agnelo editora revist a graphprint ano xvii - nº 143

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agnelo editora revist a graphprint ano xvii - nº 143
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EDITORIAL
Relógio inteligente não seduz
Como sempre, antes de começar a desenvolver mais um editorial, busco apoio em
informações que julgo interessantes para traçar analogias junto à indústria gráfica.
Antesdequalquerassunto,aproveitoasuaatençãoparaparabenizarosvencedores
do 13º Prêmio GRAPHPRINT, que estão divulgados nas próximas páginas.
Retornando às analogias, pego carona em algumas notícias que vêm mudando o
mododeagirdeváriossetores.Aindústriadamodaéumadelas. Autilizaçãodarede
social de fotos em desfiles mudou a maneira como estilistas, jornalistas e o público
em geral captam as novas tendências. O fato é que os frequentadores do desfile já
chegam com o celular em punho e com o Instagram aberto.
Éamídiadigitalmudandoamaneiracomaqualasroupassãoapresentadasoumesmodesenhadas.Odigitalalteroutambémamaneiradecobriramoda,deconsumi-la
e compartilhá-la. Os estilistas não são os únicos a adotar a liberdade oferecida pelo
universodigital;paraespecialistas,novosestilistaspassaramacriarroupaspensandoemcomoelasficarãonasfotosdivulgadaspelaweb.Umagrandemarcaderoupas
recentementeencerrouseudesfilecommodelosdeaparênciarobóticagirandonuma
plataformaenquantojatosdecaloralteravamacordesuasvestescomsensibilidade
térmica.Oresponsávelpelaapresentaçãofoienfáticoaoafirmarqueomomentofora
criado sob medida para o Instagram. A tentativa da empresa era pensar nas fotos
queiriamchegaràrede,tantoasproduzidaspelosprofissionaisquantoaquelasque
representam o olhar do público. A internet alterou a linguagem.
Quersaberosmotivosdetantapreocupaçãocomaimagem?Muitosdanovageração
não veem as roupas pela primeira vez com os próprios olhos. São treinados para
verasfotosemfotografiasnumformatobidimensionalenãotridimensional.Mesmo
assim, tudo isso não tem a pretensão de substituir o desfile tradicional. Encontrou
alguma sinergia com o atual momento do setor gráfico?
Começa agora um exercício de reflexão em relação à inovação. Apresentar novidades pode ser um caminho saudável; mas cuidado com os buracos e solavancos da
novidade.Sabiaqueorelógiointeligentenãoseduziuosfabricantessuíços?Originalmenteespecializadosemmodelosdeluxo,asmarcassuíçasderelógioestãopouco
empenhadas em combinar joias com produtos digitais.
Hádezanos,NickHayek,diretorexecutivodoSwatchGroup,eBillGates,cofundador
daMicrosoft,lançaramumnovotipoderelógiochamadoPaparazzi.Oproduto,tratadocomoopioneirodochamadorelógiointeligente,davaaousuárioacessoaonoticiário, às cotações da Bolsa e a outros dados por meio do serviço MSN da Microsoft. O
Paparazzi foi um fracasso!
Para alguns especuladores, era a curva de crescimento que a indústria de relógios
aguardava.Não,nãoera!Porváriasrazõesnenhumdoslíderesdaindústriasuíçapareceempenhadoemcombinarjoiasediamantescomprodutosdigitais.“Achegada
deaparelhosnãoprejudicaráosetorderelógiosdeluxo;naverdade,háespaçopara
todomundo”,disseRichardMille,fundadordaempresa que leva o seu nome. Para Jon Cox, analista
da corretora Kepler Cheuvreux, é difícil que a primeirageraçãoderelógiosinteligentesprejudique
a venda de relógios suíços, que são vendidos por
mais de US$ 1 mil e que representam 90% da indústria suíça.
Na verdade, alguns executivos alegam que seus
clientes milionários estão saturados com as novastecnologias.“Estamoschegandoaumestágio
em que as pessoas estão cansadas de aparelhos
tecnológicos porque acham que são invasivos”,
dissePhilippeLéopold-Metzger,diretorexecutivo
da Piaget.
O que você acha de tudo isso? O que você faz para
atrairosnovosconsumidores?Oqueelesquerem
é o que devemos ter ou o que devemos ter é o que
elesquerem?Assim,semmais,nemmenos,podemos ser diferentes do ponto de vista gráfico. Não
é o bastante, mas analisar outros segmentos, por
mais distintos que sejam, virou fundamental. É a
arte da observação pairando a arte da impressão.
Saudações GRAPHPRINTESES!
Fábio Sabbag
GRAPHPRINT MAI 14
3
Ano 17 • N.° 143 - Maio 2014
Sumário
CAPA - Fábio Sabbag e Geraldo de Oliveira
Diretor Presidente
Agnelo de Barros Neto ([email protected])
8
Diretora Financeira
Samantha de Barros ([email protected])
Publicidade
Érica Brandão ([email protected])
ENTREVISTA
Editor chefe
Marcos Mila (MTb 26.418) ([email protected])
Carlos Alberto Pace, gerente
geral da Müller Martini e
Melchior Trueeb, consultor
de projetos da fabricante
suíça, enfatizam a área de
serviços
Editor
Fabio Sabbag (MTb 66.400) ([email protected])
Edição de Arte
Geraldo de Oliveira ([email protected])
Diagramação
Talita Correia ([email protected])
Revisão
Marcello Bottini
Editor de Fotografias
Yuri Zoubaref ([email protected])
Gerente de TI
Carlos Eduardo Manrubio Cabral
([email protected])
Mailing e Assinaturas
Fernando Clarindo ([email protected]
Impressão e Acabamento
Gráfica Elyon
GRAPHPRINT é uma publi­cação mensal da
AGNELO EDITORA E CO­­­M ÉR­C IO LTDA. Cir­
culação Na­cional. Diri­gida às in­dús­trias gráficas,
de em­­ba­lagens, foto­litos e bureaus, editoras,
agências de pu­blici­dade, fornece­dores, univer­
sida­des, escolas técni­cas, consula­dos, órgãos
go­verna­mentais e entidades de classe.
INTERNATIONAL SALES
Multimedia, Inc. (USA) - 7061 Grand National
Drive, Suite 127, Orlando, FL 32819-8398
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ASSESSORIA JURÍDICA
16
13º PRÊMIO
GRAPHPRINT
Evento reúne lideres
do setor e premia os
melhores de 2013
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Impressão Digital
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4
GRAPHPRINT MAIO 14
Pronta para os
desafios
56
3
Papel cartão
12
Momento de
crescimento
28
61
Editorial
Relógio inteligente não seduz - Por
Fábio Sabbag
Acontece no mercado
Saiba o que rolou no mercado
Mídia
Investimento bruto em mídia chega a
R$ 32,2 bilhões
Panorama
42 Importância da impressão digital
EMPRESA EM
DESTAQUE
Além da impressão
Gente
46 Novos desafios
Case
50
Resultados promissores
63
Sustentabilidade
Gráfica Mattavelli
reduz em 15% o
consumo de água
65
Produtos & Serviços
Conheça os lançamentos de
equipamentos e serviços da indústria
gráfica
GRAPHPRINT MAIO 14
5
Empresas anunciantes desta edição
Agfa
7 e 3ª capa
Arjowiggins33
Lamimax13
Bremen25
Oki Data
Canon
4ª capa
Overlake29
49
Papirus15
EFI | Metrics
2ª capa
Expoprint55
Printcor59
Forma Certa
45
Prolam19
Gráfica Elyon
47
SPP KSR
Heidelberg41
Heliocolor9
6
Kodak23
GRAPHPRINT MAIO 14
27
Stilgraf37
Tecnologia de Chapa Livre de Produtos Químicos
A Agfa, líder mundial em chapas sem processamento
químico, comemora 500 instalações da
chapa :Azura no Brasil, em apenas 3 anos.
Gráfica TMX. A 500ª :Azura instalada no Brasil:
“É uma imensa satisfação, para nós da TMX, sermos o cliente de número 500 no Brasil a utilizar a chapa :Azura.
Já conhecíamos o produto pela sua enorme aceitação e importância no mercado gráfico e o desempenho dela
nos impressionou positivamente pela simplicidade operacional, estabilidade e qualidade de impressão, além
do atendimento técnico e comercial local da Agfa, fundamentais em nosso mercado.”
Paulo Figueiredo Junior - Sócio-proprietário da TMX, conceituada gráfica em São Gonçalo/RJ.
É o compromisso da Agfa em construir um futuro melhor para as próximas gerações!
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ENTREVISTA
Carlos Alberto Pace e Melchior Trueeb
Além de acabamento, uma empresa de serviços
Fábio Sabbag
Carlos Alberto Pace, executivo com experiência no setor de bens de capital, assumiu a gerência geral da Müller Martini,
recentemente, com olhar centrado no serviço. Apoiada em soluções completas para o setor de acabamento, o que não
impede de apresentar ferramentas da pré-impressão ao produto acabado, a fabricante suíça sente que o momento
exige uma reengenharia em vários aspectos.
Pace deixa claro que é o período mais indicado para adequação às novas condições de mercado. Por isso, o novo ciclo
dentro da Müller Martini tem como núcleo a alta disponibilidade de equipamentos e serviços, que vão desde treinamentos internos e externos com os clientes passando por um estoque que seja pragmático às necessidades.
De acordo Pace, a empresa tem hoje aproximadamente 300 milhões de francos suíços provenientes da compra de
equipamentos da marca por parte das empresas brasileiras. Tamanho valor alertou para a necessidade de renovar os
equipamentos por meio de módulos complementares entre outros tipos de serviços. A empresa aposta ainda no conceito de Proteção do Investimento.
Já MelchiorTrueeb, consultor de projetos, também participa desta entrevista mostrando como a Müller Martini enxerga
o mercado, enfatizando quesitos que a diferenciam no setor.
Aproveite a oportunidade para conhecer mais detalhes do conceito e outras ações que estão sendo adotadas pela
multinacional.
8
GRAPHPRINT MAI 14
ENTREVISTA
GRAPHPRINT: É o momento de rever alguns conceitos e
quebrar velhos paradigmas dentro da companhia? Para
onde rumarão as ações?
Pace: A mensagem que queremos passar é que, olhando o
retrospecto da Müller Martini nos últimos anos e hoje, é uma
épocaderenovaçãodaindústriagráficacomoumtodo,háum
reposicionamentomundialdacompanhia.Oesforçoégrande
para adequar a empresa às novas condições do mercado.
Na Drupa de 2008 vivemos uma reconstrução no leiaute das
máquinas, fato que provocou conforto e ergonomia para os
equipamentos.Depois,apresentamosmaiordisponibilidadee
automaçãopormeiodosistemaConnexaliadoàslinhasintegradas, desde a pré-impressão até a pós-impressão por meio
degerenciamentodeprodução,rastreabilidadedeprocessoe
setups mais eficientes.
Atualmente vivemos o início de um novo ciclo fundamentado na alta disponibilidade de equipamentos e serviços. Nosso foco agora é na prestação de serviços. Por isso, a empresa desenvolveu módulos que englobam desde a parte de
treinamentodeclientes,maioreficiêncianosetupeupgrades
para os diferentes parques gráficos. No Brasil, temos a mis-
“Definitivamente aumentaremos nossa
presença na área de serviços elevando a
fatia dentro do faturamento global da Müller
Martini, que pode se tornar uma tendência
para o futuro.”
GRAPHPRINT MAI 14
9
ENTREVISTA
sistema de acabamento para a impressão digital que foi
apresentadonaDrupade2004.Temosmáquinasqueservem
as rotativas que antes imprimiam com toner seco e, hoje, de
forma inkjet.
Nesse sentido, atuamos no high-end do mercado mundial,
na rapidez da produção. No low-end, a Müller Martini participa menos. Já há casos onde a Müller Martini, em conjunto
com os grandes players fabricantes de rotativas, participa
da área de acabamento para capas moles e duras e revistas
grampeadas.
Fornecemostambémsistemasintegrados,comooConnexe
o Sigma Control, que controlam o processo desde a bobina
embrancoatéoprodutofinal.Nissosomoslíderesmundiais.
“Fornecemos também sistemas integrados,
como o Connex e o Sigma Control, que
controlam o processo desde a bobina em
branco até o produto final. Nisso somos
líderes mundiais.”
são de deixar estes serviços mais acessíveis aos clientes.
Em termos de equipamentos, 2014 será um ano estável, mas
certamente o setor de serviços será muito explorado. Hoje, a
Müller Martini tem ao redor de 300 milhões de francos suíços
instalados no Brasil e percebemos que as máquinas podem
ganhar melhoras significativas.
Neste quesito entra o que a empresa chama de Proteção do
Investimentoparagarantirqueoretornodoequipamentovenha no menor tempo possível.
Conceitos de adequação e sistemas modulares são opções
que podem expandir ou customizar as máquinas de acordo
com as aplicações. Flexibilidade é um item mais importante
do que altas capacidades hoje.
Novos mercados se abrem, sobretudo na área de embalagens. É verdade também que as tecnologias para este segmento ainda estão chegando ao País, que leva um tempo
para absorver tudo.
Trueeb: Fomos uma das primeiras empresas a desenvolver
10
GRAPHPRINT MAI 14
GRAPHPRINT: Pace, conte-nos sobre sua experiência no
mercado e quais ações pretende tomar?
Pace: Minha experiência vem da indústria de bens de capital com empresas europeias onde na realidade é comum a
busca por serviços. É justamente isso que a Müller Martini
busca no Brasil. Cheguei com grande desafio, pois se trata
de uma mudança cultural e de processos dentro da própria
Müller.
AreestruturaçãointernaenvolveinvestimentosnoBrasilque
fortalecerão o relacionamento com o cliente. Parte de estudos passa pela readequação do estoque de peças que, em
certos momentos, não precisa de quantidade, mas de uma
análise apurada. Precisamos ter o que é conveniente, passando por treinamentos de técnicos e capacitação constante. É um trabalho contínuo.
GRAPHPRINT: Qual é a representatividade do Brasil
para a Müller Martini?
Pace: Em termos de volume, o mercado brasileiro não tem
distinção de outros países do mesmo porte. Mas tem foco
estratégico, é um país que forma opinião, sendo que as
tecnologias que aqui aportam criam tendências em outros
mercados.
É inegável que no ano passado vários projetos
foram postergados e esperamos que em 2014 sejam
consolidados. É um ano atípico, com vários fatores que
somam a favor e contra a decisão de investimentos. Há
uma demanda reprimida de projetos que não foram completados em 2013.
Trueeb: Será um ano difícil. É claro que o mercado reagiu para tiragens mais curtas. A área de embalagens está
em expansão, com claras possibilidades de crescimento.
ENTREVISTA
É um item indispensável ao ser humano. A Müller Martini
se adaptou perfeitamente às novas situações.
GRAPHPRINT: Quando olhamos os equipamentos da
Müller Martini notamos uma presença massiva em
empresas de grande porte. Porém, a indústria gráfica
brasileira é composta em sua imensa maioria por pequenas e médias. Como lidar com esta questão?
Pace: Boa pergunta. Se perguntasse isso há alguns anos,
com o câmbio da época, era perfeitamente viável. Hoje em
“Atualmente vivemos o início de um novo
ciclo fundamentado na alta disponibilidade
de equipamentos e serviços. Nosso foco
agora é na prestação de serviços. Por
isso, a empresa desenvolveu módulos que
englobam desde a parte de treinamento
de clientes, maior eficiência no setup
e upgrades para os diferentes parques
gráficos.”
dia, o câmbio dificulta bastante e a oferta de crédito internacional caiu muito, secando a fonte de financiamentos internacionais nos últimos tempos.
Estamos sempre abertos para ouvir as necessidades. Há
casos de intermediação de máquinas que podem ser bem
úteis aos pequenos e médios provenientes de empresas
grandesquepassaramporumamodernização.Éjustamente a prestação de serviços, com condições de remodelar
estas máquinas, por exemplo, que pode tornar nossos produtos acessíveis aos pequenos.
Queremos marcar presença nesse nicho e buscamos as
condiçõesideaisparaatenderademandaprovenientedestes empresários. As portas estão abertas, independente do
tamanho do cliente. Nossa política é de atender o mercado
com um todo.
