Directorio Transfronterizo para la Cohesión Social

Transcrição

Directorio Transfronterizo para la Cohesión Social
DIRECTÓRIO
TRANSFRONTEIRIÇO PARA
A COESÃO SOCIAL,
ECONÓMICA E TERRITORIAL
DIRECTORIO
TRANSFRONTERIZO PARA
LA COHESIÓN SOCIAL,
ECONÓMICA Y TERRITORIAL
Edita:
ORGANISMO AUTÓNOMO DE EMPLEO
DIPUTACIÓN DE SALAMANCA
Avda. Carlos I, 64
37008 SALAMANCA
Tel.
+34 923 280918
Fax:
+34 923 28 09 13
E-mail: [email protected]
[email protected]
www.oaedr.es
Presidente:
AVELINO PÉREZ SÁNCHEZ
Coordinación Técnica:
CARLOS A. CORTÉS GONZÁLEZ (Director- gerente OAEDR)
ANGELINA GUTIÉRREZ GABRIEL (Técnico OAEDR)
Elaboración:
JOSÉ EUTIMIO RAMOS DELGADO (Técnico OAEDR)
Mª JOSÉ SÁNCHEZ SANTOS (Técnico OAEDR)
Textos:
LUIS ALFONSO HORTELANO MÍNGUEZ (Dpto. de Geografía. Universidad de Salamanca)
Colaboradores:
AGUSTÍN CABALLERO ARENCIBIA (Coordinador Institucional OAEDR)
IRENE DÍEZ RUIZ (Dpto. Geografía. Universidad de Salamanca)
Cartografía:
CÉSAR ANDRÉS MARTÍN PESCADOR (Dpto. de Geografía. Universidad de Salamanca)
Traducción:
BRUNO ALEXANDRE
MAQUETACIÓN
Y COORDINACIÓN
EDITORIAL:
DOS
Y
DESARROLLO RURAL
REMEDIOS FÉLIX (Traductor)
Difusión y Publicaciones
DEPARTAMENTO DE CULTURA
DIPUTACIÓN DE SALAMANCA
Para información, pedidos
e intercambios dirigirse a: ORGANISMO AUTÓNOMO DE EMPLEO Y DESARROLLO RURAL (OAEDR)
Avda Carlos I, 64
37008 SALAMANCA
Tel.
+34 923 28 09 18
Fax:
+34 923 28 09 13
E-mail: [email protected]
[email protected]
www.oaedr.es
Imprime:
GRÁFICAS VARONA,
Depósito Legal:
S. 1.488-2005
S.A.
SUMÁRIO
ÍNDICE
9 APRESENTAÇÃO
9 – Os esforços do Organismo Autónomo de Emprego
e Desenvolvimento Rural, da Diputação de
Salamanca, em prol da coesão económica, social e
territorial e da cooperação transfronteiriça, interterritorial e inter-regional
13 – Os territórios europeus com desvantagens geográficas e dificuldades específicas: as franjas fronteiriças
e transfronteiriças
16 – O espaço inter-fronteiriço das regiões Norte e
Centro portuguesas e da Comunidade Autónoma
espanhola de Castela e Leão: um território de
bordo e periférico
19 – As singularidades geográficas da comarca de
Ciudad Rodrigo e dos concelhos de Almeida e de
Sabugal
9 PRESENTACIÓN
9 – Los esfuerzos del Organismo Autónomo de Empleo
y Desarrollo Rural, de la Excma. Diputación de
Salamanca, en pos de la cohesión económica, social
y territorial y de la cooperación transfronteriza,
interterritorial e interregional
13 – Los territorios europeos con desventajas geográficas
y dificultades específicas: las franjas fronterizas y
transfronterizas
16 – El espacio interfronterizo de las regiones Norte y
Centro portuguesas y de la Comunidad Autónoma
española de Castilla y León: un territorio de borde y
periférico
19 – Las singularidades geográficas de la comarca de
Ciudad Rodrigo y de los concelhos de Almeida y de
Sabugal
32 ADMIMISTRAÇÃO LOCAL
32 ADMINISTRACIÓN LOCAL
35 OS GRUPOS DE DESENVOLVIMENTO RURAL DA INICIATIVA COMUNITÁRIA LEADER +: O fomento de estratégias originais de desenvolvimento sustentável, territoriais, integradas e de qualidade.
35 LOS GRUPOS DE DESARROLLO RURAL DE LA INICIATIVA COMUNITARIA LEADER +: El fomento de estrategias
originales de desarrollo sostenible, territoriales, integradas y de calidad.
45 AS INICIATIVAS LOCAIS DE DESENVOLVIMENTO E
EMPREGO
45 LAS INICIATIVAS LOCALES DE DESARROLLO Y
EMPLEO
57 AS ASSOCIAÇÕES PROFISSIONAIS PARA A DEFESA DOS
INTERESSES DOS TRABALHADORES, DAS EMPRESAS E
DOS SECTORES
57 LAS ASOCIACIONES PROFESIONALES PARA LA DEFENSA DE LOS INTERESES DE LOS TRABAJADORES, DE LAS
EMPRESAS Y DE LOS SECTORES
65 O ESPÍRITO SOLIDÁRIO E A GESTÃO DEMOCRÁTICA
DAS COOPERATIVAS
65 EL ESPÍRITU SOLIDARIO Y LA GESTIÓN DEMOCRÁTICA
DE LAS COOPERATIVAS
71 A GESTÃO E CONSERVAÇÃO DO PATRIMÓNIO NATURAL COMUM
71 LA GESTIÓN Y CONSERVACIÓN DEL PATRIMONIO
NATURAL COMÚN
81 A RECUPERAÇÃO E A VALORIZAÇÃO DO PATRIMÓNIO
CULTURAL
81 LA RECUPERACIÓN Y LA PUESTA EN VALOR DEL PATRIMONIO CULTURAL
103 AS ACTIVIDADES DE TURISMO, ÓCIO E RECREATIVAS
NO MEIO RURAL
103 LAS ACTIVIDADES DE TURISMO, OCIO Y RECREACIÓN
EN EL MEDIO RURAL
109 OS SERVIÇOS SOCIAIS E AS ACÇÕES DE SOLIDARIEDADE
109 LOS SERVICIOS SOCIALES Y LAS ACCIONES DE SOLIDARIDAD
137 PROPOSTAS DE COOPERAÇÃO TRANSFRONTEIRIÇA
137 PROPUESTAS DE COOPERACION TRANSFRONTERIZA
145 BIBLIOGRAFÍA
145 BIBLIOGRAFÍA
AS RELAÇÕES de colaboração entre a Deputação de
Salamanca e as distintas Administrações Públicas do outro
lado da raia não são uma utopia formal, mas sim uma realidade plenamente frutífera e que se concretizam em numerosos
encontros e projectos que desde faz já alguns anos vimos executando em comum com o objectivo de criar um verdadeiro
desenvolvimento sustentado dos nossos territórios.
LAS RELACIONES de colaboración entre la Diputación de
Salamanca y las distintas Administraciones Públicas del otro
lado de la raya no son una utopía formal, sino que son una realidad plenamente fructífera y se concretan en numerosos
encuentros y proyectos que, desde hace ya algunos años, venimos ejecutando en común con el objetivo final de crear un verdadero desarrollo sostenible de nuestros territorios.
Um claro exemplo de isso podemos demonstrá-lo na execução em comum de numerosas actuações inerentes ao
Programa Comunitário Interreg III A, entre os que se encontram projectos de permeabilidade viária, projectos culturais,
como a criação da Rede de Castros e Verracos, Projectos de
apoio ao desenvolvimento empresarial, de constituição de
comunidades de trabalho transfronteiriças, de optimização
energética, etc.
Un claro ejemplo de ello podemos concretarlo en la ejecución en común de numerosas actuaciones inherentes al
Programa Comunitario Interreg III A, entre los que se encuentran proyectos de permeabilidad viaria, proyectos culturales,
como la creación de la Red de Castros y Verracos, proyectos
de apoyo al desarrollo empresarial, de constitución de comunidades de trabajo transfronterizas, de optimización energética, etc.
A continuidade destas relações é responsabilidade de
todas as Administrações Públicas e desde a Deputação de
Salamanca a aposta por isso está garantida; o trabalho e o
esforço comum estão a dar os seus frutos.
La continuidad de estas relaciones es responsabilidad de
todas las Administraciones Públicas y desde la Diputación de
Salamanca la apuesta por ello está garantizada; el trabajo y el
esfuerzo común están dando sus frutos.
Um dos objectivos da Excmª. Deputação de Salamanca é
garantir a prestação integral e adequada das necessidades
sociais básicas e a assistência específica aos sectores menos
favorecidos no território provincial.
Uno de los objetivos de la Excma. Diputación de Salamanca
es garantizar la prestación integral y adecuada de las necesidades sociales básicas y la asistencia específica a los sectores
menos favorecidos en el territorio provincial.
Por isso, desde o Organismo Autónomo de Emprego e
Desenvolvimento Rural da Deputação de Salamanca, temos
vindo trabalhando com este fim desde a sua criação no ano
2001.
Por ello, desde el Organismo Autónomo de Empleo y
Desarrollo Rural (OAEDR) de la Diputación de Salamanca
venimos trabajando con este fin desde su creación en el año
2.001.
Este Directório Transfronteiriço para a coesão social, económica e territorial é a continuação do Directório pioneiro
desenvolvido o ano passado para a comarca de Vitigudino e os
Este Directorio Transfronterizo para la cohesión social,
económica y territorial es la continuación del Directorio pionero desarrollado el año pasado para la comarca de Vitigudino
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
7
concelhos de Figueira de Castelo Rodrigo, Freixo de Espada à
Cinta e Mogadouro, que já enfatizava a importância do associativismo dos diferentes grupos sociais no desenvolvimento
da fronteira. Assim, com este Directório, fica coberta a totalidade da zona transfronteiriça entre a província de Salamanca
e Portugal.
y los concelhos de Figueira de Castelo Rodrigo, Freixo de
Espada à Cinta y Mogadouro, que ya enfatizaba la importancia del asociacionismo de los diferentes grupos sociales en el
desarrollo de la frontera. Con él queda cubierta la totalidad de
la zona transfronteriza entre la provincia de Salamanca y
Portugal.
Dado o êxito daquela iniciativa, esta nova edição pretende
ser o ponto de partida para o estabelecimento de laços de
intercâmbio que se concretizem em actividades sócio-culturais
e de desenvolvimento económico que dinamizem de alguma
maneira o meio envolvente da nossa população transfronteiriça. Além disso, cria uma oportunidade excelente para estabelecer relações entre os que não se conhecem e têm ao seu
alcance a possibilidade de desenvolver projectos conjuntos de
colaboração.
Dado el éxito de aquella iniciativa, esta nueva edición pretende ser punto de partida para el establecimiento de lazos de
intercambio que se concreten en actividades socioculturales y
de desarrollo económico que dinamicen de alguna manera el
entorno de nuestra población transfronteriza. Además, constituye una oportunidad excelente para establecer relaciones
entre los que no se conocen y tienen a su alcance la posibilidad
de desarrollar proyectos conjuntos de colaboración.
O objectivo do projecto de criar um directório transfronteiriço para a interacção social, não pretende mais que criar a
primeira ferramenta de trabalho destes colectivos e associações juvenis, culturais, de mulheres, terceira idade, empresariais, agrárias, defensoras do património e do meio ambiente,
promotores do turismo rural, etc., que já operam na zona, para
futuras experiências de colaboração entre ambas povoações e
crescer assim, não somente economicamente, como também
no sentido da identidade, conservando as tradições culturais
que conforma a idiossincrasia da zona.
Aproveito a ocasião para manifestar o meu agradecimento a todas as pessoas e entidades que colaboraram com o
Organismo Autónomo de Emprego e Desenvolvimento Rural
da Deputação de Salamanca para que este Directório
Transfronteiriço de interacção social seja já uma realidade.
Salamanca, Novembro de 2005.
AVELINO PÉREZ SÁNCHEZ
El objetivo del proyecto de crear un Directorio Transfronterizo para la cohesión social, económica y territorial, no
pretende más que crear una nueva herramienta de trabajo
para estos colectivos y asociaciones juveniles, culturales, de
mujeres, tercera edad, empresariales, agrarias, defensoras del
patrimonio y del medio ambiente, promotores del turismo
rural, etc., que ya operan en la zona, para futuras experiencias
de colaboración entre ambos pueblos y crecer así, no sólo económicamente, sino también en el sentido de la identidad, conservando las tradiciones culturales que conforman la idiosincrasia de la zona de la “raia”.
Aprovecho la ocasión para manifestar mi agradecimiento
a todas las personas y entidades que han colaborado con el
Organismo Autónomo de Empleo y Desarrollo Rural de la
Diputación de Salamanca para que este nuevo Directorio
Transfronterizo para la cohesión social, económica y territorial
llegue a ser una realidad.
Salamanca, noviembre de 2005
Presidente do OAEDR
AVELINO PÉREZ SÁNCHEZ
Presidente del Organismo Autónomo de Empleo y Desarrollo Rural
8
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
APRESENTAÇÃO
PRESENTACIÓN
Os esforços do Organismo Autónomo de Emprego e Desenvolvimento Rural, da Diputação de
Salamanca, em prol da coesão económica, social
e territorial e da cooperação transfronteiriça,
inter-territorial e inter-regional
Los esfuerzos del Organismo Autónomo de
Empleo y Desarrollo Rural, de la Excma. Diputación de Salamanca, en pos de la cohesión económica, social y territorial y de la cooperación
transfronteriza, interterritorial e interregional
Esta publicação responde à proposta da Direcção Geral de
Economia e Assuntos Sociais, adscrita organicamente ao Pelouro de Economia e Emprego da Junta de Castela e Leão, através do Gabinete de Iniciativas Transfronteiriças, para a realização
de actividades de cooperação transfronteiriça e inter-territo rial entre regiões vizinhas e outras mais afastadas. A União
Europeia, a partir das funções atribuidas ao Fundo Europeu de
Desenvolvimento Regional (FEDER), persegue, com a coope ração, o desaparecimento das fronteiras como linhas de separação entre territórios e povoações situadas a um e outro lado
da “raia” divisória, o “efeito fronteira ou efeito barreira”, e o
desenvolvimento integrado de áreas de escala local (euroregiões e euro-distritos) contempladas nas directrizes da Estratégia Territorial Europeia (ETE). A administração regional para
reduzir as barreiras administrativas, económicas, sociais, culturais e psicológicas assinou com as regiões Norte e Centro de Portugal protocolos de colaboração: Região Norte-Comunidade
Autónoma de Castela e Leão (Porto, 9 de Fevereiro de 1990)
e Região Centro-Comunidade Autónoma de Castela e Leão
(Coimbra, 29 de Maio de 1990). As cláusulas de colaboração dos
protocolos no que respeita a infra-estruturas, recursos hídricos,
Esta publicación responde a la propuesta de la Dirección
General de Economía y Asuntos Sociales, adscrita orgánicamente
a la Consejería de Economía y Empleo de la Junta de Castilla
y León, a través del Gabinete de Iniciativas Transfronterizas, para
la realización de a c t ividades de cooperación transfronteriza e
interterritorial entre regiones vecinas y otras más lejanas. La
Unión Europea, a partir de las funciones asignadas al Fondo
Europeo de Desarrollo Regional (FEDER), persigue con la coo peración la desaparición de las fronteras como líneas de separación entre territorios y poblaciones situados a uno y otro lado
de la «raya» divisoria, el «efecto frontera o efecto barrera», y el
desarrollo integrado de áreas de escala local (eurorregiones y
eurodistritos) contempladas en las directrices de la Estrategia
Territorial Europea (ETE). La administración regional para reducir las barreras administrativas, económicas, sociales, culturales
y psicológicas ha firmado con las regiones Norte y Centro de Portugal sendos protocolos de colaboración: Región Norte-Comunidad Autónoma de Castilla y León (Porto, 9 de febrero de 1990)
y Región Centro-Comunidad Autónoma de Castilla y León
(Coimbra, 29 de mayo de 1990). Las cláusulas de colaboración
de los protocolos en materia de infraestructuras, recursos hídri-
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
9
meio-ambiente, ordenação do território, cultura, agricultura e
agropecuária, indústria, turismo e formação e investigação já ficaram perfiladas nas declarações conjuntas a princípios dos anos
noventa do século passado.
cos, medio ambiente, ordenación del territorio, cultura, a g r i c u ltura y ganadería, industria, turismo y formación e investigación
ya quedaron perfiladas en las declaraciones conjuntas de principios de los noventa del pasado siglo.
Para conseguir os objectivos gerais dos tratados, declarações
e protocolos, este Directório Transfronteiriço, procura aproximar os agentes sociais e económicos de ambos os lados da raia,
favorecer o intercâmbio de ideias no âmbito socio-cultural, melhorar o conhecimento das estruturas organizativas e criar as
bases de uma estratégia de colaboração futura. Concretamente, a consecução destas intenções passa pelo alcance dos seguintes fins específicos:
Para lograr los objetivos generales de los tratados, declaraciones y protocolos, este Directorio Transfronterizo, busca acercar a los actores sociales y económicos de ambos lados de la raya,
favorecer el intercambio de ideas en el ámbito sociocultural,
mejorar el conocimiento de las estructuras organizativas y crear las bases de una estrategia de colaboración futura. En concreto, la consecución de estas intenciones pasa por el logro de
los siguientes fines específicos:
a) Implulsar o aproximamento dos representantes das
instâncias territoriais, das entidades territoriais e das
associações de ambos os lados da raia hispano-lusa no
sector da Comarca de Ciudad Rodrigo e dos Concelhos de Almeida e de Sabugal.
a) Impulsar el acercamiento de los representantes de las
instancias territoriales, de las entidades territoriales y de
las asociaciones de ambos lados de la raya hispano-lusa
en el sector de la Comarca de Ciudad Rodrigo y de los
Concelhos de Almeida y de Sabugal.
b) Dinamizar o tecido social e económico deste espaço
inter-fronteiriço com o fim de fortalecer a coesão social,
económica e territorial da zona.
b) Dinamizar el tejido social y económico de este espacio
interfronterizo con el fin de fortalecer la cohesión
social, económica y territorial de la zona.
c) Criar bases de uma estratégia comum de cooperação
transfronteiriça, inter-territorial e inter-regional futura
entre as instâncias territoriais, as entidades territoriais
e as associações para desenvolver os âmbitos económico,
social e territorial.
c) Crear las bases de una estrategia común de cooperación
transfronteriza, interterritorial e interregional futura
entre las instancias territoriales, las entidades territoriales
y las asociaciones para desarrollar los ámbitos económico, social y territorial.
O Organismo Autónomo de Emprego e Desenvolvimento
Rural (OAEDR), da Diputação de Salamanca, tem apostado
pela coesão económica, social e territorial e a cooperação
transfronteiriça e inter-territorial com os concelhos fronteiriços
com o intuito de consolidar o mercado único e a livre circulação de pessoas e mercadorias no seio de uma União Europeia
sem fronteiras interiores. Este organismo participa na actualidade em 17 projectos relacionados com a cooperação transfronteiriça Espanha-Portugal (www.oaedr. e s). Precisamente
através do impulso que supôs e supõe para a cooperação transfronteiriça a Iniciativa Comunitária Interreg III-A, pôs-se em
andamento no ano 2001 a Comunidade Territorial de Cooperação (CTC) Douro Superior-Salamanca. Na actualidade, e ao
amparo do Tratado de Valência, as CTC passaram a denominar-
El Organismo Autónomo de Empleo y Desarrollo Rural
(OAEDR), de la Diputación de Salamanca, ha apostado por la
cohesión económica, social y territorial y la cooperación transfronteriza e interterritorial con los concelhos fronterizos en pos
de consolidar el mercado único y la libre circulación de personas y mercancías en el seno de una Unión Europea sin fronteras interiores. Este organismo participa en la actualidad en 17
proyectos relacionados con la cooperación transfronteriza
España–Portugal (www.oaedr.es). Precisamente a través del
impulso que ha supuesto y supone para la cooperación transfronteriza la Iniciativa Comunitaria Interreg III-A, se puso en
marcha en el año 2001 la Comunidad Territorial de Cooperación (CTC) Duero Superior–Salamanca. En la actualidad, y al
amparo del Tratado de Valencia, las CTC han pasado a deno-
10
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
se (Comunidades de Trabalho) e abriram-se novos canais e possibilidades a esta cooperação.
minarse «Comunidades de Trabajo» y se han abierto nuevos
canales y posibilidades a esta cooperación.
Assim, desde o ano de 2003 que se está em processo de constituição do mesmo formato de relação institucional com a Beira Interior Norte. A este respeito, está a concluir-se a execução
de um projecto denominado: “Constituição da Comunidade
Territorial de Cooperação Beira Interior Norte-Salamanca”,
correspondente à primeira convocatória de Interreg III-A:
Cooperação Transfronteiriça Espanha-Portugal1. O projecto
foi apresentado ao Sub-Programa 3: Castela e Leão-Centro de
Portugal, no Eixo 4: Fomento da Cooperação e Integração Social
e Institucional; mais especificamente na Medida 4.3.: Estruturas Institucionais para a Cooperação.
Asimismo, desde el año 2003 se está en proceso de constitución del mismo formato de relación institucional con la Beira Interior Norte. A este respecto se está concluyendo la
ejecución de un proyecto denominado: «Constitución de la
Comunidad Territorial de Cooperación Beira Interior Norte–Salamanca», correspondiente a la primera convocatoria de
Interreg III-A: Cooperación Transfronteriza España–Portugal1.
El proyecto fue presentado al Subprograma 3: Castilla y
León–Centro de Portugal, en el Eje 4: Fomento de la Cooperación e Integración Social e Institucional; más específicamente en
la Medida 4.3.: Estructuras Institucionales para la Cooperación.
Entre os objectivos que marcámos neste projecto, um dos
principais foi o desenvolvimento e a elaboração de um Estudo
Territorial do Espaço Beira Interior Norte-Província de Salamanca, considerando ambas NUTS III (Nomenclatura de Unidades Territoriais Estadísticas) como um todo e procurando
oferecer um ponto de vista homogéneo e integrado deste território sobre a base de uma metodologia e uns parâmetros de referência comuns e comparáveis. O estudo a que fazemos referência,
desenvolvido pela Universidade de Salamanca, a Universidade da Beira Interior (Covilhã) e o Instituto Politécnico da Guarda, será o documento de referência para a constituição da
Comunidade de Trabalho Beira Interior Norte-Salamanca.
Este estudo é financiado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), a Diputação de Salamanca e a
Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro de Portugal, com sede em Coimbra.
Entre los objetivos que nos marcamos en este proyecto, uno
de los principales fue el desarrollo y la elaboración de un Estudio Territorial del Espacio Beira Interior Norte–Provincia de
Salamanca, considerando ambas NUTS III (Nomenclatura de
Unidades Territoriales Estadísticas) como un todo y procurando ofrecer un enfoque homogéneo e integrado de este territorio sobre la base de una metodología y unos parámetros de
referencia comunes y comparables. El estudio al que hacemos
referencia, desarrollado por la Universidad de Salamanca, la Universidad de la Beira Interior (Covilhâ) y el Instituto Politécnico de Guarda, será el documento de referencia para la
constitución de la Comunidad de Trabajo Beira Interior Norte–Salamanca. Este estudio es financiado por el Fondo Europeo de Desarrollo Regional (FEDER), la Diputación de
Salamanca y la Comisión de Coordinación y Desarrollo Regional del Centro de Portugal, con sede en Coimbra.
No marco da segunda convocatória de Interreg III-A, o
OAEDR gere dois projectos relacionados directamente com a
cooperação institucional transfronteiriça. Ambos os projectos
encontram-se enquadrados no Eixo Estratégico 4: Fomento da
cooperação e integração social e institucional. Concretamente
En el marco de la segunda convocatoria de Interreg III-A,
el OAEDR gestiona dos proyectos relacionados directamente
con la cooperación institucional transfronteriza.Ambos proyectos
se encuentran encuadrados en el Eje Estratégico 4: Fomento de
la cooperación e integración social e institucional. Concretamente
RESOLUÇÃO de 18 de Junho de 2002, da Direcção Geral de Fundos
Comunitários e Financiamento Territorial, pela que se convocam ajudas do Fundo
Europeu de Desenvolvimento Regional correspondentes ao Programa EspanhaPortugal da Iniciativa Comunitária INTERREG III (BOE nº153, de 27 de Junho
de 2002).
RESOLUCIÓN de 18 de junio de 2002, de la Dirección General de
Fondos Comunitarios y Financiación Territorial, por la que se convocan ayudas del Fondo Europeo de Desarrollo Regional correspondientes al Programa
España-Portugal de la Iniciativa Comunitaria INTERREG III (BOE nº 153,
de 27 de junio del 2002)
1
1
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
11
na Medida 4.3: Estruturas institucionais para a cooperação.
Assim, ambos os projectos são financiados pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) e a Diputação de
Salamanca, promotora e co-financiadora dos mesmos.
en la Media 4.3: Estructuras institucionales para la cooperación.
Asimismo, ambos proyectos son financiados por el Fondo Europeo de Desarrollo Regional (FEDER) y la Diputación de Salamanca, promotora y cofinanciadora de los mismos.
Assim pois, as estruturas institucionais em vigor com os concelhos portugueses fronteiriços ao Centro e ao Norte da província de Salamanca são os seguintes:
Así pues, las estructuras institucionales en vigor con los concelhos portugueses fronterizos al Centro y al Norte de la provincia de Salamanca son las siguientes:
•
Comunidade de Trabalho Douro Superior-Província
de Salamanca. Sub-Programa 2: Castela e Leão-Norte
de Portugal. São parceiros, junto à Diputação de Salamanca, os concelhos portugueses de: Vila Nova de Foz
Côa, Mogadouro, Torre de Moncorvo e Freixo de Espada à Cinta. Na realidade, estão a adaptar-se os Estatutos e o Regulamento de Funcionamento Interno às
exigências emanadas do Tratado de Valência, depois de
criar-se no dia 31 de Maio de 2001.
•
Comunidad de Trabajo Duero Superior–Provincia de
Salamanca. Subprograma 2: Castilla y León–Norte de
Portugal. Son socios, junto a la Diputación de Salamanca,
los concelhos portugueses de: Vila Nova de Foz Côa,
Mogadouro, Torre de Moncorvo y Freixo de Espada à
Cinta. En la actualidad, se están adaptando los Estatutos y el Reglamento de Funcionamiento Interno a las
exigencias emanadas del Tratado de Valencia, tras crearse el 31 de mayo del 2001.
•
Comunidade de Trabalho Beira Interior Norte-Provín cia de Salamanca. Sub-Programa 3: Castela e Leão-Centro de Portugal. São parceiros, junto à Diputação de
Salamanca, os concelhos portugueses de: Sabugal, Pinhel, Celorico da Beira, Mêda, Almeida, Guarda, Tr a ncoso, Figueira de Castelo Rodrigo e Manteigas. Ainda
se encontra em processo de formalização.
•
Comunidad de Trabajo Beira Interior Norte–Provincia
de Salamanca. Subprograma 3: Castilla y León–Centro
de Portugal. Son socios, junto a la Diputación de Salamanca, los concelhos portugueses de: Sabugal, Pinhel,
Celorico da Beira, Mêda, Almeida, Guarda, Trancoso,
Figueira de Castelo Rodrigo y Manteigas. Aún se
encuentra en proceso de formalización.
Grosso modo e , tendo em conta que se trata de projectos
essencialmente imateriais, os actos que se estão a desenvolver
– e que se tem previsto desenvolver -, relacionam-se com questões tais como:
Grosso modo y, teniendo en cuenta que se trata de proyectos
esencialmente inmateriales, las actuaciones que se están desarrollando -y se tiene previsto desarrollar-, se relacionan con
cuestiones tales como:
A) Manutenção das estruturas denominadas “Comunidades de Trabalho”: funcionamento administrativo e logístico.
A) Mantenimiento de las estructuras denominadas «Comunidades de Trabajo»: funcionamiento administrativo y
logístico.
B) Encontros e intercâmbios transfronteiriços entre organizações, técnicos e profissionais do desenvolvimento,
empresas, associações, etc.
B) Encuentros e intercambios transfronterizos entre organizaciones, técnicos y profesionales del desarrollo,
empresas, asociaciones, etc.
C) Intercâmbios Juvenis e de Associações e organizações
sem ânimo de lucro.
C) Intercambios Juveniles y de Asociaciones y organizaciones sin ánimo de lucro.
D) Divulgação das potencialidades da região.
D) Divulgación de las potencialidades de la región.
E) Plenários temáticos: reuniões políticas e técnicas.
E) Plenarios temáticos: reuniones políticas y técnicas.
12
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
Os territórios europeus com desvantagens geográficas e dificuldades específicas: as franjas
fronteiriças e transfronteiriças
Los territorios europeos con desventajas geográficas y dificultades específicas: las franjas
fronterizas y transfronterizas
As franjas fronteiriças e transfronteiriças da União Europeia,
tanto internas como externas, consideram-se nos documentos
sobre ordenação do território como espaços com desvantagens
geográficas e com dificuldades específicas2. A princípios da
década dos anos oitenta, a Carta Europeia da Regiões
Fronteiriças e Transfronteiriças,elaborada pela Associação de
Regiões Fronteiriças Europeias (ARFE), definia as zonas
fronteiriças como “cicatrizes da história” afligidas por vários
problemas que resumia em “a situação de marginalidade
nacional e a carestia das condições de vida da população”. A esta
posição periférica e de progressiva debilitação a favor do
centro, que em alguns casos têm-se catalogado como “periferia
da periferia” , tem-se juntado a “condição de subde senvolvimento”, o grau de “divergência de desenvolvimento e
de prosperidade económica” e o “carácter de barreira
impermeável” entre os dois lados da fronteira. O afastamento
dos centros de decisão política, as desigualdades económicas e
a escassa ou nula acessibilidade tem provocado umas fortes
disparidades económicas entre os territórios da União Europeia
em termos de níveis de renda e de desemprego e, como
consequência, uma debilitação demográfica patente no
“envelhecimento e na despovoação” das franjas fronteiriças e
transfronteiriças. A saída para conseguir a coesão económica,
social e territorial e criar territórios fronteiriços competitivos,
segundo o Relatório Intermédio sobre a Coesão Territorial, está
Las franjas fronterizas y transfronterizas de la Unión Europea, tanto internas como externas, se consideran en los documentos sobre ordenación del territorio como espacios con
desventajas geográficas y con dificultades específicas2. A principios de la década de los años ochenta, la Carta Europea de
las Regiones Fronterizas y Transfronterizas, elaborada por la
Asociación de Regiones Fronterizas Europeas (ARFE), definía a las fronteras como «cicatrices de la historia» aquejadas
por diversos problemas que resumía en «la situación de margi nalidad nacional y la carestía de las condiciones de vida de la
población». A esta posición periférica y de progresivo debilitamiento a favor del centro, que en algunos casos se han catalogado como «periferia de la periferia», se ha sumado la
«condición del subdesarrollo» , el grado de « d ivergencia de desa rrollo y de prosperidad económica» y el «carácter de barrera
impermeable» entre los dos lados de la frontera. La lejanía de
los centros de decisión política, las desigualdades económicas
y la escasa o nula accesibilidad ha provocado unas fuertes disparidades económicas entre los territorios de la Unión Europea en términos de niveles de renta y de desempleo y, como
consecuencia, un debilitamiento demográfico patente en «el
envejecimiento y la despoblación» de las franjas fronterizas y
transfronterizas. La salida para conseguir la cohesión económica,
social y territorial y crear territorios fronterizos competitivos,
según el Informe Intermedio sobre la Cohesión Territorial,está
2
COMISSÃO EURO P E I A . (1992). Europa 2000. Perspectivas de
desenvolvimento do território da Comunidade. Direcção Geral de Políticas
Regionais. Gabinete de Publicações Oficiais das Comunidades Europeias.
Bruxelas – Luxemburgo.
COMISSÃO EUROPEIA. (1994). Europa 2000 +. Cooperação para a
o rdenação do território europeu. Direcção Geral de Políticas Regionais.
Gabinete de Publicações Oficiais das Comunidades Europeias. Bruxelas –
Luxemburgo.
COMISSÃO EUROPEIA. (1999). Estratégia Territorial Europeia (ETE).
Para um desenvolvimento equilibrado e sustentável do território da UE.
Gabinete de Publicações Oficiais das Comunidades Europeias. Bruxelas –
Luxemburgo.
COMISION EUROPEA. (1992). Europa 2000. Perspectivas de desa rrollo del territorio de la Comunidad. Dirección General de Políticas Regionales.
Oficina de Publicaciones Oficiales de las Comunidades Europeas. BruselasLuxemburgo.
COMISION EUROPEA. (1994). Europa 2000 +. Cooperación para la orde nación del territorio europeo. Dirección General de Políticas Regionales. Oficina de Publicaciones Oficiales de las Comunidades Europeas.
Bruselas-Luxemburgo.
COMISION EUROPEA. (1999). Estrategia Territorial Europea (ETE).
Hacia un desarrollo equilibrado y sostenible del territorio de la UE. Oficina de
Publicaciones Oficiales de las Comunidades Europeas. Bruselas-Luxemburgo.
2
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
13
na simplificação da cooperação transfronteiriça e na criação de
organizações de “tipo eurorregião” .
en la simplificación de la cooperación transfronteriza y en la creación de organizaciones de «tipo eurorregión».
A Acta Única Europeia, aprovada a 27 de Fevereiro de 1986
e em vigor desde o dia 1 de Julho de 1987, dedica uma parte à
“coesão económica e social (não existe uma definição explícita do
conceito de coesão, no entanto, podemos defini-la como “no
processo de integração europeia entende-se aquela solidariedade
financeira entre os estados membros que trata de considerar a riqueza
relativa dos países no momento de determinar a política de ingressos
e gastos da União Europeia”). Por outro lado, entende-se por coesão
territorial a distribuição sustentável e equilibrada das actividades
humanas no território, e completa a coesão económica e social.A
coesão territorial implica, em particular, o acesso equitativo dos
cidadãos e dos agentes económicos aos serviços, independentemente
do território a que pertençam.
El Acta Única Europea, aprobada el 27 de febrero de 1986
y en vigor desde el 1 de julio de 1987, dedica una parte a la cohe sión económica y social (no existe una definición explícita del
concepto de cohesión, sin embargo, se define como «en el pro ceso de integración europea se entiende aquella solidaridad
financiera entre los estados miembros que trata de tener en cuen ta la riqueza relativa de los países a la hora de determinar la polí tica de ingresos y gastos de la Unión Europea»). Por su parte,
se entiende por cohesión territorial la distribución sostenible
y equilibrada de las actividades humanas en el territorio, y completa la cohesión económica y social. La cohesión territorial
implica, en particular, el acceso equitativo de los ciudadanos y
de los agentes económicos a los servicios, independientemente del territorio al que pertenezcan.
Por outro lado, a cooperação transfronteiriça institucionalizada,
entre interlocutores das autoridades nacionais, regionais e locais,
os interlocutores económicos e sociais e outros organismos
competentes de países vizinhos, pretende desenvolver os centros
económicos e sociais transfronteiriços mediante estratégias comuns
para um desenvolvimento territorial duradouro, através dos
seguintes objectivos:
a) Supressão de obstáculos e factores que distorcem,
existentes nas zonas fronteiriças, assim como a superação
da fronteira ou, pelo menos, reduzi-la a uma pura
demarcação administrativa.
b) Redes transfronteiriças a escala local que não só
possibilitem uma cooperação económica e de infraestruturas, como também criem confiança suprimindo
barreiras n sector social, no campo da formação, na
educação linguística, na solução dos problemas
fronteiriços quotidianos, na promoção da compreensão
cultural, etc.
c) Uma melhor coordenação e uma cooperação intensiva
entre os organismos com capacidade de decisão
europeus, nacionais, regionais e locais são necessárias
para solucionar os problemas das áreas fronteiriças e
transfronteiriças.
d) As estruturas territoriais às que aspiram as comarcas
fronteiriças devem integrar-se dentro dos esquemas de
14
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
Por su parte, la cooperación transfronteriza instituzionalizada, entre interlocutores de las autoridades nacionales, regionales y locales, los interlocutores económicos y sociales y otros
organismos competentes de países vecinos, pretende desarrollar los centros económicos y sociales transfronterizos mediante estrategias comunes para un desarrollo territorial duradero,
a través de los siguientes objetivos:
a) Supresión de obstáculos y factores distorsionantes existentes en las zonas fronterizas, así como la superación
de la frontera o, al menos, reducirla a una pura demarcación administrativa.
b) Redes transfronterizas a escala local que no sólo posibiliten una cooperación económica y de infraestructuras, sino que también creen confianza suprimiendo
barreras en el sector social, en el campo de la formación, en la educación lingüística, en la solución de los
problemas fronterizos cotidianos, en la promoción de la
comprensión cultural, etc.
c) Una mejor coordinación y una cooperación intensiva
entre los organismos con capacidad de decisión europeos, nacionales, regionales y locales es necesaria para
solucionar los problemas de las áreas fronterizas y
transfronterizas.
d) Las estructuras territoriales a las que aspiran las comarcas fronterizas deben integrarse dentro de los esquemas
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
de ordenación del territorio elaborados por Europa
(Carta Europea de Ordenación del Territorio, Europa
2000, Europa 2000+, Perspectiva Europea de Ordenación del Territorio –PEOT-, Estrategia Territorial Europea –ETE-, etc.), por los Estados y por las Regiones.
ordenação do território elaborados pela Europa (Carta
de Ordenação do Território, Europa 2000, Europa
2000+, Perspectiva Europeia de Ordenação do Território
– PEOT-, Estratégia Territorial Europeia – ETE-, etc.),
pelos Estados e pelas Regiões.
A União Europeia já lançou algumas propostas3, como a
criação de agrupamentos cooperativos a partir de 1 de Janeiro
de 2007, em forma de Agrupamento Europeu de Cooperação
Transfronteiriço “AECT”, com o objectivo de facilitar e de
fomentar a cooperação transfronteiriça “ C o nvénio de
cooperação transfronteiriça europeia” entre Estados membros
e entre entes regionais e locais, como o objectivo de incrementar
a coesão económica, social e territorial. A iniciativa comunitária
sobre zonas fronteiriças Interreg4 leva uma década fomentando
a integração do território europeu com o impulso da cooperação
transfronteiriça, inter-regional e transnacional. As iniciativas
comunitárias Interreg I (1991-1993) e Interreg II (1994-1999)
centraram-se na cooperação transfronteiriça; nas redes
transnacionais de energia e acção conjunta para abordar os
problemas das inundações e da seca; e na planificação territorial
dos grandes agrupamentos de zonas geográficas no conjunto da
União Europeia, Europa Central e Oriental e o Mediterrâneo.
O financiamento Interreg tem-se dedicado principalmente ao
fomento de respostas comuns ao desenvolvimento das pequenas
e médias empresas (PYMEs), à educação, à formação e aos
La Unión Europea ya ha lanzado algunas propuestas3,
como la creación de agrupaciones cooperativas a partir del 1 de
enero del 2007, en forma de Agrupación Europea de Coope ración Transfronteriza «AECT», con el objetivo de facilitar y
de fomentar la cooperación transfronteriza «Convenio de coo peración transfronteriza europea» entre Estados miembros y
entre entes regionales y locales, con el fin de incrementar la cohesión económica, social y territorial. La iniciativa comunitaria
sobre zonas fronterizas Interreg4 lleva una década fomentando la integración del territorio europeo con el impulso de la cooperación transfronteriza, interregional y transnacional. Las
iniciativas comunitarias Interreg I (1991-1993) e Interreg II
(1994-1999) se centraron en la cooperación transfronteriza; en
las redes transnacionales de energía y actuación conjunta para
abordar los problemas de las inundaciones y la sequía; y en la
planificación territorial de las grandes agrupaciones de zonas
geográficas en el conjunto de la Unión Europea, Europa Central y Oriental y el Mediterráneo. La financiación Interreg se
ha dedicado principalmente al fomento de respuestas comunes
al desarrollo de las pequeñas y medianas empresas (PYMEs),
COM (2004) 496 final, 2004/0168 (COD), Proposta de Regulamento do
Parlamento Europeu e do Conselho relativo à criação de um Agrupamento
Europeu de cooperação Transfronteiriça (AECT) (Bruxelas, 14 de Julho de 2004).
4
Comunicação COM (90) 1562/3 dirigida aos Estados membros pela que
se estabelecem as directrizes dos programas operativos que se pede aos
Estados membros que elaborem dentro da iniciativa comunitária sobre zonas
fronteiriças (INTERREG) (DO nº C 215, de 30 de Agosto de 1990).
Comunicação COM (90) 180/13 dirigida aos Estados membros pela que
se estabelecem as orientações dos programas operativos que se pede aos Estados
membros que elaborem dentro da iniciativa comunitária de desenvolvimento
fronteiriço, cooperação transfronteiriça e redes de energia seleccionadas
(INTERREG II) (DO nº C 180, de 1 de Julho de 1994).
Comunicação da Comissão aos Estados Membros (2000/C 142/08), de 28
de Abril de 2000, pela que se fixam as orientações para uma iniciativa
comunitária relativa à cooperação transeuropeia para fomentar um
desenvolvimento harmonioso e equilibrado do território europeu – Interreg III
(DO nº 143, de 23 de Maio de 2000).
COM (2004) 496 final, 2004/0168 (COD), Propuesta de Reglamento del
Parlamento Europeo y del Consejo relativo a la creación de una Agrupación
Europea de Cooperación Transfronteriza (AECT) (Bruselas, 14 de julio del 2004)
4
Comunicación COM (90) 1562/3 dirigida a los Estados miembros por
la que se establecen las directrices de los programas operativos que se pide a
los Estados miembros que elaboren dentro de la iniciativa comunitaria sobre
zonas fronterizas (INTERREG) (DO nº C 215, de 30 de Agosto de 1990).
Comunicación COM (90) 180/13 dirigida a los Estados miembros por la
que se establecen las orientaciones de los programas operativos que se pide a
los Estados miembros que elaboren dentro de la iniciativa comunitaria de desarrollo fronterizo, cooperación transfronteriza y redes de energía seleccionadas
(INTERREG II) (DO nº C 180, de 1 de Julio de 1994).
Comunicación de la Comisión a los Estados Miembros (2000/C 143/08),
de 28 de abril de 2000, por la que se fijan las orientaciones para una iniciativa
comunitaria relativa a la cooperación transeuropea para fomentar un desarrollo
armonioso y equilibrado del territorio europeo - Interreg III- (DO nº 143, de
23 de mayo de 2000).
3
3
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
15
intercâmbios culturais, os problemas sanitários nas regiões
fronteiriças, a protecção e melhora do meio ambiente, a
investigação e desenvolvimento tecnológico, as redes energéticas,
os transportes e as telecomunicações, assim como, aos sistemas
de gestão conjunta e os organismos transfronteiriços e
transnacionais.
a la educación, la formación y los intercambios culturales, los
problemas sanitarios en las regiones fronterizas, la protección
y mejora del medio ambiente, la investigación y desarrollo tecnológico, las redes energéticas, los transportes y las telecomunicaciones, así como, a los sistemas de gestión conjunta y los
organismos transfronterizos y transnacionales.
A actual fase da i n i c i a t iva comunitária relativa à
cooperação transeuropeia para fomentar um desenvolvimento
harmonioso e equilibrado do território europeu –Interreg
III- (2000-2006), sobre as experiências positivas adquiridas com
anteriores convocatórias, contempla três capítulos:
a) Fomentar o desenvolvimento regional integrado entre
as regiões fronteiriças, incluídas as fronteiras exteriores
e marítimas (Capítulo A).
b) Contribuir para a integração territorial harmoniosa de
toda a União Europeia (Capítulo B).
c) Melhorar as políticas e técnicas de desenvolvimento
regional e coesão mediante a cooperação transnacional
e inter-regional (Capítulo C).
La actual fase de la iniciativa comunitaria relativa a la coo peración transeuropea para fomentar un desarrollo armonio so y equilibrado del territorio europeo -Interreg III(2000-2006), sobre las experiencias positivas adquiridas con las
anteriores convocatorias, contempla tres capítulos:
a) Fomentar el desarrollo regional integrado entre las regiones fronterizas, incluidas las fronteras exteriores y marítimas (Capítulo A).
b) Contribuir a la integración territorial armoniosa de toda
la Unión Europea (Capítulo B).
c) Mejorar las políticas y técnicas de desarrollo regional
y cohesión mediante la cooperación transnacional e interregional (Capítulo C).
A consecução destes objectivos baseia-se no desenho de
estratégias comuns de marcado cunho transfronteiriço ou
transnacional em linha com as orientações gerais dos Fundos
Estruturais e das políticas comunitárias, com a participação das
autoridades, agentes privados e outras instituições (enfoque
ascendente), y com umas estruturas conjuntas de coordenação
para preparar os programas, seleccionar as operações, controlar
a aplicação dos planos e, no seu caso, os mecanismos para gestão
das medidas e operações.
La consecución de estos objetivos se basa en el diseño de
estrategias comunes de marcado signo transfronterizo o transnacional en línea con las orientaciones generales de los Fondos
Estructurales y de las políticas comunitarias, con la participación de las autoridades, agentes privados y otras instituciones
(enfoque ascendente), y con unas estructuras conjuntas de
coordinación para preparar los programas, seleccionar las operaciones, controlar la aplicación de los planes y, en su caso, los
mecanismos para la gestión de las medidas y operaciones.
O espaço inter-fronteiriço das regiões Norte e
Centro portuguesas e da Comunidade Autónoma espanhola de Castela e Leão: um território
de bordo e periférico
El espacio interfronterizo de las regiones Norte
y Centro portuguesas y de la Comunidad Autónoma española de Castilla y León: un territorio
de borde y periférico
O espaço inter-fronteiriço da Comunidade Autónoma de
Castela e Leão (comarcas agrárias salamanquinas e zamoranas
de Ciudad Rodrigo, Vitigudino, Sayago, Aliste, Sanabria) e dos
concelhos portugueses de Vinhais, Bragança, Vimioso, Miranda
doDouro, Mogadouro, Freixo de Espada à Cinta, Figueira de
El espacio interfronterizo de la Comunidad Autónoma de
Castilla y León (comarcas agrarias salmantinas y zamoranas de
Ciudad Rodrigo, Vitigudino, Sayago, Aliste y Sanabria) y de los
concelhos portugueses de Vinhais, Bragança, Vimioso, Miranda do Douro, Mogadouro, Freixo de Espada à Cinta, Figueira
16
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
Castelo Rodrigo, Almeida e Sabugal (Local Administrative Units,
LAU 1), integra-se no grupo de zonas rurais frágeis e pouco
estruturadas por uma rede de centros urbanos, segundo os
Relatórios da Comissão Europeia Europa 2000, Europa 2000+
e Estratégia Territorial Europeia, e, ao mesmo tempo, está
enquadrada no amplo conjunto transnacional que compõem as
regiões do sudoeste de França e o interior de Espanha, isto é,
a Diagonal Continental. Estas zonas rurais apresentam umas
características comuns nos seus aspectos demográfico e
económico: baixa densidade de população o despovoação,
tamanho insuficiente dos centros urbanos, a agricultura está a
perder peso na actividade económica, o sistema industrial é fraco
e está pouco diversificado e os serviços às empresas são
insuficientes. O diagnóstico detalhado sobre a R egiões Interiores
(RI)5, que forma parte dos estudos do programa Europa 2000,
destaca o meio natural difícil destas áreas que condiciona as
formas de ocupação do território, os sistemas de produção
agrícola e o desenvolvimento industrial e, sobretudo, limita o
traçado das infra-estruturas de transporte.
de Castelo Rodrigo, Almeida y Sabugal (Local Administrative
Units, LAU 1), se integra en el grupo de zonas rurales frági les y poco estructuradas por una red de centros urbanos, según
los Informes de la Comisión Europea Europa 2000, Europa
2000+ y Estrategia Territorial Europea, y a su vez, está enmarcada en el amplio conjunto transnacional que componen las
regiones del suroeste de Francia y el interior de España, es decir,
la Diagonal Continental. Estas zonas rurales presentan unas
características comunes desde el punto de vista demográfico y
económico: baja densidad de población o despoblación, tamaño insuficiente de los centros urbanos, la agricultura está perdiendo peso en la actividad económica, el sistema industrial es
débil y está poco diversificado y los servicios a las empresas son
insuficientes. El diagnóstico detallado sobre las R egiones Inte riores (RI)5, que forma parte de los estudios del programa Europa 2000, destaca el medio natural difícil de estas áreas que
condiciona las formas de ocupación del territorio, los sistemas
de producción agrícola y el desarrollo industrial y, sobre todo,
limita el trazado de las infraestructuras de transporte.
Além disso, as R egiões Interiores Ibéricas, são os territórios
pior integrados à escala europeia e com problemas de articulação
interna “território confinado”, “fundo de saco” e “finisterra
interior”. À difícil conectividade e à impermeabilidade real da
fronteira pela presença dos canhões fluviais, junta-se a situação
geográfica marginal ao constituir os “territórios de bordo e
periféricos”. A localização espacial extrema no conjunto
territorial das divisões administrativas dependentes, introduz uma
forte condicionante ao desenvolvimento: “tirania da distância” .
A posição periférica, a má acessibilidade territorial e a
inexistência de passagens traduz-se num isolamento social,
económico e territorial da “raia”.
Además, las Regiones Interiores Ibéricas, son los territorios
peor integrados a escala europea y con problemas de articulación interna «territorio confinado», «fondo de saco» y «finis terre interior». A la difícil conectividad y a la impermeabilidad
real de la frontera por la presencia de los cañones fluviales se
añade la situación geográfica marginal al constituir los «terri torios de borde y periféricos». La localización espacial extrema en el conjunto territorial de las divisiones administrativas
dependientes, introduce un fuerte condicionante al desarrollo:
«tiranía de la distancia». La posición periférica, la mala accesibilidad territorial y la inexistencia de pasos se traduce en un
aislamiento social, económico y territorial de la «raya».
As terras do ocidente das províncias de Salamanca e de
Zamora e o oriente dos Distritos da Guarda e de Bragança são,
também de uma “fronteira terrestre mais antiga da Europa”.
O acordo territorial relativo aos limites fronteiriços entre
ambos os reinos assinou-se no Convento de São Francisco de
Alcañices “Tratado de Alcañices”, a 13de Setembro de 1297,
Las tierras del occidente de las provincias de Salamanca y
de Zamora y el oriente de los Distritos de Guarda y de Bragança son, además de una «frontera interior» dentro de la Unión
Europea, la «frontera terrestre más antigua de Europa». El
acuerdo territorial relativo a los límites fronterizos entre ambos
reinos se firma en el Convento de San Francisco de Alcañices
COMISSÃO EUROPEIA. (1995). Evolução e perspectiva das regiões
interiores e dos espaços rurais de baixa densidade da Comunidade. Direcção Geral
de Políticas Regionais. Luxemburgo.
COMISION EUROPEA. (1995). Evolución y perspectiva de las regio nes interiores y de los espacios rurales de baja densidad de la Comunidad. Dirección General de Políticas Regionales. Luxemburgo.
5
5
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
17
por Dom Dinis de Portugal e Dom Fernando IV de Castela
(ainda que estará presente a dona Maria Molina que junto ao
seu tio-avô Dom Henrique eram tutores do rei castelhano): “…Y
outrosí, yo el Rey don Fernando entendiendo y conociendo que
vos habíades derecho en algunos lugares de los castillos y villas
de Sabugal, e de Alfayates, e de Castel Rodrigo, e de Villar Mayor,
et de Castelbueno, y de Almeida, e de Castelmellor, et de Monforte
e de los otros logares de Riba de Coa, que vos rey don Dinis
tenedes agora en vuestra mano…”. As reivindicações dos reis
partem das disputas dos seus avós e pais e acomodam os
limites aos termos dos castelos e vilas pelo motivo dos acidentes
naturais do terreno que serão revisados nos Acordos de Limites
de Lisboa de 1864, 1893 e 1926.
«Tratado de Alcañices», el 13 de septiembre de 1297, por don
Dinís de Portugal y don Fernando IV de Castilla (aunque estará presente doña María de Molina que junto a su tío-abuelo don
Enrique eran tutores del rey castellano): «...Y otrosí, yo el Rey
don Fernando, entendiendo y conociendo que vos habíades
derecho en algunos lugares de los castillos y villas de Sabugal,
e de Alfayates, e de Castel Rodrigo, e de Villar Mayor, et de Cas telbueno, y de Almeida, e de Castelmellor, et de Monforte e de
los otros lugares de Riba de Coa, que vos rey don Dinís tenedes
agora en vuestra mano ...». Las reivindicaciones de los dos reyes
parten de las contiendas de sus abuelos y padres y acomodan
los límites a los términos de los castillos y villas a razón de los
accidentes naturales del terreno que serán revisados en los
Acuerdos de Límites de Lisboa de 1864, 1893 y 1926.
Historicamente, nas comarcas e concelhos da “raia seca” e
da “raia húmida”, confluía o “efeito barreira” (“cortina” ou
“pano”), por nula conexão entre as estradas de um e de outro
lado, e o fecho das alfândegas a produtos proibidos “economia
de contrabando”. As limitações administrativas, económicas,
culturais e psicológicas “de costas voltadas”ou “de costas
v i r a d a s ”) têm estrangulado os processos de desenvolvimento e
têm levado a estas áreas de fraca economia entre as comarcas
rurais mais pobres de Espanha e Portugal, é a “fronteira do
subdesenvolvimento”6, tal como a imprensa a denominou na sua
época. Inclusive, os últimos estudos sobre a fronteira, remarcam
um panorama negativo e pessimista de “área dep r i m i d a ”:
existência de obstáculos naturais, deterioração demográfica e
desarticulação dos recursos humanos, ausência de actividades
económicas diversificadas e complementarias, baixos níveis de
equipamentos e serviços a escala da comarca, falta de infraestruturas básicas, disjunção normativa de âmbitos regionais
análogos, e barreiras psicológicas e educativas nas relações
humanas e nos comportamentos sociais. Por outro lado, os
estudos compensam estas debilidades e ameaças com a
enumeração de uma ampla lista de fortalezas e oportunidades:
diversas e contrastadas unidades paisagísticas (serra, arribe e
planície), produção de electricidade, alimentos de qualidade, rico
património natural e histórico-artístico, identidade cultural, etc.
Históricamente, en las comarcas y concelhos de la «raya seca»
y de la «raya húmeda», confluía el «efecto barrera» («cortina»
o «telón»), por la nula conexión entre las carreteras de uno y otro
lado, y el cierre de las aduanas a productos prohibidos « e c o n o mía de contrabando». Las limitaciones administrativas, e c o n ómicas, culturales y psicológicas («de costas voltadas» o «de
costas viradas») han estrangulado los procesos de desarrollo y
han aupado a estas áreas de economía débil entre las comarcas
rurales más pobres de España y de Portugal, es la «frontera del
subdesarrollo»6, tal y como la prensa la denominó en su día. Incluso, los últimos estudios sobre la frontera, remarcan un panorama negativo y pesimista de «área dep r i m i d a »: existencia de
obstáculos naturales, deterioro demográfico y desarticulación de
los recursos humanos, ausencia de actividades económicas diversificadas y complementarias, bajos niveles de equipamientos y
servicios a escala comarcal, falta de infraestructuras básicas, disyunción normativa de ámbitos regionales análogos, y barreras
psicológicas y educativas en las relaciones humanas y en los comportamientos sociales. Por otro lado, los estudios compensan estas
debilidades y amenazas con la enumeración de un amplio listado de fortalezas y oportunidades: diversas y contrastadas unidades paisajísticas (sierra, arribe y penillanura), producción de
electricidad, alimentos de calidad, rico patrimonio natural e histórico-artístico, identidad cultural, etc.
