Colégio Oficina 3

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Colégio Oficina 3
Colégio Oficina
2014Salvador/Sec/Manuais/20140130_Guia do aluno_9º ano.pmd - prof&lau
Guia do Aluno 2014
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APRESENTAÇÃO
Aos nossos queridos(as) alunos(as),
É chegado um novo tempo e, com este, a expectativa
do que virá. Responsabilidade, dinamismo, disposição
e energia são as palavras de ordem do ano de 2014 e
nós, sem dúvida estaremos JUNTOS, trilhando este
caminho, superando as dificuldades e experimentando
novas experiências!
Desejamos que esta seja mais uma trajetória de
amadurecimento e aprendizagens e que possamos
alcançar grandes objetivos!!
A todos um excelente 2014!!
Com carinho,
Direção e Equipe Pedagógica.
9º ano do Ensino Fundamental
(8ª série)
*Este Manual também está disponível no nosso site:
www.colegiooficina.com.br
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ÍNDICE
6
Pense com a gente
06
Histórico
07
Equipe Técnico-pedagógica
08
Direitos e Deveres
08
Normas e rotinas
11
Sistema de avaliação
15
Orientações de Estudos
19
Projetos Pedagógicos
21
Programação anual
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PENSE COM A GENTE
TEMPO DE ARRUMAR
Gabriel Perissé*
Arrumar o rumo, arrumar os olhos, arrumar os livros, arrumar a alma.
Tempo de arrumar o tempo que dedico ao ócio, e que o ócio me permita negociar
comigo mesmo o preço impagável da reflexão.
Arrumar as roupas, arrumar o corpo, arrumar a cama, arrumar a agenda.
Tempo de arrumar os pensamentos, esse infinito jogo de dominó, jogo de
impaciente paciência, sempre novo jogo da velha, jogo da verdade, jogo da mentira,
jogo de cintura, jogo em que aposto tudo o que tenho naquilo tudo que sou.
Arrumar as ruas, arrumar as pontes, arrumar os becos, arrumar os prédios.
Tempo de arrumar os afetos, os sentimentos, as emoções, as intuições, tempo
de arrumar as lembranças, tempo de arrumar as mágoas que ficaram nas gavetas
do tempo, tempo de arrumar o coração.
Arrumar o que restou de ontem, arrumar o que ficou depois da desistência, o
que sobrou depois das tempestades.
Tempo de arrumar por dentro e por fora, de esvaziar o cheio, de encher o
esvaziado, de arrancar o podre e replantar o belo, de cortar o excesso e incrementar
o atrofiado.
Arrumar com ritmo, com calma, arrumar com atenção, com respeito, com vontade.
Tempo de arrumar o espaço para que nele eu caiba, para que nele eu guarde e
resguarde, para que nele eu sobreviva e viva, para que nele eu durma, para que
nele eu sonhe, para que nele eu acorde afinal.
Arrumar a rotina, arrumar os deveres, arrumar os papéis, arrumar o passado.
Tempo de arrumar a vida em suas dimensões mais prosaicas ou arcaicas, vida
que é labirinto, escadaria, oceano, deserto, jardim, montanha e outras metáforas.
Arrumar o riso, arrumar a raiva, arrumar a saudade, arrumar os desejos.
Tempo de arrumar as pedras, classificá-las pela ordem de chegada, arrumar um raciocínio
para entender esse apedrejamento, arrumar forças para não morrer antes do tempo.
Arrumar os ritos, recuperar da religião a pertinência, recuperar da esperança a
contundência, recuperar das palavras o som e o sentido.
Tempo de arrumar uma forma de atravessar o mar e chegar a outras terras, a outros
mundos, sem querer colonizar ou explorar — vontade apenas de conhecer o inusitado.
Arrumar o raso e o profundo, arrumar o texto, a pontuação, arrumar o estilo.
Tempo de arrumar o tabuleiro da existência, arrumar as peças, e fazer lances
melhores em novas partidas.
*Gabriel Perissé é doutor em Educação pela USP e escritor.
Website: http://www.perisse.com.br/
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HISTÓRICO
A história do Colégio Oficina tem início na década de 1990, quando
um grupo de professores comprometidos com o ideal de transformação
democrática da sociedade, cria o Curso Oficina. A origem do nome está
no Teatro Oficina que, nos anos de 1960, ousou apresentar textos
polêmicos e críticos no teatro brasileiro, contrariando os rigores da
censura institucionalizada pela ditadura militar. Esse papel desafiador
do Teatro Oficina, no contexto político-cultural do país, serviu de
inspiração para a formulação de um projeto inovador. Cinco anos mais
tarde, quando já se aliava a experiência de dirigir uma instituição de
ensino à de anos de docência, passados nas incontáveis salas de aula de
diversos colégios de Salvador, decidiu-se por fundar uma escola de
primeiro e segundo graus, atuais Ensino Fundamental e Médio. A partir
daí, temos traduzido o saber teórico em práticas, através dos nossos
projetos pedagógicos. Completaremos 25 anos de existência,
enfrentando desafios, mudanças, descobertas, resgates, isto é, pensando
e fazendo EDUCAÇÃO.
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EQUIPE TÉCNICO-PEDAGÓGICA
Diretoria Geral:
• Lurdinha Viana
• Magaly Figueiredo
• Márcia Kalid
Vice-direção:
• Teresa Cristina Vieira
Gerência Financeira:
• Heleno Kalid
Coordenação Pedagógica
Ensino Fundamental
• Teresa Cristina Vieira
Orientação Pedagógica
• Camila Figueiredo
Gerência de RH:
• Mariana Viana
DIREITOS E DEVERES
Direitos do aluno:
01. Receber educação de qualidade tal que lhe proporcione uma formação
integral como cidadão.
02. Ser considerado e valorizado em sua individualidade.
03. Ser respeitado em suas convicções religiosas, políticas, em sua condição
social, étnica, em sua orientação sexual e em seus direitos de cidadão.
04. Ter respeitadas sua história de vida e as características sociais e históricas
da comunidade em que vive.
05. Ser tratado com respeito pelos membros da comunidade escolar.
06. Organizar o Grêmio conforme estatutos próprios, para tratar dos
interesses estudantis.
07. Filiar-se, votar e ser votado para o Grêmio, conforme estatutos.
08. Ser informado sobre o Regimento Escolar, programas, calendário,
cronogramas.
09. Escolher livremente seus representantes de projetos, que deverão
representar a turma nas atividades necessárias junto aos órgãos
Colegiados e apresentar sugestões que favoreçam o processo ensino-aprendizagem, bem como dirigir-se ao Corpo Técnico-Pedagógico
para convocação de reuniões com fins diversos.
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10. Assegurar o direito de liberdade de expressão, desde que resguardado o
respeito às pessoas e à instituição.
11. Ser orientado em suas dificuldades de aprendizagem e socioafetivas.
12. Ser ouvido em suas reivindicações e/ou insatisfações.
13. Tomar conhecimento, através do boletim escolar, das notas obtidas e
de seu desempenho.
14. Receber trabalhos, tarefas e verificações devidamente corrigidas em
tempo hábil estabelecido pela Coordenação Pedagógica.
15. Em caso de necessidade, justificar quando comprovada alguma falta,
assistido pelo responsável e munido de atestado.
16. Solicitar 2ª via de qualquer documento, mediante pagamento das taxas
estipuladas, considerando os prazos solicitados pelo setor.
17. Participar dos eventos e atividades multidisciplinares e complementares
acontecidos no decorrer do ano letivo.
18. Solicitar equipamentos audiovisuais, quando necessário, sempre com
acompanhamento de um professor ou funcionário responsável pelo
cuidado e devolução no prazo estabelecido pela coordenação.
19. Participar de cursos de recuperação, nos termos da Legislação em vigor
e deste Regimento.
20. Utilizar a sala de leitura nos termos do regulamento da mesma.
21. Requerer transferência e cancelamento de matrícula através do seu
responsável perante o Colégio, considerando os prazos estipulados pela
Secretaria.
Deveres do aluno:
01. Zelar pelo bom conceito do Colégio, mantendo atitudes condizentes
com os princípios do mesmo.
02. Acatar, com respeito, a autoridade hierárquica dos Diretores, Professores,
Coordenadores, Orientadores, Funcionários e de quantos estiverem
investidos dessa autoridade.
03. Participar das aulas de modo a contribuir para que o processo ensino-aprendizagem aconteça em ambiente produtivo e harmônico.
04. Zelar pelo ambiente físico que o rodeia, contribuindo para torná-lo
agradável à convivência.
05. Indenizar prejuízos causados ao meio físico ou a qualquer membro da
comunidade escolar.
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06. Tratar com civilidade todos os membros da comunidade escolar.
07. Dispor do material escolar solicitado pelo colégio.
08. Comparecer pontual e assiduamente a todas as atividades escolares
(aulas, avaliações e projetos) devidamente uniformizados e portando a
carteira de identificação, inclusive no turno oposto.
09. Executar as tarefas necessárias ao processo ensino-aprendizagem,
visando ao crescimento individual e coletivo.
10. Usar de honestidade na execução de provas, trabalhos, exercícios e
demais instrumentos de avaliação de rendimento escolar.
11. Justificar, por escrito, com assinatura dos pais ou responsável, faltas,
atrasos, impedimentos.
12. Solicitar autorização da Coordenação / Orientação Pedagógica para
ausentar-se do Colégio antes do final do período de aulas.
13. Solicitar consentimento da Diretoria Pedagógica para usar o nome do
Colégio para quaisquer fins.
14. Zelar pela conservação dos livros da biblioteca, devolvendo-os nos
prazos estipulados e em bom estado.
15. Responsabilizar-se pelo seu material no horário das aulas.
16. Não usar fumo, bebidas alcoólicas ou outras substâncias tóxicas nas
dependências e mediações do Colégio.
17. Devolver o boletim escolar devidamente assinado pelos responsáveis
no prazo de 72 horas.
18. Entregar aos responsáveis os comunicados (convites, avisos etc.)
enviados pelo Colégio.
19. Cumprir as datas e os horários das avaliações.
20. Não portar objetos ou substâncias, nas dependências da escola, que atentem
contra a saúde física e/ou psíquica, individual ou da coletividade.
21. Não utilizar o celular durante as atividades pedagógicas.
22. Manter-se informado, através dos diversos veículos de comunicação da
escola (informes, circulares, avisos afixados, impressos ou veículados no
site da escola), sobre os calendários de avaliações, 2ª chamadas, feriados,
recessos e atividades curriculares ou intercurriculares.
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NORMAS E ROTINAS
Horários
• Entrada – 07h
• Intervalo – 09h30min às 10h
• Saída – 12h30min
Uniforme
O uso do uniforme é obrigatório para o acesso às aulas e qualquer atividade
em turno oposto, inclusive 2ª chamada, sob pena do aluno ser impedido de
assistir às aulas, o que acarretará transtornos para sua aprendizagem e avaliação.
O uniforme diário e oficial do Colégio Oficina é composto de:
– camisa de malha padronizada (azul ou branca);
– calça ou bermuda jeans azul ou preta (modelo padrão);
– tênis, sapato fechado ou sandália alpercata ou fechada, não sendo permitida a
entrada de sandália tipo“chinelo”de qualquer marca ou modelo.
– bermuda padrão Oficina.
– não é permitido o uso de camisas de Projetos Pedagógicos de anos
anteriores, somente do ano em curso.
Para as atividades culturais e esportivas o uniforme exigido, por modalidade é:
Atividades Culturais:
· Fardamento oficial da escola;
· NÃO é permitido o uso de sandálias tipo “havaianas”.
Atividades Esportivas:
· Fardamento oficial de Educação Física da escola.
· Uso obrigatório do tênis.
