(100_Coment\341rios Outubro 2010)

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(100_Coment\341rios Outubro 2010)
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COMENTÁRIOS
100 COMENTÁRIOS
Edição I Ano VII Outubro de 2010
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SOBRE
O 100 Comentários
tem o apoio de:
Editorial
Setembro trouxe-nos o início de um novo ano
lectivo. O verão abandonou-nos, sem nos pedir
licença e o trabalho… voltou. É meeesmo verdade!
Com uma equipa renovada, o nosso-vosso jornal está pronto para vos continuar a surpreender.
Algumas das rubricas são já vossas conhecidas,
outras, no entanto, ficam à espera da vossa aprovação-aceitação. A maior novidade desta edição é a
criação de um suplemento, este mês dedicado à
Implantação da República. Mas não nos ficamos
Equipa 100 Comentários
por aqui - como “somos” um mega-agrupamento
contamos com a participação de elementos de
todos os níveis de ensino “mega-agrupados”.
Queremos dar voz aos trabalhos realizados nas
várias disciplinas e às actividades que se desenvolvem no agrupamento. Assim, para colaborarem no
próximo jornal, enviem os vossos trabalhos para:
[email protected]
Projecto Jack Petchey
Coordenadora:
Iolanda Semião
Professores:
Iolanda Antunes, Milene Martins,
Helena Gonçalves, Ana M. Dias,
Ademilde Trindade, Cristina Dias,
Zenaida Lima, Stella Ferreira
Este ano, a escola, em parceria
com a Fundação Jack Petchey,
promove a realização de dois programas: A Economia para o
Sucesso e A Empresa. Estes pro-
gramas são implementados em
Portugal pela empresa Junior
Achievement Portugal – Aprender
a Empreender.
Alunos:
O programa A Economia para o Sucesso dirige-se aos nossos alunos do
9º ano de escolaridade e pretende inspirar, e preparar, os jovens para ter
sucesso numa economia global através da educação e consciencialização. O
programa fornece informação prática sobre finanças sociais e objectivos de
educação e carreira baseados no interesses e valores dos alunos.
Érico Quínio
A Empresa destina-se a alunos do 12º ano de escolaridade e consiste na
João Viana
criação de uma mini-empresa.
Pedro Machado
Para mais informações sobre estes projectos, contacta o seu responsável: professor
Luís Romão.
imagem:
Pedro Afonso
Rachel Mesquita
Suely Guêns
Edição: Pedro Afonso
Capa: IA com palavras de Walt
Whitman
Colaboradores:
Profª Inês Aguiar, Prof. Reinaldo Correia, Profª Rosa
Fernandes, Profª Isabel Branco, ProfªLurdes Seidenstricker, Profª Carla Candeias,
Profª Ana Garcia, Prof. Eduardo Pires
úmeros de telefones úteis:
Bombeiros Municipais - 289 400 500
ESLA - 289 301 863
Centro de Saúde - 289 303 160
GNR - 289 310 420
Rachel Mesquita & Suelly Guêns, 12º D
Após terminar um ano de mandato, a professora Conceição Bernardes fala-nos do seu cargo enquanto
directora da escola, do passado e do que deseja para o
futuro.
J - Quando assumiu o cargo de directora que expectativas tinha?
Eu assumi o cargo enquanto directora da escola secundária
Dr.ª Laura Ayres que é uma realidade enquanto unidade de
gestão que já não existe (…) as expectativas que eu tinha era
poder contribuir para melhorar a imagem da escola perante a
comunidade e poder contribuir para, em conjunto com os professores e com os outros intervenientes da escola, construir um
ensino melhor.
J - E agora com esta nova realidade, que é o “mega-agrupamento” esses objectivos ou essas expectativas alteraramse de algum modo?
J - Quais as maiores dificuldades que encontrou até
aqui?
Mudar as pessoas é complicado, mas é assim, as
pessoas mudam quando reconhecem vantagem
em mudar, quando isso lhes traz ganhos e algumas coisas mudaram na escola, a começar pelo
clima de escola. Era efectivamente aquilo que era
mais necessário, trabalhar as questões de indisciplina, penso que é unânime que a escola hoje está
diferente daquilo que estava há um ano.
J - Que perspectivas tem em relação ao seu futuro?
A questão do agrupamento é que é diferente, quer dizer eu quase que fui voluntariamente obrigada a aceitar, é evidente que
ninguém me obrigou a aceitar, não é isso, mas é aquela coisa,
se tem que ser antes que seja connosco que já cá estávamos do
que com outros. As coisas estão ainda muito pouco definidas,
já foi muito trabalho feito mas falta muito trabalho para fazer,
há muita coisa que nós não conhecemos, neste momento temos
uma organização administrativa provisória, composta por três
pessoas, portanto eu não sou a directora, apenas a presidente da
comissão, somos solidários os três, a comissão é um órgão
colegial e portanto neste momento ainda estamos a absorver
muita informação, aqui dentro tentamos fazer sempre o melhor
que podemos para que as coisas corram bem, o arranque do
ano lectivo foi difícil, ainda há muitas arestas para limar, muita
coisa para passar às pessoas e principalmente muita coisa para
aprendermos, portanto a nível de expectativas elas são completamente diferentes.
O meu futuro está assegurado (risos) (…) vão-me
encontrar sempre nesta escola, quer seja num cargo de direcção quer seja como professora desta
escola, que é aquilo que eu sou e serei sempre, isso
ninguém me tira. Isso não me causa qualquer tipo
de problema ou stress, sinto-me completamente
calma.
J - Sente-se uma pessoa realizada, a nível pessoal e
profissional?
Plenamente. Sinto-me bem no meu trabalho (…) .
A educação é serviço público e está sempre relacionada com espírito de missão e por isso só me
podia sentir realizada.
J - Como acha que é vista pelos alunos?
J - Apesar de estarmos muito no início e ainda ser complicado tirar Boa pergunta (risos)! Creio que para uns sou mais
algumas conclusões, acha que do “mega-agrupamento” advêm simpática que para outros, mas ninguém melhor
que vocês para responderem (…).
alguns pontos positivos?
J - Que mensagem deixaria à comunidade educativa?
Eu não sei se vocês conhecem “a história da garrafa”, que
para uns está meio cheia e que para outros está meio vazia,
isto é como tudo, tem vantagens e tem desvantagens, a minha
postura crítica vai para além do processo de agrupamento,
tanto pelo facto destas escolas todas constituírem um agrupamento, mas, principalmente, pelo tempo reduzido que houve
para fazer isso. (…) é difícil pôr esta gente toda a falar a
mesma linguagem (…) Espero que até o final do mês as coisas acalmem.
A mensagem é sempre a mesma e só pode ser
uma, há um velho ditado africano que diz que “é
preciso uma aldeia inteira para educar uma criança”, a educação não é tarefa de uns é tarefa de
todos . (…) O dever de um professor é ensinar e
o de um aluno é aprender, se funcionar dos dois
lados vamos ter uma escola de sucesso. Exijam
mas dêem em troca.
Biblioteca
Cogito, logo Bibliotecum
Inês Aguiar
Desconheço quem são os novos próceres do século XXI, os próceres desta sociedade do conhecimento e de consumismo alienável, face à ausência
de cidadãos ilustres pelo valor do exemplo e pela
vitalidade comprometida numa praxis comunitária ou, simplesmente, petrificados nO Grito de
Munch.
Neste contexto, a transgressão só é possível em
função do pensamento crítico, do lógos humano
que nos permite “acolher, recolher e narrar todas
as coisas”, recriando significados legíveis, próprios da liberdade ontológica que nos caracteriza.