PINTADO, A. e BARRENECHA, E. (1972). A raia de Portugal. A
fronteira do subdesenvolvimento. Ver. Cadernos para o Diálogo. Edicusa.
Madrid.
PINTADO, A. y BARRENECHEA, E. (1972). La raya de Portugal.
La frontera del subdesarrollo. Rev. Cuadernos para el Diálogo. Edicusa.
Madrid.
6
18
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
6
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
Para a União Europeia estes territórios podem ser
subsidiados, sem excepção, no marco das acções regionais dos
fundos estruturais e das iniciativas comunitárias, com o fim de
reduzir as diferenças entre os níveis de desenvolvimento das
diversas regiões europeias “ d ivergências” e para mitigar o atraso
das regiões menos favorecidas como passo prévio para conseguir
a coesão económica, social e territorial. Por este motivo, a
política regional da União Europeia apoia o nascimento da
fronteira como “região de cooperação”, “territórios de
cooperação” e territórios de encontro. A publicação do Tratado
sobre Cooperação Transfronteiriça entre entidades e instâncias
territoriais7, assinado em Valência no dia 3 de Outubro de 2002,
possibilita o estabelecimento de “convénios de cooperação” . O
tratado permite constituir organismos de cooperação sem
personalidade jurídica (Comunidades de Trabalho e Grupos de
Trabalho) com o objecto de promover, coordenar, apoiar e
realizar actividades de cooperação transfronteiriça; como por
exemplo, a Comunidade de Trabalho de Castela e Leão - Norte
de Portugal8. O art. 2, do acordo constitutivo, assinala que “se
cria com a finalidade de favorecer uma dinâmica de encontros
regulares entre o Norte de Portugal e Castela e Leão, para tratar
assuntos de interesse comum, intercambiar informações, coordenar
iniciativas e examinar as possibilidades de solucionar os
problemas comuns ou de contribuir para a sua resolução”.
Para la Unión Europea estos territorios son subvencionables, sin excepción, en el marco de las acciones regionales de
los fondos estructurales y de las iniciativas comunitarias, con el
fin de reducir las diferencias entre los niveles de desarrollo de
las diversas regiones europeas « d ivergencias» y para mitigar el
retraso de las regiones menos favorecidas como paso previo para
conseguir la cohesión económica, social y territorial. Por este
motivo, la política regional de la Unión Europea respalda el nacimiento de la frontera como «región de cooperación», «territorios
de cooperación» y «territorios de encuentro». La publicación
del Tratado sobre Cooperación Transfronteriza entre entida des e instancias territoriales7, firmado en Valencia el 3 de octubre de 2002, posibilita el establecimiento de «convenios de
cooperación». El tratado permite constituir o r ganismos de
cooperación sin personalidad jurídica (Comunidades de Trabajo
y Grupos de Trabajo) con el objeto de promover, coordinar, apoyar y realizar actividades de cooperación transfronteriza; como
por ejemplo, la Comunidad de Trabajo de Castilla y León-Norte de Portugal8. El art. 2, del acuerdo constitutivo, señala que
«se crea con la finalidad de favorecer una dinámica de encuen tros regulares entre el Norte de Portugal y Castilla y León, para
tratar asuntos de interés común, intercambiar informaciones, coor dinar iniciativas y examinar las posibilidades de solucionar los
problemas comunes o de contribuir a su resolución».
As singularidades geográficas da comarca de Ciudad Rodrigo e dos concelhos de Almeida e de
Sabugal
Las singularidades geográficas de la comarca de
Ciudad Rodrigo y de los concelhos de Almeida
y de Sabugal
As experiências de desenvolvimento endógeno e dos
programas de desenvolvimento rural integrado demonstram-nos
que é imprescindível trabalhar com “escalas territoriais
intermédias” ou “ escala sub provinci al e de comarca” .
Las experiencias de desarrollo endógeno y de los programas de desarrollo rural integrado nos demuestran que es
imprescindible trabajar con «esca las territoria les intermedias»
o «escala subprovincial y comarcal» . Ante la indefinición terri-
Tratado entre o Reino de Espanha e a Republica Portuguesa sobre
cooperação transfronteiriça entre entidades e instancias territoriais, realizado
em Valência o dia 3 de Outubro de 2002 (BOE nº 219, de 12 de Setembro de
2003).
8
Resolução de 20 de Março de 2000, pela que se dá publicidade ao Acordo Constitutivo da Comunidade de Trabalho de Castela e Leão-Norte de Portugal (BOE nº 86, de 10 de Abril de 2000).
Tratado entre el Reino de España y la República Portuguesa sobre
cooperación transfronteriza entre entidades e instancias territoriales, hecho
en Valencia el 3 de octubre de 2002 (BOE nº 219, de 12 de septiembre de
2003).
8
Resolución de 20 de marzo de 2000, por la que se da publicidad al Acuerdo Constitutivo de la Comunidad de Trabajo de Castilla y León-Norte de Portugal (BOE nº 86, de 10 de abril de 2000).
7
7
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
19
Perante a indefinição territorial do “facto fronteiriço”, neste
caso, optámos pela comarca agrária de Ciudad Rodrigo e pelos
concelhos de Almeida e Sabugal . Este âmbito de cooperação
de raia abarca uma extensão de 3.760,04 km quadrados numa
ampla franja a ambos os lados da fronteira. A imagem
topográfica plana e homogénea, entre 650-700 m, não muda a
um e outro lado da raia, somente, se interrompe pelas fendas
fluviais (“arribes” e “riscos”) e os assomos rochosos das serras,
penhascos, cabeços e cumes. As partes baixas das várzeas dos
rios e ribeiras contrastam com a cordilheira cimeira das serras
meridionais: Serra de Opa, Serra da Malcata, Sierra de las
Mezas, Sierra de las Pilas, Sierra de Gata, Sierra de la Canchera
e Sierra de El Guindo. Os rios, regatos e ribeiras têm as suas
nascentes e fontes nas saias destas serras e, no seu discorrer de
sul para norte em direcção ao rio Douro (Yeltes, Azaba,
Turones, Águeda, Côa, etc.) estão amansados por barragens
formando várias represas.
torial del «hecho fronterizo», en este caso, hemos optado por
la comarca agraria de Ciudad Rodrigo y por los concelhos de
Almeida y de Sabuga l. Este ámbito de cooperación rayano abarca una extensión de 3.760,04 km2 en una amplia franja a ambos
lados de la frontera. La imagen topográfica plana y homogénea,
entre 650-700 m, no cambia a uno y otro lado de la raya, tan
sólo, se interrumpe por las hendiduras fluviales («arribes» y «riscos») y los asomos rocosos de sierras, peñas, cabezos y tesos. Las
partes bajas de las vegas de los ríos y riveras contrastan con el
cordal cimero de las sierras meridionales: Serra de Opa, Serra
de Malcata, Sierra de las Mezas, Sierra de las Pilas, Sierra de Gata,
Sierra de La Canchera y Sierra de El Guindo. Los ríos, arroyos
y riveras tienen sus nacederos y fuentes en las faldas de estas
sierras y, en su discurrir de sur a norte en busca del río Duero
(Yeltes, Azaba, Turones, Águeda, Côa, etc.) están remansados
por presas formando varios embalses.
A variedade morfológica introduz descontinuidades
climáticas relativamente às meias da planície, como por exemplo,
a bondade térmica dos fundões ou a influência atlântica das
serras pelo aumento das precipitações. As singularidades
climatológicas reflectem-se na vegetação natural e na diversidade
de unidades paisagísticas. As mudanças de temperatura e de
precipitação, de sudoeste a este, favorece a transição das matas
de robles ou de roble-alvar ao monte côncavo de azinheiras. O
domínio das grandes extensões povoadas de azinheiras está
matizado pelos freixos e amieiros dos entre rios. Por sua parte,
os montes de roble lutam contra os pinhais e os tojais surgidos
depois dos incêndios. Nos entalhes profundos do arribe refugiamse espécies termófilas como o sobreiro, o almez, os medronheiros,
as figueiras silvestres e as estevas. A diversidade de manchas
naturais guarda um equilíbrio ancestral com o uso tradicional
da leira de parte da população local: a pastagem, os prados
cercados de pedra ou de sebes vivas, os cultivos horto frutícolas
das férteis várzeas ou as parcelas abancadas do arribe.
La variedad morfológica introduce discontinuidades climáticas respecto a las medias de la penillanura, como por ejemplo, la bondad térmica de los hondones o la influencia atlántica
de las sierras por el aumento de las precipitaciones. Las singularidades climatológicas se reflejan en la vegetación natural y
en la diversidad de unidades paisajísticas. Los cambios de temperatura y de precipitación, de suroeste a este, favorece la transición de las matas de rebollo o roble melojo al monte hueco
de encinas. El dominio de las grandes extensiones adehesadas
de encina y de quejigo están matizadas por los fresnos y alisos
de los interfluvios. Por su parte, los montes de rebollo luchan
contra los pinares y los brezales surgidos tras los incendios. En
los enclaves profundos del arribe se refugian especies termófilas como el alcornoque, el almez, los madroños, las cornicabras
y las jaras. La diversidad de manchas naturales guarda un equilibrio ancestral con el uso tradicional del terrazgo por parte de
la población local: la dehesa, los prados cercados de piedra o
de setos vivos, los cultivos hortofrutícolas de las fértiles vegas
o las parcelas abancaladas del arribe.
Mas os obstáculos do meio físico e as limitadas
oportunidades laborais fomentaram a saída da população para
os países do centro da Europa e para as regiões litorais
portuguesas e espanholas, passando nos últimos vinte anos do
século passado de 66.003 a 51.589 habitantes (-21,83%). As
Pero los obstáculos del medio físico y las limitadas oportunidades laborales fomentaron la sa lida de la población hacia
los países centroeuropeos y las regiones litorales portuguesas
y españolas, pasando en los últimos veinte años del siglo pasado de 66.003 a 51.589 habitantes (-21,83%). Las pérdidas
20
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
perdas populacionais têm sido maiores na Comarca de Ciudad
Rodrigo que nos concelhos de Almeida e de Sabugal. Apesar
da evolução demográfica generalizada, alguns núcleos como
Almeida, Ciudad Rodrigo, Fuentes de Oñoro, Sabugal e Vilar
Formoso, mantêm a população e a dinâmica natural. No entanto,
a perda constante de recursos humanos tem trazido umas
graves consequências demográficas que se verificam na
diminuição das taxas de natalidade e, portanto na mudança
negativa do índice de crescimento vegetativo. Além disso, a
ausência de crianças e o progressivo envelhecimento da
população repercute na desarticulação da estrutura por idade
e sexo que se reflecte numa pirâmide invertida. O desequilíbrio
de idade e sexo também, tem provocado um aumento da taxa
de masculinização e um desajuste do estado civil. Por último, a
sangria demográfica tem levado a um esvaziamento do território,
confinando coma “deserdação demogr á f i c a ” , que se manifesta
numas baixíssimas densidades de população, na despovoação de
muitas entidades locais (aldeias, casórios, casas de campo e
pastagens) e na reunificação municipal.
Em relação à população relacionada com a actividade
económica, estão-se a produzir mudanças significativas, como
por exemplo, o incremento da taxa de dependência pelo peso
dos reformados na povoação inactiva. A população dependente
é cada vez maior em relação à população activa. E até, a
população ocupada está-se a restringir porque a tradicional
vocação económica (agricultura, agropecuária e silvicultura) não
é capaz de gerar emprego: Somente, as actividades emergentes
e inovadoras do sector terciário despontam uma esperança no
mercado laboral contra a debilitação do sector secundário.
Apesar desta caracterização negativa, este canto peninsular,
é conhecido como “um espaço de passagem e de trânsito” e
um “caminho ou corredor para a Europa”. A construção de
uma Europa tem que ser iniciada, como já temos apontado, pela
união dos territórios vizinhos e o trabalho tendo como base as
suas fortalezas naturais e culturais, as oportunidades da política
regional comunitária e, o mais importante, sob uma identidade
comum.
poblacionales han sido mayores en la comarca de Ciudad
Rodrigo que en los concelhos de Almeida y de Sabugal. A pesar
de la involución demográfica generalizada, algunos núcleos como
Almeida, Ciudad Rodrigo, Fuentes de Oñoro, Sabugal y Vilar
Formoso, mantienen la población y la dinámica natural. Sin
embargo, la pérdida constante de recursos humanos ha traído
unas graves consecuencias demográficas que se muestran en la
disminución de las tasas de natalidad, el mantenimiento de las
tasas de mortalidad y, por tanto, en el cambio negativo del índice de crecimiento vegetativo. Además, la ausencia de niños y el
progresivo envejecimiento de la población repercute en la desarticulación de la estructura por edad y sexo que se refleja en
una pirámide invertida. El desequilibrio de edad y sexo, también ha provocado un aumento de la tasa de masculinización
y un desajuste del estado civil. Por último, la sangría demográfica ha conllevado un vaciamiento del territorio, lindando con
la «desertización demogr á f i c a »,que se manifiesta en unas bajísimas densidades de población, en la despoblación de muchas
entidades locales (aldeas, caseríos, alquerías y dehesas) y en la
reunificación municipal.
Respecto a la población relacionada con la actividad económica, se están produciendo cambios significativos, como por
ejemplo, el incremento de la tasa de dependencia por el peso
de los jubilados en la población inactiva. La población dependiente es cada vez mayor en relación a la población activa. E
incluso, la población ocupada se está restringiendo porque la tradicional vocación económica (agricultura, ganadería y silvicultura) no es capaz de generar empleo. Tan sólo, las actividades
emergentes e innovadoras del sector terciario despuntan una
esperanza en el mercado laboral frente al debilitamiento del sector secundario.
A pesar de esta caracterización negativa, este rincón peninsular, es conocido como un «espacio de paso y de tránsito» y
un «camino o corredor para Europa» . La construcción de Europa hay que iniciarla, como ya hemos apuntado, por la unión de
los territorios vecinos y el trabajo cotidiano en base a sus fortalezas naturales y culturales, a las oportunidades de la política regional comunitaria y, lo más importante, bajo una identidad
común.
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
21
22
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
COMARCA AGRARIA DE CIUDAD RODRIGO
MUNICIPIOS
Agallas
Alameda de Gardón (La)
Alamedilla (La)
Alba de Yeltes
Alberguería de Argañán (La)
Aldea del Obispo
Atalaya (La)
Bodón (El)
Bouza (La)
Campillo de Azaba
Carpio de Azaba
Casillas de Flores
Castillejo de Martín Viejo
Ciudad Rodrigo
Dios le Guarde
Encina (La)
Espeja
Fuenteguinaldo
Fuentes de Oñoro
Gallegos de Argañán
Herguijuela de Ciudad Rodrigo
Ituero de Azaba
Maíllo (El)
Martiago
Monsagro
Morasverdes
Navasfrías
Pastores
Payo (El)
Peñaparda
Puebla de Azaba
Puerto Seguro
Robleda
Saelices el Chico
Sahugo (El)
Sancti-Spíritus
Serradilla del Arroyo
Serradilla del Llano
Tenebrón
Villar de Argañán
Villar de Ciervo
Villar de la Yegua
Villasrubias
Zamarra
TOTAL
SUPERFICIE (Km2)
1950
1975
1981
1991
2001
45,57
32,00
19,31
21,94
30,05
41,89
24,29
60,60
14,58
26,00
70,27
42,44
155,62
239,61
16,30
30,41
97,77
101,64
56,78
46,76
22,93
27,33
47,90
48,27
49,44
51,88
59,95
12,71
61,50
61,93
25,63
29,14
78,63
45,24
58,53
140,41
80,63
68,73
37,60
29,91
57,06
56,07
39,78
47,74
998
787
839
734
930
1.247
455
1.439
246
572
467
1.321
1.138
12.455
394
798
1.161
2.608
1.514
1.537
527
788
1.121
1.315
548
1.126
2.159
349
2.101
2.003
1.007
569
1.587
688
913
2.420
1.416
707
581
1.090
1.384
1.256
851
534
432
409
502
506
425
601
216
534
85
435
182
427
575
12.999
289
442
551
1.270
1.060
607
306
510
675
689
368
690
1.003
162
670
722
598
205
945
237
548
271
868
545
357
245
629
545
583
327
336
328
346
436
380
539
226
476
68
407
200
351
498
15.324
235
397
431
1.223
1.182
530
234
517
544
609
325
576
940
118
741
676
521
163
801
246
484
1.634
683
508
293
235
551
478
504
258
255
163
252
321
212
423
182
427
79
325
119
331
351
14.882
181
274
343
1.088
1.537
524
192
351
476
514
276
521
831
80
616
543
334
127
650
219
357
1.360
536
371
256
132
490
363
447
183
185
143
204
258
181
379
155
338
67
256
115
245
311
13.991
166
180
294
881
1.534
401
127
271
406
369
213
414
679
62
476
456
261
104
579
161
254
1.031
409
241
223
109
378
285
360
143
2.412,77
58.680
35.245
36.552
32.494
28.295
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
23
CONCELHO DE ALMEIDA
FREGUESIAS
SUPERFICIE (Km2)
Ade
Aldeia Nova
Almeida
Amoreira
Azinhal
Cabreira
Castelo Bom
Castelo Mendo
Freineda
Freixo
Junça
Leomil
Malhada Sorda
Malpartida
Mesquitela
Mido
Miuzela
Monte Perobolço
Nave de Haver
Naves
Parada
Peva
Porto de Ovelha
São Pedro de Río Seco
Senouras
Vale de Coelha
Vale de Mula
Vale Verde
Vilar Formoso
TOTAL
24
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
1950
1981
1991
2001
7,44
10,14
52,34
13,30
10,80
5,25
25,28
23,26
28,80
17,30
18,90
14,62
48,15
23,54
4,68
7,00
14,20
8,15
41,14
13,41
12,78
14,53
14,29
23,32
9,46
5,86
15,37
21,44
15,63
252
155
1.849
523
294
289
562
510
880
448
466
474
1.336
623
272
235
1.038
374
1.746
255
611
389
510
654
191
187
535
514
1.308
164
91
1.488
242
139
142
203
235
366
211
212
255
498
300
116
105
593
151
766
175
241
211
166
299
90
68
329
204
2.464
130
68
1.536
193
117
98
193
168
314
244
200
230
446
229
80
83
515
112
639
145
231
187
123
284
91
74
308
169
2.833
98
53
1.491
185
82
77
181
134
269
217
162
134
364
206
58
59
432
79
504
101
158
140
83
202
57
48
237
131
2.481
520,38
17.480
10.524
10.040
8.423
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
CONCELHO DE SABUGAL
FREGUESIAS
Águas Belas
Aldeia do Bispo
Aldeia da Ponte
Aldeia da Ribeira
Aldeia de Santo António
Aldeia Velha
Alfaiates
Badamalos
Baraçal
Bendada
Bismula
Casteleiro
Cerdeira
Foios
Forcalhos
Lajeosa
Lomba
Malcata
Moita
Nave
Pena Lobo
Pousafoles do Bispo
Quadrazais
Quinta de São Bartolomeu
Rapoula do Côa
Rebolosa
Rendo
Ruivós
Ruvina
Sabugal
Santo Estevão
Seixo do Côa
Sortelha
Souto
Vale das Éguas
Vale de Espinho
Vale Longo
Vila Boa
Vila do Touro
Vilar Maior
TOTAL
SUPERFICIE (Km2)
1950
1981
1991
2001
14,10
12,72
33,85
28,69
30,63
18,85
27,97
13,39
17,38
36,04
15,44
43,73
24,13
24,25
18,39
14,82
5,45
21,82
6,75
19,78
16,64
18,85
39,57
8,80
7,87
11,12
22,40
11,06
7,01
31,57
23,59
18,21
43,27
30,38
4,03
38,15
7,99
10,73
22,46
24,82
1.044
1.013
1.464
800
1.074
1.604
1.754
451
717
1.747
659
1.578
651
1.003
560
974
337
934
521
1.211
595
1.278
2.640
900
640
660
1.185
264
456
3.238
1.316
873
1382
2.708
280
2.030
376
948
881
767
346
385
533
312
644
647
519
216
342
948
298
721
382
471
207
339
115
500
261
413
262
516
709
320
332
323
560
89
118
2.181
483
372
833
1.208
89
732
157
410
403
231
304
434
246
675
433
494
499
153
287
952
226
563
385
454
147
215
98
359
202
288
192
402
581
261
265
245
420
82
149
2.366
419
286
1.433
701
69
585
106
379
376
188
220
395
340
198
786
490
419
99
242
677
198
512
262
410
108
258
74
351
173
273
177
338
473
217
249
205
342
68
127
2.174
360
233
579
1.419
48
512
68
330
299
168
826,70
43.513
18.927
16.919
14.871
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
25
26
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
27
28
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
29
30
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
ADMINISTRACIÓN LOCAL
DIPUTACIÓN DE SALAMANCA. OAEDR - Organismo
Autónomo de Empleo y Desarrollo Rural
Av. Carlos I, 64
37008 Salamanca
Tlfno.- +34 923 280912
Fax.- +34 923 280913
E-mail.- [email protected] / [email protected]
Web.- www.lasalina.es/oaedr
Presidente.- D. Avelino Pérez Sánchez
Competencias.- Creación de empleo y desarrollo rural:
servicio a emprendedores, asistencia a municipios, desarrollo de proyectos comunitarios, valorización de recursos socio-económicos, promoción económica, etc.
Municipios.- Toda la provincia de Salamanca
DIPUTACIÓN DE SALAMANCA. ÁREA DE BIENESTAR
SOCIAL
C/ Espejo, 14
37002 Salamanca
Tlfno.- +34 923 217410
Fax.- +34 923 216207
Web.- www.lasalina.es/bienestarsocial
Diputado delegado.- D. José Alfredo Martín Serna
Municipios.- Toda la provincia de Salamanca
DIPUTACIÓN DE SALAMANCA. ÁREA DE CULTURA
C/ Felipe Espino, 1
37002 Salamanca
Tlfno.- +34 923 293226
Fax.- +34 923 293256
E-mail.- [email protected]
Web.- www.lasalina.es/cultura
Diputado delegado.- D. Manuel Martín Martín
Municipios.- Toda la provincia de Salamanca
DIPUTACIÓN DE SALAMANCA. ÁREA DE DEPORTES
C/ Felipe Espino, 1
37002 Salamanca
Tlfno.- +34 923 293258 / +34 923 293171
Fax.- +34 923 293237
Web.- www.lasalina.es/deportes
Diputado delegado.- D. Jesús María Ortiz Fernández
Municipios.- Toda la provincia de Salamanca
CÂMARA MUNICIPAL DE ALMEIDA
Praça da Liberdade
6350 - 130 Almeida
Tlfno.- +351 271 570020
Fax.- +351 271 570021
E-mail.- [email protected]
Web.- www.cm-almeida.pt
Presidente.- Dr. José da Costa Reis
Municipios.- Almeida y sus freguesias
CÂMARA MUNICIPAL DE SABUGAL
Praça da República
6324 - 007 Sabugal
Tlfno.- +351 271 751040
Fax.- +351 271 753408
E-mail.- [email protected]
Web.- www.cm-sabugal.pt
Presidente.- Manuel Rito Alves
Municipios.- Sabugal y sus freguesias
AYUNTAMIENTO DE CIUDAD RODRIGO
Plaza Mayor, 27
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 923 498400
Fax.- +34 923 498401
Web.- www.ciudadrodrigo.net
Alcalde.- D. Francisco Javier Iglesias García
Municipios.- Ciudad Rodrigo
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
31
CÁMARA OFICIAL DE COMERCIO E INDUSTRIA
DE SALAMANCA
Plaza Sexmeros, Nº 2
37001 Salamanca
Tlfno.- +34 923 211797
Fax.- +34 923 280146
E-mail.- [email protected]
Web.- www.camarasalamanca.com
Presidente.- D. José Luis Zarza Sánchez
Competencias.- Representar, defender y promover los
intereses generales del Comercio y la Industria: Asesoría de Comercio Interior y Exterior. Asesoría económica.
Área de formación. Asesoría de medioambiente. Asesoría
jurídica. Tribunal de arbitraje. Depósito aduanero. Áre a
de nuevas tecnologías. Servicio de estudios económicos.
Servicio de creación de empresas. Servicio cameral de
orientación profesional. Asesoría de calidad.
Municipios.- Capital y provincia excepto el término
municipal de Béjar que cuenta con una cámara de
comercio propia.
MANCOMUNIDAD AGUAS ÁGUEDA-AZABA
Plaza de la Constitución, 1
37540 Fuenteguinaldo
Tlfno.- +34 923 497100
Fax.- +34 923 497100
Presidente.- D. Francisco Galán Sánchez
Competencias.- Suministro de agua desde la captación
situada en el paraje Molino de Valeriano de Fuenteguinaldo hasta los depósitos re g u l a d o res de cada Municipio integrantes de la Mancomunidad. La conserv a c i ó n
y mantenimiento de la estación potabilizadora, depósito y red. Mantenimiento de las redes e instalaciones
de suministro y de distribución de agua hasta los depósitos reguladores de cada Municipio integrantes de la
Mancomunidad.
Municipios.- La Alberguería de Argañán, Campillo de
Azaba, Casillas de Flores, Fuenteguinaldo, Ituero de Azaba, Puebla de Azaba.
32
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
MANCOMUNIDAD ALTO ÁGUEDA
Plaza de la Constitución, 1
37540 Fuenteguinaldo
Tlfno.- +34 923 471566 / +34 923 471001
Fax.- +34 923 471566
E-mail.- [email protected]
Web.- www.dtinformatica.com/altoagueda/presentacion.htm
Presidente.- D. Julián Fandiño Iglesias
Competencias.- Recogida domiciliaria de basuras y tratamiento de residuos sólidos. Prestación de Servicios de
Acción Social. Extinción de incendios. Oficina de Gestión
Urbanistica. Recogida de animales muertos. Servicios Culturales y Deportivos. Promoción Turística y Desarrollo Económico. Infraestructura y Telecomunicaciones. Fomento
de Empleo.
Municipios.- Agallas, La Alamedilla, La Alberguería de
Argañán, El Bodón, Campillo de Azaba, Casillas de Flores, La Encina, Fuenteguinaldo, Herguijuela de Ciudad
Rodrigo, Ituero de Azaba, Martiago, Navasfrías, Pastores, El Payo, Peñaparda, Puebla de Azaba, Robleda, El
Sahúgo, Villasrubias.
MANCOMUNIDAD BURGUILLOS
Plaza, S/N
37510 Herguijuela de Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 923 487001 / +34 923 163065
Presidente.- D. Francisco Collado Vicente
Competencias.- Suministro de agua potable.
Municipios.- Agallas, Herguijuela de Ciudad Rodrigo,
Martiago, Zamarra.
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
MANCOMUNIDAD LAS DEHESAS
Plaza Mayor, 1
37600 Tamames
Tlfno.- +34 923 449905
E-mail.- [email protected]
Web.- www.dtinformatica.com/lasdehesas
Presidente.- D. Carlos Navarro Oltra
Competencias.- Servicio de recogida de residuos sólidos
urbanos. Servicio de extinción de incendios. Gestión de
los servicios económico-administrativos. Fomento de la
actividad agropecuaria. Fomento del turismo. Asesoría
jurídica. Asesoría de caracter urbanistico. Actividades
deportivas y culturales. Reparación y conservación de
caminos.
Municipios.- Abusejo, Aldeanueva de la Sierra, Aldehuela
de la Bóveda, Barbalos, La Bastida, Berrocal de Huebra,
Boada, Buena Madre, El Cabaco, Cabrillas, Carrascal del
Obispo, Castraz, Cereceda de la Sierra, Cilleros de la Bastida, Escurial de la Sierra, La Fuente de San Esteban, Garcirrey, El Maíllo, Martín de Yeltes, Matilla de los Caños
del Río, Narros de Matalayegua, Nava de Francia, Navarredonda de la Rinconada, Pelarrodriguez, Puebla de Yeltes, Retortillo, La Rinconada de la Sierra, Robliza de
Cojos, La Sagrada, Sanchón de la Sagrada, San Muñoz,
Sepulcro Hilario, Tamames, Tejeda y Segoyuela, Vecinos,
Las Veguillas, Villalba de los Llanos, Villares de Yeltes.
MANCOMUNIDAD PUENTE LA UNIÓN
Plaza Consistorial, 1
37497 Castillejo de Martín Viejo
Tlfno.- +34 923 477001
Presidente.- D. Cándido Palacios Palacios
Competencias.- Abastecimiento de agua. Recogida y tratamiento de residuos sólidos urbanos. Servicios de extinción de incendios. Realización de obras de
infraestructura. Promoción Turística. Prestación de Servicios Sociales, Culturales y Deportivos. Servicios de
atención primaria a la salud Promoción pública de la
vivienda. Mantenimiento de las redes de alcantarillado,
alumbrado público, abastecimiento de agua y depuración. Fomento de actividades en materia de comunicaciones. Servicio de matadero. Mejora del medio
ambiente. Promoción del programa de desarrollo integral, agrícola-ganadero.
Municipios.- La Alameda de Gardón, Aldea del Obispo,
La Bouza, Carpio de Azaba, Castillejo de Martín Viejo,
La Encina, Espeja, Fuentes de Oñoro, Gallegos de Arg añán, Puerto Seguro, Saelices el Chico, Villar de Argañán,
Villar de Ciervo, Villar de la Yegua.
MANCOMUNIDAD RIBERAS DEL ÁGUEDA, YELTES
Y AGADÓN
Plaza Mayor, 27
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 923 460050
Fax.- +34 923 462125
Presidente.- D. Francisco Javier Iglesias García
Competencias. Recogida y tratamiento de residuos sólidos. Asistencia jurídica y urbanística. Conservación de
caminos y vías rurales. Prevención y extinción de incendios. Acción Social y Servicios Sociales. Promoción de actividades deportivas y culturales
Municipios.- Alba de Yeltes, Aldehuela de Yeltes, La Atalaya, Ciudad Rodrigo, Dios le Guarde, Monsagro, Morasverdes, Sancti-Spíritus, Serradilla del Arroyo, Serradilla
del Llano, Tenebrón, Zamarra.
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
33
34
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
OS GRUPOS DE DESENVOLVIMENTO RURAL
DA INICIATIVA COMUNITÁRIA LEADER +: O
fomento de estratégias originais de desenvolvimento sustentável, territoriais, integradas e de qualidade
LOS GRUPOS DE DESARROLLO RURAL DE LA
INICIATIVA COMUNITARIA LEADER +: El
fomento de estrategias originales de desarrollo sostenible, territoriales, integradas y
de calidad
As propostas de desenvolvimento rural têm-se convertido no
segundo pilar da política agrícola comum (PAC) para avançar na
coesão social, económica e territorial entre as áreas urbanas e os
espaços rurais europeus. A pioneira Comunicação da Comissão
ao Conselho e ao Parlamento de Agosto de 1988 sobre O futuro
do mundo rural 1 definia o mundo rural na Europa como “o meio
que abarcaria aquelas zonas e regiões onde de levam a termo
actividades diversas e incluiria os espaços naturais cultivados, as
aldeias, as vilas, cidades pequenas e centros regionais, assim como
as zonas rurais “industrializadas” de ditas regiões”. E continua “mas
a noção do mundo rural não implica unicamente a simples
delimitação geográfica. Evoca todo um tecido económico e social,
com um conjunto de actividades do mais diverso: agricultura,
artesanato, pequenas e medianas empresas, comércio e serviços.
Serve de amortecedor e espaço regenerador, pelo que se torna
indispensável para o equilíbrio ecológico ao mesmo tempo que se
converteu num lugar privilegiado de repouso e lazer”. Nesta mesma
linha, B. Fayser apresenta uma definição esclarecedora do espaço
rural “como um conjunto territorial cujas decisões se lhe escapam
e no qual existe um modo particular de utilização do espaço e de
vida social, caracterizado em primeiro lugar, por uma densidade
Las propuestas de desarrollo rural se han convertido en el
segundo pilar de la política agrícola común (PAC) para avanzar
en la cohesión social, económica y territorial entre las áreas urbanas y los espacios rurales europeos. La pionera Comunicación de
la Comisión al Consejo y al Parlamento de agosto de 1988 sobre
El futuro del mundo rural 1 definía el mundo rural en Europa
como «el medio que abarcaría aquellas zonas y regiones donde
se llevan a cabo actividades diversas e incluiría los espacios natu rales y cultivados, los pueblos, las villas, ciudades pequeñas y cen tros regionales, así como las zonas rurales «industrializadas» de
dichas regiones». Y continúa «pero la noción del mundo rural no
implica únicamente la simple delimitación geográfica. Evoca
todo un tejido económico y social, con un conjunto de activida des de lo más diverso: agricultura, artesanía, pequeñas y media nas empresas, comercio y servicios. Sirve de amortiguador y
espacio regenerador, por lo que resulta indispensable para el equi librio ecológico al tiempo que se ha convertido en un lugar pri vilegiado de reposo y ocio». En esta misma línea, B. Kayser
presenta una definición esclarecedora del espacio rural «como
un conjunto territorial cuyas decisiones se le escapan y en el que
existe un modo particular de utilización del espacio y de vida social,
Ministério da Agricultura, Pesca e Alimentação. (1992). O futuro do
mundo rural. Documento 7957/88 da Comunidade Económica Europeia.
Madrid.
Ministerio de Agricultura, Pesca y Alimentación. (1992). El futuro del
mundo rural. Documento 7957/88 de la Comunidad Económica Europea.
Madrid.
1
1
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
35
relativamente débil de habitantes e de construções, o que
determina um predomínio das paisagens vegetais; em segundo lugar,
por um uso económico do solo de predomínio agro-silvop a s t o r i l; em terceiro lugar, por um modo de vida dos seus
habitantes marcado pela sua pertença a colectividades de
tamanho limitado, nas que existe um estreito conhecimento
pessoal e fortes laços sociais, e pela sua relação particular com o
espaço, que favorece um entendimento directo e vivencial do meio
ecológico; e, finalmente, por uma identidade e uma representação
específicas muito relacionadas com a cultura campesina 2. A partir
destas definições, a princípios dos anos noventa, a União Europeia
propôs uma série de estratégias concretas de manutenção e
garantia da existência de aquelas explorações que apresentabam
uma orientação para o futuro. Neste contexto, haveria que
conceder uma especial relevância à combinação da actividade
agrária e florestal e de uma actividade não agrária o extra-agrária
multiforme nas comarcas que ofereciam condições de produção
agrária desfavoráveis, tendo em conta algumas observações
específicas para os diferentes âmbitos de acção: a eliminação dos
excedentes de produção; o potenciamento activo dos produtos de
qualidade; o desenvolvimento de um programa global a longo
prazo de plantação, repovoação e melhora dos bosques; a vigilância
das zonas de alto valor ambiental; e o fomento do turismo no meio
rural.
caracterizado en primer lugar, por una densidad relativamente
débil de habitantes y de construcciones, lo que determina un pre dominio de los paisajes vegetales; en segundo lugar, por un uso eco nómico del suelo de predominio agro-silvo-pastoril; en tercer
lugar, por un modo de vida de sus habitantes marcado por su
pertenencia a colectividades de tamaño limitado, en las que exis te un estrecho conocimiento personal y fuertes lazos sociales, y por
su relación particular con el espacio, que favorece un entendimiento
directo y vivencial del medio ecológico; y, finalmente, por una iden tidad y una representación específicas muy relacionadas con la
cultura campesina»2. A partir de estas definiciones, a principios
de los años noventa, la Unión Europea propuso una serie de estrategias concretas de mantenimiento y garantía de la existencia de
aquellas explotaciones que presentaban una orientación hacia el
futuro. En este contexto, habría que conceder una especial relevancia a la combinación de la actividad agraria y forestal y de una
actividad no agraria o extraagraria multiforme en las comarcas
que ofrecían condiciones de producción agraria desfavorables,
teniendo en cuenta algunas observaciones específicas para los diferentes ámbitos de actuación: la eliminación de los excedentes de
producción; la potenciación activa de los productos de calidad; el
desarrollo de un programa global a largo plazo de plantación, repo blación y mejora de los bosques; la vigilancia de las zonas de alto
valor ambiental; y el fomento del turismo en el medio rural.
Em Dezembro de 1995, a Comissão apresentou no Conselho
Europeu de Madrid o seu Relatório sobre a estratégia no sector
a gr á r i o. Neste documento sublinha-se a transcendência de
aumentar a competência dos sectores agrário e agro-alimentar
nos mercados interior e mundial, em consonância com o
contexto de liberalização do comércio e as expectativas de
aumento da procura mundial de produtos alimentícios. O
citado Relatório punha, desta maneira, de manifesto a
necessidade de que a PAC s eguisse evoluindo na linha iniciada
com êxito com a reforma de 1992 e de que se implantasse uma
política rural integr a d a, paralela ao processo de reforma.
Além disso, o relatório reclamava uma simplificação radical da
En diciembre de 1995, la Comisión presentó en el Consejo Europeo de Madrid su Informe sobre la estrategia en el sec tor agrario. En este documento se subrayaba la trascendencia
de aumentar la competitividad de los sectores agrario y agroalimentario en los mercados interior y mundial, en consonancia con el contexto de liberalización del comercio y las
expectativas de aumento de la demanda mundial de productos
alimenticios. El citado Informe ponía asimismo de manifiesto
la necesidad de que la PAC siguiese evolucionando en la línea
iniciada con éxito con la reforma de 1992 y de que se implan tase una política rural integr a d a, paralela al proceso de reforma. Además, el informe reclamaba una simplificación radical de
la normativa de la Unión y una significativa descentralización
de la ejecución de las políticas.
2
Kayser, B. (1990). La renaissance rurale. Sociologie des campagnes du
monde occidental. Armand Colin. Paris.
2
Kayser, B. (1990). La renaissance rurale. Sociologie des campagnes du
monde occidental. Armand Colin. París.
36
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
normativa da União e uma significativa descentralização da
execução das políticas.
Um ano mais tarde, na Conferência Europeia sobre o
D e s e nvolvimento Rural , celebrada na cidade irlandesa de
Cork, de 7 a 9 de Novembro de 1996, provou-se um programa
em dez pontos para o desenvolvimento rural da União Europeia
sob o lema “A Europa rural – perspectivas para o futuro”
(Rural Europe – future perspectives) 3. Os objectivos da
Declaração de Cork “Um meio rural viv o ” (A Liv i n g
Countryside) foram inverter o processo de emigração do
campo, combater a pobreza, fomentar o emprego e a igualdade
de oportunidades, responder à crescente procura de qualidade,
saúde, segurança, desenvolvimento pessoal e ócio e melhorar
o bem-estar das comunidades rurais. Para conseguir estes fins
apostaba por uma política de desenvolvimento rural sustentável,
de dimensão territorial, com um enfoque integrado, descentralizada e sujeitada a diversificação das actividades económicas e sociais.
O conteúdo do desenvolvimento rural ou segundo pilar da
PAC que apareceu no documento sobre Agenda 2 000. Por uma
União mais forte e mais ampla , aprovado no Conselho
Europeu de Berlim a 24 e 25 de Março de 1999, pode-se
resumir num enfoque territorial, num marcado carácter
ambientalista e na recuperação da confiança dos consumidores
em relação à política europeia. Este enfoque concerta-se em
quatro Princípios e três Eixos. Os Princípios são: multifuncionalidade, enfoque integrado, flexibilização e transparência
e, pela sua parte, os Eixos são: potenciar o sector florestal,
melhorar a competitividade das zonas rurais e manter e proteger
o meio envolvente e o património rural.
Un año más tarde, en la Conferencia Europea sobre el Desa rrollo Rural, celebrada en la ciudad irlandesa de Cork, del 7
al 9 de noviembre de 1996, se aprobó un programa en díez puntos para el desarrollo rural de la Unión Europea bajo el lema
«La Europa rural – perspectivas para el futuro» (R u r a l
Europe – future perspectiv e s)3. Los objetivos de la Declaración
de Cork «Un medio rural vivo» (A Living Countryside) fueron: invertir el proceso de emigración del campo, combatir la
pobreza, fomentar el empleo y la igualdad de oportunidades, responder a la creciente demanda de calidad, salud, seguridad, desarrollo personal y ocio y mejorar el bienestar de las comunidades
rurales. Para conseguir estos fines apostaba por una política de
desarrollo rural sostenible, de dimensión territorial, con un enfoque integrado, descentralizada y supeditada a la diversificación
de las actividades económicas y sociales.
El contenido del desarrollo rural o segundo pilar de la PAC
que apareció en el documento sobre la Agenda 2000. Por una
Unión más fuerte y más amplia , aprobado en el Consejo Europeo de Berlín del 24 y 25 de marzo de 1999, se puede resumir
en un enfoque territorial, en un marcado carácter ambienta lista y en la recuperación de la confianza de los consumido res para con la política europea. Este enfoque se concreta en
cuatro Principios y en tres Ejes. Los Principios son: multifuncionalidad, enfoque integrado, flexibilización y transparencia y,
por su parte, los Ejes son: potenciar el sector agrario y forestal,
mejorar la competitividad de las zonas rurales y mantener y proteger el entorno y el patrimonio rural.
A segunda Conferência Europeia sobre o Desenvolvimento
Rural: “As Perpectivas da política rural numa Europa
Ampliada” (Planting sedes for rural futures. Rural policy
perspectives for wi lder Europe), reunida em Salzburgo de 12 a
14 de Novembro de 2003 revisou a aplicação da política de
desenvolvimento rural da União Europeia a partir da Agenda
La segunda Conferencia Europea sobre el Desarrollo
Rural: «Las perspectivas de la política rural en una Europa
Ampliada» (Planting sedes for rural futures. Rural policy pers pectives for a wilder Europe), reunida en Salzburgo del 12 al
14 de noviembre de 2003 revisó la aplicación de la política de
desarrollo rural de la Unión Europea a partir de la Agenda 2000.
La Declaración de Salzburgo, para garantizar el futuro de la política de desarrollo rural, formula una serie principios: necesidad
de un campo vivo, preservación de la diversidad del campo, com-
A revista LEADER II Magazine do Observatório Europeu dedicou
o número 13, do Inverno de 1997. de forma especial à Conferência de Cork “Um
meio rural vivo”.
La revista LEADER II Magazine del Observatorio Europeo dedicó
el número 13, del invierno de 1997, de forma especial a la Conferencia de Cork
“Un medio rural vivo”.
3
3
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
37
2000. A Declaração de Salzburgo, para garantir o futuro da
política de desenvolvimento rural, formula uma série de
princípios: necessidade de uma campo vivo, preservação das
diversidade do campo, competitividade do sector agrário,
aplicação em todas as zonas rurais da União Europeia ampliada,
responder às necessidades da sociedade rural em geral e
contribuir para a sua coesão, levar a cabo mediante a colaboração
das organizações públicas e privadas e a sociedade civil, de acordo
com o princípio de subsidiariedade, dar maior responsabilidade
às associações de colaboração dos programas para a formulação
e aplicação de estratégias gerais e efectuar uma simplificação da
política de desenvolvimento rural da União Europeia.
Também, as necessidades futuras da política de
desenvolvimento rural a partir de 2007 têm sido avaliadas em
diferentes reuniões a escala nacional, como por exemplo, no
Primeiro Encontro de Cooperação em Desenvolvimento Rural
na Europa Ampliada: “Declaração em defesa da sobrevivência
do meio rural europeu” (Cáceres, de 2 a 4 de Junho de 2004)
e na Jornada Técnica sobre “O Desenvolvimento Rural e as
novas perspectivas europeias”: “Declaração de Sevilha –
Declaração pelo Desenvolvimento Rural” (Sevilha, 5 de Maio
de 2005). Seguramente, antes do ano 2007, será necessário
debater a minuta do R egulamento do Fundo Europeu Agrícola
de Desenvolvimento Rural (FEADER). As novidades da
proposta são a organização das medidas em três eixos temáticos
(competitividade do sector agrário, gestão do território e
diversificação da actividade agrária) e um horizontal (enfoque
Leader). Portanto, o novo regulamento consolida o método
Leader como quarto eixo do desenvolvimento rural.
petitividad del sector agrario, aplicación en todas las zonas rurales de la Unión Europea ampliada, responder a las necesidades
de la sociedad rural en general y contribuir a su cohesión, llevarse a cabo mediante la colaboración de las organizaciones
públicas y privadas y la sociedad civil, de acuerdo con el principio de subsidiariedad, dar mayor responsabilidad a las asociaciones de colaboración de los programas para la formulación
y aplicación de estrategias generales y efectuar una simplificación de la política de desarrollo rural de la Unión Europea.
También, las necesidades futuras de la política de desarrollo rural a partir del 2007 han sido evaluadas en diferentes reuniones a escala nacional, como por ejemplo, en el Primer
Encuentro de Cooperación en Desarrollo Rural en la Europa
Ampliada: «Declaración en defensa de la supervivencia del
medio rural europeo» (Cáceres, 2 al 4 de junio del 2004) y en
la Jornada Técnica sobre «El Desarrollo Rural y las nuevas perspectivas europeas»: «Declaración de Sevill a - Decl aración por
el Desarrollo Rural» (Sevilla, 5 de mayo del 2005). Seguramente,
antes del año 2007, será necesario debatir el borrador del
R eglamento del Fondo Europeo Agrícola de Desarrollo Rural
(FEADER). Las novedades de la propuesta son la organización
de las medidas en tres ejes temáticos (competitividad del sector agrario, gestión del territorio y diversificación de la actividad agraria) y uno horizontal (enfoque Leader). Por tanto, el
nuevo reglamento consolida el método Leader como cuarto eje
del desarrollo rural.
A i n i c i a t iva comunitária de desenvolviemento rural
“Leader” (“Liaisons Entre Activités de Developement de
L’Economie Rural” – “Relações entre actividades de
desenvolvimento da economia rural”) surgiu para aplicar uma
política de desenvolvimento rural que apoiará as acções da
reforma dos fundos estruturais de 1989 e as medidas da reforma
La iniciativa comunitaria de desarrollo rural «Leader»
(«Liaisons Entre Activités de Developement de L’Economie
Rural» - «Relaciones entre actividades de desarrollo de la economía rural») surgió para aplicar una política de desarrollo rural
que respaldara las acciones de la reforma de los fondos estructurales de 1989 y las medidas de la reforma de la política agrícola común de 1992. La primera convocatoria de la iniciativa
comunitaria Leader I (1991-1993)4 pretendía la recuperación
del equilibrio de las actividades y la conservación de un entra-
Comunicação COM (91) 73/14 dirigida aos Estados membros pela que
se fixam as directrizes de uns subsídios globais integrados para as que se convida
aos Estados membros a apresentar propostas que respondam a uma iniciativa
comunitária de desenvolvimento rural (LEADER) (DO nº C 73, de 19 de Março
de 1991)
Comunicación COM (91) 73/14 dirigida a los Estados miembros por
la que se fijan las directrices de una subvenciones globales integradas para las
que se invita a los Estados miembros a presentar propuestas que respondan a
una iniciativa comunitaria de desarrollo rural (LEADER) (DO nº C 73, de 19
de marzo de 1991)
4
38
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
4
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
da política agrícola comum de 1992. A primeira convocatória
da iniciativa comunitária Leader I (1991-1993)4 pretendia a
recuperação do equilíbrio das actividades e a conservação de
um vigamento sócio-económico suficientemente diversificado
no meio rural com um enfoque territorial, integrado e
p a r t i c i p a t ivo . O objectivo consiste em aplicar soluções
inovadoras que possam servir de modelo para a totalidade das
zonas rurais, estabelecendo uma integração óptima entre as
diversas medidas sectoriais. A ajuda comunitária, em forma de
subsídio global integrado, estava dirigida a grupos de acção
local (organismos de criação local ou delegações locais de um
organismo regional) para aplicar medidas que se ajustaram às
directrizes da União Europeia a partir de estratégias de
desenvolvimento para uma zona rural. As medidas estavam
agrupadas em três tipos: desenvolvimento rural propriamente
dito (Apoio técnico ao desenvolvimento rural; Formação
profissional e ajudas à contratação; Turismo rural, Pequenas
empresas, artesanato e serviços locais; Valorização e
comercialização “in situ” da produção agrária, florestal e
pesqueira local; e outras medidas), relativas aos grupos de
desenvolvimento rural e de integração dos grupos em uma rede
supranacional. Os montantes de investimento mais significativos
foram nas medidas de turismo rural, apoio a pequenas empresas
e valorização e comercialização da produção agrária local. A
formação profissional e ajuda ao emprego mantiveram-se em
termos absolutos de gasto, não havendo acompanhado o processo
formativo do incremento assinalado, o que constatou a dificuldade
de articular a formação às novas necessidades derivadas da
criação de actividades diversificadas da economia rural5.
mado socioeconómico suficientemente diversificado en el
medio rural con un enfoque territorial, integrado y participa t ivo. El objetivo consiste en aplicar soluciones innovadoras que
puedan servir de modelo para la totalidad de las zonas rura les, estableciendo una integración óptima entre las diversas medidas sectoriales. La ayuda comunitaria, en forma de subvención
global integrada, estaba dirigida a grupos de acción local (organismos de creación local o delegaciones locales de un organismo regional) para aplicar medidas que se ajustaran a las
directrices de la Unión Europea a partir de estrategias de desa rrollo para una zona rural. Las medidas estaban agrupadas en
tres tipos: desarrollo rural propiamente dicho (Apoyo técnico
al desarrollo rural; Formación profesional y ayudas a la contratación; Turismo rural, Pequeñas empresas, artesanía y servicios locales; Valorización y comercialización “in situ” de la
producción agraria, forestal y pesquera local; y otras medidas),
relativas a los grupos de desarrollo rural y de integración de los
grupos en una red supranacional. Los montantes de inversión
más significativos fueron en las medidas de turismo rural, apoyo a pequeñas empresas y valorización y comercialización de
la producción agraria local. La formación profesional y ayuda
al empleo se mantuvieron en términos absolutos de gasto, no
habiendo acompañado el proceso formativo del incremento
señalado, lo que constató la dificultad de articular la formación
a las nuevas necesidades derivadas de la creación de actividades diversificadoras de la economía rural5.
A experiência adquirida com a iniciativa comunitária
Leader I e a resposta positiva dos agentes do meio rural no Livro
Verde da Comissão sobre as iniciativas comunitárias favoreceram
La experiencia adquirida con la iniciativa comunitaria Leader I y la positiva respuesta de los agentes del medio rural en
el Libro Verde de la Comisión sobre las iniciativas comunitarias favorecieron la convocatoria de la segunda fase de la ini ciativa comunitaria Leader II (1994-1999)6. De nuevo, se
pensaba en el enfoque autónomo, local e innovador, que per-
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA. (1995). 20 Valores do Meio Rural.
Instituto de Estruturas Agrárias e Desenvolvimento Rural (IEADR). Programa
da Iniciativa Comunitária LEADER. Vila Nova de Gaia.
6
Comunicação COM (94) 180/12 dirigida aos Estados membros pela que
se fixam as orientações para os subsídios globais ou os programas operativos
integrados para os quais se pede aos Estados membros que apresentem
solicitudes de ajuda dentro de uma iniciativa comunitária de desenvolvimento
rural (Relações entre Actividades de Desenvolvimento da Economia Rural,
LEADER II) (DO nº C 180, de 1 de Julho de 1994)
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA. (1995). 20 Valores do Medio
Rural. Instituto de Estructuras Agrarias e Desenvolvimento Rural (IEADR).
Programa da Iniciativa Comunitária LEADER. Vila Nova de Gaia.
6
Comunicación COM (94) 180/12 dirigida a los Estados miembros por
la que se fijan las orientaciones para las subvenciones globales o los programas operativos integrados para los cuales se pide a los Estados miembros que
presenten solicitudes de ayuda dentro de una iniciativa comunitaria de desarrollo rural (Relaciones entre Actividades de Desarrollo de la Economía
Rural, LEADER II) (DO nº C 180, de 1 de julio de 1994)
5
5
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
39
a convocatória da segunda fase da i n i c i a t iva comunitári a
Leader II (1994-1999)6. Uma vez mais, pensava-se no enfoque
autónomo, local e inovador, que permitisse aos agentes e aos
territórios rurais revalorizar o seu potencial próprio no contexto
de uma política global de dinamização do desenvolvimento rural.
Os responsáveis institucionais e os agentes de desenvolvimento
rural concordavam que o mundo rural estava a sofrer uma
mutação trascendental e devia procurar novas orientações, novas
formas de desenvolvimento e novas actividades7. Os objectivos
do LEADER II eram fomentar as actividades inovadoras
realizadas pelos agentes locais, fossem públicos ou privados,
em todos os sectores de actividade do meio rural , dar a
conhecer experiências concretas em toda a Comunidade e
ajudar os agentes rurais dos diferentes Estados membros que
desejassem a inspirar-se nos resultados obtidos por outros
territórios e realizar em comum determinados projectos. Os
programas de inovação rural deviam contar com três
características essenciais: contribuir para a inovação relativa ao
contexto local (de método, de produto, de procedimento de
fabricação, de mercado, e t c. ) , efeito de demonstração e
possibilidades de transferência. A estratégia de desenvolvimento
rural tinha que realizar as seguintes medidas: Apoio técnico ao
desenvolvimento rural, Formação profissional e ajudas à
contratação, Turismo rural, Valorização in situ e comercialização
da produção agrária, silvícola e pesqueira local e Conservação
e melhora do meio ambiente e envolvente.
mitiera a los agentes y a los territorios rurales revalorizar su
potencial propio en el contexto de una política global de dinamización del desarrollo rural. Los responsables institucionales
y los agentes de desarrollo rural coincidían en que el mundo rural
estaba sufriendo una mutación trascendental y debía buscar nue vas orientaciones, nuevas formas de desarrollo y nuevas acti vidades7. Los objetivos del LEADER II eran fomentar las
actividades innovadoras realizadas por los agentes locales, sean
públicos o privados, en todos los sectores de actividad del medio
rural, dar a conocer experiencias concretas en toda la Comunidad y ayudar a los agentes rurales de los distintos Estados
miembros que lo deseen a inspirarse en los resultados obtenidos por otros territorios y a realizar en común determinados proyectos. Los programas de innovación rural debían contar con
tres características esenciales: aportación de una innovación con
respecto al contexto local (de método, de producto, de procedimiento, de fabricación, de mercado, etc.), efecto de demostración y posibilidades de transferencia. La estrategia de
desarrollo rural tenía que realizar las siguientes medidas: Apoyo técnico al desarrollo rural, Formación profesional y ayudas
a la contratación, Turismo rural, Valorización in situ y comercialización de la producción agraria, silvícola y pesquera local
y Conservación y mejora del medio ambiente y del entorno.
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, DO DESENVOLVIMENTO
RURAL E DAS PESCAS. (2001). Um olhar do LEADER sobre o Mundo Rural.
Direcção-Geral de Desenvolvimento Rural (DGD Rural). Lisboa.
8
Comunicação da Comissão aos Estados membros (2000/C 139/05), de
14 de Abril de 2000, pela que se fixam orientações sobre a iniciativa comunitária
de desenvolvimento rural (Leader+) (DO nº C 139, de 18 de Maio de 2000)
Decreto-Lei n.º 244/2001, de 8 de Setembro de 2001, que estabelece as regras
gerais de aplicação da intervenção estrutural de iniciativa comunitária de
desenvolvimento rural LEADER+ (Diário da República I Série A nº 209, de
8 de Setembro de 2001)
Ordem de 5 de Setembro de 2001, pela que se faz pública a convocatória
para a apresentação e selecção de programas de desenvolvimento local,
adaptados ao Programa Regional de Castela e Leão da iniciativa comunitária
de desenvolvimento local Leader+ (2000-2006), para a sua aplicação na
Comunidade Autónoma (BOC y L nº 176, de 10 de Setembro de 2001)
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, DO DESENVOLVIMENTO
RURAL E DAS PESCAS. (2001). Um olhar do LEADER sobre o Mundo Rural.
Direcção-Geral de Desenvolvimento Rural (DGD Rural). Lisboa.