Observações:
1) Não será permitida a entrada do aluno (a), trajando uniforme
descaracterizado de sua forma original, “customizado”, sem gola,
transformado em “estilo” baby look, sem mangas ou com recortes.
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2) O uso do uniforme oficial do Colégio Oficina é obrigatório nas últimas
avaliações da III unidade e nas provas finais.
3) Não é permitido o uso do uniforme em atividades que não estejam
relacionadas com o Projeto Pedagógico proposto pelo Colégio
Oficina.
Material Escolar:
A preparação para a aula deve ser um momento de atenção. Cabe ao
aluno(a) verificar na agenda o seu horário do dia seguinte e organizar os
materiais (livros, módulos, listas, cadernos) que são necessários para o bom
aproveitamento das aulas.
• Assistir aula sem material é um prejuízo para o aprendizado, esse fato, quando
repetido, é relatado aos pais, para que possamos resolver o problema.
• Seu material deve estar identificado, etiquetado, para que, em caso de
extravio, tentemos recuperá-lo.
• A AGENDA é fundamental e obrigatória para sua organização; os
professores estarão atento s para q ue os alunos (as) u til izem
corretamente, principalmente nas séries iniciais, auxiliando a
organização e ao cumprimento das tarefas de casa, seus deveres e
trabalhos.
Entradas e saídas
A porta principal é aberta para entrada dos alunos às 6h30min e fechada
após o encerramento das atividades diárias.
• É absolutamente imprescindível a apresentação e entrega ao porteiro da
carteira de identificação do aluno para acesso ao colégio, em horário que
tenha atividade.
• A devolução da carteira é feita pelo professor, na última aula da manhã, e é
o seu passaporte de identificação. Em nenhuma hipótese o aluno deve sair
do colégio sem a mesma.
• O aluno deve estar devidamente uniformizado para as atividades
pedagógicas, esportivas e culturais, mesmo quando no turno oposto.
• O esquecimento da carteirinha implica no encaminhamento ao assistente
de disciplina da recepção, que registra o fato. Após três esquecimentos a
família será informada para tomar as devidas providências.
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• Em caso de extravio da carteira escolar, deverá ser solicitada a 2ª via ao
assistente de disciplina da recepção, mediante pagamento.
• Os alunos do Ensino Fundamental (6º ao 9º ano) são liberados após o término
das aulas, mediante documento assinado pelos responsáveis. Nos intervalos
é terminantemente proibida a saída.
• As carteiras com tarja vermelha, impedem a saída do aluno, sem a
presença do responsável, em qualquer situação.
• Se houver alguma aula vaga, em função de imprevistos irremediáveis,
sugerimos procurar a sala de leitura ou outra atividade interna, pois não é
permitida a saída do aluno.
• Sendo necessário sair mais cedo, o aluno deve apresentar ao NOP, autorização
do(s) responsável (is) e a liberação deve ser entregue na portaria.
• Ausentar-se da sala só é possível com autorização expressa do professor
ou com o conhecimento da Orientadora e/ou Coordenadora Pedagógica.
• Qualquer comunicação ao aluno em sala de aula só poderá ser feita com a
autorização por escrito de um integrante do Corpo Técnico-Pedagógico.
• Solicitamos que os pais ou responsáveis, evitem autorização, avisos,
recados, ou qualquer outro pedido, via telefone. Será mais seguro, através
de comunicação escrita, diminuindo o risco de algum engano e nos
ajudando a cuidar melhor de nossos alunos.
Boa convivência
Você recebe todas as manhãs a sua sala limpa. Conservá-la em condições
de uso é um dever de todos nós, que necessitamos de um ambiente saudável
para vivermos melhor.
• O Colégio não se responsabiliza por objetos pessoais, esquecidos ou
perdidos pelos alunos nas dependências da escola, sendo tais objetos
de total e exclusiva responsabilidade de seus proprietários.
• É proibido o uso de aparelhos celulares ou aparelhos eletrônicos no ambiente
da sala de aula, como também o seu uso, durante as avaliações. O não
cumprimento desta norma, nas avaliações, implicará na anulação das
mesmas.
• Em respeito a lei nº 2947, fica expressamente proibido fumar ou portar
cigarros ou similares, em qualquer dependência do colégio.
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Infrações diferentes – consequências diferentes:
O rompimento das relações de diálogo e respeito mútuo, assim como a
recusa de participação nas atividades propostas e a falta de material didático,
poderão ter consequências para o aluno e serão comunicadas a família.
Medidas que o Colégio poderá tomar quando:
• houver transgressão das normas regimentares;
• quando os direitos da coletividade estiverem ameaçados;
• e/ou, a(s) atitude(s) do aluno, após esgotadas as tentativas de
conscientização, não sofrerem modificações.
1. Retirada de sala de aula e encaminhamento para o NOP ou
Coordenação Pedagógica.
2. Advertência verbal reservada e registrada.
3. Advertência escrita.
4. Suspensão por escrito, pela Direção.
5. Matrícula Condicional.
6. Desligamento do aluno do corpo discente por deliberação do Conselho
de Classe ou Direção Pedagógica.
Observação: A aplicação das medidas previstas será feita observando-se os
antecedentes, as reincidências e a gravidade da(s) falta(s) cometida(s), não
sendo obrigatório seguir a sequência, a depender da gravidade da situação.
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SISTEMA DE AVALIAÇÃO
1. AVALIAÇÃO:
O processo de avaliação não pode ser considerado um fim em si mesmo, mas
sempre como um meio para construção de estruturas cognitivas necessárias à
elaboração do conhecimento, priorizando a participação, a troca, o estudo
sistemático, o envolvimento e a relação com o objeto em estudo.
Nosso processo de avaliação, coerente com a nova LDB 9394/96 e com o
nosso projeto político pedagógico, coloca o aluno como agente de ação
educativa e tem as seguintes conotações:
Qualitativa: baseado no processo (onde o aluno é o agente) e não apenas
no produto.
Global: onde serão considerados o espírito inovador dos alunos e suas
“Múltiplas Inteligências”: a Linguística, a Lógica, a Matemática, a Espacial, a
Corporal, a Musical e Relação Interpessoal.
Sistemática e Contínua: que resultará de todas as atividades pedagógicas e
avaliações realizadas no ano letivo, dentro das competências e conteúdos
estabelecidos no planejamento feito pelos professores nos Departamentos e
assessorados pela Equipe Técnica.
A média do curso (MC), para cada disciplina, será a média aritmética das
três unidades.
Será beneficiado com critério de aproximação para 21 pontos o aluno com
valores relacionados com a aprendizagem que totalizem 20,5 pontos (vinte
inteiros e cinco décimos), ficando esse aluno liberado da prova final.
Caso o aluno vá para a prova final, o cálculo do valor necessário será
feito da seguinte maneira: P.F = 50 – M.C.x 7,0 = PONTOS
NECESSÁRIOS
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P.F = PROVA FINAL
M.C = MÉDIA ARITMÉTICA DAS TRÊS UNIDADES
ORIENTAÇÕES PARA AS AVALIAÇÕES
01. As avaliações de aprendizagem das 7ª e 8ª séries /8º e 9º anos acontecerão
preferencialmente às sextas-feiras, das 10h50min às 12h30min. Em casos
excepcionais os horários e dias serão avisados com antecendência.
02. As datas e discriminação das avaliações serão divulgadas em calendário
específico.
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Recomendamos:
· Não acumular assuntos para estudar próximo às avaliações.
· Leitura atenta das instruções das avaliações.
· Preenchimento correto da Folha de Respostas, sem rasuras,
respondidos com caneta preta.
· Produção de textos com clareza e concisão.
· Leitura diária do mural informativo.
· Evitar marcar consultas médicas ou outras atribuições no horário das
aulas e avaliações.
Lembramos que:
· Dentro dos aspectos qualitativos da aprendizagem, destacamos:
a) Frequência às aulas;
b) Pontualidade e participação nas atividades;
c) Qualidade na apresentação dos trabalhos e exercícios;
d) Cumprimento às normas disciplinares do Colégio.
Normas das avaliações:
01. Instruções – Todas as avaliações trazem instruções claras, que orientam o
aluno na elaboração e organização de suas respostas. O não
cumprimento das instruções pode ocasionar perda de pontos e até
anulação da prova. É necessário ler atentamente as instruções das
avaliações.
02. A pontualidade é obrigatória para que o aluno inicie a avaliação. O
atraso pode acarretar na perda da avaliação.
03. A avaliação será imediatamente suspensa e zerada caso o aluno
seja flagrado com “pesca” em seu favor ou de seus colegas (norma
regimental).
04. Não é permitido o porte ou uso de aparelhos celulares e aparelhos
eletrônicos, sob pena da avaliação ser anulada.
05. É indispensável a apresentação da carteira de identificação do aluno nas
avaliações.
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06. Durante as provas não são permitidos:
- empréstimos de qualquer material;
- conversa ou qualquer comunicação entre alunos;
- saída de aluno da sala de aula antes do término da avaliação. A saída será
permitida, somente em caso de grande necessidade, quando o aluno(a) deve
dirigir-se ao fiscal de prova ou professor e ser acompanhado pelo fiscal da
área externa. A saída da sala sem autorização, implica na anulação da
avaliação, sem direito a segunda chamada.
07. Avaliação domiciliar
Terá direito à avaliação domiciliar o aluno que, comprovadamente, através
de atestado médico, estiver impossibilitado de comparecer às avaliações
e à 2ª chamada. A avaliação domiciliar deve ser requerida, por escrito, à
Coordenação Pedagógica, considerando-se os procedimentos previstos
no Contrato de Prestação de Serviços.
Se aprovado o requerimento, caberá à Coordenação Pedagógica marcar
dia e hora para o início e término da avaliação, garantido a presença do
fiscal em local previamente determinado. A remuneração do fiscal é
obrigação do responsável financeiro que deverá efetuar o pagamento no
setor financeiro do colégio.
RECOMENDAÇÕES PARA REALIZAÇÃO DE 2ª CHAMADA
Terá direito à 2 a chamada, o aluno que comprovadamente estiver
impossibilitado de comparecer às avaliações. Para tal o aluno deve:
1. Procurar a Coordenadora Pedagógica para receber o requerimento da
2a chamada e consultar o calendário de avaliações.
2. Levar o requerimento para casa, preencher devidamente e trazer
assinado pelo responsável e apresentar de volta à Coordenação. Em
caso de problema de saúde, anexar o atestado médico comprobatório.
3. Em caso de alunos Federados, anexar atestado de participação em
competições esportivas.
4. Só estão isentos de pagamento os alunos que tiverem sido acometidos de
doença infectocontagiosa, os federados ou em caso de morte na família.
5. Em caso de deferimento pela Coordenação, o responsável pelo aluno,
receberá em casa, o boleto para efetuar o pagamento.
6. O aluno só fará a (as) avaliação(ões) de 2a chamada, se estiver devidamente
inscrito, ou seja, se tiver cumprido todos as etapas anteriores.
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7. O conteúdo a ser estudado refere-se àquele trabalhado durante toda unidade.
8. Não haverá avaliação de 2ª chamada no período da III unidade.
Observação: As datas e horários das avaliações são improrrogáveis. Caso o aluno
não compareça, perderá definitivamente o direito de realizar a(s) avaliação(ões).
RECUPERAÇÃO
· O aluno que, após prova final, conseguir média final igual ou superior a 5,0
(cinco) estará aprovado. O aluno que obtiver média final inferior a 5,0
(cinco) na disciplina, será encaminhado para o processo de recuperação.
· A média de aprovação, durante os estudos de recuperação, será 5,0
(cinco), considerando-se as potencialidades do aluno e seu interesse
pela aprendizagem.
· A recuperação é realizada mediante a ministração de curso ou
orientação de estudo.
· Os conteúdos programáticos estabelecidos para a recuperação são
trabalhados e acompanhados pelo professor em sala.
