nº112 - Rui Goulart

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nº112 - Rui Goulart
112
Edainforma
Grupo EDA Novembro 2007
Comunicar para Ganhar
Sumário
03 Editorial
04/05 Comunicar para Ganhar
06 GRHUM/DEORG
07 Armazenagem de Energia
08 EDAPRO
09 Visita SOGEO
10/11 Quem é Quem
12 Simulacro Graciosa
13 ATEX / GREDA
14 Reforma / Publicidade
15 Aniversários
16 Publicidade
Destaques
Ficha Técnica
Director
Emanuel Fernandes
Coordenadora Editorial
Cláudia Fontes
Edição e Design
Globaleda (Rui Goulart)
Colaboradores
Ana Paula Pereira
Armando Moreira
Carlos Pires dos Santos
Calos Sousa
David Estrela
Francisco Bettencourt
José Mendes
Nuno Jerónimo
Paulo André
Teodomiro Silveira
Vanda Ribeiro
Virgílio Guerra
Propriedade
Electricidade dos Açores, S.A.
Impressão Coingra
Tiragem 1450 exemplares
EDITORIAL
Comunicar para Ganhar
Por iniciativa do Conselho de Administração realizouse, no passado dia 8 de Novembro, o Workshop
“Comunicar para Ganhar”, destinado a fomentar a
discussão em torno da estratégia de comunicação
do Grupo EDA. Este momento foi concebido para,
entre outros objectivos, procurar dar resposta a um
conjunto de questões levantadas no Encontro de
Quadros levado a cabo em Abril do corrente ano.
Com a colaboração da My Change,consultora do Grupo
EDA, foi organizada uma reflexão sobre o reforço do
papel da comunicação como actividade estratégica
na implementação e condução de acções orientadas
para o público interno – todos os colaboradores do
Grupo – bem como, no relacionamento que se deseja
com o público externo.
O Grupo EDA possui uma cultura única, baseada na
sua história, a qual se vai (re)escrevendo com base
nos seus valores, nas actividades que desenvolve e
nos sinais que a identificam. A comunicação deverá,
pois, assumir o papel de correia de transmissão dessa
nossa cultura.
Procurou-se, com este Encontro, recolher o contributo
dos presentes, no tocante ao modelo orgânico actual
e, paralelamente, reanalisar a adequação dos meios
existentes a uma política de comunicação alinhada
com a missão, os valores e a estratégia do Grupo.
A obtenção de resultados passa assim, inevitavelmente,
pelo contributo de todos os colaboradores. A
política de comunicação deve estar ao serviço de
objectivos tão importantes como o envolvimento dos
trabalhadores nos projectos das várias empresas e a
instauração de um clima de confiança.
Para melhor actuar é necessário conhecer as
expectativas existentes, a adequação dos veículos de
informação que têm sido utilizados e, acima de tudo,
SABER OUVIR. Uma das formas mais eficazes de
comunicar é, antes do mais, conhecer as percepções
de quem nos rodeia, a forma como cada um se
identifica com a cultura da empresa e como esta é
entendida pela generalidade dos receptores.
O levantamento dos pontos fortes e fracos
efectuados durante esta sessão de trabalho
constituiu um importante marco para a
redefinição da política de comunicação
– definição dos objectivos a alcançar, plano
a executar e os meios a utilizar para todo o
Grupo EDA.
A curto prazo, serão divulgadas a todos os
colaboradores, as orientações do Conselho
de Administração sobre a nova política a
implementar na EDA e empresas participadas.
A uma equipa que se deseja “GANHADORA”,
comunicamos os princípios que nos devem guiar
no nosso dia-a-dia os quais, simbolicamente,
designamos como os “10 MANDAMENTOS”:
1. Conhecerei bem para interagir melhor;
2. Reconhecerei a experiência, capacidade e competência das outras
áreas;
3. Ouvirei os meus pares - a sua informação poderá ser preciosa para
mim;
4. Estarei sempre disponível para cooperar com as outras áreas, visando
a realização dos objectivos estratégicos do Grupo;
5. Não despacharei amanhã o que deverei despachar hoje;
6. Não pedirei informação que não precise;
7. Não exigirei aos outros mais do que exijo a mim próprio;
8. Identificarei os problemas da estrutura vizinha e oferecerei a minha
colaboração para os resolver;
9. Em situação de conflito, darei o primeiro passo para o resolver;
10.Partilharei os sucessos e insucessos com a minha equipa e extravasarei
às outras equipas.