8
Comunicación de la Comisión a los Estados Miembros (2000/C 139/05),
de 14 de abril de 2000, por la que se fijan orientaciones sobre la iniciativa comunitaria de desarrollo rural (Leader +) (DO nº C 139, de 18 de mayo de 2000)
Decreto-Lei n.º 244/2001, de 8 de setembro de 2001, que estabelece as regras
gerais de aplicação da intervenção estrutural de iniciativa comunitária de desenvolvimento rural LEADER+ (Diário da República I Serie A nº 209, de 8 de
setembrode 2001)
Orden de 5 de septiembre de 2001, por la que se hace pública la convocatoria para la presentación y selección de programas de desarrollo local, a d a ptados al Programa Regional de Castilla y León de la iniciativa comunitaria de
desarrollo rural Leader + (2000-2006), para su aplicación en la Comunidad Autónoma (BOC y L nº 176, de 10 de septiembre 2001)
7
40
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
Por último, la nueva iniciativa comunitaria Leader+ (20002006)8 aporta novedosas orientaciones al desarrollo rural, tanto en los objetivos como en el ámbito y en las modalidades de
aplicación. La convocatoria define la iniciativa comunitaria “Lea7
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
Por último, a nova iniciativa comunitária Leader+ (20002006)8traz novas orientações ao desenvolvimento rural, tanto
nos objectivos como no âmbito e nas modalidades de aplicação.
A convocatória define a iniciativa comunitária “Leader Plus”,
como complemento aos programas gerais, tem como finalidade
o fomento das estratégias originais de desenvolvimento
sustentável e de qualidade, destinadas à experimentação de
novas formas de valorização do património natural e cultural,
de melhora do meio envolvente económico, para contribuir à
criação de emprego e da melhora da qualidade de organização
das respectivas comunidades rurais. O objectivo de Leader+ é
incitar e ajudar aos agentes do mundo rural a reflectir sobre o
potencial do seu território numa perspectiva a longo prazo.
Assim, a dita iniciativa pretende fomentar a aplicação de
estratégias originais de desenvolvimento sustentável integradas,
de qualidade e destinadas à experimentação de novas formas
ou temas aglutinadores (utilização de novos conhecimentos e
tecnologias, melhora da qualidade de vida, valorização dos
produtos locais e valorização dos recursos naturais e culturais),
o carácter piloto, as parcerias (associações) de qualidade e nos
projectos inter-territoriais e transnacionais. Os beneficiários da
ajuda financeira Leader+ foram um conjunto de interlocutores
que actuam como transmissores da estratégia de
desenvolvimento e que se encarregam da sua aplicação, como
por exemplo, neste âmbito transfronteiriço trabalham: a
Associação de Desenvolvimento Raia Histórica (RAIA
HISTÓRICA), a Associação para o desenvolvimento da
Comarca de Ciudad Rodrigo (ADECOCIR). Estes grupos
estão compostos por um conjunto equilibrado e representativo
dos interlocutores dos diferentes sectores sócio-económicos do
território.
der Plus”, como complemento a los programas generales, tiene por finalidad el fomento de las estrategias originales de desa rrollo sostenible y de calidad, destinadas a la experimentación
de nuevas formas de valorización del patrimonio natural y cultural, de mejora del entorno económico, a fin de contribuir a
la creación de empleo y de la mejora de la calidad de organización de las respectivas comunidades rurales. El objetivo de
Leader + es incitar y ayudar a los agentes del mundo rural a
reflexionar sobre el potencial de su territorio en una perspectiva a más largo plazo. Asimismo, dicha iniciativa pretende
fomentar la aplicación de estrategias originales de desarrollo
sostenible integradas, de calidad y destinadas a la experimentación de nuevas formas o temas aglutinadores (utilización de
nuevos conocimientos y tecnologías, mejora de la calidad de vida,
valorización de los productos locales y valorización de los
recursos naturales y culturales), el carácter piloto, los partenariados (asociaciones) de calidad y en los proyectos interterritoriales y transnacionales. Los beneficiarios de la ayuda
financiera de Leader + han sido un conjunto de interlocutores
que actúan como trasmisores de la estrategia de desarrollo y se
encargan de su aplicación, así por ejemplo, en este ámbito transfronterizo trabajan: la Associação de Desenvolvimento Raia Histórica (RAIA HISTÓRICA), la Associação de Desenvolvimento
Integrado da Raia Centro (PRO-RAIA) y la Asociación para
el Desarrollo de la Comarca de Ciudad Rodrigo (ADECOCIR).
Estos grupos están compuestos por un conjunto equilibrado y
representativo de los interlocutores de los diferentes sectores
socioeconómicos del territorio.
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
41
PRO-RAIA - Associação de Desenvolvimento Integrado
da Raia Centro
Rua General Póvoas, nº 28
6300 - 714 Guarda
Tlfno.- + 351 271 210210 / 11
Fax.- + 351 271 210212
E-mail.- [email protected]
Web.- www.leader.pt/ter_gal.htm
Engº Paulo Alexandre Marques
Objetivos.- Acções de protecção, renovação e requalificação para a preservação do ambiente. Manutenção
e restauro de heranças culturais. Reforço da identidade local e sentimento de pertença ao território. Apoio
ao investimento nas explorações agrícolas. Melhoramento na transformação e comercialização dos productos
locais. Apoio ao investimento e criação de serviços
comuns em PME´S, artesanato e sector turístico. Acções investimento em infra-estructuras colectivas de natureza social e cultural. Serviços de base para a economia
rural e população. Serviços para o cidadão no âmbito
da sociedade de informação. Infra-estructuras colectivas
de natureza económica. Acções promoção do terr i t ó r i o .
Acções de animação, promoção e desenvolvimento do
território, quer a nível regional quer transfronteiriço.
Acções de formação e qulificação da população em função das necessidades.
Área geográfica de intervenção.- Concelhos de Guarda
y Sabugal.
RAIA HISTÓRICA - Associação de Desenvolvimento Raia
Histórica
Rua Conde de Tavarede, 4
6420 - 137 Trancoso
Tlfno.- + 351 271 829040
Fax.- + 351 271 829047
E-mail.- [email protected]
Web.- www.leader.pt/ter_gal.htm
Engº José António de Sales Gomes
Objetivos.- Fixação da população, especificamente da
população jovem e a dinamização sócio-económica da
Zona de Intervenção.
Área geográfica de intervenção.- Concelho de Almeida,
Figueira de Castelo Rodrigo, Mêda, Pinhel y Trancoso
42
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
ADECOCIR - Asociación para el Desarrollo de la Comarca
de Ciudad Rodrigo
Cristobal Colon, Nº10
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 923 481922
Fax.- +34 923 481975
E-mail.- [email protected]
Web.- www.adecocir.es
Fernando Ramos Martín
Objetivos.- Desarrollo socioeconómico integral de la
comarca de Ciudad Rodrigo a través de un modelo de
desarrollo sostenible, basado en la utilización racional
y equilibrada de los recursos endógenos. Colaboración
con proyectos coincidentes con la vecina portugal, procurando establecer vínculos participativos, colaboraciones en aspectos formativos, integración en canales de
mercados comunes. Hacer efectiva económica, cultural
y socialmente la reciente desaparición de fronteras
rompiendo la perpendicularidad de la misma y provocando la transversalidad de un proyecto en común. Art .
2 estatutos.
Actividades.- Gestionar la iniciativa comunitaria Leader
+. Todas las demás que impliquen el cumplimiento de
los fines de la asociacion, potenciando el desarrollo rural
de nuestro ambito de actuacion.
Área geográfica de intervención.- La comarca agraria de
Ciudad Rodrigo y los municipios de Abusejo, Aldehuela de Yeltes, Boada, Cabrillas, Castraz, Fuente de San Esteban (La), Martín de Yeltes, Puebla de Yeltes, Retortillo
y Sepulcro Hilario.
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
43
AS INICIATIVAS LOCAIS DE DESENVOLV IMENTO E EMPREGO
LAS INICIATIVAS LOCALES DE DESARROLLO
Y EMPLEO
O desenvolvimento local, segundo a União Europeia,
constitui um dos elementos motores de um desenvolvimento
económico renovado e equilibrado, pelo que permite um
desenvolvimento endógeno através da mobilização dos recursos
locais, no que respeita às particularidades locais e às raízes
culturais1. Para outros autores, o desenvolvimento local é “um
processo de crescimento e mudança estrutural, que afecta a uma
comunidade territorialmente definida, e que se concreta numa
melhora do nível de vida dos seus habitantes” ou “um processo
que reactiva a economia e dinamizador da sociedade local”2 .
Num início, a concretização do desenvolvimento local em
Espanha estabeleceu-se a partir do programa de Iniciativas
Locais de Emprego (ILE)3. As ILEs designam o conjunto de
iniciativas de desenvolvimento para criar emprego postas em
andamento por parte dos “actores” locais. Actualmente passaram
a denominar-se Projectos e Empresas qualificadas como
Inovação mais Emprego (I+E), considerando os projectos
empresariais promovidos e apoiados por uma corporação local
El desarrollo local, según la Unión Europea, constituye
uno de los elementos motor de un desarrollo económico reno vado y equilibrado, por cuanto permite un desarrollo endóge no a través de la movilización de los recursos locales, en el respeto de las particularidades locales y de las raíces culturales1.
Para otros autores, el desarrollo local es un «proceso de creci miento y cambio estructural, que afecta a una comunidad terri torialmente definida, y que se concreta en una mejora del nivel
de vida de sus habitantes» o «un proceso reactivador de la eco nomía y dinamizador de la sociedad local»2. En un inicio, la
concretización del desarrollo local en España se estableció a
partir del programa de Iniciativas Locales de Empleo (ILE)3.
Las ILEs designan el conjunto de iniciativas de desarrollo para
crear empleo puestas en marcha por parte de los «actores»
locales. Actualmente han pasado a denominarse Proyectos y
Empresas calificados como Innovación más Empleo (I+E),
considerando los proyectos empresariales promocionados y
apoyados por una corporación local o Comunidad Autónoma
1
DITAME do Comité Económico e Social das Comunidades Europeias,
“O Desenvolvimento Local na política regional comunitária”, 25 e 26 de Outubro
de 1995.
2
Valcárcel-Resalt, G; Tritiño Vinuesa, M.A. (directores do seminário).
(1992). Desenvolvimento local e meio ambiente em zonas desfavorecidas.
Monografias da Secretaria de Estado para as Políticas de Água e o Meio
Ambiente. Ministério de Obras Públicas e Transportes (MOPT). Madrid.
3
Ordem de 21 de Fevereiro de 1986, pela que se estabelecem diversos
Programas de apoio à criação de emprego (BOE nº 50, de 27 de Fevereiro de
1986).
1
DICTAMEN del Comité Económico y Social de las Comunidades Europeas, “El Desarrollo Local en la política regional comunitaria”, 25 y 26 de octubre de 1995.
2
Valcárcel-Resalt, G.; Troitiño Vinuesa, M. A. (directores del seminario).
(1992). Desarrollo local y medio ambiente en zonas desfavorecidas. Monografías de la Secretaría de Estado para las Políticas del Agua y el Medio Ambiente. Ministerio de Obras Públicas y Transportes (MOPT). Madrid.
3
Orden de 21 de febrero de 1986, por la que se establecen diversos Programas de apoyo a la creación de empleo (BOE nº 50, de 27 de febrero de
1986).
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
45
ou Comunidade Autónoma com o fim de criar actividade
económica e gerar postos de trabalho no âmbito territorial das
ditas Administrações e que contam assim, com ajudas e subsídios
do Instituto Nacional de Emprego para a consecução do
objectivo assinalado.
Nos últimos anos tem-se começado a falar de Desen volvimento Local Sustentável, a raiz dos princípios recolhidos
na Declaração de Rio sobre o Mio Ambiente e o Desen volvimento e o Programa 21. Um plano de acção em prol do
desenvolvimento mundial sustentável até entrado o século XXI ,
aprovada durante a Conferência das Nações Unidas sobre
Meio Ambiente e o Desenvolvimento (CNUMAD), “Cimeira
para a Terra”, que se realizou em Rio de Janeiro entre 3 e 14
de Junho de 1992. Por desenvolvimento sustentável 4 entendese aquele que satisfaz as necessidades da geração presente sem
comprometer a capacidade das gerações futuras para satisfazer
as suas próprias necessidades. Considera-se, então, o
desenvolvimento sustentável como um processo de mudança
contínua na qual a utilização dos recursos, a orientação da
evolução tecnológica e a modificação das instituições estão de
acordo com o potencial actual e futuro das necessidades
humanas.
con el fin de crear actividad económica y generar puestos de
trabajo en el ámbito territorial de dichas Administraciones y
que cuentan asimismo con ayudas y subvenciones del Instituto
Nacional de Empleo para la consecución del objetivo señalado.
En los últimos años se ha empezado a hablar de Desarrollo
Local Sostenible, a raíz de los principios recogidos en la
Decl aración de Río sobre el Medio Ambiente y el Desarrollo
y el Programa 2 1. Un plan de acción en pro del desarrollo
mundia l sostenible hasta entrado el siglo XXI, aprobada
durante la Conferencia de las Naciones Unidas sobre Medio
Ambiente y el Desarrollo (CNUMAD), «Cumbre para la
Tierra», que se llevó a cabo en Río de Janeiro entre el 3 y el 14
de junio de 1992. Por desarrollo sostenible4 se entiende aquel
que satisface las necesidades de la generación presente sin com prometer la capacidad de las generaciones futuras para satisfa cer sus propias necesidades. Se considera, pues, el desarrollo
sostenible como un proceso de cambio continuo en el cual la
utilización de los recursos, la orientación de la evolución tecnológica y la modificación de las instituciones están acordes con
el potencial actual y futuro de las necesidades humanas.
Os preceitos da Cimeira para a Terra foram recolhidos pela
União Europeia no seu Quinto Programa de Acção comunitária
sobre Meio Ambiente “ Para um desenvolvimento sustentável.
Nova estratégia a favor do meio ambiente e o desenvolvimento
sustentável (1992-2000) ” 5. A avaliação do V PCAMA, “O meio
ambiente na Europa: até onde canalizar o futuro” 6,
Los preceptos de la Cumbre para la Tierra fueron recogidos por la Unión Europea en su Quinto Programa de Acción
Comunitaria sobre Medio Ambiente «Hacia un desarrollo
sostenible. Nueva estrategia a favor del medio ambiente y el
desarrollo sostenible (1992-2000)»5. La evaluación del V
PCAMA, «El medio ambiente en Europa: hacia dónde
encauzar el futuro»6, recomendaba la ecoeficiencia para la
gestión de los recursos naturales en el siguiente programa. El
Nações Unidas (1992). Conferências das Nações Unidas sobre o Meio
Ambiente e o Desenvolvimento (CNUMAD), que se realizou de 3 a14 de Junho
de 1992 em Rio de Janeiro, Brasil.
5
Programa Comunitário de política e actuação em matéria de meio
ambiente e desenvolvimento sustentável (DOCE nº C 138, de 17 de Maio de 1993).
6
Ditame do Comité das regiões (2000/C 317/01) sobre a “Comunicação
da Comissão – O meio ambiente na Europa: até onde canalizar o futuro –
Avaliação global do Programa Comunitário de política e actuação em matéria
de meio ambiente e desenvolvimento sustentável: “Para um desenvolvimento
sustentável” (DOCE nº C 317, de 6 de Novembro de 2000).
Decisão 1600/2002/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 22 de
Julho de 2002, pela que se estabelece o Sexto Programa de Acção Comunitário
em matéria de Meio Ambiente (DO 02/L 242/01, de 10 de Setembro de 2002).
Naciones Unidas (1992). Conferencia de las Naciones Unidas sobre
Medio Ambiente y el Desarrollo (CNUMAD), que se llevó a cabo del 3 al 14
de junio de 1992 en Río de Janeiro, Brasil.
5
Programa Comunitario de política y actuación en materia de medio
ambiente y desarrollo sostenible (DOCE nº C 138, de 17 de mayo de 1993).
6
Dictamen del Comité de las Regiones (2000/C 317/01) sobre la “Comunicación de la Comisión –El medio ambiente en Europa: Hacia dónde encauzar el futuro- Evaluación global del Programa comunitario de política y
actuación en materia de medio ambiente y desarrollo sostenible: “Hacia un desarrollo sostenible” (DOCE nº C 317, de 6 de noviembre del 2000).
Decisión 1600/2002/CE, del Parlamento Europeo y del Consejo, de 22 de
julio de 2002, por la que se establece el Sexto Programa de Acción Comunitario en materia de Medio Ambiente (DO 02/L 242/01, de 10 de septiembre de 2002).
4
46
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
4
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
recomendava a eco-eficiência para a gestão dos recursos
naturais no seguinte programa. O Sexto Programa de Acção
Comunitária sobre Meio Ambiente: Programa de Acção para
o Meio Ambiente na Europa nos alvores do século XXI. “Meio
Ambiente 2010: o futuro está nas nossas mãos 2001-2010”,
propõe cinco estratégias para cumprir os objectivos meio
ambientais, algumas a nível local: aplicação, observação e
execução de toda a legislação vigente (o Sistema de Gestão Meio
Ambiental – SIGMA -, segundo o Regulamento 1836/93, de 29
de Junho de 19937, Environmental Management and Audit
System – EMAS- sistema de gestão e auditoria ambientais e a
etiqueta ecológica europeia); a integração da protecção do meio
ambiente nas outras políticas; a introdução de impostos
ambientais; a capacitação dos cidadãos (a educação ambiental,
a informação e as campanhas de sensibilização); e a adequada
planificação e gestão dos usos do solo. As Resoluções das
Conferências Europeias sobre Aldeias e Cidades Sustentáveis
(Carta de Aalborg, 1994 e Carta de Lisboa, 1996) e da
Conferência das Nações Unidas sobre Assentamentos Humanos
“Habitat II” (Declaração de Istambul, 1996)8 avançam na
consolidação dos princípios do desenvolvimento sustentável e
nos processos criativos locais no momento de aplicar planos de
acção e sistemas de gestão ambiental nas cidades e aldeias a
Cimeira Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável de
Joanesburgo9, celebrada durante os dias 25 de Agosto a 4 de
Sexto Programa de Acción Comunitaria sobre Medio
Ambiente: Programa de Acción para el Medio Ambiente en
Europa en los albores del siglo XXI. «Medio Ambiente 2010:
el futuro está en nuestras manos 2001-2010», propone cinco
estrategias para cumplir los objetivos medioambientales, algunas a nivel local: aplicación, observancia y ejecución de toda la
legislación vigente (el Sistema de Gestión Medioambiental
–SIGMA-, según el Reglamento 1836/93, de 29 de junio de
19937, Environmental Management and Audit System -EMASsistema de gestión y auditoría ambientales y la etiqueta ecológica europea); la integración de la protección del medio
ambiente en las demás políticas; la introducción de impuestos
ambientales; la capacitación de los ciudadanos (la educación
ambiental, la información y las campañas de sensibilización); y
la adecuada planificación y gestión de los usos del suelo. Las
Resoluciones de las Conferencias Europeas sobre Pueblos y
Ciudades Sostenibles (Carta de Aalborg, 1994 y Carta de
Lisboa, 1996) y de la Conferencia de Naciones Unidas sobre
Asentamientos Humanos «Habitat II» (Declaración de
Estambul, 1996)8 avanzan en la consolidación de los principios
del desarrollo sostenible y en los procesos creativos locales a la
hora de aplicar planes de acción y sistemas de gestión ambiental en las ciudades y pueblos. La Cumbre Mundial sobre
Desarrollo Sostenible de Johannesburgo9, celebrada durante los
días 25 de agosto al 4 de septiembre del año 2002, ha dado como
resultado dos documentos trascendentes para el futuro del desa-
7
REGULAMENTO (CEE) Nº 1836/93 DO CONSELHO, de 29 de
Junho de 1993, pelo que se permite que as empresas do sector industrial se adiram
com carácter voluntário a um sistema comunitário de gestão e auditoria meio
ambientais (DOCE Nº L 168, de 10 de Julho de 1993).
REGULAMENTO (CEE) Nº 761/2001 DO PARLAMENTO EUROPEU
E DO CONSELHO, de 19 de Março de 2001, pelo que se permite que as
organizações se adiram com carácter voluntário a um sistema comunitário de gestão
e auditoria meio ambientais (EMAS) (DOCE nª L 114, de 24 de Abril de 2001).
8
NAÇÕES UNIDAS. (1997): Habitat II: Declaração de Istambul sobre
Assentamentos Humanos e Programa de Habitat. Ministério de Fomento. Madrid.
(1999): Segundo Catálogo Espanhol de Boas Práticas: II Concurso de Nações
Unidas de Boas Práticas para uma Cidade Sustentável. Federação Espanhola
de Municípios e Províncias (FEMP) e Ministério de Fomento. Madrid.
9
MINISTÉRIO DA ECONOMIA. (2003). Desenvolvimento Sustentável.
Informação Comercial Espanhola. Revista de Economia, nº 800. Madrid.
PEREZ DE LAS HERAS, M. (2003) A Cimeira de Joanesburgo. Antes,
durante e depois da Cimeira Mundial sobre o Desenvolvimento Sustentável.
Mundi-Prensa. Madrid.
7
REGLAMENTO (CEE) Nº 1836/93 DEL CONSEJO, de 29 de junio
de 1993, por el que se permite que las empresas del sector industrial se adhieran con carácter voluntario a un sistema comunitario de gestión y auditoría
medioambientales (DOCE Nº L 168, de 10 de julio de 1993).
REGLAMENTO (CEE) Nº 761/2001 DEL PARLAMENTO EUROPEO Y
DEL CONSEJO, de 19 de marzo de 2001, por el que se permite que las organizaciones se adhieran con carácter voluntario a un sistema comunitario de gestión y
auditoría medioambientales (EMAS) (DOCE Nº L 114, de 24 de abril de 2001).
8
NACIONES UNIDAS. (1997): Hábitat II: Declaración de Estambul sobre
Asentamientos Humanos y Programa de Hábitat. Ministerio de Fomento. Madrid.
(1999): Segundo Catálogo Español de Buenas Prácticas: II Concurso de
Naciones Unidas de Buenas Prácticas para una Ciudad Sostenible. Federación
Española de Municipios y Provincias (FEMP) y Ministerio de Fomento. Madrid.
9
MINISTERIO DE ECONOMIA. (2002). Desarrollo Sostenible. Infor mación Comercial Española. Revista de Economía, nº 800. Madrid.
PEREZ DE LAS HERAS, M. (2003). La Cumbre de Johannesburgo. Antes,
durante y después de la Cumbre Mundial sobre el Desarrollo Sostenible. Mundi-Prensa. Madrid.
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
47
Setembro do ano de 2002, tem dado como resultado documentos
transcendentes para o futuro do desenvolvimento sustentável:
a Declaração de Joanesburgo sobre o desenv o l v i m e n t o
sustentável e o Plano de Acção (plano de aplicação).
Um dos princípios do desenvolvimento local é a criação de
emprego de qualidade e sustentáveis no campo do que tem sido
denominado as novas fontes, as novas formas provedoras de
emprego. As novas fontes de emprego surgem a partir das novas
necessidades que correspondem à evolução das formas de viver, à
transformação das estruturas e das relações familiares, ao aumento
da actividade das mulheres, às novas aspirações de uma população
idosa e, até, muito idosa. A União Europeia lançou as novas fontes
ou origens de trabalho no Livro Branco de Jacques Delors
“Crescimento, Competitividade e Emprego. Pistas e Desafios para
entrar no Século XXI” (1993)10 e que posteriormente desenvolveu
no documento sobre Iniciativas Locais de Desenvolvimento e
Emprego (1995)11. Deste estudo a Comissão Europeia identificou
dezassete âmbitos correspondentes à cobertura de quatro campos:
serviços da vida quotidiana (serviços a domicílio, cuidado das
crianças, novas tecnologias da informação e a comunicação, ajuda
e inserção dos jovens problemáticos); serviços para a melhora da
qualidade de vida (melhora da habitação, segurança, transportes
colectivos, revalorização dos espaços públicos urbanos e comércios
de proximidade); serviços culturais e de ócio (turismo, sector
audiovisual, valoração do património cultural e desenvolvimento
cultural e local) e serviços do meio ambiente (gestão dos resíduos
urbanos, gestão da água, protecção e manutenção de zonas
naturais e normativa e controlo da poluição e instalações
correspondentes).
rrollo sostenible: la Declaración de Johannesburgo sobre el
desarrollo sostenible y el Plan de Acción (plan de aplicación).
Uno de los principios del desarrollo local es la creación de
empleo de calidad y sostenible en el campo de lo que se ha
denominado las nuevas fuentes, los nuevos yacimientos o las
nuevas cuencas de empleo. Los nuevos yacimientos de empleo
surgen a partir de las nuevas necesidades que corresponden a la
evolución de las formas de vivir, a la transformación de las
estructuras y de las relaciones familiares, al aumento de la activi dad de las mujeres, a las nuevas aspiraciones de una población
anciana e, incluso, muy anciana. La Unión Europea lanzó las
nuevas fuentes o cuencas de empleo en el Libro Blanco de
Jacques Delors «Crecimiento, C o m p e t i t ividad y Empleo.
Pistas y Retos para entrar en el Siglo XXI» (1993)10 y que posteriormente desarrolló en el documento sobre I n i c i a t ivas
Locales de Desarrol lo y Empleo (1995)11. De este estudio la
Comisión Europea ha identificado diecisiete ámbitos correspondientes a la cobertura de cuatro campos: servicios de la
vida cotidiana (servicios a domicilio, cuidado de los niños, n u evas tecnologías de la información y la comunicación, ayuda e
inserción de los jóvenes problemáticos); servicios para la
mejora de la cal idad de vida (mejora de la vivienda, seguridad,
transportes colectivos, revalorización de los espacios públicos
urbanos y comercios de proximidad); servicios culturales y de
ocio (turismo, sector audiovisual, valoración del patrimonio
cultural y desarrollo cultural local) y servicios del medio
ambiente (gestión de los residuos urbanos, gestión del agua,
protección y mantenimiento de zonas naturales y normativa y
control de la contaminación e instalaciones correspondientes).
O governo francês tem desenvolvido estas ideias no
programa de políticas activas de criação de emprego, apoiando
as iniciativas de Câmaras Municipais e associações sem ânimo
de lucro, num amplo leque de 22 profissões no campo “novas
fontes de emprego e serviços de proximidade”: Educação
(Coordenadores, Auxiliares e Ligações entre os jovens,
El gobierno francés ha desarrollado estas ideas en el programa de políticas activas de creación de empleo, apoyando las
iniciativas de ayuntamientos y asociaciones sin ánimo de lucro,
en un amplio abanico de 22 profesiones en el campo «nuevos
yacimientos de empleo y servicios de proximidad»: Educación
(Coordinadores, Auxiliares y Enlaces entre los jóvenes, los
profesores y las familias); Familia, Sanidad y Solidaridad
COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. (1993). Livro
Branco sobre o Crescimento, a Competitividade e o Emprego. Desafios e pistas
para entrar no Século XXI. Bruxelas – Luxemburgo.
11
COMISSÃO EUROPEIA. (1995). Iniciativas locais de desenvolvimento
e emprego. Sondagem na União Europeia. Bruxelas – Luxemburgo.
COMISIÓN DE LAS COMUNIDADES EUROPEAS. (1993). Libro
Blanco sobre Crecimiento, Competitividad y Empleo. Retos y pistas para entrar
en el Siglo XXI. Bruselas-Luxemburgo.
11
COMISIÓN EUROPEA. (1995). Iniciativas locales de desarrollo y
empleo. Encuesta en la Unión Europea. Bruselas-Luxemburgo.
10
48
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
10
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
professores e as famílias); Família, Saúde e Solidariedade
(Cuidadores de menores, Acompanhantes de idosos e Auxiliares
de doentes); Habitação e Vida nos Bairros (Gestores da
habitação, Agentes de manutenção, Funcionários de guarda e
conservação ou limpeza, e Pacificadores); Transportes
(Acompanhantes e Agentes de prevenção); Cultura (Assessores
informáticos e Zeladores do património); Justiça (Mediadores
penais, Relações familiares, Protectores de familiares presos e
Educadores); Meio Ambiente (Vigilantes ecológicos e Tratadores
de resíduos) e Segurança (Orientadores e Mediadores locais).
A Comunidade Autónoma de Castela e Leão organizou um
ambicioso Plano Regional de Emprego, que inclui a potenciação
das novas fontes de emprego12, cujo conteúdo abarca uma
série de eixos fundamentais, directrizes e programas à volta da
inserção profissional, a formação dos trabalhadores, a criação
de empresas e a igualdade de oportunidades. Por outro lado,
tanto a Região Norte como a Região Centro, têm introduzido
o apoio de novas fontes de emprego no Eixo 2 (Acções
Integradas de Base Territorial – AIBT-) do seu Programa
Operacional. Por exemplo, as Associações Integradas de Base
Territorial afectam a zona com as Acções Inovadoras de
Dinamização das Aldeias e a Acção Integrada de Base
Territorial (AIBT) “Turismo e Património no Vale do Côa”
(Programa Operacional do Centro) e Acções Integradas de Base
Territorial Douro (Programa Operacional do Norte)13.
Através das novas fontes de emprego estão a surgir técnicos
encarregados do desenvolvimento local vinculados com perfis
profissionais relacionados com o desenvolvimento local no
meio rural. Por exemplo, os Agentes Dinamizadores do Meio
R u r a l , como técnicos que compartindo capacidades de
dinamização e de motivação das pessoas participes do projecto
com conhecimento organizativos e de gestão, são capazes de
assumir, nos seus lugares de trabalho, incumbências como:
– Activação de r e c u rsos infra utilizados como podem ser
o turismo, turismo rural, sector serviços-hotelaria,
comércios, elaboração de produtos artesanais, etc.
JUNTA DE CASTELA E LEÃO. (1999). Novas Fontes de Emprego
em Castela e Leão. Pelouro de Indústria, Comércio e Turismo. Madrid.
13
http://www.qca.pt
12
(Guardianes de menores, Acompañantes de ancianos y
Auxiliares de enfermos); Vivienda y Vida en los Barrios
(Gestores de la vivienda, Agentes de mantenimiento, Conserjes
y Pacificadores); Transportes (Acompañantes y Agentes de
prevención); Cultura (Asesores informáticos y Celadores del
patrimonio); Justicia (Mediadores penales, Enlaces familiares,
Protectores de familiares de presos y Educadores); Medio
Ambiente (Vigilantes ecológicos y Tratadores de residuos) y
Seguridad (Orientadores y Mediadores locales).
La Comunidad Autónoma de Castilla y León ha diseñado
un ambicioso Plan Regional de Empleo, que incluye la potenciación de los nuevos yacimientos de empleo12, cuyo contenido
abarca una serie de ejes fundamentales, directrices y programas
entorno a la inserción profesional, la formación de los trabajadores, la creación de empresas y la igualdad de oportunidades.
Por su parte, tanto la Região Norte como la Região Centro, han
introducido el apoyo de los nuevos yacimientos de empleo en
el Eixo 2 (Acções Integradas de Base Territoria l -AIBT-) de su
Programa Operacional. Por ejemplo, las Acciones Integradas
de Base Territorial afectan a la zona con las Acções Inovadoras
de Dinamização das Aldeias y la Acção Integrada de Base
Territorial (AIBT) «Turismo e Património no Va le do Côa»
(Programa Operacional do Centro) y Acções Integradas de
Base Territorial Douro (Programa Operacional do Norte)13.
De la mano de los nuevos yacimientos de empleo están surgiendo técnicos encargados del desarrollo local vinculados con
perfiles profesionales relacionados con el desarrollo local en el
medio rural. Por ejemplo, los Agentes Dinamizadores del Medio
Rural, como técnicos que compaginando capacidades de dinamización y de motivación de las personas partícipes del proyecto con conocimientos organizativos y de gestión, son capaces de
asumir, en sus lugares de trabajo, competencias como:
–
Activación de recursos infrautilizados como pueden ser
el turismo, turismo rural, sector servicios-hostelería,
comercios, elaboración de productos artesanales, etc.
JUNTA DE CASTILLA Y LEÓN. (1999). Nuevos Yacimientos de
Empleo en Castilla y León. Consejería de Industria, Comercio y Turismo. Madrid.
13
http://www.qca.pt
12
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
49
–
Promoção de a c t ividades económicas mediante o
fomento da criação de novas empresa, escolas de
ateliers e casas de ofício, ateliers de emprego, etc.
–
–
Promoção de actividades de carácter social, mediante
a criação de agrupamentos e associações de carácter
diferente, grupos de teatro, manifestações culturais,
competições desportivas, etc.
–
–
Dinamização da população, evitando na medida do
possível que a gente jovem emigre para outros lugares.
–
Activação do sector agrário, trabalhando desde o seio
das próprias cooperativas agrárias, fomentando a
actividade agrária mediante acções como a criação de
novas secções nas cooperativas, facilitando e
assessorando na tramitação das terras, utilizando as
próprias cooperativas como veículo de outras actividades
sociais e culturais.
–
–
Promoción de a c t ividades económicas mediante el
fomento de la creación de nuevas empresas, escuelas
taller y casas de oficio, talleres de empleo, etc.
Promoción de a c t ividades de carácter socia l, mediante
la creación de agrupaciones y asociaciones de carácter
diferente, grupos de teatro, manifestaciones culturales,
competiciones deportivas, etc.
Dinamización de la población, evitando en lo posible
que la gente joven emigre a otros lugares.
A c t ivación del sector agr a r i o, trabajando desde el
seno de las propias cooperativas agrarias, fomentando
la actividad agraria mediante actuaciones como la
creación de nuevas secciones en las cooperativas,
facilitando y asesorando en la tramitación de las tierras,
utilizando las propias cooperativas como vehículo de
otras actividades sociales y culturales.
Ou, por exemplo, o Agente de Desenvolvimento Turístico,
cujo trabalho consiste em investigar numa área rural os seus
recursos e as suas possibilidades turísticas, catalogá-las, definir
a procura, analisar projectos e realizar planos de comercialização
dos produtos turísticos, identificando e aplicando em cada caso
a normativa correspondente. Também, promove o arranque de
iniciativas turísticas, colabora com as instituições e agentes sociais
na melhora do desenvolvimento integral da zona e , em geral,
em todas acções que promovam a actividade turística rural.
O, por ejemplo, el Agente de Desarrollo Turístico, que su
labor consiste en investigar en un área rural sus recursos y sus
posibilidades turísticas, catalogarlas, definir la demanda, analizar proyectos y llevar a cabo planes de comercialización de los
productos turísticos, identificando y aplicando en cada caso la
normativa correspondiente. También, promueve la puesta en
marcha de iniciativas turísticas, colabora con las instituciones y
agentes sociales en la mejora del desarrollo integral de la zona
y, en general, en todas las acciones que promocionen la actividad turística rural.
No entanto, são os Agentes de Emprego e Desenvolvimento
Local (AEDL)14 os que devem centralizar os processos de
Sin embargo, son los A gentes de Empleo y Desarrollo
Local (AEDL)14 quienes deben centralizar los procesos de
14
Ordem de 12 de Abril de 1994, pela que se regulam as Iniciativas Locais
De Emprego e os Agentes de Emprego e Desenvolvimento Local, e se
estabelecem as bases reguladoras da concessão de subsídios e ajudas a essas
Iniciativas Locais de Emprego e a contratação de Agentes de Emprego e
Desenvolvimento Local (BOE nº 106, de 4 de Maio de 1994).
Ordem de 15 de Julho de 1999, pela que se estabelecem as bases de
concessão de subsídios públicos para o fomento do desenvolvimento local e
impulso dos projectos e empresas qualificadas como I+E (BOE nº 182, de 31
de Julho de 1999).
Ordem de 10 de Junho de 2002, pela que se regula a qualificação de Projectos e Empresas I+E e se criam o Registo e Ficheiro de projectos e empresas qualificadas de I+E (BOC y L nº 132, de 10 de Julho de 2002).
50
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
14
Orden de 12 de abril de 1994, por la que se regulan las Iniciativas Locales de Empleo y los Agentes de Empleo y Desarrollo Local, y se establecen las
bases reguladoras de la concesión de subvenciones y ayudas a esas Iniciativas
Locales de Empleo y la contratación de Agentes de Empleo y Desarrollo Local
(BOE nº 106, de 4 de mayo de 1994).
Orden de 15 de julio de 1999, por la que se establecen las bases de concesión de subvenciones públicas para el fomento del desarrollo local e impulso de los proyectos y empresas calificados como I+E (BOE nº 182, de 31 de
julio de 1999).
Orden de 10 de junio de 2002, por la que se regula la calificación de Proyectos y Empresas I+E y se crean el Registro y Fichero de proyectos y empresas calificadas de I+E (BOC y L nº 132, de 10 de julio de 2002).
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
desenvolvimento local. Os AEDL são os trabalhadores das
corporações locais ou entidades dependentes ou vinculadas a uma
Administração local que têm como missão principal colaborar
na promoção e implantação das políticas activas de emprego
relacionadas com a criação de actividade empresarial,
desenvolvendo-se a dita colaboração no marco de acção conjunta
e acordada da entidade contratante e o Instituto Nacional de
Emprego (projectos e empresas qualificadas como Inovação +
Emprego). A normativa estatal atribui aos Agentes de Emprego
e Desenvolvimento Local as seguintes funções:
a) Prospecção de recursos ociosos ou infra utilizados, de
projectos empresariais de promoção económica local e
iniciativas inovadoras para a criação de emprego no
âmbito local, identificando novas actividades económicas
e possíveis empreendedores.
b) Difusão e estímulo de potenciais oportunidades de
criação de actividade entre os desempregados,
promotores e empreendedores, assim como instituições
colaboradoras.
c) Acompanhamento técnico na iniciação de projectos
empresariais para a sua consolidação em empresas
geradoras de novos empregos, assessorando e
informando sobre a viabilidade técnica, económica e
financeira e, em geral sobre os planos de lançamento das
empresas.
d) Apoio a promotores das empresas, uma vez constituídas
as mesmas, acompanhando-as tecnicamente durante
as primeiras etapas de funcionamento, mediante a
aplicação de técnicas de consultoria em gestão
empresarial e assistência nos processos formativos
adequados para coadjuvar ao bom andamento das
empresas criadas.
e) Quaisquer outras que contribuam para garantir a missão
principal do Agente de Emprego e Desenvolvimento
Local, colaborar na promoção e implantação das
políticas activas de emprego relacionadas com a criação
de actividades empresarial.
O desenvolvimento da zona transfronteiriça passa pela
consolidação de uma Rede e Agentes de Emprego e
desarrollo local. Los AEDL son los trabajadores de las corpora ciones locales o entidades dependientes o vinculadas a una
Administración local que tienen como misión principal colabo rar en la promoción e implantación de las políticas activas de
empleo relacionadas con la creación de actividad empresarial,
desarrollándose dicha colaboración en el marco de actuación
conjunta y acordada de la entidad contratante y el Instituto
Nacional de Empleo (proyectos y empresas calificados como
Innovación + Empleo). La normativa estatal atribuye a los
Agentes de Empleo y Desarrollo Local las siguientes funciones:
a) Prospección de recursos ociosos o infrautilizados, de
proyectos empresariales de promoción económica
local e iniciativas innovadoras para la generación de
empleo en el ámbito local, identificando nuevas actividades económicas y posibles emprendedores.
b) Difusión y estímulo de potenciales oportunidades de
creación de actividad entre los desempleados, promotores y emprendedores, así como instituciones colaboradoras.
c) Acompañamiento técnico en la iniciación de proyectos
empresariales para su consolidación en empresas
generadoras de nuevos empleos, asesorando e informando sobre la viabilidad técnica, económica y financiera y, en general, sobre los planes de lanzamiento de
las empresas.
d) Apoyo a promotores de las empresas, una vez constituidas éstas, acompañando técnicamente a los mismos
durante las primeras etapas de funcionamiento,
mediante la aplicación de técnicas de consultoría en
gestión empresarial y asistencia en los procesos formativos adecuados para coadyudar a la buena marcha de
las empresas creadas.
e) Cualesquiera otras que contribuyan a garantizar la
misión principal del Agente de Empleo y Desarrollo
Local, colaborar en la promoción e implantación de las
políticas activas de empleo relacionadas con la creación de actividad empresarial.
El desarrollo de la zona transfronteriza pasa por la consolidación de una Red de Agentes de Empleo y Desarrollo
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
51
Desenvolvimento Loca l, dependentes das Câmaras Municipais,
das Associações Municipais ou do Organismo Autónomo de
Emprego e Desenvolvimento Rural (OAEDR) da Deputação
Provincial, que trabalhem em coordenação com o resto dos
técnicos encarregados de temas sectoriais. Estes técnicos,
distribuídos por âmbitos supra municipais, estão encarregados
de apoiar os municípios, informar os empreendedores sobre as
novas fontes de emprego e assessorar aos empresários prévio
conhecimento do território e a elaboração de estudos e
relatórios.
52
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
L o c a l, dependientes de los Ayuntamientos, de las
Mancomunidades o del Organismo Autónomo de Empleo y
Desarrollo Rural (OAEDR) de la Diputación Provincial, que
trabajen en coordinación con el resto de técnicos encargados
de temas sectoriales. Estos técnicos, distribuidos por ámbitos
supramunicipales, están encargados de apoyar a los municipios, informar a los emprendedores en los nuevos yacimientos
de empleo y asesorar a los empresarios previo conocimiento
del territorio y la elaboración de estudios e informes.
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
OAEDR - Organismo Autónomo de Empleo y Desarrollo
Rural
Av. Carlos I, 64
37008 Salamanca
Tlfno.- +34 923 280912
Fax.- +34 923 280913
E-mail.- [email protected] / [email protected]
Web.- www.lasalina.es/oaedr
Director-Gerente.- D. Carlos Alberto Cortés González
Objetivos:.- D e s a rrollar metodologías de desarrollo
local que sirvan de apoyo a Entidades Locales y otras Instituciones locales. Aprovechar y difundir el uso de los fondos disponibles para el desarrollo local. Contribuir al
aprovechamiento de los recursos locales no utilizados en
la provincia. Facilitar la valorización de los recursos y producciones, en especial los de patrimonio arquitectónico, natural y cultural de los distintos municipios de la
provincia. Estimular la inversión tanto privada como
pública en nuestra provincia. Incorporar las nuevas tacnologías a los ámbitos de la actividad de desarrollo de
la provincia. Diseñar servicios de formación, asesoramiento e información para las Entidades Locales y Centros de Desarrollo de la provincia. Fomentar la
p a rticipación de las Entidades Loclaes de la provincia en
el desarrollo de la Unión Europea. Facilitar la acción de
la Comunidad Autónoma en la provincia de Salamanca, en los ámbitos de la finalidad del Organismo Autónomo. Contribuir a la creación o mantenimiento de
empleo en el ámbito rural.
AIBT - Acção Integrada de Base Territorial, Turismo e
Patrimonio no Vale do Côa
Av. Gago Coutinho, 19
5150 - 610 Vila Nova da Foz Côa
Tlfno.- + 351 279 765210
Fax.- + 351 279 765211
E-mail.- [email protected]
António Gouveia
Objetivos.- A medida nº 2.4. “Acção integrada de turismo e patrimonio no Vale do Côa”, prevê para a prossecução dos seus objetivos um conjunto de acçãoes, com
destaque para a dinamização económica e social. Uma
das vías para concretizar esta acção é conceder incentivos à iniciativa privada, promotora de projectos que
contribuam para a criação de microempresas, melhoria
da qualidade da oferta e promoção dos produtos locais.
ASSOCIAÇÃO PRÓ-DESENVOLVIMENTO
Bismula
6320 - 111 Bismula
Carlos Váz
Área geográfica de intervenção.- Bismula / Concelho do
Sabugal
ADES - Associação de Desenvolvimento do Sabugal
Av. Jeremias Amaral Dias - Edifício do Sporting
6320 Sabugal
Tlfno.- + 351 271 752056
José Robalo
Objetivos.- Desenvolvimento da região, promover a
formação profissional, de emprego, instalação de empresas e a fixação de jovens.
Área geográfica de intervenção.- Sabugal / Concelho do
Sabugal
ASOCIACIÓN TRANSFRONTERIZA DE MUNICIPIOS DE LA
RAYA SECA
Avda. Aldea del Obispo, Nº 18
37480 Fuentes de Oñoro
Tlfno.- +34 923 473001
Jesús Lanchas Rivero
Objetivos.- Impulsar la cooperación y promover el desarrollo integral de los municipios que la componen.
Acciones infraestructurales, especialmente las referentes a las comunicaciones en general. Promoción y desarrollo de los subsectores agrario-ganaderos, comercio y
turismo. Promoción de la formación profesional y ocupacional, con el fin de incentivar el autoempleo y favorecer la integración en el mercado de trabajo. Adopción
de medidas de integración social. Conservación y rehabilitación del medio ambiente, patrimonio histórico, artístico, arquitectónico y cultural. Promoción de actividades
económicas, sociales y culturales que se identifiquen con
las raíces y la identidad de los municipios miembros
AGENTES DE EMPLEO Y DESARROLLO RURAL
Faustino Esteban Zamarreño
Ayto. Fuentes de Oñoro
Plaza Mayor, 1
37480 Fuentes de Oñoro
Tlfno.- 923 47 30 01
Área Geográfica.- Fuentes de Oñoro
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
53
Rosa Pascual Martín
Ayto. Ciudad Rodrigo
C/ Santa Clara, 7 bajo
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- 923 48 03 43
Área Geográfica.- Ciudad Rodrigo
E-mail.- [email protected]
Victor Esteban Sardiña
Ayto. Ciudad Rodrigo
C/ Santa Clara, 7 1º
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- 923 48 03 43
Área Geográfica.- Ciudad Rodrigo
E-mail.- [email protected]
José Eutimio Ramos Delgado
Agente de Empleo y Desarrollo Rural del OAEDR
C/ Fontanilla, 2
Ayuntamiento de Peñaparda
37523 Peñaparda
Salamanca
Tlfno. -+34 923 486331/+34 923 28 09 12
Fax.- +34 923 486331/+34 923 28 09 13
Área Geográfica.- Agallas, La Alamedilla, La Alberguería de Argañán, El Bodón, Campillo de Azaba, Casillas de Flores, La Encina, Fuenteguinaldo, Herguijuela de
Ciudad Rodrigo, Ituero de Azaba, Martiago, Navasfrías, Pastores, El Payo, Peñaparda, Puebla de Azaba, Robleda, El Sahugo, Villasrubias.
María José Sánchez Santos
Agente de Empleo y Desarrollo Rural del OAEDR
Rua del Sol, 13
Oficina Comarcal de Diputación
37500 Ciudad Rodrigo
Salamanca
Tlfno.- +34 923 460501/+34 923 28 09 12
Fax.- +34 923 28 09 13
Área Geográfica .- Alba de Yeltes, Aldea del Obispo, Carpio de Azaba, Castillejo de Martín Viejo, Ciudad Rodrigo, Dios le Guarde, Espeja, Fuentes de Oñoro, Gallegos
de Argañán, La Alameda de Gardón, La Atalaya, La
Bouza, Morasverdes, Puerto Seguro, Saelices el Chico, Serradilla del Arroyo, Serradilla del Llano, Tenebrón, Villar de
Argañán, Villar de Ciervo, Villar de la Yegua, Zamarra.
54
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
OTROS TÉCNICOS
m ALMEIDA
João Marujo
Técnico Superior da Câmara Municipal de Almeida Arquitecto
Quartel das Esquadras, N.º 5
6350-148 Almeida
Tlfno.- +351 271 571 993
Fax.- +351 271 570 021
Área Geográfica.- Concelho de Almeida
m SABUGAL
Praça da República
6324-007 Sabugal
Tlfno.- +351 271 75 10 40
Fax.- +351 271 75 34 08
Área Geográfica.- Concelho do Sabugal
Ana Mª Morgado Pires
Técnica de Sociologia de la Cámara Municipal de Sabugal
Estela Fogeiro
Técnica de Desarrollo Rural y Económico de la Cámara Municipal de Sabugal
Marcos Osório da Silva
Técnico de Arqueología de la Cámara Municipal de Sabugal
Matilde Nabais Cardoso
Técnica del área de Cultura, Desporto e Promoção
Turística de la Cámara Municipal de Sabugal
m CIUDAD RODRIGO
Ana Romero Hernández
Técnico responsable de la Cámara de Comercio
C/ Santa Clara, 7 bajo
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- + 34 923 463038
Área Geográfica.- Comarca de Ciudad Rodrigo
E-mail.- [email protected]
Antonia Elvira Porras
Técnico del Servicio de Atención a Personas Inmigrantes
Rúa del Sol, 13
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- + 34 923 498340
Área Geográfica.- Ciudad Rodrigo y comarca
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
Esther Prieto Gómez
Técnico del De p a rtamento de Cultura de Diputación de
Salamanca
Rúa del Sol, 13
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- + 34 923 498133
Área Geográfica.- Comarca de Ciudad Rodrigo
Rocío Augusto Hernández
Técnico de la Fundación Encuentro Ayto. Espeja
Plaza, 3
37497 Espeja
Tlfno.- + 34 923 483804
Área Geográfica.- Espeja
Socorro Uribe Malmierca
Responsable del Punto de Información Juvenil
C/ Santa Clara, 7 bajo
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- + 34 923 461862
Área Geográfica.- Ciudad Rodrigo
TÉCNICOS DE NUEVOS YACIMIENTOS DE EMPLEO
Ismael Varas García
Dinamizador Medioambiental Ayto. Robleda
Plaza de la Constitución, 1
37521 Robleda
Tlfno.- + 34 923 486201
Área Geográfica.- Robleda
José Luis Beltrá Parraga
Técnico en Informática Ayto. Serradilla del Arroyo
Plaza, 1
37531 Serradilla del Arroyo
Tlfno.- + 34 923 489001
Área Geográfica.- Serradilla del Arroyo
María Fe Pascual Sevillano
Agente de Desarrollo Turístico Ayto. Peñaparda
C/ Fontanilla, 2
37523 Peñaparda
Tlfno.- + 34 923 486331
Área Geográfica.- Peñaparda
María Remedios Hernando Lázaro
Técnico de Atención a la Infancia
Plaza, 1
37531 Serradilla del Arroyo
Tlfno.- + 34 923 489001
Área Geográfica.- Serradilla del Arroyo
María Teresa Sánchez Alonso
Agente de Empleo Ayto. Peñaparda
C/ Fontanilla, 2
37523 Peñaparda
Tlfno.- + 34 923 486331
Área Geográfica.- Peñaparda - El Rebollar
Marta García Miguel
Técnico informático Ayto. Espeja
Plaza, 3
37497 Espeja
Tlfno.- + 34 923 483804
Área Geográfica.- Espeja
Pilar Pastor Encinas
Agente de Turismo
Plaza de la Constitución, 1
37540 Fuenteguinaldo
Tlfno.- + 34 923 49 71 00
Área Geográfica.- Fuenteguinaldo
Purificación Vicente Mangas
Animador Telemático Ayto. Morasverdes
Plaza Mayor, s/n
37590 Morasverdes
Tlfno.- + 34 923 485201
Área Geográfica.- Morasverdes
Rosario Mateos Sánchez
Técnico de Turismo Mancomunidad Alto Agueda
Plaza de la Constitución, 1
37540 Fuenteguinaldo
Tlfno.- + 34 923 471566
Área Geográfica.- Mancomunidad Alto Agueda
Vicenta Seijo Baz
Técnico de Desarrollo y Empleo Mancomunidad Alto
Agueda
Plaza de la Constitución, 1
37540 Fuenteguinaldo
Tlfno.- + 34 923 471566
Área Geográfica.- Mancomunidad Alto Agueda
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
55
56
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
AS ASSOCIAÇÕES PROFISSIONAIS PARA A
DEFESA DOS INTERESSES DOS TRABALHADORES, DAS EMPRESAS E DOS SECTORES
LAS ASOCIACIONES PROFESIONALES PARA LA
DEFENSA DE LOS INTERESES DE LOS TRABAJADORES, DE LAS EMPRESAS Y DE LOS SECTORES
Os trabalhadores e os empresários de forma voluntária
podem constituir em cada ramo de actividade (o sector ou o
ramo de acção económica, a profissão ou qualquer outro
conceito análogo), de âmbito local, as associações profissionais
que lhes pareçam convenientes para a defesa dos interesses
respectivos. Este princípio de liberdade associativa, como
instrumento de participação, está dentro dos direitos
fundamentais de todos os cidadãos a partir de um regime mínimo
e comum contemplado na legislação especial1. Os limites de
funcionamento e os objectivos destas associações estão
integrados nos estatutos2 de criação da organização profissional
que, também, recolhem a denominação da organização, o
domicílio e âmbitos territorial e profissional, o funcionamento
da entidade, o regime eleitoral e o económico e os requisitos e
procedimentos para a aquisição e perda da condição de membro.
Los trabajadores y los empresarios de forma voluntaria
pueden constituir en cada rama de actividad (el sector o la
rama de actuación económica, la profesión o cualquier otro
concepto análogo), de ámbito local, las asociaciones profesio nales que estimen convenientes para la defensa de los intereses respectivos. Este principio de libertad asociativa, como instrumento de participación, está dentro de los derechos fundamentales de todos los ciudadanos a partir de un régimen mínimo y común contemplado en la legislación especial1. Los límites de funcionamiento y los objetivos de estas asociaciones
están integrados en los estatutos2 de creación de la organización profesional que, además, recogen la denominación de la
organización, el domicilio y ámbitos territorial y profesional, el
funcionamiento de la entidad, el régimen electoral y el económico y los requisitos y procedimientos para la adquisición y
pérdida de la condición de miembro.
Todas estas associações profissionais pretendem intervir no
terreno socioeconómico para defender os interesses dos seus
associados; representam aos trabalhadores, às empresas ou ao
sector perante as administrações públicas (nacional, regional,
provincial ou local) em todo o que concerne aos problemas da
associação; assumem a defesa das aspirações e interesses dos
Todas estas asociaciones profesionales pretenden intervenir en el terreno socioeconómico para defender los intereses
de sus asociados; representan a los trabajadores, a las empresas o al sector ante las administraciones públicas (nacional,
regional, provincial o local) en todo lo concerniente a los pro-
Lei 18/1977, de 1 de Abril, sobre regulação do direito de associação sindical
(BOE nº 80, de 4 de Abril de 1977).
2
Real Decreto 873/1977, de 22 de Abril, sobre depósito dos estatutos das
organizações constituídas ao amparo da Lei 19/1977, de 1 de Abril, reguladora do direito de associação sindical (BOE nº 101, de 28 de Abril de 1977).
Ley 19/1977, de 1 de abril, sobre regulación del derecho de asociación
sindical (BOE nº 80, de 4 de abril de 1977).
2
Real Decreto 873/1977, de 22 de abril, sobre depósito de los estatutos
de las organizaciones constituidas al amparo de la Ley 19/1977, de 1 de abril, reguladora del derecho de asociación sindical (BOE nº 101, de 28 de abril de 1977).
1
1
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
57
associados perante os órgãos territoriais públicos e privados;
defendem a imagem dos trabalhadores, da empresa ou do
sector perante a opinião pública; estabelecem os instrumentos
adequados para a ligação e a cooperação entre os trabalhadores,
as empresas ou o sector com o objectivo de assegurar a coesão
e a arbitragem dos seus interesses; procuram a comunicação
entre os trabalhadores, as empresas ou os sectores associados
através da necessária informação; coordenam a negociação com
os sindicatos definida pela própria associação; atendem
directamente ou gerem os contactos adequados, as necessidades
de informação, formação, investigação e aperfeiçoamento dos
trabalhadores ou das empresas através da divulgação de estudos
dos temas que interessem aos associados; e apoiam os seus
membros, facilitando a prestação de assistências necessárias, de
forma directa ou mediante intermediários.
