74, Res. 017/Cun/97). Cessado
o motivo que impediu a realização da avaliação, o aluno, se autorizado pela Diretoria Acadêmica, deverá fazê-la quando, então, tratando-se de nota final, será
encaminhada ao Departamento de Administração Escolar - DAE, pela Secretaria Acadêmica (parágrafo 1º, art. 74, Res. 017/Cun/97).Observação: O julgamento
do motivo que impediu a realização de qualquer uma das provas não é do professor ministrante. No caso da presente disciplina cabe à Diretoria Acadêmica
efetuar o julgamento e, se assim entender, autorizar por escrito que o professor ministrante realize outra avaliação. A avaliação substituta será efetuada em data
e horário fixados pelo professor ministrante.
Prescreve o parágrafo 2º do art. 70 da Res. 017/Cun/97: O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três) e
5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova avaliação no final do semestre.
Prescreve o parágrafo 3º do artigo 71 da Res. 017/Cun/97: O aluno enquadrado no caso anterior (previsto pelo parágrafo 2º do art. 70) terá sua nota final
calculada através da média aritmética entre a média das notas das avaliações parciais e a nota obtida na avaliação estabelecida no citado parágrafo.
Conforme o art. 59 da lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e o artigo Art. 27. do decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 as instituições de ensino
superior deverão oferecer adaptações de provas e os apoios necessários, previamente solicitados pelo aluno portador de deficiência, inclusive tempo adicional
para realização das provas, conforme as características da deficiência. A pessoa interessada na obtenção do benefício, juntando prova de sua condição, deverá
requerê-lo junto à Diretoria Acadêmica, que determinará as providências a serem cumpridas.
__________________________
Prof(a/s). Dr(a/s). Alexandre de Oliveira Tavela
PLANO DE ENSINO
SEMESTRE 2014-2
I. INFORMAÇÕES GERAIS
Código da
Nome da disciplina
disciplina
CBV7110 - Fisiologia Animal I
Professor(es) Responsável(is)
Luiz Ernani Henkes, Marcos Henrique Barreta, Valério M Portela Jr
Total de aulas semestrais
4 teóricos, 2 práticos
II. REQUISITOS:
CBV7104 - Bioquímica, AGC7101 - Biologia Celular, CBV7602 - Anatomia II,
CBV7605 – Histologia Veterinária II.
III. CURSO(s) PARA O(s) QUAL (is) A DISCIPLINA É OFERECIDA
Data:8 de October de 2014
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552 Medicina Veterinária
IV. EMENTA
Bioeletrogênese. Fisiologia dos sistemas respiratório, endócrino, reprodutor masculino e feminino,
fisiologia da lactação, fisiologia da gestação, parto e puerpério nas diferentes espécies de animais
domésticos. Termorregulação.
V. OBJETIVOS
Objetivos Gerais:
Fornecer ao aluno informações que o habilite a compreender os processos
fisiológicos dos sistemas dos animais domésticos.
Objetivos Específicos:
* Definir a abrangência dos conceitos no âmbito da fisiologia animal.
* Comparar a fisiologia dos animais domésticos de produção.
* Desenvolver o raciocínio criativo no sentido de entender a inter-relação dos
processos fisiológicos dos animais domésticos.
VI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Apresentação da disciplina
Fisiologia Celular e bioeletrogenese
Fisiologia do sistema endocrino
Gametogenese
Fisiologia do sistema reprodutor masculino
Fisiologia do sistema reprodutor feminino
Fisiologia da Gestação
Fisiologia do Parto
Fisiologia do Puerpério
Fisiologia da Lactação
VII. METODOLOGIA DE ENSINO / DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA
Aulas expositivas em quadro verde, giz e data show.
Aulas praticas no laboratório de fisiologia animal com, peças de abatedouro e
sistemas de estudo de fisiologia.
Obs: Será respeitado o tempo máximo 5 (cinco) minutos de tolerância para o aluno
entra em sala de aula após o horário previsto para o inicio da mesma. Após 5
(cinco) minutos não será permitida a entrada do aluno em sala de aula no turno
corrente desta disciplina.
VIII. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
A avaliação do desempenho de cada aluno dar-se-á através da realização de 3 (três) provas escritas e
individuais, avaliações em sala de aula e provas praticas (as notas das avaliações em sala de aula e das
provas práticas serão somadas as notas das provas escritas resultando um total de 10 (dez) pontos), 1
(um) trabalho em grupo resultando um total de 10 (dez) pontos. As notas das 3 provas escritas somadas as
notas dos trabalho e divididas por 4 resultarão na média final do aluno.
Data:8 de October de 2014
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Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme o
cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação:
A concessão de recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou
clínica não é obrigatória. Nestas disciplinas a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo
Colegiado de Curso, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97.
IX. CRONOGRAMA
CONTEÚDO AULA TEÓRICAS
1o Encontro - Fisiologia celular e bioeletrogenese
2o Encontro - Fisiologia celular e bioeletrogenese
3o Encontro - Fisiologia do sistema endocrino
4o Encontro - Fisiologia do sistema endocrino
5o Encontro - Fisiologia do sistema endocrino
6o Encontro - Gametogenese
7o Encontro - Prova
8o Encontro - Fisiologia do sistema reprodutor masculino
9o Encontro - Fisiologia do sistema reprodutor masculino
10o Encontro - Fisiologia do sistema reprodutor feminino
11o Encontro - Fisiologia do sistema reprodutor feminino
12o Encontro - Prova
13o Encontro - Fisiologia da Lactação
14o Encontro - Fisiologia da Gestação
15o Encontro - Fisiologia da Gestação
16o Encontro - Fisiologia do Parto
17o Encontro - Fisiologia do Puerpério
18o Encontro - Prova
DIA/MÊS CONTEÚDO AULA PRÁTICAS
1o Encontro - Trabalho de fisiologia
2o Encontro - Trabalho de fisiologia
3o Encontro - Trabalho de fisiologia
4o Encontro - Trabalho de fisiologia
5o Encontro - Trabalho de fisiologia
6o Encontro - Trabalho de fisiologia
7o Encontro - Célula e bioeletrogenese
8o Encontro - Sistema reprodutor masculino
9o Encontro - Sistema reprodutor masculino
10o Encontro - Sistema reprodutor feminino
11o Encontro - Sistema reprodutor feminino
12o Encontro - Lactação
13o Encontro - Gestação
14o Encontro - Gestação
15o Encontro - Parto
16o Encontro - Parto
17o Encontro - Puerpério
18o Encontro - Puerpério
X. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia básica
CUNNINGHAM, J. G. Tratado de fisiologia veterinária. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
Data:8 de October de 2014
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GUYTON, A. C. Tratado de fisiologia médica. 12. ed. Rio de Janeiro: ELSEVIER, 2011.
HAFEZ, E. S. E.; HAFEZ, B. Reprodução animal. 7. ed. Barueri: Manole, 2004.
REECE, W. O. Dukes. Fisiologia dos animais domésticos. 12. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2006
Bibliografia complementar:
ENGLAND, G.; Heimendahl, A. Manual of canine and feline reproduction and neonatology. 2. ed.
Blackwell Scientific Pub, 2010.
FRANDSON, R. D. Anatomia e fisiologia dos animais de fazenda. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2005.
NEILL, J. D. Physiology of Reproduction. 3. ed. Elsevier, 2006. Vol. 1 e Vol. 2.
REECE, W. O. Anatomia funcional e fisiologia dos animais domésticos. 3. ed. São Paulo: Roca, 2008.
X. OBSERVAÇÕES GERAIS
50) A frequência às aulas da disciplina é obrigatória, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% das mesmas (parágrafo 2º art. 69,
Res. 017/Cun/97).
51) Ao aluno que não comparecer às provas ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será atribuída nota 0 (zero), conforme parágrafo 4º, art. 70, Res.
017/Cun/97.
52) Havendo discordância quanto ao valor atribuído à avaliação, o aluno poderá formalizar pedido de revisão de prova dentro do prazo de prazo de 2 (DOIS) dias
úteis, contadas a partir da divulgação do resultado.
53) O aluno que, por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar as provas previstas no plano de ensino deverá formalizar pedido de
54)
55)
56)
avaliação à Diretoria Acadêmica, dentro do prazo de 3 (TRÊS) dias úteis, recebendo provisoriamente a menção I (caput, artigo 74, Res. 017/Cun/97). Cessado
o motivo que impediu a realização da avaliação, o aluno, se autorizado pela Diretoria Acadêmica, deverá fazê-la quando, então, tratando-se de nota final, será
encaminhada ao Departamento de Administração Escolar - DAE, pela Secretaria Acadêmica (parágrafo 1º, art. 74, Res. 017/Cun/97).Observação: O julgamento
do motivo que impediu a realização de qualquer uma das provas não é do professor ministrante. No caso da presente disciplina cabe à Diretoria Acadêmica
efetuar o julgamento e, se assim entender, autorizar por escrito que o professor ministrante realize outra avaliação. A avaliação substituta será efetuada em data
e horário fixados pelo professor ministrante.
Prescreve o parágrafo 2º do art. 70 da Res. 017/Cun/97: O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três) e
5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova avaliação no final do semestre.
Prescreve o parágrafo 3º do artigo 71 da Res. 017/Cun/97: O aluno enquadrado no caso anterior (previsto pelo parágrafo 2º do art. 70) terá sua nota final
calculada através da média aritmética entre a média das notas das avaliações parciais e a nota obtida na avaliação estabelecida no citado parágrafo.
Conforme o art. 59 da lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e o artigo Art. 27. do decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 as instituições de ensino
superior deverão oferecer adaptações de provas e os apoios necessários, previamente solicitados pelo aluno portador de deficiência, inclusive tempo adicional
para realização das provas, conforme as características da deficiência. A pessoa interessada na obtenção do benefício, juntando prova de sua condição, deverá
requerê-lo junto à Diretoria Acadêmica, que determinará as providências a serem cumpridas.
__________________________
Prof(a/s). Dr(a/s). Luiz Ernani Henkes, Marcos Henrique Barreta, Valério M Portela Jr
PLANO DE ENSINO
SEMESTRE 2014-2
I. INFORMAÇÕES GERAIS
Código da
Nome da disciplina
Total de aulas semestrais
disciplina
CBV7111 - Fisiologia Animal II
2 teóricos, 2 práticos
Professor(es) Responsável(is)
Adriano Tony Ramos; Luiz Ernani Henkes; Marcos Henrique Barreta; Angela P. M. Veiga
II. REQUISITOS:
CBV 7110 – Fisiologia Animal I
III. CURSO(s) PARA O(s) QUAL (is) A DISCIPLINA É OFERECIDA
552 Medicina Veterinária
IV. EMENTA
Fisiologia dos sistemas: muscular, circulatório, digestório, renal e nervoso das espécies domésticas.
Estudo comparado das inter-relações existentes entre os diversos sistemas orgânicos.
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
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Curitibanos – Santa Catarina
V. OBJETIVOS
1. Compreender o funcionamento e importância dos sistemas muscular,
circulatório, respiratório, digestório, urinário, nervoso, seus componentes
estruturais, características, regulação e controle.
2. Desenvolver o raciocínio lógico para inter-relacionar a fisiologia destes sistemas
com a clínica médica veterinária, estabelecendo as diferenças entre o que é normal
e o patológico.
VI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. FISIOLOGIA DO TECIDO NERVOSO
- Neurônio: partes e propriedades características.
- Transmissão de impulsos nas diferentes fibras nervosas.
- Cadeias neuroniais: sinapses nervosas.
- Funções excitatórias e inibitórias das sinapses.
- Transmissão e processamento de sinais nos agrupamentos neuroniais.
- Transmissão mio-neural.
2. FISIOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO
- Nervos periféricos.
- Organização do sistema nervoso central.
- A medula espinhal.
- O cerebelo.
- O tronco cerebral.
- O sistema nervoso autônomo.
- O cérebro (córtex cerebral).
- A conduta dos animais domésticos.
3. FISIOLOGIA DO TECIDO MUSCULAR
- Conceito e funções dos músculos.
- Classificação fisiológica de tecido muscular.
- Propriedades do tecido muscular.
- Fisiologia do músculo esquelético.
- Estruturas celulares relacionadas à contração.
- Contração e relaxamento da fibra.
- Alterações elétricas, químicas e térmicas na contração.
- Abalo, tétano e fadiga.
- Unidades motoras e macrounidades.
- Fisiologia do músculo liso.
4. FISIOLOGIA DO SANGUE
- Composição e sua definição.
- Hematócrito.
- Propriedades físicas e funções do sangue.
- Funções das proteínas plasmáticas.
- Volemia e suas variações.
- Estudo das hemácias, sua produção e controle, funções e vida média,
anemias.
- Estudo dos leucócitos, suas funções e propriedades.
- A coagulação sanguínea.
5. FISIOLOGIA DO SISTEMA CARDIOVASCULAR
- A fibra cardíaca.
- Sincício funcional.
- Propriedades.
Data:8 de October de 2014
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- Sistema de gênese e condução do impulso.
- Excitação rítmica do coração: frequência cardíaca.
- Estudo do ciclo cardíaco.
- Sístole e diástole.
- Papel das válvulas.
- Débito cardíaco.
- Regulação da função cardíaca.
- Circulação sistêmica.
- Diferentes segmentos do leito vascular.
- Estudo da pressão sanguínea.
- Dinâmica capilar.
- Retorno venoso.
- Circulação linfática.
- Fisiopatologia do edema.
6. FISIOLOGIA DO SISTEMA DIGESTÓRIO
- Lábios e mastigação.
- Glândulas e deglutição.
- Faringe e esôfago.
- Estômago dos monogástricos.
- Intestino delgado.
- Fígado e pâncreas.
- Intestino grosso.
- Estômago dos ruminantes.
- Sistema digestório das aves.
7. FISIOLOGIA DO SISTEMA URINÁRIO
- Rim: sistema circulatório e tubular.
- Mecanismo de formação da urina - filtração.
- Influência da pressão arterial sobre a filtração. Mecanismo da auto-regulação
renal.
- Mecanismo de contracorrente.
- Mecanismo de secreção e reabsorção tubular.
- Micção.
- Sistema urinário das aves.
VII. METODOLOGIA DE ENSINO / DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA
O conteúdo programático será desenvolvido, principalmente por meio de duas
aulas teóricas expositivas - dialogadas com o auxílio de recursos visuais, aulas
práticas em laboratório (Laboratório 207) e leitura e discussão de artigos
científicos, buscando incluir exemplos atuais relacionados ao cotidiano dos
estudantes. Pode conter atividades dirigidas.
Obs: Será respeitado o tempo máximo de 10 (dez) minutos de tolerância para o
aluno entrar em sala de aula após o horário previsto para o inicio da mesma. Após
os 10 (dez) minutos não será permitida a entrada do aluno em sala de aula no
turno corrente desta disciplina.
Atendimento extraclasse: caso haja dúvidas em relação aos conteúdos ministrados,
os professores estarão disponíveis para atendimento em sua sala.
VIII. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
Data:8 de October de 2014
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A avaliação do desempenho de cada aluno dar-se-á através da realização de: A) Três avaliações escritas
individuais. B) Interpretação de casos clínicos. C) Apresentação de seminários. As datas das avaliações
encontram-se no cronograma de atividades da disciplina. Será considerado aprovado o estudante que
obtiver média igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme os pesos das avaliações descritos
abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, de 75% das atividades da disciplina.
• Cada avaliação escrita terá peso 7,0. Para o cálculo da média será considerada a média aritmética entre
estas;
• Cada interpretação de caso clínico terá peso 1,0. Para o cálculo da média será considerada a média
aritmética entre estas;
• O peso do seminário será 2,0.
• Média final = média das avaliações escritas (7,0) + média dos casos clínicos (1,0) + apresentação de
seminário (2,0) = 10,0
O estudante que perder uma avaliação, por motivo devidamente justificado, poderá refazê-la, após
requerer nova avaliação. Os estudantes deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação: Não haverá recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de
laboratório definidas pelo colegiado, para as quais a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do
respectivo colegiado, conforme previsto no Art.70 da Resolução n.17/CUN/9730.
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0),
conforme o cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação:
A concessão de recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de
laboratório ou clínica não é obrigatória. Nestas disciplinas a possibilidade de nova avaliação ficará a
critério do respectivo Colegiado de Curso, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97.
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme o
cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação:
A concessão de recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou
clínica não é obrigatória. Nestas disciplinas a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo
Colegiado de Curso, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97.
IX. CRONOGRAMA
DATA - CONTEÚDO AULA (72 horas) – PROFESSOR
Aula 1 – Aula prática – Apresentação da disciplina e do plano de ensino (12/08/14)
Aula 2 – Aula teórica – Sistema nervoso – Prof. Adriano (12/08/14)
Aula 3 – Aula prática – Prof. Adriano (19/08/14)
Aula 4 – Aula teórica – Sistema nervoso – Prof. Adriano (19/08/14)
Aula 5 – Aula prática – Prof. Adriano (26/08/14)
Aula 6 – Aula teórica – Sistema nervoso – Prof. Adriano (26/08/14)
Aula 7 – Aula prática – Prof. Adriano (02/09/14)
Aula 8 –Aula teórica – Sistema nervoso – Prof. Adriano (02/09/14)
Aula 9 – Aula prática – Apresentação de seminário I – Prof. Adriano (09/09/14)
Aula 10 – Aula teórica – Fisiologia muscular – Prof. Luiz (09/09/14)
Aula 11 – Aula prática – Prof. Luiz (16/09/14)
Aula 12 – Aula teórica – Fisiologia muscular – Prof. Luiz (16/09/14)
Aula 13 – Aula prática – Apresentação de seminário II – Prof. Luiz (23/09/14)
Aula 14 – Avaliação teórica I (23/09/14)
Aula 15 – Aula prática – Interpretação de caso clínico - I (30/09/14)
Aula 16 – Aula teórica – Fisiologia do sangue – Profa. Angela (30/09/14)
Aula 17 – Aula prática – Profa.Angela (07/10/14)
Data:8 de October de 2014
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Aula 18 – Aula teórica – Fisiologia do sistema cardiovascular – Prof. Marcos (07/10/14)
Aula 19 – Aula prática – Prof. Marcos (14/10/14)
Aula 20 – Aula teórica – Fisiologia do sistema cardiovascular – Prof. Marcos (14/10/14)
Aula 21 – Aula prática – Apresentação de seminário III – Prof. Marcos (21/10/14)
Aula 22 – Avaliação teórica II (21/10/14)
Aula 23 – Aula Prática - Interpretação de caso clínico - II (28/10/14)
Aula 24 – Aula teórica – Fisiologia do Sistema Gastrointestinal (Não ruminantes) – Prof. Luiz (28/10/14)
Aula 26 – Aula prática – Prof. Luiz (04/11/14)
Aula 27 – Aula teórica – Fisiologia do Sistema Gastrointestinal – Prof. Luiz/Prof. Marcos (04/11/14)
Aula 28 – Aula prática – Prof. Luiz/Prof. Marcos (11/11/14)
Aula 29 – Aula teórica – Fisiologia do Sistema Gastrointestinal (Ruminantes) – Prof. Marcos (11/11/14)
Aula 30 – Aula prática – Apresentação de seminário IV – Prof. Marcos (18/11/14)
Aula 31 – Aula teórica – Fisiologia renal – Profa. Angela (18/11/14)
Aula 32 – Aula prática – Profa. Angela (25/11/14)
Aula 33 – Aula teórica – Fisiologia renal – Profa. Angela (25/11/14)
Aula 34 – Aula Prática - Apresentação de seminário V – Prof. Marcos (02/12/14)
Aula 35 – Teceira avaliação teórica (02/12/14)
Aula 36 – Aula Prática - Interpretação de caso clínico – II (09/12/14)
X. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia básica
CUNNINGHAM, J. G. Tratado de fisiologia veterinária. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
GUYTON, A. C. Tratado de fisiologia médica. 12. ed. Rio de Janeiro: ELSEVIER, 2011.
REECE, W. O. Dukes. Fisiologia dos animais domésticos. 12. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2006.
Bibliografia complementar:
FRANDSON, R. D. Anatomia e fisiologia dos animais de fazenda. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2005.
REECE, W. O. Anatomia funcional e fisiologia dos animais domésticos. 3. ed. São Paulo: ROCA, 2008.
SCHMIDT-NIELSEN, K. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. 5. ed. São Paulo: Santos, 2002.
X. OBSERVAÇÕES GERAIS
57) A frequência às aulas da disciplina é obrigatória, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% das mesmas (parágrafo 2º art. 69,
Res. 017/Cun/97).
58) Ao aluno que não comparecer às provas ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será atribuída nota 0 (zero), conforme parágrafo 4º, art. 70, Res.
017/Cun/97.
59) Havendo discordância quanto ao valor atribuído à avaliação, o aluno poderá formalizar pedido de revisão de prova dentro do prazo de prazo de 2 (DOIS) dias
úteis, contadas a partir da divulgação do resultado.
60) O aluno que, por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar as provas previstas no plano de ensino deverá formalizar pedido de
61)
62)
63)
avaliação à Diretoria Acadêmica, dentro do prazo de 3 (TRÊS) dias úteis, recebendo provisoriamente a menção I (caput, artigo 74, Res. 017/Cun/97). Cessado
o motivo que impediu a realização da avaliação, o aluno, se autorizado pela Diretoria Acadêmica, deverá fazê-la quando, então, tratando-se de nota final, será
encaminhada ao Departamento de Administração Escolar - DAE, pela Secretaria Acadêmica (parágrafo 1º, art. 74, Res. 017/Cun/97).Observação: O julgamento
do motivo que impediu a realização de qualquer uma das provas não é do professor ministrante. No caso da presente disciplina cabe à Diretoria Acadêmica
efetuar o julgamento e, se assim entender, autorizar por escrito que o professor ministrante realize outra avaliação. A avaliação substituta será efetuada em data
e horário fixados pelo professor ministrante.
Prescreve o parágrafo 2º do art. 70 da Res. 017/Cun/97: O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três) e
5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova avaliação no final do semestre.
Prescreve o parágrafo 3º do artigo 71 da Res. 017/Cun/97: O aluno enquadrado no caso anterior (previsto pelo parágrafo 2º do art. 70) terá sua nota final
calculada através da média aritmética entre a média das notas das avaliações parciais e a nota obtida na avaliação estabelecida no citado parágrafo.
Conforme o art. 59 da lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e o artigo Art. 27. do decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 as instituições de ensino
superior deverão oferecer adaptações de provas e os apoios necessários, previamente solicitados pelo aluno portador de deficiência, inclusive tempo adicional
para realização das provas, conforme as características da deficiência. A pessoa interessada na obtenção do benefício, juntando prova de sua condição, deverá
requerê-lo junto à Diretoria Acadêmica, que determinará as providências a serem cumpridas.
__________________________
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
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Prof(a/s). Dr(a/s). Adriano Tony Ramos; Luiz Ernani Henkes; Marcos Henrique Barreta; Angela P.
M. Veiga
PLANO DE ENSINO
SEMESTRE 2014-2
I. INFORMAÇÕES GERAIS
Código da
Nome da disciplina
disciplina
CBV7112 - Genética Veterinária
Professor(es) Responsável(is)
Erik Amazonas de Almeida
Total de aulas semestrais
2 teóricos, 2 práticos
II. REQUISITOS:
Não há requisitos
III. CURSO(s) PARA O(s) QUAL (is) A DISCIPLINA É OFERECIDA
552 Medicina Veterinária
IV. EMENTA
Material genético, estrutura e função de ácidos nucleicos e Cromossomos. Expressão gênica. Segregação
meiótica e permuta. Leis básicas da Genética. Mutação. Interação genética. Determinação do sexo,
herança ligada ao sexo nos animais domésticos, padrões de herança de doenças genéticas nos animais
domésticos. Ligação e permuta gênica. Herança citoplasmática. Genética quantitativa nos animais de
companhia e de produção. Evolução e genética de populações.
V. OBJETIVOS
Objetivos Gerais:
Proporcionar aos estudantes a compreensão dos conceitos e fundamentos básicos
da Genética e sua influência sobre os seres vivos no meio ambiente.
Objetivos Específicos:
O aluno deverá ser capaz de compreender a estrutura molecular do material
genético bem como a sua relação com as funções que este exerce, como por
exemplo, síntese e expressão gênica. O aluno deverá ser ainda capaz de
compreender as Leis básicas da genética e as interações que podem ocorrer entre
alelos e genes presentes em um organismo, e como estas influenciam a
determinação de diferentes características expressas pelos seres vivos. Com base
nestes conceitos, o aluno deve ser capaz de compreender a variabilidade genética
presente nos organismos vivo, como ela é transmitida ao longo das gerações e a
sua importância para avanços no desenvolvimento cientifico. Além disso, o aluno
deverá ser capaz de utilizar os conhecimentos adquiridos para interpretar os
impactos que estes podem trazer na geração de novas tecnologias e
conhecimentos na sociedade e meio ambiente.
VI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
MÓDULO I
1. Importância do estudo da genética: o papel da genética no que se refere as
funções e características apresentadas pelos seres vivos no meio ambiente,
conceitos básicos estudados em genética.
2. Genética molecular I: natureza e composição química do material genético.
3. Genética molecular II: funções do material genético, dogma central da biologia.
4. Genética molecular III: Expressão Gênica, RNA e consequências para os
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organismos vivos.
5. Genética molecular IV: manifestações fenotípicas do material genético.
6. Genética molecular V: mutações do material genético.
MÓDULO II
7. Leis básicas da genética: Leis de Mendel, estudo do controle genético de um
caráter, efeito de xênia.
8. Interações alélicas: dominância completa, dominância incompleta, codominância
e genes letais.
9. Interações não alélicas ou gênicas: epistasia recessiva, recessiva dupla,
dominante e recessiva e dominante. Outros tipos de interações gênicas.
10. Herança e Sexo: determinação do sexo pelas características genéticas e
condições ambientais, evolução dos cromossomos sexuais, determinação do sexo
em abelhas, ginandromorfismo, determinação do sexo em plantas, hereditariedade
em relação ao sexo.
11. Ligação, permuta genética e pleiotropia: estimativa da frequência de
recombinação, bases cromossômicas da permuta, mapas genéticos.
12. Herança citoplasmática: efeito materno e herança extracromossômica.
MÓDULO III
13. Genética Quantitativa.
14. Variação genética: efeitos do ambiente na expressão gênica, penetrância e
expressividade, interação genótipos x ambientes.
15. Evolução: teoria sintética da evolução, processo que cria variabilidade genética,
processos que ampliam a variabilidade genética, adaptação evolutiva e especiação.
16. Genética de populações.
17. Doenças hereditárias de interesse Médico Veterinário
18. Co-evolução dos animais domésticos e do homem
VII. METODOLOGIA DE ENSINO / DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA
O conteúdo programático será desenvolvido, principalmente, por meio de aulas
teóricas expositivas dialogadas com auxilio de recursos audiovisuais, aulas praticas
de laboratório (Laboratório de Genética), buscando incluir exemplos atuais e do
cotidiano dos estudantes.
Pode conter atividades dirigidas.
Atendimento extra classe:
Caso haja duvidas em relação aos conteúdos ministrados, o(s) professor(es) estarão
disponíveis para atendimento em sua sala nos seguintes horários:
Segundas-feiras: 13:30 as 17:50 e terças-feiras das 13:30 às 17:00
VIII. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
A avaliação do desempenho de cada aluno dar-se-á através da realização de:
a) Três provas escritas, individuais e obrigatórias.
b) Seminário obrigatório sobre temas relacionados à genética (temas a decidir).
As datas das provas escritas e apresentação dos seminários encontram-se no cronograma de atividades da
disciplina.
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0),
conforme o cálculo abaixo, e que tenha frequência mínima de 75 % das atividades da disciplina. Cálculo
para média final:
Média final = [PI (peso 2,5) + PII (peso 2,5) + PIII (peso 2,5) + S (peso 2,5)]
* PI, PII e PIII = provas teóricas I, II e III.
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* S = Nota do seminário.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) e/ou Seminário deverão proceder de acordo com a legislação
vigente na UFSC.
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme o
cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação:
A concessão de recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou
clínica não é obrigatória. Nestas disciplinas a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo
Colegiado de Curso, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97.
IX. CRONOGRAMA
Encontro
(2 aulas cada) CONTEÚDO AULA
(no. de aulas)
01 Apresentação da disciplina/ Importância do estudo da genética, o papel da genética para o Médico
Veterinário
02 Conceitos básicos (02)
03 Genética molecular I: natureza e composição química do material genético (02)
04 Genética molecular I: Estrutura e Função dos Cromossomos (02)
05 Genética molecular II: Estrutura, função e replicação do DNA procarioto (02)
06 Genética molecular II: Estrutura, função e replicação do DNA eucarioto (02)
07 Genética molecular III: Estrutura, função e replicação do RNA procarioto(02)
08 Genética molecular III: Estrutura, função e replicação do RNA eucarioto (02)
09 Genética molecular IV: Síntese Proteica (02)
10 Genética molecular IV: Síntese Proteica (02)
11 Genética molecular V: Mutações (02)
12 Genética molecular V: Mutações (02)
13 APRESENTAÇÃO DE SEMINÁRIOS 1
14 PROVA I (02)
15 Mitose. meiose, e suas consequências para os organismos vivos (02)
16 Herança Mendeliana (02)
17 Herança Mendeliana (02)
18 Herança Materna, citoplasmática e Cromossomos Sexuais (02)
19 Herança Materna, citoplasmática e Cromossomos Sexuais (02)
20 Ligação e permuta (02)
21 Ligação e permuta (02)
22 APRESENTAÇÃO DE SEMINÁRIOS 2
23 PROVA II (02)
24 Genética Quantitativa (02)
25 Genética Quantitativa (02)
26 Evolução (02)
27 Evolução (02)
28 Genética de Populações (02)
29 Genética de Populações (02)
30 Doenças Genéticas de importância Médico Veterinária
31 Padrões de herança de doenças genéticas dos animais domésticos
32 Co-evolução: O impacto humano na evolução dos animais de companhia e de produção
33 Co-evolução: O impacto humano na evolução dos animais de companhia e de produção
34 APRESENTAÇÃO DE SEMINÁRIOS 3
35 Prova III (02)
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
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36 Recuperação
X. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia básica
GRIFFITHS, Anthony J. F. Introdução à genética. 9. ed. Rio de Janeiro (RJ): Guanabara Koogan, c2009.
xviii,712,[5]p. ISBN 9788527714976
NICHOLAS, F. W. Introdução à genética veterinária. 3. ed. Porto Alegre (RS): ARTMED, 2011. ix, 347
p. ISBN 8573075104
RAMALHO, Magno Antônio Patto; SANTOS, João Bosco dos; PINTO, Cesar Augusto Brasil Pereira.
Genética na agropecuária. 4.ed São Paulo (SP): Globo, c1995. 359 p. ISBN 8525006777 (enc.)
Bibliografia complementar:
BROWN, T.A. Genética: Um enfoque Molecular. Guanabara Koogan, 1999. 336p.
FARAH, S.B. DNA: Segredos e Mistérios. Editora Sarvier. 1997. 276p.
GARDNER, E.J. & SNUSTAD, D.P. Genética. Editora Guanabara 7ª ed. 1987. 497p.
SOUZA, Ilíada Rainha de; TONI, Daniela Cristina de; CORDEIRO, Juliana. Genética evolutiva.
Florianópolis: Biologia/EAD/UFSC, 2011. 229 p. ISBN 9788561485436
ZAHA, Arnaldo; PASSAGLIA, Luciane M. P.; FERREIRA, Henrique Bunselmeyer. Biologia molecular
básica. 4. ed. Porto Alegre (RS): ARTMED, 2012. xii, 403 p. ISBN 9788536326245
X. OBSERVAÇÕES GERAIS
64) A frequência às aulas da disciplina é obrigatória, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% das mesmas (parágrafo 2º art. 69,
Res. 017/Cun/97).
65) Ao aluno que não comparecer às provas ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será atribuída nota 0 (zero), conforme parágrafo 4º, art. 70, Res.
017/Cun/97.
66) Havendo discordância quanto ao valor atribuído à avaliação, o aluno poderá formalizar pedido de revisão de prova dentro do prazo de prazo de 2 (DOIS) dias
úteis, contadas a partir da divulgação do resultado.
67) O aluno que, por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar as provas previstas no plano de ensino deverá formalizar pedido de
68)
69)
70)
avaliação à Diretoria Acadêmica, dentro do prazo de 3 (TRÊS) dias úteis, recebendo provisoriamente a menção I (caput, artigo 74, Res. 017/Cun/97). Cessado
o motivo que impediu a realização da avaliação, o aluno, se autorizado pela Diretoria Acadêmica, deverá fazê-la quando, então, tratando-se de nota final, será
encaminhada ao Departamento de Administração Escolar - DAE, pela Secretaria Acadêmica (parágrafo 1º, art. 74, Res. 017/Cun/97).Observação: O julgamento
do motivo que impediu a realização de qualquer uma das provas não é do professor ministrante. No caso da presente disciplina cabe à Diretoria Acadêmica
efetuar o julgamento e, se assim entender, autorizar por escrito que o professor ministrante realize outra avaliação. A avaliação substituta será efetuada em data
e horário fixados pelo professor ministrante.
Prescreve o parágrafo 2º do art. 70 da Res. 017/Cun/97: O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três) e
5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova avaliação no final do semestre.
Prescreve o parágrafo 3º do artigo 71 da Res. 017/Cun/97: O aluno enquadrado no caso anterior (previsto pelo parágrafo 2º do art. 70) terá sua nota final
calculada através da média aritmética entre a média das notas das avaliações parciais e a nota obtida na avaliação estabelecida no citado parágrafo.
