1ª dia - colégio dom bosco

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1ª dia - colégio dom bosco
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MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS
QUESTÃO 01
Uma pessoa levou a namorada para escolher uma joia para
lhe dar de presente. Analisaram possibilidades entre cores e
formato, ficando com as opções a seguir.
De quantas maneiras distintas é possível escolher uma joia
que tenha uma única pedra preciosa com uma única cor e
um único formato?
a) 4
b) 8
c) 12
d) 16
e) 64
QUESTÃO 02
A soma dos quadrados dos números reais que satisfazem a
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equação (x + 1)! = 24, em que o símbolo n! representa o
fatorial de n, é:
a) 0
b) 3
c) –3
d) – 6
e) 6
QUESTÃO 03
Há algum tempo as senhas dos cartões para operar em
caixas eletrônicos de instituições bancárias eram
constituídos de apenas 4 algarismos. Suponha que as
instituições bancárias utilizassem senhas de apenas 4
algarismos e 3 letras, sendo as letras somente as vogais, e
os algarismos, somente os ímpares.
O aumento percentual do número de senhas de 4
algarismos e 3 letras em relação ao número de senhas de
apenas 4 algarismos é:
a) 124%
b) 681,25%
c) 781,25%
d) 12 400%
e) 12 500%
QUESTÃO 04
Um gerente precisa completar sua frota de carros
designados para as tarefas da empresa. Para isso, comprará
cinco carros, sendo três deles nacionais e dois estrangeiros.
Após reunião com os diretores, restaram as possibilidades
de escolha que estão apresentadas na tabela a seguir.
De quantas maneiras o gerente pode escolher os cinco
carros que pretende comprar?
a) 60
b) 80
c) 100
d) 5!
e) 10!
QUESTÃO 05
Um grupo de sete amigos está a passeio e, em certo lugar,
encontraram um ambiente onde havia uma sala antiga que
tinha uma pintura, e à frente desta estavam quatro cadeiras
dispostas em linha reta, uma ao lado da outra e fixas ao
solo. Segundo informações de pessoas que tomam conta do
lugar, eles podiam tirar fotos sentados nas cadeiras.
Considerando que todas as cadeiras serão ocupadas e cada
uma com uma única pessoa, de quantas maneiras é
possível que os sete amigos ocupem as quatro cadeiras?
a) 6
b) 24
c) 35
d) 840
e) 5040
QUESTÃO 06
Uma pessoa dispõe de cinco cartões idênticos sendo, que
uma das faces é branca e a outra é verde. Essa pessoa irá
colocar os cinco cartões sobre uma mesa, um ao lado do
outro e em linha reta.
O número de maneiras distintas com que se pode colocar os
cinco cartões de tal forma que três deles apresentem a face
branca e dois apresentem a face verde é:
a) 6
b) 10
c) 12
d) 60
e) 120
QUESTÃO 07
Sejam ângulos adjacentes e suplementares, sendo que o
menor mede a metade do maior. O complemento do menor
ângulo mede:
a) 10°.
b) 30°.
c) 45°.
d) 60°.
e) 80°.
QUESTÃO 08
Na figura a seguir, r e s representam duas ruas paralelas.
Uma pessoa parte, em linha reta, do ponto A em s, formando
com esta rua um ângulo agudo de 50°. Outra pessoa parte,
também em linha reta, do ponto B em r, formado com esta
rua um ângulo agudo de 70°. Ao se encontrarem no ponto C,
as retas determinadas pelas suas trajetórias formam um
ângulo obtuso a.
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QUESTÃO 11
A gerente de uma loja de roupas organizou um extenso
banco de dados para avaliar a probabilidade de um cliente
escolher determinado tipo de vestuário. Ela levantou, para o
ano de 2014, a seguinte tabela dos clientes que provaram
determinada peça.
A medida de a, em graus, é:
a) 40°.
b) 110°.
c) 120°.
d) 130°.
e) 150°.
QUESTÃO 09
Um físico estuda as interações entre sete pequenas
partículas que podem ser identificadas por duas cores. Na
etapa atual da pesquisa, ele estuda a probabilidade de
essas diferentes partículas se chocarem entre si, duas a
duas, quando lançadas umas contra as outras. Para calcular
esse número, o físico precisa de um espaço amostral. Dessa
forma, para encontrar esse valor, ele precisa contar:
a) a quantidade de partículas.
b) as colisões entre duas partículas específicas.
c) as três colisões mais comuns entre todas as colisões.
d) as três colisões mais raras entre todas as colisões.
e) todas as possibilidades de colisão entre as partículas.
QUESTÃO 10
Para produzir acabamentos arredondados para móveis, uma
madeireira corta um cilindro em duas partes de igual volume,
como mostra a figura a seguir.
Tendo em vista essa estatística e assumindo que ela pode
ser usada para calcular a probabilidade de compra de uma
peça, podemos dizer que as probabilidades de um cliente
comprar uma calça jeans, não comprar uma blusa e comprar
uma camiseta V são, respectivamente:
a) 301/1086, 52/253, 388/451.
b) 785/1086, 52/253, 63/451.
c) 785/1086, 52/253, 388/451.
d) 785/1086, 201/253, 388/451.
e) 1, 1, 1.
QUESTÃO 12
Uma das loterias legalizadas no Brasil é a Lotofácil; nela o
apostador marca de 15 a 18 números, dentre os 25
disponíveis no volante, e fatura algum prêmio se acertar 11,
12, 13, 14 ou 15 números.[...] A aposta mínima, de 15
números, custa R$ 1,50.
Na Lotofácil, é possível apostar até em 18 números. O preço
da aposta sobe na proporção de combinações de 15
números possíveis de se fazer com os números extras.
Cada combinação extra aumenta a chance de acertar o
sorteio de 15 números. Assim, podemos dizer que alguém
que aposte em 17 números multiplicará suas chances, em
relação a uma aposta de 15 números, em:
a) 2 vezes
b) 17 vezes
c) 68 vezes
d) 136 vezes
e) 272 vezes
O marceneiro cobrirá uma estante de 2 m de comprimento
com uma peça dessas. Podemos dizer que o volume de
madeira usado nessa peça foi de (use
= 3,14):
-3
a) 2,5 ∙ 10 m³.
-3
b) 7,85 ∙ 10 m³.
-2
c) 1,57 ∙ 10 m³.
-2
d) 2,5 ∙ 10 m³.
-2
e) 7,85 ∙10 m³.
QUESTÃO 13
Um físico medirá o desvio da trajetória de prótons a partir de
uma distribuição estatística. Nesse experimento, há 50% de
probabilidade de os prótons irem para a direita e 50% para a
esquerda. Assim, a probabilidade de dois prótons irem para
a direita e um para a esquerda, em três medidas
independentes, é de:
a) 1/8
b) 3/8
c) 1/2
d) 5/8
e) 1
QUESTÃO 14
Daiana é uma cozinheira e usa alguns copos especiais, com
marcações de volume, para ter melhor controle sobre sua
prática. Ela tem três copos de formato prismático de base
quadrada, como mostra a figura a seguir.
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eles interpretam esses dois números como o argumento e o
módulo de um número complexo. Em seguida, eles
transformam esse número para a forma algébrica e, enfim,
calculam o conjugado desse complexo. Os valores de a e b
do conjugado de valor a+bi são os verdadeiros números
compartilhados. Assim, um dia eles compartilham o
argumento π/3 e o módulo 6. Com isso, os verdadeiros
números compartilhados são:
Tendo em vista o volume do primeiro copo da esquerda para
a direita como unidade e sabendo que o lado L é o dobro de
l, bem como a altura H é o dobro da altura h, podemos
afirmar que o volume do segundo e o do terceiro copo
valem:
a) 1 e 1/4.
b) 1 e 1.
c) 2 e 1/16.
d) 2 e 1/4.
e) 2 e 1/2.
QUESTÃO 15
Em um problema envolvendo números complexos, um
cientista necessita de dois números com as seguintes
características:
GABARITO: D
QUESTÃO 18
Os números complexos podem ser representados de duas
maneiras distintas: a algébrica e a geométrica. Aproveitando
essa propriedade, Jorge transforma números a partir dessa
representação. Assim, ele guardou dois dígitos de uma
senha a partir da representação algébrica de um número
complexo. O primeiro número é o módulo do complexo, e o
segundo, o argumento dele com valor correspondente à
primeira volta no ciclo trigonométrico. O número escolhido é
. Assim, podemos dizer que o módulo e o
argumento escondidos valem, respectivamente:
1: trata-se de dois números complexos com parte real e
imaginária não nulos;
2: os dois números têm o mesmo módulo;
3: um se encontra no primeiro quadrante e, o outro, no
segundo quadrante do plano de Argand-Gauss.
Assim, dos seguintes pares de números, o que melhor
corresponde aos números procurados pelo cientista são:
a) 2+4i e –2+2i.
b) 3+4i e –4+3i.
c) 3i e 3i.
d) 5+i e –5–i.
e) 16 e –16.
QUESTÃO 16
Os números complexos podem ser pensados a partir de uma
intrigante propriedade das equações de segundo grau.
Algumas dessas equações não admitem solução real, como
x² – 3x + 3 = 0. Entretanto, podemos calcular a soma de
suas raízes, que correspondem a 3, e o produto, também 3.
A respeito dessa estranha propriedade, podemos afirmar
que:
a) a fórmula de Bháskara admite uma solução real para a
equação.
b) apenas soluções reais podem ser admitidas em
operações com polinômios.
c) esse resultado decorre de um erro de cálculo e não há
solução para essa equação.
d) o gráfico da função f(x) = x² – 3x + 3 toca o eixo x em um
ponto.
e) tal resultado decorre das raízes complexas da equação.