O Comité Económico e Social da União Europeia, no deu
Ditame de 28 de Janeiro de 1998, reconhece o papel
transcendental das associações na conservação da democracia
porque permitem aos indivíduos reconhecer-se nas suas
convicções, perseguir activamente os seus ideais, cumprir tarefas
úteis, encontrar o seu sítio na sociedade, fazer-se ouvir, exercer
alguma influência e provocar mudanças. Ao organizarem-se, os
cidadãos (empresários, trabalhadores e técnicos) dotam-se de
meios mais eficazes para fazer chegar a sua opinião sobre os
diferentes problemas das sociedade e do mundo laboral a
quem toma decisões políticas. Fortalecer as estruturas
democráticas na sociedade reverte no fortalecimento de todas
as instituições democráticas, contribui para a preservação da
diversidade cultural e para a consolidação da coesão económica,
social e territorial.
58
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
blemas de la asociación; asumen la defensa de las aspiraciones
e intereses de los asociados ante los órganos territoriales públicos y privados; defienden la imagen de los trabajadores, de la
empresa o del sector ante la opinión pública; establecen los
instrumentos adecuados para el enlace y la cooperación entre
los trabajadores, las empresas o el sector a fin de asegurar la
cohesión y el arbitraje de sus intereses; procuran la comunicación entre los trabajadores, las empresas o los sectores adheridos a través de la necesaria información; coordinan la negociación con los sindicatos definida por la propia asociación;
atienden directamente o, gestionan los contactos adecuados,
las necesidades de información, formación, investigación y
perfeccionamiento de los trabajadores o de las empresas a través de la divulgación de estudios de cuantos temas puedan a
los asociados; y apoyan a sus miembros, facilitando la prestación de las asistencias necesarias, de forma directa o mediante
intermediarios.
El Comité Económico y Social de la Unión Europea, en su
Dictamen de 28 de enero de 1998, reconoce el papel trascendente de las asociaciones en la conservación de la democracia
porque permiten a los individuos reconocerse en sus convicciones, perseguir activamente sus ideales, cumplir tareas útiles,
encontrar su puesto en la sociedad, hacerse oír, ejercer alguna
influencia y provocar cambios. Al organizarse, los ciudadanos
(empresarios, trabajadores y técnicos) se dotan de medios más
eficaces para hacer llegar su opinión sobre los diferentes problemas de la sociedad y del mundo laboral a quines toman las
decisiones políticas. Fortalecer las estructuras democráticas en
la sociedad revierte en el fortalecimiento de todas las instituciones democráticas, contribuye a la preservación de la diversidad cultural y a la consolidación de la cohesión económica,
social y territorial.
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
m ALMEIDA
ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDUSTRIAL DE ALMEIDA
Bairro Municipal, casa nº 7
6350 Almeida
João Fernando Neves da Silva
Objetivos.- Promover a interação entre os agentes
locais. Divulgação do comercio local e do artesanato.
CROFLOR - Associação de Produtores Florestais do Cró
Bairro Municipal, casa nº 8
6350 Almeida
Tlfno.- + 351 271 571968
Carlos Alberto Ferreira Mota
Objetivos.- Valorização e protecção dos espaços florestais, naturais e rurais.
Actividades.- Arborização. Tratamento e beneficiação de
povoamentos e de infraestruturas florestais. Consultoria e gestão florestal.
ADS - Acrialmeida - Associação de Criadores da Região
de Almeida
Arrabalde de S. Francisco
6350 Almeida
Tlfno.- + 351 271 574401
Francisco Maria Loureiro
Actividades.- Saneamento pecuário. Subsídios à agricultura/pecuária.
CÔAFLOR - Associação de Produtores Florestais do
Alto-Côa
Rua Geremias Amaral Dias
6320 - 406 Sabugal
Tlfno.- + 351 271 754326
CENTRO DE RECURSOS FLORESTAIS
Apartado 1
6320 Sabugal
Tlfno.- + 351 271 615040
Fax.- + 351 271 615041
E-mail.- [email protected] - [email protected]
Web.- www.opaflor.com
Hugo Joia
Objetivos.- Desenvolvimento do sector florestal, dinamização da floresta para lazer, cogumelos, ervas aromáticas e caça.
Actividades.- Proyectos de arborização. Proyectos de
requalificação ambiental. Proyectos de ordenamento florestal.
ASSOCIAÇÃO DE ARTESÃOS DO CONCELHO DO SABUGAL
Rua Alves Redol
6320 Sabugal
Olívia Borges
Objetivos.- Promoção e divulgação do artesanato do concelho do Sabugal.
ASSOCIAÇÃO DOS AGRICULTORES DA LAGEOSA DA
RAIA
Lageosa da Raia
6320 - 161 Lageosa
Francisco João
ACRISabugal - Associação de criadores de ruminantes
do concelho do Sabugal
6320 Sabugal
Tlfno.- + 351 271 753398
Objetivos.- Promover as acções necessárias à elevação
do nível de rentabilidade das explorações; promover, em
conjunto com os serviços oficiais, a definição e melhoramento das raças da região.
CROFLOR - Associação de Produtores Florestais do Cró
Rua Teófilo de Braga - Apartado 61
6320 - 400 Sabugal
Tlfno.- + 351 271 754346
Fax.- + 351 271 754347
ASSOCIAÇÃO DE PRODUTORES DE QUEIJO DA SERRA
DA MALCATA
Malcata
6320 Sabugal
Cristina
m SABUGAL
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
59
Objetivos.- Defesa e promoção da actividade agro-pastoril e da promoção do queijo nos concelhos de Sabugal e Penamacor.
ASSOCIAÇÃO DE APICULTORES DA SERRA DA MALCATA
Malcata
6320 Sabugal
Objetivos.- Defesa e promoção da actividade apícola nos
concelhos de Sabugal e Penamacor.
NERGA - Núcleo Empresarial da Região da Guarda
Parque Industrial
6300 Guarda
Tlfno.- + 351 271 205420
E-mail.- [email protected]
Web.- www.nerga.pt
Dr. Álvaro Estêvão
Objetivos.- Promover o Desenvolvimento das actividades económicas do Distrito, nos domínios técnicos, económicos, comercial e associativo.
m CIUDAD RODRIGO
GREARTE - Gremio de Artesanos de la Comarca de Ciudad Rodrigo
Plaza del Buen Alcalde, Nº6
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 923 481334 / +34 639 302571
Fax.- +34 923 481334
Objetivos.- Adoptar medidas para la mejora, revalorización y potenciación de la artesanía de la comarca.
Impulsar el flujo de conexiones entre sus miembros y el
resto de asociaciones artesanales existentes, facilitando
el intercambio de ideas, proyectos, publicidad e información. Evitar la desaparición de oficios y valores tradicionales que forman parte del conjunto de recursos
etnológicos de la comarca. Servir de centro receptor de
las innovaciones tecnológicas y las nuevas tendencias
nacionales e internacionales para conseguir una oferta
más atractiva y adecuada a las necesidades del mercado. Promocionar los productos artesanales típicos
60
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
mediante actuaciones publicitarias y marketing. Promover la transformación en la estructura comercial del
producto artesano favoreciendo la apartura de nuevos
mercados y nuevos canales de comercialización.
Actividades.- Feria de Semana Santa de Cerámica. Feria
de artesanía del Martes Mayor.
AFECIR - Federación de Empresarios de la Comarca de
Ciudad Rodrigo
Plaza de Herrasti, 3
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 923 463037 / +34 696 542287
Fax.- +34 923 463037
E-mail.- [email protected]adrodrigo.net
Web.- www.ciudadrodrigo.net/afecir
Inmaculada Pascual González
Objetivos.- Fomentar y defender la libre iniciativa privada en el marco de la economía libre de mercado, considerando la empresa privada como núcleo básico de
creación de riqueza y de prestación de servicios a la sociedad. Promover el desarrollo empresarial en beneficio
del interés general y específicamente contribuir al desarrollo y bienestar de Ciudad Rodrigo y su comarca. Desarrollar el espíritu de solidaridad entre sus miembros,
fomentando la comunicación entre ellos a través de la
adecuada labor informativa. Representar y gestionar los
intereses generales y comunes de sus miembros ante personas y entidades publicas y privadas, y singularmente
ante al administración. Ser portavoz de los planteamientos generales y comunes ante los medios de comunicación social, proporcionando el mejor conocimiento
a la función socioeconómica de la iniciativa privada y una
imagen adecuada del empresario ante la opinión publica. Representar y gestionar igualmente los intereses
generales y comunes de sus asociados ante las organizaciones de trabajadores del mismo nivel. Fomentar el
p ro g reso de los empresarios mediante la realización de
estudios y la difusión de los medios de información
correspondientes. Organizar y mantener servicios para
apoyar y defender a los miembros. Establecer, mantener y fomentar contactos y colaboración con las enti-
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
dades nacionales y extranjeras de análoga naturaleza y
finalidad, facilitando a las asociaciones integradas en afecir similares relaciones. Poseer, gravar, enajenar y administrar toda clase de bienes muebles e inmuebles
necesarios para su funcionamiento.
Actividades.- Formación continua para empresarios y trab a j a d o res. Acciones de promoción industrial, comercial
y turística. Organización de ferias, jornadas y congresos.
Envío de información de interés sectorial a las empresas integrantes.
Dentro de la Federación de Empresarios de la Comarca
de Ciudad Rodrigo (AFECIR) se encuentran asociadas las
siguientes asociaciones empresariales que, cuentan con
la misma sede y datos de contacto que AFECIR y cuentan con los objetivos y actividades siguientes:
Objetivos.- Intervenir en el terreno económico-social para
defender los intereses de los asociados. Representar a
las empresas ante las autoridades públicas de la administración territorial nacional en todo lo concerniente
a los problemas de la asociación. Asumir la defensa de
las aspiraciones e intereses del asociado ante los órganos territoriales y privados. Defender la imagen de la
empresa ante la opinión pública. Establecer los instrumentos adecuados para el enlace y la cooperación
entre las empresas y asegurar la cohesión y arbitraje de
sus intereses. Procurar la comunicación entre las empresas adheridas a través de la necesaria información a
empresarios. Coordinar la negociación con los sindicatos de trabajadores en la medida a definir por asociación. Atender directamente, o gestionando los contactos
adecuados, las necesidades de información, investigación
y perfeccionamiento de las empresas adheridas, estudiando cuantos temas puedan afectar a la potenciación
de la libre empresa. Apoyar a sus miembros, facilitando la prestación de las asistencias necesarias, directamente a través de vinculaciones.
Actividades.- Formación continua para empresarios y trabajadores. Acciones de promoción industrial y comercial.
Organización de jornadas. Convenios con entidades
diversas para beneficiarse económicamente de algunos
servicios. Prevención de riesgos laborales. Envío de
información de interés sectorial a las empresas integrantes.
ASOCIACIÓN DE LA CONSTRUCCIÓN DE CIUDAD RODRIGO Y COMARCA
ASOCIACIÓN MIROBRIGENSE DE INSTALADORES DE
FRIO Y CALOR
ASOCIACIÓN DE ARTESANOS-PELUQUEROS Y ESTETICISTAS DE CIUDAD RODRIGO
ASOCIACIÓN DE HOSTELERIA DE CIUDAD RODRIGO Y
COMARCA
ASOCIACIÓN DE COMERCIO E INDUSTRIA DE CIUDAD
RODRIGO Y COMARCA
ASOCIACIÓN DE INDUSTRIAS CARNICAS DE LA COMARCA DE CIUDAD RODRIGO
Objetivos.- El fin primordial de la asociación, sin ánimo
de lucro, se centra en promover la puesta en marcha,
proteger y promover la calidad de los productos agroalimentarios de las empresas asociadas. Por ello, será
objeto de especial atención lo siguiente: Solicitud de una
marca de garantía que se registrará en la oficina española de patentes y marcas y que servirá para certificar
las características comunes, en particular la calidad, el
origen y los componentes de los productos. La asociación será el titular de dicha marca. A tal fin, la asociación elaborará un reglamento de uso donde se precisarán
las características concretas que deberán reunir los productos que se incluyan bajo esta marca, las medidas de
c o n t rol que la asociación se obliga a implantar y las sanciones correspondientes a su incumplimiento. Dicho
reglamento será presentado para su aprobación ante la
Consejería de agricultura y ganadería de la Junta de Castilla y León. La promoción del producto, pudiendo para
ello: crear una imagen externa, emblemas o logotipos
genéricos. Realizar campañas de publicidad en prensa,
radio, televisión y otros soportes. Asistir a certámenes
feriales. Edición y realización de material de comuni-
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
61
cación impreso y en otros soportes audiovisuales. Presentación y degustaciones de productos. Patrocinios. Servicios de gabinetes de comunicación. Cualquier otro
medio para la difusión de la marca y que sea aprobada por la junta directiva. La formación del personal. Controlar la calidad del producto. A tal efecto podrán:
promover la realización de estudios encaminados a la
puesta en marcha y ejecución de programas de proteccion y promoción de la calidad de los productos, elaborados por empresas consultoras externas o entidades
públicas de investigación.
Actividades.- Formación continua para empresarios y trabajadores. Acciones de promoción industrial y comercial.
Organización de jornadas y congresos. Envío de información de interés sectorial a las empresas integrantes.
62
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
ASODEM - Asociación Oñorense de Empresarios
Carretera Aldea del Obispo, S/N
37481 Fuentes de Oñoro
Tlfno.- +34 923 487541
Fax.- +34 923 487541
Jesús Ángel Bravo Jimenez
Objetivos.- Somos una asociación integrada desde hace
dos años en AFECIR (asociación de empresarios de Ciudad Rodrigo).
Actividades.- Dependemos de las actividades que desarrolle AFECIR.
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
63
O ESPÍRITO SOLIDÁRIO E A GESTÃO
DEMOCRÁTICA DAS COOPERATIVAS
EL ESPÍRITU SOLIDARIO Y LA GESTIÓN
DEMOCRÁTICA DE LAS COOPERATIVAS
A base da modalidade empresarial cooperativa é os
princípios de solidariedade e de democracia das sociedades. No
entanto, os verdadeiros pelares do movimento cooperativo,
segundo a Aliança Cooperativa Internacional (ACI), com sede
em Genebra (Suiça), são a adesão voluntária e aberta dos sócios;
a gestão democrática; a participação económica, a autonomia
e independência; a educação, formação e informação, a
cooperação entre cooperativas (inter cooperativismo) e o
interesse pela comunidade. Portanto, entende-se por cooperativas
a sociedade constituída por pessoas que se associam, em regime
de livre adesão e voluntariado, para a realização de actividades
empresariais, encaminhadas para satisfazer as suas necessidades
e aspirações económicas e sociais, com estrutura e funcionamento
democrático, de acordo com os princípios formulados pela
aliança cooperativa internacional. A constituição de uma
sociedade cooperativa (coop.) passa pela elaboração dos estudos
sociais onde, os promotores da cooperativa, estabelecem a
organização e o funcionamento interno e os direitos e os
deveres dos sócios.
La base de la modalidad empresarial cooperativa son los
principios de solidaridad y de democracia de las sociedades. Sin
embargo, los verdaderos cimientos del movimiento cooperativo, según la Alianza Cooperativa Internacional (ACI), con sede
en Ginebra (Suiza), son la adhesión voluntaria y abierta de los
socios; la gestión democrática; la participación económica; la
autonomía e independencia; la educación, formación e información; la cooperación entre cooperativas (intercooperativismo) y el interés por la comunidad. Por tanto, se entiende por
cooperativas la sociedad constituida por personas que se aso cian, en régimen de libre adhesión y baja voluntaria, para la rea lización de actividades empresariales, encaminadas a satisfacer
sus necesidades y aspiraciones económicas y sociales, con estruc tura y funcionamiento democrático, conforme a los principios for mulados por la alianza cooperativa internacional. La constitución
de una sociedad cooperativa (coop.) pasa por la elaboración de
los estatutos sociales donde, los promotores de la cooperativa,
establecen la organización y el funcionamiento interno y los derechos y los deberes de los socios.
As cooperativas de primeiro grau enquadram-se nos
seguintes tipos: as cooperativas de trabalhadores (de trabalho,
de exploração comunitária da terra e/ou do gado e do ensino),
as cooperativas de serviços aos sócios (agrárias, de
transportadores e de industriais ou de profissionais) e as
cooperativas de consumo (de habitações, de crédito e seguros,
e de consumidores e utentes). As cooperativas mais comuns na
zona, segundo o Registro de Sociedades Cooperativas, seriam
Las cooperativas de primer grado se encuadran en los
siguientes tipos: las cooperativas de trabajadores (de trabajo,
de explotación comunitaria de la tierra y/o del ganado y de enseñanza), las cooperativas de servicios a los socios (agrarias, de
transportistas y de industriales o de profesionales) y las cooperativas de consumo (de viviendas, de crédito y seguros y de
consumidores y usuarios). Las cooperativas más comunes en la
zona, según el Registro de Sociedades Cooperativas, serían las
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
65
as de trabalhadores e as de serviços aos sócios. As cooperativas
de trabalho são as que têm por objecto proporcionar aos seus
sócios postos de trabalho, mediante o seu esforço pessoal e
directo, a tempo parcial ou completo, através da organização em
comum da produção de bens ou serviços para terceiros. As
cooperativas agr á r i a s associam a titulares de explorações
agrícolas, agropecuárias ou florestais, que têm como objecto a
realização de todo o tipo de actividades e operações
encaminhadas ao melhor aproveitamento das explorações dos
seus sócios, dos seus elementos ou componentes, da cooperativa
e a melhora da população agrária e do desenvolvimento do
mundo rural, assim como atender qualquer outro fim ou serviço
que seja próprio da actividade agrária, agropecuária, florestal
ou estejam directamente relacionados com elas. Enquanto que,
as cooperativas de serviços associam a pessoas físicas ou
jurídicas, titulares de explorações industriais ou de serviços e a
profissionais ou artistas que exerçam a sua actividade por
conta própria, e têm como objecto a prestação de provisões e
serviços, ou a produção de bens e a realização de operações
encaminhadas para melhoramento económico e técnico das
actividades profissionais ou das explorações dos seus sócios.
de trabajadores y las de servicios a los socios. Las cooperativas
de trabajo son las que tienen por objeto proporcionar a sus
socios puestos de trabajo, mediante su esfuerzo personal y directo, a tiempo parcial o completo, a través de la organización en
común de la producción de bienes o servicios para terceros. Las
cooperativas agrarias asocian a titulares de explotaciones agrícolas, ganaderas o forestales, que tienen como objeto la realización de todo tipo de actividades y operaciones encaminadas
al mejor aprovechamiento de las explotaciones de sus socios,
de sus elementos o componentes, de la cooperativa y a la mejora de la población agraria y del desarrollo del mundo rural, así
como atender a cualquier otro fin o servicio que sea propio de
la actividad agraria, ganadera, forestal o estén directamente relacionados con ellas. Mientras que, las cooperativas de servicios
asocian a personas físicas o jurídicas, titulares de explotaciones
industriales o de servicios y a profesionales o artistas que ejercen su actividad por cuenta propia, y tienen por objeto la prestación de suministros y servicios, o la producción de bienes y
la realización de operaciones encaminadas al mejoramiento económico y técnico de las actividades profesionales o de las explotaciones de sus socios.
As cooperativas cumprem várias funções nestes momentos
de encruzilhada do meio rural. A posta pelo desenvolvimento
rural integrado tem posto a manifesto que esta vigorosa e dinâmica fórmula societária mantém vivo o tecido social e económico. Portanto, os responsáveis das cooperativas da zona têm
um duplo desafio em relação ao futuro: o aproveitamento dos
recursos ociosos das comarcas e a colaboração transfronteiriça.
Las cooperativas cumplen varias funciones en estos momentos de encrucijada del medio rural. La apuesta por el desarrollo local y endógeno del medio rural y de los programas de
desarrollo rural integrado han puesto de manifiesto que esta
vigorosa y dinámica fórmula societaria mantiene vivo el tejido
social y económico. Por tanto, los responsables de las cooperativas de la zona tienen un doble desafío de cara al futuro: el aprovechamiento de los recursos ociosos comarcales y la colaboración
transfronteriza.
66
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
m ALMEIDA
COOPERATIVA DOS AGRICULTORES DE ALMEIDA, SCRL
- FORTALEZA
Arrabalde de S. Francisco
6350 Almeida
Tlfno.- + 351 271 5744113
José Ruivo Lourenço
Actividades.- Venda e entrega de produtos agrícolas aos
associados.
m SABUGAL
COOPCÔA - Cooperativa Agricola do Concelho do Sabugal
Largo do Cinema
6320 - 455 Sabugal
Tlfno.- + 351 271 752117
Fax.- + 351 271 753748
João Luís Baptista
m CIUDAD RODRIGO
CEMIR CERRAJEROS MIROBRIGENSES, S. COOP. LTDA.
Camino de Paredones, S/N
37500 Ciudad Rodrigo
Trabajo Asociado
Tlfno.- +34 923 461196
Fax.- +34 923 461196
Manuel Benito Rodriguez
Objetivos.- Cerrajería metálica y de aluminio.
Actividades.- Puertas, ventanas, balcones, estructuras
metálicas, barandillas,...
EBANISTERIA LA MURALLA, S. COOP
Polígono Industrial Las Viñas
37500 Ciudad Rodrigo
Trabajo Asociado
Tlfno.- +34 923 482101
Fax.- +34 923 482101
Luisa Merino
Actividades.- Puertas de paso y colocación, muebles fabricación a medida en maderas y aglomerados. Fabricación
de vigas, escaleras y trabajos especiales relacionados con
nuestra actividad.
HERMANOS MARTIN SANCHEZ, S. COOP.
C/ Antonio Machado, Nº 8
37470 Sancti-Spiritus
Trabajo Asociado
Tlfno.- +34 923 484228
Fax.- +34 923 484282
Mª Rosario Martín / Lucinda Sánchez
Objetivos.- Mantener y crear empleo en el medio rural.
Actividades.- Venta menor material de construcción.
RELAFIS, S. COOP
Avda. de Portugal, Nº 12 - Bajo A
37500 Ciudad Rodrigo
Trabajo Asociado
Tlfno.- +34 923 462229
Fax.- +34 923 460856
E-mail.- [email protected]
José Manuel Hernández Martín
Objetivos.- Asesoría laboral, fiscal y contable.
Actividades.- Nóminas. Seguros sociales. Contabilidad de
empresas. Seguros. Etc.
S. COOP. LTDA. PEYVI
C/ La Plaza, 5
37522 Villasrubias
Trabajo Asociado
Tlfno.- +34 923 486542
Cristina Mateos Santos
Actividades.- Confección (de ropa de trabajo,...).
SERYTUR S. COOP.
Plaza Mayor, 67
37531 Serradilla del Arroyo
Trabajo Asociado
Tlfno.- +34 685 386469
Fax.- +34 923 489001
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
67
E-mail.- [email protected]
Ana Clérigo
Objetivos.- Promoción sociocultural turística de la camarca de Ciudad Rodrigo por medio de la gestión y organización de servicios.
Actividades.- Redacción de proyectos socioculturales. Elaboración de material promocional turístico. Organización de eventos tales como fiestas patronales. Gabinete
de comunicación. Gestora de publicidad, etc.
SOCIEDAD COOPERATIVA MUEBLES TRASTÁMARA
C/ Clemente Velasco, 80
37500 Ciudad Rodrigo
Trabajo Asociado
Tlfno.- +34 923 460192
Fax.- +34 923 460192
Juan Cruz Hernández
Actividades.- Fabricación de muebles. Carpintería. Fabricación rústico.
SOCIEDAD COOPERATIVA LIMITADA BAJO DUERO
C/ Lazarillo de Tormer, 15
37500 Ciudad Rodrigo
Aqrarias
Tlfno.- +34 980 571023 / +34 923 481764
Fax.- +34 980 571296
E-mail.- [email protected]
Web.- www.cobadu.com
Asterio Ángel García González
Actividades.- C o m e rcialización y fabricación de piensos
y productos fitosanitarios, cereales, simientes, abonos.
Comercialización ganado ovino, porcino y vacuno.
Leche. Productos zoosanitarios, instrumental ganadero,
genética de vacuno y porcino, gasoleo.
68
D IRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
69
A GESTÃO E CONSERVAÇÃO DO PATRIMÓNIO
NATURAL COMUM
LA GESTIÓN Y CONSERVACIÓN DEL PATRIMONIO NATURAL COMÚN
A paisagem da comarca de Ciudad Rodrigo e dos concelhos
de Almeida e de Sabugal manifesta-se como uma grande
unidade sem diferenças entre o território luso e o espanhol.
Trata-se, em geral, de um terreno aplanado que descansa sobre
materiais antigos, continuamente interrompido pelo
entalhamento fluvial e pelos afloramentos rochosos. A
diversidade das unidades da paisagem responde às condições
naturais e à acção secular do homem que deu como resultado
um mosaico de grande qualidade visual. A alternância das terras
lavradas, dos prados naturais e das manchas florestais conformam
os diferentes ladrilhos paisagísticos.
El paisaje de la comarca de Ciudad Rodrigo y de los concelhos de Almeida y de Sabugal se presenta como una gran unidad sin diferencias entre el territorio luso y el español. Se trata,
en general, de un terreno aplanado que descansa sobre materiales antiguos y que se ve continuamente interrumpido por el
encajamiento fluvial y por los afloramientos rocosos. La diversidad de las unidades del paisaje responde a las condiciones naturales y a la acción secular del hombre que han dado como
resultado un mosaico de gran calidad visual. La alternancia de
las tierras labradas, de los prados naturales y de las manchas
forestales conforman las distintas teselas paisajísticas.
A pastagem, que é a melhor representante do uso agro-silvopastoril, ocupa a maior parte do território com a azinheira
(Quercus ilex) como espécie dominante. Esta comparte o
espaço com outras quercíneas como o carvalho azinheiro
(Quercus faginea), o roble (Quercus pyrenaica) ou o sobreiro
(Quercus suber). Junto às massas arbóreas associam-se grandes
extensões de mato composto de palmas (Cystisus sp.), urzes
(Eriça sp.), estevas (Cystius sp.), e tomilhos (Thymus sp.).
La dehesa, que es la mejor representante del uso agrosilvopastoril, ocupa la mayor parte del territorio con la encina
(Quercus ilex) como especie dominante. Ésta comparte el espacio con otras quercíneas como el quejigo (Quercus faginea), el
rebollo (Quercus pyrenaica) o el alcornoque (Quercus suber).
Junto a las masas arbóreas se asocian grandes extensiones de
matorral compuesto de escobas (Cytisus sp.), brezos (Erica sp.),
jaras (Cistus sp.) y tomillos (Thymus sp.).
Os rios Águeda e Azaba em território espanhol e o rio Côa
no lado português, junto com os regatos e ribeiras intermitentes
que os alimentam, geram quando passam pela planície, os
grandes entalhamentos conferindo uma paisagem emblemática
para a zona. Trata-se de frondosos bosques galeria associados
aos cursos fluviais e formados por diversas espécies como
amieiros, olmeiros, salgueiros e freixos que aumentam a
diversidade botânica da zona. Estes solos ribeirinhos são muito
Los ríos Águeda y Azaba en territorio español y el río Côa
en el lado portugués, junto con los arroyos y riveras intermitentes
que los alimentan, generan a su paso por la penillanura, los grandes encajamientos confiriendo un paisaje emblemático para el
área. Se trata de frondosos bosques galería asociados a los cursos fluviales y formados por multitud de especies como alisos,
olmos, sauces y fresnos que aumentan la diversidad botánica de
la zona. Estos suelos ribereños son mucho más fértiles que los
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
71
mais férteis que os da planície e, portanto, têm sido escolhidos
pelas populações para a produção de cereais, cultivos industriais
e forraginosos e produtos horto frutícolas.
de la penillanura y, por lo tanto, han sido elegidos por los pobladores para la producción de cereales, cultivos industriales y forrajeros y productos hortofrutícolas.
A acção antrópica realizada sobre esta área transfronteiriça
não se limita unicamente aos usos agro-pecuários e florestais, mas
também se pode comprovar na forma de ocupação do território
e na distribuição dos assentamentos de povoação, a qual se
caracteriza por um povoamento disperso. Associado a estas
aldeias, lugares e casórios aparecem diversas ruínas de castros,
calçadas romanas, castelos, fortes, etc., como vestígios históricos
sobre o território, que outorgam à paisagem a categoria de “eco
cultural”. As barragens, as explorações mineiras a céu aberto, as
vias de comunicação, os parques de energia eólica e os incêndios
são alguns exemplos das mais recentes repercussões humanas
sobre uma paisagem compartida por ambos os países, pouco
conhecida mas com grande potencial e que merece o arranque
de estratégias de colaboração para a sua conservação.
La acción antrópica realizada sobre este área transfronteriza no se limita únicamente a los usos agropecuarios y forestales,
sino que también se ve reflejada en la forma de ocupación del territorio y en la distribución de los asentamientos de población, la cual
se caracteriza por un poblamiento disperso.Asociado a estas aldeas, lugares y caseríos aparecen multitud de ruinas de castros, calzadas romanas, castillos, fortificaciones, etc., como huellas históricas
sobre el territorio, que otorgan al paisaje la categoría de “ecocultural”. Los embalses, las explotaciones mineras a cielo abierto, las vías de comunicación, los parques de energía eólica y los
incendios son algunos ejemplos de las más recientes repercusiones humanas sobre un paisaje compartido por ambos países, poco
conocido pero con un gran potencial y que merece la puesta en
marcha de estrategias de colaboración para su conservación.
Muitos destes espaços já gozam de diversas categorias de
protecção. A declaração de espaço natural protegido procura a
manutenção dos habitats da flora e da fauna em perigo de
extinção e a melhora das condições de vida da população local.
Na área existem vários enclaves frágeis de grande valor ecológico
unicamente separados por uma fronteira administrativa, como
é o caso da Reserva Natural da Malcata (1981), em Portugal, e
o Espaço Natural de El Rebollar (1992), em Espanha.
Muchos de estos espacios ya gozan de distintas categorías
de protección. La declaración de espacio natural protegido busca el mantenimiento de los hábitats de la flora y de la fauna en
peligro de extinción y la mejora de las condiciones de vida de
la población local. En el área existen distintos enclaves frágiles de gran valor ecológico únicamente separados por una frontera administrativa, como es el caso de la Reserva Natural da
Serra da Malcata (1981), en Portugal, y del Espacio Natural de
El Rebollar (1992), en España.
O Espaço Natural de El Rebollar 1, pelas suas condições
climáticas de marcado carácter oceânico, está dominado pela
presença dos montes de robles ou de roble-alvar (Quercus
pyrenaica), ainda que, conta também com massas de coníferas
e pequenas alinhamentos de vegetação ripícola. Esta zona
serrana e de montesina abarca uma extensão de 50.040 hectares.
Neste espaço habitam uma grande quantidade de espécies
animais entre as quais se destacam, por estar consideradas em
“perigo de extinção” ou “vulneráveis” a cegonha negra (Ciconia
nigra), o abutre negro (Aegypius monachus) e o lince (Linx
pardimus).
Ordem de 30 de Abril de 1992, de iniciação do Plano de Ordenação
dos Recursos Naturais dos Espaços Naturais (BOC y L nº 84 e 97, de 5 e 22
de Maio de 1992).
1
72
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
El Espacio Natural de El Rebollar 1, por sus condiciones
climáticas de marcado carácter oceánico, está dominado por la
presencia de los montes de rebollo o de roble melojo (Quer cus pyrenaica), si bien, cuenta también con masas de coníferas
y pequeñas alineaciones de vegetación ripícola. Esta zona
serrana y de piedemonte abarca una extensión de 50.040 ha. En
este espacio habitan una gran cantidad de especies animales
entre las que destacan por estar consideradas en “peligro de
extinción” o “vulnerables” la cigüeña negra (Ciconia nigra), el
buitre negro (Aegypius monachus) y el lince (Lynx pardinus).
Orden del 30 de abril de 1992, de iniciación del Plan de Ordenación
de los Recursos Naturales de los Espacios Naturales (BOC y L nº 84 y 97, de
5 y 22 de mayo de 1992)
1
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
A Reserva Natural da Serra da Malcata 2 conta com um
total de 16.348 hectares e está situado entre os concelhos de
Penamacor e de Sabugal. Além da sua protecção dentro do
marco português como reserva natural, é considerada ZPE
(Zona de Protecção Especial) incluindo-se na primeira Lista
Nacional de Sítios3 pelo cumprimento da Directiva Habitats da
União Europeia. Caracteriza-se por um relevo suave e por uma
vegetação maioritariamente arbustiva na que se destacam os
endemismos ibéricos Cytisus multiflorus e Cytisus striatus (as
palmas), com matizes diferenciadores na costa norte e sul da
serra. Na zona setentrional as condições climáticas mais frias e
húmidas, similares às de El Rebollar, favorecem o crescimento
do roble (Quercus pyrenaica) que tem um papel chave na
recuperação dos solos e na contenção dos incêndios. Tal como
o resto do território transfronteiriço, a serra está sulcada por
numerosos ribeiros permanentes ou estacionais aos que se
associa uma rica vegetação de ribeira.
La Reserva Natural da Serra da Malcata2 cuenta con un
total de 16.348 ha y se localiza entre los concelhos de Penamacor
y de Sabugal. Además de su protección dentro del marco portugués como reserva natural, es considerada ZPE (Zona de Protección Especial) incluyéndose en la primera Lista Nacional de
Sitios3 por el cumplimiento de la Directiva Hábitats de la
Unión Europea. Se caracteriza por un relieve suave y por una
vegetación mayoritariamente arbustiva en la que destacan los
endemismos ibéricos Cytisus multiflorus y Cytisus striatus ( e s c obas), con matices diferenciadores en la cara norte y sur de la
sierra. En la zona septentrional las condiciones climáticas más
frías y húmedas, similares a las de El Rebollar, favorecen el crecimiento del rebollo (Quercus pyrenaica) que tiene un papel clave en la recuperación de los suelos y en la contención de los
incendios. Al igual que el resto del territorio transfronterizo, la
sierra está surcada por numerosos cauces permanentes y estacionales a los que se asocia una rica vegetación de ribera.
Em relação à fauna da reserva natural há que destacar a
presença de diversos animais de interesse e classificados como
ameaçados. Entre os mamíferos, o mais simbólico para esta
montanha é o lince ibérico, devido a que a campanha “Salvemos
o Lince e a Serra da Malcata” levada a cabo a finais dos anos
setenta para a sua conservação foi a impulsora da declaração
da reserva. Além disso, a riqueza da fauna da Reserva Natural
da Serra da Malcata está representada por outros mamíferos:
o gato-montês (Felis silvestris), a lontra (Lutra lutra), o texugo
(Meles meles) e o gato-bravo (Genetta genetta); aos que se tem
En cuanto a la fauna de la reserva natural hay que destacar la presencia de diversos animales de interés y clasificados
como amenazados. Entre los mamíferos, el más simbólico para
esta montaña es el lince ibérico, debido a que la campaña “Sal vemos o Lince e a Serra da Malcata” llevada a cabo a finales
de los años setenta para su conservación fue la impulsora de la
declaración de la reserva. Además, la riqueza faunística de la
Reserva Natural da Serra da Malcata está representada por otros
mamíferos: el gato montés (Felis silvestris), la nutria (Lutra lutra),
el tejón (Meles meles) y la gineta (Genetta genetta); a los que
Decreto-lei nº 294/1981, de 16 de outubro, criação da Reserva Parcial
da Serra da Malcata (Diario da República Serie I-B nº 238, de 16 de outubro
de 1981)
Decreto Regulamentar nº 28/1999, de 30 de novembro, reclassificação como
Reserva Natural da Serra da Malcata (Diario da República Serie I-B nº 279,
de 30 de novembre de 1999
3
Resolução do Conselho de Ministros nº 142/1997, aprova a lista
nacional de sitios (1ª fase) prevista no artigo 3º do Decreto-Lei nº 226/97 de
27 de agosto (transpõe para o direito interno a Directiva 92/43/CEE, do
Conselho, de 21 de maio, relativa à preservação dos habitats naturais e da fauna
e da flora selvagens) (Diario da República Serie I-B nº 198/97, de 28 de agosto
de 1997)
Resolução do Conselho de Ministros nº 76/2000, aprova a 2ª fase da lista
nacional de sítios a que se refere o nº 1 do artigo 4º do Decreto-Lei nº 140/99
de 24 de abril (Diario da República Serie I-B nº 153, de 5 de julho de 2000)
Decreto-lei nº 294/1981, de 16 de outubro, criação da Reserva Parcial
da Serra da Malcata (Diario da República Serie I-B nº 238, de 16 de outubro
de 1981)
Decreto Regulamentar nº 28/1999, de 30 de novembro, reclassificação como
Reserva Natural da Serra da Malcata (Diario da República Serie I-B nº 279,
de 30 de novembre de 1999)
3
Resolução do Conselho de Ministros nº 142/1997, aprova a lista
nacional de sitios (1ª fase) prevista no artigo 3º do Decreto-Lei nº 226/97 de
27 de agosto (transpõe para o direito interno a Directiva 92/43/CEE, do Conselho, de 21 de maio, relativa à preservação dos habitats naturais e da fauna
e da flora selvagens) (Diario da República Serie I-B nº 198/97, de 28 de agosto de 1997)
Resolução do Conselho de Ministros nº 76/2000, aprova a 2ª fase da lista
nacional de sítios a que se refere o nº 1 do artigo 4º do Decreto-Lei nº 140/99
de 24 de abril (Diario da República Serie I-B nº 153, de 5 de julho de 2000)
2
2
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
73
que juntar catorze espécies de anfíbios, mais de uma vintena de
répteis e uma variada amostra de aves: o açor (Accipiter
gentiles), o mocho real (Bubo bubo), o abutre negro (Aegypius
monachus) ou a águia real (Aquila chrysaetos), entre outras.
hay que sumar catorce especies de anfibios, más de una veintena de reptiles y una variada muestra de aves: el azor (Accipiter
gentiles), el búho real (Bubo bubo), el buitre negro (Aegypius
monachus) o el águila real (Aquila chrysaetos), entre otras.
Outro dos espaços relevantes com os que conta esta zona,
ainda que mais afastado da zona estritamente fronteiriça, é o
Parque Natural de Las Batuecas-Sierra de Francia4 que ocupa
dois dos municípios do sudeste da comarca de Ciudad Rodrigo
(Monsagro e Serradilla del Arroyo) e que possui grandes
valores naturais. Dentro do parque natural encontra-se a Zona
de Especial Protecção das Aves Las Batuecas-Sierra de Francia
que apesar de ter somente 5.226 hectares em território
transfronteiriço (17,3% do total, 30.183 hectares) comparte
espécies tão únicas como a cegonha negra (Ciconia nigra) e o
abutre negro (Aegypius monachus).
Otro de los espacios relevantes con los que cuenta esta zona,
si bien más alejado de la zona estrictamente fronteriza, es el Pa r que Natura l de Las Batuecas-Sierra de Francia4 que ocupa dos
de los municipios del sudeste de la comarca de Ciudad Rodrigo (Monsagro y Serradilla del Arroyo) y que posee grandes valores naturales. Dentro del parque natural se encuentra la Zona
de Especial Protección para las Aves Las Batuecas-Sierra de
Francia que, a pesar de tener tan sólo 5.226 ha en territorio transfronterizo (17,3 % del total, 30.183 ha), comparte especies tan
señeras como la cigüeña negra (Ciconia nigra) y el buitre
negro (Aegypius monachus).
Também, na terra de Ciudad Rodrigo encontra-se situado
um dos espaços protegidos mais representativos de Castela e
Leão: o Parque Natural de Arribes do Douro5, o qual se
estende pela parte mais setentrional da comarca, a
correspondente aos municípios de La Bouza e Puerto Seguro
(4.379 hectares). Esta franja caracteriza-se pelos entalhamentos
do rio Douro e os seus afluentes na planície e pelo aproveitamento
que o homem fez do arribe para cultivar espécies mediterrâneas
como a vide, a oliveira e a amendoeira em paredões e leiras. As
paredes verticais de granito representam o refúgio idóneo
para uma variada avi-fauna que junto com a paisagem eco
cultural se converte na maior atracção do parque natural. A
margem direita do rio, o lado português, está protegida pelo
Parque Natural do Douro Internacional 6.
También, en la tierra de Ciudad Rodrigo se encuentra ubicado uno de los espacios protegidos más representativos de Castilla y León: el Parque Natural de Arribes del Duero5, el cual
se extiende por la parte más septentrional de la comarca, la
correspondiente a los municipios de La Bouza y Puerto Seguro (4.379 ha). Esta franja se caracteriza por los encajamientos
del río Duero y sus afluentes en la penillanura y por el aprovechamiento que el hombre hace del arribe para cultivar especies mediterráneas como la vid, el olivo y el almendro en
paredones y bancales. Las paredes verticales de granito representan el refugio idóneo para una variada avifauna que junto
con el paisaje ecocultural se convierte en el mayor atractivo del
parque natural. La margen derecha del río, el lado portugués,
está protegido por el Parque Natura l do Douro Internacional 6.
Decreto-lei 141/1998, de 16 de Julho, pelo que se aprova o Plano de
Ordenação dos Recursos Naturais de Las Batuecas- Sierra de Francia
(Salamanca) (BOC y L nº 137, de 21 de Julho de 1998)
Lei 8/2000, de 11 de Julho, de declaração do Parque Natural de Las BatuecasSierra de Francia (Salamanca) (BOC y L nº 140, de 19 de Julho de 2000)
5
Decreto-lei 164/2001, de 7 de Junho, pelo que se aprova o Plano de
Ordenação dos Recursos Naturais do Espaço Natural Arribes do Douro
(Salamanca-Zamora) (BOC y L nº 144, de 13 de Junho de 2001)
Lei 5/2002, De 11 de Abril, de declaração do Parque Natural de Arribes do
Douro (Salamanca-Zamora) (Suplemento BOC y L nº 79, de 26 de Abril de 2002)
6
Decreto-lei Regulamentar nº 8/1998, de 11 de Maio, estabelece a
classificação do Parque Natural do Douro internacional (Diário da República
Série I-B nº 108/98, de 11 de Maio de 1998)
Decreto 141/1998, de 16 de julio, por el que se aprueba el Plan de Ordenación de los Recursos Naturales de Las Batuecas-Sierra de Francia (Salamanca)
(BOC y L nº 137, de 21 de julio de 1998)
Ley 8/2000, de 11 de julio, de declaración del Parque Natural de Las Batuecas-Sierra de Francia (Salamanca) (BOC y L nº 140, de 19 de julio de 2000)
5
Decreto 164/2001, de 7 de junio, por el que se aprueba el Plan de Ordenación de los Recursos Naturales del Espacio Natural Arribes del Duero (Salamanca-Zamora) (BOC y L nº 114, de 13 de junio de 2001)
Ley 5/2002, de 11 de abril, de declaración del Parque Natural de Arribes del
Duero (Salamanca-Zamora) (Suplemento BOC y L nº 79, de 26 de abril de 2002)
6
Decreto Regulamentar nº 8/1998, de 11 de mayo, establece la clasificación do Parque Natural do Douro internacional (Diario da República Serie
I-B nº 108/98, de 11 de mayo de 1998)
4
74
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
4
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
O Parque Natural Arribes do Douro, o Espaço Natural de
El Rebollar e a Reserva Natural da Serra da Malcata são
seguramente os espaços com mais resenhas da zona junto com
o Parque Natural de Las Batuecas-Sierra de Francia; no entanto,
existem outros lugares que também formarão parte como
Zonas de Especial Protecção para as Aves (ZEPAs) segundo
a Directiva de Aves7, assim como Lugares de Interesse
Comunitário (LICs) ao amparo da Directiva de Habitas8.
Dentro da parte espanhola transfronteiriça são oito os territórios
reconhecidos pela administração regional para formar parte da
Rede Natura 2000: El Rebollar (ES 4150032), Las BatuecasSierra de Francia (ES 4150107), Arribes do Douro (ES
41500096), Campo de Argañan (ES 4150098), Campo de Azaba
(ES 4150100), Rio Águeda (ES 4150087), Ribeiras del Rio
Agadón (ES 4150125) e Ribeiras dos rios Huebra, Yeltes, Uces
y Afluentes (ES 4150064).
Estas áreas fazem parte da Zona de Importância para a
Conservação da cegonha negra9 e, inclusive, estão reconhecidas
como Área Crítica, mas albergam outras aves de interesse como
são o milhafre real (Milvus milvus), a águia calçada (Hieraaetus
pennatus), a garça comum (Ixobrychus minutus), o falcão
abelheiro (Pernis apivorus) e a águia das cobras (Circaetus
gallicus) no Campo de Argañan (17.304 hectares); o sisão
(Tetrax tetrax), o cortiçol (Pterocles orientalis), o francelho
(Falco naumanni), o abutre negro (Aegypius monachus) e o
abutre leonado (Gyps fulvus) no Campo de Azaba (36.496
hectares); e o abanto (Neophron percnopterus), a águia
perdigueira (Hieraaetus fasciatus) e o falcão peregrino (Falco
peregrinus) no Rio Águeda (553 hectares). As Ribeiras do Rio
7
Directiva 79/409/CEE, de 2 de abril de 1979, relativa à conservação das
aves silvestres (DOCE nº 103, de 25 de Abril de 1979)
8
Directiva 92/43/CEE, de 21 de Maio de 1992, relativa à conservação dos
habitats naturais e da fauna e flora silvestres (DOCE nº L 206, de 22 de Julho
de 1992)
9
Decreto 82/1995, de 11 de Maio, pelo que se aprova o Plano de
Recuperação da Cegonha Negra em Castela e Leão (BOC y L nº 92, de 16 de
Maio de 1995)
Ordem de 7 de Janeiro de 1998, pelo que se acorda levar a cabo informação
pública da proposta de declaração de Áreas Críticas para a Cegonha Negra
(Ciconia nigra) na Zona de Importância para a Conservação de dita espécie
na província de Salamanca (BOC y L n16, de 26 de Janeiro de 1998).
El Parque Natural de Arribes del Duero, el Espacio Natural de El Rebollar y la Reserva Natural da Serra da Malcata son
seguramente los espacios más reseñados de la zona junto con
el Parque Natural de Las Batuecas-Sierra de Francia; sin
embargo, existen otros lugares que también formarán parte como
Zonas de Especial Protección (ZEC) de la futura Red Natura
2000, bien como Zonas de Especial Protección para las Aves
(ZEPAs) según la Directiva de Aves7, bien como Lugares de Interés Comunitario (LICs) al amparo de la Directiva de Hábitats8.
Dentro de la parte española transfronteriza son ocho los enclaves reconocidos por la administración regional para formar parte de la Red Natura 2000: El Rebollar (ES 4150032), Las
Batuecas-Sierra de Francia (ES 4150107), Arribes del Duero (ES
41500096), Campo de Argañán (ES 4150098), Campo de Azaba (ES 4150100), Río Águeda (ES 4150087), Riberas del Río
Agadón (ES 4150125) y Riberas de los ríos Huebra, Yeltes, Uces
y Afluentes (ES 4150064).
Estas áreas forman parte de la Zona de Importancia para
la Conservación de la cigüeña negra9 e, incluso, están reconocidas como Área Crítica, pero albergan otras aves de interés como
son el milano real (Milvus milvus), el águila calzada (Hieraae tus pennatus) , el avetorillo común (Ixobrychus minutus), el halcón abejero (Pernis apivorus) y el águila culebrera (Circaetus
gallicus) en el Campo de Argañán (17.304 ha); el sisón (Tetrax
tetrax), la ganga ortega (Pterocles orientalis), el cernícalo primilla
(Falco naumanni), el buitre negro (Aegypius monachus) y el buitre leonado (Gyps fulvus) en el Campo de Azaba (36.496 ha);
y el alimoche (Neophron percnopterus), el águila perdicera (Hie raaetus fasciatus) y el halcón peregrino (Falco peregrinus) en el
7
Directiva 79/409/CEE, de 2 de abril de 1979, relativa a la conservación
de las aves silvestres (DOCE nº 103, de 25 de abril de 1979)
8
Directiva 92/43/CEE, de 21 de mayo de 1992, relativa a la conservación de los hábitats naturales y de la fauna y flora silvestres (DOCE nº L 206,
de 22 de julio de 1992)
9
Decreto 83/1995, de 11 de mayo, por el que se aprueba el Plan de Recuperación de la Cigüeña Negra en Castilla y León (BOC y L nº 92, de 16 de mayo
de 1995)
Orden de 7 de enero de 1998, por el que se acuerda llevar a cabo información pública de la propuesta de declaración de Areas Críticas para la Cigüeña
Negra (Ciconia nigra) en la Zona de Importancia para la Conservación de dicha
especie en la provincia de Salamanca (BOC y L nº 16, de 26 de enero de 1998).
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
75
Agadón (87 hectares) apresentam uma grande qualidade
ecológica devido à variedade da fauna aquática como a lontra
(Lutra lutra) como máximo expoente junto com outras espécies
de peixes continentais como sarda (Rutilus lemmingii) e o
calandino (Tropidophoxinellus alburnoides). Os rios Huebra,
Yeltes e Uces (4.743 hectares) são o habitat de espécies ícteas
autóctones.
Río Águeda (553 ha). Las Riberas del Río Agadón (87 ha) presentan una gran calidad ecológica debido a la variedad de la fauna acuática con la nutria (Lutra lutra) como máximo exponente
junto a otras especies de peces continentales como la pardilla
(Rutilus lemmingii) y el calandino (Tropidophoxinellus albur noides). Los ríos Huebra, Yeltes y Uces (4.743 ha) son el hábitat de especies ícteas autóctonas.
Toda a comarca de Ciudad Rodrigo, devido à sua
homogeneidade topográfica, favorece a presença de acumulações
de água (lagoas, charcos e lamaçais) de indiscutível valor meioambiental que formam ecossistemas altamente produtivos. A
legislação autonómica contempla como figura de protecção as
Zonas Húmidas10 já que são reservatórios de água ameaçados
em todo o mundo devido à dissecação levada a cabo pelo homem
durante o século passado. No inventário de Zonas Húmidas de
Castela e Leão aparece a Lagoa Grande de Campanero, no
termo municipal de Castillejo de Martín Viejo.
Toda la comarca de Ciudad Rodrigo, gracias a su homogeneidad topográfica, favorece la presencia de acumulaciones de
agua (lagunas, charcas y bodones) de indiscutible valor medioambiental y que forman ecosistemas altamente productivos. La legislación autonómica contempla como figura de protección las
Zonas Húmedas10 ya que son reservorios de agua amenazados
en todo el mundo debido a la desecación llevada a cabo por el
hombre durante el siglo pasado. En el inventario de Zonas
Húmedas de Castilla y León aparece la Laguna Grande de Campanero, en el término municipal de Castillejo de Martín Viejo.
Em territorio português, tem que se destacar outros geosistemas e geo-faces de interesse ecológico e paisagísticos
como as barragens (Sabugal e Alfaiates) e as praias fluviais
(Sabugal, Quadrazais, Rapoula do Côa e Fóios) do rio Côa na
sua passagem por Almeida e Sabugal. Entre ambos os concelhos
encontra-se um biótopo de roble (Quercus pyrenaica) que foi
classificado como património florestal pelo Programa CORINE.
En terreno portugués, hay que destacar otros geosistemas
y geofacies de interés ecológico y paisajístico como los embalses (Sabugal y Alfaiates) y las playas fluviales (Sabugal, Quadrazais, Rapoula do Côa y Fóios) del río Côa a su paso por
Almeida y Sabugal. Entre ambos concelhos se encuentra un biotopo de rebollo (Quercus pyrenaica) que fue clasificado como
patrimonio forestal por el Programa CORINE.
Existem ainda diversos espaços naturais de um lado e do
outro da fronteira sem protecção nenhuma, mas ainda assim, a
grande quantidade de áreas protegidas põem a manifesto a
relevância ambiental deste âmbito transfronteiriço que comparte
valores naturais e que, portanto, exige uma gestão comum para
a sua conservação e melhora. Os responsáveis da administração
e as associações em defesa da natureza devem velar de forma
coordenada por estes redutos de vida.
Existen aún multitud de espacios naturales a uno y otro lado
de la frontera sin protección alguna, pero aún así, la gran cantidad de áreas protegidas ponen de manifiesto la relevancia
ambiental de este ámbito transfronterizo que comparte valores
naturales y que, por tanto, demanda una gestión común para su
conservación y mejora. Los responsables de la administración
y las asociaciones en defensa de la naturaleza deben velar de
forma coordinada por estos reductos de vida.
Decreto 194/1994, de 25 de Agosto, pelo que se aprova o Catálogo de
Zonas Húmidas e se estabelece o seu regime de protecção (BOC y L nº 168,
de 31 de Agosto de 1994)
10
Decreto 194/1994, de 25 de agosto, por el que se aprueba el Catálogo
de Zonas Húmedas y se establece su régimen de protección (BOC y L nº 168,
de 31 de agosto de 1994)
Decreto 125/2001, de 19 de abril, por el que se modifica el Decreto 194/1994,
de 25 de agosto, y se aprueba la ampliación del Catálogo de Zonas Húmedas
de Interés Especial (BOC y L nº 80, de 25 de abril del 2001)
10
76
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
m CONCELHOS DE ALMEIDA Y SABUGAL
ASSOCIAÇÃO HUMANITÁRIA DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE ALMEIDA
6350 Almeida
Tlfno.- + 351 271 574222 / + 351 271 574217
José Alberto Almeida Morgado
Objetivos.- Dinamização do corpo de Bombeiros e protecção da vida e bens.
Actividades.- Socorrer feridos e doentes. Combate de
incêndios.
RESERVA NATURAL DA SERRA DA MALCATA
Rua dos Bombeiros Voluntários
6090 - 587 Sabugal
Tlfno.- + 351 277 394467
Fax.- + 351 277 394580
E-mail.- [email protected]
Pedro Sarmento
CENTRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SRA. DA GRAÇA
Bº Sª da Graça - Apartado 86
6320 - 052 Aldeia de Sto. António
Tlfno.- + 351 271 752825
Fax.- + 351 271 754425
E-mail.- [email protected]
Dr. Pedro Sarmento
Objetivos.- Assegurar a protecção e promoção dos valores naturais, paisagísticos e culturais, concentrando o
esforço nas áreas consideradas prioritárias para a conservação da natureza. Promover a invertigação científica e o conhecimento sobre o património natural,
bem como a monitorização de espécies, habitats e
ecossistemas. Promover a valorização da área protegida assegurando a conservação do seu património natural. Desenvolver acções específicas de conservação e
gestão de espécies habitats prioritários. Promover a educação e formação em matéria de conservação da Natureza e da Biodiversidade. Enquadrar as actividades
humanas através de uma gestão racional dos recursos
naturais com vista a promover simultaneamente o des-
envolvimento económico e o bem-estar das populações de forma sustentada. Corrigir os processos que poderão conduzir à degradação dos valores naturais em
presença, criando condições para a sua manutenção e
valorização.
Actividades.- Conservação da natureza e da biodiversidade. Ordenamento do Território. Promoção e divulgação da conservação da natureza. Produção florestal.
Produção do desenvolvimento local. Vigilância e fiscalização.
CENTRO DE INTERPRETAÇÃO DE PENAMACOR
Rua Dr. António Ribeiro Sanches, nº60 - Apartado 38
6090 - 587 Penamacor
Tlfno.- + 351 277 394467
Fax.- + 351 277 394580
E-mail.- [email protected]
Objetivos.- Assegurar a protecção e promoção dos valores naturais, paisagísticos e culturais, concentrando o
esforço nas áreas consideradas prioritárias para a conservação da natureza. Promover a invertigação científica e o conhecimento sobre o património natural,
bem como a monitorização de espécies, habitats e
ecossistemas. Promover a valorização da área protegida assegurando a conservação do seu património natural. Desenvolver acções específicas de conservação e
gestão de espécies habitats prioritários. Promover a educação e formação em matéria de conservação da Natureza e da Biodiversidade. Enquadrar as actividades
humanas através de uma gestão racional dos recursos
naturais com vista a promover simultaneamente o desenvolvimento económico e o bem-estar das populações de forma sustentada. Corrigir os processos que
poderão conduzir à degradação dos valores naturais em
presença, criando condições para a sua manutenção e
valorização.