Conforme o art. 59 da lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e o artigo Art. 27. do decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 as instituições de ensino
superior deverão oferecer adaptações de provas e os apoios necessários, previamente solicitados pelo aluno portador de deficiência, inclusive tempo adicional
para realização das provas, conforme as características da deficiência. A pessoa interessada na obtenção do benefício, juntando prova de sua condição, deverá
requerê-lo junto à Diretoria Acadêmica, que determinará as providências a serem cumpridas.
__________________________
Prof(a/s). Dr(a/s). Erik Amazonas de Almeida
PLANO DE ENSINO
SEMESTRE 2014-2
I. INFORMAÇÕES GERAIS
Código da
Nome da disciplina
disciplina
CBV7113 - Imunologia Veterinária
Professor(es) Responsável(is)
Sandra Arenhart
Data:8 de October de 2014
Total de aulas semestrais
4 teóricos
Versão aprovada no colegiado do curso.
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II. REQUISITOS:
CBV 7110 Fisiologia Animal I
III. CURSO(s) PARA O(s) QUAL (is) A DISCIPLINA É OFERECIDA
552 Medicina Veterinária
IV. EMENTA
Aspectos morfológicos e funcionais das células e órgãos do sistema linfóide; mecanismos de imunidade
inata e imunidade específica; interações celulares e produção de anticorpos, interações antígenoanticorpo; regulação da resposta imune; tolerância imunológica; imunidade fetal e do neonato;
hipersensibilidades; princípios de imunidade a vírus, bactérias, micoses, parasitas e neoplasias;
mecanismos de auto-imunidade; vacinas e imunoprofilaxia e princípios das técnicas de imunodiagnóstico
aplicados em Medicina Veterinária.
V. OBJETIVOS
Objetivos Gerais:
Compreensão dos conceitos básicos de imunologia, com visão crítica dos
mecanismos
das respostas imunes e dos processos imunopatológicos em medicina veterinária.
Objetivos Específicos:
1. Determinar os mecanismos imunes envolvidos nos processos patológicos nos
animais.
2. Interpretar sinais clínicos básicos correlacionados com a resposta imune em
medicina veterinária.
3. Expressar e discutir os conhecimentos adquiridos com desenvoltura técnica.
4. Estabelecer relações entre a imunologia e a fisiologia animal.
VI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Introdução e histórico da imunologia; as defesas do organismo.
2. Processo inflamatório,
3. Sistema complemento.
4. Órgãos e células do sistema imune.
5. Antígenos, processamento de antígenos e complexo de histocompatibilidade
principal.
6. Receptores de antígenos, destruição de invasores intracelulares e regulação da
resposta imune adquirida.
7. Anticorpos
8. Imunidade no feto e neonato;
9. Imunidade adquirida específica a vírus e fungos;
10. Imunidade adquirida específica a bactérias e parasitas.
11. Vacinas;
12. Hipersensibilidades tipos I, II, III e IV;
13. Rejeição a transplantes e imunidade a tumores.
14. Auto-imunidade, Doenças imunológicas e Imunodeficiências.
VII. METODOLOGIA DE ENSINO / DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA
O conteúdo programático será desenvolvido, principalmente por meio de duas
aulas teóricas expositivas - dialogadas com o auxílio de recursos visuais (Sala CRC
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CAMPUS DE CURITIBANOS
Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
Curitibanos – Santa Catarina
305, C 01), aulas práticas em laboratório (Laboratório CRC 209) e leitura e
discussão de artigos científicos, buscando incluir exemplos atuais relacionados ao
cotidiano dos estudantes. Pode conter atividades dirigidas.
Obs.: É obrigatório o uso de jaleco e luvas de procedimento nas aulas práticas em
Laboratório.
Atendimento extra-classe: caso haja dúvidas em relação aos conteúdos
ministrados, a professora estará disponível para atendimento em sua sala.
VIII. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
A avaliação do desempenho de cada aluno dar-se-á através da realização de: A) Duas avaliações escritas
individuais. B) Apresentação de seminários. C) Estudos dirigidos. As datas das avaliações encontram-se
no cronograma de atividades da disciplina. Será considerado aprovado o estudante que obtiver média
igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme a fórmula abaixo, e que tenha frequência, no
mínimo, de 75% das atividades da disciplina.
Cálculo para média final:
Seminário (2,0) + Avaliação escrita I (4,0) + Avaliação escrita II (4,0) = 10,0
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme o
cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação:
A concessão de recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou
clínica não é obrigatória. Nestas disciplinas a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo
Colegiado de Curso, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97.
IX. CRONOGRAMA
AULA DATA CONTEÚDO AULA (72 horas)
1 13/08 Apresentação da disciplina e a As defesas do organismo
2 20/08 Processo Inflamatório
3 27/08 Sistema Complemento
4 03/09 Órgãos do Sistema Imune, Linfócitos T e B e Anticorpos
5 10/09 Antígenos, Processamento de Antígenos e Complexo de Histocompatibilidade Principal
6 17/09 Receptores de antígenos, Destruição de invasores intracelulares e regulação da Resposta Imune
Adquirida
7 24/09 Primeira avaliação teórica
8 01/10 Imunidade no feto e neonato
9 08/10 Imunidade adquirida específica (Vírus e Fungos)
10 15/10 Imunidade adquirida específica (Bactérias e Parasitas)
11 22/10 Apresentação de seminários I e II
12 29/10 Apresentação de seminários III e IV
13 05/11 Vacinas
14 12/11 Hipersensibilidades tipos I, II, III e IV
15 19/11 Rejeição a transplantes e imunidade a tumores
16 26/11 Auto-imunidade, Doenças imunológicas e Imunodeficiências
17 03/12 Segunda avaliação teórica
18 10/12 Recuperação
X. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia básica
TIZARD, I. R. Imunologia Veterinária - Uma Introdução. 8. ed. Elsevier, 2009.
ROITT, I. M. Fundamentos de Imunologia. 12. ed. Guanabara Koogan, 2013.
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
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CAMPUS DE CURITIBANOS
Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
Curitibanos – Santa Catarina
ABBAS, A. K.; LICHTMAN, A. H.; PILLAI, S. Imunologia Celular e Molecular. 7. ed. Elsevier, 2012.
Bibliografia complementar:
BARARDI, C. R.; CAROBREZ, S. G.; PINTO, A. R. Imunologia. Florianópolis: UFSC, CCB, 2010.
LEVINSON, W., JAWETZ, E. Microbiologia médica e imunologia. 10. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
PARHAM, P. O. Sistema Imune. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2011.
DOAN, T.; MELVOLD. R.; VISSELI. S.; WALTENBUGH. C. Imunologia Ilustrada. Porto Alegre:
Artmed, 2008.
X. OBSERVAÇÕES GERAIS
71) A frequência às aulas da disciplina é obrigatória, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% das mesmas (parágrafo 2º art. 69,
Res. 017/Cun/97).
72) Ao aluno que não comparecer às provas ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será atribuída nota 0 (zero), conforme parágrafo 4º, art. 70, Res.
017/Cun/97.
73) Havendo discordância quanto ao valor atribuído à avaliação, o aluno poderá formalizar pedido de revisão de prova dentro do prazo de prazo de 2 (DOIS) dias
úteis, contadas a partir da divulgação do resultado.
74) O aluno que, por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar as provas previstas no plano de ensino deverá formalizar pedido de
75)
76)
77)
avaliação à Diretoria Acadêmica, dentro do prazo de 3 (TRÊS) dias úteis, recebendo provisoriamente a menção I (caput, artigo 74, Res. 017/Cun/97). Cessado
o motivo que impediu a realização da avaliação, o aluno, se autorizado pela Diretoria Acadêmica, deverá fazê-la quando, então, tratando-se de nota final, será
encaminhada ao Departamento de Administração Escolar - DAE, pela Secretaria Acadêmica (parágrafo 1º, art. 74, Res. 017/Cun/97).Observação: O julgamento
do motivo que impediu a realização de qualquer uma das provas não é do professor ministrante. No caso da presente disciplina cabe à Diretoria Acadêmica
efetuar o julgamento e, se assim entender, autorizar por escrito que o professor ministrante realize outra avaliação. A avaliação substituta será efetuada em data
e horário fixados pelo professor ministrante.
Prescreve o parágrafo 2º do art. 70 da Res. 017/Cun/97: O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três) e
5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova avaliação no final do semestre.
Prescreve o parágrafo 3º do artigo 71 da Res. 017/Cun/97: O aluno enquadrado no caso anterior (previsto pelo parágrafo 2º do art. 70) terá sua nota final
calculada através da média aritmética entre a média das notas das avaliações parciais e a nota obtida na avaliação estabelecida no citado parágrafo.
Conforme o art. 59 da lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e o artigo Art. 27. do decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 as instituições de ensino
superior deverão oferecer adaptações de provas e os apoios necessários, previamente solicitados pelo aluno portador de deficiência, inclusive tempo adicional
para realização das provas, conforme as características da deficiência. A pessoa interessada na obtenção do benefício, juntando prova de sua condição, deverá
requerê-lo junto à Diretoria Acadêmica, que determinará as providências a serem cumpridas.
__________________________
Prof(a/s). Dr(a/s). Sandra Arenhart
PLANO DE ENSINO
SEMESTRE 2014-2
I. INFORMAÇÕES GERAIS
Código da
Nome da disciplina
disciplina
CBV7404 - Introdução à Medicina Veterinária
Professor(es) Responsável(is)
Valerio Maques Portela Jr
Total de aulas semestrais
2 teóricos
II. REQUISITOS:
Não há requisitos
III. CURSO(s) PARA O(s) QUAL (is) A DISCIPLINA É OFERECIDA
552 Medicina Veterinária
IV. EMENTA
A medicina veterinária, suas áreas de conhecimento, ensino e escolas. Áreas de formação da medicina
veterinária. Conhecimentos sobre a atividade médica veterinária no estado e no país.
V. OBJETIVOS
Objetivos Gerais:
Fornecer ao aluno informações sobre áreas de conhecimento, ensino e escolas.
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CAMPUS DE CURITIBANOS
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Curitibanos – Santa Catarina
Áreas de formação da medicina veterinária. Conhecimentos sobre a atividade
médica veterinária no estado e no país.
Objetivos Específicos:
* Definir a abrangência dos conceitos na área de Medicina Veterinária.
* Desenvolver o raciocínio criativo no sentido de entender a inter-relação das
disciplinas ao longo do curso.
VI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1- A medicina veterinária, suas áreas de conhecimento
2- Ensino em escolas de Medicina Veterinária.
3- Áreas de formação da Medicina Veterinária.
4- Conhecimentos sobre a atividade médica veterinária no estado e no país.
VII. METODOLOGIA DE ENSINO / DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA
Aulas expositivas em quadro verde, giz e data show.
_________________
VIII. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
A avaliação do desempenho de cada aluno dar-se-á através da realização de relatórios que terão suas
notas somadas e divididas pelo número de relatórios. Será considerado aprovado o aluno que obtiver
média final igual ou superior a seis vírgulas zero (6,0).
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme o
cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação:
A concessão de recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou
clínica não é obrigatória. Nestas disciplinas a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo
Colegiado de Curso, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97.
IX. CRONOGRAMA
1o Encontro - Palestra sobre bolsas e auxílios (02)
2o Encontro - Palestra sobre o Campus de Curitibanos (02)
3o Encontro - Palestra sobre a área de laboratório Clínico (02)
4o Encontro - Palestra sobre a área de virologia (02)
5o Encontro - Palestra sobre a área de reprodução animal (02)
6o Encontro - Palestra sobre Saúde e ambiente (02)
7o Encontro - Palestra sobre cirurgia veterinária (02)
8o Encontro - Palestra sobre Ecologia na Medicina Veterinária (02)
9o Encontro - Palestra sobre Visita a clínica amigo fiel (02)
10o Encontro - Palestra sobre a área de patologia aviária (02)
11o Encontro - Visita a uma propriedade rural (02)
12o Encontro - Palestra sobre parasitologia de organismos aquáticos (02)
14o Encontro - Palestra sobre floresta e pastagens (02)
15o Encontro - Visita frigorifico Pamplona (02)
16o Encontro - Palestra sobre Atividades de um veterinário de campo (02)
17o Encontro - Integração da disciplina do curso de Medicina Veterinária (02)
18o Encontro - Integração da disciplina do curso de Medicina Veterinária (02)
X. BIBLIOGRAFIA
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
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CAMPUS DE CURITIBANOS
Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
Curitibanos – Santa Catarina
Bibliografia básica
Projeto
pedagógico
do
curso
de
Medicina
Veterinária.
http://medicinaveterinaria.curitibanos.ufsc.br/
Legislações pertinentes a profissão de Médico Veterinário: http://portal.cfmv.gov.br
Bibliografia complementar:
http://www.crmvsc.org.br
Disponível
em:
X. OBSERVAÇÕES GERAIS
78) A frequência às aulas da disciplina é obrigatória, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% das mesmas (parágrafo 2º art. 69,
Res. 017/Cun/97).
79) Ao aluno que não comparecer às provas ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será atribuída nota 0 (zero), conforme parágrafo 4º, art. 70, Res.
017/Cun/97.
80) Havendo discordância quanto ao valor atribuído à avaliação, o aluno poderá formalizar pedido de revisão de prova dentro do prazo de prazo de 2 (DOIS) dias
úteis, contadas a partir da divulgação do resultado.
81) O aluno que, por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar as provas previstas no plano de ensino deverá formalizar pedido de
82)
83)
84)
avaliação à Diretoria Acadêmica, dentro do prazo de 3 (TRÊS) dias úteis, recebendo provisoriamente a menção I (caput, artigo 74, Res. 017/Cun/97). Cessado
o motivo que impediu a realização da avaliação, o aluno, se autorizado pela Diretoria Acadêmica, deverá fazê-la quando, então, tratando-se de nota final, será
encaminhada ao Departamento de Administração Escolar - DAE, pela Secretaria Acadêmica (parágrafo 1º, art. 74, Res. 017/Cun/97).Observação: O julgamento
do motivo que impediu a realização de qualquer uma das provas não é do professor ministrante. No caso da presente disciplina cabe à Diretoria Acadêmica
efetuar o julgamento e, se assim entender, autorizar por escrito que o professor ministrante realize outra avaliação. A avaliação substituta será efetuada em data
e horário fixados pelo professor ministrante.
Prescreve o parágrafo 2º do art. 70 da Res. 017/Cun/97: O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três) e
5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova avaliação no final do semestre.
Prescreve o parágrafo 3º do artigo 71 da Res. 017/Cun/97: O aluno enquadrado no caso anterior (previsto pelo parágrafo 2º do art. 70) terá sua nota final
calculada através da média aritmética entre a média das notas das avaliações parciais e a nota obtida na avaliação estabelecida no citado parágrafo.
Conforme o art. 59 da lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e o artigo Art. 27. do decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 as instituições de ensino
superior deverão oferecer adaptações de provas e os apoios necessários, previamente solicitados pelo aluno portador de deficiência, inclusive tempo adicional
para realização das provas, conforme as características da deficiência. A pessoa interessada na obtenção do benefício, juntando prova de sua condição, deverá
requerê-lo junto à Diretoria Acadêmica, que determinará as providências a serem cumpridas.
__________________________
Prof(a/s). Dr(a/s). Valerio Maques Portela Jr
PLANO DE ENSINO
SEMESTRE 2014-2
I. INFORMAÇÕES GERAIS
Código da
Nome da disciplina
disciplina
CBV7405 - Metodologia da Pesquisa Científica
Professor(es) Responsável(is)
Marcos Henrique Barreta
Total de aulas semestrais
2 teóricos
II. REQUISITOS:
Não há requisitos
III. CURSO(s) PARA O(s) QUAL (is) A DISCIPLINA É OFERECIDA
552 Medicina Veterinária
IV. EMENTA
Revisão bibliográfica, pesquisa científica na Internet e documentação bibliográfica. Elaboração de
resumos. Elaboração de projetos. Elaboração de artigos científicos. Documentação em folhas de diversos
tamanhos. Prática oratória e vocabulário técnico-linguístico. Apresentação de resultados científicos.
Preparação de apresentações científicas. Preparação de pôster.
V. OBJETIVOS
Objetivos Gerais:
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CAMPUS DE CURITIBANOS
Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
Curitibanos – Santa Catarina
Habilitar o aluno a elaborar projetos de pesquisa científica. Preparar o aluno para
redigir textos científicos, organizar apresentações e pôsteres científicos.
Objetivos Específicos:
1- Instrumentalizar o aluno de elementos teórico-práticos necessários para a
adoção de atitude favorável frente aos atos de estudar e pesquisar, na perspectiva
de subsidiar a realização de trabalhos acadêmicos e de educação continuada.
2- Desenvolver hábitos e atitudes científicas que possibilitem o desenvolvimento de
uma vida intelectual disciplinada e sistematizada.
3- Construir um referencial teórico capaz de fundamentar a elaboração de trabalhos
monográficos.
4- Aplicar os procedimentos básicos envolvidos no trabalho científico (leitura,
análise de texto, resumos, fichamentos, etc.).
5- Desenvolver a prática didática da apresentação oral de trabalhos científicos.
VI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1- Apresentação da disciplina e da importância da metodologia científica para a
profissão de Médico Veterinário.
2- A pesquisa científica na Internet.
3- Documentação bibliográfica.
4- A elaboração de resumos.
5- A elaboração de projetos.
6- Oratória e Vocabulário técnico-linguístico.
7- Preparação de apresentações científicas.
8- Elaboração de artigos científicos.
9- A documentação em folhas de diversos tamanhos.
VII. METODOLOGIA DE ENSINO / DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA
O conteúdo programático será desenvolvido, principalmente por meio de aulas
teóricas expositivas - dialogadas com o auxílio de recursos visuais, leitura e
discussão de artigos científicos, buscando incluir exemplos atuais relacionados ao
cotidiano dos estudantes. Pode conter atividades dirigidas.
Obs: Será respeitado o tempo máximo de 10 (dez) minutos de tolerância para o
aluno entrar em sala de aula após o horário previsto para o inicio da mesma. Após
os 10 (dez) minutos não será permitida a entrada do aluno em sala de aula no
turno corrente desta disciplina.
Atendimento extraclasse: caso haja dúvidas em relação aos conteúdos ministrados,
o professor estará disponível para atendimento em sua sala.
VIII. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
A avaliação do desempenho de cada aluno dar-se-á através da realização de resumos, trabalhos,
apresentações orias e de pôster e avaliações em sala de aula que terão suas notas somadas e divididas
pelo número de avaliações.
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0) e
que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
O estudante que perder uma avaliação, por motivo devidamente justificado, poderá refazê-la, após
requerer nova avaliação. Os estudantes deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação:
A recuperação será aplicada aos alunos que não atingirem média 6,0 após a realização de todas as
avalições regulares da disciplina. A prova de recuperação será realizada no dia 08/12/2014.
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CAMPUS DE CURITIBANOS
Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
Curitibanos – Santa Catarina
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme o
cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação:
A concessão de recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou
clínica não é obrigatória. Nestas disciplinas a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo
Colegiado de Curso, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97.
IX. CRONOGRAMA
DATA - CONTEÚDO AULA (36 horas)
Aula 1 - Apresentação da disciplina e sua importância para a profissão de Médico Veterinário.
Aula 2 - A pesquisa científica na internet.
Aula 3 - Documentação bibliográfica.
Aula 4 - Elaboração resumos científicos.
Aula 5 - Elaboração resumos científicos.
Aula 6 - Elaboração de projetos científicos.
Aula 7 - Elaboração de projetos científicos.
Aula 8 - Oratória e vocabulário técnico-linguístico.
Aula 9 - Preparação de apresentações científicas.
Aula 10 - Apresentação de proposta de projeto científico.
Aula 11 - Apresentação de proposta de projeto científico.
Aula 12 - Apresentação de resultados de artigo científicos.
Aula 13 - Elaboração de artigos científicos.
Aula 14 - Elaboração de artigos científicos.
Aula 15 - Apresentação de artigo científico pelos alunos.
Aula 16 - Apresentação de artigo científico pelos alunos.
Aula 17 - Elaboração de pôster para congressos científicos.
Aula 18 - Exame Final.
X. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia básica
CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A.; SILVA, R. Metodologia cientifica. 6.ed. São Paulo (SP): Pearson
Prentice Hall, 2007.
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Metodologia científica: ciência e conhecimento científico,
métodos científicos, teoria, hipóteses e variáveis. 5. ed. São Paulo (SP): Atlas, 2007.
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de metodologia científica. 7. ed. São Paulo (SP):
Atlas, 2010.
Bibliografia complementar:
BIANCHETTI, L.; MACHADO, A. M. N. A Bússola do escrever: desafios e estratégias na orientação e
escrita de teses e dissertações. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2012.
BOUTINET, J. P. Antropologia do projeto. 5. ed. Porto Alegre, RS: ARTMED, 2002.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo (SP): Cortez, 2007.
X. OBSERVAÇÕES GERAIS
85) A frequência às aulas da disciplina é obrigatória, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% das mesmas (parágrafo 2º art. 69,
Res. 017/Cun/97).
86) Ao aluno que não comparecer às provas ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será atribuída nota 0 (zero), conforme parágrafo 4º, art. 70, Res.
017/Cun/97.
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CAMPUS DE CURITIBANOS
Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
Curitibanos – Santa Catarina
87) Havendo discordância quanto ao valor atribuído à avaliação, o aluno poderá formalizar pedido de revisão de prova dentro do prazo de prazo de 2 (DOIS) dias
úteis, contadas a partir da divulgação do resultado.
88) O aluno que, por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar as provas previstas no plano de ensino deverá formalizar pedido de
89)
90)
91)
avaliação à Diretoria Acadêmica, dentro do prazo de 3 (TRÊS) dias úteis, recebendo provisoriamente a menção I (caput, artigo 74, Res. 017/Cun/97). Cessado
o motivo que impediu a realização da avaliação, o aluno, se autorizado pela Diretoria Acadêmica, deverá fazê-la quando, então, tratando-se de nota final, será
encaminhada ao Departamento de Administração Escolar - DAE, pela Secretaria Acadêmica (parágrafo 1º, art. 74, Res. 017/Cun/97).Observação: O julgamento
do motivo que impediu a realização de qualquer uma das provas não é do professor ministrante. No caso da presente disciplina cabe à Diretoria Acadêmica
efetuar o julgamento e, se assim entender, autorizar por escrito que o professor ministrante realize outra avaliação. A avaliação substituta será efetuada em data
e horário fixados pelo professor ministrante.
Prescreve o parágrafo 2º do art. 70 da Res. 017/Cun/97: O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três) e
5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova avaliação no final do semestre.
Prescreve o parágrafo 3º do artigo 71 da Res. 017/Cun/97: O aluno enquadrado no caso anterior (previsto pelo parágrafo 2º do art. 70) terá sua nota final
calculada através da média aritmética entre a média das notas das avaliações parciais e a nota obtida na avaliação estabelecida no citado parágrafo.
Conforme o art. 59 da lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e o artigo Art. 27. do decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 as instituições de ensino
superior deverão oferecer adaptações de provas e os apoios necessários, previamente solicitados pelo aluno portador de deficiência, inclusive tempo adicional
para realização das provas, conforme as características da deficiência. A pessoa interessada na obtenção do benefício, juntando prova de sua condição, deverá
requerê-lo junto à Diretoria Acadêmica, que determinará as providências a serem cumpridas.
__________________________
Prof(a/s). Dr(a/s). Marcos Henrique Barreta
PLANO DE ENSINO
SEMESTRE 2014-2
I. INFORMAÇÕES GERAIS
Código da
Nome da disciplina
disciplina
CBV7504 - Doenças Infecciosas dos Animais Domésticos II
Professor(es) Responsável(is)
Sandra Arenhart
Total de aulas semestrais
2 teóricos e 2 práticos
II. REQUISITOS:
CBV 7503 – Doenças Infecciosas dos Animais Domésticos I
III. CURSO(s) PARA O(s) QUAL (is) A DISCIPLINA É OFERECIDA
552 Medicina Veterinária
IV. EMENTA
Estudo da etiologia, patogenia, sintomatologia, diagnóstico e tratamento das doenças infecciosas dos
animais domésticos causadas por vírus, com destaque às características epidemiológicas e às medidas de
profilaxia e controle.
V. OBJETIVOS
Objetivo geral: Ao final da disciplina o acadêmico deverá conhecer as principais
enfermidades causadas por vírus dos animais domésticos, conhecendo a sua
definição e importância, etiologia, epizootiologia, patogenia, sinais clínicos,
patologia, diagnóstico, controle e tratamento.
Objetivos específicos:
- O acadêmico deverá saber a importância das principais doenças infeciosas virais
dos animais domésticos;
- O acadêmico deverá conhecer a etiologia e os aspectos epidemiológicos
envolvidos na transmissão e manutenção das principais doenças infecciosas
causadas por vírus dos animais domésticos;
- O acadêmico deverá saber como as doenças se desenvolvem, que consequências
clínicas e patológicas causam e como os hospedeiros montam sua defesa contra as
principais doenças infeciosas virais dos animais domésticos;
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CAMPUS DE CURITIBANOS
Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
Curitibanos – Santa Catarina
- E por fim, o acadêmico deverá conhecer as estratégias de prevenção e controle
contra as principais doenças infeciosas virais dos animais domésticos.
VI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1- Introdução ao estudo das doenças infecciosas causadas por vírus.
2- Estudos das doenças causadas por vírus DNA das famílias Circoviridae,
Parvoviridae,
Papillomaviridae,
Adenoviridae,
Herpesviridae,
Poxviridae,
Asfarviridae.
3- Estudos das doenças causadas por vírus RNA das famílias Caliciviridae,
Picornaviridae,
Flaviviridae,
Togaviridae,
Coronaviridae,
Arteriviridae,
Paramyxoviridae, Rhabdoviridae, Orthomyxoviridae, Reoviridae e Retroviridae.
VII. METODOLOGIA DE ENSINO / DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA
O conteúdo programático será desenvolvido, principalmente, por meio de aulas
teóricas expositivas dialogadas com auxilio de recursos audiovisuais, buscando
incluir exemplos atuais e do cotidiano dos estudantes.
Atendimento extraclasse: caso haja dúvidas em relação aos conteúdos ministrados,
a professora estará disponível para atendimento em sua sala.
VIII. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
A avaliação do desempenho de cada aluno dar-se-á através da realização de: A) Três avaliações escritas
individuais. B) Apresentação de seminários. As datas das avaliações encontram-se no cronograma de
atividades da disciplina. Será considerado aprovado o estudante que obtiver média igual ou superior a
seis vírgula zero (6,0), conforme a fórmula abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, de 75% das
atividades da disciplina.
. Avaliação I = teórica, individual e sem consulta e com peso 3,0.
. Avaliação II = teórica, individual e sem consulta e com peso 3,0.
. Avaliação II = teórica, individual e sem consulta e com peso 3,0.
. Seminários com peso 1,0.
Média final = Média das Provas (9,0) + Seminário (1,0).
O estudante que perder uma avaliação, por motivo devidamente justificado, poderá refazê-la, após
requerer nova avaliação. Os estudantes deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
A segunda chamada da primeira avaliação será realizada concomitantemente com a segunda avaliação. A
segunda chamada da segunda avaliação será realizada dentro de 72 horas após a segunda avaliação.
Haverá prova de recuperação para os alunos que não atingirem a frequência mínima exigida programada
para o dia 10/12/2014.
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme o
cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação:
A concessão de recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou
clínica não é obrigatória. Nestas disciplinas a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo
Colegiado de Curso, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97.
IX. CRONOGRAMA
AULA DATA CONTEÚDO AULA (72 horas)
01 13/08 Apresentação da disciplina
02 15/08 UNIDADE I - Doenças produzidas por vírus DNA
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CAMPUS DE CURITIBANOS
Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
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Circovirose suína, Parvovirose suína,
03 20/08 Panleucopenia felina, Parvovirose canina,
04 22/08 Hepatite infecciosa canina, Tosse dos canis,
05 27/08 Doença de Aujeszky,
06 29/08 Herpesviroses equinas,
07 03/09 Herpesviroses canina e felina,
08 05/09 Rinotraqueíte infecciosa bovina, Febre catarral maligna
09 10/09 Ectima contagioso dos ovinos, Papilomatose bovina, equina e canina,
10 12/09 Estomatite papular dos bovinos, Peste suína africana
11 17/09 Avaliação I
12 19/09 UNIDADE I - Doenças produzidas por vírus RNA
Calicivirose felina, Exantema vesicular dos suínos
13 24/09 Febre Aftosa, Doença vesicular dos suínos
14 26/09 Peste suína clássica, Diarreia viral bovina
15 01/10 Encefalites equinas
16 03/10 Peritonite infeciosa felina
17 08/10 Arterite viral equina, Síndrome respiratória e reprodutiva dos suínos
18 10/10 Cinomose, BRSV
19 15/10 Encefalomiocardite suína, Encefalomielite infecciosa equina
20 17/10 Avaliação II
21 22/10 Raiva e Estomatite vesicular
22 24/10 Influenzas equina, canina e suína
29/10 Rotaviroses suína e bovina, Coronaviroses
23 31/10 Semana acadêmica
24 05/11 Língua Azul, Artrite e Encefalite Caprina
25 07/11 Leucose bovina, Anemia Infecciosa Equina,
26 12/11 Imunodeficiência Felina e Leucemia Felina,
27 14/11 Encefalopatias espongiformes transmissíveis
28 19/11 Prática
29 21/11 Prática
30 26/11 Prática
31 28/11 Seminários I, II e III
32 03/12 Seminários IV, V e VI
33 05/12 Avaliação III
34 10/12 Recuperação
35 12/12 Dia não letivo
X. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia básica
BARR, S. C. Doenças Infecciosas e Parasitárias em Cães e Gatos. Rio de Janeiro: Revinter, 2010.
FLORES, E. F. Virologia veterinária - virologia geral e doenças víricas. 2. ed. Editora UFSM, 2012.
RAMSEY, I. K.; TENNANT, B. J. Manual de Doenças Infecciosas Em Cães e Gatos. 1. ed. Editora:
Roca, 2010.
ANDREWS, A. H. Medicina Bovina - Doenças e Criação de Bovinos. 2. ed. Editora: Roca, 2008.
Bibliografia complementar:
QUINN, P. J.; MARKEY, B. K.; CARTER, M. E.; DONNELLY, W. J.; LEONARD, F. C. Microbiologia
Veterinária e Doenças Infecciosas. Porto Alegre: Artmed, 2005.
RADOSTITS O. M.; GAY C. C.; BLOOD D. C.; HINCHCLIFF, K. W. Clínica Veterinária - Um Tratado
de Doenças dos Bovinos, Ovinos, Suínos, Caprinos e Equinos. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
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CAMPUS DE CURITIBANOS
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Curitibanos – Santa Catarina
2002.
MCGAVIN, M. D., ZACHARY, J. F. Bases da Patologia em Medicina Veterinária. 5. ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2013.
ZIMMERMAN, J.; KARRIKER, L.; RAMIREZ, A.; SCHWARTZ, K.; STEVENSON, G. Diseases of
swine. 10 ed. Wiley-Blackwell, 2012.
SAIF, Y. M. Diseases of poultry. 12th ed. Iowa: Blackwell Publishing, 2008.
X. OBSERVAÇÕES GERAIS
92) A frequência às aulas da disciplina é obrigatória, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% das mesmas (parágrafo 2º art. 69,
Res. 017/Cun/97).
93) Ao aluno que não comparecer às provas ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será atribuída nota 0 (zero), conforme parágrafo 4º, art. 70, Res.
017/Cun/97.
94) Havendo discordância quanto ao valor atribuído à avaliação, o aluno poderá formalizar pedido de revisão de prova dentro do prazo de prazo de 2 (DOIS) dias
úteis, contadas a partir da divulgação do resultado.
95) O aluno que, por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar as provas previstas no plano de ensino deverá formalizar pedido de
96)
97)
98)
avaliação à Diretoria Acadêmica, dentro do prazo de 3 (TRÊS) dias úteis, recebendo provisoriamente a menção I (caput, artigo 74, Res. 017/Cun/97). Cessado
o motivo que impediu a realização da avaliação, o aluno, se autorizado pela Diretoria Acadêmica, deverá fazê-la quando, então, tratando-se de nota final, será
encaminhada ao Departamento de Administração Escolar - DAE, pela Secretaria Acadêmica (parágrafo 1º, art. 74, Res. 017/Cun/97).Observação: O julgamento
do motivo que impediu a realização de qualquer uma das provas não é do professor ministrante. No caso da presente disciplina cabe à Diretoria Acadêmica
efetuar o julgamento e, se assim entender, autorizar por escrito que o professor ministrante realize outra avaliação. A avaliação substituta será efetuada em data
e horário fixados pelo professor ministrante.
Prescreve o parágrafo 2º do art. 70 da Res. 017/Cun/97: O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três) e
5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova avaliação no final do semestre.
Prescreve o parágrafo 3º do artigo 71 da Res. 017/Cun/97: O aluno enquadrado no caso anterior (previsto pelo parágrafo 2º do art. 70) terá sua nota final
calculada através da média aritmética entre a média das notas das avaliações parciais e a nota obtida na avaliação estabelecida no citado parágrafo.
Conforme o art. 59 da lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e o artigo Art. 27. do decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 as instituições de ensino
superior deverão oferecer adaptações de provas e os apoios necessários, previamente solicitados pelo aluno portador de deficiência, inclusive tempo adicional
para realização das provas, conforme as características da deficiência. A pessoa interessada na obtenção do benefício, juntando prova de sua condição, deverá
requerê-lo junto à Diretoria Acadêmica, que determinará as providências a serem cumpridas.