Mas há casos onde clientes menores, que atuam com valoragregado,requeremequipamentoseserviçosaltamente
sofisticados e aqui entra nossa chance. O mercado de embalagens é um exemplo claro, por ser altamente sensitivo.
Nossos clientes lidam com matérias-primas delicadas, não
podem ter equipamentos com tecnologia inferior. É nisso
que apostamos.
Definitivamente aumentaremos nossa presença na área de
serviçoselevandoafatiadentrodofaturamentoglobaldaMüller Martini, que pode se tornar uma tendência para o futuro.
Trueeb: É fato que o franco suíço está bem valorizado
atualmenteeesseaspectofinanceiropesa.Osequipamentos
daMüllerMartinisãodeexcelentequalidadeealtatecnologia, e isso tem o seu custo.
OsequipamentosquevêmdaChina,porexemplo,chegam
compreçosquenãopodemosnempensaremcompetir.Há
alternativasnomercadolocaltambém.Sãovaloresquenão
competiremos, francamente falando. Isso é óbvio.
Na briga por produtos baratos não temos chance, não é o
nosso perfil. No Brasil temos condições de colocar nossas
máquinas em aproximadamente mil empresas. Na grande
maioria, teremos dificuldades.
Temos poucas empresas que fazem a impressão de embalagens no Brasil hoje. Para estas, sim, temos máquinas, mas
paraamaioriadospequenosháopçõesquecustamde10%
a 20% dos preços das nossas. É um mercado fora do nosso
alcance.
Na ExpoPrint faremos alguns lançamentos que se baseiam
em detalhes, como na máquina de costura, onde conseguimos criar algo bem interessante. São detalhes e novas aplicações que vão trazer benefícios.
GRAPHPRINT MAI 14
11
acontece
no mercado
12
Baumgarten adquire gráfica
argentina
IVC Brasil mostra estudo sobre
edições digitais
Segunda aquisição no exterior reforça a estratégia de internacionalização da empresa brasileira, que hoje é uma das mais
importantesdaAméricaLatina.ComopartedaestratégiadeinternacionalizaçãoeexpansãonaAméricaLatina,acatarinense
Baumgarten Gráfica Ltda assinou, no dia 26 de fevereiro, o contratodeaquisiçãodaAutopackS.A.,indústriagráficalocalizada
em Pablo Podestá, a 30km da capital Buenos Aires.
“Essesegundoinvestimentonoexterior,emjaneiroadquirimos
a empresa mexicana Rodak, faz parte da estratégia de internacionalizaçãoparafortalecimentodenossapresençanomercado mundial. Nosso intuito é nos tornarmos fornecedor global
para as empresas multinacionais e um forte fornecedor para
as empresas nacionais, viabilizando o que há de mais moderno
e eficiente no ramo gráfico”, afirma Ronaldo Baumgarten Jr.,
presidente da empresa.
Com 22 anos de atuação, a Autopack conta com 110 funcionários e é uma das gráficas mais reconhecidas no mercado
argentino.Possuiperfilexportadorconsolidadoeatuanosmercadosderótulos autoadesivos, bem como no de etiquetas promocionais e segurança.
Quanto às marcas, o nome Autopack será mantido pela Baumgartennosegmentodeetiquetaspromocionaisesegurança.No
mercado de rótulos, a marca“Autopack, uma empresa Baumgarten” permanecerá por um período de transição.
“Estamos muito confiantes com a aquisição da Autopack, por
serumaempresareconhecidanomercado,exportadora,muito
ágil e criativa. Possui cultura corporativa e gestão muito similar
à da Baumgarten e estes aspectos, aliados à excelente estrutura tecnológica, equipe competente e espaço para o investimentoemmáquinasadicionais,foramdeterminantesparasua
escolhacomoaentradadaBaumgartennomercadoargentino.
Agora, com unidades no México e Argentina, além da matriz
no Brasil, trabalharemos para disseminar as melhores práticas
entre as unidades e utilizar nossa força conjunta para trazer
oportunidades e benefícios principalmente para nossos clientes”, comenta Baumgarten Jr.
O presidente da Baumgarten explica que a aquisição da empresa argentina conclui a primeira fase do plano estratégico
no mercado internacional. O objetivo e a prioridade agora são
integrar as três plantas e fortalecer os trabalhos desenvolvidos
em conjunto.
A análise do IVC Brasil sobre os dados do segundo semestre de
2013, considerando somente as publicações com dados das edições digitais, aponta crescimento de 5,8% em relação ao primeiro
semestre de 2013 e de 3,1% na comparação com o mesmo período de 2012.
GRAPHPRINT MAI 14
Para as revistas sem números de edições digitais foram constatadas quedas de 3% e 4,4%, respectivamente. O levantamento,
que abrange a comparação entre 2013 e 2012 de todo o conjunto
das revistas auditadas pela entidade (com e sem edições digitais),
indica declínio de 3,1% na circulação. O balanço apontou estabilidade nas assinaturas, com leve variação de -0,04%, enquanto a
venda avulsa caiu 9,2%. As publicações semanais e quinzenais
tiveram menor declínio médio, com redução de 2%, e as mensais
apresentaram retração de 5,3% na circulação.
“Em dezembro de 2013, as edições digitais representaram 9,2%
da circulação das publicações que informaram esses dados. A
tendência de ler revistas em dispositivos digitais é crescente e
acreditamos que o mesmo ocorre em outros títulos”, destaca Pedro Martins Silva, presidente executivo do IVC Brasil.
Por conta desse movimento, a partir deste ano o Instituto terá
também informações sobre leitores que compram tanto a edição
impressa como a digital, que caracteriza a sobreposição. Dessa
forma, será possível apurar quanto desse crescimento é devido a
novosleitores,bemcomoovolumecorrespondenteàmigraçãodo
impresso para o digital.
acontece
no mercado
Na Alemanha e na China,
Kodak amplia fabricação
de chapas Sonora
Recentemente, a Kodak anunciou novos investimentos em sua planta fabril das chapas digitais Sonora.Oobjetivoéotimizaraproduçãoparaatender
aocrescimentodademandamundialpeloproduto,
composto por uma linha de chapas térmicas sem
processo e uso de químicos. “Essa é nossa estratégia para ganhar e servir melhor nossos clientes
no segmento de chapas de impressão. A força tecnológica de nossas chapas sem processo Kodak
Sonora, combinada com nosso plano de otimizar a
capacidadedeprodução,noscolocamaispróximos
dos clientes, nos permitindo atender a todo o mercado que opte pelo produto”, disse Brad Kruchten,
presidente da divisão gráfica, entretenimento & filmes comerciais.
A Kodak informa que atualmente a Sonora possui
mais de 450 usuários em todo o mundo. As chapas
são fabricadas na Europa e, de lá, distribuídas aos
clientes de todo o mundo. Agora, a Kodak planeja
aumentar essa capacidade, iniciando a produção
das chapas na Ásia e Américas. Na Europa, a empresa investe em sua fábrica em Osterode, Alemanha. Na Ásia, a empresa concluiu a modernização
de sua fábrica em Xiamen, China. Para as Américas,
a Kodak anunciou que está escolhendo um local
para sua nova unidade de produção. Além disso,
encerrará as atividades de sua unidade fabril em
Leeds (Inglaterra) no final de 2014.
14
GRAPHPRINT MAI 14
Suzano inaugura fábrica
A Suzano Papel e Celulose inaugurou a Unidade Maranhão, no município de
Imperatriz, uma das fábricas de celulose mais modernas do mundo, com capacidadeprodutivade1,5milhãodetoneladas/anoegeraçãodeexcedentede
energia de 100 MW.
Com investimento total de US$ 3 bilhões na área industrial e formação da base
florestal, a fábrica atenderá, prioritariamente, os mercados europeu e norte-americano.
Para escoar a celulose, serão utilizados um ramal ferroviário próprio de 28 quilômetros e as ferrovias Norte-Sul e Carajás, estas duas administradas pelaVale.
A carga não sofrerá transbordo até o Porto do Itaqui, por onde será exportada.
“AUnidadeImperatriztemimportantesvantagenscompetitivasgarantidaspor
seus diferenciais estruturais e a logística de escoamento 100% ferroviária, com
exportação via Porto de Itaqui, o que garante menor distância aos mercados
que serão atendidos”, afirma Walter Schalka, presidente da Suzano Papel e
Celulose.
Komori é representada pelo Grupo
Furnax
A parceria entre as duas empresas visa impulsionar ainda mais as vendas, gerandonovosnegóciosefortalecendoorelacionamentocomosatuaisclientes.
OGrupoFurnaxseráresponsávelportodooatendimento,vendas,solicitações
de peças e assistência técnica da empresa.
Por isso, a Furnax está formando uma equipe técnica, composta por profissionais com grande experiência em equipamentos Komori. A empresa também
contarácomoapoiodocentrolatino-americanodeoperaçõesdaKomori,que
ficará instalado na matriz da Furnax, em São Paulo. Essa equipe de profissionais dará todo o suporte necessário para garantir a agilidade na entrega de
respostas.
De acordo com Esteban Lo, diretor do grupo, esta nova fase simboliza um momento de maturidade e crescimento da empresa, que em julho completa 20
anos no mercado brasileiro. “Nessas duas décadas de atuação, nos preocupamos em oferecer aos nossos clientes um atendimento consultivo e uma assistência técnica de ponta. Acreditamos que estes sejam os fatores definitivos
que nos levaram a se tornar os distribuidores da Komori no Brasil”, afirma Lo.
As empresas interessadas em equipamentos Komori e os atuais clientes da
marca já podem entrar em contato diretamente com a Furnax pelo telefone
(11) 3273-1000.
Somos a Papirus. Embalamos sonhos.
Nosso papelcartão tem mais vida. Daí o nome Vita da nossa linha de produtos.
Temos um selo verde que atesta tudo isto. Ele conta quanto de aparas usamos
ou certifica as fibras virgens que vão nos nossos cartões brancos.
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13º Prêmio Graphprint
Vencedores em foco
No dia 29 de maio, no Espaço Infinitto, em São Paulo, a
13ª edição do Prêmio GRAPHPRINT enfatizou o trabalho
diferenciado de fornecedores,gráficas e personalidades
A cerimônia do 13º Prêmio GRAPHPRINT premiou 24
categorias de fornecedores, cinco personalidades
– Dirigente, Fornecedor, Produção, Vendas e Marketing – e laureou as melhores gráficas em seis
segmentos: Digital; Editorial Plana e Rotativa; Embalagens, Promocional e Gráfica Sustentável.
A pesquisa do 13º Prêmio GRAPHPRINT contou com
16
GRAPHPRINT MAI 14
890 respondentes e não levou em consideração os
votos concedidos aos distribuidores/revendedores,
fato que diminuiu substancialmente a participação
do quesito Outros em algumas categorias. Portanto,
apenas a marca foi considerada. A pesquisa e compilação de dados foram executadas pela empresa
Premium Auditores.
FORNECEDORES
Prestador de Serviços (CtP)
Chapas
1º
Forma
Certa 20%
Outros
45%
Outros
15%
2º Kodak
25%
2º ArtSim
13%
1º IBF
30%
5º
3º
FTW 4º Artpress
10%
5% Registro
Certo 7%
Patrocínio
1º Agfa
30%
APOIO - BANDA
APOIO - BAR
APOIO
GRAPHPRINT MAI 14
17
Sistemas para Provas
Outros
19%
4º Kodak
13%
3º HP
15%
1º Epson
34%
2º Agfa
19%
Papel Imprimir e Escrever Revestido
2º Stora
Enso 6%
Equipamentos para pré-impressão
1º Agfa
20%
Outros
34%
1º Kodak
20%
2º Screen
13%
2º Heidelberg
13%
Papel Imprimir e
Escrever Não Revestido
5º Grupo
Bignardi Outros
4º Stora
2%
4%
Enso 4%
Outros
11%
3º Santa
Maria 6%
2º Sappi 6%
1º Suzano
77%
Papéis Especiais
Papéis Reciclados
3º Brasilcote
Outros
3º Fine
4%
3%
Papers 4%
2º Suzano
31%
18
GRAPHPRINT MAI 14
1º Arjowiggins
CreativePapers
58%
1º Suzano
58%
2º International
Paper 26%
3º Papirus
7%
2º Grupo
Bignardi 11%
Outros
12%
1º Suzano
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Papel Cartão
5º MD
Papéis
6%
4º Klabin
10%
Outros
12%
4º A
rcon
v
6% ert
1º Suzano
47%
3º Ibema
11%
2º Papirus
14%
Distribuição de Papéis
Outros
35%
1º SPP-KSR
34%
%
b 4 3º
2º Rio
ma Centr
a
S Pa al
Branco
º
4
pé
13%
7% is
3º Labate
7%
Equipamentos para
Impressão Rotativa
Outros
28%
Papéis Autoadesivos
1ºGoss
28%
Outros
15%
3º Braga 7%
1º Colacril
60%
2º Avery
Dennison
12%
Equipamentos para Impressão Plana
3º Komori
9%
Outros
11%
3º KBA 9%
1º
Heidelberg
50%
2º manroland
21%
Equipamentos para
Impressão Digital
Outros
42%
1º HP
29%
3º Solna 8%
3º KBA
10%
20
GRAPHPRINT MAI 14
2º manroland
26%
3º Konica
Minolta 12%
2º Xerox
17%
Equipamentos para Acabamento
Outros
30%
3º Guarani
Máquinas
Gráficas 9%
Verniz Base Água
1º Müller
Martini 33%
1º Overlake
25%
Outros
41%
2º Printverniz/
Printcor 18%
2ºHeidelberg
28%
3º Heliocolor
16%
Adesivos
Verniz UV
4º
Outros
26%
3º Premiata 9%
1º Overlake
40%
Outros
12%
tal
g
7% am
ica
3º Artecola
9%
3º Canopus
9%
2º Printverniz/
Printcor 16%
Insumos para Acabamentos
Outros
29%
3º Coverflex
10%
2º Unipack/
UV Pack 15%
1º Prolam
46%
Me
1º Henkel
41%
2º Adecol
31%
Serviços de Acabamento Gráfico
5º La
Outros
19%
mipr
i
4º Bergra nt 2%
f 4%
3º Dobragraf 6%
2º Laminax
11%
1º UV Pack
58%
GRAPHPRINT MAI 14
21
Distribuidor de Insumos Gráficos
Outros
24%
3º Druck
Chemie 8%
Tintas para Impressão Plana
1º
Metalgamica
40%
Outros
32%
2º Sun
Chemical 19%
4º Hostmann
Steinberg 11%
3º Premiata
15%
2º Eurostar Produtos
Gráficos e
Comunicação 2º Diacel
Visual 14%
14%
Tintas para Impressão Rotativa
Outros
24%
1º Cromos
23%
Softwares de Gerenciamento Gráfico
1º Flint
Group
29%
Outros
28%
1º EFI
Metrics 33%
4º Premiata 6%
3º Cromos
17%
3º Zênite
Sistemas 18%
2º Sun
Chemical 24%
2º Calcgraf
21%
GRÁFICAS
PROMOCIONAL
EMBALAGENS
22
GRAPHPRINT MAI 14
EDITORIAL PLANA
DIGITAL
EDITORIAL ROTATIVA
GRÁFICA SUSTENTÁVEL
Personalidades
FORNECEDOR
DIRIGENTE
1 – Sergio Luiz Canela,
gerente geral de vendas
relações externas da
International Paper
2 – Adair Zanatto Junior,
gerente comercial da
manroland
3–Renato GivanniMoccagatta, diretor da T&C
4 – Jurandir Paulino de
Moraes,gerentedaárea
comercial do Rio de Janeiro da IBF
1 – Antonio Eugenio Moreira Cabral,
diretor presidente
da Leograf
2 – Sergio Franco,
diretor da Stilgraf
3 – Fabrício Lemos,
diretor da Forma
Certa
4 – Alessandra Matavelli, diretora da
Mattavelli Gráfica e Editora
5 – Elias Tranquilo, diretor nacional de vendas da Gráfica e
Editora Aquarela
6 – Sidnei Anversa, presidente da Congraf
e
PRODUÇÃO
1 – Ernesto Ferreira,
gerente de PCP da Stilgraf
2 – José Abuchain, prestador de serviços da RR
Donnelley
3 – Claudinei Lima, gerente de produção da
Leograf
4 – Paolo Trevisan, gerente industrial da Gráfica e Editora Aquarela
MARKETING
1 – Claudia Barbosa Sia, gerente de marketing da Antilhas
2 – Emanuel Sales, atendimento da Grafitusa
3 – Elaine Valeriano, departamento de marketing da Ipsis
4 – Sônia Regina MaragoniTardelli, supervisora de administração de vendas da Gráfica Editora Aquarela
5 – Célio Coelho Magalhães, gerente de marketing da Brasilgrafica
24
GRAPHPRINT MAI 14
VENDAS
1 – Antonio Carlos Bessa
(Teco), gerente de contas
da Mais Type
2 - Laércio Montich, vendedor da Leograf
3 – Marcia Stecca, vendedora da Forma Certa
4 – Karla Belanga, gerente
comercial da Colorsystem
5–FernandoHélioMartins
Brito, diretor comercial da
Sobral Gráfica
OS CRITÉRIOS DA 13ª PESQUISA GRAPHPRINT
Realização: Divisão de Pesquisa da Agnelo Editora
Iniciativa: Agnelo Editora
Período: dezembro 2013 a abril de 2014
Metodologia:APesquisaGRAPHPRINTcontoucom
duas ferramentas: telemarketing e portal (www.
graphprint.com.br).