Recriemos ou reinventemos uma nova Paideia,
sinónima de Educação e de Cultura, de acordo
com a tradição helénica, e, talvez paulatinamente
possamos libertar-nos do sono letárgico e tanatológico em que vivemos.
Edward Munch, O Grito
Exemplifiquemos, como se de uma Iluminura se
tratasse: um dos motores de vitalidade da escola
perpassou pela Biblioteca Escolar, dado tratar-se
de uma realidade incontornável para o sucesso
educativo. Só o caos determinista poderá justificar a destituição dos seus benefícios e respectivo
desinvestimento nos recursos humanos, este ano
lectivo.
Talvez o importante seja continuar a ver mais
longe e como nos diz Montaigne “Antes uma
cabeça bem feita do que uma cabeça bem
cheia”…
Vieira da Silva, A Biblioteca
No entanto, sei que se trata de mais uma ilusão
obstinada e ensimesmada face à impotência sentida e vivida de recriar o mundo e suas significações, compelida e obrigada a repetir os significados estabelecidos e permitidos pelos novos pseudo-próceres, magistralmente metamorfoseados
em diletantes vedetas políticas.
Será este o novo arauto da Biblioteca Escolar ou
tratar-se-á de mais uma cogitação ilusoriamente
subversiva, por isso, haurível?
Sem veleidades, rejubilemos porque somos apenas “pensageiros” pouco presentes: sem cogitações, sem lógos e sem biblioteca!
O nosso cérebro agradece!
Com o início das aulas, e com o Inverno a chegar, precisamos de
uma alimentação adaptada a esta altura do ano.
Ana Garcia
Dietista
Precisamos de alimentos ricos em nutrientes para o nosso cérebro,
como por exemplo ómega 3.
Devemos começar o dia com um bom pequeno-almoço, pois, ao
fim de oito horas de jejum, necessitamos de energia para trabalharmos e termos melhor rendimento escolar.
Pequeno-almoço
1 chávena de leite com 6 colheres de sopa de corn flakes e
uma peça de fruta (maçã ou pêra)
Lanche meio da manhã (porque precisamos de energia para
o resto da manhã)
1 iogurte mais 1 sandes (sem manteiga) de queijo ou fiambre
Almoço
Iniciar sempre com uma sopa de legumes
2º prato carne/peixe com salada, batata
ou arroz ou massa.
Meio da tarde
Como o nosso combustível é o alimento
temos de lanchar:
- um sumo natural ou um copo de leite
mais uma sandes (sem manteiga)
As refeições feitas no refeitório são as
melhores pois comemos sopa e segundo
prato ricos em nutrientes para o organismo
Jantar
Sopa de legumes
Nota
2º prato – carne ou peixe com legumes e massa ou
arroz ou batata
De preferência comer peixe ao jantar.
Devemos preferir os peixes gordos (sardinhas, cavalas, salmão, enchova) pois são ricos em ómega 3
E preferir os legumes de folha verde escura. Comer leguminosas (feijão, grão) pois são ricos em ferro.
A banana, o mirtilo e a maçã também são óptimos amigos do nosso cérebro.
Luís Romão
otícias ESCXEL
Integrado nas actividades do projecto ESCXEL, realizou-se no passado dia 1, em Lisboa, um Workshop
subordinado ao tema “Práticas de Divulgação e Trabalho dos Relatórios ESCXEL nas Escolas”. Com a presença da maioria das escolas integradas na rede ESCXEL, foram apresentadas algumas práticas de análise e
desenvolvimento de trabalho a partir dos relatórios
sobre os resultados dos exames do ensino básico e
secundário, de cada escola. As diversas apresentações
confirmaram a pertinência dos relatórios, pois constituem excelentes instrumentos de gestão para as escolas
e permitem a reflexão e o aprofundamento da análise
de informação relevante sobre o trabalho realizado
bem como na prossecução da melhoria e do sucesso
das aprendizagens dos alunos.
O Workshop alcançou claramente os seus objectivos,
proporcionando a todos os
mediadores presentes, novas
perspectivas e práticas de trabalho sobre os relatórios produzidos, para que, no futuro
próximo, se possam desenvolver em cada escola práticas de análise e avaliação de
forma mais eficiente e eficaz.
A nossa escola esteve presente no Workshop, na pessoa do mediador Professor Luis Romão.
Está já agendado o próximo Workshop do Projecto
ESCXEL, a realizar no concelho de Oeiras, em meados do mês de Novembro, subordinado à temática “ As
lideranças nas Estruturas Intermédias da Escola”.
Coordenador do concelho – Prof.º Eduardo Costa
Mediador da escola – Prof.º Luís Romão
SCHULTÜTE é o primeiro dia de aulas na Alemanha
Lurdes Seidenstricker
O primeiro dia de aulas
na Alemanha é uma verdadeira festa!
As crianças vão pela primeira vez para a escola e
levam consigo um enorme cone colorido, quase do seu
tamanho, a que chamam “Schultüte”, que está cheio de
doces, chocolates, gomas e pequenos presentes, decorado com fitas “adoçando”, assim, a passagem do jardim-de-infância para a escola primária. Além do cone,
as crianças levam para a escola a mochila às costas e
vão acompanhadas pelos pais e familiares mais próximos. Na escola espera-as uma festinha, com as boas
vindas dos alunos mais velhos, a apresentação do
director e dos professores. Por fim são encaminhadas
para as respectivas salas, para o primeiro dia de aulas,
que nada mais é do que a apresentação da professora,
que os irá acompanhar nos próximos quatro anos, e da
sala e respectivos materiais. Sempre acompanhados
pela família que, depois da festa na escola, vai comemorar em conjunto com a criança e os seus amigos, em
casa ou num restaurante. Mas de onde veio este costume? Tudo começou em 1810. O primeiro cone de
doces foi feito na Turíngia e na Saxônia. De acordo
com a lenda, na casa dos professores havia uma árvore
decorada com esses cones, um para cada criança, que
os recebia quando as aulas começavam.
Mais tarde, os padrinhos ou os pais passaram a dar aos novos
estudantes pacotes coloridos, em forma de
cone, recheados apenas
com doces. Hoje em
dia, os “Schultüten”
podem ser comprados, em qualquer tamanho e formato, repletos de materiais escolares e brinquedos, além
dos doces. Há mães que mantêm a tradição e confeccionam os “Schultüten” para os seus filhos, personalizando-os.
O cone - “Schultüte”- é como que um marco para a
sociedade alemã, de que a criança está a iniciar uma
nova fase da sua vida. É um símbolo que marca e define por si só o acontecimento, deixando-o gravado na
memória através de fotos, filmagens, etc. O início da
vida escolar é um motivo de orgulho e um momento
marcante na vida da criança e da família e por isso é
devidamente celebrado. Muito diferente do choro e da
angústia que muitas vezes marca o início da escola
para as nossas crianças e para os pais…
Mario Vargas Llosa — Prémio obel da Literatura
Pedro Machado, 12ºD
Mario Vargas Llosa nasce a 28 de Março de
1936, numa família de classe média. Filho de pais
separados, vive a sua primeira infância na Bolívia, todavia, a reconciliação dos seus pais, em
1946, vem dar um novo rumo à sua vida e, aos
catorze anos, ingressa no Colégio Militar Leôncio
Prado, em La Perla, como aluno interno, experiência que o marcará e que será retratada no seu
livro, A Cidade e os Cachorros, pelo qual recebe
dois prémios: Prémio Biblioteca Breve da Editora
Seix Barral e o Prémio da Crítica.