Maria José Gil Administradora
Novembro 2007
Comunicar
Comunicar para Ganhar
Uma pausa para pensar e reforçar a Comunicação na EDA
Nos velhos tempos dos navios à vela, um jovem marinheiro saiu ao mar no
Atlântico Norte na sua primeira viagem. Ao aproximar-se forte tempestade, o
jovem recebeu a ordem para subir ao mastro principal e recolher as velas. O
marinheiro subiu e, ao chegar à metade do mastro, olhou para baixo, perdeu
o equilíbrio e quase caiu. Naquele momento, um marujo mais experiente que
estava no convés gritou: “Olhe para cima, filho! Olhe para cima!” O jovem
seguiu a orientação que lhe estava a ser dada e recuperou o equilíbrio
imediatamente, continuando a subir até cumprir a sua missão.
Comunicar, no momento certo, faz toda a diferença, sobretudo para a nossa
energia e a dos nossos colegas. Estamos a cada momento, ou a necessitar
de comunicar, para manter acesa a chama da motivação e atingir objectivos,
ou a preparar-nos para atravessar as tempestades, que são uma constante
nos oceanos empresariais. A comunicação adequada na hora certa pode ser a
diferença entre um navio naufragado e o sucesso da travessia.
Conscientes de que é preciso Comunicar melhor, interna e externamente,
e de forma mais integrada, realizou-se no passado dia 8 de Novembro, um
Encontro que permitiu reflectir numa nova energia para a Comunicação na
EDA.
Depois das palavras de estimulo do Dr. Roberto Amaral, partilharam-se
algumas das boas prácticas de Comunicação em determinadas organizações,
uma forma de introduzir reflexão sobre como a EDA pode potenciar a sua
atitude de comunicação.
Um Master Plan de Iniciativas para a EDA, previamente trabalhado pelo
Gabinete de Comunicação, foi enriquecido por todos os participantes, em
actividades em sub grupos. Nesses momentos, todos consideraram como
Alavancas da Comunicação (onde não podemos falhar): a necessidade de
haver uma Estratégia, Objectivos e um Plano; a necessidade de Atitudes /
Comportamentos verdadeiramente envolventes; o compromissos dos diversos
actores, nos diversos niveis do Grupo EDA e a monitorização, para que no
caminho, se vão reforçando as novas necessidades de Comunicação.
Num momento particular, revisitaram-se os Mandamentos da EDA, produzidos
no ultimo Encontro de Quadros e analisaram-se os mais praticados e aqueles
que precisam de estar mais presentes.
Para terminar, cada colega pode declarar, em voz alta,
“O meu Compromisso de Comunicação é...”, uma forma de sentir que a
diferença, em matéria de comunicação, começa dentro de cada um de nós!
A Dra Maria José Gil encerrou o Encontro, comunicando o seu compromisso
de escutar todas as conclusões do Encontro e de se implicar na melhoria.
Nesta sua comunicação, as palavras foram sentidas e emotivas, ou não sejam
as emoções o que de melhor guia a acção envolvente no terreno.
Está de parabéns a EDA pelo seu esforço constante de querer melhorar a
cada momento.
Convidam-se todos, a actuarem de forma mais comunicativa, “passando a
palavra certa, no momento certo”, para que os laços entre os colegas e com
a comunidade e clientes, sejam ainda mais luminosos!
Edainforma 112
Comunicar
My Change Fotos: Armando Moreira
Novembro 2007
GRHUM/DEORG
Avaliação da Eficácia da Formação
Indicadores de Avaliação
A Direcção de Recursos Humanos, através da área de Desenvolvimento
Organizacional e Gestão Previsional (DEORG), na qual se encontra
incluída a Formação, levou a cabo neste ano de 2007, conforme previsto,
a Avaliação da Eficácia da Formação nas áreas certificadas, a saber,
Manutenção/EPROD e COMEL. Como previsto nos Procedimentos
inseridos nos respectivos Sistemas de Qualidade (da Manutenção e
do Comercial, respectivamente PR-14 e PT-12), os indicadores que
servem de base à Avaliação da Eficácia da Formação são fornecidos
pelos superiores hierárquicos dos colaboradores envolvidos nas
diversas acções de formação, resultando o trabalho agora apresentado
da estreita colaboração entre estes e a GRHUM, aproveitando para
salientar o empenho demonstrado.