Dividido em 24 categorias (fornecedores), isentas
de marcas de referência que induzissem a votação,
oformuláriocontevesolicitaçãodeindicaçõespara
nomes de cinco empresas em cada categoria, possibilitando assim uma abrangência maior do mercado.
Conforme previsto no regulamento da 13ª Pesquisa GRAPHPRINT, as empresas respondentes foram
classificadas em três grupos: Grupo 1 – empresas
pequenas, de 1 a 50 funcionários; Grupo 2 – médias empresas, de 51 a 200 funcionários; e Grupo
3 – grandes empresas, acima de 200 funcionários.
O critério utilizado para determinar o tamanho das
gráficas foi o número de funcionários. Segundo
esse critério, ficou assim a distribuição da amostra,
considerando o porte das empresas:
Grande
Porte
10%
Médio
Porte 18%
Pequeno Porte
72%
Ainda conforme previsto no regulamento, foram considerados votos nulos portanto não incluídos como votos válidos - aqueles nos quais o respondente
votou na sua própria empresa/marca, aqueles recebidos após a data de encerramentodapesquisa,votosrespondidosemduplicidade,osrespondentesque
encaminharam o questionário da pesquisa sem conter respostas, bem como
os votos atribuídos a empresas que não pertenciam à categoria em questão.
GRAPHPRINT MAI 14
25
Foram 890 os votos válidos obtidos
na 13ª Pesquisa GRAPHPRINT junto
às gráficas, empresas fornecedoras,
agências de publicidade, bureaus e
consultores assimdivididos por áreas de atuação: compras (128); diretoria(340);gerência(234);produção
(112); outros (76).
Caráter do formulário: confidencial,
preservandoaidentidadedaempresa e do respondente.
Geograficamente, os respondentes
estãodistribuídosdaseguinteforma:
Região
Centro
Região Oeste 2% Região
Norte
Nordeste 3%
1%
Região Sul
10%
Região Sudeste
84%
Atributos: por não contemplar atributos para as marcas eleitas, a Pesquisa GRAPHPRINT não identifica as
características das marcas vencedoras,comoqualidade,credibilidade
eoutros,nemaufereparticipaçãode
mercado.
Regulamento
Art. 1
A. Serão validadas apenas as respostas das empresas
que responderem a 50% das perguntas de um total de
35 categorias.
B. Será considerada apenas uma participação por CNPJ.
C. O computador (PC) que enviou a resposta, por meio do
seu código de identificação (IP), participará apenas uma
vez da pesquisa. O departamento de pesquisa da Agnelo
Editora se reserva o direito de eliminar possível resposta
enviada duas vezes do mesmo PC.
D. A pesquisa terá de ser respondida por um profissional
da área gráfica, como, por exemplo, compradores, diretores, presidentes, gerentes, atuantes no mercado gráfico.
Caso o respondente seja, por exemplo, do departamento
financeiro, setor que não se relaciona diretamente com a
indústria gráfica cotidianamente, a participação não será
computada.
E. No caso de quaisquer eventos, dúvidas, ou situações
não previstas neste regulamento que possam comprometer a veracidade das informações que serão transmitidas
ao público em geral, finalista ou ganhador, por qualquer
26
GRAPHPRINT MAI 14
tipo de irregularidade, que venha a ser comunicada oficialmente à coordenação do 13º Prêmio GRAPHPRINT. A
diretoria da Agnelo Editora poderá ser convocada para
apreciação e deliberação a respeito.
F. A Agnelo Editora não se responsabiliza por questões
de direitos autorais ou uso da marca das empresas participantes.
G. Concorrem ao 13º Prêmio GRAPHPRINT, concedido pela
Agnelo Editora, as empresas fornecedoras, fabricantes,
detentoras ou representantes da indústria gráfica
brasileira. Além dos prêmio concedidos às gráficas e
personalidades.
H. Os participantes concordam automaticamente com a
utilização gratuita de seu nome, fotos e dados relativos
aos produtos ou serviços para divulgação em qualquer
meio de comunicação, nacional e internacional, impresso
ou eletrônico, em português ou em tradução para outros
idiomas, bem como para exposições e para exemplos de
cases em cursos, palestras, seminários e outros eventos.
I. Foi usado como critério de empate a diferença de 1%
tanto para cima como para baixo.
gmark
quem se liga na versatilidade
do papelcartão suzano,
liga no 0300 da spp-ksr.
nA SPP-KSR, A linhA de PAPelCARtão MAiS CoMPletA do MeRCAdo
tAMbÉM FiCA VeRSátil no PAgAMento. ligue nA CentRAl de VendAS
e eSColhA PAgAR eM AtÉ 120 diAS Pelo SPP-KSR FACilidAdeS.
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exato segmento em que atua. Mas quando você compra na SPP-KSR, você tem também a versatilidade do
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Mídia
Mercado publicitário
cresce 6,81% e
chega a R$ 47,9 bilhões*
Primeiro semestre de 2013 foi fraco, mas investimento bruto em
mídia chega a R$ 32,2 bilhões e melhora desempenho do setor
Após um primeiro semestre preocupante, o mercado aqueceu e
fechou 2013 com R$ 32,2 bilhões de investimentos publicitários
brutos em mídia, crescimento de 6,81% em relação a 2012. Os
destaquesforamTVabertaepaga,rádioemídiaexterior,segundo
dados do Projeto Inter-Meios divulgados recentemente.
O número é maior que a estimativa de crescimento de representantesdoprópriomercado,queemagostohaviamcalculado4,5%,
assim como supera inflação (5,91%) e projeção de PIB (2,52%).
Incluindo o extrapolado de 20% e 19% de produção comercial, o
bolototalchegaa R$47,9bilhões. Apesar disso, 2013representou
o terceiro pior índice de crescimento da década, superando apenas 2012 e 2009.
28
GRAPHPRINT MAI 14
“No último quadrimestre, o crescimento de dois dígitos mostrou
um mercado em franca recuperação: 14,3% de crescimento do
mercado publicitário e 18% da TV aberta”, explica Anco Saraiva,
diretor de marketing da Globo. A retomada na segunda metade
do ano também se refletiu nas verbas de TV paga, que cresceram 18,03%, e rádio, que chegaram a 10,45%. “É reflexo de um
trabalhoentreradiodifusoresparaqueparticipem,queentendam
a importância que os dados têm enquanto radiografia da nossa
indústria”, afirma Acácio Luiz Costa, diretor executivo das rádios
Estadão e Eldorado.
A internet brasileira, porém, ainda enfrenta desafios comerciais.
Em 2013 apresentou o primeiro recuo da década: R$ 1,43 bilhão,
Mídia
5,6% menor que em 2012. Apesar disso, Rafael Davini, diretor geral do Terra e presidente do Interactive Advertising Bureau (IAB
Brasil), considera o ano positivo diante das circunstâncias.: “As
propriedades de internet começaram 2013 em queda de 18%,
15%, mas terminaram com 5%; foi uma vitória”, afirma. O executivo lembra que há grandes players digitais que não declaram
o faturamento em mídia, o que causa algum desvio nos números.
O IAB e a Comscore preparam um estudo que cruzará os preços
médios de formatos publicitários na internet com um painel de
110 mil usuários, o que deve fornecer uma estimativa mais fiel
dos números de internet.
Meio impresso
Omeioimpressotambémfoibastanteafetado.Jornaiscaíram3,8%
erevistas,7,5%.Umdosmaioressímbolosdastransformaçõesque
rondamosetorfoiaEditoraAbril,quereestruturouadiretoriaeteve
de realizar cortes em 2013. “Descontinuamos alguns títulos que
representavampouquíssimo,tantoemtermosdecirculaçãocomo
emtermosdepublicidade,masnesteanoestamospreparadospara
mudar isso e seguir na tendência dos últimos cinco meses”, afirma
ThaisChede,diretorageraldepublicidadeedaunidadeVeja,confirmando o crescimento do último semestre.
Metodologia
O Projeto Inter-Meios é um relatório de investimento em mídia no
PaístabuladopelaempresadeauditoriaPricewaterhouseCoopers
comexclusividadeparaoGrupoMeio&Mensagem,quecoordena
o projeto.
O trabalho mede, mês a mês, os investimentos em veiculação feitos pelos anunciantes na mídia brasileira. Estima-se que em 2013
ele tenha contemplado 80% do total das verbas, já que parte significativa do investimento em internet, jornais e rádios ainda não
pode ser mensurada. Os participantes encaminham seus dados
diretamente à auditoria.
*Fonte: por Igor Ribeiro (www.meiomensagem.com.br)
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GRAPHPRINT MAI 14
29
IMPRESSÃO DIGITAL
Os novos motores
do circuito gráfico
Fábio Sabbag
30
GRAPHPRINT MAI 14
Impressoras digitais ganham espaço e
credibilidade no mercado gráfico brasileiro
sem, necessariamente, competir com os modelos
considerados convencionais
Impressão digital
Recentes dados publicados pela Messe Düsseldorf, organizadora da Drupa,
refletiram diretamente no segmento de
impressão digital dentro das gráficas
do mundo todo. Uma das várias conclusões é que as receitas estão crescendo, mas os lucros estão diminuindo
e os aumentos dos custos estão vulneráveis. Durante 2013, 45% dos entrevistados aumentaram as suas receitas,
mas 21% sofreram uma queda.
Muitas das empresas observaram um
crescimento nos volumes de impressão convencional no último ano; 29%
relataram um maior volume de offset
folha a folha, enquanto apenas 16%
reportaram uma diminuição. Há um
evidente aumento na impressão digital: 33% relataram um maior volume
de folha solta digital enquanto apenas
3% reportaram uma diminuição.
De um modo geral, as gráficas de todas as regiões presenciam mudanças
radicais na mistura de impressão digital e convencional à medida que a
combinação das condições econômicas e os diferentes padrões de procura
entram em vigor; 45% comunicaram
uma redução nos volumes de produção
e menores prazos de entrega, enquanto apenas 16% afirmaram que os volumes de produção aumentaram.
Outro indicador, consolidado pelo estudo, é que o cenário da tecnologia
de impressão está mudando. O estudo revelou a crescente importância
da impressão digital: 65% de todas as
gráficas entrevistadas possuem globalmente uma produção de impressão
digital e 5% são exclusivamente gráficas digitais; 85% de todas as gráficas
comerciais (mundialmente) possuem
impressão digital e 31% afirmaram
que 25% ou mais do volume de negócio resulta da impressão digital.
Comparativamente, 38% das gráficas
que trabalham com editoras e 57%
das gráficas de embalagem não pos-
Sean Maximo, analista de marketing da Konica Minolta:
“A impressão digital é muito flexível no seu conceito de
funcionamento e possibilita um extenso e vasto leque de aplicações,
muitas delas com alta lucratividade, quebrando muitos paradigmas.”
Carlos Henrique, gerente de vendas inkjet da Agfa no Brasil:
“É importante mencionar que a impressão digital não precisa
necessariamente substituir outras tecnologias, mas atuar como um
complemento, já que é vantajosa em determinadas situações, como
baixas tiragens, prova de cor, mockups etc.”
GRAPHPRINT MAI 14
31
Impressão digital
Mauricio Carlini, digital print solutions sales manager da Kodak:
“O mercado está saturado com empresas que vendem impressão pela
impressão, onde a diferenciação é o preço. Os lucros são pequenos, e
a concorrência, feroz.”
Julio Lima, gerente de desenvolvimento de mercado Xerox Brasil:
“Cada vez mais o mercado necessita de pequenas e médias tiragens
em curto espaço de tempo. A única barreira que existe, talvez,
seja o volume. Para altos volumes até hoje a tecnologia offset é
mais competitiva. Para baixos volumes a tecnologia digital é mais
competitiva. Atualmente parte do trabalho desses clientes é avaliar
qual opção é adequada. O ideal é ter as duas e avaliar qual a mais
vantajosa para determinado trabalho, tanto para ele quanto para o
cliente final.”
suem qualquer capacidade de impressão digital; é um reflexo dos modelos
de negócio mais convencionais, que
exigem formatos de impressão mais
tradicionais e tiragens mais longas.
A conclusão é que a impressão digital, pelo visto, precisa ainda aumentar
sua participação no segmento de embalagem, com exceção à produção de
etiquetas, onde o seu uso já está muito
mais generalizado.
Apesar do impacto decisivo da impressão digital no mercado comercial,
pode ser encorajador, para a maioria
32
GRAPHPRINT MAI 14
das gráficas, saber que muito desse crescimento não foi conseguido à
custa da impressão convencional, pois
57% das gráficas comerciais de todo
o mundo relataram que a impressão
digital representou um valor zero ou
inferior a 10% do volume de negócio
de impressão convencional.
Outro estudo, agora elaborado pela IDC
(empresa de inteligência de mercado,
serviços de consultoria e conferências
com as indústrias de tecnologia da informação e telecomunicações), sobre
mercado de impressão em 2013, apon-
tou queda na tecnologia jato de tinta
e crescimento de vendas de equipamentos a laser. Em 2013, o mercado
brasileiro movimentou 3,7 milhões de
equipamentos de impressão, volume
aproximadamente 9% menor do que
em 2012.
Na visualização dos resultados por
tecnologia, o cenário é distinto entre laser e jato de tinta. Enquanto as
vendas de impressoras jato de tinta
caíram 13,1% (de 3,087 milhões em
2012 para 2,682 milhões de unidades
em 2013), as vendas de laser tiveram
rio de janeiro
pequim
marrocos
cancun
havana
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santiago
milano
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Impressão digital
um ligeiro crescimento e passaram de
1,019 milhão de unidades vendidas em
2012 para 1,053 milhão em 2013.
Caminhos
A impressão digital atingiu, ao longo
do tempo, o mesmo patamar de qualidade de impressão de outras tecnologias. A evolução esperada agora é o
aumento da produtividade e redução
dos custos de impressão, aponta Carlos Henrique, gerente de vendas inkjet
da Agfa no Brasil.
“À medida que essa evolução ocorre
mais clientes convencionais investem
em novas tecnologias e atualizam seu
parque de equipamentos. É importante
mencionar que a impressão digital não
precisa necessariamente substituir
outras tecnologias, mas atuar como
um complemento, já que é vantajosa em determinadas situações, como
baixas tiragens, prova de cor, mockups
etc.”, argumenta Henrique.
Ainda na opinião do gerente de vendas
inkjet da Agfa, as altas tiragens já não
são exatamente uma barreira. “Esse
tipo de trabalho já não é tão comum
como era antigamente. Enquanto a viabilidade da impressão digital alcança
tiragens um pouco maiores, o próprio
comportamento dos jobs se afunila em
direção a tiragens um pouco menores.
É questão de tempo para que os dois
se encontrem completamente”, avisa.
Para Sean Maximo, analista de marketing da Konica Minolta, atualmente
todas as empresas que vendem impressos se voltaram a favor da impressão digital, principalmente visando a
saúde financeira de seus estabelecimentos. “A impressão digital é muito
flexível no seu conceito de funcionamento e possibilita um extenso e vasto
leque de aplicações, muitas delas com
Felipe Portes Melli Wady Debes, diretor comercial da Fotobras:
“Importamos com exclusividade para o Brasil uma mídia que
revolucionará a percepção e utilização do espaço em pontos de venda e
locais internos, públicos e privados, ainda não explorados no Brasil.”
