Protocolo de Gases com Efeito de Estufa

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Protocolo de Gases com Efeito de Estufa
Protocolo de Gases com Efeito de Estufa
Protocolo de Gases com Efeito de Estufa
Edição portuguesa com o patrocínio de:
Normas Corporativas de Transparência e Contabilização
— 390
— 370
— 350
— 330
— 310
— 290
— 270 ppm
Year: 1000
1500
2000
WORLD
INSTITUTE
Conselho Empresarial para o
Desenvolvimento Sustentável
4, chemin de Conches
1231 Conches-Geneva
Switzerland
10 G Street, NE (Suite 800)
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1050-026 LISBOA
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EDIÇÃO REVISTA
RESOURCES
Normas Corporativas de Transparência e Contabilização
EDIÇÃO REVISTA
WRI
pela NP EN 9001/2000 e NP EN ISO 14001/1999
WBCSD
O Protocolo GEE é impresso em papel Inaset Plus Offset 100 g/m2, produzido pela Portucel, empresa certificada
WORLD
Conselho Empresarial para o
Desenvolvimento Sustentável
RESOURCES
INSTITUTE
%QUIPA QUE CONTRIBUIU PARA A FORMAÎÍO DA )NICIATIVA DO 0ROTOCOLO '%%
*ANET 2ANGANATHAN
7ORLD 2ESOURCES )NSTITUTE
,AURENT #ORBIER
7ORLD "USINESS #OUNCIL FOR 3USTAINABLE $EVELOPMENT
0ANKAJ "HATIA
7ORLD 2ESOURCES )NSTITUTE
3IMON 3CHMITZ
7ORLD "USINESS #OUNCIL FOR 3USTAINABLE $EVELOPMENT
0ETER 'AGE
7ORLD 2ESOURCES )NSTITUTE
+JELL /REN
7ORLD "USINESS #OUNCIL FOR 3USTAINABLE $EVELOPMENT
'RUPO DE 4RABALHO DE 2EVISÍO
"RIAN $AWSON -ATT 3PANNAGLE
!USTRALIAN 'REENHOUSE /FFICE
-IKE -C-AHON
"0
0IERRE "OILEAU
%NVIRONMENT #ANADA
2OB &REDERICK
&ORD -OTOR #OMPANY
"RUNO 6ANDERBORGHT
(OLCIM
&RASER 4HOMSON
)NTERNATIONAL !LUMINUM )NSTITUTE
+OICHI +ITAMURA +ANSAI
%LECTRIC 0OWER #OMPANY
3OBRE
O 7"#3$
3OBREO7"#3$
3OBRE
72)
3OBREO72)
#HI -UN 7OO .ASEEM 0ANKHIDA
+0-'
/ 7ORLD
"USINESS
#OUNCIL
FORFOR
3USTAINABLE
$EVELOPMENT
7"#3$Ï
/ 7ORLD
"USINESS
#OUNCIL
3USTAINABLE
$EVELOPMENT
7"#3$Ï
/ 7ORLD
2ESOURCES
)NSTITUTE
Ï UMA
ORGANIZAÎÍO
INDEPENDENTE
SEM
/ 7ORLD
2ESOURCES
)NSTITUTE
Ï UMA
ORGANIZAÎÍO
INDEPENDENTE
SEM
2EID -INER
.ATIONAL #OUNCIL FOR !IR AND 3TREAM )MPROVEMENT
,AURENT 3EGALEN
0RICEWATERHOUSE#OOPERS
UMA
COLIGAÎÍO
EMPRESAS
INTERNACIONAIS
PARTILHAM
UMA
COLIGAÎÍO
DE DE
EMPRESAS
INTERNACIONAIS
QUEQUE
PARTILHAM
O O
COMPROMISSO DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÈVEL POR VIA DOS TRÐS
COMPROMISSO DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÈVEL POR VIA DOS TRÐS
PILARES DE CRESCIMENTO ECONØMICO EQUILÓBRIO ECOLØGICO E PROGRESSO
LUCRATIVOS
CONSTITUÓDA
MAIS
CIENTISTAS
ECONOMIS
FINSFINS
LUCRATIVOS
CONSTITUÓDA
PORPOR
MAIS
DE DE
CIENTISTAS
ECONOMIS
TAS PERITOS POLÓTICOS ANALISTAS DE NEGØCIO ANALISTAS DE ESTATÓSTI
TAS PERITOS POLÓTICOS ANALISTAS DE NEGØCIO ANALISTAS DE ESTATÓSTI
CAS CARTØGRAFOS E COMUNICADORES QUE TRABALHAM PARA PROTEGER A
*ASPER +OCH
3HELL 'LOBAL 3OLUTIONS )NTERNATIONAL "6
PILARES
DE /S
CRESCIMENTO
ECONØMICO
EQUILÓBRIO
ECOLØGICO
E PROGRESSO
SOCIAL
NOSSOS MEMBROS
ASSOCIADOS
PROVÐM
DE PAÓSES E CAS
CARTØGRAFOS
E COMUNICADORES
TRABALHAM
PROTEGER
A
0ROTOCOL
)NITIATIVE
4ERRA
E PARA MELHORAR
A VIDA DASQUE
PESSOAS
/ '('PARA
3OMNATH "HATTACHARJEE
4HE %NERGY 2ESEARCH )NSTITUTE
#YNTHIA #UMMIS
53 %NVIRONMENTAL 0ROTECTION !GENCY
DOS MAIORES SECTORES INDUSTRIAIS ! ORGANIZAÎÍO BENEFICIA TAMBÏM
SOCIAL /S NOSSOS MEMBROS ASSOCIADOS PROVÐM DE PAÓSES E DE UMA 2EDE 'LOBAL DE CONSELHOS EMPRESARIAIS NACIONAIS E
DOSREGIONAISENVOLVENDONATOTALIDADELÓDERESDENEGØCIO
MAIORES SECTORES INDUSTRIAIS ! ORGANIZAÎÍO BENEFICIA TAMBÏM
Ï GERIDO PELO 72)S 3USTAINABLE %NTERPRISE 0ROGRAM QUE HÈ MAIS
4ERRA E PARA MELHORAR A VIDA DAS PESSOAS / '(' 0ROTOCOL
DE QUE UMA DÏCADA TEM hAGARRADOv O PODER DO NEGØCIO PARA CRIAR
)NITIATIVE
Ï GERIDO
PELO PARA
72)SO 3USTAINABLE
0ROGRAM
QUE
SOLUÎÜES
LUCRATIVAS
AMBIENTE E %NTERPRISE
PARA DESENVOLVER
DESAFIOS
#LARE "REIDENICH
5.&###
DE UMA 2EDE 'LOBAL DE CONSELHOS EMPRESARIAIS NACIONAIS E
72) ÏDEA QUE
ÞNICA
ORGANIZAÎÍO
QUEhAGARRADOv
REÞNE QUATROO PODER
FORÎAS DO
DE NEGØCIO
INFLUÐNCIA
HÈ /MAIS
UMA
DÏCADA TEM
2EBECCA %ATON
7ORLD 7ILDLIFE &UND
REGIONAIS ENVOLVENDO NA TOTALIDADE LÓDERES DE NEGØCIO
PARA ACELERAR A MUDANÎA NA PRÈTICA DO NEGØCIO GRUPOS
PARA CRIAR SOLUÎÜES LUCRATIVAS PARA O AMBIENTE E PARA DESENVOLVER
EMPRESÈRIOSINVESTIDORESEESCOLASDEGESTÍO
#ONSULTORES 0RINCIPAIS
-ICHAEL 'ILLENWATER
)NDEPENDENT %XPERT
-ELANIE %DDIS
+0-'
-ARIE -ARACHE
0RICEWATERHOUSE#OOPERS
°NDICE
)NTRODUÎÍO
/'REENHOUSE'AS0ROTOCOL)NITIATIVE
#APÓTULO
0RINCÓPIOSDEREGISTOEDERELATØRIODE'%%
#APÓTULO
/BJECTIVOSDE.EGØCIOE#ONCEPÎÍODE)NVENTÈRIO
#APÓTULO
%STABELECENDO,IMITES/RGANIZACIONAIS
. O R M A S
/
R
I
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N
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O
#APÓTULO
%STABELECENDO,IMITES/PERACIONAIS
. O R M A S
/
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O
#APÓTULO
-ONITORIZAÎÍODAS%MISSÜESAO,ONGODO4EMPO
. O R M A S
/
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O
#APÓTULO
)DENTIFICAÎÍOE#ÈLCULODAS%MISSÜESDE'%%
/
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#APÓTULO
'ESTÍODA1UALIDADEDO)NVENTÈRIO
/
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#APÓTULO
#ONTABILIZANDOASREDUÎÜESDE'%%
/
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2ELATANDOAS%MISSÜESDE'%%
#APÓTULO
6ERIFICAÎÍODE%MISSÜESDE'%%
/
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#APÓTULO
%STABELECENDOALVOSDE'%%
/
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O
!NEXO!
2EGISTODE%MISSÜES)NDIRECTASDA%LECTRICIDADE
!NEXO"
2EGISTODO#ARBONO2ETIDONA!TMOSFERA
!NEXO#
5MA6ISÍO'LOBALDOS0ROGRAMAS'%%
!NEXO$
3ECTORESE¬MBITOS)NDUSTRIAIS
. O
/
R
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/ ' R 5I )E $N !T .
A ¥# Î% O
3 4. !O .R $M !A 2S $
!CRØNIMOS
'LOSSÈRIO
2EFERÐNCIAS
#ONTRIBUIÎÜES
)NTRODU¥ÎO
/
h'REENHOUSE'AS0ROTOCOL)NITIATIVEhÏUMAPARCERIADENEGØCIOSENTRETODASASPARTES
INTERESSADASMULTISTAKEHOLDER/RGANIZAÎÜES.ÍO'OVERNAMENTAIS/.'S
GOVERNOSEOUTRASENTIDADESREUNIDOSPELO7ORLD2ESOURCES)NSTITUTE72)UMA/.'
AMBIENTAL SEDEADA NOS %STADOS 5NIDOS E PELO 7ORLD "USINESS #OUNCIL FOR 3USTAINABLE
$EVELOPMENT7"#3$UMACOLIGAÎÍODEEMPRESASINTERNACIONAISSEDEADAEM'ENEBRA
#OMINÓCIOEMAMISSÍODESTAINICIATIVAÏDESENVOLVERNORMASINTERNACIONALMENTEACEITES
DEMONITORIZAÎÍOECOMUNICAÎÍODASEMISSÜESDE'%%SEPROMOVERASUAACEITAÎÍOGLOBAL
/h'('0ROTOCOL)NITIATIVEhÏCOMPOSTOPORDUASNORMASSEPARADASMASINTERLIGADASENTRESI
s/h'('0ROTOCOL#ORPORATE!CCOUNTINGAND2EPORTING3TANDARDvESTEDOCUMENTOOFERECEËS
EMPRESASUMGUIAEXPLICANDOPASSOAPASSOCOMOQUANTIFICARECOMUNICARASSUASEMIS
SÜESDE'%%
s/h'('0ROTOCOL0ROJECT1UANTIFICATION3TANDARDvOPRØXIMOPROTOCOLOUMGUIAPARAQUAN
TIFICARASREDUÎÜESDEPROJECTOSMITIGANTESDE'%%
INTRODUÇÃO
3
A primeira edição do “GHG Protocol Corporate Accounting and
Reporting Standard” (GHG Protocol Corporate Standard), publicado em
Setembro de 2001, foi fortemente adoptado e aceite por muitas
empresas, ONG’s e governos de todo o mundo. Muitas indústrias,
ONG’s, e programas1 governamentais de GEE, utilizaram estas normas
como orientação, nos seus sistemas de registo e relatórios. Grupos
Industriais, tais como o International Aluminium Institute, o
International Council of Forest and Paper Associations e o WBCSD
Cement Sustainability Initiative, associaram-se ao GHG Protocol
Initiative, para desenvolver ferramentas de cálculo complementares,
específicas para a indústria. Esta grande aceitação das normas, pode
ser atribuída não só à inclusão de muitas das partes interessadas no
seu desenvolvimento, mas também ao facto de serem sólidas, práticas
e de terem sido formadas com base na experiência e conhecimentos de
numerosos peritos e profissionais.
Esta edição revista do GHG Protocol Corporate Standard é o resultado
de dois anos de diálogo, entre todas as partes interessadas e é
baseada na experiência ganha pela utilização da primeira edição.
Inclui um guia adicional, case studies, anexos e um novo capítulo sobre
como estabelecer um objectivo. Contudo, na maior parte dos casos, a
primeira edição de Corporate Standard superou o teste do tempo, e as
alterações nesta edição revista não terão qualquer efeito sobre os
resultados da maioria dos inventários GEE.
Este GHG Protocol Corporate Standard fornece normas e directrizes
para empresas e outro tipo de organizações2, que estejam a preparar
inventários de emissões de GEE. Compreende registos e relatórios dos
seis gases com efeito de estufa, abrangidos pelo Protocolo de Quioto dióxido de carbono (CO2), metano (CH4), óxido nitroso (N2O),hidrofluorocarbonos (HFCs), perfluorocarbonos (PFCs), e hexafluoreto de enxofre
(SF6). As normas e as directrizes foram concebidas, tendo em conta os
seguintes objectivos:
• Ajudar as empresas a preparar o inventário GEE, que represente um
registo justo e verdadeiro das suas emissões, através da utilização
de princípios e abordagens padronizadas.
• Para simplificar e reduzir os custos da compilação de um inventario
de GEE
• Para fornecer às áreas de negócios informações necessárias para a
construção de uma estratégia eficaz na gestão e redução das emissões de GEE
• Para fornecer a informação necessária de maneira a facilitar a
participação em programas voluntários e obrigatórios de GEE
• Para aumentar a conformidade e transparência dos registos e
relatórios de GEE, entre as várias empresas e programas de GEE.
Tanto as áreas de negócio como outros grupos de interesse, beneficiam
se se guiarem por normas comuns. Para as áreas de negócio, reduzirá
os custos, se os seus inventários de GEE forem capazes de ir ao encontro
das diferentes exigências de informação internas e externas. Para os outros,
melhora a conformidade, a transparência e a compreensão da informação
relatada, facilitando a sua monitorização e avaliação ao longo do
tempo.
O valor de negócio de um inventário GEE
O aquecimento global e as alterações climáticas, têm vindo a tornar-se
questões essenciais no desenvolvimento sustentável. Muitos governos
estão a tomar medidas para reduzirem as emissões de GEE, através de
políticas nacionais, que incluem a apresentação de programas de troca
de emissões de gás, programas voluntários, impostos sobre carbono ou
energia, bem como a regulamentação das normas na eficiência
energética e de emissão de gases. O resultado destes programas é
conseguir que as empresas compreendam e possam gerir convenientemente os seus riscos de GEE, se quiserem garantir o seu sucesso, a
longo prazo, num ambiente de negócio competitivo, preparando-se
assim para futuras políticas climáticas, nacionais ou regionais.
Um inventário de GEE global, bem estruturado e gerido, pode servir
vários objectivos de negócio, tais como:
• A gestão de riscos de GEE e a identificação de oportunidades de
redução
• Relatórios públicos e participação em programas voluntários de GEE
• Participação em programas de relatórios obrigatórios
• Participação em mercados de GEE
• Reconhecimento para uma acção de voluntariado antecipada.
Quem deve utilizar esta norma?
Esta norma foi escrita principalmente numa perspectiva de negócio de
desenvolvimento de um inventário de GEE. No entanto, poderá também
ser igualmente aplicada a outros tipos de organizações, cujas operações contribuam para o aumento das emissões de GEE como, por
exemplo, ONG’s, agências governamentais e universidades.3 Não deverá
ser utilizado para quantificar as reduções associadas aos projectos de
redução de GEE, usados como compensações ou créditos – para este
fim, serão usadas normas e padrões do próximo protocolo, GHG Protocol
Project Quantification Standard.
Os que concebem e criam os programas de GEE, podem igualmente
utilizar estas normas, como base para os seus próprios requisitos de
registos e relatórios.
*OUSPEV¸·P
2ELACIONAMENTOCOMOUTROSPROGRAMASDE'%%
&ERRAMENTASDECÈLCULO'%%
²IMPORTANTEFAZERUMADISTINÎÍOENTREO0ROTOCOLODE)NICIATIVA
'%%EOUTROSPROGRAMASDE'%%/'('0ROTOCOL#ORPORATE
3TANDARD FOCASEPRINCIPALMENTENOSREGISTOSERELATØRIOSDE
EMISSÜESDEGASES.ÍOÏNECESSÈRIOQUEASINFORMAÎÜESSOBREAS
EMISSÜESDEGASESSEJAMCOMUNICADASAO72)OUAO7"#3$
0ARAALÏMDISSOENQUANTOESTASNORMASFOREMCRIADASPARA
DESENVOLVERUMINVENTÈRIOQUEPERMITASERVERIFICADONÍO
FORNECEMUMANORMADECOMOTODOOPROCESSODEVERIFICAÎÍODEVE
SERCONDUZIDO
0ARACOMPLEMENTARESTASNORMASEDIRECTRIZESEXISTEM
ALGUMASFERRAMENTASDECÈLCULODESECTORESCRUZADOSEDE
SECTORESESPECÓFICOSDISPONÓVEISNOWEBSITEDOPROTOCOLODE
INICIATIVA'%%WWWGHGPROTOCOLORGINCLUINDOUMGUIAPARA
PEQUENASEMPRESASDEESCRITØRIOCONSULTAROCAPÓTULOPARA
OBTERALISTACOMPLETA%STASFERRAMENTASGUIAMOSUTENTES
PASSOAPASSOATRAVÏSDEDOCUMENTOSELECTRØNICOSPARAOS
AJUDARACALCULARASEMISSÜESDE'%%DEINDÞSTRIASOUDE
OUTRASFONTESESPECÓFICAS%STASFERRAMENTASESTÍODEACORDO
COMASPROPOSTASPELO)NTERGOVERNMENTAL0ANELON#LIMATE
#HANGE)0##PARAUMACOMPILAÎÍODEEMISSÜESDEGASESA
NÓVELNACIONAL)0##&ORAMFEITOSCOMLINGUAGEMNÍO
TÏCNICAEMUITOSIMPLESPARAPODEREMSERUTILIZADOSPORTODOS
OSMEMBROSDAEMPRESAAUMENTANDOASSIMAEXACTIDÍODOS
DADOSSOBREASEMISSÜESAONÓVELDAEMPRESA'RAÎASË
CONTRIBUIÎÍODEUMGRANDENÞMERODEEMPRESASORGANIZAÎÜES
EPERITOSINDIVIDUAISNUMAREVISÍOINTENSIVADESTASFERRA
MENTASESTASSÍOASQUENESTEMOMENTOPARECEMSER
ADOPTADASCOMOASMELHORESEMAISADEQUADAS
/ '('0ROTOCOL#ORPORATE3TANDARD FOICONCEBIDOPARASERUM
PROGRAMAOUTERUMAPOLÓTICADEÉMBITONEUTRAL#ONTUDOMUITOS
DOSPROGRAMASDE'%%EXISTENTESUTILIZAMNOPARAOSSEUS
PRØPRIOSREQUISITOSDEREGISTOSERELATØRIOSSENDOCOMPATÓVELCOM
AMAIORIAINCLUINDO
s 0ROGRAMASVOLUNTÈRIOSDEREDUÎÍODE'%%COMOPOREXEMPLOO
7ORLD7ILDLIFE&UND77&#LIMATE3AVERSA53%NVIRONMENTAL
0ROTECTION!GENCY%0!#LIMATE,EADERSO#LIMATE.EUTRAL.ETWORK
EO"USINESS,EADERS)NITIATIVEON#LIMATE#HANGE",)##
s /SARQUIVOSDE'%%COMOPOREXEMPLOO#ALIFORNIA#LIMATE!CTION
2EGISTRY##!27ORLD%CONOMIC&ORUM'LOBAL'('2EGISTRY
s )NICIATIVASINDUSTRIAISNACIONAISCOMOPOREXEMPLOA.EW
:EALAND"USINESS#OUNCILFOR3USTAINABLE$EVELOPMENT4AIWAN
"USINESS#OUNCILFOR3USTAINABLE$EVELOPMENT!SSOCIATIONDES
ENTREPRISESPOURLARÏDUCTIONDESGAZËEFFETDESERRE!%2%3
s 0ROGRAMASCOMERCIAISDE'%%TAISCOMO 5+%MISSIONS4RADING
3CHEME5+%43#HICAGO#LIMATE%XCHANGE##8EA
%UROPEAN5NION'REENHOUSE'AS%MISSIONS!LLOWANCE4RADING
3CHEME %5%43
s 0ROTOCOLOSPARASECTORESESPECÓFICOSDESENVOLVIDOSPORALGUMAS
ASSOCIAÎÜESINDUSTRIAISCOMOPOREXEMPLO)NTERNATIONAL
!LUMINUM)NSTITUTE)NTERNATIONAL#OUNCILOF&ORESTAND0APER
!SSOCIATIONS)NTERNATIONAL)RONAND3TEEL)NSTITUTEO7"#3$
#EMENT3USTAINABILITY)NITIATIVEEO)NTERNATIONAL0ETROLEUM
)NDUSTRY%NVIRONMENTAL#ONSERVATION!SSOCIATION )0)%#!
5MAVEZQUEOSPROGRAMASDE'%%GERALMENTETÐMREQUISITOS
ESPECÓFICOSPARAOSREGISTOSERELATØRIOSASEMPRESASDEVIAM
SEMPREVERIFICARTODOSOSPROGRAMASRELEVANTESPARAQUAISQUER
REQUISITOSADICIONAISANTESDEDESENVOLVEREMOSSEUSINVENTÈRIOS
*/530%6œ›0
2ELATANDODEACORDOCOMO
'('0ROTOCOL#ORPORATE3TANDARD
/ '('0ROTOCOL)NITIATIVEENCORAJAAUTILIZAÎÍODO '('0ROTOCOL
#ORPORATE3TANDARD PORTODASASEMPRESASINDEPENDENTEMENTEDA
SUAEXPERIÐNCIAEMPREPARARUMINVENTÈRIODE'%%!PALAVRAhDEVEv
ÏUTILIZADANOSCAPÓTULOSCONTENDONORMASPARACLARIFICAROQUEÏ
NECESSÈRIOPARAPREPARARECOMUNICARUMINVENTÈRIODE'%%DE
ACORDOCOMO'('0ROTOCOL#ORPORATE3TANDARD!FINALIDADEDESTE
PROCESSOÏMELHORARACONFORMIDADECOMAQUALASNORMASSÍOAPLI
CADASEAINFORMAÎÍODAÓRESULTANTEQUEÏCOMUNICADA
PUBLICAMENTESEMSEAFASTARDAIDEIAINICIALDAPRIMEIRAEDIÎÍO4EM
TAMBÏMAVANTAGEMDEFORNECERUMANORMAQUEPODESERVERIFICADA
PARAASEMPRESASINTERESSADASEMDARESTEPASSOADICIONAL
6ISÍOGERALDASPRINCIPAISALTERAÎÜESFEITASË
PRIMEIRAEDIÎÍO
%STAEDIÎÍOREVISTACONTÏMUMGUIAADICIONALCASESTUDIES
CASOSREAISEANEXOS&OIADICIONADOUMNOVOCAPÓTULOSOBRE
COMOESTABELECERALVOSDE'%%DANDOASSIMRESPOSTAAOS
MUITOSPEDIDOSFEITOSPORPARTEDASEMPRESASQUEAODESEN
VOLVEREMOSSEUSINVENTÈRIOSQUERIAMDAROPASSOSEGUINTEDE
ESTABELECERUMAMETA&ORAMADICIONADOSANEXOSPARAA
CONTABILIZAÎÍODASEMISSÜESINDIRECTASDEELECTRICIDADEEDO
CARBONOATMOSFÏRICORETIDO
*/530%6œ›0
!LTERAÎÜESACAPÓTULOSESPECÓFICOSINCLUEM
s #!0¶45,/ 0EQUENASALTERAÎÜESFORMAISNOSPRINCÓPIOS
s #!0¶45,/ )NFORMAÎÍORELACIONADACOMOBJECTIVOSNOSLIMITES
OPERACIONAISFOIACTUALIZADAECONSOLIDADA
s #!0¶45,/ !PESARDEAINDASEREMENCORAJADOSAREGISTARAS
EMISSÜESDEGASESTANTONASABORDAGENSDEPARTICI
PAÎÍOCOMODECONTROLOASEMPRESASPODEMAGORA
CRIARRELATØRIOSATRAVÏSDEUMASØABORDAGEM%STA
ALTERAÎÍOREFLECTEOFACTODENEMTODASAS
EMPRESASNECESSITAREMDEAMBOSOSTIPOSDEINFOR
MAÎÍOPARAATINGIREMOSSEUSOBJECTIVOSDE
NEGØCIO&OIPROVIDENCIADOUMNOVORUMOPARAO
ESTABELECIMENTODECONTROLO/NÓVELMÓNIMODE
PARTICIPAÎÍOPARAEFEITODERELATØRIOFOIREMOVIDO
DANDOASSIMLUGARARELATØRIOSDEEMISSÜESDE
GASESQUANDOCONSIDERADOSIMPORTANTES
s #!0¶45,/ !DEFINIÎÍODOÉMBITOFOIREVISTADEMODOA
EXCLUIRASEMISSÜESDEELECTRICIDADECOMPRADA
PARAREVENDAnESTASESTÍOAGORAINCLUÓDASNO
ÉMBITO!SSIMSALVAGUARDASEAPOSSIBILIDADE
DEDUASOUMAISEMPRESASFAZEREMUMDUPLO
REGISTODASMESMASEMISSÜESNOMESMOÉMBITO
.OVASDIRECTRIZESFORAMACRESCENTADASNOQUE
RESPEITAAOREGISTODEEMISSÜES'%%ASSOCIADAS
ËSTRANSMISSÜESDEELECTRICIDADEEËSPERDASDE
DISTRIBUIÎÍO$IRECTRIZESADICIONAISSÍOPROVIDENCI
ADASNOÉMBITOnCATEGORIASEARRENDAMENTOS
s #!0¶45,/ !SRECOMENDAÎÜESDEPROPORCIONAISFORAMELIMI
NADASEVITANDOASSIMANECESSIDADEDEDOIS
AJUSTES&ORAMADICIONADASMAISDIRECTRIZESAJUS
TANDOASEMISSÜESBASEADASNUMCÈLCULOANUAL
PARAQUEOSMÏTODOSDECÈLCULOFOSSEMALTERADOS
!SQUESTÜESMAISFREQUENTESx&!1S
3EGUIDAMENTEENCONTRASEUMALISTADASQUESTÜESMAIS
FREQUENTESRELATIVASACADACAPÓTULO
s /QUEDEVOTEREMCONTAPARAFAZERUMREGISTOEUM
RELATØRIODEEMISSÜES
#!0¶45,/
s #OMOPOSSOACTUARPERANTECOMPLEXASESTRUTURASEMPRE
SARIAISPARTILHADASPORVÈRIOSSØCIOS
#!0¶45,/
s 1UALÏADIFERENÎAENTREEMISSÜESDIRECTASEINDI
RECTASEQUALASUARELEVÉNCIA
#!0¶45,/ s 1UAISASEMISSÜESINDIRECTASQUEDEVOCOMUNICAR #!0¶45,/ s #OMOPOSSOREGISTARERELATAROPERAÎÜESFEITASEM
OUTSOURCINGEEMREGIMEDEALUGUER
#!0¶45,/ s /QUEÏUMABASEANUALEPORQUEPRECISODEUMA #!0¶45,/ s !SEMISSÜESDAMINHAEMPRESAALTERAMSECONFOR
MEASAQUISIÎÜESEDESAPOSSAMENTOS#OMOÏQUE
#!0¶45,/ TENHOISTOEMCONSIDERAÎÍO
s #OMOPOSSOIDENTIFICARASFONTESDEEMISSÍODAEMPRESA #!0¶45,/
s 1UETIPODEFERRAMENTASEXISTEMPARAAJUDARA
CALCULARASEMISSÜES
#!0¶45,/
s #OMQUETIPODEACTIVIDADESDERECOLHAEGESTÍODE
DADOSAEMPRESATERÈQUELIDAR
#!0¶45,/
s /QUEÏQUEDETERMINAAQUALIDADEEACREDIBILI
DADEDAINFORMAÎÍOSOBREAEMISSÍODEGASES # ! 0 ¶ 4 5 , / s #OMODEVOREGISTARECOMUNICARASTROCASDE
'%%QUEVENDOOUADQUIRO
#!0¶45,/
s 1UETIPODEINFORMAÎÍODEVERÈSERINCLUÓDA
NUMRELATØRIOPÞBLICODEEMISSÜESDE'%%
#!0¶45,/
s #!0¶45,/ !ORIENTAÎÍONAESCOLHADEFACTORESDEEMISSÍO
FORAMMELHORADAS
s 1UEDADOSDEVEMESTARDISPONÓVEISPARAOBTER
UMAVERIFICAÎÍOEXTERNADOSDADOSDOINVENTÈRIO # ! 0 ¶ 4 5 , / s #!0¶45,/ !ORIENTAÎÍOPARAESTABELECERUMINVENTÈRIODE
SISTEMADEGESTÍODEQUALIDADEEPARA A APLICAÎÍOE
LIMITAÎÍODAINCERTEZADECOLECTAFOIAUMENTADO
s /QUEESTÈENVOLVIDONOESTABELECIMENTODEALVOS
DEEMISSÜESECOMOPOSSOCOMUNICARASUAEVOLUÎÍO
# ! 0 ¶ 4 5 , / EMRELAÎÍOAOMEUOBJECTIVO
s #!0¶45,/
&ORAMACRESCENTADASORIENTAÎÜESPARAREGISTAR
ECOMUNICARREDUÎÜESDEPROJECTOSECOMPEN
SAÎÜESPARACLARIFICARARELAÎÍOENTREO'('
0ROTOCOL#ORPORATE EAS.ORMASDO0ROJECTO
s #!0¶45,/ &ORAMCLARIFICADASASCATEGORIASOBRIGATØRIASE
OPCIONAISDOSRELATØRIOS
s #!0¶45,/ &ORAMALARGADASASDIRECTRIZESRELATIVASACONCEITOS
DEMATERIALIDADEEDEDISCREPÉNCIADEMATERIAIS
s#!0¶45,/ &OIACRESCENTADOUMNOVOCAPÓTULOSOBREQUAIS
OSPASSOSPARAESTABELECERUMAMETABEMCOMO
PARAMONITORIZAREAVALIARAEVOLUÎÍO
./4!3
0ROGRAMA'%%ÏUMTERMOGENÏRICOUTILIZADONAREFERÐNCIAAQUALQUER
AUTORIDADEVOLUNTÈRIAOUOBRIGATØRIANACIONALOUINTERNACIONALGOVERNA
MENTALOUNÍOGOVERNAMENTALQUEREGISTECERTIFIQUEOUREGULEAS
EMISSÜESOUREDUÎÜESDE'%%
!OLONGODESTEDOCUMENTOOTERMOhEMPRESAvOUhNEGØCIOvÏUTILIZADO
COMOREFERÐNCIAAEMPRESASNEGØCIOSEOUTROSTIPOSDEORGANIZAÎÜES
0OREXEMPLOO72)UTILIZAO'('0ROTOCOL#ORPORATE3TANDARDPARA
ANUALMENTEFAZERRELATØRIOSPÞBLICOSDASSUASPRØPRIASEMISSÜESE
PARAPARTICIPARNO#HICAGO#LIMATE%XCHANGE
0ROGRAMASDENEGØCIOSQUEOPERAMNASINSTALAÎÜESUTILIZAMPRINCIPAL
MENTEASFERRAMENTASDECÈLCULODO0ROTOCOLODE)NICIATIVA'%%
1
N
O
R
M
A
S
Princípios de Registo e de Relatório de GEE
T
al como na contabilidade e relatórios financeiros, os princípios de monitorização
de GEE genericamente aceites têm como objectivo apoiar e orientar o controlo e o
registo das emissões, de forma a garantir uma informação fiável, justa e verdadeira.
a
u
Tal como na contabilidade e relatórios financeiros, os princípios de monitorização
de GEE têm como objectivo apoiar e orientar o controlo e o registo das emissões,
de forma a garantir uma informação mais fiável, justa e verdadeira.
N O R M A S
O R I E N T A Ç Ã O
6
#!0°45,/
0RINCÓPIOSDE2EGISTOEDE2ELATØRIODE'%%
!SPRÉTICASDEMONITORIZA¥ÎOEREGISTODASEMISSÜESDE'%%ESTÎOAEVOLUIRE
CONSTITUEMNOVIDADEPARAMUITOSSECTORESDENEGØCIOSCONTUDOOSPRINCÓPIOS
ABAIXODESCRITOSPROVÐMPARCIALMENTEDOSPRINCÓPIOSUTILIZADOSNOSREGISTOSE
RELATØRIOSFINANCEIROSGENERICAMENTEACEITES2EFLECTEMTAMBÏMORESULTADODE
UMPROCESSODECOLABORA¥ÎOENTREGRUPOSDEINTERESSEPROVENIENTESDEVASTAS
ÉREASTÏCNICASAMBIENTAISEDEREGISTO
/SREGISTOSERELATØRIOSDE'%%BASEIAMSENOSSEGUINTESPRINCÓPIOS
!0,)#!"),)$!$%
!SSEGURARQUEOINVENTÉRIODE'%%REFLICTACOMEXACTIDÎOASEMISSÜESDAEMPRESAEQUESIRVA
ASNECESSIDADESDEDECISÎODOSUTILIZADORESnTANTOANÓVELINTERNOCOMOEXTERNOÌEMPRESA
).4%'2!,)$!$%
2EGISTARECOMUNICARTODASASFONTESEACTIVIDADESDEEMISSÎODE'%%DENTRODOSLIMITES
DOINVENTÉRIOSELECCIONADO$IVULGAREJUSTIFICARQUAISQUEREXCLUSÜESESPECÓFICAS
#/.3)34³.#)!
5TILIZARMETODOLOGIASCONSISTENTESQUEPERMITAMCOMPARA¥ÜESRELEVANTESDEEMISSÜESAO
LONGODOTEMPO$OCUMENTARCLARAMENTEQUAISQUERALTERA¥ÜESDEDADOSLIMITESDEINVEN
TÉRIOMÏTODOSOUQUAISQUEROUTROSFACTORESRELEVANTESNESSEPERÓODODETEMPO
42!.30!2³.#)!
4RATARTODOSOSASSUNTOSRELEVANTESDEFORMACOERENTEEFACTUALCOMBASENUMAAUDITORIA
TRANSPARENTE2EVELARQUAISQUERSUPOSI¥ÜESRELEVANTESBEMCOMOFAZERREFERÐNCIAAPRO
PRIADAÌSMETODOLOGIASDECÉLCULOEDEREGISTOEAINDAÌSFONTESDEDADOSUTILIZADAS
%8!#4)$°/
!SSEGURARQUEAQUANTIFICA¥ÎODEEMISSÜESDE'%%NÎOESTEJASISTEMATICAMENTEACIMAOU
ABAIXODONÓVELDEEMISSÜESACTUAISTANTOQUANTOSEJULGAEQUEASINCERTEZASSEJAM
REDUZIDASAOMÓNIMO#ONSEGUIRUMAEXACTIDÎOSUFICIENTEPARAPOSSIBILITARAOSUTILIZADORES
DECIDIREMCOMUMACERTASEGURAN¥AQUANTOÌINTEGRIDADEDAINFORMA¥ÎOCOMUNICADA
.
/
2
!
3
0
1SJOD½QJPTEF3FHJTUPFEF3FMBUÂSJPEF(&&
!
"
œ
—
GJOBMJEBEFEFTUFTQSJOD½QJPT¹BEFBQPJBSUPEPTPT
BTQFDUPTSFMBDJPOBEPTDPNBNPOJUPSJ[B¸·PFPT
SFMBUÂSJPTEF(&&"TVBBQMJDB¸·PBTTFHVSBS²RVF
PJOWFOU²SJPEF(&&SFQSFTFOUFEFNBOFJSBKVTUBFUSBOT
QBSFOUFUPEBTBTFNJTTÆFTEF(&&EBFNQSFTB
5
"TVBGVO¸·PQSJODJQBM¹TFSWJSEFHVJBQBSBBJNQMFNFO
UB¸·PEP()(1SPUPDPM$PSQPSBUF4UBOEBSE
QSJODJQBMNFOUFRVBOEPBBQMJDB¸·PEBTOPSNBTQBSB
EFUFSNJOBEBTRVFTUÆFTPVTJUVB¸ÆFTTFKBBNC½HVB
/
!PLICABILIDADE
0
3
*
&
1BSBRVFVNSFMBUÂSJPEF(&&EFVNBPSHBOJ[B¸·PQPTTB
TFSSFMFWBOUFTJHOJGJDBRVFDPOU¹NBJOGPSNB¸·PRVFPT
VUJMJ[BEPSFToUBOUPJOUFSOPTDPNPFYUFSOPTµFNQSFTBo
OFDFTTJUBNQBSBQÃSFNQS²UJDBBTTVBTEFDJTÆFT6N
BTQFDUPJNQPSUBOUFOBBQMJDBCJMJEBEF¹BTFMFD¸·PEF
MJNJUFTEFJOWFOU²SJPBQSPQSJBEPTRVFSFGMJDUBNP
DPOUFÈEPFBSFBMJEBEFFDPOÂNJDBEBFNQSFTBFEBTTVBT
SFMB¸ÆFTDPNFSDJBJTFO·PBQFOBTEBTVBGPSNBMFHBM"
FTDPMIBEPTMJNJUFTEPJOWFOU²SJPEFQFOEFEBTDBSBDUFS½T
UJDBTEBFNQSFTBEBVUJMJ[B¸·PBEBSµJOGPSNB¸·PFEBT
OFDFTTJEBEFTEPTVUFOUFT2VBOEPTFTFMFDDJPOBNPT
MJNJUFTEPJOWFOU²SJPEFWFNTFSDPOTJEFSBEPTVNEFUFS
NJOBEPOÈNFSPEFGBDUPSFTUBJTDPNP
s &TUSVUVSBTPSHBOJ[BDJPOBJTDPOUSPMPEFPQFSB¸ÆFTF
GJOBODFJSP
QPTTFBDPSEPTMFHBJTJOINTVENTURES
QBSDFSJBT
FUD
s -JNJUFTPQFSBDJPOBJTBDUJWJEBEFTONSITEFOFFSITE
QSPDFTTPTTFSWJ¸PTFJNQBDUFT
s $POUFYUPEFOFHÂDJPOBUVSF[BEBTBDUJWJEBEFTMPDBMJ
[B¸·PHFPHS²GJDBTFDUPSFTJOEVTUSJBJTPCKFDUJWPTF
VUJMJ[B¸·PEBJOGPSNB¸·P
/PTDBQ½UVMPTFTFS·PQSPWJEFODJBEBTNBJTJOGPSNB¸ÆFT
TPCSFDPNPEFGJOJSVNMJNJUFBQSPQSJBEPEFJOWFOU²SJP
)NTEGRALIDADE
5PEBTBTGPOUFTEFFNJTTÆFTRVFTFKBNSFMFWBOUFT
EFOUSPEPTMJNJUFTEPJOWFOU²SJPTFMFDDJPOBEP
QSFDJTBNEFTFSSFMBUBEPTQBSBRVFTFQPTTBDPNQJMBS
VNJOWFOU²SJPDPNQSFFOTJWPFDPNTJHOJGJDBEP/B
QS²UJDBBGBMUBEFEBEPTPVPDVTUPFNSFVOJSPTEBEPT
QPEFTFSVNGBDUPSMJNJUBOUF.VJUBTWF[FT¹UFOUBEPS
EFGJOJSVNSFMBUÂSJPOPMJNJUFEBTFNJTTÆFTN½OJNBT
NVJUBTWF[FTSFGFSJEPDPNPVNMJNJUFNBUFSJBMJTUB
EFGJOJOEPRVFVNBGPOUFRVFO·PFYDFEBVNEFUFSNJ
OBEPMJNJUFQPEFS²TFSPNJUJEBEPJOWFOU²SJP
$"1¡56-0
5FDOJDBNFOUFFTUFMJNJUF¹QS¹EFGJOJEPFBDFJUFDPNP
UFOEPVNBJOGMVºODJBOFHBUJWBOBTFTUJNBUJWBTQPS
FYFNQMPVNBBWBMJB¸·PJOGFSJPSµEFWJEB
"QFTBSEF
QBSFDFSUFPSJDBNFOUFÈUJMVNBJNQMFNFOUB¸·PQS²UJDB
EFUBM MJNJUFO·P¹DPNQBU½WFMDPNPTQSJOD½QJPTEF
QFSGFJ¸·PEP()(1SPUPDPM$PSQPSBUF4UBOEBSE%FGPSNB
BVUJMJ[BSVNBFTQFDJGJDB¸·PNBUFSJBMJTUBBTFNJTTÆFTEFVNB
EFUFSNJOBEBGPOUFPVBDUJWJEBEFUFSJBNEFTFSRVBOUJGJ
DBEBTQBSBBTTFHVSBSRVFFTUBSJBNEFOUSPEPMJNJUF
$POUVEPBQBSUJSEPNPNFOUPFNRVFBTFNJTTÆFT
FTUFKBNRVBOUJGJDBEBTQFSEFTFBNBJPSQBSUFEPCFOF
G½DJPEFUFSFNVNMJNJUFFTUJQVMBEP
6NMJNJUF¹HFSBMNFOUFVTBEPQBSBEFUFSNJOBSTFVNFSSP
PVVNBPNJTT·P¹VNBEJTDSFQ³ODJBNBUFSJBMPVO·P*TUP
O·P¹PNFTNPRVFPN½OJNPQBSBTFQPEFSEFGJOJSVN
JOWFOU²SJPDPNQMFUP&NWF[EJTTPBTFNQSFTBTUºNRVF
GB[FSVNFTGPS¸PQBSBGPSOFDFSVNSFHJTUPEFFNJTTÆFTEF
(&&DPNQMFUPWFSEBEFJSPFFYBDUP/PTDBTPTFNRVFBT
FNJTTÆFTO·PGPSBNFTUJNBEBTPVFOU·PFTUJNBEBTDPN
VNO½WFMJOTVGJDJFOUFEFRVBMJEBEF¹JNQPSUBOUFRVFJTTP
TFKBEPDVNFOUBEPEFGPSNBDMBSBFKVTUJGJDBEB
7FSJGJDBEPSFTQPEFNEFUFSNJOBSPJNQBDUFQPUFODJBMFB
JNQPSU³ODJBEBFYDMVT·PPVEBGBMUBEFRVBMJEBEFFNUPEP
PSFMBUÂSJPEPJOWFOU²SJP
1PEFNTFFODPOUSBSNBJTJOGPSNB¸ÆFTTPCSFB1FSGFJ¸·P
OPTDBQ½UVMPTF
#ONSISTÐNCIA
0TVUJMJ[BEPSFTEBTJOGPSNB¸ÆFTTPCSF(&&W·PRVFSFSNPOJ
UPSJ[BSFBWBMJBSBJOGPSNB¸·PTPCSFFNJTTÆFTEF(&&
SFDPMIJEBBPMPOHPEPUFNQPEFNBOFJSBBJEFOUJGJDBSBT
UFOEºODJBTFBWBMJBSBBDUVB¸·PEBFNQSFTBRVFGB[P
SFMBUÂSJP"BQMJDB¸·PDPOTJTUFOUFEBTBQSPYJNB¸ÆFTEF
SFHJTUPTEPTMJNJUFTEFJOWFOU²SJPTFEPTN¹UPEPTEFD²MDVMP
¹FTTFODJBMQBSBBQSPEV¸·PEFEBEPTEFFNJTTÆFTEF(&&
DPNQBS²WFJTOPUFNQP"JOGPSNB¸·PEF(&&TPCSFUPEBTBT
PQFSB¸ÆFTEFOUSPEPTMJNJUFTEFJOWFOU²SJPEFVNBPSHBOJ
[B¸·POFDFTTJUBTFSDPNQJMBEBEFGPSNBBBTTFHVSBSRVFB
JOGPSNB¸·PBHSFHBEBTFKBJOUFSOBNFOUFDPOTJTUFOUFF
DPNQBS²WFMOPUFNQP4FIPVWFSBMUFSB¸ÆFTOPTMJNJUFTEP
JOWFOU²SJPN¹UPEPTEBEPTPVRVBJTRVFSPVUSPTGBDUPSFTRVF
JOGMVFODJFNBTFTUJNBUJWBTEFFNJTT·PUFS·PEFTFSDMBSB
NFOUFEPDVNFOUBEBTFKVTUJGJDBEBT
1PEFS²FODPOUSBSNBJTJOGPSNB¸·PTPCSF$POTJTUºODJBOPT
DBQ½UVMPTF
$"1¡56-0
6/,+37!'%.
-!.4%.$/!).4%'2!,)$!$%!/,/.'/$/4%-0/
!6OLKSWAGENÏUMFABRICANTEDEAUTOMØVEISDENÓVELMUNDIALEUMDOS
MAIORESDA%UROPA%NQUANTOTRABALHAVANOSEUINVENTÈRIODE'%%A
6OLKSWAGENDEUCONTAQUEASUAESTRUTURADEFONTESDEEMISSÍOTINHA
SOFRIDO MUDANÎAS CONSIDERÈVEIS AO LONGO DOS ÞLTIMOS SETE ANOS !S
EMISSÜESQUEPARTIAMDOSPROCESSOSDEPRODUÎÍOQUEERAMCONSIDERA
DASIRRELEVANTESANÓVELDEGRUPOEMPRESARIALEMCONSTITUEM
HOJEEMDIAPRATICAMENTEPORCENTODASEMISSÜESAGRUPADASDE
'%% NAS FÈBRICAS EM CAUSA %XEMPLOS DE FONTES DE EMISSÜES EM
CRESCIMENTOSÍOOSNOVOSLOCAISPARATESTESNOSMOTORESOUOINVESTI
MENTOEMEQUIPAMENTODEMOLDAGEMEMMAGNÏSIOEMALGUNSLOCAIS
DEPRODUÎÍO%STEEXEMPLOCOMPROVAQUEASFONTESDEEMISSÍOTÐMDE
SERREGULARMENTEREAVALIADASPARAMANTERUMINVENTÈRIOACTUALIZADO
1SJOD½QJPTEF3FHJTUPFEF3FMBUÂSJPEF(&&
%XACTIDÍO
0TEBEPTEFWFNTFSTVGJDJFOUFNFOUFQSFDJTPTQBSB
QFSNJUJSBPTVUJMJ[BEPSFTUPNBSEFDJTÆFTDPNVNB
SB[P²WFMDFSUF[BEFRVFBJOGPSNB¸·PDPNVOJDBEB¹
DSFE½WFM"TNFEJ¸ÆFTEF(&&FTUJNBUJWBTPVD²MDVMPT
O·PEFWFNTFSTJTUFNBUJDBNFOUFTVQFSJPSFTPVJOGFSJPSFT
BPBDUVBMWBMPSEBTFNJTTÆFTUBOUPRVBOUPTFTBJCBFBT
JODFSUF[BTEFWFNTFSSFEV[JEBTBPN½OJNPQPTT½WFM0
QSPDFTTPEFRVBOUJGJDB¸·PEFWFTFSDPOEV[JEPEFGPSNBB
NJOJNJ[BSBJODFSUF[B3FMBUÂSJPTTPCSFNFEJEBTGFJUPT
QBSBBTTFHVSBSBFYBDUJE·POPSFHJTUPEFFNJTTÆFT
QPEFNBKVEBSBQSPNPWFSBDSFEJCJMJEBEFBUSBW¹TEB
USBOTQBSºODJB
.BJTJOGPSNB¸·PTPCSF&YBDUJE·POPDBQ½UVMP
4RANSPARÐNCIA
&
/
5
"
œ
›
0
!"ODY3HOPCOMAAJUDADOPROGRAMA "USINESS,EADERS)NITIATIVEON
#LIMATE #HANGE ",)## ABORDOU ESTE PROBLEMA COM DUAS SOLUÎÜES
0RIMEIROASLOJASFORAMENCORAJADASAPROCURAREMACTIVAMENTEDADOSDE
CONSUMODIRECTOATRAVÏSDOSDADOSDESAGREGADOSOUDAMONITORIZAÎÍO
DIRECTA3EGUNDOCASONÍOFOSSEPOSSÓVELOBTEROSDADOSDECONSUMO
DIRECTOERAMFORNECIDASËSLOJASDIRECTRIZESPADRONIZADASPARAAESTIMA
TIVADASEMISSÜESBASEADASEMFACTORESTAISCOMOAÈREAEMMETROS
QUADRADOSTIPODEEQUIPAMENTOEHORASUTILIZADAS%STESISTEMASUBSTI
TUIUAANTERIORABORDAGEMFRAGMENTADADANDOUMAMAIOREXACTIDÍOE
TAMBÏMUMREGISTODASEMISSÜESMAISCOMPLETOPORINCLUÓREMLOJASQUE
ANTERIORMENTENÍOERAMCAPAZESDECALCULARASSUASEMISSÜES3ETAIS
LIMITAÎÜES NOS PROCESSOS DE MEDIÎÍO FOREM CLAROS OS UTILIZADORES DA
INFORMAÎÍOCOMPREENDERÍOANATUREZADOSDADOSEONEGØCIOQUEOCORREU
*
#OMORETALHISTAINTERNACIONALNAÈREADOSCUIDADOSDAPELEDOCABELODO
CORPOEPRODUTOSDEMAQUILHAGEMA"ODY3HOPOPERAEMQUASE
LOCAISEMPAÓSESEEMLÓNGUASDIFERENTES#ONSEGUIRATINGIRTANTOA
EXACTIDÍOCOMOAINTEGRALIDADENOSPROCESSOSDEINVENTÈRIOSDE'%%Ï
UM DESAFIO PARA UMA ORGANIZAÎÍO TÍO GRANDE E GEOGRAFICAMENTE
DISPERSA$ADOSNÍODISPONÓVEISEPROCESSOSDEMEDIDASDISPENDIOSOS
SÍOOBSTÈCULOSSIGNIFICATIVOSPARAAMELHORIANAEXACTIDÍODOSDADOS
SOBREEMISSÜES0OREXEMPLOÏMUITODIFÓCILSEPARARINFORMAÎÍOSOBREO
CONSUMODEENERGIAEMLOJASQUESEENCONTRAMLOCALIZADASDENTRODE
CENTROSCOMERCIAIS%STIMATIVASPARAESTASLOJASSÍOGERALMENTEINCOR
RECTASMASEXCLUINDOASFONTESDEVIDOËINEXACTIDÍOPODERÈCRIARUM
INVENTÈRIOINCOMPLETO
3
1PEFS²FODPOUSBSNBJTJOGPSNB¸·PTPCSFUSBOTQBSºODJB
OPTDBQ½UVMPTF
"/$93(/02%3/,6%.$// h42!$%/&&v
%.42%!%8!#4)$°/%!).4%'2!,)$!$%
0
"USBOTQBSºODJBFTU²SFMBDJPOBEBDPNPHSBVDPNPB
JOGPSNB¸·PTPCSFQSPDFTTPTQSPDFEJNFOUPTTVQPTJ¸ÆFTF
BTMJNJUB¸ÆFTEPJOWFOU²SJPEF(&&T·PBQSFTFOUBEBTEF
GPSNBDMBSBCBTFBEBFNGBDUPTOFVUSBFDPNQSFFOT½WFM
CBTFBEBFNEPDVNFOUB¸·PUSBOTQBSFOUFFBSRVJWPTQPS
FYFNQMPOVNBBVEJUPSJB
"JOGPSNB¸·PUFNEFTFS
SFHJTUBEBDPNQJMBEBFBOBMJTBEBEFGPSNBBQFSNJUJS
RVFBVEJUPSFTJOUFSOPTFFYUFSOPTQPTTBNBUFTUBSBTVB
DSFEJCJMJEBEF&YDMVTÆFTPVSFTUSJ¸ÆFTFTQFD½GJDBTOFDFT
TJUBNTFSDMBSBNFOUFJEFOUJGJDBEBTFKVTUJGJDBEBTBT
TVQPTJ¸ÆFTEJWVMHBEBTFBTSFGFSºODJBTBQSPQSJBEBT
GPSOFDJEBTQBSBBTNFUPEPMPHJBTBQMJDBEBTFBTGPOUFTEF
EBEPTVUJMJ[BEBT"JOGPSNB¸·PEFWFSJBTFSTVGJDJFOUF
QBSBQFSNJUJSRVFVNUFSDFJSPQBSUJOEPEPTNFTNPT
EBEPTPCUJWFTTFPTNFTNPTSFTVMUBEPT6NSFMBUÂSJP
iUSBOTQBSFOUFwPGFSFDFS²VNBDPNQSFFOT·PDMBSBEPT
BTTVOUPTOPDPOUFYUPEBFNQSFTBRVFBQSFTFOUBP
SFMBUÂSJPFVNBBWBMJB¸·PEFEFTFNQFOIPTJHOJGJDBUJWB
6NBWFSJGJDB¸·PJOEFQFOEFOUFFYUFSOB¹VNBCPB
NBOFJSBEFBTTFHVSBSBUSBOTQBSºODJBFEFEFUFSNJOBS
RVFGPJGFJUBVNBBVEJUPSJBBQSPQSJBEBFRVFBEPDVNFO
UB¸·PUFOIBTJEPUPEBQSPWJEFODJBEB
/
2
)
%
.
4
!
—
§
/
/BJECTIVOSDE.EGØCIOE#ONCEP¥ÎODE
)NVENTÉRIO
-
ELHORAROENTENDIMENTODASEMISSÜESDE'%%DAEMPRESA
PRODUZINDOUMINVENTÈRIODE'%%FAZSENTIDOPARAONEGØCIO
!S EMPRESAS CITAM COM FREQUÐNCIA OS SEGUINTES CINCO OBJECTIVOS DE NEGØCIO
COMORAZÜESPARASEFAZERUMINVENTÈRIODE'%%
s 'ERIRRISCOSDE'%%EIDENTIFICAROPORTUNIDADESDEREDUÎÍO
s 2ELATØRIOSPÞBLICOSEPARTICIPAÎÍOEMPROGRAMASVOLUNTÈRIOSDE'%%
s 0ARTICIPAÎÍOEMPROGRAMASDERELATØRIOSOBRIGATØRIOS
s 0ARTICIPAÎÍOEMMERCADOSDE'%%
s 2ECONHECIMENTODEACÎÜESVOLUNTÈRIASANTECIPADAMENTE
/ 2 ) % . 4 ! — § /
$ " 1 ¡ 5 6 - 0 0CKFDUJWPTEF/FHÂDJPF$PODFQ¸·PEF*OWFOU²SJP
"TFNQSFTBTHFSBMNFOUFQSFUFOEFNRVFPTTFVTJOWFO
U²SJPTEF(&&DPOTJHBNBUJOHJSW²SJPTPCKFDUJWPT1PS
JTTPGB[TFOUJEPRVFTFDPODFCBPQSPDFTTPMPHPEF
JO½DJPEFGPSNBBQSPWJEFODJBSJOGPSNB¸·PBVNB
HSBOEFWBSJFEBEFEFVUJMJ[BEPSFTFVUJMJ[B¸ÆFToUBOUP
BDUVBJTDPNPGVUVSPT0()(1SPUPDPM$PSQPSBUF
4UBOEBSEGPJDPODFCJEPDPNPTFOEPVNSFHJTUPF
SFMBUÂSJPEF(&&FYUFOTPQBSBRVFBTVBJOGPSNB¸·P
TJSWBBNBJPSQBSUFEPTPCKFDUJWPTEFOFHÂDJPWFSDBJYB
"TTJNPTEBEPTEFJOWFOU²SJPSFDPMIJEPTEFBDPSEP
DPNP()(1SPUPDPM$PSQPSBUF4UBOEBSEQPEFNTFS
BHSFHBEPTFEFTBHSFHBEPTQBSBW²SJPTMJNJUFTPSHBOJ[B
DJPOBJTFPQFSBDJPOBJTFBJOEBDPOTPBOUFPTW²SJPT
FTDBMÆFTOFHPDJBJTBO½WFMHFPHS²GJDPFTUBEPQB½T
QB½TFTQFSUFODFOUFTPVO·PBPBOFYPJOTUBMB¸ÆFT
VOJEBEFTEFOFHÂDJPFNQSFTBFUD
# ! ) 8 ! /BJECTIVOSDENEGØCIOABRANGIDOSPELOS
INVENTÈRIOSDE'%%
'ERIRRISCOSDE'%%EIDENTIFICAROPORTUNIDADESDEREDUÎÍO
s )DENTIFICANDORISCOSASSOCIADOSËSLIMITAÎÜESDE'%%NOFUTURO
s )DENTIFICANDOOPORTUNIDADESDEREDUÎÍOEFECTIVADECUSTOS
›
2ECONHECIMENTODEACÎÜESVOLUNTÈRIASANTECIPADAS
s 0ROVIDENCIARINFORMAÎÍOPARAAPOIARhPROTECÎÍODEBASEvEOU
CRÏDITOPORACÎÍOANTECIPADA
œ
s #ÈLCULODASTAXASDE'%%CARBONO
"
s 0ARTICIPAÎÍOEMPROGRAMASDECOMERCIALIZAÎÍODETROCADEPERMIS
SÜES
5
0ARTICIPAÎÍOEMMERCADOSDE'%%
s !POIOAPROGRAMASCOMERCIAISINTERNOSDE'%%
/VNBWJT·PNBJTQPTJUJWBPRVF¹NFEJEP¹HFSJEP0
SFHJTUPEFFNJTTÆFTQPEFBKVEBSBJEFOUJGJDBSBTPQPS
UVOJEBEFTNBJTFGJDB[FTEFSFEV¸·P*TUPQPEFMFWBS
BPBVNFOUPEBFGJDJºODJBFOFSH¹UJDBFEFNBUFSJBJT
CFNDPNPBPEFTFOWPMWJNFOUPEFOPWPTQSPEVUPTF
TFSWJ¸PTRVFSFEV[BNPTJNQBDUFTEF(&&EFDMJFOUFT
FEFGPSOFDFEPSFT1PSTVBWF[JTUPQPEFEJNJOVJSPT
DVTUPTEFQSPEV¸·PFBKVEBSBEJTUJOHVJSBFNQSFTB
OVNNFSDBEPDBEBWF[NBJTDPOTDJFOUFEPQPOUPEF
WJTUBBNCJFOUBM'B[FSVNJOWFOU²SJPSJHPSPTPEF(&&
¹UBNC¹NVNQS¹SFRVJTJUPOPFTUBCFMFDJNFOUPEF
VNBNFUBEF(&&JOUFSOBPVQÈCMJDBFQBSBDPOTF
RVFOUFNFOUFNFEJSFSFMBUBSPQSPHSFTTP
/
0ARTICIPAÎÍOEMPROGRAMASDERELATØRIOSOBRIGATØRIOS
s 0ARTICIPAÎÍOEMPROGRAMASGOVERNAMENTAISDERELATØRIOSA
NÓVELNACIONALREGIONALELOCAL
/PDPOUFYUPEFGVUVSBTSFHVMBNFOUB¸ÆFTTPCSF(&&
FNJTTÆFTTJHOJGJDBUJWBTEF(&&OBDBEFJBEFWBMPSEF
VNBFNQSFTBQPEFNSFTVMUBSOVNBVNFOUPEFDVTUPT
BTDFOEFOUFT
PVOBSFEV¸·PEFWFOEBTEFTDFO
EFOUFT
NFTNPRVFBFNQSFTBO·PFTUFKB
EJSFDUBNFOUFTVKFJUBBSFHVMBNFOUPT"TTJNQBSBPT
JOWFTUJEPSFTTJHOJGJDBUJWPTBTDFOEFOUFTPVEFTDFO
EFOUFTEBTFNJTTÆFTJOEJSFDUBTEFWJEPµTPQFSB¸ÆFT
EBFNQSFTBSFQSFTFOUBS·PVNQPUFODJBMQBTTJWPRVF
UFS·PEFHFSJSFNJOJNJ[BS6NGPDPMJNJUBEPBQFOBT
OBTFNJTTÆFTEJSFDUBTEBTPQFSB¸ÆFTQSÂQSJBTEFVNB
FNQSFTBQPEFS²MFWBSBTVCFTUJNBSHSBOEFTPQPSUV
OJEBEFTFSJTDPTEF(&&DPOEV[JOEPBJOUFSQSFUB¸ÆFT
FSSBEBTEBFYQPTJ¸·PEF(&&BDUVBMEBFNQSFTB
&
s 2OTULAGEM%COLØGICAECERTIFICAÎÍODE'%%
$SJBSVNJOWFOU²SJPFYUFOTJWPEF(&&NFMIPSBB
DPNQSFFOT·PEBFNQSFTBTPCSFPQFSGJMEBTTVBTFNJT
TÆFTFRVBJTRVFSPVUSBTQPUFODJBJTSFTQPOTBCJMJEBEFT
PViFYQPTJ¸ÆFTwEF(&&"FYQPTJ¸·PEF(&&EF
VNBFNQSFTBFTU²TFSBQJEBNFOUFBUPSOBSOVNB
RVFTU·PEFHFTU·PEFWJEPBPBVNFOUPEFFTDSVU½OJP
QFMBJOEÈTUSJBTFHVSBEPSBBDDJPOJTUBTFPTVSHJNFOUP
EFSFHVMBNFOUB¸ÆFTQPM½UJDBTBNCJFOUBJTDPODFCJEBT
QBSBSFEV[JSBTFNJTTÆFTEF(&&
*
s %NVIODEPROGRAMASDEREGISTODE'%%AOGOVERNOEËS/.'S
'ERIRRISCOSDE'%%EIDENTIFICAROPORTU
NIDADESDEREDUÎÍO
3
2ELATØRIOSPÞBLICOSEPARTICIPAÎÍOEMPROGRAMASDE'%%
VOLUNTÈRIOS
s 2ELATØRIOSVOLUNTÈRIOSDEEMISSÜESDE'%%DEGRUPOSDEINTERES
SEEPROGRESSOEMRELAÎÍOAOSALVOSDE'%%
0BOFYP$PGFSFDFVNBWJT·PHMPCBMEPTQSPHSBNBTEF
(&&oNVJUPTEPTRVBJTCBTFBEPTOP'('0ROTOCOL
#ORPORATE3TANDARD"TTFD¸ÆFTEFEJSFDUSJ[FTEPTDBQ½
UVMPTFGPSOFDFNJOGPSNB¸·PBEJDJPOBMTPCSFDPNP
DPODFCFSVNJOWFOU²SJPQBSBEJGFSFOUFTPCKFDUJWPTF
VUJMJ[B¸ÆFT
0
s %STABELECENDOALVOSDE'%%MEDINDOECOMUNICANDOOS
PROGRESSOS
0
0
0CKFDUJWPTEF/FHÂDJPF$PODFQ¸·PEF*OWFOU²SJP
œ
›
)"-/0!0%,$!%.%2')!2%./6«6%,.!
2%$5±°/$!3%-)33¿%3$%'%%
*
&
/
5
"
!S EMISSÜES INDIRECTAS ASSOCIADAS A UM CONSUMO DE ELECTRICIDADE
ADQUIRIDA SÍO UM ELEMENTO EXIGIDO EM QUALQUER REGISTO OU RELATØRIO
SOBRE0ROTOCOL#ORPORATE3TANDARDDO'%%5MAVEZQUEAELECTRICIDADE
ADQUIRIDA Ï UMA DAS MAIORES FONTES DE EMISSÍO DE '%% PARA AS
EMPRESASPODERÈTAMBÏMREPRESENTARUMAOPORTUNIDADESIGNIFICATIVA
DEREDUÎÍO!)"-UMADASMAIORESEMPRESASNAÈREADASTECNOLOGIAS
DE )NFORMAÎÍO E MEMBRO DO 72) 'REEN 0OWER -ARKET $EVELOPMENT
'ROUPTEMSISTEMATICAMENTEREGISTADOASEMISSÜESINDIRECTASIDENTIFI
CANDOASSIMOPOTENCIALSIGNIFICATIVOPARAASUAREDUÎÍO!EMPRESA
IMPLEMENTOUUMAVARIEDADEDEESTRATÏGIASQUEREDUZIRAMOUASUA
NECESSIDADE DE COMPRA DE ENERGIA OU A INTENSIDADE DE '%% DESSA
ENERGIACOMPRADA5MAESTRATÏGIATEMSIDOADEAPOSTARNOMERCADO
DASENERGIASRENOVÈVEISPARAREDUZIRAINTENSIDADEDE'%%DASUAELEC
TRICIDADECOMPRADA
0
3
!)"-TEVESUCESSONASUAREDUÎÍODEEMISSÜESDE'%%NASSUASINSTA
LAÎÜESEM!USTIN4EXASMESMOMANTENDORELATIVAMENTECONSTANTEA
UTILIZAÎÍODEENERGIAATRAVÏSDEUMCONTRATOPARAENERGIARENOVÈVEL
COMAEMPRESALOCAL!USTIN%NERGY)NICIADOEMESTECONTRATODE
CINCO ANOS Ï DE MILHÜES DE K7H DE ENERGIA EØLICA ANUAL %STA
POTÐNCIADEZEROEMISSÜESBAIXOUOINVENTÈRIODESTASINSTALAÎÜESEM
MAISDETONELADASDE#/COMPARADOCOMOANOANTERIOREREPRE
SENTAMQUASEDOCONSUMOTOTALDEENERGIADASINSTALAÎÜES%M
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CAPÍTULO 2
Objectivos de Negócio e Concepção de Inventário
13
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E
Abordagens baseadas no mercado, para reduzirem as emissões de GEE, estão a emergir em alguns locais do mundo. Na
sua maioria, apresentam-se sob a forma de programas de
trocas de emissões, apesar de haver vários outros tipos de
abordagens adoptadas pelos países, tais como o pagamento de
impostos, usado na Noruega. Estes programas de trocas
podem ser implementados de forma obrigatória (ex.: o
próximo EU ETS) ou voluntária (ex.: CCX).
I
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A
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Os programas de trocas, que determinam a sua conformidade
comparando as emissões com um dado limite de redução de
emissões especificado, normalmente requerem somente o
registo das emissões directas. Mas há excepções como, por
exemplo, O UK ETS, que requer uma adesão directa dos
participantes no registo das emissões de GEE da geração de
electricidade adquirida (DEFRA, 2003). O CCX permite que
os seus membros optem pelo registo das emissões indirectas
associadas com a aquisição de electricidade, como um
compromisso suplementar nas reduções. Outros tipos de emissões indirectas podem ser mais difíceis de verificar e podem
apresentar desafios que inviabilizem o duplo registo. Para
facilitar uma verificação independente, a troca de emissões
T
Alguns governos exigem aos emissores de GEE que
reportem as suas emissões anualmente. Estas concentramse tipicamente nas emissões directas das operações de
instalações controladas ou a operar em jurisdições geográficas específicas. Na Europa, as instalações que se
encontram abrangidas pelos requisitos da Directiva
Integrated Pollution Prevention and Control (IPPC),
devem relatar as emissões que excedam um dado limite
específico, para cada uma das seis GEEs. As emissões
comunicadas estão incluídas numa European Pollutant
Emissions Register (EPER), uma base de dados colocada
na Internet, de acesso público, que permite comparar
emissões, de instalações individuais ou de sectores industriais, em diferentes países (EC-DGE, 2000).