Na década de 50 completa os seus estudos superiores em Letras e Direito e casa com Julia Urquidi, contudo, em 1958 recebe a bolsa de estudos
"Javier Prado" e a sua vida transforma-se. Viaja
para Espanha, onde obtém o doutoramento em
Filosofia e Letras pela Universidade de Madrid e
parte para França, país onde reside alguns anos.
Já em 1964 divorcia-se de Júlia e, no ano seguinte, casa-se com a sua prima, Patrícia Llosa, com
quem tem três filhos.
De regresso a Madrid em 1959, prepara o seu
doutoramento em filosofia e letras e retorna a
Paris, já com o cargo
de redactor do France
Press. Este é também
o ano em que edita o
seu primeiro livro, Os
Chefes. Três anos
depois o sucesso
internacional bate-lhe à porta com o romance
Baptismo de Fogo.
Os anos seguintes serão anos de alterações consecutivas de residência, Peru, Grécia, Paris, Londres e Barcelona.
Em 1981, publica A Guerra do Fim do Mundo,
cuja história aborda a questão da Guerra de Canudos e dois anos depois volta ao Peru, concorrendo
às eleições presidenciais em 1990, após estas
muda-se para Londres, onde ainda hoje reside.
A 7 de Outubro de 2010, vê reconhecida a sua obra,
com a atribuição do Prémio Nobel da Literatura pela
Academia Sueca de Ciências, que o justificou com as
seguintes palavras: "devido à sua cartografia das estruturas do poder e pelas suas imagens vigorosas sobre a
resistência, a revolta e a derrota individual".
A obra de Llosa constitui uma poderosa crítica aos modelos sociais existentes no Peru e na América latina, cuja
persistência de distinções raciais conduz a uma hierarquia injusta e opressiva. Herdeiro do existencialismo de
Sartre, Llosa é ainda influenciado por autores como Wiliam Faulkner ou Euclides da Cunha.
Zenaida Lima
Dia Mundial da Alimentação
No dia 16 de Outubro celebrou-se o Dia Mundial da
Alimentação para comemorar a criação, em 1945, da
Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a
Alimentação (FAO).
Este dia comemora-se desde 1981 e todos anos se
debruça sobre uma temática específica. Este ano o
tema escolhido foi “Unidos Contra a Fome” e teve como
objectivos:
- Fazer com que os países estejam mais atentos à sua
produção agrícola e ao desenvolvimento de medidas de
combate à fome;
- Incentivar a colaboração técnica e económica entre os
países em desenvolvimento para acabar com a fome;
- Incentivar a participação das populações rurais, principalmente as mulheres camponesas e grupos mais vulneráveis, nas decisões e actividades que dizem respeito
às suas condições de vida;
-Consolidar a consciência política sobre o problema da
fome no mundo.
- Incentivar a transferência de tecnologias entre os países e estimular o sentido de solidariedade interna e
externa no combate à fome, à desnutrição e à pobreza,
assim como realçar e comemorar os êxitos obtidos em
desenvolvimento agrícola e alimentar.
No Agrupamento de Escolas Dra. Laura Ayres, as
comemorações tiveram lugar no dia 18 de Outubro e
passaram pela distribuição, em todas as escolas do
agrupamento, de fruta e panfletos relativos à importância de uma alimentação equilibrada. Esta actividade,
que muito sucesso teve, foi dinamizada pela equipa do
Projecto de Educação para a Saúde e pela Escola Activa.
Dicas para uma alimentação equilibrada
1- Começar o dia com um pequeno-almoço completo, variado e equilibrado.
2- Preferir os cereais integrais aos refinados quer nas refeições intermédias quer nas principais.
3- Realizar várias refeições ao dia a horas regulares, não passando mais do que três horas e meia sem comer.
4- Iniciar as refeições principais com sopa de legumes e hortaliças.
5- Incluir quantidades abundantes de hortícolas crus ou cozinhados no prato.
6- Nas refeições principais, ingerir uma quantidade moderada de carne, privilegiando as brancas, peixe ou ovos.
7- Utilizar métodos de confecção saudáveis como os cozidos a vapor, grelhados, assados e estufados sem refogado.
8- Consumir 2 a 3 peças de fruta diariamente, inteira, em sumos ou saladas.
9- Limitar o uso de sal nas confecções utilizando, para temperar, especiarias ou ervas aromáticas.
10- Eleger o azeite em detrimento de outras gorduras quer para temperar quer para cozinhar.
11- Restringir a ingestão frequente de alimentos ricos em gordura e/ou açúcares, como fritos, salgadinhos, refrigerantes, pastéis, entre outros.
12- Moderar a ingestão de bebidas alcoólicas.
13- Ingerir água em abundância, pelo menos 1,5L de água por dia.
Ana M . Dias
Biomoléculas
Os elementos biogénicos combinam-se entre si para formar moléculas que se encontram sempre na matéria
viva, e que podem isolar-se e identificar-se através de técnicas de análise. Estas substâncias, inorgânicas ou
orgânicas, que fazem parte da constituição dos seres denominam-se biomoléculas.
Hidratos de carbono - Os hidratos de carbono (açúcares) são a
principal fonte de energia alimentar em todo o mundo.
As principais fontes de hidratos de carbono na alimentação do
Homem são os cereais, raízes, tubérculos, leguminosas, vegetais e frutos e produtos lácteos. Os hidratos de carbono, e os
açúcares em particular, são a principal fonte de energia para o
corpo. Os hidratos de carbono desempenham um papel importante na manutenção da saúde como parte integrante de uma
Frutose
alimentação equilibrada e saudável e na prevenção de doenças.
Dois dos açúcares mais simples são a glicose e a frutose
(monossacarídeos).
Sacarose
Várias moléculas de glicose ligadas entre si, originam outras
moléculas maiores como a sacarose (dissacarídeo) e amido.
(polissacarídeo).
Lípidos ou gorduras - Os lípidos são um grupo de substâncias que integram
as gorduras, os esteróides e os fosfolípidos e têm em comum a sua insolubilidade na água.
As gorduras cumprem diversos papéis no nosso organismo: têm acção plástica, entrando na constituição de várias estruturas; acção reguladora, transportando as vitaminas lipossolúveis e protegendo do frio; acção energética,
sendo grandes fornecedores de calorias (9 cal/g).
A maioria dos lípidos apresenta a mesma estrutura básica, isto é, a sua
grande maioria são esteres de glicerol com longas cadeias de ácidos carboxílicos (ácidos gordos).
Proteínas - As proteínas são o material de construção das estruturas do corpo
humano. As proteínas têm uma função nobre, já que são necessárias para o
crescimento, desenvolvimento e reparação das células, tecidos e órgãos, e para
a produção de hormonas, de enzimas e de componentes do sistema imunitário. Diz-se por isso que têm uma função plástica.
Quimicamente, as proteínas são grandes moléculas formadas por várias combinações de outras moléculas mais pequenas, os aminoácidos. O corpo precisa
de 22 aminoácidos diferentes para manter todas as suas funções e estruturas
proteicas. Uma proteína consiste numa (ou várias) cadeias longas obtidas por
reacção de condensação de aminoácidos.
Proteína
Sermão de Santo António aos Peixes de Padre António Vieira,
Raquel de Sousa Filipe, 11ºB
Os livros clássicos são
de verdadeira actualidade,
senão vejamos: o Sermão de
Santo António aos Peixes,
escrito pelo padre português,
jesuíta, António Vieira, apela
aos bons instintos, à não corrupção. Alegoriza, através dos
peixes, os Homens do Maranhão. Louva as suas virtudes e
repreende os seus vícios. Pregava aquele: «Vós sois o sal da
terra», referindo-se aos pregadores, mas algo acontecia,
entretanto. A terra não se
deixava salgar, não permitia
que as palavras puras disseminassem pelos corações
humanos. Os «Homens do
Maranhão» preferiam o
lucro fácil, a injúria, a podridão de trato, a descarada
inveja. E actualmente que
acontece?
gar, que pratica o bem e se
esforça por melhorar as coisas.