· As avaliações ocorrem simultaneamente às aulas e constam: avaliação
formal escrita, trabalhos, pesquisas, tarefas de sala e de casa, a depender
da disciplina.
· A assiduidade exigida, para os que optarem por estudos de
recuperação, deverá atingir um mínimo de 75% (setenta e cinco por
cento) nas aulas de cada disciplina.
· Ao final do curso de recuperação, o aluno pode ser avaliado pelo
conselho de classe.
CONSELHO DE CLASSE
É composto por um representante da Diretoria Pedagógica, pelos
Coordenadores, Orientadores e Docentes da série ou classe e o Secretário
Escolar, visando ao acompanhamento e avaliação do desenvolvimento do
estudante e das turmas, como um todo.
Ele decide sobre aprovação, reprovação, transferência enquanto medida
disciplinar ou pedagógica, matrícula condicional, renovação de matrícula
ou necessidade de recuperação dos alunos, observando a legislação em vigor
e o Regimento Interno da Instituição.
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Sobre o conselho de classe:
1.
2.
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Todos os alunos podem ser avaliados quantitativamente e
qualitativamente pelo Conselho de Classe;
Ao propor alguma aproximação, o conselho de classe avalia,
principalmente, se o aluno adquiriu pré-requisitos necessários naquela
disciplina, além de considerar o empenho, interesse, participação e
frequência do aluno, demonstrados durante o curso.
Encerrado o conselho de classe, o resultado torna-se oficial apenas pela
Coordenação ou Orientação Pedagógica.
ORIENTAÇÕES DE ESTUDOS
• Na aula
- Momento de desenvolver a ATENÇÃO. Não jogue seu tempo de aula
fora para não ter que estudar o dobro fora dela.
- Faça os APONTAMENTOS da sua aula, o que não significa meramente
copiar e perder o “fio da meada” e sim de forma resumida anotar as
ideias principais.
- A PARTICIPAÇÃO é fundamental. Participo, portanto, estou atento,
pergunto quando tenho dúvidas, questiono quando não ficou claro,
complemento informações importantes junto ao professor e assim
sou pessoa ativa no meu processo em sala de aula.
• Em casa
- Momento de repassar a aula através dos apontamentos relembrando,
passando a limpo, leitura do assunto no módulo, no livro e principalmente
dos exercícios.
- É essencial estabelecer a rotina no estudo, assim como temos em sala de
aula, é o que vai garantir tempo para tudo sem deixar nenhuma disciplina
de lado. Veja a necessidade DO PLANO DE ESTUDO.
• Estudo Produtivo
a) Encontre o lugar certo para estudar. Silencioso, sem muita gente entrando
e saindo, com boa iluminação, com todo o seu material em ordem.
Confortável, mas não pode ser na cama, senão a tentação de um cochilo
será irresistível. E prejudicará sua coluna. Fixe lugar e as horas em que estuda;
isto ajudará a obter concentração e transformar-se-á em hábito.
b) Converse com sua família. Faça-os entender da necessidade do silêncio
e da não interrupção e do som baixo.
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c) Faça uma lista de tudo que você precisa: lápis, marcador de texto,
caderno, livros.
d) Defina um horário de estudo, estudando e fazendo os exercícios das
aulas que você teve naquele dia. Organize um horário não só para os
estudos, mas para todas as atividades. Faça todos os exercícios que os
professores indicam para casa.
e) Estar bem informado é fundamental para desenvolver sua visão de
mundo. Leia jornais, revistas e assista aos noticiários da TV.
f) Use a TV e internet só com moderação.
g) Você precisa ter um horário regular do sono. Pergunte a qualquer
especialista: se você estudou bastante durante o dia, é necessário uma boa
noite de sono para fixar e processar aquilo que você aprendeu.
h) OBEDEÇA AOS COMANDOS. Você trabalha com profissionais
competentes, experientes, que têm condições de ajudar.
i) Dedique-se àquelas disciplinas que você acha que não gosta.
j) O medo de não tirar boa nota atrapalha o estudo. Não estude por nota,
estude porque ficará diferente e melhor.
k) Ninguém aprende nada sem se interessar. Procure criar interesse. Uma
pessoa inteligente descobre interesse nas tarefas mais enfadonhas.
l) Caso esteja com problemas pessoais, não se culpe por não conseguir
estudar. Procure aconselhar-se com alguém capacitado.
• Planejamento de estudo
a) Coloque no planejamento de estudo todas as atividades que já são
habituais e que obedecem a um horário. Ex. almoço, jantar, curso de
línguas e outras atividades.
b) Especifique o horário de aulas do Colégio.
c) Pré-estabeleça um horário de estudo.
d) Procure estudar as matérias ministradas pelos professores o mais cedo
possível após a aula.
e) Estude primeiramente as matérias que sente mais dificuldade.
f) Ao estudar uma matéria, concentre-se somente nela.
g) Não espere sentir vontade para começar a estudar. Na hora marcada, inicie.
h) Só termine de estudar quando esgotar o tempo estabelecido, mesmo
que aparentemente tenha aprendido tudo.
i) Siga o plano de estudo até formar hábito.
j) Não estude em sequência as matérias com raciocínio semelhante.
k) Procure estudar alternadamente matérias onde haja maior e menor
dificuldade.
• Bibliografia Auxiliar:
RIBEIRO, Marco Aurélio de Patrício – Como estudar e aprender. Ed. Vozes.
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Guia do Aluno 2014
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Colégio Oficina
PROJETOS PEDAGÓGICOS
O objetivo dos projetos pedagógicos é promover a articulação entre os
conhecimentos escolares e a vida real.
CONGRESSO DE ESTUDANTES
DO COLÉGIO OFICINA/CONESCO
Produzido pelos alunos dos Ensinos Fundamental e
Médio é um evento que envolve a participação de toda a
Comunidade Oficina. Durante o primeiro semestre os professores trabalham
sistematicamente o Tema do Ano e seus subtemas adotados de acordo com a
faixa etária de cada série. A partir dos subtemas, são propostas as mesas de
debate cabendo aos alunos a divulgação do Congresso bem como o convite
aos palestrantes – profissionais de diversas áreas. Seguem-se a essa etapa as
inscrições, instalações, recepção de convidados, entrega de certificados e
elaboração de textos-síntese. Cria-se portanto, um espaço de debate para a
discussão de questões da conjuntura regional, nacional e internacional,
cumprindo-se o que foi indicado pela UNESCO, Comissão Internacional sobre
Educação para o Século XXI centrada nas quatro aprendizagens: Aprender a
conhecer; Aprender a fazer; Aprender a viver; Aprender a ser.
OFICINA IN CONCERT
O Oficina in Concert é cronologicamente o último
Projeto a ser executado em cada ano, pois ele é uma
prova pública, uma manifestação artística do
aprendizado acumulado ao longo dos outros Projetos.
É o grande espetáculo anual que reúne diversas
linguagens artísticas dentre as quais teatro, dança e música. Todos os alunos
participam, seja no palco, seja nos bastidores, na produção e no figurino.
Com a coordenação dos professores de Língua Portuguesa e Artes os
alunos roteirizam o conhecimento acumulado sobre o Tema do Ano,
revelam-se em suas múltiplas inteligências garantindo uma avaliação bem
além do desempenho quantitativo.
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Guia do Aluno 2014
2014Salvador/Sec/Manuais/20140130_Guia do aluno_9º ano.pmd - prof&lau
Colégio Oficina
GESTÃO FINANCEIRA
Os Projetos precisam ser sustentados
economicamente. Contribuições mensais e patrocínio
são algumas das estratégias criadas pelos alunos para arrecadar fundos. Para
tanto, é preciso aprender a administrar as finanças com responsabilidade
e transparência.
Este Projeto permite o contato com todas as etapas de um planejamento
orçamentário, desde a elaboração das previsões dos outros projetos até a
análise do resultado final, com a coordenação de todas as atividades
financeiras da turma, otimizando os resultados, fazendo depósitos e retiradas,
consultando extratos etc. O Projeto busca apontar para a presença da
Matemática nas mais diversas ações do ser humano enquanto ser social.
Desenvolve competências que compreendem o planejamento, a
organização, a administração e as relações interpessoais.
SUPERSÉRIES
Este projeto começou em 2001, com a perspectiva
de reunir alunos e alunas de todas as séries, para
vivenciar atividades ludo-esportivas. Este princípio somou-se a outros o projeto
pedagógico, dando corpo, sentido e significado à atividade. O objetivo
primeiro é favorecer a socialização dos conhecimentos produzidos em
Educação Física e na prática esportiva, com fins explícitos ao usufruto da
autonomia e segurança.
Em síntese, o Supersérie é uma atividade esportiva de grande porte, em
que os alunos do Ensino Fundamental e Médio praticam e disputam diversas
modalidades (futebol, vôlei, handebol, baleado, jogos de salão, natação, etc).
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Guia do Aluno 2014
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Colégio Oficina
GACCO
(GRUPO AMBIENTAL E CIDADÃO
DO COLÉGIO OFICINA)
Projetos nos movem dentro da escola e fora dela;
nos fazem mais participativos e solidários. São os
projetos que nos ensinam a socializar problemas e
buscar soluções. É a prática da educação fora das salas e dos bancos escolares.
Em 2011, após discussões calorosas entre as lideranças, atendendo a um
pedido dos representantes de 2010, houve a união de dois, dos grandes projetos
em curso no Colégio Oficina. Os projetos Cidadania e o Meio Ambiente não
podem caminhar separados. Cuidar da Natureza é também cuidar do Homem
e cuidar dos Homens e Mulheres é sem dúvida cuidar da Natureza.
Outro aspecto importante foi a defesa do voluntariado; teremos eleitos os
representantes habituais, dois de cada turma, porém, com o propósito de
motivarmos o maior número possível de colegas, para trabalharmos com mais
vigor, somando forças e vencendo os obstáculos. Constatamos o óbvio: o ganho
dos engajados nos diversos movimentos, seja indo à creche, seja pensando
ações de proteção ao meio ambiente, seja propondo novas iniciativas, produz
um crescimento cidadão, social, que nos move a incentivarmos e oportunizar
essas adesões.
CONSELHO DE REPRESENTANTES
O Conselho é composto por representantes de cada
turma e se reúne ordinária e extraordinariamente para
tratar e deliberar sobre questões disciplinares e
comportamentais, sob a responsabilidade dos
Orientadores Pedagógicos, construindo e garantindo o
Pacto de Convivência, além de funcionar como órgão
fiscalizador do Grêmio. Neste espaço entendemos que o aluno tem a grande
oportunidade de, após a convivência familiar, iniciar a sua participação
organizada na sociedade. Assim, o Conselho de Representantes é o fórum legal
de estudos, discussões e questionamentos. O começo do exercício do convívio
coletivo que sempre implica uma série de regras de respeito ao espaço alheio,
ao aprendizado da tolerância, da escuta, da fala, das diferenças individuais e
coletivas.
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Guia do Aluno 2014
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Colégio Oficina
ANOTAÇÕES:
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Guia do Aluno 2014
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Colégio Oficina
PROGRAMAÇÃO ANUAL
LÍNGUA PORTUGUESA
Professoras: Núbia Barreto e Michelle Romano
Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor de arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação como todo
[o tempo já vivido
(mal vivido ou talvez sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo,
remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser,
novo
até no coração das coisas menos
[percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo espontâneo, que de tão perfeito
[nem se nota,
(...)
Para ganhar um ano-novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo de novo, eu sei que não
[é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.