__________________________
Prof(a/s). Dr(a/s). Sandra Arenhart
PLANO DE ENSINO
SEMESTRE 2014-2
I. INFORMAÇÕES GERAIS
Código da
Nome da disciplina
disciplina
CBV7506 - Epidemiologia Veterinária
Professor(es) Responsável(is)
Sandra Arenhart
Total de aulas semestrais
4 teóricos
II. REQUISITOS:
Não há requisitos
III. CURSO(s) PARA O(s) QUAL (is) A DISCIPLINA É OFERECIDA
552 Medicina Veterinária
IV. EMENTA
Introdução à Epidemiologia; Cadeia do Processo Infeccioso; Ferramentas de estudo epidemiológico;
Vigilância Epidemiológica, Controle de enfermidades; Introdução a Saúde Pública; Vigilância sanitária;
Saneamento básico.
V. OBJETIVOS
Objetivo geral: Ao final do curso o aluno deverá entender a importância da
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
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epidemiologia na Medicina Veterinária, os conhecimentos adquiridos deverão ser
enquadrados nas diversas situações comuns à epidemiologia clínica, ao
planejamento em sanidade animal e à saúde pública.
Objetivos específicos:
- O aluno deverá ter o conhecimento da influência dos fatores ambientais, sociais e
econômicos na saúde animal;
- O aluno deverá saber as formas de manutenção e transmissão de doenças
infecciosas e parasitárias em populações animais;
- O aluno deverá conhecer e saber aplicar indicadores de saúde em populações
animais, metodologias básicas de investigação epidemiológica e de combate às
doenças.
VI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1- O que é epidemiologia, usos e aplicações
2- O conceito epidemiológico de causa
3- Fatores do agente, meio ambiente e hospedeiro determinantes nas enfermidades
4- Enfermidades emergentes
5- A cadeia do processo infeccioso
6- Doenças em populações I
7- Doenças em populações II
8- Doenças em populações III
9- Vigilância epidemiológica
10- Métodos epidemiológicos - Estudos transversais e longitudinais
11- Investigação da causa
12- Combate às enfermidades
13- Métodos bioestatísticos aplicados em epidemiologia
14- Testes diagnósticos
VII. METODOLOGIA DE ENSINO / DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA
O conteúdo programático será desenvolvido, principalmente, por meio de aulas
teóricas expositivas dialogadas com auxilio de recursos audiovisuais, buscando
incluir exemplos atuais e do cotidiano dos estudantes. E também através da
discussão semanal de artigos e/ou notícias e da realização de exercícios em sala de
aula sobre os temas.
Atendimento extraclasse: caso haja dúvidas em relação aos conteúdos ministrados,
a professora estará disponível para atendimento em sua sala.
VIII. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
A avaliação do desempenho de cada aluno dar-se-á através da realização de: A) Duas avaliações escritas
individuais. B) Atividades dirigidas e/ou Artigos, notícias, exercícios. As datas das avaliações encontramse no cronograma de atividades da disciplina. Será considerado aprovado o estudante que obtiver média
igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme a fórmula abaixo, e que tenha frequência, no
mínimo, de 75% das atividades da disciplina.
. Avaliação I = teórica, individual e sem consulta e com peso 4,0.
. Avaliação I = teórica, individual e sem consulta e com peso 4,0.
. Atividades dirigidas e/ou Artigos, notícias, exercícios, com peso 2,0.
Média final = Média das Provas (8,0) + Média das atividades dirigidas (2,0).
O estudante que perder uma avaliação, por motivo devidamente justificado, poderá refazê-la, após
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
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Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
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requerer nova avaliação. Os estudantes deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
A segunda chamada da primeira avaliação será realizada concomitantemente com a segunda avaliação. A
segunda chamada da segunda avaliação será realizada dentro de 72 horas após a segunda avaliação.
Haverá prova de recuperação para os alunos que não atingirem a frequência mínima exigida no dia
09/12/2014.
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme o
cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação:
A concessão de recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou
clínica não é obrigatória. Nestas disciplinas a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo
Colegiado de Curso, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97.
IX. CRONOGRAMA
AULA DATA CONTEÚDO AULA (72 horas)
01 12/08 Apresentação da disciplina
02 12/08 O que é epidemiologia, usos e aplicações
03 19/08 Atividades dirigidas e/ou Artigos, notícias, exercícios 1
04 19/08 O conceito epidemiológico de Causa - multiplicidade causal
05 26/08 Atividades dirigidas e/ou Artigos, notícias, exercícios 2
06 26/08 Fatores do agente, meio ambiente e hospedeiro determinantes nas enfermidades
07 02/09 Atividades dirigidas e/ou Artigos, notícias, exercícios 3
08 02/09 Enfermidades emergentes
09 09/09 Atividades dirigidas e/ou Artigos, notícias, exercícios 4
10 09/09 A cadeia do processo infeccioso I
11 16/09 Atividades dirigidas e/ou Artigos, notícias, exercícios 5
12 16/09 A cadeia do processo infeccioso II
13 23/09 Atividades dirigidas e/ou Artigos, notícias, exercícios 6
14 23/09 Doenças em populações I
15 30/09 Atividades dirigidas e/ou Artigos, notícias, exercícios 7
16 30/09 Doenças em populações II
17 07/10 Atividades dirigidas e/ou Artigos, notícias, exercícios 8
18 07/10 Doenças em populações III
19 14/10 AVALIAÇÃO I
20 14/10 Vigilância Epidemiológica
21 21/10 Atividades dirigidas e/ou Artigos, notícias, exercícios 9
22 21/10 Métodos Epidemiológicos - Estudos transversais e longitudinais
28/10 Dia não letivo
23 04/11 Atividades dirigidas e/ou Artigos, notícias, exercícios 10
24 04/11 Investigação da Causa
25 11/11 Combate às enfermidades
26 11/11 Atividades dirigidas e/ou Artigos, notícias, exercícios 11
27 18/11 Métodos bioestatísticos aplicados em Epidemiologia
29 18/11 Atividades dirigidas e/ou Artigos, notícias, exercícios 12
30 25/11 Testes Diagnósticos
31 25/11 Atividades dirigidas e/ou Artigos, notícias, exercícios 13
32 02/12 AVALIAÇÃO II
33 09/12 RECUPERAÇÃO
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
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CAMPUS DE CURITIBANOS
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X. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia básica
ALMEIDA FILHO, N.; ROUQUAYROL, M. Z. Introdução a epidemiologia. 4. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2006.
PEREIRA, M. G. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
THRUSFIELD, M. Epidemiologia veterinária. 2. ed. São Paulo: Roca, 2004.
Bibliografia complementar:
COURA. Dinâmica das doenças infecciosas e parasitárias. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
Volume 1.
COURA. Dinâmica das doenças infecciosas e parasitárias. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
Volume 2.
FLETCHER, R. H., FLETCHER, S. W. Epidemiologia Clínica - Elementos Essenciais. 4. ed. Porto
Alegre: Artmed, 2006.
JEKEL, J. F. Epidemiologia, Bioestatística e Medicina Preventiva. Porto Alegre: Artmed, 2005.
ROUQUAYROL, M., FILHO, N. A. Epidemiologia e Saúde. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2003.
MEDRONHO, R. A. et al. Epidemiologia. 2. ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 2009.
X. OBSERVAÇÕES GERAIS
99) A frequência às aulas da disciplina é obrigatória, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% das mesmas (parágrafo 2º art. 69,
Res. 017/Cun/97).
100) Ao aluno que não comparecer às provas ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será atribuída nota 0 (zero), conforme parágrafo 4º, art. 70, Res.
017/Cun/97.
101) Havendo discordância quanto ao valor atribuído à avaliação, o aluno poderá formalizar pedido de revisão de prova dentro do prazo de prazo de 2 (DOIS) dias
úteis, contadas a partir da divulgação do resultado.
102) O aluno que, por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar as provas previstas no plano de ensino deverá formalizar pedido de
avaliação à Diretoria Acadêmica, dentro do prazo de 3 (TRÊS) dias úteis, recebendo provisoriamente a menção I (caput, artigo 74, Res. 017/Cun/97). Cessado
o motivo que impediu a realização da avaliação, o aluno, se autorizado pela Diretoria Acadêmica, deverá fazê-la quando, então, tratando-se de nota final, será
encaminhada ao Departamento de Administração Escolar - DAE, pela Secretaria Acadêmica (parágrafo 1º, art. 74, Res. 017/Cun/97).Observação: O julgamento
do motivo que impediu a realização de qualquer uma das provas não é do professor ministrante. No caso da presente disciplina cabe à Diretoria Acadêmica
efetuar o julgamento e, se assim entender, autorizar por escrito que o professor ministrante realize outra avaliação. A avaliação substituta será efetuada em data
e horário fixados pelo professor ministrante.
103) Prescreve o parágrafo 2º do art. 70 da Res. 017/Cun/97: O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três) e
5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova avaliação no final do semestre.
104) Prescreve o parágrafo 3º do artigo 71 da Res. 017/Cun/97: O aluno enquadrado no caso anterior (previsto pelo parágrafo 2º do art. 70) terá sua nota final
calculada através da média aritmética entre a média das notas das avaliações parciais e a nota obtida na avaliação estabelecida no citado parágrafo.
105) Conforme o art. 59 da lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e o artigo Art. 27. do decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 as instituições de ensino
superior deverão oferecer adaptações de provas e os apoios necessários, previamente solicitados pelo aluno portador de deficiência, inclusive tempo adicional
para realização das provas, conforme as características da deficiência. A pessoa interessada na obtenção do benefício, juntando prova de sua condição, deverá
requerê-lo junto à Diretoria Acadêmica, que determinará as providências a serem cumpridas.
__________________________
Prof(a/s). Dr(a/s). Sandra Arenhart
PLANO DE ENSINO
SEMESTRE 2014-2
I. INFORMAÇÕES GERAIS
Código da
Nome da disciplina
disciplina
CBV7507 - Microbiologia Veterinária
Professor(es) Responsável(is)
Sandra Arenhart
Total de aulas semestrais
2 teóricos e 2 práticos
II. REQUISITOS:
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
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AGC7206 - Microbiologia Geral
III. CURSO(s) PARA O(s) QUAL (is) A DISCIPLINA É OFERECIDA
552 Medicina Veterinária
IV. EMENTA
Classificação, aspectos morfológicos e metabólicos, de cultivo, estruturas antigênicas, imunoprofilaxia e
formas de cultivo e diagnóstico laboratorial de bactérias, fungos e vírus de interesse em Medicina
Veterinária.
V. OBJETIVOS
Objetivo Geral
A disciplina de Microbiologia Veterinária tem por objetivo ressaltar a importância
dos micro-organismos patogênicos em Medicina Veterinária. Com foco nos aspectos
morfológicos, físico-químicos, antigênicos, fatores de virulência, cultivo e
diagnóstico dos micro-organismos que afetam as principais espécies de interesse
em Medicina Veterinária.
Objetivos Específicos
Reconhecer as características estruturais, físico-químicas, antigênicas, fatores de
virulência e o modo de replicação dos vírus de interesse Médico Veterinário. Saber
reconhecer, aplicar e interpretar os principais métodos diagnósticos nos diferentes
hospedeiros.
Reconhecer as características estruturais, físico-químicas, antigênicas, fatores de
virulência de bactérias de interesse Médico Veterinário. Saber reconhecer, aplicar e
interpretar os principais métodos diagnósticos nos diferentes hospedeiros.
Reconhecer as características morfológicas, físico-químicas, de fungos de interesse
Médico Veterinário. Saber reconhecer, aplicar e interpretar os principais métodos
diagnósticos nos diferentes hospedeiros.
VI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Introdução à Microbiologia: objeto de estudo da Microbiologia e sua importância
na formação em Medicina Veterinária.
2. Introdução à Micologia, classificação, aspectos morfológicos, de cultivo,
estruturas antigênicas, imunoprofilaxia, formas de cultivo e diagnóstico laboratorial
dos fungos de interesse em Medicina Veterinária
3. Introdução à Bacteriologia, classificação, aspectos morfológicos, de cultivo,
estruturas antigênicas, imunoprofilaxia, formas de cultivo e diagnóstico laboratorial
das bactérias de interesse em Medicina Veterinária.
4. Introdução à Virologia, classificação, aspectos morfológicos, de cultivo,
estruturas antigênicas, imunoprofilaxia, formas de cultivo e diagnóstico laboratorial
dos vírus de interesse em Medicina Veterinária.
VII. METODOLOGIA DE ENSINO / DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA
O conteúdo programático será desenvolvido, principalmente por meio de duas
aulas teóricas expositivas - dialogadas com o auxílio de recursos visuais (CRC 303,
C 01), aulas práticas em laboratório (Laboratório CRC 206) e leitura e discussão de
artigos científicos, buscando incluir exemplos atuais relacionados ao cotidiano dos
estudantes. Pode conter atividades dirigidas.
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CAMPUS DE CURITIBANOS
Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
Curitibanos – Santa Catarina
Obs.: É obrigatório o uso de jaleco e luvas de procedimento nas aulas práticas em
Laboratório.
Atendimento extraclasse: caso haja dúvidas em relação aos conteúdos ministrados,
o professore estará disponível para atendimento em sua sala.
VIII. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
A avaliação do desempenho de cada aluno dar-se-á através dos seguintes instrumentos:
. Prova 1 = teórica, individual e sem consulta e com peso 3,0 referente ao bloco de Micologia do
conteúdo programático
. Prova 2 = teórica, individual e sem consulta e com peso 3,0 referente ao bloco de Bacteriologia do
conteúdo programático
. Prova 3 = teórica, individual e sem consulta e com peso 3,0 referente ao bloco de Virologia do conteúdo
programático
. Atividades dirigidas = individuais com peso 1,0 referente a todo o conteúdo programático
. A média final será assim calculada:
Média final = Média das Provas + Média das atividades dirigidas
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0),
conforme o cálculo acima, e que tenha freqüência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
O estudante que perder uma avaliação, por motivo devidamente justificado, poderá refazê-la, após
requerer nova avaliação. Os estudantes deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação: Não haverá recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de
laboratório definidas pelo colegiado, para as quais a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do
respectivo colegiado, conforme previsto no Art.70 da Resolução n.17/CUN/9730.
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme o
cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação:
A concessão de recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou
clínica não é obrigatória. Nestas disciplinas a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo
Colegiado de Curso, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97.
IX. CRONOGRAMA
DATA (DIA/MÊS) CONTEÚDO AULA (no. de aulas) PROCEDIMENTO
14/08 Apresentação e discussão Plano de Ensino;
Introdução à Microbiologia. (02 aulas) Aula teórica e atividade dirigida
21/08
28/08
04/09
11/09
Introdução à Micologia, classificação, aspectos morfológicos, de cultivo, estruturas antigênicas,
imunoprofilaxia, formas de cultivo e diagnóstico laboratorial dos fungos de interesse em Medicina
Veterinária. (18 aulas)
Aulas teóricas e práticas e atividades dirigidas
18/09
Prova 1 (02 aulas) Prova teórica, individual e sem consulta
25/09
02/10
09/10
16/10
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
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23/10
Introdução à Bacteriologia, classificação, aspectos morfológicos, de cultivo, estruturas antigênicas,
imunoprofilaxia, formas de cultivo e diagnóstico laboratorial das bactérias de interesse em Medicina
Veterinária. (24 aulas) Aulas teóricas e práticas e atividades dirigidas
30/10
Prova 2; (02 aulas) Prova teórica, individual e sem consulta
06/11
13/11
20/11
27/11
04/12
Introdução à Virologia, classificação, aspectos morfológicos, de cultivo, estruturas antigênicas,
imunoprofilaxia, formas de cultivo e diagnóstico laboratorial dos vírus de interesse em Medicina
Veterinária. (24 aulas) Aulas teóricas e práticas e atividades dirigidas
11/12
Prova 3; (02 aulas) Prova teórica individual e sem consulta
X. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia básica
FLORES, E. F. Virologia veterinária - virologia geral e doenças víricas. 2. ed. Editora UFSM, 2012.
HIRSH, D. C.; ZEE, Y. C. Microbiologia Veterinária. 2. ed. Guanabara Koogan, 2003.
QUINN, P. J.; MARKEY, B. K.; CARTER, M. E.; DONNELLY, W. J.; LEONARD, F. C. Microbiologia
Veterinária e Doenças Infecciosas. 1. ed. ARTMED, 2005.
Bibliografia complementar:
LEVINSON, W.; JAWETZ, E. Microbiologia médica e imunologia. 10. ed. Artmed, 2010.
NOGUEIRA, A. V.; SILVA FILHO, G. N. Microbiologia. Florianópolis: CED/LANTEC/UFSC, 2010.
TORTORA, G. J.; FUNKE, B. R.; CASE, C. L. Microbiologia. 10. ed. Porto Alegre: ARTMED, 2012.
TRABULSI L. R.; ALTERTHUM, F. Microbiologia. 5. ed. São Paulo: Atheneu, 2008.ZAITZ, C.
Compêndio de Micologia Médica. 2. ed. Guanabara Koogan, 2010.
ZAITZ, C. Compêndio de Micologia Médica. 2. ed. Guanabara Koogan, 2010.
X. OBSERVAÇÕES GERAIS
106) A frequência às aulas da disciplina é obrigatória, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% das mesmas (parágrafo 2º art. 69,
Res. 017/Cun/97).
107) Ao aluno que não comparecer às provas ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será atribuída nota 0 (zero), conforme parágrafo 4º, art. 70, Res.
017/Cun/97.
108) Havendo discordância quanto ao valor atribuído à avaliação, o aluno poderá formalizar pedido de revisão de prova dentro do prazo de prazo de 2 (DOIS) dias
úteis, contadas a partir da divulgação do resultado.
109) O aluno que, por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar as provas previstas no plano de ensino deverá formalizar pedido de
avaliação à Diretoria Acadêmica, dentro do prazo de 3 (TRÊS) dias úteis, recebendo provisoriamente a menção I (caput, artigo 74, Res. 017/Cun/97). Cessado
o motivo que impediu a realização da avaliação, o aluno, se autorizado pela Diretoria Acadêmica, deverá fazê-la quando, então, tratando-se de nota final, será
encaminhada ao Departamento de Administração Escolar - DAE, pela Secretaria Acadêmica (parágrafo 1º, art. 74, Res. 017/Cun/97).Observação: O julgamento
do motivo que impediu a realização de qualquer uma das provas não é do professor ministrante. No caso da presente disciplina cabe à Diretoria Acadêmica
efetuar o julgamento e, se assim entender, autorizar por escrito que o professor ministrante realize outra avaliação. A avaliação substituta será efetuada em data
e horário fixados pelo professor ministrante.
110) Prescreve o parágrafo 2º do art. 70 da Res. 017/Cun/97: O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três) e
5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova avaliação no final do semestre.
111) Prescreve o parágrafo 3º do artigo 71 da Res. 017/Cun/97: O aluno enquadrado no caso anterior (previsto pelo parágrafo 2º do art. 70) terá sua nota final
calculada através da média aritmética entre a média das notas das avaliações parciais e a nota obtida na avaliação estabelecida no citado parágrafo.
112) Conforme o art. 59 da lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e o artigo Art. 27. do decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 as instituições de ensino
superior deverão oferecer adaptações de provas e os apoios necessários, previamente solicitados pelo aluno portador de deficiência, inclusive tempo adicional
para realização das provas, conforme as características da deficiência. A pessoa interessada na obtenção do benefício, juntando prova de sua condição, deverá
requerê-lo junto à Diretoria Acadêmica, que determinará as providências a serem cumpridas.
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
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Prof(a/s). Dr(a/s). Sandra Arenhart
PLANO DE ENSINO
SEMESTRE 2014-2
I. INFORMAÇÕES GERAIS
Código da
Nome da disciplina
disciplina
CBV7508 - Parasitologia Veterinária
Professor(es) Responsável(is)
Alexandre de Oliveira Tavela
Total de aulas semestrais
2 teóricos, 2 práticos
II. REQUISITOS:
CBV7109 - Biologia do Parasitismo (antiga MVC7300)
III. CURSO(s) PARA O(s) QUAL (is) A DISCIPLINA É OFERECIDA
552 Medicina Veterinária
IV. EMENTA
Ecto e endoparasitos que acometem os animais domésticos. Parasitos de interesse em saúde pública.
Aspectos morfológicos, ciclo biológico, mecanismo de transmissão, diagnóstico e medidas de controle.
Interrelação entre parasito-hospedeiro-meio ambiente.
V. OBJETIVOS
OBJETIVOS GERAIS DA DISCIPLINA
1. Conhecer os processos envolvidos na interação entre parasitos e seus
respectivos hospedeiros.
2. Conhecer o ciclo biológico e a ecologia das diversas classes de parasitos.
3. Conhecer as principais características apresentadas pelas principais classes de
parasitos de importância médica e veterinária.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA
1. Conhecer as principais características morfológicas que podem ser utilizadas na
identificação dos parasitos;
2. Conhecer aspectos epidemiológicos dos parasitos;
3. Aprofundar o conhecimento sobre ciclos biológicos, mecanismos de transmissão
e relação parasito-hospedeiro;
4. Conhecer os principais métodos de diagnóstico e controle dos principais
parasitos de animais.
COMPETÊNCIAS, HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO
1- Competências (o saber agir) que devem ser desenvolvidas:
Capacidade para compreender as relações entre parasitos e seus hospedeiros.
Capacidade para entender, identificar e diferenciar os principais parasitos que
acometem as espécies de animais e o homem.
Capacidade para classificar de maneira generalista os helmintos, artrópodes e
protozoários.
Capacidade para interpretar e relacionar a ocorrência de determinados parasitos
em certas localidades ou populações.
2- Habilidades (o saber fazer) que devem ser desenvolvidas:
Habilidade de classificar genericamente os principais parasitos e suas formas préparasitárias.
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Aplicar os conhecimentos adquiridos em situações-problema na qual irá enfrentar.
3- Atitudes (o saber ser) que devem ser priorizadas:
Demonstrar iniciativa, pró-atividade e coragem na busca da solução de desafios.
Demonstrar uma postura profissional ante aos problemas apresentados.
Demonstrar laços de cooperação, visando a consolidação de trabalhos em equipe.
Interessar por aprimorar os conhecimentos, de inovar se possível e de improvisar,
se necessário.
VI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. PROTOZOOLOGIA
1.1 Protozários de interesse médico-veterinário: classificação e importância
1.2 Protozoários Ciliados e taxa ameboides: Balantidium e Entamoeba.
1.3 Protozoários flagelados: Giardia, Tritrichomonas, Trichomonas e Histomonas.
1.3 Kinetoplastida: Trypanosomatidae: Trypanosoma e Leishmania.
1.4 Apicomplexa: Haemosporidida - Plasmodium, Haemoproteus, Leucocytozoon e
Hepatocystis.
1.5 Apicomplexa: Piroplasmida: Babesia.
1.6 Apicomplexa: Coccidia: Eimeria, Isospora, Sarcocystis.
1.7 Apicomplexa: Coccidia: Neospora, Toxoplasma e Cryptosporidium.
2. HELMINTOLOGIA
2.1 Helmintos: classificação e importância.
2.2 Trematoda: Fasciola, Schistosoma, Eurytrema e Paramphistomum.
2.3 Cestoda: Taenia, Echinococcus, Dipylidium, Moniezia e Anoplocephala.
2.4 Nematoda: Strongylida: Superfamílias Strongyloidea, Trichostrongyloidea
Ancylostomatoidea e Metastrongyloidea
2.5 Nematoda: Ascaridida: Família Ascarididae.
2.6 Nematoda: Oxyurida e Rhabditida: Oxyuris, Enterobius, Strongyloides e
Rhabdits.
2.7 Nematoda: Spirurida: Superfamílias Thelazoidea, Filarioidea, Habronematoidea.
2.8 Nematoda: Enoplida: Trichuris, Capillaria, Dioctophyma.
2.9 Acanthocephala.
3. ENTOMOLOGIA
3.1 Artrópodes: classificação e importância.
3.2 Insecta: Diptera: Nematocera e Brachycera: mosquitos e mutucas.
3.3 Insecta: Diptera: Cyclorrhapha: moscas.
3.4 Insecta: Siphonaptera: pulgas
3.5 Insecta: Phthiraptera: piolhos
3.6 Insecta: Hemiptera: barbeiros e percevejos da cama.
3.7 Arachnida: Acari: Sarcoptiformes e Trombidiformes: Ácaros causadores de
sarnas.
3.8 Arachnida: Acari: Ixodida: Carrapatos
VII. METODOLOGIA DE ENSINO / DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA
ESTRATÉGIAS DE ENSINO
Aulas expositivas e práticas laboratoriais, para que o conteúdo administrado seja
assimilado de maneira integrada, possibilitando uma análise crítica e objetiva para
resolução de problemas.
AULAS PRÁTICAS
Visualização dos parasitos e seus estágios evolutivos, observados em lâminas por
microscopia óptica ou macroscopicamente com ou sem auxílio de estereoscópico.
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Caracterização morfológica macroscópica e microscópica dos principais grupos de
parasitos. Chaves de classificação de parasitos.
Obs: As aulas práticas ocorrerão em laboratórios da UFSC, sendo obrigatório o uso
de trajes adequados a esses ambientes: sapatos fechados e calça. O uso de jaleco
é indispensável, sendo inadmissível a permanência de alunos sem tal vestimenta
no ambiente laboratorial.
VIII. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
Avaliação do processo ensino-aprendizagem:
Provas escritas individuais (60%);
Prova Prática e caderno de desenhos (20%);
Trabalho em grupo (Coleção Parasitológica) (20%).
1. Provas individuais: valor 60%
Serão realizadas nos dias 15/09/2014, 03/11/2014 e 08/12/2014 e contemplarão os tópicos abordados
neste Plano de Ensino.
2. Prova Prática 15% e Caderno de desenhos 5%
Individual, equivalente a todo o conteúdo ministrado nas aulas práticas. Serão considerados os critérios:
frequência, desempenho nas atividades práticas e arguição a respeito da Coleção Parasitológica. O
caderno de desenhos deve conter todo o conteúdo ministrado nas aulas práticas.
3. Coleção Parasitológica 20%
Confeccionada de acordo com as orientações do professor, que ocorrerão na primeira aula prática.
A verificação do rendimento escolar compreenderá a frequência e a eficiência nos estudos, as quais,
desde que não atingidas, em conjunto ou isoladamente, inabilitam o aluno na disciplina. (conforme Artigo
72 e 73 do Regimento Interno da UFSC e Artigo 69 da Resolução Nº 17/CUn/97, de 30 de setembro de
1997).
Artigo 69 da Resolução Nº 17/CUn/97, de 30 de setembro de 1997:
É obrigatória a frequência às atividades correspondentes a cada disciplina, ficando nela reprovado o
aluno que não comparecer a setenta e cinco por cento, no mínimo, das aulas e demais trabalhos escolares
programados para a integralização da carga horária fixada.
§ 4º - Cabe ao aluno acompanhar, junto a cada professor, o registro da sua frequência às aulas.
Artigo 70 da Resolução Nº 17/CUn/97, de 30 de setembro de 1997:
A verificação do alcance dos objetivos em cada disciplina será realizada progressivamente, durante o
período letivo, através de instrumentos de avaliação previstos no plano de ensino.
§ 1° - Até no máximo 10 (dez) dias úteis após a avaliação, respeitado o Calendário Escolar, o professor
deverá divulgar a nota obtida na avaliação, sendo garantido ao aluno o acesso à sua prova, podendo
solicitar cópia da mesma ao Departamento de Ensino, arcando com os custos da mesma.
§ 2° - O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três)
e 5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova avaliação no final do semestre, exceto nas disciplinas
que envolvam Estágio Curricular, Prática de Ensino e Trabalho de Conclusão do Curso ou equivalente,
ou disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou clínica definidas pelo
Departamento e homologados pelo Colegiado de Curso, para as quais a possibilidade de nova avaliação
ficará a critério do respectivo Colegiado do Curso.
§ 4° - Ao aluno que não comparecer às avaliações ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será
atribuída nota 0 (zero).
§ 5º - No início do período letivo, o professor deverá dar ciência aos alunos do plano de ensino da
disciplina, o qual ficará à disposição dos interessados no respectivo Departamento de Ensino e secretaria
do Colegiado do Curso para consulta.
Artigo 71 da Resolução Nº 17/CUn/97, de 30 de setembro de 1997:
§ 1º - As frações intermediárias, decorrentes de nota, média final ou validação de disciplinas, serão
arredondadas para a graduação mais próxima, sendo as frações de 0,25 e 0,75 arredondadas para a
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graduação imediatamente superior.
§ 2° - A nota final resultará das avaliações das atividades previstas no plano de ensino da disciplina.
§ 3º - O aluno enquadrado no caso previsto pelo § 2º do art. 70 terá sua nota final calculada através da
média aritmética entre a média das notas das avaliações parciais e a nota obtida na avaliação estabelecida
no citado parágrafo.
Artigo 72 da Resolução Nº 17/CUn/97, de 30 de setembro de 1997:
A nota mínima de aprovação em cada disciplina é 6,0 (seis vírgula zero).
Artigo 74 da Resolução Nº 17/CUn/97, de 30 de setembro de 1997:
O aluno, que por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar avaliações previstas
no plano de ensino, deverá formalizar pedido de avaliação à Chefia do Departamento de Ensino ao qual a
disciplina pertence, dentro do prazo de 3 (três) dias úteis, recebendo provisoriamente a menção I.
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme o
cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação:
A concessão de recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou
clínica não é obrigatória. Nestas disciplinas a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo
Colegiado de Curso, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97.
IX. CRONOGRAMA
11/08/2014 – Aula inaugural. Apresentação do plano de ensino, do professor e alunos. Apresentação e
orientação sobre as avaliações da disciplina. Protozoários de interesse médico-veterinário: classificação e
importância
11/08/2014 – Apresentação e orientação sobre as atividades práticas da disciplina. Protozoários Ciliados e
taxa ameboides: Balantidium e Entamoeba. (prática)
18/08/2014 – Protozoários flagelados: Giardia, Tritrichomonas, Trichomonas e Histomonas (prática).
18/08/2014 – Protozoários ciliados e flagelados: prática.
25/08/2014 – Kinetoplastida: Trypanosomatidae: Trypanosoma e Leishmania.
25/08/2014 – Apicomplexa: Haemosporidia - Plasmodium, Haemoproteus, Leucocytozoon e
Hepatocystis. (prática).
01/09/2014 – Apicomplexa: Piroplasmida: Babesia.
01/09/2014 – Hematozoários: prática
08/09/2014 – Apicomplexa: Coccidia: Eimeria, Isospora, Sarcocystis.
08/09/2014 – Apicomplexa: Coccidia: Neospora, Toxoplasma e Cryptosporidium. (prática).
15/09/2014 – Avaliação I
15/09/2014 – Protozoários entéricos: Prática
22/09/2014 – Helmintos: classificação e importância.
22/09/2014 – Trematoda: Fasciola, Schistosoma, Eurytrema e Paramphistomum. (prática).
29/09/2014 – Cestoda: Taenia, Echinococcus, Dipylidium, Moniezia e Anoplocephala.
29/09/2014 – Trematoda e Cestoda (prática).
06/10/2014 – Nematoda: Strongylida I
06/10/2014 – Nematoda: Strongylida II (prática).
13/10/2014 – Nematoda: Ascaridida.
13/10/2014 – Strongylida e Ascaridida (prática).
20/10/2014 – Nematoda: Oxyurida e Rhabditida
20/10/2014 – Nematoda: Spirurida (prática).
27/10/2014 – Nematoda: Enoplida
27/10/2014 – Oxyurida, Rhabditida, Spirurida e Enoplida: prática.
03/11/2014 – Avaliação II
03/11/2014 – Acanthocephala (prática)
10/11/2014 – Artrópodes: classificação e importância.
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
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Curitibanos – Santa Catarina
10/11/2014 – Diptera: Nematocera e Brachycera. (prática).
17/11/2014 – Diptera: Cyclorrhapha.
17/11/2014 – Diptera: prática.
24/11/2014 – Siphonaptera, Phthiraptera e Hemiptera.
24/11/2014 – Siphonaptera, Phthiraptera e Hemiptera (prática).
01/12/2014 – Acari: Sarcoptiformes, Trombidiformes, Ixodida
01/12/2014 – Acari: prática.
08/12/2014 – Avaliação III
08/12/2014 – Prova Prática e entrega do trabalho final
Observação: Dependendo do andamento da exposição do conteúdo no decorrer de cada aula, em virtude
da complexidade de cada unidade e das intervenções dos alunos, o cronograma poderá ser alterado,
servindo, portanto, apenas como roteiro.
X. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia básica
FORTES, E. Parasitologia Veterinária. Porto Alegre: Ed. Sulina. 4. edição, 2004.
TAYLOR, M.A; COOP, R.L.; WALL, R.L. Parasitologia Veterinária. Rio de janeiro: Guanabara-Koogan,
2010. Tradução da 3ª edição (2007).
RIBEIRO-COSTA, C.R.; ROCHA, R.M. Invertebrados. Manual de Aulas Práticas. 2. ed. Ribeirão Preto:
Ed. Holos, 2002.
Bibliografia complementar:
RUPPERT, E.E.; FOX, R.S; BARNES, R.D. Zoologia dos invertebrados. 7. ed. São Paulo: Ed. Roca,
2005.
BRUSCA, R.C.; BRUSCA, G.J. Invertebrados. 2. ed. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara Koogan, 2007.
TRIPLEHORN, C.A.; JOHNSON, N.F. Estudo dos Insetos. Tradução da 7ª edição de Borror and
Delong's Introduction to the Study of Insects. São Paulo: Cengage Learning, 2011.