Este projecto, conforme referido na edição do passado mês de
Julho, pretende contribuir para o incremento da eficácia e eficiência
do Sistema de Gestão da Formação, rentabilizando dessa forma
o significativo investimento efectuado nos colaboradores através
da medida e melhoria da aquisição e actualização de competências
requeridas pela estratégia e processos de negócio da organização.
Durante este ano, recolhemos a avaliação dos indicadores relativos ao
estado de pré-formação das acções realizadas nas duas áreas acima
referidas, seguida de uma avaliação pós-formação no prazo de 4 a
6 meses após a sua realização (devidamente efectuada pelas chefias
hierárquicas).
1 -Preparação prévia da intervenção em altura, incluindo verificação das
condições físicas do interveniente;
2 -Inspecção das condições de segurança do equipamento pessoal e da
Instalação/Equipamento a intervir;
3 -Utilização correcta dos equipamentos de segurança durante a intervenção.
Participantes
Nº Nome
M1
M2
(Pré-Aval) (Pós-Aval)
Taxa
Eficácia
1 Colaborador A
1
4
75,0%
2 Colaborador B
1
4
75,0%
3 Colaborador C
1
4
75,0%
4 Colaborador D
1
4
75,0%
5 Colaborador E
1
4
75,0%
6 Colaborador F
1
4
75,0%
7 Colaborador G
1
4
75,0%
8 Colaborador H
1
4
75,0%
Avaliação da Eficácia p/ Participante
Dessa forma, apresentamos o resultado obtido no final desse ciclo no
que concerne à acção de formação “Trabalhos em Altura-Centrais”,
correspondendo à primeira acção de formação avaliada neste sistema.
Em baixo temos a identificação da acção de formação, à direita os
Indicadores que serviram de base à respectiva avaliação, no centro
da folha podemos ver a avaliação pré e pró formação em tabela e a
evolução em gráfico. No fundo da folha é visível o resumo da avaliação
da eficácia da respectiva acção.
Como é visível no quadro, os formandos tinham todos os pré-requisitos
ao mesmo nível e apreenderam a quase totalidade das competências
previstas, ou seja, detinham 20% das competências iniciais, adquiriram
60% e apenas ficaram 20% de competências no assunto em causa por
adquirir. Este exemplo ilustra claramente que a acção foi eficaz numa
percentagem muito elevada, permitindo retirar ilações para o futuro
no que concerne a novas acções deste tipo, ou seja, na qualidade dos
formadores, no equilíbrio dos formandos e no método utilizado.
Acção de Formação: Trabalho em Altura de Centrais
Participantes
Avaliação da Eficácia / Acção
Competências
adquiridas 60%
Competências Iniciais 20%
Data de Realização: 8 e 9 de Março de 2007
Local de Realização: Central de Belo Jardim - Terceira
Entidade Formadora: Tecniquitel
Formadores: Rui Borges e Sérgio Sampaio
Competências não
adquiridas 20%
Edainforma 112
Francisco Bettencourt
APRESENTAÇÃO
Equipamento de Armazenagem
de Energia Eléctrica
Decorreu no dia 22 de Outubro, uma reunião técnica entre a firma ENSUL MECI e departamentos técnicos da EDA,
com vista a estudar as possibilidades de utilização da tecnologia de armazenamento de energia através de baterias
líquidas de vanádio.
Esta tecnologia, utilizada pela VRB Power Systems, foi apresentada pelo Sr. Hugh Sharman da empresa INCOTECO
e pelo Eng. Freitas Ribeiro da ENSUL MECI, tendo-se analisado em detalhe as possibilidades de adequação desta
tecnologia à realidade da Região.