Actividades.- Conservação da natureza e da biodiversidade. Ordenamento do Território. Promoção e divulgação da conservação da natureza. Produção florestal.
Produção do desenvolvimento local. Vigilância e fiscalização.
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
77
ASSOCIAÇÃO HUMANITÁRIA DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DO SABUGAL
Sabugal
6320 Sabugal
Tlfno.- + 351 271 753415
Fax.- + 351 271 753635
Luís Carlos Carriço
Objetivos.- Manter um corpo de bombeiros voluntários
e a protecção das vidas e bens por qualquer forma
podendo estes desenvolverem actividades sócio-culturais
e desportivas.
ASSOCIAÇÃO HUMANITÁRIA DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DO SOITO
Soito
6320 Soito
Tlfno.- + 351 271 601015
Rui Meirinho
Objetivos.- Criar e manter o corpo de Bombeiros Voluntários do Soito, socorrer feridos e doentes e a protecção da vida e bens.
m COMARCA DE CIUDAD RODRIGO
SOCIEDAD MICOLÓGICA DE CIUDAD RODRIGO
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 659 109518
Juan Carlos Zamarreño Domínguez
Objetivos.- Estudio, conocimiento y divulgación de las
setas.
Actividades.- Investigación de campo. Jornadas. Exposiciones. Charlas coloquio.
ASOCIACIÓN HUMANITARIA DEL CUERPO DE BOMBEROS VOLUNTARIOS DE CIUDAD RODRIGO
C/ Santa Clara, Nº 3
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 923 462221 / +34 923 460080 / +34 923 460156
Fax.- +34 923 462221
Jesús Muñoz - Joaquín Pellicer
78
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
Objetivos.- Prestación y mantenimiento de un servicio
de extinción de incendios y salvamento.
Actividades.- Extinción de incendios. Rescate de personas. Cursos de formación. Etc...
FUNDACIÓN NATURALEZA Y HOMBRE
C/ Santa Clara Nº 7 Bajo
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 923 481401 / +34 942 559119
Fax.- +34 923 481401
E-mail.- [email protected]
Web.- www.fnyh.org
Carlos Sánchez Martínez
Objetivos.- Conservación del patrimonio natural y de las
actividades tradicionales del hombre. Fomentar los
espacios naturales protegidos. Restaurar ecosistemas y
recuperar especies amenazadas de flora y fauna silvestres. Investigación. Educación ambiental.
Actividades.- Servicios medioambientales.
ASOCIACIÓN BOMBEROS VOLUNTARIOS DE FUENTEGUINALDO
Plaza de la Constitucion, Nº 1
37540 Fuenteguinaldo
Tlfno.- +34 923 497100
Fax.- +34 923 497140
Pablo Martín Ingelmo
Objetivos.- - Velar por la seguridad ciudadana. Extinción
de incendios.
Actividades.- Maniobras periódicas para el buen funcionamiento de los útiles necesarios para la extinción de
incendios, así como la utilización de equipos especiales
para evitar riesgos laborales.
ESPACIO NATURAL DE EL REBOLLAR
Servicio Te rritorial de Medio Ambiente, C/ Villar Y
Macias, 1
37001 Salamanca
Tlfno.- +34 923 296026
E-mail.- [email protected]
Web.- www.jcyl.es
Teresa Tarazona Lafarga
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
PARQUE NATURAL DE ARRIBES DEL DUERO (SALAMANCA)
S e rvicio Te rritorial de Medio Ambiente, C/ Villar Y Macías, 1
37001 Salamanca
Tlfno.- +34 923 296026
E-mail.- [email protected]
Web.- www.jcyl.es
Teresa Tarazona Lafarga
Objetivos.- Conservar, proteger y mejorar los recursos
naturales, su vegetación, flora, fauna, gea, agua y paisaje, preservando la diversidad genética y manteniendo la dinámica y estructura de sus ecosistemas. Restaurar
los ecosistemas y valores del parque natural que hayan
sido deteriorados. Garantizar la conservación de su
biodiversidad y la persistencia de las especies de flora
y fauna singularmente amenazadas, con especial atención a la cigüeña negra y al águila perdicera; impulsar
el conocimiento y disfrute de sus valores naturales y culturales desde los puntos de vista educativo, científico,
recreativo y turístico. Potenciar la identidad cultural y
los valores tradicionales de los municipios del parque
natural, estableciendo las medidas necesarias para la conservación y restauración de su patrimonio cultural,
arqueológico, histórico y artístico.
Actividades.- Seguimiento del estado de conservación
de las especies más relevantes. Adecuación al entorno
rural y rehabilitación de arquitectura o elementos tradicionales. Dotación de equipamientos para el turismo
sostenible (señalización de elementos arquitectónicos singulares, recuperación de sendas, parques, adecuación de
edificios para actividades turísticas).
PARQUE NATURAL DE ARRIBES DEL DUERO (ZAMORA)
C/ Leopoldo Alas Clarín, Nº 4
49018 Zamora
Tlfno.- +34 980 559600
E-mail.- [email protected]
Web.- www.jcyl.es
Ana Martínez Fernández
Objetivos.- Conservar, proteger y mejorar los recursos
naturales, su vegetación, flora, fauna, gea, agua y paisaje, preservando la diversidad genética y manteniendo la dinámica y estructura de sus ecosistemas. Restaurar
los ecosistemas y valores del parque natural que hayan
sido deteriorados. Garantizar la conservación de su
biodiversidad y la persistencia de las especies de flora
y fauna singularmente amenazadas, con especial atención a la cigüeña negra y al águila perdicera. Impulsar
el conocimiento y disfrute de sus valores naturales y culturales desde los puntos de vista educativo, científico,
recreativo y turístico. Potenciar la identidad cultural y
los valores tradicionales de los municipios del parque
natural, estableciendo las medidas necesarias para la conservación y restauración de su patrimonio cultural,
arqueológico, histórico y artístico.
Actividades.- Seguimiento del estado de conservación
de las especies más relevantes. Adecuación al entorno
rural y rehabilitación de arquitectura o elementos tradicionales. Dotación de equipamientos para el turismo
sostenible (señalización de elementos arquitectónicos singulares, recuperación de sendas, parques, adecuación de
edificios para actividades turísticas).
PARQUE NATURAL DE LAS BATUECAS-SIERRA DE FRANCIA
S e rvicio Te rritorial de Medio Ambiente, C/ Villar Y Macías, 1
37001 Salamanca
Tlfno.- +34 923 296026
Web.- www.jcyl.es
Alejandro del Amo García
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
79
80
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
A RECUPERAÇÃO E A VALORIZAÇÃO DO
PATRIMÓNIO CULTURAL
LA RECUPERACIÓN Y LA PUESTA EN VALOR
DEL PATRIMONIO CULTURAL
O património cultural converteu-se numa das medidas
fundamentais dos programas de desenvolvimento para fomentar
a actividade económica nos territórios rurais. A recuperação e
a valorização do património estão vinculadas ao auge do
turismo rural e cultural como uma nova fonte de emprego. Na
última década do século XX, uma grande parte dos projectos
apoiados pelos programas operativos e as iniciativas
comunitárias, orientaram-se para a revalorização dos recursos
endógenos ligados à interpretação das paisagens eco culturais
e à dotação de usos alternativos a toda uma série de
manifestações históricas e artísticas e de criação popular. A
adequação e interpretação de todo este património para o uso
público acolhe uma amplo campo de acções1.
El patrimonio cultural se ha convertido en una de las medidas fundamentales de los programas de desarrollo para fomentar la actividad económica en los territorios rurales. La
recuperación y puesta en valor del patrimonio está vinculada con
el auge del turismo rural y cultural como un nuevo yacimiento
de empleo. En la última década del siglo XX, una gran parte de
los proyectos respaldados por los programas operativos y las iniciativas comunitarias, se han orientado a la revalorización de los
recursos endógenos ligados a la interpretación de los paisajes ecoculturales y la dotación de usos alternativos a toda una serie de
manifestaciones históricas y artísticas y de creación popular. La
adecuación e interpretación de todo este patrimonio para el uso
público acoge un amplio campo de actuaciones1.
As orientações das reuniões internacionais, as referências
dos textos normativos e as boas actuações difundidas dão um
perfil extenso do conceito do património cultural relacionado
com as paisagens agrárias, os restos arqueológicos, as obras
históricas e as expressões tradicionais. A Convenção sobre a
Las orientaciones de las reuniones internacionales, las referencias de los textos normativos y las buenas prácticas difundidas dan un perfil extenso del concepto del patrimonio cultural
relacionado con los paisajes agrarios, los restos arqueológicos,
las obras históricas y las expresiones tradicionales. La Con-
1
O Observatório Europeu Leader, responsável da Revista LEADER
Magazine, tratou as vinculações da cultura e do património com o
desenvolvimento rural, com os contributos de KAYSER, B. (1994). “A cultura,
um incentivo para o desenvolvimento local”, nº8 e DOWER, M. (1998). “Um
ponto forte para o desenvolvimento local: o recurso património”, nº 17. Da sua
parte, a Unidade Espanhola do Observatório Europeu Leader dedicou de forma
monográfica o número 12 da Revista de Desenvolvimento Rural Actualidade
Leader ao património cultural.
1
El Observatorio Europeo Leader, responsable de la Revista LEADER
Magazine, ha tratado las vinculaciones de la cultura y del patrimonio con el
desarrollo rural, con las aportaciones de KAYSER, B. (1994). “La cultura, un
incentivo para el desarrollo local”, nº 8 y DOWER, M. (1998). “Un punto fuerte para el desarrollo local: el recurso patrimonio”, nº 17. Por su parte, la Unidad Española del Observatorio Europeo Leader dedicó de forma monográfica
el número 12 de la Revista de Desarrollo Rural Actualidad Leader al patrimonio
cultural.
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
81
Protecção do Património Mundial Cultural e Natural2, celebrada
em Paris de 17 de Outubro a 21 de Novembro de 1972, da
Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e
a Cultura (UESCO), considera “património cultural” as obras
arquitectónicas, de escultura ou de pintura monumentais,
elementos ou estruturas de carácter arqueológico, inscrições,
cavernas e grupos de elementos, que tenham um valor universal
excepcional desde o ponto de vista da história da arte o da
ciência (os monumentos); os grupos de construções, isoladas ou
reunidas, cuja arquitectura, unidade e integração na paisagem
lhes dê um valor universal excepcional desde o ponto de vista
da história, da arte ou da ciência (os conjuntos); e as obras do
homem ou obras conjuntas do homem e a natureza, assim como
as zonas, incluídos os lugares arqueológicos que tenham um valor
universal desde o ponto de vista histórico, estético, etnológico
ou antropológico (os lugares).
A normativa portuguesa relacionada com o património
cultural remete-nos para a década dos oitenta3, tendo sido, no
entanto, revista recentemente para estabelecer as bases da
política e o regime de protecção e valorização do património4.
Segundo esta norma, o património cultural, está integrado por
todos os bens que, sendo testemunhos com valor de civilização
ou de cultura portadores de interesse cultural relevante
(histórico, paleontólogo, arqueológico, arquitectónico, linguístico,
documental, artístico etnográfico, cientifico, social, industrial ou
técnico) devem ser objecto de especial protecção.
2
Instrumento de aceitação, de 18 de Março de 1982, da Convenção sobre
a Protecção do Património Mundial Cultural e Natural, feita em Paris no dia
23 de Novembro de 1972 (BOE nº 156, de 1 de Julho de 1982).
3
Lei nº 13/1985, de 6 de Julho, de Bases do Património cultural português
(Diário da República Série I nº 153, de 6 de Julho de 1985).
4
Lei nº 107/2001, de 8 de Setembro, estabelece as bases da política e do
regime de protecção e valorização do património cultural (Diário da República
Série I-A nº 209, de 8 de Setembro de 2001).
82
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
vención sobre la Protección del Patrimonio Mundial Cultural
y Natural2, celebrada en París del 17 de octubre al 21 de
noviembre de 1972, de la Organización de las Naciones Unidas
para la Educación, la Ciencia y la Cultura (UNESCO), considera “patrimonio cultura l” : las obras arquitectónicas, de escultura o de pintura monumentales, elementos o estructuras de
carácter arqueológico, inscripciones, cavernas y grupos de elementos, que tengan un valor universal excepcional desde el punto de vista de la historia del arte o de la ciencia (los
monumentos); los grupos de construcciones, aisladas o reunidas,
cuya arquitectura, unidad e integración en el paisaje les dé un
valor universal excepcional desde el punto de vista de la historia, del arte o de la ciencia (los conjuntos); y las obras del hombre u obras conjuntas del hombre y la naturaleza, así como las
zonas, incluidos los lugares arqueológicos que tengan un valor
universal excepcional desde el punto de vista histórico, estético, etnológico o antropológico (los lugares).
La normativa portuguesa relacionada con el patrimonio cultural se remonta a la década de los ochenta3, sin embargo, ha
sido revisada recientemente para establecer las bases de la política y el régimen de protección y valorización del patrimonio4.
Según esta norma, el patrimonio cultural, está integrado por
todos los bienes que, siendo testimonio con valor de civilización
o de cultura portadores de interés cultural relevante (histórico, paleontológico, arqueológico, arquitectónico, lingüístico,
documental, artístico, etnográfico, científico, social, industrial o
técnico) deben ser objeto de especial protección.
2
Instrumento de aceptación, de 18 de marzo de 1982, de la Convención
sobre la Protección del Patrimonio Mundial Cultural y Natural, hecha en París
el 23 de noviembre de 1972 (BOE nº 156, de 1 de julio de 1982).
3
Lei n.º 13/1985, de 6 de julho, de Bases do Património cultural português (Diário da República Série I nº 153, de 6 de julho de 1985)
4
Lei n.º 107/2001, de 8 de setembro, estabelece as bases da política e do
regime de protecção e valorização do património cultural (Diario de la República Série I-A nº 209, de 8 de setembro de 2001).
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
PATRIMÓNIO IMÓVEL CLASSIFICADO E EM VIAS
DE CLASSIFICAÇÃO DE ALMEIDA
BIENES DE INTERÉS CULTURAL DE LA COMARCA
DE CIUDAD RODRIGO
DESIGNAÇÃO
TIPO DE CLASSIFICAÇÃO
TIPOLOGIA
DESIGNACION
Castelo de Castelo Bom
Castelo de Castelo Mendo
Muralhas da Praça de Almeida
Aldeia de Castelo Mendo
Anta da Pedra de Ante
Igreja Matriz de São Miguel
de Malhada Sorda
Igreja de Leomil
Necrópole de sepulturas
escavadas na rocha
em Malpartida
Pelourinho de Castelo Mendo
Pelourinho de Vale de Coelha
Monumento Nacional (MN)
Monumento Nacional (MN)
Monumento Nacional (MN)
Imóvel de Interesse Público (IIP)
Em vias de classificação
Castelo/Arquitectura Militar
Castelo/Arquitectura Militar
Muralha/Arquitectura Militar
Aldeia/Arquitectura Civil
Anta/Arqueologia
Castillo
(La Alberguería de Argañán)
Imóvel de Interesse Público (IIP)
Em vias de classificação
Igreja/Arquitectura Religiosa
Igreja/Arquitectura Religiosa
Imóvel de Interesse Público (IIP)
Imóvel de Interesse Público (IIP)
Imóvel de Interesse Público (IIP)
Sepultura/Arqueologia
Pelourinho/Arquitectura Civil
Pelourinho/Arquitectura Civil
FUENTE: Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR) (http://www.ippar.pt/patrimonio)
CATEGORIA
Real Fuerte de la Concepción
(Aldea del Obispo)
Castillo de El Gardón
(Aldea del Obispo)
Zona de población incluida
dentro del recinto
(Ciudad Rodrigo)
Catedral de Santa María
(Ciudad Rodrigo)
Casa de Los Castro
(Ciudad Rodrigo)
DESIGNACIÓN
Monasterio de la Caridad
(Ciudad Rodrigo)
DESIGNAÇÃO
Palacio de Los Aguilas
(Ciudad Rodrigo)
Ruinas del Convento
de San Francisco
(Ciudad Rodrigo)
Castelo do Sabugal e restos
da respectiva muralha
Castelo de Sortelha
Capela da Santa Casa
da Misericórdia
de Alfaiates/Igreja
da Misericórdia de Alfaiates
Castelo de Alfaiates
Castelo de Vilar Maior
Convento de Sacaparte
/Convento de Sacraparte
Cruzeiro da Aldeia da Ponte
Cruzeiro de Sacaparte
/Cruzeiro de Sacraparte
Igreja Românica de Santa Maria
do Castelo de Vilar Maior
Igreja matriz de Vilar Maior
e torre anexa/Igreja
de São Pedro
Pedra gravada com a medida
de comprimento (côvado)
Pelourinho de Alfaiates
Pelourinho do Sabugal
Pelourinho de Sortelha
Pelourinho de Vilar Maior
Pelourinho de Vila do Touro
Ponte antiga da Aldeia da Ponte
Ponte de Sequeiros
Ponte Medieval sobre o Rio
Cesarão/Ponte Romana em
Vilar Maior Ponte Românica
em Vilar Maior
TIPO DE CLASSIFICAÇÃO
TIPOLOGIA
Monumento Nacional (MN)
Monumento Nacional (MN)
Castelo/Arquitectura Militar
Castelo/Arquitectura Militar
Imóvel de Interesse Público (IIP)
Imóvel de Interesse Público (IIP)
Imóvel de Interesse Público (IIP)
Imóvel de Interesse Público (IIP)
Capela/Arquitectura Religiosa
Castelo/Arquitectura Militar
Castelo/Arquitectura Militar
Convento
/Arquitectura Religiosa
Cruzeiro/Arquitectura
Religiosa
Cruzeiro
/Arquitectura Religiosa
Imóvel de Interesse Público (IIP)
Igreja/Arquitectura Religiosa
Imóvel de Interesse Público (IIP)
Imóvel de Interesse Municipal (IIM)
Igreja
Imóvel de Interesse Municipal (IIM) /Arquitectura Religiosa
Imóvel de Interesse Público (IIP)
Imóvel de Interesse Público (IIP)
Imóvel de Interesse Público (IIP)
Imóvel de Interesse Público (IIP)
Imóvel de Interesse Público (IIP)
Imóvel de Interesse Público (IIP)
Imóvel de Interesse Público (IIP)
Imóvel de Interesse Público (IIP)
Em vias de classificação
(Homologado-Imóvel de
Interesse Público)
Inscrição/Arquitectura Civil
Pelourinho/Arquitectura Civil
Pelourinho/Arquitectura Civil
Pelourinho/Arquitectura Civil
Pelourinho/Arquitectura Civil
Pelourinho/Arquitectura Civil
Ponte/Arquitectura Civil
Ponte/Arquitectura Civil
Castillo
Edificio del Ayuntamiento
(Ciudad Rodrigo)
Castillo de Enrique II
de Trastámara
(Ciudad Rodrigo)
Abrigo de la Majada/Sierra
de Torralba
(Ciudad Rodrigo)
Ruinas Arqueológicas
de Urueña
(Fuenteguinaldo)
Castillo
(El Payo)
Villa Romana
(Saelices el Chico)
La Peña Pintada
(Serradilla del Arroyo)
Siega Verde
(Villar de Argañán)
La Pata del Moro
(Villar de la Yegua)
Ruinas Romanas de Lerilla
(Zamarra)
Castillo/Arquitectura militar
(22 de abril de 1949)
Monumento
Arquitectura militar (6 de agosto de 1992)
Castillo
Castillo/Arquitectura militar (22 de abril de 1949)
Conjunto Histórico Arquitectura militar y Arquitectura civil
(29 de marzo de 1944)
Monumento
Arquitectura religiosa (5 de septiembre de 1889)
Monumento
Palacio/Arquitectura civil (7 de marzo de 1958)
CATEGORÍA
PATRIMÓNIO IMÓVEL CLASSIFICADO E EM VIAS
DE CLASSIFICAÇÃO DE SABUGAL
TIPOLOGIA
TIPOLOGÍA
Monumento
Convento/Arquitectura religiosa
17 de febrero de 1994)
Monumento
Palacio/Arquitectura civil (13 de marzo de 1969)
Monumento
Convento/Arquitectura religiosa
(28 de octubre de 1993)
Monumento
Arquitectura civil (3 de junio de 1931)
Castillo
Castillo/Arquitectura militar (22 de abril de 1949)
Arte Rupestre
Arte Rupestre (25 de junio de 1985)
Zona Arqueológica Castro (3 de junio de 1931)
Castillo
Castillo/Arquitectura militar (22 de abril de 1949)
Zona Arqueológica Villa Romana (18 de septiembre de 1997)
Arte Rupestre
Arte Rupestre (25 de junio de 1985)
Zona Arqueológica Arte Rupestre (25 de septiembre de 1998)
Arte Rupestre
Arte Rupestre (25 de junio de 1985)
Zona Arqueológica Castro (3 de junio de 1931)
FUENTE: Consejería de Cultura y Turismo. Dirección General de Patrimonio y Bienes Culturales
(http://www.jcyl.es)
Ponte/Arquitectura Civil
FONTE: Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR) (http://www.ippar.pt/patrimonio)
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
83
A Lei de Património Cultural de Castela e Leão5, em
substituição da normativa estatal6, e o Plano do Património
Histórico de Castela e Leão (PAHIS 2004-2012)7 abrem novos
desafios de protecção e sugerem iedeias imaginativas de
intervenção. A classificação dos bens imóveis acrescenta as
categorias de protecção no meio rural com o conjunto etnológico
e a via histórica, que se juntam às de monumento, jardim
histórico, conjunto histórico, sítio histórico e zona arqueológica,
e aos reconhecimentos genéricos dos castelos (1949) e os escudos,
emblemas, pedras heráldicas, rolos de justiça, cruzes de termo e
peças similares (1963).Assim, ficam declarados Bens de Interesse
Cultural pelo ministério da Lei 16/1985, de 25 de Junho, as covas,
abrigos e lugares que contenham manifestações de arte rupestre.
La Ley de Patrimonio Cultural de Castilla y León5, en sustitución de la normativa estatal6, y el Plan del Patrimonio Histórico de
Castilla y León (PAHIS 2004-2012)7 abren nuevos retos de protección y sugieren ideas imaginativas de intervención. La clasificación de los bienes inmuebles acrecienta las categorías de protección
en el medio rural con el conjunto etnológico y la vía histórica, que
se suman a las de monumento, jardín histórico, conjunto histórico,
sitio histórico y zona arqueológica, y a los reconocimientos genéricos de los castillos (1949) y los escudos, emblemas, piedras heráldicas, rollos de justicia, cruces de término y piezas similares (1963).
Así mismo, quedan declarados Bienes de Interés Cultural por ministerio de la Ley 16/1985, de 25 de junio, las cuevas, abrigos y lugares que contengan manifestaciones de arte rupestre.
Lei 12/2002, de 11 de Julho, de Património Cultural de Castela e Leão
(BOC y L Suplemento ao nº 139, de 19 de Julho de 2002) e Decreto 273/1994,
de 1 de Dezembro, sobre as competências e procedimento sobre o património
histórico artístico (BOC y L nº 247, de 26 de Dezembro de 1994).
6
Lei 16/1985, de 25 de Junho, de Património Histórico (BOE nº 155, de
29 de Junho de 1985) e Real Decreto 111/1986, de 10 de Janeiro, que desenvolve
parcialmente a Lei 16/1985, de 25 de Junho, de Património Histórico (BOE nº24,
de 28 de Janeiro de 1986).
7
Acordo 37/2005, de 31 de Março, pelo que se aprova o Plano PHIS 20042012, do Património Histórico de Castela e Leão (BOC y L nº 65, de 6 de Abril
de 2005), que dá continuidade ao Plano de Intervenção no Património Histórico de Castela e Leão (1996-2002) através do Decreto 176/1996, de 4 de Julho, pelo que se aprova o Plano de Intervenção no Património Histórico de
Castela e Leão para o período 1996-2002 (BOC y L nº 131, de 9 de Julho de
1996).
Ley 12/2002, de 11 de julio, de Patrimonio Cultural de Castilla y León
(BOC y L Suplemento al nº 139, de 19 de julio 2002) y Decreto 273/1994, de 1
de diciembre, sobre competencias y procedimiento sobre el patrimonio histórico-artístico (BOC y L nº 247, de 26 de diciembre de 1994).
6
Ley 16/1985, de 25 de junio, de Patrimonio Histórico (BOE nº 155, de
29 de junio de 1985) y Real Decreto 111/1986, de 10 de enero, que desarrolla
parcialmente la Ley 16/1985, de 25 de junio, de Patrimonio Histórico (BOE nº
24, de 28 de enero de 1986).
7
Acuerdo 37/2005, de 31 de marzo, por el que se aprueba el Plan PHIS
2004-2012, del Patrimonio Histórico de Castilla y León (BOC y L nº 65, de 6
de abril de 2005), que da continuidad al Plan de Intervención en el Patrimonio Histórico de Castilla y León (1996-2002) a través del Decreto 176/1996, de
4 de julio, por el que se aprueba el Plan de Intervención en el Patrimonio Histórico de Castilla y León para el período 1996-2002 (BOC y L nº 131, de 9 de
julio de 1996).
5
84
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
5
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
A recuperação do património cultural na zona tem sido
considerável nos últimos anos, promovida por iniciativas públicas
e privadas. O financiamento tem chegado de diversas fontes,
maioritariamente de fundos destinados ao fomento do emprego
e das infra-estruturas como os programas operativos (Aldeias
Históricas de Portugal), as iniciativas comunitárias LEADER I
e II, INTERREG II (Rota das Fortificações de Fronteira), etc.,
os programas de Escolas Atelier e Casas de Ofícios e Ateliers de
Emprego, os subsídios de habitat mineiro, etc., e com o seu
contributo económico têm-se reabilitado velhas casas para
alojamentos de turismo rural, a construção de centros de
interpretação ligados aos jazigos arqueológicos, os museus
etnográficos, a sinalização de monumentos, a recuperação de velhos
caminhos e veredas, etc. Neste capítulo não se pode esquecer as
acções das associações culturais a favor do património imaterial
(folclore, tradições, costumes, representações teatrais, etc.).
La recuperación del patrimonio cultural en la zona ha sido
considerable en los últimos años promovida por iniciativas públicas y privadas. La financiación ha llegado de diversas fuentes, mayoritariamente de fondos destinados al fomento del empleo y de las
infraestructuras como los programas operativos (Aldeias Históricas de Portugal), las iniciativas comunitarias LEADER I y II,
INTERREG II (Ruta de las Fortificaciones de Frontera), etc., los
programas de Escuelas Taller y Casas de Oficios y Talleres de
Empleo, las subvenciones de hábitat minero, etc., y con su aportación económica se han rehabilitado viejas casas para alojamientos
de turismo rural, la construcción de centros de interpretación ligados a los yacimientos arqueológicos, los museos etnográficos, la
señalización de monumentos, la recuperación de viejos caminos
y veredas, etc. En este capítulo no hay que olvidar las acciones de
las asociaciones culturales a favor del patrimonio inmaterial (folklore, tradiciones, costumbres, representaciones teatrales, etc.).
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
85
ASSOCIAÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL, CULTURAL
E DESPORTIVA DE ALDEIA BELA
6350 - 331 Aldeia Bela
Tlfno.- + 351 963 375022
Manuel Pereira de Oliveira ou Maria Nely Saraiva P.O.
Pereira
Objetivos.- Promoção social, cultural e desportiva.
ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DE ALMEIDA
Bairro de S. Francisco
6350 - 234 Almeida
Fax.- + 351 271 571073
E-mail.- [email protected]
Web.- http://pracaalta.blogs.sapo.pt
Dr. Telmo Gastão Cunha
Objetivos.- Desenvolvimento de actividades de âmbito
cultural e desportivo. Edição do Jornal Local Praça Alta.
ASSOCIAÇÃO CULTURAL E DESPORTIVA ESTRELA DE
ALMEIDA
6350 Almeida
Tlfno.- + 351 968 512722
Ana Paula Ribeiro da Silva Gonçalves
Objetivos.- Promoção cultural e Desportiva Estrela de
Almeida.
Actividades.- Futebol de Sénior e Infantil. Escolinhas de
Futebol.
ASSOCIAÇÃO SOCIAL, CULTURAL, DESPORTIVA E RECREATIVA DE AMOREIRA
Rua do Outeiro
6355 - 020 Amoreira
Tlfno.- + 351 271 947440 / + 351 967 571457
Maria Estela da Costa Clemente
Objetivos.- Promoção social, cultural e desportiva.
Actividades.- Instalação de Centro de dia. Actividades
culturais e de Tempo Livre. Crianças
86
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA, SOCIAL E CULTURAL
FREINEDENSE
Rua da Carreira
6355 - 060 Freineda
Tlfno.- + 351 271 511305
José Manuel Gonçalves Ferreira
Objetivos.- Promoção cultural, social e desportiva.
ASSOCIAÇÃO MUSICAL CULTURAL E DESPORTIVA
MALHADENSE
Rua Direita
6355 - 080 Malhada
Tlfno.- + 351 271 566961
Zeferino Fernandes Lemos
Objetivos.- P romoção cultural, desportiva e preservação
do património e do meio ambiente.
Actividades.- Banda Filarmónica. Desporto. Protecção do
Ambiente/Património. Bar.
ASSOCIAÇÃO CULTURAL, RECREATIVA DE NAVE
DE HAVER
6355 - 132 Nave de Haver
Tlfno.- + 351 965 132750
António Caçador
Objetivos.- Dinamização social, cultural e desportiva.
Actividades.- Actividades desportivas. Espectáculos tauromáquicos. Teatros. Espectáculos musicais.
CENTRO LÚDICO, CULTURAL E SOCIAL DE VILAR
FORMOSO
Avenida do Imigrante nº16
6355 - 256 Vilar Formoso
Tlfno.- + 351 271 513098
Fax.- + 351 271 513098
E-mail.- [email protected]
Prof. Maria José Mateus
Objetivos.- Dinamização social, cultural e recreativa.
Actividades.- Actividades de Tempo Livre. Dinamização
de Projectos de Naturaleza Social.
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
GRUPO CORAL POLIFÓNICO DE VILAR FORMOSO
6355 Vilar Formoso
Tlfno.- + 351 271 511462
José Casanova
Objetivos.- Desenvolvimento de actividades recreativas
e culturais.
Actividades.- Actuações musicais.
ASSOCIAÇÃO CULTURAL E RECREATIVA DE ALDEIA
DA DONA
Estrada Municipal, 17
6320 - 211 Aldeia da Dona
Objetivos.- Promoção de quaisquer actividades culturais
e recreativas e sendo-lhes vedadas todas as manifestações de carácter político e religioso.
ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DE ALDEIA DA PONTE, CULTURA E BENEFIC NCIA
Largo de S. Sebastião, Lar de Santo Cristo - Estrada dos
Forcalhos
6320 - 031 Aldeia da Ponte
Tlfno.- + 351 271 647616
Aires Ramos
Objetivos.- Assistência nos diversos ramos, defesa e
promoção da cultura.
CENTRO DESPORTIVO E CULTURAL DA FREGUESIA
DE ALDEIA DE SANTO ANTÓNIO
6320 - 052 Aldeia de Santo António
João Neca
Objetivos.- Assegurar a efectivação do directo, que assiste a todos os indivíduos à cultura e ao desporto.
LIGA DOS AMIGOS DA FREGUESIA DE ALDEIA DE SANTO
ANTÓNIO
6320 - 052 Aldeia de Santo António
Joaquim Ricardo
Objetivos.- P romoção, desenvolvimento, participação e
gestão das actividades sociais, culturais, desportiva,
recreativas e de beneficiência. Formação e aperfeiçoamento profissional e ainda acções de desenvolvimento
que contribuam para o bem estar da população.
ASSOCIAÇÃO DE JOVENS DE ALDEIA DO BISPO
6320 - 021 Aldeia do Bispo
Objetivos.- Desenvolver o espírito de camaradagem e
união entre os associados e espírito de envolvência dos
mesmos no costumes locais e promover acções que visem
a dinamização e divulgação cultural, recreativa e desportiva.
ASSOCIAÇÃO AMIGOS DE ALDEIA DO BISPO
ASSOCIAÇÃO DA JUVENTUDE PONTUENSE
6320 - 021 Aldeia do Bispo
Luís Eduardo Canaveira Manso
Objetivos.- Promover o desenvolvimento cultural, social,
económico, recreativo e turístico na área da freguesia
e a defesa das suas tradições.
Aldeia da Ponte
6320 - 031 Aldeia da Ponte
Tierry Váz
ASSOCIAÇÃO OS AMIGOS DAS BATOCAS
Batocas
6320 - 042 Aldeia da Ribeira
Tlfno.- + 351 271 555133
João Nabais Cunha
Objetivos.- Apoio à dinamização social, re c reativa e cultural dos amigos e moradores das Batotas.
ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA E CULTURAL DE ALDEIA
DO BISPO
6320 - 021 Aldeia do Bispo
Francisco Luís Barrios
Objetivos.- Promover a cultura desportiva e recreativa
dos seus associados.
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
87
CENTRO RECREATIVO E CULTURAL DE ALDEIA VELHA
6320 - 069 Aldeia Velha
José Domingos
Objetivos.- Promoção do estudo dos recursos naturais;
defesa e conservação do património histórico-cultural;
patrocínio de realizações de carácter cultural, artístico,
recreativo e desportivo e cooperar para o desenvolvimento da aldeia.
CASA DO POVO DE ALDEIA VELHA
Bairro das Eiras
6320 - 069 Aldeia Velha
Tlfno.- + 351 271 496544
Domingos Sanches da Silva
Objetivos.- Desenvolvimento econónimo, sócio-cultural
da comunidade local, formação social, cultural, moral e
profissional e valorização física dos seus associados; organização de cooperativas.
EMA - Associação Espaço Multimédia de Alfaiates
6320 - 081 Alfaiates
Objetivos.- Promoção cultural dos respectivos associados;
realização de iniciativas culturais e sociais que promovam o bem-estar dos habitantes; fomentar o desenvolvimento e progresso.
CENTRO CULTURAL E RECREATIVO DE ALFAIATES
6320 - 081 Alfaiates
Objetivos.- Promoção cultural, desportiva e recreativa
dos seus associados.
ASSOCIAÇÃO CULTURAL E DESPORTIVA DO BARAÇAL
6320 - 101 Baraçal
Adélia Teixeira
ASSOCIAÇÃO CULTURAL DA BENDADA O CARRAPATO
6250 - 181 Bendada
Objetivos.- Promoção de actividades culturais, desportivas e recreativas.
ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO PROGRESSO
DA BENDADA
6250 - 181 Bendada
Objetivos.- Apoio a jovens idosos e deficientes no âmbito da cultura, desporto, lazer e promoção e divulgação
das artes e saberes bendadenses.
GRUPO DESPORTIVO E CULTURAL DE REBELHOS
Rebelhos
6250 - 181 Bendada
Objetivos.- Promoção da cultura e do desporto dos seus
associados.
CASA DO POVO DA BENDADA
Av. Da Casa do Povo, nº. 16
6250 - 181 Bendada
Tlfno.- + 351 275 456103
Objetivos.- Desenvolvimento de actividades de carácter
social, cultural e recreativo.
ASSOCIAÇÃO CULTURAL DOS AMIGOS DOS TRIGAIS
Trigais
6320 Bendada
Objetivos.- Produção e divulgação de obras em todos os
domínios da cultura, plásticas, literárias, científicas,
sociais e políticas. Criação de espaços de encontro, convívio e intercâmbio entre os associados.
ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA E CULTURAL DA BISMULA
SOCIEDADE FILARMÓNICA BENDADENSE
6250 - 181 Bendada
Objetivos.- Exercício de actividades musicais.
88
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
6320 - 111 Bismula
Objetivos.- Desenvolvimento das actividades culturais,
desportivas e recreativas e ainda no âmbito da saúde.
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
CENTRO DE ANIMAÇÃO CULTURAL DO CASTELEIRO
6320 - 121 Casteleiro
Ismael Martins
Objetivos.- Promoção cultural, desportiva e recreativa
de todos os associados.
ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA E SOCIAL OS AMIGOS DA
CERDEIRA
6320 - 131 Cerdeira
GRUPO CULTURAL E DESPORTIVO DOS FOIOS
6320 - 141 Foios
Objetivos.- Promoção cultural, desportiva e recreativa
dos seus associados.
ASSOCIAÇÃO RECREATIVA E CULTURAL DOS FORCALHOS
6320 - 151 Forcalhos
Francisco Teixeira
ASSOCIAÇÃO RECREATIVA E CULTURAL DA LAGEOSA
Lageosa da Raia
6320 - 161 Lageosa
Objetivos.- Promoção cultural dos associados, através da
educação física e desportiva e da acção recreativa e intelectual.
CENTRO DE CONVÍVIO E LAZER DA LAGEOSA
Lageosa da Raia
6320 - 161 Lageosa
Objetivos.- Fomento da prática da cultura, desporto e
lazer visando a formação humana integral.
ASSOCIAÇÃO DOS JOVENS DA LAGEOSA
Lageosa da Raia
6320 - 161 Lageosa
Bruno Natário
GRUPO CULTURAL DESPORTIVO E RECREATIVO
DA LOMBA
6320 - 171 Lomba
Objetivos.- Incentivar a juventude para o desporto e cultura, isto é, promoção cultural, desportiva e recreativa
dos associados.
ASSOCIAÇÃO CULTURAL E DESPORTIVA DE MALCATA
6320 - 181 Malcata
Luís Miguel Gonçalves
Objetivos.- Promoção cultural, desportiva e recreativa
dos seus associados.
GRUPO RECREATIVO E CULTURAL DA NAVE
6320 - 212 Nave
Objetivos.- Promoção cultural, desportiva e recreativa
dos seus associados.
CENTRO RECREATIVO E CULTURAL DE PENALOBO
6320 - 220 Penalobo
Amadeu Paula Neves
Objetivos.- Promoção sócio-cultural dos associados e restante população da freguesia bem como a sua união e
bem-estar e proporcionar meios de diversão e recreio
de aproveitamento dos tempos livres.
ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO MONTE NOVO
Monte Novo
6320 - 233 Pousafoles do Bispo
César Leal
ASSOCIAÇÃO CULTURAL, DESPORTIVA E HUMANITÁRIA
DE POUSAFOLES DO BISPO
Rua da Fonte Velha, nº15
6320 - 233 Pousafoles do Bispo
Tlfno.- + 351 271 697106
Victor Cavaleiro
Objetivos.- Exercício de actividades humanitárias, socioculturais e desportivas, dirigidas às populações da sede
da freguesia, anexas e outras povoações vizinhas.
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
89
ARCO - Associação Recreativa e Cultural do Ozendo
Ozendo
6320 - 242 Quadrazais
José Gonçalves
Objetivos.- Promoção sócio-cultural dos associados e restante população, bem como a sua união e bem-estar e
proporcionar aos sócios meios de diversão e re c reio para
aproveitamento dos tempos livres.
ASSOCIAÇÃO CULTURAL E RECREATIVA OS AMIGOS
DE QUADRAZAIS
6320 - 242 Quadrazais
Objetivos.- Proporcionar apoio à integração social e
comunitária, oferecendo aos seus membros actividades
culturais e recreativas, tendo em vista a valorização e
actualização dos seus saberes e aptidões.
ASSOCIAÇÃO INDEPENDENTE PRÓ-DESENVOLVIMENTO
DE QUINTAS DE S.BARTOLOMEU
6320 - 251 Quintas de S. Bartolomeu
Virgílio Janela Afonso
Objetivos.- Promover o desenvolvimento social, cultural, desportivo e recreativo da freguesia de Quintas de
S. Bartolomeu.
ARCOA - Associação Recreativa e Cultural de Rapoula do
Côa
6320 - 261 Rapoula do Côa
Tlfno.- + 351 271 607447
João Manuel Pires
Objetivos.- Promoção cultural e recreativa bem como o
desenvolvimento da educação física e desportiva.
NÚCLEO SPORTINGUISTA DA RAPOULA DO CÔA
6320 - 261 Rapoula do Côa
Luís Manuel Cabral Laje
ASSOCIAÇÃO SOCIAL, CULTURAL E DESPORTIVA DA
REBOLOSA
6320 - 271 Rebolosa
José Manuel Barros
90
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
Objetivos.- Promover a cultura e o desporto entre os
associados, protecção da 3ª idade e infância criando lares
de terceira idade, creches e jardins de infância e criação
de um posto de saúde.
CENTRO CULTURAL PAULISTA DE RUIVÓS
6320 - 291 Ruivós
Objetivos.- Actuações culturais, re c reativas, desportivas
e outras actividades afins.
CENTRO CULTURAL E SOCIAL OS AMIGOS DA RUVINA
6320 - 301 Ruvina
António Robalo
Objetivos.- Apoio a crianças e jovens, à família, à integração social e comunitária, à protecção dos cidadãos
na velhice e invalidez e em todas as situações de falta
ou diminuição de meios de subsistência.
ASSOCIAÇÃO CULTURAL E RECREATIVA DO SABUGAL
Urbanização Camarária - lote 34
6320 - 338 Sabugal
Sr. Domingos
Objetivos.- Desenvolvimento e promoção cultural, física e recreativa da população do Sabugal e concelho.
BASQUETBOL CLUBE DO SABUGAL
6320 Sabugal
Objetivos.- Promoção cultural, recreativa e desportiva
dos seus associados.
ASSOCIAÇÃO PARA DEFESA DA JUVENTUDE
DO SABUGAL
6320 Sabugal
Objetivos.- Colaboração na melhoria do sistema educativo e da ocupação dos tempos livres dos jovens, tais
com a promoção do desenvolvimento do desporto escolares todo o tipo de actividades culturais, desportivas e
recreativas.
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO
DO SABUGAL
R. Alferes Casimiro Teixeira
6320 Sabugal
Tlfno.- + 351 271 754227 / 044 / 333
Eduardo Coelho
Objetivos.- Esclarecer e comercializar os associados em
o rdem à defesa e vivência dos valores fundamentais da
família e assegurar os seus direitos e deveres no que diz
respeito à educação dos seus filhos e educandos, entre
outros.
SPORTING CLUBE DO SABUGAL
6320 Sabugal
Carlos Janela
Objetivos.- P romover a re p resentação do clube nas
provas para as quais são convidados e promover o desporto no concelho.
ASSOCIAÇÃO DE ESTUDANTES DA ESCOLA SECUNDÁRIA
DO SABUGAL
6320 Sabugal
Objetivos.- R e p resentar e defender os directos dos
estudantes, participar em todas as questões de interesse estudantil, nomeadamente em matérias de política
educacional e juvenil.
GRUPO ETNOGRÁFICO DO SABUGAL
Rua do Cemitério
6320 Sabugal
Objetivos.- Desenvolvimento das actividades recreativa
e culturais nomeadamente as relacionadas com o rancho folclórico e teatro.
CÔAVENTURA
Rua Reis Chorão, 3
6320 - 505 Sabugal
Objetivos.- A associação tem fon objetivo o fomento e
frática de actividades desportivas, culturais e recreativas.
ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DE SACAPARTE
6320 Sacaparte
Objetivos.- Restaurar, pre s e rvar e promover a utilização
adequada do santuário e recinto do santuário da Nossa Senhora da Sacaparte. Fomentar a formação cultural,
profissional, científica e recreativa dos seus associados.
LIGA DOS AMIGOS DE SANTO ESTEVÃO
Rua Direita, nº 52
6320 - 511 Santo Estevão
Armindo Marques Leitão
Objetivos.- Apoio à terceira idade e desenvolvimento das
actividades culturais e desportivas.
ESTEVOJOVEM - Associação Cultural, Recreativa e Desportiva de Santo Estevão
6320 - 511 Santo Estevão
João Cândido Leitão Carmona
Objetivos.- Entretenimento dos jovens na ocupação
dos tempos livres, em jogos, no bar e todas as actividades
culturais recreativas e desportivas.
ASSOCIAÇÃO CULTURAL E DESPORTIVA DE PEROFICÓS
Peroficós
6320 - 522 Seixo do Côa
Objetivos.- Promoção cultural, desportiva e recreativa
dos seus associados.
ASSOCIAÇÃO CULTURAL E DESPORTIVA DO SOITO
6320 Soito
Objetivos.- P romoção cultural dos seus associados a través da educação física e desportiva, acção recreativa e
intelectual visando a sua formação humana integral.
MOTOCLUBE TERRAS FRIAS DO SOITO
6320 Soito
Objetivos.- Organização de concentrações tendo em vista a divulgação e o desenvolvimento do património cultural de região.
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
91
ASSOCIAÇÃO CULTURAL E DE DESENVOLVIMENTO
DO SOITO
6320 Soito
Objetivos.- Prossecução das acções que visam a investigação, educação, preservação e a promoção da cultura, ambiente, património, desporto, solidariedade e
defesa da cidadania.
CORPO NACIONAL DE ESCUTAS AGRUPAMENTO 732 DO
SOITO
6320 Soito
Objetivos.- Contribuir para a formação dos cidadãos
capazes de tomar uma posição construtiva na sociedade aptos a participar na construção do mundo à luz do
Evangelho, segundo a doutrina católica.
CLUBE DE AUTOMÓVEIS ANTIGOS DO SOITO
6320 Soito
Objetivos.- Promover e incentivar os desfiles e a conservação, manutenção e recuperação de automóveis antigos.
ASSOCIAÇÃO HÍPICA AMIGA DO CAVALO
6320 Soito
Objetivos.- Organização de provas desportivas/hípicas e
a criação e comercialização de gado cavalar.
CENTRO DE CONVÍVIO CULTURAL E DESPORTIVO DA
QUARTA-FEIRA
Quarta-Feira
6320 - 534 Sortelha
Rui Miguel Marques
Objetivos.- Promoção das actividades de natureza cultural, social e desportiva, desenvolver também actividades recreativas.
ASSOCIAÇÃO ETNOGRÁFICA DE SORTELHA
6320 - 536 Sortelha
Tlfno.- + 351 271 388182
92
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
Lucinda de Jesus Afonso
Objetivos.- Desenvolvimento das actividades re c reativas
e sociais, nomeadamente relacionadas com o Rancho Folclórico, artesanato, etnografia, teatro e arqueologia.
CLUBE CULTURAL DOS JOVENS DE SORTELHA
6320 - 536 Sortelha
Objetivos.- P romove em Sortelha o apoio social e a solidariedade social, a cultura e a sua divulgação e a prática do desporto em geral e apoio aos jovens em todos
os domínios.
LIGA DOS AMIGOS DE SORTELHA
Rua Dr. Vitor Pereira das Neves
6320 - 536 Sortelha
Tlfno.- + 351 271 388967
Joaquim Silva Leal
Objetivos.- P romoção e preservação do património edificado e paisagístico, da identidade cultural e recreativa, o desenvolvimento social e económico e o progresso
em geral da freguesia.
NÚCLEO CULTURAL E DESPORTIVO DE SORTELHA
6320 - 536 Sortelha
Sérgio Esteves
Objetivos.- Promoção cultural, desportiva e recreativa
dos seus associados.
ASSOCIAÇÃO CULTURAL E RECREATIVA DA TORRE
6320 Torre
Objetivos.- Promoção sócio-cultural dos associados e restante população bem como a sua união e bem-estar. Proporcionar aos sócios meios de diversão e recreio para
aproveitamento dos tempos livres.
ASSOCIAÇÃO OS AMIGOS DE VALE DAS ÉGUAS
6320 - 551 Vale das Éguas
Objetivos.- Promoção da cultura, desporto e da área
recreativa.
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
GRUPO RECREATIVO DE ACÇÃO CULTURAL DE VALE
DE ESPINHO
6320 - 561 Vale de Espinho
António Vaz Fernandes
Objetivos.- Fomentar a cultura e o desporto.
CENTRO CULTURAL E RECREATIVO DE VALE DE ESPINHO
6320 - 561 Vale de Espinho
ASSOCIAÇÃO DE APOIO À CULTURA E DESPORTO DE
VALE DE ESPINHO
6320 - 561 Vale de Espinho
Objetivos.- Assistência nos diversos ramos e defesa e promoção da cultura e desporto.
ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA E CULTURAL DE VALONGO
6320 - 571 Valongo
ASSOCIAÇÃO CULTURAL, DESPORTIVA E RECREATIVA DA
ABITUREIA
6320 - 592 Vila do Touro
Objetivos.- Fomentar a cultura e o desporto e ainda a
ocupação dos tempos livres.
ASSOCIAÇÃO CULTURAL E DESPORTIVA DE VILA DO
TOURO
6320 - 592 Vila do Touro
Objetivos.- Promoção da cultura e do desporto.
ASSOCIAÇÃO CULTURAL E DESPORTIVA DE VILAR
MAIOR
6320 - 601 Vilar Maior
Tlfno.- + 351 271 647243
Maria Delfina Magalliaes Cruz Marques
Objetivos.- Promoção cultural, desportiva e recreativa
dos seus associados.
ASOCIACIÓN CULTURAL LA BUGALLA
C/ Travesía, Nº 7
37511 Agallas
Tlfno.- +34 923 301113 / +34 606 719162
E-mail.- [email protected]
María Pureza Cruz Rubio
Objetivos.- Realización de actos culturales, exposiciones
fotográficas, charlas de sensibilización, motivación y recuperación del patrimonio histórico del pueblo y provincia. Creación y publicación de una revista anual cultural
sobre tradiciones y costumbres antiguas en las que el
pueblo participe.
Actividades.- Recuperación del patrimonio del pueblo.
Revista anual. Exposición de fotografía. Juegos con
niños.
ASOCIACIÓN CULTURAL MARQUESA DE ALMARZA
Avenida de Yeltes, S/N
37478 Alba de Yeltes
Tlfno.- +34 923 484547
Catalina Sánchez Guzmán
Objetivos.- Promoción cultural, re c reativa y social de sus
asociados y del pueblo en general.
Actividades.- Talleres de costura, pintura, restauración,
mimbre, tapicería, cocina. Fomento de actividades tradicionales (bordado, serrano, baile charro, etc). Talleres
de teatro, cine,etc. Organización de exposiciones (fotografía antigua, útiles tradicionales, etc)
ASOCIACIÓN CULTURAL EL FUERTE
C/ Rosales, Nº12
37488 Aldea del Obispo
Tlfno.- +34 923 488445
José María Cepa Plaza
Objetivos.- Dar a conocer las tradiciones e historia de
la zona. Conseguir hermanamientos entre pueblos y
puesta de actividades en común.
Actividades.- Teatro. Cursos. Charlas. Semanas culturales. Conferencias.
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
93
ASOCIACIÓN CULTURAL SAN MIGUEL DE LA ATALAYA
Plaza Capilla S/N
37591 Atalaya (La)
Tlfno.- +34 923 609956
Jesús Pérez Elvira
Objetivos.- Promoción de la cultura en el ámbito rural
y organizar actividades culturales: lectura de libros y revistas, comentarios. Proyección de películas, documentales y diapositivas. Audición de discos de música de
calidad y demás actividades musicales. Conferencias y
charlas de divulgación cultural. Actividades en fomento del teatro, visita a museos. Protección del patrimonio artístico, organización de exposiciones, etc. Interesar
a la población en acciones de promoción de la comunidad de cara a una convivencia más compartida, así
como acciones de promoción deportiva.
ASOCIACIÓN CULTURAL EL MORAL
Ctra. de Cáceres, Nº 8
37520 Bodon (El)
Tlfno.- +34 923 486043
Raquel Cepa
Objetivos.- La realización de actividades conjuntas, tanto culturales como de ocio.
Actividades.- Trabajos manuales y actividades culturales. Excursiones. Teatro.
C/ Cardenal Misdzenty, 7
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 923 481533 / +34 677 767619
Francisco Diosdado
Objetivos.- Fomentar el deporte y el ocio.
Actividades.- Karate. Montañismo, escalada. Barrancos. Piragüismo. Tiro con arco.
CLUB DEPORTIVO JARAMUGOS Y JUMENTOS
94
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
CLUB MIROBRIGENSE DE TIRO CON ARCO
C/ Julian Sánchez, 7
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 923 482226 / +34 676 422372 / +34 657 810123
Web.- www.arcomirobriga.com
Julian Segovia - Elias Gómez
Objetivos.- Promoción del tiro con arco en todas sus
modalidades. Competición a nivel autonómico y nacional.
Actividades.- Tiro con arco, competición en las modalidades de: sala, aire libre, recorridos de bosque. Ti ro con
arco, cursos de iniciación y tecnificación.
ASOCIACIÓN PIRAGÜISTA DE CIUDAD RODRIGO
CAPITÁN NEMO
CLUB GIMNASIO SANTA CLARA
C/ Campo de Camaces, 5, 2ªA
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 647 587883
E-mail.- [email protected]
Web.- www.jaramugosyjumentos.com
Abel Paniagua Benito - Victor Esteban Sardiña
Objetivos.- P romoción del deporte en general y fomentar la práctica del atletismo en particular.
Actividades.- Participación en pruebas de atletismo de
fondo y ultrafondo de índole internacional y nacional
(medias maratones, maratones). Participación en marchas ciclistas. Organización de la Media Maratón de Ciudad Rodrigo. Organización del Campeonato de
Baloncesto 3x3 de Ciudad Rodrigo.
C/ Cardenal Tavera, 3 - Bajo
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 923 481699 / +34 616 997536
Fax.- +34 923 481699
E-mail.- [email protected]
Juanjo
Objetivos.- Practicar y enseñar la práctica del deporte
de piragüismo así como la formación de jóvenes que les
guste y puedan competir en las distintas modalidades.
Actividades.- Piragüismo de paseos lúdicos y de competición: slalom, rodeo, rafting, descenso de ríos.
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
HERMANDAD DE NUESTRA SEÑORA DE LA PEÑA
DE FRANCIA
Plaza Mayor, Nº 6
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 923 460368 / +34 923 462620
Fax.- +34 923 462620
E-mail.- [email protected]
José Marcos Casamar
Objetivos.- Honrar a la Virgen de la Peña de Francia.
Fomentar y potenciar las tradiciones populares de la provincia de Salamanca.
Actividades.- Romería del mes de junio desde Ciudad
Rodrigo hasta el santuario de la Peña de Francia con más
de 500 personas a pie, a caballo y en carros. Misa mensual en la ermita de la Hermandad construida en Ciudad Rodrigo por suscripción popular.
CEM - Centro de Estudios Mirobrigenses
Plaza del Conde, Nº 2. Apartado de Correos 59
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 923 461862
Fax.- +34 923 461862
E-mail.- [email protected]
Web.- www.centrodeestudiosmirobrigenses.com
José Ignacio Martín Benito
Objetivos.- Fomentar las actividades científicas, literarias y artísticas relativas a Ciudad Rodrigo y su entorno
geográfico. Contribuir a la realización de los proyectos
que tengan por objetivo conservar e incrementar el acervo científico, cultural y artístico de Ciudad Rodrigo y
comarca. Fomentar la cooperación y participación con
instituciones culturales del entorno histórico y geográfico (local y regional).
Actividades.- Reuniones periódicas de los miembros
para tomar decisiones relacionadas con los objetivos
generales. Lectura de discursos de admisión como miembros numerarios y publicación de los mismos. Edición de
libros sobre temas encuadrados en los objetivos. Reedición de obras antiguas sobre temas mirobrigenses, en
facsímil o transcribiendo a veces los originales manus-
critos. Publicación de una revista con temática de Ciudad Rodrigo o de la comarca. Colaborar con otros
organismos en la preparación de congresos, simposios,
exposiciones.
ASOCIACIÓN CASINO MIROBRIGENSE
C/ Velayos, 6
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 923 481237 / +34 923 498400
Carlos Hernández Rubio
Objetivos.- Cultural y festivo.
