(Microsoft PowerPoint - Fam\355lia doente

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(Microsoft PowerPoint - Fam\355lia doente
23/5/2010
As ideias do
estudo desta
manhã brotaram
em meu coração
depois da leitura
do livro Uma
Família Doente,
um Filho Ferido, do
Pr. Alcione
Emerich.
Família doente; Filhos feridos
Efésios 6.4
Pr. Fernando Fernandes
PIB em Penápolis, 23/05/2010
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Este livro aborda sobre a família e a
vida de José, um verdadeiro
sobrevivente de uma família doente,
que conviveu com as feridas de sua
alma por vários anos, como escravo
no Egito, até que Deus curasse sua
alma, seu coração, suas memórias e
sua espiritualidade.
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Não podemos fugir a realidade do fato
que a maioria das feridas que
atormentam a alma dos nossos
filhos são produzidas dentro de casa,
em especial na relação com os pais
ou com os irmãos.
O clima de revanches, brigas e
disputas no lar ferem e marcam
profundamente a alma, a mente, o
coração e o espírito dos filhos.
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Este processo de cura e de libertação
de José não foi rápido e nem simples,
mas dorido, demorado e perpassou
pela rejeição, pelo desprezo, pelo
abandono, pela solidão e pelas
masmorras mentais, físicas e
espirituais, fatores que causaram sua
enfermidade espíritoexistencial, mas
que também serviram, nas mãos de
Deus, como terapêuticos na sua cura.
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Além disso, o descontrole muitas
vezes evidente nos casamento
prejudicam a vida emocional e
espiritual dos filhos.
As crises financeiras e familiares
geradas pela falta ou pelo
descontrole nas finanças também
fazem adoecer os nossos filhos.
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Até mesmo as crises conjugais e na
sexualidade dos pais afetam
existencial, emocional e
espiritualmente os filhos, que
podem padecer pelo restante de
suas vidas com tais feridas na alma,
na mente, no coração e na
espiritualidade, atormentados por
memórias negativas, que afloram
motivadas por situações adversas ou
espontaneamente.
Diante disso, nós pais, devemos ter a
plena consciência de que somos
responsáveis pela herança
emocional, psicológica e espiritual,
que podem ser boas ou más, que
legamos aos nossos filhos.
Por isso, devemos tomar todo o
cuidado possível e nos valer de todas
as ferramentas bíblicas disponíveis,
para que nossa família não adoeça
gravemente, causando feridas e
marcas profundas em nossos filhos.
Dentre as crises que
adoecem a família,
destaco, a partir do
livro do Pr. Alcione
Emerich, duas
atitudes adotadas
pelos pais que
causam feridas
profundas nos
filhos, que são:
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Preferência é a ação de preferir, de
escolher um entre outros, dedicando
mais estima ou amor maior ao
escolhido, em detrimento dos
outros.
Preferencialismo é predileção.
1. Preferencialismo
Preferencialismo..
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Não há base bíblica para que os pais
prefiram um dos filhos em relação
aos outros.
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Todos os filhos são herança e galardão
do Senhor, devendo ser amados e
respeitados cada um em sua
personalidade e singularidade,
Salmo 127.3.
Contrariando o disposto na Palavra de
Deus, Jacó preferia a José e isso
adoeceu a sua família, e feriu,
amaldiçoou, seus outros filhos,
Gênesis 37.3.
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2. Superproteção.
Evitaremos esta maldição e as feridas
na mente, na alma, no coração e na
espiritualidade de nossos filhos se
compreendermos que o perfil de
nossa família, nosso casamento e a
criação de nossos filhos devem ter
como referência basilar não as
nossas preferência pessoas, mas
somente a Palavra, os mandamentos
e os propósitos de Deus.
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Superproteger é dar proteção especial
e acima do normal.
É proteger em demasia, afastando de
nossos filhos todos os perigos e
impedindo-o de desenvolver por
conta própria os seus mecanismos
de defesa psicoemocional.
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É um erro crasso e um sintoma de
enfermidade na família a
superproteção dos filhos.
Nem mesmo as precoces
demonstrações de qualidade de
caráter, de alta intelectualidade e de
sensibilidade espiritual aguçada
justificam a superproteção dos
filhos.
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Jacó, bem cedo, deixou transparecer
não apenas a sua preferência por
José como também a sua atitude em
superprotegê-lo, tronando-o em um
menino mimado e fofoqueiro, um
“dedo duro”, que agia como
informante do pai e em gritante
oposição e afastamento de seus
irmãos, Gênesis 37.2-4.
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Além de corromper o caráter e
deformar a personalidade dos filhos,
a superproteção desprotege a
criança, que não desenvolverá seus
próprios recursos e mecanismos de
defesa, bem como não crescerá
existencialmente e nem aprenderá e
se tornara amadurecido com as
experiências da vida.
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Independentemente de nossa herança
familiar e dos traumas e das
memórias negativas com que
convivemos, resultantes de nossas
próprias feridas ainda não saradas,
não devemos nos valer do
preferencialismo na criação de
nossos filhos, bem como jamais
devemos superproteger os filhos.
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O preferencialismo e a superproteção
provocam a ira no coração de nossos
filhos, contrariando a nossa
responsabilidade para a criação e
educação deles, que é de instruí-los
na Palavra de Deus e de ajustar a
mente, o raciocínio, deles aos
propósitos do Senhor, Efésios 6.4.
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Amados irmãos e irmãs, pais e mães
aqui presentes, não podemos causar
doenças em nossas família e, se
porventura já estamos enfermados,
não podemos permitir que as nossas
doenças espirituais, emocionais,
conjugais, financeiras e relacionais
causem feridas espíritoexistenciais e
psicoemocionais em nossos filhos.
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Jacó cometeu este erro, preferindo e
superprotegendo a José, e enfermou
e amaldiçoou a sua família, gerando
no coração de seus filhos a ira, o
ciúme, a inveja, a raiva, a mentira, o
ressentimento e o desejo de
mortífero de vingança, obtendo
como resultado a desagregação
familiar, o sofrimento e a amargura
que acidamente corroeram por
longos anos o seu próprio coração.
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Sejamos promotores de cura em nossa
família, oferecendo aos nossos filhos,
em obediência e gratidão a Deus que
nos deu tão preciosa herança, amor,
carinho, conforto, compreensão,
motivação, proteção comedida,
repreensão, correção, instrução bíblica
e oração, que são remédios altamente
eficazes na cura das feridas da alma,
da mente, do coração e do espírito.
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Agindo assim, escreveremos a história
de nossa família, e deixaremos
registrado na mente, no coração e na
vida de nossos filhos, um Livro de
Memórias, que terá como título a
profética e abençoadora expressão...
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Amém.
(Família de Jim Bob e Michele Duggar, que
teve seu 19º filho em 2009)
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