Carlos Drummond de Andrade
JUSTIFICATIVA
O seu ano de 2014 precisa ser realmente novo já que você finda todo o
ciclo do fundamental e já se prepara para o ensino médio. Será este um período
em que você experimentará as delícias de se viver na fronteira entre o
fundamental e o médio, entre as meninices e as responsabilidades do mundo
adulto. Não fique tenso, pois a leveza continuará nos acompanhando, já que
faremos votos de companheirismo, de descobertas, e de dedicação. Juntos,
podemos ler o mundo melhor e em especial a dinâmica das cidades
contemporâneas, ampliar nosso leque de acesso à linguagem nas suas mais
diversas facetas, possibilidades e variedades, mas também devemos brindar o
ano nos deliciando com a subjetividade dos textos literários. Você não acha
que teremos um ano, ao menos, interessante?
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Guia do Aluno 2014
2014Salvador/Sec/Manuais/20140130_Guia do aluno_9º ano.pmd - prof&lau
Colégio Oficina
CONTEÚDOS – LÍNGUA PORTUGUESA e PRODUÇÃO TEXTUAL
1. Linguagem
1.1. Reconhecer como a função conativa
adquire na contemporaneidade o
papel de solicitar uma intervenção do
interlocutor/leitor na construção do
sentido de um texto.
1.2. Reconhecer o papel da função
emotiva em textos contemporâneos.
1.3. Identificar a utilização da linguagem
poética em textos publicitários na
contemporaneidade.
2. Linguagem e sentido
2.1. Reconhecer o tipo de relações
lexicais que se estabelecem entre as
palavras (sinonímia e antonímia;
homonímia, heteronímia e paronímia;
hiponímia e hiperonímia).
2.2. Reconhecer que as figuras de
linguagem revelam um trabalho com
o estilo e com o efeito de sentido:
onomatopeia, catacrese, pleonasmo,
hipérbole, eufemismo, prosopopeia,
metáfora e comparação, elipse,
polissíndeto, hipérbato, metonímia,
ironia, anáfora, antítese, gradação,
aliteração, sinestesia, apóstrofe.
3. Estudos gramaticais
3.1. Dar-se conta de como se estruturam
as palavras.
3.2. Reconhecer como os elementos
mórficos determinam o sentido das
palavras.
3.3. Reconhecer o processo de formação
das palavras.
3.4 Reconhecer um neologismo.
2014Salvador/Sec/Manuais/20140130_Guia do aluno_9º ano.pmd - prof&lau
3.5 Saber por que os estrangeirismos são
motivos de discussões.
3.6 Reconhecer o conceito de primitivo
e derivado no tocante à formação das
palavras.
3.7. Aproximar-se do texto poético
através da forma e do conteúdo.
3.8. Reconhecer os elementos da
versificação.
3.9. Reconhecer as relações de
concordância entre as palavras.
3.10. Reconhecer as relações entre
termos regentes e regidos.
3.11. Reconhecer a posição preferencial
do pronome oblíquo átono no
português do Brasil.
3.12. Empregar, de acordo com as
convenções, os acentos gráficos:
oxítonas, paroxítonas, proparoxítonas, hiatos, acentos diferenciais.
3.13. Conhecer as regras do acento grave
e empregá-lo devidamente.
3.14. Empregar conscientemente os
sinais de pontuação: vírgula – para
isolar aposto e vocativo; para separar
orações coordenadas; subordinadas
adverbiais deslocadas; oração
subordinada adjetiva, orações
intercaladas; ponto-e-vírgula;
empregar dois pontos em situações
devidas.
3.15. Empregar adequadamente regras
ortográficas da língua portuguesa: S,
Z, X; G e J; S; SS; Ç; SC ou CÇ; X;
XC, CH, ÃO E AM, O e U.
3.16. Reconhecer e empregar adequadamente
as orações coordenadas.
Guia do Aluno 2014
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Colégio Oficina
3.17. Reconhecer e empregar adequadamente as orações subordinadas.
3.18. Diferenciar as estruturas coordenadas das subordinadas.
4. Texto
4.1 Interpretação de textos.
D1 – Localizar informações explícitas
no texto.
D2 – Estabelecer relações entre partes
de um texto, identificando
repetições ou substituições que
contribuem para a continuidade de
um texto.
D3 – Inferir o sentido de uma palavra ou
expressão.
D4 – Inferir uma informação implícita
em um texto.
D5 – Interpretar texto com o auxílio de
material gráfico diverso.
D6 – Identificar o tema de um texto.
D7 – Identificar a tese de um texto.
D8 – Estabelecer relação entre a tese e
os argumentos oferecidos para
sustentá-la.
D9 – Diferenciar as partes principais das
secundárias em um texto.
D10 – Identificar o conflito gerador do
enredo e os elementos que
constroem a narrativa.
D11 – Estabelecer relação de causa /
consequência entre partes e
elementos do texto.
D12 – Identificar a finalidade de textos de
diferentes gêneros.
D13 – Identificar as marcas linguísticas
que evidenciam o locutor e o
interlocutor de um texto.
D14 – Distinguir um fato da opinião
relativo a esse fato.
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Guia do Aluno 2014
D15 – Estabelecer relações lógico-discursivas presentes no texto,
marcadas por conjunções advérbios, etc.
D16 – Identificar efeitos de ironia ou
humor em textos variados.
D17 – Identificar o efeito de sentido
decorrente do uso da pontuação e
de outras notações.
D18 – Reconhecer o efeito de sentido
decorrente da escolha de uma
determinada palavra ou expressão.
D19 – Reconhecer o efeito de sentido
decorrente da exploração de
recursos ortográficos e/ou
morfossintáticos.
D20 – Reconhecer diferentes formas de
tratar uma informação na
comparação de textos que tratam do
mesmo tema em função das
condições em que ele foi produzido
daquelas em que será recebido.
D21 – Reconhecer posições distintas entre
duas ou mais opiniões relativas ao
mesmo fato ou ao mesmo tema.
5. Texto – Produção
5.1 Narração e descrição:
I. Conto social: definição, contexto de
circulação, interlocutores, estrutura e
linguagem e produção.
Identificar a finalidade.
Reconhecer as marcas dos gêneros
em estudo.
Reconhecer os elementos que
aproximam e os que distanciam um
conto social de um psicológico ou de
um de suspense.
Dominar a estrutura do conto.
Identificar o contexto de circulação, os
interlocutores e a linguagem apropriada.
Produzir contos sociais.
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Colégio Oficina
5.2 Exposição e Argumentação
I. Texto dissertativo-argumentativo –
Planejamento e construção de parágrafo.
Identificar a finalidade.
Reconhecer a importância do
planejamento para um texto.
Reconhecer as estratégias argumentativas em um texto.
Selecionar adequadamente as
estratégias argumentativas de acordo
com o leitor e com o assunto do texto.
Planejar consciente e estrategicamente.
Produzir uma dissertação de acordo
com o planejamento.
II. Texto dissertativo-argumentativo –
construção de parágrafo
Identificar a finalidade.
Reconhecer as marcas do gênero em
estudo.
Reconhecer os elementos próprios da
argumentação.
Dominar a estrutura do de um texto
dissertativo.
Identificar o contexto de circulação,
os interlocutores e a linguagem
apropriada.
Apresentar uma tese.
Delimitar um tema.
Dominar a construção do parágrafo de
introdução de um texto.
5.3. Relações coesivas:
Empregar adequadamente os elementos
coesivos pertinentes ao tipo de texto;
selecioná-los a partir do estudo de
linguagem da unidade e de estudos
anteriores. (Definir em planejamento os
elementos a serem trabalhados).
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LIVRO ADOTADO
Gramática Reflexiva: Texto Semântica e
Interação – Conect
William Cereja e Thereza Cochar
Editora Saraiva
Literatura
1. Livro: Toda Poesia
Autor: Paulo Leminski
Editora: Companhia das Letras
2. Livro: Maus – História Completa
Autor: Art Spielgeman
Editora: Companhia das Letras
3. Livro: Fantasma
Autor: Luiz Alfredo Garcia Roza
Editora: Companhia das Letras
4. Livro: Odisseia
Autor: Robin Lister
Tradução: Luiz Antônio Aguiar
Editora: Melhoramentos
5. Livro: Histórias Extraordinárias
Autor: Edgar Allan Poe
Tradução: Antonio Carlos Vilela
Editora: Melhoramentos
6. Livro: Vou lhe mostrar o medo: O
mistério de Edgar Allan Poe
Autor: Nikolaj Frobenius
Tradução: Antonio Carlos Vilela
Editora: Geração
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Colégio Oficina
COMO ESTUDAR
I . Estudo de texto: Como interpretar textos, compreender e aplicar as marcas
linguísticas, evitando a “decoreba”.
01. Leia o texto com bastante atenção quantas vezes forem necessárias. Com uma
única leitura é impossível atingir a devida compreensão.
02. Não passe por cima das palavras que você desconhece. Procure no dicionário o
seu significado e anote ao lado dessas palavras.
03. Nem sempre o significado encontrado corresponde ao usado pelo autor. Tente
encontrar o sentido conotativo (figurado) dessas palavras dentro do texto. Anote
esse novo sentido também ao lado.
04. Releia o texto novamente, agora, conhecendo o significado de todas as palavras.
Veja que no discurso existem pistas linguísticas possibilitando a inferência de ideias
implícitas.
05. Retire a ideia principal e as secundárias de cada estrofe ou parágrafo, anotando
sempre ao lado.
06. Identifique o tema e assunto do texto.
07. Justifique o título, relacionando-o ao tema determinado.
08. Agora que você já compreende o texto, parta para a resolução das questões, mas
antes, entenda bem o enunciado de cada uma. Compreender o que se solicita na
questão é fundamental para construir uma resposta satisfatória.
II . Linguagem
Lembre-se de que o estudo da gramática é pretexto para a fluência no falar e escrever
de acordo com a norma padrão.
Portanto:
01. evite memorizar conceitos, procure entendê-los;
02. o que você precisa é interpretar o assunto e formular uma definição coerente com
a nomenclatura utilizada pelo(a) professor(a), (substantivo, modificador nominal,
objeto direto...). Todas essas denominações são peças de um jogo, o jogo das
palavras que compõem um texto e a relação de sentido que estabelecem entre si.
03. procure identificá-las, no texto em estudo, nomeando-as. Entre no jogo, preste
atenção como se fazem as jogadas, observando as aulas do(a) seu(sua) professor(a);
04. faça todos os exercícios, a fim de testar a aprendizagem;
05. não acumule dúvidas, solucione-as na sala de aula;
06. refaça, sempre que possível, as atividades que você mais errou.
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Guia do Aluno 2014
2014Salvador/Sec/Manuais/20140130_Guia do aluno_9º ano.pmd - prof&lau
Colégio Oficina
MATEMÁTICA E GEOMETRIA
Professoras: Cláudia Moitinho e Sizínia Coelho Pimentel
JUSTIFICATIVA
O depto. de Matemática entende que todo o ensino deve ser voltado para
a resolução de problemas (teóricos e/ou contextualizados) enfocando no
desenvolvimento das competências/habilidades fundamentais para a evolução
das ciências e da sociedade. Entendendo a Matemática como elemento de
decodificação de linguagens que possibilitam o entendimento do mundo de
maneira plural, sem desfocar do olhar local. Assim, utilizando uma visão criativa
e inovadora, buscar as soluções para a transformação social.
OBJETIVOS GERAIS
O estudante comum acredita que a Matemática se traduz no fazer meramente
operatório: contas, contas e mais contas… contudo a Matemática é muito mais.
O estudante do Colégio Oficina vai compreender que a Matemática é a
decodificação da realidade, a localização de padrões, a observação da realidade
(suas repetições) e as descobertas de novos caminhos. Esse é o objetivo do
depto. de Matemática, permitir a descoberta desse admirável mundo novo.
Ao final do curso, o nosso estudante será capaz de sentir o que há de belo
na Matemática e suas tecnologias com um leque de habilidades e competências
que o ajudarão a perceber a nossa ciência muito além dos números.