PERIÓDICOS INDICADOS
Trends in Parasitology
Veterinary Parasitology
Veterinary Research
Journal of Helminthology
Parasitology Research
Livestock Research
Experimental Parasitology
Revista Brasileira de Medicina Tropical
Revista Brasileira de Parasitologia Veterinária
Arquivo Brasileiro de Veterinária e Zootecnia
X. OBSERVAÇÕES GERAIS
113) A frequência às aulas da disciplina é obrigatória, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% das mesmas (parágrafo 2º art. 69,
Res. 017/Cun/97).
114) Ao aluno que não comparecer às provas ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será atribuída nota 0 (zero), conforme parágrafo 4º, art. 70, Res.
017/Cun/97.
115) Havendo discordância quanto ao valor atribuído à avaliação, o aluno poderá formalizar pedido de revisão de prova dentro do prazo de prazo de 2 (DOIS) dias
úteis, contadas a partir da divulgação do resultado.
116) O aluno que, por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar as provas previstas no plano de ensino deverá formalizar pedido de
avaliação à Diretoria Acadêmica, dentro do prazo de 3 (TRÊS) dias úteis, recebendo provisoriamente a menção I (caput, artigo 74, Res. 017/Cun/97). Cessado
o motivo que impediu a realização da avaliação, o aluno, se autorizado pela Diretoria Acadêmica, deverá fazê-la quando, então, tratando-se de nota final, será
encaminhada ao Departamento de Administração Escolar - DAE, pela Secretaria Acadêmica (parágrafo 1º, art. 74, Res. 017/Cun/97).Observação: O julgamento
do motivo que impediu a realização de qualquer uma das provas não é do professor ministrante. No caso da presente disciplina cabe à Diretoria Acadêmica
efetuar o julgamento e, se assim entender, autorizar por escrito que o professor ministrante realize outra avaliação. A avaliação substituta será efetuada em data
e horário fixados pelo professor ministrante.
117) Prescreve o parágrafo 2º do art. 70 da Res. 017/Cun/97: O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três) e
5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova avaliação no final do semestre.
118) Prescreve o parágrafo 3º do artigo 71 da Res. 017/Cun/97: O aluno enquadrado no caso anterior (previsto pelo parágrafo 2º do art. 70) terá sua nota final
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
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calculada através da média aritmética entre a média das notas das avaliações parciais e a nota obtida na avaliação estabelecida no citado parágrafo.
119) Conforme o art. 59 da lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e o artigo Art. 27. do decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 as instituições de ensino
superior deverão oferecer adaptações de provas e os apoios necessários, previamente solicitados pelo aluno portador de deficiência, inclusive tempo adicional
para realização das provas, conforme as características da deficiência. A pessoa interessada na obtenção do benefício, juntando prova de sua condição, deverá
requerê-lo junto à Diretoria Acadêmica, que determinará as providências a serem cumpridas.
__________________________
Prof(a/s). Dr(a/s). Alexandre de Oliveira Tavela
PLANO DE ENSINO
SEMESTRE 2014-2
I. INFORMAÇÕES GERAIS
Código da
Nome da disciplina
disciplina
CBV7601 - Anatomia Descritiva dos Animais Domésticos I
Professor(es) Responsável(is)
Rosane Maria Guimarães da Silva ; Marcello Machado
Total de aulas semestrais
2 teóricos, 4 práticos
II. REQUISITOS:
Não há requisitos
III. CURSO(s) PARA O(s) QUAL (is) A DISCIPLINA É OFERECIDA
552 Medicina Veterinária
IV. EMENTA
Princípios gerais de anatomia veterinária. Osteologia. Artrologia. Miologia. Cavidades corpóreas e
membranas serosas. Sistema cardiovascular. Sistema tegumentar.
V. OBJETIVOS
Objetivos Gerais:
Introduzir conceitos gerais sobre a construção do corpo dos animais domésticos e
promover a interdisciplinaridade ao se demonstrar como o conhecimento
consolidado da anatomia sedimenta as bases para a compreensão das condições
atuantes na manutenção da normofuncionalidade orgânica e das alterações
morfofuncionais, tratadas nas disciplinas do ciclo profissionalizante.
Objetivos Específicos:
- Capacitar o aluno a identificar, localizar e nominar componentes anatômicos
constituintes dos diversos aparelhos e sistemas orgânicos;
- Capacitar o aluno a reconhecer as particularidades morfológicas entre as
diferentes espécies domésticas;
- Capacitar o aluno a identificar as bases morfológicas para os principais processos
funcionais orgânicos dos animais domésticos.
VI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Introdução ao Estudo da Anatomia
História da anatomia. Conceitos e considerações gerais. Divisões e subdivisões da
anatomia. Métodos de estudo da Anatomia. Variação anatômica, anomalia e
monstruosidade. Homologia e analogia. Sintopia, esqueletopia, idiotopia e
histiotopia. Terminologia anatômica.
2. Princípios Gerais de Construção do Corpo dos Animais Domésticos
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CAMPUS DE CURITIBANOS
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Curitibanos – Santa Catarina
Conceitos gerais. Posição anatômica. Planos de delimitação, eixos de construção e
planos de secção. Simetria bilateral real e aparente, antimeria, metameria,
paquimeria e estratigrafia.
3. Termos Indicativos de Posição e Direção
Conceitos. Métodos e premissas para a utilização dos termos. Termos: lateral,
medial, médio, intermédio, mediano, cranial, rostral, caudal, dorsal, ventral,
palmar, plantar, proximal, distal, axial, abaxial, superficial, profundo, anterior,
posterior, superior, inferior, interno e externo.
4. Osteologia
Conceitos e considerações gerais. Princípios da osteogênese. Estrutura e funções
do tecido ósseo. Classificação morfológica dos ossos. Estudo do esqueleto
apendicular: membro torácico e membro pélvico. Estudo do esqueleto axial:
cabeça, coluna vertebral, costelas e esterno. Estudo do esqueleto visceral.
5. Artrologia
Conceitos e considerações gerais. Classificação das articulações quanto ao tipo do
tecido interposto entre às peças articuladas: articulações fibrosas (suturas,
sindesmoses e gonfoses), articulações cartilaginosas (sínfises e sincondroses) e
articulações sinoviais. Classificação funcional das articulações sinoviais.
Classificação morfológica das articulações sinoviais (plana, gínglimo, trocoide,
condilar, elipsoide, selar e esferoide).
6. Miologia
Conceitos e considerações gerais. Estrutura da fibra muscular. Classificação
morfofuncional do tecido muscular. Conceitos sobre origem e inserção muscular.
Classificação morfológica e arquitetura dos músculos esqueléticos. Classificação
dos músculos esqueléticos quanto à origem, inserção e ventre muscular.
Classificação dos músculos esqueléticos quanto à função. Anexos musculares.
Estudo regional dos principais músculos esqueléticos do corpo dos animais
domésticos: músculos da cabeça, pescoço, tórax, membro torácico, abdome,
membro pélvico e diafragma pélvico.
7. Sistema Cardiovascular
Conceitos e considerações gerais. Estrutura e arquitetura cardíaca. Envoltórios
cardíacos. Vasos da base cardíaca. Conceitos gerais sobre artérias e veias. Leito
capilar. Anastomoses arteriovenosas. Circulação sistêmica. Circulação pulmonar.
Circulação fetal. Sistemas porta. Principais vasos sanguíneos do corpo dos animais
domésticos.
8. Sistema Linfático
Vasos linfáticos, linfonodos superficiais, linfonodos profundos e principais centros
linfáticos. Timo. Baço.
9. Tegumento Comum
Conceitos. Estrutura da pele. Pelos lisos de revestimento, pelos finos de cobertura e
pelos táteis. Folículo piloso e estruturas anexas (glândula sebácea, glândulas
sudoríferas e músculo eretor do pelo). Toros, úngulas e unguículas. Cornos e chifres.
Glândulas cutâneas (sudoríferas, ceruminosas e sebáceas: gll. mentuais; circumorais; circum-anais; da cauda; cornuais; cárpicas; da ranilha; dos planos rostral,
nasolabial e nasal; dos seios infraorbitais, interdigitais, inguinais e paranais).
VII. METODOLOGIA DE ENSINO / DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA
O ensino da disciplina será promovido com a oferta de atividades diversificadas, no
intuito de aumentar as possibilidades de entendimento do aluno e assegurar a
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assimilação do conteúdo ministrado. Para isso, serão utilizadas as seguintes
estratégias: aulas teóricas expositivas, aulas práticas, relatórios de aulas práticas,
seminários, trabalhos práticos de dissecção e estudos dirigidos.
1. Aulas Teóricas Expositivas
Ministradas em sala de aula, com a utilização de quadro e giz e recursos
audiovisuais variados como retroprojetor, vídeo e data show. O incentivo ao diálogo
e à discussão é oportunizado.
2. Aulas Práticas
Serão ministradas no laboratório de anatomia da Universidade do Contestado
(UnC), Campus Curitibanos, com utilização de peças anatômicas preparadas por
meio de diferentes técnicas de preservação. As aulas serão constituídas de duas
etapas. Na primeira, demonstrativa, serão apresentados ao aluno todos os
elementos e estruturas anatômicas referentes ao assunto tratado previamente em
aula teórica. Na segunda, individual e sob a supervisão do professor, o aluno
deverá procurar se familiarizar com as peças anatômicas. Neste processo, é
recomendado ao estudante que, além de se basear nas demonstrações prévias
realizadas na primeira parte da aula, tenha em mãos material de apoio, ou seja,
exemplares de livros e atlas de anatomia indicados na bibliografia recomendada,
bem como anotações de sala de aula. Em complementação, um roteiro de aula
prática será fornecido ao aluno para que atente, de forma precisa, a todos os
componentes anatômicos a serem estudados.
3. Relatórios de Aulas Práticas
Deverão ser entregues ao final do estudo de cada assunto tratado na disciplina.
Constarão de um breve relato a respeito de cada elemento ou estrutura anatômica
vista em aula prática. No relato devem constar, além de características
morfológicas, informações sobre a posição, localização e função do elemento ou
estrutura em questão. O roteiro de aula prática deverá servir como base para a
confecção do relatório. Todos os relatórios constituem trabalho individual e deverão
ser confeccionados à mão; não serão aceitos relatórios digitados. Cada relatório
entregue ao final de um assunto tratado constitui um relatório parcial e, ao final de
cada período, o conjunto de relatórios parciais constituirá um relatório final. As
datas de entrega dos relatórios parciais de aula prática serão informadas aos
estudantes no decorrer da disciplina.
4. Seminários
Poderão ser aplicados eventualmente dentro do conteúdo programático, atribuindose temas a serem trabalhados e apresentados individualmente, em dupla ou em
grupo, sempre visando um amplo debate e não a simples exposição de dados.
5. Trabalhos Práticos de Dissecção
Serão desenvolvidos em grupo, durante as aulas práticas e sob a orientação e
supervisão do professor.
6. Estudos Dirigidos
Compreendem roteiros compostos de textos e questões (dissertativas e objetivas)
que poderão ser aplicados eventualmente dentro do conteúdo programático. São
planejados de modo a representarem mais uma ferramenta no processo de
assimilação do conteúdo, consolidação do conhecimento e preparo do aluno para
as avaliações. Poderão ser aplicados ao final de cada tema tratado e desenvolvidos
como estudo individual, em dupla ou em grupo, com indicação para trabalho em
sala de aula ou horário extraclasse.
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VIII. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
IX. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
A avaliação do desempenho de cada aluno dar-se-á por meio da realização de 3 (três) avaliações
individuais, aplicadas ao final de cada bimestre. Cada avaliação será composta por uma prova teórica
com valor de 10 (dez) pontos e uma prova prática também com valor de 10 (dez) pontos. A média de cada
uma das avaliações será obtida pela média direta da soma das notas das provas teórica e prática. As 3
(três) avaliações somadas e divididas por 3 (três) resultarão na média final do aluno. Os seminários,
trabalhos práticos de dissecção e relatórios de aulas práticas, quando aplicados, poderão constituir
avaliação extra, mas terão pesos inferiores aos das provas teórica e prática e, assim, a avaliação do
desempenho será por meio do cálculo de média ponderada. O valor de cada peso será definido de acordo
com a complexidade da tarefa. Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou
superior a 6,0 (seis vírgula zero) e que tenha frequência mínima de 75 % nas atividades da disciplina.
O aluno que faltar a qualquer uma das avaliações deverá proceder de acordo com a legislação vigente na
UFSC.
Recuperação:
Não está previsto recuperação final para a disciplina de Anatomia Descritiva dos Animais Domésticos I,
pois a concessão de tal processo de avaliação em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades
de laboratório não é obrigatória, conforme assegurado pelo Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97. A
possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo Colegiado de Curso.
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme o
cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação:
A concessão de recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou
clínica não é obrigatória. Nestas disciplinas a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo
Colegiado de Curso, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97.
IX. CRONOGRAMA
1) 11/08 - Apresentação geral da disciplina (aula teórica)
2) 12/08 - Introdução ao estudo da anatomia (aula teórica na UnC)
3) 18/08 - Posição anatômica, planos e eixos corpóreos e termos indicativos de posição e direção (aula
teórica)
4) 19/08 - Osteologia Geral: conceitos gerais. Classificação morfológica dos ossos (aula teórica na UnC)
5) 25/08 - Osteologia Geral: princípios da osteogênese. Estrutura e funções do tecido ósseo (aula teórica)
6) 26/08 - Planos e eixos corpóreos, termos indicativos de posição e direção, classificação morfológica
dos ossos e estudo do esqueleto apendicular: membro torácico – escápula (aula prática)
7) 01/09 - Artrologia Geral e Articulações Sinoviais (aula teórica)
8) 02/09 - Estudo do esqueleto apendicular: membro torácico – úmero, rádio e ulna (aula prática)
9) 08/09 - Aspectos especiais das principais articulações (aula teórica)
10) 09/09 - Estudo do esqueleto apendicular: membro torácico – carpo, metacarpo, falanges e sesamoides
(aula prática)
11) 15/09 - 1ª AVALIAÇÃO: PROVA TEÓRICA (UFSC)
12) 16/09 - 1ª AVALIAÇÃO: PROVA PRÁTICA (UnC)
13) 22/09 - Tegumento Comum: pele, pelos e glândulas odoríferas (aula teórica)
14) 23/09 - Estudo do esqueleto apendicular: membro pélvico: osso coxal, fêmur, tíbia, fíbula e tarso
(aula prática)
15) 29/09 - Não haverá aula - Congresso SBA
16) 30/09 - Não haverá aula - Congresso SBA
17) 06/10 - Tegumento Comum: úngulas, unguículas e glândulas mamárias (aula teórica)
18) 07/10 - Estudo do esqueleto axial: cabeça (aula prática)
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19) 13/10 - Miologia Geral (aula teórica)
20) 14/10 - Tegumento comum (aula prática) / Artrologia (aula prática)
21) 20/10 - 2ª AVALIAÇÃO: PROVA TEÓRICA (UFSC)
22) 21/10 - 2ª AVALIAÇÃO: PROVA PRÁTICA (UnC)
23) 27/10 - Miologia: aspectos regionais especiais (aula teórica)
24) 28/10 - Sistema Cardiovascular: coração, vasos da base cardíaca e angiologia geral (aula teórica na
UnC)
25) 03/11 - Sistema Cardiovascular: ramos da aorta e tributárias das veias cavas (aula teórica)
26) 04/11 - Sistema Cardiovascular (aula prática)
27) 10/11 - Sistema Linfático (aula teórica)
28) 11/11 - Miologia: 1ª prática de dissecção (aula prática)
29) 17/11 - Sistema Linfático: timo e baço (aula teórica)
30) 18/11 - Miologia: 2ª prática de dissecção (aula prática)
31) 24/11 - Sistema Linfático (aula prática na UFSC)
32) 25/11 - Miologia: 3ª prática de dissecção (aula prática)
33) 01/12 - 3ª AVALIAÇÃO: PROVA TEÓRICA (UFSC)
34) 02/12 - Miologia: 4ª prática de dissecção (aula prática)
35) 08/12 - Feriado – Dia da padroeira de Curitibanos
36) 09/12 - 3ª AVALIAÇÃO: PROVA PRÁTICA (UnC)
X. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia básica
Bibliografia Básica
DYCE, K. M.; SACK, W. O.; WENSING, C. J. G. Tratado de anatomia veterinária. 4. ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2010.
GETTY, R. Anatomia dos animais domésticos. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1986.
KÖNIG, H. E.; LIEBICH, H-G. Anatomia dos animais domésticos: texto e atlas colorido. 4. ed. Porto
Alegre: Artmed, 2011.
Bibliografia complementar:
BUDRAS, K-D.; MCCARTHY, P. H.; FRICKE, W.; RICHTER, R.; HOROWITZ, A.; BER, R. Anatomia
do cão: texto e atlas. 5. ed. São Paulo: Manole, 2012.
DONE, S. H.; GOODY, P. C.; EVANS, S. A.; STICKLAND, N. C. Atlas colorido de anatomia veterinária
do cão e do gato. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
POPESKO, P. Atlas de anatomia topográfica dos animais domésticos. 5. ed. São Paulo: Manole, 2012.
X. OBSERVAÇÕES GERAIS
120) A frequência às aulas da disciplina é obrigatória, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% das mesmas (parágrafo 2º art. 69,
Res. 017/Cun/97).
121) Ao aluno que não comparecer às provas ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será atribuída nota 0 (zero), conforme parágrafo 4º, art. 70, Res.
017/Cun/97.
122) Havendo discordância quanto ao valor atribuído à avaliação, o aluno poderá formalizar pedido de revisão de prova dentro do prazo de prazo de 2 (DOIS) dias
úteis, contadas a partir da divulgação do resultado.
123) O aluno que, por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar as provas previstas no plano de ensino deverá formalizar pedido de
avaliação à Diretoria Acadêmica, dentro do prazo de 3 (TRÊS) dias úteis, recebendo provisoriamente a menção I (caput, artigo 74, Res. 017/Cun/97). Cessado
o motivo que impediu a realização da avaliação, o aluno, se autorizado pela Diretoria Acadêmica, deverá fazê-la quando, então, tratando-se de nota final, será
encaminhada ao Departamento de Administração Escolar - DAE, pela Secretaria Acadêmica (parágrafo 1º, art. 74, Res. 017/Cun/97).Observação: O julgamento
do motivo que impediu a realização de qualquer uma das provas não é do professor ministrante. No caso da presente disciplina cabe à Diretoria Acadêmica
efetuar o julgamento e, se assim entender, autorizar por escrito que o professor ministrante realize outra avaliação. A avaliação substituta será efetuada em data
e horário fixados pelo professor ministrante.
124) Prescreve o parágrafo 2º do art. 70 da Res. 017/Cun/97: O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três) e
5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova avaliação no final do semestre.
125) Prescreve o parágrafo 3º do artigo 71 da Res. 017/Cun/97: O aluno enquadrado no caso anterior (previsto pelo parágrafo 2º do art. 70) terá sua nota final
calculada através da média aritmética entre a média das notas das avaliações parciais e a nota obtida na avaliação estabelecida no citado parágrafo.
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126) Conforme o art. 59 da lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e o artigo Art. 27. do decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 as instituições de ensino
superior deverão oferecer adaptações de provas e os apoios necessários, previamente solicitados pelo aluno portador de deficiência, inclusive tempo adicional
para realização das provas, conforme as características da deficiência. A pessoa interessada na obtenção do benefício, juntando prova de sua condição, deverá
requerê-lo junto à Diretoria Acadêmica, que determinará as providências a serem cumpridas.
__________________________
Prof(a/s). Dr(a/s). Rosane Maria Guimarães da Silva ; Marcello Machado
PLANO DE ENSINO
SEMESTRE 2014-2
I. INFORMAÇÕES GERAIS
Código da
Nome da disciplina
disciplina
CBV7602 - Anatomia Descritiva dos Animais Domésticos II
Professor(es) Responsável(is)
Marcello Machado; Rosane Maria Guimarães da Silva
Total de aulas semestrais
2 teóricos, 4 práticos
II. REQUISITOS:
Anatomia Descritiva dos Animais Domésticos I (CBV7601)
III. CURSO(s) PARA O(s) QUAL (is) A DISCIPLINA É OFERECIDA
552 Medicina Veterinária
IV. EMENTA
Sistema Nervoso. Aparelho respiratório. Aparelho digestório. Aparelho urogenital. Placenta. Estesiologia
(órgãos da visão e vestibulococlear). Glândulas endócrinas. Anatomia das aves domésticas.
V. OBJETIVOS
Objetivos Gerais:
Introduzir conceitos gerais sobre a construção do corpo dos animais domésticos e
promover a interdisciplinaridade ao se demonstrar como o conhecimento
consolidado da anatomia sedimenta as bases para a compreensão das condições
atuantes na manutenção da normofuncionalidade orgânica e das alterações
morfofuncionais, tratadas nas disciplinas do ciclo profissionalizante.
Objetivos Específicos:
- Capacitar o aluno a identificar, localizar e nominar componentes anatômicos
constituintes dos diversos aparelhos e sistemas orgânicos;
- Capacitar o aluno a reconhecer as particularidades morfológicas entre as
diferentes espécies domésticas;
- Capacitar o aluno a identificar as bases morfológicas para os principais processos
funcionais orgânicos dos animais domésticos.
VI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Introdução à Esplancnologia
Conceitos e considerações gerais. Cavidades corporais e membranas serosas.
Cavidade torácica: limites, músculo diafragma, fáscia endotorácica, cavidade
pleural, pleura e mediastino. Cavidade abdominal: limites, peritônio, cavidade
peritoneal e mesentério. Cavidade pélvica: limites, reflexões peritoneais e músculos
do diafragma pélvico.
2. Aparelho Respiratório
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Conceitos e considerações gerais. Estudo da porção condutora: nariz externo (raiz,
dorso e asas do nariz, rostro, planos nasais e cartilagens nasais externas). Cavidade
nasal: narinas, coanas, septo nasal, órgão vomeronasal, conchas nasais, túnica
mucosa, plexo cavernoso nasal e meatos nasais. Seios paranasais. Faringe:
nasofaringe. Laringe: cartilagens e cavidade da laringe. Traqueia, brônquios e
bronquíolos. Estudo da porção respiratória: bronquíolos respiratórios, sacos
alveolares e alvéolos pulmonares. Pulmão e os lobos pulmonares nas diferentes
espécies. Pleura.
3. Aparelho Digestório
Conceitos e considerações gerais. Cavidade oral (vestíbulo oral e cavidade oral
própria): Estruturas da túnica mucosa oral. Glândulas orais. Dentes. Língua.
Faringe: estruturas da cavidade da faringe e músculos palatinos. Canal Alimentar:
esôfago, estômago unicavitário, estômago pluricavitário, intestino delgado e
intestino grosso. Órgãos anexos ao aparelho digestório: glândulas salivares, fígado
e pâncreas.
4. Aparelho Urogenital
6.1 Órgãos Urinários
Conceitos e considerações gerais. Rins e vasos sanguíneos renais. Ureteres. Bexiga
urinária.
6.2 Órgãos Genitais Masculinos
Conceitos e considerações gerais. Testículo. Epidídimo. Ducto deferente. Funículo
espermático. Túnicas de revestimento do funículo espermático e testículo.
Glândulas genitais acessórias: ampola do ducto deferente, próstata, glândulas
vesiculares e glândulas bulbouretrais. Partes genitais masculinas externas: pênis,
uretra masculina e escroto.
6.3 Órgãos Genitais Femininos
Conceitos e considerações gerais. Ovário. Tuba uterina. Útero. Vagina. Vestíbulo da
vagina. Partes genitais femininas externas: vulva, clitóris e uretra feminina.
5. Estesiologia
5.1 Órgão da Visão
Conceitos e considerações gerais. Bulbo do olho. Túnicas bulbares: túnica fibrosa
(córnea e esclera), túnica vasculosa (coroide, corpo ciliar e íris) e túnica interna
(retina). Câmaras bulbares: câmara anterior, câmara posterior e câmara vítrea.
Lente. Órgãos oculares acessórios: músculos extraoculares, fáscias orbitais,
pálpebras, túnica conjuntiva e aparelho lacrimal.
5.2 Órgão Vestibulococlear
Conceitos e considerações gerais. Orelha interna: componentes do labirinto
membranoso e labirinto ósseo. Orelha média: cavidade timpânica, membrana
timpânica, ossículos auditivos, túnica mucosa da cavidade timpânica e tuba
auditiva. Orelha externa: meato acústico externo e aurícula.
6. Glândulas Endócrinas
Conceitos e considerações gerais. Hipófise, glândula pineal, glândula tireoide,
glândulas paratireoides, glândulas adrenais e pâncreas.
7. Placenta
Conceitos e considerações gerais. Implantação e desenvolvimento das membranas
fetais. Variabilidade placentária: classificação da placenta quanto ao arranjo das
membranas fetais, classificação anatômica e classificação histológica.
8. Sistema Nervoso
Conceitos. Desenvolvimento. Elementos estruturais. Divisões e subdivisões.
Sistema nervoso central: encéfalo, medula oblonga, medula espinhal, meninges,
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líquor e sistema ventricular. Sistema nervoso periférico: nervos cranianos, nervos
espinhais, plexo braquial e plexo lombossacral. Divisão autônoma do sistema
nervoso: classificação (partes simpática e parassimpática) e principais plexos e
gânglios viscerais. Vias Sensitivas. Vias motoras.
9. Anatomia das Aves
Estudo anatômico comparado, contendo tópicos tratados no estudo da anatomia
descritiva dos mamíferos domésticos, abrangendo temas sobre tegumento comum,
osteologia, miologia, aparelho respiratório, aparelho digestório e aparelho
urogenital.
VII. METODOLOGIA DE ENSINO / DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA
O ensino da disciplina será promovido com a oferta de atividades diversificadas, no
intuito de aumentar as possibilidades de entendimento do aluno e assegurar a
assimilação do conteúdo ministrado. Para isso, serão utilizadas as seguintes
estratégias: aulas teóricas expositivas, aulas práticas, relatórios de aulas práticas,
seminários, trabalhos práticos de dissecção e estudos dirigidos.
1. Aulas Teóricas Expositivas
Ministradas em sala de aula, com a utilização de quadro e giz e recursos
audiovisuais variados como retroprojetor, vídeo e data show. O incentivo ao diálogo
e à discussão é oportunizado.
2. Aulas Práticas
Serão ministradas no laboratório de anatomia da Universidade do Contestado
(UnC), Campus Curitibanos, com utilização de peças anatômicas preparadas por
meio de diferentes técnicas de preservação. As aulas serão constituídas de duas
etapas. Na primeira, demonstrativa, serão apresentados ao aluno todos os
elementos e estruturas anatômicas referentes ao assunto tratado previamente em
aula teórica. Na segunda, individual e sob a supervisão do professor, o aluno
deverá procurar se familiarizar com as peças anatômicas. Neste processo, é
recomendado ao estudante que, além de se basear nas demonstrações prévias
realizadas na primeira parte da aula, tenha em mãos material de apoio, ou seja,
exemplares de livros e atlas de anatomia indicados na bibliografia recomendada,
bem como anotações de sala de aula. Em complementação, um roteiro de aula
prática será fornecido ao aluno para que atente, de forma precisa, a todos os
componentes anatômicos a serem estudados.
3. Relatórios de Aulas Práticas
Deverão ser entregues ao final do estudo de cada assunto tratado na disciplina.
Constarão de um breve relato a respeito de cada elemento ou estrutura anatômica
vista em aula prática. No relato devem constar, além de características
morfológicas, informações sobre a posição, localização e função do elemento ou
estrutura em questão. O roteiro de aula prática deverá servir como base para a
confecção do relatório. Todos os relatórios constituem trabalho individual e deverão
ser confeccionados à mão; não serão aceitos relatórios digitados. Cada relatório
entregue ao final de um assunto tratado constitui um relatório parcial e, ao final de
cada período, o conjunto de relatórios parciais constituirá um relatório final. As
datas de entrega dos relatórios parciais de aula prática serão informadas aos
estudantes no decorrer da disciplina.
4. Seminários
Poderão ser aplicados eventualmente dentro do conteúdo programático, atribuindose temas a serem trabalhados e apresentados individualmente, em dupla ou em
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CAMPUS DE CURITIBANOS
Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
Curitibanos – Santa Catarina
grupo, sempre visando um amplo debate e não a simples exposição de dados.
5. Trabalhos Práticos de Dissecção
Serão desenvolvidos em grupo, durante as aulas práticas e sob a orientação e
supervisão do professor.
6. Estudos Dirigidos
Compreendem roteiros compostos de textos e questões (dissertativas e objetivas)
que poderão ser aplicados eventualmente dentro do conteúdo programático. São
planejados para representar mais uma ferramenta nas tarefas de assimilação do
conteúdo, consolidação do conhecimento e melhor preparação do aluno para as
avaliações. Poderão ser aplicados ao final de cada tema tratado e desenvolvidos
como estudo individual, em dupla ou em grupo, com indicação para trabalho em
sala de aula ou horário extraclasse.
VIII. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
A avaliação do desempenho de cada aluno dar-se-á por meio da realização de 3 (três) avaliações
individuais, aplicadas ao final de cada bimestre. Cada avaliação será composta por uma prova teórica
com valor de 10 (dez) pontos e uma prova prática também com valor de 10 (dez) pontos. A média de cada
uma das avaliações será obtida pela média direta da soma das notas das provas teórica e prática. As 3
(três) avaliações somadas e divididas por 3 (três) resultarão na média final do aluno. Os seminários,
trabalhos práticos de dissecção e relatórios de aulas práticas, quando aplicados, poderão constituir
avaliação extra, mas terão pesos inferiores aos das provas teórica e prática e, assim, a avaliação do
desempenho será por meio do cálculo de média ponderada. O valor de cada peso será definido de acordo
com a complexidade da tarefa. Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou
superior a 6,0 (seis vírgula zero) e que tenha frequência mínima de 75 % nas atividades da disciplina.
O aluno que faltar a qualquer uma das avaliações deverá proceder de acordo com a legislação vigente na
UFSC.
Recuperação:
Não está previsto recuperação final para a disciplina de Anatomia Descritiva dos Animais Domésticos II,
pois a concessão de tal processo de avaliação em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades
de laboratório não é obrigatória, conforme assegurado pelo Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97. A
possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo Colegiado de Curso.
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme o
cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação:
A concessão de recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou
clínica não é obrigatória. Nestas disciplinas a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo
Colegiado de Curso, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97.
IX. CRONOGRAMA
CRONOGRAMA
1) 11/08 - Esplancnologia Geral (aula teórica)
2) 13/08 - Aparelho Respiratório: nariz, cavidade nasal, nasofaringe e laringe (aula teórica)
3) 18/08 - Aparelho Respiratório (aula prática)
4) 20/08 - Aparelho Respiratório: traqueia e pulmões (aula teórica)
5) 25/08 - Aparelho Digestório: cavidade oral (aula teórica)
6) 27/08 - Aparelho Digestório: esôfago e estômagos uni e pluricavitários (aula teórica)
7) 01/09 - Aparelho Digestório: Intestinos e Glândulas Anexas (aula teórica)
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CAMPUS DE CURITIBANOS
Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
Curitibanos – Santa Catarina
8) 03/09 - Aparelho Urogenital: Órgãos Urinários (aula teórica)
9) 08/09 - Aparelho Urogenital: Órgãos Genitais Masculinos (aula teórica)
10) 10/09 - Aparelho Urogenital: Órgãos Genitais Femininos (aula teórica)
11) 15/09 - 1ª AVALIAÇÃO: PROVA TEÓRICA (UFSC)
12) 17/09 - 1ª AVALIAÇÃO: PROVA PRÁTICA (UnC)
13) 22/09 - Órgãos Endócrinos e Placenta (aula teórica)
14) 24/09 - Estesiologia: Órgão da visão (aula teórica)
15) 29/09 - Congresso SBA – não haverá aula
16) 01/10 - Congresso SBA – não haverá aula
17) 06/10 - Neuroanatomia (aula teórica)
18) 08/10 - Estesiologia: Órgão da visão (aula prática)
19) 13/10 - Estesiologia: Órgão Vestibulococlear (aula teórica)
20) 15/10 - Anatomia das Aves (aula teórica)
21) 20/10 - Neuroanatomia (aula teórica)
22) 22/10 - Neuroanatomia (aula prática) / Anatomia das Aves (aula prática)
23) 27/10 - 2ª AVALIAÇÃO: PROVA TEÓRICA (UFSC)
24) 29/10 - 2ª AVALIAÇÃO: PROVA PRÁTICA (UnC)
25) 03/11 - Estudo dirigido
26) 05/11 - Aparelho Respiratório (aula prática)
27) 10/11 - Estudo dirigido
28) 12/11 - Aparelho Digestório (aula prática)
29) 17/11 - Estudo dirigido
30) 19/11 - Aparelho Urogenital: Órgãos Urinários e Órgãos Genitais Masculinos (aula prática)
31) 24/11 - Estudo dirigido
32) 26/11 - Aparelho Urogenital: Órgãos Genitais Femininos (aula prática)
33) 01/12 - Estudo dirigido
34) 03/12 - 3ª AVALIAÇÃO: PROVA PRÁTICA (UnC)
35) 08/12 - Feriado – Dia da padroeira de Curitibanos
36) 10/12 - 3ª AVALIAÇÃO: PROVA TEÓRICA (UFSC)
X. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia básica
Bibliografia Básica
DYCE, K. M.; SACK, W. O.; WENSING, C. J. G. Tratado de anatomia veterinária. 4. ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2010.
GETTY, R. Anatomia dos animais domésticos. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1986.