Em Ontário, o Regulamento de Ontário 127, exige um
relatório de emissões de GEE (Ontario MOE, 2001).
Participação em mercados de GEE
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Participação em programas de relatório obrigatórios
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CAPÍTULO 2
Objectivos de Negócio e Concepção de Inventário
15
FORD MOTOR COMPANY: EXPERIÊNCIAS USANDO
O GHG CORPORATE PROTOCOL STANDARD
Quando a Ford Motor Company, um fabricante de automóveis de
renome mundial, levou a cabo um esforço para compreender e
reduzir o impacte das suas emissões de GEE, queria monitorizar
as suas emissões com precisão e detalhe suficientes, para as
gerir de forma eficiente. Para atingir este objectivo, foi criada
uma equipa multifuncional interna para o inventário de GEE.
Apesar de já fazer relatórios com dados da empresa sobre energia
e dióxido de carbono, uma compreensão mais detalhada destas
emissões foi essencial para estabelecer e medir o progresso, em
relação aos objectivos de performance, bem como avaliar a
potencial participação em esquemas de negociação externos.
Durante várias semanas a equipa trabalhou na criação de um
inventário mais completo, para as fontes de combustão estacionárias e rapidamente encontrou um padrão. Vezes sem conta
os membros da equipa saíam das reuniões com tantas perguntas
como respostas, e as mesmas perguntas mantinham-se semana
após semana. Como poderiam estabelecer limites? Como explicar
aquisições e desapossamentos? Que factores de emissão deve-
riam ser utilizados? E talvez mais importante, de que forma a sua
metodologia poderia ser considerada credível perante os grupos
de interesse? Apesar de não faltarem opiniões à equipa, parecia
não haver respostas claramente correctas ou erradas.
O GHG Protocol Corporate Standard ajudou a encontrar resposta
para muitas destas questões e a Ford Motor Company tem agora
um inventário de GEE mais robusto, que pode ser continuamente
melhorado, para satisfazer as emergentes necessidades de
gestão de GEE. Desde que adoptou o GHG Protocol Corporate
Standard, a Ford tem expandido a cobertura dos seus relatórios
públicos por todas as suas marcas, a nível global; agora inclui
emissões directas de fontes que lhe pertencem ou que controla e
emissões indirectas que resultam da geração de electricidade
adquirida, aquecimento ou vapor. Além disso, a Ford é um
membro fundador da Chicago Climate Exchange, que utiliza
algumas das ferramentas de cálculo do Protocolo GEE para fins
de relatórios de emissões.
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CIONAIS INCLUEM OPERAÎÜES DETIDAS NA TOTALIDADE JOINT VENTURES
INCORPORADASENÍOINCORPORADASSUBSIDIÈRIASEOUTRAS0ARAEFEITOSDECONTABILI
DADE FINANCEIRA SÍO TRATADAS DE ACORDO COM AS REGRAS ESTABELECIDAS QUE
DEPENDEM DA ESTRUTURA DA EMPRESA E DO RELACIONAMENTO COM TODAS AS PARTES
ENVOLVIDAS !O ESTABELECER LIMITES ORGANIZACIONAIS UMA EMPRESA ESCOLHE UMA
ABORDAGEMPARAACONSOLIDAÎÍODASEMISSÜESDE'%%EDEPOISAPLICAESSAABOR
DAGEMDEFORMACOERENTEPARADEFINIRESSESNEGØCIOSEOPERAÎÜESDAEMPRESA
COMOOBJECTIVODEREGISTARECOMUNICARASEMISSÜESDE'%%
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ABORDAGENSDISTINTASPARACONSOLIDARASEMISSÜESDE'%%
APARTICIPA¥ÎODECAPITALEASABORDAGENSDECONTROLO!S
EMPRESASTÐMDEREGISTAREFAZERRELATØRIOSDOSSEUSDADOS
DE'%%DEACORDOCOMAPARTICIPA¥ÎODECAPITALOUCOM
ASABORDAGENSDECONTROLOAPRESENTADAS3EAEMPRESAQUE
REPORTADADOSÏDETENTORADETODASASSUASOPERA¥ÜESOS
SEUSLIMITESORGANIZACIONAISSERÎOSEMPREOSMESMOS
SEJAMQUAISFOREMOSTIPOSDEABORDAGENSQUEUSAR#OM
EMPRESASQUETENHAMOPERA¥ÜESCONJUNTASOSLIMITESORGA
NIZACIONAISEASEMISSÜESRESULTANTESPODEMVARIAR
DEPENDENDODAABORDAGEMUTILIZADA4ANTONOCASODASQUE
SÎODETIDASNATOTALIDADECOMONAQUELASQUETÐMOPERA
¥ÜESCONJUNTASAESCOLHADAABORDAGEMPODEINFLUENCIAR
ACATEGORIAATRIBUÓDAÌSEMISSÜESQUANDOOSLIMITESOPERA
CIONAISSÎOESTABELECIDOSVERCAPÓTULO
!BORDAGEMDEPARTICIPAÎÍODECAPITAL
!BORDAGEMDECONTROLO
.AABORDAGEMDECONTROLOUMAEMPRESARESPONDEPOR
DASEMISSÜESDE'%%DASOPERA¥ÜESQUECONTROLA
.ÎORESPONDEPELASEMISSÜESDE'%%PROVENIENTESDEOPERA
¥ÜESNASQUAISTEMUMAPARTICIPA¥ÎOMASQUENÎOCONTROLA
/CONTROLOPODESERDEFINIDOTANTOANÓVELFINANCEIROCOMO
EMTERMOSOPERACIONAIS1UANDOSEUTILIZAAABORDAGEMDE
CONTROLOPARAREUNIRASEMISSÜESDE'%%ASEMPRESAS
DEVERÎOOPTARENTREOCRITÏRIODECONTROLOOPERACIONALOUODE
CONTROLOFINANCEIRO
.AMAIORIADOSCASOSOFACTODEUMAOPERA¥ÎOSERCONTRO
LADAPORUMAEMPRESAOUNÎONÎODEPENDEDOFACTODESE
UTILIZAROCRITÏRIODECONTROLOFINANCEIROOUODECONTROLO
OPERACIONAL5MAEXCEP¥ÎONOTÉVELÏADAINDÞSTRIA
PETROLÓFERAEDOGÉSQUEFREQUENTEMENTETÐMPARTICIPA¥ÜES
ESTRUTURASORGANIZACIONAISCOMPLEXAS!SSIMAESCOLHADO
CRITÏRIODECONTROLONAINDÞSTRIAPETROLÓFERAEDOGÉSPODERÉ
TERCONSEQUÐNCIASSUBSTANCIAISNOINVENTÉRIODE'%%DA
EMPRESA!OFAZERESTAOP¥ÎOASEMPRESASDEVIAMTEREM
CONSIDERA¥ÎOAFORMACOMOOSREGISTOSERELATØRIOSDEEMIS
SÜESDE'%%PODEMSERMELHORCONDUZIDOSEMRELA¥ÎOAOS
REQUISITOSDOSESQUEMASDERELATØRIOSETROCASDEEMISSÜES
COMOPODEMSERCOMPATÓVEISCOMRELATØRIOSAMBIENTAISE
FINANCEIROSEQUAISOSCRITÏRIOSQUEMELHORREFLECTEMOACTUAL
PODERDECONTROLODAEMPRESA
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SOBREAOPERA¥ÎOSECONSEGUIRDIRECCIONARASPOLÓTICASOPERA
CIONAISEFINANCEIRASDESSAOPERA¥ÎODEFORMAATIRAR
BENEFÓCIOSECONØMICOSDASSUASACTIVIDADES0OREXEMPLOO
CONTROLOFINANCEIRONORMALMENTEEXISTESEAEMPRESATIVER
DIREITOÌMAIORIADOSBENEFÓCIOSDAOPERA¥ÎOMESMOQUE
ESSESDIREITOSLHESEJAMTRANSMITIDOS%MPARALELOCONSIDERA
SEQUEUMAEMPRESADETÏMOCONTROLOFINANCEIRODEUMA
OPERA¥ÎOSETIVERAMAIORPARTEDOSRISCOSERECOMPENSASDE
UMAPARTICIPA¥ÎONOSRECURSOSDAOPERA¥ÎO
.ESTECRITÏRIOAPARTEECONØMICADASRELA¥ÜESENTREAEMPRESA
EAOPERA¥ÎOPREVALECESOBREOESTATUTODEPARTICIPA¥ÎOLEGAL
PARAQUEAEMPRESATENHACONTROLOFINANCEIROSOBREAOPERA¥ÎO
MESMOQUEDETENHAMENOSDEPORCENTODEINTERESSENESSA
OPERA¥ÎO!OAVALIAROCONCEITOECONØMICODARELA¥ÎOO
IMPACTEDOSPOTENCIAISDIREITOSDEVOTOINCLUINDOTANTOOSDA
EMPRESACOMOOSDEOUTRASPARTESENVOLVIDASTAMBÏMÏLEVADO
EMCONSIDERA¥ÎO%STECRITÏRIOÏCOERENTECOMASNORMASINTER
NACIONAISDECONTABILIDADEFINANCEIRASENDOASSIMUMA
EMPRESATEMCONTROLOFINANCEIROSOBREUMAOPERA¥ÎOPARAFINS
DEREGISTODE'%%SEAOPERA¥ÎOFORCONSIDERADACOMOSENDO
DEUMAEMPRESAPERTENCENTEAUMGRUPOOUDEUMA
SUBSIDIÉRIAPARAFINSDECONSOLIDA¥ÎOFINANCEIRA
.
#OMAABORDAGEMDEPARTICIPA¥ÎODECAPITALUMA
EMPRESAREGISTAASEMISSÜESDE'%%DECORRENTESDAS
OPERA¥ÜESCONFORMEASUAPARTICIPA¥ÎODECAPITALNA
OPERA¥ÎO%STAPARTICIPA¥ÎOREFLECTEINTERESSES
ECONØMICOSQUESÎOUMAEXTENSÎODEDIREITOSQUEUMA
EMPRESATEMPARACOMOSRISCOSERECOMPENSASQUE
ADVÐMDEUMAOPERA¥ÎO4IPICAMENTEAPARTILHADE
RISCOSERECOMPENSASECONØMICASNUMAOPERA¥ÎOESTÎO
DEACORDOCOMAPERCENTAGEMDEPARTICIPA¥ÎODA
EMPRESANESSAMESMAOPERA¥ÎOEAPARTICIPA¥ÎODE
CAPITALSERÉNORMALMENTEAMESMAQUEAPERCENTAGEM
DEPARTICIPA¥ÎO/NDENÎOSEAPLICARESTASITUA¥ÎOO
CONCEITOECONØMICODORELACIONAMENTOQUEAEMPRESA
TEMCOMAOPERA¥ÎOPREVALECESEMPRESOBREAPARTICI
PA¥ÎOLEGALDEFORMAAASSEGURARQUEAPARTICIPA¥ÎONO
CAPITALSEJAUMREFLEXODAPERCENTAGEMNOSINTERESSES
ECONØMICOS/PRINCÓPIODOCONCEITOECONØMICOPREVALE
CENDOSOBREAFORMALEGALÏCOERENTECOMASNORMAS
INTERNACIONAISDERELATØRIOSFINANCEIROS!EQUIPAQUE
PREPARAOINVENTÉRIOPODERÉASSIMTERNECESSIDADEDE
CONSULTARAEQUIPADECONTABILIDADEFINANCEIRALEGALDA
EMPRESADEFORMAAASSEGURARQUEAPLICAAPERCENTA
GEMDEPARTICIPA¥ÎODECAPITALCORRECTAACADA
OPERA¥ÎOCONJUNTAVER4ABELAPARADEFINI¥ÜESDE
CATEGORIADECONTABILIDADEFINANCEIRA
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BQMJDBEBTOPTSFHJTUPTEFFNJTTÆFTEF(&&EBTPQFSB
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!"0RELATAEMISSÜESDE'%%COMBASENAPARTICIPAÎÍODECAPITAL
INCLUINDOAQUELASOPERAÎÜESONDEA"0TENHAINTERESSESMASONDE
NÍOSEJAAOPERADORA!ODETERMINARAEXTENSÍODASPARTICIPAÎÜESDE
CAPITALNOSLIMITESDERELATØRIOA"0PROCURACONSEGUIRUMALINHA
MENTOCOMOSSEUSPROCEDIMENTOSDECONTABILIDADEFINANCEIRA/S
LIMITESDEPARTICIPAÎÍODECAPITALDA"0INCLUEMTODASASOPERAÎÜES
LEVADASACABOPELA"0EPELASSUASSUBSIDIÈRIAS JOINTVENTURESE
ASSOCIADOSQUESÍODETERMINADOSPELAMANEIRACOMOLIDACOMASUA
CONTABILIDADE FINANCEIRA )NVESTIMENTOS EM RECURSOS FIXOS POR
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!SEMISSÜESDE'%%DELOCAISONDEA"0TENHAUMAPARTICIPAÎÍODE
CAPITAL SÍO ESTIMADAS DE ACORDO COM OS REQUISITOS DO h"0 'ROUP
2EPORTING 'UIDELINES FOR %NVIRONMENTAL 0ERFORMANCE "0 v
.ESSESLOCAISONDEA"0TEMUMAPARTICIPAÎÍODECAPITALMASONDE
NÍOÏOOPERADOROSDADOSDEEMISSÜESDE'%%PODEMSEROBTIDOS
DIRECTAMENTE DA EMPRESA OPERADORA UTILIZANDO UMA METODOLOGIA
CONSISTENTECOMAS"0'UIDELINESOUENTÍOSÍOCALCULADASPELA"0
UTILIZANDODADOSSOBREAACTIVIDADEFORNECIDOSPELOOPERADOR
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INDEPENDENTESEXTERNOSTÐMEXPRESSOAOPINIÍODEQUEOTOTAL
RELATADONÍOTEMAPRESENTADOERROSQUANDOAAUDITORIAÏFEITAEM
CONTRASTECOMAS"0'UIDELINES
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INCLUI JOINTVENTURESINCORPORADASENÍOINCORPORADASBEMCOMO
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QUEIMPLICAQUEPORCENTODOSRENDIMENTOSDESPESASACTIVOE
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PERDASDAEMPRESAMÍEENOSBALANCETESCONTABILÓSTICOSRESPECTIVA
MENTE1UANDOAPARTICIPAÎÍODAEMPRESAMÍENÍOATINGEOS
PORCENTOOSREGISTOSDELUCROSEPERDASCONSOLIDADOSEOSBALANCETES
CONTABILÓSTICOSMOSTRAMUMADEDUÎÍODOSLUCROSEDOSRECURSOS
PERTENCENTESASØCIOSMINORITÈRIOS
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%MPRESASASSOCI
ADASFILIADAS
!EMPRESAMÍETEMUMAINFLUÐNCIASIGNIFICATIVASOBREASPOLÓTICASOPERA 0ARTICIPAÎÍODE
CIONAISEFINANCEIRASDAEMPRESAMASNÍODETÏMOCONTROLOFINANCEIRO
CAPITALDASEMISSÜES
.ORMALMENTEESTACATEGORIATAMBÏMINCLUIJOINTVENTURESINCORPORADASE
DE'%%
NÍOINCORPORADASBEMCOMOSOCIEDADESSOBREASQUAISAEMPRESAMÍE
TEMUMAINFLUÐNCIASIGNIFICATIVAMASNÍOOCONTROLOFINANCEIRO!CONTABILI
DADEFINANCEIRAAPLICAOMÏTODODEPARTICIPAÎÍODECAPITALNASEMPRESAS
ASSOCIADASFILIADASQUERECONHECEMUMAQUOTAPARTEDOSEULUCROEDOS
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DEEMISSÜESDE'%%
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INCORPORADAS
SOCIEDADESOPE
RAÎÜESONDEOS
SØCIOSDETÐMO
CONTROLOFINAN
CEIROEMCONJUNTO
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MENTECONSOLIDADASISTOÏCADASØCIORESPONDE
PROPORCIONALMENTEËSUAPARTICIPAÎÍONOSRENDIMENTOS
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0ARTICIPAÎÍODE
CAPITALDASEMISSÜES
DE'%%
0ARTICIPAÎÍODECAPITAL
DASEMISSÜESDE'%%
SUBSIDIÈRIAS
DE'%%
.
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0ARTICIPAÎÍODE
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CAPITALDASEMISSÜES
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DE'%%
0ORISSOOSFRANCHISESNÍODEVIAMSERINCLUÓDOSNOSDADOSDE
CONSOLIDAÎÍODEEMISSÜESDE'%%.OENTANTOSEOFRANCHISER
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EMPRESAMÍENÍOTEMNEMINFLUÐNCIASIGNIFICATIVANEMCONTROLO
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IMPLICAQUESØOSDIVIDENDOSRECEBIDOSSEJAMRECONHECIDOSCOMO
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CUSTO
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RECURSOSFIXOS
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SFMBUÂSJPTEF(&&EJ[FNSFTQFJUPµBQSFTFOUB¸·PEFEBEPTEF
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SFMBUÂSJPTQÈCMJDPTWFSDBQ½UVMP
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FNQSFTBBTTVNJSUPUBMSFTQPOTBCJMJEBEFQPSUPEBTBTFNJT
TÆFTEF(&&RVFQPEFEJSFDUBNFOUFJOGMVFODJBSFSFEV[JS
CAPÍTULO 3
21
• Custos de administração e acesso a dados. A abordagem de participação de capital poderá resultar em
custos administrativos superiores aos da abordagem
de controlo, uma vez que poderá ser difícil e demorado
reunir os dados das emissões de GEE, das operações
conjuntas que não estejam sob o controlo da empresa
que faz o relatório. É provável que as empresas
tenham um melhor acesso aos dados operacionais e,
portanto, uma maior capacidade para assegurar que
vai de encontro às normas de qualidade mínimas,
quando emite relatórios com base no controlo.
• Perfeição dos relatórios. Poderá ser difícil para as
empresas conseguirem a perfeição nos relatórios,
quando o critério de controlo operacional é adoptado, uma vez que não é provável que existam
registos ou listas de activos financeiros semelhantes,
para verificação das operações incluídas nos limites
organizacionais.
Royal Dutch/Shell:
Reportando com base no controlo operacional
R
I
E
N
T
A
Ç
Ã
Na indústria petrolífera e do gás, a participação e as estruturas
de controlo são geralmente complexas. Um grupo pode deter
menos de 50 por cento do capital de um empreendimento, mas
deter controlo operacional sobre ele. Por outro lado, em algumas
situações, um grupo pode deter a maioria da participação num
empreendimento, sem poder exercer o controlo operacional como,
por exemplo, quando um sócio minoritário tem direito a veto, a
nível dos quadros da empresa. Devido a estas complexas participações e estruturas de controlo, a Royal Dutch/Shell, um grupo de
empresas na área da energia e da petroquímica, decidiu comunicar as suas emissões de GEE com base no controlo operacional.
Ao reportar 100 por cento das emissões de GEE, de todas as
participações sob o seu controlo operacional, independentemente
da sua quota de participação no capital, a Royal Dutch/Shell pode
assegurar que os relatórios de emissões de GEE estão em
conformidade com as suas políticas operacionais, incluindo as
“Health, Safety and Environmental Performance Monitoring and
Reporting Guidelines”. Utilizando a abordagem de controlo operacional, o grupo gera dados que são consistentes, fiáveis e que
estão de acordo com as normas de qualidade.
O
• Relatórios governamentais e programas de troca de emissões.
Programas de governo reguladores terão sempre que monitorizar e garantir a conformidade. Uma vez que a
responsabilidade pela conformidade recai sempre no operador (não nos detentores de participações, nem na empresa
de grupo que detém o controlo financeiro), os governos
normalmente exigem relatórios com base no controlo operacional, através de um sistema com base apenas nos locais
onde se encontram ou então envolvendo a consolidação dos
dados dentro de certos limites geográficos (por ex., o ETS
dos EUA dará licenças de emissão aos operadores de certas
instalações).
• Gestão do passivo e do risco. Enquanto os relatórios e a
conformidade com os regulamentos, continuarão certamente
a basear-se directamente no controlo operacional, o passivo
financeiro final recai frequentemente sobre a empresa do
grupo que detiver uma participação de capital na operação ou
que tiver controlo financeiro sobre ela. Assim, para se avaliar
o risco, os relatórios de GEE com base nas abordagens de
participação de capital e de controlo financeiro, fornecem um
quadro mais completo da situação. A abordagem de participação de capital provavelmente resultará na cobertura mais
completa do passivo e dos riscos. No futuro, as empresas
poderão contrair passivo devido às emissões de GEE
produzidas por operações conjuntas, nas quais detenham
interesses, mas sobre as quais não tenham controlo financeiro.
Por exemplo, uma empresa que seja accionista, com participação de capital numa operação, mas sem controlo financeiro
sobre essa operação, poderá enfrentar exigências por parte
das empresas que detenham o controlo das participações,
para cobrir a sua quota de participação nos custos de
conformidade de GEE.
• Alinhamento com a contabilidade financeira. As futuras
normas de contabilidade financeira poderão considerar as
emissões de GEE como passivo e as permissões/ créditos de
emissões como activo. Para aceder ao activo e ao passivo,
uma empresa cria, através das operações conjuntas, as
mesmas regras de consolidação que são utilizadas na
contabilidade financeira e que devem ser aplicadas nos
registos de GEE. As abordagens de participação de capital e
de controlo financeiro resultam num alinhamento mais
estreito entre os registos de GEE e a contabilidade financeira.
• Gestão da informação e monitorização da performance. Para
fins de monitorização da performance, as abordagens de
controlo parecem ser mais apropriadas, desde que os
gestores só se possam considerar responsáveis pelas actividades que estejam sob o seu controlo.
Estabelecendo Limites Organizacionais
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OPERACIONAL
PARACONTROLO
FINANCEIRO
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+AHUNA
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*OINTVENTUREOS
PARCEIROSTÐM
CONTROLOFINANCEIRO
CONJUNTOOUTRO
PARCEIRO2EARDEN
3UBSIDIÈRIADA
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INTEGRADA
PARCEIROSTÐM
CONTROLOFINANCEIRO
CONJUNTOOUTROS
DOISPARCEIROS)#4
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CIONALMENTECONSOLIDADA
PARACONTROLO
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PARACONTROLO
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PARACONTROLO
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CONTROLOFINANCEIRODESDE
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CONTABILIDADEFINANCEIRA
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(OLLANDTEMCONTROLO
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CONTABILIDADEFINANCEIRA
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INTEGRADAOUTRO
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.ALLO
PARACONTROLO
OPERACIONAL
.
*OINT6ENTURE
INTEGRADAOUTRO
PARCEIRO.AGUA
#O
PARACONTROLO
FINANCEIRO
4
3YNTAL
%REWHON
#O
PARACONTROLO
OPERACIONAL
PARACONTROLO
FINANCEIRO
!
%MPRESA
INTEGRADA
SUBSIDIÈRIADA
%REWHON#O
—
./4!3
/TERMOhOPERAÎÜESvÏAQUIUSADOCOMOUMTERMOGENÏRICOPARADETER
MINARQUALQUERTIPODEACTIVIDADEDENEGØCIOINDEPENDENTEMENTEDA
SUAORGANIZAÎÍOGESTÍOOUESTRUTURASLEGAIS
!SNORMASDECONTABILIDADEFINANCEIRAUSAMOTERMOGENÏRICO
hCONTROLOvQUENESTECAPÓTULOSIGNIFICAhCONTROLOFINANCEIROv
/
§
.ESTEEXEMPLOA(OLLAND!MERICAENÍOA(OLLAND)NDUSTRIES
DETÏMPORCENTODASPARTICIPAÎÜESNA"'"EPORCENTONA
)273EASACTIVIDADESDAPRØPRIA(OLLAND)NDUSTRIESPRODUZIREM
EMISSÜESDE'%%POREXEMISSÜESASSOCIADASËUTILIZAÎÍODA
ELECTRICIDADENASEDEENTÍOESTASEMISSÜESTAMBÏMDEVERIAM
SERINCLUÓDASNACONSOLIDAÎÍOAPORCENTO
Estabelecendo Limites Operacionais
N
O
R
M
A
S
4
A
pós uma empresa ter determinado os seus limites organizacionais, em
termos das operações que detém ou controla, estabelece então os seus
limites operacionais. Isto envolve a identificação das emissões associadas com as
suas operações, classificando-as como emissões directas ou indirectas e seleccionando o âmbito de registo e relatório para as emissões indirectas.
O R I E N T A Ç Ã O
N O R M A S
24
$"1¡56-0
1BSBVNBHFTU·PEF(&&JOPWBEPSBFFGJDB[FTUBCFMFDFS
MJNJUFTPQFSBDJPOBJTBCSBOHFOUFTFOHMPCBOEPFNJTTÆFT
EJSFDUBTFJOEJSFDUBTBKVEBS²BFNQSFTBBHFSJSNFMIPS
UPEPPFTQFDUSPEFSJTDPTFPQPSUVOJEBEFTEF(&&RVF
FYJTUFNBPMPOHPEBTVBDBEFJBEFWBMPS
&NJTTÆFTEJSFDUBTEF(&& T·PBTQSPWFOJFOUFTEF
GPOUFTRVFQFSUFODFNPVT·PDPOUSPMBEBTQFMBFNQSFTB
&NJTTÆFTJOEJSFDUBTEF(&& T·PBRVFMBTRVFT·P
DPOTFRVºODJBEBTBDUJWJEBEFTEBFNQSFTBNBTRVF
PDPSSFNFNGPOUFTRVFQFSUFODFNPVT·PDPOUSPMBEBT
QPSPVUSBFNQSFTB
0RVF¹DMBTTJGJDBEPDPNPTFOEPFNJTTÆFTEJSFDUBTPV
JOEJSFDUBTFTU²EFQFOEFOUFEBBCPSEBHFNEFDPOTPMJ
EB¸·PQBSUJDJQB¸·PEFDBQJUBMPVDPOUSPMP
TFMFDDJPOBEBQBSBFTUBCFMFDFSPTMJNJUFTPSHBOJ[B
DJPOBJTWFSDBQ½UVMP
"'JHVSBBCBJYPJMVTUSBEB
NPTUSBPSFMBDJPOBNFOUPFOUSFPTMJNJUFTPSHBOJ[B
DJPOBJTFPQFSBDJPOBJTEFVNBFNQSFTB
)NTRODUZINDOOCONCEITODEhÉMBITOv
"TFNJTTÆFTEJSFDUBTEF$0SFTVMUBOUFTEB
DPNCVTU·PEFCJPNBTTBO·PEFWFS·PTFSJODMV½EBTOP
³NCJUPNBTDPNVOJDBEBTTFQBSBEBNFOUFWFSDBQ½
UVMP
"TFNJTTÆFTEF(&&RVFO·PFTUFKBNBCSBOHJEBTQFMP
1SPUPDPMPEF2VJPUPQPSFY$'$T/0YFUDO·PTFS·P
JODMV½EPTOP³NCJUPNBTQPEFNTFSSFQPSUBEPTFN
TFQBSBEPWFSDBQ½UVMP
¬MBITO%MISSÜESINDIRECTASDE'%%DEELECTRICIDADE
0—NCJUPDPOUBCJMJ[BBTFNJTTÆFTEF(&&EBHFSB¸·PEF
FMFDUSJDJEBEFBERVJSJEBDPOTVNJEBQFMBFNQSFTB"FMFDUSJ
DJEBEFBERVJSJEB¹EFGJOJEBDPNPTFOEPBRVFMBRVF¹
DPNQSBEBPVFOU·PUSB[JEBQBSBEFOUSPEPTMJNJUFTPSHBOJ
[BDJPOBJTEBFNQSFTB/P³NCJUPBTFNJTTÆFTPDPSSFN
GJTJDBNFOUFOPMPDBMPOEFBFMFDUSJDJEBEF¹HFSBEB
¬MBITO/UTRASEMISSÜESINDIRECTASDE'%%
0—NCJUP¹VNBDBUFHPSJBEFSFMBUÂSJPPQDJPOBMRVF
QFSNJUFBBCPSEBHFNEFUPEBTBTPVUSBTFNJTTÆFTJOEJ
SFDUBT"TFNJTTÆFTEF³NCJUPT·PVNBDPOTFRVºODJB
EBTBDUJWJEBEFTEBFNQSFTBNBTPDPSSFNFNGPOUFTRVF
O·PQFSUFODFNPVO·PT·PDPOUSPMBEBTQFMBFNQSFTB
"MHVOTFYFNQMPTEFBDUJWJEBEFTEF³NCJUPT·PB
FYUSBD¸·PFQSPEV¸·PEFNBUFSJBJTDPNQSBEPTUSBOT
QPSUFEFDPNCVTU½WFJTDPNQSBEPTFBVUJMJ[B¸·PEF
QSPEVUPTFTFSWJ¸PTWFOEJEPT
%DIFÓCIO
PRØPRIOCON
TROLADO
&ROTAAUTOMØVEL
%MISSÜESDIRECTASEINDIRECTAS
%MPRESA$
&ÈBRICA
ARRENDADA
%DIFÓCIO
PRØPRIOCON
TROLADO
]
]
,)-)4%3
/0%2!#)/.!)3
%DIFÓCIOARRENDADO
5NIDADEDEGERAÎÍO
DEENERGIA
%MPRESA#
4
&ROTADEBARCOS
%MPRESA"
"
%MPRESA!
.
%MPRESAMÍE
,)-)4%3
/2'!.):!#)/.!)3
,IMITESORGANIZACIONAISEOPERACIONAISDEUMAEMPRESA
3
&)'52!
&NJTTÆFTEJSFDUBTEF(&&T·PBTQSPWFOJFOUFTEF
GPOUFTRVFQFSUFODFNPVT·PDPOUSPMBEBTQFMB
FNQSFTBQPSFYFNQMPBTFNJTTÆFTEFDPNCVTU·PEF
DBMEFJSBTGPSOPTWF½DVMPTEBFNQSFTBPVQPSFMB
DPOUSPMBEPTFUDFNJTTÆFTEBQSPEV¸·PEFRV½NJDPT
FNFRVJQBNFOUPTEFQSPDFTTPTRVFQFSUFODFNPVT·P
DPOUSPMBEPTQFMBFNQSFTB
0
"TFNQSFTBTEFWFNOPN½OJNPSFHJTUBSFDPNVOJDBS
TFQBSBEBNFOUFOPT³NCJUPTF
¬MBITO%MISSÜESDIRECTASDE'%%
/
1BSBBKVEBSBEFMJOFBSBTGPOUFTEFFNJTT·PEJSFDUBF
JOEJSFDUBNFMIPSBSBUSBOTQBSºODJBFTFSÈUJMBEJGFSFOUFT
UJQPTEFPSHBOJ[B¸ÆFTEJGFSFOUFTUJQPTEFQPM½UJDBT
DMJN²UJDBTFPCKFDUJWPTEFOFHÂDJPGPSBNEFGJOJEPTUSºT
i³NCJUPTw³NCJUP³NCJUPF³NCJUP
QBSBGJOTEF
SFHJTUPFSFMBUÂSJPEF(&&0T—NCJUPTFT·PDVJEB
EPTBNFOUFEFGJOJEPTOFTUBTOPSNBTQBSBBTTFHVSBSRVF
EVBTPVNBJTFNQSFTBTO·PSFHJTUFNBTFNJTTÆFTTPCP
NFTNP³NCJUP*TUPQFSNJUFRVFPT³NCJUPTTFKBN
DPNQBU½WFJTQBSBVUJMJ[B¸·POPTQSPHSBNBTEF(&&
POEFPSFHJTUPEVQMPUFNJNQPSU³ODJB
&TUBCFMFDFOEP-JNJUFT0QFSBDJPOBJT
0
&TUBCFMFDFOEP-JNJUFT0QFSBDJPOBJT
!
/
5
"
œ
›
6NMJNJUFPQFSBDJPOBMEFGJOFP³NCJUPEBTFNJTTÆFT
EJSFDUBTFJOEJSFDUBTEFPQFSB¸ÆFTRVFFTUFKBNOPT
MJNJUFTPSHBOJ[BDJPOBJTFTUBCFMFDJEPTQFMBFNQSFTB
0TMJNJUFTPQFSBDJPOBJT³NCJUP³NCJUP³NCJUP
T·PEFDJEJEPTBO½WFMHMPCBMEFQPJTEPTMJNJUFTPSHBOJ[B
DJPOBJTUFSFNTJEPFTUBCFMFDJEPT0MJNJUFPQFSBDJPOBM
TFMFDDJPOBEPTFS²EFQPJTBQMJDBEPVOJGPSNFNFOUFQBSB
JEFOUJGJDBSFDBUBMPHBSBTFNJTTÆFTEJSFDUBTFJOEJSFDUBT
FNDBEBO½WFMPQFSBDJPOBMWFS$BJYB
0TMJNJUFTPSHBOJ[BDJPOBJTFPQFSBDJPOBJTFTUBCFMFDJEPT
DPOTUJUVFNFNDPOKVOUPPTMJNJUFTEPJOWFOU²SJPEBFNQSFTB
#!)8!
,IMITES/RGANIZACIONAISE/PERACIONAIS
*
&
!EMPRESA8ÏUMAEMPRESAMÍEQUEDETÏMATOTALIDADEDASPARTICI
PAÎÜESEDOCONTROLOFINANCEIRODASOPERAÎÜES!E"MASSØDETÏMDA
PARTICIPAÎÍONÍOOPERACIONALESEMCONTROLOFINANCEIRONAOPERAÎÍO#
0
3
%STABELECENDO,IMITES/RGANIZACIONAIS8DECIDIRÈSEIRÈCONTABILIZARAS
EMISSÜESDE'%%PELAPARTICIPAÎÍODECAPITALOUPELOCONTROLOFINANCEIRO
3EAESCOLHAFORAPARTICIPAÎÍODECAPITAL8DEVEINCLUIR!E"ASSIMCOMO
DASEMISSÜESDE#3EAABORDAGEMESCOLHIDAFOROCONTROLOFINAN
CEIRO8SØDEVEINCLUIRASEMISSÜESDE!E"COMOSENDORELEVANTESE
SUJEITASACONSOLIDAÎÍO5MAVEZISTODECIDIDOOLIMITEORGANIZACIONALFICA
DEFINIDO
%STABELECENDO,IMITES/PERACIONAIS UMAVEZESTABELECIDOOLIMITEORGA
NIZACIONAL 8 TERÈ ENTÍO QUE DECIDIR COM BASE NOS SEUS OBJECTIVOS DE
NEGØCIOSEQUERSØCONTARCOMOÉMBITOEOÉMBITOOUSEDEVEINCLUIR
CATEGORIASRELEVANTESDOÉMBITOPARAASSUASOPERAÎÜES
!SOPERAÎÜES!"E#SEFORSELECCIONADAAABORDAGEMDEPARTICIPAÎÍO
CONTABILIZAMASEMISSÜESDE'%%NOSÉMBITOSESCOLHIDOSPELO8IEAPLICAM
APOLÓTICAGLOBALDAEMPRESAAODELINEAREMOSSEUSLIMITESOPERACIONAIS
&)'52!
2EGISTANDOERELATANDOSOBÉMBITOS
"TFNQSFTBTSFHJTUBNFDPNVOJDBNBTTVBTFNJTTÆFTTPCP³NCJUP
FTFQBSBEBNFOUF"TFNQSFTBTQPEFNBJOEBTVCEJWJEJSPTEBEPT
EBTFNJTTÆFTQFMPT³NCJUPTPOEFJTUPGBDJMJUBSBUSBOTQBSºODJBPVB
DPNQBSB¸·PBPMPOHPEPUFNQP1PSFYFNQMPQPEFNTVCEJWJEJSPT
EBEPTQPSVOJEBEFMPDBMEFOFHÂDJPQB½TUJQPEFGPOUFDPNCVTU·P
FTUBDJPO²SJBQSPDFTTPGVHJUJWBFUD
FUJQPEFBDUJWJEBEFQSPEV¸·P
EFFMFDUSJDJEBEFDPOTVNPEFFMFDUSJDJEBEFFMFDUSJDJEBEFHFSBEBPV
BERVJSJEBRVF¹WFOEJEBBVUJMJ[BEPSFTGJOBJTFUD
1BSBBM¹NEPTTFJTHBTFTEF2VJPUPBTFNQSFTBTQPEFNUBNC¹N
GPSOFDFSEBEPTEFFNJTTÆFTQBSBPVUSPT(&&TQPSFYQSPUPDPMPEF
HBTFTEF.POUSFBM
QBSBEBSDPOUFYUPµTNVEBO¸BTOPTO½WFJTEF
FNJTT·PEFHBTFTEPQSPUPDPMPEF2VJPUP.VEBSEF$'$QBSB)'$
QPSFYFNQMPBVNFOUBS²BTFNJTTÆFTEPTHBTFTEP1SPUPDPMPEF
2VJPUP*OGPSNB¸·PTPCSFFNJTTÆFTEFPVUSPT(&&TRVFO·PPTTFJT
HBTFTEF2VJPUPQPEFNTFSDPNVOJDBEPTTFQBSBEBNFOUFEPT
³NCJUPTOVNSFMBUÂSJPQÈCMJDPEF(&&
&NDPOKVOUPPTUSºT³NCJUPTPGFSFDFNVNRVBESPEFSFGFSºODJBEF
SFHJTUPTBCSBOHFOUFQBSBHFSJSFSFEV[JSBTFNJTTÆFTEJSFDUBTFJOEJ
SFDUBT"GJHVSBPGFSFDFVNBWJT·PHMPCBMEPSFMBDJPOBNFOUPFOUSF
PT³NCJUPTFBTBDUJWJEBEFTRVFHFSBNFNJTTÆFTEJSFDUBTFJOEJSFDUBT
BPMPOHPEBDBEFJBEFWBMPSEBFNQSFTB
"FNQSFTBQPEFCFOFGJDJBSDPNPTHBOIPTEFFGJDJºODJBBPMPOHPEB
TVBDBEFJBEFWBMPS.FTNPTFNRVBJTRVFSQPM½UJDBTJNQVMTJPOBEPSBT
SFHJTUBSBTFNJTTÆFTEF(&&BPMPOHPEFUPEBBDBEFJBEF
WBMPSQPEFS²SFWFMBSVNQPUFODJBMQBSBBPCUFO¸·PEFVNBNBJPS
FGJDJºODJBFDVTUPTNBJTCBJYPTQPSFYBVUJMJ[B¸·PEFiGMZBTIw
DPNPVNTVCTUJUVUPEFFTDÂSJBTEFDBSW·POBGBCSJDB¸·PEFDJNFOUP
RVFSFEV[BBTFNJTTÆFTEFTDFOEFOUFTQFMPQSPDFTTBNFOUPEF
EFTQFSE½DJPEFiGMZBTIwFBTFNJTTÆFTBTDFOEFOUFTQFMBQSPEV¸·P
EFFTDÂSJBTEFDBSW·P
6ISÍOGERALDOSÉMBITOSEEMISSÜESAOLONGODEUMACADEIADEVALOR
#/
3&
#(
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¬-")4/
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6%)#5,/30%24%.#%.4%3®
54),):!±°/
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$/302/$54/3
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6%)#5,/30%24%.#%.4%3
!/%-02%)4%)2/
!#4)6)$!$%3$%/543/52#).'
!DOPTEDFROM.:"#3$
02/$5±°/$%-!4%2)!)3
#/-02!$/3
%,%#42)#)$!$%#/-02!$!
0!2!#/.35-/02»02)/
$"1¡56-0
.FTNPRVFUBJTPQ¸ÆFTEFiL^cL^cwO·PFTUFKBN
EJTQPO½WFJTBTSFEV¸ÆFTEBTFNJTTÆFTJOEJSFDUBTQPEFN
BJOEBTFSNBJTFGJDJFOUFTBO½WFMEFDVTUPRVFBT
SFEV¸ÆFTEP³NCJUP"TTJNSFHJTUBSBTFNJTTÆFT
JOEJSFDUBTQPEFBKVEBSBJEFOUJGJDBSPOEFDPMPDBS
SFDVSTPTMJNJUBEPTEFNBOFJSBBNBYJNJ[BSBT
SFEV¸ÆFTEF(&&FPSFUPSOPEPJOWFTUJNFOUP30*
/PBOFYP%FODPOUSBS²VNBMJTUBEFGPOUFTFBDUJWJ
EBEFTEF(&&QPSUPEBBDBEFJBEFWBMPSOPT³NCJUPT
EPTW²SJPTTFDUPSFTJOEVTUSJBJT
¬MBITO%MISSÜESDIRECTASDE'%%
"TFNQSFTBTDPNVOJDBNBTFNJTTÆFTEF(&&EBTGPOUFTRVF
MIFTQFSUFODFNPVRVFDPOUSPMBNOP³NCJUP"TFNJTTÆFT
EJSFDUBTEF(&&T·PQSJODJQBMNFOUFPSFTVMUBEPEBT
TFHVJOUFTBDUJWJEBEFTMFWBEBTBDBCPQFMBFNQSFTB
s (FSB¸·PEFFMFDUSJDJEBEFDBMPSPVWBQPS &TUBTFNJT
TÆFTSFTVMUBNEBDPNCVTU·PEFDPNCVTU½WFJTFNGPOUFT
FTUBDJPO²SJBTQPSFYDBMEFJSBTGPSOPTUVSCJOBT
%-)33¿%3).$)2%#4!3!33/#)!$!3®42!.3-)33°/%$)342)"5)±°/
"TFNQSFTBTVUJMJU²SJBTEFFMFDUSJDJEBEFHFSBMNFOUFBERVJSFN
OBEFHFSBEPSFTEFDPSSFOUFJOEFQFOEFOUFTPVEBSFEFF
SFWFOEFNOBBPTDPOTVNJEPSFTGJOBJTBUSBW¹TEFVNTJTUFNBEF
USBOTNJTT·PFEJTUSJCVJ¸·P5%
6NBQBSUFEBFMFDUSJDJEBEF
DPNQSBEBQPSVNBFNQSFTBVUJMJU²SJB¹DPOTVNJEBQFSEBEF
5%
EVSBOUFBTVBUSBOTNJTT·PFEJTUSJCVJ¸·PBPTDPOTVNJ
EPSFTGJOBJTWFS$BJYB
5
"
$POTJTUFOUFDPNBEFGJOJ¸·PEP³NCJUPBTFNJTTÆFTEB
HFSB¸·PEFFMFDUSJDJEBEFDPNQSBEBRVF¹DPOTVNJEBEVSBOUFB
USBOTNJTT·PFEJTUSJCVJ¸·PT·PDPNVOJDBEBTOP³NCJUPQFMB
FNQSFTBRVFEFU¹NPVDPOUSPMBBPQFSB¸·PEF5%0T
DPOTVNJEPSFTGJOBJTEBFMFDUSJDJEBEFDPNQSBEBO·PDPNVOJDBN
BTFNJTTÆFTJOEJSFDUBTBTTPDJBEBTµTQFSEBTEF5%OP³NCJUP
QPSRVFO·PT·PEFUFOUPSBTOFNDPOUSPMBNBPQFSB¸·PEF
5%POEFBFMFDUSJDJEBEF¹ DPOTVNJEBQFSEBTEF5%
/
œ
# ! ) 8 ! "ALANÎODEELECTRICIDADE
%,%#42)#)$!$%
0
'%2!$!
%LECTRICIDADECOMPRADACONSUMIDA
PELAEMPRESAUTILITÈRIADURANTEO4$
%LECTRICIDADECOMPRADACONSUMIDA
PELOSCONSUMIDORESFINAIS
›
"TFNJTTÆFTBTTPDJBEBTDPNBWFOEBEFFMFDUSJDJEBEFQSÂQSJB
HFSBEBBPVUSBFNQSFTBO·PT·PEFEV[JEBTMJRVJEBEBTOP
³NCJUP&TUFUSBUBNFOUPEBFMFDUSJDJEBEFWFOEJEB¹DPOTJT
UFOUFDPNBGPSNBDPNPPTPVUSPTQSPEVUPTJOUFOTJWPTEF
(&&WFOEJEPTT·PDPOUBCJMJ[BEPTQPSFYFNJTTÆFTEB
QSPEV¸·PEFFTDÂSJBEFDBSW·PQPSVNBFNQSFTBEFDJNFOUP
PVBQSPEV¸·PEFTVDBUBEFB¸PQPSVNBFNQSFTBEFGFSSPF
B¸PO·PT·PTVCUSB½EBTEBTTVBTFNJTTÆFTEP³NCJUP"T
FNJTTÆFTBTTPDJBEBTDPNBWFOEBUSBOTGFSºODJBEFFMFDUSJDJ
EBEFQSÂQSJBHFSBEBQPEFNTFSDPNVOJDBEBTFN
JOGPSNB¸·PPQDJPOBMWFSDBQ½UVMP
"TFNQSFTBTQPEFNSFEV[JSPTFVDPOTVNPEFFMFDUSJDJEBEFTF
JOWFTUJSFNFNUFDOPMPHJBTFOFSHFUJDBNFOUFFGJDJºODJFOUFTFOB
DPOTFSWB¸·PEFFOFSHJB"M¹NEJTTPPTNFSDBEPTFNFSHFOUFT
EF\gZZcedlZgPGFSFDFNBBMHVNBTFNQSFTBTBPQPSUVOJEBEF
EFNVEBSFNQBSBGPOUFTEFFMFDUSJDJEBEFDPNNFOPTJOUFOTJ
EBEFEF(&&"TFNQSFTBTQPEFNUBNC¹NJOTUBMBSOPMPDBM
VNBG²CSJDBEFDPHFSB¸·PFGJDJFOUFQSJODJQBMNFOUFTFTVCTUJ
UVJSBDPNQSBEFNBJTFMFDUSJDJEBEFJOUFOTBFN(&&EBSFEFPV
EFVNGPSOFDFEPSEFFMFDUSJDJEBEF"DPNVOJDB¸·PEFFNJTTÆFT
EF³NCJUPQFSNJUFVNSFHJTUPUSBOTQBSFOUFEBTFNJTTÆFTEF
(&&FSFEV¸ÆFTBTTPDJBEBTBUBJTPQPSUVOJEBEFT
&
6%.$!$%%,%#42)#)$!$%02»02)!'%2!$!
"TFNQSFTBTDPNVOJDBNBTFNJTTÆFTEBHFSB¸·PEFFMFDUSJDJEBEF
BERVJSJEBRVF¹DPOTVNJEBOBTTVBTPQFSB¸ÆFTPVOPFRVJQB
NFOUPQSÂQSJPPVQPSTJDPOUSPMBEPOP³NCJUP"TFNJTTÆFTEF
³NCJUPT·PVNBDBUFHPSJBFTQFDJBMEFFNJTTÆFTJOEJSFDUBT1BSB
NVJUBTFNQSFTBTBFMFDUSJDJEBEFDPNQSBEBSFQSFTFOUBVNBEBT
NBJPSFTGPOUFTEFFNJTTÆFTEF(&&CFNDPNPBPQPSUVOJEBEF
NBJTTJHOJGJDBUJWBQBSBSFEV[JSFTUBTFNJTTÆFT$PNVOJDBSBTFNJT
TÆFTEF³NCJUPQFSNJUFµTFNQSFTBTBWBMJBSPTSJTDPTF
PQPSUVOJEBEFTBTTPDJBEBTµBMUFSB¸·PEFDVTUPTEBFMFDUSJDJEBEFF
EBTFNJTTÆFTEF(&&0VUSBSB[·PJNQPSUBOUFQBSBBTFNQSFTBT
NPOJUPSJ[BSFNFTUBTFNJTTÆFT¹RVFBJOGPSNB¸·PQPEFS²WJSBTFS
OFDFTT²SJBQBSBBMHVOTEPTQSPHSBNBTEF(&&
*
s 'VHBEFFNJTTÆFT &TUBTFNJTTÆFTSFTVMUBNEF
EFTDBSHBTJOUFODJPOBJTPVO·PQPSFYGVHBTOBT
MJHB¸ÆFTEPTFRVJQBNFOUPTUBNQBTFNCBMBHFOTF
FNQBORVFTFNJTTÆFTEFNFUBOPEFNJOBTEFDBSW·PF
WFOUJMB¸·PFNJTTÆFTEFIJESPGMVPSPDBSCPT)'$
DPNB
VUJMJ[B¸·PEFFRVJQBNFOUPEFSFGSJHFSB¸·PFEFBSDPOEJ
DJPOBEPFGVHBTEFNFUBOPEFWJEPBPUSBOTQPSUFEFH²T
¬MBITO%MISSÜESINDIRECTASDE'%%DEELECTRICIDADE
3
s 5SBOTQPSUFEFNBUFSJBJTQSPEVUPTEFTQFSE½DJPTF
DPMBCPSBEPSFT &TUBTFNJTTÆFTSFTVMUBNEBDPNCVTU·PEF
DPNCVTU½WFMOBTGPOUFTNÂWFJTEFDPNCVTU·PEFUJEBT
DPOUSPMBEBTQFMBFNQSFTBQPSFYWF½DVMPTQFTBEPT
DPNCPJPTCBSDPTBWJÆFTBVUPDBSSPTFDBSSPT
0
s 1SPDFTTBNFOUPG½TJDPPVRVJNJDP "NBJPSJBEFTUBT
FNJTTÆFTSFTVMUBNEPGBCSJDPPVQSPDFTTBNFOUPEF
QSPEVUPTRV½NJDPTFNBUFSJBJTQPSFYDJNFOUP
BMVN½OJP²DJEPBE½QJDPGBCSJDPEFBNPO½BDPF
QSPDFTTBNFOUPEFEFTQFSE½DJPT
&TUBCFMFDFOEP-JNJUFT0QFSBDJPOBJT
0
&TUBCFMFDFOEP-JNJUFT0QFSBDJPOBJT
&
/
5
"
œ
›
&TUBBCPSEBHFNBTTFHVSBRVFO·PIBKBVNEVQMPSFHJTUP
EFOUSPEP³NCJUPVNBWF[RVFTÂBFNQSFTBVUJMJU²SJBEF
5%JS²DPOUBCJMJ[BSBTFNJTTÆFTJOEJSFDUBTBTTPDJBEBT
DPNBTQFSEBTEF5%OP³NCJUP0VUSBWBOUBHFNEFTUB
BCPSEBHFN¹TJNQMJGJDBSBDPNVOJDB¸·PEBTFNJTTÆFTEF
³NCJUPBPQFSNJUJSBVUJMJ[B¸·PEFGBDUPSFTEFFNJTT·P
OPSNBMNFOUFEJTQPO½WFJTRVFOBNBJPSJBEPTDBTPTO·P
JODMVFNQFSEBTQPS5%0TDPOTVNJEPSFTGJOBJTQPEFN
DPOUVEPDPNVOJDBSBTTVBTFNJTTÆFTJOEJSFDUBTBTTPDJBEBT
DPNQFSEBTQPS5%OP³NCJUPOBDBUFHPSJBiHFSB¸·P
EFFMFDUSJDJEBEFDPOTVNJEBOVNTJTUFNBEF5%w/P
"OFYP"BQSFTFOUBTFNBJTJOGPSNB¸·PTPCSFPSFHJTUPEF
FNJTTÆFTBTTPDJBEBTBQFSEBTEF5%
/542!3%-)33¿%3).$)2%#4!32%,!#)/.!$!3#/-%,%#42)#)$!$%
0
3
*
&NJTTÆFTJOEJSFDUBTEFBDUJWJEBEFTBTDFOEFOUFTEFVN
GPSOFDFEPSEFFMFDUSJDJEBEFBVNBFNQSFTBFYFYQMP
SB¸·PQFSGVSB¸·PTJOBMJ[B¸·PUSBOTQPSUF
T·P
DPNVOJDBEBTOP³NCJUP&NJTTÆFTEBHFSB¸·PEFFMFDUSJ
DJEBEFRVFUFOIBTJEPDPNQSBEBQBSBSFWFOEBBPT
DPOTVNJEPSFTGJOBJTT·PDPNVOJDBEBTOP³NCJUPOB
DBUFHPSJBiHFSB¸·PEFFMFDUSJDJEBEFDPNQSBEBQBSB
SFWFOEBBDPOTVNJEPSFTGJOBJTw&NJTTÆFTEBHFSB¸·PEF
FMFDUSJDJEBEFDPNQSBEBQBSBSFWFOEBBJOUFSNFEJ²SJPT
FYOFHPDJBOUFTEFFMFDUSJDJEBEF
QPEFNTFSDPNVOJDBEBT
TFQBSBEBNFOUFEP³NCJUPFNiJOGPSNB¸·PPQDJPOBMw
0TEPJTFYFNQMPTTFHVJOUFTJMVTUSBNDPNPBTFNJTTÆFTEF
(&&T·PDPOUBCJMJ[BEBTBQBSUJSEBHFSB¸·PWFOEBF
DPNQSBEFFMFDUSJDJEBEF
3EATTLE#ITY,IGHT 2EGISTODACOMPRADEELECTRI
CIDADEVENDIDAACONSUMIDORESFINAIS
3EATTLE#ITY,IGHT3#,AEMPRESAUTILITÈRIAMUNICIPALDE3EATTLEVENDE
ELECTRICIDADEAOSSEUSCONSUMIDORESFINAISQUETANTOÏPRODUZIDANASUA
PRØPRIACENTRALHIDROELÏCTRICACOMOPODESERADQUIRIDAATRAVÏSDECONTRATOS
DELONGOPRAZOOUAINDACOMPRADANOMERCADODECURTOPRAZO!3#,UTILIZOU
APRIMEIRAEDIÎÍODO'%%0ROTOCOL#ORPORATE3TANDARDPARAESTIMARASSUAS
EMISSÜESDE'%%PARAOSANOSDEEEASEMISSÜESASSOCIADAS
COMAGERAÎÍODEELECTRICIDADEhLÓQUIDAvCOMPRADAEVENDIDAAOSCONSUMI
DORES FINAIS FOI UMA COMPONENTE IMPORTANTE DESSE INVENTÈRIO ! 3#,
MONITORIZAEREPORTAMENSALMENTEEANUALMENTEAQUANTIDADEDEELECTRICI
DADEVENDIDAAOSCONSUMIDORESFINAIS
!3#,CALCULAASCOMPRASLÓQUIDASDOMERCADOATRAVÏSDECORRECTORESEDE
OUTRASEMPRESASUTILITÈRIASPELASUBTRACÎÍODASVENDASAOMERCADOPELO
VALORDASCOMPRASAOMERCADOMEDIDASEM-7H)STOPERMITEUMREGISTO
TOTALDETODOSOSIMPACTESDASEMISSÜESDETODAASUAOPERAÎÍOINCLUINDO
INTERACÎÜESCOMOSMERCADOSEOSCONSUMIDORESFINAIS!NUALMENTEA3#,
PRODUZ MAIS ELECTRICIDADE QUE A PROCURADA PELO CONSUMO FINAL MAS A
$"1¡56-0
&YFNQMPVN'JHVSB
"FNQSFTB"¹VNBFNQSFTBJOEF
QFOEFOUFRVFGPSOFDFFOFSHJBFRVF¹EFUFOUPSBEFVNBDFOUSBM
FM¹DUSJDB"DFOUSBMFM¹DUSJDBQSPEV[.8IEFFMFDUSJDJEBEF
FMJCFSUB5POFMBEBTEFFNJTTÆFTQPSBOP"FNQSFTB#¹VN
SFWFOEFEPSEFFOFSHJBFM¹DUSJDBFUFNVNDPOUSBUPEFGPSOFDJ
NFOUPDPNBFNQSFTB"QBSBMIFDPNQSBSUPEBBTVB
FMFDUSJDJEBEF"FNQSFTB#SFWFOEFBFMFDUSJDJEBEFBERVJSJEB
.8I
µFNQSFTB$VNBFNQSFTBVUJMJU²SJBRVF
EFU¹NDPOUSPMBPTJTUFNBEF5%"FNQSFTB$DPOTPNF
.8IEFFMFDUSJDJEBEFOPTFVTJTUFNBEF5%FWFOEFPT
SFTUBOUFT.8IµFNQSFTB%"FNQSFTB%¹VNDPOTVNJEPS
GJOBMRVFDPOTPNFBFMFDUSJDJEBEFBERVJSJEB.8I
OBTTVBT
QSÂQSJBTPQFSB¸ÆFT"FNQSFTB"DPNVOJDBBTTVBTFNJTTÆFT
EJSFDUBTEBHFSB¸·PEFFOFSHJBTPCP³NCJUP"FNQSFTB#
DPNVOJDBBTFNJTTÆFTEFFMFDUSJDJEBEFDPNQSBEBWFOEJEBBVN
JOUFSNFEJ²SJPDPNPJOGPSNB¸·PPQDJPOBMTFQBSBEBEP³NCJUP
"FNQSFTB$DPNVOJDBBTFNJTTÆFTJOEJSFDUBTEBHFSB¸·PEB
QBSUFEBFMFDUSJDJEBEFDPNQSBEBRVF¹WFOEJEBBPDPOTVNJEPS
GJOBMOP³NCJUPFBQBSUFEBFMFDUSJDJEBEFDPNQSBEBRVF¹
DPOTVNJEBOPTFVTJTUFNBEF5%TPCP³NCJUP0DPOTVNJ
EPSGJOBM%DPNVOJDBBTFNJTTÆFTJOEJSFDUBTBTTPDJBEBTDPNP
TFVQSÂQSJPDPOTVNPEFFMFDUSJDJEBEFDPNQSBEBTPCP³NCJUP
QPEFOEPBJOEBPQUBSQPSDPNVOJDBSBTFNJTTÆFTBTTPDJBEBTDPN
PBTDFOEFOUFEBTQFSEBTEF5%OP³NCJUP"'JHVSB
NPTUSBPSFHJTUPEBTFNJTTÆFTBTTPDJBEBTBFTUBTUSBOTBD¸ÆFT
&YFNQMPEPJT"FNQSFTB%JOTUBMBVNBVOJEBEFEFDP
HFSB¸·PFWFOEFBFMFDUSJDJEBEFFYDFEFOUFµFNQSFTBWJ[JOIB
&QBSBTFVDPOTVNP"FNQSFTB%DPNVOJDBUPEBTBTFNJT
TÆFTEJSFDUBTEBVOJEBEFEFDPHFSB¸·PTPCP³NCJUP"T
FNJTTÆFTJOEJSFDUBTEBHFSB¸·PEFFMFDUSJDJEBEFQBSBFYQPS
UB¸·PQBSB&T·PDPNVOJDBEBTQPS%TFQBSBEBNFOUFDPNP
PRODUÎÍONÍOCORRESPONDEËCARGAELÏCTRICAEMTODOSOSMESES!SSIMA
3#,CONTABILIZAAMBASAQUISIÎÜESEVENDASAOMERCADO!3#,TAMBÏM
INCLUIASEMISSÜESASCENDENTESDOÉMBITODAPRODUÎÍOEDISTRIBUIÎÍODE
GÈS NATURAL FUNCIONAMENTO DAS INSTALAÎÜES DA 3#, UTILIZAÎÍO DE
COMBUSTÓVELNOSVEÓCULOSEVIAGENSAÏREAS
!3#,ACREDITAQUEASVENDASAOSCONSUMIDORESFINAISSÍOUMAPARTECRÓTICADO
PERFILDASEMISSÜESPARAUMAEMPRESAUTILITÈRIAELÏCTRICA!SEMPRESASUTILI
TÈRIASPRECISAMFORNECERINFORMAÎÍODOPERFILDASSUASEMISSÜESPARAEDUCAR
OSCONSUMIDORESFINAISEREPRESENTARADEQUADAMENTEOIMPACTEDOSEUNEGØCIO
OFORNECIMENTODEELECTRICIDADE/SCLIENTESDECONSUMOFINALPRECISAMDECONTAR
COMAEMPRESAUTILITÈRIAPARAOFORNECIMENTODEELECTRICIDADEEEXCEPTOEM
ALGUNS CASOS PROGRAMAS DE ENERGIA LIMPA NÍO TÐM ESCOLHA SOBRE ONDE
COMPRARASUAELECTRICIDADE!3#,VAIAOENCONTRODASNECESSIDADESDOSSEUS
CLIENTESQUEESTÍOAFAZEROSEUPRØPRIOINVENTÈRIO DEEMISSÜESFORNECENDO
LHESINFORMAÎÍOSOBREASEMISSÜES
$"1¡56-0
JOGPSNB¸·PPQDJPOBMEP³NCJUP"FNQSFTB&DPNVOJDBBTFNJT
TÆFTJOEJSFDUBTBTTPDJBEBTBPDPOTVNPEFFMFDUSJDJEBEFDPNQSBEB
EBVOJEBEFEFDPHFSB¸·PEBFNQSFTB%TPCP³NCJUP
1BSBNBJTJOGPSNB¸·PDPOTVMUFP"OFYP"TPCSFBGPSNBEF
SFHJTUBSFNJTTÆFTJOEJSFDUBTEFFMFDUSJDJEBEFDPNQSBEB
¬MBITO/UTRASEMISSÜESINDIRECTASDE'%%
0³NCJUP¹PQDJPOBMNBTPGFSFDFVNBPQPSUVOJEBEF
QBSBBJOPWB¸·POBHFTU·PEF(&&"TFNQSFTBTQPEFN
RVFSFSGPDBSTFBQFOBTOPSFHJTUPFDPNVOJDB¸·PEBT
BDUJWJEBEFTRVFT·PSFMFWBOUFTQBSBPTFVOFHÂDJPFPCKF
DUJWPTFQBSBBTRVBJTUºNJOGPSNB¸·PDSFE½WFM%BEPRVF
BTFNQSFTBTUºNEJTDSJ¸·PFNSFMB¸·PµTDBUFHPSJBTRVF
RVFSFNDPNVOJDBSP³NCJUPQPEFS²O·PTFSPNFMIPS
QBSBDPNQBSB¸ÆFTFOUSFFNQSFTBT&TUBTFD¸·PGPSOFDF
VNBMJTUBJOEJDBUJWBEFDBUFHPSJBTEF³NCJUPFJODMVJ
CASESTUDIESFNBMHVNBTEBTDBUFHPSJBT
s 6UJMJ[B¸·PEFQSPEVUPTFTFSWJ¸PTWFOEJEPT
s %FTUSVJ¸·PEPMJYP
s %FTUSVJ¸·PEPMJYPQSPEV[JEPFNPQFSB¸ÆFT
s %FTUSVJ¸·PEPMJYPHFSBEPQFMBQSPEV¸·PEFNBUFSJBJT
FDPNCVTU½WFJTDPNQSBEPT
s %FTUSVJ¸·PEPTQSPEVUPTWFOEJEPTOPGJOBMEBTVB
WJEBÈUJM
#/.4!"),):!.$/!3%-)33¿%3$%¬-")4/
0SFHJTUPEBTFNJTTÆFTEF³NCJUPO·POFDFTTJUB
FOWPMWFSVNBBO²MJTFEFUBMIBEBEPDJDMPEFWJEBEF
(&&EFUPEPTPTQSPEVUPTFPQFSB¸ÆFT(FSBMNFOUF¹
NBJTJNQPSUBOUFGPDBSVNBPVEVBTEBTBDUJWJEBEFT
RVFNBJT(&&HFSBN&NCPSBTFKBEJG½DJMDSJBSOPSNBT
HFO¹SJDBTTPCSFRVBJTBTFNJTTÆFTEF³NCJUPB
JODMVJSOVNJOWFOU²SJPQPEFNTFSBSUJDVMBEPTBMHVOT
QBTTPTHFO¹SJDPT
&
/
&)'52!
s #FOTBSSFOEBEPTFRANCHISESFBDUJWJEBEFTEFOUTSOURCING
oBTFNJTTÆFTEFUBJTBDPSEPTTÂT·PDMBTTJGJDBEPTDPNP
³NCJUPTFBBCPSEBHFNEFDPOTPMJEB¸·PTFMFDDJPOBEB
QBSUJDJQB¸·PPVDPOUSPMP
O·PTFBQMJDBSBFMFT"DMBSJ
GJDB¸·PTPCSFBDMBTTJGJDB¸·PEPTCFOTBSSFOEBEPTEFWF
TFSPCUJEBKVOUPEPDPOUBCJMJTUBEBFNQSFTBWFSBCBJYPB
TFD¸·PEFBSSFOEBNFOUPT
*
s "DUJWJEBEFTSFMBDJPOBEBTDPNPUSBOTQPSUF
s 5SBOTQPSUFEFNBUFSJBJTPVCFOTDPNQSBEPT
s 5SBOTQPSUFEFDPNCVTU½WFJTDPNQSBEPT
s 7JBHFOTEFOFHÂDJPEPTDPMBCPSBEPSFT
s %FTMPDB¸ÆFTEPTDPMBCPSBEPSFTEPFQBSBPUSBCBMIP
s 5SBOTQPSUFEFQSPEVUPTWFOEJEPT
s 5SBOTQPSUFEFEFTQFSE½DJPMJYP
s "DUJWJEBEFTSFMBDJPOBEBTDPNFMFDUSJDJEBEFRVFO·P
FTUFKBNJODMV½EBTOP³NCJUPWFSBOFYP"
s &YUSBD¸·PQSPEV¸·PFUSBOTQPSUFEFDPNCVTU½WFJT
QBSBDPOTVNPOBQSPEV¸·PEFFMFDUSJDJEBEFDPNQSBEB
PVQSPEV[JEBQFMBQSÂQSJBFNQSFTBRVFDPNVOJDB
s $PNQSBEFFMFDUSJDJEBEFQBSBSFWFOEBBPDPOTVNJEPS
GJOBMDPNVOJDBEPQFMBFNQSFTBVUJMJU²SJB
s 1SPEV¸·PEBFMFDUSJDJEBEFDPOTVNJEBOVNTJTUFNBEF
5%DPNVOJDBEPQFMPDPOTVNJEPSGJOBM
3
s &YUSBD¸·PFQSPEV¸·PEFNBUFSJBJTFDPNCVTUJWFJT
DPNQSBEPT 0
"MHVNBTEFTTBTBDUJWJEBEFTTFS·PJODMV½EBTOP³NCJUPTF
BTGPOUFTEFFNJTT·PSFMFWBOUFTGPSFNEFUJEBTPVDPOUSP
MBEBTQFMBFNQSFTBFYTFPUSBOTQPSUFEFQSPEVUPT¹GFJUP
FNWF½DVMPTQFSUFODFOUFTPVDPOUSPMBEPTQFMBFNQSFTB
1BSBEFUFSNJOBSTFVNBBDUJWJEBEFSFDBJOP³NCJUPPV
BFNQSFTBEFWFTFHVJSBBCPSEBHFNEFDPOTPMJEB¸·PTFMFD
DJPOBEBQBSUJDJQB¸·PPVDPOUSPMP
VUJMJ[BEBQBSB
FTUBCFMFDFSPTTFVTMJNJUFTPSHBOJ[BDJPOBJT
&TUBCFMFDFOEP-JNJUFT0QFSBDJPOBJT
2EGISTODE'%%APARTIRDAVENDAECOMPRADEELECTRICIDADE
5
%MISSÜESDEÉMBITO
DE!T
-7H
-7H
#ONSUMIDOR
FINAL$
%MPRESAUTIL
ITÈRIA#
&ACTORDEEMISSÍO
T-7H
%MISSÜESDE¬MBITODE#T %MISSÜESDE¬MBITODE$T
0
)NFORMAÎÍO/PCIONALDE"T
&ACTORDEEMISSÍO
T-7H
›
&ACTORDEEMISSÍO
T-7H
-7H
œ
.EGOCIANTEDE
ELECTRICIDADE"
'ERADOR!