Actividades.- Culturales y sociales relacionadas con Ciudad Rodrigo.
CENTRO CULTURAL Y RECREATIVO EL PORVENIR
C/ Gigantes, 14
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 923 461367 / +34 923 461117
Agapito Zamarreño Corchete
Objetivos.- Laborar en pro de la cultura, poniendo a disposición de los socios los medios necesarios, organizando
biblioteca, suscripciones a revistas y periódicos, etc. Iniciar y cooperar a la celebración de congresos, ferias, certámenes y exposiciones o cuantos actos tengan relación
con estas actividades. Acoger toda manifestación e iniciativa acorde con estos fines y las de naturaleza benéfico-social, que merezcan el patrocinio de este centro.
Proporcionar a los socios proyecciones de cines, bailes
de sociedad, etc. Cualquier otra actividad no determinada para recreo e instrucción del asociado, con abstención completa de la política.
Actividades.- Baile infantil de disfraces fiesta de San
Sebastián. Te rtulia mensual de poesía. Homenaje a Cervantes, Fiesta del libro. XIX Certamen de dibujo y pintura a nivel de colegios. Exposición de fotografías (VI
c e rtamen). Exposición libre de pintores locales y comarcales. Prácticas sociales de bailes de salón. XVII Semana
Cultural, con seis actividades culturales diversas. XXIII Certamen de Teatro “Trofeo Buen Alcalde”, tres representaciones. Exposición-Certamen XXVII de pintura “Trofeo
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
95
Celso Lagar”. Presentación del libro de poemas “Ciudad
Rodrigo en poesía” de Mariano Martín Martín. Exposición pictórica de Mariano Martín Martín.
ASOCIACIÓN CHARRA DEL CABALLO
C/ Peña del Sastre, 2
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 923 462692 / +34 689 145299 / +34 646 671286
Fax.- +34 923 462692
Ángel López Manzano - Joaquín Pellicer Valverde
Objetivos.- Organización de actividades diversas culturales, fundamentalmente relacionadas con el mundo del
caballo.
Actividades.- Concursos de doma. Concursos morfológicos. Conferencias. Excursiones. Participación en el
concurso de acoso y derribo y en los actos de carnaval.
ASOCIACIÓN CULTURAL CIVITAS ANIMACION TEATRAL
C/ Juan Arias, 4 (Palacio de los Águila)
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 923 482222 / +34 923 437163 / +34 609 960273
Fax.- +34 923 482222
E-mail.- [email protected]
Manuel Jesús González Fernández
Objetivos.- La promoción social, cultural y educativa; facilitar a las personas el acceso a proyectos culturales, recreativos y formativos, generando para ello tantos procesos
como acciones estime oportuno. Desarrollo sociocultural, promoción y gestión, así como formación y capacitación para propiciar un ocio y tiempo libre enriquecedor,
creativo y saludable. Contribuir a dinamizar socioculturalmente el entorno más inmediato que nos rodea.
Actividades.- C o o rdinación de la Feria de Teatro de Castilla y León y desarrollo de programas de Animación y
de Dinamización Sociocultural con jóvenes, niños, mayores y mujeres, desde el Abadengo hasta la Sierra de Bejar.
Gestión del Centro Multifuncional y del teatro “León Felipe” de Sequeros. Promoción de iniciativas de Animación
Teatral en diferentes colectivos: niños, jóvenes y mayores. Producción de actividades lúdicas y educativas con
96
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
diversos centros de interés: la historia, el teatro, la educación intercultural, educación para la salud, educación
ambiental. Organización, dirección y docencia de programas de formación para jóvenes. Desarrollo de programas de promoción social. Programas de cooperación
e intercambio juvenil con Portugal. Administración de
la oficina de la Fundación Duques de Soria en Ciudad
Rodrigo (Cátedra Don Juan de Borbón para el fomento de las relaciones luso-españolas). Desarrollo de programas de ASC y Educación en el Tiempo Libre con
colectivos de discapacitados. Desarrollo de programas de
terápia ocupacional para mayores. Programas de animación desde el teatro: grandes juegos, cuentacuentos,
montajes multimedia.
ASOCIACIÓN DE AMIGOS DEL TEATRO DE CIUDAD
RODRIGO
C/ Juan Arias, 4
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 923 482222 / +34 699 759708
Fax.- +34 923 482222
E-mail.- [email protected]
Web.- www.amigosdelteatro.com
Javier de Prado Herrera
Objetivos.- Promover la cultura teatral en la población
de Ciudad Rodrigo y todos los municipios de su área de
influencia, tanto castellano-leoneses como extremeños
y portugueses. Estimular hábitos de participación comunitaria en actividades culturales relacionadas con el teatro y el resto de artes escénicas, con todas sus facetas y
ámbitos. Apoyar, desde el ámbito cultural y de participación ciudadana, la organización y celebración de la
Feria de Teatro de Castilla y León - Ciudad Rodrigo.
Potenciar el casco histórico de Ciudad Rodrigo como
lugar de encuentro para actos culturales y representaciones teatrales.
Actividades.- Encuentros, certámenes, ciclos y muestras
de teatro. Cursos y talleres relacionados con el campo
de las artes escénicas. Visitas culturales a los grandes
espacios y lugares referentes de la cultura teatral en Espa-
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
ña y en Europa. Promoción y difusión de la cultura teatral: campañas de imagen, jornadas de debate, campañas informativas, intercambios y talleres de animación
teatral. Foros de encuentro, coloquio y apre n d i z a j e
entre todos los asociados.
FUNDACIÓN CIUDAD RODRIGO 2006
Plaza Obispo de Mazarrasa, 1
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 923 460330
Fax.- +34 923 460330
E-mail.- [email protected]
Web.- www.fundacionciudadrodrigo.com
Elena Castaño
Objetivos.- Promoción del patrimonio histórico-artístico y cultural de Ciudad Rodrigo, contribuyendo a su
mejor mantenimiento y conservación, rehabilitación y
restauración, así como a su divulgación y mejor conocimiento del mismo. Promoción del desarrollo económico, cultural, social, educación y turístico especialmente
en el ámbito donde se desarrolla su actividad.
Actividades.- Cursos de formación. Apertura de iglesias
y palacios de Ciudad Rodrigo. Congresos, encuentros.
Organización de actividades con voluntarios para la exposición de las Edades del Hombre.
AGRUPACIÓN CORAL POLIFÓNICA CORAL
MIROBRIGENSE DAMASO LEDESMA
Apartado de Correos Nº 57
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 699 469667
E-mail.- [email protected]
Web.- www.ciudadrodrigo.net/coralmirobrigense
José Díez Santos
Objetivos.- Potenciar el compañerismo y la ocupación
del tiempo libre. Dar profundidad a la formación personal y musical de los componentes. Difundir la música
polifónica.
Actividades.- Ensayos. Conciertos. Intercambios.
AFAM (Asociación de fotógrafos aficionados mirobrigense)
Plaza de Herradores s/n
Tlfno.- +34 639 478101
E-mail.- [email protected]
Web.- www.afamfoto.com
José Prieto Prieto
Objetivos.- Desarrollo de la comarca de Ciudad Rodrigo a través de la historia de la fotografía.
Actividades.- Fotografía de Ciudad Rodrigo y su comarca. Exposiciones en la calle, escaparates de comercios,
etc.
ASOCIACIÓN SOCIO CULTURAL LA ENCINA
Plaza Mayor, 1
37515 Encina (La)
Tlfno.- +34 923 490858 / +34 649 410613
José Ignacio Martín Vallejo
Objetivos.- Realización y promoción de todas aquellas
actividades que favorezcan la formación, la cultura, el
ocio, el deporte y el desarrollo personal e integral de
la población del municipio, así como aumentar la convivencia y la calidad de vida del municipio. Organizar y
realizar actividades socioculturales diversas, ludico festivas y recreativas, etc. Recuperar, mantener y promocionar las costumbres y tradiciones del municipio.
Actividades.- Lectura comentada de libros y revistas. Proyección de películas, documentales y diapositivas; audición de discos y música de calidad y demás actividades
musicales. Conferencias y charlas de divulgación cultural. Actividades de fomento del teatro. Visita a los
museos. La protección del patrimonio artístico. Organización de excursiones y en general cuantas actividades culturales puedan desarrollarse. Organización en
general de todos los actos en fiestas patronales.
ASOCIACIÓN DE DESARROLLO COMUNITARIO TE VEO
DE LA COMARCA DE CIUDAD RODRIGO
C/ Salas Pombo, 10
37497 Espeja
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
97
Tlfno.- +34 676 838164
Fax.- +34 923 483837 / +34 923 486201
Marta García
Objetivos.- Fomentar y promover la realización de todo
tipo de proyectos de desarrollo en los diferentes municipios de nuestra provincia para todo tipo de colectivos,
con el objetivo de favorecer el desarrollo personal y
aumentar la calidad de vida en nuestros pueblos.
ASOCIACIÓN SERA X DINERO TUNNING CLUB
Ctra. Burgos-Portugal Km. 341, Espeja
37497 Espeja
Tlfno.- +34 923 483811 / +34 660 472814
Fax.- +34 923 483811
Gil Rivas Belda
Objetivos.- Nuestro objetivo es que nuestra concentración sea una de las más importantes de nuestra región.
Otro objetivo es que tanto la Junta de Castilla y León
como la Diputación de Salamanca colaboren más para
la realización de estos eventos. Estamos abiertos a cualquier actividad que nos propongan relacionada con el
mundo del tunning.
Actividades.- Concentración anual de coches tunning a
nivel nacional e internacional. Exposición semanal de los
coches del club en diferentes concentraciones. Colaboramos con centros de minusválidos para que ellos también puedan tener oportunidad de ver estos coches
preparados. Hacemos quedadas con algunos clubs portugueses para nuevas concentraciones. Colaboramos con
algunos pueblos de nuestra comarca en sus fiestas para
exposición de coches.
ASOCIACIÓN CULTURAL EL CHARAIZ
Plaza de la Constitucion, Nº 1
37540 Fuenteguinaldo
Tlfno.- +34 923 497100 / +34 923 471220
Fax.- +34 923 497140
Francisco Sánchez Salvador
Objetivos.- Actividades que favorezcan la formación, la
cultura y el ocio. Realización de actividades socio-cul-
98
DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
turales. Promoción de la convivencia y calidad de vida
en el municipio. Promover la participación. Recuperar
y mantener costumbres y tradiciones.
Actividades.- Proyección de películas. Conferencias y charlas. Exposiciones. Certámenes. Intercambios culturales.
Visitas y excursiones. Animación a la lectura.
ASOCIACIÓN CULTURAL GRUPO DE TEATRO ATALAYA
Plaza de la Constitucion, Nº 1
37540 Fuenteguinaldo
Tlfno.- +34 923 497100 / +34 923 471220
Fax.- +34 923 497140
Francisco Sánchez Salvador
Objetivos.- Realización de actividades que favorezcan la
formación, la cultura y el ocio. Fomentar el teatro participación. Realizar obras de teatro intergeneracionales.
Animación a la lectura. Actividades de fomento del teatro.
ASOCIACIÓN CULTURAL OÑORENSE
Plaza de España, nº1
37481 Fuentes de Oñoro
Tlfno.- +34 923 473074
Marisol Durán
Objetivos.- P romocionar el desarrollo cultural de la
población en general. Incentivar la integración y promoción de la mujer. Promover actividades culturales y
educativas que despierten el interés y la participación
en niños y jóvenes.
Actividades.- Cursos de manualidades, de guitarra, de
bolillos, de informática, de iniciación al corte y confección, de primeros auxilios. Recaudación de fondos y colaboración con diferentes asociaciones y ONG´s.
ASOCIACIÓN CULTURAL DE NUESTRA SEÑORA LA VIRGEN DEL ROSARIO
Aula de Cultura, S/N
37621 Maíllo (El)
Tlfno.- +34 923 164201 / +34 661 339379
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
Josefa Merchán Rodriguez
Objetivos.- Fomentar la participación rural en la promoción de la cultura de nuestro entorno.
Actividades.- Talleres. Charlas. Encuentros. Exposiciones.
Excursiones.
ASOCIACIÓN CULTURAL TIROBARRA
Plaza Mayor, 1
37532 Monsagro
Tlfno.- +34 923 489503
Fax.- +34 923 489503
Objetivos.- Promoción de actividades culturales.
Actividades.- Colaboración en las actividades culturales
del municipio. Organización de la cabalgata de Reyes.
ASOCIACIÓN CULTURAL “EL BARDAL”
C/ Lanza, 12
37542 Navasfrías
Tlfno.- +34 923 475204
Mercedes Seijo Baz
Objetivos.- Unión entre las distintas generaciones del
municipio de Navasfrías siendo el teatro el eje conductor.
Actividades.- Con los niños: teatro, manualidades,...
Grupo de teatro de mayores.
DOCUMENTACIÓN Y ESTUDIO DE “EL REBOLLAR”.
ASOCIACIÓN CULTURAL
C/ La Paz, S/N (Centro Cultural Rosa Hernández)
37521 Robleda
Tlfno.- +34 923 486508 / +34 651 599926 / +34 695 277026
E-mail.- [email protected] // [email protected]
Web.- http://personal4.iddeo.es/aytorobleda/document.htm
Ángel Iglesias Ovejero - Esther Prieto Gómez
Objetivos.- Definir y fomentar la identidad de la comarca del rebollar. Documentar, estudiar el habla del re b ollar. Recoger información oral, escrita y de todo tipo
s o b re tradiciones, formas de vida y otros. Recoger docu-
mentación oral y escrita - inédita - si es posible. Organizar jornadas internacionales de estudio del rebollar.
Colaborar con prohemio (Univ. de Orleáns) y con ayuntamientos y asociaciones de la zona y otras de carácter
similar. - Prestar servicios a sus asociados.
Actividades.- I Jornadas Internacionales (formas de vida
y cultura tradicional), V coloquio 2003. Recogida y elaboración de toponimia del Rebollar. Recogida de material oral y escrito para cancionero int. Rebollar.
Publicación (con Univ. de Orleáns) actas V coloquio 2003.
II Jornadas Internacionales (interferencias lingüísticas y
culturales), VI coloquio 2005. Exposición artesanía
Rebollar (julio 2005).
ASOCIACIÓN CULTURAL EL ROBLE
C/ La Paz, S/N
37521 Robleda
Tlfno.- +34 923 486529
Fax.- +34 923 486201
Paquita Guerrero Hernández
Objetivos.- Realización y promoción de todas aquellas
actividades que favorezcan la formación, la cultura, el
ocio, el deporte y el desarrollo personal e integral de
la población del municipio, así como aumentar la convivencia y la calidad de vida del municipio.
ASOCIACIÓN CULTURAL LA CUMBRE
C/ Plaza Constitucional, Nº 1
37531 Serradilla del Arroyo
Tlfno.- +34 923 484023 / +34 923 489155 / +34 689 088058
José Luis Velasco Gutierrez - Mª Antonia Rodriguez
Objetivos.- Promover la cultura. Promover el asociacionismo. Realizar visitas culturales. Interrelación y colaboración con otras asociaciones de la localidad. Promover
el ocio y el deporte. Recuperar, mantener y promocionar las costumbres y tradiciones del municipio.
Actividades.- Todo tipo de cursos. Realización de talleres educativos y lúdicos. Realización de revista cultural
de ámbito local, lecturas comentadas. Promoción y re a-
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL
99
lización de fiestas lúdico-religiosas. Realización de la
pasión viviente (21 años) y colaboración con asociaciones de otras localidades. Charlas y coloquios, exposiciones, teatros, visitas a museos, excursiones.
ASOCIACIÓN CULTURAL RECREATIVA PEÑA
DE SAN LORENZO
C/ de la Iglesia, Nº 1
37531 Serradilla del Arroyo
Tlfno.- +34 983 234286
Sebastián Elvira
Objetivos.- Promover la convivencia, cultura, tradiciones
y festejos de la localidad. Fomentar la unión de los habitantes de la localidad y en especial de los asociados.
Actividades.- Celebración de actos culturales, historicoliterarios. Conferencias, charlas, conciertos. Festejos,
competiciones deportivas. Organización de las fiestas del
10 de agosto de cada año.
ASOCIACIÓN CULTURAL SAN MARCOS DE GUADAPERO
C/ La Iglesia, S/N
37590 Serradilla del Arroyo
Tlfno.- +34 923 489720
Mª Milagros Pérez Pérez
Objetivos.- Promoción de la cultura en el ámbito rural
y organizar actividades culturales: lectura de libros y revistas, comentarios; Interesar a la población en acciones de
promoción de la comunidad de cara a una convivencia
más compartida, así como acciones de promoción deportiva.
Actividades.- Actividades con niños (talleres de teatro,
manualidades,...). Talleres y cursos con mayores. Audición de discos de música de calidad y demás actividades
musicales. Conferencias y charlas de divulgación cultural. Proyección de películas, documentales y diapositivas. Actividades en fomento del teatro, visita a museos;
protección del patrimonio artístico, organización de
exposiciones, etc.
100 DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
ASOCIACIÓN CULTURAL EL LLANO
C/ Generalisimo
37530 Serradilla del Llano
Tlfno.- +34 923 489054 / +34 923 489125
Lucía Hernando Lázaro - Lucía Sastre Hernández
Objetivos.- Promoción de la cultura en el ámbito ru r a l
y organizar actividades culturales: lectura de libros y revistas, comentarios; Interesar a la población en acciones de
promoción de la comunidad cara a una convivencia más
c o m p a rtida, así como acciones de promoción deportiva.
Actividades.- Realización de cursos de bordados tradicionales, pintural al óleo, restauración de antigüedades,
proyección de películas, documentales y diapositivas.
Audición de discos y música de calidad y demás actividades musicales, conferencias y charlas de divulgación
cultural. Actividades en fomento del teatro, visita a museos, protección del patrimonio artístico, organización de
exposiciones, etc.
ASOCIACIÓN CULTURAL LA UNIÓN
C/ La Fuente, Nº 8
37497 Villar de Argañán
Tlfno.- +34 923 163244 / +34 628 060102
Benedicta Almeida Baz
Actividades.- Bailes típicos, actividades con niños.
ASOCIACIÓN SOCIO-CULTURAL LA FLOR DEL CAMPO
C/ de Atras, Nº 4
37485 Villar de la Yegua
Tlfno.- +34 923 163206
Julio García Fernandez - Juan Vicente Nuñez
Objetivos.- Realización y promoción de todas aquellas
actividades que favorezcan la formación, la cultura, el
ocio, el deporte y el desarrollo personal e integral de
la población del municipio y aumentar la convivencia y
la calidad de vida del municipio. Organizar y realizar actividades socioculturales diversas, lúdico-festivas y recreativas, etc. Promoción de la convivencia y de la calidad
de vida en el municipio. Promover la participación de
la comunidad de cara a una convivencia más compartida. Recuperar, mantener y promocionar las costumbres
y tradiciones del municipio.
Actividades. Juegos de mesa. Reuniones. Cursos. Convivencias con niños y mayores
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL 101
AS ACTIVIDADES DE TURISMO, ÓCIO E
RECREATIVAS NO MEIO RURAL
LAS ACTIVIDADES DE TURISMO, OCIO Y
RECREACIÓN EN EL MEDIO RURAL
O Turismo e as actividades de ócio e de recreio constituem
um ramo de actividade em pelo crescimento. Segundo a
Organização Mundial do Turismo (OMT) o turismo abraça “as
actividades desenvolvidas pelas pessoas no percurso da sua
viagem e da sua estância num lugar situado fora do seu ambiente
habitual durante um período consecutivo não superior a um ano,
a feitos de ócio, profissionais ou de outro tipo”. No entanto, o
constante aumento dos movimentos turísticos tem encontrado
um próspero destino nos espaços rurais. O turismo rural,
segundo a Organização Mundial do Turismo (OMT) “supõe o
desenvolvimento de alojamentos de estilo local nas aldeias
tradicionais ou nas suas imediações onde possam pernoitar os
turistas, desfrutar da cozinha local, e observar e compartir as
actividades populares1”. Para Luís Corrales Bermejo “o turismo
rural é a prestação de serviços turísticos, por motivos de ócio e
mediante preço, realizados em centros de acolhimento situados
no meio rural-natural”2. Arturo Crosby define-o como “qualquer
actividade turística implantada no meio rural, considerando
El turismo y las actividades de ocio y de recreo constituyen
una rama de actividad en pleno crecimiento. Según la Organización Mundial del Turismo (OMT) el turismo comprende «las
actividades desarrolladas por las personas en el curso de su via je y de su estancia en un lugar situado fuera de su entorno habi tual durante un periodo consecutivo no superior a un año, a
efectos de ocio, profesionales o de otro tipo». Sin embargo, el constante aumento de los movimientos turísticos ha encontrado un
floreciente destino en los espacios rurales. El turismo rural según
la Organización Mundial del Turismo (OMT) «supone el desa rrollo de alojamientos de estilo local en los pueblos tradiciona les o en sus inmediaciones donde puedan pernoctar los turistas,
disfrutar de la cocina local, y observar y compartir las activida des populares»1. Para Luis Corrales Bermejo «el turismo rural
es la prestación de servicios turísticos, por motivos vacacionales
y mediante precio, realizados en centros de acogida ubicados en
el medio rural-natural»2. Arturo Crosby lo define como «cual quier actividad turística implantada en el medio rural, conside -
1
WORLD TOURISM ORGANIZATION (1993). Sustainable tourism
development: Guide for local planners. WTO. Madrid.
ORGANIZACION MUNDIAL DEL TURISMO (1999). Guía para
Administradores Locales: Desarrollo Turístico Sostenible. OMT. Madrid, pp 84.
(Primera Edición 1993).
2
Corrales Bermejo, L. (1993). Apuntes para la definición y concepto de
Turismo Rural. Andanzas 1. Cuadernos de la Escuela Regional de Turismo de
Castilla y León. Ávila.
1
WORLD TOURISM ORGANIZATION (1993). Sustainable tourism
development: Guide for local planners. WTO. Madrid.
ORGANIZACION MUNDIAL DEL TURISMO (1999). Guía para
Administradores Locales: Desarrollo Turístico Sostenible. OMT. Madrid, pp 84.
(Primera Edición 1993).
2
Corrales Bermejo, L. (1993). Apuntes para la definición y concepto de
Turismo Rural. Andanzas 1. Cuadernos de la Escuela Regional de Turismo de
Castilla y León. Ávila.
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL 103
nele as áreas naturais, litorais, etc., entendendo um modo de
implantação e desenvolvimento sustentável”3.
rando en éste último las áreas naturales, litorales, etc., entendiendo
un modo de implantación y desarrollo sostenible»3.
A partir destas definições, este tipo de turismo no meio rural
coadjuva alojamento ou visitas a explorações agro-pecuárias,
caminhadas de observação da natureza, de conhecimento do
património cultural e das tradições locais ou actividades de
aventura e desportivas.Todas estas possibilidades abrem um leque
de modalidades turísticas mais especializadas para um turista mais
sensível pelos temas ambientais e culturais, Assim, por exemplo,
o a gro-turismo oferece hospitalidade nas próprias empresas
agrárias individuais. Outra modalidade é o turismo verde ou de
natureza, onde a paisagem é a principal variável, como ponto de
confluência entre os factores ambientais e os antrópicos. A
modalidade de um turismo em espaços naturais, onde é
obrigatória a preservação do meio ambiente e o aproveitamento
recreativo-educativo destes, é sintetizada no conceito de eco
turismo. Outras formas são o turismo de aventura ou activo, que
utiliza o ambiente como recurso para produzir sensações de
descobrimento nos seus praticantes. Por último, o turismo
cultural baseia-se na utilização dos recursos culturais de um
território (recursos artísticos, históricos, costumes, etc.)4.
A partir de estas definiciones, este tipo de turismo en el
medio rural conlleva alojamiento o visitas a explotaciones
agropecuarias, marchas de observación de la naturaleza, de conocimiento del patrimonio cultural y de las tradiciones locales o
actividades de aventura y deportivas. Todas estas posibilidades
abren un abanico de modalidades turísticas más especializadas
para un turista más sensible por los temas ambientales y culturales. Así por ejemplo, el agroturismo ofrece hospitalidad en
las propias empresas agrarias individuales. Otra modalidad es
el turismo verde o de naturaleza, donde el paisaje es la principal variable, como punto de confluencia entre los factores
ambientales y los antrópicos. La modalidad de un turismo en
espacios naturales, donde es obligada la preservación del
medio ambiente y el aprovechamiento recreativo-educativo de
éstos, se sintetiza en el concepto de ecoturismo. Otras formas
son el turismo deportivo, que fomenta la práctica de cualquier
actividad deportiva, y el turismo de aventura o activo, que utiliza el entorno como recurso para producir sensaciones de descubrimiento en sus practicantes. Por último, el turismo cultural
se basa en la utilización de los recursos culturales de un territorio (recursos artísticos, históricos, costumbres, etc.)4.
A procura tem encontrado uma rápida e positiva resposta,
por parte das administrações locais e dos empresários de
turismo rural, neste sector fronteiriço. A oferta tradicional,
composta pelas vagas dos estabelecimentos hoteleiros e
restaurantes de qualidade, tem sido complementada pelas
novas casas, centros e pousadas de turismo rural. Os
excursionistas e hóspedes destes alojamentos, que noutros
tempos procuravam o contacto selvagem com a natureza e as
La demanda ha encontrado una rápida y positiva respuesta, por parte de las administraciones locales y de los empresarios de turismo rural, en este sector fronterizo. La oferta
tradicional, compuesta por las plazas de los establecimientos
hoteleros y restaurantes de calidad, ha sido complementada por
las nuevas casas, centros y posadas de turismo rural. Los excursionistas y huéspedes de estos alojamientos, que en otro tiem-
Crosby, A. et al. (1993). El desarrollo turístico sostenible en el medio rural.
Centro Europeo de Formación Ambiental y Turística. Madrid.
4
Uma revisão e actualização das modalidades de turismo nos espaços
rurais e naturais em Portugal realizou-se no I Encontro de Turismo em Espaços
Rurais e Naturais (TERN), celebrado na Escola Superior Agrária de Coimbra
(ESAC), de 2 a 4 de Outubro de 2003. Destacamos as conferências de Orlando
Simões “Turismo em espaços rurais e naturais: um ponto de partida” e de
Carminda Cavaco “Permanências e mudanças nas práticas e nos espaços
turísticos”, publicadas em: Simões, O. E Cristóvão, A. (org.) w Castro Caldas,
J. (col.) (2004). TERN: Turismo em Espaços Rurais e Naturais. Instituto
Politécnico de Coimbra. Coimbra.
Crosby, A. et al. (1993). El desarrollo turístico sostenible en el medio rural.
Centro Europeo de Formación Ambiental y Turística. Madrid.
4
Una revisión y actualización de las modalidades de turismo en los espacios rurales y naturales en Portugal se realizó en el I Encontro de Turismo em
Espaços Rurais e Naturais (TERN), celebrado en la Escola Superior Agraria
de Coimbra (ESAC), del 2 al 4 de octubre de 2003. Destacamos las ponencias
de Orlando Simões “Turismo em espaços rurais e naturais: um ponto de partida” y de Carminda Cavaco “Permanencias e mudanças nas prácticas e nos espaços turísticos”, publicadas en: Simões, O. y Cristovão, A. (org.) y Castro Caldas,
J. (col.) (2004). TERN: Turismo em Espaços Rurais e Naturais. Instituto Politécnico de Coimbra. Coimbra.
3
104 DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
3
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
excelências culturais destas terras, hoje podem incrementar as
suas experiências turísticas satisfatórias. O esforço tem-se
orientado em pôr em andamento novos e atraentes produtos
turísticos para favorecer as visitas aos espaços naturais e aos
conjuntos monumentais. A melhora da informação, a
interpretação e a recepção dos visitantes, ainda que faltem muitos
desafios por cumprir, pode ilustrar os avanços conseguidos. A
aposta da zona pelo turismo rural é evidente porque ajuda a
cumprir os seguintes fins: obtenção de recursos económicos para
as instituições públicas e os empresários privados, manutenção
das produções agro-alimentares locais, conservação da natureza,
transmissão da cultura local, recuperação do habitat rural
abandonado ou em ruínas, etc.
O trabalho da administração pública e das associações de
empresários reforça-se com a contribuição individual das
iniciativas privadas, dos técnicos de turismo de diversas Câmaras
Municipais e dos Centros de Iniciativas Turísticas (CIT)5. Os CIT
são centros colaboradores da Direcção Geral de Turismo para
contribuir para o desenvolvimento e execução das iniciativas
turísticas da administração regional no seu âmbito de acção.
5
Decreto 100/1991, de 2 de Maio, de ordenação dos Centros de Iniciativas Turísticas (BOC y L nº 85, de 7 de Maio de 1991).
po buscaban el contacto salvaje con la naturaleza y las excelencias culturales de estas tierras, hoy pueden incrementar sus
experiencias turísticas satisfactorias. El esfuerzo se ha orientado a poner en marcha novedosos y atractivos productos turísticos para favorecer las visitas a los espacios naturales y a los
conjuntos monumentales. La mejora de la información, la interpretación y la recepción de los visitantes, aunque quedan
muchos retos por cumplir, puede ilustrar los avances conseguidos.
La apuesta de la zona por el turismo rural es evidente porque
ayuda a cumplir los siguientes fines: obtención de recursos económicos para las instituciones públicas y los empresarios privados, mantenimiento de las producciones agroalimentarias
locales, conservación de la naturaleza, transmisión de la cultura local, recuperación del hábitat rural abandonado o en ruinas,
etc.
El trabajo de la administración pública y de las asociaciones de empresarios se refuerza con la aportación individual de
las iniciativas privadas, de los técnicos de turismo de diversos
ayuntamientos y de los Centros de Iniciativas Turísticas (CIT)5.
Los CIT son centros colaboradores de la Dirección General de
Turismo para contribuir al desarrollo y ejecución de las iniciativas turísticas de la administración regional en su ámbito de
actuación.
5
Decreto 100/1991, de 2 de mayo, de ordenación de los Centros de Iniciativas Turísticas (BOC y L nº 85, de 7 de mayo de 1991).
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL 105
CIT - Centro de Iniciativas Turísticas de Ciudad
Rodrigo
Plaza de Herrasti, 3
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 923 463037 / +34 696 542287
Fax.- +34 923 463037
E-mail.- [email protected]
Inmaculada Pascual González
Objetivos.- Realización de las actividades encaminadas
a la atracción del turismo. Intensificación de acciones y
gestiones ante los organismos oficiales y particulares tendente a mejorar la imagen turística de Ciudad Rodrigo
y comarca. Preparación de publicaciones, folletos, carteles e iniciativas en orden a mejorar la información
sobre los valores turísticos de Ciudad Rodrigo y comarca. Promover el estudio y desarrollo de las peculiaridades de la ciudad y su comarca en el orden turístico,
potenciando sus factores básicos. Coordinar la labor, con
otras instituciones de la provincia o fuera de ella, inclusive del extranjero, tendente al cumplimiento de los fines
del cit. Potenciar la industria y los demás valores etnográficos y culturales de la comarca de Ciudad Rodrigo.
Cuantos asuntos relacionados con el turismo le sean
sometidos a su consideración. Potenciar las fiestas populares y la gastronomía comarcal y mirobrigense. Reclamar a las autoridades y entidades competentes la
promoción y elaboración de un plan integral de desarrollo turístico para la comarca de Ciudad Rodrigo.
Actividades.- Envíos a distintas ferias de material promocional. Colaboraciones y acuerdos con otros centros
de iniciativas turísticas con puntos comunes con el
106 DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
nuestro. Así, en un futuro próximo habrá contactos con
agentes de las zonas de Arribes del Duero, Sierra de Francia y Sierra de Gata, y también con nuestros vecinos portugueses. Degustación de huevos con farinato ofrecida
en ferias Participación en Expogalaecia 2004 en Vigo Realización de una guía “Gastronomía. Comarca de Ciudad
Rodrigo”. Publicación en formatos de video y DVD el trabajo “La Comarca de Ciudad Rodrigo”. Colaboración en
la Concentración Mototurística con el Motoclub Mirobrigense o el Concurso de Tapas y Pinchos organizado
por la Asociación de Hostelería. Elaboración de una guía
de actividades de turismo de aventura. Lucha por la
declaración de Patrimonio de la Humanidad no sólo de
nuestra ciudad, sino de la auténtica Gran Ruta de las Fortificaciones de Frontera.
ASITER - Asociación Salmantina de Iniciativas de
Turismo en Espacio Rural
C/ Torre de Arriba
37274 Fuenteguinaldo
Tlfno.- +34 923 471027
E-mail.- [email protected]
Web.- www.turismoruralsalamanca.net
Rosario Mateos Sánchez
Objetivos.- Velar por los intereses de los socios. Promoción conjunta. Realizar actividades para el fomento
del turismo rural. Velar por la calidad de los alojamientos.
Actividades.- Formación. Actividades de promoción. Participar en ferias.
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL 107
OS SERVIÇOS SOCIAIS E AS ACÇÕES DE SOLIDARIEDADE
LOS SERVICIOS SOCIALES Y LAS ACCIONES
DE SOLIDARIDAD
A província de Salamanca encontra-se administrativamente organizada em 14 Zonas de Acção Social, sendo a Deputação de Salamanca a entidade gestora dos Serviços Sociais
Básicos na mesma, através de uma rede constituída por 15 Centros de Acção Social (CEAS).
La provincia de Salamanca se encuentra administrativamente organizada en 14 Zonas de Acción Social, siendo la Diputación de Salamanca la entidad gestora de los Servicios Sociales
Básicos en la misma, a través de una red integrada por 15 Centros de Acción Social (CEAS).
A comarca de Ciudad Rodrigo está articulada em duas
Zonas de Acção Social e os serviços sociais prestam-se através
de dois CEAS, CEAS de Ciudad Rodrigo I e CEAS de Ciudad
Rodrigo II e uma equipa de apoio intimamente ligada a estes,
PROSODECO (Projecto Social de Desenvolvimento das
Comarcas).
La comarca de Ciudad Rodrigo está articulada en dos
Zonas de Acción Social y los servicios sociales se prestan a través de dos CEAS, CEAS de Ciudad Rodrigo I y CEAS de Ciudad Rodrigo II y un equipo de apoyo íntimamente ligado a
estos, PROSODECO (Proyecto Social de Desarrollo Comarcal).
Cada um dos CEAS está constituído por uma Trabalhadora Social e uma Animadora Comunitária que compartem um
Auxiliar Administrativo.A equipa de PROSODECO é composta
por dois técnicos.
Cada uno de los CEAS está integrado por una Trabajadora Social y una Animadora Comunitaria que comparten un Auxiliar Administrativo. El equipo de PROSODECO lo componen
dos técnicos.
CARACTERÍSTICAS DAS ZONAS DE ACÇÃO SOCIAL
CARACTERÍSTICAS DE LAS ZONAS DE ACCION SOCIAL
ZONAS
DE ACÇÃO SOCIAL
Alba de Tormes
Béjar
Ciudad Rodrigo I
Ciudad Rodrigo II
Guijuelo
Ledesma
Linares de Riofrío
Lumbrales
NÚMERO TOTAL
DE MUNICÍPIOS
28
23
24
26
28
26
21
23
POPULAÇÃO
TOTAL
14.781
20.937
21.798
9.478
11.618
7.360
6.954
10.752
ZONAS
DE ACCIÓN SOCIAL
NÚMERO TORAL
DE MUNICIPIOS
Alba de Tormes
Béjar
Ciudad Rodrigo I
Ciudad Rodrigo II
Guijuelo
Ledesma
Linares de Riofrío
Lumbrales
28
23
24
26
28
26
21
23
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
POBLACIÓN
TOTAL
14.781
20.937
21.798
9.478
11.618
7.360
6.954
10.752
Y
TERRITORIAL 109
Peñaranda de Bracamonte
Rural Norte
Rural Sur
Tamames
Las Villas
Subzona Peñaranda/Las Villas
Vitigudino
TOTAL
18
26
22
27
22
15
32
361
12.841
16.621
8.818
6.993
9.107
20.147
11.036
189.241
Peñaranda de Bracamonte
Rural Norte
Rural Sur
Tamames
Las Villas
Subzona Peñaranda/Las Villas
Vitigudino
TOTAL
LOCALIZAÇÃO DOS CENTROS DE ACÇÃO SOCIAL
SEDE DO CENTRO DE ACÇÃO SOCIAL
ZONAS DE ACCIÓN SOCIAL
Alba de Tormes
Béjar
Ciudad Rodrigo I
Ciudad Rodrigo II
Guijuelo
Ledesma
Linares de Riofrío
Peñaranda de Bracamonte
Rural Norte
Rural Sur
Las Villas
Subzona Peñaranda/Las Villas
Tamames
Lumbrales
Vitigudino
Alba de Tormes
Béjar
Ciudad Rodrigo
Alba de Tormes
Béjar
Ciudad Rodrigo I
Ciudad Rodrigo II
Guijuelo
Ledesma
Linares de Riofrío
Peñaranda de Bracamonte
Rural Norte
Rural Sur
Las Villas
Subzona Peñaranda/Las Villas
Tamames
Lumbrales
Vitigudino
Tamames
Vitigudino
12.841
16.621
8.818
6.993
9.107
20.147
11.036
189.241
UBICACIÓN DE LOS CENTROS DE ACCIÓN SOCIAL
ZONAS DE ACÇÃO SOCIAL
Guijuelo
Ledesma
Linares de Riofrío
Peñaranda de Bracamonte
Rural Norte
Dependencias centrales del Área
de Bienestar Social en Salamanca
18
26
22
27
22
15
32
361
SEDE DEL CENTRO DE ACCIÓN SOCIAL
Alba de Tormes
Béjar
Ciudad Rodrigo
Guijuelo
Ledesma
Linares de Riofrío
Peñaranda de Bracamonte
Rural Norte
Dependencias centrales del Área
de Bienestar Social en Salamanca
Tamames
Vitigudino
Por outra parte, a Deputação de Salamanca mantém um
convénio de colaboração com a Câmara Municipal de Ciudad
R o d r i go para a prestação de Serviços Sociais Básicos no
município, dentro dos parâmetros e serviços previstos pela
Deputação. Esta Unidade de Trabalho Social encontra-se
constituída actualmente por duas Trabalhadoras Sociais.
Por otra parte, la Diputación de Salamanca mantiene un con venio de colaboración con el Ayuntamiento de Ciudad Rodri go para la prestación de Servicios Sociales Básicos en el
municipio, dentro de los parámetros y servicios previstos por la
Diputación. Esta Unidad de Trabajo Social se encuentra integrada actualmente por dos Trabajadoras Sociales.
A delimitação das Zonas de Acção Social de Ciudad
Rodrigo coincide em parte com a Comarca Agrária, território
espanhol objecto deste Directório Transfronteiriço. As duas
Zonas de Acção Social de Ciudad Rodrigo integram 50
municípios, 24 correspondentes à Zona de Acção Social de
Ciudad Rodrigo I e 26 à Zona de Acção Social de Ciudad
Rodrigo II.
La delimitación de las Zonas de Acción Social de Ciudad
Rodrigo coincide en parte con la Comarca Agraria, territorio
español objeto de este Directorio Tranfronterizo. Las dos Zonas
de Acción Social de Ciudad Rodrigo integra 50 municipios, 24
corresponden a la Zona de Acción Social de Ciudad Rodrigo I
y 26 a la Zona de Acción Social de Ciudad Rodrigo II.
A gestão dos Serviços Sociais realiza-se desde as sedes dos
CEAS, situadas ambas em Ciudad Rodrigo, lugar onde se
presta atenção directa ao utente, e nos municípios através de
110 DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
La gestión de los Servicios Sociales se realiza desde las sedes
de los CEAS, ubicadas ambas en Ciudad Rodrigo, lugar donde se presta atención directa al usuario, y en los municipios a
través de un sistema de desplazamientos y permanencias fijas
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
um sistema de deslocações e permanências fixas e periódicas na
maioria das localidades e em função dos pedidos planeados no
resto.
Condicionada à legislação vigente, prestam-se os seguintes
serviços.
a) Serviço de informação, orientação e assessoria
–
–
–
–
Desde este serviço, dos CEAS, informa a todas as
pessoas sobre os direitos, serviços e recursos sociais dos
que podem dispor, como prestações económicas, serviços,
centros, programas, etc.
Igualmente, orienta e assessora sobre a sua utilização
ou possíveis alternativas e em determinados casos
encaminha para outros recursos mais adequados e
especializados.
Apoia os utentes na tramitação e gestão de recursos
sociais, tanto do Sistema de Acção, como de outros
sistemas de protecção social.
Colabora no desenvolvimento de actividades de difusão
e divulgação de serviços e recursos e participa em
actividades de sensibilização e consciencialização sobre
necessidades ou problemáticas sociais.
b) Serviço de apoio à família e convivência
Incluem-se aqueles serviços e prestações que têm como
objectivo conseguir que as pessoas possam permanecer e
conviver no seu meio envolvente habitual, sempre que seja
possível, em umas adequadas condições mínimas de bem-estar,
melhorar a convivência e evitar situações de exclusão social.
Para isso conta-se com recursos como:
–
–
O Serviço de Ajuda a Domicilio. Serviço que
proporciona apoio em diferentes actividades da vida
diária no próprio domicilio, tarefas domésticas, cuidados
pessoais, etc.
O Serviço de Tele-Assistência. Dispositivo telefónico que
permite ter uma comunicação permanente com um
centro de atenção de chamadas, proporciona segurança
e protecção perante possíveis situações de risco.
y periódicas en la mayoría de las localidades y en función de
las demandas planteadas en el resto.
Conforme a la legislación vigente se prestan los siguientes
servicios:
a) Servicio de información, orientación y asesoramiento
–
Desde este servicio de los CEAS, se informa a todas las
personas sobre los derechos, prestaciones y recursos
sociales de los que pueden disponer, como prestaciones
económicas, servicios, centros, programas, etc.
–
Igualmente se orienta y asesora sobre su utilización o
posibles alternativas y en determinados casos se deriva
a otros recursos más adecuados y especializados.
–
Se apoya a los usuarios en la tramitación y gestión de
recursos sociales, tanto del Sistema de Acción, como de
otros sistemas de protección social.
–
Se colabora en el desarrollo de actividades de difusión
y divulgación de prestaciones y recursos y se participa
en actividades de sensibilización y concienciación sobre
necesidades o problemáticas sociales.
b) Servicio de apoyo a la familia y convivencia
Se incluyen aquellos servicios y prestaciones que tienen
como objetivo lograr que las personas puedan permanecer y convivir en su entorno habitual, siempre que sea posible, en unas
adecuadas condiciones mínimas de bienestar, mejorar la convivencia y evitar situaciones de exclusión social.
Para ello se cuenta con recursos como:
–
El Servicio de Ayuda a Domicilio. Servicio que
proporciona apoyo en diferentes actividades de la vida
diaria en el propio domicilio, tareas domésticas, cuidados
personales, etc.
–
El servicio de Teleasistencia. Dispositivo telefónico
que permite tener una comunicación permanente con
un centro de atención de llamadas, proporciona
seguridad y protección ante posibles situaciones de
riesgo.
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL 111
–
Acções para facilitar alojamento alternativo: residências
para pessoas idosas, centros para incapacitados, etc.
–
Dentro do colectivo de pessoas com especiais dificuldades
encontra-se o
Programa de Apoio a Famílias (PAF) e o
Programa de Orientação e Assessoria ao Emprego
(POE).
O Programa de Apoio a Famílias (PAF)
Tem um carácter educativo e psicossocial cuja finalidade é
orientar e apoiar às famílias com problemas de convivência,
através de intervenções psicológicas, educativas e sociais. Se bem
que não existe um perfil único de famílias susceptíveis de
atenção, na sua maioria caracterizam-se por estar em situação
de desvantagem social e de risco.
–
Actuaciones para facilitar alojamiento alternativo:
residencias para personas mayores, centros para
discapacitados, etc.
–
Dentro del colectivo de personas con especiales
dificultades se encuentra el
Programa de Apoyo a Familias (PAF) y el
Programa de Orientación y Asesoramiento al Empleo
(POE).
El Programa de Apoyo a Familias (PAF)
Tiene un carácter educativo y psicosocial cuya finalidad es
orientar y apoyar a las familias con problemas de convivencia,
a través de intervenciones psicológicas, educativas y sociales. Si
bien no existe un perfil único de familias susceptibles de atención, en su mayoría se caracterizan por estar en situación de desventaja social y de riesgo.
O trabalho desenvolve-se em função de uns objectivos
estabelecidos para as diferentes fases de intervenção e realizase fundamentalmente no domicílio dos utentes.
El trabajo se desarrolla en función de unos objetivos establecidos para las diferentes fases de intervención y se realiza fundamentalmente en el domicilio de los usuarios.
A equipa está constituída por uma psicóloga e duas
educadoras, o seu âmbito de acção circunscreve-se às Zonas de
Ciudad Rodrigo I e II, Lumbrales e Vitigudino. Actualmente
trabalha-se com 16 famílias, somando um total de 60 pessoas.
El equipo está integrado por una psicóloga y dos educadoras,
su ámbito de actuación se circunscribe a las Zonas de Ciudad
Rodrigo I y II, Lumbrales y Vitigudino. Actualmente se trabaja con 16 familias, sumando un total de 60 personas.
O Programa de Orientação e Assessoria ao Empre g o
(POE)
Programa de Orientación y Asesoramiento al Empleo
(POE)
Está destinado fundamentalmente a pessoas com especiais
dificuldades de acesso ao emprego:
Está destinado fundamentalmente a personas con especiales dificultades de acceso al empleo:
–
Beneficiários do ingresso mínimo de inserção (IMI).
–
Perceptores del ingreso mínimo de inserción (IMI).
–
Famílias mono parentais.
–
Familias monoparentales.
–
Mulheres do meio rural.
–
Mujeres del medio rural.
–
Imigrantes.
–
Inmigrantes.
–
Desempregados de longa duração.
–
Parados de larga duración.
Para as Zonas de Acção Social de Ciudad Rodrigo, contase com um técnico adscrito a PROSODECO.
112 DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
Para las Zonas Acción Social de Ciudad Rodrigo, se cuenta con un técnico adscrito a PROSODECO.
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
As acções destinam-se a utentes, colectivos e municípios.
Realizam-se itinerários individualizados de inserção, sessões
informativas, gestão de acções formativas, etc.
Las actuaciones se dirigen a usuarios, colectivos y municipios. Se realizan itinerarios individualizados de inserción, s e s i ones informativas, gestión de acciones formativas, etc.
Neste serviço têm-se atendido durante o primeiro semestre
de 2005 a 158 utentes.
En este servicio se han atendido durante el primer semestre de 2005 a 158 usuarios.
c) Servicio de animación comunitaria
c) Serviço de animação comunitária
Este serviço tem como objectivo fomentar a integração e
participação dos cidadãos na comunidade, na sua promoção
social, na melhora da condições de vida e prevenir situações de
exclusão social e desigualdade.
Este servicio tiene como objetivo fomentar la integración
y participación ciudadana en la comunidad, en su promoción
social, en la mejora de las condiciones de vida y prevenir situaciones de exclusión social y desigualdad.
Desde este serviço realizam-se acções que contribuem
Desde él se realizan actuaciones que contribuyen
–
para o desenvolvimento pessoal, autonomia, relações
sociais, hábitos saudáveis e para facilitar às pessoas
grupos de referencia;
–
al desarrollo personal, autonomía, relaciones sociales,
hábitos saludables y a facilitar a las personas grupos de
referencia;
–
para o fomento do associativismo e do voluntário; e
–
al fomento del asociacionismo y del voluntario; y
–
para apoiar iniciativas de prevenção de consumos de
toxicodependências, sensibilização e fomento da
igualdade entre homens e mulheres e prevenção da
violência, etc.
–
a apoyar iniciativas de prevención de consumos de
drogodependencias, sensibilización y fomento de la
igualdad entre hombres y mujeres y prevención de la
violencia, etc.
P resta-se apoio técnico aos diferentes colectivos e entidades
públicas e privadas.
Se presta apoyo técnico a los diferentes colectivos y entidades públicas y privadas.
Finalmente, referir que os técnicos dos Serviços Sociais
mantêm contacto e coordenação com os diferentes técnicos e
agentes sociais, para optimizar intervenções e recursos.
Finalmente señalar que los técnicos de los Servicios Sociales mantienen contacto y coordinación con los diferentes técnicos y agentes sociales, para optimizar intervenciones y recursos.
As actividades desenvolvidas durante o ano de 2005 podemse sintetizar com os seguintes dados:
Las actividades desarrolladas durante el año 2005 se pueden sintetizar con los siguientes datos:
–
O número de utentes até 30 de Junho de 2005, nos
CEAS de Ciudad Rodrigo I e II e a Unidade de
Trabalho Social da Câmara Municipal: 1.746 pessoas.
–
El número de usuarios hasta el 30 de junio de 2005, en
los CEAS de Ciudad Rodrigo I y II y la Unidad de
Trabajo Social del Ayuntamiento: 1.476 personas.
–
Encontram-se em situação de alta a 31 de Agosto de
2005
· No serviço de ajuda a domicilio 195 utentes e
· No serviço de tele-assistência 296 utentes.
· 30 beneficiários do Ingresso Mínimo de Inserção
(IMI)
–
Se encuentran en situación de alta a 31 de agosto de
2005
· En el servicio de ayuda a domicilio 195 usuarios y
· En el servicio de Teleasistencia 296 usuarios.
· 30 perceptores del Ingreso Mínimo de Inserción
(IMI)
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL 113
É importante destacar o Serviço de Ajuda a Domicílio, como
o recurso mais amplamente procurado e tramitado em relação
ao restante, dado o elevado envelhecimento da população.
Desde o Serviço de apoio à Dinamização Social
Desde os CEAS presta-se apoio técnico a:
Cabe destacar el Servicio de Ayuda a Domicilio, como el
recurso más ampliamente demandado y tramitado respecto al
resto, dado el elevado envejecimiento de la población.
Desde el Servicio de apoyo a la Dinamización Social
Desde los CEAS se presta apoyo técnico a:
89 colectivo s associações e grupos de pessoas idosas,
mulheres, incapacitados, jovens e associações de pais e mães de
alunos, etc., facilitando informação, favorecendo o associativismo
e assessorando projectos.
89 colectivos, asociaciones y grupos de personas mayores,
mujeres, discapacitados, jóvenes y asociaciones de padres y
madres de alumnos, etc. facilitando información, favoreciendo
el asociacionismo y asesorando proyectos.
Câmaras Municipais para a gestão da linha de Subsídios da
Deputação a Corporações Locais, concretamente a
Ayuntamientos para la gestión de la línea de Subvenciones
de la Diputación a Corporaciones Locales, concretamente a
30 Freguesias para realização de Projectos de Dinamização,
coma a finalidade de facilitar a criação de atitudes e condutas
solidárias, de promover hábitos de vida saudável e de apoiar a
rede associativa. Ascendendo a um total de 18.895 habitantes.
30 Ayuntamientos para la realización de Proyectos de
Dinamización, dirigidos a facilitar la creación de actitudes y conductas solidarias, a promover hábitos de vida saludable y a apoyar la red asociativa.Ascendiendo a un total de 18.895 habitantes.
18 Freguesias para a manutenção de Centros de Serviços
Sociais, lugar de encontro e participação da população.
Ascendendo a um total de 12.373 habitantes.
18 Ayuntamientos para el mantenimiento de Centros de Servicios Sociales, lugar de encuentro y participación de la población. Ascendiendo a un total de 12.373 habitantes.
6 Associações de Mulheres na gestão de subsídios da
Deputação a Associações de Mulheres da província de
Salamanca para a realização de actividades de promoção da
Igualdade de Oportunidades. Ascendendo a um total de 1.667
mulheres.
6 Asociaciones de Mujeres en la gestión de subvenciones
de la Diputación a Asociaciones de Mujeres de la provincia de
Salamanca para la realización de actividades de promoción de
la Igualdad de Oportunidades. Ascendiendo a un total de 1.667
mujeres.
Conjuntamente desde os CEAS e PROSODECO
1. Em matéria de Drogo-dependências o apoio técnico
dirige-se a:
Conjuntamente desde los CEAS y PROSODECO
1. En materia de Drogodependencias el apoyo técnico está
dirigido a:
–
11 Freguesias para a gestão dos subsídios da
Deputação para Entidades Locais para a realização de
Projectos de Prevenção de Toxicodependências. Subsídio
que tem como finalidade incentivar a implicação dos
adolescentes e jovens em actividades de ocupação
responsável de ócio no território.Ascendendo a um total
de 8.254?.
–
11 Ayuntamientos para la gestión de las subvenciones
de la Diputación para Entidades Locales para la
realización de Proyectos de Prevención de Drogo dependencias. Subvención que tiene como finalidad
incentivar la implicación de los adolescentes y jóvenes
en actividades de ocupación responsable de ocio en el
territorio. Ascendiendo a un total de 8.254 ?.
–
8 escolas de famílias.
–
8 escuelas de familias.
114 DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
–
E junto com os técnicos municipais, dentro do convénio
de colaboração entre a Deputação e a Câmara Municipal
de Ciudad Rodrigo, acções preventivas em matéria de
toxicodependências.
–
Y junto con los técnicos municipales, dentro del convenio
de colaboración entre la Diputación y el Ayuntamiento
de Ciudad Rodrigo, actuaciones preventivas en materia
de drogodependencias.
2. En materia de Igualdad de Oportunidades.
2. Em matéria de Igualdade de Oportunidades.
Apoio técnico e financeiro, junto com a Câmara Municipal
de Ciudad Rodrigo, ao movimento “Cidadãos pela Igualdade
e contra a Violência”,criado recentemente em Ciudad Rodrigo
e constituído actualmente por 14 colectivos. Dentro da sua
programação contempla diversas acções para diferentes
colectivos e população em geral.
Apoyo técnico y financiero, junto con el Ayuntamiento de
Ciudad Rodrigo, al movimiento “Ciudadanos por la Igualdad
y contra la Violencia”, creado recientemente en Ciudad Rodrigo e integrado en la actualidad por 14 colectivos. Dentro de su
programación contempla diversas actuaciones para diferentes
colectivos y población en general.
Talleres de corresponsabilidad
Ateliers de co-responsabilização
Lembrar que todas as acções em matéria de
Toxicodependência estão incorporadas dentro do I Plano
Provincial sobre Drogas e da Unidade de Toxicodependências
da Deputação. Do mesmo modo que as acções de Fomento da
Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e Homens da
Província de Salamanca e da Secretaria Provincial da Mulher.
3. No âmbito do associativismo tem-se vindo a realizar um
Programa de Fomento do Associativismo e Voluntariado com
o objectivo de aproximar à comarca de Ciudad Rodrigo diversas
Entidades de Auto-ajuda, com as que a Deputação mantém
convénio de colaboração.
Finalmente assinalar a existência de três Convénios de
C o l aboração por parte da Deputação, que se materializam com
a prestação de diferentes serviços na Comarca de Ciudad
Rodrigo.
1. Com a Associação de Alcoólicos Reabilitados de Ciudad
Rodrigo (ARCIU), apoiada técnica e financeiramente pela
Deputação. Esta Associação oferece, através dos médicos do
SACYL (Serviço Sanitário de Castela e Leão) e de uma
psicóloga da Deputação, tratamento médico, psicológico e
terapia de grupo aos doentes e aos seus familiares e realiza
acções de informação e sensibilização à população sobre o abuso
no consumo de álcool.
Famílias da comarca de Ciudad Rodrigo atendidas: 60.
Señalar que todas las actuaciones en materia de Drogodependencias están incluidas dentro del I Plan Provincial sobre
Drogas y de la Unidad de Drogodependencias de la Diputación.