Existem inúmeros lugares
onde se pode encontrar corrupção, principalmente na Política.
Desde sempre que os
políticos e os governadores de
um país se encarregaram de
cuidar duma sociedade apenas
em proveito próprio e não é
agora que vai mudar, muito
Leiam o seguinte texto:
A culpa, ao fim e
ao cabo, não é do sal.
Existe muito sal neste
mundo que quer ajudar
mas a terra é que não se
deixa salgar.
“Vós sois o sal da terra”
Se as pessoas são o
sal da terra, porque é que
ainda existe tanta corrupção
espalhada no mundo? Não era
de supor que tal não existisse?
Afinal o sal é uma coisa boa!
Mas então porque é que o sal
não está a salgar? Segundo o
Padre António Vieira ou “o sal
não salga” ou “a terra não se
deixa salgar”. Talvez o sal não
se empenhe o suficiente, talvez
não seja convincente. Talvez a
terra não queira ouvir o que o
sal diz, talvez a terra não seja a
apropriada, talvez esteja tudo
mal. Só se tem a certeza de
que o mal ainda existe neste
mundo e cai, principalmente,
sobre a terra que se deixa sal-
Na medicina os médicos não passam genéricos, porque têm contratos de fidelidade para com a indústria farmacêutica. Na construção constroem-se estruturas onde antes
era um terreno de excelência
agrícola. Na indústria é utilizada mão-de-obra mais barata
para que os lucros aumentem.
Na educação privada os alunos
têm melhores resultados porque pagam mais às escolas/
universidades. Na indústria
petrolífera os governadores
ganham todo o dinheiro em
casas de luxo e deixam as
pessoas da sua região a
morrer de sede e de fome.
No desporto, principalmente no futebol, a suspeita de
corrupção na arbitragem é
assunto comentado diariamente.
pelo contrário. Existem cada
vez mais presidentes, governadores ou reis que aproveitam
as contribuições do povo para
aumentarem a sua fortuna, ajudarem os amigos a enriquecer
e moldarem as leis à sua vontade. Mas o que eles não fazem
é construírem um país onde
haja igualdade, em que as leis
não sejam só para os mais
ricos mas também para os mais
pobres! É por essa razão que
depois a corrupção se alastra
como se fosse um vírus e
infesta vários sectores da nossa
sociedade.
Mesmo depois de tudo o que é
dito e desmentido, mesmo
depois de tudo o que é insinuado não há volta a dar, pois a
terra já está tão estragada nem
um grão de sal a consegue
penetrar. Talvez no futuro,
quando ma pequena porção de
toda a terra se deixar salgar
toda a outra faça o mesmo, e
depois de isso acontecer podemos esperar que o mundo se
torne um bocadinho melhor.
O Idiota de Dostoiévski
Iolanda Antunes
Quando penso na atmosfera dos romances de Dostoiévski
sou imediatamente assombrada
pela imagem da jornada de Orfeu
ao mundo dos mortos, o mesmo
subterrâneo, a mesma sombra, a
mesma treva sem aurora. E se há
autores que vêem neste mito a
metáfora da viagem do homem ao
interior da sua alma, nenhuma
obra lhe é mais próxima do que a
do autor russo pois, tal como
Orfeu, também nós, leitores, perdemos irremediavelmente alguma
coisa, neste caso particular, a inocência relativamente ao género
humano.
Com pinceladas breves e
nervosas, que se traduzem num
discurso denso, mas contundente,
a fazer-nos lembrar a música de
Bela Bártok, Dostoiévski dá-nos
conta dos estados febris e hipnóticos que habitam a nossa humanidade, desenha personagens dramáticas que se envolvem em diálogos metafísicos sobre o mal, o
sofrimento dos inocentes ou a
procura de Deus, mas a sua originalidade não se queda por aqui.
Dostoiévski é também apontado,
por Mikhail Bakhtin, como o primeiro autor a criar a polifonia no
romance, uma vez que o mesmo
problema se oferece em inúmeras
vozes e, neste sentido, é igualmente o arquitecto de romances
plenos de conflitos e tensões,
onde a violência das paixões e das
emoções mais pungentes se enlaçam com uma razão perscrutadora
que tudo procura tornar inteligível.
Testemunho por excelência desta prosa inquietante, avassaladora e irredutível é o romance
O Idiota, de todos os textos de
Dostoiévski que conheço, aquele
que mais amo.
A sua história é simples,
o príncipe Míchkin, o último da
sua linhagem, regressa ao país
natal, após uma estadia de quatro
anos na Suíça, onde fora tratar-se
da epilepsia, e cedo as pessoas
com quem contacta se apercebem
da sua natureza peculiar. O resto
são as tramas que tanto a vida
como a literatura urdem: são duas
mulheres apaixonadas pelo mesmo homem (Nastássia e Aglaia
amam ambas o príncipe Michkin),
são as convenções sociais a impor
um tipo de comportamento a estas
personagens e a afastá-las dos
seus intentos, é a doença do príncipe, são os seus rivais (Gánia e
Rogógin), são aqueles que preten-
dem tirar proveito do seu coração
desmedidamente
generoso
(Lébedev, Burdóvski, Ippolit) são
os adjuvantes, que também os há
(Kólia e Lisaveta Prokófievna) e,
por último, a tragédia, o assassinato, a demência, enfim, o subterrâneo sombrio da alma humana a
ser indagado e desvelado.
Mas se a malha tecida no
romance é sombria, o que o torna
tão comovente? Poderia invocar
aqui as razões recorrentes nestes
casos, a semelhança entre a personagem principal e o autor (sofrem
os dois de epilepsia), a perturbante descrição dos derradeiros
momentos vividos por um condenado à morte, experiência que
Dostoiévski bem conhecia já que
vivera ele próprio esses momen-
tos terríveis, a sensibilização para
a condição feminina de subalternização, numa época que lhe era
completamente alheia…
E, no entanto, não são as
razões da razão o que me fazem
amar este romance.
O que mais amo nele, é
perceber que este idiotia só o é
por permanecer infinitamente
humilde e generoso, mesmo possuindo a capacidade de deslindar
a essência da alma daqueles que
tem perante si. O que mais amo, é
dar-me conta que este idiota, cuja
natureza está algures entre Cristo
e D. Quixote, ainda que vivendo
numa sociedade profundamente
corrompida e decadente, jamais se
deixa aviltar pelas humilhações
que ela lhe inflige. O que mais
amo, é prevalecer neste idiota a
sua natureza de Anjo Caído. Anjo
caído num cortejo de Carnaval.
- Oiçam todos! Sei que
falar é mau (…) será que realmente se pode ser infeliz? (…)
Sabem, não compreendo: (…)
como é possível passar perto de
uma árvore e não ser feliz só de
vê-la? Falar com uma pessoa e
não ser feliz só porque se ama
essa pessoa? Oh, simplesmente
não sei exprimi-lo…e quantas
coisas há, a cada passo, tão
maravilhosas que até uma pessoa
perdida acha belas? (p.573)
Os alunos do 10º ano, Turma F, do Curso de Artes deram
início ao seu percurso com um projecto de desenho utilizando
a técnica da colagem e pastel a óleo sendo o tema :
PEIXE
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CAUSAS DA QUEDA DA
MONARQUIA
-A partir de
meados do séc. XIX - Difusão das
ideias republicanas;
- Fundação do partido republicano em 1876–
beneficiou do clima de descontentamento que existia em Portugal nessa altura;
-«Adiantamentos à casa real» - os vários ministros
da Fazenda foram, ao longo dos anos, concedendo
adiantamentos e abonos em dinheiro que, à margem
da lei e das Cortes iam cobrindo os gastos reais.