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Guia do Aluno 2014
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Colégio Oficina
CONTEÚDOS
MATEMÁTICA
Professora: Claúdia Moitinho
 GESTOR FINANCEIRO: O projeto
Gestor Financeiro permeará em todas as
unidades. Os alunos receberão do
professor o projeto detalhado.
CONJUNTO DOS NÚMEROS REAIS (R)
– Números Irracionais
– Números Reais
– Subconjuntos de R
– Representação geométrica de R
– Operações em R
– Propriedades
– Problemas
 POTENCIAÇÃO E RADICIAÇÃO
EM R
– Conceitos
– Propriedades
– Operações
– Notação Científica
CIRCUNFERÊNCIA E CÍRCULO
– Conceito
– O número 
– Comprimento da circunferência
– Circunferência e retas no plano
– Diâmetros e cordas – propriedades
– Relações métricas na circunferência
– Posição relativas entre duas circunferências
– Quadriláteros inscritos e circunscritos
– Área do círculo e suas partes
– Ângulos na circunferência
EQUAÇÕES E SISTEMAS
– Equações do 1º grau com uma incógnita
Problemas
– Sistemas de equações do 1º grau com
duas incógnitas
– Equações do 2º grau com uma incógnita
Equações incompletas
Equações fatoráveis
Fórmula de Bhaskara
Estudo do discriminante (  )
Relações de Girard
Equações biquadradas
Equações fracionárias
Equações irracionais
– Sistemas de equações do 2º grau
 ÁREAS DE FIGURAS COMPOSTAS
– Cálculo de áreas de figuras planas
formadas por uma composição de:
# Triângulos
# Paralelogramos
# Retângulos
# Quadrados
 SISTEMA CARTESIANO E
SIMETRIAS
– Sistema de eixos cartesiano
– Par ordenado
– Resolução de sistema de equação de
1º grau pelo método gráfico
– Simetria de ponto em relação a uma reta
– Simetria de ponto em relação a outro ponto
LIVRO ADOTADO
DANTE, Luiz Roberto. Projeto Teláris – Matemática – 9º ano. 1ª ed.. São Paulo: Ática, 2013.
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GEOMETRIA
Professora: Sizínia Coelho Pimentel
SEGMENTOS PROPORCIONAIS
– Razão entre segmentos
– Segmentos proporcionais
– Feixe de retas paralelas
– Teorema de Tales
– Teorema de Tales nos triângulos
SEMELHANÇA DE POLÍGONOS
– Figuras semelhantes
– Semelhança de triângulos
– Relações de Girard
– Equações biquadradas
– Equações Fracionárias
– Equações irracionais
# Sistemas de equações do 2º grau
 RELAÇÕES MÉTRICAS NO
TRIÂNGULO RETÂNGULO
– Elementos de um triângulo retângulo
– Teorema de Pitágoras
– Relações importantes no triângulo
retângulo
– Diagonal do quadrado
– Altura do Triângulo Equilátero
– Triângulo inscrito numa semicircunferência
– Relações métricas na circunferência
– Relações entre duas cordas
– Relação entre segmentos secantes a
uma circunferência
– Relação entre um segmento secante e
um segmento tangente a uma circunferência
• ÁREAS DE REGIÕES LIMITADAS
POR FIGURAS PLANAS
– Triângulos
– Paralelogramos
– Trapézios
– Área do círculo
• POLÍGONOS REGULARES (Inscritos
e circunscritos na circunferência)
– Apótema de um polígono regular
– Relações métricas nos polígonos regulares
· Livro adotado
Fundamentos de Matemática Elementar – Geometria Plana – Osvaldo Dolce e José
Nicolau Pompeo.
· Complementar:
IMENES, Luiz Márcio; LELLIS, Marcelo – Matemática – Imenes e Lelis – São Paulo: Moderna.
Dante, José Roberto – Matemática é tudo – 9º ano do ensino fundamental
· Sites interessantes:
http://www.somatematica.com.br/
http://www.exatas.mat.br/
http://educacao.uol.com.br/planos-aula/fundamental/matematica-revisao-de-geometria-plana.jhtm
http://www.yahoo.com.br
· Programas interessantes:
Geogebra
Wimplot
Cabri Geometric
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Colégio Oficina
COMO ESTUDAR
O sucesso no estudo da Matemática depende de:
 Acompanhamento da aula, que significa:
– prestar atenção às aulas e pedir ao(a) professor(a) para repetir o assunto
toda vez que não compreender;
– prestar atenção às perguntas dos colegas e ouvir as respostas dadas pelo(a)
professor(a);
– fazer exercícios de classe e solicitar a ajuda do(a) professor(a) toda vez
que você achar necessário;
– manter sua agenda em dia com todas as anotações importantes.
 Fixação do conteúdo, que significa:
– revisar a aula do dia;
– realizar as tarefas com capricho e organização;
– procurar compreender o raciocínio e não tentar decorar;
– ler com atenção cada problema para entendê-lo perfeitamente;
– anotar as dúvidas para perguntar ao(a) professor(a);
– verificar a coerência do resultado encontrado.
 Organização e hábitos, que significam:
– estruturar um cronograma para estudar (dimensionar o tempo);
– escolher local adequado e organizar material necessário;
– ler e reler teorias e as anotações registradas durante as aulas;
– registrar as etapas percorridas na resolução de cada exercício.
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Guia do Aluno 2014
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HISTÓRIA
Professor: Allysson Mustafa
JUSTIFICATIVA
A construção de uma memória social, mais precisamente nacional, sempre foi
e continua sendo uma finalidade essencial do ensino de História. Ela é um
elemento da “identidade social”; a escola e, mais precisamente, o ensino de
História, têm um papel importante neste domínio.
Além da memória nacional, outras memórias coletivas podem ser
desenvolvidas. A memória familiar, a primeira memória coletiva em que o
indivíduo se insere, evidentemente relacionada com a de outras famílias, a de
outros grupos, a das outras instituições e com a sociedade global; a memória do
trabalho, em que os lugares possuem grande importância, composta de modos de
vida, saberes, técnicas e gestos do passado ao presente; a memória religiosa,
aplicada às diversas crenças.
Essas e outras memórias coletivas impregnam cada indivíduo e tecem as
relações com os outros. É assim que se pode apelar a uma memória da humanidade,
esse sentimento mais ou menos confuso que nos une numa cadeia aos homens
que nos precederam.
Texto adaptado – Schimidt, Maria Auxiliadora, Marlene Cainelli. São Paulo: Scipione, 2004. – Pensamento
e ação no magistério, p. 18/19.
Nada do que é humano será agora alheio ao historiador. Daí a multiplicação de
estudos sobre a cultura, os sentimentos, as ideias, as mentalidades, o imaginário, o
cotidiano. E também sobre instituições e fenômenos sociais, [...] como o casamento, a
família, organizações políticas e profissionais, igrejas, etnias, a doença, a velhice, a
infância, a educação, as festas e rituais, os movimentos populares.
CARVALHO, José Murilo. Pontos e bordados – escritos de história e política. Belo Horizonte: UFMG,
1998. P.454.
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CONTEÚDOS
Brasil, uma invenção lusitana.
O triunfo da burguesia e a consolidação
do sistema capitalista
1. O antigo sistema colonial e a
colonização da América portuguesa.
1. As Revoluções Inglesas
• Período pré-colonial: a exploração do
pau-brasil e seus impactos ontem e
hoje.
• O início da colonização: administração,
economia e sociedade.
• O escravismo colonial: circunstâncias
e desdobramentos ontem e hoje.
• Civilização do açúcar: do apogeu ao
declínio econômico açucareiro.
2.A marcha da colonização.
•
•
•
•
Entradas e Bandeiras.
O ouro nas Minas Gerais.
Fome e opressão nas terras do ouro.
Revoltas na colônia.
3.A independência do Brasil
• A corte portuguesa no Brasil:
motivações e transformações.
• O período joanino.
• A Revolução do Porto e a volta de
D. João VI para Portugal.
• O processo de independência.
4. A Bahia colonial
• Características socioeconômicas de
Salvador e do Recôncavo.
• Diversidade e desigualdade.
• As origens da contradição
miséria X opulência.
• Permanências e rupturas da Bahia
colonial à Bahia do século XX.
36
Guia do Aluno 2014
• Conflitos religiosos e políticos.
• O processo revolucionário e suas
fases (Revolução Puritana, República
de
Cromwell,
Restauração
Monárquica e Revolução Gloriosa).
2.O Iluminismo
• As origens do pensamento iluminista
e seus precursores.
• Principais pensadores iluministas:
Voltaire, Montesquieu e Rousseau.
• Adam Smith e o liberalismo
econômico.
• O Despotismo Esclarecido.
3.A Revolução Francesa
• O Estado absolutista na França.
• A França pré-revolucionária.
• Os “três estados” e as contradições
sociopolíticas.
• A Revolução e seus caminhos.
4.O Império Napoleônico
• As realizações do governo
napoleônico.
• A política externa.
• Apogeu e queda do Império.
• O Congresso de Viena e a Santa Aliança.
O triunfo da burguesia e a consolidação
do sistema capitalista (CONTINUAÇÃO)
1. A Revolução Industrial
•
•
•
•
Inglaterra: berço da revolução.
As fases da revolução e suas características.
As mudanças sociais e urbanas.
As difíceis condições de vida dos
trabalhadores dentro e fora das fábricas.
2014Salvador/Sec/Manuais/20140130_Guia do aluno_9º ano.pmd - prof&lau
Colégio Oficina
A América Independente (os casos das
Américas inglesa, francesa e espanhola)
2.A independência das Treze Colônias
• A Guerra dos Sete Anos.
• O arrocho colonial.
• A influência iluminista e a Constituição.
* A distribuição dos conteúdos previstos para as
três unidades pode sofrer alterações de acordo
com circunstâncias ou necessidades
observadas pelo professor e pelo Colégio
Bibliografia
2.1 Básica
– VAINFAS, Ronaldo. FARIA, Sheila de
Castro. FERREIRA, Jorge. SANTOS,
Georgina dos. História: volume único.
São Paulo: Saraiva, 2010.
– VICENTINO, Claudio. Atlas
Histórico: Geral e Brasil. 1ª edição.
São Paulo: Scipione, 2011.
2.2 Complementar
– BRAICK, Patrícia & BECHO, Myriam.
História: das cavernas ao terceiro
milênio – volume único. São Paulo:
Moderna, 2012.
– DEL PRIORE, Mary. VENANCIO,
Renato. Uma breve história do Brasil.
São Paulo: Planeta do Brasil, 2010.
– LINHARES, Maria Yedda. (org)
História Geral do Brasil. Rio de
Janeiro: Campus/ Elsevier. s/d.
– VICENTINO, Cláudio. DORIGO,
Gianpaolo. História Geral e do Brasil.
São Paulo: Scipione, 2010.
2014Salvador/Sec/Manuais/20140130_Guia do aluno_9º ano.pmd - prof&lau
2.3 Outros livros correlacionados
– BRUIT, Héctor H. O imperialismo.
São Paulo: Atual; Campinas: Editora da
Universidade Estadual de Campinas,
1988 (Discutindo a história).
– FURTADO, Junia Ferreira. Cultura e
sociedade no Brasil colônia. São
Paulo: Atual, 2000 (Discutindo a
história do Brasil).
– GOMES, Laurentino. 1808: como uma
rainha louca, um príncipe medroso e
uma corte corrupta enganaram
Napoleão e mudaram a História de
Portugal e do Brasil. São Paulo:
Planeta, 2007.
– GOMES, Laurentino. 1822: como um
homem sábio, uma princesa triste e
um escocês louco por dinheiro
ajudaram D. Pedro a criar o Brasil,
um país que tinha tudo pra dar
errado. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira, 2010.