Osvaldo Cristo, pre sales specialist HP Indigo and Inkjet Press Latin America:
“Paradoxalmente, aqueles que estão se dando bem no mercado
convencional têm desinteresse em estudar novas formas de negócios
onde a impressão digital seguramente é uma das opções mais
flexíveis. Preferem investir mais naquilo que estão se dando bem.
Não imaginam que o mercado pode mudar o suficiente para ameaçar
suas posições atuais.”
34
GRAPHPRINT MAI 14
GRAPHPRINT: Além do equipamento, a
empresa vem com um pacote de soluções
que envolve ações em web to print, por
exemplo? Como funciona na prática?
Agfa
“A Agfa oferece um pacote de soluções integradas que vai muito além do equipamento. Não trabalhamos apenas com um RIP, mas
como:Asanti,umworkflowcompletovoltadoespecificamenteparagrandesformatos.HátambémoStoreFront,umasoluçãowebto
printcompletaquepermitecriarlojasvirtuais,abertasaopúblicoouparticulares,paraimpressãodeprodutosdiversospré-definidos
ou customizados com as diferentes formas de pagamento, cálculo de frete, e tudo mais”, indica Henrique.
HP
“A HP e seus canais estão dispostos a expandir o escopo de um projeto além dos limites da impressora propriamente dita. Por isso,
contam com um time de pessoas especializada em negócios e mercados para ajudar o desenvolvimento de mercado para o usuário
de nossas impressoras. Há especialistas em fluxo de produção, por exemplo, que são serviços adicionais oferecidos no processo
de negociação de qualquer solução de impressão gráfica oferecida pela HP e seus parceiros. Muito embora a HP possua uma ótima
solução de web to print para B2B as soluções de B2C são oferecidas por nossos parceiros de negócios entre os produtos de mercado
disponíveis.Nenhumadessassoluçõesépadrãoporqueamaneiradetrabalhodecadaempresavariasignificativamente,bemcomo
seu mercado-alvo”, diz Cristo.
Konica Minolta
“Web to print é o termo mais comentado no momento, porém sabemos que não é algo simples de ser comercializado e implantado,
pois requer uma série de análises prévias. A Konica Minolta possui soluções em seu portfólio, mas é algo trabalhado caso a caso em
um pacote de soluções e quando há o real interesse do cliente”, explica Maximo.
Kodak
“AKodaksereinventoucomoumacompanhiadetecnologiafocadaemimagensparanegócios.Nessadireçãoestamoscentralizados
nosmercadosdeembalagens,comunicaçõesgráficaseimpressãofuncional,podendotrazermudançassignificativasecrescimento
aosnossosclientes.Nóstambémtemosprodutosqueajudamadestacarembalagensempontosdevenda,eletrônicoseoutrasmercadorias que você vê nas prateleiras das lojas. Com a experiência que obtivemos por anos em revestir filmes, nós agora ajudamos
mais rápida e economicamente a fabricar produtos como sensores para touch screen usados em telefones celulares e tablets. E isto
é só o começo. Estes processos de fabricação irão radicalmente transformar o mercado de outros eletrônicos e produtos funcionais
também. Além disso, fabricamos bilhões de metros de filme a cada ano, em Rochester (EUA), para nossos clientes da indústria cinematográfica. Desta forma a Kodak está atuando de forma abrangente no mercado de comunicação gráfica, da geração da ideia à
entrega da solução ao cliente final”, fala Carlini.
T&C
“Temos um excelente pacote de soluções para web to print e também para a gestão de uma gráfica digital para que os nossos clientes possam explorar as novas oportunidades e ter resultados com boa margem nos novos negócios. É uma solução web para gestão,
que é diferente de uma gráfica convencional”, avisa Pimentel.
Xerox
“Temos a suíte de software Xneie. Essa família de software possui diversas funcionalidades, transacional e promocional, dados
variáveis e web to print. Especificamente em web to print, trabalhamos com soluções pré-formatadas ou personalizadas de acordo
com a necessidade do cliente final. É uma forma de os clientes finais atingirem um público maior, oferecendo serviços e trabalhos na
internet. Um exemplo são as gráficas digitais comercializando trabalhos via internet”, fala Lima.
GRAPHPRINT MAI 14
35
Impressão digital
alta lucratividade, quebrando muitos
paradigmas. A tiragem para impressão
digital é muito importante para definir
o equipamento a ser utilizado, mas
não podemos nos prender somente à
quantidade e esquecer o que será impresso. Por isso, ainda precisamos nos
preocupar com ambos os aspectos”,
completa.
Na opinião de Mauricio Carlini, digital print solutions sales manager da
Kodak, o mercado está saturado com
empresas que vendem impressão pela
impressão, onde a diferenciação é o
preço. “Os lucros são pequenos, e a
concorrência, feroz. Há outros canais
digitais relevantes disponíveis para
as marcas exporem seus produtos. A
maioria dos clientes dessas gráficas
ou fornecedores de impressão também está em negócios comoditizados.
Bons produtos não são vendidos por si
só e as marcas precisam comunicá-los
melhor que seus competidores”, fala
Carlini.
As mudanças no mercado direcionam
as ações do ‘empurrar’ o produto para
o desenvolvimento de interação mais
pessoal. Por isso, acredita o executivo
da Kodak, as agências de propaganda
e os profissionais de marketing testam
e aprendem a lidar com os novos canais de comunicação. “Neste ambiente, a adoção da tecnologia digital não
somente abre novas oportunidades de
negócios, mas também, em grande
medida, adiciona valor ao investimento
que já foi realizado no parque industrial gráfico e que ainda terá muitos
anos de produção pela frente”, acrescenta.
A HP já detectou que a maioria de
seus clientes não são impressores
tidos como convencionais, muito embora nos últimos anos a participação desses clientes venha crescendo
consistentemente. “Grosseiramente
podemos classificar os clientes tidos
como convencionais em dois grandes
grupos: os que se dão bem no mercado e aproveitam competentemente nas
oportunidades oferecidas; e aqueles
que estão sucumbindo às mudanças
de mercado, pois não conseguiram se
preparar para enfrentá-las. Paradoxalmente, aqueles que estão se dando bem no mercado convencional têm
desinteresse em estudar novas formas
de negócios onde a impressão digital
seguramente é uma das opções mais
flexíveis. Preferem investir mais naquilo que estão se dando bem. Não
imaginam que o mercado pode mudar
o suficiente para ameaçar suas posições atuais”, fala Osvaldo Cristo, pre
sales specialist HP Indigo and Inkjet
Press Latin America.
Cristo alerta que é comum a impressão
digital ser considerada pela indústria
convencional somente no momento em
Marcelo Pimentel, gerente de produto da T&C:
“A indústria gráfica está passando por uma transformação para se
adequar ao novo modelo de negócio. A onda digital vem com novas
impressoras de alto volume inkjet e nos próximos quatro anos teremos
esta tecnologia consolidada. O inkjet atenderá e substituirá o offset
tradicional, principalmente no mercado promocional e editorial.”
36
GRAPHPRINT MAI 14
que as coisas estão andando mal. Porém é justamente nesse momento que
a capacidade de investimento – e consequentemente desenvolvimento de
mercado – está muito debilitada.“Uma
mudança de abordagem de mercado
torna-se muito mais difícil. Curiosamente muitos dos casos de sucesso
que temos com nossas impressoras
digitais vêm de empreendedores que
não tinham nada a ver com a indústria
na qual hoje atuam e estão substituindo aqueles que já atuavam há tempos, mas que insistiram em se manter
aferrados ao seu sistema de produção
convencional no segmento de fotografia, editorial ou promocional. Existe
um número crescente de empresários
atuando no segmento convencional e
que tem despertado para as possibilidades da impressão digital, mas eles
ainda representam uma minoria dentro
do segmento como um todo. São justamente esses pouco empreendedores
que têm uma oportunidade única de se
imporem ou continuarem como líderes
de mercado no futuro previsível”, avalia Cristo.
Marcelo Pimentel, gerente de produto da T&C, diz que, além das tiragens
diminuírem o tempo de entrega, o
mercado promocional está mudando
para impressões personalizadas e a
tecnologia está consolidada, ou seja,
a gráfica tradicional tem praticamente
obrigação de oferecer os serviços em
digital. “A indústria gráfica está passando por uma transformação para se
adequar ao novo modelo de negócio.
A onda digital vem com novas impressoras de alto volume inkjet e nos próximos quatro anos teremos esta tecnologia consolidada. O inkjet atenderá
e substituirá o offset tradicional, principalmente no mercado promocional e
editorial”, aposta Pimentel.
Julio Lima, gerente de desenvolvimento de mercado Xerox Brasil, nota que
Impressão digital
os clientes perceberam que precisam
atualizar os equipamentos sem abrir
mão da tecnologia offset. Por isso, a
tecnologia de impressão digital vem
complementar a atual, oferecendo trabalhos diferenciados principalmente
no que diz respeito a dados variáveis,
pequenas e médias tiragens. “Cada
vez mais o mercado necessita de pequenas e médias tiragens em curto
espaço de tempo. A única barreira que
existe, talvez, seja o volume. Para altos
volumes até hoje a tecnologia offset é
mais competitiva. Para baixos volumes a tecnologia digital é mais competitiva. Atualmente parte do trabalho
desses clientes é avaliar qual opção é
adequada. O ideal é ter as duas e avaliar qual a mais vantajosa para determinado trabalho, tanto para ele quanto
para o cliente final”, orienta Lima.
Recentemente, a Xerox inaugurou em
Barueri (SP), numa parceria com o
Senai, seu centro para formação profissional e desenvolvimento de aplicações voltadas à indústria gráfica,
gestão da informação e tratamento de
documentos. É um espaço equipado
com tecnologias que vão de impressoras e multifuncionais para diferentes rotinas de produção digital de
documentos a tecnologias de ponta
para integração de soluções voltadas
à automação de fluxos de trabalho e
otimização de processos. “São 25 soluções, incluindo, sistemas de produção gráfica digital e software, além de
oferecer aos alunos do Senai, clientes
corporativos de diferentes indústrias e
gráficas comerciais um ponto único de
acesso ao mais completo portfólio de
tecnologias do gênero existente hoje
no mercado”, avisa o gerente de desenvolvimento de mercado Xerox Brasil.
Destaques
A Agfa possui duas linhas de impres38
GRAPHPRINT MAI 14
Linha de equipamentos
Agfa
:Anapurna MW
:Anapurna M1600
:Anapurna M2050
:Anapurna M2500
:Anapurna M2540
:Anapurna M3200
Jeti Titan 3020 Titan 16, 20, 24, 32, 36,
40 ou 48PH
Jeti 3020 Titan X
Jeti Titan S (lançamento)
Jeti Titan HS (lançamento)
Prosper 1000 – impressora inkjet tecnologia “Stream” (monocromática);
Prosper 5000Xli – impressora inkjet
tecnologia “Stream” (colorida); sistemas de impressão customizáveis
Prosper Série S (mono até‘full color”).
Konica Minolta
bizhub Press C7000P / C6000 / C70hc
/ C8000 Coloridos
bizhub Press 1250 / bizhub PRO 951
Monocromáticos
HP
T&C
HP Indigo 3550
HP Indigo 5600
HP Indigo 7600
HP Indigo WS4600
HP Indigo WS6000p
HP Indigo W7250
HP Indigo 10000
HP Indigo 20000 (lançamento em
2015)
HP Indigo 30000
HP IHPS T230
HP IHPS T300
HP IHPS T360
HP IHPS T410
Linha de diversos modelos de plotadorasparavirtualmentetodasasaplicações de mercado
Konica Minolta – Linha Bizhub C 284,
C454/554, C6000, C7000 e a C8000
LinhaprofissionaldaEpsonparagrandes formatos e provas digitais
Screen –Truepress SX inkjet plana B2,
as rotativas 520
Scodix para enobrecimentos de impressos “Polímero digital”
B2C com soluções para web to print
Utility, um sistema de gestão paragráficas digitais.
Kodak
Dentro do segmento digital a Kodak
disponibiliza as linhas de produtos
eletrofotográficos da família NexPress - SX2700, 3300 e 3900 -, que
são impressoras de alta performance
em cores, e DigiMaster HD - impressoras em tinta seca monocromática.
Na linha inkjet, a Kodak vem com
Xerox
A linha de produção se divide em dois
segmentos:
Segmentomonocromático:XeroxNuvera 314; Xerox Nuvera 288; Xerox
Nuvera 157; Xerox Nuvera 144; Xerox
D125/D136; e Xerox D95A. “Flexibilidadedeaplicações,trabalhoscomplexos, mídias diversas, dados variáveis e
acabamentos estão nestes modelos”,
diz Lima.
Segmento colorido: Xerox Igen150;
Xerox Igen4; Xerox Color 1000; Xerox
8080; Xerox J75; Xerox C75; e Xerox
X570.
Impressão digital
soras inkjet UV diferentes, sendo a
linha :Anapurna composta por modelos de baixa e média produtividade e
foco em qualidade de impressão. Já a
linha Jeti é composta por equipamentos industriais que reúnem qualidade
de impressão e alta produtividade.“Na
linha :Anapurna, o modelo mais procurado é a Anapurna M2050, impressora
híbrida, imprime mídias em chapas, folhas ou rolo, de 2,05m de largura, seis
cores mais o branco e produtividade
de até 53m²/hora. Já entre as :Jeti o
modelo mais vendido é a 3020 Titan,
uma impressora flatbed com conceito
configurável. O cliente pode optar por
quatro, seis ou sete pela quantidade de
cabeças de impressão que vão de 16 a
48, e consequentemente velocidade de
impressão, e pelo sistema rolo a rolo
de 3,20m”, fala Henrique.
Já na Kodak, o produto mais comercializado é o sistema de impressão Kodak
Prosper da série S. “Trata-se da última
geração de soluções inkjet ultrarrápida com alta resolução que estabelecem novos parâmetros de custos com
aplicação de dados variáveis ‘classe
offset’. Considerando os padrões exigidos pelo mercado gráfico, estes sistemas entregam informação variável
sem deixar nada a dever aos processos tradicionais de impressão, proporcionando quatro elementos-chave ao
usuário: confiabilidade, produtividade,
baixos custos de operação e propriedade e qualidade de imagem. Muito
embora o termo impressão de dados
variáveis com classe offset possa ser
novo para muitos de nossos clientes,
eles entendem o apelo da resolução laser com custos inkjet. A característica
mais importante destes sistemas é a
de permitir adicionar impressão digital
variável aos equipamentos e dispositivos já existentes, cujo investimento,
em geral, foram vultosos, e com esta
Lara Vargas, gerente de produtos consumíveis – comunicação visual da Alphaprint:
“Podemos destacar a linha Oracal. Considerado um dos melhores vinis
de impressão do mundo, agrega valor aos produtos oferecidos pela
Alphaprint e garante qualidade e robustez. É indicado para impressoras
digitais base solvente, látex e UV no ramo de comunicação visual.”
adoção passam a entregar maior valor
agregado”, explica Carlini.
Na Hewlett-Packard, que é considerada uma das maiores empresas de alta
tecnologia do mundo, com um faturamento mundial ao redor de US$ 130
bilhões anuais em distintas linhas de
produtos e serviços, uma de suas divisões de negócios chama-se GSB, responsável por sistemas de impressão
voltados para a indústria gráfica com
três linhas de produtos: HP Indigo com
a tecnologia EletroInk de impressão digital offset; HP IHPS com impressoras
digitais rotativas de alto desempenho
baseada em tecnologia térmica de injeção de tintas; e a linha de plotadoras
industriais com tecnologia Latex ou UV.
“A HP Indigo é o padrão de qualidade
digital do mercado gráfico por utilizar
processo de transferência indireta da
imagem por meio de blanqueta (offset)
com EletroInk, uma tinta especial com
mesmo “look and feel” de tinta usada
em impressora offset convencional e
garantindo resultados igualmente semelhantes, em alguns casos superiores, por suas tintas poderem oferecer
um gamut de cores mais amplo. As
impressoras offset digital HP Indigo
de folhas podem imprimir de quatro a
sete cores, frente e verso em uma única entrada de máquina, nos formatos
um quarto de folha ou de meia folha.