-1890-92- Crise económica e financeira (falência
de empresas e bancos, inflação, aumento dos impostos , que agravavam as condições de vida das populações (classe média e operariado);
D. Carlos I
- 1890– Ultimato inglês – ou a exigência de retirada imediata das forças portuguesas nos territórios
africanos (entre Angola e Moçambique) ocupados
pelos portugueses ,em África;
- Regicídio em 1908
-A obediência ao ultimato inglês (sentida como
uma humilhação nacional);
-Revolta republicana em 31 de Janeiro de 1891, no
Porto que fracassou- início de um processo revolucionário irreversível;
-A ditadura de João Franco (a repressão do governo isola cada vez mais o regime monárquico);
-O regicídio– 1908-Assassinato do rei D. Carlos no
dia 8 de Fevereiro;
1908-1910 – Governo de D. Manuel ( último rei de
Portugal).
5 de Outubro de 1910
D. Manuel II
- Último Rei de Portugal
Implantação da República
O 5 de Outubro
A revolução de 5 de Outubro de 1910 teve
o seu início na madrugada de 4 de Outubro, em Lisboa. É marcada por uma insubordinação que se iniciou num quartel de
Lisboa que se alastrou por vários locais
da cidade como Alcântara, Rotunda e
Rossio.
Teófilo Braga
– Chefe do 1º governo provisório
Elementos do exército chefiados por
Machado Santos concentraram-se na
Rotunda (actual praça do marquês de
Pombal) enquanto a Marinha de guerra
bombardeava o palácio das 7ecessidades
onde estava o rei.
O espontâneo apoio popular e a
fraca oposição das tropas fiéis ao
rei contribuíram para o triunfo da
revolução
7a manhã de 5 de Outubro de 1910
foi proclamada a República da
varanda da Câmara Municipal de Lisboa.
O rei D. Manuel II embarcou para o exílio
em Inglaterra.
Implantada a República...
Novas leis
Manuel de Arriaga
-1º presidente da República
Constituição de 1911
Instrução primária obrigatória
Lei da separação da Igreja do estado
Legalização do divórcio
Expulsão das ordens religiosas
Registo civil obrigatório
Direito à greve
Os Novos símbolos:
A Bandeira
«A Portuguesa»
Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
Música: Alfredo Keil
Letra: Henrique Lopes de Mendonça
O QUE TEM ESTA BADEIRA?
AS QUIAS: simplificação do brasão de D.
Afonso Henriques e dos reis seus sucessores;
OS CASTELOS: D. Afonso acrescentou castelos de ouro sobre vermelho para se diferenciar do irmão D. Sancho II quando veio de
França fazer- lhe guerra;
A ESFERA ARMILAR: símbolo dos Descobrimentos;
AS CORES: A bandeira da organização
“Carbonária” hasteada no navio Adamastor,
que começou o golpe republicano em Lisboa,
a 4 de Outubro de 1910, já tinha estas cores,
mas dispostas ao contrário.
A cor verde simboliza a esperança e o mar.
Diz-se também que foi escolhida para homenagear a Ala dos Namorados que a usara na
Batalha de Aljubarrota.
A cor vermelha representa, segundo a comissão que a propôs em 1910, a combatividade, a
virilidade, a alegria e a conquista.
A ESCOLA NA 1ªREPÚBLICA — INSTRUÇÃO E (OU) EDUCAÇÃO
Moeda (Escudo)
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Em 1910 cerca de 75% dos portugueses eram analfabetos. A esmagadora maioria das crianças não frequentava a escola. Os republicanos semearam sonhos de
mudança e, ao assumirem o poder, iniciaram a tarefa
de implantar na mente, e no coração, dos portugueses
os ideais do novo regime.
A escola foi o lugar escolhido para a formação dos
futuros cidadãos. Mas a 1ª República nascera de uma
revolução urbana rodeada de uma imensa ruralidade
dominada pelo conservadorismo religioso e caciquismo dos proprietários provincianos.
A formação do cidadão teria início na escola primária
com educação moral e cívica.
O projecto era ambicioso mas de difícil concretização
por falta de escolas e de verbas para pagar
Levantai hoje de novo O esplendor de Portugal!
Le
CURIOSIDADES DA ÉPOCA
“Foot-Ball”
Os Impostos em 1911
O futebol surgiu em Inglaterra, oficialmente no ano
de 1863, mas só chegou a Portugal dezoito anos antes da
Implantação da República. Quem trouxe a novidade foram
uns rapazes da família Pinto Basto que tinham estado a estudar em Inglaterra, gostaram daquele desporto e no regresso
apresentaram-se com as bolas, os equipamentos e as regras do
jogo que logo entusiasmou muita gente.
Texto retirado do Diário da Assembleia Nacional Constituinte
de 27/06/1911
Ainda não havia campos fixos nem relvados, por
isso escolhiam-se terrenos planos e lisos, montavam-se as
balizas e realizavam-se então partidas de “Foot-Ball”. De
início, o vocabulário relacionado com o jogo continuou na
língua de origem, o inglês. Dizia-se “goal” em vez de golo,
“goal keeper” em vez de guarda-redes, “line-man” em vez de
juiz de linha, etc.
2º Pianos, gramophones, phonographos, harmónios e órgãos
de uso e recreio nas casas habitadas pelos proprietários;
O artº 13º define a nova tabela de impostos:
1º Automóveis e trens de uso particular, cujos donos residam
ou não, na área da freguesia;
3º Pregão e venda de jornais diários na cidade em que se
imprimirem e circularem, com as seguintes taxas de licença
anual, paga pelas empresas a cada uma das parochias: tiragem
diária até 5:000 exemplares, 1$000 réis; até 10:000 exemplares, 3$000 réis, ……………………………………….
O interesse pelo futebol alastrou rapidamente,
envolvendo todos os grupos sociais. Em 1910, além dos grupos espontâneos que aproveitavam qualquer terreno plano e
bolas de couro ou trapo para jogar, já existiam o Futebol
Clube do Porto, o Sport Lisboa e Benfica e o Sporting Clube
de Portugal. O primeiro Campeonato 7acional teve lugar em
1921. Venceu o Sporting.
4º Os divorciados sem ascendentes nem descendentes directos, e os solteiros, no uso dos seus direitos civis e políticos, de
idade igual ou superior a 40 annos, válidos, sem ocupação
certa e conhecida, e que residirem na área parochial em propriedade que lhes pertença, ou que possuam noutra parochia,
dentro ou fora do território nacional, pagarão a taxa annual de
10$000 a 50$000 réis; e se o solteiro ou o divorciado, tiver
ocupação certa e conhecida, realizando-se as demais condições, a taxa annual será de 5$000 a 10$000.
Plano de Leitura
Isabel Branco
aos professores. Os republicanos
receavam o analfabetismo conservador dos adultos por motivos eleitorais.
A necessidade de legitimação do novo
regime excluiu os analfabetos da condição de cidadão-eleitor.
Os republicanos dividam-se entre os
que defendiam a prioridade da instrução e a necessidade de abrir escolas e
contratar e formar professores para
combater o analfabetismo, e aqueles
que, como António Sérgio, defendiam
uma “Educação Nova”e relativizavam
as vantagens do ler, escrever e contar,
e valorizavam a cultura popular dos
analfabetos; consideravam que embora o analfabetismo fosse um inimigo a
abater não era tudo e a educação cívica nos novos valores não devia ser
esquecida.