Del mismo modo que las actuaciones de Fomento de la Igualdad, lo están dentro del I Plan de Igualdad de Oportunidades
entre Mujeres y Hombres de la Provincia de Salamanca y de
la Secretaría Provincial de la Mujer.
3. En el ámbito del asociacionismo se viene realizando un
Programa de Fomento del Asociacionismo y Voluntariado con
el objeto de acercar a la comarca de Ciudad Rodrigo diversas
Entidades de Autoayuda, con las que la Diputación mantiene
convenio de colaboración.
Finalmente señalar la existencia de tres Convenios de
Colaboración por parte de la Diputación, que se materializan
con la prestación de diferentes servicios en la Comarca de Ciudad Rodrigo.
1. Con la Asociación de Alcohólicos Rehabilitados de Ciudad Rodrigo (ARCIU), apoyada técnica y económicamente por
la Diputación.
Esta Asociación ofrece, a través de dos médicos del SACYL
(Servicio Sanitario de Castilla y León) y de una psicóloga de
la Diputación, tratamiento médico, psicológico y terapia de grupo a los enfermos y sus familiares y realiza actuaciones de información y sensibilización a la población sobre el abuso en el
consumo de alcohol.
Familias de la comarca de Ciudad Rodrigo atendidas: 60.
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL 115
2. Com diferentes entidades para reforçar a prestação do
serviço de imigrantes com o objectivo de facilitar a integração
social e laboral deste colectivo.
2. Con diferentes entidades para reforzar la prestación del
servicio de inmigrantes con el objetivo de facilitar la integración social y laboral de este colectivo.
3. Com o Colégio Oficial de Advogados para facilitar a
mulheres vítimas da violência de género assessoria jurídica.
3. Con el Colegio Oficial de Abogados para facilitar a
mujeres víctimas de la violencia de género asesoramiento jurídico.
A acção social nos concelhos de Almeida e de Sabugal realiza-se através dos serviços municipais que prestam ajuda económica em géneros e apoiam a luta contra a pobreza,
marginalização e exclusão social a partir da rede nacional de serviços e equipamentos sociais. Além disso, existem as Institui ções Privadas de Solidariedade Social (IPSS), numerosas em
Almeida e em Sabugal, que cumprem uma série de objectivos:
apoio às crianças e jovens, às famílias, à integração social e comunitária e de protecção aos cidadãos idosos e inválidos em
todas as situações de falta o diminuição de meios de subsistência
ou de capacidade para o trabalho. Estas associações, com uma
vocação social, cultural, desportiva, etc., estão presentes em quase todas as freguesias. Os responsáveis da acção social destes
concelhos estão envolvidos em outros projectos transnacionais
de emprego e de protecção social.
116 DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
La acción social en los concelhos de Almeida y de Sabugal
se realiza a través de los servicios municipales que prestan ayuda económica y en especies y apoyan la lucha contra la pobreza, marginación y exclusión social a partir de la red nacional de
servicios y equipamientos sociales. Además, existen las Insti tuciones Privadas de Solidaridad Socia l (IPSS), numerosas en
Almeida y en Sabugal, que cumplen una serie de objetivos: a p oyo a los niños y jóvenes, a las familias, a la integración social y
comunitaria y de protección a los ciudadanos mayores e inválidos en todas las situaciones de falta o disminución de medios
de subsistencia o de capacidad para el trabajo. Estas asociaciones,
con una vocación social, cultural, deportiva, etc., están presentes en casi todas las freguesias. Los responsables de la acción
social de estos concelhos están involucrados en otros proyectos trasnacionales de empleo y de protección social.
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
m ALMEIDA
ÁREA DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL DA CÂMARA DE
ALMEIDA
Quartel das Esquadras, 11
6350-148 Almeida
Tlfno.- +351 271 571 962/3
E-mail.- [email protected]
ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA, CULTURAL E RECREATIVA DE
ADE
Rua da Associação
6355 - 010 Ade
Tlfno.- + 351 271 580273
António Gonçalves Vieira
Objetivos.- Apoio Social.
Actividades.- Centro de Dia.
ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA, CULTURAL E SOCIAL DE
ALDEIA DE S. SEBASTIÃO
6355 - 041 Aldeia de S. Sebastião
Tlfno.- + 351 271 513808
Joaquim dos Santos Fernandes
Objetivos.- Dinamização cultural, social e desportiva.
Actividades.- Centro de Dia. Actividades ocupacionais
para jovens. Lazer e cultura
CORO ETNOGRÁFICO * LENDAS, DANÇAS E CANTARES
Bairro da Taipa
6350 Almeida
Tlfno.- + 351 271 574125
Dr. Carlos Maia Pereira
Objetivos.- Desenvolvimento de actividades recreativas
e culturais.
Actividades.- Rancho folclórico. Teatro. Coro.
SANTA CASA DA MISERICORDIA
Rua Dr. Chegão
6350 - 113 Almeida
Tlfno.- + 351 271 571110
Fax.- + 351 271 571998
António José Sousa Júnior
Objetivos.- Promoção do bem-estar social.
Actividades.- Creche/Jardim de Infância. Lar de Idosos.
Apoio Domiciliário. Actividades de Tempo Livre.
CENTRO SOCIAL, RECREATIVO E CULTURAL
DA CABREIRA
6355 - 030 Cabreira
Tlfno.- + 351 962 564215
Porfirio Fonseca
Objetivos.- Promoção social, cultural e recreativa.
ASSOCIAÇÃO SÓCIO TERAP UTICA DE ALMEIDA
Alto da Fonte Salgueira
6355 - 030 Cabreira
Tlfno.- + 351 271 581562
Fax.- + 351 271 581756
E-mail.- [email protected]
Maria José Dinis da Fonseca
Objetivos.- Promover a integração da pessoa portadora de deficiência.
Actividades.- Apoio à Pessoa Portadora de Deficiência.
Lar Residencial. Lar de Apoio. Centro de Actividades Ocupacionais.
CENTRO SOCIAL, RECREATIVO E CULTURAL DE CASTELO BOM
6355 - 042 Castelo Bom
Tlfno.- + 351 271 513000
Manuel Gonçalves
Objetivos.- Promoção social, cultural e recreativa.
Actividades.- Centro de Dia.
COMISSÃO DE MELHORAMENTOS DA FREINEDA
6355 - 060 Freineda
Tlfno.- + 351 271 511329
Fernanda
Objetivos.- Promoção social, cultural e recreativa.
Actividades.- Centro de Dia. Apoio Domiciliário.
COMISSÃO DE MELHORAMENTOS DE FREINEDA
6350 - 060 Freineda
Tlfno.- + 351 271 511329
Objetivos.- Promoção social, cultural e recreativa.
Actividades.- Centro de Dia. Apoio domiciliário.
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL 117
ASSOCIAÇÃO “CONHEÇA A SUA ALDEIA O FREIXO”
Rua de Baixo
6355 - 072 Freixo
Tlfno.- + 351 914 944455
Maria Fernanda Clara Andrade
Objetivos.- Dinamização social.
ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA E SOCIAL DE LEOMIL
Largo da Igreja
6350 - 081 Leomil
Tlfno.- + 351 271 448663
Augusto João
Objetivos.- Promoção social e desportiva.
Actividades.- Centro de dia. Actividades recreativas e desportivas.
CENTRO DE BEM-ESTAR SOCIAL DA MALHADA SORDA
6355 - 080 Malhada Sorda
Tlfno.- + 351 271 566138
Irmã Judite
Objetivos.- Promoção do bem-estar social.
Actividades.- Lar da 3ª Idade. Centro de Dia.
CENTRO DE BEM-ESTAR SOCIAL DA MALHADA SORDA
6355 - 080 Malhada Sorda
Tlfno.- + 351 271 566138
Irmã Judite Carrilho
Objetivos.- Promoção social e recreativa.
Actividades.- Lar/Centro de Dia. Apoio domiciliário.
ASSOCIAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO E ACÇÃO
SOCIAL DE MALPARTIDA
Largo da Igreja
6350 - 091 Malpartida
Tlfno.- + 351 271 571100
Esmeralda Pereira Espinha
Objetivos.- Promoção social, cultural e recreativa.
Actividades.- Centro de Dia. Apoio Domiciliário
ASSOCIAÇÃO CULTURAL E RECREATIVA DE MESQUITELA
6355 - 090 Mesquitela
Tlfno.- + 351 271 581728
118 DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
António da Silva Rebelo
Objetivos.- Promoção social, cultural e recreativa.
Actividades.- Centro de Dia. Apoio Domiciliário. Bar.
ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA, CULTURAL E SOCIAL DE
MIDO
Largo Meio do Povo - Rua da Lage
6355 - 100 Mido
Tlfno.- + 351 271 511000 / + 351 966 804959
Fax.- + 351 271 511000
E-mail.- [email protected]
Rui Mateus Leal Domingos
Objetivos.- Promoção social, cultural e recreativa.
Actividades.- Centro de Dia.
CENTRO SOCIAL, CULTURAL E DESPORTIVO MIUZELENSE
Largo do Calvario
6355 - 110 Miuzela
Tlfno.- + 351 271 580180
Fax.- + 351 271 580180
E-mail.- [email protected]
Alfredo José Pereira Marcos
Objetivos.- Promoção social, cultural e recreativa.
Actividades.- Centro de Dia. Apoio Domiciliário. Actividades de Tempo Livre.Grupo Coral/Rancho Folclórico. Bar.
ASSOCIAÇÃO SOCIAL, CULTURAL E RECREATIVA DE
MONTEPEROBOLSO
6355 - 120 Monteperobolso
Tlfno.- + 351 271 581581
Luís Filipe Monteiro Martins
Objetivos.- Promoção social, cultural e recreativa.
Actividades.- Centro de dia. Actividades recreativas.
CENTRO SOCIAL PARROQUIAL DE STº. ANTÓNIO DE
NAVE DE HAVER
6355 - 132 Nave de Haver
Tlfno.- + 351 271 555345 / 185
Sr. Padre António Marcos
Objetivos.- Promoção do bem-estar social.
Actividades.- Lar. Centro de Dia.
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DE PEVA
6350 - 331 Peva
Tlfno.- + 351 271 448528 / + 351 963 775999
Emília da A. Fernandes Santos
Objetivos.- Promoção social, cultural e recreativa.
Actividades.-Centro de Dia. Lar de Idosos. Apoio Domiciliário. Animação Cultural/Museu Rural.
CENTRO SOCIAL DO RIO SECO
Largo da Capela
6355 - 160 São Pedro do Rio Seco
Tlfno.- + 351 271 513369
Fax.- + 351 271 513369
Domingos Manuel Baptista
Objetivos.- Apoio Social.
Actividades.- Centro de dia.
ASSOCIAÇÃO RECREATIVA E CULTURAL VALDAMULENSE
Rua da Estrada
6350 - 361 Vale da Mula
Tlfno.- + 351 271 571152
Fax.- + 351 271 571152
Maria do Carmo Gomes Venâncio Sieiro
Objetivos.- Promoção social, cultural e desportiva.
Actividades.- Centro de Dia. Apoio Domiciliário. Futebol.
CENTRO DE ALCOLHIMENTO E INTEGRAÇÃO SOCIAL
Avenida da Europa
6355 - 306 Vilar Formoso
Tlfno.- + 351 271 512594
Fax.- + 351 271 513455
E-mail.- [email protected]
Padre José Antunes Vaz
Actividades.- C e n t ro de dia. Lar de Idosos. Apoio Domiciliário. Dinamização de projectos de natureza social.
m SABUGAL
ASSOCIAÇÃO RAIAR
Aldeia do Bispo
6320 - 021 Aldeia do Bispo
CENTRO SOCIAL E PAROQUIAL NOSSA SENHORA DOS
MILAGRES DE ALDEIA DO BISPO ( LAR DE ST.º ANTÃO)
Rua Dr. António João Nabais
6320 - 021 Aldeia do Bispo
Tlfno.- + 351 271 496151
Padre Américo Real da Roca
Objetivos.- Aperfeiçoamento cultural, espiritual e moral
de todos os paroquianos e utentes; valorização dos indivíduos, famílias e de mais agrupamentos da comunidade.
SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE ALFAIATES
Largo da Senhora da Póvoa
6320 - 081 Alfaiates
Tlfno.- + 351 271 647111
Serafim Barras Amaral
Objetivos.- Prática das 14 obras da misericórdia (corporais
e espirituais) e no sector especialmente religioso e manter o culto divino.
ASSOCIAÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL DE BARAÇAL
DO CÔA
Rua das Colmeias
6320 - 101 Baraçal
Luís Carlos Lajes
CENTRO DE DIA DA 3ª IDADE DE S. SALVADOR DO CASTELEIRO
Rua das Escolas
6320 - 121 Casteleiro
Tlfno.- + 351 271 388548
Helder Soares
Objetivos.- Promover e prestar assistência aos habitantes do Casteleiro, mais concretamente a pessoas idosas
ou inválidas.
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL 119
SEDE CULTURAL DE ENSINO E TRABALHO E CENTRO DE
DIA PARA IDOSOS
Rua do Outeiro, nº. 7
6320 - 131 Cerdeira
Tlfno.- + 351 271 581824
Maria de Fátima Gonçalves
Objetivos.- Contribui para a povoação da Cerdeira
assim como para a solidariedade social nesta localidade.
INSTITUTO DE S. MIGUEL
6320 - 131 Cerdeira do Côa
Felicidade Aguiar Ramos
Objetivos.- Educação e promoção social através de serviços especializados de assistência.
CENTRO DE ASSIST NCIA SOCIAL DA CERDEIRA
6320 - 101 Cerdeira do Côa
Maria de Lurdes Dias Neto
COMISSÃO DE MELHORAMENTOS DOS FOIOS
Largo das Eiras, nº. 1
6320 - 141 Foios
Tlfno.- + 351 271 496588
Objetivos.- Manter uma creche, um jardim-escola, criar
condições de apoio à 3ª idade e melhorar o posto de
assistência médica.
CENTRO SOCIAL DA LAGEOSA DA RAIA
Rua do Barreiro, nº 29
6320 - 161 Lageosa
Tlfno.- + 351 271 496886
Júlio Armindo Pires
Objetivos.- Contribuir para o melhoramento das condições de vida da população idosa.
ASSOCIAÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL
DE MALCATA
Rua da Reserva
6320 - 181 Malcata
Tlfno.- + 351 271 615331
Carlos Augusto Lopes Clemente
120 DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
Objetivos.- Criar um centro de acolhimento. Centro de
Dia. Lar de 3ª Idade. Creche- Jardim Infantil e OTL (Ocupação dos Tempos Livres)
CENTRO SOCIAL DE IDOSOS DO DIVINO ST. CRISTO DA
NAVE
Rua do Centro de Dia - Lugar Ponte Lameiras
6320 - 212 Nave
Tlfno.- + 351 271 605530
Objetivos.- Instituição humanitária de assistência social,
dedicando a dar assistência a idosos e funcionando como
um lar de 3ª idade.
CENTRO SOCIAL DE QUADRAZAIS
Rua das Eiras
6320 - 242 Quadrazais
Tlfno.- + 351 271 601113
Lizete Nabais
Objetivos.- Criar e manter um centro de dia para idosos e acolher pessoas necessitadas.
CENTRO SOCIAL DA RAPOULA DO CÔA
Largo da Igreja
6320 - 261 Rapoula do Côa
Tlfno.- + 351 271 607370
Padre Carlos Lajes
Objetivos.- Práticas da solidariedade social para com os
mais desfavorecidos da área da Rapoula do Côa.
INSTITUTO DE S. MIGUEL - CASA DE CRISTO REI
DA RUVINA
6320 - 301 Ruvina
Tlfno.- + 351 271 607211
Irmã Felicidade Ramos
Objetivos.- Educação e promoção social através de serviços especializados de assistência.
SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DO SABUGAL
Largo Padre Manuel Nabais Caldeira
6320 Sabugal
Tlfno.- + 351 271 752424
José Diamantino dos Santos
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
IRMANDADE DA SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DO
SOITO
Rua do Robalo
6320 Soito
Tlfno.- + 351 271 601036
Manuel Joaquim Fojeiro Rito
Objetivos.- Prática das 14 obras da misericórdia tanto
espirituais como corporais e no sector especificamente
religioso sob a invocação da Nossa Senhora da Conceição que manterá o culto divino nas suas igrejas.
ASSOCIAÇÃO CRISTÃ PAZ E BEM, OBRA SOCIAL DO
PADRE JOSÉ MIGUEL
Rua Padre José Miguel, nº 3
6320 - 695 Soito
Tlfno.- + 351 271 605106
Ana Maria Rito Pereira
Objetivos.- Promover o desenvolvimento social e cultural
do Soito, bem como os concelhos limítrofes e sempre que
necessário em colaboração com outras pessoas.
CENTRO SOCIAL PAROQUIAL DE S. JOSÉ - VALE DE ESPINHO
Largo das Eiras, nº1
6320 - 561 Vale de Espinho
Tlfno.- + 351 271 606208
Padre António Domingos
Objetivos.- P romoção integral de todos os paro q u i a n o s
no serviço de espírito de solidariedade humana, cristã
e social.
ASSOCIAÇÃO DE ACÇÃO SOCIAL E CULTURAL OS VILABOENSES
Estrada Nacional 233, nº. 41
6320 - 581 Vila Boa
Tlfno.- + 351 271 601042
Alexandre Pereira Morgado
Objetivos.- Apoio a crianças e jovens, à família, à integração social e comunitária e a protecção dos idosos na
velhice e invalidez.
CENTRO DE DIA S. LÁZARO DE VILA DO TOURO
Sítio da Lage Torta
6320 - 592 Vila do Touro
Tlfno.- + 351 271 697510
Manuel Fernandes Tomás Simões
SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE VILAR MAIOR
Avenida das Escolas
6320 - 601 Vilar Maior
Tlfno.- + 351 271 647672
Mário Bárbara Marques
m CIUDAD RODRIGO
ASOCIACIÓN DE MAYORES LA FUENTE ENDINO DE
AGALLAS
C/ Ruiseñores, Nº6
37510 Agallas
Tlfno.- +34 923 490379
Nemesio Iglesias Rubio
Objetivos.- Fomentar y potenciar la colaboración y participación entre las personas mayores de la localidad en
cuantas actividades se propongan. Proporcionar a los
socios información y orientación en relación a la legislación y recursos sociales para las personas mayores. Desarrollar programas de ayuda mutua y de voluntariado.
Organizar actividades tendentes a conseguir un mayor
bienestar social y calidad de vida entre sus asociados.
Actividades.- Peluquería. Gimnasia. Memoria. Actividades de ocio (juegos de cartas). Excursiones.
ASOCIACIÓN DE MAYORES SANTIAGO DE LA ALAMEDILLA
C/ Santiago, Nº 31
37554 Alamedilla (La)
Tlfno.- +34 923 489951 / +34 923 489916
Juan García García - Francisco González Martín
Objetivos.- Fomentar y potenciar la colaboración y participación entre las personas mayores de la localidad en
cuantas actividades se propongan. Proporcionar a los
socios información y orientación en relación a la legis-
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL 121
lación y recursos sociales para las personas mayores. Desarrollar programas de ayuda mutua y de voluntariado.
Organizar actividades tendentes a conseguir un mayor
bienestar social y calidad de vida entre sus asociados.
Actividades.- Las propias de la asociación.
ASOCIACIÓN DE MAYORES LA JARA DE ALBA DE YELTES
Avenida de Yeltes, S/N
37478 Alba de Yeltes
Tlfno.- +34 923 484568
Vicente Mateos Hernández
Objetivos.- Promover las relaciones socioculturales y
fomentar los servicios para ancianos y la participación
tanto de los socios como de otras personas de la 3ª edad
en las actividades.
Actividades.- Actividades deportivas. Charlas. Excursiones.
ASOCIACIÓN DE MUJERES EL ALBA
Avenida de Yeltes, S/N
37478 Alba de Yeltes
Tlfno.- +34 923 484592
Adelina Fuentes García
Objetivos.- Promoción de actividades sociales, culturales y de ocio, especialmente para mujeres.
Actividades.- Charlas (de salud y alimentación, consumo,
educativas -escuela de padres-). Organización de talleres, cursos (de estética, autoconocimiento). Organización
de excursiones culturales, actos festivos, campeonatos
deportivos,...
ASOCIACIÓN DE MAYORES SANTA ANA DE ALBERGUERÍA DE ARGAÑÁN
C/ Maravedi, 14
37555 Alberguería de Argañán (La)
Tlfno.- +34 923 489332
Santiago Blanco Lanchas
Objetivos.- Fomentar las relaciones.
Actividades.- Cursillos. Charlas. Juegos. Gimnasia. Etc.
122 DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
ASOCIACIÓN DE MAYORES SAN SEBASTIÁN DE ALDEA
DEL OBISPO
Plaza Mayor, nº 1
37488 Aldea del Obispo
Tlfno.- +34 923 488314
Ángela Almeida Fernandez
Objetivos.- Fomentar y potenciar la colaboración y participación entre las personas mayores de la localidad en
cuantas actividades se propongan. Proporcionar a los
socios información y orientación en relación a la legislación y recursos sociales para las personas mayores. Desarrollar programas de ayuda mutua y de voluntariado.
organizar actividades tendentes a conseguir un mayor
bienestar social y calidad de vida entre sus asociados
Actividades.- Ta l l e res de habilidades sociales. Gimnasia.
Excursiones culturales. Charlas.
ASOCIACIÓN DE MAYORES UNION EL BODON
C/ Cañada, Nº 17
37520 Bodon (El)
Tlfno.- +34 923 486043 / +34 923 486016
Jesús Cepa Acosta - Nazario Cepa Calderero
Objetivos.- Convivencia y unión de mayores.
Actividades.- Gimnasia. Taller de memoria. Peluquería.
Podología. Bailes regionales.
ASOCIACIÓN DE MAYORES LA FUENTE
C/ Mayor, Nº 18
37487 Bouza (La)
Tlfno.- +34 923 491624
Gaspar González López
Objetivos.- D e s a rrollar y arbitrar medios adecuados
para que se ejerzan las actividades propias de la edad
de los socios, en cuanto a lo recreativo, cultural, turismo y de promoción a las obras sociales precisas para el
bienestar de todas las personas que por sus condiciones
económicas lo precisaren, dentro de una línea de conducta cívica. Mantener contacto con las diversas autoridades al objeto de conseguir tales fines, así como otros
no especificados que podrán ser: acceso gratuito a
museos, monumentos, etc.
Actividades. Talleres de habilidades sociales. Gimnasia.
Excursiones culturales. Charlas.
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
ASOCIACIÓN DE MUJERES EL GORRONAL
C/ Avenida Portugal, Nº 36
37551 Campillo de Azaba
Tlfno.- +34 923 488646
Fax.- +34 923 488658
Mª Isabel Martín Mendez
Objetivos.- Relaciones con otras asociaciones. Comunicación entre mujeres rurales. Debates.
Actividades.- Cursos de manualidades, cuero. Taller de
memoria, psicomotricidad y salud. Excursiones. Colaboración en el montaje de la cabalgata.
ASOCIACIÓN DE MAYORES SANTA CRUZ DE CASILLAS
DE FLORES
Plaza Mayor, S/N
37541 Casillas de Flores
Tlfno.- +34 923 488862
Leoncio Ríos López
Objetivos.- Fomentar y potenciar la colaboración y participación entre las personas mayores de la localidad en
cuantas actividades se propongan. Proporcionar a los
socios información y orientación en relación a la legislación y recursos sociales para las personas mayores. Desarrollar programas de ayuda mutua y de voluntariado.
Organizar actividades tendentes a conseguir un mayor
bienestar social y calidad de vida entre sus asociados.
Actividades.- Talleres de memoria. Charlas sobre salud.
Gimnasia. Excursiones. Juegos de Mesa.
ASOCIACIÓN DE MUJERES C.M.V. (CASTILLEJO DE MARTIN VIEJO)
C/ Las Escuelas
37592 Castillejo de Martín Viejo
Tlfno.- +34 699 390753
Fax.- +34 923 490016
Matilde Marcos Palacios
Objetivos.- Fomentar la valoración e imagen. Pro m o v e r
la cultura y educación. Luchar por la igualdad. Trabajar
por el desarrollo. Favorecer e impulsar a las mujeres.
Organizar actividades culturales. Fomentar y mantener
contacto con organizaciones con objetivos similares.
Luchar contra todo tipo de discriminación. Favorecer el
intercambio cultural. Colaborar con las instituciones y
asociaciones de la provincia de Salamanca y otras partes. Prestar servicio a las mujeres asociadas.
Actividades.- Restauración, pintura, tejas al oleo, platos
craquelados, cabezudos, exposición de la mujer rural,
audiovisuales con su correspondiente coloquio con una
psicóloga.
ASOCIACIÓN DE MAYORES R.H. SANTO CRISTO
C/ Las Escuelas, S/N
37592 Castillejo de Martín Viejo
Tlfno.- +34 677 438232
Alonso Muñoz Bernal
Objetivos.- Promoción y difusión de la cultura, y social,
así como de mutua ayuda entre sus miembros, tratando de atraer la adhesión y ayuda de la población así
como su colaboración dentro de su ámbito de acción
legal.
Actividades.- Culturales y de convivencia, así como
sociales, dentro de las normas establecidas, dentro de
sus estatutos y la propia ley de asociaciones.
FRATERNIDAD CRISTIANA DE PERSONAS CON DISCAPACIDAD
C/ Ruesca, 12
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 923 460004
José Luis Zato Hernández
Objetivos.- Promover y orientar la ayuda mutua entre
enfermos y discapacitados.
Actividades. Contactos personales entre enfermos y
discapacitados. Cursillos, encuentros y convivencias.
Colonias y excursiones. Charlas, mesas redondas, seminarios y campañas de mentalización.
ASOCIACIÓN EL ARBOL GORDO DE CIUDAD RODRIGO
C/ Los Cáceres, Nº5
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 625 425126 / +34 625 381242
Marga Acosta Rubio
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL 123
Objetivos.- Potenciar la conciliación de la vida familiar
y laboral creando servicios de atención a la primera infancia y niños en edad escolar.
Actividades.- Guardería infantil-laboral. Talleres y actividades de ocio y tiempo libre de ámbito comarcal (fiestas en los pueblos, barrios, escuela de verano, actividades
extraescolares, etc) Actividades en verano para niños en
edad escolar.
FEDERACIÓN PROSALUD COMARCA DE CIUDAD RODRIGO
C/ del Vicioso, Nº 1 1º D
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 923 462924 / +34 625 425137
Fax.- +34 923 462924
E-mail.- [email protected]
José Antonio Hernández Navarro
Objetivos.- Mejorar la sanidad de la comarca de Ciudad
Rodrigo.
Actividades. Informar a la población de cómo utilizar los
recursos sanitarios. Estudios, conferencias, movilizaciones, etc, encaminadas a mejorar nuestra sanidad.
AMPAYM - Asociación Mirobrigense de Parapléjicos y
Minusválidos
C/ Reino de León, Nº 5, 1º D
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 923 609521 / +34 606 283659
E-mail.- [email protected]
Web.- users.servicios.retecal.es/tamagas/
José Manuel Mangas Tamames
Objetivos.- Promover toda clase de actividades y acciones destinadas a mejorar la calidad de vida de los discapacitados. Integrar socialmente a los discapacitados.
Instar y cooperar con las administraciones públicas para
que se establezcan las respuestas adecuadas para este
colectivo. Promocionar, potenciar y crear centros específicos de atención al colectivos en sus necesidades
básicas: ocio, educación, tanto para niños como para
adultos. Velar por la escolarización de discapacitados, en
su entorno, en la educación infantil y obligatoria. Velar
por la integración social y laboral de los discapacitados.
Orientar e informar a los padres y familiares de los dis-
124 DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
capacitados sobre cuestiones legales, sociales y de recursos existentes en su entorno.
Actividades. Taller de informática y de mimbre (semanal). Se ofertan otros talleres: Manualidades (pintura en
tela, barro, cuero,...). Reuniones de padres/madres.
Campañas de sensibilización, sobre todo las relacionadas con la accesibilidad y la eliminación de barreras arquitectónicas. Artículos en prensa sobre sensibilización de
la sociedad con la problemática de la discapacidad. Jornadas de debate abiertas al público en general.
ASOCIACIÓN JUVENIL EL MANANTIAL
Plaza Herrasti, 2
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 923 460108
Fax.- +34 923 460066
E-mail.- [email protected]
Web.- www.grupoelmanantial.com
Juan Carlos Sánchez Gómez
Objetivos. Educación y formación de jóvenes en valore s
cristianos. Animación socio-cultural. Promoción del teatro religioso. Promoción y desarrollo de la comarca.
Actividades. Acampadas, marchas, convivencias. Representaciones de “La Pasión”. Cursos. Exposiciones.
ASOCIACIÓN HIJOS DEL MAIZ
Avda. Los Cañitos, S/N
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 676 711417 / +34 923 461500
E-mail.- [email protected]
Web.- www.hijosdelmaiz.org
Fernando Sánchez Tendero
Objetivos.- Concienciar y trabajar a favor de la solidaridad de los más desfavorecidos de centroamérica, apoyando humanitariamente a estas personas tanto desde
nuestro ámbito como, en la medida de lo posible, desde su propia realidad. Trabajar en aquellos lugares a los
que podamos acceder para favorecer el voluntariado con
niños, jóvenes y adultos, buscando el compromiso de
nuestros conciudadanos con nuestra sociedad, dándoles un apoyo gratuito. Colaborar con otros grupos de
índole similar.
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
Actividades. Realización y seguimiento de proyectos
humanitarios en las comarcas de Granada (Nicaragua)
y de Chacal - Alta Verapaz (Guatemala). Visita y charlas en Centros de Educación, organizando diferentes actividades con fines informativos y solidarios. Colaboración
con diferentes grupos parroquiales. Realizar al menos
t res campañas al año para sensibilizar y captar personas
que quieran colaborar con nosotros. Presencia en distintas localidades en las que, bien con el ayuntamiento, bien con otras asociaciones, llevemos a cabo
campañas solidarias.
AMPLI - Asociación de Mujeres Progresistas Lorenza Iglesias de Ciudad Rodrigo
C/ Estacadilla, Nº 9
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 650 389808 / +34 626 131986
E-mail.- [email protected]
María Soledad Heras Juanes
Objetivos. Promover la igualdad, libertad, desarrollo y
paz para todas las mujeres. Defender las ideas de progreso y bienestar social. Trabajar por la consecución de
la igualdad de derechos y oportunidades en todos los
ámbitos de la vida pública y privada, fomentando la participación de las mujeres en la vida social, política y económica.
Actividades. Formación e información específica de la
mujer. Orientación, ayuda y apoyo en relación con la violencia de género. Información sobre ayudas y subvenciones a la mujer. Cursos de formación ocupacional.
Ta l l e res de salud e igualdad de oportunidades. Creación
de bolsa de empleo. Charlas, coloquios y conferencias
sobre temas de actualidad relacionados con la mujer. Asesoramiento jurídico y psicológico.
ASOCIACIÓN DE MUJERES AMANECER
C/ Fuente Boticaria, S/N
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 645 425210
Hipólita Malillos
Objetivos. Relacionarse con otras personas haciendo diferentes actividades y colaborando con diferentes organismos como la exclerosis múltiple.
Actividades. Bolillos, vainicas, pintura, costura, manualidades, cocina.
ARCIU - Asociación de Alcoholicos Rehabilitados de Ciudad Rodrigo
C/ Velayos Nº 4 3º C
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 923 461232 / +34 661 922771
Fax.- +34 923 480413
Web.- www.arciu.org
Carlos Hernández - María Jesús Prieto Espinosa
Objetivos. Ofrecer ayuda a enfermos alcohólicos y familiares de la comarca de Ciudad Rodrigo. Proporcionar tratamiento médico y psicológico a enfermos alcohólicos.
Realizar grupos de autoayuda para enfermos alcohólicos y familias.
Actividades. Tratamientos. Terapias de grupo de autoayuda. Actuaciones preventivas: de formación, información y sensibilización a la población en general.
GRUPO SCOUT KENNEDY (MSC)
C/ Estacadilla, 9
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 923 462007
Fax.- +34 923 481964
E-mail.- [email protected]
Carlos Javier Caballero Sierra
Objetivos.- F o rmación en el tiempo libre dirigida a
jóvenes y niños, desde 7 a 21 años.
Actividades. Reuniones semanales. Talleres. Acampadas,
campamentos. Encuentros entre grupos. Deportes.
AFADEM - Asociación de Familiares con Alzheimer y
Demencias de Miróbriga
Plaza Mayor, Nº 14, Bajo
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 923 461054
Hilaria Sastre Sánchez
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL 125
Objetivos.- Creación de un centro de día terapéutico.
Atención a los pic con demencias. Apoyo a familiares con
enfermos de alzheimer y otras demencias. Información
al público del impacto de las demencias en la sociedad
actual.
Actividades.- Elaboración de proyectos para la puesta
en marcha de un centro de día.
ASPRODES CENTRO OCUPACIONAL MIRÓBRIGA
Plaza Constitución, 2
37591 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 923 480627 / +34 923 460895
Fax.- +34 923 480627
E-mail.- [email protected]
Susana Sánchez Zamarreño
Objetivos.- Formación laboral ocupacional destinada a
personas con discapacidad intelectual. Formación para
el desarrollo de la persona con discapacidad intelectual.
Integración social en el medio.
Actividades.- Talleres de viverista forestal, reciclaje de
papel, manipulados industriales. Residencia destinada
a personas con discapacidad intelectual.
UNIÓN DE ASOCIACIONES COMARCAL DE JUBILADOS
Y PENSIONISTAS
C/ del Pozo, 2 (Hogar del Inserso)
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 923 481153 / +34 628 044117
Fax.- +34 923 481153
Manuel Vicente Bernoy
Objetivos.- Fomentar y potenciar la unión y participación de todas las asociaciones. Impulsar la realización de
estudios de investigación social para obtener un conocimiento objetivo de las necesidades reales y del colectivo: sanitarias, económicas, familiares, formativas, etc.
Todo aquello recogido en nuestros estatutos.
Actividades.- Día de solidaridad con las personas que
viven solas. Visperas de reyes. Excursiones culturales. Convivencia comarcal con la celebración de bodas de oro de
todos los matrimonios socios de las distintas asociaciones. Campeonato comarcal de juegos de mesa con las
asociaciones interesadas. Coordinamos todas las activi-
126 DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
dades programadas por la federación provincial. Peluquería. Gimnasia. Bailes charros. Podología. Taichi.
Conferencias sobre memoria y otras.
ASOCIACIÓN DE MAYORES EL SIERRO DE LA ENCINA
C/ Egido Santo, Nº 5
37515 Encina (La)
Tlfno.- +34 923 490871
Luis Plaza Plaza
Objetivos. Fomentar y potenciar la colaboración y participación entre las personas mayores de la localidad en
cuantas actividades se propongan. Proporcionar a los
socios información y orientación en relación a la legislación y recursos sociales para las personas mayores. Desarrollar programas de ayuda mutua y de voluntariado.
Organizar actividades tendentes a conseguir un mayor
bienestar social y calidad de vida entre sus asociados.
Actividades. Gimnasia. Peluquería. Podología. Charlas
sobre salud y medio ambiente. Campeonatos, juegos, etc.
ASOCIACIÓN DE MAYORES LA ENCINA DE ESPEJA
C/ Paz, S/N
37497 Espeja
Tlfno.- +34 687 852863
Laurentino Gris Pacheco
Objetivos.- Fomentar la colaboración y participación
entre las personas mayores de la localidad. Organizar
actividades tendentes a conseguir un mayor bienestar
social y calidad de vida entre sus asociados. Organizar
actividades culturales y recreativas diversas, tales como
clases formativas con monitores y profesores especializados, veladas artísticas y culturales, lecturas comentadas, etc. Potenciar la participación en cuantas actividades
se propongan: culturales, recreativas y otras; Proporcionar a los socios información y orientación en relación
a la legislación y recursos sociales para las personas mayores. Ayudar y visitar a los socios que por sus características no pueden acudir a la sede social
Actividades.- Excursiones. Charlas. Juegos de mesa.
Petanca.
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
ASOCIACIÓN DE MAYORES GRIMALDO DE FUENTEGUINALDO
C/ Redonda, Nº 3
37540 Fuenteguinaldo
Tlfno.- +34 923 471056
Manuel Alfonso Casillas
Objetivos.- - Mejorar la calidad de vidad de las personas mayores que están federados en la asociación. - Que
haya unión y buenas relaciones entre los socios y otras
asociaciones cercanas.
Actividades.- Asamblea general extraordinaria en enero. Desarrollo Semana Cultural en junio. Gimnasia.
Competiciones en juegos de mesa y de petanca, en la
asociación y comarca. Excursiones comerciales y otras a
nivel particular organizadas por la Junta Directiva. Reuniones mensuales para informar a los socios.
ASOCIACIÓN DE MAYORES SAN SILVESTRE DE ITUERO
DE AZABA
Plaza de la Constitucion, 1
37551 Ituero de Azaba
Tlfno.- +34 923 471085 / +34 923 471010
Manuel Gerardo Muriedas Pando
Objetivos.- Fomentar la colaboración y participación
entre las personas mayores de la localidad en cuantas
actividades se propongan.
Actividades.- Culturales y recreativas. Gimnasia.
ASOCIACIÓN DE MAYORES SANTA BARBARA DE FUENTES DE OÑORO
C/ del Teso, S/N
37481 Fuentes de Oñoro
Tlfno.- +34 923 487514
Arturo González García
Objetivos.- Dar comodidad a nuestros mayores y que tengan donde pasar sus ratos de ocio.
Actividades.- Durante 8 meses tenemos gimnasia 2 días
a la semana y a lo largo del año algunas conferencias.
ASOCIACIÓN SOCIO-CULTURAL Y DE MUJERES EL VIEJO TEJAR
C/ La Dueña
37551 Ituero de Azaba
Tlfno.- +34 923 471013 / +34 669 254445
Fax.- +34 923 488658
E-mail.- [email protected]
Pilar Rodriguez Manzano
Objetivos.- Promoción de la cultura en el ámbito rural.
Realizar actividades de tipo social, artístico, recreativo,
deportivo. Promover la igualdad de oportunidades en
diferentes ámbitos. Favorecer la participación de las
mujeres en la vida asociativa.
Actividades.- Cursos de formación. Exposición de fotos.
Taller de manualidades. Salidas culturales. Exposición de
trabajos manuales. Colaboración en las fiestas locales.
Cursos de aerobic. Cine-forum.
ASOCIACIÓN DE JUBILADOS CAMPO ARGAÑÁN
Plaza de la Constitución, Nº 1
37484 Gallegos de Argañán
Tlfno.- +34 923 477001 / +34 923 477118
Fax.- +34 923 477001
Emeteria Tajo García
Objetivos.- Fomentar la colaboración y participación
entre mayores. Organizar actividades culturales y re c reativas.
Actividades.- Gimnasia y psicomotricidad. Podología y
peluquería. Excursiones. Juegos re c reativos. Fiesta de los
jubilados (8 de agosto).
ASOCIACIÓN DE MAYORES FUENTE DE LA PERDIZ DE EL
MAILLO
Plaza España, Nº 1
37621 Maíllo (El)
Tlfno.- +34 923 485560
Ángel González del Canto
Objetivos.- Fomentar la colaboración y participación
entre las personas mayores de la localidad. Organizar
actividades tendentes a conseguir un mayor bienestar
social y calidad de vida entre sus asociados. Organizar
actividades culturales y recreativas diversas, tales como
clases formativas con monitores y profesores especializados, veladas artísticas y culturales, lecturas comenta-
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL 127
das, etd. Potenciar la participación en cuantas actividades
se propongan: culturales, recreativas y otras; Proporcionar a los socios información y orientación en relación
a la legislación y recursos sociales para las personas mayores. Ayudar y visitar a los socios que por sus características no pueden acudir a la sede social
Actividades.- Talleres (de memoria,...). Excursiones. Gimnasia. Etc.
ASOCIACIÓN DE MUJERES VIRGEN DEL ROSARIO
Avda. Portugal, Nº 1
37621 Maíllo (El)
Tlfno.- +34 923 164201
Josefa Merchán Rodriguez
Objetivos.- Promoción de la mujer en el ámbito rural,
en el ámbito de la salud, el empleo. Conservación de
espacios medioambientales y protección de la cultura tradicional.
Actividades. Talleres de autocuidado, desarrollo personal, hábitos saludables, memoria, medioambiente, teatro. Manualidades. Otras.
ASOCIACIÓN DE MAYORES LA PALOMA DE MARTIAGO
C/ Cilla, Nº 51
37510 Martiago
Tlfno.- +34 923 487127
Agustín Hilario Herrero Oreja
Objetivos.- Fomentar y potenciar la colaboración y participación entre las personas mayores de la localidad en
cuantas actividades se propongan. Proporcionar a los
socios información y orientación en relación a la legislación y recursos sociales para las personas mayores. Desarrollar programas de ayuda mutua y de voluntariado.
Organizar actividades tendentes a conseguir un mayor
bienestar social y calidad de vida entre sus asociados.
Actividades. Gimnasia, bailes típicos, talleres, charlas,
excursiones, manualidades, peluquería, podología, etc.
ASOCIACIÓN DE MAYORES SAN JULIAN DE MONSAGRO
C/ La Fuente, Nº 5
37532 Monsagro
Tlfno.- +34 923 489535
128 DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
Luis Lucas Crespo
Objetivos.- Fomentar y potenciar la colaboración y participación entre las personas mayores de la localidad en
cuantas actividades se propongan. Proporcionar a los
socios información y orientación en relación a la legislación y recursos sociales para las personas mayores. Desarrollar programas de ayuda mutua y de voluntariado.
Organizar actividades tendentes a conseguir un mayor
bienestar social y calidad de vida entre sus asociados.
Actividades.- Talleres, cursos (primeros auxilios, etc), gimnasia, viajes culturales.
ASOCIACIÓN DE MAYORES VIRGEN DE LA PEÑA DE
MORASVERDES
Plaza Nº 6
37590 Morasverdes
Tlfno.- +34 923 485274
Gregorio Muñoz Moro
Objetivos.- Fomentar y potenciar la colaboración y participación entre las personas mayores de la localidad en
cuantas actividades se propongan. Proporcionar a los
socios información y orientación en relación a la legislación y recursos sociales para las personas mayores. Desarrollar programas de ayuda mutua y de voluntariado.
Organizar actividades tendentes a conseguir un mayor
bienestar social y calidad de vida entre sus asociados.
Actividades.- Gimnasia. Juegos de mesa (cartas, domino, etc).
ASOCIACIÓN DE MUJERES VILLASALVATIERRA
C/ El Calvario
37590 Morasverdes
Tlfno.- +34 923 485209
Julia Varas
Objetivos.- Promoción de la mujer en el ámbito rural en
los aspectos culturales, educativo/formativos, sociales.
Promoción de la mujer en el ámbito de la salud con especial incidencia en la prevención. Promoción de la formación orientada al empleo como vehículo para
potenciar la incorporación de la mujer en el mercado
laboral. Promoción, protección y conservación de los
espacios medioambientales y arquitectónicos así como
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
la promoción de actividades orientadas a la conservación, sensibilización y conocimiento de estos espacios.
Promoción, prevención y protección de la cultura tradicional, especialmente en decadencia. Realización de
actividades culturales y de ocio tendentes a favorecer
la convivencia y participación social de este colectivo: fiestas, excursiones, conferencias, coloquios...
Actividades.- Cursos, charlas, talleres (de autoestima, etc),
excursiones, gimnasia, etc.
ASOCIACIÓN DE MAYORES EL TILERO
C/ Lirio, Nº 53
37542 Navasfrías
Tlfno.- +34 923 475061 / +34 923 475086
Felipe Navais Caballero
Objetivos.- Fomentar y potenciar la colaboración entre
las personas mayores de la localidad y cuantas actividades
se propongan, así como información de asuntos de actualidad y orientación en relación con la legislación actual.
Actividades.- Desarrollar programas de ayuda mutua y
voluntariado, organizar actividades tendentes a conseguir un mayor bienestar social y calidad de vida entre
sus asociados. Talleres de Gimnasia. Charlas de salud. Alimentación. Aseo personal e higiene, cuidado del vestido, no automedicarse y otros temas.
ASOCIACIÓN DE MAYORES EL JALAMA DE EL PAYO
C/ La Ladera, Nº 2
37524 Payo (El)
Tlfno.- +34 923 486818
Amador Pérez
Objetivos.- Fomentar la colaboración y participación
entre las personas mayores de la localidad. Organizar
actividades tendentes a conseguir un mayor bienestar
social y calidad de vida entre sus asociados. Organizar
actividades culturales y recreativas diversas, tales como
clases formativas con monitores y profesores especializados, veladas artísticas y culturales, lecturas comentadas, etd. Fomentar la participación en cuantas actividades
se propongan: culturales, recreativas y otras. Proporcionar a los socios información y orientación en relación
a la legislación y recursos sociales para las personas mayo-
res. Ayudar y visitar a los socios que por sus características no pueden acudir a la sede social.
Actividades.- Talleres (de memoria, etc), charlas, gimnasia, excursiones, etc.
ASOCIACIÓN DE LA TERCERA EDAD CHARRADA DE
PEÑAPARDA
C/ Las Eras, Nº 5
37523 Peñaparda
Tlfno.- +34 923 486442
Fax.- +34 923 486331
Isidro Ramos Pascual
Objetivos.- Fomentar y potenciar la colaboración y participación entre las personas mayores de la localidad en
cuantas actividades se propongan. Proporcionar a los
socios información y orientación en relación a la legislación y recursos sociales para las personas mayores. Desarrollar programas de ayuda mutua y de voluntariado.
Organizar actividades tendentes a conseguir un mayor
bienestar social y calidad de vida entre sus asociados.
Actividades.- Ta l l e res: Gimnasia y memoria. Excursiones.
Jornadas de convivencia. Actividad principal socio cultural recreativa.
ASOCIACIÓN EL PANDERO CUADRADO DE PEÑAPARDA
C/ Eras, S/N
37523 Peñaparda
Tlfno.- +34 923 486370 / +34 923 486444
Fax.- +34 923 486331
Isabel Ramos Gonzalez - José Benito Mateos Pascual
Objetivos.- Conservar las tradiciones en torno al pandero
cuadrado. Cuidar el mantenimiento de la pureza de los
toques del pandero, trajes, bailes, de modo que se re c onozca su originalidad y peculiaridades en Peñaparda.
Transmitir a las nuevas generaciones de Peñaparda el
toque del pandero tal y como se conserva desde sus orígenes. Recuperar y mantener todas las tradiciones de
nuestro pueblo, así como el vocabulario y otras señas de
identidad. Fomentar la cultura entre los miembros de
la asociación y en general en el pueblo. Promoción del
desarrollo integral rural. Fomentar la participación en
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL 129
actividades sociales y culturales. Luchar por una vida más
digna en el medio rural.
Actividades.- Organización anual de la Fiesta del Pandero Cuadrado. Cursos de aprendizaje del toque de pandero cuadrado, de bordado de camisas galanas y del
baile tradicional. Taller de construcción de panderos.
Excursiones culturales relacionadas con la cultura tradicional. Otras excursiones lúdicas. Participación como
socio en la Asociación de Estudios del Rebollar y colaboración en las primeras jornadas de Estudios del Rebollar.
ASOCIACIÓN DE MAYORES LA ESTRELLA DE PUEBLA DE
AZABA
Avda. Vicente Morales, Nº 6
37553 Puebla de Azaba
Tlfno.- +34 923 471045
Jaime Herrero Herrero
Objetivos.- Fomentar la colaboración y participación
entre las personas mayores de la localidad. Organizar
actividades tendentes a conseguir un mayor bienestar
social y calidad de vida entre sus asociados. Organizar
actividades culturales y recreativas diversas, tales como
clases formativas con monitores y profesores especializados, veladas artísticas y culturales, lecturas comentadas, etc. Potenciar la participación en cuantas actividades
se propongan: culturales, recreativas y otras. Proporcionar a los socios información y orientación en relación
a la legislación y recursos sociales para las personas mayores. Ayudar y visitar a los socios que por sus características no pueden acudir a la sede social.
Actividades.- Talleres, charlas, gimnasia, excursiones,
comidas entre socios,...
ASOCIACIÓN DE MAYORES SAN ANTONIO DE PUERTO
SEGURO
C/ Las Eras, S/N
37487 Puerto Seguro
Tlfno.- +34 923 491461
Fax.- +34 923 491461
E-mail.- [email protected]
130 DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
José Moreno Rivero
Objetivos.- Fomentar las relaciones con otras comarc a s .
Actividades.- Las normales para personas de más de 65
años.
AGRUPACIÓN DE ASOCIACIONES DE MAYORES DE EL
AGUEDA
C/ Fray Martín, Nº 4
37521 Robleda
Tlfno.- +34 923 486319
Rogelio Mateos Gutierrez
Objetivos.- Fomentar y potenciar la unión y participación de todas las asociaciones de mayores de el agueda, creando una conciencia colectiva que sirva de
plataforma para la defensa de los intereses colectivos
en todas las áreas de participación ciudadana que se deriven de organizaciones institucionales locales, autónomas,
nacionales o internacionales. Impulsar la realización de
estudios de investigación social para obtener un conocimiento objetivo de las necesidades reales del colectivo: sanitarias, económicas, familiares, formativas, etc.
Promover, impulsar y cooperar para dotar a la zona de
los servicios adecuados que satisfagan las necesidades
reales del sector mayores, financiados y gestionados por
instituciones públicas y privadas. Investigar y profundizar en el conocimiento de la historia, costumbres, flok l o res, arte, sabiduría popular de la zona, promoviendo
su defensa y difusión.
Actividades.- Convivencias entre las asociaciones de
mayores de los cinco municipios del Rebollar: Navasfrías, El Payo, Peñaparda, Villasrubias y Robleda.
ASOCIACIÓN DE MAYORES LOS ROBLEANOS DE ROBLEDA
C/ Fray Martín, Nº 4
37521 Robleda
Tlfno.- +34 923 486319
Rogelio Mateos Gutierrez
Objetivos.- Fomentar y potenciar la colaboración y participación entre las personas mayores de la localidad en
cuantas actividades se propongan. Proporcionar a los
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
socios información y orientación en relación a la legislación y recursos sociales para las personas mayores. Desarrollar programas de ayuda mutua y de voluntariado.
Organizar actividades tendentes a conseguir un mayor
bienestar social y calidad de vida entre sus asociados.
Actividades.- Talleres, gimnasia, excursiones, convivencias, bailes,etc.
ASOCIACIÓN AMIGOS DE SAELICES
Plaza Mayor, S/N (Ayuntamiento)
37592 Saelices el Chico
Tlfno.- +34 94 4950986 / +34 983 249357
Jacinto - Joaquín Ribero Sánchez
Objetivos.- Promover la participación en la vida asociativa
y la convivencia entre los socios. Mantener vivas las tradiciones que han hecho posible la vida en el pueblo de
saelices. Promover todo tipo de actividades de carácter
lúdico y cultural que lleven al conocimiento de tales tradiciones. Colaborar en actividades culturales y festivas.
Realizar actividades para transmitir y explicar tradiciones a los más jóvenes y a aquellos que estén interesados en la vida del pueblo. Realizar actividades para
profundizar en el conocimiento de las raíces.
Actividades. Actividades con niños (manualidades).
Exposiciones. Concursos. Bailes, etc.
ASOCIACIÓN DE MAYORES TRES DE MAYO DE SAELICES
EL CHICO
C/ Llanos, S/N
37592 Saelices el Chico
Tlfno.- +34 923 490134
Alejandrina Sánchez Moreiro
Objetivos.- Fomentar y potenciar la colaboracion y la participacion entre las personas mayores de la localidad en
cuantas actividades se propongan. Proporcionar a los
socios informacion y orientacion en relacion a la legislacion y recursos sociales para las personas mayores. Desarrollar programas de ayuda mutua y de voluntariado.
Y demás contenidos en el art. 2 de sus estatutos.
Actividades.- Exposiciones. Trabajos manuales. Juegos de
mesa. Excursiones, etc.
ASOCIACIÓN DE MAYORES ENRIQUE TIERNO GALVAN
DE SANCTI SPIRITUS
C/ Antonio Machado, Nº 2
37470 Sancti-Spiritus
Tlfno.- +34 923 484345 / +34 923 484201
Eugenio Gómez Mancebo
Objetivos.- Promover actividades culturales, sociales y de
ocio y tiempo libre relacionadas con la tercera edad.
Actividades.- Organización de excursiones, fiestas de
sociedad, bailes. Competiciones de ocio y deportivas.
Charlas, conferencias, exposiciones. Actividades deportivas.
ASOCIACIÓN DE MUJERES PROGRESISTAS VISTALEGRE
Plaza Mayor, 1
37470 Sancti-Spiritus
Tlfno.- +34 923 484017
Consuelo Matías Martín
Objetivos.- Movilizar a las mujeres y suplir las carencias
existentes en el medio rural.
Actividades.- Excursiones. Cursos y talleres. Charlas.
Servicios específicos de atención a la mujer (psicológicos, jurídicos, etc.) y actividades culturales específicas para
la mujer.
ASOCIACIÓN DE MAYORES NUESTRA SEÑORA DE LA
MERCED DE EL SAÚGO
C/ Costanilla, Nº 2
37514 Saúgo (El)
Tlfno.- +34 923 487376
Jacinto Ramajo Ramajo
Objetivos.- Fomentar la colaboración y participación
entre las personas mayores de la localidad. Organizar
actividades tendentes a conseguir un mayor bienestar
social y calidad de vida entre sus asociados. Organizar
actividades culturales y recreativas diversas, tales como
clases formativas con monitores y profesores especializados, veladas artísticas y culturales, lecturas comentadas, etd. Fomentar la participación en cuantas actividades
se propongan: culturales, recreativas y otras. Proporcionar a los socios información y orientación en relación
a la legislación y recursos sociales para las personas mayo-
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL 131
res. Ayudar y visitar a los socios que por sus características no pueden acudir a la sede social.
Actividades.- Gimnasia. Charlas culturales. Talleres.
Excursiones. Peluquería.
ASOCIACIÓN DE MAYORES SAN ISIDRO DE GUADAPERO
C/ La Fuente S/N
37590 Serradilla del Arroyo
Tlfno.- +34 923 489710
Felisa Vicente Elvira
Objetivos.- Fomentar la colaboración y participación
entre las personas mayores de la localidad. Organizar
actividades tendentes a conseguir un mayor bienestar
social y calidad de vida entre sus asociados. Organizar
actividades culturales y recreativas diversas, tales como
clases formativas con monitores y profesores especializados, veladas artísticas y culturales, lecturas comentadas, etc. Potenciar la participación en cuantas actividades
se propongan: culturales, recreativas y otras. Proporcionar a los socios información y orientación en relación
a la legislación y recursos sociales para las personas mayores. Ayudar y visitar a los socios que por sus características no pueden acudir a la sede social.
Actividades.- Talleres. Convivencias. Charlas. Excursiones.
Gimnasia.
ASOCIACIÓN DE MAYORES DE SERRADILLA DEL ARROYO
Plaza de la Constitución, Nº 12
37531 Serradilla del Arroyo
Tlfno.- +34 923 489105
Ángeles Barrios Velasco
Objetivos.- Promover la cultura entre los mayores. Dinamizar la actividad del mayor dentro de su localidad. Crear un espacio de ocio y entretenimiento donde los
mayores puedan desarrollar juegos de mesa. Intentar
mantener la relación entre los mayores a través de un
local donde se reunan.
Actividades.- Cursos de educación física y de baile.
Excursiones. Interrelación con otras asociaciones de
mayores. Cualquier actividad propia de los mayores donde puedan disfrutar y compartir experiencias.