QUESTÃO 17
Dois colegas matemáticos usam algumas propriedades dos
números complexos para comunicarem informações
delicadas. Em um desses métodos, eles compartilham dois
números codificados. Para chegar aos números verdadeiros,
GABARITO: B
QUESTÃO 19
Um cientista sabe que a previsão de um fenômeno pode ser
descrita a partir da resolução de uma divisão polinomial. O
seguinte polinômio, x³ – 5x² + (2p – 1) x + 2, deve ser
divisível por x + 2 para que a medida de temperatura x se
comporte de acordo com o modelo utilizado. Portanto, para
que o modelo funcione, o parâmetro p deve valer:
a) –13
b) –6
c) 0
d) 6
e) 13
QUESTÃO 20
Samuel, um engenheiro, precisa resolver uma divisão
polinomial para realizar um cálculo de força. Tal cálculo
consiste na divisão de x³–5x² + 3x + 10 por x – 3. Ele montou
a seguinte conta:
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Entretanto, ele percebeu, posteriormente, que cometeu um
erro. Sobre o erro de Samuel, podemos afirmar que:
a) o erro aconteceu logo no início, na definição da raiz de x –
3.
b) o erro aconteceu na soma do primeiro termo.
c) o erro aconteceu no sinal da terceira operação.
d) o erro foi no resto, que deveria ser nulo.
e) o erro na verdade não aconteceu.
QUESTÃO 21
Uma notável propriedade das equações de segundo grau é
a existência de valores reais para a soma e o produto das
raízes complexas dessas equações. Assim, podemos dizer
que a equação x² + 4x + 16 = 0 apresenta as raízes:
GABARITO: C
QUESTÃO 25
Determinado programa de computador lida apenas com
números complexos na forma trigonométrica. João tem o
número
e necessita do módulo e do argumento,
na primeira volta do ciclo trigonométrico, desse número.
Assim, podemos afirmar que o módulo e o argumento valem,
respectivamente:
GABARITO: C
GABARITO: D
QUESTÃO 22
Em um experimento com correntes elétricas variáveis, os
físicos devem resolver um problema que envolve números
QUESTÃO 26
Em operações que envolvem um cálculo de diversas
variáveis, um físico se deparou com uma operação de
divisão entre números complexos. Ele precisa dividir o
complexos. Eles precisam elevar o número
ao cubo. Dessa forma, o cálculo dos físicos resultará em:
número
por 4i. Dessa forma, podemos dizer que,
na forma trigonométrica, o resultado dessa divisão é:
a) –1 000
b) –1 000 + 1 000i
c) –100
d) 0
e) 1 000
QUESTÃO 23
Um professor de matemática, como uma brincadeira,
esconde, semanalmente, uma parte da senha do wifi em
alguma charada. Nessa semana, ele tomou esse número
como o resto da divisão do polinômio
4
3
x + 5x – 8x² + 10x – 7 por x – 1.
Dessa forma, o número escondido da senha é:
a) –2
b) –1
c) 0
d) 1
e) 2
QUESTÃO 24
Uma função de terceiro grau apresenta as raízes –4, 3 e 5 e
o valor numérico P(2) = –1. Tal função representa o
comportamento da temperatura, em graus Celsius, em um
período de um mês. Assim, podemos dizer que o melhor
polinômio a representar essa temperatura é:
GABARITO: B
QUESTÃO 27
Cresce o cerco contra fumantes nas corporações
Recentemente, o
diretor de uma empresa irlandesa
causou polêmica na União Europeia
Ele alegava que, ao
contratar
profissionais
fumantes, as empresas
estão correndo riscos em
relação à sua própria saúde
financeira, já que esses
profissionais faltam mais ao
trabalho
por
doenças
menores
e
ainda
6
por ter colocado um anúncio de
emprego que dizia: “fumantes não
precisam enviar currículos”.
apresentam mais riscos de
sofrerem doenças crônicas,
o que pode aumentar os
custos dos seguros de
saúde para o patrão.
Extraído de: <http://www.senado.gov.br>. Acesso em: 8 fev. 2013.
As medidas de combate ao fumo estão cada vez mais
presentes. Até para trabalhar em determinadas empresas já
é requisito não ser fumante. Dos 30 candidatos ao
preenchimento de vagas em certa empresa, sabe-se que 18
são do sexo masculino, 13 são fumantes e 7 são mulheres
que não fumam. Sabendo que serão contratados dois
homens e duas mulheres, não fumantes, quantos são os
homens candidatos que preenchem esse requisito?
a) 7
b) 8
c) 10
d) 17
e) 18
QUESTÃO 28
Em todos os idiomas europeus, a palavra NOITE é formada
pela letra N + o número 8. N é o símbolo matemático de
infinito e o número 8 deitado (∞) também simboliza infinito,
ou seja, noite significa, em todas essas línguas, a união do
infinito.
Português: noite = n + oito
Inglês: night = n + eight
Alemão: nacht = n + acht
Espanhol: noche = n + ocho
Francês: nuit = n + huit
Italiano: notte = n + otto
Considere a sequência a seguir:
1 . 9 + 2 = 11
12 . 9 + 3 = 111
123 . 9 + 4 = 1111
___________
____________
_____________
Nessas condições, é verdade que o número 1111111111
pode ser escrito como
a) 123 456 · 9 + 6
b) 1 234 567 · 9 + 8
c) 12 345 678 · 9 + 9
d) 123 456 789 · 9 + 10
e) 12 345 678 910 · 9 + 11
QUESTÃO 29
Por volta do ano 3.000 a.C., um antigo faraó de nome
Sesóstris
‘... repartiu o solo do Egito às margens do Rio Nilo entre
seus habitantes. Se o rio levava qualquer parte do lote de
um homem, o faraó mandava funcionários examinarem e
determinarem por medida a extensão exata da perda.’
Essas palavras foram escritas pelo historiador grego
Heródoto, há cerca de 2 300 anos.
QUESTÃO 30
Para se calcular a intensidade luminosa L, medida em
lumens, a uma profundidade de x centímetros num
determinado lago, utiliza-se a lei de Beer-Lambert, dada pela
seguinte fórmula: log  L   0,08x
 15 
Qual a intensidade luminosa L a uma profundidade de 12,5
cm?
a) 150 lumens.
b) 15 lumens.
c) 10 lumens.
d) 1,5 lumens.
e) 1 lúmen.
QUESTÃO 31
Tráfego na internet cresce exponencialmente, diz a
Cisco
Um estudo publicado pela Cisco Systems afirma que a
internet estaria crescendo exponencialmente. Para medir
todo esse gigantesco tráfego de vídeos, chats, conversas
por voz, músicas e outros downloads e uploads de
arquivos, a revista Scientific American sugere que um novo
termo seja adotado: o Zetabyte.
Após os Gigabytes e Terabytes, chega a vez dos Zetabytes,
medida para um trilhão de Gigabytes. A internet teria, hoje,
dois terços dessa medida, acumulando 667 Hexabytes.
Segundo o site Switched, o estudo também revela que o
tamanho da web irá quadruplicar nos próximos quatro anos
e que até 2013 o correspondente a 10 bilhões de DVDs irá
cruzar a internet todos os meses, uma vez que 90% do
tráfego virá apenas de vídeos na rede. Ou seja, levaria
meio milhão de anos para uma única pessoa assistir a um
mês do tráfego de vídeo da web.
Extraído de: <http://www.geek.com.br>. Acesso em: 8 fev. 2013.
Determinado servidor de armazenamento na internet notou
que o crescimento de sua utilização é dada pela função P(t)
9
2t
= 10 . 4 , com t medido a cada hora ou sua parcela em
minutos. Em razão de um grande lançamento na rede,
notou que num determinado instante sua capacidade de
armazenamento era de dez bilhões e que em minutos após
o lançamento, seu armazenamento havia dobrado. Quanto
tempo foi necessário para que isso ocorresse?
a) 20 minutos.
b) 12 minutos.
c) 30 minutos.
d) 15 minutos.
e) 10 minutos.
QUESTÃO 32
Nos últimos anos, a corrida de rua cresce no Brasil. Nunca
se falou tanto no assunto como hoje, e a quantidade de
adeptos aumenta progressivamente, afinal, correr traz
inúmeros benefícios para a saúde física e mental, além de
ser um esporte que não exige um alto investimento
financeiro.
Extraído de: <http://historia-mat.blogspot.com.br>. Acesso em: 8 fev. 2013.
Extraído de: <http://www.webrun.com.br>. Acesso em: 28 abr. 2010.
Se p/q é a fração irredutível equivalente à dízima periódica
0,313131... , então q – p vale
a) 64.
b) 67.
c) 68.
d) 69.
e) 71.
Um corredor estipulou um plano de treinamento diário
correndo 3 quilômetros no primeiro dia e aumentando 500
metros por dia, a partir do segundo. Contudo, seu médico
cardiologista autorizou essa atividade até que o corredor
atingisse, no máximo, 10 km de corrida em um mesmo dia
de treino. Se o atleta cumprir a recomendação médica e
praticar o treinamento estipulado corretamente em dias
consecutivos, pode-se afirmar que esse planejamento de
treino só poderá ser executado em, exatamente,
7
a) 12 dias.
b) 13 dias.
c) 14 dias.
d) 15 dias.
e) 16 dias.
QUESTÃO 33
O castigo escolar a partir do erro
As condutas dos alunos consideradas como erros têm dado
margem, na prática escolar, tanto no passado como no
presente, às mais variadas formas de castigo por parte do
professor, indo desde as mais visíveis até as mais sutis. À
medida que se avançou no tempo, os castigos escolares
foram perdendo o seu caráter de agressão física, tornandose mais tênues, mas não desprovidos de violência.
No passado, em nossa prática escolar, castigava-se
fisicamente. No Sul do país, era comum um professor
utilizar-se da régua escolar para bater num aluno que não
respondesse com adequação às suas perguntas sobre uma
lição qualquer. No Nordeste brasileiro, essa mesma prática
era efetivada por meio da palmatória, instrumento de
castigo com o qual o professor batia na palma da mão dos
alunos. A quantidade de “palmadas” dependia do juízo
desse professor sobre a possível “gravidade” do erro. O
castigo físico, noutras vezes, dava-se pela prática de
colocar o aluno “de joelhos” sobre grãos de milho ou de
feijão, ou ainda de mandá-lo para a frente da classe,
voltado para a parede e com os braços abertos. Pequenos
martírios!