A 1ª República durou 16 anos e o
insucesso do combate ao analfabetismo foi um dos seus grandes fracassos.
As razões apontadas para este insucesso são diversas; o historiador Rui
Ramos afirma que “a incapacidade
para ler e escrever não era sentida
como um problema pelo povo português, por não incapacitar para o trabalho. A escola não era sentida como
uma necessidade por comunidades
mergulhadas numa cultura oral e que
não vislumbravam essa mesma escola
como veículo de promoção social”.
António Nóvoa acrescenta que “pelo
contrário, é corrente que as comunidades a vejam como uma imposição,
como uma violência inútil”. Não
devemos esquecer que essas comunidades recorriam às suas crianças como
mão-de-obra nas pequenas explora-
ções familiares. Segundo António
Candeias “a alfabetização e a escola
estão intimamente ligadas às formas
de vida e cultura das pessoas. De facto, em nome de que benefício iria uma
família abdicar de mais um instrumento de trabalho? ”As famílias, particularmente as rurais, achavam natural o
trabalho infantil. As carências económicas que enfrentavam (viviam no
limiar da fome) impunham a expressão: “uma boca para comer dois braços para trabalhar”.
Estas foram algumas das principais
causas da fuga à escola e do relativo
insucesso do combate ao analfabetismo do programa de reforma educativa
da 1ª República.
Reinaldo Correia
evantai hoje de novo O esplendor de Portugal! hoje
Comemorações do Centenário da implantação da República
CICLO DE CONFERÊNCIAS
Dia 6/10, Quarta-feira
10.15h - Escola S. Pedro do mar
Público-alvo: Alunos do 2º ciclo (6ºano) - Escola S. Pedro do Mar
Luís Guerreiro: «República no Concelho de Loulé»
Dia 8/10, Sexta-feira
10.15h - Escola Laura Ayres
Público-alvo: Alunos do 9º ano/Secundário
Helder Costa: «Fidelino, vida e obra» contextualizando com a República;
Dia 13/10, Quarta-feira
10.15h- Escola Laura Ayres
Público-alvo: Alunos do 9º ano/Secundário
Luís Guerreiro: «República no Concelho de Loulé».
Dia 18/10, Segunda-feira
10 horas – Escola Laura Ayres
Público-alvo: Alunos do Secundário/Professores
Bacelar Gouveia: «Parlamento e República».
Dia 22/10, Sexta-feira
15 horas - Escola Laura Ayres
Público-alvo: Alunos do 9ºano/Secundário e Professores
João Espada e José António: apresentação do livro
«Amanhecer na Rotunda».
Fernando Rosas (data a confirmar)
Organização: Grupos 200 e 400
A evolução da ciência em Portugal no tempo da primeira república
Conceição Silva
Na mudança da Monarquia para a República muitos nomes se podem enumerar no campo das Ciências, entre eles
Pedro José da Cunha, Pedro José Teixeira e Luís Woodhouse, em Lisboa, Coimbra e Porto, respectivamente.
Em Abril de 1911, poucos meses após a revolução de 5 de Outubro, o Governo Provisório promulgou a terceira reforma da Universidade Portuguesa desde a sua fund ação. Criaram-se as Universidades de Lisboa e Porto em substituição da Escola Politécnica e da Academia Politécnica, aumentando assim o número de escolas onde se passava a
ensinar Matemáticas Puras.
Reformou-se a Universidade de Coimbra e com um sentido mais restrito o Instituto Superior Técnico, o Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras, o Instituto Superior de Agronomia, etc, onde também se ensinavam Matemáticas Puras.
O plano de 1911 manteve-se durante muito tempo pois ainda no final da década de 1950 um licenciado em matemática, em Portugal, não incluía no seu "curriculum vitae" algum saber sobre Lógica Matemática, Geometria Algébrica,
Análise Funcional, Topologia Geral, etc, etc.
E foi só, em 1964, que os planos do estudo das nossas faculdades de ciências foram substancialmente alterados com
a secção Matemática Pura (1º Grupo) e Matemática Aplicada (2º Grupo) com a licenciatura desdobrada de igual forma
e alongada para cinco anos com novas disciplinas semestrais ou anuais, algumas de opção.
Falaremos agora de nomes que apesar de uma certa estagnação que existiu entre a década de 1910 e a de 1950, se
esforçaram, mesmo que isoladamente, e acompanharam a evolução científica que se fazia sentir lá fora criando ciência nova. Cite-se Pedro José da Cunha, Aureliano Mira Fernandes , José Martins Vicente Gonçalves , A. Almeida Costa, J. Sebastião e Silva .
Estes quatro nomes mencionados anteriormente são todos nomes de matemáticos que ensinavam em Portugal, porque havia mais, mas leccionando no estrangeiro, como é o caso de Hugo Ribeiro (1910/1988), que foi ensinar nos
Estados Unidos da América.
Pedro José da Cunha
Aureliano Mira Fernandes
José Martins Vicente Gonçalves
Egas Moniz: O Nobel da Medicina no tempo da República
Pessoas como o pai do neurocirurgião João Lobo Antunes tratavam-no por “Mestre Egas”. Uma vez, pediu-lhe para
arranjar olhos de cadáveres para comprovar um artigo científico em que se sugeria que os olhos dos mortos reagiam à
luz. O respeito pelo Mestre António Egas Moniz (1874-1955) fez com que João Lobo Antunes
(pai) andasse com olhos embrulhados na lancheira do almoço.
A história é contada por João Lobo Antunes (filho) no capítulo “Egas Moniz Hoje” do seu último livro, “O Eco silencioso”. Passam 60 anos da entrega do Nobel da Medicina ao médico e
investigador. Os dois grandes contributos nos descobrimentos da medicina – a angiografia e
a psicocirurgia – nunca deixaram de ser úteis, garante o médico-cirurgião Lobo Antunes.
Mas a maior lição é humana. “Egas tinha realmente estofo de investigador de excelência,
político desiludido, clínico maduro, burguês rico, humanista amador, no fundo, cientista improvável. Esse espírito revelava-se particularmente naquela intuição que é atributo de quem possui olhos de bicho nocturno que conseguem discernir o que se oculta no escuro”, escreve no
livro de 2008. No caso de Egas Moniz, pode falar-se numa corrida ao Nobel.” A minha ousadia é muito inconveniente,
mas este prémio seria uma conclusão generosa e útil para a minha vida”, escreveu, em 1946, numa carta ao colega
americano Walter Jackson Freeman. Não chegou a precisar da cunha: entre 1928 e 1949 foi nomeado 18 vezes para
o Nobel da Medicina. O contributo de Freeman acontecera dois anos antes do pedido por escrito. Segundo João Lobo
Antunes, Egas Moniz publicou 152 artigos científicos, um deles na prestigiada revista “Lancet”. Percebeu a importância
de comunicar o que inventava.
“Não há dúvida de que a intuição de Egas e o seu destemor abriram um caminho sem retorno na cirurgia funcional do
sistema nervoso.”
Escola EB1 de S. Pedro do Mar
A utilização da cor reforça a criatividade das formas!
LÁGRIMAS DE PRETA
Teus olhos tão belos
Tua pele tão negra
Teu sorriso maroto
Teu cabelo cor de terra.
Ó minha querida prima
Morreste tão nova,
E só agora os meus sentimentos
Por ti, vêm ao de cima.
Lágrimas de preta,
Não tuas, mas minhas
Lágrimas de pretas
Deixaste tu, nas tuas priminhas.
Choro por saber
Que já não estás aqui
Ó, minha querida prima
Como é que tu foste morrer?