132 DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
ASOCIACIÓN DE MAYORES SAGRADO CORAZÓN DE
JESUS DE SERRADILLA DEL LLANO
C/ Salas Pombo, Nº 10
37531 Serradilla del Llano
Tlfno.- +34 923 489042
Santos Encinas Sastre
Objetivos.- Fomentar y potenciar la colaboración y participación entre las personas mayores de la localidad en
cuantas actividades se propongan. Proporcionar a los
socios información y orientación en relación a la legislación y recursos sociales para las personas mayores. Desarrollar programas de ayuda mutua y de voluntariado.
Organizar actividades tendentes a conseguir un mayor
bienestar social y calidad de vida entre sus asociados.
Actividades.- Gimnasia. Charlas. Juegos de mesa. Excursiones. Talleres
ASOCIACIÓN DE MAYORES LOS CAÑOS DE TENEBRÓN
C/ La Fuente Nº 5
37590 Tenebrón
Tlfno.- +34 923 485834
Mariano Sánchez Martín
Objetivos.- Fomentar la colaboración y participación
entre las personas mayores de la localidad. Organizar
actividades tendentes a conseguir un mayor bienestar
social y calidad de vida entre sus asociados. Organizar
actividades culturales y recreativas diversas, tales como
clases formativas con monitores y profesores especializados, veladas artísticas y culturales, lecturas comentadas, etd. Fomentar la participación en cuantas actividades
se propongan: culturales, recreativas y otras. Proporcionar a los socios información y orientación en relación
a la legislación y recursos sociales para las personas mayores. Ayudar y visitar a los socios que por sus características no pueden acudir a la sede social.
Actividades.- Gimnasia. Juegos de mesa. Talleres (de
memoria, etc). Excursiones, etc.
ASOCIACIÓN DE MAYORES TODOS UNIDOS DE VILLAR
DE CIERVO
C/ Rodriguez Almeida, Nº 51
37486 Villar de Ciervo
Tlfno.- +34 923 488035
Juan Juy Bajo
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
Objetivos.- Fomentar y potenciar la colaboración y participación entre las personas mayores de la localidad en
cuantas actividades se propongan. Proporcionar a los
socios información y orientación en relación a la legislación y recursos sociales para las personas mayores. Desarrollar programas de ayuda mutua y de voluntariado.
Organizar actividades tendentes a conseguir un mayor
bienestar social y calidad de vida entre sus asociados.
Actividades.- Gimnasia. Bailes charros. Excursiones. Convivencias -comidas -.
ASOCIACIÓN DE MAYORES LA ZARZA DE SERRANILLO
Serranillo. Villar de la Yegua
37485 Villar de la Yegua
Tlfno.- +34 923 480606
Rosendo Ramos Martín
Objetivos.- Fomentar y potenciar la colaboración y la participación entre las personas mayores de la localidad en
cuantas actividades se propongan. Proporcionar a los
socios información y orientación en relación a la legislación y recursos sociales para las personas mayores. Y
demas fines establecidos en el art. 2º de sus estatutos.
Actividades.- Charlas. Juegos de mesa. Gimnasia.
ASOCIACIÓN DE MAYORES VAL DE LA OLLA DE VILLAR
DE LA YEGUA
Plaza de la Constitucion, Nº 1
37485 Villar de la Yegua
Tlfno.- +34 628 044117
Manuel Vicente Bernoy
Objetivos.- Fomentar y potenciar la colaboración y participación entre las personas mayores de la localidad en
cuantas actividades se propongan. Proporcionar a los
socios información y orientación en relación a la legislación y recursos sociales para las personas mayores. Desarrollar programas de ayuda mutua y de voluntariado.
Organizar actividades tendentes a conseguir un mayor
bienestar social y calidad de vida entre sus asociados
Actividades.- Aula de memoria. Bailes charros. Gimnasia. Juegos de mesa. Peluquería, podología. Excursiones.
ASOCIACIÓN DE MAYORES EL REBOLLAR DE VILLASRUBIAS
C/ Larga, Nº 5
37522 Villasrubias
Tlfno.- +34 923 486464
Leopoldo Boyero García
Objetivos.- Fomentar y potenciar la colaboración y participación entre las personas mayores de la localidad en
cuantas actividades se propongan. Proporcionar a los
socios información y orientación en relación a la legislación y recursos sociales para las personas mayores. Desarrollar programas de ayuda mutua y de voluntariado.
Organizar actividades tendentes a conseguir un mayor
bienestar social y calidad de vida entre sus asociados.
Actividades.- Excursiones. Gimnasia. Manualidades. Fiesta del jubilado.
m TÉCNICAS DA ÁREA DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL
DE ALMEIDA
Quartel das Esquadras, N.º 11
6350-148 Almeida
Tlfno.- +351 271 571 962 / 3
Fax.- +351 271 571 142
Area Geográfica.- Concelho do Almeida
Alva Santos
Técnica Superior da Câmara Municipal de Almeida –
Socióloga
Cristina Branco
Técnica Superior da Câmara Municipal de Almeida –
Socióloga
Maria José Loureiro
Técnica Superior da Câmara Municipal de Almeida Psicóloga Clínica
Ana Alexandra Caramelo
Assistente Administrativa
m TÉCNICAS DA ÁREA DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL
DE SABUGAL
Sandra Cristina Correia Santos
Técnica Área Segurança Social de Sabugal
Praça da República
6324-007 Sabugal
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL 133
MANCA
Teyi Vicente Arroyo
Animadora Social
Rúa del Sol, 13
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 923 498340
Área Geográfica.- Ciudad Rodrigo 2
María Jesús Martínez Hernaiz
Coordinadora de Acción Social
C/ Espejo, 3
37001 Salamanca
Tlfno.- +34 923 217410
Área Geográfica.- La provincia de Salamanca
María Jesús Prieto Espinosa
Técnico PROSODECO
C/ Velayos, 4 3ºC
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 923 461232
Área Geográfica.- Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +351 271 75 10 40
Fax.- +351 271 75 34 08
Área Geográfica.- Concelho do Sabugal
m ÁREA DE BIENESTAR SOCIAL DIPUTACIÓN DE SALA-
Marta Aparicio Gómez
Directora del Área de Bienestar Social
C/ Espejo, 3
37001 Salamanca
Tlfno.- +34 923 217410
Área Geográfica.- La región de Salamanca
m TÉCNICAS CEAS DIPUTACIÓN CIUDAD RODRIGO
Amparo Hernandez Muñoz
Trabajadora Social
Rúa del Sol, 13
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 923 498340
Area Geográfica.- Ciudad Rodrigo 1
m TÉCNICAS CEAS DIPUTACIÓN TAMAMES
Almudena Sánchez Vicente
Animadora Social
Plaza Mayor, 1
37600 Tamames
Tlfno.- +34 923 449484
Consolación Paniagua Paniagua
Trabajadora Social
Plaza Mayor, 1
37600 Tamames
Tlfno.- +34 923 449484
m TÉCNICAS CEAS AYUNTAMIENTO CIUDAD RODRIGO
María del Mar Pérez Zúñiga
Animadora Social
Rúa del Sol, 13
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 923 498340
Área Geográfica.- Ciudad Rodrigo 1
Elena Corral de la Cruz
Trabajadora Social Ayto. Ciudad Rodrigo
Plaza Mayor, 27
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- + 34 923 498400
Área Geográfica.- Ciudad Rodrigo
María Dolores González López
Trabajadora Social
Rúa del Sol, 13
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- +34 923 498340
Área Geográfica.- Ciudad Rodrigo 2
Lourdes Martín García
Trabajadora Social Ayto. Ciudad Rodrigo
Plaza Mayor, 27
37500 Ciudad Rodrigo
Tlfno.- + 34 923 498400
Área Geográfica.- Ciudad Rodrigo
134 DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL 135
PROPOSTAS DE COOPERAÇÃO TRANSFRONTEIRIÇA
PROPUESTAS DE COOPERACIÓN TRANSFRONTERIZA
Este apartado final de propostas de cooperação
transfronteiriça, encaminhadas para avançar no processo de
coesão social, económica e territorial, são o resultado do encontro
mantido pela equipa responsável do Directório Transfronteiriço,
realizado no Centro Cultural “El Porvenir” de Ciudad Rodrigo,
no dia 20 de Setembro de 2005, com os agentes sociais e os
representantes de diversas instituições e administrações da
comarca de Ciudad Rodrigo e dos concelhos de Almeida e de
Sabugal. O encontro pretendia aproximar todas as associações
de desenvolvem o seu trabalho na zona com o fim de avançar e
debater uma série de possíveis acções de colaboração entre estes
territórios vizinhos. Os organizadores da jornada de trabalho estão
satisfeitos e confiantes pelas ideias emanadas das quatro mesas
de trabalho: desenvolvimento económico, património natural e
turismo, património cultural e sócio-cultural. A relação de
propostas das mesas de trabalho nasce com um carácter aberto,
fruto do diálogo e da participação dos representantes sociais da
população local (“de acima abaixo”), e como ponto de encontro
das relações transfronteiriças de cara ao futuro.
Este apartado final de propuestas de cooperación transfronteriza, encaminadas a avanzar en el proceso de cohesión social,
económica y territorial, son el resultado del encuentro mantenido por el equipo responsable del Directorio Transfronterizo, realizado en el Centro Cultural «El Porvenir» de Ciudad Rodrigo,
el día 20 de septiembre de 2005, con los agentes sociales y los
representantes de diversas instituciones y administraciones de la
comarca de Ciudad Rodrigo y de los concelhos de Almeida y de
Sabugal. El encuentro pretendía acercar a todas las asociaciones
que desarrollan su labor en la zona con el fin de avanzar y debatir una serie de posibles acciones de colaboración entre estos territorios vecinos. Los organizadores de la jornada de trabajo están
satisfechos e ilusionados por las ideas emanadas de las cuatro
mesas de trabajo: desarrollo económico, patrimonio natural y turismo, patrimonio cultural y acción social. La relación de propuestas de las mesas de trabajo nace con un carácter abierto, fruto del
diálogo y de la participación de los representantes sociales de la
población local («de abajo arriba»), y como punto de encuentro
de las relaciones transfronterizas de cara al futuro.
Em definitivo, a sessão de trabalho conjunta hispano-lusa
permite-nos terminar este Directório Transfronteiriço com um
guião de propostas viáveis que ajudarão a consolidar as relações
transfronteiriças e progredir na coesão social e económica
neste troço do território limítrofe de Castela e Leão e da Região
Centro de Portugal. Além disso, esta publicação pode erigir-se
numa ferramenta de trabalho quotidiana para as associações e
as entidades de ambos os lados da fronteira porque possibilita
um conhecimento mútuo.
En definitiva, la sesión de trabajo conjunta hispano-lusa nos
permite concluir este Directorio Transfronterizo con un guión
de propuestas viables que ayudarán a consolidar las relaciones
transfronterizas y progresar en la cohesión social y económica
en este tramo del territorio rayano de Castilla y León y de la
Región Centro de Portugal. Además, esta publicación puede erigirse en una herramienta de trabajo cotidiana para las asociaciones y las entidades de ambos lados de la frontera porque
posibilita un conocimiento mutuo.
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL 137
MESA DE DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO
MESA DE DESARROLLO ECONÓMICO
– A redacção de Plano Estratégico Transfronteiriço (da
Comarca de Ciudad Rodrigo e dos Concelhos de Almeida e
Sabugal) que recolha de forma veraz, actual e integrada todos
os aspectos do desenvolvimento (recursos naturais, infraestruturas e equipamentos, sectores de actividade, património
cultural, etc.) e as linhas de acção conjuntas. Também, a inclusão
das políticas de ordenação e de desenvolvimento económico que
confluem neste território e as suas inter-relações.
– La redacción de un Plan Estratégico del Territorio
Transfronterizo (de la Comarca de Ciudad Rodrigo y de los Concelhos de Almeida y de Sabugal) que recoja de forma veraz, actual
e integrada todos los aspectos del desarrollo (recursos naturales,
infraestructuras y equipamientos, sectores de actividad, patrimonio
cultural, etc.) y las líneas de actuación conjuntas.También, la inclusión de las políticas de ordenación y de desarrollo económico que
confluyen en este territorio y sus interrelaciones.
– A criação de um Gabinete Inter- d i s c i p l i n a r
t r a n s f r o n t e i r i ç o, com técnicos espanhóis e portugueses,
encarregado de redigir o Plano Estratégico, projectar acções
comuns de desenvolvimento, coordenar as instituições e
transmitir os resultados à opinião pública. Além disso, o centro
albergaria um programa completo de formação, em ambos os
idiomas, e dotado de um computador.
– La creación de un Gabinete Interdisciplinar Trans fronterizo, con técnicos españoles y portugueses, encargado de
redactar el Plan Estratégico, proyectar acciones comunes de
desarrollo, coordinar a las instituciones y trasmitir los resultados a la opinión pública. Además, el centro albergaría un programa completo de formación, en ambos idiomas, y dotado de
un equipo informático.
– Promover o uso das Novas Tecnologias e da Sociedade
da Informação em todo o território transfronteiriço,
especialmente entre a população local, destinado a temas
formação (cursos de português e castelhano não presenciais),
gestão de empresas, comércio de proximidade e lojas virtuais,
transporte a petição, etc.
– Promover el uso de las Nuevas Tecnologías y de la
Sociedad de la Información en todo el territorio transfronterizo, especialmente entre la población local, destinado a temas
de formación (cursos de portugués y castellano no presenciales), gestión de empresas, comercio de proximidad y tiendas virtuales, transporte a la demanda, etc.
– A união dos div e rsos sectores económicos (agricultura
e agro-pecuária) que rentabilizem os recursos naturais e
humanos da zona e ampliem as possibilidades das vendas de
produtos. A solidariedade empresarial acarreta vantagens
(formação específica) e ganha mais força nas reivindicações,
como por exemplo, na necessidade de solo industrial ou gestão
dos resíduos industriais. A colaboração empresarial
transfronteiriça deveria levar à implantação de plantas de
transformação de matérias primas de ambos os lados da
fronteira (leite, madeira, mel, etc.) com um selo de região
demarcada.
– La unión de los distintos sectores económicos (agricultura y ganadería) que rentabilicen los recursos naturales y
humanos de la zona y amplíen las posibilidades de las ventas
de los productos. La solidaridad empresarial conlleva ventajas
(formación a la carta) y adquiere más fuerza en las reivindicaciones, como por ejemplo, en la necesidad de suelo industrial
o la gestión de los residuos industriales. La colaboración empresarial transfronteriza debiera llevar a la implantación de plantas de transformación de materias primas de ambos lados de la
frontera (leche, madera, miel, etc.) con un distintivo territorial.
– O clima de confiança empresarial e a dinâmica de
convivência devem-se consolidar através de campanhas de promoção
e com os intercâmbios e transaccções comercais por ambas as partes.
Os êxitos em matéria de recursos humanos, missões comerciais,
relações de associações e empresas, acordos institucionais, etc.,
138 DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
– El clima de confianza empresarial y la dinámica de con vivencia se deben consolidar a través de campañas de promoción y con los intercambios y transacciones comerciales por
ambas partes. Los éxitos en materia de recursos humanos, misiones comerciales, relaciones de asociaciones y empresas, acuerdos institucionales, etc., generarían un amplio repertorio en
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
gerariam um amplo repertório em formato de Guia de Boas
Actuações exportáveis a outras zonas transfronteiriças.
formato de Guía de Buenas Prácticas exportables a otras zonas
transfronterizas.
MESA DE PATRIMÓNIO NATURAL E TURISMO
MESA DE PATRIMONIO NATURAL Y TURISMO
– Realizar campanhas de educação e sensibilização meio
ambientais transfronteiriças com o fim de consciencializar os
responsáveis institucionais e a população local da fragilidade e
a diversidade do meio natural da zona. Esta acção permitiria,
em primeiro lugar, a criação de emprego pela necessidade de
contratar guias da natureza e monitores para desenhar e levar
a cabo as actividades nos colégios e nos municípios. E, em
segundo lugar, significaria uma consciencialização social e uma
rentabilidade ambiental ao criar um afecto ao território que pode
evitar impactos ecológicos e desastres naturais no futuro (por
exemplo, um esforço comum na luta contra os incêndios).
– Realizar campañas de educación y sensibi lización
medioambienta l transfronterizas con el fin de concienciar a los
responsables institucionales y a la población local de la fragilidad y la diversidad del medio natural de la zona. Esta acción
permitiría, en primer lugar, la generación de empleo por la necesidad de contratar guías de la naturaleza y monitores para diseñar y llevar a cabo las actividades en los colegios y en los
municipios. Y, en segundo lugar, supondría una concienciación
social y una rentabilidad ambiental al crear una querencia al
territorio que puede evitar impactos ecológicos y desastres naturales en el futuro (por ejemplo, un esfuerzo común en la lucha
contra los incendios).
– A colaboração da comarca de Ciudad Rodrigo e dos
concelhos de Almeida e de Sabugal para organizar a oferta
turística conjunta a partir do desenho de um logótipo que
identifique o território em base de uma imagem e de um
slogan publicitário. Uma vez estruturada a oferta de alojamentos,
de restaurantes e de produtos turísticos sob a protecção da marca
territoria l pode começar-se a promoção do espaço em diversos
suportes bilingues e acudir às feiras de turismo nacionais e
regionais (neste sentido já se publicou um folheto conjunto
Espaço fronteiriço de Guarda e Ciudad Rodrigo, apoiado pela
iniciativa comunitária INTERREG II e os Grupos de Acção
Local: Associação de Desenvolvimento Integrado da Raia
Centro Norte, PRO-RAIA, e a Associação para Desenvolvimento da Comarca de Ciudad Rodrigo, ADECOCIR). A
captação de turistas implica o trabalho de marketing com
determinados segmentos da população e uma adequada eleição
dos pontos de origem. Este destino turístico será fortalecido em
relação aos profissionais do turismo se se consegue uma
estrutura única através das rotas culturais, de circuitos temáticos
e de pacotes turísticos. Um passo que já o deram as Câmaras
Municipais de Almeida e Ciudad Rodrigo quems, sob a figura
de consórcio, pretendem promover os recursos patrimoniais e
turísticos a partir do plano “Dinamização cultural e turística do
espaço fronteiriço hispano-luso” e que deveria abrir-se a Sabugal.
– La colaboración de la comarca de Ciudad Rodrigo y de
los concelhos de Almeida y de Sabugal para organizar la ofer ta turística conjunta a partir del diseño de un logotipo que identifique el territorio en base a una imagen y a un eslogan
publicitario. Una vez estructurada la oferta de alojamientos, de
restaurantes y de productos turísticos bajo el paraguas de la mar ca territoria l puede iniciarse la promoción del espacio en diversos soportes bilingües y acudir a las ferias de turismo nacionales
y regionales (en este sentido ya se publicó un folleto conjunto
Espacio fronterizo de Guarda y Ciudad Rodrigo, respaldado por
la iniciativa comunitaria INTERREG II y los Grupos de Acción
Local: Associação de Desenvolvimento Integrado da Raia Centro Norte, PRO-RAIA, y la Asociación para el Desarrollo de la
Comarca de Ciudad Rodrigo, ADECOCIR). La captación de
turistas conlleva el trabajo de marketing con determinados segmentos de la población y una adecuada elección de los puntos
de origen. Este destino turístico se fortalecerá de cara a los profesionales del turismo si consigue una estructura única a través
de rutas culturales, de circuitos temáticos y de paquetes turísticos. Un paso que ya han dado los ayuntamientos de Ciudad
Rodrigo y Almeida quienes, bajo la figura del consorcio, p r etenden promocionar los recursos patrimoniales y turísticos a partir del plan «Dinamización cultural y turística del espacio rayano
hispano-luso» y que debiera abrirse a Sabugal.
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL 139
– A coordenação das administrações regional, provincial
e local no momento em que tem de manter uns mínimos
equipamentos de informação turística na zona inter-fronteiriça.
Também, contar com uns serviços dignos que dêem uma
adequada atenção ao visitante e uma informação programada
de lugares e de actividades. Esta função requer um contacto
mensal com os empresários e as associações de turismo, com os
responsáveis de museus e centros de interpretação e com os guias
de turismo. As inquietudes do sector já foram debatidas, por
exemplo, nos Encontros do Sector Turístico da Associação de
Municípios Alto Águeda (Fuenteguinaldo), e será necessário
continuar a falar sobre as deficiências turísticas na zona.
– La coordinación de las administraciones regional, p r ovincial y local a la hora de mantener unos mínimos equipamientos
de información turística en la zona interfronteriza.Además, contar con unos servicios dignos que den una adecuada atención al
visitante y una información programada de lugares y de actividades. Esta función requiere un contacto mensual con los
empresarios y las asociaciones de turismo, con los responsables
de museos y centros de interpretación y con los guías de turismo. Las inquietudes del sector ya han sido debatidas, por ejemplo, en los Encuentros del Sector Turístico de la Mancomunidad
de Municipios Alto Águeda (Fuenteguinaldo), y será necesario
seguir hablando sobre las deficiencias turísticas en la zona.
– A limpeza, recuperação e sinalização de caminhos e
trilhos, especialmente, as vias pecuárias, com o fim de dotar a
zona de uma rede de veredas homologados pela Federação
Espanhola de Desportos de Montanha e Escalada (FEDME)
e a Federação Portuguesa de Campismo e Montanhismo de
Portugal (FCMP). A implicação municipal e a secção de espaços
naturais podem ligar com as veredas de Pequeno Recorrido (PR)
e as Veredas Locais (VL) as grandes rotas que atravessam este
território: GR 22.- Rota das Aldeias Históricas, o GR 10.2Sistema Central e o GR 14.1- Vereda do Douro. A experiência
da Associação para o Desenvolvimento da Comarca de Ciudad
Rodrigo (ADECOCIR) nesta matéria, já que estabeleceu a Rede
de Rotas de Caminhadas da Comarca de Ciudad Rodrigo (a Serra
de Camaces, a Cañada de Extremadura, Os Contrabandistas e
O Rebollar), deve ser um ponto de início e de referência. Não
se pode descartar outros produtos turísticos associados aos
caminhos, como por exemplo, a iniciativa da Câmara Municipal
de Fuenteguinaldo de sinalizar uma Vereda de Interpretação
Ambiental em Bicicleta.
– La limpieza, recuperación y señalización de caminos y
roderas, especialmente, las vías pecuarias, con el fin de dotar a
la zona de una red de senderos homologados por la Federación
Española de Deportes de Montaña y Escalada (FEDME) y la
Federação Portuguesa de Campismo e Montanhismo de Portugal
(FCMP). La implicación municipal y la sección de espacios naturales pueden coser con los senderos de Pequeño Recorrido (PR)
y los Senderos Locales (SL) las grandes rutas que atraviesan este
territorio: el GR 22.- Rota das Aldeias Históricas, el GR 10.2.Sistema Central y el GR 14.1.- Senda del Duero. La experiencia de la Asociación para el Desarrollo de la Comarca de Ciudad Rodrigo (ADECOCIR) en esta materia, ya que estableció
la Red de Rutas de Senderismo de la Comarca de Ciudad
Rodrigo (la Sierra de Camaces, la Cañada de Extremadura, Los
Contrabandistas y El Rebollar), debe ser un punto de inicio y
de referencia. Tampoco hay que descartar otros productos
turísticos asociados a los caminos, como por ejemplo, la iniciativa del Ayuntamiento de Fuenteguinaldo de señalizar un Sen dero de Interpretación Ambiental en Bicicleta.
– O fomento e apoio às Feiras Transfronteiriças porque
constituem um ponto de encontro e de coesão económica, social
e territorial. Uma das vantagens desta acção é que se conhece
em toda a geografia peninsular o mercado de Vilar Formoso.
Independentemente do chamariz comercial que supõe esta
publicidade é mais aconselhável organizar novas feiras
transfronteiriças com produtos artesanais e agro-alimentares de
qualidade (neste contexto enquadra-se a feira de Martes Mayor
de Ciudad Rodrigo).
– El fomento y el apoyo a las Ferias Transfronterizas porque constituyen un punto de encuentro y de cohesión económica, social y territorial. Una de las fortalezas de esta acción es
que se conoce en toda la geografía peninsular el mercadillo de
Vilar Formoso. Independientemente del reclamo comercial
que supone esta publicidad es más aconsejable organizar nuevas ferias transfronterizas con productos artesanos y agroalimentarios de calidad (en este contexto se enmarca la feria del
Martes Mayor de Ciudad Rodrigo).
140 DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
MESA DE PATRIMÓNIO CULTURAL
MESA DE PATRIMONIO CULTURAL
– Criar uma Comissão de Trabalho Transfronteiriça
para solicitar à Organização das Nações Unidas para a Educação,
a Ciência e a Cultura – United Nations Educational, Scientific
and Cultural Organization – (UNESCO) a inclusão desta zona
na Lista de Património da Humanidade. A candidatura deste
sector da raia, perante o Comité Espanhol do Concelho
Internacional de Monumentos e Sítios – International Council
on Monuments and Sites – (ICOMOS), responde a um
chamamento dos peritos espanhóis e portugueses. A solicitude
baseia-se no valor universal excepcional das cidades fortificadas
com baluarte (Almeida e Ciudad Rodrigo), dos fortes (Real
Fuerte de la Concepción de Aldea del Opispo) e dos lugares
com restos defensivos (Alfaiates e San Felices de los Gallegos).
A Câmara Municipal de Ciudad Rodrigo integrou-se no Foro
Ibérico de Cidades Amuralhadas, do qual fazem parte Cáceres
e Plasencia, e desde onde se poderia elevar a solicitude.
– Crear una Comisión de Trabajo Transfronteriza para
solicitar a la Organización de Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura -United Nations Educational, S c i e ntific and Cultural Organization- (UNESCO) la inclusión de esta
zona en el Listado de Patrimonio de la Humanidad. La candidatura de este sector de la raya, ante el Comité Español del
Consejo Internacional de Monumentos y Sitios -International
Council on Monuments and Sites- (ICOMOS), responde a un
llamamiento de los expertos españoles y portugueses. La solicitud se basa en el valor universal excepcional de las ciudades
abaluartadas (Almeida y Ciudad Rodrigo), de los fuertes (Real
Fuerte de la Concepción de Aldea del Obispo) y de los lugares con restos defensivos (Alfaiates y San Felices de los Gallegos). El Ayuntamiento de Ciudad Rodrigo se ha integrado en
el Foro Ibérico de Ciudades Amuralladas, del que forma parte
Cáceres y Plasencia, y desde donde se podría elevar la solicitud.
– A configuração do âmbito de cooperação como um
Território-Museu para a intervenção sobre o “território”, o
“património” e a “paisagem”. Esta inovadora fórmula de
valorização do espaço responde à reelaboração do conceito de
“património territorial”. O conceito de património territorial
permite integrar, como construcção histórica, os elementos
naturais e as componentes artificiais no que é a arquitectura do
território histórico. Trata-se, por conseguinte, da revalorização
do território como um “património histórico de raiz cultural”.
O território como suporte físico e como herança histórica
permite vários percursos das comarcas e a visita aos Centros de
Interpretação (Rota das Fortificações da Fronteira, Aldeias
Históricas de Portugal, etc.). A viabilidade desta ideia está
demonstrada ao nascer, numa área mais reduzida da comarca
(Associação do Alto Águeda) e o concelho do Sabugal, a
marca territorial “Gata-Malcata, terras do lince/las tierras del
lince”.
– La configuración del ámbito de cooperación como un
Territorio-Museo de cara a la intervención sobre el «territorio»,
el «patrimonio» y el «paisaje». Esta novedosa fórmula de puesta en valor del espacio responde a la reelaboración del concepto
de «patrimonio territorial». El concepto de patrimonio territorial
permite integrar, como construcción histórica, los elementos
naturales y los componentes artificiales en lo que es la arquitec tura del territorio histórico. Se trata, por consiguiente, de la revalorización del territorio como un «patrimonio histórico de raíz
cultural».El territorio como soporte físico y como herencia histórica permite varios recorridos comarcales y la visita a los Centros de Interpretación (Ruta de las Fortificaciones de la
Frontera, Aldeias Históricas de Portugal, etc.). La viabilidad de
esta idea está demostrada al nacer, en un área más reducida de
la comarca (Mancomunidad Alto Agueda) y el concelho de
Sabugal, la marca territorial «Gata-Malcata, terras do lince/las
tierras del lince».
– A preocupação da sociedade fronteiriça pelo património
arqueológico, como consequência das ânsias de conhecer as
chaves de identidade da sua terra e de que muitos restos préhistóricos estão hoje em dia esquecidos, reavivou o interesse por
este tema (um exemplo é que, durante este ano um atelier de
– La preocupación de la sociedad rayana por el patri monio arqueológi c o, como consecuencia de las ansias de conocer las claves de identidad de su tierra y de que muchos restos
prehistóricos están hoy en día olvidados, ha reavivado el interés por este tema (un ejemplo es que, durante este año un Taller
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL 141
emprego está a desenterrar a vila romana de Saelices el Chico
e outro projecto de investigação e escavação de Sabugal Velho
na freguesia de Aldeia Velha). Além disso, os novos fluxos
turísticos até ao meio rural interessam-se pelos primitivos
habitantes do território. Por estes motivos, é imprescindível e
urgente um inventário dos vestígios arqueológicos para a sua
custódia e salvaguarda; assim como, a organização de campanhas
de prospecção e de escavações nos jazigos já referenciados. Por
último, os trabalhos podem completar-se com a adequação, a
sina lização e a interpretação das estações arqueológicas e, nos
casos mais relevantes, a construção e a catalogação ou
armazenamento em museu das correspondentes Salas
Arqueológicas (por exemplo, os castros de Lerilla e Irudeña).
de Empleo está desenterrando la villa romana de Saelices el Chico y otro el proyecto de investigación y excavación de Sabugal
Velho en la freguesia de Aldeia Velha). Además, los nuevos flujos turísticos hacia el medio rural se interesan por los primitivos habitantes del territorio. Por estos motivos, es imprescindible
y urgente un inventario de los vestigios arqueológicos para su
custodia y salvaguardia; así como, la organización de campañas
de prospección y de excavaciones en los yacimientos ya referenciados. Por último, las labores pueden completarse con la ade cuación, la señalización y la interpretación de las estaciones
arqueológicas y, en los casos más relevantes, la construcción y
la musealización de las correspondientes Aulas Arqueológicas
(por ejemplo, en los castros de Lerilla e Irueña).
– Dentro do património cultural está a adquirir cada vez
mais protagonismo as exposições de arquitectura tradicional,
popular o vernácula que, ainda, neste espaço inter-fronteiriço
conserva uma grande riqueza e uma diversidade de tipologias.
A casa, as construções auxiliares e os elementos rurais dispersos
pelos campos necessitam um estudo inter-disciplinar com o fim
de configurar uma ampla base de dados. Com este inventário
podem-se proteger os sítios, os conjuntos de imóveis ou
instalações vinculadas a formas de vida tradicional ou redigir
um guia de boas actuações para manter os rasgos que definem
da arquitectura popular da zona. Esta tarefa finalizaria com uma
campanha de educação e consciencialização da população local
através da edição de cartazes e folhetos explicativos e do
diálogo a partir da projecção de um vídeo ou CD-ROM.
Lembrar que o Arquitecto Carlos Guerra conseguiu uns
excelentes resultados no Parque Natural de Montesinho com
o manual “O homem faz as casas, as casas fazem o homem!”.
– Dentro del patrimonio cultural está adquiriendo cada
vez más protagonismo las muestras de arquitectura tradicio nal, popular o vernácula que, todavía, en este espacio interfronterizo conserva una gran riqueza y una diversidad de
tipologías. La casa, las construcciones auxiliares y los elementos rurales dispersos por los campos necesitan de un estudio
interdisciplinar con el fin de configurar una amplia base de datos.
Con este inventario se pueden proteger los parajes, los conjuntos
de inmuebles o las instalaciones vinculadas a formas de vida tradicional o redactar una guía de buenas prácticas para mantener los rasgos definitorios de la arquitectura popular de la zona.
Esta tarea finalizaría con una campaña de educación y con cienciación a la población local a través de la edición de carteles y folletos explicativos y del diálogo a partir de la proyección
de un vídeo o CD-ROM. Recordar que el Arquitecto Carlos
Guerra consiguió unos excelentes resultados en el Parque
Natural de Montesinho con el manual «O homem faz as casas,
as casas fazem o homem!».
– As exposições culturais imateriais de ambos os lados da
fronteira estão estritamente vinculadas por uns costumes
ancestrais e umas raízes comuns. A convivência durante séculos
penetrou o imaginário colectivo e aflora nas reuniões folclóricas,
nos monumentos festivos e nas receitas gastronómicas. O
desconhecimento destas tradições afasta as inter-relações e os
laços transfronteiriços que poderiam paliar-se com a
intensificação dos encontros musicais, a publicação de um
calendário festivo e o desenvolvimento de umas jornadas
gastronómicas. Um projecto inovador e exemplo de estes
142 DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
– Las muestras culturales inmateriales de ambos lados de
la frontera están estrechamente vinculadas por unas costumbres
ancestrales y unas raíces comunes. La convivencia durante siglos
ha calado en el imaginario colectivo y aflora en las reuniones folklóricas, en los momentos festivos y en las recetas gastronómicas.
El desconocimiento de estas tradiciones aleja las interrelaciones
y los lazos transfronterizos que podrían paliarse con la intensificación de los encuentros musicales, la publicación de un calen dario festivo y el desarrollo de unas jornadas gastronómicas. Un
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
temas é Aulas de Música, no município de Trabazos, onde se
formam em folclore alunos de Aliste, Tábara e Alba e de Trásos-Montes. A união de ambos os povos daria origem ao
estabelecimento da “Feira da Raia”, com uma rotação anual,
onde se favoreça a apropinquação das gentes da raia e os actos
lúdicos. Outra proposta, na mesma linha, seria reconhecer com
o distintivo de “Aldeia Cultural”, cada ano a uma ferguesia
portuguesa ou aldeia espanhola, e concedida por um concelho
assessor misto em função dos méritos no campo do património
cultural ou das artes.
proyecto innovador y demostrativo de estos temas es Aulas de
Música, en el municipio de Trabazos, donde se forman en folklore alumnos de Aliste,Tábara y Alba y de Tras-os-Montes. La unión
de ambos pueblos daría origen al establecimiento de la « Feria de
la Raya», con una rotación anual, donde se favorezca el acercamiento de las gentes rayanas y los actos lúdicos. Otra propuesta,
en la misma línea, sería reconocer con el distintivo de «Aldeia Cul tural», cada año a una freguesia portuguesa o pueblo español, y
otorgada por un consejo asesor mixto en función de los méritos
en el campo del patrimonio cultural o de las artes.
– O fomento da cultura e a intensificaçã dos vínculos entre
os dois lados fronteiriços estaria justfificado com a montagem
de exposições de temáticas próximas. Estas exposições conservarse-iam durante mais tempo nos museus ou salas de exposições
das cabeceiras comarcais e, posteriormente, estariam itinerantes
por todos os municípios. A iniciativa de montar exposições
transfronteiriças encontra apoio na mostra de arte sacra das
Idades do Homem que se abrirá na Catedral de Santa Maria
de Ciudad Rodrigo ao longo do ano de 2006. Nestes momentos,
o Centro de Estudos Mirobriguenses acabou de montar a
exposição “Ciudad Rodrigo e a sua terra” , de marcado carácter
histórico, geográfico e etnográfico. O interesse do tema e o
âmbito territorial, definido pelo critério do antigo Bispado de
Ciudad Rodrigo, deixa aberta a porta para o intercâmbio da
exposição com os concelhos de Almeida e do Sabugal.
– El fomento de la cultura y la intensificación de los vínculos entre los dos lados fronterizos estaría justificado con el
montaje de exposiciones de temáticas próximas. Estas exposiciones se mantendrían durante un tiempo más largo en los museos o salas de exposición de las cabeceras comarcales y,
posteriormente, estarían itinerantes por todos los municipios.
La iniciativa de montar exposiciones transfronterizas va a
encontrar un apoyo en la muestra de arte sacro de Las Edades
del Hombre que se abrirá en la Catedral de Santa María de Ciudad Rodrigo a lo largo del año 2006. En estos momentos, el Centro de Estudios Mirobrigenses ha terminado de montar la
muestra «Ciudad Rodrigo y su tierra», de marcado carácter histórico, geográfico y etnográfico. El interés del tema y el ámbito territorial, definido por el criterio del antiguo Obispado de
Ciudad Rodrigo, deja abierta la puerta para el intercambio de
la exposición con los concelhos de Almeida y de Sabugal.
– Um feito chave para a cultura da raia e para consolidar
a cooperação transfronteiriça será a celebração da
Comemoração do Bicentenário da Guerra da Independência
(2008-2009) . O programa dos actos pode basear-se em ciclos
de conferências, congressos de historiadores, exposições,
recriações teatrais das batalhas e assédios das praças, concertos
de música culta e popular, etc. de forma monográfica sobre a
Guerra da Independência. Este acontecimento requer o esforço
das instituições administrativas e das associações locais, junto
com outras entidades, como é o caso da Fundação do Património
Histórico de Castela e Leão.
– Un hecho clave para la cultura rayana y para consolidar la cooperación transfronteriza será la celebración de la Con memoración del Bicentenario de la Guerra de la Independencia
(2008) . El programa de los actos puede centrarse en ciclos de
conferencias, congresos de historiadores, exposiciones, recreaciones teatrales de las batallas y asedios de las plazas, conciertos de música culta y popular, etc. de forma monográfica sobre
la Guerra de la Independencia. Este acontecimiento requiere
el esfuerzo de las instituciones administrativas y de las asociaciones locales, junto a otras entidades, como es el caso de la Fundación del Patrimonio Histórico de Castilla y León.
– As artes cénicas têm lugar de referência em Ciudad
Rodrigo com a Feira de Teatro de Castela e Leão
(www.feriadeteatro.com), que este ano de 2005 cumpriu a sua
VIII edição (de 23 a 27 de Agosto). O estirão da feira e o saber
– Las artes escénicas tienen un lugar de referencia en Ciudad Rodrigo con la Feria de Teatro de Castilla y León (www.feriadeteatro.com), que este año 2005 ha cumplido su VIII edición
(del 23 al 27 de agosto). El tirón de la feria y el saber hacer de
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL 143
fazer dos seus organizadores, CIVITAAS A.T., seria suficiente
para realizar obras teatrais, recuperar lendas ou leccionar cursos
de novas linguagens cénicas com jovens de ambos os países.
Também, pode ser transferida à comarca mirobriguense a
experiência da Oficina de Teatro da freguesia de Sortelha.
sus organizadores, CIVITAS A.T., sería suficiente para realizar
obras teatrales, recuperar leyendas o impartir cursos de nue vos lenguajes escénicos con jóvenes de ambos países. También,
se puede trasladar a la comarca mirobrigense la experiencia de
la Oficina de Teatro de la freguesia de Sortelha.
– Finalmente, todas as actividades propostas requerem de
pessoal qualificado para planificar, gerir e promover o
património cultural da zona. Por este motivo, pedem-se cursos
de formação transfronteiriços nesta matéria com a intenção de
criar um novo perfil profissional como Agentes Dinamizadores
do Património Cultural. Nesta linha trabalha a Fundação
Património Rural Vivo, da comarca de Sanabria, Carballeda e
Los Valles, com um Grupo de Intérpretes do Território. De igual
modo, a organização de jornadas de estudo do património
cultural da zona orientadas a investigadores e especialistas
ajudariam a alcançar os objectivos. Nestes projectos têm um
papel destacado os Grupos de Acção Local Leader + e o Centro
de Estudos Ibéricos (CEI), com sede na Guarda.
– Finalmente, todas las actividades propuestas requieren
de personal cualificado para planificar, gestionar y promocionar
el patrimonio cultural de la zona. Por este motivo, se piden cur sos de formación transfronterizos en esta materia con la intención de crear un nuevo perfil profesional como Agentes
Dinamizadores del Patrimonio Cultural. En esta línea trabaja la
Fundación Patrimonio Rural Vi v o, de la comarca de Sanabria,
Carballeda y Los Valles, con un Grupo de Intérpretes del Te r r itorio. De igual modo, la organización de jornadas de estudio del
patrimonio cultural de la zona orientadas a investigadores y especialistas ayudarían a alcanzar los objetivos. En estos proyectos
juegan un papel destacado los Grupos de Acción Local Leader
+ y el Centro de Estudios Ibéricos (CEI), con sede en Guarda.
MESA ACÇÃO SOCIAL
MESA ACCIÓN SOCIAL
– Organização de Encontros Transfronteiriços de técnicos
de acção social para debater sobre os serviços e as diferentes
formas de trabalho de cada país, assim como, conhecer as
experiências “in situ”. Além disso, nestes foros temáticos
comentam-se ideias e urdem-se projectos de cooperação
(crianças, jovens, mulheres, idosos, etc.).
– Organización de Encuentros Transfronterizos de técnicos
de acción social para debatir sobre los servicios y las distintas
formas de trabajo de cada país, así como, conocer las experiencias
«in situ». Además, en estos foros temáticos se comentan ideas
y se fraguan proyectos de cooperación (niños, jóvenes, mujeres,
mayores, drogodependencia, etc.).
– Propiciar encontros entre as associações de mulheres,
de idosos, incapacitados e de grupos de escolares à procura de
intensificar as relações de irmandade. As reuniões podem
desembocar em jornadas de convivência ou em intercâmbio em
férias de crianças entre famílias. Estas acções contribuem para
a apropinquação da população local e incitam à aprendizagem
de ambos os idiomas de forma não regulamentada.
– Propiciar encuentros entre las asociaciones de mujeres,
de mayores, de discapacitados y de grupos de escolares en busca de intensificar las relaciones de hermandad. Las reuniones
pueden desembocar en jornadas de convivencia o en intercambios vacacionales de niños entre familias. Estas acciones contribuyen al acercamiento de la población local e incitan al
aprendizaje de ambos idiomas de forma no reglada.
– A criação de uma Rede de Comunicação e Coordena ção de Serviços Sociais que facilite a intervenção em famílias
que vivem um tempo em Espanha e outro período em Portugal.
– La creación de una Red de Comunicación y de Coor dinación de los Servicios Sociales que facilite la intervención
en familias que viven un tiempo en España y otro periodo en
Portugal.
144 DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
BIBLIOGRAFÍA
ALMEIDA, J. de (1943). Roteiro dos Monumentos de Arquitectura Mili tar do Concelho da Guarda. Coimbra.
BECERRA, E. y REDONDO, F. (1988). Ciudad Rodrigo en la Gue rra de la Independencia. Ayuntamiento de Ciudad Rodrigo.
BERNAL ESTEVEZ, A. (1981). Ciudad Rodrigo en la Edad Media.
Salamanca.
BULLON, E. (1944). «Las relaciones de España con Portugal. Lecciones
del pasado y orientaciones para el porvenir». Revista Estudios Geo gráficos, nº 16. Consejo Superior de Investigaciones Científicas
(CSIC). Instituto Juan Sebastián Elcano. Madrid, pp. 467-494.
CABERO DIEGUEZ, V. Y PLAZA GUTIERREZ, J. I. (1987). «El
sector fronterizo salmantino-zamorano: tradición y modernización».
Encuentros/Encontros de Ajuda. Olivenza, 18-19-20 de octubre de
1985. Actas, Ponencias y Comunicaciones. Excma. Diputación
Provincial de Badajoz (Servicio de Publicaciones). Badajoz, pp. 247275.
CABERO DIEGUEZ, V., SANTOS, P. Y JACINTO, R. (Coord.) (1994).
Cooperación entre la Región Centro (Portugal) y las regiones de
Castilla y León y Extremadura (España). Contribución para la defi nición de una estrategia de intervención y promoción de iniciati vas comunes. Ed. Diputación de Salamanca y Departamento de
Geografía. Salamanca.
CABERO DIEGUEZ, V. Y PELLICER ITURRIOZ, J. (1994). « C i udad Rodrigo». En: Salamanca y sus comarcas.Agedime, S. L . - E d itorial Mediterráneo y Publicaciones Regionales, S. A.-El Adelanto.
Madrid, pp. 209-224.
CABERO DIEGUEZ, V. (1994). «Problemas territoriales de integración en Castilla y León: los espacios y áreas marginales». Inte gración y revitalización regional. XIX Reunión de Estudios
Regionales de la Asociación Castellano-Leonesa de Ciencia Regio nal (A.E.C.R.). Asociación Castellano-Leonesa de Ciencia Regional. Salamanca, pp. 153-169.
CABERO DIEGUEZ, V. (1995). «La visión regional castellano-leonesa de la raya de Portugal». En: La Cooperación de Castilla y León
con Portugal. Cortes de Castilla y León. Valladolid, pp. 41-47.
CABERO DIEGUEZ,V. (2002). Iberismo y cooperación. Pasado y futu ro de la Península Ibérica. Acto Académico de Apertura del curso 2002-2003. Universidad de Salamanca. Salamanca. (Segunda
Edición CABERO DIEGUEZ, V. (2004). Iberismo y Cooperação.
Passado e futuro da Península Ibérica. Centro de Estudos Ibéricos. Câmara Municipal de Guarda. Guarda.).
CABERO DIEGUEZ, V. (2004). «Bordes y márgenes del territorio en
Castilla y León: integración y cooperación». En: Clemente Cubillas, E.; Martín Jiménez, Mª. I. y Hortelano Mínguez, L. A.
(Coord.): Monográfico Territorio y planificación, una aproximación
a Castilla y León. Rev. Economía y Finanzas de Castilla y León,
nº 9. Caja Duero. Salamanca, pp. 79-95.
CABO ALONSO, A. (1989). «Las relaciones interterritoriales: los flujos socioeconómicos y sus repercusiones espaciales». V Coloquio
Ibérico de Geografía. Acta, Ponencias y Comunicaciones. Universidad de León. León, pp. 321-331.
CERVEIRA PINTO S. LIMA, A. (1998). Terras do Côa. De Malcata
ao Reboredo. Os Valores do Côa. Estrela-Côa – Agencia de Desenvolvimento Territorial da Guarda. Sersilito – Empresa Gráfica,
Lda./Maia. Guarda.
CIVIDANES, S. (1994). «Ciudad Rodrigo». Revista Geográfica Espa ñola, nº 16. Madrid.
CLEMENTE CUBILLAS, E. (1999). «La ordenación territorial de los
espacios fronterizos. Los estudios geográficos sobre la frontera hispano-portuguesa de Salamanca». VIII Coloquio Ibérico de Geo grafía. Lisboa, pp. 809-823.
COMISSAO DE CORDENAÇAO DA REGIAO CENTRO. (1999).
Programa das Aldeias Históricas de Portugal. Coimbra.
GONZALEZ SIMANCAS, M. (1910). Plazas de Guerra y Castillos
Medioevales de la Frontera de Portugal (Estudios de arquitectura
militar). Revista de Archivos, Bibliotecas y Museos. Madrid.
GRAÇA, E. Y ESPIRITO SANTO, M. (Dir.) (2000). Carta do Lazer
das Aldeias Históricas. Lisboa.
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL 145
HERNANDEZ VEGAS, M. (1935). Ciudad Rodrigo. La Catedral y la
Ciudad. Imprenta Comercial Salmantina. Salamanca. (Segunda Edición Cabildo de Ciudad Rodrigo, 1982).
HERRERO DE LA FUENTE, A. A. (Editor) (2002). La cooperación
transfronteriza hispano-portuguesa en 2001. Cuadernos del Instituto Rei Afonso Henriques de Cooperación Transfronteriza nº 1.
Zamora.
HOWARD, D. H. (1984). Napoleón y la Península Ibérica. Ciudad Rodri go y Almeida, dos asedios análogos, 1810. Diputación Provincial.
Salamanca.
JACINTO, R. Y BENTO, V. (2004). Fronteira, Emigração, Memoria.
Centro de Estudios Ibéricos. Guarda.
JUNTA DE CASTILLA Y LEON. (1997). Fortificaciones de Fronte ra. Punto de Encuentro. Consejería de Educación y Cultura.
Valladolid.
LOPEZ TRIGAL, L. (1995). «La frontera hispano-portuguesa: su caracterización diferencial y problemática territorial». En: La Coope ración de Castilla y León con Portugal. Cortes de Castilla y León.
Valladolid, pp. 17-37.
LOPEZ TRIGAL, L.; LOIS GONZALEZ, R. Y GUICHARD, F.
(Coord.) (1997). La articulación de la raya hispano-portuguesa.
Actas Simposium Vilar Formoso, 1996. Fundación Rei Afonso Henriques. Zamora.
LOPEZ TRIGAL, L. Y GUICHARD, F. (Coord.) (2000). La fronte ra hispano-portuguesa: nuevo espacio de atracción y cooperación.
Fundación Rei Afonso Henriques. Zamora.
LUIS CALABUIG, A. de (1998). «La plaza fuerte de Ciudad Rodrigo. La transformación de la muralla medieval». En: Carnaval 98.
Salamanca, pp. 176-184.
LLORENTE PINTO, J. M. (Coord.) (1999). Informe Territorial y Socioe conómico de las Comarcas Fronterizas (Salamanca). Universidad
de Salamanca-Junta de Castilla y León. Salamanca.
MARTÍN RODRÍGUEZ, M. (1969). Apuntes de la Diócesis de Ciu dad Rodrigo. Centro de Estudios Salmantinos. Salamanca.
MATA PEREZ, L. M. Y RAMOS MARTIN, F. (1994). «La Tierra de
Ciudad Rodrigo (I) ». En: Salamanca y sus comarcas. Agedime,
S. L.-Editorial Mediterráneo y Publicaciones Regionales, S. A.-El
Adelanto. Madrid, pp. 193-200.
MATA PEREZ, L. M. (1994). «La Tierra de Ciudad Rodrigo (II) ». En:
Salamanca y sus comarcas. Agedime, S. L.-Editorial Mediterráneo
y Publicaciones Regionales, S. A.-El Adelanto. Madrid, pp. 201-208.
MELLA MARQUEZ, J. Mª. Y HEREDERO DE PABLOS, Mª. I.
(1991). «La región fronteriza de Castilla y León con Portugal: situación y perspectivas». Revista Estudios Territoriales, nº 35. MOPT.
Madrid, pp. 107-122.
146 DIRECTÓRIO TRANSFRONTEIRIÇO
PARA A
MODULO DE PROMOCION Y DESARROLLO «LA CONCHA».
(1993). Hacia un desarrollo sostenible de la Comarca de Ciudad
Rodrigo. Instituto Nacional de Empleo (INEM) y Excmo. Ayuntamiento de Ciudad Rodrigo. Ciudad Rodrigo.
NIETO GONZALEZ, J. R. (1998). Ciudad Rodrigo. Análisis del
Patrimonio Artístico. Durius Cultural, S. L. Salamanca.
NIETO GONZALEZ, J. R. Y PALIZA MONDUATE, Mª. T. (1994).
Arquitecturas de Ciudad Rodrigo. Catálogo de la Exposición de Tra zas Arquitectónicas y Fotografías Antiguas (Casa Municipal de Cul tura, 27 de mayo-27 de junio de 1994). Ed. Excmo. Ayuntamiento
de Ciudad Rodrigo. Salamanca.
NOGALES DELICADO Y RENDON, D. (1882). Historia de la Muy
Noble y Muy Leal ciudad de Ciudad Rodrigo. Imp. A. Cuadrado.
Ciudad Rodrigo. Segunda Edición Asociación de Amigos de Ciudad Rodrigo, 1982.
PEREIRA DA SILVA, C. (2000). «Áreas Protegidas em Portugal: Que
papel?. Conservação versus desenvolvimento». Revista GepINo va, nº 2. Departamento de Geografía e Planeamiento Regional.
Facultade de Ciencias Sociais e Humanas. Lisboa, pp. 27-44.
PINILLA GONZALEZ, J. (1978). El arte en los monasterios y con ventos despoblados de la provincia de Salamanca. Universidad de
Salamanca. Salamanca.
PINTADO, A. Y BARRENECHEA, E. (1972). La raya de Portugal.
La frontera del subdesarrollo. Revista Cuadernos para el Diálogo. Edicusa. Madrid.
PIRIZ PEREZ, E. (1991). La arquitectura gótica de la Diócesis de Ciu dad Rodrigo. Centro de Estudios Salmantinos. Salamanca.
PLAZA GUTIERREZ, J. I. (2000). «Salamanca, “Tierra de frontera”:
balance y perspectivas futuras de evolución y transformación en
las comarcas “rayanas”». Salamanca, Revista de Estudios, nº 45.
Diputación de Salamanca. Salamanca, pp. 221-252.
RODRÍGUEZ ARZUA, J. (1963). «Geografía urbana de Ciudad
Rodrigo». Revista Estudios Geográficos, nº 92. Consejo Superior
de Investigaciones Científicas (CSIC). Instituto Juan Sebastián Elcano. Madrid, pp. 369-435.
RODRIGUEZ DE LA FLOR, F. (1982). «Algunos documentos inéditos en el Archivo General de Simancas relativos a la construcción
del Real Fuerte de la Concepción». Salamanca, Revista de Estu dios, nº 2. Diputación Provincial de Salamanca. Salamanca, pp. 932.
RODRIGUEZ DE LA FLOR, F. (1984). «Los proyectos de fortificación de Ciudad Rodrigo durante la Secesión de Portugal (16401668)». Salamanca, Revista de Estudios, nº 11-12. Diputación
Provincial de Salamanca. Salamanca, pp. 33-54.
COESÃO SOCIAL, ECONÓMICA E TERRITORIAL
RODRIGUEZ DE LA FLOR, F. (1987). El Fuerte de la Concepción
y la Arquitectura militar de los siglos XVII y XVIII. Ediciones de
la Diputación de Salamanca. Serie Arte 3. Salamanca.
RODRIGUEZ DE LA FLOR, F. Y FERNANDEZ MOYANO, A.
(1984). «Los proyectos de fortificación de Ciudad Rodrigo durante la secesión de Portugal (1640-1668) ». Salamanca, Revista de Estu dios, nº 11-12. Diputación Provincial de Salamanca. Salamanca, pp.
33-54.
SANCHEZ ARJONA, J. M. (1957). Ciudad Rodrigo en la Guerra de
la Independencia. Salamanca.
SANCHEZ LOPEZ, F., CABERO DIEGUEZ, V. Y MARTIN HERNANDEZ, J. T. (1993). Frontera y desarrollo. El Programa Trans fronterizo de España y Portugal. Instituto de Recursos Naturales
y Agrobiología (IRNA). Consejo Superior de Investigaciones
Científicas (CSIC). Salamanca.
SANCHEZ LOPEZ, F. Y CABERO DIEGUEZ, V. (1994). La fron tera hispano-portuguesa en el marco de la nueva Europa: La región
fronteriza de Salamanca. Instituto de Recursos Naturales y A g r obiología (IRNA) y Departamento de Geografía. Salamanca.
SANCHEZ TERAN, J. (1973-1974). “Ciudad Rodrigo. La Fortificación”.
La Voz de Miróbriga, 17/06/1973-28/07/1974. Ciudad Rodrigo.
SENDIN CALABUIG, M. (1986). Arquitectura y heráldica de Ciudad
Rodrigo (Siglos XV y XVI). Centro de Estudios Salmantinos. Salamanca.
SIMÕES DIAS, M. (1996). Vilar Maior. História, Monumentos e Len das. Associação Cultural, Desportiva e Desenvolvimento Social de
Vilar Maior. Coimbra, 85 pp.
TAU. (1988). Operación Integrada de Desarrollo de Salamanca y
Zamora (OID). Documentos de diagnóstico, estrategias y objetivos. Madrid.
TAU. (1990). Estudio de viabilidad de la Operación Integrada de
Desarrollo en las provincias de Salamanca y Zamora de la Comu nidad Autónoma de Castilla y León. Junta de Castilla y León. Consejería de Economía y Hacienda. Valladolid.
VILHENA DE CARVALHO, J. (1973). Almeida, subsidios para a sua
historia. Vol. I y II. Tipografia Guerra. Viseu.
DIRECTORIO TRANSFRONTERIZO
PARA LA
COHESIÓN SOCIAL, ECONÓMICA
Y
TERRITORIAL 147