Extraído de: <http://www.educacaopublica.rj.gov.br>. Acesso em: 8 fev.
2013.
Um brilhante aluno foi castigado por sua professora durante
a aula. Por estar conversando, ela o mandou calcular a
soma dos mil primeiros números ímpares. Rapidamente,
para se livrar do castigo, ele respondeu
a) 512 000
b) 780 324
c) 1 000 000
d) 1 210 020
e) 2 048 000
Considerando que a equipe III obteve 18 pontos, a equipe
vencedora obteve
a) 19 pontos.
b) 20 pontos.
c) 21 pontos.
d) 22 pontos.
e) 23 pontos.
QUESTÃO 36
Perguntado sobre a idade de seu filho Júnior, Joe
respondeu o seguinte: “Minha idade, quando somada à
idade de Júnior, é igual a 47 anos; e quando somada à
idade de Maria, é igual a 78 anos. As idades de Maria e
Júnior somam 39 anos”. Qual a idade de Júnior?
a) 2 anos.
b) 3 anos.
c) 4 anos.
d) 5 anos.
e) 10 anos.
QUESTÃO 37
Por ocasião do Natal, uma empresa gratificara seus
funcionários com certo número de cédulas de R$ 50,00. Se
cada funcionário receber 8 cédulas, sobrarão 45 delas; se
cada um receber 11 cédulas, faltarão 27. O montante a ser
distribuído é
a) R$ 9 600,00
b) R$ 10 550,00
c) R$ 11 850,00
d) R$ 13 250,00
e) R$ 15 000,00
QUESTÃO 38
Os dados do gráfico foram coletados por meio da Pesquisa
Nacional por Amostra de Domicílios.
QUESTÃO 34
João recebeu dois aumentos consecutivos de salário nos
últimos dois meses. Um de 10% outro de 15%. Seu salário
atual é de R$ 2 208,00. Calcule o salário de rapaz antes do
aumento.
a) R$ 1 500,00
b) R$ 1 745,45
c) R$ 1 800,00
d) R$ 1 932,50
e) R$ 1 985,80
QUESTÃO 35
Em cada prova de uma competição esportiva, foram
distribuídas uma medalha de ouro (3 pontos), uma de prata
(2 pontos) e uma de bronze (1 ponto). Foram realizadas dez
provas, e três equipes conquistaram todas as medalhas da
competição, sendo vencedora a equipe que obteve o maior
número de pontos. Observe a tabela que apresenta a
distribuição das medalhas.
Ouro
Prata
Bronze
Equipe I
X
Z
X
Equipe II
2Y
X
Y
Equipe III
X
Y
Z
Supondo-se que, no Sudeste, 14 900 estudantes foram
entrevistados nessa pesquisa, quantos deles possuíam
telefone móvel celular?
a) 5 513
b) 6 556
c) 7 450
d) 8 344
e) 9 536
QUESTÃO 39
Uma empresa de engenharia tem 6 engenheiros e 12
técnicos. Para um dado projeto, devem ser indicados um
engenheiro chefe, um engenheiro assistente e três técnicos.
8
Com base nessa informação, conclui-se que a quantidade
de maneiras distintas que essa equipe pode ser formada é
igual a
a) 3300
b) 6600
c) 7920
d) 13200
e) 39600
QUESTÃO 40
Um projeto piloto desenvolvido em um curso de Engenharia
Mecânica prevê a construção do robô "Eddie", cujos
movimentos estão limitados apenas a andar para frente (F) e
para a direita (D). Suponha que Eddie está na posição A e
deseja-se que ele se desloque até chegar à posição B,
valendo-se dos movimentos que lhe são permitidos. Admita
que cada movimento feito por Eddie o leve a uma posição
consecutiva, conforme ilustra um esquema a seguir, em que
foram realizados 10 movimentos (as posições possíveis
estão marcadas por pontos e o percurso executado de A até
B, é representado pela sequência ordenada de movimentos
D F D D F F D F F D).
Com base nas informações acima, o número de maneiras
possíveis de Eddie se deslocar de A até B, sem passar pelo
ponto C, é igual a
a) 192
b) 60
c) 15
d) 252
e) 52
QUESTÃO 41
O setor de terapia intensiva de um hospital conta com 12
enfermeiros, 20 técnicos em enfermagem e 6 médicos, que
se revezam em turnos de trabalho. Em cada turno devem
trabalhar 6 enfermeiros, 11 técnicos em enfermagem e 3
médicos. A tabela a seguir indica alguns dos funcionários
que deverão trabalhar no turno da terapia intensiva desse
hospital no sábado.
O número de possibilidades distintas para completar a
equipe de trabalho desse turno de sábado é igual a
a) 8 150.
b) 7 280.
c) 7 520.
d) 6 160.
e) 5 840.
QUESTÃO 42
Uma pessoa dispõe das seguintes frutas em sua casa:
mamão, pera, morango, abacaxi, manga, maçã e uva; mas
irá utilizar apenas cinco delas para fazer uma salada de
frutas. Sabendo que o abacaxi e o morango certamente
serão utilizados, mas a pera e a maçã nunca serão
colocadas juntas em uma mesma salada, o número de
maneiras diferentes de se escolher as cinco frutas é
a) 5.
b) 6.
c) 7.
d) 8.
e) 9.
QUESTÃO 43
(ESPM SP/2014/Janeiro) No sólido representado abaixo,
sabe-se que as faces ABCD e BCFE são retângulos de
2
2
áreas 6 cm e 10 cm , respectivamente. O volume desse
sólido é de:
a)
b)
c)
d)
e)
3
8 cm
3
10 cm
3
12 cm
3
16 cm
3
24 cm
QUESTÃO 44
(UEPA/2014) A natureza é uma fonte inesgotável de
comunicação de saberes necessários à sobrevivência da
espécie humana, por exemplo, estudos de apicultores
americanos comprovam que as abelhas constituem uma
sociedade organizada e que elas sabem qual o formato do
alvéolo que comporta a maior quantidade de mel.
(Texto Adaptado: Contador, Paulo Roberto Martins. A Matemática
na arte e na vida – 2a Ed.rev – São Paulo: Editora Livraria da Física, 2011)
Um professor de matemática, durante uma aula de
geometria, apesentou aos alunos 3 pedaços de cartolina,
cada um medindo 6 cm de largura e 12 cm de comprimento,
divididos em partes iguais, conforme figuras abaixo:
Fonte: http://www.mat.uel.br/geometrica/php/pdf/dg_malhas.pdf
9
Dobrando os pedaços de cartolina nas posições indicadas,
obtemos representações de prismas retos com as mesmas
áreas laterais e base triangular, quadrangular e hexagonal.
Sendo V3 o volume do prisma de base triangular, V 4 o
volume do prisma de base quadrangular e V 6 o volume do
prisma de base hexagonal, é correto afirmar que:
(Adote
a)
b)
c)
d)
e)
3 = 1,7).
V3 < V6 < V4
V3 < V4 < V6
V4 < V3 < V6
V6 < V3 < V4
V6 < V4 < V3
QUESTÃO 45
3
O volume de um cubo é determinado pela equação V= a ,
onde a é medida da sua aresta, como indicado na figura
abaixo.
LINGUAGENS E CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS
QUESTÃO 46
Texto para las preguntas de 46 a 51
En Egipto en el Imperio Antiguo figuraban los siguientes
consejos para la formación de una familia: “cuando alcances
una vida desahogada, cásate y ama a tu mujer más que al
mundo entero. No permitas que le falten los alimentos ni los
vestidos bonitos, que son remedio para su cuerpo.
Perfúmala con bálsamos olorosos y hazla feliz hasta la
muerte. La mujer es un buen campo para su dueño, pero
hay que saberlo cultivar.”
El amor conyugal fue representado en muchas estatuas
funerarias, en la que ambos esposos adobaban una actitud
respetuosa y cariñosa: mientras que el marido suele tener el
brazo por encima Del hombro de su esposa, ésta puede
abrazarle e él por la cintura.
El esposo, como cabeza de la familia, debía respetar
siempre a su mujer, confiar en Ella y no abandonarla si no
había engendrado descendencia. El matrimonio, como
institución, no existía, por lo que la unión era un acuerdo
mutuo entre los cónyuges, algo que no impedía que la
esposa tuviera sus derechos y conservara SUS propios
bienes.
(Historia y vida, sept. 2004.)
Imagem disponível em:
http://www.mspc.eng.br/matm/curv_sup21.shtml Acesso: 12 set. 2012.
Deseja-se construir uma caixa d’água de formato cúbico com
capacidade de 8.000 L. É CORRETO afirmar que a altura
desta caixa será igual a:
a)
b)
c)
d)
e)
2000 mm
200 dm
100 cm
20 m
420 cm
Según el texto, entre los consejos dados para la formación
de un familia, el hombre tenia que:
a) Casarse y amar a una mujer solamente después de
alcanzar una vida agobiada.
b) Casarse y amar una mujer más que al mundo entero,
solamente después de alcanzar una vida oprimida.
c) Casarse y amar a una mujer no permitiendo qua la
faltaran alimentos y vestuarios.
d) Prohibirle a la mujer el uso de bálsamos olorosos.
e) Concienciarse de que la mujer no lo haría feliz.
QUESTÃO 47
En el Imperio Antiguo solían adoptarse actitudes:
a) Despreciables entre os cónyuges.
b) Groseras entre los cónyuges.
c) Afables y tiernas entre los cónyuges.
d) Distantes y recelosas entre los cónyuges.
e) Aprensiva e insignificantes.
QUESTÃO 48
En hombre debía quedarse junto a su esposa, aunque no:
a) Consiguiera quedar embarazada.
b) Conseguiese quedar despeinada.
c) Conseguiese sollozar.
d) Consiguiera destornillar.
e) Conseguiese estornudar.