%MISSÜESDE¬MBITO
DE$T
"
%MISSÜESDE
¬MBITODE#T
/
%STABELECENDO,IMITES/PERACIONAIS
0ORQUEAABORDAGEMDAS
EMISSÜESDEÊMBITONÎONECESSITADEUMAAVALIA¥ÎODE
CICLODEVIDACOMPLETOÏIMPORTANTEABEMDATRANSPA
RÐNCIAQUESEOFERE¥AUMADESCRI¥ÎOGERALDACADEIADE
VALOREDASFONTESDE'%%ASSOCIADAS0ARAESTEPASSOAS
CATEGORIASDEÊMBITOLISTADASPODEMSERUSADASCOMOUMA
V…iVŽˆÃÌ!SEMPRESASGERALMENTEDEPARAMSECOMA
ESCOLHADONÞMERODEASCENDENTESOUDESCENDENTESAINCLUIR
NOÊMBITO4EREMATEN¥ÎOOINVENTÉRIOOUOSOBJECTIVOSDE
NEGØCIODAEMPRESABEMCOMOAIMPORTÊNCIADASVÉRIAS
CATEGORIASDOÊMBITOAJUDARÉNESTASESCOLHAS
.
4
!
—
§
$ESCREVERACADEIADEVALOR
$(,.ORDIC%XPRESSOEXEMPLODENEGØCIOPARA
REGISTODESERVIÎOSDETRANSPORTEEMOUTSOURCING
#OMO UMA DAS MAIORES EMPRESAS DE TRANSPORTES E LOGÓSTICA DO
NORTEDA%UROPAA$(,%XPRESS.ORDICPROPORCIONAOTRANSPORTEDE
GRANDESCARGASESATISFAZASNECESSIDADESDETRANSPORTEESPECIAIS
TAISCOMOAENTREGADEENCOMENDASEDOCUMENTAÎÍOPELOSERVIÎO
EXPRESSOEMTODOOMUNDOA$(,TEMSERVIÎODECORREIONORMALE
EXPRESSOENTREGADEENCOMENDASESERVIÎOSDENEGØCIOSISTEMATI
ZADOS E ESPECIALIZADOS !TRAVÏS DA SUA PARTICIPAÎÍO NO "USINESS
,EADERS)NITIATIVEON#LIMATE#HANGEAEMPRESACONCLUIUQUE
POR CENTO DAS SUAS EMISSÜES NA 3UÏCIA ERAM CONSEQUÐNCIA DO
TRANSPORTEDEENCOMENDASATRAVÏSDEFIRMASDETRANSPORTEASSOCI
ADASEMREGIMEDEOUTSOURCING²EXIGIDOACADAASSOCIADACOMO
ELEMENTODOESQUEMADEPAGAMENTODOSUBCONTRATOOREGISTODOS
DADOSSOBREVEÓCULOSUTILIZADOSDISTÉNCIASPERCORRIDASEFICIÐNCIA
DOCOMBUSTÓVELENTREOUTROS%STESDADOSSÍOUSADOSPARACALCULAR
O TOTAL DE EMISSÜES ATRAVÏS DE FERRAMENTAS DE CÈLCULO FEITAS Ë
MEDIDA PARA TRANSPORTE EM REGIME DE OUTSOURCING FORNECENDO
ASSIM UM QUADRO COMPLETO DAS SUAS EMISSÜES DE ÉMBITO %STABELECERUMALIGAÎÍOENTREOSDADOSETRANSPORTADORASESPECÓ
FICAS PERMITE Ë EMPRESA EXAMINAR INDIVIDUALMENTE CADA UMA
DESSASTRANSPORTADORASNOQUECONCERNEËSUAPERFORMANCEAMBI
ENTAL E INFLUENCIAR DECISÜES BASEADAS NA PERFORMANCE DAS
EMISSÜESDECADATRANSPORTADORAPODENDOSEROBSERVADONOÉMBITO
COMOUMAPERFORMANCEDAPRØPRIA$(,
$ETERMINARQUAISASCATEGORIASDEÊMBITORELE
)
%
VANTES 3ØALGUMASCATEGORIASDEEMISSÜESASCENDENTES
OUDESCENDENTESPODEMSERRELEVANTESPARAAEMPRESA
0ODEMSERRELEVANTESPORVÉRIASRAZÜES
s 3ÎOGRANDESOUPENSASESEREMGRANDESRELATIVA
MENTEÌSEMISSÜESDEÊMBITOEDAEMPRESA
2
s #ONTRIBUEMPARAORISCODEEXPOSI¥ÎODE'%%DAEMPRESA
/
s 3ÎOCONSIDERADASCRÓTICASPELOSGRUPOSDEINTERESSE
PRINCIPAISEXii`L>VŽÊPORPARTEDECLIENTES
FORNECEDORESINVESTIDORESOUSOCIEDADECIVIL
!OINCLUIROÉMBITOEPROMOVENDOASREDUÎÜESDE'%%ATRAVÏSDA
CADEIADEVALORA$(,%XPRESS.ORDICAUMENTOUAIMPORTÉNCIADOS
REGISTOS DAS SUAS EMISSÜES EXPANDIU AS OPORTUNIDADES PARA
REDUÎÍO DOS SEUS IMPACTES E MELHOROU A SUA CAPACIDADE PARA
RECONHECEROPORTUNIDADESDEREDUÎÍODECUSTOS3EMOÉMBITOA
$(, %XPRESS .ORDIC NÍO TERIA OBTIDO MUITA DA INFORMAÎÍO
NECESSÈRIAPARACOMPREENDEREGERIREFICAZMENTEASSUASEMISSÜES
s %XISTEMPOTENCIAISREDU¥ÜESDEEMISSÜESQUEPODE
RIAMSEREMPREENDIDASOUINFLUENCIADASPELAEMPRESA
/SSEGUINTESEXEMPLOSPODEMAJUDARADECIDIRQUAISAS
CATEGORIASDEÊMBITOQUESÎORELEVANTESPARAAEMPRESA
s 3EÏNECESSÉRIOCOMBUSTÓVELFØSSILOUELECTRICIDADEPARA
UTILIZAROSPRODUTOSDAEMPRESAASEMISSÜESDOCICLODE
VIDAÞTILDEUMPRODUTOPODERÉSERUMACATEGORIAIMPOR
TANTEPARACOMUNICAR)STOPODESERESPECIALMENTE
IMPORTANTESEAEMPRESAPUDERINFLUENCIAROSATRIBUTOSDA
CONCEP¥ÎODOPRODUTOEXEFICIÐNCIAENERGÏTICAOUO
¬-")4/
%-)33¿%34#/
¬MBITO
¬MBITO
¬MBITO
4/4!,
%MPRESA!
&ROTADEVEÓCULOSALUGADOS
CRITÏRIODECONSOLIDAÎÍOSELEC
CIONADOAPLICASE
¬MBITO
#!0°45,/
%MPRESA"
%DIFÓCIOARRENDADO
CRITÏRIODECONSOLIDAÎÍOSELEC
CIONADOAPLICASE
¬MBITO
¬MBITO
&ROTADEVEÓCULOSALUGADOS
CRITÏRIODECONSOLIDAÎÍOSELEC
CIONADONÍOSEAPLICA
¬MBITO
]
]
,)-)4%3
/0%2!#)/.!)3
%MPRESAMÍE
,)-)4%3
/2'!.):!#)/.!)3
& ) ' 5 2 ! 2EGISTODASEMISSÜESDOSBENSARRENDADOS
$"1¡56-0
DPNQPSUBNFOUPEPDMJFOUFEFNBOFJSBBSFEV[JSBTFNJT
TÆFTEF(&&EVSBOUFBVUJMJ[B¸·PEPTQSPEVUPT
s "TBDUJWJEBEFTEFOUTSOURCING T·PHFSBMNFOUFDBOEJ
EBUBTBBWBMJB¸ÆFTEFFNJTTÆFTEF³NCJUP1PEFTFS
QBSUJDVMBSNFOUFJNQPSUBOUFJODMVJSFTUBTRVBOEPVNB
BDUJWJEBEFBOUFSJPSFNPVUTPVSDJOHDPOUSJCVJVTJHOJ
GJDBUJWBNFOUFQBSBBTFNJTTÆFTEF³NCJUPPVEF
VNBFNQSFTB
s 4FPTNBUFSJBJTJOUFOTJWPTEF(&&SFQSFTFOUBNVNB
GSBD¸·PTJHOJGJDBUJWBOPQFTPPVDPNQPTJ¸·PEFVN
QSPEVUPVUJMJ[BEPPVGBCSJDBEPFYDJNFOUP
BMVN½OJP
BTFNQSFTBTQPEFNRVFSFSFYBNJOBSPOEF
FYJTUFNPQPSUVOJEBEFTQBSBSFEV[JSPTFVDPOTVNP
EFTTFQSPEVUPPVEFPTVCTUJUVJSQPSNBUFSJBJTNFOPT
JOUFOTJWPTEF(&&
s "THSBOEFTG²CSJDBTQPEFS·PUFSFNJTTÆFTTJHOJGJDB
UJWBTSFMBDJPOBEBTDPNPUSBOTQPSUFEFNBUFSJBJT
DPNQSBEPTQBSBPTMPDBJTEFQSPEV¸·PDFOUSBMJ[BEPT
s &NQSFTBTEFNFSDBEPSJBFEFQSPEVUPTEFDPOTVNP
QPEFNRVFSFSDPOUBCJMJ[BSPT(&&TEFWJEPBPUSBOT
QPSUFEFNBU¹SJBQSJNBQSPEVUPTFMJYP
/SCÈLCULOSDEEMISSÜESDETRANSPORTEDECLIENTESERAMEFECTU
ADOS COM BASE NUM LEVANTAMENTO FEITO AOS CLIENTES EM
DETERMINADAS LOJAS /S CLIENTES ERAM QUESTIONADOS SOBRE A
DISTÉNCIAQUETINHAMPERCORRIDOATÏËLOJACOMBASENOCØDIGO
POSTAL DE RESIDÐNCIA O NÞMERO DE CLIENTES NO SEU CARRO O
NÞMERODELOJASQUETENCIONAVAMVISITARNAQUELECENTROCOMER
CIALNAQUELEDIAEAINDASETINHAMTIDOACESSOATRANSPORTES
PÞBLICOS PARA A LOJA %XTRAPOLANDO ESTES DADOS PARA TODAS AS
LOJAS)+%!EMULTIPLICANDOADISTÉNCIAPELAMÏDIADAEFICIÐNCIA
DOS VEÓCULOS PARA CADA PAÓS A EMPRESA CALCULOU QUE POR
CENTODOSEUINVENTÈRIODEEMISSÜESERAPROVENIENTEDOTRANS
PORTEDECLIENTESDEÉMBITO#OMBASENESTAINFORMAÎÍOA
)+%! TERÈ UMA GRANDE INFLUÐNCIA SOBRE FUTURAS EMISSÜES DE
ÉMBITO AO CONSIDERAR AS EMISSÜES DE '%% QUANDO DESEN
VOLVEROPÎÜESDETRANSPORTESPÞBLICOSESERVIÎOSDEENTREGAAO
DOMICÓLIOPARAASLOJASJÈEXISTENTESBEMCOMOPARAOUTRASA
ABRIRNOFUTURO
"ENSARRENDADOSOUTSOURCINGEFRANCHISING
"BCPSEBHFNEFDPOTPMJEB¸·PTFMFDDJPOBEBQBSUJDJQB¸·P
EFDBQJUBMPVVNBEBTBCPSEBHFOTEFDPOUSPMP
UBNC¹N
TFBQMJDBBPDPOUBCJMJ[BSFDBUBMPHBSBTFNJTTÆFTEF
(&&EJSFDUBTFJOEJSFDUBTEFBDPSEPTDPOUSBUVBJTUBJT
DPNPCFOTBSSFOEBEPTOUTSOURCINGFFRANCHISING4FB
BCPSEBHFNTFMFDDJPOBEBEFQBSUJDJQB¸·PPVEFDPOUSPMP
O·PTFBQMJDBSFOU·PBFNQSFTBQPEFS²SFHJTUBSBTFNJT
TÆFTEPTCFOTBSSFOEBEPTEPOUTSOURCINGFEP
FRANCHISINGTPCP³NCJUP%JSFDUSJ[FTFTQFD½GJDBTTPCSF
CFOTBSSFOEBEPTTFS·PGPSOFDJEBTFNTFHVJEB
s 5 4 ) , ) : ! ± ° / $ % 0 ! 2 4 ) # ) 0 ! ± ° / $ % # ! 0 ) 4! , / 5 $ %
# / . 4 2 / , / & ) . ! . # % ) 2 / 0BSSFOEBU²SJPTÂUFS²RVF
SFTQPOEFSQFMBTFNJTTÆFTEPTCFOTBSSFOEBEPTRVF
TFKBNDPOTJEFSBEPTDPNPCFOTEFUJEPTOBUPUBMJEBEF
QFMBDPOUBCJMJEBEFGJOBODFJSBFRVFEFTTBGPSNBTFKBN
SFHJTUBEPTOPCBMBODFUFDPOUBCJM½TUJDPFYBSSFOEB
NFOUPTEFDBQJUBMPVGJOBODFJSPT
"
&
/
5
œ
›
0
2VBOUJGJDBSBTFNJTTÆFTEF³NCJUP &ORVBOUPB
EJTQPOJCJMJEBEFFBDPOGJBO¸BOPTEBEPTQPEFJOGMVFODJBS
RVBJTBTBDUJWJEBEFTEF³NCJUPRVFTFS·PJODMV½EBTOP
JOWFOU²SJP¹BDFJU²WFMRVFBFYBDUJE·PEPTEBEPTQPTTB
TFSJOGFSJPS1PEFS²TFSNBJTJNQPSUBOUFDPNQSFFOEFSB
NBHOJUVEFSFMBUJWBFBTQPTT½WFJTBMUFSB¸ÆFTEBTBDUJWJ
EBEFTEF³NCJUP"TFTUJNBUJWBTEFFNJTT·PT·P
BDFJU²WFJTEFTEFRVFIBKBUSBOTQBSºODJBFNSFMB¸·Pµ
BCPSEBHFNEFFTUJNBUJWBFPTEBEPTVUJMJ[BEPTQBSBB
BO²MJTFTFKBNBEFRVBEPTQBSBTVQPSUBSFNPTPCKFDUJWPT
EPJOWFOU²SJP"WFSJGJDB¸·PEBTFNJTTÆFTEF³NCJUP
TFS²NVJUBTWF[FTEJG½DJMFQPEFS²TÂTFSDPOTJEFSBEBTF
IPVWFSDPOGJBO¸BOBRVBMJEBEFEPTEBEPT
!)+%!UMRETALHISTAINTERNACIONALDEMOBILIÈRIODECIDIUINCLUIR
AS EMISSÜES DE ÉMBITO DO TRANSPORTE DOS SEUS CLIENTES
QUANDO SE TORNOU EVIDENTE PELA PARTICIPAÎÍO NO PROGRAMA
"USINESS ,EADERS )NITIATIVE ON #LIMATE #HANGE ",)## QUE
ESTAS EMISSÜES ERAM RELATIVAMENTE GRANDES QUANDO
COMPARADASCOMASSUASEMISSÜESDEÉMBITOE!LÏMDISSO
ESTASEMISSÜESERAMPARTICULARMENTERELEVANTESPARAOMODELO
DENEGØCIODA)+%!/SCLIENTESPERCORREMMUITASVEZESLONGAS
DISTÉNCIAS PARA CHEGAR ËS SUAS LOJAS FACTO QUE DEPENDE DA
ESCOLHA SOBRE A LOCALIZAÎÍO DAS SUAS LOJAS E DO CONCEITO DE
GRANDESARMAZÏNS
*
*EFOUJGJDBSRVBMRVFSQBSDFJSPRVFDPOUSJCVBDPNRVBOUJBT
QPUFODJBMNFOUFTJHOJGJDBUJWBTEF(&&TBPMPOHPEBDBEFJB
EFWBMPSFYDMJFOUFTVUJMJ[BEPSFTPTRVFDPODFCFNPT
QSPEVUPTGBCSJDBOUFTGPSOFDFEPSFTEFFOFSHJBFUD
*TUP¹
JNQPSUBOUFRVBOEPTFUFOUBJEFOUJGJDBSBTGPOUFTPCUFS
EBEPTSFMFWBOUFTFDBMDVMBSFNJTTÆFT
)+%!TRANSPORTEDECLIENTESDEEPARAAS
SUASLOJASDERETALHO
3
*EFOUJGJDBSQBSDFJSPTBPMPOHPEBDBEFJBEFWBMPS
0
s "TFNQSFTBTEPTFDUPSEPTTFSWJ¸PTQPEFNRVFSFS
DPNVOJDBSBTFNJTTÆFTEBTWJBHFOTEFOFHÂDJPEPT
DPMBCPSBEPSFTFTUBGPOUFEFFNJTTÆFTQSPWBWFMNFOUF
O·PTFS²TJHOJGJDBUJWBQBSBPVUSPUJQPEFFNQSFTBT
FYFNQSFTBTEFNBOVGBDUVSB¸·P
&TUBCFMFDFOEP-JNJUFT0QFSBDJPOBJT
0
&TUBCFMFDFOEP-JNJUFT0QFSBDJPOBJT
œ
›
s53!.$//#/.42/,//0%2!#)/.!, 0BSSFOEBU²SJPTÂUFN
RVFSFTQPOEFSQFMBTFNJTTÆFTEPTCFOTBSSFOEBEPTRVFPQFSB
JTUP¹TFPDSJU¹SJPEFDPOUSPMPPQFSBDJPOBMTFBQMJDBS
0
3
*
&
/
5
"
%JSFDUSJ[FTTPCSFRVBJTPTCFOTBSSFOEBEPTRVFT·P
SFOEBTPQFSBDJPOBJTFRVBJTT·PSFOEBTGJOBODFJSBT
EFWFSJBNTFSPCUJEBTBUSBW¹TEPDPOUBCJMJTUBEB
FNQSFTB3FHSBHFSBMOVNBSFOEBGJOBODFJSBVNB
PSHBOJ[B¸·PBTTVNFUPEBTBTSFDPNQFOTBTFSJTDPT
EFTTFTSFDVSTPTBSSFOEBEPTFPSFDVSTP¹DPOTJEFSBEP
DPNPTFOEPEFUJEPOBUPUBMJEBEFTFOEPSFHJTUBEP
DPNPUBMOPCBMBODFUFGJOBODFJSP5PEPTPTCFOT
BSSFOEBEPTRVFO·PDPSSFTQPOEBNBFTTFTDSJU¹SJPTT·P
SFOEBTPQFSBDJPOBJT"GJHVSBJMVTUSBBBQMJDB¸·PEP
DSJU¹SJPEFDPOTPMJEB¸·PQBSBDPOUBCJMJ[BSBTFNJTTÆFT
EPTCFOTBSSFOEBEPT
2EGISTODUPLO
GSFRVFOUFNFOUFFYQSFTTBBQSFPDVQB¸·PEFRVFPSFHJTUP
EBTFNJTTÆFTJOEJSFDUBTQPEFS²MFWBSBVNSFHJTUPEVQMP
RVBOEPEVBTFNQSFTBTEJTUJOUBTJODMVFNBTNFTNBTFNJTTÆFT
OPTTFVTSFTQFDUJWPTJOWFOU²SJPT4FPDPSSFPVO·PSFHJTUP
EVQMPEFQFOEFEBDPFSºODJBDPNRVFBTFNQSFTBTDPN
QBSUJDJQB¸·PEFBD¸ÆFTPVEFBENJOJTUSB¸·PEFQSPHSBNBTEF
USPDBFTDPMIFNBNFTNBBCPSEBHFNQBSUJDJQB¸·PPV
DPOUSPMP
QBSBFTUBCFMFDFSPTMJNJUFTPSHBOJ[BDJPOBJT4FP
SFHJTUPEVQMPUFNJNQPSU³ODJBPVO·PEFQFOEFEBGPSNB
DPNPBJOGPSNB¸·PDPNVOJDBEB¹VUJMJ[BEB
OFDFTT²SJPFWJUBSPSFHJTUPEVQMPRVBOEPTFDPNQJMBN
JOWFOU²SJPTOBDJPOBJTEFVNQB½T
TPCP1SPUPDPMPEF
2VJPUPNBTFTUFTT·PHFSBMNFOUFDPNQJMBEPTBUSBW¹TEF
VNBBCPSEBHFNEFDJNBQBSBCBJYPVTBOEPEBEPTEB
FDPOPNJBOBDJPOBMFNWF[EFVNBBHSFHB¸·PEPTEBEPTEB
FNQSFTBEFCBJYPQBSBDJNBQSPW²WFMRVFPTSFHJNFTEF
DPOGPSNJEBEFTFGPRVFNOPPOINTOFRELEASEQPOUPEFMJCFS
UB¸·P
EBTFNJTTÆFTJTUP¹FNJTTÆFTEJSFDUBT
FPVEBT
FNJTTÆFTJOEJSFDUBTEFWJEPBPVTPEFFMFDUSJDJEBEF1BSBB
HFTU·PEPSJTDPEF(&&FQBSBPTSFMBUÂSJPTWPMVOU²SJPTP
SFHJTUPEVQMPO·P¹U·PJNQPSUBOUF
7ORLD2ESOURCES)NSTITUTE
)NOVAÎÍONAESTIMATIVADEEMISSÜESNASDESLOCAÎÜESDOSCOLABORADORES
/7ORLD2ESOURCES)NSTITUTETEMUMCOMPROMISSOALONGOPRAZO
PARA REDUZIR AS SUAS EMISSÜES ANUAIS DE '%% PARA ZERO PELA
COMBINAÎÍO DE ESFORÎOS DE REDUÎÍO INTERNOS E DE AQUISIÎÜES
EXTERNAS/INVENTÈRIODEEMISSÜESDO72)INCLUIEMISSÜESINDI
RECTASDEÉMBITOASSOCIADASCOMOCONSUMODAELECTRICIDADE
COMPRADAEDEEMISSÜESINDIRECTASDEÉMBITOASSOCIADASËS
VIAGENS DE NEGØCIO AÏREAS DESLOCAÎÜES DE COLABORADORES E
UTILIZAÎÍODEPAPEL/72)NÍOTEMEMISSÜESDIRECTASDEÉMBITO
2EUNIROSDADOSDASDESLOCAÎÜESDOSCOLABORADORESDO72)Ï
UM GRANDE DESAFIO / MÏTODO UTILIZADO Ï EFECTUAR UM LEVANTA
MENTOANUALJUNTODOSCOLABORADORESSOBREASSUASDESLOCAÎÜES
MÏDIAS .OS PRIMEIROS DOIS ANOS DESTA INICIATIVA O 72) USAVA
UMA FOLHA DE CÈLCULO %XCEL ACESSÓVEL A TODOS OS COLABORADORES
ATRAVÏS DUMA REDE INTERNA PARTILHADA MAS SØ CONSEGUIU OBTER
UMATAXADEPARTICIPAÎÍODEPORCENTO5MINQUÏRITOSIMPLES
NUMA FOLHA DE CÈLCULO DESCARREGADA A PARTIR DA )NTERNET
AUMENTOUAPARTICIPAÎÍOPARAPORCENTONOTERCEIROANO#OM
BASENOFEEDBACKDACONCEPÎÍODOINQUÏRITOA72)SIMPLIFICOUE
REFINOUASPERGUNTASMELHOROUOSEUCARÈCTERAMIGÈVELPERANTEO
UTILIZADOR E REDUZIU O TEMPO NECESSÈRIO PARA O PREENCHER PARA
MENOSDEMINUTO!PARTICIPAÎÍODOSCOLABORADORESAUMENTOU
PARAPORCENTO
#ONCEBERUMINQUÏRITOFACILMENTENAVEGÈVELECOMQUESTÜESCLARA
MENTE ARTICULADAS AUMENTOU SIGNIFICATIVAMENTE A PERFEIÎÍO E
EXACTIDÍODOSDADOSDAACTIVIDADEDEDESLOCAÎÍODOSCOLABORADORES
/UTROBENEFÓCIOFOIQUEOSCOLABORADORESSENTIRAMUMCERTOORGULHOPOR
TEREMCONTRIBUÓDOPARAOPROCESSODEDESENVOLVIMENTODOINVENTÈRIO
$"1¡56-0
%STAEXPERIÐNCIATAMBÏMPROPORCIONOUUMABOAOPORTUNIDADEEM
TERMOSDECOMUNICAÎÍOINTERNA
/ 72) DESENVOLVEU UM GUIA COERENTE COM O '(' 0ROTOCOL
#ORPORATE3TANDARDDEMODOAAJUDARASEMPRESASDEESCRITØRIO
ACOMPREENDERAMELHORMANEIRADEMONITORIZAREGERIRASSUAS
EMISSÜES7ORKINGTOON#LIMATE#HANGE!N/FFICE'UIDEVEM
ACOMPANHADO DE UM CONJUNTO DE FERRAMENTAS DE CÈLCULO
INCLUINDOUMAPARAUSARUMMÏTODODEINQUÏRITOPARAESTIMARAS
EMISSÜESCAUSADASPELASDESLOCAÎÜESDOSCOLABORADORES/'UIA
EASFERRAMENTASPODEMSEROBTIDOSEFECTUANDOOSEU DOWNLOAD
NO ENDEREÎO )NTERNET DO '(' 0ROTOCOL )NITIATIVE WWWGHGPRO
TOCOLORG
!SEMISSÜESRELACIONADASCOMOTRANSPORTESÍOASCATEGORIASDE
EMISSÜES DE '%% QUE ESTÍO EM MAIOR CRESCIMENTO NOS %STADOS
5NIDOS)STOINCLUIVIAGENSEDESLOCAÎÜESCOMERCIAISDENEGØCIOS
EPESSOAIS!OCONTABILIZAREMASEMISSÜESDASDESLOCAÎÜESDOS
TRABALHADORESASEMPRESASPODEMCONCLUIRQUEHÈVÈRIASOPORTU
NIDADES PRÈTICAS PARA AS REDUZIR 0OR EXEMPLO QUANDO A 72)
MUDOUDEINSTALAÎÜESESCOLHEUUMEDIFÓCIOCOMFÈCILACESSOAOS
TRANSPORTESPÞBLICOSREDUZINDOASSIMANECESSIDADEDOSCOLABO
RADORES TEREM DE CONDUZIR PARA O EMPREGO .O SEU CONTRATO DE
ARRENDAMENTO TAMBÏM FOI NEGOCIADO UM ESPAÎO PARA O ESTA
CIONAMENTO DE BICICLETAS PARA AQUELES COLABORADORES QUE VÍO
PARAOEMPREGODEBICICLETA&INALMENTEOSPROGRAMASDETELETRA
BALHO REDUZIRAM SIGNIFICATIVAMENTE AS EMISSÜES COM
DESLOCAÎÜESEVITANDOOUDIMINUINDOANECESSIDADEDEVIAJAR
$"1¡56-0
1BSBQBSUJDJQBSFNNFSDBEPTEF(&&PVQBSBPCUFS
DS¹EJUPTEF(&&TFS²JOBDFJU²WFMRVFEVBTFNQSFTBT
SFDMBNFNBQPTTFEPTNFTNPTCFOTEFFNJTTÆFTTFOEP
BTTJNOFDFTT²SJPHBSBOUJSDM²VTVMBTTVGJDJFOUFTQBSBBTTF
HVSBSRVFJTUPO·PPDPSSFFOUSFFNQSFTBTQBSUJDJQBOUFTWFS
DBQ½UVMP
&TUBCFMFDFOEP-JNJUFT0QFSBDJPOBJT
!""CÈLCULODASEMISSÜESDOCICLODEVIDAÞTILDUM
PRODUTOASSOCIADASAAPLICAÎÜESELÏCTRICAS
! !"" UMA EMPRESA DA ÈREA DA ENERGIA E DA TECNOLOGIA DE
AUTOMAÎÍOSEDEADANA3UÓÎAPRODUZUMAGRANDEVARIEDADEDE
APARELHOSEEQUIPAMENTOSCOMOCORTACIRCUITOSECOMPONENTES
ELÏCTRICASPARAUSOINDUSTRIAL!!""TEMOOBJECTIVODECLARADO
DE EMITIR DECLARAÎÜES AMBIENTAIS DE PRODUTO %NVIRONMENTAL
0RODUCT $ECLARATIONS %0$S PARA TODOS OS SEUS PRODUTOS
INTERNOSCOMBASEEMAVALIAÎÜESDECICLOSDEVIDAÞTIL#OMO
PARTE DO SEU COMPROMISSO A !"" COMUNICA AS EMISSÜES DE
'%%TANTODOFABRICOCOMODOCICLODEVIDAÞTILDOPRODUTOPARA
UMAGRANDEVARIEDADEDOSSEUSPRODUTOSUSANDOUMMÏTODODE
CÈLCULO STANDARD EUMCONJUNTODEPRESSUPOSTOS0OREXEMPLO
OSCÈLCULOSPARAOCICLODEVIDAÞTILPARAUMDADOCOMPONENTE
ELÏCTRICO $RIVE DE BAIXA VOLTAGEM !# DE +7 DA !"" SÍO
EFECTUADOSCOMBASENUMTEMPODEVIDAÞTILESTIMADODE
ANOS E UMA MÏDIA DE HORAS ANUAIS DE UTILIZAÎÍO %STE
DADODAACTIVIDADEÏMULTIPLICADOPELOFACTORMÏDIODEEMISSÍO
DEELECTRICIDADEPARAOSPAÓSESDA/#$%PARAOBTERASEMIS
SÜESDETODOOCICLODEVIDAÞTILDOPRODUTO
¬-")4/3%2%')34/$50,/
0'('0ROTOCOL#ORPORATE3TANDARDGPJDPODFCJEPQBSB
FWJUBSRVFIBKBSFHJTUPEVQMPEFFNJTTÆFTFOUSFEJGFSFOUFT
FNQSFTBTOPT³NCJUPTF1PSFYFNQMPBTFNJTTÆFTEF
³NCJUPEBFNQSFTB"QSPEVUPSBEFFMFDUSJDJEBEF
QPEFNTFSSFHJTUBEBTDPNPTFOEPFNJTTÆFTEF³NCJUPEB
FNQSFTB#DPOTVNJEPSGJOBMEFFMFDUSJDJEBEF
DPOUVEP
FTTBTFNJTTÆFTEF³NCJUPEBFNQSFTB"O·PQPEFNTFS
SFHJTUBEBTDPNPTFOEPFNJTTÆFTEF³NCJUPEBFNQSFTB$
VNBFNQSFTBQBSDFJSBEF"
FORVBOUPBTFNQSFTBT"F$
BQMJDBSFNQPSTJTUFNBBNFTNBBCPSEBHFNEFDPOUSPMPPV
EFQBSUJDJQB¸·PEFDBQJUBMRVBOEPDPOTPMJEBNBTFNJTTÆFT
%PNFTNPNPEPBEFGJOJ¸·PEF³NCJUPO·PQFSNJUFP
SFHJTUPEVQMPEFFNJTTÆFTEF³NCJUPJTUP¹EVBT
FNQSFTBTEJGFSFOUFTO·PQPEFNBNCBTSFHJTUBSFNJTTÆFTEF
³NCJUPQFMBDPNQSBEBNFTNBFMFDUSJDJEBEF&WJUBSFTUF
UJQPEFSFHJTUPEVQMPEFOUSPEBTFNJTTÆFTEF³NCJUP
UPSOBBVNBDBUFHPSJBEFSFHJTUPÈUJMQBSBPTQSPHSBNBTEF
OFHÂDJPEF(&&RVFSFHVMBNPTDPOTVNJEPSFTGJOBJTEF
FMFDUSJDJEBEF
0
#OMPARATIVAMENTECOMASEMISSÜESDEFABRICOASEMISSÜESDO
CICLODEVIDAÞTILDOPRODUTOREPRESENTAMCERCADEPORCENTO
DASEMISSÜESDOCICLODEVIDATOTALPARAESTETIPODE DRIVE!
AMPLITUDEDESTASEMISSÜESEOCONTROLOPORPARTEDA!""DA
CONCEPÎÍO E PERFORMANCE DESTE EQUIPAMENTO PERMITE Ë
EMPRESA INFLUENCIAR SIGNIFICATIVAMENTE AS EMISSÜES DOS
CLIENTES AO MELHORAR A EFICIÐNCIA DO PRODUTO E AJUDANDO OS
CLIENTESONDEESTEJAMENVOLVIDOSPRODUTOSDA!""ACONCEBER
SISTEMASGLOBALMENTEMELHORES!ODEFINIREQUANTIFICARCLARA
MENTE EMISSÜES DA CADEIA DE VALOR TÍO IMPORTANTES A !""
ADQUIRIUUMAVISÍOGLOBALSOBREASSUASEMISSÜESBEMCOMO
UMAMAIORINFLUÐNCIASOBREOSDADOSDASMESMAS
3
*
./4!3
/STERMOShDIRECTOvEhINDIRECTOvTALCOMOSÍOUSADOSNESTEDOCU
MENTONÍODEVEMSERCONFUNDIDOSCOMASUAUTILIZAÎÍONOS
INVENTÈRIOSNACIONAISDE'%%ONDEhDIRECTOvSEREFEREAOSSEISGASES
DE1UIOTOEhINDIRECTOvAOSPERCURSORES./X.-6/#E#/
&
2VBOEPVUJMJ[BEPFNJOJDJBUJWBTFYUFSOBTDPNPPTOFHÂDJPT
EF(&&BTPMJEF[EBTEFGJOJ¸ÆFTEF³NCJUPFFN
DPOKVOUPDPNBBQMJDB¸·PDPOTJTUFOUFUBOUPEBBCPSEBHFN
EFDPOUSPMPDPNPEFQBSUJDJQB¸·PEFDBQJUBMOBEFGJOJ¸·P
EPTMJNJUFTPSHBOJ[BDJPOBJTBQFOBTQFSNJUFBVNBFNQSFTB
EFUFSBQBSUJDJQB¸·POBTFNJTTÆFTEF³NCJUPPV
0ARAALGUNSPROCESSOSDEFABRICOINTEGRADOSCOMOOFABRICODOAMONÓACO
PODERÈNÍOSERPOSSÓVELDISTINGUIRENTREASEMISSÜESDE'%%ORIGINADAS
PELOPROCESSOEAQUELASQUERESULTAMDAPRODUÎÍODEELECTRICIDADECALOR
OUVAPOR
!h%NERGIA,IMPAvINCLUIFONTESDEENERGIARENOVÈVELETECNOLOGIASESPECÓFICAS
DEENERGIALIMPAQUEREDUZEMASEMISSÜESDE'%%RELATIVAMENTEAOUTRAS
FONTESDEENERGIAQUEFORNECEMAREDEELÏCTRICACOMOPOREXPAINÏISSOLARES
FOTOVOLTAICOSENERGIAGEOTERMALGÈSNATURALETURBINASEØLICAS
5MSISTEMADE4$INCLUILINHASDE4$EOUTROSEQUIPAMENTOSDE4$
EXTRANSFORMADORES
h-ATERIAISECOMBUSTÓVEISCOMPRADOSvÏDEFINIDOCOMOSENDOMATERIAL
OUCOMBUSTÓVELQUEÏCOMPRADOOUENTÍOTRAZIDOPARADENTRODOS
LIMITESORGANIZACIONAISDAEMPRESA
0
5
/TERMOhELECTRICIDADEvÏUSADONESTECAPÓTULOCOMOABREVIATURAPARA
ELECTRICIDADEVAPOREAQUECIMENTOARREFECIMENTO
›
/
"
œ
Monitorização das Emissões ao Longo do Tempo
N
O
R
M
A
S
5
A
s empresas geralmente sofrem mudanças estruturais significativas, tais como aquisições, separações e fusões. Estas mudanças
alteram o histórico do perfil de emissões da empresa, dificultando comparações importantes, ao longo do tempo. Para manter a conformidade ao longo
do tempo ou, por outras palavras, para continuar a comparar ”igual com
igual”, têm de ser recalculados dados históricos de emissões.
N O R M A S
O R I E N T A Ç Ã O
34
$"1¡56-0
"TFNQSFTBTQPEFNOFDFTTJUBSEFNPOJUPSJ[BSBTFNJT
TÆFTBPMPOHPEPUFNQPEFWJEPµHSBOEFWBSJFEBEFEF
PCKFDUJWPTEFOFHÂDJPJODMVJOEP
s 3FMBUÂSJPTQÈCMJDPT
s &TUBCFMFDFSBMWPTEF(&&
s (FTU·PEPTSJTDPTFPQPSUVOJEBEFT
s *SBPFODPOUSPEBTOFDFTTJEBEFTEPTJOWFTUJEPSFTFEF
PVUSPTHSVQPTEFJOUFSFTTF
6NBDPNQBSB¸·PTJHOJGJDBUJWBFDPOTJTUFOUFEBTFNJT
TÆFTBPMPOHPEPUFNQPSFRVFSRVFBTFNQSFTBT
FTUBCFMF¸BNVNDPOKVOUPEFEBEPTEFPERFORMANCE
DPNPTRVBJTQPTTBNDPNQBSBSBTFNJTTÆFTFNDVSTP
&TUFDPOKVOUPEFEBEPTEFPERFORMANCE¹SFGFSJEPDPNP
TFOEPBTFNJTTÆFTEPBOPCBTF1BSBRVFBNPOJUPSJ
[B¸·PEBTFNJTTÆFTBPMPOHPEPUFNQPTFKB
DPOTJTUFOUFBTFNJTTÆFTEPBOPCBTFQPEFNUFSRVFTFS
SFDBMDVMBEBTµNFEJEBRVFBTFNQSFTBTTPGSFN
NVEBO¸BTFTUSVUVSBJTTJHOJGJDBUJWBTUBJTDPNP
BRVJTJ¸ÆFTTFQBSB¸ÆFTFGVTÆFT
$POUVEPPQSJNFJSPQBTTPQBSBBNPOJUPSJ[B¸·PEF
FNJTTÆFT¹BTFMFD¸·PEFVNBOPCBTF
3ELECÎÍODOANOBASE
"TFNQSFTBTEFWFNEFTFOWPMWFSVNBQPM½UJDBQBSBSFQFUJS
PTD²MDVMPTEBTFNJTTÆFTEPBOPCBTFEFWFS·PBJOEBEF
VNBGPSNBDMBSBBSUJDVMBSBCBTFFPDPOUFYUPQBSBUPEPT
PTD²MDVMPTRVFUFOIBNEFTFSSFQFUJEPT2VBOEPBQMJD²WFM
EFWFNEFUFSNJOBSRVBJTRVFSiMJNJUFTTJHOJGJDBUJWPTw
VTBEPTQBSBUPNBSEFDJTÆFTTPCSFSFQFUJ¸ÆFTEFD²MDVMPT
EFFNJTTÆFTIJTUÂSJDBTi-JNJUFTTJHOJGJDBUJWPTw¹VN
DSJU¹SJPRVBMJUBUJWPFPVRVBOUJUBUJWPVTBEPQBSBEFGJOJS
RVBJTRVFSBMUFSB¸ÆFTTJHOJGJDBUJWBTOPTEBEPTMJNJUFTEF
JOWFOU²SJPN¹UPEPTPVPVUSPTGBDUPSFTRVFQPTTBNTFS
SFMFWBOUFTEBSFTQPOTBCJMJEBEFEBFNQSFTBEFUFSNJOBS
PTiMJNJUFTTJHOJGJDBUJWPTwRVFJS·PEFTQPMFUBSPSFD²MDVMP
EBTFNJTTÆFTEPBOPCBTFFEFQPJTDPNVOJD²MBTEB
SFTQPOTBCJMJEBEFEPiWFSJGJDBEPSwDPOGJSNBSBBEFT·PEB
FNQSFTBBFTUBQPM½UJDBEFMJNJUFT0TTFHVJOUFTDBTPT
EFWFNEFTQPMFUBSPSFD²MDVMPEBTFNJTTÆFTEPBOPCBTF
s .VEBO¸BTFTUSVUVSBJTOBPSHBOJ[B¸·PRVFSFQPSUB
DPNVNJNQBDUFTJHOJGJDBUJWPOBTTVBTFNJTTÆFTEP
BOPCBTF6NBNVEBO¸BFTUSVUVSBMFOWPMWFBUSBOT
GFSºODJBEFQBSUJDJQB¸ÆFTPVEFDPOUSPMPEBT
BDUJWJEBEFTPVPQFSB¸ÆFTHFSBEPSBTEFFNJTTÆFTEF
VNBFNQSFTBQBSBPVUSB&ORVBOUPVNBQFRVFOB
BMUFSB¸·PFTUSVUVSBMQPEFS²O·PUFSVNJNQBDUFTJHOJ
GJDBUJWPOBTFNJTTÆFTEPBOPCBTFPFGFJUPBDVNVMBEP
EFVNDFSUPOÈNFSPEFNVEBO¸BTFTUSVUVSBJT
NFOPSFTQPEFS²UFSVNJNQBDUFTJHOJGJDBUJWP"T
NVEBO¸BTFTUSVUVSBJTJODMVFN
s
'VTÆFTBRVJTJ¸ÆFTFTFQBSB¸ÆFT
s
/UTSOURCINGEINSOURCING EFBDUJWJEBEFTFNJTTPSBT
s "MUFSB¸ÆFTOBNFUPEPMPHJBEFD²MDVMPPVVNB
NFMIPSJBOBFYBDUJE·PEPTGBDUPSFTEFFNJTT·PPVEPT
EBEPTEFBDUJWJEBEFRVFSFTVMUBNOVNJNQBDUFTJHOJ
GJDBUJWPTPCSFPTEBEPTEFFNJTTÆFTEPBOPCBTF
"
4
&NSFTVNPBTFNJTTÆFTEPBOPCBTFEFWFNTFSSFUSPB
DUJWBNFOUFSFDBMDVMBEBTQBSBSFGMFDUJSFNBTNVEBO¸BTOB
FNQSFTBRVFEFPVUSBGPSNBQPEFSJBNDPNQSPNFUFSB
DPOGPSNJEBEFFSFMFW³ODJBEBJOGPSNB¸·PTPCSFFNJTTÆFT
EF(&&DPNVOJDBEB6NBWF[EFUFSNJOBEPQFMB
FNQSFTBRVBMBTVBQPM½UJDBFNSFMB¸·PBPSFD²MDVMPEBT
FNJTTÆFTEPBOPCBTFEFWFS²BQMJDBSFTTBQPM½UJDBEF
GPSNBDPOTJTUFOUF1PSFYFNQMPEFWFS²SFDBMDVMBSQBSB
BNCPTBVNFOUPTFSFEV¸ÆFTOBTFNJTTÆFTEF(&&
.
s %FTDPCFSUBEFFSSPTTJHOJGJDBUJWPTPVVNEFUFSNJOBEP
OÈNFSPEFFSSPTBDVNVMBEPTRVFOPTFVUPEPTFKBN
TJHOJGJDBUJWPT
3
0BOPCBTFEPJOWFOU²SJPQPEFUBNC¹NTFSWJSEFCBTF
QBSBFTUBCFMFDFSFNPOJUPSJ[BSPQSPHSFTTPFNSFMB¸·P
BPTBMWPTEF(&&DBTPFNRVF¹SFGFSJEPDPNPVNBOP
CBTFiBMWPwWFSDBQ½UVMP
2ECÈLCULODASEMISSÜESDOANOBASE
0
.VJUBTFNQSFTBTTFMFDDJPOBNVNTÂBOPDPNPPTFVBOP
CBTF$POUVEPUBNC¹N¹QPTT½WFMTFMFDDJPOBSVNB
N¹EJBBOVBMEFFNJTTÆFTTPCSFW²SJPTBOPTDPOTFDVUJWPT
1PSFYFNQMPP6,&54FTQFDJGJDBVNBN¹EJBEBT
FNJTTÆFTEFDPNPQPOUPEFSFGFSºODJBQBSB
BNPOJUPSJ[B¸·PEFSFEV¸ÆFT6NBN¹EJBEFW²SJPTBOPT
QPEFBKVEBSBNJOJNJ[BSGMVUVB¸ÆFTBOPSNBJTOBTFNJT
TÆFTEF(&&BTTJNPTEBEPTEFVNTÂBOPQPEFS·PO·P
TFSSFQSFTFOUBUJWPTEPQFSGJMEFFNJTTÆFTU½QJDPEB
FNQSFTB
/
"TFNQSFTBTUºNRVFTFMFDDJPOBSFDPNVOJDBSVNBOP
CBTFQBSBPRVBMFTUFKBNEJTQPO½WFJTEBEPTEFFNJTTÆFT
RVFQPTTBNTFSDPNQSPWBEPTUºNBJOEBRVFFTQFDJGJDBS
RVBJTBTSB[ÆFTRVFMFWBSBNµFTDPMIBEFTTFBOPFN
QBSUJDVMBS
.POJUPSJ[B¸·PEBT&NJTTÆFTBPMPOHPEPUFNQP
/
-ONITORIZA¥ÎODAS%MISSÜESAO,ONGODO4EMPO
!
—
§
SELEC¥ÎODEUMANOBASEEORECÉLCULODASSUAS
EMISSÜESDEVERIAESTARRELACIONADOCOMOSOBJE
CTIVOSDENEGØCIOEOCONTEXTOPARTICULAREMQUESE
ENCONTRAAEMPRESA
!
s 0ARAFINSDECOMUNICA¥ÎODAEVOLU¥ÎOEMRELA¥ÎOAOS
ALVOSDE'%%PÞBLICASVOLUNTÉRIASASEMPRESASPODEM
GUIARSEPELASNORMASEDIRECTRIZESDESTECAPÓTULO
.
4
s 5MAEMPRESASUJEITAAUMPROGRAMADE'%%EXTERNO
PODERÉTERDEENFRENTARNORMASEXTERNASQUEREGULEM
AESCOLHAEORECÉLCULODASEMISSÜESDOANOBASE
!SEMPRESASDEVEMESCOLHERCOMOANOBASEAPRIMEIRASITUA¥ÎO
MAISRELEVANTENOTEMPOPARAAQUALTÐMDADOSFIDEDIGNOS
!LGUMASEMPRESASADOPTARAMCOMOANOBASEPARA
ESTAREMEMCONFORMIDADECOMO0ROTOCOLODE1UIOTO#ONTUDO
OBTERDADOSDECONFIAN¥AEQUEPOSSAMSERVERIFICADOSPARAANOS
BASEHISTØRICOSCOMOODEPODESERUMGRANDEDESAFIO
3EUMAEMPRESACONTINUARACRESCERATRAVÏSDEAQUISI¥ÜESPODE
ADOPTARUMAPOLÓTICAQUEFAZAVAN¥AROUhDESLOCARvOANOBASE
UMDETERMINADONÞMERODEANOSEMINTERVALOSREGULARES/CAPÓ
TULOCONTÏMUMADESCRI¥ÎODESSAhDESLOCA¥ÎODOANOBASEv
INCLUINDOUMACOMPARA¥ÎOCOMAABORDAGEMDOANOBASEFIXO
DESCRITONESTECAPÓTULO5MANOBASEFIXOTEMAVANTAGEMDE
PERMITIRACOMPARA¥ÎODOSDADOSDEEMISSÜESNUMABASEDE
hIGUALPARAIGUALvPORUMPERÓODODETEMPOMAIORDOQUEUMA
ABORDAGEMQUEDESLOQUEOANOBASE!MAIORIADOSPROGRAMASDE
TROCAEDEREGISTODEEMISSÜESREQUEREMAIMPLEMENTA¥ÎODEUMA
POLÓTICADEANOBASEFIXO
2
)
%
s %MRELA¥ÎOAOSOBJECTIVOSDEGESTÎOINTERNAA
EMPRESAPODERÉGUIARSEPELASREGRASEDIRECTRIZES
RECOMENDADASNESTEDOCUMENTOOUENTÎODESENVOLVER
ASUAPRØPRIAABORDAGEMQUEDEVERÉSEGUIRDEFORMA
CONSISTENTE
%SCOLHADOANOBASE
2ECÈLCULODEEMISSÜESDOANOBASEPARAUMAAQUISIÎÍO
/
&)'52!
&ÈBRICA#
%MISSÜESDA
5NIDADE#
5NIDADE"
5NIDADE!
2ECALCULATED&IGURES
&IGURESREPORTEDINRESPECTIVEYEARS
%-)33¿%3'!-!
!NOBASE
!UMENTODE
!QUISIÎÜES'AMMA
PRODUÎÍO
#
!EMPRESA'AMMACONSISTEEMDUASUNIDADESDENEGØCIO!E".OSEUANOBASEANOUMCADAUNIDADEDENEGØCIOEMITE
TONELADASDE#/.OANODOISAEMPRESAPASSAPORUMhCRESCIMENTOORGÉNICOvOQUELEVAAUMAUMENTODASEMISSÜESPARA
TONELADASDE#/ PORUNIDADEDENEGØCIOOUSEJATONELADASDE#/ NOTOTAL!SEMISSÜESDOANOBASENESTECASONÍOSÍORECAL
CULADAS.OINÓCIODOANOTRÐSAEMPRESAADQUIREAFÈBRICADEPRODUÎÍO#DEOUTRAEMPRESA!EMISSÍOANUALDAFÈBRICA#NOANO
UMFOIDETONELADASDE#/ EDETONELADASDE#/ NOSANOSDOISETRÐS/TOTALDASEMISSÜESDAEMPRESA'AMMANOANOTRÐS
INCLUINDOAFÈBRICA#FOIPORTANTODETONELADASDE#/0ARAMANTERACONFORMIDADEAOLONGODOTEMPOAEMPRESARECALCULAAS
SUASEMISSÜESDOANOBASEPARALEVAREMCONTAAAQUISIÎÍODAFÈBRICA#!SEMISSÜESDOANOBASEAUMENTAMEMTONELADASDE
#/ˆAQUANTIDADEDEEMISSÜESPRODUZIDASPELAFÈBRICA#NOANOBASEDAEMPRESA'AMMA!SEMISSÜESDOANOBASERECALCULADAS
SÍODETONELADASDE#/'AMMATAMBÏMCOMUNICAOPCIONALMENTETONELADASDE#/COMOEMISSÜESRECALCULADASPARAO
ANODOIS
#!0°45,/
.POJUPSJ[B¸·PEBT&NJTTÆFTBP-POHPEP5FNQP
$"1¡56-0
&)'52!
2ECÈLCULODEEMISSÜESDOANOBASEPARAUMDESAPOSSAMENTO
&ÈBRICA#
5NIDADE"
5NIDADE!
%-)33¿%3"%4!
&IGURESREPORTEDINRESPECTIVEYEARS
2ECALCULATEDFIGURES
!NOBASE
!UMENTODE
PRODUÎÍO
"ETADESINVESTEEM#
/
5
4IMING DOSRECÈLCULOSPARAALTERAÎÜESESTRUTURAIS
œ
›
0
2VBOEPPDPSSFNNVEBO¸BTFTUSVUVSBJTTJHOJGJDBUJWBTB
NFJPEPBOPBTFNJTTÆFTEPBOPCBTFEFWFSJBNTFS
SFDBMDVMBEBTQBSBPBOPJOUFJSPFO·PTÂQBSBP
SFTUBOUFQFS½PEPEFUFNQPBQÂTBBMUFSB¸·PFTUSVUVSBM
*TUPFWJUBUFSRVFTFSFDBMDVMBSBTFNJTTÆFTEPBOPCBTF
PVUSBWF[OPBOPTFHVJOUF%BNFTNBGPSNBBTFNJT
TÆFTEPBOPDPSSFOUFEFWFNTFSSFDBMDVMBEBTQBSBPBOP
UPEPQBSBNBOUFSBDPOGPSNJEBEFDPNPTSFD²MDVMPTEP
BOPCBTF4FO·PGPSQPTT½WFMGB[FSPTSFD²MDVMPTOPBOP
EBBMUFSB¸·PFTUSVUVSBMQPSFYEFWJEPB
"
"TBMUFSB¸ÆFTFTUSVUVSBJTGB[FNEFTQPMFUBSPTSFD²MDVMPT
QPSRVFTFMJNJUBNBUSBOTGFSJSFNJTTÆFTEFVNBFNQSFTB
QBSBPVUSBTFNOFOIVNBBMUFSB¸·PEFFNJTTÆFTMJCFS
&
%MISSÜESDOANOBASE
2ECÈLCULOPARAALTERAÎÜESESTRUTURAIS
"TGJHVSBTFJMVTUSBNPFGFJUPEFBMUFSB¸ÆFTFTUSVUV
SBJTFBBQMJDB¸·PEFTUBOPSNBOPSFD²MDVMPEBT
FNJTTÆFTEPBOPCBTF
*
"EFDJT·PEFSFDBMDVMBSPVO·PBTFNJTTÆFTEPBOPCBTF
EFQFOEFEBJNQPSU³ODJBEBTBMUFSB¸ÆFT"EFUFSNJOB¸·P
EFVNBBMUFSB¸·PTJHOJGJDBUJWBQPEFOFDFTTJUBSRVFTF
UFOIBFNDPOTJEFSB¸·PPFGFJUPBDVNVMBEPOBTFNJTTÆFT
EPBOPCBTFEFVNEBEPOÈNFSPEFQFRVFOBTBRVJTJ¸ÆFT
PVEFTBQPTTBNFOUPT0'('0ROTOCOL#ORPORATE
3TANDARDO·PGB[RVBMRVFSSFDPNFOEB¸·PFTQFD½GJDB
TPCSFPRVFSFQSFTFOUBiTJHOJGJDBUJWPTw$POUVEPBMHVOT
QSPHSBNBTEF(&&FTQFDJGJDBNMJNJUFTOVN¹SJDPT
iTJHOJGJDBUJWPTwUBJTDPNPP#ALIFORNIA#LIMATE!CTION
2EGISTRYPOEFPMJNJBSEFBMUFSB¸·P¹EFQPSDFOUP
EBTFNJTTÆFTEPBOPCBTFRVFT·PEFUFSNJOBEBTOVNB
CBTFDVNVMBUJWBBQBSUJSEPNPNFOUPFNRVFPBOPCBTF
¹FTUBCFMFDJEP
UBEBTQBSBBBUNPTGFSBQPSFYFNQMPVNBBRVJTJ¸·PPV
VNEFTJOWFTUJNFOUPTÂUSBOTGFSFNFNJTTÆFTEF(&&
FYJTUFOUFTEPJOWFOU²SJPEFVNBFNQSFTBQBSBPEB
PVUSB
3
,IMITESSIGNIFICATIVOSPARARECÈLCULOS
0
!EMPRESA"ETACONSISTEEMTRÐSUNIDADESDENEGØCIO!"E##ADAUNIDADEDENEGØCIOEMITETONELADASDE#/ EOTOTALDEEMISSÜESDAEMPRESA
ÏDETONELADASDE#/NOANOBASEANOUM.OANODOISAPRODUÎÍODAEMPRESACRESCEULEVANDOAOAUMENTODEEMISSÜESPARATONELADASDE
#/ PORUNIDADEDENEGØCIOOUSEJATONELADASDE#/ NOTOTAL.OINÓCIODOANOTRÐS"ETASEPARASEDAUNIDADEDENEGØCIO#EASSUASEMISSÜES
ANUAISSÍOAGORADETONELADASREPRESENTANDOUMAAPARENTEREDUÎÍODETONELADASRELATIVAMENTEËSEMISSÜESDOANOBASE#ONTUDOPARA
MANTERACONFORMIDADEAOLONGODOTEMPOAEMPRESARECALCULAASSUASEMISSÜESDOANOBASEPARATEREMCONTAODESINVESTIMENTODAUNIDADEDE
NEGØCIO#!SEMISSÜESDOANOBASEDIMINUÓRAMEMTONELADASDE#/ AQUANTIDADEDEEMISSÜESPRODUZIDASPELAUNIDADEDENEGØCIO#NOANO
BASE!SEMISSÜESDOANOBASERECALCULADASSÍOAGORADETONELADASDE#/ASEMISSÜESDAEMPRESA"ETAPARECEMTERAUMENTADOEMTONELADAS
DE#/AOLONGODOSTRÐSANOS"ETAOPCIONALMENTECOMUNICATONELADASDE#/COMOSENDOASEMISSÜESRECALCULADASPARAOANODOIS
›
GBMUBEFEBEPTEFVNBFNQSFTBBERVJSJEB
PTSFD²MDVMPT
QPEFS·PTFSFGFDUVBEPTOPBOPTFHVJOUF
)NEXISTÐNCIADERECÈLCULOSDEEMISSÜESDOANO
BASEPARAUNIDADESQUENÍOEXISTIAMNOANOBASE
œ
0
.POJUPSJ[B¸·PEBT&NJTTÆFTBP-POHPEP5FNQP
2ECÈLCULOSDEVIDOAALTERAÎÜESNAMETODOLOGIA
DECÈLCULOOUAUMENTODAPRECISÍODOSDADOS
"TFNJTTÆFTEPBOPCBTFO·PT·PSFDBMDVMBEBTTFB
FNQSFTBGJ[FSVNBBRVJTJ¸·PEFPVINSOURCING
PQFSB¸ÆFT
RVFO·PFYJTUJBNOPTFVBOPCBTF1PEFS²TÂTFFGFDUVBS
VNSFD²MDVMPEFEBEPTIJTUÂSJDPTBQBSUJSEPBOPFNRVFB
FNQSFTBBERVJSJEBQBTTPVBFYJTUJS0NFTNPTFBQMJDBOPT
DBTPTFNRVFBFNQSFTBGB[VNEFTJOWFTUJNFOUPEFPV
OUTSOURCING
PQFSB¸ÆFTRVFO·PFYJTUJBNOPBOPCBTF
3
*
&
/
5
"
6NBFNQSFTBQPEFDPNVOJDBSBTNFTNBTGPOUFTEF
FNJTTÆFTEF(&&JHVBJTµTEPTBOPTBOUFSJPSFTNBT
FGFDUVBSBTVBNFEJ¸·PPVD²MDVMPEFGPSNBEJGFSFOUF
1PSFYFNQMPVNBFNQSFTBQPEFUFSVTBEPVNGBDUPSEF
FNJTTÆFTOBDJPOBMQBSBHFSB¸·PEFFOFSHJBFM¹DUSJDB
QBSBFTUJNBSBTFNJTTÆFTEF³NCJUPOPBOPVNEF
SFMBUÂSJP"OPTNBJTUBSEFQPEFS²PCUFSGBDUPSFTEF
FNJTT·PFTQFD½GJDPTQBSBVUJMJU²SJPTNBJTQSFDJTPTQBSB
PBOPDPSSFOUFCFNDPNPQBSBPTBOPTBOUFSJPSFT
RVF
NFMIPSSFGMJDUBNBTFNJTTÆFTEF(&&BTTPDJBEBTµ
FMFDUSJDJEBEFRVFDPNQSPV4FBTEJGFSFO¸BTEFFNJTTÆFT
SFTVMUBOUFTEFUBMBMUFSB¸·PGPSFNTJHOJGJDBUJWBTPT
EBEPTIJTUÂSJDPTT·PSFDBMDVMBEPTBQMJDBOEPPTOPWPT
EBEPTFPVBOPWBNFUPEPMPHJB
0
1PSWF[FTBJOUSPEV¸·PEFEBEPTNBJTFYBDUPTQPEF
O·PTFBQMJDBSEFVNBGPSNBDPFSFOUFBUPEPTPTBOPT
BOUFSJPSFTQPEFS²BJOEBBDPOUFDFSRVFPTOPWPTEBEPT
iQPOUPTEFNFEJ¸·Pw
O·PFTUFKBNEJTQPO½WFJTQBSB
BOPTBOUFSJPSFT"FNQSFTBQPEFS²UFSRVFJHOPSBSFTUFT
EBEPTPVFOU·PBBMUFSB¸·POBGPOUFEFEBEPTQPEFS²TFS
SFDPOIFDJEBNFTNPTFNFGFDUVBSSFD²MDVMPT&TUF
SFDPOIFDJNFOUPEFWFS²TFSGFJUPOPSFMBUÂSJPUPEPTPT
BOPTQBSBBVNFOUBSBUSBOTQBSºODJBTFO·POPWPT
VUJMJ[BEPSFTEPSFMBUÂSJPOPTEPJTPVUSºTBOPTTFHVJOUFT
µBMUFSB¸·PQPEFS·PUJSBSDPODMVTÆFTFSSBEBTBSFTQFJUP
EBPERFORMANCEEBFNQSFTB
2VBJTRVFSBMUFSB¸ÆFTOPGBDUPSEFFNJTT·PPVOPTEBEPT
EBBDUJWJEBEFRVFDPSSFTQPOEBNBBMUFSB¸ÆFTDPODSFUBT
EBTFNJTTÆFTQPSFYBMUFSB¸ÆFTOPUJQPEFDPNCVTU½WFM
PVOBUFDOPMPHJB
O·PGB[FNEFTQPMFUBSPSFD²MDVMP
2ELATØRIOSOPCIONAISPARARECÈLCULOS
"JOGPSNB¸·PPQDJPOBMRVFBTFNQSFTBTQPEFNDPNV
OJDBSTPCSFSFD²MDVMPJODMVJ
s 0TEBEPTEBTFNJTTÆFTEF(&&SFDBMDVMBEPTQBSB
UPEPTPTBOPTEFTEFPBOPCBTFBU¹BPBDUVBM
s 5PEBTBTFNJTTÆFTBDUVBJTUBMDPNPDPNVOJDBEBTOPT
SFTQFDUJWPTBOPTOPQBTTBEPDPNPQPSFYPTWBMPSFT
RVFO·PUFOIBNTJEPSFDBMDVMBEPT$PNVOJDBSPT
WBMPSFTPSJHJOBJTQBSBBM¹NEPTWBMPSFTSFDBMDVMBEPT
DPOUSJCVJQBSBBUSBOTQBSºODJBVNBWF[RVFJMVTUSBB
FWPMV¸·PEBFTUSVUVSBEBFNQSFTBBPMPOHPEP
UFNQP
$"1¡56-0
"GJHVSBJMVTUSBVNBTJUVB¸·PPOEFO·P¹OFDFTT²SJP
SFDBMDVMBSBTFNJTTÆFTEPBOPCBTFVNBWF[RVFBOPWB
VOJEBEFGPJBERVJSJEBBQÂTPBOPCBTFUFSTJEPFTUBCFMFDJEP
)NEXISTÐNCIADERECÈLCULOSPARA
OUTSOURCINGINSOURCING SECOMUNICADOSSOBO
ÉMBITOEOUÉMBITO
"MUFSB¸ÆFTFTUSVUVSBJTEFWJEPBOUTSOURCINGPVINSOURCINGO·P
GB[FNEFTQPMFUBSPSFD²MDVMPEFFNJTTÆFTEPBOPCBTFTFB
FNQSFTBFTUJWFSBDPNVOJDBSBTTVBTFNJTTÆFTJOEJSFDUBTEF
BDUJWJEBEFTEFOUTSOURCINGPVEFINSOURCINGSFMFWBOUFT1PS
FYFNQMPBQSPEV¸·POPFYUFSJPSFNOUTSOURCING
EFFMFDUSJDJ
EBEFDBMPSPVWBQPSO·PGB[EFTQPMFUBSPSFD²MDVMPEF
FNJTTÆFTEPBOPCBTFVNBWF[RVFP'('0ROTOCOL#ORPORATE
3TANDARDSFRVFSSFMBUÂSJPTEF³NCJUP$POUVEPBTBDUJWJ
EBEFTEFOUTSOURCINGINSOURCINGRVFUSPRVFNFNJTTÆFT
TJHOJGJDBUJWBTFOUSFPT³NCJUPTFRVBOEPP³NCJUPO·P¹
DPNVOJDBEPGB[FNEFTQPMFUBSPSFD²MDVMPEBTFNJTTÆFTEPBOP
CBTFQPSFYRVBOEPBFNQSFTBGB[POUTSOURCINGEPUSBOT
QPSUFEFQSPEVUPT
4FBFNQSFTBEFDJEJSNPOJUPSJ[BSBTFNJTTÆFTBPMPOHPEP
UFNQPTFQBSBEBNFOUFQBSBPTEJGFSFOUFT³NCJUPTFDPN
EJGFSFOUFTBOPTCBTFQBSBDBEB³NCJUP¹GFJUPPSFD²MDVMP
EBTFNJTTÆFTEPTBOPTCBTFQBSBOUTSOURCING PV INSOURCING
%.$%3!RECÈLCULODASEMISSÜESDOANOBASE
DEVIDOAALTERAÎÜESESTRUTURAIS
/'('0ROTOCOL#ORPORATE3TANDARDREQUERQUESEESTABELEÎAUMANOBASEPARA
COMPARARASEMISSÜESAOLONGODOTEMPO0ARASEPODERCOMPARARAOLONGODO
TEMPOASEMISSÜESDOANOBASETÐMDESERRECALCULADASSEOCORREREMQUAIS
QUERALTERAÎÜESESTRUTURAISNAEMPRESA.UMNEGØCIOFECHADOEM*ANEIRODE
O 'RUPO %.$%3! UMA EMPRESA PRODUTORA DE ENERGIA SEDEADA EM
%SPANHAVENDEUASUAPARTICIPAÎÍODEPORCENTONA6IESGOUMAPARTEDO
SEUNEGØCIODEPRODUÎÍODEENERGIAEM%SPANHAË%.%,UMAEMPRESADE
ENERGIA ITALIANA 0ARA CONTABILIZAR ESTA ALTERAÎÍO ESTRUTURAL AS EMISSÜES
HISTØRICASDASSEISCENTRAISDEENERGIAINCLUÓDASNAVENDAJÈNÍOFORAMREGIS
TADASNOINVENTÈRIODE'%%DA%.$%3!SENDOPORISSORETIRADASDASSUAS
EMISSÜESDOANOBASE%STERECÈLCULOFORNECEË%.$%3!UMQUADROMAIS
COMPLETOECOMPARÈVELDASSUASEMISSÜESHISTØRICAS
$"1¡56-0
.POJUPSJ[B¸·PEBT&NJTTÆFTBP-POHPEP5FNQP
& ) ' 5 2 ! !QUISIÎÍODEUMAVARIEDADEQUEPASSAAEXISTIRAPØSESTABELECIMENTODOANOBASE
&ÈBRICA#
&IGURESREPORTEDINRESPECTIVEYEARS
%-)33¿%34%4!
5NIDADE"
5NIDADE!