KÖNIG, H. E.; LIEBICH, H-G. Anatomia dos animais domésticos: texto e atlas colorido. 4. ed. Porto
Alegre: Artmed, 2011.
Bibliografia complementar:
Bibliografia Complementar
BUDRAS, K-D.; MCCARTHY, P. H.; FRICKE, W.; RICHTER, R.; HOROWITZ, A.; BER, R. Anatomia
do cão: texto e atlas. 5. ed. São Paulo: Manole, 2012.
DONE, S. H.; GOODY, P. C.; EVANS, S. A.; STICKLAND, N. C. Atlas colorido de anatomia veterinária
do cão e do gato. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
POPESKO, P. Atlas de anatomia topográfica dos animais domésticos. 5. ed. São Paulo: Manole, 2012.
X. OBSERVAÇÕES GERAIS
127) A frequência às aulas da disciplina é obrigatória, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% das mesmas (parágrafo 2º art. 69,
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CAMPUS DE CURITIBANOS
Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
Curitibanos – Santa Catarina
Res. 017/Cun/97).
128) Ao aluno que não comparecer às provas ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será atribuída nota 0 (zero), conforme parágrafo 4º, art. 70, Res.
017/Cun/97.
129) Havendo discordância quanto ao valor atribuído à avaliação, o aluno poderá formalizar pedido de revisão de prova dentro do prazo de prazo de 2 (DOIS) dias
úteis, contadas a partir da divulgação do resultado.
130) O aluno que, por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar as provas previstas no plano de ensino deverá formalizar pedido de
avaliação à Diretoria Acadêmica, dentro do prazo de 3 (TRÊS) dias úteis, recebendo provisoriamente a menção I (caput, artigo 74, Res. 017/Cun/97). Cessado
o motivo que impediu a realização da avaliação, o aluno, se autorizado pela Diretoria Acadêmica, deverá fazê-la quando, então, tratando-se de nota final, será
encaminhada ao Departamento de Administração Escolar - DAE, pela Secretaria Acadêmica (parágrafo 1º, art. 74, Res. 017/Cun/97).Observação: O julgamento
do motivo que impediu a realização de qualquer uma das provas não é do professor ministrante. No caso da presente disciplina cabe à Diretoria Acadêmica
efetuar o julgamento e, se assim entender, autorizar por escrito que o professor ministrante realize outra avaliação. A avaliação substituta será efetuada em data
e horário fixados pelo professor ministrante.
131) Prescreve o parágrafo 2º do art. 70 da Res. 017/Cun/97: O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três) e
5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova avaliação no final do semestre.
132) Prescreve o parágrafo 3º do artigo 71 da Res. 017/Cun/97: O aluno enquadrado no caso anterior (previsto pelo parágrafo 2º do art. 70) terá sua nota final
calculada através da média aritmética entre a média das notas das avaliações parciais e a nota obtida na avaliação estabelecida no citado parágrafo.
133) Conforme o art. 59 da lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e o artigo Art. 27. do decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 as instituições de ensino
superior deverão oferecer adaptações de provas e os apoios necessários, previamente solicitados pelo aluno portador de deficiência, inclusive tempo adicional
para realização das provas, conforme as características da deficiência. A pessoa interessada na obtenção do benefício, juntando prova de sua condição, deverá
requerê-lo junto à Diretoria Acadêmica, que determinará as providências a serem cumpridas.
__________________________
Prof(a/s). Dr(a/s). Marcello Machado; Rosane Maria Guimarães da Silva
PLANO DE ENSINO
SEMESTRE 2014-2
I. INFORMAÇÕES GERAIS
Código da
Nome da disciplina
disciplina
CBV7604 - Histologia Veterinária I
Professor(es) Responsável(is)
Francielli C. Zimermann/Adriano T. Ramos/ Fernanda Jonck
Total de aulas semestrais
2 teóricos, 2 práticos
II. REQUISITOS:
Não há requisitos
III. CURSO(s) PARA O(s) QUAL (is) A DISCIPLINA É OFERECIDA
552 Medicina Veterinária
IV. EMENTA
A célula animal e suas características. Estudos dos tipos de tecidos dos animais domésticos: tecido
epitelial (de revestimento e glandular), conjuntivo (propriamente dito, adiposo, hematopoiético, sangue,
cartilaginoso e ósseo), muscular e nervoso.
V. OBJETIVOS
Objetivos Gerais:
Fornecer ao aluno informações que o habilite ao reconhecimento dos diferentes
tecidos básicos dos animais domésticos, servindo de embasamento para
compreensão de disciplinas futuras como histologia II, fisiologia e patologia.
Objetivos Específicos:
* Apresentar as principais características histológicas dos tecidos animais.
* Desenvolver raciocínio histológico para entender a inter-relação entre os tecidos
básicos que compõem os órgãos e sistemas dos animais.
* Construir uma base sólida para compreensão de disciplinas futuras do curso de
Medicina Veterinária.
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
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CAMPUS DE CURITIBANOS
Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
Curitibanos – Santa Catarina
VI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1- A célula animal e suas características.
2- Estudos dos tipos de tecidos dos mamíferos.
3- Tecido epitelial.
4- Tecido conjuntivo.
5- Tecido cartilaginoso.
6- Tecido ósseo.
7- Sangue e linfa.
8- Tecido muscular.
9- Tecido nervoso.
VII. METODOLOGIA DE ENSINO / DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA
Serão realizadas:
* Aulas expositivas em quadro verde, giz e data show.
* Aulas práticas com uso de lâminas histológicas, microscópios e projeções de
imagens em data show.
* Nas aulas práticas os alunos precisarão fazer desenhos representativos das
estruturas estudadas em aula. Para isso, os alunos deverão trazer impresso o
roteiro de cada aula prática, folhas de desenho, lápis de cor e jaleco. Os roteiros e a
folha de desenhos serão previamente enviados pelo professor via moodle.
* É imprescindível o cumprimento das normas de boas práticas de comportamento
em laboratório.
*Após 10 (dez) minutos do inicio da aula não será permitida a entrada do aluno em
sala de aula ou laboratório.
VIII. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
A avaliação do desempenho de cada aluno dar-se-á através da realização de duas provas teóricas, duas
provas práticas individuais (cada prova teórica valendo cinco pontos e cada prova prática valendo quatro
pontos) e uma avaliação de seminários (valendo dois pontos). O somatório das notas das avaliações
somarão no máximo 20 pontos que serão divididos por dois que resultarão na média final do aluno.
O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações igual ou superior a seis vírgulas
zero (6,0) será considerado aprovado.
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme o
cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação:
A concessão de recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou
clínica não é obrigatória. Nestas disciplinas a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo
Colegiado de Curso, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97.
IX. CRONOGRAMA
DIA/MÊS CONTEÚDO AULA TEÓRICAS (no. de aulas)
13/8 Apresentação do laboratório de Histologia; focalização e artefatos - prática turmas A e B (02)
14/8 Introdução à disciplina; características da célula animal (02)
20/8 Tecidos básicos - prática turmas A e B (02)
21/8 Tecido epitelial de revestimento I (02) - teórica
27/8 Tecido epitelial de revestimento I (02) - prática turmas A e B
28/8 Tecido epitelial de revestimento II(02) - teórica
3/9 Tecido epitelial de revestimento II (02) - prática turmas A e B
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
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Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
Curitibanos – Santa Catarina
4/9 Tecido epitelial glandular (02) - teórica
10/9 Tecido epitelial glandular (02) - prática turmas A e B
11/9 Tecido conjuntivo propriamente dito (02) - teórica
17/9 Tecido conjuntivo propriamente dito (02) - prática turmas A e B
18/9 Tecido cartilaginoso (02) - teórica
24/9 Tecido cartilaginoso (02) - prática turmas A e B
25/9 Tecido ósseo (02) - teórica
1/10 Tecido ósseo (02) - prática turmas A e B
2/10 Estudo de lâminas (02) - teórica
8/10 Estudo de lâminas (02) - prática turmas A e B
9/10 PROVA I TEÓRICA (02)
15/10 PROVA I PRÁTICA turmas A e B (02)
16/10 Tecido adiposo (02) - teórica
22/10 Tecido adiposo (02) - prática turmas A e B
23/10 Características do tecido hematopoiético, sanguíneo e linfa (02) - teórica
29/10 Sangue (02) - prática turmas A e B
30/10 Tecido muscular (02) - teórica
5/11 Tecido muscular (02) - prática turmas A e B
6/11 Tecido nervoso I (02) - teórica
12/11 Tecido nervoso I (02) - prática turmas A e B
13/11 Tecido nervoso II (02) - teórica
19/11 Tecido nervoso II (02) - prática turmas A e B
20/11 Revisão para prova prática (02) - teórica
26/11 PROVA II PRÁTICA turmas A e B (02)
27/11 PROVA II TEÓRICA (02)
3/12 Seminários (02) - prática turmas A e B
4/12 Seminários (02) - teórica
10/12 Seminários (02) - prática turmas A e B
11/12 Fechamento da disciplina (02)
X. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia básica
JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Histologia Básica. 11. ed. Rio de Janeiro,
Guanabara Koogan, 2008. (28 exemplares na biblioteca do Campus Curitibanos)
KIERSZENBAUM, A. L. Histologia e Biologia Celular – Uma introdução
a patologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012. (10 exemplares na biblioteca do Campus Curitibanos)
SAMUELSON, D. A. Tratado de histologia veterinária. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2007. (10 exemplares na biblioteca do Campus Curitibanos)
Bibliografia complementar:
ALBERTS, B., et al. Biologia Molecular da Célula. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. (20 exemplares na
biblioteca do Campus Curitibanos)
BACHA Jr., W. J.; BACHA, L. M. Atlas colorido de Histologia Veterinária. 2. ed. Roca, 2003. (04
exemplares na biblioteca do Campus Curitibanos)
EURELL J. A.; FRAPIER, B. L. Histologia Veterinária de Dellmann. 6. ed. São Paulo: Manole, 2012. (10
exemplares na biblioteca do Campus Curitibanos)
X. OBSERVAÇÕES GERAIS
134) A frequência às aulas da disciplina é obrigatória, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% das mesmas (parágrafo 2º art. 69,
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CAMPUS DE CURITIBANOS
Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
Curitibanos – Santa Catarina
Res. 017/Cun/97).
135) Ao aluno que não comparecer às provas ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será atribuída nota 0 (zero), conforme parágrafo 4º, art. 70, Res.
017/Cun/97.
136) Havendo discordância quanto ao valor atribuído à avaliação, o aluno poderá formalizar pedido de revisão de prova dentro do prazo de prazo de 2 (DOIS) dias
úteis, contadas a partir da divulgação do resultado.
137) O aluno que, por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar as provas previstas no plano de ensino deverá formalizar pedido de
avaliação à Diretoria Acadêmica, dentro do prazo de 3 (TRÊS) dias úteis, recebendo provisoriamente a menção I (caput, artigo 74, Res. 017/Cun/97). Cessado
o motivo que impediu a realização da avaliação, o aluno, se autorizado pela Diretoria Acadêmica, deverá fazê-la quando, então, tratando-se de nota final, será
encaminhada ao Departamento de Administração Escolar - DAE, pela Secretaria Acadêmica (parágrafo 1º, art. 74, Res. 017/Cun/97).Observação: O julgamento
do motivo que impediu a realização de qualquer uma das provas não é do professor ministrante. No caso da presente disciplina cabe à Diretoria Acadêmica
efetuar o julgamento e, se assim entender, autorizar por escrito que o professor ministrante realize outra avaliação. A avaliação substituta será efetuada em data
e horário fixados pelo professor ministrante.
138) Prescreve o parágrafo 2º do art. 70 da Res. 017/Cun/97: O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três) e
5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova avaliação no final do semestre.
139) Prescreve o parágrafo 3º do artigo 71 da Res. 017/Cun/97: O aluno enquadrado no caso anterior (previsto pelo parágrafo 2º do art. 70) terá sua nota final
calculada através da média aritmética entre a média das notas das avaliações parciais e a nota obtida na avaliação estabelecida no citado parágrafo.
140) Conforme o art. 59 da lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e o artigo Art. 27. do decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 as instituições de ensino
superior deverão oferecer adaptações de provas e os apoios necessários, previamente solicitados pelo aluno portador de deficiência, inclusive tempo adicional
para realização das provas, conforme as características da deficiência. A pessoa interessada na obtenção do benefício, juntando prova de sua condição, deverá
requerê-lo junto à Diretoria Acadêmica, que determinará as providências a serem cumpridas.
__________________________
Prof(a/s). Dr(a/s). Francielli C. Zimermann/Adriano T. Ramos/ Fernanda Jonck
PLANO DE ENSINO
SEMESTRE 2014-2
I. INFORMAÇÕES GERAIS
Código da
Nome da disciplina
disciplina
CBV7605 - Histologia Veterinária II
Professor(es) Responsável(is)
Francielli C. Zimermann/Adriano T. Ramos/ Fernanda Jonck
Total de aulas semestrais
2 teóricos, 2 práticos
II. REQUISITOS:
CBV7604
III. CURSO(s) PARA O(s) QUAL (is) A DISCIPLINA É OFERECIDA
552 Medicina Veterinária
IV. EMENTA
Estrutura microscópica e as correlações funcionais dos órgãos que compõem os sistemas dos animais
domésticos, tais como: sistemas tegumentar, nervoso, circulatório, linfático, respiratório, urinário,
digestório, genital masculino, genital feminino, endócrino e sensorial.
V. OBJETIVOS
Objetivos Gerais:
Fornecer ao aluno informações que o habilite ao reconhecimento dos diferentes
órgãos que compõem os sistemas dos animais domésticos, servindo de
embasamento para compreensão de disciplinas futuras como, fisiologia e patologia.
Objetivos Específicos:
* Apresentar as principais características da histologia dos órgãos que compõem os
sistemas dos animais domésticos.
* Desenvolver raciocínio criativo no sentido de entender a inter-relação entre os
tecidos básicos que compõem os órgãos e sistemas dos animais.
* Construir uma base sólida para compreensão de disciplinas futuras do curso de
Medicina Veterinária.
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CAMPUS DE CURITIBANOS
Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
Curitibanos – Santa Catarina
VI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1- Sistema tegumentar
2- Sistema nervoso
3- Sistema circulatório
4- Sistema hemocitopoiético
5- Sistema respiratório
6- Sistema urinário
7- Sistema digestivo
8- Sistema genital masculino
9- Sistema genital feminino
10- Sistema endócrino
11- Sistema sensorial
VII. METODOLOGIA DE ENSINO / DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA
Serão realizadas:
* Aulas expositivas em quadro verde, giz e data show.
* Aulas práticas com uso de lâminas histológicas, microscópios e projeções de
imagens em data show.
* Nas aulas práticas os alunos precisarão fazer desenhos representativos das
estruturas estudadas em aula. Para isso, os alunos deverão trazer impressos o
roteiro da aula prática, folhas de desenho, lápis de cor e jaleco. Os roteiros e a folha
de desenhos serão previamente enviados pelo professor via moodle.
* É imprescindível o cumprimento das normas de boas práticas de comportamento
em laboratório.
* Após 10 (dez) minutos do inicio da aula não será permitida a entrada do aluno em
sala de aula ou laboratório.
VIII. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
A avaliação do desempenho de cada aluno dar-se-á através da realização de duas provas teóricas, duas
provas práticas individuais (cada prova teórica valendo cinco pontos e cada prova prática valendo quatro
pontos) e uma avaliação de seminário (valendo dois pontos). O somatório das notas das avaliações
somarão no máximo 20 pontos que serão divididos por dois que resultarão na média final do aluno.
O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações igual ou superior a seis vírgulas
zero (6,0) será considerado aprovado.
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme o
cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação:
A concessão de recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou
clínica não é obrigatória. Nestas disciplinas a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo
Colegiado de Curso, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97.
IX. CRONOGRAMA
DIA/MÊS CONTEÚDO AULA TEÓRICAS (no. de aulas)
13/8 Introdução à disciplina (02)
14/8 Sistema circulatório (02)
20/8 Sistema circulatório – prática turmas A e B (02)
21/8 Sistema digestório I (02)
27/8 Sistema digestório I – prática turmas A e B (02)
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
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CAMPUS DE CURITIBANOS
Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
Curitibanos – Santa Catarina
28/8 Sistema digestório II (02)
3/9 Sistema digestório II - prática turmas A e B (02)
4/9 Sistema digestório III (02)
10/9 Sistema digestório III - prática turmas A e B (02)
11/9 Sistema urinário (02)
17/9 Sistema urinário - prática turmas A e B (02)
18/9 Sistema respiratório (02)
24/9 Sistema respiratório – prática turmas A e B (02)
25/9 Sistema reprodutor masculino (02)
1/10 Sistema reprodutor masculino - prática turmas A e B (02)
2/10 Sistema reprodutor feminino (02)
8/10 Sistema reprodutor feminino - prática turmas A e B (02)
9/10 PROVA I TEÓRICA (02)
15/10 PROVA I PRÁTICA turmas A e B (02)
16/10 Sistema endócrino I (02)
22/10 Sistema endócrino I - prática turmas A e B (02)
23/10 Sistema endócrino II (02)
29/10 Sistema endócrino II - prática turmas A e B (02)
30/10 Sistema nervoso (02)
5/11 Sistema nervoso - prática turmas A e B (02)
6/11 Sistema linfóide (02)
12/11 Sistema linfoide - prática turmas A e B (02)
13/11 Sistema tegumentar (02)
19/11 Sistema tegumentar - prática turmas A e B (02)
20/11 Seminário (02)
26/11 Olho - prática turmas A e B (02)
27/11 Seminário (02)
3/12 Estudo de lâminas (02)
4/12 PROVA II TEÓRICA (02)
10/12 PROVA II PRÁTICA turmas A e B (02)
11/12 Fechamento da disciplina (02)
X. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia básica
JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Histologia Básica. 11. ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan,
2008. (28 exemplares na biblioteca do Campus Curitibanos).
KIERSZENBAUM, A. L. Histologia e Biologia Celular – Uma introdução a patologia. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2012. (10 exemplares na biblioteca do Campus Curitibanos).
SAMUELSON, D. A. Tratado de histologia veterinária. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. (10 exemplares na
biblioteca do Campus Curitibanos).
Bibliografia complementar:
ALBERTS, B., et al. Biologia Molecular da Célula. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. (20 exemplares na
biblioteca do Campus Curitibanos).
BACHA Jr., W. J.; BACHA, L. M. Atlas colorido de Histologia Veterinária. 2. ed. Roca, 2003. (04
exemplares na biblioteca do Campus Curitibanos).
EURELL J. A., FRAPIER, B. L. Histologia Veterinária de Dellmann. 6. ed. São Paulo: Manole, 2012. (10
exemplares na biblioteca do Campus Curitibanos).
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CAMPUS DE CURITIBANOS
Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
Curitibanos – Santa Catarina
X. OBSERVAÇÕES GERAIS
141) A frequência às aulas da disciplina é obrigatória, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% das mesmas (parágrafo 2º art. 69,
Res. 017/Cun/97).
142) Ao aluno que não comparecer às provas ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será atribuída nota 0 (zero), conforme parágrafo 4º, art. 70, Res.
017/Cun/97.
143) Havendo discordância quanto ao valor atribuído à avaliação, o aluno poderá formalizar pedido de revisão de prova dentro do prazo de prazo de 2 (DOIS) dias
úteis, contadas a partir da divulgação do resultado.
144) O aluno que, por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar as provas previstas no plano de ensino deverá formalizar pedido de
avaliação à Diretoria Acadêmica, dentro do prazo de 3 (TRÊS) dias úteis, recebendo provisoriamente a menção I (caput, artigo 74, Res. 017/Cun/97). Cessado
o motivo que impediu a realização da avaliação, o aluno, se autorizado pela Diretoria Acadêmica, deverá fazê-la quando, então, tratando-se de nota final, será
encaminhada ao Departamento de Administração Escolar - DAE, pela Secretaria Acadêmica (parágrafo 1º, art. 74, Res. 017/Cun/97).Observação: O julgamento
do motivo que impediu a realização de qualquer uma das provas não é do professor ministrante. No caso da presente disciplina cabe à Diretoria Acadêmica
efetuar o julgamento e, se assim entender, autorizar por escrito que o professor ministrante realize outra avaliação. A avaliação substituta será efetuada em data
e horário fixados pelo professor ministrante.
145) Prescreve o parágrafo 2º do art. 70 da Res. 017/Cun/97: O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três) e
5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova avaliação no final do semestre.
146) Prescreve o parágrafo 3º do artigo 71 da Res. 017/Cun/97: O aluno enquadrado no caso anterior (previsto pelo parágrafo 2º do art. 70) terá sua nota final
calculada através da média aritmética entre a média das notas das avaliações parciais e a nota obtida na avaliação estabelecida no citado parágrafo.
147) Conforme o art. 59 da lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e o artigo Art. 27. do decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 as instituições de ensino
superior deverão oferecer adaptações de provas e os apoios necessários, previamente solicitados pelo aluno portador de deficiência, inclusive tempo adicional
para realização das provas, conforme as características da deficiência. A pessoa interessada na obtenção do benefício, juntando prova de sua condição, deverá
requerê-lo junto à Diretoria Acadêmica, que determinará as providências a serem cumpridas.
__________________________
Prof(a/s). Dr(a/s). Francielli C. Zimermann/Adriano T. Ramos/ Fernanda Jonck
PLANO DE ENSINO
SEMESTRE 2014-2
I. INFORMAÇÕES GERAIS
Código da
Nome da disciplina
disciplina
CBV7607 - Patologia Veterinária Geral
Professor(es) Responsável(is)
Francielli C. Zimermann/Adriano T. Ramos/ Fernanda Jonck
Total de aulas semestrais
2 teóricos, 2 práticos
II. REQUISITOS:
CBV7110
III. CURSO(s) PARA O(s) QUAL (is) A DISCIPLINA É OFERECIDA
552 Medicina Veterinária
IV. EMENTA
Mecanismos básicos de doenças nos animais domésticos: degeneração, necrose e gangrena, distúrbios
dos pigmentos, distúrbios do metabolismo, distúrbios circulatórios, inflamação, distúrbios do crescimento
e neoplasia. Alterações pós-mortais. Colheita, conservação e processamento de tecidos.
V. OBJETIVOS
Objetivos Gerais:
Fornecer ao aluno informações que o habilite ao reconhecimento de alterações
celulares e teciduais, que ocorrem nas principais doenças dos animais domésticos,
servindo de embasamento para compreensão de disciplinas futuras como Patologia
Veterinária Especial.
Objetivos Específicos:
* Adquirir conhecimento sobre as técnicas de necropsia.
* Fornecer embasamento para a identificação de lesões macroscópicas.
* Aprender a identificar as principais alteração celulares e teciduais fornecendo
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CAMPUS DE CURITIBANOS
Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
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base para a compreensão das doenças animais.
* Construir uma base sólida para compreensão de disciplinas futuras do curso de
Medicina Veterinária.
VI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1- Mecanismos básicos de doenças nos animais domésticos.
2- Degeneração.
3- Necrose e gangrena.
4- Distúrbios dos pigmentos.
5- Distúrbios do metabolismo.
6- Distúrbios circulatórios.
7- Inflamação.
8- Distúrbios do crescimento e neoplasia.
9- Alterações pós-mortais.
10- Colheita, conservação e processamento de tecidos.
VII. METODOLOGIA DE ENSINO / DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA
Serão realizadas:
* Aulas expositivas em quadro verde, giz e data show.
* Aulas práticas com uso de lâminas histopatológicas, microscópios e projeções de
imagens em data show.
* Aulas práticas de necropsia de animais. Nas aulas práticas de necropsia os alunos
serão solicitados a realizar relatórios. É obrigatório uso de jaleco com calça
comprida ou macacão e calçados fechados (de preferência bota de borracha).
* Nas aulas práticas de lâminas os alunos precisarão fazer desenhos
representativos das estruturas estudadas em aula. Para isso, os alunos deverão
trazer impressos o roteiro da aula prática, folhas de desenho, lápis de cor e jaleco.
Os roteiros e a folha de desenhos serão previamente enviados pelo professor via
moodle.
* É imprescindível o cumprimento das normas de boas práticas de comportamento
em laboratório.
* Após 10 (dez) minutos do início da aula não será permitida a entrada do aluno em
sala de aula ou laboratório.
VIII. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
A avaliação do desempenho de cada aluno dar-se-á através da realização de duas provas teóricas, duas
provas práticas individuais (cada prova teórica valendo seis pontos e cada prova prática valendo três
pontos) e avaliação de seminários (valendo dois pontos). O somatório das notas de todas as avaliações
somarão no máximo 20 pontos que serão divididos por dois e resultarão na média final do aluno.
O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações igual ou superior a seis vírgulas
zero (6,0) será considerado aprovado.
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme o
cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação:
A concessão de recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou
clínica não é obrigatória. Nestas disciplinas a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo
Colegiado de Curso, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97.
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
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IX. CRONOGRAMA
DIA/MÊS CONTEÚDO AULA TEÓRICAS (no. de aulas)
11/8 Introdução/técnica de necropsia (2)
14/8 Aula prática (2)
18/8 Calcificações e Concreções (2)
21/8 Aula prática (2)
25/8 Pigmentos (2)
28/8 Aula prática (2)
1/9 Distúrbios do crescimento (2)
4/9 Aula prática (2)
8/9 Distúrbios do metabolismo (degenerações) (2)
11/9 Aula prática (2)
15/9 Necrose e apoptose (2)
18/9 Aula prática (2)
22/9 Alterações pós-mortais (2)
25/9 Não lesões (2)
29/9 Prova Teórica I (2)
2/10 Prova Prática I (2)
6/10 Alterações circulatórias I (2)
9/10 Aula prática (2)
13/10 Alterações circulatórias II (2)
16/10 Aula prática (2)
20/10 Inflamação aguda (2)
23/10 Aula prática (2)
27/10 Inflamação crônica (2)
30/10 Aula prática (2)
3/11 Neoplasias I (2)
6/11 Aula prática (2)
10/11 Neoplasias II (2)
13/11 Aula prática (2)
17/11 Reparo tecidual (2)
20/11 Seminário (2)
24/11 Imunopatologia (2)
27/11 Prova Prática II (2)
1/12 Prova Teórica II (2)
4/12 Seminário (2)
8/12 Feriado - conteúdo a ser reposto (2)
11/12 Fechamento da disciplina (2)
X. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia básica
-CHEVILLE, N. F. Introdução à Patologia Veterinária. 3. ed. Barueri: Manole, 2009.
-McGAVIN, M. D.; ZACHARY, J. F. Bases da Patologia em Veterinária. 5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier,
2013.
-WERNER, P. R. Patologia Geral Veterinária Aplicada. 1. ed. São Paulo: Roca, 2010.
Bibliografia complementar:
-DIJK, J. E. Van. Atlas colorido de patologia veterinária. 2. ed. Editora: Elsevier, 2008.
-PIRES, M. A.; TRAVASSOS, F. S.; GÄRTNER, F. Atlas de Patologia Veterinária – Biopatologia.
Lisboa: Lidel, 2004.
-RASKIN, R. E.; MEYER, D. J. Atlas de Citologia de Cães e Gatos. São Paulo: Roca, 2003.
Data:8 de October de 2014
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-RUBIN, E.; GORSTEIN, F.; RUBIN, R.; SCHWARTING, R.; STRAYER, D. Patologia – Bases
Clinicopatológicas da Medicina. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
X. OBSERVAÇÕES GERAIS
148) A frequência às aulas da disciplina é obrigatória, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% das mesmas (parágrafo 2º art. 69,
Res. 017/Cun/97).
149) Ao aluno que não comparecer às provas ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será atribuída nota 0 (zero), conforme parágrafo 4º, art. 70, Res.
017/Cun/97.
150) Havendo discordância quanto ao valor atribuído à avaliação, o aluno poderá formalizar pedido de revisão de prova dentro do prazo de prazo de 2 (DOIS) dias
úteis, contadas a partir da divulgação do resultado.
151) O aluno que, por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar as provas previstas no plano de ensino deverá formalizar pedido de
avaliação à Diretoria Acadêmica, dentro do prazo de 3 (TRÊS) dias úteis, recebendo provisoriamente a menção I (caput, artigo 74, Res. 017/Cun/97). Cessado
o motivo que impediu a realização da avaliação, o aluno, se autorizado pela Diretoria Acadêmica, deverá fazê-la quando, então, tratando-se de nota final, será
encaminhada ao Departamento de Administração Escolar - DAE, pela Secretaria Acadêmica (parágrafo 1º, art. 74, Res. 017/Cun/97).Observação: O julgamento
do motivo que impediu a realização de qualquer uma das provas não é do professor ministrante. No caso da presente disciplina cabe à Diretoria Acadêmica
efetuar o julgamento e, se assim entender, autorizar por escrito que o professor ministrante realize outra avaliação. A avaliação substituta será efetuada em data
e horário fixados pelo professor ministrante.
152) Prescreve o parágrafo 2º do art. 70 da Res. 017/Cun/97: O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três) e
5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova avaliação no final do semestre.
153) Prescreve o parágrafo 3º do artigo 71 da Res. 017/Cun/97: O aluno enquadrado no caso anterior (previsto pelo parágrafo 2º do art. 70) terá sua nota final
calculada através da média aritmética entre a média das notas das avaliações parciais e a nota obtida na avaliação estabelecida no citado parágrafo.
154) Conforme o art. 59 da lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e o artigo Art. 27. do decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 as instituições de ensino
superior deverão oferecer adaptações de provas e os apoios necessários, previamente solicitados pelo aluno portador de deficiência, inclusive tempo adicional
para realização das provas, conforme as características da deficiência. A pessoa interessada na obtenção do benefício, juntando prova de sua condição, deverá
requerê-lo junto à Diretoria Acadêmica, que determinará as providências a serem cumpridas.
__________________________
Prof(a/s). Dr(a/s). Francielli C. Zimermann/Adriano T. Ramos/ Fernanda Jonck
PLANO DE ENSINO
SEMESTRE 2014-2
I. INFORMAÇÕES GERAIS
Código da
Nome da disciplina
disciplina
CBV7608 - Patologia Veterinária Especial
Professor(es) Responsável(is)
Francielli C. Zimermann/Adriano T. Ramos/ Fernanda Jonck
Total de aulas semestrais
4 teóricos, 2 práticos
II. REQUISITOS:
CBV7607; CBV7111
III. CURSO(s) PARA O(s) QUAL (is) A DISCIPLINA É OFERECIDA
552 Medicina Veterinária
IV. EMENTA
Conhecer a fisiopatologia das alterações ocorridas nos organismos doentes, como também explicar essas
modificações e suas manifestações representadas pelos sinais macro e microscópicos. Patologia dos
sistemas cardiovascular, sistema respiratório, sistema digestório, sistema urinário, sistema hemolinfático,
sistema músculo-esquelético, sistema nervoso, sistema endócrino, sistema reprodutor e sistema
tegumentar dos animais domésticos. Fundamentos teóricos e necroscópicos das alterações congênitas,
funcionais, degenerativas, circulatórias, inflamatórias, infecciosas e neoplásicas dos animais domésticos.
Ênfase às enfermidades mais comuns aos animais domésticos no Estado e no país.
V. OBJETIVOS
Objetivos Gerais:
Fornecer ao aluno informações que o habilite ao reconhecimento de lesões em
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CAMPUS DE CURITIBANOS
Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
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diferentes órgãos que compõem os sistemas dos animais domésticos, servindo de
embasamento para compreensão de disciplinas futuras como clínica e cirurgias.
Objetivos Específicos:
* Reconhecer as lesões macroscópicas e microscópicas nos diferentes sistemas;
* Desenvolver habilidades técnicas, referentes a prática necroscópica e coleta de
materiais;
* Desenvolver um raciocínio para compreensão das doenças e obtenção dos
diagnósticos;
* Construir uma base sólida para compreensão de disciplinas futuras do curso de
Medicina Veterinária;
VI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1- Patologia do sistema cardiovascular;
2- Patologia do sistema respiratório;
3- Patologia do sistema digestório;
4- Patologia do sistema urinário;
5- Patologia do sistema hemolinfático;
6- Patologia do sistema músculo-esquelético;
7- Patologia do sistema nervoso;
8- Patologia do sistema endócrino;
9- Patologia do sistema reprodutor;
10- Patologia do sistema tegumentar;
11- Colheita, conservação e processamento de tecidos.
VII. METODOLOGIA DE ENSINO / DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA
Serão realizadas:
* Aulas expositivas em quadro verde, giz e data show.
* Aulas práticas com uso de lâminas histopatológicas, microscópios e projeções de
imagens em data show.
* Aulas práticas de necropsia de animais. Nas aulas práticas de necropsia é
obrigatório uso de jaleco ou macacão e calçados fechados (de preferência bota de
borracha).
* Nas aulas práticas de lâminas os alunos precisarão fazer desenhos
representativos das estruturas estudadas em aula. Para isso, os alunos deverão
trazer impressos o roteiro da aula prática, folhas de desenho, lápis de cor e jaleco.
Os roteiros e a folha de desenhos serão previamente enviados pelo professor via
moodle.
* É imprescindível o cumprimento das normas de boas práticas de comportamento
em laboratório.
*Após 10 (dez) minutos do inicio da aula não será permitida a entrada do aluno em
sala de aula ou laboratório.
VIII. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
A avaliação do desempenho de cada aluno dar-se-á através da realização de duas provas teóricas, duas
provas práticas individuais (cada prova teórica valendo cinco pontos e cada prova prática valendo três
pontos), uma avaliação do caderno de desenhos (valendo um ponto), uma avaliação dos relatórios de
necropsia (valendo um ponto) e avaliação de seminários (valendo dois pontos). O somatório das notas de
todas as avaliações somarão no máximo 20 pontos que serão divididos por dois e resultarão na média
final do aluno.