O fato de poder imprimir dados variáveis pode eliminar etapas de acabamento, já que o alceamento pode ser
feito eletronicamente imprimindo na
ordem correta as diferentes folhas e
tudo isso sem necessitar de tempo de
secagem”, explica Cristo.
Na mesma tecnologia HP Indigo também faz parte uma linha de impressoras rotativas que devido ao seu caráter
digital tem o “cut off” variável. “Com
largura de banda de 33cm ou 75cm
(será lançada em breve no mercado),
com impressão simplex ou duplex, as
impressoras combinam com toda a
tecnologia HP Indigo, alta qualidade de
impressão, flexibilidade de substratos
e produtividade para diversas aplicações, como editorial de alta qualidade,
rótulos e etiquetas de mais alto valor
agregado. Já a HP IHPS tem no seu escopo as impressoras com base na tecnologia de injeção de tinta trabalhando
com papel em rolo, daí vem a classificação como rotativas digitais. Com
três linhas diferentes de produtos, com
largura de impressão de 52cm, 74cm e
106cm, todas compartilham a mesma
alta tecnologia de impressão e tintas
à base de pigmento totalmente desenvolvidas e fabricadas pela HP, garantindo a mais alta qualidade disponível
no mercado em jato de tinta e com capacidade de produção mensal de 50 a
175 milhões de páginas A4, quer em
cores ou preto e branco. A qualidade
obtida com essa tecnologia transformou essas impressoras no padrão de
fato da indústria gráfica, sobretudo no
segmento editorial”, afirma o pre sales
GRAPHPRINT MAI 14
39
Impressão digital
Washington Gomes, gerente de produtos da T&C:
“A linha de papéis Epson é o destaque, pois garante alta qualidade,
produtividade e segurança na calibração de cores.”
specialist HP Indigo and Inkjet Press
Latin America.
Pimentel considera a Konica Minolta C7000 como a melhor opção para
a gráfica: “É robusta, usa os mesmos
papéis que as impressoras offset, imprime diversos substratos sintéticos,
inclusive PVC, fácil de operar, baixo
custo de impressão e aquisição e uma
ótima qualidade de impressão”, enumera.
Atualmente o equipamento mais comercializado pela Xerox é a X570, que
faz parte da família X5XX. É o equipamento de entrada colorida, mas com
características de high end, calibração de cores e certificação Pantone.
“É um multifuncional e trabalha com
mídias de 12 polegadas por 18 polegadas, nas bandejas internas. E pelas
bandejas de bypass até 13 por 19.2
polegadas ou pela bandeja de alta
capacidade, que é opcional. Suporta
papéis revestidos e não revestidos de
até 300 gramas e faz duplex automático em mídias de até 220 gramas. Tem
muitas opções de acabamentos, lombada quadrada, entre outros”, detalha
Lima.
Insumos
Felipe Portes Melli Wady Debes, diretor comercial da Fotobras, ressalta
que a empresa foi uma das pioneiras
a atuar na demanda de insumos para
a impressão digital.“Assim que começaram a entrar no mercado brasileiro
40
GRAPHPRINT MAI 14
as primeiras impressoras digitais, tivemos a preocupação de buscar em
nossos fornecedores internacionais as
soluções disponíveis. Hoje temos um
grande portfólio com marcas como Folex, SIHL, Technova, e outras, inclusive
nacionais. Trabalhamos ainda com papéis especiais, diversos tipos de poliéster e toda a linha de autoadesivos.
Importamos com exclusividade para o
Brasil uma mídia que revolucionará a
percepção e utilização do espaço em
pontos de venda e locais internos, públicos e privados, ainda não explorados no Brasil”, anuncia Debes.
Já a Alphaprint aposta numa linha
completa de substratos para impressão digital. São eles: couché (Nevia
Digital), papel offset (e-paper), papéis
fotográficos (Alphamídias e Sihl), papéis para prova (Alphamídias), lonas
(Ultraflex), vinis adesivos (Oracal e
Maxima), chapas rígidas Gilman Brothers e Isoforma (Foamboard, PS, PVC,
Honeycomb, etc.), manta magnética
(Magnum Magnetics), entre outros.
“A Alphaprint sempre procura trazer
materiais de destaque. Podemos destacar a linha Oracal. Considerado um
dos melhores vinis de impressão do
mundo, agrega valor aos produtos oferecidos pela Alphaprint e garante qualidade e robustez. É indicado para impressoras digitais base solvente, látex
e UV no ramo de comunicação visual”,
fala Lara Vargas, gerente de produtos
consumíveis – comunicação visual da
Alphaprint.
Pimentel e Washington Gomes, gerentes de produtos da T&C, contam que
a empresa oferece papéis especiais
para provas contratuais e fotografia,
PVC, vinil e lona. “A linha de papéis
Epson é o destaque, pois garante alta
qualidade, produtividade e segurança
na calibração de cores”, asseguram.
Excêntricos
A miríade de oportunidades que surgem ao mercado de impressão vai
sendo preenchida gradativamente. O
substrato papel, de longe o mais usado
para a impressão, até por uma questão cultural, ganha “concorrentes”
antes inimagináveis. Há, por exemplo,
no portfólio da Fotobras, um produto
chamado Permanent Paper. “Além de
aceitar impressão nos dois lados, não
rasga e resiste a altas e baixas temperaturas e também umidade”, assegura
o diretor comercial da Fotobras.
Lara aponta o PVC da Alchemy Plastics com um material bastante interessante, pois pode ser configurado
na impressão de acordo com as necessidades do cliente.“Possui amplas
possibilidades de combinações para
elaboração de cartões do tipo CR-80,
podendo inclusive ser impresso com
tarja magnética de alta coercitividade. Pode ser usado em equipamentos
offset digital e toner seco. Não há limitações considerando o seu uso em
impressoras digitais. Há inúmeras
aplicações possíveis: cartões de fidelidade, telefônico, crédito, seguro,
saúde, crachás de eventos, chave de
hotel, etiquetas, etc”, diz.
Pimentel e Gomes citam o lenticular e
os substratos sintéticos derivados do
plástico, reciclados PET e laminados,
que oferecem um mercado sem limite
de aplicações.
Speedmaster. Imbatível.
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Panorama
Estudo aponta crescente
importância da impressão digital
Análisedaindústriagráficarealizada
pelaMesseDüsseldorf,organizadorada
Drupa,revelouacrescenteimportância
da impressão digital: 65% de todas
as gráficas entrevistadas possuem
globalmenteumaproduçãodeimpressão
digitale5%sãoexclusivamentegráficas
digitais. 85% de todas as gráficas
comerciais em nível mundial possuem
impressãodigitale31%dessasafirmaram
que 25% ou mais do volume de negócio
resulta da impressão digital
Comparativamente, 38% das gráficas de edição (isto é, gráficas
que trabalham com editoras) e 57% das gráficas de embalagem não possuem qualquer capacidade de impressão digital;
um reflexo dos modelos de negócio mais convencionais que
exigem formatos de impressão mais tradicionais e tiragens de
impressão mais longas.
A impressão digital ainda precisa ter impacto significativo na
embalagem principal, com exceção da produção de etiquetas, onde o seu uso já está muito mais generalizado. Apesar
do impacto decisivo da impressão digital no mercado comercial, pode ser encorajador para a maioria das gráficas saber
que muito desse crescimento não foi conseguido à custa da
impressão convencional, na medida em que 57% das gráficas
comerciais de todo o mundo relataram que a impressão digital
representou um valor de zero ou inferior a 10% do volume de
negócio de impressão convencional.
De um modo global, existem três serviços de valor acrescido
que foram amplamente adotados pelas gráficas comerciais:
impressão de dados variáveis, design criativo e stock, entreposto e execução. A impressão de grande formato é igualmente
comum e quase um terço instalou serviços de web to print.
No entanto, as variações regionais são marcantes, como fora
42
GRAPHPRINT MAI 14
demonstrado pela ampla adoção de diferentes serviços
pelas gráficas comerciais dos Estados Unidos quando
comparado com a adoção mais irregular na maioria das
outras regiões.
Fortalecimento
O crescimento do negócio é um desafio importante. Conseguir um crescimento do negócio num mercado em declínio e em rápida mudança é um desafio significativo, es-
Panorama
pecialmente num cenário de concorrência forte e de limitações
econômicas. Se juntarmos a isto o tradicional “ângulo morto”
das gráficas relativo às vendas e ao marketing, torna-se muito
complicado estabelecer uma plataforma de crescimento.
Quando foi pedido para as gráficas descreverem as duas principais limitações ao crescimento do respectivo negócio em
2013, os resultados gerais indicaram muito claramente que a
forte concorrência, com 57%, e a falta de vendas, com 39%,
eram os principais problemas.
Apesar de termos assistido a uma redução significativa no número de empresas gráficas ao longo dos últimos cinco anos,
parece que continua havendo uma forte pressão no sentido da
diminuição dos preços e um excesso de capacidade, ou capacidade errada por parte da indústria no que diz respeito à
satisfação das exigências atuais.
Surpreendentemente, o nível de emprego nas empresas gráficas continua a subir: 34% reportaram um aumento contra
apenas 24% que comunicaram uma diminuição. Um detalhe
importante é 21% das gráficas indicaram a incapacidade de
recrutar os novos talentos como a principal limitação para o
crescimento do seu negócio.
É bem provável que o recrutamento de uma nova geração de
nativos digitais, capazes de trazer uma nova energia em geral
e conhecimentos deTI em particular continue a representar um
desafio significativo.
Encontrar novos clientes é o principal problema das vendas:
60% de todos os entrevistados (em quase todas as regiões)
indicaram a descoberta de novos clientes como sendo o maior
desafio.
Para 38%, a segunda maior limitação ao crescimento das vendas era encontrar bons vendedores. Nos mercados desenvolvidos, como a América do Norte e a Austrália, onde a transição
para a impressão digital e os serviços multimídia estão muito
mais avançados, encontrar uma nova geração de vendedores
capazes de vender estes serviços com eficácia representa um
importante desafio.
As chaves do investimento são a eficiência e
os novos serviços
Quando indagadas sobre os principais motivos para o investimento de capital nas empresas de impressão comercial, de
embalagem e de edição, o aumento da eficiência surgiu no
topo em todas as categorias, em particular nas regiões desenvolvidas.
Em termos gerais, as gráficas parecem escolher entre a consolidação e o crescimento da capacidade offset dependendo
das condições dos seus mercados regionais, enquanto há uma
expansão generalizada da capacidade de impressão digital
apoiada por fluxos de trabalho mais automáticos.
No entanto, existem algumas diferenças marcantes entre os
três principais setores do mercado da impressão. O seguinte
motivo mais importante para investir nas gráficas comerciais e
de edição é a oferta de uma vasta gama de novos serviços aos
seus clientes. Este fator constitui uma elevada prioridade nas
regiões em desenvolvimento.
No setor da embalagem, que continua a usufruir de um crescimento global consistente, a oportunidade está em investir
numa capacidade de produção adicional e menos em acrescentar serviços adicionais.
A indústria da impressão sempre se preocupou mais com os
produtos e o equipamento que com o foco no cliente e os resultados comerciais. Por isso, sem qualquer surpresa, em todas as empresas gráficas (de todas as regiões e setores de
mercado), a principal prioridade de investimento é a tecnologia
de impressão (52%) seguida pelo equipamento de acabamento
(49%) e a pré-impressão/fluxo de trabalho/MIS (41%).
Fora perguntado ainda sobre em que tecnologias planejavam
investir ao longo dos próximos 12 meses. No caso das gráficas
comerciais de todas as regiões a folha solta digital (a cores)
foi a primeira escolha, com uma média de respostas de 38%.
Para as gráficas de edição a folha solta digital (a cores) encontrava-se globalmente na faixa dos 32%. A resposta foi diferente
no setor da embalagem, onde a flexografia surgiu como a primeira escolha em 34% das respostas.
Uma segunda escolha óbvia para o investimento em todos os
três principais mercados da impressão foi o offset folha a folha
com uma média de 29%, apesar de existirem algumas variações regionais.
A terceira escolha mais popular para o investimento na impressão comercial e de edição foi o jato de tinta de alimentação de
rolo digital, e a gravura para a embalagem. O foco no fluxo de
trabalho e MIS é uma indicação da elevada prioridade dada
à redução dos custos e à melhoria da eficiência em todos os
sectores.
O software de web to print representa uma área de investimento consistente em todas as regiões, o que demonstra a
importância da capacidade de comércio eletrônico e a necessidade de atrair novos clientes online.
A infraestrutura de TI atrai um investimento considerável à
medida que as empresas gráficas de todo o mundo se tornam dependentes da TI. As indicações são de que, em nível
geral, o investimento global na indústria da impressão será
forte durante 2014, à medida que as condições econômicas
começam a recuperar e a confiança começa lentamente a
aumentar.
A América do Norte está na linha da frente preparando-se
GRAPHPRINT MAI 14
43
Panorama
para uma importante transformação com elevados níveis
de investimento em tecnologia de impressão, TI e novos
serviços.
É óbvio que outras regiões, como a Austrália/ Oceania, estão
preparadas para mudanças estruturais e que as empresas
gráficas procuram diferenciar-se e reinventar os respectivos
modelos de negócio.
Nas economias em desenvolvimento continua sendo possível
aumentar a capacidade, mas igualmente uma maior noção da
importância das gráficas investirem no futuro, adicionarem
novos serviços e evitarem a armadilha da acomodação.
Tudo indica que o investimento global na indústria da impressão será forte nos próximos 12 meses. A situação econômica
recupera paulatinamente a confiança.
É importante não avaliar a indústria da impressão e o seu desempenho atual isoladamente da generalidade das condições
econômicas globais, que afetam os preços das matérias-primas, os custos fixos, as oportunidades de exportação.
Departamento Econômico da Abigraf-SP detecta diminuição no nível de confiança do setor
Apesar da presença de fatores tradicionalmente dinamizadores do mercado, como Copa e eleições, o empresário gráfico está menos confiante no primeiro trimestre
deste ano do que se mostrava no final de 2013
Apurado pelo Departamento Econômico da Abigraf-SP, o
Índice de Confiança do Empresário Gráfico reflete a percepção do setor sobre as condições atuais das empresas
e as perspectivas para os próximos seis meses.
De janeiro a março, a média ficou em 51,2 – abaixo dos
53,5 registrados no último trimestre do ano passado. A
oscilação pode refletir um fenômeno de sazonalidade
bastante frequente nos indicadores de confiança da indústria, segundo o qual o otimismo tende a ser maior no
período final do ano do que no seu início.
Nas duas pontas da amostra, as micro e grandes empresas – respectivamente, com até nove funcionários e
acima de 250 funcionários – vislumbram melhoras. As
primeiras pontuam a situação atual com um índice de
44
GRAPHPRINT MAI 14
39,5, mas projetam 44,7 para o futuro próximo – pontuação negativa nos dois cenários. Entre as grandes,
esses números ficam, respectivamente, em 60,4 e 61,8
– ambos reveladores de otimismo.
As pequenas empresas (entre 10 e 49 funcionários)
mostram insatisfação com a situação imediata (índice
de 48,3) e apontam riscos de piora (46,6 de pontuação). As médias (entre 50 e 249 funcionários) mantêm-se confiantes nos dois cenários, com índices de 61
e 52, embora a diminuição da pontuação relativa às
expectativas indique riscos de dificuldades à frente.
“O Índice de Confiança do Empresário Gráfico é apurado entre empresas paulistas, mas reflete a situação do
setor, mesmo porque o estado concentra praticamente
metade do PIB gráfico brasileiro”, afirma o empresário Levi Ceregato, presidente da Regional São Paulo da
Abigraf-SP.
De acordo com Ceregato, o hiato que existe entre as
micro e pequenas empresas, predominantes no setor, e
as médias e grandes tem relação direta com o grau de
vulnerabilidade de cada um desses grupos. Segundo
levantamento recente da entidade, os dois primeiros
sofrem com problemas como a concorrência de gráficas informais e o endividamento, que mina a saúde
financeira desse grupo e sua capacidade de realizar
investimentos.
