mensagem pregada pelo pastor guilherme de amorim ávilla

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mensagem pregada pelo pastor guilherme de amorim ávilla
MENSAGEM PREGADA PELO PASTOR GUILHERME DE AMORIM ÁVILLA GIMENEZ NA IGREJA
BATISTA BETEL, EM 26 DE ABRIL DE 2015, ÀS 18:00.
SÉRIE: SIMPLES ASSIM
TEMA: Essência e aparência. O que mais valorizamos hoje?
TEXTO PRINCIPAL: Mateus 23.23-31
O QUE MAIS VALORIZAMOS HOJE?
- O externo
- A marca
- O rótulo
“Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e
desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém, fazer estas
coisas, e não omitir aquelas.
Condutores cegos! que coais um mosquito e engolis um camelo.
Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que limpais o exterior do copo e do prato, mas o
interior está cheio de rapina e de intemperança.
Fariseu cego! limpa primeiro o interior do copo e do prato, para que também o exterior fique
limpo.
Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que sois semelhantes aos sepulcros caiados, que
por fora realmente parecem formosos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e
de toda a imundícia.
Assim também vós exteriormente pareceis justos aos homens, mas interiormente estais cheios
de hipocrisia e de iniquidade.
Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que edificais os sepulcros dos profetas e adornais
os monumentos dos justos,
E dizeis: Se existíssemos no tempo de nossos pais, nunca nos associaríamos com eles para
derramar o sangue dos profetas.
Assim, vós mesmos testificais que sois filhos dos que mataram os profetas”.
AS 3 INCOERÊNCIAS DA APARÊNCIA
1 – A CEGUEIRA
“Condutores cegos! que coais um mosquito e engolis um camelo”. (Mateus 23.24)
- Procedimento incoerente, atitudes totalmente opostas ao cristianismo. Todos enxergam,
menos aquele que as pratica;
- Erros grosseiros na vida pessoal, mas exigências detalhistas na vida dos outros;
- Tentativa de ‘conduzir’ (liderar, servir de referência ou de conselheiro), tendo uma vida
totalmente errada.
“O cristianismo que só aponta os erros dos outros e nunca enxerga os seus próprios pode ser
compreendido como verdadeira cegueira espiritual. Com Jesus aprendemos a importância de
olhar para nós mesmos, encarar os nossos pecados e ajustarmos nossa vida à vontade de
Deus. Enquanto estivermos fazendo isso teremos pouco tempo para olhar o pecado dos outros
e muito menos para desestimularmos os nossos irmãos, cobrando deles algo que nós mesmos
não conseguimos fazer”. (Matthew Henry’s Commentary)
EXEMPLOS: Tentar resolver uma discussão com outra discussão pior. Uma pessoa fracassada na
família tentar ajudar outras famílias com o mesmo problema. Uma pessoa cobra alguma
mudança quando ela mesma não está disposta a mudar.
2 – O SEPULCRO CAIADO
“Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que sois semelhantes aos sepulcros caiados, que
por fora realmente parecem formosos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e
de toda a imundícia”. (Mateus 23.27)
“Sepulcro caiado” é o nome dado por Jesus e utilizado em toda a época do Novo Testamento
para fazer referência à parte externa dos sepulcros. Em geral, acima das pedras, era feito um
trabalho de edificação que recebia a cal, não apenas por causa da cor, mas também para retirar
as impurezas.
Quanto mais bonito o sepulcro por fora, mais disfarçava o que ficava por dentro. E o que estava
por dentro? Um corpo em decomposição. Esse processo costuma acontecer da seguinte
maneira: primeiro, ocorre a autólise, quando as células param de se oxigenar e o sangue é
invadido por dióxido de carbono. O pH diminui e dejetos acumulados envenenam e destroem
as células. Depois, enzimas “quebram” essas células, provocando a necrose – fazendo o corpo
apodrecer de dentro para fora. Isso pode durar de 9 meses a 5 anos.
- Aparência de santidade. Predominância de ritos, vestuário, vocabulário. Essa aparência
contrasta com a vida e suas práticas do cotidiano.
- Necessidade constante de ‘parecer’ santo, até para esconder uma vida pecaminosa.
- Manifestações das mais externas de santidade, um verdadeiro teatro da fé.
3 – A APARÊNCIA DE JUSTIÇA
“Assim também vós exteriormente pareceis justos aos homens, mas interiormente estais
cheios de hipocrisia e de iniquidade”. (Mateus 23.28)
“A vida cristã deve refletir a verdade da condição espiritual da pessoa diante de Deus. Não
devemos viver de aparência, de fachada, mas sim da verdade, que é a vida transformada por
Jesus Cristo”. (Guilherme Gimenez)
“A igreja acabou valorizando muito mais a aparência, e elegendo a estética religiosa como
padrão de espiritualidade, enquanto Jesus exigiu primeiro a transformação interior”. (Guilherme
Gimenez)
VAMOS PENSAR...
* Você é honesto quando faz declarações cantadas sobre o amor e a adoração a Deus?
* Você sente verdadeiramente tudo o que você fala?
* Você já fingiu algo para parecer mais crente ou mais santo?
* Qual é sua principal preocupação em relação aos demais cristãos?
VALORIZANDO PRIMEIRO A ESSÊNCIA
1 – COMECE POR DENTRO – SEUS PENSAMENTOS, VALORES, SENTIMENTOS E CRENÇAS
“Fariseu cego! limpa primeiro o interior do copo e do prato, para que também o exterior fique
limpo”. (Mateus 23.26)
2 – REVISE SUAS PRIORIDADES E VALORES DE ACORDO COM A PALAVRA DE DEUS
“Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e
desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém, fazer estas
coisas, e não omitir aquelas”. (Mateus 23.23)
3 – SEJA MAIS DISCÍPULO E MENOS ESCRIBA E FARISEU
Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! (4X)
PARA REFLETIR
1. Até que ponto a igreja pós-moderna é parecida com os fariseus e escribas da época de Jesus
Cristo?
2. Por que valorizamos tanto a aparência de santidade e não somos tão rigorosos quanto à
experiência genuína de transformação em Cristo?
3. O que é mais importante para nós: a aparência de crente ou a transformação genuína?
4. A maior preocupação que temos como cristãos hoje é a fachada de espiritualidade ou é uma
vida realmente santa diante de Deus?
"Mas a sabedoria que do alto vem é, primeiramente pura, depois pacífica, moderada, tratável,
cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, e sem hipocrisia”. (Tiago 3.17)

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