– HOBSBAWM, Eric J. A Revolução
Francesa. São Paulo: Paz e Terra, s/d.
– HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes
do Brasil. São Paulo: Companhia das
Letras, 1995.
– MAESTRI, Mario. O escravismo no
Brasil. São Paulo: Atual, 1994
(Discutindo a história do Brasil).
– MICELLI, Paulo. As revoluções
burguesas. São Paulo: Atual, 1987.
(Discutindo a história).
– RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro:
a formação e o sentido do Brasil. São
Paulo: Companhia das Letras, 2006.
Guia do Aluno 2014
37
Colégio Oficina
– SOUZA, Marina de Mello e. África e
Brasil africano. 2ª ed. São Paulo:
Ática, 2007.
– SOUSA, Avanete Pereira. Salvador,
capital da colônia. São Paulo: Atual,
1995 (A vida no tempo).
– TAVARES, Luís Henrique Dias.
História da Bahia. 11ª ed. revista e
ampliada. São Paulo: Editora da
UNESP; Salvador: EDUFBA, 2008.
– VAINFAS, Ronaldo. (Organizador)
Dicionário do Brasil Colonial (1500
– 1808). Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.
3. Filmografia
Documentários)
(Filmes
e
– Carlota Joaquina, Princesa do Brasil.
Direção: Carla Camurati. Brasil, 1995.
– Desmundo. Direção: Alain Fresnot.
Sony Pictures. Brasil, 2003.
– O povo brasileiro. Direção: Isa
Grinspum Ferraz. Versátil Seleções.
(duplo).
– O último dos moicanos. Direção:
Michael Mann. EUA, 1992.
– Retratos de um tempo – um novo olhar
sobre a cidade da Bahia. Direção/
Concepção:
Flora
Freire
e
AntonioRisério. Cena Digital.
– Revolução Francesa. HistoryChannel.
Log On Editora Multimídia. (duplo).
Observação: No livro História: volume
único (da bibliografia básica), ao final de
cada capítulo há uma muito útil lista de
livros e filmes que podem ser consultados
pelos alunos.
COMO ESTUDAR
Estudando História conseguimos compreender e responder à muitas perguntas,
como por exemplo: Por que a fome? Por que uns com tanto e muitos com quase nada?
Para isso, precisamos exercitar alguns hábitos necessários, ao longo da nossa vida
aprendizes, para que possamos estabelecer relações, comparar, justificar, comprovar,
analisar, concluir, concordar, discordar...
O que fazer? Como praticar?
É preciso...
– Atenção na sala de aula.
– Saber ouvir o professor e os colegas.
– Fazer as interferências sem interromper o processo da aula, acompanhando a explicação.
– Expor suas dúvidas, ideias e pontos de vista oportunamente, de forma organizada
e respeitosa, afinal, não existe verdades absolutas.
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Guia do Aluno 2014
2014Salvador/Sec/Manuais/20140130_Guia do aluno_9º ano.pmd - prof&lau
Colégio Oficina
– Realizar as atividades propostas percebendo que as de classe, ajudam a uma maior
compreensão em virtude da troca com os colegas e o professor, tornando assim, as de
casa, mais fáceis de serem resolvidas.
– Valorizar a correção, exercitando sempre a resposta do seu entendimento e não
aquela dada pelo professor, pelo livro ou pelo colega.
– Leituras claras e interpretativas, ou seja, não é a quantidade de vezes que você lê
que vai lhe garantir o entendimento mas sim, a forma como você consegue dizer o que
foi lido. Tente ler cada parágrafo e dizer o que entendeu, procurando relacionar sempre
um parágrafo com o outro, até você ter uma compreensão do texto integral.
– Leituras de imagens, mapas, devem ser sempre relacionadas ao tema ou assunto que
estão apresentando. Lembre-se de que os elementos das imagens como, legendas, título,
personagens, paisagens, são imprescindíveis para sua interpretação.
– Ser organizado com sua agenda, anotando e cumprindo o que lhe foi pedido.
– Evitar acumular tarefas, assuntos e dúvidas para não atrapalhar seu aprendizado.
– Comentar sempre que puder, em casa, no transporte, nos intervalos, aquilo que
foi discutido em sala de aula, para ampliar o conhecimento e trocar ideias.
– Não esqueça: Seu professor pode lhe cobrar demais, lhe chamar atenção sempre,
mas, tenha certeza, ele lhe quer muito, afinal, você é o objeto do seu trabalho!
Bons estudos!
2014Salvador/Sec/Manuais/20140130_Guia do aluno_9º ano.pmd - prof&lau
Guia do Aluno 2014
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Colégio Oficina
GEOGRAFIA
Professor: Francisco Figueiredo
JUSTIFICATIVA
A Geografia é uma ciência que tem como objeto de estudo, o espaço geográfico.
Milton Santos, vai se referir a esta categoria dizendo: “O enfoque do espaço geográfico
como resultado da conjunção entre sistemas de objetos e sistemas de ações, permite
transitar do passado ao futuro, mediante a consideração do presente”. O que significa
conceber espaço como herança que está em constante transformação. Desta forma o
ensino da Geografia deve levar os estudantes a compreender melhor a realidade tornando-os
cidadãos críticos e atuantes capazes de compreender os problemas socioeconômicos,
políticos e ambientais visto que o espaço é um só, dinâmico e técnico nas suas diversas
temporalidades e na sua simultaneidade.
Para tanto, entender o espaço em suas dimensões local / global, é preciso
empreender o domínio das linguagens gráfica, cartográfica e contextualização dos
fenômenos geográficos a partir das categorias geográficas, bem como a
interdisciplinaridades dos fatos e das ciências, rompendo com a memorização e a mera
descrição do estudo da Geografia estanque. Desta maneira o estudante perceberá a
importância da Geografia para a sua vida, além de promover transformações que possam
melhorar a realidade na qual ele está inserido.
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Guia do Aluno 2014
2014Salvador/Sec/Manuais/20140130_Guia do aluno_9º ano.pmd - prof&lau
Colégio Oficina
CONTEÚDOS
1. O ESPAÇO MUNDIAL E A GLOBALIZAÇÃO.
5. Europa no cenário global
1. A vida no mundo globalizado
1.1.1 O local e o global: um mundo
interligado
1.1.1 O avanço tecnológico como base
para a globalização
2.5.1
2.5.2
2.5.3
2.5.4
2.5.5
2. A economia global e a organização
do espaço.
1.2.1 A expansão das multinacionais e a
economia global.
1.2.2 As empresas multinacionais e a
nova divisão internacional do
trabalho.
1.2.3 As economias nacionais e as
corporações multinacionais.
1.2.4 Os fluxos da globalização.
3. Trabalho, consumo e desigualdade.
1.3.1 Novas relações de trabalho nos
espaços da globalização
1.3.2 Consumo nos espaços da globalização
1.3.3 Desigualdades nos espaços da
globalização.
Europa, continente desenvolvido
Espaço urbano e população
Organização econômica.
O transporte na Europa
O turismo e sua importância na
economia.
3. A ÁSIA
6. Os países ex-socialistas: entre a
Europa e a Ásia
3.6.1 A Europa do leste
3.6.2 A Russia
7. A diversidade do quadro natural na Ásia
3.7.1 Localização do continente
3.7.2 O quadro natural do continente
asiático
3.7.3 O relevo e as águas das paisagens
3.7.4 A exploração dos Recursos naturais:
o petróleo
8. Diversidade regional na Ásia
2. EUROPA
4. A Europa: diversidade natural do
continente.
2.4.1 Países e localização Geográfica
2.4.2 O quadro natural: Clima e
Vegetação
2.4.3 O relevo e as águas das paisagens
2.4.4 O consumo de recursos naturais
não renováveis.
2014Salvador/Sec/Manuais/20140130_Guia do aluno_9º ano.pmd - prof&lau
3.8.1 Distribuição da população pelo
continente
3.8.2 Diferenças socioeconômicas e
culturais
3.8.3 Regiões da Ásia
Guia do Aluno 2014
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Colégio Oficina
9. China e Índia: Países emergentes no
cenário Global
3.9.1 AÍndia e China no espaço da
globalização
3.9.2 A Índia no continente asiático
3.9.3 China, potência emergente do
Oriente
10. O Japão e os Tigres Asiáticos.
3.10.1 A retomada da prosperidade do
Japão
3.10.2 A economia e a população japonesa
3.10.3 Os tigres asiáticos
4.11.3 O relevo, a atividade vulcânica e
as Águas marinhas.
4.11.4 A colonização do continente e os
povos nativos
4.11.5 Uma população desigualmente
distribuída
4.11.6 O crescimento populacional e a
qualidade de vida
4.11.7 Austrália e nova Zelândia: nações
desenvolvidas
4.11.8 O turismo.
12. Regiões polares
4.12.1 Localização das regiões polares
4.12.2 A região polar ártica
4.12.3 Antártida: um imenso
continente congelado
4.12.4 As questões ambientais nas
zonas polares
4. OCEANIA E REGIÕES POLARES
11. Oceania
4.11.1 Oceania: localização
4.11.2 Quadro natural
COMO ESTUDAR
O Curso de Geografia do Colégio Oficina tem por objetivo apresentar os conteúdos
conceituais de nossa disciplina e capacitar os alunos em diversos outros procedimentos
e atitudes que envolvem a formação escolar.
Para tanto, os professores do departamento de Geografia elaboraram algumas dicas
para seu melhor aproveitamento do curso quanto a:
 Leitura de textos – a leitura dos textos deve sempre ser feita acompanhada de
um dicionário, no qual as palavras desconhecidas são devidamente identificadas.
 Procurar compreender a ideia principal e seus argumentos não é tarefa fácil.
Para isso, é sempre bom que o aluno faça anotações no texto destacando não
apenas ideias soltas, mas como elas se articulam.
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Guia do Aluno 2014
2014Salvador/Sec/Manuais/20140130_Guia do aluno_9º ano.pmd - prof&lau
Colégio Oficina
 O mapeamento dos conceitos também é um procedimento que pode contribuir
muito para a sua compreensão.
 A leitura deve ser feita sempre dentro dos prazos estipulados pelos professores
e todas as dúvidas devidamente esclarecidas na sala de aula.
 Leitura de mapas – a cartografia é uma forma de linguagem, isto é, um mapa
é um texto representado dentro de regras específicas. Identificar a escala,
legenda são os elementos iniciais da leitura de um mapa. Decompor o mapa
em ideias a partir das cores, formas, densidade de distribuição, etc.
 É fundamental que o aluno se sinta como sujeito na construção do
conhecimento, mas que isso deve ser feito em conjunto com os professores
e colegas.
 Dessa forma, ouvir o que os colegas têm a dizer e refletir sobre as ideias é
fundamental.

O aluno deve ter sempre uma postura investigativa e de diálogo de tal forma
que seja capaz de rever posições e contribuir com a formação geral do trabalho
de sala de aula.
 Resolver as atividades propostas em classe e casa, no tempo determinado.
Livros adotados
ARAÚJO, Regina, GUIMARÃES, Raul Borges. Observatório de Geografia,
territórios da globalização. Moderna. 2009, São Paulo.
2014Salvador/Sec/Manuais/20140130_Guia do aluno_9º ano.pmd - prof&lau
Guia do Aluno 2014
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Colégio Oficina
CIÊNCIAS
Professora: Valéria Consuelo Rocha
JUSTIFICATIVA
O ensino de Ciências constitui um meio importante de preparar o estudante para
os desafios de uma sociedade preocupada em integrar, cada vez mais, as descobertas
científicas ao bem-estar da coletividade.