QUESTÃO 49
Según el texto, en el Imperio Antiguo el matrimonio debía:
a) Sacramentarse.
b) Institucionalizarse.
c) Legalizarse.
d) Ser un arreglo.
e) Ser un hechizo.
QUESTÃO 50
Según el texto, la mujer dentro del matrimonio:
a) Jamás archivaba sus bienes dentro del matrimonio.
b) Jamás preservaba sus bienes ni sus derechos.
c) Siempre mantenía sus bienes y sus derechos.
d) Siempre jugaba con sus bienes y sus derechos.
10
QUESTÃO 51
La expresión destacada en negrita ... hazla feliz hasta La
muerte... está conjugada en:
a) Presente de Subjuntivo
b) Imperfecto de Subjuntivo.
c) Pretérito Indefinido de Indicativo.
d) Pretérito pluscuamperfecto de Indicativo.
e) Imperativo Afirmativo.
QUESTÃO 52
Texto para las preguntas de 52 a 55.
¿Qué es exactamente el mundo en la garganta que
sentimos en una situación de angustia?
Cualquier situación de angustia o estrés hace que el
cuerpo humano reaccione y se prepare para huir o enfrentar
el peligro. La replicación y el corazón se aceleran, las
pupilas se dilatan para captar más luz, los músculos se
tensan, listos para la acción; aumenta la transpiración y
disminuye la digestión. Los músculos de la garganta también
racionan aumentado su tonicidad y esto hace que parezca
que tenemos una bola o “nudo” en la garganta. Para lograr
este estado máximo de alerta nuestro cuerpo necesita unos
pocos segundos. Y mucho más allá de la tensión que
sentimos en la garganta, el cuerpo completo se há
preparado para la defesa. En cuanto el cerebro registra la
alarma, se desencadena una secuencia automática en el
sistema nervioso, para posteriormente liberar endorfinas que
actúan como analgésicos naturales y nos permiten lograr
hazañas físicas que ordinariamente no dominamos. Este
reflejo se ha desarrollado a lo largo de miles de años,
cuando era vital defenderse de los predadores, hoy dia, ES
rara la ocasión en que nuestro cuerpo se repara para salvar
la vida, pero la reacción refleja permanece y nos hace actuar
de similar modo, aun em situaciones menos drásticas.
(Muy interesante, año XXI, n. 7.)
De acordó con el texto, en cualquier situación de angustia o
estrés:
a) Nuestro cuerpo intenta escaparse e de dispone a
enfrentar algún peligro.
b) Los latidos aumentan, sin embargo, hay una buena
digestión.
c) El cuerpo está listo para agradables situaciones.
d) Los músculos relajan para enfrentar un desagrado.
e) Nuestra respiración ES serena y está lista para aceptar el
enemigo.
QUESTÃO 53
La expresión en negrito en el texto, “nudo en la garganta”,
significa que:
a) Los músculos de la garganta se rechazan a vigorarse.
b) Estamos flojos e blandos.
c) Los músculos de la garganta reaccionan e aumentan
sua tención.
d) Estamos aflojando los músculos del cuerpo.
e) Nuestro cuerpo está manso y diáfano, listo para eludir.
QUESTÃO 54
Según el texto, en cuento la angustia llega:
a) Solamente dos analgésicos curarían este sentimiento.
b) Ningún analgésico natural nos haría serenar.
c) Un analgésico natural de nuestro cuerpo actúa como
calmante.
d) El analgésico hace con que aumente el miedo.
e) La endorfina invade nuestro organismo para angustiamos
más.
QUESTÃO 55
De acuerdo con el texto, los analgésicos naturales que
actúan como relajantes en nuestro cuerpo em momento de
angustia:
a) Fueron descubiertos por científicos evaluando el
comportamiento contemporáneo del ser humano.
b) Están siendo evaluados hoy día a través de experiencias
recientes realizadas con animales.
c) Ya son observados desde épocas remotas, en el ser
humano y en los animales, como reacción de reflejo.
d) No reflejan en estos último años, la violencia actual del
planeta.
e) Sólo se manifiestan en momentos serenos, como
amistades
QUESTÃO 56
IS IT TOO LATE?
The Earth is in danger. Turn on the TV, and you see pictures
of garbage and dead fish on the beach. Open a newspaper
and you read that the earth is getting too hot. Listen to the
radio, and you hear that our cities are dying from polluted air.
In the early 1990s, people all over the world were nervous.
They hoped it was not too late to clean up the Earth’s air and
water. It was time to do something. They knew they had to
change, and they made some decisions. For example, before
the year 2001, 61 countries are going to stop making CFCs.
CFCs (chlorofluorocarbons) are used in things like spray
cans and refrigerators, and they hurt the ozone layer. The
ozone layer is very important because it protects the Earth
from the sun. People who care about the Earth also worry
about polystyrene, a kind of plastic in egg cartons and
drinking cups. Polystyrene is a problem because it
sometimes has CFCs; it is also non-biodegradable – that
means it just will not go away. Many fast-food restaurants do
not use polystyrene anymore. Some experts think young
people can do a lot to save our planet. Seven years ago, the
river near a school in Washington was full of oil and garbage.
All the fish and plants died. The students cleaned up all the
garbage and planted new trees and plants. Then they put
healthy fish into the river. Thanks to the students, the river is
now a popular place to swim and fish. What can you do to
save our home – the Earth?
DAVY, K & Johnston, O. Touchdown 3 – Workbook. Essex: Longman, 1995 p.
14 (adaptado).
No mundo atual, mesmo com tantas inovações tecnológicas,
a população e seus governantes ainda não conseguiram
acabar com o lixo e a poluição desordenada no ar, na terra e
nas águas. Segundo o texto acima, que trata de um assunto
de grande importância para as gerações presentes e futuras,
podemos concluir que
a) o planeta Terra está se tornando cada vez mais frio.
b) nos anos 90, as pessoas não estavam preocupadas com
a poluição.
c) muitos restaurantes de comida rápida começaram a
utilizar o poliestireno.
d) uma escola de Washington, nos Estados Unidos, poluiu
um rio que existia nas suas proximidades.
e) Antes do ano de 2001, alguns países pararam de fabricar
o composto CFC, que prejudica a camada de Ozônio.
QUESTÃO 57
Pronomes são palavras utilizadas no lugar de nomes ou a
eles se referem. Na língua inglesa, como em outras línguas
do mundo, os pronomes podem ser utilizados para substituir
nomes ou termos anteriores. São utilizados para dar
11
coerência ao texto, levando a uma interligação lógica das
sentenças. O pronome “it”, repetido duas vezes na oração
abaixo retirada do texto, Polystyrene is a problem because it
sometimes has CFCs; it is also non-biodegradable(...)
a) refere-se à palavra “problem”.
b) substitui toda a oração antes dele.
c) refere-se à palavra “polystyrene”.
d) poderia ser substituído pelo pronome “he”, sem
desrespeitar as normas gramaticais da língua inglesa.
e) é um pronome possessivo.
QUESTÃO 58
(UNESP) Text Comprehension
Television and our children How do children watch
television? Children and adults watch, think about and
understand television very differently. Between the ages of 25, children's interest in television is growing. Many young
children may have trouble following and remembering the
stories. They are more interested in the action on the screen
than on how the story is going to end. Before age 4 many
children don't know that commercials and programs are
different and they trust commercials. Between the ages of 6
and 8, children's interest in TV continues to grow. They
understand and remember what they watch. Most children in
this age range know that not all of what they see on the
screen is real. They can tell the difference between the
commercials and the programs and, by the age of 8, many
children know that the purpose of a commercial is to
persuade. Still, they watch ads with great interest. Between
the ages of 10 and 14, children's attention to TV stops
increasing and decreases into adulthood. They understand
some of the persuasion techniques used in commercials and
begin to turn their attention away from the TV when
commercials start. What is the impact of television on our
children? Childhood is a time of learning. Whatever children
are doing, whether they are in school, talking to their parents,
playing, helping with household chores or watching
television, they are gathering clues to help them make sense
of the world around them. They are developing skills, values
and thinking strategies that they will use throughout their
lives. Watching TV, children encounter a wide range of
places, people, and information that they might not meet in
their communities. They are exposed to issues, ideas and
values that might not be found in their own homes. As they
try to understand the world and how it works, children draw
on both real life and television experiences. The more TV
they watch, the more information and ideas they take away
from it.
QUESTÃO 59
(MACKENZIE)
If she had gone to the movies, __________.
a) she might be sick now
b) Jane would be busy
c) she would like to call Jane
d) she would have met Jane
e) Jane will be happy
QUESTÃO 60
SNORING - Half of men over 50 do it, but the real danger
comes from apnea
Marcel Ascue used to snore so loudly that his 5-year-old that
his son Nathan made a joke of ZZZing whenever he came
near. Tired of being a
punch line (and just
plain tired), Ascue, 44,
finally went to the
doctor and found he
had sleep apnea. Last
month
he
started
sleeping with a mask,
hooked to an air
pressurizer that covers his nose and forces a steady stream
of air down his throat. The jokes haven’t stopped yet – now
his wife quips that she’s sleeping with Darth Vades – but at
least the snoring has. Ascue’s story might amuse people who
don’t snore or have bed partners who do. But that’s not many
people. By 50, half of men and a quarter of women snore; 10
to 20 percent of Americans seek treatment for snoring each
year. The numbers are expected to jump as baby boomers
age, since snoring is a side effect of growing old, gaining
weight and losing muscle tone. During the day the brain
keeps the throat muscles taut and the airway open. When
sleep descends, the muscles relax and vibrate as air rushes
by.