2ECALCULATEDFIGURES
!NO"ASE
!UMENTO0RODUÎÍO
4ETA
ADQUIRE#
0
!EMPRESA4ETAÏCONSTITUÓDAPORDUASUNIDADESDENEGØCIO!E".OSEUANOBASEANOUMAEMPRESAEMITIUTONELADASDE#/.OANODOISA
EMPRESASOFREUMCRESCIMENTOORGÉNICOLEVANDOAUMAUMENTODEEMISSÜESPARATONELADASDE#/ PORUNIDADEDENEGØCIOOUSEJATONELADAS
DE#/ NOTOTAL.ESTECASOASEMISSÜESDOANOBASENÍOSÍORECALCULADAS.OINÓCIODOANOTRÐSA4ETAADQUIREAFÈBRICADEPRODUÎÍO#DEOUTRA
EMPRESA!FÈBRICA#SØEXISTEDESDEOANODOISSENDOASSUASEMISSÜESDETONELADASDE#/NOANODOISEDETONELADASDE#/NOANOTRÐS/
TOTALDASEMISSÜESDAEMPRESA4ETANOANOTRÐSINCLUINDOASDAFÈBRICA#ÏPORTANTODETONELADASDE#/.ESTEEXEMPLODEAQUISIÎÍOOANOBASE
DEEMISSÜESDA4ETANÍOSERÈALTERADOPORQUEAFÈBRICA#ENTRETANTOADQUIRIDANÍOEXISTIAQUANDOFOIESTABELECIDOOANOBASEDA4ETA!SEMISSÜESDO
ANOBASEDA4ETAMANTÐMSEPORTANTONASTONELADASDE#/!4ETAOPCIONALMENTECOMUNICATONELADASCOMOSENDOOVALORRECALCULADOPARAAS
EMISSÜESDOANODOIS
3
&
/
5
"
"TFNJTTÆFTEPBOPCBTFCFNDPNPRVBJTRVFSEBEPT
IJTUÂSJDPTO·PT·PSFDBMDVMBEPTQBSBDSFTDJNFOUPPV
EFDM½OJPPSH³OJDP0DSFTDJNFOUPEFDM½OJPPSH³OJDP
SFGFSFNTFBBVNFOUPTPVEJNJOVJ¸ÆFTOPOUTPUTEF
QSPEV¸·PBMUFSB¸ÆFTOPiMIXwEFQSPEVUPTCFNDPNP
BPGFDIPFBCFSUVSBEFVOJEBEFTEFOFHÂDJPEFUJEBTPV
DPOUSPMBEBTQFMBFNQSFTB"MÂHJDBEJTUP¹RVFP
DSFTDJNFOUPPVEFDM½OJPPSH³OJDPTSFTVMUBNOVNB
BMUFSB¸·PEFFNJTTÆFTQBSBBBUNPTGFSBUFOEPRVFTFS
DPOUBCJMJ[BEPTDPNPVNBVNFOUPPVEJNJOVJ¸·POP
QFSGJMEFFNJTTÆFTEBFNQSFTBBPMPOHPEPUFNQP
*
)NEXISTÐNCIADERECÈLCULOPARACRESCIMENTO
OUDECLÓNIOORGÉNICO
./4!3
0ARAMAISINFORMAÎÍOSOBRETIMINGDOSRECÈLCULOSDASEMISSÜESDOANO
BASECONSULTEODOCUMENTODEDIRECTRIZESh"ASEYEARRECALCULATION
METHODOLOGIESFORSTRUCTURALCHANGESvh-ETODOLOGIASPARARECÈLCULODO
ANOBASEDEVIDOAALTERAÎÜESESTRUTURAISvNOWEBSITEDO0ROTOCOLO'%%
WWWGHGPROTOCOLORG
0
›
/STERMOSUSADOSNESTETØPICOPODEMSERCONFUSOS!SEMISSÜESDOANO
BASEDEVEMSERDIFERENCIADASDOTERMOhBASELINEvhLINHABASEvQUEÏ
MAISUSADONOCONTEXTODEREGISTOSBASEADOSEMPROJECTOS/TERMOANO
BASEUTILIZASEPARACOMPARAÎÍODASEMISSÜESAOLONGODOTEMPO
ENQUANTOQUEUMAhLINHABASEvÏUMCENÈRIOHIPOTÏTICODOQUETERIAM
SIDOASEMISSÜESDE'%%NAAUSÐNCIADEUMPROJECTOOUACTIVIDADE
PARAREDUÎÍODE'%%
œ
/
2
)
%
.
4
!
—
§
/
)DENTIFICA¥ÎOE#ÉLCULODAS%MISSÜESDE'%%
5
MAVEZESTABELECIDOSOSLIMITESDOINVENTÈRIOASEMPRESASGERALMENTE
CALCULAMASEMISSÜESDE'%%ATRAVÏSDOSSEGUINTESPASSOS
)DENTIFICARASFONTESDEEMISSÍODE'%%
3ELECCIONARUMAMETODOLOGIADECÈLCULOPARAASEMISSÜESDE'%%
2ECOLHERDADOSDAACTIVIDADEESELECCIONAROSFACTORESDEEMISSÍO
!PLICARASFERRAMENTASDECÈLCULO
2EGISTAROSDADOSDEEMISSÜESDE'%%AONÓVELDOGRUPOEMPRESARIAL
%STECAPÓTULODESCREVEESTESPASSOSEASFERRAMENTASDECÈLCULODESENVOLVIDAS
PELO0ROTOCOLODE'%%!SFERRAMENTASDECÈLCULOESTÍODISPONÓVEISNOWEBSITEDO
'('0ROTOCOL)NITIATIVEEMWWWGHGPROTOCOLORG
/ 2 ) % . 4 ! — § /
$ " 1 ¡ 5 6 - 0 *EFOUJGJDB¸·PF$²MDVMPEBT&NJTTÆFTEF(&&
1BSBDSJBSVNSFHJTUPFYBDUPEBTTVBTFNJTTÆFTBT
FNQSFTBTQFOTBSBNRVFTFSJBÈUJMEJWJEJSPUPUBMEBT
FNJTTÆFTFNDBUFHPSJBTFTQFD½GJDBT*TUPQFSNJUFB
VNBFNQSFTBVTBSNFUPEPMPHJBTFTQFDJGJDBNFOUF
EFTFOWPMWJEBTQBSBDBMDVMBSDPNNBJPSQSFDJT·PBT
FNJTTÆFTEFDBEBDBUFHPSJBEFTFDUPSFGPOUF
)DENTIFICARASFONTESDEEMISSÍODE'%%
0QSJNFJSPEPTDJODPQBTTPTOBJEFOUJGJDB¸·PFD²MDVMP
EBTFNJTTÆFTEVNBFNQSFTBDPNPTFQPEFPCTFSWBSOB
GJHVSB¹DBUBMPHBSBTGPOUFTEF(&&EFOUSPEPT
MJNJUFTEFTTBFNQSFTB"TFNJTTÆFTEF(&&PDPSSFN
UJQJDBNFOUFBQBSUJSEBTTFHVJOUFTDBUFHPSJBTEFGPOUFT
s $PNCVTU·PFTUBDJPO²SJB DPNCVTU·PEFDPNCVTU½WFJT
FNFRVJQBNFOUPFTUBDJPO²SJPUBMDPNPDBMEFJSBT
GPSOPTRVFJNBEPSFTUVSCJOBTBRVFDFEPSFTJODJOFS
BEPSBTNPUPSFTFUD
s $PNCVTU·PNÂWFM DPNCVTU·PEFDPNCVTU½WFJTFN
FRVJQBNFOUPTEFUSBOTQPSUFUBJTDPNPBVUPNÂWFJT
DBNJÆFTBVUPDBSSPTDPNCPJPTBWJÆFTCBSDPT
OBWJPTFUD
&)'52!
0ASSOSPARAAIDENTIFICAÎÍOECÈLCULODASEMISSÜESDE'%%
)DENTIFICARAS&ONTES
3ELECCIONARA-ETODOLOGIADE#ÈLCULO
2ECOLHER$ADOSE3ELECCIONAROS&ACTORESDE%MISSÍO
!PLICARAS&ERRAMENTASDE#ÈLCULO
2EGISTAROS$ADOSAO.ÓVELDO'RUPO%MPRESARIAL
3
BMVN½OJPDJNFOUPFUD0TGBCSJDBOUFTRVFHFSBNFNJTTÆFTEF
QSPDFTTPTFRVFQPTTVFNPVDPOUSPMBNMPDBJTEFQSPEV¸·PEF
FOFSHJBQSPWBWFMNFOUFUFS·PFNJTTÆFTEJSFDUBTEFUPEBTBT
DBUFHPSJBTQSJODJQBJTEFGPOUFT"TFNQSFTBTEFFTDSJUÂSJP
QPEFS·PO·PUFSRVBJTRVFSFNJTTÆFTEJSFDUBTEF(&&
FYDFQUPOPTDBTPTFNRVFQPTTVFNPVPQFSBNVNWF½DVMP
BQBSFMIPEFDPNCVTU·PPVFRVJQBNFOUPEFSFGSJHFSB¸·PFBS
DPOEJDJPOBEP(FSBMNFOUFBTFNQSFTBTGJDBNTVSQSFFOEJEBT
BPTFBQFSDFCFSFNRVFBTFNJTTÆFTNBJTTJHOJGJDBUJWBT
QSPWºFNEFGPOUFTRVFJOJDJBMNFOUFO·PT·PÂCWJBTWFSP
CASESTUDYDA5NITED4ECHNOLOGIES
0
s &NJTTÆFTEFQSPDFTTP FNJTTÆFTEFQSPDFTTPTG½TJDPT
PVRV½NJDPTUBJTDPNPP$0EPQBTTPEFDBMDJOB¸·P
OPGBCSJDPEFDPNFOUP$0EBTGFOEBTEPTDBUBMJ
TBEPSFTOPQSPDFTTBNFOUPQFUSPRV½NJDPBTFNJTTÆFT
EF1'$EBGVOEJ¸·PEPBMVN½OJPFUD
)$%.4)&)#!2%-)33¿%3$%°-")4/
0QSÂYJNPQBTTP¹JEFOUJGJDBSBTGPOUFTEFFNJTT·PJOEJ
SFDUBQFMPDPOTVNPEFFMFDUSJDJEBEFDBMPSPVWBQPS
BERVJSJEPT2VBTFUPEPTPTOFHÂDJPTHFSBNFNJTTÆFTJOEJ
SFDUBTEFWJEPµDPNQSBEFFMFDUSJDJEBEFRVF¹VUJMJ[BEBOPT
TFVTQSPDFTTPTPVTFSWJ¸PT
)$%.4)&)#!2%-)33¿%3$%°-")4/
/
5PEPTPTOFHÂDJPTUºNQSPDFTTPTQSPEVUPTPVTFSWJ¸PTRVF
HFSBNFNJTTÆFTEJSFDUBTFPVJOEJSFDUBTEFVNBPVNBJTEBT
WBSJBE½TTJNBTDBUFHPSJBTEFGPOUFBDJNBEFTDSJUBT"TGFS
SBNFOUBTEFD²MDVMPEP1SPUPDPMPEF(&&T·PPSHBOJ[BEBT
DPNCBTFOFTUBTDBUFHPSJBT0"OFYP%GPSOFDFVNBWJT·P
HMPCBMEBTGPOUFTEFFNJTT·PEF(&&EJSFDUBTFJOEJSFDUBT
PSHBOJ[BEBTQPS³NCJUPTFQPSTFDUPSFTJOEVTUSJBJTRVFQPEF
TFSWJSEFHVJBJOJDJBMQBSBJEFOUJGJDBSBTNBJPSFTGPOUFTEF
FNJTT·PEF(&&
&TUFQBTTPPQDJPOBMFOWPMWFBJEFOUJGJDB¸·PEFPVUSBTFNJTTÆFT
JOEJSFDUBTEFBDUJWJEBEFTBTDFOEFOUFTFEFTDFOEFOUFTEFVNB
FNQSFTBBTTJNDPNPFNJTTÆFTBTTPDJBEBTDPN
DPOUSBUPTOUTSOURCINGEFGBCSJDPSFOEBTPVFRANCHISINGO·P
JODMV½EPTOPT³NCJUPTF
5
"
œ
›
0
$PNPQSJNFJSPQBTTPVNBFNQSFTBEFWFSFBMJ[BSVNFYFS
D½DJPQBSBJEFOUJGJDBSBTTVBTGPOUFTEFFNJTT·PEJSFDUBFN
DBEBVNBEBTRVBUSPDBUFHPSJBTEFGPOUFBDJNBSFGFSJEBT"T
FNJTTÆFTEFQSPDFTTPTHFSBMNFOUFTÂT·PSFMFWBOUFTQBSB
DFSUPTTFDUPSFTJOEVTUSJBJTUBJTDPNPPQFUSÂMFPFPH²T
&
)$%.4)&)#!2%-)33¿%3$%¬-")4/
"JODMVT·PEFFNJTTÆFTEF³NCJUPQFSNJUFBPTOFHÂDJPT
BMBSHBSFNPTTFVTMJNJUFTEFJOWFOU²SJPBPMPOHPEBTVBDBEFJB
EFWBMPSQPEFOEPBTTJNJEFOUJGJDBSUPEBTBTFNJTTÆFTEF(&&
SFMFWBOUFT*TUPQFSNJUFVNBWJT·PBMBSHBEBEPTW²SJPTFMPTEF
OFHÂDJPFQPTT½WFJTPQPSUVOJEBEFTQBSBTJHOJGJDBUJWBTSFEV¸ÆFT
OBTFNJTTÆFTEF(&&RVFQPEFS·PFYJTUJSBO½WFJTTVQFSJPSFTPV
JOGFSJPSFTEBTPQFSB¸ÆFTJNFEJBUBTEFVNBFNQSFTBWFSDBQ½UVMP
QBSBVNBWJT·PHMPCBMEBTBDUJWJEBEFTRVFQPEFNHFSBSFNJT
TÆFTEF(&&BPMPOHPEBDBEFJBEFWBMPSEFVNBFNQSFTB
*
s 'VHBEF&NJTTÆFT EFTDBSHBTJOUFODJPOBJTFO·P
JOUFODJPOBJTUBJTDPNPGVHBTFNFMPTEFMJHB¸·POPT
TFMPTFNCBMBHFOTBTTJNDPNPFNJTTÆFTGVHJUJWBTEF
NPOUFTEFDBSW·PUSBUBNFOUPEF²HVBTSFTJEVBJT
QP¸PTUPSSFTEFBSSFGFDJNFOUPG²CSJDBTEFQSPDFT
TBNFOUPEFH²TFUD
0
*EFOUJGJDB¸·PF$²MDVMPEBT&NJTTÆFTEF(&&
›
3ELECCIONARUMAMETODOLOGIADECÈLCULO
&
/
5
"
œ
/·P¹DPNVNFGFDUVBSNFEJ¸ÆFTEJSFDUBTEFFNJTTÆFTEF(&&
QFMBNPOJUPSJ[B¸·PEBUBYBEFDPODFOUSB¸·PFEFGMVYP
/PSNBMNFOUFBTFNJTTÆFTQPEFNTFSDBMDVMBEBTDPNCBTFFN
CBMBO¸PTEFNBTTBPVD²MDVMPTFTUFRVJPN¹USJDPTFTQFD½GJDPT
QBSBVNEBEPMPDBMEFUSBCBMIPPVQSPDFTTP$POUVEPBBCPS
EBHFNNBJTDPNVNQBSBDBMDVMBSFNJTTÆFTEF(&&¹BUSBW¹T
EBBQMJDB¸·PEFGBDUPSFTEFFNJTT·PEPDVNFOUBEPT&TUFT
GBDUPSFTT·PS²DJPTRVFSFMBDJPOBNBTFNJTTÆFTEF(&&DPN
NFEJEBTEFBDUJWJEBEFOVNBGPOUFEFFNJTT·P"TEJSFDUSJ[FTEP
*1$$*1$$
T·PSFMBUJWBTBVNBIJFSBSRVJBEF
NFUPEPMPHJBTFU¹DOJDBTEFD²MDVMPRVFW·PEFTEFBBQMJDB¸·PEF
GBDUPSFTEFFNJTT·PHFO¹SJDPTBU¹µNPOJUPSJ[B¸·PEJSFDUB
0
3
*
&NNVJUPTDBTPTQBSUJDVMBSNFOUFRVBOEPBNPOJUPSJ[B¸·P
EJSFDUBO·PFTU²EJTQPO½WFMPVFOU·P¹FYUSFNBNFOUF
EJTQFOEJPTBPTEBEPTEBTFNJTTÆFTQPEFNTFSDBMDVMBEPTDPN
HSBOEFQSFDJT·PBQBSUJSEPTEBEPTEFDPOTVNPEFDPNCVTU½WFM
.FTNPPTDPOTVNJEPSFTFNNFOPSFTDBMBOPSNBMNFOUFTBCFN
BRVBOUJEBEFEFDPNCVTU½WFMDPOTVNJEPUFOEPBJOEBBDFTTPB
EBEPTTPCSFPDPOUFÈEPEFDBSCPOPEPDPNCVTU½WFMBUSBW¹TEF
DPFGJDJFOUFTQS¹EFGJOJEPTEFDPOUFÈEPEFDBSCPOPPVFOU·P
BUSBW¹TEFBNPTUSBTQFSJÂEJDBTEFDPNCVTU½WFMNBJTQSFDJTBT
"TFNQSFTBTEFWFS·PVUJMJ[BSBNFUPEPMPHJBEFD²MDVMPRVF
HBSBOUJSNBJPSQSFDJT·PEFFOUSFBTRVFUºNEJTQPO½WFJTTFOEP
JTTPBQSPQSJBEPQBSBPDPOUFYUPEPTTFVTSFMBUÂSJPT
5NITED4ECHNOLOGIES#ORPORATION
-AISDOQUESEPENSA
%MA5NITED4ECHNOLOGIES#ORPORATION54#UMACORPO
RAÎÍOINTERNACIONALAEROESPACIALEDETECNOLOGIADESISTEMAS
DE CONSTRUÎÍO NOMEOU UMA EQUIPA PARA ESTABELECER LIMITES
PARA O SEU NOVO PROGRAMA .ATURAL 2ESOURCE #ONSERVATION
%NERGYAND7ATER5SE2EPORTING0ROGRAM!EQUIPAFOCOUOSEU
TRABALHO NA PROCURA DAS FONTES DE ENERGIA QUE DEVIAM SER
INCLUÓDAS NO RELATØRIO ANUAL DO PROGRAMA SOBRE CONSUMO DE
ENERGIA!EQUIPADECIDIUQUEOCOMBUSTÓVELDOSAVIÜESAJACTO
PRECISAVADECONSTARDORELATØRIOANUALPOISESTECOMBUSTÓVEL
ERAUSADOPORUMNÞMERODEDIVISÜESDA54#PARAOSTESTESDE
HARDWAREDEVOOEDEMOTORESENOSTESTESDEARMAS!PESARDA
QUANTIDADE DE COMBUSTÓVEL USADO EM QUALQUER DOS ANOS
COMUNICADOSESTARSEMPRESUJEITAAGRANDESVARIAÎÜESDEVIDO
AALTERAÎÜESNOSHORÈRIOSDETESTESPENSAVASEQUEAQUANTI
DADE TOTAL CONSUMIDA NUMA MÏDIA ANUAL SERIA
SUFICIENTEMENTE PEQUENA PARA SER ESPECIFICAMENTE EXCLUÓDA
#ONTUDO OS RELATØRIOS DE CONSUMO DE COMBUSTÓVEL PROVARAM
QUE ESTA IDEIA INICIAL ESTAVA ERRADA / COMBUSTÓVEL UTILIZADO
NOS JACTOS FOI RESPONSÈVEL POR A POR CENTO DO TOTAL DE
ENERGIA ANUAL GASTO PELA EMPRESA DESDE QUE COMEÎOU O
PROGRAMA 3E A 54# NÍO TIVESSE INCLUÓDO A UTILIZAÎÍO DESTE
COMBUSTÓVELNOSSEUSESFORÎOSPARAREUNIRDADOSANUAISTER
SEIAOMITIDOUMAFONTEDEEMISSÜESSIGNIFICATIVA
$"1¡56-0
2ECOLHERDADOSDEACTIVIDADEESELECCIONAR
FACTORESDEEMISSÍO
1BSBBNBJPSJBEBTQFRVFOBTFN¹EJBTFNQSFTBTCFNDPNP
QBSBNVJUBTHSBOEFTFNQSFTBTBTFNJTTÆFTEF(&&EF
³NCJUPTFS·PDBMDVMBEBTDPNCBTFOBRVBOUJEBEFEF
DPNCVTU½WFJTDPNFSDJBJTBERVJSJEPTDPNPH²TOBUVSBMFÂMFP
QBSBBRVFDJNFOUP
VTBOEPGBDUPSFTEFFNJTT·PQVCMJDBEPT
"TFNJTTÆFTEF(&&EF³NCJUPTFS·PQSJNFJSPDBMDVMBEBT
QPSN¹USJDBTPCUJEBTBQBSUJSEPDPOTVNPEFFMFDUSJDJEBEFF
FTQFD½GJDBTEPGPSOFDFEPSSFEFMPDBMPVPVUSPTGBDUPSFTEF
FNJTT·PQVCMJDBEPT"TFNJTTÆFTEF(&&EF³NCJUPTFS·P
QSJNFJSPDBMDVMBEBTBQBSUJSEPTEBEPTEBBDUJWJEBEFDPNPB
VUJMJ[B¸·PEFDPNCVTU½WFMNJMIBTEFWPPEPTQBTTBHFJSPTF
BJOEBQFMPTGBDUPSFTEFFNJTT·PQVCMJDBEPTPVEFUFSDFJSPT
/BNBJPSJBEPTDBTPTTFPTGBDUPSFTEFFNJTT·PFTQFD½GJDPT
EBTSFTQFDUJWBTGPOUFTPVMPDBJTFTUJWFSFNEJTQPO½WFJTT·P
QSFGFS½WFJTFNSFMB¸·PBGBDUPSFTEFFNJTT·PNBJTHFO¹SJDPT
"TFNQSFTBTJOEVTUSJBJTQPEFS·PTFSDPOGSPOUBEBTDPNVN
DPOKVOUPNBJTWBTUPEFBCPSEBHFOTFNFUPEPMPHJBT%FWFN
QSPDVSBSEJSFDUSJ[FTFTQFD½GJDBTQBSBPTFDUPSRVFTFFODPO
USBNOPXFCTJUFEP1SPUPDPMPEF(&&TFEJTQPO½WFM
PVOBT
BTTPDJB¸ÆFTEPTFVTFDUPSJOEVTUSJBMDPNPP)NTERNATIONAL
!LUMINIUM)NSTITUTE)NTERNATIONAL)RONAND3TEEL)NSTITUTE
!MERICAN0ETROLEUM)NSTITUTE7"#3$3USTAINABLE#EMENT
)NITIATIVE)NTERNATIONAL0ETROLEUM)NDUSTRY%NVIRONMENTAL
#ONSERVATION!SSOCIATION
!PLICAÎÍODASFERRAMENTASDECÈLCULO
&TUBTFD¸·PPGFSFDFVNBWJT·PHMPCBMTPCSFBTGFSSBNFOUBT
EFD²MDVMPEF(&&FBTEJSFDUSJ[FTEJTQPO½WFJTOPWEBSITEEP
'('0ROTOCOL)NITIATIVEWWWGHGPROTOCOLORG
3FDPNFOEBTFBVUJMJ[B¸·PEFTUBTGFSSBNFOUBTVNBWF[RVF
UºNTJEPSFWJTUBTQPSQFSJUPTFM½EFSFTJOEVTUSJBJTT·PSFHV
MBSNFOUFBDUVBMJ[BEBTFQFOTBTFTFSFNBTNFMIPSFT
EJTQPO½WFJT$POUVEPBTGFSSBNFOUBTT·PPQDJPOBJT"T
FNQSFTBTQPEFNVUJMJ[BSPTTFVTQSÂQSJPTN¹UPEPTEFD²MDVMP
EF(&&EFTEFRVFTFKBNNBJTQSFDJTPTRVFPTPVUSPTPV
QFMPNFOPTRVFFTUFKBNFNDPOGPSNJEBEFDPNBTBCPSEB
HFOTEP'('0ROTOCOL#ORPORATE3TANDARDS
)²EVBTDBUFHPSJBTQSJODJQBJTEFGFSSBNFOUBTEFD²MDVMP
s 'FSSBNFOUBTEFTFDUPSFTDSV[BEPT RVFQPEFNTFSBQMJDBEBT
BEJGFSFOUFTTFDUPSFT*TUPJODMVJDPNCVTU·PFTUBDJPO²SJB
DPNCVTU·PNÂWFMVUJMJ[B¸·PEF)'$OBSFGSJHFSB¸·PFBS
DPOEJDJPOBEPFOBJODFSUF[BEFNFEJ¸ÆFTFFTUJNBUJWBT
s 'FSSBNFOUBTFTQFD½GJDBTEFTFDUPS RVFT·PDPODFCJEBT
QBSBDBMDVMBSFNJTTÆFTFNTFDUPSFTFTQFD½GJDPTDPNP
PBMVN½OJPGFSSPFB¸PDJNFOUPQFUSÂMFPFH²TQBTUB
FQBQFMFNQSFTBTEFFTDSJUÂSJP
$ " 1 ¡ 5 6 - 0 *EFOUJGJDB¸·PF$²MDVMPEBT&NJTTÆFTEF(&&
"NBJPSJBEBTFNQSFTBTJS²OFDFTTJUBSEFVTBSNBJTEPRVF
VNBGFSSBNFOUBEFD²MDVMPQBSBUSBUBSUPEBTBTTVBT
GPOUFTEFFNJTT·PEF(&&1PSFYFNQMPQBSBDBMDVMBSBT
FNJTTÆFTEF(&&EFVNBG²CSJDBEFQSPEV¸·PEFBMVN½OJP
BFNQSFTBVTBSJBBTGFSSBNFOUBTEFD²MDVMPFTQFD½GJDBT
QBSBBQSPEV¸·PEFBMVN½OJPDPNCVTU·PFTUBDJPO²SJB
QBSBRVBMRVFSDPOTVNPEFFMFDUSJDJEBEFBERVJSJEB
HFSB¸·PEFFOFSHJBOPMPDBMFUD
DPNCVTU·PNÂWFMQBSB
USBOTQPSUFEFNBUFSJBJTFQSPEVUPTFNDPNCPJPWF½DVMPT
VUJMJ[BEPTOPMPDBMWJBHFOTEFOFHÂDJPTEPTDPMBCPSBEPSFT
FUD
FVUJMJ[B¸·PEF)'$QBSBSFGSJHFSB¸·PFUD
$POTVMUF
BUBCFMBQBSBBMJTUBDPNQMFUBEFGFSSBNFOUBT
%3425452!$!3&%22!-%.4!3$%#«,#5,/$/02/4/#/,/'%%
$BEBVNBEBTGFSSBNFOUBTEFD²MDVMPQBSBTFDUPSFT
DSV[BEPTFFTQFD½GJDBTEFTFDUPSRVFTFQPEFNFODPO
USBSOPWEBSITEQBSUJMIBNVNGPSNBUPDPNVNF
JODMVFNVNHVJBiQBTTPBQBTTPwTPCSFDPNPNFEJSF
DBMDVMBSPTEBEPTEFFNJTTÆFT$BEBGFSSBNFOUB
DPOTJTUFOVNBTFD¸·PEFEJSFDUSJ[FTFGPMIBTEFD²MDVMP
BVUPNBUJ[BEBTDPNFYQMJDB¸ÆFTTPCSFBTVBVUJMJ[B¸·P
"TEJSFDUSJ[FTQBSBDBEBGFSSBNFOUBEFD²MDVMPJODMVFN
BTTFHVJOUFTTFD¸ÆFT
s 7JT·PHFSBMGPSOFDFVNBWJT·PHMPCBMEPPCKFDUJWPF
DPOUFÈEPEBGFSSBNFOUBPN¹UPEPEFD²MDVMPVTBEPOB
GFSSBNFOUBFVNBEFTDSJ¸·PEPQSPDFTTP
s 4FMFDDJPOBSEBEPTEFBDUJWJEBEFTFGBDUPSFTEFFNJTT·P
GPSOFDFVNHVJBEFCPBTQS²UJDBTQBSBFTQFD½GJDBTEF
TFDUPSFSFGFSºODJBTBGBDUPSFTEFFNJTT·PQS¹
EFGJOJEPT
s .¹UPEPTEFD²MDVMP EFTDSFWFPTEJGFSFOUFTN¹UPEPTEF
D²MDVMPEFQFOEFOEPEBEJTQPOJCJMJEBEFEFEBEPTEF
BDUJWJEBEFTFTQFD½GJDBTMPDBJTFGBDUPSFTEFFNJTT·P
s $POUSPMPEFRVBMJEBEF GPSOFDFVNHVJBEFCPBTQS²UJDBT
s 3FMBUÂSJPTFEPDVNFOUB¸·PJOUFSOBGPSOFDFVNHVJB
TPCSFEPDVNFOUB¸·PJOUFSOBQBSBBQPJPBPD²MDVMP
EFFNJTTÆFT
#HEVRON4EXACO/SISTEMADEREGISTOECOMUNICAÎÍODA3!.'%!4-4-
/
5
"
œ
›
0
s!SACTUALIZAÎÜESSÍOEFICIENTES-ETODOLOGIASPARAAESTIMA
TIVADEEMISSÜESFACTORESDEEMISSÍOEEQUAÎÜESDECÈLCULO
/ ÞNICO NÍO INVESTIMENTO DA #HEVRON4EXACO AO DESENVOLVER O
SISTEMA3!.'%!˜JÈMOSTROURESULTADOSUMAESTIMATIVADE
CUSTOS APROXIMADA PARA A REFINARIA DA #HEVRON4EXACO EM
2ICHMOND#ALIFØRNIAAPONTAPARAUMAPOUPANÎADEMAISDE
POR CENTO POR UM PERÓODO DE CINCO ANOS COMPARADO COM AS
ABORDAGENSCONVENCIONAISCOMBASENOSSISTEMASDECOMUNI
CAÎÍO DESENVOLVIDOS LOCALMENTE %SPERASE QUE A 3!.'%!˜
REDUZA AS DESPESAS DE LONGO PRAZO DE MANUTENÎÍO DE UM
SISTEMA DE LEGADO E DE CONTRATAÎÍO DE CONSULTORES INDEPEN
DENTES5MACOMBINAÎÍODO'('0ROTOCOL#ORPORATE3TANDARDSE
DO SOFTWARE DE CÈLCULO DA 3!.'%!˜ PARA SUBSTITUIR UM
CONJUNTO DIVERSIFICADO E CONFUSO DE TEMPLATES PARA REGISTO E
RELATØRIO PRODUZIU GANHOS SIGNIFICATIVOS DE EFICIÐNCIA E
PRECISÍO PERMITINDO Ë EMPRESA GERIR COM MAIS PRECISÍO AS
EMISSÜES DE '%% INSTITUINDO MELHORIAS EM EMISSÜES ESPECÓ
FICAS
&
s ! CONFIGURAÎÍO DAS FOLHAS DE CÈLCULO BEM COMO A INTRO
DUÎÍO DE INFORMAÎÍO SOBRE MATERIAL PARA INSTALAÎÜES
ESPECÓFICASPODESERREALIZADADEANOPARAANO/SESPECIAL
ISTAS DE INVENTÈRIOS PODEM FACILMENTE ALTERAR AS
CONFIGURAÎÜES Ë MEDIDA QUE AS INSTALAÎÜES SOFREM ALTER
AÎÜES DEVIDO A NOVAS CONSTRUÎÜES ENCERRAMENTO DE
UNIDADESETC
s!UTILIZAÎÍODEUMSISTEMAPOUPADINHEIRO0OUPANÎASSIGNI
FICATIVASSÍOCONSEGUIDASPELAUTILIZAÎÍODOMESMOSISTEMA
EM TODAS AS INSTALAÎÜES EM COMPARAÎÍO COM OS CONVEN
CIONAISSISTEMASDISPERSOS
*
.A PRÈTICA O SISTEMA 3!.'%!˜ EMPREGA UMA VARIEDADE DE
ESTRATÏGIASPARAASSEGURARMÏTODOSDECÈLCULOCONSISTENTESE
UMAFÈCILNORMALIZAÎÍOPORTODOOGRUPO
s/ SISTEMA PODE SER AUDITADO / SOFTWARE REQUER INFORMAÎÍO
AUDITADADETALHADADAINTRODUÎÍODEDADOSEUTILIZADORESDO
SISTEMA%XISTEMREGISTOSDOCUMENTADOSDEQUEMINTRODUZIU
QUALQUERALTERAÎÍONOSISTEMA
3
%STESISTEMAÏUMAFERRAMENTAQUEPODESERAUDITADABASEADA
NO%XCELENO6ISUAL"ASICPARAESTIMATIVASDEEMISSÜESDE'%%
E DE UTILIZAÎÍO DE ENERGIA 0ERMITE DELINEAR A CONSOLIDAÎÍO DE
DADOSANÓVELDEGRUPOPERMITINDOAOCOORDENADORDOINVENTÈRIO
DECADAINSTALAÎÍODAEMPRESACONFIGURARUMAFOLHADECÈLCULO
REGISTARDADOSMENSALMENTEEENVIARRELATØRIOSTRIMESTRAISPARA
UMABASEDEDADOSCENTRAL
ESTÍOARMAZENADASCENTRALMENTENO SOFTWAREFACILITANDOAS
ACTUALIZAÎÜES QUANDO AS METODOLOGIAS OU OS FACTORES PRÏ
DEFINIDOS SE ALTERAM !S ACTUALIZAÎÜES A ESTA REFERÐNCIA
CENTRALSÍOAUTOMATICAMENTEAPLICADASËCONFIGURAÎÍOEXIS
TENTE E AOS DADOS INTRODUZIDOS !S ACTUALIZAÎÜES IRÍO
REPRODUZIR O TIMING E CONTEÞDO DAS ACTUALIZAÎÜES PARA O
!MERICAN0ETROLEUM)NSTITUTE#OMPENDIUMDASMETODOLOGIAS
PARAESTIMATIVADEEMISSÜESDE'%%
0
!#HEVRON4EXACOUMAEMPRESADEENERGIAINTERNACIONALDESEN
VOLVEUEIMPLEMENTOUUMSOFTWAREPARAAUTILIZAÎÍODEENERGIA
E PARA A ESTIMATIVA E COMUNICAÎÍO DE '%% COMPATÓVEL COM O
'(' 0ROTOCOL #ORPORATE 3TANDARD %STE SOFTWARE Ï DISPONIBI
LIZADOGRATUITAMENTEETORNAMAISFÈCILMAISPRECISOEMENOS
DISPENDIOSOIMPLEMENTARUMSISTEMADEREGISTOECOMUNICAÎÍO
DE '%% POR TODO O GRUPO EMPRESARIAL NO SECTOR DO PETRØLEO E
GÈS %STE SISTEMA COM O NOME 3!.'%!˜ %NERGY AND
'REENHOUSE 'AS %MISSIONS %STIMATING 3YSTEM ESTÈ A SER
UTILIZADO ACTUALMENTE EM TODAS AS INSTALAÎÜES MUNDIAIS DA
#HEVRON4EXACO ENGLOBANDO MAIS DE ENTIDADES QUE FAZEM
REGISTOS
0
*EFOUJGJDB¸·PFD²MDVMPEBTFNJTTÆFTEF(&&
›
&
4 ! " % , ! 6ISÍOGLOBALDASFERRAMENTASDECÈLCULO'%%DISPONÓVEISNOWEBSITEDO 0ROTOCOLO'%%
#!,#5,!4)/.4//,3
œ
$
#OMBUSTÍOESTACIONÈRIA
-!).&%!452%3
s #ALCULAASEMISSÜESDIRECTASEINDIRECTASDE#/DACOMBUSTÍOEMEQUIPAMENTOSESTACIONÈRIOS
s /FERECEDUASOPÎÜESPARAAALOCAÎÍODASEMISSÜESDE'%%APARTIRDEUMAINSTALAÎÍODECOGERAÎÍO
#OMBUSTÍOMØVEL
s #ALCULAASEMISSÜESDIRECTASEINDIRECTASDE#/ APARTIRDACOMBUSTÍOEMFONTESMØVEIS
s /FERECECÈLCULOSEFACTORESDEEMISSÍOPARA%STRADAARAGUAETRANSPORTESFERROVIÈRIO
(&#DAUTILIZAÎÍODO!RCONDI
CIONADOE2EFRIGERAÎÍO
s #ALCULAASEMISSÜESDIRECTASDE(&#DURANTEOFABRICOUSOEDEPOSIÎÍODESISTEMASDEREFRIGE
RAÎÍOEARCONDICIONADOEMAPLICAÎÜESCOMERCIAIS
s /FERECETRÐSMETODOLOGIASDECÈLCULOABORDAGEMBASEADANAVENDAUMAABORDAGEMBASEADA
NASFASESDOCICLODEVIDAEUMAABORDAGEMBASEADANOSFACTORESDEEMISSÍO
-EDIDASE%STIMATIVAS)NCERTEZA s !PRESENTAOFUNDAMENTALDASINCERTEZASDEANÈLISEEQUANTIFICAÎÍO
PARA%MISSÜESDE'%%
s #ALCULAASINCERTEZASDOSPARÉMETROSESTATÓSTICOSDEVIDOAOSERROSCOMETIDOSAOACASORELA
CIONADOSCOMOSCÈLCULOSDASEMISSÜESDE'%%
(3
*
6
&
*
/
%
"5
&%22!-%.4!3$%3%#4/2#25:!$/
"
/
s /FERECEFACTORESDEEMISSÍODEELECTRICIDADEMÏDIANACIONALEDECOMBUSTÓVELPORDEFEITO
&%22!-%.4!3%30%#¶&)#!3$%3%#4/2
0
s !UTOMATIZAOSPASSOSDEAGREGAÎÍOENVOLVIDOSEMDESENVOLVERUMACERTAINCERTEZABÈSICANA
AVALIAÎÍODOSDADOSDEINVENTÈRIODE'%%
0RODUÎÍODE!LUMÓNIOEOUTROS
-ETAISNÍO&ERROSOS
s #ALCULAASEMISSÜESDIRECTASDE'%%DAPRODUÎÍODEALUMÓNIO#/ DAOXIDAÎÍODEANØDIOEMISSÜESDE0&#
hDOEFEITODEANØDIOvEAUTILIZAÎÍODE3&USADONAPRODUÎÍODEMETAISNÍOFERROSOSCOMOUMCOVERGAS
&ERROE!ÎO
s #ALCULAASEMISSÜESDIRECTASDE'%%#/DAOXIDAÎÍODOAGENTEDEREDUÎÍODACALCINAÎÍODO
FLUXOUSADONAPRODUÎÍODEAÎOEDAREMOÎÍODECARBONODOFERROMINÏRIOEDOSFRAGMENTOSDE
AÎOUSADOS
&ABRICAÎÍODE!CIDO.ÓTRICO
s #ALCULAEMISSÜESDIRECTASDE'%%./DAPRODUÎÍODEACIDONÓTRICO
&ABRICAÎÍODE!MONÓACO
s #ALCULAEMISSÜESDIRECTASDE'%%#/DAPRODUÎÍODEAMONÓACO)STOEMRELAÎÍOËREMOÎÍODO
CARBONOMASSØDAFONTEDEALIMENTAÎÍOASEMISSÜESDECOMBUSTÍOSÍOCALCULADOSCOMO
MØDULODECOMBUSTÍOFIXA
&ABRICAÎÍODE«CIDO!DÓPICO
s #ALCULAASEMISSÜESDIRECTASDE'%%./DAPRODUÎÍODEÈCIDOADÓPICO
#IMENTO
s #ALCULAEMISSÜESDIRECTASDE#/ DOPROCESSODECALCINAÎÍONOFABRICODOCIMENTOAFERRAMENTA
DE7"#3$TAMBÏMCALCULAEMISSÜESDECOMBUSTÍO
s 0ROVIDENCIADUASMETODOLOGIASDECÈLCULOAABORDAGEMBASEADANOCIMENTOEAABORDAGEMBASEADANASESCØRIASDECARVÍO
,IMALHA
s #ALCULAASEMISSÜESDIRECTASDE'%%DOFABRICODELIMALHA#/ DOPROCESSODECALCINAÎÍO
0RODUÎÍODE(&#APARTIR
DE(#&#
s #ALCULAASEMISSÜESDIRECTASDE(&#DAPRODUÎÍODE(#&#
0ASTAE0APEL
s #ALCULARASEMISSÜESDIRECTASDE#/#(E./DAPRODUÎÍODEPASTAEPAPEL)NCLUINDOCÈLCULO
DASEMISSÜESDIRECTASEINDIRECTASDE#/ DACOMBUSTÍODECOMBUSTÓVEISFØSSEISBIO
COMBUSTÓVEISEPRODUTOSDEDESPERDÓCIOEMEQUIPAMENTOSESTACIONÈRIOS
0RODUÎÍODE7AFER3EMI
CONDUTORES
s #ALCULAASEMISSÜESDE0&#DOSPRODUTOSSEMICONDUTORESDEWAFERS
'UIAPARAPEQUENASEMPRESAS
DEESCRITØRIOS
s #ALCULAASEMISSÜESDIRECTASDE#/ DOUSODECOMBUSTÓVELEMISSÜESINDIRECTASDE#/ PARAOCONSUMO
DEELECTRICIDADEEOUTRASEMISSÜESINDIRECTASDE#/ DASVIAGENSDENEGØCIOSEDESLOCAÎÜES
$"1¡56-0
$ " 1 ¡ 5 6 - 0 JEFOUJGJDB¸·PFD²MDVMPEBTFNJTTÆFTEF(&&
/BTFD¸·PEBGPMIBEFD²MDVMPBVUPN²UJDBT¹QSFDJTPJOTFSJS
EBEPTEFBDUJWJEBEFOBTGPMIBTEFD²MDVMPFTFMFDDJPOBSPTGBDUPSFT
PVGBDUPSEFFNJTT·PBQSPQSJBEPT0TGBDUPSFTEFFNJTT·PQPS
EFGFJUPT·PQSPWJEFODJBEPTQBSBPTTFDUPSFTRVFFTTFTBCSBOHFN
NBTUBNC¹N¹QPTT½WFMJOTFSJSGBDUPSFTEFFNJTT·PQBES·PRVF
SFQSFTFOUBNNFMIPSBTPQFSB¸ÆFTEBFNQSFTBRVFSFMBUB"TFNJT
TÆFTQBSBDBEB(&&$0$)/0FUD
T·PDBMDVMBEPTFN
TFQBSBEPFEFQPJTDPOWFSUJEPTQBSBFRVJWBMFOUFTEF$0DPNCBTF
OPTFVQPUFODJBMEFBRVFDJNFOUPHMPCBM"MHVNBTGFSSBNFOUBT
UBJTDPNPBTEPTFDUPSEPGFSSPFBTEPTFDUPSDSV[BEPEPB¸PEF
)'$GB[FNVNBBCPSEBHFNNBJTBEPSOBEBPGFSFDFOEPVNB
FTDPMIBVNBNFUPEPMPHJBNBJTTJNQMJGJDBEBPVVNBNBJT
BWBO¸BEB&TQFSBTFRVFPTN¹UPEPTNBJTBWBO¸BEPTQSPEV[BN
FTUJNBUJWBTEFFNJTTÆFTNBJTQSFDJTBTNBTFTUFTHFSBMNFOUFOFDFT
TJUBNEFSFDPMIFSEBEPTNBJTEFUBMIBEPTFVNBDPNQSFFOT·P
NFMIPSEBTUFDOPMPHJBTEBFNQSFTB
%LEVAROSDADOSDEEMISSÍODE'%%AONÓVELDEGRUPO
/
5
"
œ
›
0
s *NQSFTTPTFNQBQFMQBSBSFMBUÂSJPTFOWJBEPTQPSGBYBVNB
VOJEBEFPVFTDSJUÂSJPTEBFNQSFTBPOEFPTEBEPTT·PSFJOUSP
EV[JEPTOVNBCBTFEFEBEPTEBFNQSFTB$POUVEPFTUFN¹UPEP
QPEFBVNFOUBSBQSPCBCJMJEBEFEFFSSPTTFO·PIPVWFSWJTUPT
TVGJDJFOUFTOBTTVBTDBJYBTEFWJEBTBTTFHVSBOEPBUSBOTGFSºODJB
EFEBEPTEFNBOFJSBQSFDJTB
1BSBDPNVOJDB¸ÆFTJOUFSOBTBU¹BPO½WFMNBJTFMFWBEP
EBFNQSFTB¹SFDPNFOEBEPRVFTFKBNVTBEPT
GPSNBUPTEFDPNVOJDB¸·PQBESPOJ[BEPTQBSBBTTFHVSBS
RVFPTEBEPTSFDFCJEPTEBTW²SJBTVOJEBEFTEF
OFHÂDJPFJOTUBMB¸ÆFTTFKBNDPNQBS²WFJTFRVFBT
SFHSBTJOUFSOBTEFDPNVOJDB¸·PTFKBNTFHVJEBT7FS
CASESTUDYEB#1
0TGPSNBUPTOPSNBMJ[BEPTQPEFN
SFEV[JSDPOTJEFSBWFMNFOUFPTSJTDPTEFFSSP
&
s 'PMIBTEFD²MDVMPQSFFODIJEBTFFOWJBEBTQPSDPSSFJPFMFDUSÂOJDP
BPTFTDSJUÂSJPTQSJODJQBJTPVEJWJT·PPOEFPTEBEPTQPTTBNTFS
QSPDFTTBEPTOPGVUVSP
4ODAS AS FOLHAS DE CÈLCULO PRØFORMA SÍO ENVIADAS AUTO
MATICAMENTE POR CORREIO ELECTRØNICO PELA BASE DE DADOS
CENTRAL ËS UNIDADES DE COMUNICAÎÍO E DEPOIS DE
PREENCHIDASSÍOINSERIDASNABASEDEDADOSPORUMAEQUIPA
DAEMPRESAQUEVERIFICAAQUALIDADEDASMESMAS/SDADOS
SÍOENTÍOCOMPILADOSNOFIMDOMÐSDOTRIMESTREPARAQUE
HAJA UM TOTAL DE PREVISÜES E INVENTÈRIOS DE EMISSÜES PARA
SEREMANALISADASECOMPARADOSCOMOSOBJECTIVOSDE'%%E
DA"0&INALMENTEOINVENTÈRIOÏREVISTOPORUMAEQUIPADE
AUDITORESEXTERNOSDEMANEIRAAASSEGURARAQUALIDADEDOS
DADOS
*
s #BTFEFEBEPTGJ²WFJTEJTQPO½WFJTOB*OUSBOFUF*OUFSOFUEB
FNQSFTBQBSBBJOUSPEV¸·PEJSFDUBEFEBEPTQFMBTTVBTJOTUB
MB¸ÆFT
"0UMAEMPRESADOSECTORDAENERGIAANÓVELMUNDIALTEM
VINDOAJUNTARDADOSDE'%%DEDIFERENTESINSTALAÎÜESDESDE
E CONSOLIDOU OS SEUS PROCESSOS INTERNOS DE COMUNI
CAÎÍO NUM SISTEMA DE BASE DE DADOS CENTRAL !
RESPONSABILIDADE DE COMUNICAR EMISSÜES AMBIENTAIS RECAI
SOBRECERCADEINSTALAÎÜESDA"0EUNIDADESDENEGØCIOS
COMATERMINOLOGIADEhUNIDADESDECOMUNICAÎÍOv4ODASAS
UNIDADES DE COMUNICAÎÍO TEM DE PREENCHER TODOS OS
TRIMESTRES UMA FOLHA DE CÈLCULO PRØFORMA %XCEL
PADRONIZADA RELATANDO AS EMISSÜES ACTUAIS PARA OS TRÐS
MESESPASSADOSEACTUALIZAÎÜESDEPREVISÜESPARAOANOQUE
DECORREEOSOUTROSDOISSEGUINTES0ARAALÏMDISSOÏPEDIDO
ËS UNIDADES DE COMUNICAÎÍO QUE REGISTEM TODAS AS VARI
AÎÜESSIGNIFICATIVASINCLUINDOREDUÎÜESDESUSTENTABILIDADE
!S UNIDADES DE COMUNICAÎÍO UTILIZAM TODAS AS MESMAS
NORMASDOh0ROTOCOLv"0DECOMUNICAÎÍODE'%%DA
"0 PARA QUANTIFICAREM AS SUAS EMISSÜES DE DIØXIDO DE
CARBONOEDEMETANO
3
"TGFSSBNFOUBTFQSPDFTTPTFTDPMIJEPTQBSBDPNVOJDBSEBEPT
EFQFOEFS·PEBJOGSBFTUSVUVSBQBSBJOGPSNB¸·PFDPNVOJDB¸·PK²
FYJTUFOUFPVTFKBDPNRVFGBDJMJEBEFTFJODMVFNOPWBTDBUFHPSJBT
EFEBEPTOVNBCBTFEFEBEPTFNQSFTBSJBM
5BNC¹NWBJEFQFOEFS
OBRVBOUJEBEFEFQPSNFOPSFTRVFBTFEFEBFNQSFTBRVFJSBRVF
BTTVBTJOTUBMB¸ÆFTDPNVOJRVFN"SFDPMIBEFEBEPTFBTGFSSB
NFOUBTEFHFTU·PQPEFJODMVJS
"05MSISTEMASTANDARIZADOPARARELATØRIOS
INTERNOSDE'%%
0
1BSBDPNVOJDBSPUPUBMEBTFNJTTÆFTEF(&&EFVNBFNQSFTBBT
FNQSFTBTW·PHFSBMNFOUFQSFDJTBSEFKVOUBSFTVNBSJBSPTEBEPTEBT
W²SJBTDPSQPSB¸ÆFTQPTTJWFMNFOUFEFQB½TFTEJGFSFOUFTFVOJEBEFTEF
OFHÂDJPJNQPSUBOUFQMBOFBSFTUFQSPDFTTPDPNDVJEBEPQBSBNJOJ
NJ[BSPQFTPEBTDPNVOJDB¸ÆFTSFEV[JSPTSJTDPTEFFSSPRVFQPEFN
PDPSSFSFORVBOUPTFSFÈOFPTEBEPTFBTTFHVSBSRVFUPEBTBTJOTUB
MB¸ÆFTFTU·PBSFDPMIFSJOGPSNB¸ÆFTOVNBCBTFDPOTJTUFOUFF
BQSPWBEB*EFBMNFOUFBTFNQSFTBTJOUFHSBNPTTFVTSFMBUÂSJPTEF
(&&DPNBTTVBTGFSSBNFOUBTFQSPDFTTPTEFDPNVOJDB¸·PK²FYJT
UFOUFTFUJSBNQBSUJEPEFRVBJTRVFSEBEPTK²SFDPMIJEPTPV
DPNVOJDBEPTQFMBTJOTUBMB¸ÆFT²TEJWJTÆFTPVFTDSJUÂSJPTEBFNQSFTB
SFHVMBEPSFTPVPVUSPTHSVQPTEFJOUFSFTTF
œ
›
0
*EFOUJGJDB¸·PFD²MDVMPEBTFNJTTÆFTEF(&&
!BORDAGENSPARAELEVAROSDADOSDEEMISSÜES
DE'%%AONÓVELDEEMPRESA
s 0TD²MDVMPTEFFNJTTÆFTFTU·POPSNBMJ[BEPTQPSVNHSBOEF
OÈNFSPEFJOTUBMB¸ÆFT
)²EVBTBCPSEBHFOTC²TJDBTQBSBBSFDPMIBEFFNJTTÆFTEF(&&
EBTJOTUBMB¸ÆFTEFVNBFNQSFTBWFSGJHVSB
!"/2$!'%-$%3#%.42!,):!$!
/
&)'52!
0
3
$%3#%.42!,):!$!#%.42!,):!$!
*
s %FTDFOUSBMJ[BEB BTJOTUBMB¸ÆFTJOEJWJEVBJTEFVNBFNQSFTB
SFDPMIFNPTEBEPTEFVUJMJ[B¸·PEBBDUJWJEBEFDPNCVTU½WFM
DBMDVMBNOPTEJSFDUBNFOUFVTBOEPN¹UPEPTB"CPSEBHFOTµ
SFDPMIBEFEBEPTNBJTBMUP
&
5
"
s $FOUSBMJ[BEB BTJOTUBMB¸ÆFTJOEJWJEVBJTEFVNBFNQSFTB
DPNVOJDBNEBEPTEFVUJMJ[B¸·PEFBDUJWJEBEFDPNCVTU½WFM
DPNPBRVBOUJEBEFEFDPNCVTU½WFMVUJMJ[BEP
BPO½WFMNBJT
BMUPEBFNQSFTBPOEFT·PDBMDVMBEBTBTFNJTTÆFTEF(&&
!BORDAGENSËRECOLHADEDADOS
3)4%,%6%,
# / 2 0 / 2 !4 % , % 6 % ,
$ADOSDEACTIVIDADE
2ELATØRIODOSDADOSDEACTIVIDADEDOSLOCAIS
EMISSÜESDE'%%COMUNICADOSANÓVEL
MAISALTODAEMPRESADADOSDEACTIVIDADE
XFACTORDEEMISSÍOEMISSÜESDE'%%
$ADOSDEACTIVIDADE
XFACTORDEEMISSÍO
2ELATØRIOSDEEMISSÜESDE
'%%DOSLOCAIS
EMISSÜES'%%
"EJGFSFO¸BFOUSFFTUBTEVBTBCPSEBHFOT¹OPT½UJPPOEFTFE·P
FTUFTD²MDVMPTEFFNJTTÆFTFYPOEFPTEBEPTEBBDUJWJEBEF¹
NVMUJQMJDBEBQPSGBDUPSFTEFFNJTT·PBQSPQSJBEPT
FOPUJQPEF
RVBMJEBEFEPTQSPDFEJNFOUPTEFHFTU·PRVFTFEFWFNVUJMJ[BSFN
DBEBO½WFMIJFS²SRVJDPEBFNQSFTB0TDPMBCPSBEPSFTBPO½WFM
EBTJOTUBMB¸ÆFTT·PHFSBMNFOUFSFTQPOT²WFJTQPSVNBSFDPMIB
JOJDJBMEFEBEPTTPCBNCBTBTBCPSEBHFOT
4PCBNCBTBTBCPSEBHFOTPTDPMBCPSBEPSFTEFO½WFMIJFS²SRVJDP
NBJTCBJYPFPTNBJTFMFWBEPTOBFNQSFTBEFWFNUFSPDVJEBEP
EFJEFOUJGJDBSFFYDMVJSRVBJTRVFSFNJTTÆFTEF³NCJUPFRVF
UBNC¹NFTUFKBNSFHJTUBEPTDPNPEF³NCJUPQPSPVUSBTJOTUB
MB¸ÆFTBTVOJEBEFTEFOFHPDJPPVFNQSFTBTJODMV½EBTOFTUF
JOWFOUBSJPDPOTPMJEBEPEFFNJTTÆFT
!"/2$!'%-#%.42!,):!$!
2%,!4/2)/3$%$!$/3$%!#4)6)$!$%3#/-"534)6%)30%,!3
).34!,!±¿%3).$)6)$5!)3
&TUBBCPSEBHFNQPEFTFSNVJUPBQSPQSJBEBQBSBFNQSFTBTDPN
TFEFQSÂQSJB1FEJOEPµTTVBTPVUSBTJOTUBMB¸ÆFTRVFDPNV
OJRVFNPTTFVTEBEPTEFVUJMJ[B¸·PEFBDUJWJEBEFDPNCVTU½WFM
QPEFTFSBPQ¸·PQSFGFS½WFM
s 0TDPMBCPSBEPSFTUBOUPEBFNQSFTBDPNPPTBO½WFMEFEJWJT·P
QPEFNDBMDVMBSPTEBEPTEFFNJTT·PEFVNBNBOFJSBNVJUP
MJOFBSDPNCBTFOPTEBEPTEFDPOTVNPEF
BDUJWJEBEFDPNCVTU½WFMF
$"1¡56-0
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EBHFNEFTDFOUSBMJ[BEBGB[FOEPVNTFHVJNFOUPDPNBT
BVEJUPSJBTQBSBTFBTTFHVSBSRVFPTD²MDVMPTT·PDPSSFDUPTEPDV
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BTRVFUFNFNJTTÆFTVOJGPSNFTEFGPOUFTOPSNBMJ[BEBTTÂDPNV
OJDBNPDPOTVNPEFDPNCVTU½WFMEFFOFSHJBFM¹DUSJDBFEF
BDUJWJEBEFTEFUSBOTQPSUFT"CBTFEFEBEPTEBFNQSFTBPVBT
GFSSBNFOUBTEFDPNVOJDB¸·PFOU·PDBMDVMBNPUPUBMEBTFNJT
TÆFTEF(&&QBSBDBEBVNBEFTUBTBDUJWJEBEFTQBESPOJ[BEBT
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"TEVBTBCPSEBHFOTO·PT·PNVUVBNFOUFFYDMVTJWBTFEFWJBN
QSPEV[JSPTNFTNPTSFTVMUBEPT"TTJNBT
FNQSFTBTRVFRVFJSBNVNBWFSJGJDB¸·PEBTDPOGPSNJEBEFTBP
O½WFMEPTD²MDVMPTEBTTVBTJOTUBMB¸ÆFTQPEFNTFHVJSBNCBTBT
BCPSEBHFOTFDPNQBSBSSFTVMUBEPT.FTNPRVBOEPBTJOTUB
MB¸ÆFTDBMDVMBNBTTVBTQSÂQSJBTFNJTTÆFTEF(&&PT
DPMBCPSBEPSFTEBFNQSFTBQPEFNBJOEBRVFSFSSFVOJSEBEPT
EFDPOTVNPEFBDUJWJEBEFDPNCVTU½WFMQBSBSFWFSJGJDBSFNPT
TFVTD²MDVMPTFFYQMPSBSBTPQPSUVOJEBEFTEFSFEV¸·PEFFNJT
TÆFT&TUFTEBEPTEFWJBNFTUBSEJTQPO½WFJTFFYQM½DJUPTQBSB
UPEPTPTDPMBCPSBEPSFTBUPEPTPTO½WFJTEBFNQSFTB0TDPMBCP
SBEPSFTEFWFNUBNC¹NWFSJGJDBSRVFPTEBEPTDPNVOJDBEPT
OBTJOTUBMB¸ÆFTT·PCBTFBEPTFNMJNJUFTEFJOWFOU²SJPTCFN
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EFD²MDVMPFUD
$IRECTRIZESCOMUNSNACOMUNICAÎÍOAONÓVELDE
EMPRESA
s 6NBMJTUBFFYQMJDB¸·PEFFYDMVTÆFTPVJODMVTÆFTEFGPOUFT
s $PNQBSB¸·PEFJOGPSNB¸·PEFBOPTBOUFSJPSFT
s 0QFS½PEPEBDPNVOJDB¸·PBCSBOHJEP
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0
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BCPSEBHFNDFOUSBMJ[BEBBPDPNVOJDBSFNPTEBEPTEF
DPOTVNPEFBDUJWJEBEFTDPNCVTU½WFMBBPO½WFMFNQSFTBSJBM
UBNC¹NEFWFNDPNVOJDBSPTFHVJOUF
s 6NBEFTDSJ¸·PEBTNFUPEPMPHJBTEFD²MDVMPEP(&&F
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QFS½PEPTEFDPNVOJDB¸·PQS¹WJPT
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1BSBBM¹NEPTEBEPTTPCSFBTFNJTTÆFTEF(&&FEBTDBUFHP
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JOTUBMB¸ÆFTJOEJWJEVBJTRVFTFHVFNBBCPSEBHFNEFTDFOUSBMJ
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5
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VNJNQBDUFOPTEBEPTDPNVOJDBEPTBRVJTJ¸ÆFTEFTBQPT
TBNFOUPTCLOSURESBWBO¸PTUFDOPMÂHJDPTBMUFSB¸·POPTMJNJUFT
EFDPNVOJDB¸·PPVN¹UPEPTEFD²MDVMPBQMJDBEPTFUD
2%,!4»2)/30!2!!!"/2$!'%-$%3#%.42!,):!$!
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TÆFTPVDPOTVNPEFBDUJWJEBEFDPNCVTU½WFMBTVBTDBVTB
QSPW²WFMFSFDPNFOEB¸ÆFTEFDPNPPTEBEPTQPEFNTFS
NFMIPSBEPT
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VUJMJ[B¸·PEFDPNCVTU½WFMPVDPOTVNPEFFMFDUSJDJEBEFFN
FNJTTÆFTEF$0
&
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s 3FHJTUPTDMBSPTTPCSFUPEPTPTD²MDVMPTGFJUPTQBSBPTEBEPT
EFBDUJWJEBEFDPNCVTU½WFM
*
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DPNPUPOFMBEBTEFGFSUJMJ[BOUFTQSPEV[JEPTUPOFMBEBTEF
SFT½EVPTFNBUFSSPT
3
s 6NBCSFWFEFTDSJ¸·PEBTGPOUFTEFFNJTT·P
QBTTBHFJSPTDPNPUSBOTQPSUFEFNFSDBEPSJBTFN
UPOFMBEBTLJMPNFUSPT
0
0TSFMBUÂSJPTRVFWºNEBTJOTUBMB¸ÆFTQBSBPTFTDSJUÂSJPTEB
FNQSFTBPVTVBTEJWJTÆFTEFWFNJODMVJSUPEBBJOGPSNB¸·PSFMF
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EFSFHJTUPT·PDPNVOTUBOUPQBSBBTBCPSEBHFOTDFOUSBMJ[BEBT
DPNPQBSBBTEFTDFOUSBMJ[BEBTFEFWJBNTFSDPNVOJDBEBTQFMBT
JOTUBMB¸ÆFTBPTFTDSJUÂSJPTEBFNQSFTB*ODMVJOEP
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0
3
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0
!
SEMPRESASTÐMRAZÜESDIFERENTESPARAGERIRAQUALIDADEDOINVEN
TÈRIODASSUASEMISSÜES'%%DESDEIDENTIFICAROPORTUNIDADESPARAO
MELHORAMENTOËEXIGÐNCIADOSGRUPOSDEINTERESSEATÏËPREPARAÎÍODOREGU
LAMENTO/'('0ROTOCOL#ORPORATE3TANDARDRECONHECEQUEESTASRAZÜESFAZEM
PARTEDOSOBJECTIVOSEEXPECTATIVASDEFUTURODEUMAEMPRESA/SOBJECTIVOSDE
UMAEMPRESAEASSUASVISÜESDAEVOLUÎÍODASQUESTÜESDEEMISSÜESDE'%%
DEVEMSERVIRCOMODIRECTRIZESPARAACONCEPÎÍODOSEUINVENTÈRIODAIMPLE
MENTAÎÍODEUMSISTEMADEGESTÍODEQUALIDADEEDARESOLUÎÍODASINCERTEZAS
SURGIDASDENTRODOPRØPRIOINVENTÈRIO
0 3 * & / 5 " œ › 0
$"1¡56-0
6NQSPHSBNBEFJOWFOU²SJPEF(&&JODMVJUPEPTPT
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GFJUPTQBSBBSFDPMIBEFEBEPTQBSBBQSFQBSB¸·PEP
JOWFOU²SJPFQBSBBJNQMFNFOUB¸·PEFQBTTPTQBSBHFSJS
BRVBMJEBEFEBNFTNB"EJSFDUSJ[EFTUFDBQ½UVMP
QSFUFOEFBKVEBSBTFNQSFTBTOPEFTFOWPMWJNFOUPF
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PTFVJOWFOU²SJP
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UFS²NBJPSWBMPSFNBJTVTPFORVBOUPRVFBJOGPSNB¸·P
EFCBJYBRVBMJEBEFQPEFS²UFSQPVDPPVOFOIVNWBMPSF
QPEFBJOEBGJDBSTVKFJUPBQFOBMJEBEFT1PSFYFNQMP
VNBFNQSFTBQPEFBDUVBMNFOUFFTUBSGPDBEBOVN
QSPHSBNBEF(&&WPMVOU²SJPNBTQPEFUBNC¹NRVFSFS
RVFPTTFVTEBEPTEPJOWFOU²SJPW·PEFFODPOUSPDPNPT
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QPEFS·PUFSWBMPSNPOFU²SJP6NTJTUFNBEFHFTU·PEF
RVBMJEBEF¹FTTFODJBMQBSBBTTFHVSBSRVFVNJOWFOU²SJP
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$EFINIRA1UALIDADEDO)NVENTÈRIO
0'('0ROTOCOL#ORPORATE3TANDARDTVCMJOIBDJODP
QSJOD½QJPTEFBVEJUPSJBRVFFTUJQVMBNVNBOPSNB
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EBFNQSFTBBUSBW¹TEPTTFVTFTGPS¸PTU¹DOJDPTEFBVEJ
UPSJBFEFDPNVOJDB¸·PWFSDBQ½UVMP
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1BSBRVFVNBFNQSFTBTJHBFTUFTQSJOD½QJPTBHFTU·PEF
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EFJOWFOU²SJPFNQSFTBSJBM
0PCKFDUJWPEFVNTJTUFNBEFHFTU·PEFRVBMJEBEF¹
BTTFHVSBSRVFFTUFTQSJOD½QJPTTFKBNQPTUPTFNQS²UJDB
+0-'!MAISVALIAEMSEINTEGRARAGESTÍODE
'%%COMSISTEMASJÈEXISTENTES
+0-'UMAEMPRESADENÓVELMUNDIALNAÈREADOSSERVIÎOSDESCOBRIU
QUEOFACTORCHAVENADERIVAÎÍODEDADOSDE'%%FIÈVEISEQUEPOSSAM
SER VERIFICADOS Ï ATRAVÏS DA INTEGRAÎÍO DE MECANISMOS DE GESTÍO E
COMUNICAÎÍODEDADOSDE'%%COMAGESTÍODEFUNCIONAMENTOCENTRALE
OSPROCESSOSDEGARANTIADASEMPRESAS)STOPORQUE
s ² MAIS EFICIENTE ALARGAR O CAMPO DE ACÎÍO DE UMA GESTÍO FIRME E
PROCESSOSDEGARANTIAEXISTENTESDOQUEDESENVOLVERUMAFUNÎÍOSEPA
RADARESPONSÈVELPELAGERAÎÍOECOMUNICAÎÍODAINFORMAÎÍO'%%
3
/
5
"
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›
0
/UTROFACTORAOQUALNÍOÏDADOÐNFASESUFICIENTEÏËFORMAÎÍODOS
COLABORADORESEACOMUNICAÎÍODOSOBJECTIVOSDO'%%!GERAÎÍODE
DADOS E SISTEMAS DE COMUNICAÎÍO SÍO TÍO FIÈVEIS COMO OS QUE OS
OPERAM-UITOSSISTEMASBEMCONCEBIDOSFALHAMPORQUEASNECESSI
DADESPRECISASDAEMPRESAQUESÍOCOMUNICADASNÍOSÍOEXPLICADAS
ADEQUADAMENTEËSPESSOASQUETÐMDEINTERPRETARASNORMASDECOMU
NICAÎÍOEFERRAMENTASDECÈLCULO$ADOACOMPLEXIDADEDOSLIMITESDE
COMUNICAÎÍOEAOELEMENTODESUBJECTIVIDADEQUEDEVEACOMPANHARA
INCLUSÍODERECURSOEAPARTICIPAÎÍODECAPITALAINTERPRETAÎÍOCONSIS
TENTE E REQUISITOS DE COMUNICAÎÍO SÍO UM RISCO REAL ² TAMBÏM
IMPORTANTEQUEAQUELESQUEFORNECEMAINTRODUÎÍODOSDADOSTENHAM
CONSCIÐNCIADOSEUUSO!ÞNICAMANEIRADEMINIMIZARORISCOÏATRAVÏS
DA COMUNICAÎÍO CLARA FORMAÎÍO ADEQUADA E ATRAVÏS DA PARTILHA DE
CONHECIMENTOS
&
s «MEDIDAQUEAINFORMAÎÍO'%%SETORNACADAVEZMAISMONITORIZADA
IRÈATRAIRAMESMAATENÎÍOQUEOUTROSINDICADORESDENEGØCIO
ESSENCIAIS3ENDOASSIMAGESTÍOPRECISARÈDEASSEGURARQUEOS
PROCEDIMENTOSADEQUADOSESTEJAMNOSEUDEVIDOLUGARPARACOMU
NICARDADOSFIÈVEIS%STESPROCEDIMENTOSPODEMSEREFECTIVAMENTE
IMPLEMENTADOSPORFUNÎÜESDENTRODAPRØPRIAORGANIZAÎÍOQUEVIGIAM
AGESTÍODOGRUPOAUDITORIASINTERNAS4)ECOMUNICAÎÍODAEMPRESA
*
6NTJTUFNBEFHFTU·PEFRVBMJEBEFPGFSFDFVNQSPDFTTP
TJTUFN²UJDPQBSBBQSFWFO¸·PFBDPSSFD¸·PEFFSSPTF
JEFOUJGJDBBT²SFBTPOEFPTJOWFTUJNFOUPTJS·PSFTVMUBS
FNHSBOEFTNFMIPSBNFOUPTOBUPUBMRVBMJEBEFEPTJOWFO
U²SJPT1PS¹NPPCKFDUJWPQSJODJQBMEFHFTU·PEF
RVBMJEBEF¹BTTFHVSBSBDSFEJCJMJEBEFEBJOGPSNB¸·PEP
JOWFOU²SJPEF(&&EBFNQSFTB0QSJNFJSPQBTTPQBSB
BUJOHJSFTUFPCKFDUJWP¹EFGJOJSBRVBMJEBEFEPJOWFOU²SJP
0
.FTNPTFVNBFNQSFTBO·PFTUFKBBBOUFDJQBSVN
NFDBOJTNPSFHVMBEPSGVUVSPPTHSVQPTEFJOUFSFTTF
JOUFSOPTFFYUFSOPTJS·PFYJHJSJOGPSNB¸ÆFTEFBMUBRVBMJ
EBEFTPCSFPJOWFOU²SJP4FOEPBTTJNBJNQMFNFOUB¸·P
EFVNUJQPEFTJTUFNBEFHFTU·PEFRVBMJEBEF¹JNQPS
UBOUF$POUVEPP'('0ROTOCOL#ORPORATE3TANDARD
SFDPOIFDFRVFBTFNQSFTBTO·PUºNSFDVSTPTJMJNJUBEPT
FBPDPOUS²SJPEBDPOUBCJMJEBEFGJOBODFJSBJOWFOU²SJPT
FNQSFTBSJBJTEF(&&FOWPMWFNVNO½WFMEFDPNQMFYJ
EBEFDJFOU½GJDBFEFFOHFOIBSJB4FOEPBTTJNBT
FNQSFTBTEFWFNEFTFOWPMWFSPTFVQSPHSBNBEFJOWFO
U²SJPFPTFVTJTUFNBEFHFTU·PEFRVBMJEBEFDPNPTFOEP
VNFTGPS¸PBDVNVMBUJWPFNIBSNPOJBDPNPTTFVT
SFDVSTPTBFWPMV¸·PNBJTBNQMBEBTTVBTQPMJUJDBTFBT
TVBTQSÂQSJBTWJTÆFTDPSQÂSFBT
"HFTU·PEBRVBMJEBEFEPTJOWFOU²SJPT
/
'ESTÎODA1UALIDADEDO)NVENTÉRIO
§
1UADRODE2EFERÐNCIADO0ROGRAMADE)NVENTÈRIO
0ARADELINEARAGESTÎODAQUALIDADEDEUMINVENTÉRIOESTES
PROCESSOSESISTEMASPODEMSERINTEGRADOSONDEFORAPRO
PRIADOCOMOUTROSPROCESSOSEMPRESARIAISRELACIONADOSCOMA
QUALIDADE
!