A VRB conta com projectos a funcionar em vários Continentes, nomeadamente com projectos em utilização no
Japão, Estados Unidos e Austrália e permite o armazenamento de energia eléctrica sobre a forma química. Como
vantagens da tecnologia empregue referem-se a longa vida do electrólito (Vanádio) garantindo uma longa vida da
instalação, a baixa manutenção, a possibilidade de comutação rápida entre os ciclos de carga para descarga, bem
como, talvez a mais importante característica para adaptação a sistemas eléctricos insulares, a possibilidade de se
dimensionar o sistema, quer em termos de energia armazenada, quer em termos de potência instantânea a fornecer
transitoriamente.
Este sistema de armazenamento de energia tem sido utilizado para:
- Facilitar a integração na rede de energias renováveis de forma a estabilizar a rede eléctrica e modelar a produção
renovável absorvendo energia, ou libertando-a quando necessário;
- Garantia de abastecimento em áreas remotas permitindo a integração de sistemas foto-voltaicos e eólicos para o
abastecimento eléctrico com significativas reduções de custos de funcionamento e de manutenção;
- Alimentação de emergência a sistemas de telecomunicações graças ao longo tempo de vida útil, aos baixos custos
de manutenção e à possibilidade de ser descarregado rapidamente em caso de necessidade;
- Empresas fornecedoras de energia que utilizam o sistema para estabilização das cargas eléctricas, permitindo
um controlo eficaz de consumo nos períodos de vazio e de produção acrescida nas alturas de pico e uma melhor
utilização das infra-estruturas produtivas já existentes.
Na apresentação foram referidas, por parte da EDA, as particularidades de abastecimento em regiões insulares e
foram prestados os esclarecimentos necessários para que possa ser concebido e quantificado um estudo piloto de
aplicação desta tecnologia a uma ilha açoriana – que será nesta fase a ilha de S. Maria.
David Estrela / Paulo André
Novembro 2007
EDAPRO
Alargamento do projecto EDAPRO
Corvo, Flores,
Pico, Graciosa
e Santa Maria
Edainforma 112
O mês de Novembro foi calendarizado de modo a que o projecto
EDAPRO pudesse ser apresentado nas restantes ilhas que ainda não
se encontravam integradas.
Nesta sequência, o projecto EDAPRO foi dado a conhecer a todos
os colaboradores das estruturas envolvidas e foi dado início ao
levantamento de mapas de flexibilidade e demais documentação
necessária à sua implementação, nas ilhas do Corvo e do Pico no dia
12 de Novembro, Flores no dia 15 de Novembro, Graciosa no dia 22
de Novembro e em Santa Maria no dia 26 de Novembro.
De realçar a presença do Sr. Administrador Eng.º Mário Mendes e do
Sr. D. EPROD, Eng.º Gualberto Pacheco, na apresentação do projecto
efectuada na Ilha das Flores, que muito contribuíram para a valorização
deste projecto estratégico para a EDA, S.A.
Significativa foi também a colaboração prestada pelo Sr. Eng.º Hélio
Freitas e por todos os seus colaboradores, quer na Ilha das Flores, quer
na Ilha do Corvo, bem como a colaboração prestada pelo Sr. Eng.º
Nuno Mendes na Ilha do Pico, pelo Sr. Eng.º José Luis Mendes na Ilha
Graciosa e pelos Sr. Eng.º Rui Antunes e pelo Sr. Ezequiel Araújo, na
Ilha de Santa Maria.
Durante todas as apresentações efectuadas, foi denotada uma
colaboração muito efectiva dos colaboradores de todas as Ilhas onde
o projecto foi apresentado, tendo sido colocadas várias questões
e solicitados vários esclarecimentos, que a equipa de projecto e os
consultores puderam esclarecer de imediato.
Segue-se a implementação do projecto nas ilhas acima referidas, uma
vez que já se encontram integradas no projecto EDAPRO todas as
estruturas alvo, nomeadamente EDIST, EPROD, COMEL, CINFE e
APROV.
O projecto EDAPRO encontra-se neste momento a ser alvo de um
marco importante na sua evolução, uma vez que, em parceria com
a GLOBALEDA, se passou ao desenvolvimento de uma solução
informática de BI para gestão de indicadores operacionais, com o
objectivo de fornecer informação periódica aos diferentes níveis
hierárquicos da cadeia de comando das estruturas envolvidas e que
passará a estar disponível num portal em Sharepoint para consulta,
possibilitando a tomada de acções num maior curto espaço temporal.