Mary Carmichael, Newsweek (adapted)
To snore: roncar
Whenever: sempre que
Punch line: “parte final de uma piada”
Just plain: simplesmente
Hook: enganchar
Steady stream: fluxo constant
Quips: ironize
Seek: buscar; procurar
The correct information according to the text is:
(Extraído de www.media-awareness. ca/eng/med/home/resource/oma.htm)
Com base nas informações contidas no texto, é possível
afirmar que
a) crianças entre 2 e 5 anos estão muito mais interessadas
no desfecho do que na ação dos programas a que assistem
na TV.
b) o interesse da criança pela TV é crescente mas, na faixa
etária compreendida entre 10 e 14 anos, seu interesse pára
de crescer e começa a diminuir até a idade adulta.
c) antes de completar 4 anos, a criança já é capaz de
perceber, claramente, a diferença entre programas e
comerciais.
d) por volta dos 8 anos, a criança já demonstra interesse
particular pelos comerciais, embora não consiga identificar
que o propósito deles é persuadir.
e) o interesse da criança pela TV começa a se desenvolver
a partir dos 2 anos, quando já consegue acompanhar e
lembrar das histórias a que assiste.
a) Nathan made a ZZZing sound as soon as his father
snored.
b) The doctor suggested that Marcel wear a Darth Vader
mask in order to breathe steadily.
c) Marcel has not been able to tell jokes due to his apnea
treatment.
d) Bed partners who snore admit that 10 to 20 percent of
Americans seek treatment for snoring by 50.
e) As people age and get fat, they are more prone to snoring.
QUESTÃO 61
Do you know everything about Modal Verbs? Aponte a
alternativa ERRADA quanto ao uso dos Modal Verbs:
a) Should é usado para expressar recomendação ou
conselho.
b) Mustn’t é usado para expressar a obrigação e proibição
de se fazer algo.
c) Can é usado para expressar habilidade ou capacidade.
12
d) May é usado para expressar possibilidade ou permissão.
e) Must é usado para expressar ordem ou obrigação.
QUESTÃO 62
(UF-AC) Passando a frase “This is a sign of new times” para
o discurso indireto, temos:
a) That was a sign of new times.
b) That is being a sign of new times.
c) This were a sign of new times.
d) That were a sign of new times.
e) This are a sign of new times.
QUESTÃO 63
Choose the best answer according to the correct use of the
Indirect Speech for the next two sentences:
a) De acordo com o eu lírico, para o tempo em questão,
todos os baianos roubavam.
b) Fica claro, no texto, que o eu lírico se remete aos políticos
da Bahia.
c) A palavra “usuras”, no sexto verso, refere-se aos intensos
movimentos nos mercados.
d) O texto traz um certo lirismo, uma das características da
produção de Gregório de Matos.
e) No texto, fica claro que honestidade pode ser sinônimo de
pobreza.
QUESTÃO 67
(DOM BOSCO – Tocantins) Leia o poema abaixo, de João
Cabral de Melo Neto, que integra o livro A escola das facas:
A voz do canavial
I. John said “I have done all the activities”
II. His mother said “I am proud of you.”
a) I. John said that he had done all the activities.
II. His mother said that she was proud of him
b) I. John said that he has done all the activities.
II. His mother said that she was proud of him.
c) I. John said that he have done all the activities.
II. His mother said that she was proud of him
d) I. John said that he had done all the activities.
II. His mother said that she were proud of him
d) I. John said that he had had done all the activities.
II. His mother said that she were proud of him
Voz sem saliva da cigarra,
do papel seco que se amassa,
de quando se dobra o jornal:
assim canta o canavial,
ao vento que por suas folhas,
de navalha a navalha, soa,
vento que o dia e a noite toda
o folheia, e nele se esfola.
QUESTÃO 64
A boy says to his mother: “I don’t want to wake up early
tomorrow.” What did the boy say to his mother?
a) The boy said I don’t want to wake up early tomorrow.
b) The boy he doesn’t want to wake up early tomorrow
c) The boy said he won’t wake up early the next day.
d) The boy said he was not going to wake up early the next
day.
e) The boy said he didn’t want to wake up early the next day.
Marque a alternativa correta.
a) Entre os dois primeiros versos, tem-se um caso de elipse.
b) De acordo com o texto, ao se dobrar um jornal, tem-se a
uma voz como a do canavial.
c) Estilisticamente, a figura que prevalece no texto é a
metáfora.
d) O eu lírico deixa claro que a voz do canavial acontece
pela junção das navalhas em folha e do vento.
e) Pode-se inferir de que o vento soa no canavial, mas
também o esfola.
QUESTÃO 65
(CESGRANRIO) Mark the item that shows the correct ending
to the following sentence: If the process happens each time
we eat sugar, we:
QUESTÃO 68
(DOM BOSCO – Tocantins) Leia o fragmento de um
romance de Érico Veríssimo (1905-1975): comum às
questões: 68 e 69.
a) will have dental problems.
b) would have dental problems.
c) would have had dental problems.
d) could have dental problems.
e) may have had dental problems.
QUESTÃO 66
(DOM BOSCO – Tocantins) Leia o texto:
A cada canto um grande conselheiro,
Que nos quer governar cabana, e vinha,
Não sabem governar sua cozinha,
E podem governar o mundo inteiro.
(...)
Estupendas usuras nos mercados,
Todos, os que não furtam, muito pobres,
E eis aqui a Cidade da Bahia.
(Gregório de Matos. “Descreve o que era realmente naquele
tempo a cidade da Bahia de mais enredada por menos
confusa”. In: Obra poética (org. James Amado), 1990.)
Marque a alternativa correta.
O defunto dominava a casa com a sua presença
enorme.
Anoitecia, e os homens que cercavam o morto ali
na sala ainda não se haviam habituado ao seu silêncio
espesso.
Fazia um calor opressivo. Do quarto contíguo
vinham soluços sem choro. Pareciam pedaços arrancados
dum grito de dor único e descomunal, davam uma impressão
de dilaceramento, de agonia sincopada.
As velas ardiam e o cheiro da cera derretida se
casava com o perfume adocicado das flores que cobriam o
caixão. A mistura enjoativa inundava o ar como uma
emanação mesma do defunto, entrava pelas narinas dos
vivos e lhes dava a sensação desconfortante duma
comunhão com a morte.
O velho calvo que estava a um canto da sala, voltou
a cabeça para o militar a seu lado e cochichou:
— Está fazendo falta aqui é o Tico, capitão.
O oficial ainda não conhecia o Tico. Era novo na
cidade.
Então o velho explicou. O Tico era um sujeito que
sabia animar os velórios, contava histórias, tinha um jeito
especial de levar a conversa, deixando todo o mundo à
13
vontade. Sem o Tico era o diabo... Por onde andaria aquela
alma?
Entrou um homem magro, alto, de preto.
Cumprimentou com um aceno discreto de cabeça, caminhou
devagarinho até o cadáver e ergueu o lenço branco que lhe
cobria o rosto.
Por alguns segundos fitou na cara morta os olhos
tristes. Depois deixou cair o lenço, afastou-se enxugando as
lágrimas com as costas das mãos e entrou no quarto
vizinho.
O velho calvo suspirou.
— Pouca gente...
O militar passou o lenço pela testa suada.
— Muito pouca. E o calor está brabo.
— E ainda é cedo.
O capitão tirou o relógio: faltava um quarto para as
oito.
(Um lugar ao sol, 1978.)
Assinale a alternativa correta.
a) Érico Veríssimo representou o romance de 30 do
Modernismo brasileiro e um dos seus temas recorrentes era
os barrões do cacau da parte rica da Bahia.
b) De acordo com o texto, o Tico era o único sujeito que
sabia animar os velórios.
c) Pela análise do texto, o velho calvo que estava a um
canto da sala não sabia onde andaria o Tico a quem fez
referência.
d) O narrador, no momento que descreve a chegada de um
homem magro, alto, de preto, que fitou o cadáver, leva o
leitor a entender de que o morto trazia um olhar tristonho.
e) Pela descrição dos fatos, o narrador leva o leitor a crer
que diferente do militar, a quem o velho calvo dirigiu a voz, o
homem alto, de preto, que entrara para observar o cadáver,
conhecia o Tico.
QUESTÃO 69
(DOM BOSCO – Tocantins)
Marque a alternativa correta.
a) De acordo com o texto, o cheiro adocicado e enjoativo,
que inundava o ar em torno do defunto, tinha início no
derreter da cera das velas.
b) No texto narrado, há marcas dos discursos direto, indireto
e indireto-livre, o tempo é cronológico, mas o narrador não é
onisciente.
c) No período “...davam uma impressão de dilaceramento,
de agonia sincopada...”, final do terceiro parágrafo, a palavra
destacada poderia ser substituída por “compassada” que
não alteraria o sentido do texto.
d) No último parágrafo, o período “...O capitão tirou o relógio:
faltava um quarto para as oito” representa a função apelativa
da linguagem.
e) Nos períodos: “...e os homens que cercavam o morto ali
na sala...” (2º parágrafo); “...com o perfume adocicado das
flores que cobriam o caixão...” (4º parágrafo) e “...O Tico era
um sujeito que sabia animar os velórios...” (8º parágrafo),
sintaticamente o que apresenta a mesma função sintática.
Pararam no teu olhar as noites da Amazônia, mornas e
imensas.
No teu corpo longo
ficou dormindo a sombra das cinco estrelas do Cruzeiro.
O mato acorda no teu sangue
sonhos de tribos desaparecidas
– filha de raças anônimas
que se misturaram em grandes adultérios!
E erras sem rumo assim, pelas beiras do rio,
que teus antepassados te deixaram de herança.
O vento desarruma os teus cabelos soltos
e modela um vestido na intimidade do teu corpo exato.
À noite o rio te chama
e então te entregas à água preguiçosamente,
como uma flor selvagem
ante a curiosidade das estrelas.
(Raul Bopp apud Mário da Silva Brito. “Tapuia”. In: Poesia do Modernismo,
1968.)