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
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O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações igual ou superior a seis vírgulas
zero (6,0) será considerado aprovado.
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme o
cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação:
A concessão de recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou
clínica não é obrigatória. Nestas disciplinas a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo
Colegiado de Curso, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97.
IX. CRONOGRAMA
11/8 Introdução a disciplina (2)
15/8 Patologias do Sistema Digestório I (4)
18/8 Aula prática (2)
22/8 Patologias do Sistema Digestório II (4)
25/8 Aula prática (2)
29/8 Patologias do Sistema Digestório III (4)
1/9 Aula prática (2)
5/9 Patologias do Fígado e Pâncreas Exócrino (4)
8/9 Aula prática (2)
12/9 Patologias do Sistema Respiratório (4)
15/9 Aula prática (2)
19/9 Patologias do Sistema Respiratório / Circulatório (4)
22/9 Prova Prática I (2)
26/9 Prova Teórica I (4)
29/9 Aula prática (2)
3/10 Patologias do Sistema Circulatório (4)
6/10 Aula prática (2)
10/10 Patologias do Sistema Urinário (4)
13/10 Aula prática (2)
17/10 Patologias do Sistema Tegumentar (4)
20/10 Aula prática (2)
24/10 Patologias do Sistema Hemocitopoiético e Linfático (4)
27/10 Prova Prática II (2)
31/10 Prova Teórica II (4)
3/11 Aula prática (2)
7/11 Patologias do Sistema Nervoso I (4)
10/11 Aula prática (2)
14/11 Patologias do Sistema Nervoso II (4)
17/11 Seminários (2)
21/11 Patologia do Sistema Músculo Esquelético (4)
24/11 Seminários (2)
28/11 Patologias do Sistema Reprodutor Feminino (4)
1/12 Prova Prática III (2)
5/12 Patologias do Sistema Reprodutor Masculino (4)
8/12 Feriado - conteúdo a ser reposto (02)
12/12 Prova Teórica III (4)
X. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia básica
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
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CAMPUS DE CURITIBANOS
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Curitibanos – Santa Catarina
- SANTOS, R. L.; ALESSI, A. C. Patologia Veterinária. 1. ed. São Paulo: Roca, 2010.
- McGAVIN, M. D.; ZACHARY, J. F. Bases da Patologia em Veterinária. 5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier,
2013.
- DIJK, J. E. Van. Atlas colorido de patologia veterinária. 2. ed. Elsevier, 2008.
Bibliografia complementar:
- BARROS, C. L. S.; DRIEMEIER, D.; DUTRA, I. S.; LEMOS, R. A. A. Doenças do Sistema Nervoso
de Bovinos no Brasil. São Paulo, 2006.
- GREENE, C. E. Infectious diseases of the dog and cat. 4. ed. Editora: Elsevier, 2011.
- RASKIN, R. E.; MEYER, D. J. Atlas de Citologia de Cães e Gatos. São Paulo: Roca, 2003.
X. OBSERVAÇÕES GERAIS
155) A frequência às aulas da disciplina é obrigatória, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% das mesmas (parágrafo 2º art. 69,
Res. 017/Cun/97).
156) Ao aluno que não comparecer às provas ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será atribuída nota 0 (zero), conforme parágrafo 4º, art. 70, Res.
017/Cun/97.
157) Havendo discordância quanto ao valor atribuído à avaliação, o aluno poderá formalizar pedido de revisão de prova dentro do prazo de prazo de 2 (DOIS) dias
úteis, contadas a partir da divulgação do resultado.
158) O aluno que, por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar as provas previstas no plano de ensino deverá formalizar pedido de
avaliação à Diretoria Acadêmica, dentro do prazo de 3 (TRÊS) dias úteis, recebendo provisoriamente a menção I (caput, artigo 74, Res. 017/Cun/97). Cessado
o motivo que impediu a realização da avaliação, o aluno, se autorizado pela Diretoria Acadêmica, deverá fazê-la quando, então, tratando-se de nota final, será
encaminhada ao Departamento de Administração Escolar - DAE, pela Secretaria Acadêmica (parágrafo 1º, art. 74, Res. 017/Cun/97).Observação: O julgamento
do motivo que impediu a realização de qualquer uma das provas não é do professor ministrante. No caso da presente disciplina cabe à Diretoria Acadêmica
efetuar o julgamento e, se assim entender, autorizar por escrito que o professor ministrante realize outra avaliação. A avaliação substituta será efetuada em data
e horário fixados pelo professor ministrante.
159) Prescreve o parágrafo 2º do art. 70 da Res. 017/Cun/97: O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três) e
5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova avaliação no final do semestre.
160) Prescreve o parágrafo 3º do artigo 71 da Res. 017/Cun/97: O aluno enquadrado no caso anterior (previsto pelo parágrafo 2º do art. 70) terá sua nota final
calculada através da média aritmética entre a média das notas das avaliações parciais e a nota obtida na avaliação estabelecida no citado parágrafo.
161) Conforme o art. 59 da lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e o artigo Art. 27. do decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 as instituições de ensino
superior deverão oferecer adaptações de provas e os apoios necessários, previamente solicitados pelo aluno portador de deficiência, inclusive tempo adicional
para realização das provas, conforme as características da deficiência. A pessoa interessada na obtenção do benefício, juntando prova de sua condição, deverá
requerê-lo junto à Diretoria Acadêmica, que determinará as providências a serem cumpridas.
__________________________
Prof(a/s). Dr(a/s). Francielli C. Zimermann/Adriano T. Ramos/ Fernanda Jonck
PLANO DE ENSINO
SEMESTRE 2014-2
I. INFORMAÇÕES GERAIS
Código da
Nome da disciplina
disciplina
CBV7710 - Farmacologia Veterinária
Professor(es) Responsável(is)
Cristiano Gomes
Total de aulas semestrais
2 teóricos, 2 práticos
II. REQUISITOS:
CBV7110 - Fisiologia Animal I
III. CURSO(s) PARA O(s) QUAL (is) A DISCIPLINA É OFERECIDA
552 Medicina Veterinária
IV. EMENTA
Conceitos gerais: subdivisões da farmacologia. Vias de administração de fármacos. Princípios gerais de
farmacocinética. Mecanismo de ação de fármacos. Fármacos que atuam sobre o sistema nervoso
autônomo. Fármacos que atuam sobre o sistema nervoso central. Autacóides e agentes de ação tecidual.
Fármacos que atuam nos processos inflamatórios. Farmacologia do sistema cardiovascular. Farmacologia
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CAMPUS DE CURITIBANOS
Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
Curitibanos – Santa Catarina
do sistema renal. Farmacologia do sistema respiratório. Farmacologia do sistema digestório. Antibióticos.
Antiparasitários. Antineoplásicos e imunomoduladores.
V. OBJETIVOS
Fornecer ao aluno informações que o habilite a compreender os processos
farmacológicos e seus efeitos nas diferentes espécies animais
VI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
INTRODUÇÃO A FARMACOLOGIA
• Definição, histórico, formas farmacêuticas, vias de administração, cálculo de
doses, prescriçã
FARMACOCINÉTICA E FARMACODINÂMICA
• Absorção, biotransformação, biodisponibilidade, excreção
• Princípios de farmacodinâmica
MEDICAMENTOS QUE ATUAM NO SNA
• Fármacos adrenérgicos e antiadrenérgicos
• Fármacos colinérgicos e anticolinérgicos
MEDICAMENTOS QUE ATUAM NO SNP
• Bloqueadores neuromusculares
MEDICAMENTOS DEPRESSORES DO SNC
• Anticonvulsivante, tranquilizantes, relaxantes musculares de ação central,
antidepressivos, hipnoanalgésicos, neuroleptoanalgesia
ANALGÉSICOS E ANESTÉSICOS
• Opióides, anestésicos inalatórios, anestésicos intravenosos, anestésicos
dissociativos, anestésicos locais
MEDICAMENTOS ATIVOS NO SISTEMA CARDIOVASCULAR
• Agentes hemostáticos, hematínicos, anticoagulantes
• Inotrópicos positivos e vasodilatadores
• Medicamentos antiarrítmicos
MEDICAMENTOS ATIVOS NO SISTEMA DIGESTÓRIO
• Medicamentos que interferem nas funções gastrointestinais
DIURÉTICOS
• Agentes diuréticos
AUTACÓIDES E ANTIINFLAMATÓRIOS NÃO ESTERÓIDES
• Histamina, serotonina, angiotensinas, prostaglandinas
• Antiinflamatórios não esteróides
ANTIINFECCIOSOS
• Antibióticos, antifúngicos, antivirais
ANTIPARASITÁRIOS
• Agentes antiparasitários
ANTINEOPLÁSICOS
• Quimioterápicos antitumorais
HORMÔNIOS E ANTIINFLAMATÓRIOS ESTEROIDAIS
• Farmacologia hormonal
• Agentes antiinflamatórios esteroidais
VII. METODOLOGIA DE ENSINO / DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA
Aulas expositivas em quadro verde, giz e data show.
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CAMPUS DE CURITIBANOS
Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
Curitibanos – Santa Catarina
Caso haja dúvidas em relação aos conteúdos ministrados, o professor estará
disponível para atendimento em sua sala nos seguintes horários: Quarta 15:30
VIII. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
Seminários (Peso 10)
03/09: Prova 1 (Peso 10)
22/10: Prova 2 (Peso 10)
03/12: Prova 3 (Peso 10)
10/12: Exame
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme o
cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação:
A concessão de recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou
clínica não é obrigatória. Nestas disciplinas a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo
Colegiado de Curso, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97.
IX. CRONOGRAMA
13/08: INTRODUÇÃO A FARMACOLOGIA
20/08: FARMACOCINÉTICA E FARMACODINÂMICA
27/08: MEDICAMENTOS QUE ATUAM NO SNA
10/09: MEDICAMENTOS QUE ATUAM NO SNP
17/09: MEDICAMENTOS DEPRESSORES DO SNC
24/09: ANALGÉSICOS E ANESTÉSICOS
01/10: MEDICAMENTOS ATIVOS NO SISTEMA CARDIOVASCULAR
08/10: MEDICAMENTOS ATIVOS NO SISTEMA DIGESTÓRIO
15/10: DIURÉTICOS
29/10: AUTACÓIDES
05/11: ANTIINFECCIOSOS
12/11: ANTIPARASITÁRIOS
19/11: ANTINEOPLÁSICOS
26/11: HORMÔNIOS E ANTIINFLAMATÓRIOS ESTERÓIDES
X. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia básica
BARROS, C. M. Farmacologia Veterinária. 1. ed. Manole, 2012.
BOOTH, N. H. Farmacologia e terapêutica em veterinária. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2003.
SPINOSA, H. S. et al. Farmacologia aplicada à medicina veterinária. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2011.
Bibliografia complementar:
MASSONE, F. Anestesiologia veterinária - farmacologia e técnicas. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2011.
HELLEBREKERS, L. J. Dor em animais. Barueri: Manole, 2002.
PALERMO-NETO, J.; SPINOSA, H. S.; GÓRNIAK, S. L. Farmacologia Aplicada à Avicultura. 1. ed.
Editora: Roca, 2005.
X. OBSERVAÇÕES GERAIS
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CAMPUS DE CURITIBANOS
Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
Curitibanos – Santa Catarina
162) A frequência às aulas da disciplina é obrigatória, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% das mesmas (parágrafo 2º art. 69,
Res. 017/Cun/97).
163) Ao aluno que não comparecer às provas ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será atribuída nota 0 (zero), conforme parágrafo 4º, art. 70, Res.
017/Cun/97.
164) Havendo discordância quanto ao valor atribuído à avaliação, o aluno poderá formalizar pedido de revisão de prova dentro do prazo de prazo de 2 (DOIS) dias
úteis, contadas a partir da divulgação do resultado.
165) O aluno que, por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar as provas previstas no plano de ensino deverá formalizar pedido de
avaliação à Diretoria Acadêmica, dentro do prazo de 3 (TRÊS) dias úteis, recebendo provisoriamente a menção I (caput, artigo 74, Res. 017/Cun/97). Cessado
o motivo que impediu a realização da avaliação, o aluno, se autorizado pela Diretoria Acadêmica, deverá fazê-la quando, então, tratando-se de nota final, será
encaminhada ao Departamento de Administração Escolar - DAE, pela Secretaria Acadêmica (parágrafo 1º, art. 74, Res. 017/Cun/97).Observação: O julgamento
do motivo que impediu a realização de qualquer uma das provas não é do professor ministrante. No caso da presente disciplina cabe à Diretoria Acadêmica
efetuar o julgamento e, se assim entender, autorizar por escrito que o professor ministrante realize outra avaliação. A avaliação substituta será efetuada em data
e horário fixados pelo professor ministrante.
166) Prescreve o parágrafo 2º do art. 70 da Res. 017/Cun/97: O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três) e
5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova avaliação no final do semestre.
167) Prescreve o parágrafo 3º do artigo 71 da Res. 017/Cun/97: O aluno enquadrado no caso anterior (previsto pelo parágrafo 2º do art. 70) terá sua nota final
calculada através da média aritmética entre a média das notas das avaliações parciais e a nota obtida na avaliação estabelecida no citado parágrafo.
168) Conforme o art. 59 da lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e o artigo Art. 27. do decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 as instituições de ensino
superior deverão oferecer adaptações de provas e os apoios necessários, previamente solicitados pelo aluno portador de deficiência, inclusive tempo adicional
para realização das provas, conforme as características da deficiência. A pessoa interessada na obtenção do benefício, juntando prova de sua condição, deverá
requerê-lo junto à Diretoria Acadêmica, que determinará as providências a serem cumpridas.
__________________________
Prof(a/s). Dr(a/s). Cristiano Gomes
PLANO DE ENSINO
SEMESTRE 2014-2
I. INFORMAÇÕES GERAIS
Código da
Nome da disciplina
disciplina
CBV7712 - Laboratório Clínico Veterinário
Professor(es) Responsável(is)
Angela patricia Medeiros Veiga e Adriano Tony Ramos
Total de aulas semestrais
2 teóricos, 2 práticos
II. REQUISITOS:
CBV 7111 – Fisiologia Animal II
III. CURSO(s) PARA O(s) QUAL (is) A DISCIPLINA É OFERECIDA
552 Medicina Veterinária
IV. EMENTA
Hematologia, urinálise, exame de líquor, dos líquidos cavitários, avaliação funcional de fezes. Citologia.
Bioquímica Clínica. Coleta e remessa de material para o laboratório. Interpretação dos resultados dos
exames e execução de técnicas laboratoriais.
V. OBJETIVOS
Ao final do curso o discente deve ser capaz de confeccionar e interpretar os
exames laboratoriais, bem como compreender os processos clinico-patológicos
envolvidos em determinadas doenças dos animais domésticos e selvagens.
VI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Introdução
2. Hematologia Veterinária
2.1 Eritrograma
2.1.1 Eritrócitos: Eritropoese e Morfologia eritrocitária
2.1.2 Anemias
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CAMPUS DE CURITIBANOS
Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
Curitibanos – Santa Catarina
2.1.3 Policitemias
2.2 Leucograma
2.2.1 Leucócitos: Leucopoese, Leucocinética e Morfologia leucocitária
2.2.2 Interpretação do leucograma
2.3 Coagulograma
2.3.1 Hemostasia
3. Bioquímica clínica veterinária
3.1 Introdução à enzimologia clínica
3.2 Avaliação laboratorial da função renal
3.3 Urinálise
3.4 Exame de efusões, LCR e líquido sinovial
3.5 Avaliação laboratorial da função hepática
3.6 Avaliação laboratorial da função muscular
3.7 Avaliação laboratorial da função pancreática e avaliação funcional de fezes
4. Citologia diagnóstica
5. Endocrinologia diagnóstica
VII. METODOLOGIA DE ENSINO / DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA
O conteúdo programático será desenvolvido, principalmente por meio de duas
aulas teóricas semanais expositivas - dialogadas com o auxílio de recursos visuais,
aulas práticas em laboratório e leitura e discussão de artigos científicos, buscando
incluir exemplos atuais relacionados ao cotidiano dos estudantes. Pode conter
atividades dirigidas.
Atendimento extraclasse: caso haja dúvidas em relação aos conteúdos ministrados,
a professora estará disponível para atendimento em sua sala.
VIII. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
A avaliação do desempenho de cada aluno dar-se-á através da realização de: A) Duas avaliações escritas
individuais. B) Apresentação de seminários. C) Interpretação de casos clínicos. As datas das avaliações
encontram-se no cronograma de atividades da disciplina. Será considerado aprovado o estudante que
obtiver média igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme os pesos das avaliações descritos
abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, de 75% das atividades da disciplina.
• Cada avaliação escrita (AE) terá peso 4.0
• O peso do seminário será 2.0.
• Demais atividades realizadas (interpretação de casos clínicos, atividades dirigidas...) serão consideradas
para arredondamento final;
• Média = AE1 (4.0) + AE2 (4.0) + apresentação de seminário (2.0) = 10.0
O estudante que perder uma avaliação, por motivo devidamente justificado, poderá refazê-la, após
requerer nova avaliação. Os estudantes deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme o
cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação:
A concessão de recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou
clínica não é obrigatória. Nestas disciplinas a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo
Colegiado de Curso, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97.
IX. CRONOGRAMA
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CAMPUS DE CURITIBANOS
Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
Curitibanos – Santa Catarina
DATA CONTEÚDO AULA (72 horas) HORÁRIO
13/08 Apresentação da disciplina e do plano de ensino T
20/08 Eritrócitos: Eritropoese e Morfologia eritrocitária T
21/08 Aula prática P
27/08 Anemias T
28/08 Aula prática P
03/09 Policitemias T
04/09 Aula prática P
10/09 Leucócitos: Leucopoese, Leucocinética e Morfologia leucocitária T
11/09 Aula prática P
17/09 Interpretação do leucograma T
18/09 Aula prática P
24/09 Hemostasia T
25/09 Aula prática P
01/10 Avaliação laboratorial da função renal T
02/10 Aula prática P
08/10 Urinálise T
09/10 Aula prática P
15/10 PRIMEIRA AVALIAÇÃO PARCIAL T
22/10 SEPEX
23/10 SEPEX
29/10 SEMANA ACADÊMICA
30/10 SEMANA ACADÊMICA
05/11 Avaliação laboratorial de efusões, LCR e líquido sinovial T
06/11 Aula prática P
12/11 Avaliação laboratorial da função hepática T
13/11 Aula prática P
REPOSIÇÃO Avaliação laboratorial da função muscular T
REPOSIÇÃO Aula prática P
19/11 Avaliação laboratorial da função pancreática e avaliação funcional de fezes T
20/11 Aula prática P
26/11 Citologia diagnóstica T
27/11 Aula prática P
03/12 Endocrinologia diagnóstica (seminários) T
04/12 Endocrinologia diagnóstica (seminários) P
10/12 SEGUNDAA AVALIAÇÃO PARCIAL T
X. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia básica
MEYER, D. J.; COLES, E. H., RICH, L. J. Medicina Veterinária de Laboratório: interpretação e
diagnóstico. São Paulo: Roca, 1995.
RASKIN, R. E.; MEYER, D. J. Citologia Clínica de cães e gatos: atlas colorido e guia de interpretação. 2
ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
THRALL, M. A. et al. Hematologia e Bioquímica clínica Veterinária. São Paulo: Roca, 2007.
Bibliografia complementar:
JAIN, N. C. Essentials of Veterinary Hematology. Pennsylvania: Lea & Febiger, 1993.
KANEKO, J. J.; HARVEY, J. W.; BRUSS, M. L. Clinical biochemistry of domestic animals. 6. ed.
London: Elsevier, 2008.
MEYER, D. J.; HARVEY, J. W. Veterinary laboratory medicine: interpretation and diagnosis. 3. ed.
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CAMPUS DE CURITIBANOS
Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
Curitibanos – Santa Catarina
Philadelphia: Saunders, 2004
X. OBSERVAÇÕES GERAIS
169) A frequência às aulas da disciplina é obrigatória, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% das mesmas (parágrafo 2º art. 69,
Res. 017/Cun/97).
170) Ao aluno que não comparecer às provas ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será atribuída nota 0 (zero), conforme parágrafo 4º, art. 70, Res.
017/Cun/97.
171) Havendo discordância quanto ao valor atribuído à avaliação, o aluno poderá formalizar pedido de revisão de prova dentro do prazo de prazo de 2 (DOIS) dias
úteis, contadas a partir da divulgação do resultado.
172) O aluno que, por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar as provas previstas no plano de ensino deverá formalizar pedido de
avaliação à Diretoria Acadêmica, dentro do prazo de 3 (TRÊS) dias úteis, recebendo provisoriamente a menção I (caput, artigo 74, Res. 017/Cun/97). Cessado
o motivo que impediu a realização da avaliação, o aluno, se autorizado pela Diretoria Acadêmica, deverá fazê-la quando, então, tratando-se de nota final, será
encaminhada ao Departamento de Administração Escolar - DAE, pela Secretaria Acadêmica (parágrafo 1º, art. 74, Res. 017/Cun/97).Observação: O julgamento
do motivo que impediu a realização de qualquer uma das provas não é do professor ministrante. No caso da presente disciplina cabe à Diretoria Acadêmica
efetuar o julgamento e, se assim entender, autorizar por escrito que o professor ministrante realize outra avaliação. A avaliação substituta será efetuada em data
e horário fixados pelo professor ministrante.
173) Prescreve o parágrafo 2º do art. 70 da Res. 017/Cun/97: O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três) e
5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova avaliação no final do semestre.
174) Prescreve o parágrafo 3º do artigo 71 da Res. 017/Cun/97: O aluno enquadrado no caso anterior (previsto pelo parágrafo 2º do art. 70) terá sua nota final
calculada através da média aritmética entre a média das notas das avaliações parciais e a nota obtida na avaliação estabelecida no citado parágrafo.
175) Conforme o art. 59 da lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e o artigo Art. 27. do decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 as instituições de ensino
superior deverão oferecer adaptações de provas e os apoios necessários, previamente solicitados pelo aluno portador de deficiência, inclusive tempo adicional
para realização das provas, conforme as características da deficiência. A pessoa interessada na obtenção do benefício, juntando prova de sua condição, deverá
requerê-lo junto à Diretoria Acadêmica, que determinará as providências a serem cumpridas.
__________________________
Prof(a/s). Dr(a/s). Angela patricia Medeiros Veiga e Adriano Tony Ramos
PLANO DE ENSINO
SEMESTRE 2014-2
I. INFORMAÇÕES GERAIS
Código da
Nome da disciplina
disciplina
CBV7714 - Semiologia Veterinária
Professor(es) Responsável(is)
CRISTIANO GOMES
Total de aulas semestrais
2 teóricos, 2 práticos
II. REQUISITOS:
CBV7111
III. CURSO(s) PARA O(s) QUAL (is) A DISCIPLINA É OFERECIDA
552 Medicina Veterinária
IV. EMENTA
Subsídios propedêuticos adequados que possibilitem o reconhecimento dos sinais de doença.
Procedimentos de exploração semiológica; Métodos de abordagem e contenção de animais domésticos;
Sistema linfático; Mucosas visíveis; Funções vitais principais e suas alterações; Pele e anexos; Sistema
respiratório; Sistema cardiovascular; Sistema digestório; Fígado e vias biliares; Sistema auditivo; Sistema
óptico; Sistema nervoso; Sistema genitourinário; Sistema locomotor.
V. OBJETIVOS
OBJETIVO GERAL: Proporcionar ao aluno conhecimentos indispensáveis para realizar
um exame clinico completo, reconhecer e compreender as alterações e selecionar
os métodos auxiliares de diagnóstico.
OBJETIVO ESPECÍFICO: Fornecer conceitos fundamentais que capacite o aluno a
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CAMPUS DE CURITIBANOS
Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
Curitibanos – Santa Catarina
utilizar os termos técnicos, compreender e realizar uma anamnese e exame físico
metodológico e completo, reconhecer padrão de normalidade e alteração, e
compreender e selecionar exames complementares.
VI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
INTRODUÇÃO A SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
EXAME CLÍNICO GERAL
CONTENÇÃO FÍSICA E QUÍMICA
SEMIOLOGIA DO SISTEMA DIGESTÓRIO PEQ. ANIM.
SEMIOLOGIA DO SISTEMA URINÁRIO PEQ. ANIM.
SEMIOLOGIA DO SISTEMA REPRODUTOR PEQ. ANIM.
SEMIOLOGIA DO SISTEMA CARDIOVASCULAR PEQ. ANIM.
SEMIOLOGIA DO SISTEMA TEGUMENTAR E ANEXOS PEQ. ANIM.
SEMIOLOGIA DO SISTEMA LOCOMOTOR PEQ. ANIM.
SEMIOLOGIA DO SISTEMA NEUROLÓGICO PEQ. ANIM.
SEMIOLOGIA DO SISTEMA DIGESTÓRIO GRAN. ANIM.
SEMIOLOGIA DO SISTEMA GENITO-URINÁRIO GRAN. ANIM.
SEMIOLOGIA DO SISTEMA CARDIORESPIRATÓRIO GRAN. ANIM.
SEMIOLOGIA DO SISTEMA TEGUMENTAR E ANEXOS GRAN. ANIM.
SEMIOLOGIA DO SISTEMA LOCOMOTOR E NEUROLÓGICO GRAN. ANIM.
VII. METODOLOGIA DE ENSINO / DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA
AULAS TEÓRICAS (datashow, vídeos) E PRÁTICAS (exames clínicos)
VIII. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
Aulas práticas (Peso 10)
14/10: Prova 1 (Peso 10)
09/12: Prova 2 (Peso 10)
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme o
cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação:
A concessão de recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou
clínica não é obrigatória. Nestas disciplinas a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo
Colegiado de Curso, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97.
IX. CRONOGRAMA
12/08: APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA
19/08: INTRODUÇÃO A SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
26/08: EXAME CLÍNICO GERAL
02/09: CONTENÇÃO FÍSICA E QUÍMICA
09/09: SEMIOLOGIA DO SISTEMA DIGESTÓRIO PEQ. ANIM.
16/09: SEMIOLOGIA DO SISTEMA URINÁRIO PEQ. ANIM.
23/09: SEMIOLOGIA DO SISTEMA REPRODUTOR PEQ. ANIM.
30/09: SEMIOLOGIA DO SISTEMA CARDIOVASCULAR PEQ. ANIM.
07/10: SEMIOLOGIA DO SISTEMA TEGUMENTAR E ANEXOS PEQ. ANIM.
14/10: PROVA 1
21/10: SEMIOLOGIA DO SISTEMA LOCOMOTOR PEQ. ANIM.
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CAMPUS DE CURITIBANOS
Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
Curitibanos – Santa Catarina
28/10: SEMIOLOGIA DO SISTEMA NEUROLÓGICO PEQ. ANIM.
04/11: SEMIOLOGIA DO SISTEMA DIGESTÓRIO GRAN. ANIM.
11/11: SEMIOLOGIA DO SISTEMA GENITO-URINÁRIO GRAN. ANIM.
18/11: SEMIOLOGIA DO SISTEMA CARDIORESPIRATÓRIO GRAN. ANIM.
25/11: SEMIOLOGIA DO SISTEMA TEGUMENTAR E ANEXOS GRAN. ANIM.
02/12: SEMIOLOGIA DO SISTEMA LOCOMOTOR E NEUROLÓGICO GRAN. ANIM.
09/12: PROVA 2
X. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia básica
FEITOSA, F. L. F. Semiologia Veterinária - A Arte do Diagnóstico. 2. ed. Roca, 2008.
ROSENBERGER, G.; DIRKSEN, G.; GRÜNDER, H. D.; STÖBER, M. Exame Clínico dos Bovinos. 3.
ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1993.
RADOSTITS, O. M.; MAYHEW, I. G. J.; HOUSTON, D. M. Exame Clínico e Diagnóstico em
Veterinária. 1. ed. Guanabara Koogan, 2002.
TAYLOR, S. M. Semiotécnica de pequenos. 1. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
Bibliografia complementar:
ETTINGER, S. J.; FELDMAN, E. C. Tratado de Medicina Interna Veterinária. 5. ed. Editora: Guanabara
Koogan. Vol. 1 e 2, 2004.
ROCKETT, J. Procedimentos Clínicos Veterinários na Prática de Grandes Animais. 1. ed. Cengage
Learning, 2012.
LORENZ, M. D. Diagnóstico Médico em Pequenos Animais. 3. ed. Roca, 2012.
NELSON, R. W.; COUTO, C. G. Medicina Interna de Pequenos Animais. 4. ed. Elsevier, 2010.
SMITH, B. P. Medicina Interna de Grandes Animais. 3. ed. Manole, 2006.
X. OBSERVAÇÕES GERAIS
176) A frequência às aulas da disciplina é obrigatória, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% das mesmas (parágrafo 2º art. 69,
Res. 017/Cun/97).
177) Ao aluno que não comparecer às provas ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será atribuída nota 0 (zero), conforme parágrafo 4º, art. 70, Res.
017/Cun/97.
178) Havendo discordância quanto ao valor atribuído à avaliação, o aluno poderá formalizar pedido de revisão de prova dentro do prazo de prazo de 2 (DOIS) dias
úteis, contadas a partir da divulgação do resultado.
179) O aluno que, por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar as provas previstas no plano de ensino deverá formalizar pedido de
avaliação à Diretoria Acadêmica, dentro do prazo de 3 (TRÊS) dias úteis, recebendo provisoriamente a menção I (caput, artigo 74, Res. 017/Cun/97). Cessado
o motivo que impediu a realização da avaliação, o aluno, se autorizado pela Diretoria Acadêmica, deverá fazê-la quando, então, tratando-se de nota final, será
encaminhada ao Departamento de Administração Escolar - DAE, pela Secretaria Acadêmica (parágrafo 1º, art. 74, Res. 017/Cun/97).Observação: O julgamento
do motivo que impediu a realização de qualquer uma das provas não é do professor ministrante. No caso da presente disciplina cabe à Diretoria Acadêmica
efetuar o julgamento e, se assim entender, autorizar por escrito que o professor ministrante realize outra avaliação. A avaliação substituta será efetuada em data
e horário fixados pelo professor ministrante.
180) Prescreve o parágrafo 2º do art. 70 da Res. 017/Cun/97: O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três) e
5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova avaliação no final do semestre.
181) Prescreve o parágrafo 3º do artigo 71 da Res. 017/Cun/97: O aluno enquadrado no caso anterior (previsto pelo parágrafo 2º do art. 70) terá sua nota final
calculada através da média aritmética entre a média das notas das avaliações parciais e a nota obtida na avaliação estabelecida no citado parágrafo.
182) Conforme o art. 59 da lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e o artigo Art. 27. do decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 as instituições de ensino
superior deverão oferecer adaptações de provas e os apoios necessários, previamente solicitados pelo aluno portador de deficiência, inclusive tempo adicional
para realização das provas, conforme as características da deficiência. A pessoa interessada na obtenção do benefício, juntando prova de sua condição, deverá
requerê-lo junto à Diretoria Acadêmica, que determinará as providências a serem cumpridas.
__________________________
Prof(a/s). Dr(a/s). CRISTIANO GOMES
PLANO DE ENSINO
SEMESTRE 2014-2
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CAMPUS DE CURITIBANOS
Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
Curitibanos – Santa Catarina
I. INFORMAÇÕES GERAIS
Código da
Nome da disciplina
disciplina
CBV7802 - Etologia e Bem-estar Animal
Professor(es) Responsável(is)
LUIZ ERNANI HENKES
Total de aulas semestrais
2 teóricos
II. REQUISITOS:
Não há requisitos
III. CURSO(s) PARA O(s) QUAL (is) A DISCIPLINA É OFERECIDA
552 Medicina Veterinária
IV. EMENTA
Aplicação de técnicas comportamentais para o uso e conservação animal. Guia de uso de animais em
estudos de etologia. O uso da Etologia pura na Etologia aplicada. Biologia da Conservação e o
Comportamento. Enriquecimento Ambiental. Uso da Etologia para o controle de animais problema.
Importância do bem-estar animal na Medicina Veterinária. Avaliação do bem estar animal das diferentes
espécies de interesse na Medicina Veterinária. Interação homem x animal, aspectos éticos e econômicos.
V. OBJETIVOS
Ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de:
1.
Entender a importância do bem estar animal, bem como analisar as
questões filosóficas sobre a interação homem-animal.
2.
Avaliar o bem estar animal, através de julgamento objetivo.
3.
Discutir o bem estar das seguintes categorias de animais: de
produção, de estimação, de lazer, de laboratório e silvestres.
4.
Desenvolver capacidade de raciocínio no contexto do BEA através da
discussão de temas pertinentes.
VI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. INTRODUÇÃO AO BEM-ESTAR ANIMAL
1.1. Definição
1.2. Histórico
1.3. Importância do bem-estar animal para o médico veterinário
1.4. Ética do bem-estar animal
• Principais linhas filosóficas
• Atitudes de diferentes sociedades
• Interação com outros conceitos éticos
• Religião e bem-estar animal.
2. FORMAS DE AVALIAÇÃO DO BEM-ESTAR ANIMAL
2.1. Cinco liberdades.
2.2. Medidas fisiológicas - definição de dor, estresse e distresse e suas
formas de medição
2.3. Alterações comportamentais.
2.4. Produção e sistema imune como indicadores de bem-estar.
3. BEM-ESTAR DOS ANIMAIS DE PRODUÇÃO
3.1. Manejo e avaliação do bem-estar de grupos de animais.
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CAMPUS DE CURITIBANOS
Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
Curitibanos – Santa Catarina
3.2.