Carlos Sousa
VISITA
No passado dia 19 de Outubro, no
âmbito da Reunião da Comissão de
Ambiente, Agricultura e Questões
Territoriais da Assembleia
Parlamentar do Conselho da Europa,
realizou-se uma visita à Central
Geotérmica do Pico Vermelho.
Foi, assim possível, dar ao conhecer
aos deputados o trabalho
desenvolvido nos Açores.
Fotos: Virgílio Guerra
Novembro 2007
QUEM é QUEM
Ana Clara Morgado
É da ordem do dia o apelo constante, feito pela política Económica
Global, pelos “Media” (quer jornais, revistas ou televisão) ao
investimento nos Recursos Humanos no seu todo, nas pequenas,
médias e grandes empresas, como mais valia para uma aposta
de mercado vitalizado e competitivo.
A Electricidade dos Açores, cada vez com Quadros mais renovados
a todos os níveis, não foge à regra e pretende preencher estes
atributos.
EDA Informa dirige este mês a sua atenção a um novo elemento
dos Recursos Humanos – Ana Clara Morgado.
Sabendo-a natural de S. Miguel, pergunta-se qual a sua Freguesia
Mãe e por onde passou para aprendizagem escolar até perfazer o
12º Ano.
Nasci e cresci na freguesia de Arrifes, mas sempre estudei na cidade.
Estive no Colégio S. Francisco Xavier até à 4ª Classe, na Escola Canto
da Maia até ao 6º Ano e na Escola Secundária Antero de Quental até
ao 12º Ano.
Qual o estabelecimento escolar que mais a marcou em termos
gerais?
Sem dúvida que foi a Escola Superior de Educação de Leiria. Adorei a
cidade, a tradição académica, o conhecer novas pessoas, as amizades
criadas, enfim… tudo!
A sua escolha de curso não foi a prioritária. Qual a primeira e o
que a fez decidir pela vertente actual: - Licenciatura em Relações
Humanas e Comunicação no Trabalho?
Eu sempre me interessei por desporto, tanto que no Liceu estava na
área de desporto. Mas ao passar o tempo apercebi-me que quando
acabasse o curso iria ter dificuldades em ser colocada nas escolas de
cá (S. Miguel), por ter colegas mais velhos a tirarem também desporto!
Ou seja, primeiro que se reformassem … Ainda assim fui fazer os pré
- requisitos para entrar na Faculdade de Desporto. Quando chegou à
altura de decidir, depois de fazer os exames nacionais, decidi envergar
pela vertente de Recursos Humanos, também por gosto pessoal, a
gestão de pessoal, o lidar e comunicar.
Como é estruturado o seu curso em termos de anos de frequência?
Correspondeu às suas expectativas ou, como todos há áreas mais
consideradas que outras?
O meu curso é bietápico (3+1), ou seja, pode ser concluído com o
Bacharelato, ou pode-se fazer mais um ano para concluir a Licenciatura.
No meu caso optei pela Licenciatura. Adorei o curso, principalmente
por ser muito polivalente. Tive imensas cadeiras que abrangem toda
a gestão de uma empresa, assim como cadeiras de cultura geral. Por
vezes dava por mim a pensar o porquê daquela cadeira estar incluída
no programa do curso… Afinal tem a sua utilidade na vida!
Edainforma 112
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QUEM é QUEM
Ana Clara Morgado
Porquê o Instituto Politécnico de Leiria? Primeira opção ou
encaminhamento natural de prioridades. O factor de proximidade
dos Aeroportos principais esteve em linha de conta também?
Foi por encaminhamento natural de prioridades. Ainda me lembro de
estar a ver o livro dos cursos/universidades e a ler as saídas dos cursos
para poder preencher o boletim de candidatura para a Universidade.
A proximidade do Aeroporto também foi um factor decisivo. Além
de querer um curso na área dos Recursos Humanos, a Universidade
também tinha de ser nos arredores dos aeroportos, para maior
facilidade de deslocações.
Actualmente o “Estagiar L” é uma forma de iniciar o mercado de
trabalho. Onde realizou este estágio?