—
¡NECESSÉRIOQUEHAJAUMQUADRODEREFERÐNCIAPRÉTICOPARA
AJUDARASEMPRESASAIMAGINARECONCEBERUMSISTEMADE
GESTÎODEQUALIDADEPARAAJUDARAPLANEARFUTUROSMELHORA
MENTOS%STEQUADRODEREFERÐNCIAFOCAOSCOMPONENTES
INSTITUCIONAISADMINISTRATIVOSETÏCNICOSDEUMINVENTÉRIO
&IGURA
$/#5-%.4!±°/ )STOÏOREGISTODEMÏTODOSDADOSPROCESSOS
4
-²4/$/3 %STESSÎOOSASPECTOSTÏCNICOSDAPREPARA¥ÎODEUM
2
)
%
.
INVENTÉRIO!SEMPRESASDEVEMSELECCIONAROUDESENVOLVER
METODOLOGIASPARAESTIMARASEMISSÜESQUEREPRESENTAMDE
MODOPRECISOASCARACTERÓSTICASDASSUASCATEGORIASDERECURSO
/0ROTOCOLODE'%%PROVIDENCIAMUITOSMÏTODOSPRÏCONFIGU
RADOSEFERRAMENTASDECÉLCULOPARAAJUDARNESTEESFOR¥O!
CONCEP¥ÎODEUMPROGRAMADEINVENTÉRIOEDEUMSISTEMADE
GESTÎODEQUALIDADEDEVEPROVIDENCIARPARAASELEC¥ÎOAPLI
CA¥ÎOEACTUALIZA¥ÎODASMETODOLOGIASÉMEDIDAQUENOVAS
PESQUISASVÎOSENDODISPONIBILIZADASQUEHAJAALTERA¥ÜES
FEITASAOPERA¥ÜESDENEGØCIOOUQUEAIMPORTÊNCIADOINVEN
TÉRIOSEJAAUMENTADO
$!$/3 %STAÏAINFORMA¥ÎOBÉSICASOBRENÓVEISDEACTIVIDADE
/
FACTORESDEEMISSÎOPROCESSOSEOPERA¥ÜES%MBORAAS
METODOLOGIASPRECISEMSERAPROPRIADAMENTERIGOROSASEDETA
LHADASAQUALIDADEDOSDADOSÏOMAISIMPORTANTE.ENHUMA
METODOLOGIAPODECOMPENSARAFRACAQUALIDADEDOSDADOS
INTRODUZIDOS!CONCEP¥ÎODEUMPROGRAMAEMPRESARIALDE
INVENTÉRIODEVEFACILITARARECOLHADEDADOSDEALTAQUALIDADEE
AMANUTEN¥ÎOEMELHORAMENTODEPROCEDIMENTOSDOSMESMOS
SISTEMASHIPØTESESEESTIMATIVASUSADOSNAPREPARA¥ÎODEUM
INVENTÉRIO)NCLUITUDOOQUEOSCOLABORADORESNECESSITAMPARA
PREPARAREMELHORARUMINVENTÉRIODEUMAEMPRESA5MAVEZ
QUEESTIMARASEMISSÜESDE'%%ÏINERENTEMENTETÏCNICO
ENVOLVENDOENGENHARIAECIÐNCIAUMADOCUMENTA¥ÎOTRANS
PARENTEEDEALTAQUALIDADEÏPARTICULARMENTEIMPORTANTEPARA
ACREDIBILIDADE3EAINFORMA¥ÎONÎOÏCREDÓVELOUSENÎOÏ
COMUNICADAEFECTIVAMENTEAOSGRUPOSDEINTERESSEINTERNOSOU
EXTERNOSNÎOTERÉVALOR
!SEMPRESASDEVEMPROCURARASSEGURARAQUALIDADEDESTES
COMPONENTESEMTODOSOSNÓVEISDACONCEP¥ÎODOSEUINVEN
TÉRIO
)MPLEMENTARUM3ISTEMADE'ESTÍODE1UALIDADEDE
)NVENTÈRIO
5MSISTEMADEGESTÎODAQUALIDADEPARAUMPROGRAMADE
INVENTÉRIODEUMAEMPRESADEVEENGLOBARTODOSOSQUATRO
COMPONENTESDEINVENTÉRIODESCRITOSACIMA0ARAIMPLEMENTAR
OSISTEMAUMAEMPRESADEVESEGUIROSSEGUINTESPASSOS
#RIARUMAEQUIPAENCARREGUEDAQUALIDADEDEINVENTÉRIO
02/#%33/3%3)34%-!3$%).6%.4«2)/ %STESSÎOOSPROCEDIMENTOS
INSTITUCIONAISADMINISTRATIVOSETÏCNICOSPARAAPREPARA¥ÎODE
INVENTÉRIOS'%%)NCLUEMAEQUIPAEOSPROCESSOSENCARREGUES
COMOOBJECTIVODEPRODUZIRUMINVENTÉRIODEALTAQUALIDADE
&)'52!
%STAEQUIPADEVESERRESPONSÉVELPELAIMPLEMENTA¥ÎODEUM
SISTEMADEGESTÎODAQUALIDADEEDEVECONTINUADAMENTE
MELHORARAQUALIDADEDOINVENTÉRIO!EQUIPAOUGESTORDEVE
COORDENARASINTERAC¥ÜESENTREUNIDADESDENEGØCIORELE
VANTESINSTALA¥ÜESEENTIDADESEXTERNASTAISCOMO
PROGRAMASDEAGÐNCIASGOVERNAMENTAISINSTITUI¥ÜESDE
PESQUISAVERIFICADORESOUFIRMASDECONSULTORIA
3ISTEMADE'ESTÍODA1UALIDADEDO)NVENTÈRIO
3)34%-!$%'%34°/$!15!,)$!$%$/).6%.4«2)/
#RIARUMA%QUIPAENCARREGUEDA1UALIDADEDO)NVENTÈRIO
$!$/3
2ELATØRIO$OCUMENTOE!RQUIVO
$ESENVOLVERUM0LANODE'ESTÍODA1UALIDADE
-²4/$/3
3)34%-!3
)NSTITUCIONALIZARELOSDEFEEDBACKFORMAIS
%FECTUARA6ERIFICAÎÍODA1UALIDADE'ENÏRICA
$/#5-%.4!±°/
2EVERAS%STIMATIVASE#OMUNICAÎÜES&INAISDO)NVENTÈRIO
%FECTUARA6ERIFICAÎÍO2ECURSOESPECÓFICODA1UALIDADE
& % % $ " ! # +
#!0Ÿ45,/
CAPÍTULO 7
2. Desenvolver um plano de gestão da qualidade. Este plano
descreve os passos que uma empresa deve seguir para implementar o seu sistema de gestão de qualidade, que deve ser
incorporado na concepção do seu programa de inventário
desde o início, embora mais rigor e cobertura de certos
procedimentos possa ser faseada em mais do que múltiplos
anos. O plano deve incluir os procedimentos para todos os
níveis de organização e para todos os processos de desenvolvimento de um inventário – desde a recolha inicial de
dados até à comunicação final dos resultados. Para
eficiência e compreensão, as empresas devem integrar (e
alargar como acharem apropriado) sistemas de qualidade já
existentes para cobrir a gestão e comunicação GEE, tais
TABELA 4.
Gestão da Qualidade do Inventário
51
como quaisquer procedimentos de ISO. Para assegurar exactidão, a maior parte do plano deve focar as medidas práticas
para a implementação do sistema de gestão da qualidade,
como é descrito nos pontos três e quatro.
3. Efectuar a verificação da Qualidade genérica. Estas
aplicam-se aos dados e processos ao longo de todo o
inventário, focando no controlo apropriado e rigoroso da
qualidade no tratamento de dados, documentação, e
actividades de cálculo da emissão (e.g. assegurando que as
unidades de conversão correctas são usadas). Orientação
nos procedimentos na verificação da qualidade é dada
na secção sobre implementação descrito abaixo.(ver Tabela 4)
Medidas genéricas de gestão da qualidade
R E C O L H A , I N T R O D U Ç Ã O E T R AT A M E N T O D E D A D O S
• Verificar uma amostra de dados de introdução para erros de transcrição
• Identificar modificações nas folhas de cálculo que poderiam providenciar controlos ou verificações de qualidade adicionais,
• Assegurar que os procedimentos de versões de controlo adequados para ficheiros electrónicos tenham sido implementados
• Outros
DOCUMENTAÇÃO DE DADOS
O
• Confirmar que as referências bibliográficas estão incluídas nas folhas de cálculo para todos os dados primários.
• Verificar que as cópias das referências citadas foram arquivadas
R
• Verificar que as suposições e critérios para a selecção de limites, anos base, métodos, dados da actividade, factores de emissão, e
outros parâmetros estão documentados;
I
• Verificar que as mudanças nos dados ou na metodologia estão documentadas
E
• Outros
CÁLCULO DE EMISSÕES E VERIFICAÇÃO DE CÁLCULOS
N
• Verificar se as unidades de emissão, parâmetros, e factores de conversão estão correctamente classificados;
• Verificar se as unidades estão correctamente classificados e que esta classificação tenha sido feita desde o início até ao fim dos cálculos;
T
• Verificar se os factores de conversão estão correctos;
• Verificar os passos de processamento de dados (e.g. equações) na folha de cálculo.
A
• Verificar que os dados de introdução da folha de cálculo e dados calculados estejam claramente diferenciados;
Ç
• Verificar um excerto de cálculos, feitos à mão ou electronicamente
• Verificar alguns cálculos com cálculos abreviados (i.e. cálculos de rascunho)
Ã
• Verificar a agregação de dados pelas categorias de fontes, unidades de negócio, etc
• Verificar a consistência da introdução de séries de tempo e cálculos
O
• Outros
›
0
(FTU·PEB2VBMJEBEFEP*OWFOU²SJP
&GFDUVBSWFSJGJDB¸ÆFTEFDBUFHPSJBEFSFDVSTPTFTQFD½GJDPT
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EBRVBMJEBEF *TUPJODMVJJOWFTUJHB¸ÆFTNBJTSJHPSPTBT
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TPCSFBBQMJDB¸·PBQSPQSJBEBEFMJNJUFTQSPDFEJNFOUPTEF
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3
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JOWFOU²SJPTT·PVNFTGPS¸PEFMPOHPQSB[P
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#!0°45,/
&!#4/2%3$%%-)33°/%/542/30!2¬-%42/3
0ARAUMAFONTEDERECURSOPARTICULAROSCÉLCULOSDAEMISSÎO
IRÎOGERALMENTEDEPENDERDOSFACTORESDEEMISSÎOEOUTROS
PARÊMETROSEGFACTORESDEUTILIZA¥ÎOTAXASDEOXIDA¥ÎO
FACTORESDECONVERSÎODOMETANO%STESFACTORESE
PARÊMETROSPODEMSERFACTORESPUBLICADOSOUPRÏCONFIGU
RADOSBASEADOSNOSDADOSESPECÓFICOSDAEMPRESADOLOCALNA
EMISSÎODIRECTAOUNOUTRASMEDIDAS0ARAOCONSUMODE
COMBUSTÓVELOSFACTORESDEEMISSÎOPUBLICADOSBASEADOSNO
CONTEÞDODAENERGIADECOMBUSTÓVELSÎOGERALMENTEMAIS
PRECISOSQUEOSBASEADOSNAMASSAENOVOLUMEEXCEPTO
QUANDOOSFACTORESBASEADOSNAMASSAOUNOVOLUMEFORAM
MEDIDASNUMNÓVELESPECÓFICODAEMPRESAOUDOLOCAL
)NVESTIGA¥ÜESDEQUALIDADEPRECISAMDEAVALIARAREPRESENTA
TIVIDADEEAPLICA¥ÎODOSFACTORESDEEMISSÎOEOUTROS
PARÊMETROSPARAASCARACTERÓSTICASESPECÓFICASDAEMPRESA!S
DIFEREN¥ASENTREOSVALORESMEDIDOSEPRÏCONFIGURADOS
PRECISAMDESEREXPLICADASQUALITATIVAMENTEEJUSTIFICADAS
BASEADASNASCARACTERÓSTICASOPERACIONAISDAEMPRESA
$!$/3$%!#4)6)$!$%
—
§
/
s 6ERIFICARQUEASDECISÜESSOBREOSLIMITESOPERACIONAIS
EORGANIZACIONAISFORAMAPLICADASCORRECTAMENTEE
CONSISTENTEMENTEPARAARECOLHADEDADOSDEACTIVI
DADEVERCAPÓTULOSE
!
s 6ERIFICARQUEOSPROCEDIMENTOSDERECÉLCULOANUAIS
FORAMSEGUIDASDEUMMODOCONSISTENTEECORRECTOVER
CAPÓTULO
4
s )NVESTIGAROSDADOSDAACTIVIDADEQUEÏGERADAPARA
PROPØSITOSPARAALÏMDAPREPARA¥ÎODEUMINVENTÉRIO
'%%!OFAZÐLOASEMPRESASPRECISARÎODEVERIFICARA
APLICABILIDADEDESTESDADOSPARAPROPØSITOSDEINVEN
TÉRIOINCLUINDOPLENITUDECONSISTÐNCIACOMADEFINI¥ÎO
DACATEGORIADAFONTEECONSISTÐNCIACOMOSFACTORES
DEEMISSÎOUSADOS0OREXEMPLOOSDADOSDEINSTA
LA¥ÜESDIFERENTESPODEMSEREXAMINADOSPARAAMEDIDA
DETÏCNICASINCONSISTENTESCONDI¥ÜESDEFUNCIONA
MENTOOUTECNOLOGIAS!SMEDIDASDECONTROLODE
QUALIDADEEG)3/PODEMJÉTERSIDOCONDUZIDAS
DURANTEAPREPARA¥ÎOORIGINALDOSDADOS%STAS
MEDIDASPODEMSERINTEGRADASCOMOSISTEMADEGESTÎO
DAQUALIDADEDEINVENTÉRIO
.
s #OMPARAROSDADOSDEACTIVIDADEDEMÞLTIPLASFONTESDE
REFERÐNCIAEGVISTORIADOSDADOSPELOGOVERNOOUDADOS
COMPILADASPORASSOCIA¥ÜESDECOMÏRCIOCOMDADOSEMPRE
SARIAISQUANDOPOSSÓVEL4AISVERIFICA¥ÜESPODEMASSEGURAR
QUEDADOSCONSISTENTESESTEJAMASERCOMUNICADOSATODASAS
PARTESINTERESSADAS/SDADOSPODEMAINDASERCOMPARADOS
ENTREASINSTALA¥ÜESDENTRODEUMAEMPRESA
"ASEAROSSISTEMASDEDADOSDEEMISSÜESNOSRELATØRIOSFINAN
CEIROSAJUDAA)NTERFACEAMELHORARAQUALIDADEDOSMESMOS
!SSIMCOMOOSDADOSFINANCEIROSPRECISAMDESERDOCUMEN
TADOS E DEFINIDOS OS DADOS DE EMISSÜES DA INTERFACE ESTÍO
OBRIGADOS A NORMAS QUE PROMOVEM UMA CRESCENTE
TRANSPARÐNCIAPRECISÍOEALTAQUALIDADENOSSEUSINVENTÈRIOS
! INTEGRAÎÍO DOS SEUS SISTEMAS DE DADOS FINANCEIROS E DE
EMISSÜESFEZCOMQUEACONTABILIZAÎÍOEOSREGISTOSDE'%%DA
)NTERFACE SE TORNASSEM MAIS ÞTEIS LUTANDO AO MESMO TEMPO
PARA SE TORNAR NUMA hEMPRESA COMPLETAMENTE SUSTENTÈVELv
EM
%
s #OMPARAROSDADOSDOANOCORRENTECOMASTENDÐNCIAS
HISTØRICAS3EOSDADOSNÎOEXIBIREMMUDAN¥ASRELATIVAMENTE
CONSISTENTESDEANOPARAANOENTÎOASCAUSASPARAESTESPADRÜES
DEVEMSERINVESTIGADASEGMUDAN¥ASACIMADOSDEANO
PARAANOPODEMSEROFUNDAMENTOPARAMAISINVESTIGA¥ÎO
!)NTERFACE)NCÏUMADASMAIORESPRODUTORASDEAZULEJOSDE
TAPETES E TECIDOS PARA ESTOFOS DE INTERIORES COMERCIAIS !
EMPRESACRIOUUMSISTEMADEDADOSDOAMBIENTEQUEESPELHA
ACOMUNICAÎÍODOSDADOSFINANCEIROSDOGRUPO/SISTEMADE
)NTERFACE %CO-ETRICS Ï CONCEBIDO PARA PROVIDENCIAR DADOS
SOBRE O FLUXO DA ACTIVIDADE E DOS MATERIAIS DE UNIDADE DE
NEGØCIO EM VÈRIOS PAÓSES %STADOS 5NIDOS DA !MÏRICA
#ANADÈ!USTRÈLIA2EINO5NIDO4AILÉNDIAEPORTODAA%UROPA
E PROVIDÐNCIA MÏTRICAS PARA A MEDIÎÍO DO PROGRESSO DE
ASSUNTOS AMBIENTAIS TAIS COMO AS EMISSÜES '%% 5SANDO
NORMAS E QUADRO DE REFERÐNCIA DA CONTABILIZAÎÍO AMPLA DA
EMPRESAASINTRODUÎÜESDEDADOSSOBREAENERGIAESOBREOS
MATERIAISSÍOCOMUNICADASTRIMESTRALMENTEPARAUMABASEDE
DADOS CENTRAL E SÍO DISPONIBILIZADOS POR TODOS OS COLABO
RADORES DA ÈREA DE SUSTENTABILIDADE %STES DADOS SÍO AS
FUNDAÎÜES DO INVENTÈRIO ANUAL DA )NTERFACE E PERMITEM A
COMPARAÎÍO DOS DADOS APØS ALGUM TEMPO NA PROCURA DA
MELHORIADAQUALIDADE
)
s #ONVERTEROCONSUMODECOMBUSTÓVELEMUNIDADESDEENERGIA
ANTESDEAPLICAROSCONTEÞDOSDOSFACTORESDEEMISSÎODO
CARBONOQUEPODEMSERMELHORCORRELACIONADOSCOMO
CONTEÞDODAENERGIADOCOMBUSTÓVELDOQUECOMASUAMASSA
)NTERFACE!)NTEGRAÎÍODE3ISTEMASDE%MISSÜES
EDE$ADOSSOBRE.EGØCIOS
2
s $ESENVOLVERPROCEDIMENTOSDARECOLHADEDADOSQUE
PERMITAMQUEESSESMESMOSDADOSSEJAMRECOLHIDOSEFICAZ
MENTEEMANOSFUTUROS
/
!RECOLHADEDADOSDEACTIVIDADEDEALTAQUALIDADESERÉ
MUITASVEZESALIMITA¥ÎOMAISSIGNIFICANTEDOSINVENTÉRIOS
EMPRESARIAISDE'%%3ENDOASSIMACRIA¥ÎODEPROCEDI
MENTOSROBUSTOSDERECOLHADEDADOSPRECISADECONSTITUIR
PRIORIDADENACONCEP¥ÎODEQUALQUERPROGRAMADEINVENTÉRIO
DEUMAEMPRESA!SSEGUINTESMEDIDASSÎOÞTEISPARAAS
SEGURARAQUALIDADEDEDADOSDEACTIVIDADE
'ESTÎODA1UALIDADEDO)NVENTÉRIO
O
Gestão da Qualidade do Inventário
T
A
Ç
Ã
• Investigar se desequilíbrios ou outras características que
possam afectar a qualidade dos dados tenham sido previamente identificados (e.g. através da comunicação com
peritos numa instalação particular ou noutro sítio). Por
exemplo, um desequilíbrio pode ser a exclusão não intencional de operações em instalações mais pequenas ou
dados que não correspondam exactamente aos limites
organizacionais da empresa.
N
• Estender as medidas de gestão de qualidade para cobrir
quaisquer dados adicionais (vendas, produção, etc.) usados
para estimar as intensidades das emissões ou outros rácios.
ESTIMATIVAS DE EMISSÕES
O
R
I
E
As estimativas das emissões para uma categoria de
recurso/fontes podem ser comparadas com dados históricos
ou outras estimativas para assegurar que fiquem num limite
razoável. Estimativas potencialmente excessivas são causa
para a verificação de factores de emissão ou de dados de
actividade e para determinar se as mudanças na
metodologia, forças do mercado ou outros eventos, são
razões suficientes para essa mudança. Em situações onde o
controlo real da emissão ocorre (e.g. emissões de CO2 vindas
das centrais eléctricas), os dados dos controlos podem ser
comparados utilizando dados de actividade e factores de
emissão.
Se algum dos factores de emissão, dados de actividades, estimativas de emissão ou dos parâmetros verificados descritos
acima indicarem que haja um problema, investigações mais
detalhadas sobre a precisão dos dados podem ser pedidas.
Estas investigações mais detalhadas podem ser utilizados
para melhor avaliar a qualidade dos dados. Uma medida
potencial de qualidade é a avaliação quantitativa e qualitativa da sua incerteza.
Vauxhall Motors:
A importãncia da verificação de precisão
A experiência do fabricante automóvel do Reino Unido
Vauxhal Motors, ilustra a importância que se deve dar ao
pormenor quando se estabelece um sistema de recolha de
informações de GEE. A empresa queria calcular as emissões de GEE das viagens aéreas dos colaboradores.
Contudo, ao determinarem o impacte dessas viagens, é
importante que se assegurem que também, levaram em
conta a viagem de volta (não só a de ida) ao calcularem as
emissões. Felizmente, a revisão que a Vauxhal fez aos seus
métodos de cálculo e suposições revelaram este facto e
evitaram que se comunicassem emissões com um valor 50
por cento mais baixo que o real.
54
CAPÌTULO 7
A Qualidade e Incerteza do Inventário
Preparar um inventário GEE é inerentemente um exercício de contabilidade e científico. A maioria das
aplicações para emissões a nível da empresa e estimativas de remoção requerem que estes dados sejam
comunicados num formato parecido à dos dados da
contabilidade financeira. Na contabilidade financeira, é
norma prática comunicar estimativas de pontos individuais (i.e. valor singular versus uma variedade de
possíveis valores). Em contraste, a norma prática para a
maioria dos estudos científicos de GEE e outras emissões é comunicar dados quantitativos com limites de erro
estimados (i.e. incerteza). Tal como os valores financeiros num extracto bancário ou de lucro e perda,
estimativas de ponto num inventário de emissão
corpórea têm usos óbvios. Porém, como é que seria ou
deveria ser a adição de algumas medidas de incerteza
quantitativas para um inventário de emissão ser usada?
Numa situação ideal, em que a empresa tenha informações quantitativas perfeitas sobre a incerteza das
estimativas de emissão a todos os níveis, o uso primário
desta informação seria certamente comparativa. Tais
comparações podem ser feitas através de empresas,
através de unidades de negócio, através de fontes de
categorias, ou através do tempo. Nesta situação, as estimativas de emissão podiam até ser taxadas ou
descontadas baseando-se na sua qualidade antes de
serem usadas, sendo a incerteza o objectivo quantitativo
métrico para a qualidade. Infelizmente, tal objectivo de
estimativas de incerteza raramente existe.
TIPOS DE INCERTEZAS
As incertezas associadas com os inventários GEE podem
ser categorizadas de um modo geral em incerteza científica e incerteza estimativa. Incerteza científica surge
quando a ciência da emissão real e/ou o processo de
remoção não foi completamente compreendida. Por
exemplo, muitos factores directos e indirectos associados com valores do potencial aquecimento global
(GWP) que são usados para combinar estimativas
para vários GEEs, envolvem uma incerteza científica
significante. Através da análise e da quantificação,
tal incerteza científica é extremamente problemática
e está provavelmente para além da capacidade da
maioria dos programas de inventário da empresa.
#!0°45,/
'ESTÎODA1UALIDADEDO)NVENTÉRIO
!INCERTEZAESTIMATIVASURGESEMPREQUEASEMISSÜESDE
'%%SÎOQUANTIFICADAS3ENDOASSIMTODASASEMISSÜES
OUESTIMATIVASDEREMO¥ÎOESTÎOASSOCIADASCOMA
INCERTEZADEESTIMATIVA!INCERTEZADEESTIMATIVAPODE
SERAINDACLASSIFICADAEMDOISTIPOS INCERTEZAMODELO
E
INCERTEZADOSPARÊMETROS ! INCERTEZAMODELO REFERESEÌINCERTEZAASSOCIADACOM
ASEQUA¥ÜESMATEMÉTICASIEMODELOSUSADOSPARA
CARACTERIZARASRELA¥ÜESENTREVÉRIOSPARÊMETROSE
PROCESSOSDEEMISSÎO0OREXEMPLOAINCERTEZAMODELO
PODESURGIROUDEVIDOAOUSOINCORRECTODOMODELO
MATEMÉTICOOUDEUMAINTRODU¥ÎOINCORRECTANO
MODELO4ALCOMOCOMAINCERTEZACIENTÓFICAA
INCERTEZAESTIMATIVAMODELOESTÉPROVAVELMENTEPARA
ALÏMDAMAIORIADOSESFOR¥OSDEINVENTÉRIOFEITOSPELA
EMPRESAPORÏMALGUMASEMPRESASPODEMQUERER
UTILIZARASUAPERÓCIAÞNICACIENTÓFICAEDEENGENHARIA
PARAAVALIARAINCERTEZANOSSEUSMODELOSDEESTIMA
TIVASDEEMISSÎO
/
! INCERTEZADOSPARÊMETROS REFERESEÌINCERTEZAASSOCIADA
COMAQUANTIFICA¥ÎODOSPARÊMETROSINTRODUZIDOS
IEDADOSDEACTIVIDADEEFACTORESDEEMISSÎOEM
MODELOSDEESTIMATIVA)NCERTEZASDEPARÊMETROS
PODEMSERAVALIADASATRAVÏSDAANÉLISEESTATÓSTICA
ATRAVÏSDEDETERMINA¥ÜESDAPRECISÎODAMEDI¥ÎODO
EQUIPAMENTOEDISCERNIMENTODEUMPERITO!S
INCERTEZASDEPARÊMETROSQUANTIFICADASEDEPOISAS
INCERTEZASDEESTIMATIVADASFONTESDASCATEGORIAS
BASEADOSNESTASINCERTEZASDOSPARÊMETROSSERÎOOFOCO
PRIMÉRIODASEMPRESASQUEESCOLHAMINVESTIGARA
INCERTEZANOSSEUSINVENTÉRIOSDEEMISSÎO
2
)
%
! 3 , ) - ) 4 ! ± ¿ % 3 $ ! 3 % 3 4 ) - !4 ) 6! 3 $ ! ) . # % 2 4 % : !
.
!
SUPLEMENTARASEMPRESASTERÎODEDEPENDERNO
DISCERNIMENTODEUMPERITO /PROBLEMACOMO
DISCERNIMENTODEUMPERITOÏQUEÏDIFÓCILOBTERDEUM
MODOCOMPARÉVELECONSISTENTEATRAVÏSDEPARÊMETROS
CATEGORIASDEFONTEOUEMPRESAS
4
—
§
/
$ADOQUESØASINCERTEZASDEPARÊMETROESTÎODENTRO
DOSALVOSPOSSÓVEISDAMAIORIADASEMPRESASASESTIMA
TIVASDAINCERTEZAPARAOSINVENTÉRIOS'%%DOGRUPO
SERÎODEVIDOÌNECESSIDADEIMPERFEITOS!MOSTRASDE
DADOSCOMPLETOSEROBUSTOSNÎOESTARÎOSEMPRE
DISPONÓVEISPARAAVALIARAINCERTEZAESTATÓSTICA EM
TODOSOSPARÊMETROS0ARAAMAIORIADOSPARÊMETROS
EGLITROSDEGASOLINACOMPRADOSOUTONELADASDEPEDRA
CALCÉRIACONSUMIDASAPENASUMÞNICOPONTODEDADO
PODEESTARDISPONÓVEL%MALGUNSCASOSASEMPRESAS
PODEMUTILIZARAPRECISÎODEINSTRUMENTOSOUAINFOR
MA¥ÎODOCALIBREPARAINFORMARASUAAVALIA¥ÎODE
INCERTEZAESTATÓSTICA0ORÏMPARAQUANTIFICARALGUMAS
DASINCERTEZASSISTEMÉTICASASSOCIADASAOSPARÊMETROSE
ÌSESTIMATIVASDAINCERTEZAESTATÓSTICA
0
(FTU·PEB2VBMJEBEFEP*OWFOU²SJP
5
"
œ
›
1PSFTUBTSB[ÆFTRVBTFUPEBTBTFTUJNBUJWBTDPNQSF
FOTJWBTEBJODFSUF[BQBSBPTJOWFOU²SJPT(&&O·PTFS·P
BQFOBTJNQFSGFJUBTNBTUFS·PVNDPNQPOFOUFTVCKFDUJWP
FBQFTBSEFFTGPS¸PTNJOVDJPTPTT·PQPSTJDPOTJEFSB
EPTBMUBNFOUFJODFSUPT/BNBJPSJBEPTDBTPTBT
FTUJNBUJWBTEBJODFSUF[BO·PQPEFNTFSJOUFSQSFUBEBT
DPNPVNBNFEJEBPCKFDUJWBEFRVBMJEBEF/FNQPEFN
TFSVTBEBTQBSBDPNQBSBSBRVBMJEBEFEFFTUJNBUJWBTEF
FNJTT·PFOUSFDBUFHPSJBTEFGPOUFPVFNQSFTBT
&
/
$PNPFYDFQ¸·PFTU·PJODMV½EPTPTTFHVJOUFTDBTPTFN
RVFTFBTTVNFRVFPTEBEPTEFQSFDJT·PFTUBU½TUJDPTPV
JOTUSVNFOUBJTFTU·PEJTQPO½WFJTQBSBFTUJNBSPCKFDUJ
WBNFOUFDBEBJODFSUF[BEFFTUBU½TUJDBEPQBS³NFUSPJFP
EJTDFSOJNFOUPEFVNQFSJUPO·P¹OFDFTT²SJP
0
3
*
s 2VBOEPEVBTJOTUBMB¸ÆFTPQFSBDJPOBJTQBSFDJEBTVTBN
NFUPEPMPHJBTEFFTUJNBUJWBEBFNJTT·PQBSFDJEPTBT
EJGFSFO¸BTOBTJODFSUF[BTDJFOU½GJDBTPVEFNPEFMP
QPEFNQBSBBNBJPSJBTFSJHOPSBEBT"½BTFTUJNB
UJWBTRVBOUJGJDBEBTEBJODFSUF[BFTUBU½TUJDBQPEFNTFS
USBUBEBTDPNPTFOEPDPNQBS²WFJTFOUSFJOTUBMB¸ÆFT
QBSBFTUFUJQPEFDPNQBSB¸·PRVFTFEJSJHFOBMHVOT
QSPHSBNBTEFDPN¹SDJPRVFQSFTDSFWFNPSFRVFSJ
NFOUPEFDPOUSPMPFTQFD½GJDPFTUJNBUJWBFNFEJ¸·P
1PS¹NNFTNPOFTUBTJUVB¸·PPHSBVEFDPNQBSB¸·P
EFQFOEFEBGMFYJCJMJEBEFRVFPTQBSUJDJQBOUFTE·PQPS
FTUJNBSFNJTTÆFTBIPNPHFOFJEBEFBUSBW¹TEBTJOTUB
MB¸ÆFTCFNDPNPPO½WFMEFFYFDV¸·PFSFWJT·PEBT
NFUPEPMPHJBTVTBEBT
s %FNBOFJSBTFNFMIBOUFRVBOEPVNBÈOJDBJOTUBMB¸·P
VTBBNFTNBNFUPEPMPHJBUPEPTPTBOPTBTJODFSUF[BT
EFQBS³NFUSPTTJTUFN²UJDPToFNBEJ¸·PµTJODFSUF[BT
DJFOU½GJDBTFEFNPEFMPoOBFTUJNBUJWBEFFNJTT·PEF
SFDVSTPTQBSBEPJTBOPTT·POBNBJPSJBEPTDBTPT
JEºOUJDPT1PSRVFBTJODFSUF[BTEFQBS³NFUSPT
TJTUFN²UJDBTOFVUSBMJ[BNTFNVUVBNFOUFBJODFSUF[B
OVNBUFOEºODJBEFFNJTT·PFHBEJGFSFO¸BFOUSFBT
FTUJNBUJWBTQBSBEPJTBOPT
¹HFSBMNFOUFNFOPSRVFB
JODFSUF[BOBUPUBMEBTFNJTTÆFTQBSBVNÈOJDPBOP
/VNBTJUVB¸·PEFTUBTBTFTUJNBUJWBTEFJODFSUF[B
RVBOUJGJDBEBTQPEFNTFSUSBUBEBTDPNPTFOEP
DPNQBS²WFJTBPMPOHPEPUFNQPVTBEPQBSBQSPDVSBS
NVEBO¸BTSFMBUJWBTOBRVBMJEBEFEBTFTUJNBUJWBTEF
FNJTT·PEBJOTUBMB¸·PQBSBBDBUFHPSJBEFSFDVSTP
5BJTFTUJNBUJWBTEFJODFSUF[BFNUFOEºODJBTEF
FNJTT·PQPEFNTFSVTBEBTUBNC¹NDPNPHVJBQBSB
FTUBCFMFDFSVNBMWPEFSFEV¸·PQSPW²WFMRVFBT
FTUJNBUJWBTEBUFOEºODJBEBFNJTT·PTFKBNNFOPT
$"1¡56-0
ÈUFJTQBSBFTUBCFMFDFSBMWPTNBJTBNQMPTFHQPS
UPEBBFNQSFTBWFSDBQ½UVMP
EFWJEPBPTQSP
CMFNBTHFSBJTEFDPNQBUJCJMJEBEFFOUSFFTUJNBUJWBTEF
JODFSUF[BBUSBW¹TEFHBTFTGPOUFTFJOTUBMB¸ÆFT
%BEBTFTUBTMJNJUB¸ÆFTPQBQFMEBBWBMJB¸·PRVBOUJUBUJWB
FRVBMJUBUJWBOPEFTFOWPMWJNFOUPEFJOWFOU²SJPT(&&
JODMVJ
s "QSPNP¸·PEFVNQSPDFTTPNBJTBNQMPEFBQSFO
EJ[BHFNFFEEDBACKEFRVBMJEBEF
s 4VQPSUBSFTGPS¸PTQBSBDPNQSFFOEFSRVBMJUBUJWBNFOUF
FEPDVNFOUBSBTDBVTBTEBJODFSUF[BFBKVEBSOBJEFO
UJGJDB¸·PEFNBOFJSBTQBSBNFMIPSBSBRVBMJEBEFEP
JOWFOU²SJP1PSFYFNQMPSFDPMIFSBJOGPSNB¸·P
OFDFTT²SJBQBSBEFUFSNJOBSBTQSPQSJFEBEFTFTUBU½T
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2
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ENVOLVERGERALMENTEINCERTEZASDEPARÉMETROSEGERROSDEMEDIÎÍODO
EQUIPAMENTO
$EVESERRECONHECIDOPORÏMQUEASINFLUÐNCIASPODEMNÍOSERCONSTANTESDE
ANOPARAANOMASPORSUAVEZPODEMEXIBIRUMPADRÍOAOLONGODOTEMPO
EGPODEESTARACRESCEROUACAIR0OREXEMPLOUMAEMPRESAQUECONTINUEA
NÍOINVESTIRNARECOLHADEDADOSDEALTAQUALIDADEPODECRIARUMASITUAÎÍOEM
QUEASINFLUÐNCIASNOSDADOSPIORAMDEANOPARAANO%STETIPODEASSUNTOS
LIGADOSËQUALIDADEDOSDADOSÏEXTREMAMENTEPROBLEMÈTICOPORCAUSADO
EFEITOQUETÐMNOSCÈLCULOSDASTENDÐNCIASDEEMISSÍO.ESTESCASOSAS
INCERTEZASDEPARÉMETROSISTEMÈTICOSNÍOPODEMSERIGNORADAS
§
—
/SRESULTADOSDAINCERTEZAESTATÓSTICADEVARIAÎÜESNATURAISEGERROS
HUMANOSCASUAISNOPROCESSODEMEDIÎÍOEVARIAÎÜESNOEQUIPAMENTODE
MEDIÎÍO!INCERTEZAESTATÓSTICAPODESERDETECTADAATRAVÏSDEEXPERIÐN
CIASREPETIDASOUATRAVÏSDEAMOSTRASDEDADOS
/PAPELDEAVALIAÎÍOEUMPERITOPODESERDUPLO0RIMEIROPODEPROVIDENCIAROS
DADOSNECESSÈRIOSPARAESTIMAROPARÉMETRO3EGUNDOPODEAJUDAREMCOMBI
NAÎÍOCOMINVESTIGAÎÜESDAQUALIDADEDOSDADOSNAIDENTIFICAÎÍOEXPLICAÎÍO
EQUANTIFICAÎÍODEINCERTEZASTANTOESTATÓSTICASCOMOSISTEMÈTICAS
!
4
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!LGUMASESTIMATIVASDEEMISSÍOPODEMSEROBTIDOSUSANDOBALANÎOSDE
MASSAOUDEENERGIACÈLCULOSDEENGENHARIAOUMODELOSDESIMULAÎÍO
DECOMPUTADORES!LÏMDAINVESTIGAÎÍODOSDADOSDEINTRODUÎÍOPARA
ESTESMODELOSASEMPRESASDEVEMTAMBÏMCONSIDERARSEASHIPØTESES
INTERNASINCLUINDOPARÉMETROSASSUMIDOSNOMODELOSÍOAPROPRIADASË
NATUREZADASOPERAÎÜESDAEMPRESA
!INCERTEZADEPARÉMETROSSISTEMÈTICAOCORRESEOSDADOSSÍOSISTEMATICAMENTE
INFLUENCIADOS0OROUTRASPALAVRASAMÏDIADOVALORMEDIDOOUESTIMADOÏ
SEMPREMENOROUMAIORQUEOVERDADEIROVALOR!SINFLUÐNCIASSURGEMPOR
EXEMPLOPORQUEOSFACTORESDEEMISSÍOSÍOCONSTRUÓDOSAPARTIRDEAMOSTRASNÍO
REPRESENTATIVASPORQUETODASASACTIVIDADESOUCATEGORIASRELEVANTESNÍOFORAM
IDENTIFICADASOUPORQUEOSMÏTODOSDEESTIMATIVAFORAMINCORRECTOSOUINCOM
PLETOSOUENTÍOFOIUTILIZADOEQUIPAMENTODEMEDIÎÍODEFEITUOSO0ORQUEOVALOR
REALÏDESCONHECIDOTALINFLUÐNCIASISTEMÈTICANÍOPODESERDETECTADAATRAVÏSDE
EXPERIMENTAÎÍOREPETIDAEPORISSONÍOPODESERQUANTIFICADAATRAVÏSDAANÈLISE
ESTATÓSTICA#ONTUDOÏPOSSÓVELIDENTIFICARINFLUÐNCIAÈSVEZESQUANTITATIVA
ATRAVÏSDAINVESTIGAÎÍODAQUALIDADEDOSDADOSEPARECERESDEPERITOS
%
)
./4!3
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CAPÓTULOAORIENTAÎÍOAPLICASEIGUALMENTEËSESTIMATIVASDEREMOÎÍO
DEVIDOACATEGORIASDEBACIASEGCAPTAÎÍODOCARBONONASFLORESTAS
/
Comunicando as Reduções de GEE
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8
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á medida que a comunicação voluntária, os programas externos de
GEE, e os sistemas de troca de emissão evoluem, está a tornar-se
cada vez mais essencial para as empresas, por um lado, compreenderem as
implicações da comunicação das alterações de emissões de GEE ao longo do
tempo, e por outro lado, a comunicação de balanços ou créditos que resultam
dos projectos de redução de GEE. Este capítulo foca os diferentes assuntos
associados com o termo “reduções de GEE”.
O R I E N T A Ç Ã O
58
$"1¡56-0
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FNJTTÆFTSFBJTBPMPOHPEPUFNQPQBSBBFTDBMBSFMFWBOUF
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VUJMJ[BOEPBTDBUFHPSJBTTFHVJOUFT#1
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DPNPFYQMJDBEPQPSFYFNQMPOPQSPUPDPMPEF2VJPUP"TTJN
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EFWFGJDBSCFNDMBSPBRVFN¹RVF
QFSUFODFBSFEV¸·PQBSBRVFO·PIBKBVNBEVQMBDPOUBHFN
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VTBEBTQBSBJSEFFODPOUSPBVNBMWPJNQPTUPFYUFSOBNFOUF0T
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TJTUFNBEFPVUSPNPEPGFDIBEPUBMDPNPVNDPOKVOUPEFJOTUB
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VNDS¹EJUPTFKBOPSNBMNFOUFCBTFBEPOPD²MDVMPEFSFEV¸·P
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NFSDBEPiQS¹DPOEFTDFOUFwOPTQPOUPTBMUPTEP(&&TVCMJOIB
BJNQPSU³ODJBEFEFMJOFBSPQSPKFDUPEFSFEV¸ÆFTRVFTFS·P
VTBEBTDPNPDPNQFOTB¸ÆFTDPNVNN¹UPEPDSFE½WFMEFRVBO
UJGJDB¸·PDBQB[EFQSPWJEFODJBSEBEPTWFSJGJD²WFJT
!#OMUNICAÎÍODEREDUÎÜESBASEADASEMPROJECTOS
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EBTFNJTTÆFTG½TJDBTQBSBPTTFVTMJNJUFTEFJOWFOU²SJPFTDP
MIJEPTTFQBSBEBNFOUFFJOEFQFOEFOUFNFOUFEFRVBMRVFSUSPDB
RVFQPTTBNFNQSFFOEFS"TUSPDBT(&&EFWFNTFSDPNVOJ
DBEBTOPTFVSFMBUÂSJPQÈCMJDPTPCJOGPSNB¸·PPQDJPOBMoPVFN
SFMB¸·PBPBMWPWFSDBQ½UVMP
PVFNSFMB¸·PBPJOWFOU²SJP
FNQSFTBSJBMWFSDBQ½UVMP
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USBUBEBDSFEJCJMJEBEFEFJOUSPEV¸ÆFTPVDS¹EJUPTBERVJSJEPTPV
DPNQSBEPTEFWFNTFSJODMV½EPT
!LCOA!PROVEITANDOOSCERTIFICADOS
DEENERGIARENOVÈVEL
2VBOEPBTFNQSFTBTJNQMFNFOUBNQSPKFDUPTJOUFSOPTRVF
SFEV[FNPT(&&TEBTTVBTPQFSB¸ÆFTBTSFEV¸ÆFTSFTVMUBOUFT
T·POPSNBMNFOUFDBQUVSBEBTOPTMJNJUFTEPTFVJOWFOU²SJP
&TUBTSFEV¸ÆFTO·PQSFDJTBNEFTFSDPNVOJDBEBTTFQBSBEB
NFOUFBO·PTFSRVFTFKBNWFOEJEBTDPNFSDJBMJ[BEBT
FYUFSOBNFOUFPVEFPVUSPNPEPVTBEBTDPNPVNDS¹EJUPEF
JOUSPEV¸·P1PS¹NBMHVNBTFNQSFTBTQPEFNTFSDBQB[FTEF
GB[FSNVEBO¸BTOBTTVBTQSÂQSJBTPQFSB¸ÆFTRVFSFTVMUBNFN
SFEV¸ÆFTEF(&&FNGPOUFTO·PJODMV½EBTOPTFVQSÂQSJPMJNJUF
EFJOWFOU²SJPPVO·PDBQUVSBEBTBUSBW¹TEBDPNQBSB¸·PEBT
NVEBO¸BTEFFNJTTÆFTBPMPOHPEPUFNQP1PSFYFNQMP
EFSJWBEPEPEFTQFSE½DJPRVFQPEFEFPVUSPNPEPTFSVTBEP
DPNPBUFSSPPVJODJOFSBEPTFNSFDVQFSB¸·PEFFOFSHJB5BM
TVCTUJUVJ¸·PQPEFO·PUFSFGFJUPEJSFDUPTPCSFPVQPEF
NFTNPBVNFOUBS
BTFNJTTÆFTEF(&&EBQSÂQSJBFNQSFTB
1PS¹NQPEJBSFTVMUBSFNSFEV¸ÆFTEFFNJTTÆFTOPVUSPMBEP
GFJUBTQPSPVUSBPSHBOJ[B¸·PFHFWJUBOEPPH²TEFBUFSSPF
PVTPEFDPNCVTU½WFMGÂTTJM
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3
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0
!LCOAUMFABRICANTEMUNDIALDEALUMÓNIOESTÈAIMPLEMENTARUMA
VARIEDADEDEESTRATÏGIASPARAREDUZIRASSUASEMISSÜESDE'%%5MA
MANEIRADEABORDARESTEASSUNTOFOIODEOBTERCERTIFICADOSDEENERGIA
RENOVÈVELOU2%#SPARABALANÎARALGUMASDASEMISSÜESDE'%%DA
EMPRESA2%#SQUEREPRESENTAMOSBENEFÓCIOSAMBIENTAISDEENERGIA
RENOVÈVEL COMO AS EMISSÜES DE #/ QUE TENHAM SIDO EVITADAS E
GERADASPELAPRODUÎÍODEELECTRICIDADEAPARTIRDEFONTESRENOVÈVEIS
EMVEZDEFONTESFØSSEIS/S2%#SPODEMSERVENDIDOSNOMESMO
PACOTEQUEAELECTRICIDADECOMOO GREENPOWEROUSEPARADAMENTE
AOS CLIENTES QUE ESTIVEREM INTERESSADOS EM DAR O SEU APOIO E
CONTRIBUTOPARACOMAENERGIARENOVÈVEL!LCOACONCLUIUQUEOS2%#S
TINHAMINÞMERASVANTAGENSINCLUINDOOACESSODIRECTOAOSBENEFI
CIOSDAENERGIARENOVÈVELPARAASFÈBRICASQUEPOSSAMTEROPÎÜES
LIMITADAS NA OBTENÎÍO DA MESMA %M /UTUBREO DE !LCOA
COMEÎOU A COMPRAR 2%#S EQUIVALENTES A DA ELECTRICIDADE
CONSUMIDA ANUALMENTE POR QUARTO ESCRITØRIOS DO MESMO GRUPO NO
4ENNESSEE0ENNSYLVANIAE.OVA9ORK/S2%#SQUEA!LCOAESTÈA
ADQUIRIRSIGNIFICAMEFECTIVAMENTEQUEQUATRODOSCENTROSESTÍOAGORA
AFUNCIONARCOMELECTRICIDADEGERADAPELOSPROJECTOSQUEPRODUZEM
ELECTRICIDADEAPARTIRDEGÈSDEATERROEVITANDOASSIMEMISSÜESDE
DIØXIDODECARBONOANUAISDEMAISDEMILHÜESDE+ILOGRAMAS
MILHÜESDELIBRAS%MPARTEA!LCOAESCOLHEU2%#SPORQUEO
SEUFORNECEDORGARANTIUOFORNECIMENTODE2%#SPARATODASASQUARTO
INSTALAÎÜESCOMUMSØCONTACTOESTAFLEXIBILIDADEBAIXOUOSCUSTOS
ADMINISTRATIVOSNACOMPRADEENERGIARENOVÈVELPARAVÈRIASINSTA
LAÎÜESQUESEJAMSERVIDASPORUNIDADESDIFERENTES
s "TVCTUJUVJ¸·PEFDPNCVTU½WFMGÂTTJMQPSDPNCVTU½WFM
$EVELOPMENT 'ROUPS #ORPORATE 'UIDE TO 'REEN 0OWER -ARKETS
)NSTALAÎÍO72)
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VENDASDEPERMISSÜESBALANÎOSECRÏDITOS
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REFERIDACOMOOPROBLEMADEhPERMANÐNCIAv
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ASREMOÎÜESDE'%%QUEAPROJECÎÍOPRETENDEATINGIR
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JOUFOTJEBEFEP(&&FEBFTUSVUVSBEBSFEFEFGPSOFDJ
NFOUPFTUBSFEV¸·PQPEFTFSFYDFEJEBPV
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FNJTTÆFTEF³NCJUPBPMPOHPEPUFNQPTFPTÈMUJNPT
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FNJTT·PN¹EJP
$PNVOJDBOEPBTSFEV¸ÆFTEF(&&
Comunicar as Emissões de GEE
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O
R
M
A
S
9
U
m relatório credível das emissões de GEE apresenta informação
relevante que seja completa, consistente, precisa e transparente.
Enquanto que leva tempo para desenvolver um inventário das emissões de
GEE rigoroso e completo, o conhecimento irá melhorar com a experiência no
cálculo e na comunicação dos dados. É assim recomendado que um relatório
de GEE público:
• Seja baseado nos melhores dados possíveis na altura da publicação, sendo ao
mesmo tempo transparente quanto ás suas limitações
• Comunique quaisquer discrepâncias de material identificadas em anos
prévios
• Inclua as emissões brutas das empresas para o seu limite de inventário escoN O R M A S
lhidas, separadas de e independente de quaisquer comercialização de
O R I E N T A Ç Ã O
62
emissões GEE que possa empreender.
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s 6NFTCP¸PEPTMJNJUFTPQFSBDJPOBJTFTDPMIJEPTFTFP
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QBSBDPOTVNJEPSFTO·PGJOBJTWFSDBQ½UVMP
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BRVJTJ¸ÆFTEFTBQPTTBNFOUPTOUTSOURCINGINSOURCING
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NFUPEPMPHJBTEFD²MDVMPFUD
)NFORMAÎÍO/PCIONAL
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TÆFTEPBOPCBTF
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4
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.
"
s 0TEBEPTEBTFNJTTÆFT(&&QBSBUPEPTPTBOPTFOUSFP
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TPCSFFSB[ÆFTQBSBSFD²MDVMPTFBQSPQSJBEP
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FVNFTCP¸PEF
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JOWFOU²SJPWFSDBQ½UVMP
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TFBTDPNQFOTB¸ÆFTT·PWFSJGJDBEBTDFSUJGJDBEBTWFS
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3
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DPNVOJDB¸·PEFDBUFHPSJBTEFJOGPSNB¸·PPQDJPOBJTQPEF
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FYFNQMPQVCMJDBEPOB*OUFSOFUPVFNDPNVOJDBEPTEF
3USTAINABILITY#ORPORATE3OCIAL2ESPONSIBILITYFH
'LOBAL2EPORTING*OJUJBUJWF
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DPNQMFUPRVFDPOU¹NUPEPTPTEBEPTOFDFTT²SJPTDPNP
FTQFDJGJDBEPQFMBOPSNBEFDPNVOJDB¸·PUSBUBEPOFTUF
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DPOUFSUPEBBJOGPSNB¸·PDPNPFTQFDJGJDBEPQPSFTUB
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TFSGFJUBQBSBVNSFMBUÂSJPDPNQMFUPEJTQPO½WFMQVCMJ
DBNFOUFPOEFUPEBBJOGPSNB¸·PFTUFKBEJTQPO½WFM
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5
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FPTFVJNQBDUFOBTPDJFEBEFPVOPBNCJFOUFFH
FNJTTÆFTEFSJWBEBTµQSPEV¸·PEFVNQSPEVUP
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"TFNQSFTBTEFWJBNFTGPS¸BSTFFNDSJBSVNSFMBUÂSJP
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TFSBMDBO¸BEPBEPQUBOEPBTDBUFHPSJBTEFDPNVOJDB¸·P
EBOPSNBFHBEFTDSJ¸·PSFRVJTJUBEBEBMJNJUFEB
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BTFNJTTÆFTEPHSVQPFNQSFTBSJBMJOGPSNB¸ÆFT
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PQDJPOBJTTPCSFDPNQFOTB¸ÆFTDPNCBTFOPSFMBUÂSJP
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QBS³NFUSPTDPOUBCJM½TUJDPTFVNBBO²MJTFEBTUFOEºO
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RVBESPDPNQMFUPEPTFTGPS¸PTEFJOWFOU²SJPEB
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JOTUBMB¸ÆFTOFHÂDJPTPVDPNVOJDBOEPPTJOEJDBEPSFTEF
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OFHÂDJP4FJTUP¹PDBTPPTEBEPTO·PQSFDJTBNEFTFS
DPNVOJDBEPTQVCMJDBNFOUFQPEFNTFSEJTQPOJCJMJ[BEPT
QBSBBRVFMFTRVFGB[FNBBVEJUPSJBEBTFNJTTÆFTEF
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0
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SFGMFDUFVNNFMIPSBNFOUPQPTJUJWPEPEFTFNQFOIP
&YFNQMPTEFS²DJPTEFQSPEVUJWJEBEFFGJDJºODJB
JODMVFNBQSPEVUJWJEBEFTEPTSFDVSTPTFHWFOEBT
QPS(&&
FQSPDFTTPTEFFDPFGJDJºODJBFHPWPMVNF
EBQSPEV¸·PQPSRVBOUJEBEFEF(&&
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"TFNQSFTBTQPEFNEFTFOWPMWFSUBYBTRVFNFMIPSTF
BEFRVBNBPTFVOFHÂDJPFRVFT·PSFMFWBOUFTQBSBBT
TVBTOFDFTTJEBEFTEFUPNBEBEFEFDJTÆFT1PEFN
TFMFDDJPOBSUBYBTQBSBDPNVOJDB¸ÆFTFYUFSOBTRVF
NFMIPSFNBDPNQSFFOT·PFDMBSJGJRVFNBJOUFSQSF
UB¸·PEPTFVEFTFNQFOIPQBSBPTTFVTHSVQPTEF
JOUFSFTTFJNQPSUBOUFQSPWJEFODJBSBMHVNBT
QFSTQFDUJWBTTPCSFBTTVOUPTDPNPBFTDBMBFBTMJNJ
UB¸ÆFTEPTJOEJDBEPSFTEFNBOFJSBBRVFPT
VUJMJ[BEPSFTDPNQSFFOEBNBOBUVSF[BEBJOGPSNB¸·P
QSPWJEFODJBEB"TFNQSFTBTEFWFNDPOTJEFSBSRVF
JOEJDBEPSFTEFS²DJPTNFMIPSDBQUBNPTCFOFG½DJPTF
JNQBDUFTEPTFVOFHÂDJPJFBTTVBTPQFSB¸ÆFTPT
TFVTQSPEVUPTFPTTFVTFGFJUPTOPNFSDBEPFOB
FDPOPNJBJOUFJSB"MHVOTFYFNQMPTEFEJGFSFOUFTJOEJ
DBEPSFTEPTS²DJPTT·PBRVJQSPWJEFODJBEPT
0
-ID!MERICAN%STABELECENDOINDICADORESDE
RÈCIOPARAUMAEMPRESAUTILITÈRIA
-ID!MERICAN%NERGY(OLDINGS#OMPANYUMAEMPRESANAÈREADA
ENERGIA COM SEDE EM )OWA QUERIA UM MÏTODO PARA PROCURAR A
INTENSIDADEDE'%%NUMACENTRALELÏCTRICAQUEAOMESMOTEMPO
INTRODUZISSEOSRESULTADOSINDIVIDUAISDECADACENTRALNUMhPORT
FOLIODEGERAÎÍOvDOGRUPOEMPRESARIALINDICADORDAINTENSIDADEDE
'%% ! -ID!MERICAN TAMBÏM QUERIA CONSIDERAR OS BENEFÓCIOS DE
'%%NOGERARDEENERGIARENOVÈVELPLANEADAASSIMCOMOTAMBÏM
MEDIROIMPACTEDEOUTRASMUDANÎASNOSEUPORTFOLIODEGERAÎÍODE
ENERGIA AO LONGO DO TEMPO EG FECHO DE UNIDADES OU NOVAS
CONSTRUÎÜES!EMPRESAADOPTOUUMINDICADORDEINTENSIDADEDE
'%%QUEMEDEESPECIFICAMENTEASLIBRASDASEMISSÜESDIRECTASDE
'%%SOBREOTOTALDOS-EGAWATTSDEHORASGERADOSLBS-7H
0ARAMEDIRASSUASEMISSÜESDIRECTASAEMPRESAINFLUINOSDADOS
RECOLHIDOSANUALMENTEDEMANEIRAASATISFAZEROSREQUISITOSREGU
LAMENTARESEXISTENTESEONDEPOSSAHAVERFALHASUSAOSCÈLCULOS
DECOMBUSTÓVEL0ARAUNIDADESACARVÍOSIGNIFICAQUESEUTILIZE
PRINCIPALMENTEAMONITORIZAÎÍODEDADOS#%-DEEMISSÜESNUMA
BASECONTÓNUAEPARAASUNIDADESDEGÈSNATURALECOMBUSTÍOA
PETRØLEOUTILIZASEOSFACTORESDEEMISSÍODO53%NVIRONMENTAL
0ROTECTION!GENCY!OUTILIZARO'%%0ROTOCOL#ORPORATE3TANDARDA
EMPRESACOMPLETAUMINVENTÈRIOANUALPARACADAUMADASSUAS
CENTRAISQUEFUNCIONAAENERGIAFØSSILREUNINDOAAINTRODUÎÍODE
DADOS DE VOLUME DE COMBUSTÓVEL E DE CALOR B OS DADOS DE
PRODUÎÍODE-EGAWATTSCOSDADOSDE#%-SDOSCÈLCULOSDE
$"1¡56-0
COMBUSTÍOUSANDOFACTORESDEEMISSÍOAPROPRIADOS
0OR EXEMPLO EM USANDO DADOS DE #%- E CÈLCULOS DE
COMBUSTÓVEL O NEGØCIO UTILITÈRIO DA EMPRESA EM )OWA EMITIU
APROXIMADAMENTEMILHÜESDETONELADASDE#/ENQUANTOQUE
GERAVAAPROXIMADAMENTEMILHÜESDEHORASDE-EGAWATTS/
SEUINDICADORDEINTENSIDADEDE'%%EMCALCULOUAPROXI
MADAMENTELBS-7HDE#/REFLECTINDOACONFIANÎAQUEA
EMPRESA DE )OWA TEM NA TRADICIONAL COMBUSTÍO GERADA PELO
CARVÍO
%M A EMPRESA UTILITÈRIA DE )OWA JÈ TERÈ CONSTRUÓDO UMA
NOVACENTRALDE-7COMBUSTÍOACARVÍOUMADE-7A
GÈSNATURALEUMADE-7EØLICAADICIONANDOASAOSEUPORT
FOLIO DE COMBUSTÍO !S EMISSÜES GERAIS DE #/ DA EMPRESA
AUMENTARÍO MAS TAMBÏM AUMENTARÈ A SUA PRODUÎÍO DE
MEGAWATTS!SEMISSÜESCONJUNTASDASNOVASCENTRAISACARVÍOE
AGÈSSERÍOADICIONADASAONUMERADORQUEINDICAAINTENSIDADE
DE'%%ENQUANTOQUEOSDADOSDEPRODUÎÍODEMEGAWATTSDAS
TRÐSCENTRAISSERÍOADICIONADOSAODENOMINADORDOINDICADOR/
MAIS IMPORTANTE E O INDICADOR DE RÈCIO MOSTRA ISSO Ï QUE AO
LONGODOTEMPOAINTENSIDADEDE'%%DA-ID!MERICANIRÈDESCER
ËMEDIDAQUEUMACOMBUSTÍOMAISEFICIENTESEJAINTRODUZIDAE
AS CENTRAIS MAIS ANTIGAS SERÍO USADAS CADA VEZ MENOS OU
MESMORETIRADASDOMERCADO
$ " 1 ¡ 5 6 - 0 $PNVOJDBSBT&NJTTÆFTEF(&&
) . 4 % . 3 ) $ ! $ % $ / 3 2 « # ) / 3 "JOUFOTJEBEFEPTS²DJPT
FYQSFTTBPJNQBDUFEF(&&QPSVOJEBEFEFBDUJWJEBEF
G½TJDBPVVOJEBEFEFSFOEJNFOUPFDPOÂNJDP6NS²DJPEF
JOUFOTJEBEFG½TJDB¹DPOWFOJFOUFRVBOEPTFBHSFHBPV
DPNQBSBBUSBW¹TEFOFHÂDJPTRVFUºNQSPEVUPTTFNF
MIBOUFT6NS²DJPEFJOUFOTJEBEFFDPOÂNJDB¹
DPOWFOJFOUFRVBOEPTFBHSFHBPVDPNQBSBBUSBW¹TEF
OFHÂDJPTRVFQSPEV[FNQSPEVUPTEJGFSFOUFT6NS²DJPEF
JOUFOTJEBEFFNEFDM½OJPSFGMFDUFVNBNFMIPSJBEFEFTFN
QFOIPQPTJUJWP.VJUBTFNQSFTBTGJ[FSBNVNBQFTRVJTB
IJTUÂSJDBEPEFTFNQFOIPBNCJFOUBMDPNS²DJPTEFJOUFO
TJEBEF0TS²DJPTEFJOUFOTJEBEFT·PQPSWF[FT
EFTJHOBEBTDPNPEBEPTEFJNQBDUFBNCJFOUBMiOPSNBM
J[BEPTw&YFNQMPTEFS²DJPTEFJOUFOTJEBEFJODMVFNB
JOUFOTJEBEFEBTFNJTTÆFTEPQSPEVUPFHUPOFMBEBTEF
FNJTTÆFTEF$0QPSFMFDUSJDJEBEFHFSBEB
JOUFOTJEBEF
EPTFSWJ¸PFHFNJTTÆFT(&&QPSGVO¸·PPVQPS
TFSWJ¸P
FBJOUFOTJEBEFEBTWFOEBTFHFNJTTÆFTQPS
WFOEBT
0 % 2 # % . 4 ! ' % . 3 6NJOEJDBEPSEBQFSDFOUBHFN¹VN
3
*
1BSBNBJTPSJFOUB¸·PTPCSFPTJOEJDBEPSFTEPTS²DJPT
WFKB$$"3(3*7FSGBJMMJFF#JEXFMM
0
S²DJPFOUSFEPJTBTTVOUPTFRVJWBMFOUFTDPNBNFTNB
VOJEBEFG½TJDBOPOVNFSBEPSFOPEFOPNJOBEPS
&YFNQMPTEFQFSDFOUBHFOTRVFQPEFNTFSTJHOJGJDBUJWBT
OPTSFMBUÂSJPTTPCSFPEFTFNQFOIPJODMVFNFNJTTÆFTEF
(&&DPSSFOUFTFYQSFTTBTDPNPTFOEPVNBQFSDFOUBHFN
EBTFNJTTÆFTEF(&&PBOPCBTF
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5
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0
6ERIFICA¥ÎODE%MISSÜESDE'%%
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2
)
%
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4
!