Não bastassem esses problemas específicos, as micro
e pequenas gráficas compartilham ainda dos demais
problemas que atingem o setor (e praticamente toda a
indústria nacional, achatada pelo custo-Brasil). Dentre
os principais, estão a dificuldade para o pagamento de
impostos, a ausência de mão de obra qualificada e o
reajuste no preço de insumos, fortemente pressionados pelas flutuações do câmbio.
GENTE
Gisela Schulzinger assume a presidência da
Associação Brasileira de Embalagem (Abre)
Esta é a primeira vez que uma mulher assume a presidência da Abre desde a sua fundação, em 1967. A
principal linha de trabalho de Gisela será reforçar o papel do design como diferencial competitivo e parte
fundamental da estratégia de negócios das empresas.“Nos últimos anos, o Brasil se desenvolveu muito
no processo criativo e na industrialização de embalagens. Por isso, o setor de embalagem prevê um cenário de crescimento de 1,5% da produção física em 2014, mesmo diante de previsões menos otimistas
de crescimento econômico do país”, destaca Gisela.
Formada pela ESPM e pós-graduada em Ciências do Consumo Aplicadas também pela ESPM, atua na
área de design há mais de 25 anos. Trabalhou em algumas agências de design e, em 1998, fundou a sua
própria empresa, a Haus Design. Hoje é sócia da Pande, agência especializada em desenvolvimento de
projetos de branding e design estratégico e inovação. Fez parte do conselho consultivo da Abre. Foi diretora da Abedesign e delegada da Comissão de Design do Brasil no Festival de Cannes.
Gisela Schulzinger é a nova
presidente da entidade,
que também conta com um
conselho renovado para o
próximo biênio 2014/16
Kenji Kobayashi é o novo presidente
para a América Latina da Canon
Com mais de 30 anos na empresa, o executivo assume a posição após deixar a liderança da
companhia na França. De acordo com a empresa, ele ocupará o cargo deTaro Maruyama, que
se aposentou.
Kobayashi já foi presidente ou ocupou posições estratégicas nas unidades da Itália, Austrália,
Hong Kong, China e na sede, no Japão.
Oexecutivo,quetemprofundaexperiêncianadivisãodeplanejamentodenegóciosemimagem
e sistemas corporativos, chega com o desafio de ampliar o papel dos países latinos na operação global e reforçar a posição da Canon entre as empresas líderes em tecnologia.
A Canon, empresa especializada no “Este é o momento ideal para expandirmos nossos negócios na América Latina, região em
desenvolvimento de tecnologias de desenvolvimentoeestratégicaparaacompanhia.Temosdesenvolvidoplanosconjuntosparao
gerenciamento de documentos e de
lançamentodenovosprodutos,principalmentenaáreadeimpressão,eesperamosaumentar
imagem, anuncia Kenji Kobayashi
nosso market share, além de reforçar a inovação presente no cotidiano da empresa”, declarou
como o novo presidente e CEO da
Canon para a América Latina
Kobayashi.
Linha Fiery tem
novo executivo no Brasil
Com mais de 15 anos de experiência no mercado gráfico, o executivo, formado em
marketing pela Universidade Anhembi Morumbi, com especialização na área de
software e tecnologia, é um dos autores do livro “Web to Print”, da Editora Bytes
& Types.
“Omercadodeimpressãodigitalépromissor,porissoestamosvivendoumperíodo
intenso de transição na indústria gráfica. A EFI está preparada para atender essas
mudanças e oferece soluções inteligentes, voltadas para o mundo digital.Tenho
ótimas perspectivas para os negócios em toda a América Latina, pois o Fiery é
considerado o servidor RIP mais rápido do mercado”, ressalta Tomoyose.
46
GRAPHPRINT MAI 14
Marcelo Tomoyose
é o novo gerente
de vendas da linha
Fiery na EFI Brasil
indústria gráfica
Gente
Jeff Clarke é eleito CEO da Kodak
Jeff é a pessoa certa para liderar a Kodak rumo ao progresso, de acordo com James Continenza, presidente do
conselho. “Sua combinação de forças e experiência em
tecnologia, transformação, finanças, operações e negócios
internacionais é justamente o que nos propusemos a encontrar no próximo líder da Kodak. Suas posições de liderança anteriores incluíram empresas de venda de hardware, software e serviços, e de impressão para consumidores
e clientes B2B. O conselho avaliou muitas pessoas talentosas e qualificadas durante a procura, mas ficou claro, para
todos nós, que Jeff era a pessoa que queríamos. Estamos
extremamente confidentes sobre as perspectivas da Kodak
com Jeff no comando. Eu agradeço a Antonio Perez por
sua excelente liderança na Kodak durante a reestruturação complexa e bem-sucedida da empresa, e por solidificar
nossos relacionamentos com nossos valorizados clientes
desde então.”
“Tenho enorme respeito pela equipe da Kodak, e estou entusiasmado em me juntar a ela para mover a empresa rumo
ao progresso, em direção a novos sucessos. Esta empresa
tem algumas oportunidades extraordinárias, especialmente
as que são apresentadas por tecnologias proprietárias da
Kodak em impressão comercial, para embalagens e funcional. A Kodak realizou um progresso excelente, tendo como
base uma das mais bem-sucedidas reorganizações dos últimos anos, e eu estou ansioso para continuar o trabalho
em andamento na transformação da Kodak em uma empresa líder global de tecnologia B2B”, diz Clarke.
“Minha prioridade inicial é escutar os funcionários, clientes
e parceiros da Kodak, e outras partes interessadas, como
parte de uma avaliação detalhada das nossas operações,
oportunidades de mercado e abordagem para o sucesso”,
continuou Clarke.“Assim que este trabalho estiver completo, estou ansioso para compartilhar nossas conclusões”.
DuPont anuncia Jennifer Uribe como a nova diretora de
Electronics & Communications para a América Latina
A executiva assume cargo antes ocupado por Ricardo García de Alba, que assumirá a
diretoria da DuPont Pioneer para a América Latina Norte.
Nessa nova função, Jennifer tem a missão de seguir com o crescimento da América
Latina, região estratégica para a divisão de Electronics & Communications em nível
global. Atualmente, a área é uma das líderes mundiais no fornecimento de sistemas
de impressão flexográfica nos formatos digital e analógico, incluindo a marca de chapasdefotopolímeroCyrel,equipamentosdeprocessamentoCyrelFasteprodutosde
montagem e acabamento.
FormadaemAdministraçãodeEmpresaspeloInstitutoTecnológicoAutónomodeMéxico e pós-graduada em finanças pelo InstitutoTecnológico y de Estudios Superiores
deMonterrey,aexecutivaingressounaDuPontem1998,ocupandodiversasposições
de liderança na companhia.
A DuPont anuncia uma importante mudança em sua liderança na América Latina. Jennifer
Uribe, até então gerente geral da DuPont Chile, é a nova diretora da divisão de Electronics &
Communications para a região
48
GRAPHPRINT MAI 14
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case
Plural apoia a Associação para
Prosperidade da Pessoa com Deficiência
A gráfica auxilia a Aproex por meio de doação de máquinas e
matérias- primas de oficina de estamparia para produção de camisetas, sacolas e demais brindes que são vendidos, e a renda,
revertida para a instituição
Oprojetodaoficinadeestampariafoiidealizadoapartirdanecessidadedeapresentaroportunidadesdemelhorianaqualidadedevida
do grupo atendido pela Aproex e auxiliar na manutenção de suas
famílias. Além de proporcionar a geração de renda e inserção no
mercadodetrabalho,aatividadecontribuicomaformaçãodaspessoas com dificuldade de aprendizado por meio da estimulação de
habilidades manuais. As aulas, com duas horas de duração, ocorrem uma vez por semana e atendem a duas turmas de 10 alunos.
A Aproex, fundada em março de 1997, é uma entidade sem fins
lucrativosreconhecidacomoUtilidadePúblicaMunicipal,Estadual
e Federal. A instituição, que está localizada em Santana de Parnaíba (SP), atende atualmente 25 pessoas, com idade acima de 14
anos, que possuem algum tipo de deficiência (intelectual, física,
auditiva e visual).
Ajude a Aproex comprando os produtos feitos a partir das oficinas nos bazares promovidos periodicamente pela instituição.
Você também pode colaborar de outras formas. Para mais informações entre em contato com a Aproex por meio dos e-mails
[email protected] / [email protected] ou do telefone (11)
4154-2924.
Afeigraf completa 10 anos
Criada por grandes empresas que atuam no segmento gráfico nacional, a Associação dos Agentes de Fornecedores de Equipamentos e Insumos para a IndústriaGráfica (Afeigraf), desde o início, tomou porobjetivotrabalhar em prol
do desenvolvimento do mercado por meio de eventos, capacitação, apoio ao
empresário gráfico e ações sociais.
Entre suas maiores realizações está a ExpoPrint Latin America, que se realiza
a cada quatro anos, por sete dias, no Transamérica Expo Center. Em 2014, o
evento recebe sua terceira edição. Tendo como modelo a Drupa, a ExpoPrint
LatinAmericarapidamentesetransformouemumcentrodeconvergênciade
negócios para fabricantes e gráficos da toda região latino-americana.
OutraimportanteaçãodaAfeigraféaTrendsofPrintLatinAmerica,conferência
quereúneprofissionaisdoBrasil,AméricaLatina,EUA,EuropaeÁsiaparadebater e trocar informações sobre tendências de mercado e tecnologia.
O tradicional logotipo da associação dá lugar a um estilo
Para estar mais próxima ao empresário, a associação criou o grupo Ex-Tarifá- mais moderno e leve. A novidade é que, agora, o logo passa a
rios, formado por associados que acompanham e monitoram os pleitos junto possuir apenas duas cores: cinza (preto 60%) e verde
ao Poder Federal para redução de alíquotas de impostos cobrados para equipamentosimportadossemsimilaresnacionais.Aindanessequesito,trabalhaparamanterimportantesintoniacomasprincipaisentidades
gráficas do Brasil.
Atualmente,congregaalgunsdosmaisimportantesplayersdomercadográfico.Entreosmembros-fundadoresestãoAgfa,Alphaprint,Comprint,Ferrostaal,Gutenberg,Heidelberg,Kalmaq,MüllerMartini,RotatekeSunChemical.Posteriormente,juntaram-seàbasedeassociados-membrosaAFBSolutions,BobstGroup,Canon,Cathay,CentralNational,Copap,Druck&Chemie,ElofHansson,Fujifilm,GossInternational,HP,
KBA,Kodak,Metrics,Midland,Prolam,QIPressControls,Roxcel,Samab,Sappi,TalicodoBrasil,Technotrans,Trelleborg,WekoeXapuriPapéis.
“Tiveafelicidadedepresidiraassociaçãonomomentoemqueelacompleta10anos.Ficomuitofelizemconstatarocrescimentononúmero
deassociadoseosucessoplenodenossasrealizações.Semdúvidas,hoje,temos,pormeiodaAfeigraf,umaimportanteforçarepresentativa
das empresas que trabalham no desenvolvimento e comercialização de soluções e tecnologias”, disse Dieter Brandt, atual presidente.
50
GRAPHPRINT MAI 14
Case
Instituto Ethisphere elege
International Paper como uma das
Empresas Mais Éticas do Mundo
Pelooitavoanoconsecutivo,aInternationalPaper(IP)foinomeada
uma das Empresas Mais Éticas do Mundo pelo Instituto Ethisphere,umcentroindependentequepromoveboaspráticaseméticae
governança corporativa
“OcomprometimentodaInternationalPapercomosmaiselevadospadrões de ética e sustentabilidade é guiado por um princípio simples:
fazerascoisascorretaspelasrazõescorretas.Nossaempresamantém
atividadeshá116anos,umademonstraçãoparanossos70milprofissionaisaoredordomundoqueajudamafazerdaIPumaempresacom
boa reputação”, afirma John Faraci, presidente mundial da IP.
Para o CEO do Instituto Etisphere, Timothy Erblich, “a International Paper faz parte de um pequeno grupo comprometido
em conduzir os negócios por meio de práticas inovadoras.
Nós parabenizamos a todos na IP por essa conquista extraordinária”.
A metodologia utilizada para desenvolver o ranking das Empresas Éticas utiliza cinco grandes categorias: programas de
ética e compliance; reputação, liderança e inovação; governança; responsabilidade e cidadania corporativa; implantação de uma cultura de ética.
Tribune Direct (EUA) instala a 3ª
impressora Kodak Nexpress
De Nova Iorque (EUA), cliente da Kodak de longa data e um dos
pioneirosnousodetecnologiasdevanguardamelhorasuaprodução com a instalação de sua terceira impressora digital colorida
AplataformausatintasecaHDKodakNexpressquepermiteaproduçãodetonscontínuosehomogêneos.Tambémpossuiaopção
PrintGenius,umlequedeferramentasdeprodutividadeecontrole
dequalidadequeautomatizaastarefasparaatingiruniformidade
em todas as corridas de produção.
“UmadasvantagensdoportfóliodaKodakdeprodutosdeimpressão digital é que a tecnologia é completamente modular, o que
permiteaos clientes fazer investimentos que ofereçam oportunidades de crescimento em longo prazo”, cometa John O´Gradys,
vice-presidente e diretor da Kodak para os Estados Unidos e Canadá.
“Uma qualidade notória de impressão é um dos nossos melhores
argumentosdevenda.Oscomentáriosdonossoclienteforamextraordinariamentepositivossobaperspectivadaqualidade,oque
nosindicaqueestamostomandoasdecisõescorretas.Agora,com
esseterceirodispositivo,poderemosoferecerfunçõesadicionais,
como, por exemplo, a possibilidade de trabalhar com folhas de
A Kodak avisa que o destaque da impressora digital colorida
Nexpress é a possibilidade de se trabalhar com uma ampla
variedade de tamanhos, pesos e espessura de substrato, que
incluem mais de 800 substratos padrões para offset
papel de 36 polegadas de comprimento e ter maior capacidade”,
disse Tim Klunder, vice-presidente de vendas e relacionamento
com clientes daTribune Direct. A máquina lida com tiragens muito curtas (para malas diretas com dados ou cópias simples de
publicações) até tiragens maiores que demandem atualizações
frequentes.
GRAPHPRINT MAI 14
51
Case
Do Piauí ao Paraná, gráficas investem na
pré-impressão Suprasetter da Heidelberg
A Gráfica e Editora Halley (Piauí) e a Midiograf (Paraná) estão entre as empresas
que investiram no Suprasetter
A pressão por trabalhos cada vez mais rápidos, com alta qualidade, preços competitivos e respeito ao ambiente aumenta cada vez mais no setor gráfico mundial.
Isso faz com que os equipamentos de pré-impressão, que integram e agilizam a
produção, sejam cada vez mais importantes na produção de uma gráfica.
Desenvolvida e fabricada pela Heidelberg na Alemanha desde 2004, a linha Suprasetter funciona com tecnologia exclusiva. Desde seu lançamento já saíram
mais de 5 mil unidades da fábrica em Wiesloch.
De acordo com a fabricante alemã, os CtPs Suprasetter oferecem excelente qualidade com máxima capacidade produtiva. Estão disponíveis nos formatos A52
(até 27 chapas/hora), A75 (até 21 chapas/hora), A106 (até 18 chapas/hora e 106
(até 42 chapas/hora) além dos formatos VLF.
“A grande maioria dos CtPs da Heidelberg são equipados com o moderno sistema
de furação de chapas, que significa maior precisão, rápido acerto, mínimo de
desperdícios e lavadoras no lugar de processadoras. Os clientes não querem ter
problemas em relação à pré-impressão, e eles têm encontrado esta tranquilidade
na confiabilidade da linha Suprasetter”, explica Márcio Ribeiro, responsável pelos produtos para pré-impressão da Heidelberg do Brasil.
Espedito Moreira Sobrinho, diretor administrativo da Halley: “A agilidade na produção, e por
ser tão automatizado que em alguns momentos dispensa o acompanhamento presencial de
um operador, foi um dos motivos que nos levaram a escolher esse equipamento.”