Deixaste no mundo dor
E uma filhinha,
Que suponho que tal como tu
Seja bela e cheia de amor.
23 anos? Anos de ouro.
23 anos? Anos tão belos.
23 anos? Anos de alegria.
23 anos? Com 23 anos
Morreste tu minha prima.
Porque é que não te posso ver,
Só mais uma vez?
Esses teus olhos tão belos,
Essa tua pele tão negra,
Esse teu sorriso maroto,
Esse teu cabelo cor de terra.
Porquê tu?
Porquê assim?
Porque é que morreste tão nova,
Sem sequer conheceres a tua filha?
Porque é que te tiraram de mim,
Deles, dele, dela?
Ó minha prima
Porque é que morreste assim?
Lágrimas de preta,
Não tuas, mas minhas
Lágrimas de pretas
Deixaste tu nas tuas priminhas…
Isarina João, 11ºD
RETORO
A CHOVER EM MIM
Embalava-me os pés, o mar, na praia,
Por vezes, quero dissipar-me em nada,
enquanto ao recolher conchas de ti:
abrir os braços e sentir o vento,
aquela tarde juntos posta ali,
deixar a chuva dissolver-me o alento,
aqui leve seduz a tua saia,
sentir o Sol morrer na madrugada.
no mar uma madeixa negra tua,
Por vezes, ser levado pela brisa,
no areal o profundo dos teus olhos,
entregar-me ao deserto e à escuridão,
nas nuvens a brancura dos teus
folhos,
fluir sorvido pelo pó do chão,
ser tinta branca na parede lisa.
na brisa o som da tua pele nua.
Nessas alturas, a chover em mim,
Tudo quanto és está neste areal,
solto ao vento da vida que passou,
sou grão de trigo a esfarelar na mó,
sou todo negação feita de sim.
perdendo-se na agrura do teu sal.
Olho absorto, na minha mão, o nó
E tudo juntei, tudo se guardou,
numa garrafa em vidro casual
e pondero cortá-lo e pôr-lhe um fim.
Mas hesito em fazê-lo. Eu, tão só.
que devolvi ao mar de onde voltou.
Mauro Maia
Mauro Maia
Pedro Machado, 12ºD
Richard Green, que ainda não tinha vencido qualquer torneio
esta época, arrecadou um prémio de 500 000 euros com a
vitória no masters do golfe do Algarve, impôs-se ao trio formado pelo italiano Francesco Molinari, pelo sueco Robert
Karlsson e pelo espanhol Gonzalo F. Castano, que terminaram em segundo com 272 pancadas.
O australiano sucede ao inglês Lee Westood no palmarés do
maior torneio realizado em Portugal, no Oceânico Victoria
Golf Course, em Vilamoura.
Os dois portugueses que passaram o ‘cut’, Filipe Lima e
Ricardo Santos, terminaram nos grupos dos 36/os e dos 48/
os classificados, respectivamente.
Richard George Green (nasceu a 19 de Fevereiro de 1971) é um jogador de golfe profissional
australiano.
Green nasceu em Williamstown, Melbourne, Victoria. Tornou-se profissional em 1992 e no mesmo ano ingressou no PGA Tour da Austrália .
Suelly Guêns, 12º D
Letra que foi escrita aos 15 anos por Justin ozuka durante um relacionamento:
Justin Tokimitsu ozuka, nasceu em Nova Iorque a 28
de Setembro de 1988 é um compositor e cantor estadunidense e canadense. Filho de pai japonês, Hiromitsu, e de
mãe americana, Holly Sedgwick. Os pais divorciaramse quando tinha 6, e aos 8 anos de idade, ele e a sua
família mudaram-se para Toronto, Canadá. Tem cinco
irmãos. Vive actualmente nos Estados Unidos. A primeira performance feita por Justin foi para a sua família aos
10 anos de idade, e, a este propósito, a sua irmã contou
que a sua voz parecia a de Christina Aguilera. Nozuka
começou a escrever as suas próprias letras aos 12 anos.
Em 2007 lançou o seu primeiro disco “Holly”, que contém 11 faixas, chama-se “Holly”, em homenagem à sua
mãe, que sempre o ajudou e apoiou na criação do seu
disco e na carreira musical.
We Were Supposed To Grow Old
Era Suposto Envelhecermos
You broke my heart
Tu partiste o meu coração
When you said goodbye
Quando disseste adeus
And only you can lift my spirit
E só tu podes levantar o meu espírito
You gave me wings
Tu deste-me asas
And now you’re gone
E agora tu foste embora
Well I’m crying inside
Bem, eu estou a chorar por dentro
A thousand tears every time
Sempre mil lágrimas
I think of you
Eu penso em ti
Lock the pictures away
Afasto as fotografias
Hide the letters too
Escondo as letras também
Anything to get my mind off you
Qualquer coisa para te tirar da minha mente
(Chorus)
(Refrão)
You just walked by me like nothing ever happened
Passaste por mim como se nada tivesse acontecido
When you said you would rescue me if was ever falling
Quando tu disseste que me irias salvar se eu caísse
Well now baby there’s no way that you could have forgetten
Bem, querida, não havia forma de esqueceres
All of the memories
Todas as lembranças
I thoughtt we shared
Eu pensei que as tínhamos partilhado
We were supposed to grow old
Era suposto envelhecermos
Tell me how can I look up at the moon
Diz-me como posso olhar para a lua
When I know that moon shines upon you
Quando sei que a lua brilha sobre ti
Throught that window in tour room
Através dessa janela no teu quarto
Oh how I wish I had you in my arms
Oh como eu desejo ter-te nos meus braços
See darling I would never let you go
Vê querida, eu nunca te deixaria
No no no no no no
Não não não não não não
Rachel Mesquita, 12º D
O canal História estreou uma das produções televisivas mais ambiciosas sobre os EUA. "América: A História dos EUA" retrata os acontecimentos que marcaram o país, como a Guerra da Independência, a
febre do ouro californiano ou os atentados do 11 de Setembro. Partindo de recriações cinematográficas e animações feitas por computador,
a série começa com a chegada dos primeiros colonos ao país, e foi,
curiosamente, produzida por uma inglesa a viver na América. Como
se a realidade se confundisse com a história.
“Todos Odeiam o Chris”, uma hilariante comédia inspirada nas experiências de infância de Chris Rock, o narrador desta série que conta a
história da vida e crescimento de um adolescente como o mais velho
de três irmãos. Criando raízes numa nova vizinhança e fazendo diariamente um caminho de duas horas da sua casa para a escola, Chris
(Tyler James Williams) luta por encontrar o seu lugar no mundo
enquanto tenta manter os seus irmãos na linha e superar todos os desafios que encontra na escola. Este responsável e resistente adolescente
mostra de uma maneira distinta e engraçada as reviravoltas das suas
experiências e traumas diários.
“The Simpsons”, sendo a mais longa série de animação na história da televisão e a mais longa comédia
televisiva já é considerada uma verdadeira instituição
cultural. Agora na sua 18.ª temporada na FOX, a família amarela celebra os seus 400 episódios. Inteligentemente escrita, repleta de um humor subversivo e deliciosamente espirituosa esta animação já conquistou
uma vasta legião de fãs por todo o mundo tornando-se
numa das mais famosas séries televisivas de todos os
tempos.
ESTREIA: 30 Outubro, às 21h30
‘Material Girl’ é uma nova série britânica que centra a sua
história no mundo da moda. Esta é uma sátira a este universo
“plástico” e que segue um pouco a linha da série ‘Betty Feia’.
Inspirada no livro ‘Fashion Babylon’, ‘Material Girl’ mostra os
dramas, os sonhos, o amor, as roupas e a publicidade que
envolvem o universo da moda nos dias de hoje.