Por isso, sejam quais forem as aspirações e os interesses dos estudantes, ou mesmo
as atividades futuras que venham a realizar, eles devem ter a oportunidade de adquirir
um conhecimento básico das ciências naturais que permita não só a compreensão e o
acompanhamento das rápidas transformações tecnológicas, mas também a participação
esclarecida e responsável nas decisões que dizem respeito a toda a sociedade.
As soluções de nossos problemas não dependem apenas da ciência e da técnica,
mas também da formação de uma responsabilidade social e de princípios éticos que
valorizem e respeitem todos os seres humanos.
OBJETIVO GERAL
Compreender a estrutura e funcionamento do organismo humano, valorizando e
respeitando a diversidade de vida para o equilíbrio dos ecossistemas, posicionando-se
criticamente frente à ciência, o conhecimento e suas aplicações tecnológicas, relacionando-os
à necessidade de uma sociedade baseada em princípios mais justos e humanos, destacando
a importância da conscientização sobre a sociedade de consumo e seus malefícios para o
meio ambiente, com a exploração de recursos de forma indiscriminada e a produção de um
volume de rejeitos que obrigam a sociedade a buscar alternativas, que, pelo menos,
minimizem os impactos causados ao planeta.
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Guia do Aluno 2014
2014Salvador/Sec/Manuais/20140130_Guia do aluno_9º ano.pmd - prof&lau
Colégio Oficina
CONTEÚDOS
· SISTEMA NERVOSO
· DIVISÃO CELULAR
- Funções gerais dos sistemas de
integração.
- Neurônios (anatomia e fisiologia)
- Sinapse e a transmissão do impulso
nervoso.
- Organização do sistema nervoso.
- Ato reflexo.
- Os efeitos das drogas sobre o sistema
nervoso.
- Sistema nervoso e saúde.
- Mitose e meiose. (estudo comparativo)
· SISTEMA ENDÓCRINO ( HORMONAL)
-
Tipos de glândulas.
Hormônios.
Glândulas endócrinas e suas funções.
Disfunções hormonais.
Sistema endócrino e saúde.
· ÓRGÃOS DOS SENTIDOS
- A importância dos sentidos.
- Os sentidos e o sistema nervoso.
- Integração sensório-motora.
- Visão.
# O sistema braile.
- Audição e equilíbrio.
# Importância do ultrassom para alguns
animais.
- Sentidos químicos: paladar e olfato.
- Tato.
# Impressões digitais.
2014Salvador/Sec/Manuais/20140130_Guia do aluno_9º ano.pmd - prof&lau
* GENÉTICA E HEREDITARIEDADE
- Noções básicas de Genética.
# Gregor Mendel e a Genética.
# Cromossomos e características hereditárias.
# Cromossomos e a determinação do sexo.
# Síndromes genéticas. (Down, Klinefelter
e Turner).
# Doenças genéticas. (anemia falciforme,
fibrose cística, etc.)
# Grupos sanguíneos (sistema ABO e fator Rh)
# Análise e construção de heredogramas.
*BIOTECNOLOGIA
Engenharia Genética.
e
SAÚDE:
*Clonagem:
Tipos: (terapêutica e reprodutiva)
Histórico
Legislação
Aspectos éticos e religiosos.
* Transgênicos:
Prós e contras
Legislação
* Célula-tronco:
Tipos
Legislação
Aspectos éticos e religiosos
# Bioética e cidadania.
Guia do Aluno 2014
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Colégio Oficina
· CIÊNCIA, TECNOLOGIA e SOCIEDADE .
# As ciências da natureza: A física, a química e a biologia.
# Aplicabilidades da Física e da Química em nosso cotidiano.
# Conceitos básicos de química: átomos, moléculas, substâncias e elementos químicos.
(relação com os ciclos Biogeoquímicos).
· ECOLOGIA
- Conceitos básicos.
- Relações tróficas nos ecossistemas.
# Fluxo de energia e matéria nos ecossistemas.
· CICLOS BIOGEOQUÍMICOS: interferência humana e desequilíbrios.
- da água;
- do carbono;
- do oxigênio;
- do nitrogênio.
· IMPACTOS AMBIENTAIS e DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL.
-
Aquecimento global (principais causas e consequências).
Chuva ácida. (causas e consequências)
Eutrofização. (relação com o processo de urbanização)
Desmatamentos e queimadas.
Produção de resíduos. (Soluções alternativas)
Destruição da camada de ozônio.
Livro adotado:
OBS: Não foi adotado nenhum livro didático específico. Porém, durante o 1º semestre,
o livro didático do 8º ano que o aluno utilizou no ano de 2013, poderá ser utilizado
como instrumento de estudo e/ou consulta. No decorrer de todo o ano letivo o aluno
receberá roteiros de estudo e atividades complementares.
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Guia do Aluno 2014
2014Salvador/Sec/Manuais/20140130_Guia do aluno_9º ano.pmd - prof&lau
Colégio Oficina
LÍNGUA ESTRANGEIRA - INGLÊS | ESPANHOL
Professores: Amanda Ribeiro e Danilo Santiago
JUSTIFICATIVA
Acreditamos, no Colégio Oficina, que o ensino de línguas estrangeiras é,
sem dúvida uma oportunidade de conhecimento de outras culturas e, nos dias
de hoje, um meio fundamental de integração do indivíduo na sociedade
globalizada.
O maior objetivo é tornar o aluno capaz de realizar trocas comunicativas
em diferentes situações de uso da linguagem. Nesta perspectiva, buscamos
uma prática pedagógica que, considerando as experiências do aluno e as
necessidades reais de informações e comunicação, favoreça a aquisição e o
desenvolvimento integrado das habilidades receptivas (ouvir e ler) e das
habilidades produtivas (escrever e falar), na medida que cada uma delas sirva
de apoio às outras.
Ao longo do processo de ensino-aprendizagem, o aluno deverá ter, sempre,
a oportunidade de desenvolver uma consciência crítica acerca da realidade
que o rodeia, pois concordamos que “aprender” uma Língua Estrangeira é um
empreendimento humanístico e não uma tarefa dedicada às elites ou
estritamente metodológica, e a força da sua importância deve decorrer da
relevância de sua função afirmativa, emancipadora e democrática.
(Henry A Giroux)
2014Salvador/Sec/Manuais/20140130_Guia do aluno_9º ano.pmd - prof&lau
Guia do Aluno 2014
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Colégio Oficina
CONTEÚDOS
INGLÊS
Professora: Amanda Ribeiro
 CONTEÚDO FUNCIONAL
– Asking & answering about past
experiences
– Talking about things you’re done
recently or haven’t done yet
– Reading job ads & completing and
application form
– Making recommendations
– Describing people’s physical appearance
& personality
– Talking about body art
– Talking about online magazines
– Describing people you like and admire
– Talking about dreams
– Talking about modern technology
– Talking about famous inventions
– Making plans & decisions
– Talking about future arrangements
– Giving advice
– Talking about imaginary situations
 CONTEÚDO GRAMATICAL
– Present perfect
– Present perfect with: already, yet, just,
for, since, ever
– Present perfect x Past simple
– Should / Shouldn’t
– Must / Mustn’t
– What + look like? / What + be like?
– Relative clauses with who, that, where
– Pronouns: one, ones
– Pronouns: some, any, no
– Pronouns: some, any, no + -body /
-thing / -where
– Questions tags
– Possessive’s (sing. & pl.)
– Present passive
– Past passive (aff., int., neg.)
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Guia do Aluno 2014
– Going to & will
– Present continuous for future arrangements
– If I were you, I wouldn't
– Second conditional
 CONTEÚDO LEXICAL
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
Verb expressions
Verbs
Teen jobs
Jobs & related Words
Exclamations
Everyday objects
Verb + noun collocations
Work places
Adjectives for describing people
Designs
Magazine sections
Clothes & physical appearance
Sleep & dreams
Health problems
Computer technology
Video game production
School project materials
Do I make
Multi – word verbs
Household gadgets
Livro adotado:
Log in to English 4. 1ª edição – 2009.
Editora: Richmond Publishing
LITERATURA
SCHWARTZ, Josh. The O.C – The
Outsider – Level 2. Editora: Richmond
Publishing
2014Salvador/Sec/Manuais/20140130_Guia do aluno_9º ano.pmd - prof&lau
Colégio Oficina
ESPANHOL
Professor: Danilo Santiago
¡COMUNÍCATE!
¡A REÍRNOS!
Conteúdo Gramatical:
1. Verbos regulares en Presente de
Subjuntivo.
Conteúdo Gramatical:
3. Apócope.
4. El Imperativo Negativo.
Conteúdo Lexical:
1. Aparatos y accesorios telefónicos.
2. Los diferentes tipos de periódicos.
Conteúdo Lexical:
3. Las jergas y el lenguaje coloquial.
4. Las onomatopeyas en los cómics.
@NET.COM
¿CONSUMO O CONSUMISMO?
Conteúdo Gramatical:
1. Verbos irregulares en Presente de
Subjuntivo.
2. Los Heterotónicos
Conteúdo Gramatical:
1. Repaso de los números cardinales
inferiores a 1000.
2. Números cardinales superiores a
1000.
3. Pretérito Imperfecto de Subjuntivo.
4. Repaso del Condicional.
5. Oraciones Condicionales.
Conteúdo Lexical:
1. Equipos Informáticos
2. ¿Es el inglés el idioma de internet?
¡ENTÉRATE!
Conteúdo Lexical:
1. Las secciones de un periódico
2. Vocabulario de texto informativo
Conteúdo Lexical:
1. El mundo de las finanzas.
LIVRO ADOTADO
CALLEGARI, Marília Vasques. RINALDI, Simone. ¡Nuevo Arriba!. São Paulo: Santillana,
2009. Volume 4.
LITERATURA
BECERRA, Edwin. ¿Qué Camino Tomar?. São Paulo: Santillana, 2009.
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Guia do Aluno 2014
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Colégio Oficina
COMO ESTUDAR
Aconselha-se ao aluno:
 Estar atento às explicações dadas pelo professor e à pronúncia correta das
palavras.
 Cumprir as tarefas de classe e de casa, acompanhando a correção e participando
das atividades preparadas pelo professor.
 Ouvir o CD que acompanha o livro didático, em casa, treinando a pronúncia e entonação.
 Procurar aproveitar ao máximo os recursos disponíveis no CD-ROM que faz parte
do seu material escolar.
 Fazer anotações de forma clara e organizada.
 Definir, antes de iniciar, a ordem de urgência das atividades; fazer uma coisa de cada vez.
 Separar todo material necessário antes de começar a estudar. Se eles estiverem à
mão, você terá menos preguiça de consultá-los.
 Ficar atento à postura! Ficar largado na cama é sono na certa.
 Ler texto retirados de fontes diversificadas, tais como folhetos, jornais, revistas,
informativos etc, seguindo o ditado inglês, “variety is the spice of life” (a variedade
é o tempo da vida).
 Controlar o tempo, aproveitá-lo bem.
“Time management means self management”.
(Controle do tempo significa controle de si mesmo).
 Procurar descobrir que estilo de aprendizagem é a sua: tendência para o auditivo,
para o visual ou o sinestésico. Use isso como estratégia para formar o seu próprio
método de estudo.
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Guia do Aluno 2014
2014Salvador/Sec/Manuais/20140130_Guia do aluno_9º ano.pmd - prof&lau
Colégio Oficina
ARTE
SÉCULO XXI: TEMPOS DE MUTAÇÃO – TEMA 2014
Imagem: Intervenção de Nele Azevedo
Professora: Solange Moura
(Adaptado de Ernest Fischer – A Nessidade da Arte)
POR QUE ARTE?