52
GRAPHPRINT MAI 14
A Gráfica e Editora Halley, uma das
maiores gráficas nordestinas, começou em 1978 como uma pequena
gráfica com nove funcionários que
foi adquirida pelo Grupo Claudino
para viabilizar a confecção dos impressos necessários às empresas
do grupo, como material de expediente e folhetos publicitários. Em
1993, com a inauguração de sua
sede própria com 7 mil metros quadrados, passou a se chamar Halley
Gráfica e Editora, embora com foco
ainda no atendimento à demanda
do Grupo Claudino.
A partir do ano 2000, a gráfica diversificou sua carteira de clientes e
tornou-se uma empresa de grande
porte, com mais de 200 colaboradores. Por isso, a Halley acaba de instalar seu terceiro CtP Heidelberg,
a Suprasetter 106. O equipamento
veio com carregador automático
com duas gavetas, dois pares de
furadores e lavadora de chapas
CP 120. “A agilidade na produção,
e por ser tão automatizado que
em alguns momentos dispensa o
acompanhamento presencial de um
operador, foi um dos motivos que
nos levaram a escolher esse equipamento”, fala Espedito Moreira
Sobrinho, diretor administrativo.
Moreira Sobrinho relaciona outras
vantagens trazidas pelo CtP Suprasetter, como o planejamento de
produção, que aumentou a margem
para mudanças na programação de
A MELHOR REVISTA DO SETOR GRÁFICO NO BRASIL NÃO
PODERIA DEIXAR DE TER A
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• Prévia Expoprint 2014
Caderno Especial / Circulação na feira
• Cobertura Prêmio Graphprint
• Equipamentos para impressão
promocional
• Equipamentos para editorial
• Fluxo de trabalho no ambiente digital
• Distribuição de papel
Agosto
• Cobertura Expoprint 2014
• Equipamentos para pré- impressão (CtP)
• Flexografia Híbrida no segmento de
embalagens termo-encolhíveis
• Novas tecnologias e conceitos
de retículas
• Tintas para Impressão Rotativa
•Opções para Impressão sob demanda
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entrega de serviços e qualidade do trabalho, além do furador, que garante ótimos resultados de acerto.“Os furadores
permitem um enorme ganho de tempo no ajuste das impressoras offset. Sem eles, não conseguiríamos o mesmo
nível de resultados. O CtP Suprasetter tem um foco muito
grande não apenas na pré-impressão, mas também na impressão”, completa.
Outro fator que pesou na escolha do equipamento da Heidelberg é que ele tem Certificado de Carbono Neutro para
CtP e carregador automático. “Mesmo com o crescimento
constante da Halley, também cresce nossa preocupação
com a preservação do meio ambiente e a redução do impacto causado pelos resíduos, e ainda assegurar que nosso
processo produtivo é saudável aos produtos fornecidos aos
nossos clientes”, finaliza.
Já a Midiograf, fruto do empreendedorismo dos irmãos Nivaldo e Edson Benvenho, começou com uma pequena Multilith num espaço de 30 metros quadrados. Em 1997, iniciou
uma parceria com a Heidelberg que ajudou a empresa a
consolidar-se como uma das mais qualificadas da região.
Hoje, com 200 colaboradores, expandiu-se para as cidades de Maringá, Florianópolis e Curitiba. “A automação do
processo, qualidade, produtividade e integração com todo
o sistema da Heidelberg já implantado na Midiograf foram
fundamentais na hora de fechar esta compra”, diz Edson
Benvenho.
Instalado e funcionando desde outubro de 2013, o CtP Suprasetter (com alimentador automático de chapas) funciona
sem a presença do operador. “Um dos diferenciais é que
hoje não ficamos esperando a chapa chegar para dar início
à produção”, explica Edson.
“Qualidade e agilidade na pré-impressão que se estende
para toda a produção; economia de insumos e energia,
que os tornam amigáveis ao meio ambiente e confiança
na equipe de serviços da Heidelberg, com mais de 100
técnicos em todas as regiões do país são os fatores responsáveis pelo sucesso da Suprasetter em todo o Brasil”,
finaliza Ribeiro.
Multifuncionais da Konica Minolta
conquistam prêmios na Alemanha
A Konica Minolta anuncia mais um prêmio internacional
para sua galeria de conquistas. Desta vez, a empresa
celebra a conquista de sete prêmios Red Dot Award:
Product Design 2014, uma premiação focada na concepção de design dos produtos organizada pela Design
Center Nordrhein Westfalen, na Alemanha
Os modelos premiados incluem três multifuncionais coloridos da série bizhub formato A3 e dois modelos multifuncionais para o padrão A4. Destaque para o conceito
da tecnologia Info-Palette, que flexibiliza e customiza
54
GRAPHPRINT MAI 14
a experiência operacional dos equipamentos por meio
de uma tela LCD de comando personalizável e sensível
ao toque dos dedos. Nesse quesito, foram premiados
os modelos MFP bizhub C554e (que conta com monitor
de nove polegadas), e bizhub C3850 (monitor de sete
polegadas).
O design do hardware da linha de multifuncionais também foi premiado. O modelo bizhub C554e já havia sido
premiado no Good Design Award 2013, promovido pelo
Japan Institute of Design Promotion.
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ORGANIZAÇÃO E PROMOÇÃO | ORGANIZACIÓN Y PROMOCIÓN | ORGANIZATION AND PROMOTION
PAPEL CARTÃO
O lado cartão
do papel
Com presença certa em quasetodos os produtos
ofertadosaosconsumidores,ademandadepapel
cartão passa por um momento de crescimento
aliada à tecnologia que fornece resistência às
intempéries do ponto de venda
Fábio Sabbag
A Copa do Mundo e as eleições trazem para vários segmentos a expectativa positiva de bons negócios
pela frente. E a indústria papeleira é uma dessas que sente aumentar a demanda quando há eventos
programados para o País. A aposta maior nesse cenário evidentemente se volta ao setor de embalagens. Os fabricantes de papel cartão e papéis para embalagens entraram em 2014 com projetos de
ampliação de capacidade
Por isso, os players de papelão e papel cartão, por apresentarem um crescimento maior e também
para evitar um futuro desabastecimento, preparam expansões de pequeno e médio portes para este
ano. A Klabin, por exemplo, investiu e continuará injetando aproximadamente R$ 900 milhões em
projetos de expansão de capacidade.
Recentemente, a International Paper adquiriu os 25% restantes das ações da Orsa International Paper
Embalagens, que faziam parte da joint-venture com a empresa de papelão ondulado Jari Celulose,
Embalagens e Papel S.A. As ações foram negociadas pelo valor de R$ 318 milhões, estipulado no
início das transações. Com essa transação, a IP passa a ter a propriedade total de três fábricas de
papel para embalagens e quatro unidades de produção de embalagens de papelão ondulado, que
constituem os antigos ativos industriais da Jari.“Esse investimento está alinhado com a estratégia
de proporcionar o crescimento global dos nossos negócios em embalagens e investir em regiões que
garantam bons retornos”, disse o presidente mundial da empresa, John Faraci.
Fernando Sandri, diretor industrial da Ibema, fala que a empresa opera no limite de sua capacidade
e, em 2014, o mercado deve crescer na casa de 5%. “Além disso, acreditamos que haverá alguma
substituição em relação ao produto importado”, complementou.
56
GRAPHPRINT MAI 14
Papel cartão
Já na seara de embalagens (consumo) os números são alvissareiros. De janeiro
a começo de dezembro de 2013, de acordo com dados auditados pela Mintel,
foram lançadas 304.755 embalagens no mundo. Os Estados Unidos é o país que
mais teve lançamentos durante o período, seguido pelo Reino Unido em segundo lugar, Índia (3º), Alemanha (4º) e a França (5º). O Brasil aparece em 8º lugar,
com 12.599 embalagens.
Em relação aos tipos de embalagem mais utilizados, as flexíveis detêm a liderança global com o maior número de lançamentos. As garrafas de plástico
ou vidro ocupam a segunda posição, seguidas por tubo e bisnaga (3º), caixa
de cartão (4º), frasco (5º), pote (6º), sachê flexível (7º), bandeja (8º), lata (9º) e
stand-up pouch (10º).
Tecnologia de desenvolvimento
A fabricação de papel cartão é um processo bem longo que envolve desde a
recepção da madeira até a entrega ao cliente do produto acabado. Por isso,
explica Sandri, a Ibema está sempre investindo em alta tecnologia para aperfeiçoar ainda mais a linha de produção. Recentemente, a empresa adquiriu uma
cortadeira Pasaban, importada da Europa, e a Duoshake, comprada da Voith,
com o intuito de manter a produção anual em sua capacidade máxima de 90
mil toneladas, aprimorar a qualidade e desempenho do produto na utilização do
processo gráfico e no envase de produtos em linha.
“A seleção e tratamento das matérias-primas e os ajustes do processo produtivo na fabricação do papel cartão são pontos fundamentais para se obter alta
qualidade de impressão e resistência nos produtos. A Ibema possui uma das
máquinas de produção de papel cartão mais atualizadas do Brasil, que equilibra
um alto grau de automação e uma participação muito atenta das pessoas para
que tudo ocorra de acordo com o programado com o cliente”, explica diretor
industrial da Ibema.
Outro ponto forte dentro da Ibema é a evolução por meio de um processo contínuo de novas práticas de gestão empresarial. A empresa investe em formação
Fernando Sandri, diretor industrial da Ibema:
“A seleção e tratamento das
matérias-primas e os ajustes do
processo produtivo na fabricação
do papel cartão são pontos
fundamentais para se obter
alta qualidade de impressão e
resistência nos produtos.”
de novos talentos por meio de um sistema onde todas as pessoas podem
contribuir com novas ideias, que se chama Programa Inspiração. “Apostamos ainda em uma nova forma de relacionamento com os clientes por meio
do Projeto Gaia, além do contínuo aprimoramento e integração em todos os
ambientes onde estamos presentes. Por meio de um projeto de inovação em
embalagens obtivemos reconhecimento internacional, e neste ano receberemos um prêmio noWorld Packaging Organization (WPO), em maio, na Alemanha. Em 2013 batemos dois recordes mensais de vendas e produção, ambos
Helio Bustamante, gerente de vendas para Ningbo no Brasil da APP:
“A tecnologia intrínseca ao desenvolvimento de produtos está em
oferecer ao mercado cartões com alta qualidade de impressão e que
garantam uma alta taxa de produtividade.”
GRAPHPRINT MAI 14
57
Papel cartão
Tadeu de Souza, diretor comercial da MD Papéis:
“Existe a preocupação constante em atender demandas muito
específicas, além do mercado regular de embalagens. Associado a
isso, oferecemos serviço de engenharia de aplicação nos processos
de desenvolvimento.”
inéditos e consecutivos, em mais de cinco décadas de empresa”, detalha Sandri.
Por usa vez, a APP investe em uma nova máquina de papel cartão em sua fábrica de
Ningbo, que está situada no sudoeste da China. Suas operações iniciam em junho
deste ano com capacidade anual de produção de 1,2 milhão de toneladas. Com
este novo incremento, a unidade de Ningbo atingirá um volume total de produção
de 2,8 milhões de toneladas por ano.“Outra fábrica do Grupo APP que também produz papel cartão é a Indah Kiat Serang, localizada na Indonésia e com capacidade
de produção de 1,6 milhão t/ano. A tecnologia intrínseca ao desenvolvimento de
produtos está em oferecer ao mercado cartões com alta qualidade de impressão
GRAPHPRINT: Há linha desenvolvida especialmente para a impressão digital? Quais os
diferenciais?
APP
“Sim, oferecemos produtos desenvolvidos especialmente para impressão digital e que hoje já estão consagrados no mercado
brasileiro, como Lux Star e Ningbo Star. Estes produtos são muito utilizados no mundo inteiro em grande escala para impressão
digital. Seu diferencial está no revestimento, que possui três camadas de ‘coating’, dando a eles uma excelente cobertura”, fala
Bustamante.
Ibema
“A grande maioria dos processos de impressão atual é em offset e poucos clientes nos solicitam que o produto seja adequado para
impressão digital. Mesmo assim, estamos trabalhando para que o uso do papel cartão em máquinas de impressão digital seja plenamenteadaptado,poishojeépossívelreceberimpressãodigital,umavezqueasuperfíciedosprodutosIbematemrevestimento
que possibilita definição, contraste e nitidez das imagens impressas”, diz Sandri.
MD Papéis
“Apesardenãodispormosatualmentedenenhumprodutoespecíficodestinadoàimpressãodigital,nãovislumbramosgrandesobstáculos para adaptar o nosso produto no momento oportuno. O tema impressão digital está sempre em pauta nas nossas reuniões
de desenvolvimento de produto como uma tendência que não pode ser ignorada e que será trazida para a linha de produtosdaMD
Papéis no momento certo”, avalia Souza.
Suzano
Não tem produto para este segmento.
58
GRAPHPRINT MAI 14
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Papel cartão
e que garantam uma alta taxa de produtividade.
Por meio de máquinas novas e com tecnologias
atualizadas, os cartões da APP apresentam em
suas características um alto nível de rigidez e
espessura elevada”, assegura Helio Bustamante,
gerente de vendas para Ningbo no Brasil.
Já a MD Papéis tem atualmente capacidade de
produzir 55 mil toneladas por ano e pretende
adicionar 12 mil t/mês de papel cartão em 2015.
“Com isso, ratificamos a posição da MD Papéis
neste mercado tão importante, além de prever
crescimento em nossa participação. A MD Papéis, unidade Papel Cartão, tem expertise para
aplicação de insumos diversos na fabricação.
Buscamos mais que marcar presença nas categorias de cartão, nosso objetivo é apresentar
soluções. Existe a preocupação constante em
atender demandas muito específicas, além do
mercado regular de embalagens. Associado a
isso, oferecemos serviço de engenharia de aplicação nos processos de desenvolvimento”, fala
Tadeu de Souza, diretor comercial da MD Papéis.
A MD Papéis possui uma unidade industrial localizada na cidade de Limeira (SP) totalmente
dedicada à produção de papel cartão. Sua linha
é caracterizada por papéis cartão dúplex e tríplex
produzidos a partir de fibras virgens e recicladas,
direcionados aos segmentos gráfico, promocional e de embalagens cartonadas. “São papéis
com características de rigidez, printabilidade,
resistência mecânica e ao rasgo, assim como
excelente desempenho no envase. O destaque
do nosso portfólio de papel cartão é a linha de
reciclados, em razão da excelente performance
de impressão e acabamento, carregando em seu
DNA um forte apelo ambiental. Citando especificamente a linha de papel cartão nas vendas ao
mercado doméstico, que é o nosso foco, mantivemos o mesmo nível de participação de 2012,
ou seja, 6,59% em 2013 contra 6,33% em 2012.
Porém com um mix de produto mais satisfatório
ao negócio da MD Papéis, proporcionando um
ganho de rentabilidade”, avisa Souza.
Na linha de papelcartão, a Suzano tem feito investimentos apenas de manutenção e segue
atenta a oportunidades de investir na melhoria
operacional e competitividade estrutural do pro60
GRAPHPRINT MAI 14
duto. Atualmente, produz 250 mil toneladas de papelcartão por ano nas Unidades Suzano e Embu. A empresa explica que o principal foco de desenvolvimento
tecnológico no segmento de papelcartão está atrelado à estrutura e apresentação do produto para garantir embalagens melhores e maior produtividade à
gráfica. Nesses quesitos, diz a fabricante, entram a elevação da rigidez sem
aumento da gramatura e as barreiras de gordura, por exemplos.
Lançamentos
Recentemente, a Ibema ampliou seu portfólio de produtos com o lançamento
do IbemaValoro (papel cartão sólido), do Ibema Blanka, (papel cartão tríplex de
alta qualidade) e do Ibema Impona (papel cartão para múltiplo uso).“Com isso
conseguimos incrementar as aplicações dos produtos Ibema para novos clientes em segmentos que exigiam novas características, além de oferecer novas
alternativas para os clientes atuais”, afirma Sandri.
A APP desenvolve o cartão para blister atualmente e está na fase de testes de
qualidade e aceitação nos mercados chinês e americano. Após a consolidação
destaprimeiraetapa,iniciaremosodesenvolvimentoemoutrosmercados.Além
de oferecer ao mercado um produto com inovação, esse novo cartão apresentará alta tecnologia e qualidade. Outro lançamento que está em desenvolvimento
pela unidade Indah Kiat Serang é um cartão de fibras virgens com o verso kraft
para o mercado americano e que por suas características também será lançado
no mercado latino-americano em breve”, informa Bustamante.