3.3.
3.5.
3.6.
Bem-estar de bovinos, suínos e aves.
Bem-estar durante o transporte.
Influência da forma de comercialização sobre o bem-estar.
Abate humanitário.
4. BEM-ESTAR DE ANIMAIS DE TRABALHO
4.1. Bem-estar de espécies mais comumente utilizadas.
4.2. Benefícios da melhoria do bem-estar para animal e proprietário.
5. BEM-ESTAR DE ANIMAIS DE LABORATÓRIO
5.1. Uso de animais de laboratório.
5.2. Educação humanitária.
5.3. Pontos de aprimoramento.
6. BEM-ESTAR DE ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO E DE ANIMAIS UTILIZADOS PARA LAZER
6.1. Definição de termos.
6.2. A relação com animais de estimação e de lazer.
6.3. Pontos de aprimoramento.
7. BEM-ESTAR DE ANIMAIS SILVESTRES
7.1. Definição de termos.
7.2. Manejo de animais silvestres.
7.3. Exploração comercial da vida silvestre.
7.4. Pontos de aprimoramento.
8. ASPECTOS DE LEGISLAÇÃO E ACORDOS NACIONAIS E INTERNACIONAIS
8.1. Diferentes modelos de sistemas legais.
8.2. Diferentes tipos de leis.
8.3. Métodos de aplicação/fiscalização na prática.
8.4. Causas de baixa efetividade prática da legislação.
8.5. Métodos para se ultrapassar obstáculos à aplicação das leis.
8.6. Papel e forma de atuação do médico veterinário perito em bem-estar
animal.
9 - TEMAS LIVRES
9.1. Abordagem de temas sugeridos pelos discentes.
9.2. Abordagem das principais linhas de pesquisa mundiais em bem-estar animal,
atualizadas semestralmente.
9.3. Ética e alternativas para o uso de animais em ensino e pesquisa.
VII. METODOLOGIA DE ENSINO / DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA
As aulas teóricas serão em sua maior parte expositivas utilizando-se como
recursos, alternadamente, o quadro negro e o data show visando facilitar o
entendimento e a participação dos alunos.
Quartas das 8:30 às 11:50 e das 15:00 às 18:00
VIII. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
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A avaliação do desempenho de cada aluno dar-se-á através da realização de:
a) Três provas escritas, individuais e obrigatórias.
b) Seminário obrigatório sobre temas relacionados a Etolgia e ao Bem-Estar Animal.
As datas das provas escritas e apresentação dos seminários encontram-se no cronograma de atividades da
disciplina.
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0),
conforme o cálculo abaixo, e que tenha frequência mínima de 75 % das atividades da disciplina. Cálculo
para média final:
Média final = PI (peso 3,00) + PII (peso 5,00) + Seminário (peso 2,00)
* PI, PII = notas ponderadas das provas teóricas I e II.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) e/ou Seminário deverão proceder de acordo com a legislação
vigente na UFSC.
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme o
cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação:
A concessão de recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou
clínica não é obrigatória. Nestas disciplinas a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo
Colegiado de Curso, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97.
IX. CRONOGRAMA
Encontro (2 aulas cada) CONTEÚDO AULA (no. de aulas)
01 Apresentação da disciplina e Plano de Ensino (02)
02 Introdução ao estudo da etologia (02)
03 Efeito da domesticação no comportamento animal (02)
04 Estudo do comportamento animal como ferramenta importante na definição de sistemas de produção
animal (02)
05 Introdução ao Bem-Estar Animal (02)
06 Formas de Avaliação do Bem-Estar Animal (02)
07 Bem-Estar de Animais de Produção (02)
08 Abate humanitário de Bovinos, Suínos e Aves (02)
09 Prova I (02)
10 Bem-Estar de animais de estimação e lazer (02)
11 Bem-Estar de animais de trabalho (02)
12 Bem-Estar de animais silvestres e de laboratório (02)
13 Seminários 01 (02)
14 Seminários 02 (02)
15 Seminários 03 (02)
16 Seminários 04 (02)
17 Prova II (02)
18 Recuperação (02)
X. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia básica
BROOM, D.M.; FRASER, A.F. Comportamento e Bem-Estar de Animais Domésticos. 4th.ed. Barueri,
SP, Manole, 2010. 438p.
DEL-CLARO, K. Comportamento Animal. Uma Introdução à Ecologia Comportamental. Jundiaí:
Livraria Conceito, 2004.
FARACO, C.; SOARES. Fundamentos do comportamento canino e felino. Editora: Editora MedVet. 1.
Data:8 de October de 2014
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ed., 2013.
Bibliografia complementar:
BAETA, F. C.; SOUZA, C. F. Ambiência em Edificações Rurais - conforto animal. Editora UFV, 2010.
BENSON, G. J.; ROLLIN, B. E. The well-being of farm animals. Challenges and solutions. USA:
Blackwell, 2004.
FRASER, D. Understanding Animal Welfare: The Science in its Cultural Context (UFAW Animal
Welfare). New York: Wiley-Blackwell, 2008.
HOUPT, K. A. Domestic animal behavior for veterinarians and animal scientists. 4. ed. New York:
Wiley-Blackwell, 2004.
X. OBSERVAÇÕES GERAIS
183) A frequência às aulas da disciplina é obrigatória, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% das mesmas (parágrafo 2º art. 69,
Res. 017/Cun/97).
184) Ao aluno que não comparecer às provas ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será atribuída nota 0 (zero), conforme parágrafo 4º, art. 70, Res.
017/Cun/97.
185) Havendo discordância quanto ao valor atribuído à avaliação, o aluno poderá formalizar pedido de revisão de prova dentro do prazo de prazo de 2 (DOIS) dias
úteis, contadas a partir da divulgação do resultado.
186) O aluno que, por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar as provas previstas no plano de ensino deverá formalizar pedido de
avaliação à Diretoria Acadêmica, dentro do prazo de 3 (TRÊS) dias úteis, recebendo provisoriamente a menção I (caput, artigo 74, Res. 017/Cun/97). Cessado
o motivo que impediu a realização da avaliação, o aluno, se autorizado pela Diretoria Acadêmica, deverá fazê-la quando, então, tratando-se de nota final, será
encaminhada ao Departamento de Administração Escolar - DAE, pela Secretaria Acadêmica (parágrafo 1º, art. 74, Res. 017/Cun/97).Observação: O julgamento
do motivo que impediu a realização de qualquer uma das provas não é do professor ministrante. No caso da presente disciplina cabe à Diretoria Acadêmica
efetuar o julgamento e, se assim entender, autorizar por escrito que o professor ministrante realize outra avaliação. A avaliação substituta será efetuada em data
e horário fixados pelo professor ministrante.
187) Prescreve o parágrafo 2º do art. 70 da Res. 017/Cun/97: O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três) e
5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova avaliação no final do semestre.
188) Prescreve o parágrafo 3º do artigo 71 da Res. 017/Cun/97: O aluno enquadrado no caso anterior (previsto pelo parágrafo 2º do art. 70) terá sua nota final
calculada através da média aritmética entre a média das notas das avaliações parciais e a nota obtida na avaliação estabelecida no citado parágrafo.
189) Conforme o art. 59 da lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e o artigo Art. 27. do decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 as instituições de ensino
superior deverão oferecer adaptações de provas e os apoios necessários, previamente solicitados pelo aluno portador de deficiência, inclusive tempo adicional
para realização das provas, conforme as características da deficiência. A pessoa interessada na obtenção do benefício, juntando prova de sua condição, deverá
requerê-lo junto à Diretoria Acadêmica, que determinará as providências a serem cumpridas.
__________________________
Prof(a/s). Dr(a/s). LUIZ ERNANI HENKES
PLANO DE ENSINO
SEMESTRE 2014-2
I. INFORMAÇÕES GERAIS
Código da
Nome da disciplina
disciplina
CBV7804 - Melhoramento Animal
Professor(es) Responsável(is)
Erik Amazonas de Almeida
Total de aulas semestrais
2 teóricos, 2 práticos
II. REQUISITOS:
CNS 7314 – Estatística básica e Curso Veterinária: CBV7112– Genética Veterinária;
ou Curso Agronomia: AGC7102 - Genética
III. CURSO(s) PARA O(s) QUAL (is) A DISCIPLINA É OFERECIDA
552 Medicina Veterinária
IV. EMENTA
Ação gênica; herança; e componentes da variância; correlações genética, fenotípica e ambiental;
covariância genética entre parentes; parâmetros genéticos; seleção, diferencial de seleção e ganho
genético; métodos de seleção; interação genótipo ambiente; endogamia e cruzamento; manipulação
Data:8 de October de 2014
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genética.
V. OBJETIVOS
Objetivos Gerais:
Proporcionar aos alunos conhecimentos dos princípios gerais do processo genético
de melhoramento animal, buscando produção econômica integrada com os
objetivos sociais, sob critérios bioéticos e ambientais compatíveis aos anseios da
sociedade, através da correta exploração dos recursos zoogenéticos disponíveis.
Objetivos Específicos:
O aluno deverá ser capaz de compreender a estrutura populacional dos rebanhos e
entender como a genética se manifesta em nível populacional. O aluno deverá ser
ainda capaz de compreender o processo de seleção genética como um todo, e sua
influência na determinação de diferentes características expressas pelos animais.
Com base nestes conceitos, o aluno deve ser capaz de compreender a variabilidade
genética presente nos rebanhos, como ela é transmitida ao longo das gerações e a
sua importância para avanços no desenvolvimento da produção animal e científica.
Além disso, o aluno deverá ser capaz de utilizar os conhecimentos adquiridos para
interpretar os impactos que estes podem trazer na geração de novos métodos,
tecnologias e conhecimentos na sociedade e meio ambiente.
VI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Breve histórico do Melhoramento Animal
Introdução ao Curso de Melhoramento Animal
Considerações geraisConceitos
Fatores que afetam a taxa de melhoramento
Modos de ação gênica: Aditiva e não aditiva
Herança e meioHerdabilidade: conceito, classificação, aplicação
Repetibilidade: conceito, classificação, aplicação
Correlações fenotípicas, genéticas e de ambiente
Interação genótipo x ambiente.
Parentesco e endogamia: considerações gerais, conceitos, classificação, aplicação
Alelos recessivos, anomalias hereditárias.
Cruzamentos: conceito, heterose, estratégias, pontos observados
Tipos de cruzamentos, esquemas numéricos e gráficos
Formação de novas raças.
Seleção: considerações gerais, conceito, tipos de seleção
Diferencial de seleção e ganho genético
Intervalo entre gerações
Auxílios à seleção
VII. METODOLOGIA DE ENSINO / DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA
O conteúdo programático seráá́ desenvolvido por meio de aulas teóricas expositivas
dialogadas com auxilio de recursos audiovisuais, buscando incluir exemplos atuais
e do cotidiano dos estudantes. Atividades práticas dirigidas com uso de
ferramentas computacionais.
Atendimento extra classe:
Caso haja duvidas em relação aos conteúdos ministrados, o professor estará
disponível para atendimento em sua sala nos seguintes horários:
Segunda-feira e sexta-feira: 08:30 as 11:50 e terças-feiras das 13:30 às 15:00
Data:8 de October de 2014
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VIII. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
A avaliação do desempenho de cada aluno dar-se-á através da realização de:
a) Três provas escritas, individuais e obrigatórias.
b) Seminário obrigatório sobre temas relacionados ao Melhoramento das espécies de interesse
econômico.
As datas das provas escritas e apresentação dos seminários encontram-se no cronograma de atividades da
disciplina.
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0),
conforme o cálculo abaixo, e que tenha frequência mínima de 75 % das atividades da disciplina. Cálculo
para média final:
Média final = PI (peso 3,00) + PII (peso 5,00) + Seminário (peso 2,00)
* PI, PII = notas ponderadas das provas teóricas I e II.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) e/ou Seminário deverão proceder de acordo com a legislação
vigente na UFSC.
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme o
cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação:
A concessão de recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou
clínica não é obrigatória. Nestas disciplinas a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo
Colegiado de Curso, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97.
IX. CRONOGRAMA
Encontro (2 aulas cada) CONTEÚDO AULA (no. de aulas)
01 Apresentação da disciplina e Plano de Ensino (02)
02 Breve Histórico e introdução ao Melhoramento Animal (02)
03 Considerações gerais sobre o processo de Melhoramento Animal (02)
04 Genética Quantitativa (02)
05 Genética Quantitativa no Melhoramento Animal (02)
06 Herança, meio e herdabilidade: conceitos básicos e cálculo (02)
07 Herdabilidade: aplicação (02)
08 Herdabilidade: exercícios práticos
09 Repetibilidade: Conceitos, cálculo e aplicação (02)
10 Repetibilidade: exercícios práticos
11 Correlação genética, fenotípica e de ambiente (02)
12 Correlações: exercícios práticos
13 Efeito de Ambiente Materno e de Grupo (02)
14 Interação genótipo ambiente (02)
15 Anomalias hereditárias nos animais de interesse econômico (02)
16 Cruzamentos e Heterose (02)
17 Tipos de Cruzamentos e formação de novas raças (02)
18 Cruzamentos: Exercícios práticos
19 Parentesco e Endogamia (02)
20 Parentesco: exercícios práticos
21 Seleção: considerações gerais e conceitos (02)
22 Tipos de Seleção (02)
23 Diferencial de Seleção Ganho Genético e intervalo entre gerações (02)
24 Auxílios à seleção; Seleção para mais de uma característica (02)
Data:8 de October de 2014
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25 Sumário de Touros (02)
26 Biotecnologia no Melhoramento Animal (02)
27 Seleção Assistida por Marcadores Moleculares (02)
28 Uso de ferramentas moleculares (02)
29 Seminários 01 – Melhoramento genético de Bovinos de corte
30 Seminários 02 – Melhoramento genético de Bovinos de leite
31 Seminários 03 – Melhoramento genético de Aves de corte
32 Seminários 04 – Melhoramento genético de Aves de postura
33 Seminários 05 – Melhoramento genético de Ovinos
34 Seminários 06 – Melhoramento genético de Suínos
35 Prova II (02)
36 Recuperação
X. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia básica
GRIFFITHS, Anthony J. F. Introdução à genética. 9. ed. Rio de Janeiro (RJ): Guanabara Koogan, c2009.
xviii,712,[5]p. ISBN 9788527714976
PEREIRA, J.C.C. Melhoramento Genético Aplicado a Produção Animal. 6ª ed. Belo Horizonte:
FEPMVZ Editora, 2012.
RAMALHO, Magno Antonio Patto; SANTOS, João Bosco dos; PINTO, Cesar Augusto Brasil Pereira.
Genetica na agropecuaria. 4.ed. São Paulo (SP): Globo, c1995. 359 p. ISBN 8525006777 (enc.)
Bibliografia complementar:
CRUZ, C. D. Princípios de Genética Quantitativa. Viçosa: Editora UFV, 2005, 394p.
FALCONER, D. S. (Douglas Scott); MACKAY, Trudy F. C. Introduction to quantitative genetics. 4th. ed.
Harlow (U.K.): Pearson Prentice Hall, 1996. xv ,464p. ISBN 0582243025
EUCLIDES FILHO, K. Melhoramento genético animal no Brasil –fundamentos, história e importância.
EMBRAPA-CNPGC, 2000. Disponível em http://www.cnpgc.embrapa.br/publicacoes/doc/doc75/
Kinghorn, B. van der Werf, J. Ryan, M. Melhoramento Animal. Piracicaba: fealq, 2006, 367p.
REGITANO, L. C. de A.; COUTINHO, L. L. (Ed.). Biologia molecular aplicada à produção animal.
Brasília: Embrapa Informação Tecnológica, 2001, 215p.
X. OBSERVAÇÕES GERAIS
190) A frequência às aulas da disciplina é obrigatória, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% das mesmas (parágrafo 2º art. 69,
Res. 017/Cun/97).
191) Ao aluno que não comparecer às provas ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será atribuída nota 0 (zero), conforme parágrafo 4º, art. 70, Res.
017/Cun/97.
192) Havendo discordância quanto ao valor atribuído à avaliação, o aluno poderá formalizar pedido de revisão de prova dentro do prazo de prazo de 2 (DOIS) dias
úteis, contadas a partir da divulgação do resultado.
193) O aluno que, por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar as provas previstas no plano de ensino deverá formalizar pedido de
avaliação à Diretoria Acadêmica, dentro do prazo de 3 (TRÊS) dias úteis, recebendo provisoriamente a menção I (caput, artigo 74, Res. 017/Cun/97). Cessado
o motivo que impediu a realização da avaliação, o aluno, se autorizado pela Diretoria Acadêmica, deverá fazê-la quando, então, tratando-se de nota final, será
encaminhada ao Departamento de Administração Escolar - DAE, pela Secretaria Acadêmica (parágrafo 1º, art. 74, Res. 017/Cun/97).Observação: O julgamento
do motivo que impediu a realização de qualquer uma das provas não é do professor ministrante. No caso da presente disciplina cabe à Diretoria Acadêmica
efetuar o julgamento e, se assim entender, autorizar por escrito que o professor ministrante realize outra avaliação. A avaliação substituta será efetuada em data
e horário fixados pelo professor ministrante.
194) Prescreve o parágrafo 2º do art. 70 da Res. 017/Cun/97: O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três) e
5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova avaliação no final do semestre.
195) Prescreve o parágrafo 3º do artigo 71 da Res. 017/Cun/97: O aluno enquadrado no caso anterior (previsto pelo parágrafo 2º do art. 70) terá sua nota final
calculada através da média aritmética entre a média das notas das avaliações parciais e a nota obtida na avaliação estabelecida no citado parágrafo.
196) Conforme o art. 59 da lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e o artigo Art. 27. do decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 as instituições de ensino
superior deverão oferecer adaptações de provas e os apoios necessários, previamente solicitados pelo aluno portador de deficiência, inclusive tempo adicional
para realização das provas, conforme as características da deficiência. A pessoa interessada na obtenção do benefício, juntando prova de sua condição, deverá
requerê-lo junto à Diretoria Acadêmica, que determinará as providências a serem cumpridas.
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Prof(a/s). Dr(a/s). Erik Amazonas de Almeida
PLANO DE ENSINO
SEMESTRE 2014-2
I. INFORMAÇÕES GERAIS
Código da
Nome da disciplina
disciplina
CBV7805 - Nutrição dos Animais Domésticos
Professor(es) Responsável(is)
Carine Lisete Glienke
Total de aulas semestrais
4 teóricos, 2 práticos
II. REQUISITOS:
CBV7111
III. CURSO(s) PARA O(s) QUAL (is) A DISCIPLINA É OFERECIDA
552 Medicina Veterinária
IV. EMENTA
Importância da Nutrição Animal. Metabolismo dos nutrientes na nutrição de animais domésticos.
Composição química e utilização dos principais alimentos na alimentação de animais domésticos.
Exigências nutricionais e balanceamento da dieta. Princípios dos métodos de cálculo de ração para
animais domésticos.
V. OBJETIVOS
Objetivo geral:
- Apresentar aos acadêmicos conceitos básicos sobre a nutrição de animais
domésticos e o balanceamento de dietas.
Objetivos específicos:
- Aplicar conhecimentos sobre exigências nutricionais dos animais e sobre a
composição dos alimentos de forma a capacitar o aluno a realização de um
planejamento nutricional.
- O aluno deverá ser capaz de avaliar os impactos da nutrição animal na criação
das diferentes espécies de animais domésticos.
VI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. O objetivo da nutrição e da alimentação animal.
2. Os alimentos e os princípios nutritivos:
- Conceituação;
- Composição química;
-Métodos de avaliação da composição dos alimentos (Weende, Van Soest), ensaios
de digestibilidade, degradabilidade ruminal, balanço nutricional.
3. Os princípios nutritivos e suas finalidades nutricionais:
- Lipídios;
- Glicídios;
- Proteínas;
- Vitaminas;
- Minerais.
4. Alimentos:
- Grãos de cerais e seus subprodutos;
- Alimentos de origem animal;
Data:8 de October de 2014
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- Sementes oleaginosas e seus subprodutos;
- Forragem conservada e outros alimentos.
5. Exigências nutricionais e utilização dos nutrientes pelos animais domésticos:
- Particularidades das principais espécies de animais domésticos;
- Ingestão de alimentos e mecanismos de regulação do consumo;
- Uso de tabelas de composição de alimentos e exigências nutricionais;
6. Balanceamento de rações e misturas minerais:
- Princípios gerais, métodos de cálculo (quadrado de Pearson, método algébrico) e
uso de planilhas e programas para formulação de rações.
VII. METODOLOGIA DE ENSINO / DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA
Serão utilizadas atividades diversificadas a fim de facilitar a compreensão dos
conteúdos pelos alunos. As aulas serão principalmente expositivas e dialogadas,
visando estimular a participação dos alunos, os quais serão avaliados por sua
postura e interesse ao longo das aulas, bem como nas atividades em grupo. Serão
utilizados recursos didáticos (quadro e giz) e recursos audiovisuais (data-show e
vídeo). As aulas práticas serão realizadas em sala de aula e laboratório de
informática.
VIII. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
A avaliação será feita por meio de duas provas escritas abordando conteúdo teórico dos temas discutidos,
com peso de 70% da nota, um seminário com peso de 10% da nota e as atividades práticas e em sala de
aula com peso de 20%.
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme o
cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação:
A concessão de recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou
clínica não é obrigatória. Nestas disciplinas a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo
Colegiado de Curso, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97.
IX. CRONOGRAMA
1 11/08 Apresentação da disciplina. O objetivo da nutrição e da alimentação animal. Aula expositiva
2 12/08 Importância da nutrição animal. Atividade em grupos
3 18/08 Os alimentos e os princípios nutritivos - conceitos, composição química, métodos de avaliação.
Aula expositiva
4 19/08 Ensaios de digestibilidade, degradabilidade ruminal, balanço nutricional. Aula expositiva
5 25/08 Lipídios na nutrição animal Aula expositiva
6 26/08 Lipídios na nutrição animal Aula expositiva
7 01/09 Glipídios na nutrição animal Aula expositiva
8 02/09 Glipídios na nutrição animal Aula expositiva
9 08/09 Proteínas na nutrição animal Aula expositiva
10 09/09 Proteínas na nutrição animal Aula expositiva
11 15/09 Vitaminas na nutrição animal Aula expositiva.
12 16/09 Vitaminas na nutrição animal Aula expositiva
13 22/09 Minerais na nutrição animal Aula expositiva
14 23/09 Minerais na nutrição animal Aula expositiva
15 29/09 Primeira avaliação parcial
16 30/09 Alimentos – preparação seminários Atividade em grupos
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17 06/10 Apresentação seminários Atividade em grupos
18 07/10 Apresentação seminários Atividade em grupos
19 13/10 Ingestão e regulação do consumo Aula expositiva
20 14/10 Exigências nutricionais Aula expositiva
21 20/10 Particularidades das diferentes espécies de animais domésticos Aula expositiva
22 21/10 Particularidades das diferentes espécies de animais domésticos Aula expositiva
23 27/10 Uso de tabelas de exigências nutricionais. Atividade no moodle.
24 28/10 Ponto facultativo Atividade no moodle.
25 03/11 Balanceamento de rações e misturas minerais para animais domésticos. Aula expositiva.
26 04/11 Uso de planilhas e programas para formulação de rações. Aula prática
27 10/11 Balanceamento de rações e misturas minerais para animais domésticos. Atividade no moodle.
28 11/11 Balanceamento de rações e misturas minerais. Atividade no moodle.
29 17/11 Balanceamento de rações e misturas minerais para animais domésticos. Aula expositiva e
atividade individual.
30 18/11 Uso de planilhas e programas para formulação de rações. Aula prática
31 24/11 Balanceamento de rações e misturas minerais para animais domésticos. Aula expositiva.
32 25/11 Uso de planilhas e programas para formulação de rações. Aula prática
33 01/12 Segunda avaliação parcial
34 02/12 Uso de planilhas e programas para formulação de rações. Aula prática
35 08/12 Feriado
36 09/12 Encerramento da disciplina. Atividade em grupos.
X. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia básica
ANDRIGUETTO, J. M. et al. Normas e Padrões de Nutrição e Alimentação Animal. Curitiba, PR: Nobel.
Revisão 2000/2001
ANDRIGUETTO, J. M. et al. Nutrição Animal/ As Bases e os fundamentos da Nutrição Animal. Os
alimentos. 4. ed. São Paulo: Nobel, 1V, 1990.
ANDRIGUETTO, J. M. et al. Nutrição Animal/Alimentação Animal. 4. ed. São Paulo: Nobel, 2V, 1990.
BERCHIELLI, T. T; et al. Nutrição de Ruminantes. 1. ed. Funep, 2006.
Bibliografia complementar:
N.R.C. National Research Council. Nutrient Requeriments of Beef Cattle, 7th ed. Reviewed edition.
National Academy Press. Washington, D.C., 2000.
NATIONAL RESEARCH COUNCIL- NRC. Nutrient requirements of dairy cattle. 7.ed. Washington
DC:National Academy, 2001.
ROSTAGNO, H.S. et al. Composição de alimentos e exigências nutricionais de aves e suínos (tabelas
brasileiras). 3. ed. Viçosa, Universidade Federal de Viçosa,
2001.
X. OBSERVAÇÕES GERAIS
197) A frequência às aulas da disciplina é obrigatória, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% das mesmas (parágrafo 2º art. 69,
Res. 017/Cun/97).
198) Ao aluno que não comparecer às provas ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será atribuída nota 0 (zero), conforme parágrafo 4º, art. 70, Res.
017/Cun/97.
199) Havendo discordância quanto ao valor atribuído à avaliação, o aluno poderá formalizar pedido de revisão de prova dentro do prazo de prazo de 2 (DOIS) dias
úteis, contadas a partir da divulgação do resultado.
200) O aluno que, por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar as provas previstas no plano de ensino deverá formalizar pedido de
avaliação à Diretoria Acadêmica, dentro do prazo de 3 (TRÊS) dias úteis, recebendo provisoriamente a menção I (caput, artigo 74, Res. 017/Cun/97). Cessado
o motivo que impediu a realização da avaliação, o aluno, se autorizado pela Diretoria Acadêmica, deverá fazê-la quando, então, tratando-se de nota final, será
encaminhada ao Departamento de Administração Escolar - DAE, pela Secretaria Acadêmica (parágrafo 1º, art. 74, Res. 017/Cun/97).Observação: O julgamento
do motivo que impediu a realização de qualquer uma das provas não é do professor ministrante. No caso da presente disciplina cabe à Diretoria Acadêmica
efetuar o julgamento e, se assim entender, autorizar por escrito que o professor ministrante realize outra avaliação. A avaliação substituta será efetuada em data
e horário fixados pelo professor ministrante.
201) Prescreve o parágrafo 2º do art. 70 da Res. 017/Cun/97: O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três) e
5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova avaliação no final do semestre.
202) Prescreve o parágrafo 3º do artigo 71 da Res. 017/Cun/97: O aluno enquadrado no caso anterior (previsto pelo parágrafo 2º do art. 70) terá sua nota final
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
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CAMPUS DE CURITIBANOS
Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
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calculada através da média aritmética entre a média das notas das avaliações parciais e a nota obtida na avaliação estabelecida no citado parágrafo.
203) Conforme o art. 59 da lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e o artigo Art. 27. do decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 as instituições de ensino
superior deverão oferecer adaptações de provas e os apoios necessários, previamente solicitados pelo aluno portador de deficiência, inclusive tempo adicional
para realização das provas, conforme as características da deficiência. A pessoa interessada na obtenção do benefício, juntando prova de sua condição, deverá
requerê-lo junto à Diretoria Acadêmica, que determinará as providências a serem cumpridas.
__________________________
Prof(a/s). Dr(a/s). Carine Lisete Glienke
PLANO DE ENSINO
SEMESTRE 2014-2
I. INFORMAÇÕES GERAIS
Código da
Nome da disciplina
disciplina
CNS7215 - Sociologia Rural
Professor(es) Responsável(is)
Zilma Isabel Peixer
Total de aulas semestrais
3 teóricos
II. REQUISITOS:
Não há requisitos
III. CURSO(s) PARA O(s) QUAL (is) A DISCIPLINA É OFERECIDA
551 Ciências Rurais, 552 Medicina Veterinária, 553 Engenharia Florestal, 555 Agronomia
IV. EMENTA
Definição de Sociologia Rural e campo temático. Estrutura fundiária e políticas de reforma agrária;
formação sócio-econômica rural e relação com os modelos de desenvolvimento do Brasil. Agricultura
familiar e agricultura patronal no Brasil. Estratificação e desigualdade rural. Comunidades tradicionais e
ancestrais (origens africanas e ameríndias); diversidade sócio cultural da população rural, história e
relações étnico-raciais. Relação campo-cidade, políticas de desenvolvimento territorial e sustentabilidade
V. OBJETIVOS
Objetivos Gerais:
Criar espaços de reflexão sobre o mundo rural brasileiro, com ênfase na
compreensão da estrutura fundiária, da questão agrária nacional, do processo de
estratificação e diversificação social no meio rural.
Objetivos Específicos:
. Propiciar aos alunos referenciais para o entendimento do mundo social, cultural e
econômico;
- Habilitar no uso de instrumentos de análise sócio cultural para estudos sobre o
meio rural brasileiro;
- Compreender a multidimensionalidade do mundo rural brasileiro ;
- Desenvolver perspectiva critica e humanística;
VI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
I - Sociologia Rural: uma introdução aos estudos do campo no Brasil.
II - formação socioeconômica rural e relação com os modelos de desenvolvimento
do Brasil
III - Estrutura fundiária no Brasil: histórico e dilemas atuais;
IV - Agricultura familiar e agricultura patronal no Brasil
Data:8 de October de 2014
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V - Estratificação e desigualdade rural (Estudos sobre desigualdade social: Classes
sociais e agricultura)
VI - Comunidades tradicionais e ancestrais (origens africanas e ameríndias);
VII - Diversidade sociocultural, história e relações étnico-raciais no campo brasileiro.
VIII - Relação campo-cidade, políticas de desenvolvimento territorial e
sustentabilidade
VII. METODOLOGIA DE ENSINO / DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA
Aulas expositivas e dialogadas; organização de seminários e ciclos de debates.
Poderá ser organizado viagem de estudos, conforme o interesse da turma.
Caso haja dúvidas em relação aos conteúdos ministrados, o professor estará
disponível para atendimento em sua sala nos seguintes horários: Quinta feira das
8:20 as 10:00
VIII. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
A avaliação será processual, através da participação em sala de aula e nas atividades propostas:
a) Seminário temático em grupo com apresentação datas em outubro, novembro
b) Duas provas sobre os conteúdos trabalhados em sala (Individual); Datas em setembro e novembro
c) Resenha e apresentação artigo cientifico;
As datas da prova, seminários e resenha está no cronograma.
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0) e
que tenha freqüência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) e ao seminário deverão proceder de acordo com a legislação vigente
na UFSC.
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme o
cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação:
A concessão de recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou
clínica não é obrigatória. Nestas disciplinas a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo
Colegiado de Curso, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97.
IX. CRONOGRAMA
Aulas na Terça e Quinta Feira
Agosto - Terça (12, 19, 26) - Quinta ( 14,21,28)
01- Sociologia Rural: uma introdução aos estudos do campo no Brasil.
02 - Formação socioeconômica rural e relação com os modelos de desenvolvimento do Brasil
03 – formação socioeconômica rural e relação com os modelos de desenvolvimento do Brasil (Resenha)
Setembro: Terça (02.09,16,23,30) - Quinta ( 4,11,18,15)
04- Estrutura fundiária no Brasil: histórico e dilemas atuais (Resenha)
05 – Estrutura fundiária no Brasil: histórico e dilemas atuais – Debate a questão Agrária (Resenha)
06- Agricultura familiar e agricultura patronal no Brasil – (Resenha)
07- Agricultura familiar e agricultura patronal no Brasil – (Resenha)
08- Prova 1
Outubro - Terça (07,14,21,28) - Quinta ( 02,09,16,23,30)
09 - Estratificação e desigualdade rural - Estudos sobre desigualdade social: Classes sociais e agricultura
(Resenha)
10 - Continuidade (Resenha)
11 - Comunidades tradicionais e ancestrais (origens africanas e ameríndias); Seminário 1 a
Data:8 de October de 2014
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12 - Seminário 1b
Novembro - Terça (04,11,18,25) - Quinta ( 06,13,20,27)
13 - Diversidade sócio cultural da população rural, história e relações étnico-raciais Seminário 2A
14 - Seminário 2B
15 - Relação campo-cidade, políticas de desenvolvimento territorial e sustentabilidade
16 - Prova 2
Dezembro - Terça (02,09) - Quinta (04,11)
17 - Sociologia e Ciência Agrárias
18 – Atividades de reposição
X. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia básica
AUED, Bernadete w; VENDRAMINI, Célia. R. O campo em Debate. In: Educação do campo: desafios
teóricos e práticos. Florianópolis: Insular. 2009. P. 25 – 39.
FURTADO, Celso. Formação Econômica do Brasil. SP: Companhia das letras, 2007.
GOULART, Alcides. Formação Econômica de Santa Catarina. Fpolis: Ed. UFSC. 2007
MARES, Carlos Frederico. A Função social da Terra. Porto Alegre: Antonio Fabris, 2003
VEIGA, José Eli. O desenvolvimento agrícola: uma visão histórica. SP:Edusp 2007
BALSAN, R. Impactos decorrentes da modernização da agricultura brasileira. Campo-Território: revista
de geografia agrária, v. 1, n. 2, p. 123-151, ago. 2006. 124. Disponivel:
www.seer.ufu.br/index.php/campoterritorio/article/download/.../6900
Bibliografia complementar:
ABRAMOVAY, R. O futuro das regiões rurais. RS: Ed. UFRGS, 2003
BURSZTYN, Marcel.; PERSEGONA, Marcelo. A grande transformação ambiental: uma cronologia da
dialética homem-natureza. Rio de Janeiro: Garamond, 2008.