Esta comédia romântica segue a vida de uma jovem estilista
que tenta deixar a sua marca na competitiva indústria da moda.
Rachel Mesquita, 12º D
“COMER, ORAR e AMAR”, é baseado no best-seller autobiográfico
de Elizabeth Gilbert, prova-nos que existe mais de uma maneira de levar
a vida e de viajar pelo mundo. Conta-nos a história de Liz Gilbert que
tinha tudo o que uma mulher moderna deseja – um marido, uma casa,
uma carreira bem sucedida. Mas ainda sim, como muitas outras pessoas,
sente-se perdida, confusa e em busca do que realmente deseja na vida.
Recentemente divorciada e num momento decisivo, Gilbert sai da sua
zona de conforto, arriscando tudo para mudar de vida, embarcando
numa jornada à volta do mundo que se transforma numa procura por
auto-conhecimento. Nas suas viagens descobre o verdadeiro prazer da
gastronomia em Itália; o poder da oração na Índia, e, finalmente e inesperadamente, a paz interior e equilíbrio de um verdadeiro amor em Bali.
“filme do DESASSOSSEGO”, é a tarefa complicada que João
Botelho colocou nas suas próprias mãos, ainda poucos viram o filme
mas já muitos conhecem o “Livro do Desassossego” de Bernardo
Soares (semi-heterónimo de Fernando Pessoa) e assim nos parece
uma missão impossível, pois colar todos os fragmentos geniais de FP
e fazer um filme com imagens, parece-nos à partida algo irrealizável.
No entanto, um filme onde um homem inventa sonhos e estabelece
teorias sobre eles, onde a própria matéria dos sonhos torna-se física,
palpável e visível e onde o próprio texto torna-se matéria na sua
sonoridade musical a expectativa só pode ser grande.
“A CIDADE”, é a história centrada num ladrão veterano, Doug
MacRay (Ben Affleck), que tenta conciliar o seu perigoso modo de
vida com o amor que sente por uma gerente de um banco. Este conflito pessoal acontece enquanto um agente do FBI persegue Doug incessantemente.
“JACKSASS”, Johnny Knoxville e os seus excêntricos amigos voltam em filme, para coisas que ninguém os deixaria fazer na popular
e controversa série da MTV, arriscando estranhas e dolorosas performances e até a própria vida: desde aterrorizar japoneses disfarçados
de pandas, passando por corridas em carros de golfe, caminhando
em uma corda por cima de crocodilos vivos!
com personalidades da
sétima arte francesa.
O público português vai
ter a oportunidade de
ver uma vintena de longas-metragens em ante
-estreia com o que de
FARO: 24 a 31 de Outubro
melhor e mais recente
se produziu cinematograficamente em França.
De 7 de Outubro a 9 de
Novembro, em seis cidades do
país (Lisboa, Almada, Porto,
Guimarães, Faro e Coimbra), o
cinema francês está em festa
em Portugal.
A 11ª edição da Festa do Cinema
Francês propõe uma programação
excepcional de 125 sessões de
cinema através do país, concertos, ateliers, debates e encontros
De primeiras obras de jovens realizadores a obras-primas de realizadores confirmados, a Festa do
Cinema Francês oferece um vasto
leque de filmes de todos os géneros (drama, comédia, documentário, animação, thrillers...).
De entre os filmes apresentados
em ante-estreia, o público vai
escolher o seu filme de eleição,
atribuindo-lhe o Prémio do público
e contribuindo para a sua difusão
nas salas de cinema portuguesas.
Os mais pequenos vão ter um
momento verdadeiramente especial já que a Festinha propõe a
descoberta de filmes de animação
para
ver
em
família.
Outros tempos fortes marcam esta
11ª edição. Pela primeira vez a
Festa do Cinema Francês vai ter
uma madrinha excepcional numa
secção muito especial. Uma grande actriz do cinema francês acompanha a Festa e escolhe filmes
que, de uma ou outra forma, marcaram a sua carreira.
www.festadocinemafrances.com
SOPA DE LETRAS
Tente localizar na grelha, as palavras da lista que estão escritas
em todos os sentidos
1
- Alguidar
2 - Balde
3 - Barril
4 - Bilha
5 - Boião
6 - Bule
7 - Cafeteira
8 - Chávena
9 - Copo
10 - Frasco
11 - Gamela
12 - Jarro
13 - Panela
14 - Pote
15 - Pipa
16 - Púcaro
17 - Taça
18 - Tigela
Érico Quínio & João Viana 12º D
Quando levas um electr
odoméstico para a rep
aração e o
técnico pergunta:
- Está avariado?
- ão!… É que ele est
ava cansado de estar
em casa e eu
trouxe-o para passear.
Acabas de tomar banho e alguém pergunta:
- Tomaste banho?
- ão!… Está a chover na casa de banho!
Estás no elevador, na cave, no último piso de baixo
e alguém entra e pergunta:
- Vai subir?
- ão, vai andar de lado!
Quando acabaste de te levantar e vem um idiota
(sempre) e pergunta:
- Já acordaste?
- ão. Sou sonâmbulo!
Quando está a chover e percebem que vais
sair à chuva, perguntam:
- Vais sair com esta chuva???
- ão, vou sair com a próxima!
Embora tenha deixado de ser empregue na grafia da língua espanhola, a cedilha surgiu em Espanha. A origem da palavra vem de "cedilla", diminutivo de "ceda",
nome da letra "z" nesse idioma. Primitivamente, a cedilha era um pequeno "z" que se
colocava debaixo do "c" para indicar que a letra correspondia ao som de [s].
O castelhano abandonou o uso da cedilha no século XVIII, a qual foi substituída por “z” ou “c” simples antes de “e” e “i”. A cedilha ainda é utilizada em português, catalão e francês, para gerar o som [s] antes de “a”, “o” e “u”.
Pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico
A palavra, que possuí 46 letras, consiste no nome dado ao portador da doença
Pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiose, uma doença rara causada pela aspiração de microscópicas partículas de cinzas vulcânicas.
Não existe preço barato ou preço caro. Só existe preço alto ou baixo. O produto, sim, é que pode ser caro ou barato.
Exemplo: Esse televisor é muito caro.
O preço desse televisor é alto.
Fill in the following sentences with an appropriate verb:
Children_______________ pumpkins.
Children _______________ costumes.
Children _______________ trick-or-treating.
Children _______________ candy.
Children _______________, "Trick or treat!"
Witches _______________ spells.
Witches _______________ people into frogs.
Charada 1
Witches _______________ brooms.
Vampires_______________ into bats.
Vampires _______________ blood.
4 patas em cima de 4 patas estava à
espera que 4 patas passasse. 4 patas
não passou, 4 patas foi-se embora e
4 patas ficou…
Ghosts _______________ old houses and castles.
Charada 2
Werewolves _______________ at the moon.
Um homem foi a uma laranjeira
que tinha laranjas, mas não comeu
laranjas.
Quando regressou não trouxe
laranjas, e a laranjeira ficou sem
laranjas.
Quantas laranjas tinha a laranjeira
inicialmente?
Fog _______________ over graves.
The wind _______________.
Leaves _______________ in the wind.
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Solução:
1) o gato em cima da cadeira espera o rato, o rato nao
vem, o gato vai-se embora e fica a cadeira
_____________
Doors _______________ shut in haunted houses.
2) 3 laranjas (o truque está no plural, visto que o
homem comeu 1 laranja, trouxe uma laranja, deixou
lá 1 laranja)
Monsters _______________ under the bed.
ra
a
p
ira
e
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n
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P
rica
f
a
o
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no

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