Marque a alternativa incorreta.
a) Nos versos “As florestas ergueram braços peludos para
esconder-te/ com ciúmes do sol. ...” são possíveis de ser
identificadas metáfora e personificação.
b) No verso “... Pararam no teu olhar as noites da Amazônia,
mornas e imensas....” a palavra “noites” representa o núcleo
do sujeito e as palavras “da Amazônia” e “mornas e
imensas” apresentam a mesma função sintática: adjunto
adnominal
c) Nos versos “...O mato acorda no teu sangue/ sonhos de
tribos desaparecidas ...” o verbo destacado é transitivo direto
e indireto; e “ ... no teu sangue ...” é um adjunto adverbial.
d) Nos versos “...O vento desarruma os teus cabelos soltos/
e modela um vestido na intimidade do teu corpo exato....”, se
passarmos a palavra vento para o plural, apenas três
palavras sofrerão alterações para que o texto fique de
acordo com a norma culta.
e) Na última estrofe, o eu lírico vê as estrelas como
espectadoras de um espetáculo divino, sensual da natureza
humana.
QUESTÃO 71
(DOM BOSCO – Tocantins)
Leia o excerto do poema “Poemeto erótico”, de Manuel
Bandeira:
Teu corpo claro e perfeito,
– Teu corpo de maravilha,
Quero possuí-lo no leito
Estreito da redondilha…
(...)
QUESTÃO 70
(DOM BOSCO – Tocantins)
É puro como nas fontes
A água clara que serpeja,
Que em cantigas se derrama...
Tapuia
(...)
As florestas ergueram braços peludos para esconder-te
com ciúmes do sol.
Teu corpo é tudo o que brilha,
Teu corpo é tudo o que cheira…
Rosa, flor de laranjeira…
E a tua carne triste se desabotoa nos seios,
recém-chegados do fundo das selvas.
Considere as afirmativas a seguir:
14
I – A métrica dos versos da primeira estrofe é clássica e a
função metalinguística também se faz presente.
II – Na segunda estrofe, para fugir da licença poética e
atender à norma culta, o verbo derramar deveria estar no
plural.
III – Na terceira estrofe, apesar de não ter uma palavra que
represente o brilho, o eu lírico representa o cheiro como
“Rosa, flor de laranjeira”.
IV – Apesar do eu lírico ter uma visão clara do objeto de
desejo observado, corpo feminino, não se pode garantir que
tenha diante de si uma mulher de pele morena ou de pele
branca.
Marque a alternativa correta.
a) Apenas as afirmativas I, II e IV são verdadeiras.
b) Apenas as afirmativas II e III são verdadeiras.
c) Apenas as afirmativas III e IV são verdadeiras.
d) Apenas as afirmativas I e III são verdadeiras.
e) Apenas as afirmativas II, III e IV são verdadeiras.
QUESTÃO 72
Amigo Di Cavalcanti
A hora é grave e
inconstante.
Tudo aquilo que prezamos
O povo, a arte, a cultura
Vemos sendo desfigurado
Pelos homens do passado
Que por terror ao futuro
Optaram pela tortura.
Poeta Di Cavalcanti
Nossas coisas bem-amadas
Neste mesmo exato instante
Estão sendo desfiguradas.
Hay que luchar, Cavalcanti
Como diria Neruda.
Por isso, pinta, pintor
Pinta, pinta, pinta, pinta
Pinta o ódio e pinta o amor
Com o sangue de tua tinta
Pinta as mulheres de cor
Na sua desgraça distinta
Pinta o fruto e pinta a flor
Pinta tudo que não minta
Pinta o riso e pinta a dor
Pinta sem abstracionismo
Pinta a Vida, pintador
No teu mágico realismo!
Vinicius de Moraes MORAES, V. Amigo Di Cavalcanti. Disponível em:
<http://www.viniciusdemoraes.com.br>. Acesso em: 23set.2013.
Levando em consideração questões relativas ao texto,
analise as afirmativas que seguem.
I. O poema transcrito, tendo em vista as características
apresentadas, como a sobriedade na linguagem,
comparando-se com a ousadia da fase anterior, é um
exemplar da poesia produzida no Segundo Momento
Modernista. Neste, entre outros objetivos, buscou-se
entender a relação homem x universo.
II. Quanto ao emprego da vírgula, sobretudo em relação ao
vocativo, percebe-se que ora o poeta segue a regra
gramatical, ora a infringe. Possivelmente, a omissão desse
sinal, na primeira estrofe, deva se à retratação da intimidade
com Cavalcanti; a presença, na segunda, indica certa
formalidade com o pintor.
III. O estrangeirismo, na segunda estrofe, é empregado por
se tratar de uma citação direta de Neruda. O emprego dessa
variedade linguística revela que Vinicius de Moraes fugiu à
principal proposta de sua Geração Modernista: adotar uma
postura de valorização do perfil nacional.
IV. O poema apresenta estrutura paralelística, evidenciada,
principalmente, pela repetição do vocábulo ‘pinta’. Essa
estratégia, junto ao emprego de figuras como aliteração e
assonância, contribui para a obtenção da musicalidade,
recurso característico do texto poético.
V. As palavras ‘pintor’ e ‘pintador’ têm sentidos iguais, assim
como, no texto, ‘Vida’ apresenta a mesma relevância
semântica que ‘fruto’, ‘flor’, ‘riso’ e ‘dor’. Portanto, não há
como justificar o emprego da inicial maiúscula apenas para o
vocábulo ‘Vida’, tampouco o ponto de exclamação fechando
o poema.
Estão corretas, apenas:
a) I e II
b) I e IV
c) I, II e IV
d) II, III e V
e) III e V
QUESTÃO 73
Leia atentamente
Inconfidência:
este
trecho
do
Romanceiro
Romance LIV ou DO ENXOVAL INTERROMPIDO
Aqui esteve o noivo,
de agulha e dedal,
bordando o vestido
do seu enxoval.
Em Maio, era em Maio,
num Maio fatal;
feneciam rosas
pelo seu quintal.
Por estrada e monte,
neblina total.
No perfil da lua,
um nimbo mortal.
(Mas quem lê na névoa
o amargo sinal?)
A noite da Vila
é densa e glacial.
O sono, embuçado
em cada beiral.
Quem não dorme, sonha
com seu enxoval.
A agulha, de prata,
e de ouro, o dedal.
Em haste de cera,
ergue o castiçal
para a turva noite
lírio de cristal.
“Sabeis, ó pastora,
daquele zagal*
que andava num prado
sobrenatural?
Teria inimigo?
Teria rival?”
da
15
O sono conversa
em cada poial**.
“Sabeis, ó pastora,
quem seja o chacal
que os passos arrasta
de longe arraial?
Eu vi sua língua
é um negro punhal.
Que mortes fareja
o imundo animal?”
(MEIRELES, Cecília. Romanceiro da Inconfidência.
São Paulo: Edusp/Imesp, 2004. p. 149.)
*Zagal: pastor.
**Poial: assento de pedra na entrada de uma casa.
O Romanceiro da Inconfidência, de Cecília Meireles, vinculase a uma tradição literária que prevê a mescla de gêneros.
No livro, a recriação de fatos históricos, as falas de
personagens espalhadas por toda a peça e a linguagem
repleta de recursos expressivos poéticos resultam em uma
obra singular. Com base nisso, considere as seguintes
afirmativas:
1. A primeira estrofe apresenta o personagem central e sua
ação anterior a uma reviravolta.
2. A segunda estrofe possui imagens líricas que podem ser
associadas à poética do personagem retratado, como o
carpe diem presente no verso “feneciam rosas”.
3. A contraposição entre dormir e sonhar, na terceira estrofe,
é desenvolvida no diálogo entre a pastora e o sono,
transcrito entre aspas.
4. O diálogo final atenua gradativamente a aflição inicial ao
apresentar um conjunto de interrogações estruturadas em
linguagem figurada.
Assinale a alternativa correta.
a) Somente a afirmativa 2 é verdadeira.
b) Somente as afirmativas 2 e 3 são verdadeiras.
c) Somente as afirmativas 1, 2 e 3 são verdadeiras.
d) Somente as afirmativas 1, 2 e 4 são verdadeiras.
e) Somente as afirmativas 3 e 4 são verdadeiras.
QUESTÃO 74
Mulher, Irmã, escuta-me: não ames,
Quando a teus pés um homem terno e curvo
jurar amor; chorar pranto de sangue,
Não creias, não, mulher: ele te engana!
[...]
MACEDO, Joaquim Manuel de. A nebulosa. Rio de
Janeiro: H. Garnier, s.d. Fragmento.
A ideia expressa no poema de Joaquim Manuel de Macedo
encontra correspondência nos seguintes versos:
a) “De tudo ao meu amor serei atento/ Antes, e com tal zelo,
e sempre, e tanto/ Que mesmo em face do maior
encanto/Dele se encante mais meu pensamento” (Vinicius
de Moraes)
b) “Transforma-se o amador na cousa amada,/ Por virtude
do muito imaginar;/ Não tenho logo mais que desejar,/ Pois
em mim tenho a parte desejada.” (Luís Camões)
c) “Teresa, se algum sujeito bancar o/ sentimental em cima
de você [...]/ Não acredite não Teresa [...]/ É tapeação”
(Manuel Bandeira)
d) “Por muito tempo achei que a ausência é falta./ E
lastimava, ignorante, a falta./ Hoje não a lastimo./ Não há
falta na ausência.” (Carlos Drummond de Andrade)
e) “Este é um poema de amor/ tão meigo, tão terno, tão
teu.../ É uma oferenda aos teus momentos/ de luta e de brisa
e de céu...” (Cora Coralina)
QUESTÃO 75
Texto I
“Vais encontrar o mundo, "disse-me meu pai, à porta do
Ateneu". Coragem para a luta.” Bastante experimentei
depois a verdade deste aviso, que me despia, num gesto,
das ilusões de criança educada exoticamente na estufa de
carinho que é o regime do amor doméstico, diferente do que
se encontra fora, tão diferente, que parece o poema dos
cuidados maternos um artifício sentimental, com a vantagem
única de fazer mais sensível a criatura à impressão rude do
primeiro ensinamento, têmpera brusca da vitalidade na
influência de um novo clima rigoroso. Lembramo-nos,
entretanto, com saudade hipócrita, dos felizes tempos; como
se a mesma incerteza de hoje, sob outro aspecto, não nos
houvesse perseguido outrora e não viesse de longe a
enfiada das decepções que nos ultrajam.