Após ter terminado o curso, candidatei - me ao “Estagiar L” por ser
uma oportunidade de entrar no mercado de trabalho. E pensei que
nada melhor como fazer o estágio na Agência para a Qualificação e
Emprego, mais conhecido como Centro de Emprego, para conhecer
melhor a área que tinha escolhido. Saber como se trabalha com as
empresas para obter novas ofertas de emprego, encaminhar a pessoa
certa para o emprego certo… enfim…mas apenas fiquei 3 meses por
ter recebido uma oferta de emprego.
Após a finalização do Curso, onde foi a sua primeira experiência
profissional? Pode falar-nos das suas etapas e que tipo de tarefas
executou?
Estava a fazer o Estagiar L quando recebi a oferta de emprego para
o Grupo Mobilar. Fiquei muito entusiasmada pois era o 1º emprego,
que por vezes é muito difícil de encontrar para um jovem licenciado
com pouca experiência. Iniciei com trabalhos administrativos e
contabilísticos, mais precisamente a gerir fornecedores. Mas pouco a
pouco fui adquirindo mais funções e responsabilidades, ficando também
com a gestão de recursos humanos, que tanto ambicionava. Mais uma
vez valeu-me a polivalência do curso.
Como surgiu a oportunidade de vir trabalhar para a EDA? Como
filha de um antigo funcionário desta empresa, a imagem de
referência que tinha colou à realidade empresarial que vive, neste
momento?
Vi no jornal o anúncio e muitos amigos telefonaram-me também. Claro
que tinha de concorrer! O meu pai sempre falou e fala na EDA. “Um
pilar da sociedade”, “não há empresa melhor”, diz ele! Sempre referiu
que era uma empresa estruturada e muito organizada. Posso dizer
que fiquei a conhecer a empresa aquando do meu estágio curricular,
em 2003, nos Recursos Humanos, mais precisamente na área OTRAB,
uma equipa excepcional!
Como foi a sua integração na Direcção dos Recursos Humanos e
em que Área é que actualmente exerce as suas funções?
Não podia ter melhor integração! Já conhecia praticamente todos da
estrutura GRHUM, e desde logo o meu coordenador, Dr. Francisco
Bettencourt, que conhece muito bem a empresa, apresentou-me a
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todo o edifício, o que facilitou em muito a minha comunicação com
as restantes estruturas. Estou a desempenhar funções na área de
Desenvolvimento Organizacional e Gestão Previsional (DEORG),
neste momento mais ligada à Formação.
Tendo como desporto uma prioridade, continua com o apelo,
naturalmente. Pratica desporto, onde e o quê?
Jogo voleibol há 15 anos. Actualmente no CDEP de Arrifes. Nunca
deixei de jogar, nem mesmo quando estudava em Leiria. Sempre
consegui equilibrar os estudos com o desporto, aproveitava para
estudar em todos os sítios, na gare do aeroporto, no avião… enfim!
Dizem que quem corre por gosto não cansa… (Dizem!)
O que gosta de fazer nos tempos livres. Decerto tem ocupações
preferidas. Fale-nos delas.
Devido ao voleibol fico com muito pouco tempo livre, mas tento
sempre aproveitar ao máximo! Parece-me que o tempo encurtou…
não há tempo para fazer quase nada, o dia passa rapidamente! Mas
no pouco tempo que tenho vou passear, ao cinema, ouço música, leio
um pouco…
O contacto com a Natureza é um gozo. Gosta de fazê-lo à revelia,
ou pertence a alguma Associação?
Adoro fazê-lo à revelia! Acho que o contacto com a natureza vem
também do facto de quando era criança ir sempre acampar nas férias,
de ter estado nos escuteiros… Mas o que mais gosto é de ir passear
e perder-me…
EDA Informa agradece à Dr.ª Ana Clara, a sua disponibilidade e o
entusiasmo posto na sua entrevista e deseja-lhe, no sentido lato da
palavra a mesma orientação que pôs no seu curso, transcrevo:”
Quem corre por gosto, não cansa”. Que não se perca. Felicidades
para a sua carreira profissional e na aposta no Mestrado que
está a realizar.
Vanda Ribeiro
Novembro 2007
Simulacro
Central Termoeléctrica da Graciosa
Realizou-se no passado dia 5 de Setembro, o
segundo simulacro na Central Termoeléctrica
da Graciosa, com o nome de “Graciosa 02”.