—
§
/
!
VERIFICAÎÍO Ï UMA AVALIAÎÍO OBJECTIVA DA EXACTIDÍO E FINALIZAÎÍO DA
INFORMAÎÍO DE '%% COMUNICADA E A SUA CONFORMIDADE DA INFORMAÎÍO
PARACOMOSPRINCÓPIOSDECOMUNICAÎÍOEDEREGISTOPRÏESTABELECIDOS%MBORAA
PRÈTICADEVERIFICARINVENTÈRIOSDE'%%EMPRESARIAISENVOLVAAINDAACONCEPCÍO
DENORMASAMPLAMENTEACEITESTAISCOMOO '('0ROTOCOL#ORPORATE3TANDARDE
O 0ROTOCOL0ROJECT1UANTIFICATION3TANDARDQUEESTÈPRESTESASEREDITADOOQUE
DEVE CONTRIBUIR PARA A VERIFICAÎÍO DE '%% E PARA QUE SE TORNE MAIS UNIFORME
CREDÓVELEAMPLAMENTEACEITE
/ 2 ) % . 4 ! — § /
$ " 1 ¡ 5 6 - 0 7FSJGJDB¸·PEF&NJTTÆFTEF(&&
&TUFDBQ½UVMPQSPWJEFODJBVNBWJT·PHMPCBMEPTFMFNFOUPT
DIBWFEFVNQSPDFTTPEFWFSJGJDB¸·PEF(&&SFMFWBOUFQBSB
BTFNQSFTBTRVFFTU·PBEFTFOWPMWFSJOWFOU²SJPTEF(&&FRVF
PTQMBOFBSBNPVPTFTU·PBFMBCPSBSBPCUFO¸·PEFVNBWFSJ
GJDB¸·PJOEFQFOEFOUFQBSBPTTFVTSFTVMUBEPTFTJTUFNBT.BJT
DPNPPQSPDFTTPEFEFTFOWPMWJNFOUPEFVNJOWFOU²SJPWFSJ
GJD²WFM¹NVJUPTFNFMIBOUFDPNBRVFMFRVFPCU¹NEBEPT
TFHVSPTFEFGFOT½WFJTFTTFDBQ½UVMP¹UBNC¹NSFMFWBOUFQBSB
UPEBTBTFNQSFTBTJOEFQFOEFOUFNFOUFEFUFSFNRVBMRVFS
JOUFO¸·PEFSFRVJTJUBSVNBWFSJGJDB¸·PEF(&&
"WFSJGJDB¸·PFOWPMWFVNBBWBMJB¸·PEPTSJTDPTEFEJTDSFQ³O
DJBTNBUFSJBJTOPTEBEPTDPNVOJDBEPT"TEJTDSFQ³ODJBTEJ[FN
SFTQFJUPµTEJGFSFO¸BTFOUSFPTEBEPTDPNVOJDBEPTFPTEBEPT
HFSBEPTEBBQMJDB¸·PDPSSFDUBEBTOPSNBTSFMFWBOUFTF
NFUPEPMPHJBT/BQS²UJDBBWFSJGJDB¸·PFOWPMWFBQSJPSJEBEF
EFFTGPS¸PTQFMPWFSJGJDBEPSFNSFMB¸·PBPTEBEPTFTJTUFNBT
BTTPDJBEPTRVFUºNPNBJPSJNQBDUFOBRVBMJEBEFUPUBMEPT
EBEPT
!2ELEVÉNCIADOS0RINCÓPIOSDE'%%
/CONCEITODEMATERIALIDADE
œ
›
0
&ORVBOUPRVFPDPODFJUPEFNBUFSJBMJEBEFFOWPMWFVNKV½[PEF
WBMPSPQPOUPFNRVFVNBEJTDSFQ³ODJBTFUPSOBNBUFSJBM
MJNJUFTEFNBUFSJBMJEBEF
¹OPSNBMNFOUFQSFEFGJOJEP%FVNB
NBOFJSBQS²UJDBDPOTJEFSBTFRVFVNFSSP¹FOHBOBEPSTFP
TFVWBMPSFYDFEFEPJOWFOU²SJPUPUBMQBSBBQBSUFEBPSHB
OJ[B¸·PRVFFTU²BTFSWFSJGJDBEB
"
0DPODFJUPEFiNBUFSJBMJEBEFw¹FTTFODJBMQBSBBDPNQSFFOT·P
EPQSPDFTTPEFWFSJGJDB¸·P0DBQ½UVMPGPSOFDFVNBÈUJMEB
JOUFSQSFUB¸·PEBSFMB¸·PFOUSFPQSJOD½QJPEFQMFOJUVEFFP
DPODFJUPEFNBUFSJBMJEBEF"JOGPSNB¸·P¹DPOTJEFSBEBNBUF
SJBMTFBUSBW¹TEBTVBJODMVT·PPVFYDMVT·PQPEFTFSWJTUBB
JOGMVFODJBSRVBJTRVFSEFDJTÆFTPVBDUPTUPNBEPTQFMPTTFVT
VUJMJ[BEPSFT6NBDISCREPÊNCIAMATERIAL¹VNFSSPQPS
FYFNQMPEFGJTDBMJ[B¸·PEFPNJTT·PPVEFFSSPTEFD²MDVMPT
RVFSFTVMUBOVNBRVBOUJEBEFPVEFDMBSB¸·PDPNVOJDBEBTFOEP
TJHOJGJDBUJWBNFOUFEJGFSFOUFEPWFSEBEFJSPWBMPSPVTJHOJGJDBEP
1BSBFYQSFTTBSVNBPQJOJ·PTPCSFEBEPTPVJOGPSNB¸ÆFTVN
WFSJGJDBEPSQSFDJTBSJBEFGPSNBSVNBPQJOJ·PTPCSFBNBUFSJBMJ
EBEFEFUPEPTPTFSSPTPVJODFSUF[BTJEFOUJGJDBEBT
5
s 0NFMIPSBNFOUPEBQS²UJDBEPSFHJTUPFEBDPNVOJDB¸·P
"WFSJGJDB¸·PJOUFSOBQPEFTFSVNBFYQFSJºODJBEFBQSFO
EJ[BHFNDPNQFOTBEPSBQBSBVNBFNQSFTBBOUFTEF
FODBSSFHBSVNBWFSJGJDB¸·PFYUFSOBBUFSDFJSPT1PEFUBNC¹N
QSPWJEFODJBSBPTWFSJGJDBEPSFTFYUFSOPTJOGPSNB¸ÆFTÈUFJTQBSB
DPNF¸BSFNPTFVUSBCBMIP
/
s $POGJBO¸BOBHFTU·PT¹OJPSBDSFTDJEBFNJOGPSNB¸ÆFTDPNV
OJDBEBTOBRVBMCBTFBSTF²PJOWFTUJNFOUPFBTEFDJTÆFT
SFMBUJWBTBPFTUBCFMFDJNFOUPEFBMWPT
&ORVBOUPRVFBWFSJGJDB¸·P¹HFSBMNFOUFFNQSFFOEJEBQPSVN
UFSDFJSPQBSUJEPJOEFQFOEFOUFFYUFSOPJTUPQPEFO·PTFS
TFNQSFPDBTP.VJUBTFNQSFTBTJOUFSFTTBEBTFNNFMIPSBSPT
TFVTJOWFOU²SJPTQPEFNTVKFJUBSBTTVBTJOGPSNB¸ÆFTBVNB
WFSJGJDB¸·PJOUFSOBQPSDPMBCPSBEPSFTRVFTFKBNJOEFQFOEFOUFT
EPTQSPDFTTPTEFDPOUBCJMJ[B¸·PFEBDPNVOJDB¸·PEF(&&
5BOUPBWFSJGJDB¸·PJOUFSOBDPNPFYUFSOBEFWFTFHVJSQSPDFEJ
NFOUPTFQSPDFTTPTTFNFMIBOUFT1BSBHSVQPTEFJOUFSFTTF
FYUFSOPTBWFSJGJDB¸·PQPSQBSUFEFUFSDFJSPTFYUFSOPT
QSPWBWFMNFOUFBVNFOUBS²TJHOJGJDBUJWBNFOUFBDSFEJCJMJEBEF
EPJOWFOU²SJP(&&1PS¹NBTWFSJGJDB¸ÆFTJOEFQFOEFOUFT
JOUFSOBTQPEFNUBNC¹NQSPWJEFODJBSDFSUF[BWBMJPTBTPCSFB
TFHVSBO¸BEBJOGPSNB¸·P
&
s $SFEJCJMJEBEFBDSFTDJEBEFJOGPSNB¸ÆFTTPCSFFNJTTÆFTF
TPCSFPQSPHSFTTPFNEJSFD¸·PBPTBMWPT(&&DPNVOJDBEPT
QVCMJDBNFOUFMFWBOEPµFMFWB¸·PEBDPOGJBO¸BEPTHSVQPT
EFJOUFSFTTF
'ARANTIAS)NTERNAS
*
"OUFTEFQFEJSVNBWFSJGJDB¸·PJOEFQFOEFOUFVNBFNQSFTB
EFWFDMBSBNFOUFEFGJOJSPTTFVTBMWPTFEFDJEJSTFT·PNFMIPS
BUJOHJEBTBUSBW¹TEFVNBWFSJGJDB¸·PFYUFSOB3B[ÆFTDPNVOT
QBSBPQFEJEPEFWFSJGJDB¸·PJODMVFN
s "QSFQBSB¸·PQBSBBTFYJHºODJBTEFWFSJGJDB¸·PPCSJHBUÂSJB
EPTQSPHSBNBT(&&
3
/BJECTIVOS
JOUFSOBFHD²MDVMPTTJTUFNBTEFHSBWB¸·PFEFDPNVOJ
DB¸·PJOUFSOBTFBBQMJDB¸·PEPTQSJOD½QJPTEB
DPOUBCJMJ[B¸·PFEBDPNVOJDB¸·PEP(&&
FGBDJMJUBOEPB
USBOTGFSºODJBEFBQSFOEJ[BHFNFEFDPOIFDJNFOUPEFOUSPEB
FNQSFTB
0
0PCKFDUJWPQSJN²SJPEBWFSJGJDB¸·P¹BTTFHVSBSBPT
VUJMJ[BEPSFTRVFPTEBEPTDPNVOJDBEPTFBTEFDMBSB¸ÆFTBTTPDJ
BEBTSFQSFTFOUFNVNSFMBUÂSJPGJFMWFSEBEFJSPFKVTUPEBT
FNJTTÆFT(&&EFVNBFNQSFTB"TTFHVSBSBUSBOTQBSºODJBFB
WFSJGJDBCJMJEBEFEPTEBEPTEPJOWFOU²SJP¹DSVDJBMQBSBBWFSJGJ
DB¸·P2VBOUPNBJTUSBOTQBSFOUFTCFNDPOUSPMBEPTCFN
EPDVNFOUBEPTGPSFNPTEBEPTEFFNJTT·PFTJTUFNBTEFVNB
FNQSFTBNBJTFGJDJFOUFTFS²BTVBWFSJGJDB¸·P$PNPEFMJOF
BEPOPDBQ½UVMPI²VNOÈNFSPEFQSJOD½QJPTEFSFHJTUPTF
EFDPNVOJDB¸·PEF(&&BRVFTFEFWFBEFSJSRVBOEPTFGB[B
DPNQJMB¸·PEPJOWFOU²SJPEF(&&"BEFSºODJBBFTUFTQSJOD½
QJPTFBQSFTFO¸BEFVNTJTUFNBUSBOTQBSFOUFCFN
EPDVNFOUBEPµTWF[FTSFGFSJEBDPNPTFOEPVNBBVEJUPSJB
¹
BCBTFEFVNBWFSJGJDB¸·PEFTVDFTTP
0
7FSJGJDB¸·PEF&NJTTÆFTEF(&&
5
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0WFSJGJDBEPSQSFDJTBEFBWBMJBSVNFSSPPVPNJTT·PFN
UPEPPDPOUFYUPFNRVBMBJOGPSNB¸·P¹BQSFTFOUBEB
1PSFYFNQMPTFVNFSSPEFFWJUBRVFVNBFNQSFTB
BUJOKBPTFVBMWPFOU·PJTUPTFSJBNVJUPQSPWBWFMNFOUF
DPOTJEFSBEPNBUFSJBM$PNQSFFOEFSDPNPPTWFSJGJ
DBEPSFTBQMJDBNVNMJNJUFNBUFSJBMJS²QFSNJUJS²T
FNQSFTBTFTUBCFMFDFSNBJTQSPOUBNFOUFBQSPCBCJMJEBEF
EBTPNJTTÆFTEFGPOUFTPVBDUJWJEBEFJOEJWJEVBMEPTFV
JOWFOU²SJPMFWBOUBSFNRVFTUÆFTEFNBUFSJBMJEBEF
0
3
*
&
/
-JNJUFTEFNBUFSJBMJEBEFQPEFNUBNC¹NTFSTVCMJOIBEBT
OPTSFRVJTJUPTEFVNQSPHSBNBFTQFDJBMEF(&&PV
EFUFSNJOBEPTQPSVNBOPSNBEFWFSJGJDB¸·POBDJPOBM
EFQFOEFOEPEFRVFNFTU²BSFRVFSFSBWFSJGJDB¸·PF
RVBJTBTSB[ÆFT6NMJNJUFEFNBUFSJBMJEBEFGPSOFDFBPT
WFSJGJDBEPSFTBPSJFOUB¸·POFDFTT²SJBQBSBWFSJGJDBSFNP
RVF¹RVFQPEFTFSVNBEJTDSFQ³ODJBJNBUFSJBMQBSBRVF
QPTTBNDPODFOUSBSPTFVUSBCBMIPFN²SFBTRVFMFWBS·P
QSPWBWFMNFOUFBFSSPTEFNBUFSJBMJEBEFFOHBOBEPSFT
6NMJNJUFEFNBUFSJBMJEBEFO·P¹BNFTNBDPJTBRVF
FNJTTÆFTN½OJNBTPVEPRVFVNBRVBOUJEBEFEFFNJT
TÆFTRVF¹QFSNJUJEPBVNBFNQSFTBEFJYBSGPSBEPTFV
JOWFOU²SJP
!VALIANDOORISCODEDISCREPÉNCIAMATERIAL
0TWFSJGJDBEPSFTQSFDJTBNBWBMJBSPSJTDPEFEJTDSFQ³ODJB
NBUFSJBMEFDBEBDPNQPOFOUFEPDPOKVOUPEFJOGPSNB¸ÆFT
EF(&&FQSPDFTTPTEFDPNVOJDB¸·P&TUBBWBMJB¸·P¹
VTBEBQBSBQMBOFBSFPSJFOUBSPQSPDFTTPEFWFSJGJDB¸·P
"PBWBMJBSPSJTDPJS·PMFWBSFNDPOUBVNEFUFSNJOBEP
OÈNFSPEFGBDUPSFTJODMVJOEP
s "FTUSVUVSBEFPSHBOJ[B¸·PFBCPSEBHFNVTBEBQBSB
BUSJCVJSSFTQPOTBCJMJEBEFQFMBWFSJGJDB¸·PFDPNVOJ
DB¸·PEFFNJTTÆFT(&&
s "BCPSEBHFNFDPNQSPNJTTPEFHFTU·PQBSBDPNB
WFSJGJDB¸·PFDPNVOJDB¸·PEF(&&
s 0EFTFOWPMWJNFOUPFJNQMFNFOUB¸·PEFQPM½UJDBTF
QSPDFTTPTQBSBBWFSJGJDB¸·PFDPNVOJDB¸·PJODMVJOEP
N¹UPEPTEPDVNFOUBEPTFYQMJDBOEPDPNPPTEBEPTT·P
HFSBEPTFBWBMJBEPT
s 1SPDFTTPTVUJMJ[BEPTQBSBWFSJGJDBSFSFWFSBT
NFUPEPMPHJBTEFD²MDVMP
s "DPNQMFYJEBEFFOBUVSF[BEBTPQFSB¸ÆFT
s "DPNQMFYJEBEFEPTJTUFNBJOGPSN²UJDPEFJOGPSNB¸·P
VTBEPQBSBQSPDFTTBSBJOGPSNB¸·P
$ " 1 ¡ 5 6 - 0 s 0FTUBEPEFDBMJCSB¸·PFNBOVUFO¸·PEPTDPOUBEPSFT
VTBEPTFPTUJQPTEFDPOUBEPSFTVTBEPT
s 'JBCJMJEBEFFEJTQPOJCJMJEBEFEPTEBEPTJOUSPEV[JEPT
s 4VQPTJ¸ÆFTFFTUJNBUJWBTBQMJDBEBT
s "HSFHB¸·PEFEBEPTEFGPOUFTEJGFSFOUFT
s 0VUSPTQSPDFTTPTEFTFHVSBO¸BBPTRVBJTPTTJTUFNBTF
EBEPTT·PTVKFJUPTFHBVEJUPSJBTJOUFSOBTSFWJTÆFT
FYUFSOBTFDFSUJGJDB¸ÆFT
%STABELECEROSPARÉMETROSDE6ERIFICAÎÍO
0³NCJUPEFVNBWFSJGJDB¸·PJOEFQFOEFOUFFPO½WFMEFTFHV
SBO¸BRVFQSPWJEFODJBTFS²JOGMVFODJBEPQFMPTPCKFDUJWPTFPV
RVBJTRVFSSFRVJTJ¸ÆFTFTQFD½GJDBTKVSJTEJDJPOBJTEFVNB
FNQSFTBQPTT½WFMWFSJGJDBSPJOWFOU²SJPJOUFJSPPVBQFOBT
QBSUFTFTQFD½GJDBTEPNFTNP"TQBSUFTEJTDSFUBTQPEFNTFS
FTQFDJGJDBEBTFNUFSNPTEFMPDBMJ[B¸·PHFPHS²GJDBVOJEBEFT
EFOFHÂDJPJOTUBMB¸ÆFTFUJQPTEFFNJTTÆFT0QSPDFTTPEF
WFSJGJDB¸·PQPEFUBNC¹NFYBNJOBSBTTVOUPTBENJOJTUSBUJWPT
NBJTHFSBJTUBJTDPNPQSPDFEJNFOUPTEFHFTU·PDPOIFDJ
NFOUPBENJOJTUSBUJWPEJTQPOJCJMJEBEFEFSFDVSTPT
SFTQPOTBCJMJEBEFTDMBSBNFOUFEFGJOJEBTTFHSFHB¸·PEF
EFWFSFTFQSPDFEJNFOUPTJOUFSOPTEFSFWJT·P
"FNQSFTBFPWFSJGJDBEPSEFWFNDIFHBSBVNBDPSEPSFMBUJ
WBNFOUFBP³NCJUPO½WFMFPCKFDUJWPEBWFSJGJDB¸·P&TUF
BDPSEPNVJUBTWF[FTSFGFSJEPDPNPP³NCJUPEPUSBCBMIP
USBUBS²EFRVFTUÆFTUBJTDPNPRVFJOGPSNB¸·PGPJJODMV½EBOB
WFSJGJDB¸·PFHBQFOBTDPOTPMJEB¸·PEPFTDSJUÂSJPDFOUSBMPV
JOGPSNB¸·PEFUPEPTPTMPDBJT
PO½WFMEFFYBNFNJOVDJPTPB
RVFPTEBEPTTFMFDDJPOBEPTTFS·PTVKFJUPTFHSFWJT·POB²SFB
EFUSBCBMIPPVOPMPDBM
FPVTPJOUFODJPOBEPEPTSFTVMUBEPT
EBWFSJGJDB¸·P0MJNJUFEBNBUFSJBMJEBEF¹PVUSPJUFNBTFS
DPOTJEFSBEPOP³NCJUPEPUSBCBMIP4FS²EFDPOTJEFSB¸·P
DIBWFUBOUPQBSBPWFSJGJDBEPSDPNPQBSBBFNQSFTBFFTU²
MJHBEPBPTPCKFDUJWPTEBWFSJGJDB¸·P
0³NCJUPEPUSBCBMIP¹JOGMVFODJBEPQPSBRVJMPRVFPWFSJGJ
DBEPSSFBMNFOUFBDIBSVNBWF[DPNF¸BEBBWFSJGJDB¸·PF
DPNPSFTVMUBEPP³NCJUPEFUSBCBMIPEFWFQFSNBOFDFSTVGJ
DJFOUFNFOUFGMFY½WFMQBSBQFSNJUJSRVFPWFSJGJDBEPSDPNQMFUF
BWFSJGJDB¸·PBEFRVBEBNFOUF
6N³NCJUPEFUSBCBMIPDMBSBNFOUFEFGJOJEPO·P¹TÂJNQPS
UBOUFQBSBBFNQSFTBFQBSBPWFSJGJDBEPSNBTUBNC¹NQBSB
PTHSVQPTEFJOUFSFTTFFYUFSOPTRVFQPTTBNUPNBSEFDJTÆFT
DPNCBTFFNJOGPSNB¸ÆFTRVFTFKBNDPSSFDUBT0TWFSJGJ
DBEPSFTBTTFHVSBS·PRVFBTFYDMVTÆFTFTQFD½GJDBTO·PUFOIBN
TJEPGFJUBTTPNFOUFQBSBNFMIPSBSPEFTFNQFOIPEBFNQSFTB
1BSBSFBM¸BSBUSBOTQBSºODJBFDSFEJCJMJEBEFBTFNQSFTBT
EFWFNEJTQPOJCJMJ[BSQVCMJDBNFOUFP³NCJUPEFUSBCBMIP
$ " 1 ¡ 5 6 - 0 7FSJGJDB¸·PEF&NJTTÆFTEF(&&
6ISITASAO,OCAL
/4IMINGDA6ERIFICAÎÍO
%FQFOEFOEPEPO½WFMEFTFHVSBO¸BSFRVFSJEBQFMBWFSJGJ
DB¸·PPTWFSJGJDBEPSFTQPEFNQSFDJTBSEFWJTJUBSW²SJPT
MPDBJTQBSBMIFTQFSNJUJSBPCUFO¸·PEFQSPWBTTVGJDJFOUFT
FBQSPQSJBEBTTPCSFBQMFOJUVEFFYBDUJE·PFGJBCJMJEBEF
EBJOGPSNB¸·PDPNVOJDBEB0TMPDBJTWJTJUBEPTEFWFN
SFQSFTFOUBSBPSHBOJ[B¸·PDPNPVNUPEP"TFMFD¸·PEF
MPDBJTBTFSFNWJTJUBEPTTFS²CBTFBEBUFOEPFNDPOTJEF
SB¸·PW²SJPTGBDUPSFTJODMVJOEP
0DPOUSBDUPEPWFSJGJDBEPSQPEFPDPSSFSBRVBMRVFS
BMUVSBEVSBOUFPQSPDFTTPEFQSFQBSB¸·PFDPNVOJDB¸·P
EF(&&"MHVNBTFNQSFTBTQPEFNDSJBSVNBFRVJQBEF
WFSJGJDB¸·PJOUFSOBTFNJQFSNBOFOUFQBSBBTTFHVSBSRVF
BTOPSNBTEPTEBEPTEF(&&FTUFKBNDPOUJOVBNFOUFB
TFSNFMIPSBEBTFDVNQSJEBT
s "OBUVSF[BEBTPQFSB¸ÆFTFGPOUFTEF(&&FNDBEB
MPDBM
s "DPNQMFYJEBEFEBSFDPMIBEFEBEPTTPCSFBTFNJTTÆFT
FQSPDFTTPEFD²MDVMP
s "DPOUSJCVJ¸·PEBQFSDFOUBHFNOPUPUBMEBTFNJTTÆFT
(&&EFDBEBMPDBM
s 0SJTDPRVFPTEBEPTEPTMPDBJTTFKBNNBUFSJBMNFOUF
SFMBUBEBTFSSBEBNFOUF
s "TDPNQFUºODJBTFGPSNB¸·PEFDPMBCPSBEPSFT
s 0TSFTVMUBEPTEFSFWJTÆFTQS¹WJBTWFSJGJDB¸ÆFTF
BO²MJTFTJODFSUBT
"WFSJGJDB¸·PRVFPDPSSFEVSBOUFPQFS½PEPEFDPNVOJ
DB¸·PQFSNJUFRVFRVBJTRVFSEFGJDJºODJBTOB
DPNVOJDB¸·PPVQSPCMFNBTEFEBEPTTFKBNUSBUBEPT
BOUFTEBQSFQBSB¸·PEPSFMBUÂSJPGJOBM*TUPQPEFTFS
QBSUJDVMBSNFOUFÈUJMQBSBBTFNQSFTBTQSFQBSBSFN
SFMBUÂSJPTEFBMUPQFSGJMQÈCMJDP1PS¹NBMHVOT
QSPHSBNBT(&&QPEFNSFRVFSFSNVJUBTWF[FTOVNB
CBTFEFTFMFD¸·PBPBDBTPVNBWFSJGJDB¸·PJOEFQFOEFOUF
EPJOWFOU²SJPEF(&&TFHVJEPEFVNSFMBUÂSJPFH
7ORLD%CONOMIC&ØRUM'LOBAL'('2EGISTRY
'REENHOUSE#HALLENGEPROGRAMOB"VTUS²MJB&6&54
&NBNCPTPTDBTPTBWFSJGJDB¸·PO·PQPEFTFSBDBCBEB
BU¹RVFPTEBEPTGJOBJTQBSBPQFS½PEPUFOIBNTJEP
FOUSFHVFT
0
3
0RICEWATERHOUSE#OOPERS!6ERIFICAÎÍODO)NVENTÈRIO
'%%nLIÎÜESDECAMPO
*
"
œ
›
0
/ '('0ROTOCOL#ORPORATE3TANDARD TEMSIDOCRUCIALNAAJUDAAO0W#PARA
CONCEBERUMAMETODOLOGIADEVERIFICAÎÍOEFECTIVADE'%%$ESDEAPUBLI
CAÎÍO DA PRIMEIRA EDIÎÍO 0W# TESTEMUNHOU MELHORIAS RÈPIDAS NA
QUALIDADEEVERIFICAÎÍODEDADOSDE'%%COMUNICADOS0ARTICULARMENTEA
QUANTIFICAÎÍODE'%%SSEM#/EASEMISSÜESDECOMBUSTÍOMELHORARAM
DRAMATICAMENTE!VERIFICAÎÍODEEMISSÜESDOSECTORDOCIMENTOTORNOUSE
MAISFÈCILDEVIDOËPUBLICAÎÍOPELO7"#3$DEFERRAMENTASPARAESTESECTOR
!SEMISSÜES'%%DAELECTRICIDADEADQUIRIDATAMBÏMSÍOFÈCEISDEVERIFICAR
!OLONGODOSÞLTIMOSTRÐSANOS0W#NOTOUUMAEVOLUÎÍOGRADUALDAPRÈTICA
DE VERIFICAÎÜES DE '%% QUE PASSARAM DE hHABITUAISv E hVOLUNTÈRIASv A
hNORMALIZADASvEhOBRIGATØRIASv/#ALIFORNIA#LIMATE!CTION2EGISTRY7ORLD
%CONOMIC&ORUM'LOBAL'('2EGISTRYEOFUTURO%5%43 COBRINDO
LOCAISINDUSTRIAISNA%UROPAREQUEREMQUEHAJAUMAMANEIRASEJAELAQUAL
FORDEVERIFICAÎÍODASEMISSÜES.OS%5%43OSVERIFICADORESDE'%%TERÍODE
SERACREDITADOSPORUMAENTIDADENACIONAL/SPROCESSOSDEACREDITAÎÍOJÈ
FORAMESTABELECIDOSNO2EINO5NIDOPELOSSEUSESQUEMASDETROCASINTERNAS
ENA#ALIFØRNIAPARAO REGISTODEEMISSÜESNO##!2
5
)DENTIFICAÎÍODEQUAISQUERDISCREPÉNCIASDEMATERIAL
#ONTUDOAEXPERIÐNCIAMOSTROUQUEPARAAMAIORIADASEMPRESASOSDADOS
DE'%%DESÍODEMASIADOINSEGUROSPARAPROVIDENCIARUMANOBASE
VERIFICÈVELPARAOSPROPØSITOSDEPROCURAREMISSÜESAOLONGODOTEMPOOU
FIXARUMALVO'%%0ERMANECEMDESAFIOSNASAUDITORIASDEEMISSÜESDE
'%% ASSOCIADAS AOS RESÓDUOS DE COMBUSTÓVEIS COGERAÎÍO VIAGENS E
EMBARQUES
/
5MAAVALIAÎÍOPARASABERSEAMETODOLOGIAPARACOMUNICAÎÍOEREGISTO
DE'%%TEMVINDOASERCORRECTAMENTEIMPLEMENTADAEX'('0ROTOCOL
#ORPORATE3TANDARD
DESDE QUE A MAIORIA DAS EMPRESAS TÐM DADOS FIÈVEIS SOBE O -7(
CONSUMIDOEQUEOSFACTORESDEEMISSÍOESTÍODISPONÓVEISPUBLICAMENTE
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0RICEWATERHOUSE#OOPERS0W#UMAEMPRESADEPRESTAÎÍODESERVIÎOSA
NÓVELMUNDIALTEMLEVADOACABOVERIFICAÎÜESDEEMISSÜESDE'%%HÈJÈ
ANOSEMVÈRIOSSECTORESINCLUINDOODAENERGIAQUÓMICOSMETALÞRGICOS
SEMICONDUTORES PASTA E PAPEL /S PROCESSOS DE VERIFICAÎÍO DO 07#
ENVOLVEMDOISPASSOSPRIMORDIAIS
0
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5
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FTQFDJBMJTUBTEFWFSJGJDB¸·PFEFJOEÈTUSJB
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QSPWBWFMNFOUFTFNFMIBOUFTBPTTFHVJEPTQFMPWFSJGJDBEPS
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s 0TEBEPTVTBEPTQBSBPD²MDVMPEFFNJTTÆFT(&&*TUP
QPEFQPSFYFNQMPJODMVJS
s
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s
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DPNPTEBEPTEPBOPBOUFSJPSSFDBMDVMPGFJUPQPS
VNBTFHVOEBQFTTPBFUD
CAPÍTULO 10
• Outras informações:
•
Uma abordagem de selecção consolidada como
definido no capítulo 3
•
Uma lista das (e acesso às) pessoas responsáveis
pela recolha de dados em cada local e a nível
empresarial (nome, título, e-mail, e números de
telefone)
•
Informações sobre incertezas, qualitativas e se
disponíveis, quantitativas
Para além de emitirem uma opinião sobre se a informação comunicada está livre de discrepância material,
os verificadores podem, dependendo do âmbito de
trabalho acordado, emitir também um relatório de verificação contendo várias recomendações para
melhoramentos futuros. O processo de verificação deve
ser visto como uma introdução valiosa ao processo de
melhoramento contínuo. Quer sejam os seus propósitos a
revisão interna, comunicação pública ou para certificar
a sua concordância com um programa particular de
GEE, provavelmente irá conter informações úteis para a
orientação em como melhorar e elevar o sistema de
contabilidade e comunicação de GEE de uma empresa.
De maneira semelhante ao processo e selecção de um
verificador, aqueles seleccionados que serão responsáveis
pela avaliação e implementação de respostas às
descobertas da verificação devem ter capacidades apropriadas e compreensão dos assuntos de registos e
comunicação de GEE.
R
I
E
As empresas são responsáveis por assegurar a
existência, qualidade e retenção da documentação para
se poder criar historial de auditoria de como o inventário
foi compilado. Se uma empresa emite um ano base
específico contra o qual avalia o seu desempenho de
GEE, deve guardar todos os registos históricos para
suportar os dados do ano base. Estes assuntos devem ser
levados em consideração quando se concebe e se implementa os processos e procedimentos de dados.
73
O
É necessário que a documentação apropriada esteja
sempre disponível para apoiar o inventário de GEE
sendo sujeito a verificação externa. As declarações feitas
pela gestão para as quais não há documentação de
suporte disponível não podem ser verificadas. Onde uma
empresa que comunica ainda não implementou sistemas
para contabilizar e comunicar os dados de emissões GEE
rotineiramente, uma verificação externa será difícil e
pode resultar que o verificador seja incapaz de emitir
uma opinião. Sob estas circunstâncias os verificadores
podem fazer recomendações sobre como a recolha de
dados correntes e o processo de verificação devem ser
melhorados para que uma opinião possa ser obtida em
anos futuros.
Verificação de Emissões de GEE
N
Antes que os verificadores se certifiquem que um inventário alcançou a norma de qualidade relevante, podem
exigir à empresa que ajuste quaisquer erros materiais
que identificaram durante o curso da verificação. Se os
verificadores e a empresa não conseguirem chegar a um
acordo em relação a ajustes, então o verificador pode
não ser capaz de providenciar à empresa uma opinião
não qualificada. Todos os erros materiais (individualmente ou agregados) precisam de ser emendados antes
de anunciar o fim da verificação final.
T
A
A Utilização das Descobertas Resultantes da
Verificação
Ç
Ã
O
Estabelecendo um Alvo de GEE
O
R
I
E
N
T
A
Ç
Ã
O
11
E
stabelecer alvos é uma prática de negócio rotineira que ajuda a
assegurar que um assunto seja mantido na “visão” dos gestores
seniores e adicionando às decisões relevantes sobre que produtos e serviços a
providenciar e que materiais e tecnologias a usar. Muitas vezes, o alvo de
redução da emissão de GEE é o passo seguinte lógico para o desenvolvimento
de um inventário GEE.
O R I E N T A Ç Ã O
74
#!0)45,/
0ORQUÐESTABELECERUM!LVODE'%%
1UALQUERESTRATÏGIADENEGØCIOROBUSTAREQUERQUESEESTA
BELE¥AALVOSPARAASSUASRECEITASVENDASEOUTROSINDICADORES
DENEGØCIOPRINCIPAISBEMCOMODESEMPENHOSDEPESQUISAEM
RELA¥ÎOAESSESALVOS$OMESMOMODOAGESTÎOEFICAZDE'%%
ENVOLVEQUESEESTABELE¥AUMALVODE'%%±MEDIDAQUEAS
EMPRESASDESENVOLVEMESTRATÏGIASPARAAREDU¥ÎODASEMIS
SÜES'%%DOSSEUSPRODUTOSEOPERA¥ÜESALVOS'%%PORTODA
AESTRUTURAEMPRESARIALSÎOMUITASVEZESELEMENTOSCHAVE
DESTESESFOR¥OSMESMOSEALGUMASPARTESDAEMPRESAESTEJAM
OUESTARÎOSUJEITOSALIMITESOBRIGATØRIOSDE'%%#ONDUTORES
COMUNSPARAQUESEESTABELE¥AUMALVO'%%INCLUEM
$ECIDIRQUALÏOTIPODEALVO
%STABELECERUMALVOABSOLUTOOUINTENSO
$ECIDIRQUALÏOLIMITEDOALVO
1UE'%%SSEDEVEMINCLUIR
1UEEMISSÜESDIRECTASEINDIRECTAS
1UEOPERAÎÜESGEOGRÈFICAS
/SVÈRIOSTIPOSDENEGØCIODEVEMSERABORDADOSSEPARADAMENTE
%SCOLHEROALVODEANOBASE
5SARUMAABORDAGEMESTÈTICAOUMØVEL
5SARUMAABORDAGEMÞNICAOUDEVÈRIOSANOS
$EFINIRADATAPARASEATINGIRDOALVO
&IXARUMALVODECURTOOULONGOPRAZO
$EFINIRADURAÎÍODOPERÓODODAOBRIGAÎÍODOALVO
%STABELECERUMPERÓODODEOBRIGAÎÍODEUMANOOUDEVÈRIOSANOS
$ECIDIRSOBREOUSODECOMPENSAÎÜESOUCRÏDITOS
)
%STABELECERUMAPOLÓTICADEDUPLACONTAGEMDEALVOS
#OMOLIDARCOMADUPLACONTAGEMDEREDUÎÜESATRAVÏSDEEMPRESAS
#OMOÏQUEOSNEGØCIOSDE'%%AFECTAMODESEMPENHODOALVO
%
.
$ECIDIRONÓVELDOALVO
#OMOÏQUEVAIONEGØCIO1UANTOTEMPOFALTAPARAALÏMDISSO
$EQUEMODOÏQUEOSPASSOSDESCRITOSACIMAINFLUENCIAMADECISÍO
4
!
0ROCURARECOMUNICARPROGRESSO
&AZERVERIFICAÎÜESREGULARESDEDESEMPENHO
#OMUNICARINFORMAÎÜESEMRELAÎÍOAOALVO
—
§
/
s 02%0!2!±°/0!2!2%'5,!-%.4/3&5452/3
!CONTABILIDADEINTERNAEMECANISMOSDEINCENTIVOSESTA
BELECIDOSPARASUSTENTARAIMPLEMENTA¥ÎODEALVOSPODE
TAMBÏMEQUIPARASEMPRESASDEMANEIRAARESPONDEREM
MAISEFICIENTEMENTEAREGULAMENTOSDE'%%FUTUROS0OR
EXEMPLOALGUMASEMPRESASDESCOBRIRAMQUEAEXPERIMEN
TA¥ÎOCOMPROGRAMASDENEGØCIODE'%%INTERNOS
PERMITIULHESCOMPREENDERMELHOROSPOSSÓVEISIMPACTESDE
FUTUROSPROGRAMASDENEGØCIONAEMPRESA
/BTERUMCOMPROMISSODAPARTEDOSGESTORESSENIORES
2
s !4).')2!30/50!.±!3./#534/%%34)-5,!.$/!)./6!±°/
!IMPLEMENTA¥ÎODEUMALVODE'%%PODERESULTAREM
REDU¥ÎODECUSTOSPELOESFOR¥ODOMELHORAMENTONOS
PROCESSOSDEINOVA¥ÎOEEFICÉCIADOSRECURSOS!LVOSAPLI
CADOSAPRODUTOSPODEMLEVARAO2$QUEPORSUAVEZ
CRIAMPRODUTOSESERVI¥OSQUEPODEMAUMENTARAQUOTADO
MERCADOEREDUZIREMISSÜESASSOCIADOSCOMOUSODE
PRODUTOS
0ASSOSPARASEESTABELECERUMALVODE'%%
/
s !-).)-):!±°/%'%34°/$%2)3#/3'%%
%NQUANTOQUEODESENVOLVIMENTODEUMINVENTÉRIO'%%ÏUM
PASSOIMPORTANTEEMDIREC¥ÎOÌIDENTIFICA¥ÎODERISCOSEOPOR
TUNIDADES'%%UMALVO'%%ÏUMAFERRAMENTADE
PLANEAMENTOQUEPODEREALMENTECONDUZIRAREDU¥ÜES'%%
5MALVO'%%IRÉAJUDARAAUMENTARACONSCIÐNCIAINTERNA
SOBREOSRISCOSEOPORTUNIDADESAPRESENTADASPORMUDAN¥ASDE
CLIMAEASSEGURARQUEESTAQUESTÎOFA¥APARTEDAAGENDADE
NEGØCIO)STOPODESERVIRPARAMINIMIZAREGERIRMAISEFICAZ
MENTEOSRISCOSDONEGØCIOASSOCIADOSÌSMUDAN¥ASDECLIMA
&)'52!
q
%STECAPÓTULOFORNECEORIENTA¥ÜESSOBREOPROCESSODECOMO
ESTABELECERECOMUNICARUMALVOCORPORATIVODE'%%
%MBORAOCAPÓTULOSEJAFOCADONASEMISSÜESMUITASCONSIDE
RA¥ÜESAPLICAMSEIGUALMENTEÌRETEN¥ÎODE'%%6ER
!PÐNDICE"!FINALIDADEDESTECAPÓTULONÎOÏPRESCREVERQUAL
ÏQUEDEVESEROALVODAEMPRESAMASFOCARNOSPASSOS
ENVOLVIDOSASESCOLHASASEREMFEITASEASIMPLICA¥ÜESDESTAS
ESCOLHAS
%STABELECENDOUMALVODE'%%
0
&TUBCFMFDFOEPVN"MWPEF(&&
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s $%-/.342!.$/,)$%2!.±!%2%30/.3!"),)$!$%
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$PNPTVSHJSEFSFHVMBNFOUPTEF(&&FNNVJUBT
QBSUFTEPNVOEPCFNDPNPBQSFPDVQB¸·PDSFTDFOUF
TPCSFPTFGFJUPTEBTNVEBO¸BTOPDMJNBVNBPCSJ
HB¸·PDPNPBEFTFFTUBCFMFDFSVNBMWPDPSQPSBUJWP
QÈCMJDPEF(&&EFNPOTUSBMJEFSBO¸BFSFTQPOTBCJMJ
EBEF*TUPQPEFNFMIPSBSBQPTJ¸·PEBFNQSFTB
QFSBOUFDMJFOUFTFNQSFHBEPTJOWFTUJEPSFTTÂDJPTEB
FNQSFTBFFMFWBSBSFQVUB¸·PEBNBSDB
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s 0!24)#)0!.$/%-02/'2!-!36/,5.4«2)/3
6NOÈNFSPDSFTDFOUFEFQSPHSBNBTWPMVOU²SJPTEF
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FNQSFTBTBFTUBCFMFDFSJNQMFNFOUBSFJSEFFODPOUSP
BPQSPHSFTTPFNEJSFD¸·PBPTBMWPTEF(&&"QBSUJ
DJQB¸·PFNQSPHSBNBTWPMVOU²SJPTQPEFSFTVMUBSFN
SFDPOIFDJNFOUPQÈCMJDPQPEFGBDJMJUBSPSFDPOIFDJ
NFOUPEBBD¸·PEFTEFDFEPQPSGVUVSPTSFHVMBNFOUPT
FBVNFOUBSBDBQBDJEBEFFDPNQSFFOT·PEBDPNVOJ
DB¸·PFEPTSFMBUÂSJPTEF(&&EFVNBFNQSFTB
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0ASSOSATOMARPARASEESTABELECERALVOS
&TUBCFMFDFSVNBMWPEF(&&FOWPMWFGB[FSFTDPMIBTEF
FOUSFW²SJBTFTUSBU¹HJBTQBSBTFEFGJOJSFDPOTFHVJSVNB
SFEV¸·PEF(&&0TBMWPTEPOFHÂDJPRVBMRVFSDPOUFYUP
EFQPM½UJDBTSFMFWBOUFFEJTDVTTÆFTEPTHSVQPTEFJOUF
SFTTFEFWFNJOGPSNBSFTUBTFTDPMIBT
0TQSÂYJNPTQPOUPTEFTDSFWFNOBTTVBTMJOIBTHFSBJTPT
EF[QBTTPTFOWPMWJEPT&NCPSBBQSFTFOUBEPTTFRVFODJBM
NFOUFOBQS²UJDBPFTUBCFMFDFSEFBMWPTFOWPMWF
EFTMPDBSTFDJDMJDBNFOUFQBSBUS²TFQBSBBGSFOUFFOUSF
PTQBTTPT1BSUFTFEPQSFTTVQPTUPEFRVFBFNQSFTB
EFTFOWPMWFVVNJOWFOU²SJP(&&BOUFTEFJNQMFNFOUBS
FTUFTQBTTPT"'JHVSBSFTVNFFTUFTQBTTPT
/BTERUMCOMPROMISSODAPARTEDOS
GESTORESSENIORES
5BMDPNPDPNRVBMRVFSBMWPBMBSHBEPEFVNHSVQP
FNQSFTBSJBMDPNQSPNJTTPTEBQBSUFEPTHFTUPSFT
TFOJPSFTQBSUJDVMBSNFOUFBO½WFMEBEJSFD¸·P$&0T·P
QS¹SFRVJTJUPTQBSBVNQSPHSBNBEFSFEV¸·PEF(&&EF
TVDFTTP*NQMFNFOUBSVNBMWPEFSFEV¸·PQSPWBWFMNFOUF
OFDFTTJUBS²EFNVEBO¸BTOPDPNQPSUBNFOUPFOB
UPNBEBEFEFDJTÆFTBPMPOHPEBPSHBOJ[B¸·P3FRVFS
UBNC¹NPFTUBCFMFDJNFOUPEFVNBDPNVOJDB¸·PJOUFSOB
EFVNTJTUFNBEFJODFOUJWPFOPQSPWJEFODJBSEFGPOUFT
BEFRVBEBTQBSBBUJOHJSPBMWP*TUPTFS²EJG½DJMTFO·P
JNQPTT½WFMTFNVNDPNQSPNJTTPEBQBSUFEPTHFTUPSFT
TFOJPSFT
$ " 1 ¡ 5 6 - 0 #!)8!#/-0!2!2!,6/3!"3/,54/3%$%).4%.3)$!$%
/ 3 ! ,6 / 3 ! " 3 / , 5 4 / 3 REDUZEM AS EMISSÜES ABSOLUTAS AO
LONGODOTEMPO%XEMPLOREDUZIR#/ABAIXODOSNÓVEISDE
ATÏ
6ANTAGENS
s #ONCEBIDO PARA ALCANÎAR UMA REDUÎÍO NUMA QUANTIDADE
ESPECÓFICADE'%%SEMITIDOSNAATMOSFERA
s !MBIENTALMENTE ROBUSTO VISTO QUE IMPLICA A OBRIGAÎÍO DE REDUZIR
UMAQUANTIDADEESPECÓFICADE'%%S
s 4RATA DE MANEIRA TRANSPARENTE DAS PREOCUPAÎÜES DOS POTENCIAIS
GRUPOSDEINTERESSESOBREANECESSIDADEDEGERIREMISSÜESABSOLUTAS
$ESVANTAGENS
s 6OLTARAFAZEROSCÈLCULOSDOALVODEANOBASEPARAMUDANÎAS
ESTRUTURAIS SIGNIFICATIVAS PARA A ORGANIZAÎÍO ACRESCENTAM
COMPLEXIDADEËPROCURADEPROGRESSOAOLONGODOTEMPO
s .ÍOPERMITECOMPARAÎÜESDEINTENSIDADEEFICIÐNCIADO'%%
s 2ECONHECEUMAEMPRESAPELAREDUÎÍODE'%%SATRAVÏSDADIMINUIÎÍO
OUINTRODUÎÍODAPRODUÎÍODECLÓNIOORGÉNICOVERCAPÓTULO
s 0ODESERDIFÓCILDEATINGIRSEAEMPRESACRESCEINESPERADAMENTE
EOCRESCIMENTOESTIVERLIGADOËSEMISSÜES'%%
! ,6 / 3 $ % ) . 4 % . 3 ) $ ! $ % REDUZEMORÈCIODASEMISSÜESRELA
TIVASËMÏTRICADONEGØCIOAOLONGODOTEMPO%XEMPLOREDUZIRO
#/PORPORTONELADADEESCØRIASENTREE
6ANTAGENS
s 2EFLECTEOSMELHORAMENTOSDODESEMPENHODO
'%%INDEPENDENTEMENTEDOCRESCIMENTOOUDECLÓNIOORGÉNICO
s 2ECALCULAR OS ALVOS DE ANO BASE PARA MUDANÎAS ESTRUTURAIS
GERALMENTENÍOSÍOREQUERIDOSVERPONTO
s 0ODEAUMENTARACOMPARAÎÍODODESEMPENHODE'%%ENTREEMPRESAS
$ESVANTAGENS
s .ÍO HÈ GARANTIA QUE AS EMISSÜES DE '%% PARA A ATMOSFERA
SEJAMREDUZIDASnASEMISSÜESABSOLUTASPODEMATÏAUMENTAR
SEAINTENSIDADEDIMINUIREOSOUTPUTSAUMENTAREM
s !SEMPRESASCOMDIVERSASOPERAÎÜESPODEMACHARDIFÓCILDEFINIR
UMAÞNICAMÏTRICADENEGØCIOCOMUM
s 3EUMMONETÈRIOVARIÈVELÏUSADOPARAAMÏTRICADONEGØCIOTAL
COMOORENDIMENTODODØLAROUVENDASDEVEMSERRECALCULADOS
PARA MUDANÎAS NOS PREÎOS DOS PRODUTOS E NA MISTURA DOS
PRODUTOSBEMCOMOAINFLAÎÍOACRESCENTANDOCOMPLEXIDADEAO
PROCESSODEPESQUISA
#!0°45,/
%STABELECENDOUM!LVODE'%%
2OYAL$UTCH3HELL!PIRÉMIDEDEALVOS
/'RUPO2OYAL$UTCH3HELLUMACORPORAÎÍONAÈREADAENERGIAANÓVELMUNDIALDESCOBRIUQUANDOIMPLEMENTOUOSEUALVODEREDUÎÍODE
'%%VOLUNTÈRIOQUEUMDOSSEUSMAIORESDESAFIOSERAFAZERCOMQUEOALVOCAÓSSEEMPIRÉMIDEEMRELAÎÍOËSACÎÜESDETODOSOSCOLA
BORADORESQUEINFLUENCIAMODESEMPENHODOMESMO&OICONCLUÓDOQUEOSUCESSODAIMPLEMENTAÎÍOREQUERALVOSDIFERENTESANÓVEIS
DIFERENTESDAEMPRESA)STOÏPORQUECADAUMDOSCOMPONENTESQUEESTÍONABASEDASEMISSÜESABSOLUTASDE'%%ÏINFLUENCIADOPELA
TOMADADEDECISÜESAVÈRIOSNÓVEISDEGESTÍODESDEONÓVELDEGRUPOATÏNEGØCIOSINDIVIDUAISELOJAS
%MISSÜESABSOLUTASDE'%%NUMAFÈBRICATONELADASDE#/ E&UNÎÍO-0X"0%X0%
-0
1UANTIDADEDEPRODUTOPRODUZIDOPELAINSTALAÎÍO)STOÏFUNDAMENTALPARAANECESSIDADEDECRESCIMENTOEÏSENDOASSIM
CONTROLADOANÓVELCORPORATIVO!SEMISSÜES'%%SÍOTIPICAMENTENÍOGERIDASATRAVÏSDALIMITAÎÍODESTECOMPONENTE
"0%
²OMELHORPROCESSODEUSODEENERGIAPORTONELADA!ENERGIAØPTIMAOUTEØRICACONSUMIDATRADUZSEEMEMISSÜESATRAVÏSDEUMA
CONCEPÎÍOPARTICULARDAFÈBRICA/TIPODEFÈBRICACONSTRUÓDAÏUMADECISÍOANÓVELCORPORATIVO!SDECISÜESIMPORTANTESANÓVELDE
CAPITALPODEMSERENVOLVIDASNACONSTRUÎÍODEUMANOVAFÈBRICAINCORPORANDONOVATECNOLOGIA0ARAASFÈBRICASEXISTENTESO"0%Ï
MELHORADOATRAVÏSDESIGNIFICATIVASALTERAÎÜESNACONCEPÎÍO)STOPODERÈTAMBÏMENVOLVERUMAUMENTOSIGNIFICATIVODECAPITAL
0%
¶NDEXDEEFICIÐNCIADAFÈBRICA5MÓNDICEQUEINDICAQUALOREALDESEMPENHODAFABRICAEMRELAÎÍOAO"0%/0%ÏORESULTADO
DEDECISÜESTOMADASDIARIAMENTEFEITASPELOSOPERADORESDAFABRICAETÏCNICOS²TAMBÏMMELHORADOPELOPROGRAMA3HELL
'LOBAL3OLUTIONS%NERGISE4-QUETIPICAMENTENECESSITADEUMBAIXOINVESTIMENTODECAPITALNASUAIMPLEMENTAÎÍO
!2OYAL$UTCH3HELLDESCOBRIUQUEENQUANTOQUEESTEMODELOÏPROVAVELMENTEUMASIMPLIFICAÎÍOEXCESSIVAQUANDOSETRATADEINSTA
LAÎÜESDEEXPLORAÎÍOEPRODUÎÍOÏCONVENIENTEPARAASINSTALAÎÜESDEPRODUÎÍOEGREFINARIASEFÈBRICASQUÓMICAS)LUSTARQUEUMALVO
ABSOLUTOSØPODIASERESTABELECIDOANÓVELCORPORATIVOENQUANTOQUENÓVEISINFERIORESREQUEREMALVOSINTENSIFICADOSOUEFICIENTES
2EDUZIREMISSÜESABSOLUTAS
6ERABAIXO
#ORPORATIVO
-0NORMALMENTENÍOCONTRANGIDO
4ODOSOSNÓVEISDEPENDENDODAESCALA
EGNOVASCOLIGAÎÜESNOVAFÈBRICAOPERACIONAL
2EDUZIRAINTENSIDADE'%%
6ERABAIXO
.EGØCIOCOMCONSULTADOGRUPOEMPRESARIAL
#ONSTRUIRNOVASFÈBRICAS
COMNOVASTECNOLOGIAS
.EGØCIO
2EADAPTAREMUDARO
DESIGNDASFÈBRICAS
.EGØCIO
!UMENTARAEFICIÐNCIADA
OPERAÎÍODAFÈBRICA
)NSTALAÎÍOSUPORTADOPELA3HELL'LOBAL3OLUTIONS%NERGISE
-ELHORAR"0%
EFICIÐNCIA
%
-ELHORAR0%
EFICIÐNCIA
)
.¶6%,$%4/-!$!$%$%#)3¿%3
% - ' % 2 ! , % . / ! ,6 / 2
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2%$5:%-%-)33¿%3
/
4 ) 0 / $ % ! ,6 / .
$ECIDIRSOBREOLIMITEDOALVO
/
/LIMITEDOALVODEFINEQUE'%%SOPERA¥ÜESGEOGRÉFICAS
FONTESEACTIVIDADESSÎOCOBERTASPELOALVO/ALVOEO
LIMITEDOINVENTÉRIOPODEMSERIDÐNTICOSOU
§
!#AIXARESUMEASVANTAGENSEDESVANTAGENSDECADATIPO
DEALVO!LGUMASEMPRESASTÐMTANTOUMALVOABSOLUTO
COMODEINTENSIDADE!#AIXAMOSTRAEXEMPLOSDEALVOS
DE'%%CORPORATIVOS/ESTUDODOCASODO2OYAL$UTCH3HELL
ILUSTRACOMOUMALVOABSOLUTOCORPORATIVOPODESERIMPLE
MENTADOFORMULANDOUMACOMBINA¥ÎODEALVOSDE
INTENSIDADEDETOMADASDEDECISÎOANÓVEISINFERIORESDENTRO
DAEMPRESA
—
(ÉDOISTIPOSMAISLATOSDEALVOS'%%ABSOLUTOSEBASEADOS
NAINTENSIDADE5MALVOABSOLUTOÏGERALMENTEEXPRESSOEM
TERMOSDEUMAREDU¥ÎOAOLONGODOTEMPONUMAQUANTIDADE
ESPECÓFICADEEMISSÜES'%%PARAAATMOSFERAAUNIDADE
SENDOTIPICAMENTETONELADASDE#/ 5MALVODEINTENSI
DADEÏNORMALMENTEEXPRESSOCOMOUMAREDU¥ÎONATAXADE
EMISSÜES'%%RELATIVASAOUTRONEGØCIOMÏTRICO!MÏTRICA
COMPARATIVADEVESERCUIDADOSAMENTESELECCIONADA0ODE
SERUMAINTRODU¥ÎODAEMPRESAEGTONELADA#/ EPOR
TONELADADEPRODUTOPOR+7HPORTONELADAOUOUTRA
MÏTRICATAISCOMOASVENDASOSRENDIMENTOSOUESPA¥ODE
ESCRITØRIO0ARAFACILITARATRANSPARÐNCIAASEMPRESASQUE
USAMUMALVODEINTENSIDADEDEVEMTAMBÏMCOMUNICARAS
!
EMISSÜESABSOLUTASDEFONTESCOBERTASPELOALVO
4
$ECIDIRSOBREOTIPODEALVO
0
&TUBCFMFDFOEPVN"MWPEF(&&
"
œ
›
PBMWPQPEFTFSEJSJHJEPBVNTVCDPOKVOUPFTQFD½GJDPEPT
SFDVSTPTJODMV½EPTOPJOWFOU²SJPEBFNQSFTB"RVBMJEBEFEP
JOWFOU²SJP(&&EFWFTFSVNGBDUPSDIBWFOBJOGPSNB¸·P
EFTUBFTDPMIB"TRVFTUÆFTBTFSFNUSBUBEBTOFTUFQBTTP
JODMVFNPTFHVJOUF
/
5
s 15%'%%3 0TBMWPTOPSNBMNFOUFJODMVFNVNPVNBJTEPT
TFJT(&&TDPCFSUPTQFMP1SPUPDPMPEF2VJPUP1BSBBT
FNQSFTBTDPNGPOUFTEF(&&TFN$0GB[OPSNBMNFOUF
TFOUJEPJODMVJSFTUFTQBSBBVNFOUBSBWBSJFEBEFEFPQPSUV
OJEBEFTEFSFEV¸·P1PS¹NBTMJNJUB¸ÆFTEBTWFSJGJDB¸ÆFT
QS²UJDBTQPEFNTFBQMJDBSBGPOUFTNBJTQFRVFOBT
0
3
*
&
s 15%/0%2!±¿%3'%/'2«&)#!3"QFOBTBTPQFSB¸ÆFTOBDJPOBJT
PVSFHJPOBJTDPNEBEPTTFHVSPTEFJOWFOU²SJPEF(&&
EFWFNTFSJODMV½EPTOPBMWP1BSBFNQSFTBTDPNPQFSB
¸ÆFTHMPCBJTGB[TFOUJEPMJNJUBS³NCJUPHFPHS²GJDPEP
BMWPBU¹RVFVNJOWFOU²SJPSPCVTUPFTFHVSPTFKBDPODF
CJEPQBSBUPEBTBTPQFSB¸ÆFT"TFNQSFTBTRVF
QBSUJDJQBNFNQSPHSBNBTEF(&&FOWPMWFOEPOFHÂDJPT
QSFDJTBS·PEFEFDJEJSTFJODMVFNPVO·PGPOUFTEFFNJTT·P
DPCFSUBTQFMPQSPHSBNBEFOFHÂDJPOPTFVBMWPEFHSVQP
4FGPOUFTDPNVOTT·PJODMV½EBTJFTFIPVWFSVNB
TPCSFQPTJ¸·PEFGPOUFTDPCFSUBTFOUSFPBMWPDPSQPSBUJWP
FPQSPHSBNBEFOFHÂDJPBTFNQSFTBTEFWFNDPOTJEFSBS
DPNP¹RVFUSBUBS·PRVBJTRVFSSFTVMUBEPTEBEVQMB
DPOUBHFNSFTVMUBOUFTEPOFHÂDJPEFSFEV¸ÆFTEFFNJTTÆFT
(&&OPQSPHSBNBEPOFHÂDJPWFSQPOUP
s 15%&/.4%3$%%-)33°/$)2%#4!%).$)2%#4! *ODMVJSFNJTTÆFT
JOEJSFDUBTEF(&&OPBMWPJS²GBDJMJUBSNBJTSFEV¸ÆFT
FGFDUJWBTEFDVTUPBUSBW¹TEPBVNFOUPEBTPQPSUVOJEBEFT
EFSFEV¸·PEJTQPO½WFJT1PS¹NBTFNJTTÆFTJOEJSFDUBTT·P
HFSBMNFOUFNBJTEJG½DFJTEFNFEJSEFVNNPEPFYBDUPF
EFWFSJGJDBSRVFBTFNJTTÆFTEJSFDUBTFNCPSBBMHVNBT
DBUFHPSJBTUBJTDPNPFNJTTÆFTEF³NCJUPEFFMFDUSJDJ
EBEFBERVJSJEBQPEFNTFSSFTQPOT²WFJTQPSQSFDJTBSB
NFEJ¸·PFWFSJGJDB¸·P*ODMVJOEPFNJTTÆFTJOEJSFDUBTQPEF
MFWBOUBSQSPCMFNBTFNSFMB¸·PµTVBQPTTFFµEVQMB
DPOUBHFNEFSFEV¸ÆFTVNBWF[RVFBTFNJTTÆFTJOEJ
SFDUBTT·PQPSEFGJOJ¸·PBTFNJTTÆFTEJSFDUBTEFPVUSB
QFTTPBWFSQPOUP
s!,6/33%0!2!$/30!2!$)&%2%.4%34)0/3$%.%'»#)/3
1BSBFNQSFTBTDPNEJWFSTBTPQFSB¸ÆFTQPEFGB[FS
NBJTTFOUJEPEFGJOJSBMWPTTFQBSBEPTEF(&&QBSBPT
EJGFSFOUFTOFHÂDJPTQSJODJQBJTFTQFDJBMNFOUFRVBOEP
VTBNVNBMWPEFJOUFOTJEBEFPOEFBN¹USJDBEF
OFHÂDJPNBJTTJHOJGJDBOUFQBSBBEFGJOJ¸·PEFBMWPTWBSJB
BUSBW¹TEFVOJEBEFTEFOFHÂDJPFH(&&TQPSUPOFMBEBEF
DJNFOUPQSPEV[JEPPVCBSSJMEFQFUSÂMFPSFGJOBEP
$ " 1 ¡ 5 6 - 0 #!)8!
!LVOSCORPORATIVOSDE'%%SELECCIONADOS
! ,6 / 3 ! " 3 / , 5 4 / 3
s !"" 2EDUZOS'%%SEMCADAANODESDEATÏ
s !LCOA 2EDUZOS'%%SEMDOSNÓVEISDEATÏE
DOSNÓVEISDEAOLONGODOMESMOPERÓODOSEA
TECNOLOGIAÉNODOINERTETIVERSUCESSO
s "0 -ANTÏMOS'%%SESTÈVEISANÓVEISDEATÏ
s $UPONT 2EDUZOS'%%SEMDENÓVEISDEATÏ
s %NTERGY %STABILIZAO#/ DEINSTALAÎÜESNOS%5!ANÓVEISDE
ATÏ
s &ORD 2EDUZO#/ EMNOPERÓODODEBASEADONA
MÏDIADALINHADEBASEDECOMOPARTEDO#HICAGO
#LIMATE%XCHANGE
s )NTEL 2EDUZOS0&#SEMDOSNÓVEISDEATÏ
s *OHNSON*OHNSON 2EDUZOS'%%SEMDOSNÓVEISDEATÏ
COMMETAPROVISØRIADEABAIXODOSNÓVEISDEATÏ
s 0OLAROID 2EDUZASEMISSÜESDE#/ ABAIXODASSUASEMIS
SÜESDEATÏAOFINALDOANOEATÏ
s 2OYAL$UTCH3HELL 'ERIREMISSÜESDE'%%PARAQUESEMANTENHAM
OUMAISABAIXODALINHADEBASEATÏMESMOENQUANTOO
NEGØCIOCRESCE
s 4RANSALTA 2EDUZOS'%%SAOSNÓVEISOBTIDOSEMATÏ
#HEGARËSZEROEMISSÜESNAREDEDE'%%SNASOPERAÎÜESCANADI
ANASATÏ
! ,6 / 3 $ % ) . 4 % . 3 ) $ ! $ %
s (OLCIM,TD 2EDUZATÏAOANOAMÏDIADEEMISSÜESDAREDE
DE#/ EMAPARTIRDOANODEREFERÐNCIADE
s +ANSAI%LECTRIC0OWER#OMPANY 2EDUZASEMISSÜESDE#/ POR
+7HVENDIDONOANOFISCALDEPARAAPROXIMADAMENTE
KG#/K7H
s -ILLER"REWING#OMPANY 2EDUZO'%%SEMPORBARRILDE
PRODUÎÍODEATÏ
s .ATIONAL2ENEWABLE%NERGY,ABORATORY 2EDUZOS'%%SEM
PORMETROQUADRADODEA
! ,6 / 3 ! " 3 / , 5 4 / 3 % $ % ) . 4 % . 3 ) $ ! $ % # / - " ) . ! $ / 3
s 3#*OHNSON !REDUÎÍODEEMISSÜESDE'%%DEINTENSIDADEDE
ATÏQUEREPRESENTAUMAREDUÎÍOABSOLUTAOUREALDE
s ,AFARGE 2EDUZASEMISSÜESABSOLUTASDE#/ EMBRUTOEMPAÓSES
DE!NEXO)ABAIXODOSNÓVEISDEATÏAOANO2EDUZ
ASEMISSÜESMÏDIASDE#/ DAREDEANÓVELMUNDIALABAIXO
DOSNÓVEISDEATÏAOANO
#!0°45,/
0ARAUMALVOSERCREDÓVELTEMDESERTRANSPARENTENAMANEIRA
COMOASEMISSÜESDEALVOSÎODEFINIDASEMRELA¥ÎOÌSEMISSÜES
PASSADAS$UASABORDAGENSGERAISESTÎODISPONÓVEISUMANO
BASEDEALVOFIXOOUUMANOBASEDEALVONÎOFIXO
/CAPÓTULODÉNOSNORMASSOBREQUANDOECOMORECALCULAR
ASEMISSÜESDOANOBASEPARAASSEGURARCOMPARA¥ÜESDE
IGUALPARAIGUALAOLONGODOTEMPOQUANDOMUDAN¥ASNA
ESTRUTURAEGAQUISI¥ÜESDESPOJAMENTOSOUMUDAN¥ASNAS
METODOLOGIASDEMEDI¥ÎOECÉLCULOALTERAMOPERFILDAS
EMISSÜESAOLONGODOTEMPO.AMAIORIADOSCASOSISTOIRÉ
SERTAMBÏMUMAABORDAGEMAPROPRIADAPARASEVOLTARA
CALCULARDADOSPARAUMALVOFIXODEANOBASE
s 53!.$/5-!./"!3%$%!,6/&)8/!MAIORIADOSALVOS'%%SÎO
4!"%,!