Em 2013 a MD Papéis lançou o cartão dúplex com melhor maquinabilidade e
rigidez; o cartão Tríplex para indústria gráfica (com boa rigidez e revestido em
ambos os lados, conferindo boa printabilidade no capa e verso) e o cartão dúplex não revestido, não branco, com alto percentual de fibras pós-consumo,
direcionado para mercado específico.“Para o ano de 2014 pretendemos manter
a linha de produtos atual”, avisa Souza .
O portfolio de papelcartão da Suzano conta com as marcas Supremo Alta Alvura,
Supremo Duo Design, Royal, Royal Quartz, TP White, TP White Pharma, TP Premium, Art Premium, Super 6 Plus, Extrakot e Neopack.
empresa em destaque
Atenta à educação profissional, Agfa
inaugura espaço que vai além da
impressão no Senai Barueri
No dia 20 de março, no
Senai Barueri (SP), a Agfa
inaugurou o showroom
exclusivo que conta
com os lançamentos
da família de grandes
formatos e completa
linha de software
Disponíveis para os cursos de capacitação técnica e ensino da
área gráfica do Senai, as impressoras :Anapurna M2 e :Jeti Titan
X e a família de Software Apogee contribuirão para a educação da
mão de obra brasileira. Com isso, o profissional da área gráfica
terá a sua disposição o que existe de mais moderno em relação à
impressão e workflow.
O Apogee Storefront, software de venda de produtos via web to
print para B2B e B2C, fora apresentado de maneira inédita. Além
desertotalmenteconectadoaoworkflowApogee,proporciona,de
formasegura,avendadeprodutosviaweb,gerenciandooenvioe
as formas de pagamento das compras realizadas.
Para Fabrizio Valentini, presidente da Agfa Graphics na América
Latina, o mais importante é a educação: “Sempre escutamos o
PauloSkaf,presidentedaFiesp,dizerqueaeducaçãoépreponderante e, definitivamente, o Brasil precisa olhar com mais atenção
para este tema. Com a inauguração desse espaço, oferecemos
uma importante contribuição para a preparação dos estudantes
e profissionais. Sempre há dificuldades quando é preciso contratar mão de obra especializada, por isso estamos orgulhosos em
compartilharoconhecimento,ampliandoaeducação.Agradeço
ao Senai por abrir essa possibilidade para que a Agfa construa, em
conjunto com outros parceiros, este caminho.”
GRAPHPRINT MAI 14
61
Empresa em destaque
Na opinião de Paulo Amaral, diretor
comercialdaAgfa,omaisimportante
é o curso para qualificação dos profissionais. “Como nosso presidente
disse, sentimos muito orgulho de
participar, em conjunto com o Senai, desse aprendizado. A impressão digital faz parte da indústria de
impressão. A tecnologia UV abre
uma galeria de oportunidades sem
fim. É possível imprimir em qualquer
substrato, com chances de colorir o
mundo. Temos clientes que atuam
no segmento de impressão de geladeiras que hoje já são impressas
diretamente no aço, por exemplo. O
que o cliente pensar, ele vai poder
imprimir”, fala Amaral.
Em sua explanação Valentini reafirmou que o principal negócio da
multinacional belga é a produção de
chapas, que representa 90% de seu
faturamento. “Porém, atualmente
a maior parte dos investimentos é
direcionada à área de softwares e
equipamentosjatodetintaUV.Acreditamosemaplicaçõesdiversificadas.NaAlemanha,por
exemplo, 30% dos trabalhos impressos chegam por meio do web to print”, comenta.
A Agfa tem forte presença no Brasil e na América Latina; na Argentina, por exemplo, está presente há mais de 100 anos.“Outro exemplo de confiança na região é que naVenezuelatemos
60 anos de atuação. No Brasil, temos mais de 20 anos com o nome Agfa. Explico isso para
enfatizarquejápassamospormuitascrisesecontinuamosconfiantes,semprefundamentados
emtecnologia,logísticaeserviçospós-vendas.Tudoqueéinstaladocontacomsuporteeéamparadoporumaequipequetrabalhaforte.Nuncadeixamosnossosparceirossozinhos.Outra
mensagem que destaco é que acreditamos na área ambiental com a sustentabilidade como
processo de negócio”, conclui o presidente da Agfa Graphics na América Latina.
:Anapurna M2: Capacidade de
produção: 64 impressões A3/
hora, com qualidade similar à
impressão offset. Inkjet piezo
de alta resolução com tinta UV,
trabalhando com mídias rígidas
de até 4,5cm de espessura e
mídias flexíveis, através do
sistema rolo a rolo. Mídias rígidas
Anapurna M2 = 1,60m x 2,00m /
Mídias flexíveis Anapurna M2 =
rolos com até 1,60m.
62
GRAPHPRINT MAI 14
sustentabilidade
Gráfica Mattavelli reduz em 15% o
consumo de água
Em meio a campanhas de
economia no Estado de
São Paulo, a Mattavelli
Gráfica e Editora
comemora a redução
de 15% do consumo de
água na empresa, que
atualmente conta com
120 funcionários
Lançado pela gráfica no final de 2009, o Opaque 832 é um verniz à base de água e livre de metais
pesados em sua composição. De acordo com a empresa, o produto apresenta efeito superior ao da
laminação fosca
Fundada em 1947, a Mattavelli Gráfica e Editora conta com certificação de qualidade ISO 9001 e
oferece serviços de pré-impressão, impressão e acabamento. Possui uma linha de produtos especiais (promocional) e um departamento de arquitetura de embalagens.
A mudança de comportamento ocorreu após um programa interno de educação ambiental realizado
no final de 2012 que também contribuiu para a economia de 5% de energia elétrica e diminuição
do lixo por meio da distribuição de copos retráteis para os funcionários em substituição aos copos
descartáveis. “Em 2011 o consumo mensal de água era de 194m³ e, em 2013, o número caiu para
163m³. Em relação à energia elétrica, reduzimos nosso consumo de 70.070 kw-h/mês em 2011
para 59.000 kw-h/mês em 2013”, explica Alessandra Mattavelli, diretora da gráfica.
Para a empresa, atitudes assim contribuem para o desenvolvimento social e preservação do ambiente, além de refletir diretamente na conquista de certificações ambientais e de novos clientes.
“A Mattavelli sempre se preocupou com o meio ambiente e está em constante busca da diminuição
do desperdício, seja ele qual for. Com medidas educacionais conseguimos uma redução considerável do consumo mensal de água e energia elétrica”, fala Alessandra.
A política socioambiental da Mattavelli Gráfica e Editora é enraizada em todos os setores da empresa, tanto que algumas ações nasceram junto com a gráfica em 1947 e continuam sendo deGRAPHPRINT MAI 14
63
Sustentabilidade
senvolvidas e ampliadas até hoje, como a venda de aparas de papel
para empresas de reciclagem e a doação do valor para entidades assistenciais.
A empresa também possui um sistema de gestão ambiental reconhecido e certificado pela ISO 14001 desde 2009. Oferece produtos e serviços em conformidade com as normas ambientais, como papel com
selo FSC e tinta atóxica Soy Ink, à base de óleo de soja, certificada
pela American Soybean Association.
Lançado pela gráfica no final de 2009, o Opaque 832 é um verniz
à base de água e livre de metais pesados em sua composição. De
acordo com a empresa, o produto apresenta efeito superior ao da laminação fosca.
Insumos próprios
Outro destaque é a linha de Soft Touch, um tipo de acabamento que
proporciona efeito emborrachado, fosco e com toque aveludado e que,
de acordo com a gráfica, pode substituir a laminação convencional.
A novidade protege o impresso de sujeira, umidade e tem maior resistência a riscos. A gráfica informa que o Soft Touch reduz custos
quando comparado com a laminação e pode ser aplicado online.“Desde a fundação da Mattavelli, em 1947, sempre buscamos aprimorar
processos e serviços e desenvolver materiais inovadores que enalOsmar Mattavelli, diretor:
“Desde a fundação da Mattavelli, em 1947, sempre
buscamos aprimorar processos e serviços e
desenvolver materiais inovadores que enalteçam os
produtos dos nossos clientes.”
Alessandra Mattavelli, diretora da gráfica:
“Em 2011 o consumo mensal de água era de 194m³
e, em 2013, o número caiu para 163m³. Em relação à
energia elétrica, reduzimos nosso consumo de 70.070
kw-h/mês em 2011 para 59.000 kw-h/mês em 2013.”
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GRAPHPRINT MAI 14
teçam os produtos dos nossos clientes. Atualmente produzimos
cerca de 50 ordens de produção por mês com o acabamento Soft
Touch para os mais diversos impressos. Não é um produto que
comercializamos”, fala Osmar Mattavelli, diretor.
Com camada extra mate 50% mais fosca que um filme padrão,
preserva as cores originais do impresso. O Soft Touch também
pode receber processos complementares, como verniz UV localizado high gloss, texturizado, com aroma e raspadinha.
O produto pode ser aplicado em todos os tipos de impressos,
como catálogos, folders, capas e embalagens. O primeiro cliente
a aderir ao Soft Touch na Gráfica Mattavelli foi a Nestlé, que produziu um minicatálogo de papinhas com o novo acabamento. O
verniz foi utilizado para transmitir a sensação suave de pele de
bebê ao material.
produtos
produtos
& serviços
& serviços
Software Caldera passa a integrar
equipamentos da Ampla
Para celulose e papel
A Klüber Lubrication, empresa especializada em lubrificantes especiais, lança
a graxa Klüberplex PM 91-602 SAM. O
produto foi totalmente desenvolvido no
Brasil. Entre as suas características está
o fato de a graxa permitir atender grande
parte dos requisitos críticos encontrados
nas indústrias do setor, como altas cargas, velocidade, temperatura, produtos
químicos e umidade.
“Foram 10 meses para desenvolver a Klüberplex para todas as aplicações em alta
performance.Elaatenderáplenamenteas
aplicações dos setores domercadopapeleiro,principalmentenasmáquinasdepapel, e ainda resiste ao ataque de produtos
químicosoulocaiscomgrandeincidência
de umidade”, explica Everton Copello Kolosque,consultordemercadodecelulose
e papel da empresa.
AAmplafirmounoanopassadoumcontratodeparceriacomaCaldera,empresafrancesa
queédesenvolvedoradesoftwaredegestãodefluxodeimpressãoparagrandesformatos
do mundo.
Neste ano, os primeiros equipamentos com o software RIP Caldera começaram a ser produzidos na fábrica da Ampla, em Pinhais (PR) e comercializados pelo departamento de
vendas. A partir de agora, os clientes que comprarem impressoras da Ampla terão acesso
ao novo software RIP Caldera. Para aqueles clientes que já possuem impressoras das linhasTarga XT, Samba XT eTarga UV e tem interesse em adquirir este novo software, basta
entrar em contato com a equipe de vendas da Ampla.
Rotatek distribui impressoras da Durst
A máquina em foco é a digital inkjet UV, desenvolvida para blisters, embalagens e rótulos
em diversos substratos. De acordo com a fabricante, o custo de produção é atrativo para
pequenas e médias tiragens. Há ainda a possibilidade de produzir impressos variáveis e
em linha.
A Rotatek informa também que está trazendo ao Brasil as tintas de baixa migração para
contatocomembalagensdeprodutosfarmacêuticos,alimentíciosedecuidadospessoais.
O insumo, segundo a Rotatek, já foi aprovado por diversos órgãos internacionais de controle de qualidade.
Multifuncional compatível ao Google Cloud
Print
A Oki anuncia a compatibilidade com o serviço Google Cloud Print para o multifuncional
MC362w. O mecanismo possibilita ao usuário imprimir arquivos do Gmail e Google Docs
apartirdosmartphone,tablet,dispositivosChrome,desktop,ouqualqueroutroaparelho
conectado à internet.
Com o Google Cloud Print é possível imprimir documentos em alta qualidade, sem precisar instalar drivers ou cabos extras.“Os dispositivos móveis já fazem parte do cotidiano
dos escritórios e implementar soluções que conectem os usuários aos equipamentos de
hadware assegura praticidade à rotina das empresas e colaboradores”, afirma Marcio
Marquese, gerente de marketing da Oki.
GRAPHPRINT MAI 14
65
produtos
& serviços
Gutenberg oferece
Retrofit UV ao
mercado gráfico
brasileiro
A Gutenberg aposta no Retrofit UV, que
é uma tendência que pode ser vista nos
Estados Unidos. Muitas gráficas estão
equipando as impressoras antigas com
secadores UV de última geração. Mais de
25 máquinas foram atualizadas com secadores UV – nova tecnologia com baixa
intensidade e sem ozônio – no país.
De acordo com a Gutenberg, o sistema de
secagem pode ser facilmente instalado
nas impressoras antigas, visto que não
necessita de exaustão de ozônio ou refrigeração. A empresa explica que o consumo energético é baixo, diminuindo assim
o custo de operação. As gráficas brasileiras já podem contar com esse serviço por
meio da Gutenberg.
Adesivos específicos
Entre os destaques de adesivos da Artecola Química está a nova cola animal Artecol CA 4501, para produção de capas,
contracapas e espelhos de cadernos, livros e fichários.
O adesivo atende máquinas de alta velocidade, com produção de 80 a 100 capas/
minuto. A empresa já oferecia a cola animal Artecol CA 3605/1, que segue em linha,representandomaisumaopçãopara
o mercado.
66
GRAPHPRINT MAI 14
Inovação Ambiental e Protograf consolidam
parceria
Por meio de um acordo realizado entre
asduasempresas,aInovaçãoAmbiental
será a empresa que atenderá os clientes
da Protograf.
OsclientesdaProtografpoderãocontar
com os outros serviços oferecidos pela
InovaçãoAmbienta.Segundoodiretore
fundador da Protograf, Marcos Proto,“o
objetivoécontinuaratendendoaosnossos clientes com segurança e com um
excelentepadrãodequalidade.AProtograf não deixará de existir, ela fará parte
dosparceirosfixosdaInovaçãoAmbientalagregandomaiorvolumedeserviços
e capacidade de atendimento. Dessa
forma, atuaremos em diversas áreas,
contribuindo para suprir por completo
as necessidades dos nossos clientes”,
explica Proto.
Marcos Proto, diretor e fundador da
Já os clientes da Inovação Ambiental
Protograf
terão melhorias em projetos especiais
uma vez que poderão contar com o engenheiro gráfico Proto, que é um profissional com histórico de atuação em todos os segmentos da indústria gráfica.
“A parceria entre a Inovação Ambiental e a Protograf, juntamente com a parceria com a
MAP Consultoria no Rio de Janeiro, forma uma rede de clientes do segmento gráficoscom
mais de 400 empresas que receberão o mesmo padrão de atendimento em consultoria
em gestão industrial gráfica no país. A Inovação já atendia em Santa Catarina, São Paulo,
Minas Gerais e Brasília; com a MAP Consultoria entramos no Rio de Janeiro, agora com
a Protograf poderemos ampliar o atendimento em São Paulo, Minas Gerais e no Rio de
Janeiro, além de entrarmos em Mato Grosso, Espírito Santo, Bahia, Pernambuco, Ceará,
Maranhão e Pará. Serão gráficas de 11 estados e do Distrito Federal recebendo o mesmo
atendimentocom100%deaproveitamentopositivo.Todosterãomuitoaganharcomisso,
tenho certeza de quem mais ganha é o empresariado gráfico, que poderá contar com o
melhoremaioratendimentodeconsultoriagráficaprovidaporumaempresaespecializada”, detalha Ricardo Sena, diretor da Inovação Ambiental.
AGFA GRAPHICS
O melhor portifólio de
soluções inkjet UV do mercado.
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até 226 m2/h • 4 cores + branco ou 6 cores
* Família
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até 226 m²/h • 6 cores + branco
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DISPLAYS: PDV
SINALIZAÇÃO: COMUNICAÇÃO VISUAL
DECORAÇÃO: CENOGRAFIA
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até 45 m2/h
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Lançamento
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ISO 14001 • ISO 9001 • OHSAS 18001
FOTOGRAFIA: FINE ARTS
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até 46 m2/h
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Lançamento
:Anapurna M3200 (Rolo-a-rolo)
até 116m²/h

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