Eufemismo, os felizes tempos, eufemismo apenas, igual aos
outros que nos alimentam, a saudade dos dias que correram
como melhores. Bem considerando, a atualidade é a mesma
em todas as datas. Feita a compensação dos desejos que
variam, das aspirações que se transformam, alentadas
perpetuamente do mesmo ardor, sobre a mesma base
fantástica de esperanças, a atualidade é uma. Sob a
coloração cambiante das horas, um pouco de ouro mais pela
manhã, um pouco mais de púrpura ao crepúsculo — a
paisagem é a mesma de cada lado beirando a estrada da
vida.
Eu tinha onze anos.
[...]
POMPEIA, Raul. O ateneu. 16ª. ed. São Paulo: Ática, 1996. p.1. Fragmento.
Texto II
João Romão foi, dos treze ao vinte e cinco anos, empregado
de um vendeiro que enriqueceu entre as quatro paredes de
uma suja e obscura taverna nos refolhos do bairro do
Botafogo; e tanto economizou do pouco que ganhara nessa
dúzia de anos, que, ao retirar-se o patrão para a terra, lhe
deixou, em pagamento de ordenados vencidos, nem só a
venda com o que estava dentro, como ainda um conto e
quinhentos em dinheiro.
Proprietário e estabelecido por sua conta, o rapaz atirou-se à
labutação ainda com mais ardor, possuindo-se de tal delírio
de enriquecer, que afrontava resignado as mais duras
privações. Dormia sobre o balcão da própria venda, em cima
de uma esteira, fazendo travesseiro de um saco de estopa
cheio de palha. A comida arranjava-lha, mediante
quatrocentos réis por dia, uma quitandeira sua vizinha, a
Bertoleza, crioula trintona, escrava de um velho cego
residente em Juiz de Fora e amigada com um português que
tinha uma carroça de mão e fazia fretes na cidade.
Bertoleza também trabalhava forte; a sua quitanda era a
mais bem afreguesada do bairro. De manhã vendia angu, e
à noite peixe frito e iscas de fígado; pagava de jornal a seu
dono vinte mil-réis por mês, e, apesar disso, tinha de parte
quase que o necessário para a alforria. Um dia, porém, o
seu homem, depois de correr meia légua, puxando uma
carga superior às suas forças, caiu morto na rua, ao lado da
carroça, estrompado como uma besta.
[...]
AZEVEDO, Aluísio. O cortiço. 30ª ed. São Paulo: Ática, 1997. p.1. Fragmento.
16
Vocabulário
Jornal: paga de um dia de trabalho.
Considerando o momento em que foram escritos os dois
romances, podemos destacar:
a) a ambição desmedida das personagens.
b) a capacidade de não se influenciarem com o ambiente em
que vivem.
c) a influência do meio sobre o comportamento das
personagens.
d) a busca pelo amor como solução para todos os
problemas.
e) as memórias das personagens compartilhadas com o
leitor.
QUESTÃO 76
O velho me ofereceu uma xícara de café. E começou a me
interrogar.
— Vai trabalhar p’ra quem, menino?
— P’ra Mané Frajelo.
— P’ra aquela miséria? Tá bem arranjado. Quanto ele vai te
pagar? Mil e quinhentos réis?
— Não sei. O empregado dele é que vai me dizer.
— Trabalhadô de lá nunca tem saldo. Vicente trabalhou
p’ra ele. Vicente!
Vicente era o tal sujeito de talho na cara.
— Vancê que já foi alugado de Mané Frajelo, que tal acha
ele?
— [...] Trabaiei lá três ano. Quando saí adivinha qual era o
meu saldo?
O velho sorria.
— Cinco mil-réis. Pió do que ele só João Vremeio, o tar do
dispenseiro dele.
O trem apitou. Voltamos às pressas para a classe. O
Cearense disse:
— Eu vou trabaiá p’ro Coroné Chico Vieira. Que tar?
— Sempre é mió que Mané Frajelo.
— Eles todos são igual.
QUESTÃO 78
A casa alsaciana
Estranho que estejamos decidindo agora esse afastamento
tecnicamente planejado. Estudo, trabalho, opções políticas
são argumentos insofismáveis quando a gente não se
suporta. Só a procurei para ouvir a confirmação: não dava,
não estava segura do que fazer, não tinha interesse. Meu
trabalho, seu ponto de vista, suas angústias, minhas
posições, tudo era incompatível. Não há filosofia que
aguente noites seguidas sem dormir.
[...]
VOGT, Carlos. A casa alsaciana. In: Contos paulistas.
Porto Alegre: Mercado Aberto, 2001. p.33. Fragmento.
No trecho “Não há filosofia que aguente noites seguidas
sem dormir.”, a oração destacada:
a) apresenta sujeito simples.
b) apresenta sujeito composto.
c) apresenta sujeito oculto.
d) apresenta sujeito indeterminado.
e) não apresenta sujeito.
QUESTÃO 79
Com base na tira abaixo, responda às questões que se
seguem.
AMADO, Jorge. Cacau . Rio de Janeiro: Record, 2000. Fragmento.
A partir do diálogo presente no fragmento da obra de Jorge
Amado, é possível afirmar que as personagens:
a) cometem erros gramaticais propositadamente.
b) consideram antiquado o uso da norma-padrão.
c) devem ser provenientes da zona rural.
d) devem ser provenientes da zona urbana.
e) falam de acordo com a norma-padrão.
QUESTÃO 77
Este sobrado aqui, dizia ele, apontando para uma casa
esguia e igual às outras da rua, é de Frederico Bacher [...]
chegou aqui sem nada; hoje, veja como está rico! E aqui são
todos assim, todos têm muito dinheiro. Pode-se dizer que o
comércio do Cachoeiro é mais forte do que o de Vitória...
Ainda não se deu um caso de quebra.... Estes alemães têm
olho... Se fossem brasileiros, estava tudo arrebentado.
No último quadro, a fala da minhoca revela uma reação
comum das vítimas de discriminação.
Essa fala deixa subentendida a intenção da personagem de:
a) atacar o opressor com alguma iniciativa
b) questionar a razão de vários preconceitos
c) aceitar sua condição de certa inferioridade
d) transferir seu problema para outro grupo
e) esconder o seu estado de também ser preconceituosa
QUESTÃO 80
A leitura da charge permite inferir que:
ARANHA, Graça. Canaã. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982. p. 41.
Fragmento.
O tema da obra Canaã, de Graça Aranha, é a:
a) alteração na vida social do Rio de Janeiro.
b) crítica à miséria e à preguiça do caboclo.
c) emigração brasileira na Alemanha.
d) imigração alemã no Espírito Santo.
e) vida do sertanejo nordestino.
a) Na fala do avô, está implícita a ideia de que ele admite
seu completo desconhecimento da área jurídica.
b) O avô tenta disfarçar, por meio de suas respostas, seu
desconhecimento sobre a origem etimológica da expressão
'habeas corpus'.
17
c) A resposta deixa pressuposta a ideia de que, na opinião
do avô, o assunto em questão não deveria ser do interesse
de uma criança.
d) A fala do avô deve ser compreendida como uma crítica
explícita aos políticos de modo geral.
e) O comentário do avô, no segundo quadrinho, contém uma
crítica às iniquidades permitidas pelo judiciário.
QUESTÃO 81
Leia o texto abaixo para responder à questão.
27
Aumenta o número de adultos que não consegue
focar sua atenção em uma única coisa por muito tempo.
37
São tantos os estímulos e tanta a pressão para que o
entorno seja completamente desvendado que aprendemos a
34
ver e/ou fazer várias coisas ao mesmo tempo. Nós nos
tornamos, à semelhança dos computadores, pessoas
multitarefa, não é verdade?
41
Vamos tomar como exemplo uma pessoa
4
dirigindo. Ela precisa estar atenta aos veículos que vêm
atrás, ao lado e à frente, à velocidade média dos carros por
onde trafega, às orientações do GPS ou de programas que
6
sinalizam o trânsito em tempo real, às informações de
29
alguma emissora de rádio que comenta o trânsito, ao
9
planejamento mental feito e refeito várias vezes do trajeto
20
que deve fazer para chegar ao seu destino, aos semáforos,
faixas de pedestres etc.
35
19
Quando me vejo em tal situação, eu me lembro
14
45
que dirigir, após um dia de intenso trabalho no retorno
para casa, já foi uma atividade prazerosa e desestressante.
18
O uso da internet ajudou a transformar nossa
23
maneira de olhar para o mundo. Não mais observamos os
1
detalhes, por causa de nossa ganância em relação a novas
e diferentes informações. Quantas vezes sentei em frente ao
44
38
computador para buscar textos sobre um tema e, de
24
39
15
repente, me dei conta de que estava em temas que em
nada se relacionavam com meu tema primeiro.
Aliás, a leitura também sofreu transformações pelo
16
nosso costume de ler na internet. Sofremos de uma
43
tentação permanente de pular palavras e frases inteiras,
apenas para irmos direto ao ponto. O problema é que
22
alguns textos exigem a leitura atenta de palavra por
5
palavra, de frase por frase, para que faça sentido. Aliás,
não é a combinação e a sucessão das palavras que dá
sentido e beleza a um texto?
3
Se está difícil para nós, adultos, focar nossa
2
atenção, imagine, caro leitor, para as crianças. Elas já
8
nasceram neste mundo de profusão de estímulos de todos
os tipos; elas são exigidas, desde o início da vida, a dar
conta de várias coisas ao mesmo tempo; elas são
estimuladas com diferentes objetos, sons, imagens etc.
46
Aí, um belo dia elas vão para a escola.
Professores e pais, a partir de então, querem que as
crianças prestem atenção em uma única coisa por muito
36
tempo.
E quando elas não conseguem, reclamamos,
levamos ao médico, arriscamos hipóteses de que sejam
portadoras de síndromes que exigem tratamento etc.