DESCRITASPARAANOSBASESDEALVOSMÏDIOSDEVÉRIOSANOSNO
CAPÓTULOPODEMSEAPLICARNESTECASO
%SCOLHEROALVODEANOBASE
DEFINIDOSCOMOUMAREDU¥ÎODEPERCENTAGEMEMEMISSÜES
ABAIXODEUMANOBASEDEALVOFIXOEGREDUZIREMISSÜES
#/ABAIXODOSNÓVEISDEATÏ/#APÓTULO
DESCREVECOMOASEMPRESASDEVERIAMPROCURAREMISSÜES
NOSEUINVENTÉRIOAOLONGODOTEMPOCOMREFERÐNCIAAUM
ANOBASEFIXO%MBORASEJAPOSSÓVELUSARANOSDIFERENTES
PARAOANOBASEDEINVENTÉRIOEOANOBASEDOALVOPARA
DELINEAROPROCESSODEINVENTÉRIOEDECOMUNICA¥ÎONORMAL
MENTEFAZSENTIDOUSAROMESMOANOPARAAMBOS4ALCOMO
COMUMANOBASEDEINVENTÉRIOÏIMPORTANTEASSEGURARQUE
OSDADOSDASEMISSÜESPARAOANOBASEDOALVOSEJAM
SEGUROSEVERIFICÉVEIS¡POSSÓVELUSARUMALVODEANOBASE
MÏDIODEVÉRIOSANOS!SMESMASCONSIDERA¥ÜESCOMO
%STABELECENDOUM!LVODE'%%
s 53!.$/5-!,6/.°/&)8/$%!./"!3%!SEMPRESAS
PODEMCONSIDERARAUTILIZA¥ÎODEUMALVONÎOFIXODEANO
BASESEAOBTEN¥ÎOEMANUTEN¥ÎODEDADOSFIÉVEISEVERI
FICÉVEISPARAUMALVOFIXODEANOBASEÏPROVAVELMENTEUM
DESAFIOPOREXEMPLODEVIDOAAQUISI¥ÜESFREQUENTES#OM
UMALVONÎOFIXODEANOBASEESTEAVAN¥AEMINTERVALOSDE
TEMPOREGULARESNORMALMENTEUMANOPARAQUEASEMIS
SÜESSEJAMSEMPRECOMPARADASCOMOANOANTERIOR 0ORÏM
ASREDU¥ÜESDEEMISSÎOPODEMSERAINDACOLECTIVAS
#OMPARAÎÍODEALVOSDEANOSBASEFIXOSENÍOFIXOS
!NO"ASEDE!LVO&IXO
!NO"ASEDE!LVO.ÍO&IXO
!TÏQUEPONTONOPASSADOÏQUEÏ
POSSÓVELFAZERCOMPARAÎÜESDEIGUAL
PARAIGUAL
1UALÏABASEPARAACOMPARAÎÍODE
EMISSÜESENTREOANOBASEDEALVOE
OANODEFINALIZAÎÍO
VERTAMBÏMA&IGURA
!SSÏRIESDETEMPODEEMISSÜESABSO
LUTASCOMPARARSEÍODEIGUALPARA
IGUAL
!COMPARAÎÍOAOLONGODOTEMPOÏ
BASEADANAQUILOQUEÏCONTROLADOPELA
EMPRESANOANOEMQUESEATINGEOALVO
3EHOUVEMUDANÎASESTRUTURAISSIGNIFICANTESNASSÏRIES
DETEMPODEEMISSÜESABSOLUTASNÍOSECOMPARARÈDE
IGUALPARAIGUALMAISDOQUEDOISANOSDECADAVEZ
/
!SCIRCUNSTÉNCIASQUEACCIONAMOFACTODESETERQUERECALCULARPARAMUDANÎASESTRUTURAIS
ETCVERCAPÓTULOSÍOOSMESMOSNASDUASABORDAGENS
§
/SDADOSDASEMISSÜESDE'%%ADQUIRIDASPELA
EMPRESASÍOAPENASNECESSÈRIOSPARAOANOANTERIOR
ËAQUISIÎÍOOUMESMOAPENASDESDEAAQUISIÎÍO
PARAAFRENTEREDUZINDOOUELIMINANDOANECES
SIDADEDEPROCURAEMANOSANTERIORES
—
1UANDOÏQUEOSNOVOSCÈLCULOSSÍO
FEITOS
!SEMISSÜESSÍORECALCULADASAPENASPARAOANO
ANTESDASMUDANÎASESTRUTURAISOUANTESEDEPOIS
DOANODAMUDANÎAESTRUTURALQUEAÓSETORNAO
ANOBASE
!
1UÍOFIÈVEISSÍOASEMISSÜESDEALVO
DEANOBASE
!SEMISSÜESSÍORECALCULADASPARATODOS
OSANOSANTERIORESATÏAOANOBASEDO
ALVOFIXO
3EUMAEMPRESACOMUMALVOADQUIREOUTRA
QUENÍOTINHADADOSDE'%%NOANOBASEDE
ALVOTORNASENECESSÈRIOFAZERUMAPROCURA
ANTERIORDEEMISSÜESREDUZINDOAFIABILI
DADEDOANODEALVOBASE
4
!TÏQUEPONTONOPASSADOÏQUESE
PODEMFAZERNOVOSCÈLCULOS
!COMPARAÎÍOAOLONGODOTEMPOÏBASEADA
NAQUILOQUEÏCONTROLADOPELAEMPRESANOSANOS
EMQUEAINFORMAÎÍOFOICOMUNICADA
.
/ANOANTERIOR
%
5MANODEREFERÐNCIAFIXONOPASSADO
)
/QUEÏOALVODEANOBASE
2
5MALVOPODETOMARAFORMADEhAOLONGODOS
PRØXIMOS8ANOSIREMOSREDUZIRASEMISSÜESTODOS
OSANOSEM9COMPARADOAOANOANTERIORv
/
#OMOPODEOALVOSERDECLARADO
5MALVOPODETOMARAFORMAh)REMOSEMITIR
MENOS8NOANO"DOQUENOANO!v
/
%STABELECENDOUM/BJECTIVODE'%%
!DEFINI¥ÎODOQUEDESENCADEIAORECALCULODASEMISSÜESDE
ANOBASEÏOMESMOQUEODAABORDAGEMDOANOBASEFIXO/
QUEFAZADIFEREN¥AÏSABERSEATÏONDENOPASSADOÏQUEAS
EMISSÜESFORAMRECALCULADAS!4ABELACOMPARAOBJECTIVOS
USANDOASABORDAGENSDOANOFIXOENÎOFIXOENQUANTOQUEA
&IGURAILUSTRAUMADASDIFEREN¥ASCHAVE
s %8%-0,/$%5-0%2¶/$/$%5-!./$%#/-02/-)33/
/OBJECTIVODA%MPRESA"ETACONSISTENAREDU¥ÎODAS
SUASEMISSÜESEMCOMPARANDOCOMOSEUOBJECTIVO
DEANOBASEATÏSEUANODECOMPROMISSO
0ARAQUE"ETAATINJAOSEUOBJECTIVOÏSUFICIENTEQUEAS
SUASEMISSÜESSEJAMNOANONÎOMAISDOQUE
DASEMISSÜESDOANO
2%#!,#5,/33/"/"*%#4)6/3$%).4%.3)$!$%
s %8%-0,/$%5-0%2¶/$/$%#/-02/-)33/$%6«2)/3!./3
$EFINIRADATAPARASEATINGIROOBJECTIVO
!DATAPARASEATINGIROOBJECTIVODETERMINASEESTEÏDE
CURTOOULONGOPRAZO/SOBJECTIVOSDELONGOPRAZOEG
COMOAQUELESQUETERMINAMDEZANOSAPØSASUAFIXA¥ÎO
FACILITAMOPLANEAMENTOALONGOPRAZODEGRANDESINVESTI
MENTOSDECAPITALCOMBENEFÓCIOS'%%0ORÏMPODEM
ENCORAJARAUTILIZA¥ÎOFASEADAMAISTARDIADEEQUIPA
MENTOSMENOSEFICIENTES'ERALMENTEOSOBJECTIVOSDE
LONGOPRAZODEPENDEMDEDESENVOLVIMENTOSFUTUROS
INCERTOSQUEPODEMTANTOGERAROPORTUNIDADESBEMCOMO
RISCOSCOMOILUSTRADONA&IGURA5MPERÓODODECINCO
ANOSDEOBJECTIVOPODESERMAISPRÉTICOPARAEMPRESAS
COMCICLOSDEPLANEAMENTOMAISPEQUENOS
$EFINIRADURAÎÍODOPERÓODODECOMPROMISSO
/PERÓODODECOMPROMISSODEUMOBJECTIVOÏOPERÓODODE
TEMPODURANTEOQUALODESEMPENHODASEMISSÜESÏACTUAL
MENTEMEDIDOCONTRAOOBJECTIVO4ERMINACOMADATAEMQUE
# ! 0 ° 4 5 , / /OBJECTIVODA%MPRESA'AMMACONSISTENAREDU¥ÎODAS
SUASEMISSÜESEMCOMPARANDOCOMOSEUOBJECTIVO
DEANOBASEATÏSEUPERÓODODE
COMPROMISSO0ARAQUEA'AMMAATINJAOSEUOBJECTIVO
OTOTALDASEMISSÜESDENÎODEVEEXCEDEROS
DASEMISSÜESANUAISDEVEZESCINCONÞMERO
DEANOSNOPERÓODODECOMPROMISSO0OROUTRAS
&)'52!
$EFINIRADURAÎÍODOPERÓODODECOMPROMISSO
#URTOPRAZO
%-)33¿%3
/
2
%NQUANTOQUEANORMANOCAPÓTULOSEAPLICAAOSINVENTÉRIOSDE
EMISSÜESABSOLUTASDEEMPRESASQUEUSAMOBJECTIVOSDEINTENSI
DADEFAZERRECALCULOSPARAMUDAN¥ASESTRUTURAISEMRELA¥ÎO
AOSOBJECTIVOSNÎOSÎONORMALMENTENECESSÉRIOSANÎOSERQUEA
MUDAN¥AESTRUTURALRESULTENUMAMUDAN¥ASIGNIFICATIVANA
INTENSIDADEDE'%%0ORÏMSEESSESRECALCULOSPARAMUDAN¥AS
ESTRUTURAISSÎOFEITASEMRELA¥ÎOAOOBJECTIVODEVEMSERFEITAS
TANTOPARAASEMISSÜESABSOLUTASCOMOPARAAMÏTRICADO
NEGØCIO3EOOBJECTIVODAMÏTRICADONEGØCIOSETORNAIRRELE
VANTEATRAVÏSDEUMAMUDAN¥AESTRUTURALUMAREFORMULA¥ÎODO
OBJECTIVOPODESERNECESSÉRIAEGQUANDOUMAEMPRESAÏ
FOCADANUMAINDÞSTRIADIFERENTEMASQUETINHAUSADOANTERIOR
MENTEUMAMÏTRICADENEGØCIODEINDÞSTRIAESPECÓFICO
SEATINGEOOBJECTIVO-UITASEMPRESASUSAMPERÓODOSDE
APENASUMANODECOMPROMISSOSEMBORAO0ROTOCOLODE
1UIOTOPOREXEMPLOESPECIFIQUEVÉRIOSANOSDEhPRIMEIRO
PERÓODODECOMPROMISSOvCINCOANOSn!
DURA¥ÎODOPERÓODODECOMPROMISSODEUMOBJECTIVOÏUM
FACTORIMPORTANTENADETERMINA¥ÎODONÓVELDECOMPROMISSO
DEUMAEMPRESA'ERALMENTEQUANTOMAISTEMPODURAESSE
PERÓODOMAISTEMPODURARÉOPERÓODODURANTEOQUALODESEM
PENHODASEMISSÜESCONTAEMDIREC¥ÎOAOOBJECTIVO
4%-0/
,ONGOPRAZO
)NTERVALODEINCERTEZA
%-)33¿%3
)
%
.
4
!
—
§
DECLARADASAOLONGODEVÉRIOSANOS5MEXEMPLOSERIAhDE
ATÏASEMISSÜESSERÎOREDUZIDASEMTODOS
OSANOSCOMPARADASAOANOANTERIORv1UANDOMUDAN¥AS
ESTRUTURAISOUMETODOLØGICASOCORREMSØSERÉNECESSÉRIO
FAZERRECALCULOSPARAOANOANTERIOR #OMORESULTADO
COMPARA¥ÜESDEIGUALPARAIGUALDASEMISSÜESNOvANODA
INICIA¥ÎODOOBJECTIVOvNOEXEMPLOEhNOANOEM
QUESEATINGEOOBJECTIVOvNÎOPODEMSERFEITAS
PORQUEASEMISSÜESNÎOSÎORECALCULADASPARATODOSOS
ANOSATÏAOANODAINICIA¥ÎODOOBJECTIVO
4%-0/
CAPÍTULO 11
FIGURA 14.
Estabelecendo um Objectivo de GEE
81
Comparando um objectivo de estabilização sob a abordagem do ano base de objectivos fixos e não fixos
AUMENTO
Empresa A
➡
Ano base fixo
Empresa
B
EMISSÕES
1
2
3
➡
A adquire B no
início do ano 3
SEM ALTERAÇÃO
SEM ALTERAÇÃO
➡
Empresa
A
1
2
3
Ano base não fixo
Empresa A
1
2
2
3
Um objectivo de estabilização é aquele que procura manter as emissões constantes ao longo do tempo. Neste exemplo, a
empresa A adquire a empresa B, que verificou um crescimento de GEE orgânico desde o ano base de objectivo (ou ano de “iniciação”). Sob a abordagem não fixa, o crescimento das emissões na empresa adquirida (B) desde o ano 1 ao ano 2 não aparece
como um aumento das emissões em relação ao objectivo da empresa adquirente (A). Assim, a empresa A atingiria o seu objectivo de estabilização quando usasse a abordagem não fixa mas não quando usasse a abordagem fixa. Em paralelo ao exemplo
do capítulo 5, o crescimento ou declínio passado de GEE em instalações despojadas (Mudanças de GEE antes do despojamento)
afectariam o desempenho do objectivo sob a abordagem não fixa, enquanto que não seria contabilizada sob a abordagem fixa.
O
1 ano
EMISSÕES
N
TEMPO
Ç
EMISSÕES
A
5 anos
T
Ã
TEMPO
O
Um objectivo GEE pode ser atingindo totalmente a partir de
reduções internas nas fontes incluídas no limite do objectivo ou,
por outro lado, através do uso de compensações que são geradas
a partir de projectos de redução das emissões que reduzem as
emissões nas fontes (ou escoamentos) externos ao limite do
objectivo.9 O uso de compensações pode ser apropriado quando
E
Para um objectivo que use um ano base não fixo, o
período de compromisso aplica-se da seguinte
maneira: o desempenho da emissão está continuamente a ser medido em relação ao objectivo, todos os
anos, desde o momento de fixação até ao momento em
que é atingido.
7. Decidir sobre o uso de compensações ou créditos GEE8
Períodos curtos vs períodos longos de compromisso
I
Os períodos de compromisso superiores a um ano,
podem ser usados para mitigar o risco de eventos
imprevisíveis num ano particular influenciando o
desempenho contra o objectivo. A Figura 15 mostra
que a duração do período de compromisso determina
quantas emissões são realmente relevantes para o
desempenho do objectivo.
FIGURA 15.
R
palavras, as suas emissões médias ao longo desses cinco
anos não devem exceder 90% das emissões de 2000.
0
&TUBCFMFDFOEPVN0CKFDUJWPEF(&&
"
œ
›
PDVTUPEFSFEV¸ÆFTJOUFSOBT¹FMFWBEPBTPQPSUVOJEBEFTQBSBBT
SFEV¸ÆFTMJNJUBEPTPVBFNQSFTBO·P¹DBQB[EFBUJOHJSPTFV
PCKFDUJWPEFWJEPBDJSDVOTU³ODJBTJOFTQFSBEBT2VBOEPTFDPNV
OJDBTPCSFPPCKFDUJWPEFWFTFSFTQFDJGJDBEPTFBTDPNQFOTB¸ÆFT
T·PVTBEBTFBRVBOUJEBEFEFSFEV¸·PEFPCKFDUJWPGPJBUJOHJEB
BUSBW¹TEFTTBVUJMJ[B¸·P
#2%$)"),)$!$%$!3#/-0%.3!±¿%3%42!.30!2³.#)!
3
*
&
/
5
"DUVBMNFOUFO·PI²NFUPEPMPHJBTRVFTFKBNBDFJUFTFNHFSBM
QBSBBRVBOUJGJDB¸·PEFDPNQFOTB¸ÆFT(&&"TJODFSUF[BTRVF
DFSDBNBDPOUBCJMJ[B¸·PEPQSPKFDUPEF(&&UPSOBNEJG½DJMFTUB
CFMFDFSRVFVNBDPNQFOTB¸·P¹FRVJWBMFOUFOBNBHOJUVEFµT
FNJTTÆFTJOUFSOBTRVFFTU²BDPNQFOTBS 1PSFTUBSB[·PBT
FNQSFTBTEFWFNTFNQSFDPNVOJDBSBTTVBTQSÂQSJBTFNJTTÆFT
JOUFSOBTFNDPOUBTTFQBSBEBTEBTDPNQFOTB¸ÆFTVTBEBTQBSB
BUJOHJSPPCKFDUJWPFNWF[EFQSPWJEFODJBSVNBGJHVSBEFSFEF
WFSQBTTP
UBNC¹NJNQPSUBOUFBWBMJBSDVJEBEPTBNFOUFB
DSFEJCJMJEBEFEBTDPNQFOTB¸ÆFTVTBEPTQBSBBUJOHJSVNPCKFD
UJWPFQBSBFTQFDJGJDBSBPSJHFNFOBUVSF[BEBTDPNQFOTB¸ÆFT
RVBOEPTFDPNVOJDB"JOGPSNB¸·PEFRVFTFQSFDJTBJODMVJ
s 0UJQPEFQSPKFDUP
0
s 0SJHFNHFPHS²GJDBFPSHBOJ[BDJPOBM
s $PNPBTDPNQFOTB¸ÆFTGPSBNRVBOUJGJDBEBT
s 4FGPSBNSFDPOIFDJEPTQPSQSPHSBNBTFYUFSOPT$%.+*FUD
6NBNBOFJSBJNQPSUBOUFEFBTTFHVSBSBDSFEJCJMJEBEFEF
CBMBO¸PT¹EFNPOTUSBSRVFBNFUPEPMPHJBEFRVBOUJGJDB¸·PUSBUB
BEFRVBEBNFOUFEFUPEPTPTEFTBGJPTEFSFHJTUPEFUPEPTPT
QSPKFDUPTDIBWFOPDBQ½UVMP5FOEPFNDPOUBFTUFTEFTBGJPTP
'('0ROTOCOL0ROJECT1UANTIFICATION3TANDARDGVUVSPUFN
DPNPPCKFDUJWPNFMIPSBSBDPOTJTUºODJBDSFEJCJMJEBEFFSJHPSEB
DPOUBCJMJ[B¸·PEFQSPKFDUP
1PSPVUSPMBEP¹JNQPSUBOUFWFSJGJDBSTFBTDPNQFOTB¸ÆFTO·P
GPSBNUBNC¹NDPOUBCJMJ[BEPTFNSFMB¸·PBPVUSPPCKFDUJWPEF
(&&PSHBOJ[BDJPOBM*TUPQPEFFOWPMWFSVNDPOUSBUPFOUSFP
DPNQSBEPSFPWFOEFEPSRVFUSBOTGFSFBQSPQSJFEBEFEB
DPNQFOTB¸·P0QBTTPQSPWJEFODJBNBJTJOGPSNB¸·PTPCSFB
DPOUBCJMJEBEFEFOFHÂDJPTEF(&&FNSFMB¸·PBPPCKFDUJWP
FNQSFTBSJBMJODMVJOEPPFTUBCFMFDJNFOUPEFVNBQPM½UJDBTPCSFP
SFHJTUPEVQMP
#/-0%.3!±¿%3%/"*%#4)6/3$%).4%.3)$!$%
2VBOEPTFVTBNDPNQFOTB¸ÆFTTPCPCKFDUJWPTEFJOUFOTJEBEF
UPEBTBTDPOTJEFSB¸ÆFTNFODJPOBEBTBDJNBTFBQMJDBN1BSB
EFUFSNJOBSBDPOEFTDFOEºODJBDPNPPCKFDUJWPBTDPNQFO
TB¸ÆFTQPEFNTFSTVCUSB½EPTEPOÈNFSPVTBEPQBSBBTFNJTTÆFT
BCTPMVUBTPOVNFSBEPS
BEJGFSFO¸BSFTVMUBOUF¹FOU·P
EJWJEJEBQFMBN¹USJDBDPSSFTQPOEFOUFJNQPSUBOUF
QPS¹NRVFBTFNJTTÆFTBCTPMVUBTTFKBN
$ " 1 ¤ 5 6 - 0 BJOEBDPNVOJDBEBTTFQBSBEBNFOUFUBOUPEBTDPNQFOTB¸ÆFT
DPNPEBN¹USJDBEPOFHÂDJPWFSQBTTPBCBJYP
%STABELEÎAUMAPOLÓTICADEOBJECTIVODEDUPLA
CONTAGEM
&TUFQBTTPBCPSEBBEVQMBDPOUBHFNEFSFEV¸ÆFTFDPNQFO
TB¸ÆFTDPNPUBNC¹NBEFTDPOUPTGFJUPTQPSQSPHSBNBTEF
DPN¹SDJPFYUFSOPT"QMJDBTFBQFOBTBFNQSFTBTRVFOP
DPN¹SDJPWFOEBPVBRVJTJ¸·P
EFDPNQFOTB¸ÆFT(&&PVDVKPT
MJNJUFTDPSQPSBUJWPTJOUFSSFMBDJPOBNTFDPNPVUSPTPCKFDUJWPTPV
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QPSEVBTFNQSFTBTDPOUSBPCKFDUJWPTRVFDPCSFNGPOUFTEF
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JODMV½EBTFNNBJTEPRVFVNPCKFDUJWPEBNFTNBPSHBOJ[B¸·P
PVEFFNQSFTBTEJGFSFOUFT4FNMJNJUBSP³NCJUPEPTPCKFD
UJWPTQPEFTFSEJG½DJMFWJUBSFTUFUJQPEFEVQMBDPOUBHFNF
QSPWBWFMNFOUFO·PJNQPSUBTFBEVQMBDPOUBHFN¹SFTUSJUBµT
FNQSFTBTRVFQBSUJMIBNBTNFTNBTGPOUFTOPTTFVTPCKFDUJWPT
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3
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UPEPTPTQBTTPTBOUFSJPSFT0VUSBTDPOTJEFSB¸ÆFTQBSBUFSFN
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FNJTTÆFT(&&FPVUSBTN¹USJDBTEFOFHÂDJPUBJTDPNPB
QSPEV¸·PVNFTQB¸PEFQSPEV¸·PQPSNFUSPRVBESBEP
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5
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›
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FNJTTÆFT1PS¹NOBQS²UJDBPFWJUBSEBEVQMBDPOUBHFNQPEF
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0
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PSHBOJ[B¸·PFSFDPODJMJBEPTDPNPPCKFDUJWPSFHVMBEPSNBT
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JFO·PDPCSFNBTNFTNBTGPOUFT
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FNQSFTBRVFWFOEFFTUFOFHÂDJPTFSFDPODJMJBTTFDPNPTFV
PCKFDUJWPDPSQPSBUJWPWFSPCASESTUDYEB)PMDJN
4FKBM²P
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UFOUF1PSFYFNQMPTFEFDJEJSO·PSFDPODJMJBSBTQFSNJTTÆFT
RVFWFOEFOPTFVQSPHSBNBEFDPN¹SDJPDPNPTFVPCKFDUJWP
DPSQPSBUJWPO·PEFWFUBNC¹NDPOUBSRVBJTRVFSQFSNJTTÆFTEP
NFTNPUJQPRVFBERVJSFQBSBJSEFBPFODPOUSPBPTFVPCKFD
UJWPDPSQPSBUJWP
BTTJNTFSUSBOTQBSFOUFTTPCSFBTVBQPM½UJDBEFEFDMBSBSRVBJT
RVFSSB[ÆFTQBSBBFTDPMIBQBSBPO·PUSBUBNFOUPEFBMHVNBT
TJUVB¸ÆFTEFEVQMBDPOUBHFN
›
(OLCIM UMA EMPRESA PRODUTORA DE CIMENTO A NÓVEL MUNDIAL
MANTÏMSEATENTAËSUA PERFORMANCE EMRELAÎÍOAOSEUOBJECTIVO
VOLUNTÈRIOCORPORATIVOUSANDOUMAFOLHADEBALANÎO'%%%STAFOLHA
DE BALANÎO MOSTRA POR CADA PERÓODO DE COMPROMISSO E POR CADA
NEGØCIODOPAÓSNUMLADODAFOLHAASEMISSÜESDE'%%REAISENO
OUTROOShBENSvEhINSTRUMENTOSvDE'%%%STESBENSEINSTRUMENTOS
CONSISTEMNOPRØPRIOOBJECTIVOVOLUNTÈRIODE'%%OLIMITEMÈXIMO
VOLUNTÈRIOPOROUTRASPALAVRASASPERMISSÜESQUEA(OLCIMDÈAELA
PRØPRIAUMOBJECTIVOLIMITEMÈXIMOREGULADORSEAPLICÈVELEAINDA
CRÏDITOS DE #$- COMPRADOS SOMADOS OU VENDIDOS SUBTRAÓDOS
!SSIMSEALGUMAEMPRESADEALGUMPAÓSVENDERCRÏDITOSDE#$CRIADOSNASFONTESDENTRODOSLIMITESDOOBJECTIVOVOLUNTÈRIOÏASSE
GURADOQUESØAEMPRESACOMPRADORAÏQUECONTAOSCRÏDITOSVER
PRIMEIROEXEMPLODEDUPLACONTAGEMNOPASSO
*
&
/
5
"
(OLCIM5SANDOUMAFOLHADEBALANÎO'%%NORASTODO
SEUDESEMPENHOEMDIRECÎÍOAOSEUOBJECTIVO
œ
0
&TUBCFMFDFOEPVN0CKFDUJWPEF(&&
0
3
.OFIMDOPERÓODODECOMPROMISSOTODASASEMPRESASDOSPAÓSESTÐM
QUEDEMONSTRARUMBALANÎONEUTROOUPOSITIVOPARACOMOSOBJECTIVOS
DA(OLCIM%SSASEMPRESASCUJOLIMITEMÈXIMOVOLUNTÈRIOSESOBREPÜE
COMUMLIMITEMÈXIMOREGULADOREXNA%UROPADEVETAMBÏMDEMONS
TRAR UM BALANÎO NEUTRO OU POSITIVO EM RELAÎÍO AO LIMITE MÈXIMO
REGULADOR!SREDUÎÜESDE'%%NA%UROPASÍOASSIMCOMUNICADASPELOS
DOISOBJECTIVOSVER3EGUNDOEXEMPLODEDUPLACONTAGEM0ASSO
!MBOSOSLADOSDAFOLHADEBALANÎODOPAÓSSÍOCONSOLIDADOSANÓVEL
CORPORATIVO/SCRÏDITOSEASPERMISSÜESNEGOCIADASDENTRODOGRUPO
SÍO SIMPLESMENTE CANCELADOS NA COLUNA DOS BENS NA FOLHA DE
BALANÎODE'%%DONÓVELCORPORATIVOCONSOLIDADO1UAISQUERCRÏDITOS
OUPERMISSÜESNEGOCIADOSEXTERIORMENTESÍORECONCILIADOSTANTOCOM
OSLIMITESMÈXIMOSVOLUNTÈRIOSCOMOCOMOSREGULADORESNALINHADE
BAIXODACOLUNADOSBENSNAFOLHADEBALANÎO!SSEGURANDOASSIM
QUEQUALQUERPERMISSÍOVENDIDASØÏCONTABILIZADAPELAEMPRESA
COMPRADORA QUANDO O OBJECTIVO DA (OLCIM E O DA EMPRESA
COMPRADORANÍOSESOBREPÜEM3EACOMPRADEPERMISSÜESOUDE
CRÏDITOSÏCONTADAEMRELAÎÍOAAMBOSOSOBJECTIVOSVOLUNTÈRIOSE
REGULADORES DAS EMPRESAS %UROPEIAS ESTES DOIS OBJECTIVOS
SOBREPÜEMSE
&OLHADE"ALANÎODE'%%4ODOSOSVALORESEMTONELADASDE#/EANO
!15)3)±¿%3%).3425-%.4/3'%%
%-)33¿%3'%%
(OLCIMPAÓS!NA%UROPA
,IMITEMÈXIMOVOLUNTÈRIOEMISSÜESDIRECTAS
%MISSÜESDIRECTASINDIRECTASBIOMASSA
,IMITEMÈXIMOREGULADOREMISSÜESDIRECTAS
0ERMISSÜESREGULADORASAQUIRIDASOUVENDIDOS
#RÏDITOS#$-ADQUIRIDOSOUVENDIDOS
3OMADOSLIMITESMÈXIMOSVOLUNTÈRIOS0ERMISSÜESREGULADORASCRÏDITOS
3OMADASEMISSÜESDIRECTAS
3OMADOSLIMITESMÈXIMOSREGULADORES0ERMISSÜESREGULADORASCRÏDITOS
3OMADASEMISSÜESDIRECTASDEACORDOCOM%5%43
(OLCIMPAÓS8NA!MÏRICA,ATINA
,IMITEMÈXIMOVOLUNTÈRIO
%MISSÜESDIRECTASINDIRECTASBIOMASSA
#RÏDITOS#$-ADQUIRIDOSOUVENDIDOS
3OMADASEMISSÜESDIRECTAS
3OMADOSLIMITESMÈXIMOSECRÏDITOSVOLUNTÈRIOS
'RUPO(OLCIM
3OMADOSLIMITESMÈXIMOSREGULADORESPERMISSÜESREGULADORASCRÏDITOS
$ " 1 ¡ 5 6 - 0 3OMADASEMISSÜESDIRECTAS
#!0°45,/
s #ONSIDERANDOSEHÉQUAISQUERPLANOSDEAMBIENTEOUENERGIA
INVESTIMENTOSDECAPITALALTERA¥ÜESNOPRODUTOOUNOSSERVI¥OS
OUOBJECTIVOSQUEIRÎOAFECTARASEMISSÜESDE'%%EXISTENTES
(AVERÉJÉPLANOSPRONTOSPARAATROCADECOMBUSTÓVELNA
GERA¥ÎODEELECTRICIDADENOLOCALEOUINVESTIMENTOSDERENO
VA¥ÎODAENERGIAQUEAFECTAMOFUTURODATRAJECTØRIADE'%%
%STABELECENDOUM/BJECTIVODE'%%
OSSEUSPROGRESSOSEMRELA¥ÎOAOSEUOBJECTIVO
!DESCRI¥ÎODOOBJECTIVO
s 0ROVIDENCIARUMESBO¥ODOSLIMITESDOOBJECTIVO
ESCOLHIDO
s %SPECIFICAROTIPODEOBJECTIVOANOBASEDEOBJE
CTIVODATAEMQUEELESERÉATINGIDOEDURA¥ÎO
DOPERÓODODECOMPROMISSO
s %SPECIFICARSECONTRATEMPOSPODEMSERUTILIZADOS
PARAIRDEENCONTROCOMOOBJECTIVOSESIM
ESPECIFICAROTIPOEQUANTIDADE
s $ESCREVEROALVODADUPLACONTAGEMPOLITICA
s %SPECIFICARONÓVELDOOBJECTIVO
s 2EFERÐNCIASDEEMISSÜES'%%COMEMPRESASSEMELHANTES
'ERALMENTEASEMPRESASQUENÎOINVESTIRAMPREVIAMENTENA
ENERGIAOUNOUTRASREDU¥ÜESDEEMISSÜES'%%DEVEMSER
CAPAZESDEIRAOENCONTRODENÓVEISDEREDU¥ÎOMAISAGRESSIVOS
PORQUENÎOTERIAMMAISOPORTUNIDADESDEREDU¥ÎODECUSTOS
EFECTIVAS
0ROCURARECOMUNICAROPROGRESSO
2
s %8%#54!26%2)&)#!±¿%32%'5,!2%3$%$%3%-0%.(/3 0ARAPROCURARO
RASTODEUMDESEMPENHOEMRELA¥ÎOAUMOBJECTIVOÏIMPOR
TANTELIGAROOBJECTIVOAOPROCESSOANUALDEINVENTÉRIODE'%%E
VERIFICARREGULARMENTEASEMISSÜESEMRELA¥ÎOAOMESMO
!LGUMASEMPRESASUSAMOBJECTIVOSINTERINOSPARAESTEPROPØSITO
UMOBJECTIVOQUEUSEUMANOBASEDEOBJECTIVONÎOFIXOINCLUI
AUTOMATICAMENTEOBJECTIVOSINTERINOSTODOSOSANOS
s #/-5.)#!2).&/2-!±°/%-2%,!±°/!//"*%#4)6/!SEMPRESASDEVEM
INCLUIRASEGUINTEINFORMA¥ÎOQUANDOESTABELECEMECOMUNICAM
/
)NFORMA¥ÎOSOBREEMISSÜESESOBREODESEMPENHO
EMRELA¥ÎOAOOBJECTIVO
s #OMUNICAREMISSÜESDEFONTESDENTRODOLIMITE
SEPARADAMENTEDEQUAISQUERTROCAS'%%
s 3ESEUSARUMOBJECTIVODEINTENSIDADECOMU
NICAREMISSÜESABSOLUTASDEDENTRODOLIMITE
SEPARADAMENTEAMBOSDEQUAISQUERTROCAS'%%E
NAMÏTRICADENEGØCIO
s #OMUNICARASTROCASDE'%%QUESÎORELEVANTES
PARASECUMPRIROOBJECTIVOINCLUINDOQUANTAS
COMPENSA¥ÜESFORAMUSADOSEMRELA¥ÎOAOMESMO
s #OMUNICARQUAISQUERPROJECTOSDEREDU¥ÎO
INTERNOSVENDIDOSOUTRANSFERIDOSPARAOUTRAS
EMPRESASPARASEREMUSADOSCOMOCOMPENSA¥ÜES
s #OMUNICARODESEMPENHOTOTALEMRELA¥ÎOAO
OBJECTIVO
5MAVEZESTABELECIDOOOBJECTIVOÏNECESSÉRIOPROCURARORASTODO
DESEMPENHOEMRELA¥ÎOAOMESMOPARAVERIFICAROSEUCUMPRI
MENTOETAMBÏMnPARAMANTERACREDIBILIDADEnPARACOMUNICAR
ASEMISSÜESEQUAISQUERREDU¥ÜESEXTERNASDEUMMODOCONSIS
TENTECOMPLETOETRANSPARENTE
./4!3
)
!LGUMASEMPRESASPODEMFORMULAROSOBJECTIVOSDEEFICIÐNCIADE'%%
ATRAVÏSDAFORMULAÎÍODESTERÈCIOAOCONTRÈRIO
/OBJECTIVODE(OLCIMEDE,AFARGETÐMSIDOFORMULADOSUSANDOA
TERMINOLOGIADO7"#3$#EMENT#/0ROTOCOL7"#3$QUEUSA
hESPECÓFICOvPARADENOTAREMISSÜESPORTONELADADECIMENTOPRODUZIDO
3OBREPOSIÎÍOREFERESEAQUIAUMASITUAÎÍOEMQUEDOISOUMAISOBJEC
TIVOSINCLUEMASMESMASFONTESNOSSEUSLIMITESDEOBJECTIVO
$AMESMAFORMAAEMPRESA!NESTEEXEMPLOPODIASERSUJEITOAUM
LIMITEMÈXIMOOBRIGATØRIONASSUASEMISSÜESDIRECTASSOBUMPROGRAMA
DECOMÏRCIOEPODIAENCARREGARSEDEPERMISSÜESDENEGØCIOSCOBRINDO
ASFONTESCOMUNSQUEPARTILHACOMAEMPRESA".ESTECASOOEXEMPLO
DASECÎÍOh$UPLACONTAGEMDEPERMISSÜESNEGOCIADASEMPROGRAMAS
EXTERNOSvÏMAISRELEVANTE
!EFICIÐNCIADASMEDIDASDEENERGIAIMPLEMENTADASPELAEMPRESA#
PODEMNEMSEMPRERESULTARNAREDUÎÍOREALDASEMISSÜESDAEMPRESA
"6EROCAPÓTULOPARAMAISDETALHESSOBREASREDUÎÜESNASEMISSÜES
INDIRECTAS
/
%STAEQUIVALÐNCIAÏCHAMADAPORVEZEShFUNGIBILIDADEv0ORÏMhFUNGI
BILIDADEvPODESEREFERIRTAMBÏMËEQUIVALÐNCIAEMTERMOSDEVALORAOIR
AOENCONTRODEUMOBJECTIVODUASCOMPENSAÎÜESFUNGÓVEISTÐMO
MESMOVALORAOIRDEENCONTROCOMOOBJECTIVOIEPODEMAMBOSSER
APLICADOSAOMESMOOBJECTIVO
§
0ARAMAISDETALHESSOBREDIFERENTESMETODOLOGIASUTILIZADAPARARECAL
CULOSVERODOCUMENTODEORIENTAÎÍOh"ASEYEARRECALCULATION
METHODOLOGIESFORSTRUCTURALCHANGESvNOSITEDA)NTERNETDO'('
—
$EPENDENDODAMETODOLOGIAUTILIZADAPARAFAZERRECALCULOSQUANDOAPLI
CADOOANOBASENÍOFIXOACOMPARAÎÍOAOLONGODOTEMPODEVEINCLUIR
EMISSÜESQUEOCORRERAMQUANDOAEMPRESANÍODETINHAOCONTROLODAS
FONTESDASEMISSÜES0ORÏMAINCLUSÍODESTETIPODEINFORMAÎÍOÏMINI
MIZADA6EJATAMBÏMODOCUMENTODEORIENTAÎÍOh"ASEYEAR
RECALCULATIONMETHODOLOGIESFORSTRUCTURALCHANGESvNOSITEDA)NTERNET
DO'('0ROTOCOLWWWGHGPROTOCOLORG
0ARAOSPROPØSITOSDESTECAPÓTULOOSTERMOShINTERNOvEhEXTERNOv
REFEREMSEASEASREDUÎÜESOCORREMNASFONTESDENTROINTERNOOUFORA
EXTERNODOLIMITEDOOBJECTIVO
!
.OTEQUEATRAVÏSDAADIÎÍOSIMPLESDASMUDANÎASDEEMISSÜESANUAIS
SOBOANOBASEDEOBJECTIVONÍOFIXOPRODUZUMRESULTADODIFERENTEDA
COMPARAÎÍOAOLONGODOTEMPOFEITOCOMUMANOBASEFIXOMESMOSEM
MUDANÎASESTRUTURAIS%MTERMOSABSOLUTOSUMAREDUÎÍO8TODOSOS
ANOSAOLONGODECINCOANOSCOMPARADOAOANOANTERIORNÍOÏOMESMO
DOQUEUMA8VEZESCINCOREDUÎÍONOANOCOMPARADOAOANO
4
²POSSÓVELUSARUMINTERVALODIFERENTEDOQUEODEUMANO0ORÏM
QUANTOMAIORFOROINTERVALOEMQUEOANOBASEAVANÎAMAISESTAABOR
DAGEMSETORNAUMANODEOBJECTIVOFIXO%STADISCUSSÍOÏBASEADANUM
ANODEBASENÍOFIXOQUEAVANÎAEMINTERVALOSANUAIS
#OMOSALIENTADONOCAPÓTULOASCOMPENSAÎÜESPODEMSERCONVERTIDAS
EMCRÏDITOS#OMPREENDESEASSIMQUEOSCRÏDITOSSÍOUMSUBCONJUNTO
DASCOMPENSAÎÜES%STECAPÓTULOUSAOTERMOCOMPENSAÎÜESCOMOUM
TERMOGENÏRICO
.
/SEXEMPLOSINCLUEMOS%43DO2EINO5NIDOO##8EOS%5%43
%
0ROTOCOLWWWGHGPROTOCOLORG
"
3FHJTUPEF&NJTTÆFT*OEJSFDUBTEF&MFDUSJDJEBEF"ERVJSJEB
%
$
&
TUFBOFYPQSPWJEFODJBPSJFOUB¸·PTPCSFDPNP
DPOUBCJMJ[BSFDPNVOJDBSFNJTTÆFTJOEJSFDUBTBTTPDJ
BEBTDPNBBRVJTJ¸·PEFFMFDUSJDJEBEF"'JHVSB
"QSPWJEFODJBVNBWJT·PHFSBMEBTUSBOTBD¸ÆFTBTTPDJ
BEBTDPNBFMFDUSJDJEBEFBERVJSJEBFBTFNJTTÆFT
DPSSFTQPOEFOUFT
*
%LECTRICIDADE!DQUIRIDAPARA#ONSUMO0RØPRIO
"
1
ž
/
%
"TFNJTTÆFTBTTPDJBEBTDPNBHFSB¸·PEFFMFDUSJDJEBEF
RVF¹DPOTVNJEBQFMBFNQSFTBRVFGB[PSFMBUÂSJPT·P
DPNVOJDBEBTOP³NCJUP0³NCJUPBQFOBTDPOUBCJ
MJ[BBQPS¸·PEFFNJTTÆFTEJSFDUBTEBFMFDUSJDJEBEF
HFSBEBRVF¹BDUVBMNFOUFDPOTVNJEBQFMBFNQSFTB6NB
FNQSFTBRVFBERVJSFFMFDUSJDJEBEFFRVFBUSBOTQPSUB
BUSBW¹TEFVNTJTUFNBEFUSBOTNJTT·PFEJTUSJCVJ¸·P
5%
RVFQPTTVJPVDPOUSPMBDPNVOJDBBTFNJTTÆFT
BTTPDJBEBTDPNQFSEBTEF5%TPC³NCJUP1PS¹NTF
BDPNVOJDB¸·PQPTTVJPVDPOUSPMBPTJTUFNBEF5%NBT
HFSBFNWF[EFBERVJSJS
BFMFDUSJDJEBEFUSBOTNJUJEB
BUSBW¹TEPTTFVTDBCPTBTFNJTTÆFTBTTPDJBEBTDPN
QFSEBT5%O·PT·PDPNVOJDBEBTTPCP³NCJUPWJTUP
RVFK²FTUBSJBNDPOUBCJMJ[BEPTTPCP³NCJUP&TUF¹P
DBTPFNRVFPTTJTUFNBTEFHFSB¸·PUSBOTNJTT·PF
EJTUSJCVJ¸·PT·PJOUFHSBEBTWFSUJDBMNFOUFFQPTTV½EBTPV
DPOUSPMBEBTQFMBNFTNBFNQSFTB
%LECTRICIDADEADQUIRIDAPARAREVENDAACONSUMI
DORESFINAIS
"TFNJTTÆFTEBHFSB¸·PEFFMFDUSJDJEBEFBERVJSJEBQBSB
BSFWFOEBBDPOTVNJEPSFTGJOBJTQPSFYFNQMPBRVJTJ¸ÆFT
BUSBW¹TEFVNBFNQSFTBVUJMJU²SJBQPEFNTFSDPNVOJ
DBEBTTPC³NCJUPOBDBUFHPSJBEFiHFSB¸·PEF
FMFDUSJDJEBEFBERVJSJEBRVF¹WFOEJEBBDPOTVNJEPSFT
GJOBJTw&TUBDBUFHPSJBEFDPNVOJDB¸·P¹QBSUJDVMBS
NFOUFSFMFWBOUFQBSBFNQSFTBTEFVUJMJEBEFRVF
BERVJSFNFMFDUSJDJEBEFWFOEJEBFNCSVUPGPSOFDJEBQPS
QSPEVUPSFTEFFMFDUSJDJEBEFJOEFQFOEFOUFTQBSBB
SFWFOEBBPTTFVTDMJFOUFT7JTUPRVFBTFNQSFTBTF
GPSOFDFEPSFTEFVUJMJU²SJPTFYFSDJUBNNVJUBTWF[FT
FTDPMIBTPCSFPOEFBERVJSFNBFMFDUSJDJEBEFJTUPQSPWJ
EFODJBMIFTVNBPQPSUVOJEBEFJNQPSUBOUFEFSFEV¸·PEF
(&&WFSPCASESTUDYEF4FBUUMF$JUZ-JHIUOPDBQ½UVMP
7JTUPRVFP³NCJUP¹PQDJPOBMBTFNQSFTBTRVFO·P
T·PDBQB[FTEFQSPDVSBSPSBTUPEBTTVBTWFOEBTEFFMF
DUSJDJEBEFFNUFSNPTEFDPOTVNJEPSFTGJOBJTF
DPOTVNJEPSFTO·PGJOBJTQPEFNFTDPMIFSO·PDPNVOJDBS
FTUBTFNJTTÆFTOP³NCJUP&NWF[EJTTPQPEFNDPNV
OJDBSPUPUBMEBTFNJTTÆFTBTTPDJBEBTDPNBFMFDUSJDJEBEF
BERVJSJEBRVF¹WFOEJEBQBSBDPOTVNJEPSFTGJOBJTFO·P
GJOBJTTPCJOGPSNB¸·PPQDJPOBMOBDBUFHPSJBiHFSB¸·PEF
FMFDUSJDJEBEFBERVJSJEBDBMPSPVWBQPSQBSBSFWFOEBB
DPOTVNJEPSFTO·PGJOBJTw
%LECTRICIDADE!DQUIRIDAPARAREVENDAAINTER
MEDIÈRIOS
"TFNJTTÆFTBTTPDJBEBTDPNBHFSB¸·PEFFMFDUSJDJEBEF
BERVJSJEBRVF¹SFWFOEJEBBVNJOUFSNFEJ²SJPFH
USBOTBD¸ÆFTDPNFSDJBJT
QPEFNTFSDPNVOJDBEBTTPC
JOGPSNB¸·PPQDJPOBMTPCBDBUFHPSJBEFi(FSB¸·PEF
FMFDUSJDJEBEFBERVJSJEBDBMPSPVWBQPSQBSBSFWFOEB
QBSBDPOTVNJEPSFTO·PGJOBJTi&YFNQMPTEFUSBOTBD¸ÆFT
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2EVENDAAINTER
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¬MBITO
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FNQSFTBTPCSFPDBSCPOPBUNPTG¹SJDPSFUJEP
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"
1
ž
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CJPNBTTBFYJT
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0ORQUÐINCLUIROSIMPACTESDECARBONORETIDONOS
INVENTÈRIOSDE'%%CORPORATIVOS
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JNQBDUFTTPCSFPDBSCPOPSFUJEPT·PHFSBMNFOUFUSBUBEBT
OPTJOWFOU²SJPTOBDJPOBJT6/'$$$
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#ONTABILIZAROCARBONORETIDONOCONTEXTODO
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QSPWJEFODJBJOGPSNB¸ÆFTEPQSPDFEJ
NFOUPBUPNBS&NFTQFSBTFRVFP*1$$FNJUBP
'OOD0RACTICE'UIDANCEFOR,AND5SE,AND5SE#HANGE
AND&ORESTRYDPNJOGPSNB¸ÆFTTPCSFN¹UPEPTQBSBBRVBO
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PTN¹UPEPTVTBEPTQBSBQSFQBSBSPTJOWFOU²SJPTOBDJPOBJT
QBSBBRVFMFTQB½TFTPOEFQBSUFTTJHOJGJDBOUFTEBDBEFJBEF
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UJWPTFKBEJGFSFOUFEPSFHJTUPCBTFBEPOVNQSPKFDUPDPNP
EJTDVUJEPBCBJYP
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N¹UPEPTEFD²MDVMPFEFNPOJUPSJ[B¸·PEFSJWBEPTEB
DPOUBCJMJ[B¸·PBPO½WFMEPQSPKFDUPFNQSPKFDUPTEF
SFUFO¸·P
#/.4!"),):!2/3!5-%.4/3$%2%-/±°/
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MJ[BSSFNP¸ÆFTBOVBJTEFOUSPEPMJNJUFEPJOWFOU²SJP
DPSQPSBUJWP&NDPOUSBQBSUJEBB'('0ROTOCOL0ROJECT
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CJEPQBSBDBMDVMBSPTQSPKFDUPTEFSFEV¸·PRVFTFS·P
VTBEPTDPNPDPNQFOTB¸ÆFTSFMBUJWPTBPDFO²SJPEFMJOIB
EFCBTFIJQPU¹UJDBTPCSFPRVFQPEFSJBUFSBDPOUFDJEPTFNB
QSPKFD¸·P/PTFDUPSGMPSFTUBMPTQSPKFDUPTUPNBNBGPSNB
EFBVNFOUPTEFSFNP¸ÆFT
0DBQ½UVMPEFTUFEPDVNFOUPUSBUBEFBMHVOTBTTVOUPTRVF
EFWFNTFSBCPSEBEPTRVBOEPTFDPOUBCJMJ[BDPNQFOTB¸ÆFT
EFQSPKFDUPTEFSFEV¸·PEF(&&.VJUPEFTUBPSJFOUB¸·P
UBNC¹NQPEFTFSBQMJDBEBµSFNP¸·PEFQSPKFDUPTEF
BVNFOUP6NFYFNQMPEFTUFBTTVOUP¹BSFWFSTJCJMJEBEF
EBTSFNP¸ÆFToUBNC¹NEFTDSJUBCSFWFNFOUFOPDBQ½UVMP
#/-5.)#!2!32%-/±¿%3'%%
"U¹RVFPTN¹UPEPTDPOTFOTVBJTTFKBNEFTFOWPMWJEPTQBSB
BDBSBDUFSJ[B¸·PEPTJNQBDUFTTPCSFPDBSCPOPBUNPTG¹SJDP
SFUJEPBPMPOHPEBDBEFJBEFWBMPSFTFTUBJOGPSNB¸·PQPEF
TFSJODMV½EBOPTFDUPSEFiJOGPSNB¸·PPQDJPOBMwEPJOWFO
U²SJPWFSDBQ½UVMP
"JOGPSNB¸·PTPCSFDBSCPOPSFUJEP
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SBEBNFOUFEBTSFEV¸ÆFTCBTFBEBTFNQSPKFDUPTOBTGPOUFT
RVFO·PFTU·POPMJNJUFEPJOWFOU²SJP0OEFPTQSPKFDUPTEF
BVNFOUPEFSFNP¸·PTFQSPDFTTBNEFOUSPEPMJNJUFEP
JOWFOU²SJPEFVNBFNQSFTBOPSNBMNFOUFBQBSFDFSJBN
DPNPVNBVNFOUPEFSFNP¸ÆFTEFDBSCPOPBPMPOHPEP
UFNQPNBTQPEFNUBNC¹NTFSJEFOUJGJDBEPTTFQBSBEB
NFOUFQBSBBTTFHVSBSRVFO·PIBKBEVQMBDPOUBHFN*TUP¹
FTQFDJBMNFOUFJNQPSUBOUFRVBOEPT·PWFOEJEPTBUFSDFJSPT
DPNPDPNQFOTB¸ÆFTPVDS¹EJUPT
™NFEJEBRVFBTFNQSFTBTEFTFOWPMWFNBFYQFSJºODJB
VTBOEPW²SJPTN¹UPEPTQBSBBDBSBDUFSJ[B¸·PEFJNQBDUFT
TPCSFPDBSCPOPSFUJEPNBJTJOGPSNB¸·PTFS²EJTQPOJCJ
MJ[BEBTPCSFPO½WFMEFFYBDUJE·PBFTQFSBSEFTUFTN¹UPEPT
/BTQSJNFJSBTGBTFTEPEFTFOWPMWJNFOUPEFTUBTFYQFSJºO
DJBTQPS¹NBTFNQSFTBTQPEFNBDIBSEJG½DJMBWBMJBSB
JODFSUF[BBTTPDJBEBDPNBTFTUJNBUJWBTFBTTJNQPEFN
QSFDJTBSEFUFSVNDVJEBEPFTQFDJBMFNDPNPBTFTUJNB
UJWBTT·PBQSFTFOUBEBTµTQBSUFTJOUFSFTTBEBT
./4!3
.ESTEANEXOAhCADEIADEVALORESvSIGNIFICAUMASÏRIEDEOPERAÎÜESE
DEENTIDADESCOMEÎANDOCOMAFLORESTAATÏËGESTÍODEFINALDEVIDA
QUEAFORNECEOUADICIONAVALORAMATERIAISBRUTOSEPRODUTOSINTER
MEDIÈRIOSDEFORMAAGERARPRODUTOSFINAISPARAOMERCADOEBSÍO
ENVOLVIDASNOUSOEGERÐNCIADEFINALDEVIDADESTESPRODUTOS
.ESTEANEXOOTERMOhCARBONOATMOSFÏRICORETIDOvREFERESEEXCLUSIVA
MENTEËRETENÎÍOEMBACIASBIOLØGICAS
C
Visão Global dos Programas GEE
E
NOME DO PROGRAMA
TIPO DE PROGRAMA
FOCO
GASES ABRANGIDOS
Registo Voluntário
US EPA Climate Leaders
www.epa.gov/climateleaders
Programa voluntário de Organização
redução
Seis
A partilha de participação
ou controlo para as operações nos E.U.A num
mínimo
WWF Climate Savers
www.worldwildlife.org/climatesavers
Registo voluntário
Organização
CO2
A partilha de participação
ou controlo para as operações mundiais
World Economic Forum
Global GHG Register
www.weforum.org
Registo Voluntário
Organização
Seis
A partilha de participação
ou controlo para as operações mundiais
EU GHG Emissions Allowance
Trading Scheme
www.europa.eu.int/comm/environment
Esquema de comércio
de permissões obrigatórias
Instalação
Seis
Instalações em sectores
seleccionados
European Pollutant
Emission Registry
www.europa.eu.int/comm/environment/ippc/eper/index.htm
Registo obrigatório para Instalação
grandes instalações
industriais
Seis gases Quioto
bem como outros
poluentes
Instalações que caem
sobre a directrizes do EU
IPPC
Chicago Climate Exchange
www.chicagoclimateexchange.com/
Esquema de comércio
voluntário de permissões
Organização e
projecto
Seis
Partilha de participação
Respect Europe BLICC
www.respecteurope.com/rt2/blicc/
Programa de redução
voluntária
Organização
Seis
A partilha de participação
ou controlo para as operações mundiais
A partilha de participação
ou controlo para as operações da Califórnia ou dos
E.U.A
A
P
Ê
N
C
As empresas comunicam
Organização
o CO2 nos primeiros três
(Possíveis
Projectos em 2004) anos de participação e
nos anos seguintes
todos os seis GEEs
LIMITES DOS PROJECTOS
ORGANIZACIONAIS
California Climate Action Registry
www.climateregisty.org
I
C
(Organização,
projecto, instalação)
90
91
APÊNCICE C
L I M I T E S O P E R A - N AT U R E Z A / P R O P O S I
TIONAIS
TO DO PROGRAMA
ANO BASE
OBJECTIVO
VERIFICAÇÃO
Âmbito 1 e 2
Protecção da linha de
requeridos, âmbito base, comunicação
3 a ser decidido
pública, possíveis
objectivos futuros
Especifico para cada
empresa, o recalculo
consistente com o GHG Protocol
Corporate Standard requerido
Encorajada mas opcional
Requerida através de
um verificador terceiro
certificado
Âmbito 1 e 2
Reconhecimento
requeridos, âmbito público , assistência na
3 opcionais
fixação de objectivos e
na obtenção de
reduções
Ano em que a organização adere
ao programa e recálculo consistente com o GHG Protocol
Corporate Standard requerido
Requerida, específico a
cada organização
Opcional, providencia a
orientação e a lista de
verificação de componentes que devem ser
incluídos se empreendidos
Requerida, específico a
cada organização
Terceiro verificador
Encorajada mas opcional
Verificador externo ou
verificações locais
feitas pelo WEF
Âmbito 1 e 2
Obter objectivos, reconrequeridos, âmbito
hecimento público,
3 opcional
assistência especializada
Âmbito 1 e 2
Protecção de linha de
requeridos, âmbito
base, comunicação
3 opcional
pública, objectivos
encorajados mas
opcionais
Âmbito 1
Cumprir limites máximos
anuais através do
Mercado de permissões
comercializável, período
inicial de 2005 a 2007
Âmbito 1 requerido Permitir instalações
industriais individuais
Ano escolhido desde1990, específico para cada organização,
recálculo consistente com o GHG
Protocol Corporate Standard
requerido
Ano escolhido desde1990, específico Para cada organização,
recalculo consistente com o GHG
Protocol Corporate Standard
requerido
Determinado por um país
membro para a distribuição de
pemissões
Não aplicável
Combustão directa e
o processamento de
fontes de emissão e
Emissões indirectas
opcional.
Obter objectivos anuais Média de 1998 até 2001
através do mercado de
permissões comercializáveis
Âmbito 1 e
2 requeridos,
âmbito 3 fortemente encorajado
Obter objectivos, reconhecimento público,
experiência especializado
Específico a cada organização,
recalculo consistente com o GHG
Protocol Corporate Standard
requerido
Condescendência anual com Verificador externo
permissões distribuídas e
negociadas, a UE comprometeu-se a 8% de redução
abaixo de 1990
Não aplicável
Autoridade local de
permissão
1% abaixo da sua linha de base
em 2003, 2% abaixo da linha de
base em 2004, 3% abaixo da
linha de base em 2005 e 4%
abaixo da linha de base em 2006
Verificador externo
Obrigatório, específico a
cada organização
Verificador externo
D
Sectores e âmbitos Industriais
E
SECTOR
ÃMBITO 1 FONTES DE EMISSÃO
ÃMBITO 2 FONTES
DE EMISSÃO
AMBITO 3
FONTES DE EMISSÃO 1
Geração de
energia
• Combustão estacionária (caldeiras e turbinas usadas, • Combustão esta• Combustão estacionária (extracção mineira e de combustíveis,
produção de electricidade, calor ou vapor, bombas de
cionária (consumo de
energia para refinação ou processamento de combustíveis)
combustível, células de combustível, chama)
electricidade adquirida,
• Processamento de emissões (produção de combustíveis,
calor ou vapor)
• Combustão móvel (carrinhas, barcos e comboios para
emissões SF6 2)
o transporte de combustíveis)
• Combustão móvel (transporte de combustíveis/ desperdício,
• Fuga de emissões (Fuga de CH4 das instalações de
deslocações de colaboradores, comutação de colaboradores)
transmissão e armazenamento, emissões HFC de
• Fuga de emissões (CH4 e CO2 de aterros, oleodutos,
instalações de armazenamento de LPG, emissões SF6
emissões SF6)
do equipamento de transmissão e distribuição)
Óleo e Gás3
• Combustão estacionária (processamento de aquece- • Combustão estadores, motores, turbinas, chamas, incineradoras,
cionária (consumo de
oxidantes, produção de electricidade, calor e vapor)
electricidade adquirida,
• Processamento de emissões (processamento de respicalor ou vapor)
radouros, equipamentos de ventilação, actividades de
manutenção/rotativas ,actividades não rotineiras)
• Combustão móvel (transporte de matéria prima
/produtos/desperdícios em bruto; veículos possuídos
pela empresa)
• Fuga de emissões (fugas de equipamento sob pressão,
tratamento de águas residuais, captação à superfície)
Extracção
mineira de
carvão
• Combustão estacionária (a chama e uso de metano,
uso de explosivos, fogos das minas)
A
P
Ê
N
D
I
C
ENERGIA
• Combustão móvel (equipamento para extracção
mineira, transporte de carvão)
• Fuga de emissões (emissões de CH4 de minas de
carvão locais e depósitos de carvão)
• Combustão estacionária (uso do produto como
combustível ou combustão para a produção de materiais adquiridos)
• Combustão móvel (transporte de
combustíveis/desperdício, viagem de negócio de um
colaborador e deslocações, produto usado como
combustível.
• Processamento de emissões (uso do produto como alimento
ou emissões da produção de materiais adquiridos)
• Fuga de emissões (CH4 e CO2 de aterros de desperdício
ou da produção de materiais adquiridos)
• Combustão esta• Combustão estacionária (uso do produto como
cionária (consumo de
combustível)
electricidade adquirida,
• Combustão móvel (transporte de carvão/desperdício,
calor ou vapor)
viagens de negócios e deslocações de colaboradores)
• Processamento de emissões (gasificação)
METAIS
Alumínio4
Ferro e Aço5
• Combustão estacionária ( processamento de bauxite a • Combustão esta• Combustão estacionária (processamento de materiais
cionária(consumo de
alumínio, cozedura de coque, cal, precipitado de sódio
em bruto produção de coque por fornecedores segundos,
electricidade
e uso de combustível, no local CHP)
fabricar maquinaria de produção em linha)
adquirida, calor ou
• Processamentos de emissões (oxidação do ânodo de
• Combustão móvel (transporte de serviços, viagem de
vapor)
carbono, electrólise, PFC)
negócios, comutação de empregados)
• Combustão móvel (transporte de pre- e pos-fundição de
minério, mineiro encarregado do transporte de minério)
• Processamento de emissões (durante a produção de
materiais adquiridos)
• Fuga de emissões (linha de combustível CH4, HFC e
PFC, SF6 de estufa)
• Fuga de emissões (extracção mineira e aterros CH4 e
CO2,processamento de emissões de outsource)
• Combustão estacionária (coque, carvão e fluxos de
carbonato, caldeiras , chama)
• Processamento de emissões (oxidação do ferro bruto,
consumo do agente redutor, conteúdo do carbono de
ferro/ligas de ferro em bruto)
• Combustão móvel (transporte local)
• Fuga de emissões (CH4, N2O)
QUÌMICOS
• Combustão estacionária (equipamento mineiro,
• Combustão estacionária (consumo de produção de materiais adquiridos)
electricidade
• Processamento de emissões (produção de ligas de ferro)
adquirida, calor ou
• Combustão móvel (transporte de
vapor)
materiais/produtos/desperdício e produtos intermediários)
• Fuga de emissões (CH4 e CO2 do desperdício de aterros)
0
Ácido nítrico,
• Combustão esta• Combustão estacionária (produção de materiais
• Combustão estacionária (caldeiras, chama , fornos de funAmonia, Ácido
cionária (consumo de adquiridos, combustão de desperdícios)
dição redutivos, reactores de chamas, reformadores de vapor)
Adipico, Ureia, e
electricidade
• Processamento de emissões (produção de materiais adquiridos
Petroquímicos • Processamento de emissões (oxidação/redução de
adquirida, calor ou
substractos, remoção de impurezas, productos
vapor)
• Combustão móvel (transporte de combustíveis/
derivados de N2O, desintegração catalítica, miríade de
desperdício, viagem de negócio de um empregado,
outras emissões individuais a cada processo)
comutação de um empregado)
• Combustão móvel (transporte de materiais/produtos/ desperdício)
• Fuga de emissões (uso HFC, fuga do tanque de armazenamento)
92
• Fuga de emissões (CH4 e CO2 de aterros de desperdícios e de oleodutos)
93
APENDICE D
SECTOR
ÃMBITO 1
FONTES DE EMISSÃO
ÃMBITO 2 FONTES DE
EMISSÃO
ÃMBITO 3 FONTES DE EMISSÃO
MINERAIS
Cimento e
Cal6
• Processamento de emissões (calcinação da pedra
calcária)
• Combustão esta• Combustão estacionária(produção de materiais
cionária (consumo de desperdiçados)
electricidade
• Combustão estacionária (forno de tijolo holandês,
• Processamento de emissões (produção de tijolo
adquirida, calor ou
secagem de materiais em bruto, produção de electri- vapor)
holandês e cal adquirida)
cidade)
• Combustão móvel (transporte de matérias
• Combustão móvel ( operações de pedreiras, transprimas/produtos/desperdícios, viagem de negócio de
porte local)
um empregado, comutação de um empregado)
• Fuga de emissões (extracção mineira e aterros CH4 e CO2,
DESPERDÍCIO
7
emissões processadas em regime de outsourcing).