Este exercício visou testar a operacionalidade
do Plano de Emergência Interno, assim como
dos meios existentes. Participaram neste
evento os Bombeiros Voluntários, Policia de
Segurança Pública e os técnicos de saúde do
Centro de Saúde Santa Cruz da Graciosa,
para além dos funcionários da EDA
pertencentes às Direcções de Distribuição e
Produção.
O exercício que serviu de base ao simulacro
foi um incêndio na oficina da Central, que
deu origem a 2 feridos graves, devido aos
gases tóxicos que inalaram, tendo causado
também a paragem de um grupo gerador. Os
funcionários da EDA, controlaram o incêndio,
recorrendo aos meios de combate a
incêndios e posteriormente procederam ao
resgate de um dos feridos com recurso a
equipamentos de respiração autónoma. Os
Bombeiros e os funcionários da instalação,
procederam ao arrefecimento da estrutura
do edifício com recurso a água e procederam
ao resgate do 2º elemento da oficina. O
Centro de Saúde fez deslocar um médico e
uma enfermeira para procederem à triagem
e estabilização das vítimas, tendo sido
posteriormente conduzidos por ambulância
para o Centro de Saúde. A Policia de
Segurança Pública teve como missão
controlar o trânsito, abrindo corredores aos
meios de socorro, de forma a permitir que
estes rapidamente pudessem chegar à
Central.
O simulacro culminou com a realização das
manobras necessárias ao restabelecimento
de energia a alguns locais da ilha, devido à
paragem de um dos grupos geradores.
Nestas manobras estiveram envolvidos o
Coordenador de Ilha e os funcionários das
Direcções de Distribuição e da Produção,
tendo sido presenciado pelos convidados e
elementos da comunicação social.
No final foi efectuado um “breefing” com as
entidades envolvidas no simulacro, para uma
avaliação do exercício.
Mais uma vez é de enaltecer o empenho de
todos que participaram neste exercício.
Edainforma 112
José Mendes / Carlos Pires dos Santos Fotos: Nuno Jerónimo
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ATEX
Atmosferas Explosivas
As centrais termoeléctricas da Empresa de Electricidade dos Açores,
localizadas pelas diversas ilhas dos Açores, possuem substâncias
inflamáveis ou combustíveis susceptíveis de formar atmosferas explosivas,
logo potencialmente perigosas para as referidas instalações e
trabalhadores, caso não sejam asseguradas algumas medidas de
prevenção.
Ciente desta situação, a EDA adjudicou à empresa GECITE a elaboração
dos manuais de protecção contra explosões (ATEX), destinado às
centrais do Caldeirão e Belo Jardim. Os manuais foram desenvolvidos ao
longo de 6 meses com o apoio dos colaboradores das referidas
instalações e em especial pelas respectivas chefias.
Carlos Pires dos Santos
O estudo apresentado contempla a identificação e avaliação dos riscos
de explosão na instalação, classificação das áreas perigosas em zonas de
acordo com a legislação em vigor e as medidas a adoptar nas instalações
para prevenir os riscos de explosão.
Foi ministrada formação pelo Sr. Eng.º Hélder Silva da empresa GECITE,
aos trabalhadores dos referidos estabelecimentos, em seis sessões,
distribuídas pelas ilhas de S.Miguel e Terceira sobre o estudo
desenvolvido.
Recentemente foi adjudicada a elaboração do mesmo estudo para as
restantes centrais da EDA, cujos trabalhos terão início no ano de 2008.
Meia Maratona
de Lisboa
No passado mês de Março, o colega
Rui Maurício participou na meia
maratona de Lisboa, com o apoio do
GREDA. Com a participação de cerca
de 35 000 atletas, o colaborador
Rui Maurício classificou-se entre os
primeiros 500 a chegar ao final da
prova.
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Teodomiro Silveira
Novembro 2007
Informações
REFORMA
Nome: João Manuel Simões Paulino
Estrutura Orgânica: EDIST/DMANE
Em 02/11/1984, admitido Quadro Permanente, com a
categoria de Desenhador de Execução, para o Centro Ilha
de São Miguel.