BHABHA, Homi K. O local da Cultura. Belo Horizonte, Ed. UFMG, 2007.
COSTA, Rogerio H. da (Rojerio Haesbaert da). O mito da desterritorialização: do "fim dos territórios" à
multiterritorialidade. 5. ed. rev. Rio de Janeiro (RJ): Bertrand Brasil, 2010.
DIAMOND, Jared. Armas, germes e aço: os destinos das sociedades humanas. 12. ed. Rio de Janeiro
(RJ): Record, 2010
POCHMANN Marcio (ET all) Atlas da nova estratificação social no Brasil: proprietários, concentração e
continuidades. V.3 São Paulo, Cortez, 2009
SCHNEIDER, S. Agricultura familiar e industrialização. –pluriatividade e descentralização industrial no
Rio Grande do Sul. Porto Alegre. Ed. UFRGS, 1999
VANDERLEY m. N. et all (org) Camponeses brasileiros. vol 1. MDA/NEAD/Unesp. 2009
VEIGA, José Eli. Cidades Imaginárias: O Brasil é menos urbano do que se calcula. Campinas/SP:
Autores Associados, 2003.
Wanderley, Maria de Nazareth Baudel. O Mundo Rural como um espaço de vida: reflexões sobre a
propriedade da terra, agricultura familiar e ruralidade. RS: UFRGS, 2009.
X. OBSERVAÇÕES GERAIS
204) A frequência às aulas da disciplina é obrigatória, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% das mesmas (parágrafo 2º art. 69,
Res. 017/Cun/97).
205) Ao aluno que não comparecer às provas ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será atribuída nota 0 (zero), conforme parágrafo 4º, art. 70, Res.
017/Cun/97.
206) Havendo discordância quanto ao valor atribuído à avaliação, o aluno poderá formalizar pedido de revisão de prova dentro do prazo de prazo de 2 (DOIS) dias
úteis, contadas a partir da divulgação do resultado.
207) O aluno que, por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar as provas previstas no plano de ensino deverá formalizar pedido de
avaliação à Diretoria Acadêmica, dentro do prazo de 3 (TRÊS) dias úteis, recebendo provisoriamente a menção I (caput, artigo 74, Res. 017/Cun/97). Cessado
o motivo que impediu a realização da avaliação, o aluno, se autorizado pela Diretoria Acadêmica, deverá fazê-la quando, então, tratando-se de nota final, será
encaminhada ao Departamento de Administração Escolar - DAE, pela Secretaria Acadêmica (parágrafo 1º, art. 74, Res. 017/Cun/97).Observação: O julgamento
do motivo que impediu a realização de qualquer uma das provas não é do professor ministrante. No caso da presente disciplina cabe à Diretoria Acadêmica
efetuar o julgamento e, se assim entender, autorizar por escrito que o professor ministrante realize outra avaliação. A avaliação substituta será efetuada em data
Data:8 de October de 2014
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e horário fixados pelo professor ministrante.
208) Prescreve o parágrafo 2º do art. 70 da Res. 017/Cun/97: O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três) e
5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova avaliação no final do semestre.
209) Prescreve o parágrafo 3º do artigo 71 da Res. 017/Cun/97: O aluno enquadrado no caso anterior (previsto pelo parágrafo 2º do art. 70) terá sua nota final
calculada através da média aritmética entre a média das notas das avaliações parciais e a nota obtida na avaliação estabelecida no citado parágrafo.
210) Conforme o art. 59 da lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e o artigo Art. 27. do decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 as instituições de ensino
superior deverão oferecer adaptações de provas e os apoios necessários, previamente solicitados pelo aluno portador de deficiência, inclusive tempo adicional
para realização das provas, conforme as características da deficiência. A pessoa interessada na obtenção do benefício, juntando prova de sua condição, deverá
requerê-lo junto à Diretoria Acadêmica, que determinará as providências a serem cumpridas.
__________________________
Prof(a/s). Dr(a/s). Zilma Isabel Peixer
PLANO DE ENSINO
SEMESTRE 2014-2
I. INFORMAÇÕES GERAIS
Código da
Nome da disciplina
disciplina
CNS7314 - Estatística Básica
Professor(es) Responsável(is)
CRYSTTIAN A. PAIXÃO
Total de aulas semestrais
2 teóricos, 2 práticos
II. REQUISITOS:
Não há requisitos
III. CURSO(s) PARA O(s) QUAL (is) A DISCIPLINA É OFERECIDA
551 Ciências Rurais, 552 Medicina Veterinária, 553 Engenharia Florestal, 555 Agronomia
IV. EMENTA
Análise estatística na área de ciências agrárias. Estatística descritiva: Organização, resumo e
apresentação de dados estatísticos. Técnicas de amostragem. Noções de probabilidade. Inferência
estatística. Tabelas de contingência. A informática na Estatística.
V. OBJETIVOS
Objetivo Geral:
Capacitar o estudante na formação básica do uso da ferramenta Estatística e no
emprego correto da metodologia de coleta, análise e interpretação a partir de
dados estatísticos, coletados em plantas, animais e/ou humanos com o uso de
programas estatísticos em computador.
Objetivos Específicos:
1. Compreender e aplicar os métodos da Estatística para a resolução de problemas
vinculados a área de Ciências Rurais;
2. Capacitar o estudante a coletar, organizar, analisar e interpretar dados
estatísticos;
3. Capacitar o estudante a utilizar programas estatísticos ou planilhas eletrônicas
para a tabulação e análise de dados.
VI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Apresentação da disciplina, Introdução, Conceitos básicos e Definições. Amostra
e População. Tipos de variáveis e importância da pesquisa experimental;
2. Tabelas de distribuição de freqüência: tipos; amplitude e número de classes.
Representação gráfica;
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
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CAMPUS DE CURITIBANOS
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3. Estatística descritiva: 1) Distribuição de freqüências, Medidas de tendência
central (média aritmética, mediana e moda); 2) Medidas de dispersão: amplitude
total, variância, desvio padrão, coeficiente de variação. Erro padrão da média;
Principais diferenças entre dados isolados e dados agrupados;
4. Distribuições teóricas de probabilidade para variáveis discretas e contínuas;
5. Inferência Estatística. Testes de hipótese; Testes paramétricos e nãoparamétricos;
6. Utilização de Programas de computador - Tipos de análises, formatação dos
dados, principais comandos e registros de saída.
VII. METODOLOGIA DE ENSINO / DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA
1. Aulas Teóricas – Aulas expositivas do conteúdo programático em sala;
2. Aulas Práticas – Utilização de programas em computador no Laboratório de
Informática. Desenvolvimento de atividades práticas, em casa de vegetação, para
fixar conceitos de Estatística aplicados às Ciências Agrárias;
3. Relatório – Relatório técnico descrevendo todas as etapas e resultados do
experimento realizado na casa de vegetação;
4. Seminário – Apresentação utilizando recursos audiovisuais contendo a síntese
dos principais resultados e conclusões do experimento;
VIII. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
Serão realizadas três prova escritas individuais (100% da média final) abrangendo o conteúdo ministrado
(cumulativo). Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula
zero (6,0), conforme o cálculo abaixo, e que tenha frequência de, no mínimo, 75% das atividades da
disciplina; Cálculo para a média final: Média final = [PI (20%) + PII (30%) + PIII (50%)], onde: PI = 1°
Prova; PII = 2° Prova e PIII = 3° Prova;
Os alunos que faltarem à(s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
FICA PROIBIDA A UTILIZAÇÃO DE APARELHO CELULAR E/OU LAPTOP EM SALA DE
AULA, SENDO QUE SERÁ ATRIBUÍDA NOTA ZERO (na nota da avaliação que irá conter o tópico da
aula) AOS ALUNOS QUE UTILIZAREM ESTES APARELHOS ELETRÔNICOS EM AULA. ¶Os
alunos que participarem do apoio pedagógico receberão um bônus ao final do semestre. Os alunos
participantes, com frequência igual ou superior a 90% e com todas as atividades em dia, receberão um
adicional de 20% em relação a sua média parcial (que é a média das três provas). Ou seja, se o aluno ficar
com média parcial 5,0 e frequentou o apoio pedagógico (frequência igual ou maior que 90%) realizando
todas as atividades, vai receber 1,0 ponto extra na média, fechando sua nota com 6,0. Se o aluno ficar
com média parcial 4,0 e frequentou o apoio pedagógico (frequência igual ou maior que 90%) realizando
todas as atividades, vai receber 0,8 pontos adicionais na média, fechando sua nota com 4,8. Nenhuma
bonificação será ofertada para os alunos que não participarem do apoio pedagógico.
Recuperação:
Não haverá recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou
clínica definidas pelo Colegiado, para as quais a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do
respectivo Colegiado, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/9730.
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme o
cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação:
A concessão de recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou
clínica não é obrigatória. Nestas disciplinas a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo
Colegiado de Curso, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97.
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
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Curitibanos – Santa Catarina
IX. CRONOGRAMA
1ª semana
Importância da Estatística básica e da pesquisa experimental; Conceitos básicos e definições.
2ª semana
Amostra e População. Tipos de variáveis. Tipos de amostragem. Coleta de dados.
3ª semana
Tabelas de distribuição de frequência; Representação gráfica.
4ª semana
Medidas Descritivas: 1) Medidas de tendência central: média, moda e mediana;
5ª semana
2) Medidas de dispersão: Variância e desvio padrão; Coeficiente de variação. Erro padrão da média.
6ª semana
Prova I
7ª semana
Noções básicas de probabilidade.
8ª semana
Modelos probabilísticos para variáveis aleatórias discretas I
9ª semana
Modelos probabilísticos para variáveis aleatórias discretas II.
10ª semana
Modelos probabilísticos para variáveis aleatórias contínuas I.
11ª semana
Modelos probabilísticos para variáveis aleatórias contínuas II.
12ª semana
Prova II
13ª semana
Intervalos de confiança para uma proporção e para uma média.
14ª semana
Testes de Hipóteses. Inferência para uma população: teste z e teste t.
15ª semana
Inferência para duas populações: teste z e teste t.
16ª semana
Uso de software para aplicação do teste z e do teste t.
17ª semana
Apresentação de resultados estatísticos em documentos acadêmicos e atividades complementares
18ª semana
Prova III
X. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia básica
ANDRADE, D.F. & OGLIARI, P.J. Estatística para as Ciências Agrárias e Biológicas – com noções de
experimentação. 2ª Ed. Revisada e Ampliada. Florianópolis: Editora UFSC. 470p, 2010.
BUSSAB, W. O.; MORETTIN, P.A. Estatística Básica. 5ª Ed. São Paulo: Saraiva, 321p, 2004.
MORETTIN, L.G. Estatística Básica: Probabilidade e inferência. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 375p,
2010.
TRIOLA, M. F. Introdução à Estatística. 10ª Ed. Rio de Janeiro: LTC, 726p, 2008.
Bibliografia complementar:
BARBETTA, P.A. Estatística Aplicada às Ciências Sociais. 4ª Ed. Florianópolis: Editora UFSC, 838p,
2001.
Data:8 de October de 2014
Versão aprovada no colegiado do curso.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CAMPUS DE CURITIBANOS
Rod. Municipal Ulysses Gaboardi, km 3 – CEP 89.529-000 Cx.P. 101
Curitibanos – Santa Catarina
BEIGUELMAN, B. Curso Prático de Bioestatística, 5ª Ed. Ribeirão Preto: FUNPEC, 274p, 2002.
MORETTIN, L.G. Estatística básica : Probabilidade. 7ª Ed. São Paulo: Makron Books, 210p, 1999.
SOKAL, R.R.& ROHLF, F.J. Biometry, 3ª Ed. San Francisco: Freeman and Company, 776p, 1995.
SPIEGEL, M. R. Estatística. 3ª Ed. São Paulo: Pearson Makron Books, 660p, 2009.
X. OBSERVAÇÕES GERAIS
211) A frequência às aulas da disciplina é obrigatória, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% das mesmas (parágrafo 2º art. 69,
Res. 017/Cun/97).
212) Ao aluno que não comparecer às provas ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será atribuída nota 0 (zero), conforme parágrafo 4º, art. 70, Res.
017/Cun/97.
213) Havendo discordância quanto ao valor atribuído à avaliação, o aluno poderá formalizar pedido de revisão de prova dentro do prazo de prazo de 2 (DOIS) dias
úteis, contadas a partir da divulgação do resultado.
214) O aluno que, por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar as provas previstas no plano de ensino deverá formalizar pedido de
avaliação à Diretoria Acadêmica, dentro do prazo de 3 (TRÊS) dias úteis, recebendo provisoriamente a menção I (caput, artigo 74, Res. 017/Cun/97). Cessado
o motivo que impediu a realização da avaliação, o aluno, se autorizado pela Diretoria Acadêmica, deverá fazê-la quando, então, tratando-se de nota final, será
encaminhada ao Departamento de Administração Escolar - DAE, pela Secretaria Acadêmica (parágrafo 1º, art. 74, Res. 017/Cun/97).Observação: O julgamento
do motivo que impediu a realização de qualquer uma das provas não é do professor ministrante. No caso da presente disciplina cabe à Diretoria Acadêmica
efetuar o julgamento e, se assim entender, autorizar por escrito que o professor ministrante realize outra avaliação. A avaliação substituta será efetuada em data
e horário fixados pelo professor ministrante.
215) Prescreve o parágrafo 2º do art. 70 da Res. 017/Cun/97: O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três) e
5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova avaliação no final do semestre.
216) Prescreve o parágrafo 3º do artigo 71 da Res. 017/Cun/97: O aluno enquadrado no caso anterior (previsto pelo parágrafo 2º do art. 70) terá sua nota final
calculada através da média aritmética entre a média das notas das avaliações parciais e a nota obtida na avaliação estabelecida no citado parágrafo.
217) Conforme o art. 59 da lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e o artigo Art. 27. do decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 as instituições de ensino
superior deverão oferecer adaptações de provas e os apoios necessários, previamente solicitados pelo aluno portador de deficiência, inclusive tempo adicional
para realização das provas, conforme as características da deficiência. A pessoa interessada na obtenção do benefício, juntando prova de sua condição, deverá
requerê-lo junto à Diretoria Acadêmica, que determinará as providências a serem cumpridas.
__________________________
Prof(a/s). Dr(a/s). CRYSTTIAN A. PAIXÃO
PLANO DE ENSINO
SEMESTRE 2014-2
I. INFORMAÇÕES GERAIS
Código da
Nome da disciplina
disciplina
CNS7716 - Extensão rural
Professor(es) Responsável(is)
Luis Alejandro Lasso gutiérrez
Total de aulas semestrais
2 teóricos
II. REQUISITOS:
Economia e administração rural CRC7215
III. CURSO(s) PARA O(s) QUAL (is) A DISCIPLINA É OFERECIDA
552 Medicina Veterinária, 553 Engenharia Florestal, 555 Agronomia
IV. EMENTA
Caracterização do meio rural e da Extensão rural no Brasil: história e bases teóricas sob uma visão
crítica. Revolução verde e modernização da agricultura. Perfil e prática extensionistas. Extensão rural e
sistemas locais de conhecimento e inovação: prática dialógica, comunicação e metodologia. Modelos
pedagógicos, métodos e técnicas sociais em extensão rural. Planejamento da ação extensionista. Estado,
centralização e descentralização: extensão e pesquisa agropecuária. Política Nacional de Assistência
técnica e Extensão Rural, novas instâncias participativas, desafios e perspectivas.
V. OBJETIVOS
Objetivos Gerais:
Data:8 de October de 2014
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- Possibilitar ao aluno uma melhor compreensão da assistência técnica e da
extensão rural pública governamental como parte de um projeto político,
vinculando essa dinâmica com os modelos políticos e econômicos hegemônicos ao
longo da história recente até a atualidade.
- Entender a vinculação das práticas utilizadas pela Extensão com as práticas de
assistência técnica no primeiro setor (prefeituras municipais, governações,
entidades de pesquisa e extensão), no segundo setor (ou de “fomento” de
empresas privadas e grandes cooperativas), seja no terceiro setor (ONG,
associações).
- Desenvolver competências para a elaboração, implementação e avaliação de
processos e/ou projetos de extensão rural, no contexto das políticas públicas
nacional e estadual (Santa Catarina) vigentes.
VI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Caracterização do meio rural e da Extensão rural no Brasil: história e bases teóricas
sob uma visão crítica. Revolução verde e modernização da agricultura. Perfil e
prática extensionistas. Extensão rural e sistemas locais de conhecimento e
inovação: prática dialógica, comunicação e metodologia. Modelos pedagógicos,
métodos e técnicas sociais em extensão rural. Planejamento da ação extensionista.
Estado, centralização e descentralização: extensão e pesquisa agropecuária.
Política Nacional de Assistência técnica e Extensão Rural, novas instâncias
participativas, desafios e perspectivas.
VII. METODOLOGIA DE ENSINO / DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA
As aulas serão em sua maior parte expositivas/dialogadas utilizando-se como
recursos, o quadro negro, o data show, com vistas a facilitar o entendimento e a
participação dos alunos.
Trabalho em grupo desenvolvido ao longo do semestre incluindo um seminário final
e 2 saídas a campo com trabalho final como resultado
A apresentação do resultado de trabalho em grupo por sessão também compõe a
estratégia de aprendizagem e trocas de informações entre os alunos. Pesquisas a
campo. Leitura e resenhas críticas de livros e artigos como forma de avaliar o
trabalho e compreensão individual dos conteúdos.
Palestras com visitantes e/ou visitas de conhecimento serão utilizadas dentro do
possível e viável a executar.
A assiduidade às aulas é obrigatória e recomendável. Porém, nos casos de falta,
sugere-se o contato com colega(s) e/ou ministrante para tomar ciência do que foi
ministrado, de eventual material distribuído, etc.
Atendimento extra classe
Caso haja dúvidas em relação aos conteúdos ministrados, o ministrante estará
disponível para atendimento nas terças-feiras das 9:00 às 11:00 e as quintas-feiras
das às 10:00 ao meio dia. Ou via e-mail [email protected]
VIII. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
A avaliação do desempenho de cada aluno dar-se-á através do computo de quatro items com o mesmo
peso 25%, assim:
- Trabalhos de caráter individual e participação individual ao longo do semestre (25%).
- Trabalho em grupo ao longo do semestre (25%)
- Trabalho em grupo final (Seminário e trabalho escrito – 25%)
Data:8 de October de 2014
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- Prova final individual (Resenha crítica mais perguntas gerais – 25%)
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), e
que tenha freqüência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme o
cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação:
A concessão de recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou
clínica não é obrigatória. Nestas disciplinas a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo
Colegiado de Curso, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97.
IX. CRONOGRAMA
15-ago Apresentação da disciplina /Introdução à extensão rural (Leitura)
22-ago Introdução ao pensamento sistêmico
29-ago Mudança de paradigma, complexidade e modernização da agricultura (deixa leitura)
5-set Semana da Agronomia - trabalho extra aula leitura história (1ro fichamento)
12-set Historia e trajetória da Extensão rural no mundo e no Brasil diagnóstico rural participativo
19-set 1ra saida a campo prática em grupo e Extensão rural na perspectiva dos movimentos sociais e o
estado
26-set Pedagogias de Ater
3-out Principios pedagógicos de ater
10-out Metodologias de extensão rural
17-out Política nacional de ATER e Extensão rural na perspectiva dos movimentos sociais e a epagri
24-out Política nacional de ATER e Extensão rural na perspectiva dos movimentos sociais e a epagri
31-out 2da saída a campo Práticas de metodologias de extensão 2
7-nov Níveis de participação e Diagnóstico e planejamento rural participativo
14-nov Educação do campo e medios de comunicação
21-nov trabalho extra aula
28-nov Tópicos finais em extensão rural
5-dez 1ra Sessão de seminários finais
12-dez 2da sessão de seminários finais
X. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia básica
CAPORAL, Francisco Roberto; COSTABEBER, José Antônio. Agroecologia: alguns conceitos e
princípios.Brasília, DF: MDA/SAF/DATER-IICA, 2007. 24 p.
CAPORAL, Francisco Roberto; COSTABEBER, José Antônio. Agroecologia e extensão rural:
contribuições para a promoção do desenvolvimento rural sustentável. 3.ed. Brasília, DF: MDA/NEAD,
2007. 166 p.
OLINGER, Glauco. 50 anos de extensão rural: breve histórico do serviço de extensão rural no Estado de
Santa Catarina 1956 a 2006. Florianópolis EPAGRI - Empresa de Pesquisa Agropecuária e Difusão de
Tecnologia de SC 2006 72p.
SIMON, Álvaro Afonso. A extensão rural e o novo paradigma. Florianópolis: EPAGRI - Empresa de
Pesquisa Agropecuária e Difusão de Tecnologia de SC, 1996. 26p. (EPAGRI. Documentos, 176)
THEODORO,SuziHuff(Org.);DUARTE,LauraMariaGoulart(Org.);VIANA,JoãoNildodeSouza
(Org.).
Agroecologia: um novo caminho para a extensão rural sustentável. Rio de Janeiro: Garamond, 2009. 234
p. (Coleção terra mater). ISBN 9788576171683..
VILLALOBOS, Jorge Ulises Guerra. Alfabetização: a ação junto aos movimentos rurais. Maringá: Ed. da
UEM, 2000. 66p. ISBN 8587884026.
Data:8 de October de 2014
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Bibliografia complementar:
BROSE, M. Participação na Extensão Rural. Experiências inovadoras de desenvolvimento local. Porto
Alegre. Editorial Tomo. 2004. 256p.
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. Pesquisa participante. São Paulo: Brasiliense, 1981.
BROSE, M. (org.) Metodologia Participativa: Uma introdução a 29 instrumentos. Porto Alegre: Tomo
Editorial, 2001.
BUARQUE, S. C. Construindo o desenvolvimento local sustentável: Metodologias de planejamento. Rio
de Janeiro: Garamond, 2002.
CAPORAL, F. R.; COSTABEBER, J. A. Agroecologia e desenvolvimento rural sustentável: perspectivas
para uma nova extensão rural. In. Revista Agroecologia e desenvolvimento rural sustentável. Porto
Alegre, v. 1, No. 1, jan/mar de 2000. Disponível em:
<<http://<www.geografia.fflch.usp.br/graduacao/apoio/Apoio/Apoio_Marta/2011/2semestre/13_CAPOR
AL_e_COSTABEBER_agroecologia.pdf>.
CONTRERAS, R. N. P. 1983. Os programas de educação não-formal como parte integrante do processo
de educação e organização popular. Em Aberto, Brasília, ano 2, (18):, ago/nov. 1983. DE JESUS, P. 2003.
Desenvolvimento Local. In: A. D., CATTANI (org). A Outra Economia. Porto Alegre, Vaz Editores. p.
72-75.
FAO. La Extensión Agrícola – Manual de consulta. Roma: FAO, 1987.
http://www.fao.org/docrep/007/y5673s/y5673s1o.htm
FERNANDES, B. M. 2004. Diretrizes de uma caminhada. In: M. G., ARROYO et al. (orgs). Por uma
Educação do Campo. Petrópolis, Vozes. 2004
FONSECA, Maria Teresa Lousa da. A Extensão Rural no Brasil, um projeto educativo para o capital. São
Paulo: Edições Loyola, 1985.
FREIRE, P. Extensão ou comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983. Disponível em:
http://files.comunidades.net/ufgagroecologia/Extensao_ou_Comunicacao.pdf
FREIRE, Paulo. Ação cultural como prática da liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981
GARCIA FILHO, D. P. Análise Diagnóstico de Sistemas Agrários: Guia Metodológico. Brasília:
INCRA/FAO, 2001.
GEILFUS, Frans. 80 Herramientas para el desarrollo participativo. San Salvador: IICA/GTZ,
1998.Disponível em: http://www20.gencat.cat/docs/Joventut/E-Joventut/Recursos/Tipus%20de
%20recurs/Documentacio/Internacional/Arxiu/80_Herramientas_para_el_desarrollo_participativo.pdf
GARBOSA NETO, Ângelo; Silvestre, Fernando Sérgio; Anzuategui, Ivan Andrade. Métodos e Meios de
comunicação para a Extensão Rural. Volume 2. Curitiba: Acarpa, 1982
KUMMER, Lydia. Metodologia Participativa no Meio Rural – uma visão interdisciplinar (conceitos,
ferramentas e vivências). Salvador: GTZ, 2007. Disponível em:
http://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=2&ved=0CDIQFjAB&url=http
%3A%2F%2Fwww.territoriosdacidadania.gov.br%2Fo
%2F3129656&ei=Su8tUubCL4zU9QSzs4DgAQ&usg=AFQjCNF3RCOjmUcWCBmemdwpLk_9MLvS
Hw&sig2=cUEYphEzmufHluqfCDT6oQ&bvm=bv.51773540,d.eWU
LASSO. L. A. G. Agroecologia e desenvolvimento de assentamentos de reforma agrária: ação coletiva e
sistemas locais de conhecimento e inovação na região metropolitana de porto alegre. Tese de Doutorado
(Pós-graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas) – UFSC – CFH. Florianópolis, 2012. Disponível
em: http://150.162.1.90/pergamum/biblioteca/index.php
LIMA. I. S. A participação como estratégia no contexto da transição de uma nova prática da extensão
rural para o desenvolvimento local. UNIrevista - Vol. 1, n° 3 : (julho 2006)
MDA/SAF/Dater. Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural para a Agricultura Familiar
e Reforma Agrária. MDA/SAF-Dater: Brasília, 2003 / 2010. Disponíveis no site do MDA
www.mda.gov.br, e em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Lei/L12188.htm.
MDA/SAF/CNATER. 1ª Conferência Nacional sobre Assistência Técnica e Extensão na Agricultura
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Familiar e na Reforma Agrária. MDA/SAF-Dater: Brasília 2010. Disponível em:
http://portal.mda.gov.br/portal/institucional/CNATER
MATURANA H.R. & VARELA, F.J. A árvore do conhecimento. As bases biológicas da compreensão
humana. São Paulo: Palas Athena, 2001.
MUSSOI. Eros M. Enfoques pedagógicos para intervenção no meio rural. Portal MDA. Secretaria de
Agricultura Familiar/Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural, Brasília-DF. 2006.
Disponível em:
http://www.google.com.br/url?
sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=4&ved=0CEMQFjAD&url=http%3A%2F
%2Fportal.mda.gov.br%2Fportal%2Fsaf%2Farquivos%2Fdownload%2FEnfoques_pedag
%25C3%25B3gicos_para_interven%25C3%25A7%25C3%25A3o_no_meio_rural.doc%3Ffile_id
%3D2906447&ei=7vYtUo_vA4_M9ATeg4DACg&usg=AFQjCNEmph7kH8QNZVtmM8sx0nX_sYkv2
Q&sig2=aaWUZj2owCk7Zh9nnu3mYQ&bvm=bv.51773540,d.eWU
OLINGER, Glauco. 50 anos de extensão rural: breve histórico do serviço de extensão rural no Estado de
Santa Catarina 1956 a 2006. Florianópolis, SC EPAGRI - Empresa de Pesquisa Agropecuária e Difusão
de Tecnologia de SC. 2006 72p.
PLOEG Van der J. D. Camponeses e impérios alimentares: Lutas por autonomia e sustentabilidade na era
da globalização. Série estudos rurais. Editora UFRGS. Porto Alegre, 2008.
SIMON, Alvaro Afonso e MOURA, Lino G, Vargas. Extensão rural para o ecodesenvolvimento.
Federação das Associações e Sindicatos dos Trabalhadores da Extensão Rural e do Setor Público
Agrícola do Brasil – FAZER. Aracaju – SE, Outubro de 2006. Disponível em:
http://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=3&ved=0CDsQFjAC&url=http
%3A%2F%2Fwww.asaers.org.br%2Ffotos%2FCONFASER
%2520TEMA.doc&ei=Bd4tUpfTKIjA8AT3voHgBQ&usg=AFQjCNE0vS2WlhGuUWgj_Xzulb7GPylN
CA&sig2=K290bZTpZbPpD1waQh40MQ&bvm=bv.51773540,d.eWU
PLOEG Van der J. D. Sete teses sobre a agricultura camponesa. In: PETERSEN, Paulo (org.). Agricultura
familiar camponesa na construção do futuro. Rio de Janeiro: AS-PTA, 2009.
QUEDA, O. A Extensão Rural no Brasil: da anunciação ao milagre da modernização agrícola. 1987.
201f. Tese (Livre Docência) – Escola Superior de Agricultura ― Luiz de Queiroz ‖ – Universidade de
São Paulo, Piracicaba, SP.
RAMOS, L.; TAVARES, J. (Org.). Assistência técnica e Extensão Rural: construindo o conhecimento
agroecológico. Manaus: Ed. Bagaço, 2006.
REDE DE INTERCÂMBIO DE TECNOLOGIAS ALTERNATIVAS-MG. Educação popular em
segurança alimentar e nutricional: uma metodologia de formação com enfoque de gênero. Belo
Horizonte: Rede de Intercâmbio de Tecnologias Alternativas, 2008. Disponível em:
http://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=1&ved=0CCsQFjAA&url=http
%3A%2F%2Fwww.territoriosdacidadania.gov.br%2Fo
%2F4314396&ei=V_YtUq3XIZDW8gSojIFA&usg=AFQjCNGuh51rMBZYtLJCQUasnhYVx6COGQ&
sig2=n5xh7NjlXX8adI1d3DlzMQ&bvm=bv.51773540,d.eWU
SABOURIN Eric. Camponeses do Brasil: Entre a troca mercantil e a reciprocidade. Garamond. Rio de
Janeiro. 2009.
SIMON, Alvaro Afonso. A extensão rural e o novo paradigma. Florianópolis, SC: EPAGRI - Empresa de
Pesquisa Agropecuária e Difusão de Tecnologia de SC, 1996. 26p. (EPAGRI. Documentos)
_________. Extensão rural em microbacias hidrográficas como estratégia de gestão ambiental no meio
rural catarinense: a qualidade dos sistemas sociais e ecológicos como um patrimônio comum. Tese de
Doutorado (Pós-graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas) – UFSC – CFH. Florianópolis, 2003.
Disponível em: http://portal.mda.gov.br/portal/saf/arquivos/view/ater/teses/Extens
%C3%A3o_Rural_em_Microbacias_Hidrogr%C3%A1ficas.pdf
TAVEIRA, Luís Renato Silva; Oliveira. Julieta Teresa Aier de. A extensão rural na perspectiva de
agricultores assentados do Pontal do Paranapanema – SP. In Revista. Economia e Sociologia Rural vol.46
no.1 Brasília Jan./Mar. 2008.
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Revista Extensão Rural e Desenvolvimento Rural Sustentável. (Emater/RS; Ascar/RS)
Revista Sociologia e política. UFSC
Revista Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade IDEAD. CPDA. UFRRJ
Revista Desenvolvimento e Meio ambiente. UFPR
X. OBSERVAÇÕES GERAIS
218) A frequência às aulas da disciplina é obrigatória, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% das mesmas (parágrafo 2º art. 69,
Res. 017/Cun/97).
219) Ao aluno que não comparecer às provas ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será atribuída nota 0 (zero), conforme parágrafo 4º, art. 70, Res.
017/Cun/97.
220) Havendo discordância quanto ao valor atribuído à avaliação, o aluno poderá formalizar pedido de revisão de prova dentro do prazo de prazo de 2 (DOIS) dias
úteis, contadas a partir da divulgação do resultado.
221) O aluno que, por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar as provas previstas no plano de ensino deverá formalizar pedido de
avaliação à Diretoria Acadêmica, dentro do prazo de 3 (TRÊS) dias úteis, recebendo provisoriamente a menção I (caput, artigo 74, Res. 017/Cun/97). Cessado
o motivo que impediu a realização da avaliação, o aluno, se autorizado pela Diretoria Acadêmica, deverá fazê-la quando, então, tratando-se de nota final, será
encaminhada ao Departamento de Administração Escolar - DAE, pela Secretaria Acadêmica (parágrafo 1º, art. 74, Res. 017/Cun/97).Observação: O julgamento
do motivo que impediu a realização de qualquer uma das provas não é do professor ministrante. No caso da presente disciplina cabe à Diretoria Acadêmica
efetuar o julgamento e, se assim entender, autorizar por escrito que o professor ministrante realize outra avaliação. A avaliação substituta será efetuada em data
e horário fixados pelo professor ministrante.
222) Prescreve o parágrafo 2º do art. 70 da Res. 017/Cun/97: O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três) e
5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova avaliação no final do semestre.
223) Prescreve o parágrafo 3º do artigo 71 da Res. 017/Cun/97: O aluno enquadrado no caso anterior (previsto pelo parágrafo 2º do art. 70) terá sua nota final
calculada através da média aritmética entre a média das notas das avaliações parciais e a nota obtida na avaliação estabelecida no citado parágrafo.
224) Conforme o art. 59 da lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e o artigo Art. 27. do decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 as instituições de ensino
superior deverão oferecer adaptações de provas e os apoios necessários, previamente solicitados pelo aluno portador de deficiência, inclusive tempo adicional
para realização das provas, conforme as características da deficiência. A pessoa interessada na obtenção do benefício, juntando prova de sua condição, deverá
requerê-lo junto à Diretoria Acadêmica, que determinará as providências a serem cumpridas.
__________________________
Prof(a/s). Dr(a/s). Luis Alejandro Lasso gutiérrez
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