Aterros,
• Combustão estacionária (incineradoras, caldeiras, chama) • Combustão esta• Combustão estacionária (desperdício reciclado usado
Combustão de
como um combustível)
cionária(consumo de
• Processamento de emissões ( tratamento de esgotos,
desperdício,
electricidade
• Processamento de emissões (reutilização de desperdíServiços de água carregamento de nitrogénio)
adquirida, calor ou
cios reciclados)
vapor)
• Fuga de emissões (emissões de CH4 e CO2 de
desperdício e da decomposição do produto animal)
• Combustão móvel (transporte de desperdício/produtos)
• Combustão móvel (transporte de combustíveis/desperdício,
deslocações e viagens de negócios de um colaborador)
PASTA & PAPEL
Pasta e Papel8
• Combustão estacionária (produção de vapor e electrici- • Combustão esta• Combustão estacionária (produção de materiais
dade, emissões derivadas do combustível fóssil da
desperdiçadas, combustão de desperdício)
cionária(consumo de
calcinação de carbonato de cálcio em fornos de cal, da electricidade
• Processamento de emissões (produção de materiais
secagem de produtos com secadores de infravermelhos adquirida, calor ou
adquiridos)
cheios de combustíveis fósseis)
vapor)
• Combustão móvel (transporte de matérias primas/
• Combustão móvel (transporte de matérias primas, produtos,
desperdícios/produtos, viagem de negócio de um empree desperdícios, a operação de equipamento de colheita)
gado, comutação de um empregado)
• Fuga de emissões (CH4 e CO2 de desperdício)
• Fuga de emissões (emissões de aterros CH4 e CO2)
PRODUÇÃO DE HFC , PFC , SF6 & HCFC 22
Produção de
HCFC 22
9
• Combustão estacionária (produção de electricidade,
calor ou vapor)
• Processamento de emissões (respiradouro HFC)
• Combustível móvel (transporte de
matérias primas/produtos/desperdício)
• Combustão estacionária (produção de materiais adquiridos)
• Combustão estacionária (consumo de
• Processamento de emissões (produção de materiais adquiridos)
electricidade
adquirida, calor ou
• Combustão móvel (transporte de matérias
vapor)
primas/produtos/desperdícios, viagem de negócio e deslocações de um colaborador)
• Fuga de emissões (fugas no uso do produto, CH4
• Fuga de emissões (uso de HFC )
e CO2 de aterros)
PRODUÇÃO DE SEMICONDUCTOR
• Combustão estacionária (produção de materiais impor• Combustão estacionária (consumo de tados, combustão de desperdícios, perdas de T&D
descendentes de electricidade adquirida)
electricidade
adquirida, calor ou
• Processamento de emissões (produção de materiais
• Combustão estacionária (oxidação de desperdício
vapor)
adquiridos, o dispor de outsourcing de processos restiorgânico volátil, produção de electricidade, calor ou vapor)
tuídos de gases e contentores de resíduos)
• Fuga de emissões (processamento de fugas de gás
• Combustível móvel (transporte de matérias
armazenados, fuga a partir de contentores)
primas/produtos/ desperdícios, deslocações de colaboradores, comutação de um colaborador)
• Combustão móvel (transporte de matérias
primas/produtos/desperdício)
• Fuga de emissões (emissões de CH4 e CO2, processamento da fuga a partir de contentores)
O U T R O S S E C T O R E S 1 0 10
Produção de
• Processamento de emissões (C2F6, CH4, CHF3, SF6,
Semicondutores NF3, C3F8, C4F8, N2O usado no fabrico de wafer , CF4
criado do processamento de C2F6 e C3F8)
Sector de
• Combustão estacionária (produção de electricidade,
serviços/Empres calor ou vapor)
as baseadas em • Combustão móvel (transporte de matérias
escritório10
primas/desperdícios)
• Fuga de emissões (principalmente emissões HFC
durante o uso da refrigeração e equipamento de ar
condicionado)
• Combustão estacionária (consumo de
electricidade
adquirida, calor ou
vapor)
• Combustão estacionária (produção de materiais adquiridos)
• Processamento de emissões (produção de materiais adquiridos)
• Combustão móvel (transporte de matérias
primas/produtos/desperdícios, deslocações e viagens de
negócios de um colaborador)
!.%8/$
./4!3
!SACTIVIDADESDEÉMBITODEOUTSOURCINGAPRODUÎÍODECONTRATOSE
FRANCHISINGNÍOSÍOABORDADOSNESTATABELAPORQUEAINCLUSÍODE
FONTESESPECÓFICASDE'%%DEPENDERÍODANATUREZADOOUTSOURCING
/RIENTAÎÜESSOBREOPROCESSAMENTODEEMISSÜESDE3& NÍOINTEN
CIONAISVÍOSERAINDADESENVOLVIDOS
/!MERICAN0ETROLEUM)NSTITUTES#OMPENDIUMOF'REENHOUSE'AS
%MISSIONS-ETHODOLOGIESFORTHE/ILAND'AS)NDUSTRYPROVI
DENCIAORIENTAÎÜESEMETODOLOGIASPARAOCÈLCULODEEMISSÜESDO
SECTORDOØLEOEGÈS
/)NTERNATIONAL!LUMINUM)NSTITUTES!LUMINUM3ECTOR'REENHOUSE
'AS0ROTOCOLEMCOOPERAÎÍOCOMO72)E7"#3$PROVIDENCIA
ORIENTAÎÜESEFERRAMENTASPARAOCÈLCULODEEMISSÜES'%%DOSECTORDO
ALUMÓNIO
!SORIENTAÎÜESDOSECTORDEFERROEAÎODO)NTERNATIONAL)RONAND3TEEL
)NSTITUTEEMCOOPERAÎÍOCOMO72)E7"#3$ESTÍOAINDASOBDESEN
VOLVIMENTO
/7"#3$7ORKING'ROUP#EMENT4OWARDA3USTAINABLE#EMENT
)NDUSTRYDESENVOLVEUO#EMENT#/0ROTOCOL #/%MISSIONS-ONITORING
AND2EPORTING0ROTOCOLFORTHE#EMENT)NDUSTRYQUEINCLUIFERRA
MENTASEORIENTAÎÜESPARAOCÈLCULODASEMISSÜESDE'%%PARAOSECTOR
DOCIMENTO
/RIENTAÎÜESPARAOSECTORDEDESPERDÓCIOIRÍOAINDASERDESENVOLVIDAS
/#LIMATE#HANGE7ORKING'ROUPOFTHE)NTERNATIONAL#OUNCILOF
&ORESTAND0APER!SSOCIATIONSDESENVOLVEU&ERRAMENTASDE#ÈLCULO
PARA%STIMARAS%MISSÜESDE'ÈSDE%STUFADE&ÈBRICASDE0OLPAE
0APEL
/RIENTAÎÜESPARAAPRODUÎÍODE0&#E3& IRÍOAINDASERDESENVOLVIDOS
.EGØCIOShNOUTROSSECTORESvPODEMESTIMAREMISSÜES'%%USANDO
FERRAMENTASDEESTIMAÎÍOQUEFAÎAMOCRUZAMENTODEDADOSENTRE
VÈRIOSSECTORESnCOMBUSTÍOESTACIONÈRIACOMBUSTÍOTRANSPORTE
MØVELUSODE(#&MEDIÎÍODEESTIMATIVADEINCERTEZAEDESPERDÓCIO
72)DESENVOLVEU7ORKINGTOON#LIMATE#HANGE!N/FFICE'UIDE
EWWW3AFECLIMATENETQUEINCLUIORIENTAÎÜESEFERRAMENTAS
PARAOCÈLCULODEEMISSÜESDE'%%DEEMPRESASCOMBASENO
ESCRITØRIO
Acrónimos
CDM
Clean Development Mechanism
CEM
Continuous Emission Monitoring
CH4
Metano
CER
Certified Emission Reduction
CCAR
California Climate Action Registry
CCX
Chicago Climate Exchange
CO2
Dióxido de Carbono
C O 2- e
Dióxido de Carbono Equivalente
EPER
European Pollutant Emission Register
E U E T S European Union Emissions Allowance Trading Scheme
GHG
Greenhouse Gas
GAAP
Generally Accepted Accounting Principles
HFCs
Hydrofluorocarbons
IPCC
Intergovernmental Panel on Climate Change
I P I E C A International Petroleum Industry
Environmental Conservation Association
ISO
International Standards Organization
JI
Joint Implementation
N 4O
Óxido Nitroso
NGO
Organização Não Governamental
PFCs
Perfluorcarbonos
SF6
Hexafluoreto de Enxofre
T&D
Transmission and Distribution
U K E T S United Kingdom Emission Trading Scheme
W B C S D World Business Council
for Sustainable Development
WRI
World Resources Institute
95
Glossário
Objectivos Absolutos
Um objectivo definido pela redução em emissões absolutas ao longo do tempo, e.g. reduz emissões de
CO2 em 25% abaixo dos níveis de 1994 até 2010. (Capítulo 11)
Adicionalidade
Um critério para avaliar se um projecto resultou em reduções ou remoções nas emissões GEE para
além do que teria ocorrido na sua ausência. Este é um critério importante quando o objectivo do
projecto é compensar as emissões noutro lado. (Capítulo 8)
Permissão
Uma mais valia que dá ao seu possuidor o direito de emitir uma certa quantia de GEE. (Capítulo 11)
Países anexo 1
Definidos na International Climate Change Convention como aqueles países que aceitam obrigações
de redução das emissões: Austrália, Áustria, Bélgica, Bielorrússia, Bulgária, Canadá, Croácia,
República Checa, Dinamarca, Estónia, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Islândia,
Irlanda, Itália, Japão, Letónia, Liechtenstein, Lituânia, Luxemburgo, Mónaco, Holanda, Nova Zelândia,
Noruega, Polónia, Portugal, Roménia, Confederação Russa, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Suécia,
Suiça, Ucrânia, Reino Unido, EUA.
Empresa associada/filiada
A empresa mãe tem uma influência significativa sobre a operação e sobre as políticas financeiras da
empresa associada/filiada, mas não controlo financeiro. (Capítulo 3)
Auditorias
Relatórios históricos bem organizados e transparentes documentando como um inventário foi compilado.
Linha de Base
Um cenário hipotético de como as emissões GEE, remoções ou armazenamento teriam sido na
ausência de um projecto GEE ou da actividade de um projecto. (Capítulo 8)
Ano Base
Uma data (um ano específico ou uma média de múltiplos anos) a partir da qual se controlam as
emissões da empresa ao longo do tempo.(Capítulo 5)
Emissões de Ano Base
As emissões de GEE no ano base (Capítulo 5)
Recalculo das emissões de ano base voltar a calcular as emissões do ano base para reflectir uma mudança na estrutura da empresa, ou
para reflectir uma mudança na metodologia de registo usada. Isto assegura a consistência dos dados
ao longo do tempo, i.e. comparações de igual para igual ao longo do tempo. (Capítulos 5, 11)
96
Biocombustíveis
Combustível feito a partir de matéria derivada de plantas e.g. madeira, palha e etanol de matéria derivada
de plantas (Capítulos 4, 9 Anexo B)
Limites
O registo de GEE e a comunicação dos limites podem ter várias dimensões, i.e. organizacionais,
operacionais, geográficas, unidade de negócio, e limites do objectivo. O limite do inventário determina quais as emissões que são registadas e comunicadas pela empresa. (capítulos 3, 4, 11)
Sistema de limite máximo e
comercialização
Um sistema que fixa um limite total de emissões, atribui permissões de emissões aos participantes, e
permite-lhes comercializar permissões e créditos de emissão um com o outro (Capítulo 2, 8, 11)
Arrendamento de Capital
Um arrendamento que transfere substancialmente todos os riscos e recompensas de propriedade ao
arrendatário e é contabilizado como uma avaliação sobre a folha de balanço de arrendatário. Também
conhecido como o Arrendamento Financeiro ou de Finanças. Os arrendamentos sem ser os arrendamentos de Capital/Financeiros/de Finanças são arrendamentos Operacionais. Consulte um
contabilista sobre mais detalhes como definições de tipos de arrendamento diferem entre várias
normas financeiras aceites.(Capítulo 4)
Retenção do carbono
A captação de CO2 e o armazenamento de carbono em reservatórios biológicos.
Clean Development Mechanism
Um mecanismo estabelecido pelo Artigo 12 do Protocolo de Quioto para um projecto de redução de
emissões de actividades nos países em desenvolvimento. O CDM é concebido para atingir dois objec
tivos principais: para abordar das necessidades de sustentabilidade do país hospedeiro e para
aumentar as oportunidades disponíveis de maneira a que os envolvidos no Anexo 1 possam atingir os
seus compromissos de redução de GEE. O CDM permite a criação, aquisição e transferência de CERs
dos projectos de mitigação das mudanças de clima empreendidas por países não pertencentes ao
Anexo 1.
',/33±2)/
#ERTIFIED%MISSION2EDUCTIONS
#%2S
5MAUNIDADEDEREDUÎÍOGERADAPORUMPROJECTO#$-#%2SSÍOCOMODIDADESCOMERCIALIZÈVEISQUE
PODEMSERUSADOSPORPAÓSESPERTENCENTESAO!NEXOPARAALCANÎAROSSEUSCOMPROMISSOSSOBREO
0ROTOCOLODE1UIOTO
5NIDADEDECOGERAÎÍOCALOR
5MAINSTALAÎÍOQUEPRODUZELECTRICIDADEECALORVAPORUSANDOOMESMOFORNECIMENTODECOMBUSTÓVEL
EELECTRICIDADECOMBINADOS#(0 #APÓTULO
#ONSOLIDAÎÍO
!COMBINAÎÍODEDADOSDASEMISSÜESDE'%%DEOPERAÎÜESSEPARADASQUEFORMAMPARTEDEUMA
EMPRESAOUGRUPODEEMPRESAS#APÓTULOS
#ONTROLO
!HABILIDADEQUEUMAEMPRESATEMPARADIRIGIRASPOLÓTICASDEOUTRAOPERAÎÍO-AISESPECIFICAMENTE
ÏDEFINIDAOUCOMOCONTROLOOPERACIONALAEMPRESAOUUMDOSSEUSSUBSIDIÈRIOSTEMATOTALAUTORI
DADEPARAINTRODUZIREIMPLEMENTARASSUASPOLÓTICASDEOPERAÎÍOOUCONTROLOFINANCEIROAEMPRESA
TEMAHABILIDADEPARADIRIGIRASPOLÓTICASFINANCEIRASEDEOPERAÎÍOCOMVISTAAOGANHODEBENEFÓCIOS
ECONØMICOSDASSUASACTIVIDADES#APÓTULO
0ROGRAMADE)NVENTÈRIOCORPORATIVO 5MPROGRAMAPARAPRODUZIRINVENTÈRIOSCORPORATIVOANUAISQUEESTÍODEACORDOCOMOSPRINCÓPIOS
NORMASEORIENTAÎÜESDO'('0ROTOCOL#ORPORATE3TANDARD)STOINCLUITODOSOSARRANJOSINSTITUCIONAIS
DEGESTÍOETÏCNICASFEITASPARAARECOLHADEDADOSAPREPARAÎÍODEUMINVENTÈRIO'%%EAIMPLE
MENTAÎÍODOSPASSOSDADOSPARAGERIRAQUALIDADEDOINVENTÈRIODASEMISSÜES
#/ EQUIVALENTE#/E
!UNIDADEUNIVERSALDEMEDIÎÍOPARAINDICAROPOTENCIALAQUECIMENTOGLOBAL'70PARACADAUMDOS
GASESDEESTUFAEXPRESSASEMTERMOSDO'70DEUMAUNIDADEDEDIØXIDODECARBONO²USADOPARA
AVALIARNOVALIBERTAÎÍOOUEVITANDOALIBERTAÎÍODEGASESDEESTUFADIFERENTESDEBASECOMUM
&ERRAMENTADECÈLCULOCUJOS
5MAFERRAMENTADECÈLCULODO0ROTOCOLODE'%%QUETRATADASFONTES'%%COMUNSAVÈRIOSSECTORES
DADOSSÍOCRUZADOSENTRESECTORES EGEMISSÜESDECOMBUSTÍOESTACIONÈRIAOUMØVEL6ERTAMBÏMASFERRAMENTASDECÈLCULODO
0ROTOCOLODE'%%WWWGHGPROTOCOLORG
%MISSÜESDE'%%DIRECTAS
!SEMISSÜESDEFONTESQUESÍOPOSSUÓDASOUCONTROLADASPELAEMPRESAQUECOMUNICA#APÓTULO
6ERIFICAÎÍODIRECTA
!VERIFICAÎÍODIRECTADECONTEÞDOSDEFLUXOSDEESCAPEEXAUSTÍONAFORMADEVERIFICAÎÍOCONTÓNUADASEMISSÜES
#ONTABILIZAÎÍODUPLA
$UASOUMAISEMPRESAQUEPOSSUAMASMESMASEMISSÜESOUREDUÎÜES#APÓTULO
%MISSÜES
!LIBERTAÎÍODE'%%NAATMOSFERA
&ACTORDEEMISSÍO
5MFACTORQUEPERMITEQUEASEMISSÜESDE'%%SEJAMESTIMADASAPARTIRDEUMAUNIDADEDEDADOS
DEACTIVIDADEDISPONÓVEISEGTONELADASDECOMBUSTÓVELCONSUMIDOTONELADASDEPRODUTOPRODUZIDO
EEMISSÜESDE'%%ABSOLUTAS#APÓTULO
%MISSION2EDUCTION5NIT%25
5MAUNIDADEDEREDUÎÍODEEMISSÍOGERADAPELOPROJECTODE)MPLEMENTAÎÍO#ONJUNTA*)/S%25S
SÍOCOMODIDADESCOMERCIALIZÈVEISQUEPODEMSERUSADOSPORPAÓSESDOPERTENCENTESAO!NEXOPARA
AJUDÈLOSAATINGIROSSEUSCOMPROMISSOSSOBO0ROTOCOLODE1UIOTO
0ARTICIPAÎÍODECAPITAL
!PARTICIPAÎÍODECAPITALREFLECTEOINTERESSEECONØMICOQUEÏAEXTENSÍODOSDIREITOSQUEUMAEMPRESATEMEM
RELAÎÍOAOSRISCOSERECOMPENSASQUEFLÞEMDEUMAOPERAÎÍO4IPICAMENTEAPARTILHADERISCOSERECOMPENSAS
ECONØMICASNUMAOPERAÎÍOESTÈALINHADOCOMAPERCENTAGEMDAPROPRIEDADEDEEMPRESADAQUELAOPERAÎÍOE
APARTICIPAÎÍODECAPITALIRÈSERNORMALMENTEAMESMAQUEAPERCENTAGEMDAPROPRIEDADE#APÓTULO
%STIMARINCERTEZAS
²AINCERTEZAQUESURGEQUANDOASEMISSÜESSÍOQUANTIFICADASDEVIDOËINCERTEZASOBREINTRODUÎÜES
DEDADOSESOBREASMETODOLOGIASDECÈLCULOUSADOSPARAQUANTIFICARASEMISSÜESDE'%%#APÓTULO
!RRENDAMENTO&INANCEIRO
5MARRENDAMENTOQUETRANSFERESUBSTANCIALMENTETODOSOSRISCOSERECOMPENSASDEPROPRIEDADEAOARREN
DATÈRIOEÏCONTABILIZADOCOMOUMAAVALIAÎÍODAFOLHADEBALANÎODOARRENDATÈRIO4AMBÏMCONHECIDOCOMO
UM!RRENDAMENTODE#APITALOU&INANCEIRO/SARRENDAMENTOSPARAALÏMDE#APITAIS&INANCEIROSDE
&INANÎASÍOARRENDAMENTOSDE/PERAÎÍO#ONSULTEUMCONTABILISTAPARAOBTERMAISDETALHESSOBRECOMOAS
DEFINIÎÜESDETIPOSDEARRENDAMENTODIFEREMENTREVÈRIOSPRINCÓPIOSDEREGISTOACEITES
'LOSSÉRIO
)NVESTIMENTODEBENSFIXOS
/EQUIPAMENTOATERRAOSSTOCKSAPROPRIEDADEOSJOINTVENTURESCORPORATIVOSOUNÍOCORPORATIVOSEAS
SOCIEDADESSOBREOSQUAISAEMPRESAMÍENÍOTEMNEMINFLUÐNCIANEMCONTROLOSIGNIFICANTE#APÓTULO
&UGADEEMISSÜES
!SEMISSÜESQUENÍOSÍOCONTROLADASFISICAMENTEMASQUERESULTAMDALIBERTAÎÍOINTENCIONALENÍO
INTENCIONALDE'%%S3URGEMNORMALMENTEDAPRODUÎÍODOPROCESSAMENTODATRANSMISSÍODE
ARMAZENAMENTOEDOUSODECOMBUSTÓVEISEOUTROSPRODUTOSQUÓMICOSMUITASVEZESATRAVÏSDE
LIGAÎÜESSELAGEMEMBALAGEMVÈLVULASETCCAPÓTULOS
%NERGIA6ERDE
5MTERMOGENÏRICOPARAASFONTESDEENERGIARENOVÈVEISEPARAASTECNOLOGIASDEENERGIALIMPAQUE
EMITEMMENOSEMISSÜES'%%RELATIVAMENTEASOUTRASFONTESDEENERGIAQUEFORNECEMUMAGRELHA
ELÏCTRICA)NCLUIPAINÏISFOTOVOLTÈICOSENERGIASOLARTÏRMICAENERGIAGEOTÏRMICAGÈSDEATERROS
HIDROENERGIADEBAIXOIMPACTEETURBINASDEVENTO#APÓTULO
'ASESDEESTUFA'%%
0ARAOSPROPØSITOSDESTANORMAOS'%%SSÍOSEISGASESLISTADOSNO0ROTOCOLODE1UIOTODIØXIDODE
CARBONO#/METANO#(ØXIDONITROSO./HIDROFLUOCARBONETOS(&#SPERFLUORCARBONETOS
0&#SEHEXAFLUORETODE%NXOFRE3&
#APTURADE'%%
2ETENÎÍODEEMISSÜES'%%DEUMAFONTEDE'%%PARAOARMAZENAMENTONUMABACIA
#RÏDITO'%%
!SCOMPENSAÎÜES'%%PODEMSERCONVERTIDOSEMCRÏDITOSDE'%%QUANDOUSADOSPARAIRAOENCONTRO
DEUMOBJECTIVOIMPOSTOEXTERNAMENTE5MCRÏDITODE'%%ÏUMINSTRUMENTOCONVERTÓVELETRANSFERÓVEL
NORMALMENTECONCEDIDOPORUMPROGRAMADE'%%#APÓTULOS
#OMPENSAÎÍO'%%
!SCOMPENSAÎÜESSÍOREDUÎÜESDE'%%DISCRETASUSADASPARACOMPENSARASEMISSÜES'%%NOUTRO
LADOPOREXEMPLOPARAIRDEENCONTROAUMOBJECTIVOOULIMITEMÈXIMOVOLUNTÈRIOOUOBRIGATØRIO
!SCOMPENSAÎÜESSÍOCALCULADASRELATIVAMENTEËLINHADEBASEQUEREPRESENTAUMCENÈRIO
HIPOTÏTICOPARAOQUEASEMISSÜESTERIAMSIDONAAUSÐNCIADEUMPROJECTODEMITIGAÎÍOQUEGERA
ASCOMPENSAÎÜES0ARAEVITARADUPLACONTAGEMAREDUÎÍOQUEDÈORIGEMAOBALANÎODEVEOCORRER
NASFONTESOURESERVATØRIOSNÍOINCLUÓDOSNOOBJECTIVOOULIMITEMÈXIMOPARAOQUALÏUSADO
0ROGRAMADE'%%
5MTERMOGENÏRICOUSADOPARAREFERIRQUALQUERAUTORIDADEINTERNACIONALNACIONALSUBNACIONAL
GOVERNAMENTALOUNÍOGOVERNAMENTALVOLUNTÈRIOOUOBRIGATØRIOQUEREGISTACERTIFICAOUREGULAAS
EMISSÜESOUREMOÎÜESDE'%%FORADAEMPRESA%G#$-%5%43##8E##!2
0ROJECTODE'%%
5MPROJECTOESPECÓFICOOUACTIVIDADECONCEBIDAPARAATINGIRREDUÎÜESDASEMISSÜES'%%OARMAZENAMENTODE
CARBONOOUAUMENTODASREMOÎÜESDE'%%DAATMOSFERA/SPROJECTOS'%%PODEMSERPROJECTOSSINGULARESOU
ACTIVIDADESOUELEMENTOSESPECÓFICOSDENTRODEUMPROJECTOMAIORDE'%%NÍORELACIONADO#APÓTULO
&ERRAMENTASDECÈLCULODO
0ROTOCOLODE'%%
5MNÞMERODEFERRAMENTASDESECTORCRUZADOEDESECTORESPECÓFICOQUECALCULAMASEMISSÜESDE
'%%COMBASENOSDADOSDEACTIVIDADEEFACTORESDEEMISSÍODISPONÓVEISEMWWWGHGPROTOCOLORG
)NICIATIVADO0ROTOCOLODE'%%
5MACOLABORAÎÍODEVÈRIASPARTESINTERESSADASCONVOCADOSPELO7ORLD2ESOURCES)NSTITUTEEPELO7ORLD
"USINESS#OUNCILFOR3USTAINABLE$EVELOPMENT)NSTITUTO-UNDIALDE2ECURSOSEPELO#ONSELHO%MPRESARIAL
-UNDIALPARAO$ESENVOLVIMENTO3USTENTÈVELPARACONCEBERDESENVOLVEREPROMOVEROUSODOREGISTOE
COMUNICAÎÍODENORMASPARAONEGØCIO²CONSTITUÓDOPORDUASNORMASSEPARADASMASLIGADASENTRESInO
0ROTOCOL#ORPORATE!CCOUNTINGAND2EPORTING3TANDARD EO'('0ROTOCOL0ROJECT1UANTIFICATION3TANDARD
0ROJECTODO0ROTOCOLODE'%%
2EGRASDE1UANTIFICAÎÍO
5MMØDULOADICIONALDAINICIATIVADO0ROTOCOLODE'%%ABORDANDOAQUANTIFICAÎÍODOSPROJECTOS
DEREDUÎÍODE'%%)STOINCLUIPROJECTOSQUESERÍOUSADOSPARAASCOMPENSAÎÜESDEEMISSÜES
NOUTROLUGAREOUCRÏDITOSGERADOS-AISINFORMAÎÍODISPONÓVELEMWWWGHGPROTOCOLORG#APÓTULO
&ERRAMENTASDECÈLCULODO0ROTOCOLO 5MAFERRAMENTADECÈLCULODE'%%QUETRATADASFONTES'%%QUESÍOÞNICASEMCERTOSSECTORES
DE'%%PARASECTORESESPECÓFICOS EGPROCESSAMENTODEEMISSÜESAPARTIRDAPRODUÎÍODEALUMÓNIO6ERTAMBÏMASFERRAMENTASDE
CÈLCULODO0ROTOCOLODE'%%
2ELATØRIOPÞBLICODE'%%
0ROVIDENCIADEENTREOUTROSPORMENORESACOMUNICAÎÍODASEMISSÜESFÓSICASDAEMPRESAPARAOSEU
LIMITEDEINVENTÈRIOESCOLHIDO#APÓTULO
',/33£2)/
2EGISTODE'%%
5MABASEDEDADOSPÞBLICADASEMISSÜESORGANIZACIONAISDE'%%EOUDEPROJECTOSDEREDUÎÍO0OR
EXEMPLOO53$EPARTMENTOF%NERGYB6OLUNTARY'('2EPORTING0ROGRAMO##!2O7ORLD
%CONOMIC&ORUMS'LOBAL'('2EGISTRY#ADAREGISTOTEMASSUASPRØPRIASREGRASEMRELAÎÍOË
MANEIRACOMOAINFORMAÎÍOÏCOMUNICADA)NTRODUÎÍO#APÓTULOS
2EMOÎÍO'%%
!ABSORÎÍOOURETENÎÍODE'%%SDAATMOSFERA
2ESERVATØRIODE'%%
1UALQUERUNIDADEOUPROCESSOFÓSICOQUEARMAZENA'%%SNORMALMENTEREFERESEAFLORESTAEA
RESERVATØRIOSDE#/SUBTERRÉNEOSOUDOFUNDODOMAR
&ONTEDE'%%
1UALQUERUNIDADEOUPROCESSOFÓSICOQUELIBERTA'%%PARAAATMOSFERA
4ROCASDE'%%
4ODASASAQUISIÎÜESOUVENDASDEPERMISSÜESDEEMISSÜESBALANÎOSECRÏDITOS
'LOBAL7ARMING0OTENTIAL'70
5MFACTORQUEDESCREVEOIMPACTEDERADIOACTIVIDADEFORÎADAGRAUDEDANOPARAAATMOSFERADE
UMAUNIDADEDE'%%DADORELATIVOAUMAUNIDADEDE#/
'RUPOEMPRESARIALSUBSIDIÈRIO
!EMPRESAMÍETEMAHABILIDADEPARADIRIGIRASPOLÓTICASFINANCEIRASEOPERATIVASDEUM
GRUPOSUBSIDIÈRIOCORPORATIVOCOMVISTAAGANHARBENEFÓCIOSECONØMICOSDASSUASACTIVIDADES#APÓTULO
6ALORDEAQUECIMENTO
!QUANTIDADEDEENERGIALIBERTADAQUANDOOCOMBUSTÓVELÏCOMPLETAMENTEQUEIMADO$EVEMSER
TOMADASPRECAUÎÜESPARANÍOCONFUNDIROSALTOSVALORESDEAQUECIMENTO((6SUSADOSNOS%5!ENO
#ANADÈEOSBAIXOSVALORESDEAQUECIMENTOUSADOSEMTODOSOSOUTROSPAÓSESPARAMAISDETALHESCONSULTE
AFERRAMENTADECÈLCULOPARAACOMBUSTÍOESTACIONÈRIADISPONÓVELEMWWWGHGPROTOCOLORG
%MISSÜESINDIRECTASDE'%%
%MISSÜESQUESÍOACONSEQUÐNCIADASOPERAÎÜESDAEMPRESAQUECOMUNICAMASQUEOCORREMEM
FONTESPOSSUÓDASOUCONTROLADASPOROUTRAEMPRESA#APÓTULO
)NSOURCING
!ADMINISTRAÎÍODASACTIVIDADESDENEGØCIOAUXILIARESFORMALMENTEDESEMPENHADOSFORADA
EMPRESAUSANDORECURSOSDENTRODAEMPRESA#APÓTULOS
2ÈCIOSDE)NTENSIDADE
3ÍOOSRÈCIOSQUEEXPRESSAMOIMPACTEDE'%%PORUNIDADEDEACTIVIDADEFÓSICAOUUNIDADEDEVALOR
ECONØMICOEGTONELADASDEEMISSÜES#/PORUNIDADEDEELECTRICIDADEGERADA/SRÈCIOSDEINTEN
SIDADESÍOOINVERSODOSRÈCIOSDEPRODUTIVIDADEEFICIÐNCIA#APÓTULOS
/BJECTIVODE)NTENSIDADE
5MOBJECTIVODEFINIDOPELAREDUÎÍODORÈCIODEEMISSÜESEDEMÏTRICADENEGØCIOAOLONGODOTEMPO
EGREDUZIRO#/PORTONELADADECIMENTOEMENTREE#APÓTULO
)NTERGOVERNMENTAL0ANELON
#LIMATE#HANGE)0##
/RGANIZAÎÍOINTERNACIONALDECIENTISTASDEALTERAÎÜESCLIMÈTICAS/PAPELDO)0##ÏAVALIARA
INFORMAÎÍOCIENTÓFICATÏCNICAESØCIOECONØMICARELEVANTEDEFORMAAAVALIARORISCODASALTERAÎÜES
CLIMÈTICASINDUZIDASPELO(OMEMWWWIPCCCH
-UDANÎA#LIMÈTICA)0##
)NFORMAÎÍOTÏCNICAESOCIOECONØMICASRELEVANTESPARAACOMPREENSÍODORISCODEMUDANÎASDE
CLIMAINDUZIDASPELOSHUMANOSWWWIPCCCH
)NVENTÈRIO
5MALISTAQUANTIFICADADASEMISSÜESEFONTESDE'%%
,IMITEDE)NVENTÈRIO
5MALINHAIMAGINÈRIAQUEABRANGEASEMISSÜESDIRECTASEINDIRECTASQUESÍOINCLUÓDASNOINVENTÈRIO
2ESULTADOSLIMITESORGANIZACIONAISEOPERACIONAISESCOLHIDOS#APÓTULO
1UALIDADEDO)NVENTÈRIO
!TÏQUEPONTOOINVENTÈRIOOFERECEUMREGISTOFIELVERDADEIROEJUSTODASEMISSÜESDE'%%DAEMPRESA#APÓTULO
*OINT)MPLEMENTATION*)
/MECANISMODE*)FOIESTABELECIDANO!RTIGODO0ROTOCOLODE1UIOTOEREFERESEAPROJECTOSDEMITI
GAÎÍODEMUDANÎASCLIMÈTICASIMPLEMENTADASENTREDOISPAÓSESDE!NEXO/*)PERMITEACRIAÎÍO
AQUISIÎÍOETRANSFERÐNCIADEhUNIDADESDEREDUÎÍODEEMISSÜESv%25S
0ROTOCOLODE1UIOTO
5MPROTOCOLOPARAA#ONVENÎÍODO1UADRODE2EFERÐNCIASOBREAS!LTERAÎÜES#LIMÈTICASDAS.AÎÜES
5NIDAS5.&###5NITED.ATIONS&RAMEWORK#ONVENTIONON#LIMATE#HANGE5.&###5MAVEZQUE
TENHAENTRADOEMVIGORIRÈREQUERERPAÓSESLISTADOSNOSEU!NEXO"NAÎÜESDESENVOLVIDASPARAIRDE
ENCONTROAOSOBJECTIVOSDEREDUÎÍORELATIVASAOSSEUSNÓVEISDEDURANTEOPERÓODODE
'LOSSÉRIO
&UGA%FEITO3ECUNDÈRIO
!FUGAOCORREQUANDOUMPROJECTOMUDAADISPONIBILIDADEOUQUANTIDADEDEPRODUTOOUSERVIÎOQUE
RESULTAEMMUDANÎASNASEMISSÜESNOUTROLUGAR#APÓTULO
!NÈLISEDO#ICLODAVIDA
!AVALIAÎÍODASOMADOSEFEITOSDOSPRODUTOSEGEMISSÜES'%%EMCADAPASSONOSEUCICLODE
VIDAINCLUINDOAEXTRACÎÍODERECURSOSPRODUÎÍOUSOEDEPOSIÎÍODEDESPERDÓCIOS#APÓTULO
$ISCREPÉNCIA-ATERIAL
5MERROPOREXEMPLODEUMAFISCALIZAÎÍOOMISSÍOOUERRODECÈLCULOQUERESULTANAQUANTIDADE
COMUNICADASENDOSIGNIFICANTEMENTEDIFERENTEAOVERDADEIROVALORATALPONTOQUEIRÈINFLUENCIARO
DESEMPENHOOUDECISÜES4AMBÏMCONHECIDOCOMOEXPOSIÎÍONÍOEXACTAMATERIALCAPÓTULO
,IMITEDE-ATERIALIDADE
5MCONCEITOEMPREGUENOPROCESSODEVERIFICAÎÍO²MUITASVEZESUSADOPARADETERMINARSEUMERRO
OUOMISSÍOÏOUNÍOUMADISCREPÉNCIAMATERIAL.ÍODEVESERVISTOCOMOALGOPOUCOIMPORTANTEPARA
ADEFINIÎÍODEUMINVENTÈRIOCOMPLETO#APÓTULO
#OMBUSTÍOMØVEL
1UEIMADECOMBUSTÓVEISATRAVÏSDEINSTRUMENTOSDETRANSPORTETAISCOMOCARROSCARRINHAS
COMBOIOSAVIÜESNAVIOSETC#APÓTULO
-ODELODE)NCERTEZA
!QUANTIFICAÎÍODEINCERTEZAASSOCIADACOMEQUAÎÜESMATEMÈTICASUSADOPARACARACTERIZARARELAÎÍO
ENTREVÈRIOSPARÉMETROSEPROCESSOSDEEMISSÍO#APÓTULO
0AÓSESNÍOPERTENCENTESAO!NEXO /SPAÓSESQUERATIFICARAMOUQUEADERIRAMAO5.&##MASQUENÍOESTÍOLISTADASSOBO!NEXOENÍO
ESTÍOASSIMSOBQUALQUEROBRIGAÎÍODEREDUÎÍODEEMISSÍOVERTAMBÏMOSPAÓSESDE!NEXO
/PERAÎÍO
5MTERMOGENÏRICOUSADOPARADENOTARQUALQUERTIPODENEGØCIOINDEPENDENTEMENTEDASSUASESTRU
TURASORGANIZACIONAISGOVERNAMENTAISOULEGAIS5MAOPERAÎÍOPODESERUMAINSTALAÎÍO
SUBSIDIÈRIAEMPRESAFILIADAOUOUTRAFORMADEJOINTVENTURE#APÓTULO
!RRENDAMENTO/PERATIVO
5MARRENDAMENTOQUENÍOTRANSFEREOSRISCOSERECOMPENSASDEPROPRIEDADEAOARREN
DATÈRIOEQUENÍOÏREGISTADOCOMOUMAAVALIAÎÍONAFOLHADEBALANÎODOARRENDATÈRIO/SARRENDA
MENTOSPARAALÏMDOSARRENDAMENTOSOPERACIONAISPODEMSERTAMBÏMDE#APITAL&INANCEIROSOUDE
&INANÎAS#ONSULTEUMCONTABILISTAPARAMAISDETALHESSOBREASDEFINIÎÜESDETIPOSDEARRENDA
MENTOSDIFEREMENTREVÈRIASNORMASFINANCEIRASACEITES#APÓTULO
,IMITES/PERACIONAIS
/SLIMITESQUEDETERMINAMASEMISSÜESDIRECTASEINDIRECTASASSOCIADASCOMOPERAÎÜESPOSSUÓDASOU
CONTROLADASPELAEMPRESAQUEFAZASCOMUNICAÎÜES!AVALIAÎÍOPERMITEAUMAEMPRESAESTABELECER
QUEOPERAÎÜESEFONTESCAUSAMEMISSÜESDIRECTASEINDIRECTASEPARADECIDIRQUEEMISSÜESINDI
RECTASINCLUIREQUESÍOCONSEQUÐNCIADASSUASOPERAÎÜES#APÓTULO
#RESCIMENTODECLÓNIOORGÉNICO
!UMENTOSOUDIMINUIÎÜESNASEMISSÜES'%%COMORESULTADODEMUDANÎASNOSOUTPUTSDEPRODUÎÍO
MISTURADEPRODUTOSFECHODEFÈBRICASEABERTURADENOVASFÈBRICAS#APÓTULO
,IMITES/RGANIZACIONAIS
/S LIMITESQUEDETERMINAMASOPERAÎÜESPOSSUÓDOSOUCONTROLADOSPELAEMPRESADECOMUNICAÎÍO
DEPENDENDODAABORDAGEMDECONSOLIDAÎÍOTOMADAABORDAGEMDEPARTICIPAÎÍOOUCONTROLO#APÓTULO
/UTSOURCING
!LIBERTAÎÍODASOBRIGAÎÜESDEACTIVIDADESPARAOUTROSNEGØCIOS#APÓTULOS
)NCERTEZADOSPARÉMETROS
!QUANTIFICAÎÍODEINCERTEZADE'%%ASSOCIADACOMAQUANTIFICAÎÍODOSPARÉMETROSUSADOSCOMO
INPUTSAMODELOSDEESTIMATIVAS#APÓTULO
%FEITOSPRIMÈRIOS
/SELEMENTOSOUACTIVIDADESESPECÓFICOSDEREDUÎÍODE'%%REDUÎÍODEEMISSÜESDE'%%
ARMAZENAMENTODECARBONOAUMENTODASREMOÎÜES'%%QUESEPRETENDEQUEOPROJECTOATINJA#APÓTULO
%MISSÜESDEPROCESSO
3ÍOEMISSÜESGERADASDAPRODUÎÍODEPROCESSOSTAISCOMOO#/QUEFAZSURGEDADISSOCIAÎÍODE
CARBONATODECÈLCIO#A#/DURANTEAPRODUÎÍODECIMENTO#APÓTULO!NEXO$
2ÈCIOSDEPRODUTIVIDADEEFICIÐNCIA 2ÈCIOSQUEEXPRESSAMOVALORDEREALIZAÎÍODEUMNEGØCIODIVIDIDOPELOSSEUSIMPACTESDE'%%/
AUMENTODORÈCIODEEFICIÐNCIAREFLECTEUMMELHORAMENTOPOSITIVODEDESEMPENHOEGAPRODUTIVI
DADEDERECURSOVENDASPORTONELADADE'%%2ÈCIOSDEPRODUTIVIDADEEFICIÐNCIASÍOOINVERSODE
RÈCIOSDEINTENSIDADES#APÓTULO
)NDICADORESDE2ÈCIOS
/SINDICADORESQUEFORNECEMINFORMAÎÍOSOBREODESEMPENHORELATIVOTALCOMOOSRÈCIOSDEINTEN
SIDADEOURÈCIOSDEPRODUTIVIDADEEFICIÐNCIA#APÓTULO
GLOSSÁRIO
Energia Renovável
A energia tirada de recursos que são inesgotáveis, e.g. vento, água, solar, energia geotérmica, e bio combustíveis.
Comunicação
Apresentação de dados à gestão interna e aos utilizadores externos tais como, auditores,
accionistas, público geral ou partes interessadas específicas (Capítulo 9)
Reversibilidade das reduções
Isto ocorre quando as reduções são temporárias, ou onde o carbono removido ou armazenado pode
ser restituído à atmosfera no futuro. (Capítulo 8)
Deslocação do ano base
O processo de deslocação do ano base por um certo número de anos em intervalos regulares de
tempo. (Capítulos 5, 11)
Incerteza Científica
A incerteza que surge quando a ciência da emissão real e / ou o processo de remoção não foi completamente compreendido. (Capítulo 7)
Âmbito
Define os limites operacionais em relação às emissões directas e indirectas. (Capítulo 4)
Inventário de Âmbito 1
A comunicação das emissões directas de GEE da organização. (Capítulo 4)
Inventário de Âmbito 2
A comunicação das emissões de uma organização associadas com a geração de electricidade,
aquecimento/arrefecimento, ou vapor adquirido para o próprio consumo. (Capítulo 4)
Inventário de Âmbito 3
A comunicação das emissões indirectas de uma organização diferentes das abrangidas no âmbito 2. (Capítulo 4)
Âmbito de trabalhos
Uma especificação frontal que indica o tipo de verificação a ser empreendida e o nível de exactidão a ser
providenciado entre a empresa de comunicação e o verificador durante o processo de verificação. (Capítulo 10)
Efeitos Secundários (Fuga)
As mudanças de emissões de GEE resultantes do projecto não capturado pelo(s) efeito(s) primário(s). Estas
são tipicamente as pequenas, não intencionais consequências de um projecto. (Capítulo 8)
Carbono atmosférico retido
O carbono removido da atmosfera em reservatórios biológicos e armazenado no tecido da planta. O
carbono atmosférico retido não inclui os GEEs capturados através do armazenamento de carbono.
Limite significante
Um critério qualitativo e quantitativo usado para definir uma mudança de estrutura significativa. É a responsabilidade da empresa/do verificador determinar o “limite significante” para a consideração do recalculo das
emissões de ano base. Na maioria dos casos, o “limite significante” depende do uso da informação, das
características da empresa, e das características das mudanças estruturais. (Capítulo 5).
Combustão estacionária
A combustão para gerar electricidade, vapor, calor, ou electricidade no equipamento estacionário
tais como caldeiras, fornos, etc.
Mudança estrutural
Uma mudança nos limites organizacionais ou operacionais de uma empresa que resultam na
transferência de propriedade ou controlo de emissões de uma empresa para outra. As mudanças
estruturais resultam normalmente de uma transferência da propriedade das emissões, tais como
fusões, aquisições, desapropriações, mas podem incluir também outsourcing / insourcing (Capítulo 5)
Ano base de objectivo
O ano base usado para a definição de um objectivo de GEE, e.g. redução das emissões de CO2 em
25% abaixo dos níveis de ano base até ao ano base de objectivo – 2000 até ao ano 2010. (Capítulo11)
Limite do objectivo
O limite que define que GEEs, operações geográficas, fontes e actividades que são abrangidas pelo
objectivo (Capítulo 11)
Período de Obrigação do objectivo O período de tempo durante a qual o desempenho de emissões é realmente medido em relação ao
objectivo. Acaba com a data definida para se atingir o objectivo. (Capítulo 11)
Data definida para atingir o objectivo A data que defina o fim do período de compromisso do objectivo e que determina se um objectivo é
relativamente de curto ou longo prazo. (Capítulo 11)
101
(MPTT²SJP
0OLÓTICADEDUPLACONTAGEM
DOOBJECTIVO
5MAPOLÓTICAQUEDETERMINACOMOADUPLACONTAGEMDEREDUÎÜESDE'%%OUOUTROSINSTRUMENTOS
TAISCOMOPERMISSÜESEMITIDASPORPROGRAMASDENEGØCIOSEXTERNOSÏABORDADASOBUM
OBJECTIVODE'%%!PLICASEAPENASAEMPRESASQUESEENCARREGAMDENEGØCIOSVENDAE
AQUISIÎÜESDEBALANÎOSCUJOSLIMITESDEOBJECTIVOCORPORATIVOINTERRELACIONAMSECOMOS
PROGRAMASOUOBJECTIVOSEXTERNOS#APÓTULO
)NCERTEZA
$EFINIÎÍOESTATÓSTICA5MPARÉMETROASSOCIADOCOMORESULTADODEUMAMEDIÎÍOQUECARACTERIZAA
DISPERSÍODOSVALORESQUEPODIAMSERRAZOAVELMENTEATRIBUÓDOSËQUANTIDADEMEDIDAEGAVARI
AÎÍODAAMOSTRAOUCOEFICIENTEDEVARIAÎÍO#APÓTULO
$EFINIÎÍODE)NVENTÈRIO5MTERMOGERALEIMPRECISOQUESEREFEREËFALTADECERTEZANOSDADOSDASEMIS
SÜESRELACIONADASRESULTANTESDEQUALQUERFACTORCASUALTALCOMOAAPLICAÎÍODEFACTORESOUMÏTODOSNÍO
REPRESENTATIVOSDADOSINCOMPLETOSSOBREFONTESERESERVATØRIOSFALTADETRANSPARÐNCIAETC!COMUNICAÎÍO
DEINFORMAÎÍOINCERTAESPECIFICAESTIMATIVASQUANTIFICADASDADIFERENÎAPROVÈVELOUCOMPREENDIDAENTRE
UMVALORCOMUNICADOEUMADESCRIÎÍOQUALITATIVADASCAUSASPROVÈVEISPARAADIFERENÎA#APÓTULO
5NITED.ATIONS&RAMEWORK
#ONVENTIONON#LIMATE#HANGE
5.&###
!SSINADOEMNA#IMEIRADA4ERRANO2IODE*ANEIROO5.&###ÏUMMARCOSOBRETRATADOSDAS
#ONFERÐNCIASSOBRE!LTERAÎÜES#LIMÈTICASQUEABORDAMUMQUADRODEREFERÐNCIAPARAESFORÎOS
INTERNACIONAISPARA5.&###MITIGARASALTERAÎÜESCLIMÈTICAS/0ROTOCOLODE1UIOTOÏUMPROTOCOLOPARAO5.&###
%MISSÜESDACADEIADEVALOR
%MISSÜESDASACTIVIDADESASCENDENTESEDESCENDENTESNACADEIADEVALORASSOCIADAËSOPERAÎÜES
DAEMPRESAQUECOMUNICA#APÓTULO
6ERIFICAÎÍO
5MAAVALIAÎÍOINDEPENDENTEDASEGURANÎACONSIDERANDOAPLENITUDEEEXACTIDÍODEUMINVEN
TÈRIODE'%%#APÓTULO
103
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for Corporate Customers to Purchase Renewable Energy, World
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Contribuições
Empresas Estruturadas de Feedback
(EDIÇÃO REVISTA)
AstraZeneca
Philips & Yaming Co., Ltd.
Birka Energi
Seattle City Light
Eastman Kodak Co.
Simplex Mills Co. Ltd.
ENDESA
Sony Corporation
IKEA International A / S
STMicroelectronics
Interface, Inc.
Tata Iron & Steel Company Ltd.
Kansai Electric Power Company
Tokyo Electric Power Company
Nike, Inc.
Tokyo Gas Co. Ltd.
Norsk Hydro
We Energies
N.V. Nuon Renewable Energy
Road Testers
(PRIMEIRA EDIÇÃO)
Baxter International
Ontario Power Generation
BP
Petro-Canada
CODELCO
PricewaterhouseCoopers road tested with European companies in
the non-ferrous metal sector
Duncans Industries
Public Service Electric and Gas
Dupont Company
Shree Cement
Ford Motor Company
Shell Canada
Fortum Power and Heat
Suncor Energy
General Motors Corporation
Tokyo Electric Power Company
Hindalco Industries
Volkswagen
IBM Corporation
World Business Council for Sustainable Development
Maihar Cement
World Resources Institute
Nike, Inc.
500 PPM road tested with several small and medium companies in
Germany
Norsk Hydro
Equipa da Iniciativa do Protocolo de GEE de WRI & WBCSD
Janet Ranganathan
World Resources Institute
Pankaj Bhatia
World Resources Institute
Equipa de Gestão de Projecto ( P R I M E I R A
104
(PRIMEIRA EDIÇÃO)
David Moorcroft
World Business Council for
Sustainable Development
Jasper Koch
World Business Council for
Sustainable Development
EDIÇÂO)
Brian Smith
Innovation Associates
Sujata Gupta
The Energy Research Institute
Hans Aksel Haugen
Norsk Hydro
Yasuo Hosoya
Tokyo Electric Power Company
Vicki Arroyo
Pew Center on Climate Change
Rebecca Eaton
World Wildlife Fund
Aidan J. Murphy
Royal Dutch/ Shell
105
COLABORADORES
Colaboradores
Heather Tansey
3M Corporation
Britt Sahlestrom
Birka Energi
Ingo Puhl
500 PPM
David Evans
BP
Dawn Fenton
ABB
Nick Hughes
BP
Christian Kornevall
ABB
Tasmin Lishman
BP
Paul-Antoine Lacour
AFOCEL
Mark Barthel
British Standards Institution
Kenneth Martchek
Alcoa
JoAnna Bullock
Business for Social Responsibility
Vince Van Son
Alcoa
Robyn Camp
California Climate Action Registry
Ron Nielsen
Alcan
Jill Gravender
California Climate Action Registry
Steve Pomper
Alcan
Dianne Wittenberg
California Climate Action Registry
Pat Quinn
Allegheny Energy
David Cahn
California Portland Cement
Joe Cascio Booz
Allen & Hamilton Inc.
Paul Blacklock
Calor Gas Limited
David Jaber
Alliance to Save Energy
Julie Chiaravalli
Cameron-Cole
Alain Bill
Alstom Power Environment
Connie Sasala
Cameron-Cole
Robert Greco
American Petroleum Institute
Evan Jones
Walter C. Retzsch
American Petroleum Institute
Canada’s Climate Change Voluntary
Challenge and Registry Inc.
Karen Ritter
American Petroleum Institute
Alan D. Willis
Canadian Institute of
Chartered Accountants
Tom Carter
American Portland Cement Alliance
Miguel A Gonzalez
CEMEX
Dale Louda
American Portland Cement Alliance
Anova
Carlos Manuel
Duarte Oliveira
CEMEX
Ted Gullison
J Douglas Akerson
Aon Risk Services of Texas Inc
Inna Gritsevich
CENEf
(Center for Energy Efficiency)
John Molburg
Argonne National Laboratory
Ellina Levina
Center for Clean Air Policy
Sophie Jabonski
Arthur Anderson
Steve Winkelman
Center for Clean Air Policy
Fiona Gadd
Arthur Andersen
Aleg Cherp
Christophe Scheitzky
Arthur Andersen
Central European University (Hungary)
and ECOLOGIA
Scot Foster
Arthur D. Little
Mark Fallon
CH2M Hill
Mike Isenberg
Arthur D. Little
Lisa Nelowet Grice
CH2M Hill
Bill Wescott
Arthur D. Little
Arthur Lee
ChevronTexaco
Keith Moore
AstraZeneca
William C. McLeod
ChevronTexaco
Birgita Thorsin
AstraZeneca
Susann Nordrum
ChevronTexaco
Thomas E. Werkem
Atofina Chemicals
Alice LeBlanc
Chicago Climate Exchange
Jean-Bernard Carrasco
Australian Greenhouse Office
Charlene R. Garland
Clean Air-Cool Planet
David Harrison
Australian Greenhouse Office
Donna Boysen
Clean Energy Group
Bronwyn Pollock
Australian Greenhouse Office
Jennifer DuBose
Climate Neutral Network
Linda Powell
Australian Greenhouse Office
Sue Hall
Climate Neutral Network
James Shevlin
Australian Greenhouse Office
Karen Meadows
Climate Neutral Network
Chris Loreti
Battelle Memorial Institute
Michael Burnett
Climate Trust
Ronald E. Meissen
Baxter International
David Olsen
Clipper Windpower
Göran Andersson
Birka Energi
Marco Bedoya
Cimpor
Sofi Harms-Ringdahl
Birka Energi
Jose Guimaraes
Cimpor
Colaboradores
106
Elizabeth Arner
CO2e.com/Cantor Fitzgerald
Paul Tebo
DuPont Company
Fernando E. Toledo
CODELCO
Fred Whiting
DuPont Company
Bruce Steiner
Collier Shannon Scott
Roy Wood
Eastman Kodak Co.
Lynn Preston
Collins & Aikman
Jochen Harnisch
ECOFYS
Annick Carpentier
Confederation of
European Paper Industries
Alan Tate
Ecos Corporation
Pedro Moura Costa
EcoSecurities
K.P. Nyati
Confederation of Indian Industry
Justin Guest
EcoSecurities
Sonal Pandya
Conservation International
D. Gary Madden
Emission Credit LLC
Michael Totten
Conservation International
Kyle L. Davis
Dominick J. Mormile
Consolidated Edison Company
Edison Mission Energy/
MidAmerican Energy Holdings Co.
John Kessels
CRL Energy Ltd.
ENDESA
Ian Lewis
Cumming Cockburn Limited
Maria Antonia
Abad Puértolas
Raymond P. Cote
Dalhousie University
David Corregidor Sanz
ENDESA
Olivia Hartridge
DEFRA/European Commission
Elvira Elso Torralba
ENDESA
Robert Casamento
Deloitte & Touche
Joel Bluestein
Energy & Environmental Analysis, Inc.
Markus Lehni
Deloitte & Touche
Y P Abbi
The Energy Research Institute
Flemming Tost
Deloitte & Touche
Girish Sethi
The Energy Research Institute
Philip Comer
Det Norske Veritas
Vivek Sharma
The Energy Research Institute
Simon Dawes
Det Norske Veritas
Crosbie Baluch
Energetics Pty. Ltd.
Trygve Roed Larsen
Det Norske Veritas
Marcus Schneider
Energy Foundation
Einar Telnes
Det Norske Veritas
David Crossley
Energy Futures Australia Pty Ltd
Kalipada Chatterjee
Development Alternatives
Patrick Nollet
Entreprises pour l'Environnement
Vivek Kumar
Development Alternatives
James L. Wolf
Envinta
Samrat Sengupta
Development Alternatives
Kenneth Olsen
Environment Canada
Francesco Balocco
The Dow Chemical Company
Adrian Steenkamer
Environment Canada
Paul Cicio
The Dow Chemical Company
Millie Chu Baird
Environmental Defense
Frank Farfone
The Dow Chemical Company
Sarah Wade
Environmental Defense
Peter Molinaro
The Dow Chemical Company
Satish Kumar
Environmental Energy Technologies
Scott Noesen
The Dow Chemical Company
John Cowan
Environmental Interface
Stephen Rose
The Dow Chemical Company
Edward W. Repa
Environmental Research
and Education Foundation
Jorma Salmikivi
The Dow Chemical Company
Tatiana Bosteels
Environmental Resources Management
Don Hames
The Dow Chemical Company
William B. Weil
Environmental Resources Management
R. Swarup
Duncans Industries
Wiley Barbour
Environmental Resources Trust
John B. Carberry
DuPont Company
Barney Brannen
Environmental Resources Trust
David Childs
DuPont Company
Ben Feldman
Environmental Resources Trust
John C. DeRuyter
Dupont Company
Al Daily
Environmental Synergy
Tom Jacob
DuPont Company
Anita M. Celdran
Mack McFarland
DuPont Company
Environmental Technology
Evaluation Center
Ed Mongan
DuPont Company
William E. Kirksey
Environmental Technology
Evaluation Center
Ron Reimer
DuPont Company
107
COLABORADORES
James Bradbury
EPOTEC
Alan B. Reed
EPOTEC
Daniele Agostini
Ernst & Young
Juerg Fuessler
Ernst Basler & Partners
Stefan Larsson
ESAB
Lutz Blank
Joseph Romm
Global Environment
and Technology Foundation
Arthur H Rosenfeld
Global Environment
and Technology Foundation
Dilip Biswas
Government of India Ministry
of Environment & Forests
European Bank for Reconstruction
and Development
Matthew DeLuca
Green Mountain Energy
Richard Tipper
Greenergy ECCM
Alke Schmidt
European Bank for Reconstruction
and Development
Ralph Taylor
Greenleaf Composting Company
Peter Vis
European Commission
Glenna Ford
GreenWare Environmental Systems
Chris Evers
European Commission
Nickolai Denisov
GRID-Arendal / Hindalco Industries
Yun Yang
ExxonMobil Research
& Engineering Company
Y.K. Saxena
Gujarat Ambuja Cement
Mihir Moitra
Hindalco Industries Ltd.
Urs Brodmann
Factor Consulting and Management
Claude Culem
Holcim
M.A. J. Jeyaseelan
Federation of Indian Chambers
of Commerce & Industry
Adrienne Williams
Holcim
Mo Loya
Honeywell Allied Signal
Anu Karessuo
Finnish Forest Industries Federation
Edan Dionne
IBM Corporation
Tod Delaney
First Environment
Ravi Kuchibhotla
IBM Corporation
Brian Glazebrook
First Environment
Thomas A. Cortina
ICCP
James D. Heeren
First Environment
Paul E. Bailey
ICF Consulting
James T. Wintergreen
First Environment
Anne Choate
ICF Consulting
Kevin Brady
Five Winds International
Craig Ebert
ICF Consulting
Duncan Noble
Five Winds International
Marcia M. Gowen
ICF Consulting
Steven Young
Five Winds International
Kamala R. Jayaraman
ICF Consulting
Larry Merritt
Ford Motor Company
Richard Lee
ICF Consulting
Chad McIntosh
Ford Motor Company
Diana Paper
ICF Consulting
John Sullivan
Ford Motor Company
Frances Sussman
ICF Consulting
Debbie Zemke
Ford Motor Company
Molly Tirpak
ICF Consulting
Dan Blomster
Fortum Power and Heat
Thomas Bergmark
IKEA International A / S
Arto Heikkinen
Fortum Power and Heat
Eva May Lawson
IKEA International A / S
Jussi Nykanen
Fortum Power and Heat
Mona Nilsson
IKEA International A / S
Steven Hellem
Global Environment
Management Initiative
Othmar Schwank
INFRAS
Judith M. Mullins
General Motors Corporation
Roel Hammerschlag
Institute for Lifecycle Energy Analysis
Terry Pritchett
General Motors Corporation
Shannon Cox
Interface Inc.
Richard Schneider
General Motors Corporation
Buddy Hay
Interface Inc.
Robert Stephens
General Motors Corporation
Alyssa Tippens
Interface Inc.
Kristin Zimmerman
General Motors Corporation
Melissa Vernon
Interface Inc.
Mark Starik
George Washington University
Willy Bjerke
International Aluminum Institute
Michael Rumberg
Gerling Group of Insurances
Jerry Marks
International Aluminum Institute
Jeffrey C. Frost
GHG Spaces
Robert Dornau
International Emissions
Trading Association
T. Imai
Global Environment and Energy Group
Colaboradores
108
Andrei Marcu
International Emissions
Trading Association
Akira Tanabe
International Finance Corporation
George Thomas
International Finance Corporation
Danny L. Adams
International Paper Company
Julie C. Brautigam
International Paper Company
Carl Gagliardi
International Paper Company
Thomas C. Jorling
International Paper Company
Mark E. Bateman
Investor Responsibility Research Center
S.K. Bezbaroa
ITC Ltd.
H.D. Kulkami
ITC Ltd.
Michael Nesbit
JAN Consultants
Chris Hunter
Johnson & Johnson International
Harry Kaufman
Johnson & Johnson International
Daniel Usas
Johnson & Johnson Worldwide
Engineering Services
Shintaro Yokokawa
Jeff Fiedler
Natural Resources Defense Council
Brad Upton
NCASI
Timothy J. Roskelley
NESCAUM
Matthew W. Addison
Nexant
Atulya Dhungana
Nexant
David H. King
Niagara Mohawk Power Corporation
Martin A. Smith
Niagara Mohawk Power Corporation
Jim Goddard
Nike Inc.
Leta Winston
Nike Inc.
Amit Meridor
NILIT
Karina Aas
Norsk Hydro
Jos van Danne
Norsk Hydro
Hans Goosens
Norsk Hydro
Jon Rytter Hasle
Norsk Hydro
Tore K. Jenssen
Norsk Hydro
Kansai Electric Power Co.
Halvor Kvande
Norsk Hydro
Iain Alexander
KPMG
Bernt Malme
Norsk Hydro
Giulia Galluccio
KPMG
Lillian Skogen
Norsk Hydro
Lisa Gibson
KPMG
Jostein Soreide
Norsk Hydro
Jed Jones
KPMG
Lasse Nord
Norsk Hydro
Sophie Punte
KPMG
Thor Lobben
Norske Skogindustrier ASA
Michele Sanders
KPMG
Morton A. Barlaz
North Carolina State University
Chris Boyd
Lafarge Corporation
Geir Husdal
Novatech
David W. Carroll
Lafarge Corporation
Gard Pedersen
Novatech
Ed Vine
Lawrence Berkeley National Laboratory
Ron Oei
Nuon N.V.
Richard Kahle
Lincoln Electric Service
Jan Corfee-Morlot
OECD
Michael E. Canes
Logistics Management Institute
Stephane Willems
OECD
Erik Brejla
The Louis Berger Group
Anda Kalvins
Ontario Power Generation
Michael J. Bradley
M.J. Bradley & Associates
Mikako Kokitsu
Osaka Gas Co.
Brian Jones
M.J. Bradley & Associates
Greg San Martin
Pacific Gas and Electric Company
Craig McBernie
McBernie QERL
Ken Humphreys
Pacific Northwest National Laboratory
Tracy Dyson
Meridian Energy Limited
Michael Betz
PE Europe GmbH
Tim Mealey
Meridian Institute
Kathy Scales
Petro-Canada
Maria Wellisch
MWA Consultants
Judith Greenwald
Pew Center
Margriet Kuijper
NAM
Naomi Pena
Pew Center
Sukumar Devotta
National Chemical Laboratory
Daniel L. Chartier
PG&E Generating
Neil B. Cohn
Natsource
Zhang Fan
Philips & Yaming Co. Ltd.
Garth Edward
Natsource
Xue Gongren
Philips & Yaming Co. Ltd.
Robert Youngman
Natsource
Orestes R. Anastasia
Planning and Development
Collaborative International
Dale S. Bryk
Natural Resources Defense Council
L I S TA D E C O L A B O R A D O R E S
109
COLABORADORES
Robert Hall
Platts Research and Consulting
Gareth Phillips
SGS
Neil Kolwey
Platts Research and Consulting
SGS
David B. Sussman
Poubelle Associates
Antoine de
La Rochefordière
Bill Kyte
Powergen
Murray G. Jones
Shell Canada
Surojit Bose
PricewaterhouseCoopers
Sean Kollee
Shell Canada
Melissa Carrington
PricewaterhouseCoopers
Rick Weidel
Shell Canada
Rachel Cummins
PricewaterhouseCoopers
Pipope Siripatananon
Siam Cement
Len Eddy
PricewaterhouseCoopers
J.P. Semwal
Simplex Mills Co. Ltd.
Dennis Jennings
PricewaterhouseCoopers
Ros Taplin
SMEC Environment
Terje Kronen
PricewaterhouseCoopers
Robert K. Ham
Solid & Hazardous
Waste Engineering
Craig McBurnie
PricewaterhouseCoopers
Jeremy K. O’Brien
Olivier Muller
PricewaterhouseCoopers
Solid Waste Association
of North America
Dorje Mundle
PricewaterhouseCoopers
Hidemi Tomita
Sony Corporation
Thierry Raes
PricewaterhouseCoopers
Gwen Parker
Stanford University
Alain Schilli
PricewaterhouseCoopers
Georges Auguste
STMicroelectronics
Hans Warmenhoven
PricewaterhouseCoopers
Ivonne Bertoncini
STMicroelectronics
Pedro Maldonado
PRIEN
Giuliano Boccalletti
STMicroelectronics
Alfredo Munoz
PRIEN
Eugenio Ferro
STMicroelectronics
Mark S. Brownstein
PSEG
Philippe Levavasseur
STMicroelectronics
James Hough
PSEG
Geoffrey Johns
Suncor Energy
Samuel Wolfe
PSEG
Manuele de Gennaro
Swiss Federal Institute of Technology,
ETH Zurich
Vinayak Khanolkar
Pudumjee Pulp & Paper Mills Ltd.
Markus Ohndorf
Federica Ranghieri
Ranghieri & Associates
Swiss Federal Institute of Technology,
ETH Zurich
Jennifer Lee
Resources for the Future
Matthias Gysler
Swiss Federal Office for Energy
Kaj Embren
Respect Europe
Swiss Reinsurance Co.
Mei Li Han
Respect Europe
Christopher T.
Walker
David W. Cross
The RETEC Group
Gregory A. Norris
Sylvatica
Alan Steinbeck
Rio Tinto
GS Basu
Tata Iron & Steel Company Ltd.
Katie Smith
RMC Group
RP Sharma
Tata Iron & Steel Company Ltd.
Rick Heede
Rocky Mountain Institute
Robert Graff
Tellus Institute
Chris Lotspeich
Rocky Mountain Institute
Sivan Kartha
Tellus Institute
Anita M. Burke
Royal Dutch / Shell
Michael Lazarus
Tellus Institute
David Hone
Royal Dutch / Shell
Allen L. White
Tellus Institute
Thomas Ruddy
Ruddy Consultants
Will Gibson
Tetra Tech Em Incorporated
Julie Doherty
Science Applications Intl. Corp.
Satish Malik
Tetra Tech Em Incorporated
Richard Y. Richards
Science Applications Intl. Corp.
Fred Zobrist
Tetra Tech Em Incorporated
Corinne Grande
Seattle City Light
Sonal Agrawal
Tetra Tech India
Doug Howell
Seattle City Light
Ranjana Ganguly
Tetra Tech India
Edwin Aalders
SGS
Ashwani Zutshi
Tetra Tech India
Irma Lubrecht
SGS
Mark D. Crowdis
Think Energy
COLABORADORES
110
Tinus Pulles
TNO MEP
Dina Kruger
U.S. Environmental Protection Agency
Yasushi Hieda
Tokyo Electric Power Co. Ltd
Skip Laitner
U.S. Environmental Protection Agency
Midori Sasaki
Tokyo Electric Power Co. Ltd.
Joseph Mangino
U.S. Environmental Protection Agency
Tsuji Yoshiyuki
Tokyo Electric Power Co. Ltd.
Pam Herman Milmoe
U.S. Environmental Protection Agency
Hiroshi Hashimoto
Tokyo Gas Co. Ltd.
Beth Murray
U.S. Environmental Protection Agency
Takahiro Nagata
Tokyo Gas Co. Ltd
Deborah Ottinger
U.S. Environmental Protection Agency
Kentaro Suzawa
Tokyo Gas Co. Ltd.
Paul Stolpman
U.S. Environmental Protection Agency
Satoshi Yoshida
Tokyo Gas Co. Ltd.
Susan Thorneloe
U.S. Environmental Protection Agency
Ralph Torrie
Torrie Smith Associates
Chloe Weil
U.S. Environmental Protection Agency
Manuela Ojan
Toyota Motor Company
Phil J. Wirdzek
U.S. Environmental Protection Agency
Eugene Smithart
Trane Company
Tom Wirth
U.S. Environmental Protection Agency
Laura Kosloff
Trexler & Associates
Michael Savonis
U.S. Federal Highway Administration
Mark Trexler
Trexler & Associates
M. Michael Miller
U.S. Geological Survey
Walter Greer
Trinity Consultants
Hendrik G. van Oss
U.S. Geological Survey
Jochen Mundinger
University of Cambridge
Valentin V. Tepordei
U.S. Geological Survey
Hannu Nilsen
UPM-Kymmene Corporation
Marguerite Downey
U.S. Postal Service
Nao Ikemoto
U.S. Asia Environmental Partnership
Hussein Abaza
UNEP
Stephen Calopedis
U.S. Department of Energy
Lambert Kuijpers
UNEP
Gregory H. Kats
U.S. Department of Energy
Gary Nakarado
UNEP
Dick Richards
U.S. Department of Energy
Mark Radka
UNEP
Arthur Rosenfeld
U.S. Department of Energy
Stelios Pesmajoglou
UNFCCC
Arthur Rypinski
U.S. Department of Energy
Alden Meyer
Union of Concerned Scientists
Monisha Shah
U.S. Department of Energy
Judith Bayer
United Technologies Corporation
Tatiana Strajnic
U.S. Department of Energy
Fred Keller
United Technologies Corporation
Kenneth Andrasko
U.S. Environmental Protection Agency
Paul Patlis
United Technologies Corporation
Jan Canterbury
U.S. Environmental Protection Agency
Ellen J. Quinn
United Technologies Corporation
Ed Coe
U.S. Environmental Protection Agency
Bill Walters
United Technologies Corporation
Lisa H. Chang
U.S. Environmental Protection Agency
Gary Bull
University of British Colombia
Andrea Denny
U.S. Environmental Protection Agency
Zoe Harkin
University of British Columbia
Bob Doyle
U.S. Environmental Protection Agency
Gerard Alleng
University of Delaware
Henry Ferland
U.S. Environmental Protection Agency
Jacob Park
University of Maryland
Dave Godwin
U.S. Environmental Protection Agency
Terri Shires
URS Corporation
Katherine Grover
U.S. Environmental Protection Agency
Angela Crooks
USAID
John Hall
U.S. Environmental Protection Agency
Virginia Gorsevski
USAID
Lisa Hanle
U.S. Environmental Protection Agency
Carrie Stokes
USAID
Reid Harvey
U.S. Environmental Protection Agency
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USAID
Kathleen Hogan
U.S. Environmental Protection Agency
A.K. Ghose
Vam Organosys Ltd.
Roy Huntley
U.S. Environmental Protection Agency
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Vivendi Environment
Bill N. Irving
U.S. Environmental Protection Agency
Eric Lesueur
Vivendi Environment
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-ICHAEL$ILLMAN
6OLKSWAGEN
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7ORLD2ESOURCES)NSTITUTE
3TEPHAN(ERBST
6OLKSWAGEN
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7ORLD2ESOURCES)NSTITUTE
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6OTORANTIM
*ASON3NYDER
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6OTORANTIM
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7ORLD7ILDLIFE&UND
-AHUA!CHARYA
7ORLD"USINESS#OUNCIL
FOR3USTAINABLE$EVELOPMENT
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7ORLD"USINESS#OUNCIL
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FOR3USTAINABLE$EVELOPMENT
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