Por que milhões de pessoas vão ao cinema ou ao teatro, ouvem música, leem
livros? Procuram distração, divertimento e relaxamento? Distrai e diverte mergulhar
nos problemas e na vida dos outros quando nos identificamos com uma pintura, música
ou assistimos a um filme? Por que reagimos diante dessas “irrealidades” como se elas
fossem realidades intensificadas? “Que estranho, misterioso divertimento é esse?” Por
que esse desejo de completar a nossa vida através da experiência do Outro, representado
através de outras figuras e formas? Por que da penumbra de uma sala de cinema fixamos
nosso olhar admirado em uma tela iluminada onde acontece algo que nos absorve
completamente?
ENTÃO, POR QUE ARTE?
Porque a experiência (Dewey) e a consciência da experiência (Freire) são
conhecimentos. Conhecimento sobre o Outro presente em uma música, em um gesto,
em um cartaz, em uma instalação, nas cenas do cotidiano. Esse Outro me serve de
espelho para o que sou e me torno ou para o que não sou. O Outro representa culturas,
visão de mundo e diferenças. O Outro que posiciono e que me posiciona no mundo.
PARA QUE ARTE?
Para uma educação do olhar, tendo como matéria-prima a Imagem – seja ela visual,
musical, corporal, cênica, poética – presente nas cenas e estética do cotidiano, nas
“consagradas” obras de arte e na cultura visual.
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Guia do Aluno 2014
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Colégio Oficina
O Ensino de Arte do colégio Oficina propõe uma Educação do Olhar, a partir da
compreensão de dois pressupostos. Primeiro, que arte e vida se interpenetram – uma
proposta pedagógica fincada no entendimento sobre “arte” nas culturas na tradição dos
povos indígenas e de África. E o segundo pressuposto, arte é linguagem, forma de
representação. E, portanto, um artefato cultural, produto social e histórico, que inventa
verdades e define também as inclusões e exclusões, já que envolve relações de poder.
Nesse sentido, o trabalho pedagógico no Ensino de Arte objetiva:
• Buscar os porquês das representações, o que as tornou possíveis, o que mostram
e excluem, que valores estéticos consagram.
• Trabalhar as concepções estéticas nas diferentes culturas e ampliar essa
concepção no sentido de Odara (Nagô) – bom, belo e útil; bem como para a
compreensão da forma como o mundo nos afeta e como nós o afetamos.
• Refletir e inquietar-se através da produção plastico visual sobre questões presentes
no nosso cotidiano e nos diversos contextos históricos sociais produzidos pela
humanidade.
COMO TRABALHAMOS COM E NA ARTE?
Buscando compreender as representações do objeto artístico em um diálogo
interpretativo com a Imagem, nosso estudo é composto de algumas etapas:
Em um primeiro momento, é preciso incitar o olhar sensível do/da nosso/a estudante, um
encontro entre subjetividades – fruição, experiência estética – sujeito e objeto. Posteriormente,
construir leituras críticas – com o contexto histórico, estético, social e antropológico do objeto,
através do diálogo, debate, vivencia e exposição do conteúdo com imagens (vídeo, fotos, gravuras,
som, revista, poemas). No processo de produção de leitura trabalhamos com a descrição, análise
plástica, interpretação, crítica e proposição (produção de ateliê e intervenções artísticas).
Em um segundo momento o/a estudante é provocado(a) a problematizar, porque a
arte não é apenas busca de solução é, sobretudo problematização. Momento de continuar
a sua produção de cultura no ateliê (este compreendido como um lugar de criação e
experienciação), manipular a plasticidade da matéria, transformando a ambos. Tal como
o artista africano na tradição, que era cônscio de sua ação e dos signos que manipulava,
provocamos o/a estudante para refletirem sobre suas formas e conteúdos produzidos.
Fruição, leitura e produção de ateliê não são ações lineares, elas se entrecruzam:
leio o que produzo, ou ao produzir estou assentada em referências, lendo. Essas são
ações tradutoras de cultura que solicitam a presença do corpo na sua totalidade, incluindo
os sentidos e sem dicotomias entre a racionalidade e o sentimento.
Há ainda um terceiro momento de análise processual na forma de registro escrito
– diário de bordo/portfólio – em que o estudante relata o seu trajeto de aprendizagem
pessoal e responde questões sobre os conteúdos vistos.
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Guia do Aluno 2014
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Colégio Oficina
Para provocar a mediação no Ensino da arte como um processo em que todos
tornam-se partícipe e artíficie, temos um encontro para um “bate papo” com artistas
locais, no ateliê deste e ou no Colégio Oficina. Espera-se que a interlocução direta
entre /ao artista e os/as estudantes seja mais uma “antena” desses com o mundo.
Todas essas ações estarão em consonância com o projeto anual do Colégio Oficina
e uma temática por ano, através desses é que se darão as escolhas dos objetos de arte
que inclua as nossas matrizes estéticas banto, iorubá, tupi-guarani e lusa e as demais.
COMO ESTUDAMOS ARTE?
O/a estudante é estimulado continuamente à investigação e às experiências estéticas:
visitar sites de bibliotecas e museus, ler jornais e revistas, cadernos de cultura, ver filmes,
assistir espetáculos de dança, teatro, música, freqüentar museus e ver exposições. O
trabalho de estímulo é feito em sala, mas o repertório pessoal é importante na construção
desse processo. Há ainda o material visual que é exibido pela professora em sala e as
aulas explicativas. Nesses momentos o/a estudante é convidado e instigado a participar.
É preciso também estar sempre em dia com os materiais necessários para a produção
artística e, muitas vezes, coletar materiais de artistas, gravuras, músicas, fotos e outros
fazem parte desse material; bem como cumprir com as atividades, algumas avaliativas,
que são encaminhadas para serem realizadas em casa individual ou coletivamente.
QUESTÕES ESPECÍFICAS DO 9º ANO
A ênfase é fazer a travessia por imagens que nos aproximem das ideias entre arte e
identidade.
Aqui, começamos a pensar sobre as ideologias tramadas nos textos visuais.
Durante o ano letivo, buscando intensificar a frequência do/da estudante às produções
artísticas, é acordado com o/a estudante sua ida à cinco (05) experiências estéticas –
teatro, música, dança, exposição e cinema , com relato no portfólio. Essa é uma ação que,
cada estudante, fará organizando-se junto com a família.
CONTEÚDOS
1. Conceito de Arte e a Experiência
Estética
• Arte e Identidade
2. Estética Barroca no Brasil
• Barroco, Cultura universal – a
primeira globalização;
• A Mão Afro-Brasileira
• O Labirinto de Bispo do Rosário, a
contemporaneidade
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3. Arte e Globalização
4. Globalização: o mundo em toda parte
• Instalação Artística e ambientação:
Projeto: CONESCO
5. Ateliê Oficina in Concert
• Projeto Visual: Figurino e Adereços
Cênicos
6. Olhar estrangeiro sobre o Brasil
• Debret, Eckhout e Verger
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Colégio Oficina
EDUCAÇÃO FÍSICA
Professor: Artur Pinho
JUSTIFICATIVA
A cada dia a Cultura Corporal tem sua importância acentuada, hora como
elemento promotor de saúde e um dos indicativos da qualidade de vida, hora
como ferramenta de formação do ser humano. Mas para o Colégio Oficina ela é
mais que isso.
Integrada ao Projeto Político Pedagógico, a Educação Física aborda,
vivencia e discute situações funcionais e imprescindíveis à formação global do
indivíduo, a partir de intervenções, leituras e ressignificações dos elementos
que compõem a Cultura Corporal (Ginástica, Esportes, Danças, Lutas e demais
práticas corporais), de forma lúdica e significativa.
Através das atividades individuais é possível intervir e a ajudar de forma
ajustada a formação das potencialidades de cada estudante. Mas é a partir das
atividades coletivas, onde percebemos a funcionalidade destas capacidades.
Na ação em grupo e pelo grupo, onde utilizamos nossas principais
habilidades, é onde se faz valer tudo que sabemos e o que vamos aprender.
Desta forma, a Educação Física no Colégio Oficina é compreendida e
realizada não só como uma disciplina curricular, mas principalmente como
instrumento em favor da cidadania, do desenvolvimento de estilos pessoais e a
capacidade de posicionar-se autônoma e criticamente frente às demandas do
cotidiano social.
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Colégio Oficina
METAS
Os temas e conteúdos abordados nas aulas de Educação Física, procuram
promover aos alunos um maior número de experiências dentro do contexto da
cultura corporal, possibilitando vivências e reflexões acerca dos temas
trabalhados.
Os objetivos e conteúdos são organizados de forma progressiva e específica
para cada ciclo, respeitando os níveis de desenvolvimento, tornando as
intervenções mais próximas e ajustadas, bem como relevantes dentro do
contexto em que os mesmos estão inseridos.
CONTEÚDOS
Todos os conteúdos são constituintes, do que chamamos de Cultura Corporal.
Gênese dos Jogos;
Tipos de jogos e suas implicações;
Os esportes e suas especificidades (individuais e coletivos);
As ginásticas (Tipos e Fundamentos);
Atividade Física,Qualidade de Vida e Saúde (Conceitos e aplicações);
As Danças (Tipos e significados);
As lutas (Representações da cultura de resistência);
Os esportes radicais e eletrônicos (Abordagens de uma nova leitura).
LAZER CORPOREIDADE E CIDADANIA
Conceito de Corporeidade;
Sociedade e Cultura;
Lazer como direito;
Cultura corporal e cidadania.
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Colégio Oficina
COMO ESTUDAR
A Educação Física é uma disciplina que ao longo dos anos foi reconhecida como
matéria essencialmente prática. Contudo, isto não quer dizer que todos os encontros
serão realizados a partir da vivência de jogos, brincadeiras ou esportes. É preciso que
os estudantes entendam que, como outra disciplina qualquer, a Educação Física necessita
de um tempo para refletir sobre ela mesma, momentos em que os conteúdos serão
discutidos e sistematizados.
O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO que nos norteia, exige-nos
competências para o desenvolvimento de trabalhos escritos, individual ou em grupo,
entrevistas, coletas de informações apresentação de seminários, leitura de textos,
discussão sobre variados temas, dentre outros.
Neste sentido, participar ativamente das aulas na quadra passa a representar somente
uma parcela da demanda que cada estudante precisa está comprometido, já que, os
encontros vivenciados na sala de aula possuem tanta importância quanto aqueles.
É importante lembrar que a proposta da Educação Física no Colégio Oficina busca
uma superação no trato de seus conteúdos e objetivos. É muito mais que um processo
de reprodução de gestos ou de uma instrumentalização os indivíduos em suas funções
profissionais. Portanto, estudar Educação Física é muito mais que jogar, brincar e
conhecer os componentes anatômicos do corpo humano, é aprender e desenvolver a
criatividade, a criticidade em busca de uma educação para autonomia.
Sejam bem vindos!
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Colégio Oficina
ANOTAÇÕES:
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Colégio Oficina
Srs. Pais e/ou Responsáveis
Acreditamos que é muito importante mantermos a parceria família e escola. Para tanto,
a informação torna-se imprescindível.
Estamos enviando através do nosso aluno (a) O GUIA DO ALUNO 2014. Nele estão
contidas informações e regras de convivência importantes e necessárias para ajudá-los
no planejamento e organização escolares.
O Guia será lido e esclarecido para os alunos no encontro do NOP em todas as turmas.
Este material encontra-se disponível no site da escola. (www.colegiooficina.com.br).
Favor destacar o canhoto, confirmando o recebimento do GUIA DO ALUNO, e enviar
através do seu filho(a) para Orientadora da série.
Qualquer esclarecimento, estamos à disposição.
Atenciosamente,
NOP – Núcleo de Orientação Pedagógica.
-----------------------------------------------------------------------------------------------------
Eu ____________________________________________________________,
responsável pelo aluno (a) _________________________________________,
do (a)____ ano (série) turma ____, confirmo recebimento do Guia do Aluno 2014.
Salvador, ______ de ____________________de 2014.
_____________________________________
Assinatura dos pais e/ou responsáveis
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