Em 01/06/1992, passou para Desenhador Estudos II.
Em 30/12/1993, é equiparado a Chefe de Secção, até
16/04/1998.
Em 24/03/1998, passou para Assistente Técnico I.
Em 01/01/2002 e com a entrada do novo Acordo da Empresa,
passou para Assistente Projecto, categoria que manteve até
à situação de reformado.
Aniversários
DEZEMBRO
01
João Francisco Ponte Carvalho
14
João Luís Correia Moniz
02
Rui Paulo Fernandes Medeiros
14
Eduardo Manuel Amaral Pimentel
02
Nelson Duarte Nunes Resendes
14
Mário Jorge Bettencourt Faria Lopes
02
António Manuel Paquete Braga
16
António Armando Simas Brum Silveira
02
Maria Antonia Arruda Costa Raposo
17
Fernando Correia Matoso
04
Francisco Xavier Mancebo Borges
17
Jaime Manuel Pascoal Rego
04
Emanuel Paim Costa
17
Manuel Alberto Matos Pacheco
04
Francisco Duarte Silva Bettencourt
17
José Eduardo Melo Maciel
04
Miguel Ângelo de Aguiar
17
José Gabriel Simas Azevedo
04
Carlos Filipe Almeida Santos Pereira
17
Marcos José Vieira Silva
04
Luís Manuel de Paiva Silva
18
Sandy Mary Sousa
04
Cristina de Jesus Martins Fraga
19
António Conceição Sousa Lima
05
Rui Manuel Canto Rocha Andrade
19
João Duarte Silveira Brum
05
André Medeiros Sousa
19
José Luís Ferreira Correia
05
Maria Margarida Aguiar Costa Paiva
20
João Manuel Raposo Correia
06
Maria Lucília Sousa Viveiros
20
Carlos Alberto Correia Santos
06
Manuel António Rocha Teves
20
Paulo Alexandre Alves Bairos
06
Élio Manuel Picanço
21
Marco Nuno Cunha da Silveira
06
Paulo Agostinho Fagundes Cota
22
David Luís Luís
06
José Francisco Amaral Maiato
22
António Diogo Silveira Paz
07
Maria Natália Costa Dinis Lima
24
José Manuel Santos Ferreira
08
Manuel Botelho Raposo
24
Cármen Maria Soares Carepa
08
Paulo Alexandre Resendes Bettencourt
24
Manuel Medeiros Braga
09
Armanda Margarida Almeida F. Tavares
26
Luís Manuel Pereira da Silveira
09
Manuel Bettencourt Melo
26
José António Botelho Cabral
10
João Jacinto Mendonça Medeiros Franco
26
Jorge Manuel Neves Sousa
10
Bruno José Costa Cabral
26
Luís João Costa Borba
10
Vitor Manuel Bettencourt Silva
27
Roberto Rocha Azevedo
10
João Manuel Medeiros Reis
28
Irina Fátima Moura Resendes
10
João José Pacheco Duarte
28
João Pimentel Rodrigues
11
Carlos Manuel Brasil Bras
29
Filomena Fátima Medeiros S. Cordeiro
11
Rui Carlos Lopes Vaz Carvalho
29
José Domingos Gomes
12
João Pedro Moniz Medeiros de Sousa Cabral
29
Virgínio Santos
12
Carlos Manuel Correia da Costa
30
Sofia Catarina Santos Ferreira
12
José Manuel de Oliveira Lopes
30
Natércia da Conceição Vargas Vitória
12
Octávio Silva Vicente
30
José Manuel Sousa Pereira
13
Paula Alexandra Moniz Carreiro
30
Luís Manuel Pereira S. Borrego
13
Silvestre Vasconcelos Pinto Pinheiro
31
Sário Miguel Santos Quadros
13
Rui Eduardo Canedo Reis Namorado Carvalho
31
Roberto Manuel Ferreira Carvalho
15
Novembro 2007
I.E.I - INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS INDUSTRIAIS, LDA.
Na IEI trabalhamos para
* Garantir a qualidade dos serviços prestados
* Obter a satisfação, confiança e preferência dos clientes
* Melhorar o nível de formação e de desempenho dos colaborados
Só assim podemos dizer “I.E.I a eficácia da qualidade!”

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