42
A maioria dessas crianças sabe focar sua
atenção, sim. Elas já sabem usar programas complexos em
10
seus aparelhos eletrônicos, brincam com jogos desafiantes
que exigem atenção constante aos detalhes e, se
21
deixarmos, passam horas em uma única atividade de que
gostam.
17
Mas, nos estudos, queremos que elas prestem
26
28
atenção no que é preciso, e não no que gostam. E isso,
caro leitor, exige a árdua aprendizagem da autodisciplina.
Que leva tempo, é bom lembrar.
32
As crianças precisam de nós, pais e professores,
31
para começar a aprender isso. Aliás, boa parte desse
trabalho é nosso, e não delas.
12
Não basta mandarmos que elas prestem atenção:
33
13
isso de nada as ajuda. O que pode ajudar, por exemplo,
40
7
é analisarmos o contexto em que estão quando precisam
25
focar a atenção e organizá-lo para que seja favorável a tal
11
exigência. E é preciso lembrar que não se pode esperar
30
toda a atenção delas por muito tempo: o ensino desse
quesito no mundo de hoje é um processo lento e gradual.
SAYÃO, Rosely. “Profusão de estímulos”. Folha de São Paulo, 11 fev. 2014 –
adaptado.
Em que opção a articulista estabelece explicitamente um
diálogo com o interlocutor?
a) “E isso, caro leitor, exige a árdua aprendizagem [...].” (ref.
28)
b) “As crianças precisam de nós, pais e professores, [...].”
(ref. 32)
c) “Vamos tomar como exemplo um pessoa dirigindo.” (ref.
41)
d) “O que pode ajudar, por exemplo, é analisarmos [...].” (ref.
13)
e) “Se está difícil para nós, adultos, focar nossa [...].” (ref. 3)
QUESTÃO 82
Às vezes me jogo na cama, meto a cara fundo no
travesseiro e tento chorar.
ABREU, Caio Fernando. Uma praiazinha de areia bem clara, ali,
na beira da sanga. In: Os dragões não conhecem o paraíso.
São Paulo: Companhia das Letras, 1988. Fragmento.
No fragmento do conto de Caio Fernando Abreu, há:
a) duas orações coordenadas assindéticas e uma oração
coordenada sindética aditiva.
b) duas orações coordenadas sindéticas aditivas e uma
oração coordenada assindética.
c) três orações coordenadas assindéticas.
d) três orações coordenadas sindéticas aditivas.
e) uma oração coordenada sindética aditiva e duas orações
coordenadas sindéticas adversativas.
QUESTÃO 83
—Alô?
—Oi, é Lourival?
—Sim, fala, Calixto.
—Cê queria falar comigo?
—Queria sim, seguinte, tem um lugar aí do lado do seu
trampo que eu tava a fim de ir, queria ver se não quer
chegar lá comigo.
FERRÉZ. Sebo. In: Deus foi almoçar. São Paulo: Planeta, 2012. Fragmento.
A partir da leitura do fragmento do conto de Ferréz,pode-se
afirmar que o diálogo entre as personagens:
a) deveria ser corrigido, pois desobedece à norma-padrão.
b) evidencia a alta escolaridade de Lourival e Calixto.
c) indicia a informalidade da situação discursiva.
d) provavelmente ocorreu em um ambiente formal.
e) revela a incapacidade linguística de Lourival e Calixto.
QUESTÃO 84
Bidê falava no telefone, pés sobre a mesa, calção, sem
camisa, ventilador ligado bem diante de seu rosto, ri ri ri, sua
risada soava artificial, ri ri, querem subir o morro, é?, ele
perguntou, sem demonstrar preocupação. Querem? Invadir
18
é mole, ri ri ri, é fácil descer o cacete, chutar porta de mané
e prender cidadão, coisa de neném, ri ri ri, o problema é
depois, ri ri ri, essa é a questão, ri ri, vão querer? Sabe como
é, meu nego, isto aqui não tem saída. Dar o fora daqui é
coisa para especialista. Ri ri ri. Rocinha, Reizinho
decorando, fuzis, ri ri ri, a risada de Bidê desviava a atenção
do garoto, será que esses caras não aprendem? [...]
Vão levar, afirmou Bidê no telefone, vão levar bala, meu
nego, ri ri ri, bala. Merrrmo. Meu nego. Ponte do fundo,
decorando, volume de vendas cinquenta e oito quilos por
mês. Ri ri.
MELO, Patrícia. Inferno. Rio de Janeiro: Rocco Digital, 2011, e-book.
Fragmento.
No fragmento, os discursos do narrador e das personagens
Bidê e Reizinho parecem se misturar. Tal recurso favorece o
fluxo de pensamento e o emprego da linguagem:
a) erudita.
b) formal.
c) técnica.
d) informal.
e) não verbal.
QUESTÃO 85
A noite trouxe uma neblina densa. Aurora tirou da cesta e
arrumou sobre uma toalha peixes em salmoura, biscoitos,
confeitos, mel, figos, vinho, copos, pratos, talheres. Mariana
e Valentim, em torno da fogueira, enrolaram-se em peles.
Ele serviu o vinho.
— O que o senhor faz, nas Minas?
— Tenho algumas lavras, com meus irmãos.
MIRANDA, Ana. O retrato do rei. São Paulo:
Companhia das Letras, 1991. Fragmento.
O período que contém uma oração coordenada sindética
aditiva é:
a) “A noite trouxe uma neblina densa.”
b) “Aurora tirou da cesta e arrumou sobre uma toalha peixes
em salmoura, biscoitos, confeitos, mel, figos, vinho, copos,
pratos, talheres.”
c) “Mariana e Valentim, em torno da fogueira, enrolaram- se
em peles.”
d) “Ele serviu o vinho.”
e) “— O que o senhor faz, nas Minas?”
QUESTÃO 86
Em 1975, fui um trabalhador ilegal em Frankfurt, na
Alemanha. Embora proibissem a contratação de
estrangeiros sem documentação legal ou autorização oficial
para o trabalho, havia uma imensa demanda de mão de obra
em atividades não especializadas. Bastava uma mentira
piedosa qualquer, prometendo os tais papéis para breve,
que o candidato era imediatamente contratado.
TEZZA, Cristóvão. Imigrantes. In: Um operário em férias: crônicas.
São Paulo: Companhia das Letras, 2013. Fragmento.
O trecho que contém uma oração subordinada adverbial
concessiva, na crônica “Imigrantes”, é:
a) “fui um trabalhador ilegal em Frankfurt”.
b) “embora proibissem a contratação de estrangeiros sem
documentação legal ou autorização oficial para o trabalho”.
c) “havia uma imensa demanda de mão de obra em
atividades não especializadas”.
d) “Bastava uma mentira piedosa qualquer”.
e) “que o candidato era imediatamente contratado”.
QUESTÃO 87
Tendo Mestre Serafim desaconselhado a viagem durante a
noite, partiram ao amanhecer.
SUASSUNA, Ariano. A história do amor de Fernando e Isaura.
Rio de Janeiro: José Olympio, 2013, e-book. Fragmento.
A transformação da oração reduzida em oração
desenvolvida, mantendo o sentido causal, tem como
resultado:
a) Ainda que Mestre Serafim desaconselhasse a viagem
durante a noite, partiram ao amanhecer.
b) Embora Mestre Serafim desaconselhasse a viagem
durante a noite, partiram ao amanhecer.
c) Enquanto Mestre Serafim desaconselhava a viagem
durante a noite, partiram ao amanhecer.
d) Para que Mestre Serafim desaconselhasse a viagem
durante a noite, partiram ao amanhecer.
e) Uma vez que Mestre Serafim desaconselhou a viagem
durante a noite, partiram ao amanhecer.
QUESTÃO 88
Quando me disseram que estava a escolha feita da casa de
educação que me devia receber, a notícia veio achar-me em
armas para a conquista audaciosa do desconhecido.
PAIVA, Marcelo Rubens.Fundação Biblioteca Nacional.
Qual das alternativas a seguir, retiradas da mesma obra,
apresenta uma oração classificada de forma semelhante à
sublinhada no fragmento?
a) Alguns, munidos de anzóis, acocoravam-se à beira do
açude, como batráquios, enquanto esperavam que pintasse
a probabilidade difícil de um peixe.
b) Aquela gente toda devia ser, de costas, a autoridade
policial, feição do poder público que eu não discriminava
ainda bem, mas já considerava.
c) Eram todos culpados; havia de adoecer, havia de adoecer
gravemente para que tivessem remorsos, eles mesmos, o
Silvino, Aristarco, todos os seus algozes!
d) Rebelo sofria da vista, tanto que muito tarde pudera
entregar-se aos estudos.
e) Se eu dissesse o que se conta dele... aqueles olhinhos
úmidos de Senhora das Dores...
QUESTÃO 89
As alternativas a seguir contêm trechos da obra Carvão
animal, de Ana Paula Maia (Rio de Janeiro: Record, 2011,
e-book). Em qual delas há uma oração subordinada adjetiva
restritiva?
a) Aqueles que não possuem dentes se tornam menos que
miseráveis.
b) Convenceu-se de que pode suportar maiores provações
do que os outros.
c) Entendeu que o fogo é traiçoeiro.
d) O melhor conselho é que o indivíduo preserve os dentes
mais que a própria dignidade.
e) O outro bombeiro, que foi juntamente designado para o
trabalho com Ernesto Wesley, assume o controle da
motosserra.
QUESTÃO 90
Em qual dos trechos a seguir, retirados da obra Boca do
inferno, de Ana Miranda (São Paulo: Companhia das Letras,
1989), a oração sublinhada exerce a função de sujeito?
19
a) Alguns saíram dali certos de que o desembargador havia
ficado louco.
b) Ele replicou que ninguém era melhor do que ele.
c) É preciso que os ordenanças deixem o cerco do colégio e
que os homiziados sejam libertados.
d) Peço a Deus que Gonçalo tenha participado do crime e
que o possamos provar.
e) Só depois do anoitecer lembrou-se de que tinha uma
incumbência importante.
RASCUNHO